Com classe se nasce

25 de fevereiro de 2017

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Como tratar jornalista que defende bandido?

25 de fevereiro de 2017

Como tratar a bandidagem

Lembro-me de alguns políticos que se valiam do clamor popular de que “bandido bom é bandido morto” para suas plataformas políticas. Infelizmente, estes políticos nunca conseguiram, apesar de muitos coletarem milhares de assinaturas, aprovar a pena de morte ou a prisão perpétua no Brasil.

Para piorar, sempre que um bandido reage ao ser preso e a polícia precisa utilizar força para detê-lo ou sofre agressões de populares, pessoas ligadas aos Direitos Humanos aparecem para defender o desgraçado. Nunca soube ou vi alguém defender os direitos das vítimas, o que para mim soa como conivência com o crime.

Um bandido que comete assassinato, latrocínio, estupro e sequestro deve mofar na cadeia pelo resto da vida sim e ainda trabalhar para sustentar sua “hospedagem”. Logicamente que há casos e casos para o homicídio e para isto existe o devido julgamento dessas causas. Mas, tratar bandido como cidadão é o que não pode acontecer.

Muitos defendem que ninguém é bandido por querer, mas eu afirmo o contrário. Conheço muita gente honesta, que labuta arduamente, mesmo ganhando pouco para isto, e que nunca cometeu um único crime ou ato de bandidagem. Morar em favelas e ter pouco estudo não é sinônimo de ser bandido, e nem dá salvo-conduto para ser criminoso. Até porque muitos bandidos vivem no “asfalto”, como se diz nos morros cariocas, até em condomínios de luxo, tiveram estudo e mesmo assim optaram pelo crime.

FIM DOS TEMPOS – Abortista dando aula em universidade cristã

25 de fevereiro de 2017

O Mackenzie e sua professora abortista

Julio Severo

A liberalização do aborto no Brasil foi discutida numa audiência no Senado Federal em 6 de agosto de 2015. Entre os debatedores estavam feministas pró-aborto.

A grande surpresa foi que o Senado fez a apresentação de uma delas como “Márcia Tiburi, professora de pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie.” O Mackenzie é a instituição educacional calvinista mais elevada do Brasil.

A fala pró-aborto de Márcia, gravada pela TV Senado, começou dizendo que por onde viaja pelo Brasil todo em seu ativismo pró-aborto ela leva o nome Mackenzie com ela, frisando que ela não é a única no Mackenzie que é a favor do aborto. Para assistir à gravação da TV Senado, confira este link: https://youtu.be/DLxm7U0OEes

Na audiência, a professora do Mackenzie disse: “Vociferar contra o aborto é apenas um modo biopolítico de controlar a vida das mulheres… e sobretudo de angariar adeptos para causas autoritárias… O que se ganha e quem ganha com isso? Sacerdotes da fala antiabortista promovem o discurso com que se convencem as massas ignaras. Em um país de pessoas analfabetas, inclusive as mulheres, e de corrupção desmedida em termos morais, estão garantidos os votos, o dízimo e o consumo em geral. A legalização do aborto é portanto parte fundamental de um processo democrático socialmente responsável.”

Segundo o currículo dela, ela está ligada oficialmente ao Mackenzie desde 2008. Sua especialidade é dar aulas de filosofia e ética. Mas as palavras que ela vociferou contra a vida dos bebês em gestação no Senado demonstram exatamente o contrário: uma total falta de ética. Qualquer filosofia que despreza a vida mais inocente é um desprezo à própria ética.

Márcia, que em seu ativismo feminista pró-aborto é louvada até mesmo pelo Partido Comunista do Brasil, expõe sua falta de ética desde antes de 2008. Antes de se tornar professora do Mackenzie, ela defendeu o aborto no site oficial do Partido Comunista do Brasil. Se o contratante (Mackenzie-IPB) tivesse tido o cuidado de fazer uma averiguação básica, teria facilmente constatado, até mesmo por uma simples busca no Google, que estava contratando não uma simples e inocente professora, mas uma ativista radical sedenta do derramamento legal de sangue inocente.

Como, nesses 7 anos em que Márcia está no Mackenzie, não houve nenhum problema e escândalo? A contratada está diretamente ligada ao movimento de militância pró-aborto. O contratante está diretamente ligado à Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).

