Relação de marginais perigosos procurados pela Polícia – Não tente resistir, eles matam sem piedade como os terroristas bárbaros da década de 1970

22 de julho de 2014

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O povo brasileiro quer ver essa cambada do mensalão na cadeia – esses caras querem transformar isso aqui numa Venezuela e numa Cuba

20 de julho de 2014

Em vídeo divulgado pelo pastor Silas Malafaia na sexta-feira (18), o pastor faz denúncias graves sobre a perseguição política e religiosa que vem sofrendo do governo petista, que segundo ele, tem usado a Receita Federal como instrumento de perseguição à sua pessoa.

Malafaia mostra documentos de fiscalizações impostas pela Receita Federal, que começaram a acontecer logo após o protesto pacífico, que aconteceu no dia 05 de junho de 2013, em Brasilia-DF, que reunião mais de 70 mil pessoas, liderado pelo próprio Malafaia.

Durante o protesto o pastor mandou um recado ao STF e às autoridades brasileira, dizendo o seguinte:

 “O povo brasileiro quer ver essa cambada do mensalão na cadeia”.

Segundo o pastor, essa manifestação foi o estopim para o início da perseguição.

Pouco mais de 1 mês após o protesto, a Receita Federal começou a enviar intimações solicitando diversos documentos para fazer uma investigação contra a AVEC como a ADVEC, ambas presididas pelo pastor Silas Malafaia.

Diversas outras intimações foram enviadas desde esta primeira.

“(…)Eu to denunciando aqui a um ano minha gente, que esses caras tão em cima de mim sem parar, com centenas e centenas de documentos, não arrumaram e nem vão arrumar nada (…)escute, vou dar um sugestão ao governo do PT.

Por que não manda investigar o filho do Lula, que era um pobre rapaz quando o pai dele passou a ser presidente e hoje é um milionário?

(…) A sociedade precisa saber da riqueza do filho do Lula. (…) Povo brasileiro, daqui a pouco esses caras querem transformar isso aqui numa Venezuela e numa Cuba…”

Acompanhe as denuncias de Malafaia:

E ai como é que fica? Viram a diferença? – Da Série VERGONHA DE SER BRASILEIRO

18 de julho de 2014

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O Começo do Fim do Partido Democrata

16 de julho de 2014

Decisão da Suprema Corte quebra os sindicatos da América.  Análise Profunda.

Supreme Court Ruling on Unions could mark the “End Of The Democratic Party”.

 

http://freedomoutpost.com/2014/07/supreme-court-ruling-on-unions-could-mark-the-end-of-the-democratic-party/

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Íntegra da Decisão da Court:

http://www.supremecourt.gov/opinions/13pdf/11-681_j426.pdf

Farsa e Fraude da Terceira Vertebra – O que a Globo jamais vai mostrar Video espanhol mostra a Fraude Neymar – Não era ele no Hospital – Ninguém com vértebra quebrada rebola e dá risada em entrevista

11 de julho de 2014

Brasil pode ter vendido a Copa igualzinho como fez em 1998 para a França:

Farsa? Fraude?

Farsa? Fraude?

Farsa? Fraude?

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Todo ateu e todo mulçumano vota no Obama – Aí tem coisa? Obama é mulçumano? Obama é ateu?

11 de julho de 2014

Colabora com o terrorismo do Taliban?

Persegue cristãos?

veja o vergonhoso resultado da pesquisa do Gallup

http://www.gallup.com/poll/172442/muslims-approving-obama-mormons-least.aspx

July 11, 2014

U.S. Muslims Most Approving of Obama, Mormons Least

Relative rank order of religious groups stable throughout his presidency

by Jeffrey M. Jones

PRINCETON, NJ — Seventy-two percent of U.S. Muslims approved of the job President Barack Obama was doing as president during the first six months of 2014, higher than any other U.S. religious group Gallup tracks. Mormons were least approving, at 18%. In general, majorities of those in non-Christian religions — including those who do not affiliate with any religion — approved of Obama, while less than a majority of those in the three major Christian religious groups did.