A mera presença de Márcia como professora numa universidade evangélica é vitória para os abortistas e derrota para os evangélicos, que deveriam evangelizar, não contratar, propagandistas de assassinatos de bebês.

Quando Márcia escolheu como designação no Senado “professora do Mackenzie,” fatalmente comprometeu a instituição, que, por ser abertamente confessional (Universidade PRESBITERIANA Mackenzie), escolheu contratar uma professora que é militante feminista pró-aborto. O caso não é que ela merece ser demitida do Mackenzie. Ela nunca mereceu ser contratada.

A culpa não é dos contratados. É dos contratantes que escolhem muito mal seus candidatos de emprego.

Se Silas Malafaia ou um televangelista neopentecostal tivesse cometido o erro de contratar uma ativista feminista pró-aborto para uma de suas instituições confessionais, é certeza que os auto-proclamados apologetas calvinistas (“defensores da fé” e da “Sola Theologia”) estariam matando a pauladas os condenados e mandando-os para os quintos dos infernos.

No caso do Mackenzie e sua professora abortista, todos os apologetas calvinistas estão envoltos num silêncio sepulcral, como se tivessem sob juramentos monásticos de nunca fazer cobranças da universidade presbiteriana. Nesse escândalo, nenhuma abortista, ou quem a contratou, vai ser “queimado” na fogueira da Santa Inquisição Calvinista. Se fosse Malafaia, ele já teria virado cinzas na estaca de condenação.

Apesar disso, o Mackenzie divulgou no mesmo dia uma nota oficial que declara:

Nota de esclarecimento

06/08/2015 Chancelaria Reitoria

Em 6 de agosto de 2015, o reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie emitiu uma nota lida na Comissão de Direitos Humanos do Senado pelo deputado Leonardo Quintão aos participantes do debate cujo tema versava sobre o aborto. Abaixo, a íntegra do texto:

Exmo. Deputado Leonardo Quintão,

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, com base em seus princípios e valores, repudia qualquer ato de atentado à vida e afirma que as posições expostas por seus professores são fruto da liberdade de expressão inerente ao ser humano e à vida intelectual. Por isso, reafirma a posição de sua entidade mantenedora, a Igreja Presbiteriana do Brasil, que repudia tanto a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não há outro meio de salvar a vida da gestante, quanto o uso de anticoncepcionais abortivos.

Benedito Guimarães Aguiar Neto
Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie

É evidente que o Mackenzie não tem culpa pelas posturas desequilibradas de seus professores. Mas uma instituição que se confessa evangélica não pode fazer uma triagem e contratar apenas professores moralmente hábeis e de acordo com princípios cristãos e éticos básicos? Está havendo tanta escassez de candidatos calvinistas competentes para cargos na instituição calvinista que foi necessário contratar uma promotora de assassinatos de bebês? Por que o Mackenzie não escolheu um calvinista pró-família? Não há, em toda a IPB, nenhum calvinista que possa, no lugar da abortista, dar aula de filosofia e ética no Mackenzie?

E agora o Mackenzie quer se desvincular da ativista contratada apelando, num aceno cinicamente democrático, para a defesa de um suposto “fruto da liberdade de expressão”?

Nesse ponto, estou chocado! Defesa do aborto é “liberdade de expressão”? E a defesa do Holocausto? E a defesa do nazismo? E defesa da Inquisição Católica, que massacrou milhares de judeus e protestantes?

Falta de ética é “liberdade de expressão”?

E se no lugar da professora abortista, o Mackenzie tivesse um Julio Severo que, na sua vida fora do Mackenzie, expressasse opiniões contra a heresia cessacionista, a Teologia da Missão Integral e a maçonaria? O Mackenzie defenderia então que as posturas de Julio Severo são “fruto da liberdade de expressão,” sem maiores traumas?

A nota do reitor do Mackenzie deixou claro que a Igreja Presbiteriana do Brasil “repudia a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico.” Ele teve de citar a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), pois a Universidade Presbiteriana Mackenzie está subordinada à IPB — tornando, de certa forma, a abortista Márcia estranhamente ligada à IPB.