Obama Job Approval, by Religion, January-June 2014

Não teve copa, teve desastres e roubalheiras – Dívida Bilionária a Falsa copa sem turista algum baderna 15 ônibus queimados, roubou tudo que podia ser roubado, viaduto no chão

9 de julho de 2014

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Neymar seria uma fraude? É o que diz video espanhol:

Parreira, Felipão, Vexame, Humilhação.

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Todos os jogos só com brasileiros, sem entrada alguma de dólares,

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Sem vaselina

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México passa o Brasil e é o oitavo fabricante de automóveis do mundo

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Produção de veículos cai 17 por cento

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Já está nas Ruas o golpe bolivariano da Constituinte Exclusiva dos Comitês Populares comunistas – Isso mesmo com apoio da Igreja e da CNBdoB

9 de julho de 2014

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É a última vez que você vota para deputado e senador

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Desta vez, ninguém na rua para protestar contra o comunismo.

Vamos Virar nova Cuba

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Orkut Paraíso de Comunistas vai acabar em 30 de setembro

9 de julho de 2014

Adeus ao Orkut

Após dez anos de conversas e conexões sociais on-line, nós decidimos que é hora de começar a nos despedir do Orkut. Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut e, por isso, decidimos concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.

O Orkut não estará mais disponível após o dia 30 de Setembro de 2014. Até lá vamos manter o Orkut no ar, sem grandes mudanças, para que você possa lidar com a transição. Você pode exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de Setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google. Para mais detalhes, por favor, visite a Central de Ajuda.

Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles de vocês que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.

Democracia na América do Sul só ser para eleger terrrorista

6 de julho de 2014

QUEM É O MUJICA-PRESIDENTE DO URUGUAI…

GRUPO DO MUJICA

Não se trata unicamente de um homem com aspecto desleixado e aparência imunda, mescla de bruto, demagogo e palhaço. É mais do que uma combinação de Cantinflas e Robin Hood, com uma boca que parece uma cloaca como as utilizadas por ele e seu bando para esconder-se. Trata-se de alguém com um passado muito negro e com uma alma muito suja, muito mais suja do que sua aparência física.

Um passado tenebroso (do qual jamais mostrou arrependimento algum) e um presente carregado de ódio que hoje o leva a toda espécie de hipocrisias, contanto que chegue a tomar as rédeas do governo e complete a tarefa revolucionária, frustrada na via militar, mas que avançou na propagandística.

Na realidade, mais que negro, um passado cor vermelho sangue, que agora pretende alvejar, com um vice que é um anestésico eficaz para adormecer os círculos dirigentes e cativar o centro da opinião pública. Assim, enquanto Mujica estimula e consolida os mais radicais, Astori é quem deve atrair os moderados, desorientados e confusos que se localizam no meio do espectro ideológico.

Esse exemplar paleolítico, do populacho, desgrenhado, deliberadamente vulgar, desfruta e lucra mostrando-se bruto. De passagem, com isso, procura obter as simpatias dos menos favorecidos, dizendo-lhes ser tão inferior quanto eles, e que votem nele porque é o seu único salvador.

A mídia se empenhou, durante os últimos anos, em fabricar, difundir e valorizar uma imagem diferente para Mujica:

— ocultando sistematicamente seu passado sanguinário;

— apresentando suas imbecilidades mais bestiais como lampejos de genialidade emanados de um homem espontâneo, quase sábio, sincero, modesto, austero, idealista.

A verdade é outra: tem um passado de terror e nada tem de espontâneo em seus ditos ressaltados pela mídia. Estamos diante de um fenomenal artifício de propaganda, que foi capaz de transformar um terrorista em um aparente homem bom do campo, meio besta, mas sensível para com os pobres.

O mesmo que soube dirigir uma organização assassina com total desprezo pela vida humana, pisoteando direitos e liberdades, atropelando a lei e as instituições e desconhecendo a dignidade do ser humano, hoje aparece como pomba angelical, financiado por empresários, o astro preferido pelos meios de comunicação, e viajando em um avião cedido por uma empresa privada!!!

Os mesmos que poderiam ter sido seqüestrados ou assassinados, hoje financiam a campanha. Que castigo celestial merecem esses mercadores!