Mas por que a IPB também não repudia o chamado aborto terapêutico? O Dr. Brian Clowes, em sua obra volumosa “The Facts of Life” (Os Fatos da Vida), diz:

Aborto terapêutico: A atual literatura médica iguala “aborto legal” com “aborto terapêutico.” A definição da palavra “terapêutico,” porém, significa “tratamento de doença.” O uso de “terapêutico” é outra tentativa pró-aborto de sanear um ato repugnante, e também sugere que a gravidez é uma doença — uma declaração que muitos abortista fazem diretamente.

O Dr. Roy Heffernan da Escola de Medicina da Universidade Tufts disse que “Qualquer um que realize um aborto terapêutico ignora os métodos médicos modernos ou não quer gastar tempo e esforço para aplicá-los.”

Se o Mackenzie estiver de fato tão cheio de ativistas de mentalidade semelhante à mentalidade de Márcia Tiburi, conforme ela mesma alegou no Senado, vou receber uma enxurrada de vaias e resmungos deles. E talvez até processos. Mal posso esperar as manchetes: “Professores Pró-Aborto da Universidade Presbiteriana Mackenzie Processam Ativista Pró-Vida Julio Severo!”

Seja como for, nenhuma instituição que se confessa cristã é obrigada a contratar militantes feministas cuja falta de ética as leve a defender o massacre legal de bebês em gestação. Se o fizerem, têm de arcar com as consequências do mau testemunho cristão.

Versão em inglês deste artigo: Mackenzie Presbyterian University and Its Pro-Abortion Professor

Fonte: www.juliosevero.com

ENSINANDO ATEÍSMO EM UNIVERSIDADE CRISTÃ – O inverso não acontece em parte alguma

25 de fevereiro de 2017

Universidade Presbiteriana Mackenzie e seu professor marxista

Julio Severo

É fato inegável que as universidades seculares estão repletas de professores marxistas. O resultado evidente é que jornalistas e economistas saem dessas universidades regurgitando Karl Marx.

Osvaldo Coggiola

Como fazer curso de jornalismo e economia sem se contaminar com o marxismo das universidades seculares e estatais? A resposta aparentemente óbvia para os evangélicos brasileiros é: faça tais cursos na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) em São Paulo. Supostamente, uma universidade evangélica nunca teria um professor marxista.

Só supostamente, porque na realidade a UPM tem o professor Osvaldo Coggiola, que dá aulas de jornalismo e economia ali. Ele é autor de um artigo intitulado “Em Defesa do Marxismo.” Esse é o menor de seus trabalhos.

Sua especialidade é a defesa do marxismo, e ele faz isso frequentemente nos seus muitos livros publicados, inclusive:

  • O trotskismo na América Latina
  • O Marxismo Hoje (com Michael Löwy, Jacob Gorender, Cláudio Katz e James Petras )
  • Marx e Engels na História
  • História e Revolução
  • Engels: o Segundo Violino
  • Ontem e Hoje: Manifesto Comunista
  • Revolução Cubana
  • Escritos Sobre a Comuna de Paris
  • América Latina: Encruzilhada da História Contemporânea
  • Governo Lula: da Esperança à Realidade
  • Neoliberalismo ou Crise do Capital? (com Claudio Katz)
  • Governos Militares na América Latina (com Jaime Pinsky)
  • 25 de Outubro de 1917: a Revolução Russa (com Arlene Clemesha)

Além do professor marxista, a UPM tem também uma professora famosa por defender o aborto.

Se a dona da UPM (a Igreja Presbiteriana do Brasil) é de fato evangélica, por que deixa isso acontecer? Falta de visão?

Falta de visão, para quem não acredita em visão, é normal. A UPM já foi comandada por muitos anos pelo Rev. Augustus Nicodmeus, que tinha autoridade na questão de contratação de professores contra o marxismo e o aborto, mas preferia ocupar-se com sua teologia cessacionista, que nega que o Espírito Santo dá hoje dons como visão e profecia. Nicodemus é o maior teólogo cessacionista do Brasil.

Enquanto ele estava ocupado atacando evangélicos que creem nos dons sobrenaturais de Deus hoje, o diabo — o pai do aborto, marxismo e cessacionismo — estava escolhendo professores para a UPM.

Talvez se Nicodemus e sua universidade presbiteriana tivessem esses dons, poderiam enxergar espiritualmente e evitar a tentação de contratar professores marxistas e pró-aborto.

Mas será que é preciso dons sobrenaturais para enxergar o fato óbvio de que uma universidade evangélica jamais deveria ter professores marxistas e pró-aborto?

Versão em inglês deste artigo: Brazil’s Mackenzie Presbyterian University and Its Marxist Professor

Fonte: www.juliosevero.com

Quem é o Anti Cristo? Obama e ninguém mais! e o Soros, simpatia??????????

24 de fevereiro de 2017

Imagem do artigo ESCRAVIDÃO na Wikipedia – Só que os comunistas lá não permitem dizer que é uma ESCRAVA BRANCA BRANCA BRANCA

24 de fevereiro de 2017

É politicamente incorreto um professor de história dizer que Kirk Douglas fez o papel de Spartacus – BEM O ESCRAVO ERA BRANCO E  KIRK DOUGLAS CENTENÁRIO ATOR AINDA VIVO SEMPRE FOI UM BRANCO.

QUE MONSTRUOSIDADE E PENSAR QUE IMBECIL DOUTRINADO POR PROFESSORES COMUNISTAS DISSE EM COMENTARIOS DO GI NO 20 DE NOVEMBRO QUE IMAGINA NUNCA BRANCO FOI ESCRAVO.

É MAIS É ELA É BRANCA BRANCA BRANCA

PINTURA FAMOSA DE BRANCA ESCRAVA EM LEILÃO.

CHORA COMUNISTAS

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Nosso líder máximo põe o comunista NYT para correr da Casa Branca- Parabéns Trump – Chega de fake news

24 de fevereiro de 2017

Direita iguala Multiculturalism a White Genocide – Seria exagero?

24 de fevereiro de 2017

MULTICULTURALISM, SOCIALISM BACKFIRE: Danish ISIS Members Were On Welfare. Just Like France, Germany, Brussels…

screenshot from Twitter
FEBRUARY 22, 2017

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While the left-wing media in the United States claims that Donald Trump is responsible for Muslim riots in Sweden – even though increases in crime in Sweden long predate Trump’s presidency – his general take on multiculturalism in Europe has been proved right once again. On Wednesday, The New York Times reported that Danish Muslims fighting on behalf of ISIS were still receiving Danish welfare payments. Here’s the Times:

About 145 Danes have traveled to Syria or Iraq to fight for militant groups since 2012, according to the Danish security and intelligence services….Last year, the news media reported that more than two dozen Danish citizens receiving unemployment benefits had traveled to Syria to fight for ISIS, even though the law requires recipients to live in Denmark….Officials said that since last year, municipal and state authorities had been trying to collect about $95,000 in welfare benefits that had been wrongly paid to 29 citizens who had gone to Syria to fight for ISIS.

VIDEOFrance, Germany concerned over Trump’s moves to limit refug…

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The law in Denmark prevents removal of welfare benefits without a full-scale trial, apparently.

This isn’t the first report of welfare benefits going to terrorists. In December, Der Speigelreported that Berlin ISIS Christmas market terrorist Anis Amri, who killed 12 and injured 48 in his truck attack, was on German welfare. Terrorists in Paris in 2015 and Brussels in 2016 were also receiving welfare. As The Daily Caller reported, “The five terrorists [in Paris] collected a total of $56,000 in welfare, far more than the estimated cost of $37,000 to carry out both attacks.”

This is the danger of combining a welfare system with multiculturalism, then adding free immigration. Welfare systems attract people who are more likely to depend on welfare; multiculturalism ensures that those people never integrate into the surrounding society, making it nearly impossible for them to get off of welfare or adopt Western values. This is a problem now recognized by nearly every major European leader. In September 2011, then-British Prime Minister David Cameron spoke at a security conference in Munich. There, he laid out a vitriolic critique of “state multiculturalism”: the philosophy that suggests that there need not be any assimilation to Western civilization by new immigrants, and that diversity of behavior enriches society. Cameron stated baldly, “Let’s properly judge these organizations: Do they believe in universal human rights – including for women and people of other faiths? Do they believe in equality of all before the law? Do they believe in democracy and the right of people to elect their own government? Do they encourage integration or separatism? These are the sorts of questions we need to ask.” Cameron continued that genuinely liberal countries “believe[] in certain values and actively promote[] them.”

trump contra a midia politicamente correta

23 de fevereiro de 2017

Para entender por que Donald Trump disse que a grande mídia é inimiga dos americanos é necessário entender qual é a agenda da velha imprensa e lembrar que o jornalismo, hoje, se resume à desinformação e à engenharia social.