Dupla identidade

José Mujica Cordano, “o Pepe” (como quer que o chamem), teve outro nome: era José Antonio Mones Morelli, codinome escolhido para atuar na clandestinidade com um grupo de assassinos “tupamaros” que jamais se arrependeu de seus crimes.

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Incapazes de enfrentar viril e frontalmente, especializaram-se em matar de forma traiçoeira e covarde atirando nas costas. Resumimos de informações da imprensa da época, a descrição de parte de seu passado delituoso e alguns de seus crimes de sangue:

— “Do tiroteio no bar “La Vía” localizado em Larrañaga e Monte Caseros, resultaram dois feridos. Um anti-social e um policial. O ‘réu’ que resultou ferido é José Alberto Mujica Cordano (aliás ‘Emiliano’), conhecido também como ‘Pepe’, portando documentos com o nome de José Antonio Mones Morelli”.

— Em 11 de janeiro de 1971 foi assassinado pelo bando tupamaro o policial José Leonardo Villalba. A autópsia revelou que recebeu sete impactos de bala nas costas.

— Em 21 de dezembro de 1971, a organização criminosa “MLN-Tupamaros”, da qual Mujica foi alto dirigente, assassinou o peão rural Ramón Pascasio Baez Mena, o qual, ao tropeçar em um esconderijo subterrâneo (“toca de tatu”), na fazenda Espartaco, foi capturado pelos terroristas que ali estavam. Reunida a cúpula da organização, esta decidiu pelo seu assassinato mediante a aplicação de uma injeção letal de pentotal. O peão foi enterrado nas proximidades e veio a ser o primeiro desaparecido. Os responsáveis pela morte foram Henry Engler, Israel Bassini Campiglia, Néstor Sclavo, Conrado Fernández, Jorge Becca, Gloria Etcheveste y Xenia Itté González.

Este mesmo José Mujica denomina “expropriações” aos roubos cometidos por ele e seus comparsas. Chama de “justiçamentos” aos assassinatos. E com a maior desembaraço chega a dizer que essa luta — com os assassinatos, roubos, seqüestros, e atentados cometidos — foi por um mundo melhor, por uma sociedade mais justa, pelo bem dos pobres, blá, blá blá, todo o discurso mentiroso, propagandístico e perverso que conhecemos.

Tenhamos bem presente que não estamos diante de um romântico sonhador incapaz de matar uma mosca, senão de um alto dirigente inescrupuloso de um grupo criminoso que assassinou, seqüestrou, roubou etc.

Anistiado pelos políticos, dedicou-se a reconstruir a organização que — agora com maquiagem pacifista — procura se fazer de governo nacional. Os métodos (no momento) são outros, mas os fins últimos são os mesmos de sempre, os mesmos que pretendeu alcançar quando era conhecido como José Antonio Mones Morelli.

Feliz Aniversário Presidente Bush

6 de julho de 2014

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Wishing President George W. Bush a very happy 68th birthday!

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4 de Julho – Independência – É o caso do Brasil: Quando do curso das ações humanas torna-se necessário derrubar as instituições …

4 de julho de 2014

When in the Course of human events, it becomes necessary for one people to dissolve the political bands which have connected them with another, and to assume among the powers of the earth, the separate and equal station to which the Laws of Nature and of Nature’s God entitle them, a decent respect to the opinions of mankind requires that they should declare the causes which impel them to the separation.

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MOTIVO:

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We hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain unalienable rights, that among these are Life, Liberty and the pursuit of Happiness. That to secure these rights, Governments are instituted among Men, deriving their just powers from the consent of the governed, That whenever any Form of Government becomes destructive of these ends, it is the Right of the People to alter or to abolish it, and to institute new Government, laying its foundation on such principles and organizing its powers in such form as to them shall seem most likely to effect their Safety and Happiness.

Prudence, indeed, will dictate that Governments long established should not be changed for light and transient causes; and accordingly all experience hath shewn, that mankind are more disposed to suffer, while evils are sufferable, than to right themselves by abolishing the forms to which they are accustomed. But when a long train of abuses and usurpations, pursuing invariably the same Object, evinces a design to reduce them under absolute Despotism, it is their right, it is their duty, to throw off such Government, and to provide new Guards for their future security.