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Na semana passada, o Presidente Donald Trump disse algo que é óbvio a qualquer pessoa que não esteja totalmente descolada da realidade: a grande mídia (que ele chama corretamente de fake news) é inimiga do povo americano.

The FAKE NEWS media (failing @nytimes, @NBCNews, @ABC, @CBS, @CNN) is not my enemy, it is the enemy of the American People!

Para a Globo, intolerante e extrema direita é ela:

23 de fevereiro de 2017

O ÓDIO

O AMOR

A GLOBO

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A Palavra do Ano

23 de fevereiro de 2017

“Pós-verdade” é a palavra do ano de acordo com a Universidade de Oxford. O termo se refere à pouca importância dada aos fatos na formação da opinião pública quando comparados a argumentos que apelam para a emoção ou crenças pessoais. Em paralelo, o Brasil ocupa o 6º lugar no índice de ignorância da realidade desenvolvido pelo Instituto Ipsos Mori: ao confrontar o senso comum com fatos objetivos, a maioria das pessoas tem uma ideia equivocada sobre a sociedade em que vive.

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Luís Mauro Sá Martino vai apresentar os meios que a filosofia proporciona para escapar dessa armadilha. Em tempos de pseudociências, excesso de propaganda e dificuldade em discernir o verdadeiro do falso, os encontros ensinam como se proteger dos enganos que rondam a vida e, sobretudo, como conhecer e analisar o mundo para nunca mais ser pego por eles: http://casadosaber.com.br/…/cu…/filosofia/a-pos-verdade.html

Confira também a versão online, para assistir de onde estiver: http://casadosaber.com.br/…/curs…/ao-vivo/a-pos-verdade.html

O #ColégioDomPedroII chegou ao fim do poço. Vejam o cartaz colocado na unidade do centro no RJ. Cadê os pais desses alunos? Cadê o estado? o MP ? que não vê a erotização infantil

23 de fevereiro de 2017

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Cadê o Conselho Tutelar para dar umas bordoadas na Maria do Rosário por causa do estado lamentável de sua filha?”

23 de fevereiro de 2017

Do Júlio Severo.

E ai, só tem direitos;

menor não tem dever de se comportar bem?

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O Incrível, o Bizarro, o Inesperado

22 de fevereiro de 2017

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Faculdades de História são fábricas de comunistas

22 de fevereiro de 2017

FORMATURA DO CURSO DE HISTÓRIA DA UDESC (2017)

O que podemos esperar desses futuros professores de História?

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Quase dois milhões de eleitores do Brasil podem ter o título de eleitor cancelado em todo o país

22 de fevereiro de 2017

2 de fevereiro de 2017 – 18h45

A lista com o número desses eleitores em todas as unidades da Federação pode ser consultada aqui.

Confira também a lista com o número de eleitores faltosos por município,

Título cancelado

A partir desta quarta-feira (22), os cartórios eleitorais em todo o país devem dar publicidade às relações de eleitores que deixaram de votar nas três últimas eleições e que podem ter o título de eleitor cancelado. O dados revelam que o número de eleitores faltosos é de 1.961.530.

A lista com o nomes ficarão disponíveis nos cartórios eleitorais por, no mínimo, dez dias, com publicidade nos meios de comunicação. Os partidos políticos também devem ser informados.

O estado de São Paulo o maior número: 529.818. No Rio de Janeiro esse número é de 261.335 eleitores e em Minas Gerais são 175.020. O Distrito Federal tem apenas cinco eleitores que podem ter o título cancelado.

Os eleitores que constarem na relação de faltosos deverão comparecer ao cartório eleitoral no período de 2 de março a 2 de maio de 2017 para regularizar sua situação. O cidadão deverá apresentar documento com foto que comprove sua identidade, título eleitoral e comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento de multa ou de dispensa de recolhimento.

O não comparecimento para comprovação do exercício do voto, da justificativa de ausência ou do pagamento das multas correspondentes implicará o cancelamento automático do título de eleitor, a ser efetivado de 17 a 19 de maio deste ano.

Cada turno do pleito é considerado uma eleição e a Justiça Eleitoral não expedirá nenhuma notificação ao eleitor informando sobre a pendência no cadastro eleitoral.

A lista com o número desses eleitores em todas as unidades da Federação pode ser consultada aqui.

Confira também a lista com o número de eleitores faltosos por município,

BB/RC

Gestor Responsável: Assessoria de Comunicação +

Boicote dos democratas joga produtos de Ivanka na capa do NYT – Publicidade grátis no NYT e W.Post faz explodir as vendas na Amazon

22 de fevereiro de 2017

Linha da Loira perfeita mais linda do mundo bate recorde de vendas.

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Ivanka Trump’s signature perfume is a best seller on retail giant Amazon.

Ivanka Trump Eau de Parfum Spray For Women ($34 for a 3.4-ounce bottle) was No. 1 on Amazon’s list of bestselling fragrances and perfume for at least the sixth consecutive day. One reviewer wrote:

“I normally buy this at Nordstrom. But now that I heard they will not carry it anymore, I was happy to find it on Amazon.” (Radha Beauty Aromatherapy was at No. 2 on Amazon’s list.) The recent success of Ivanka Trump’s perfume on Amazon, particularly after her products were dropped from other stores, suggests the “resistance economy” to boycott products associated with the family of President Trump can help a brand as well as hurt it.

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The success of Ivanka Trump’s perfume on Amazon suggests the ‘resistance economy’ to boycott products associated with the family of President Trump can help a brand as well as hurt it.

Nordstrom Inc. said earlier this month that its own widely reported decision to cut Ivanka Trump’s fashion brand from its lineup was also purely a business decision and not based on protests like the #GrabYourWallet campaign. The company said sales of Ivanka Trump footwear and apparel fell 32% last year.

“Each year we cut about 10% and refresh our assortment with about the same amount,” the company told MarketWatch. President Trump tweeted in response: “My daughter Ivanka has been treated so unfairly by @Nordstrom. She is a great person — always pushing me to do the right thing! Terrible!”

Mulheres presas pela ditadura comunista da Venezuela

22 de fevereiro de 2017

ONDE ESTÃO AS FEMINISTAS?

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o líder da invasão islâmica

22 de fevereiro de 2017

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O Genocídio Branco na África do Sul de Mandela

22 de fevereiro de 2017

The White Genocide in South Africa, this is what the Media never shows you

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Posted by moku 11 months ago in War

Since Nelson Mandela and the communist African National Congress (ANC) took over South Africa, more than 70,000 whites have been murdered and untold numbers have been robbed, raped and tortured.

But you will not hear about this in the Western media, which fawns over the black terrorists who now run the once-prosperous country.

Claudia Bryan is a South African activist living in London. Her grandmother owned a bakery in South Africa. One day six blacks entered the bakery and gang-raped her. They then tried to shoot her. The gun jammed. In anger they gang raped her again and the 70-something woman died. Robbery was not the motive.

One of the South African Family Relief Project volunteers, who drove this writer around Durban during a recent fact-finding visit to South Africa, related the experience of a co-worker. This man and his adult son were working on their boat at their home in an upscale area when two blacks came up the driveway and demanded the keys to the son’s car. When the father refused, the blacks shot him dead and fled.

Joulene Trichardt, my Johannesburg guide’s daughter-in-law, was one of the managers at a nightclub called Truth several years ago. The night club was open once a week for parties and dances. One night, four armed blacks burst in, firing handguns, and attacked the staff. They herded the managers and the disc jockey into an office. They beat one manager with a pistol and kicked Ms. Trichardt repeatedly when she disobeyed their orders to keep her eyes down and not to look. The bandits made off with the night’s proceeds—400,000 rand (roughly $40,000)—as well as the staff’s cellphones. They were never caught.

Acabou o apoio dos EUA à ditadura comunista da Venezuela

22 de fevereiro de 2017

http://www.elnuevoherald.com/noticias/mundo/america-latina/venezuela-es/article133120014.html

Novidade no Ar: Impeachment Brasil Paralelo

22 de fevereiro de 2017

Atenção, seguidores e membros fundadores: o trailer mais polêmico do Brasil Paralelo acabou de entrar no ar!

Descubra porque esse será o capítulo mais bombástico desde o surgimento da nossa iniciativa. 🙂

ASSISTA: https://www.impeachment-brasilparalelo.com.br/