Such has been the patient sufferance of these Colonies; and such is now the necessity which constrains them to alter their former Systems of Government. The history of the present King of Great Britain is a history of repeated injuries and usurpations, all having in direct object the establishment of an absolute Tyranny over these States. To prove this, let Facts be submitted to a candid world.

He has refused his Assent to Laws, the most wholesome and necessary for the public good.

He has forbidden his Governors to pass Laws of immediate and pressing importance, unless suspended in their operation till his Assent should be obtained; and when so suspended, he has utterly neglected to attend to them.

He has refused to pass other Laws for the accommodation of large districts of people, unless those people would relinquish the right of Representation in the Legislature, a right inestimable to them and formidable to tyrants only.

He has called together legislative bodies at places unusual, uncomfortable, and distant from the depository of their public Records, for the sole purpose of fatiguing them into compliance with his measures.

He has dissolved Representative Houses repeatedly, for opposing with manly firmness his invasions on the rights of the People.

He has refused for a long time, after such dissolutions, to cause others to be elected; whereby the Legislative Powers, incapable of Annihilation, have returned to the People at large for their exercise; the State remaining in the mean time exposed to all the dangers of invasion from without, and convulsions within.

He has endeavoured to prevent the population of these States, for that purpose obstructing the Laws for Naturalization of Foreigners, refusing to pass others to encourage their migration hither, and raising the conditions of new Appropriations of Lands.

He has obstructed the Administration of Justice, by refusing his Assent to Laws for establishing Judiciary Powers.

He has made Judges dependent on his Will alone, for the tenure of their offices, and the amount and payment of their salaries.

He has erected a multitude of New Offices, and sent hither swarms of officers to harass our People, and eat out their substance.

He has kept among us, in times of peace, Standing Armies without the Consent of our legislature.

He has affected to render the Military independent of and superior to the Civil power.

He has combined with others to subject us to a jurisdiction foreign to our constitution, and unacknowledged by our laws; giving his Assent to their acts of pretended Legislation:

For quartering large bodies of armed troops among us:

For protecting them, by a mock Trial, from punishment for any Murders which they should commit on the Inhabitants of these States:

For cutting off our Trade with all parts of the world:

For imposing taxes on us without our Consent:

For depriving us in many cases, of the benefits of Trial by Jury:

For transporting us beyond Seas to be tried for pretended offences:

For abolishing the free System of English Laws in a neighbouring Province, establishing therein an Arbitrary government, and enlarging its Boundaries so as to render it at once an example and fit instrument for introducing the same absolute rule into these Colonies:

For taking away our Charters, abolishing our most valuable Laws, and altering fundamentally the Forms of our Governments:

For suspending our own Legislature, and declaring themselves invested with Power to legislate for us in all cases whatsoever.

He has abdicated Government here, by declaring us out of his Protection and waging War against us.

He has plundered our seas, ravaged our Coasts, burnt our towns, and destroyed the lives of our people.

He is at this time transporting large Armies of foreign Mercenaries to compleat the works of death, desolation and tyranny, already begun with circumstances of Cruelty & perfidy scarcely paralleled in the most barbarous ages, and totally unworthy the Head of a civilized nation.

He has constrained our fellow Citizens taken Captive on the high Seas to bear Arms against their Country, to become the executioners of their friends and Brethren, or to fall themselves by their Hands.

He has excited domestic insurrections amongst us, and has endeavoured to bring on the inhabitants of our frontiers, the merciless Indian Savages, whose known rule of warfare, is an undistinguished destruction of all ages, sexes and conditions.

In every stage of these Oppressions We have Petitioned for Redress in the most humble terms: Our repeated Petitions have been answered only by repeated injury. A prince, whose character is thus marked by every act which may define a Tyrant, is unfit to be the ruler of a free people.

Nor have We been wanting in attentions to our British brethren. We have warned them from time to time of attempts by their legislature to extend an unwarrantable jurisdiction over us. We have reminded them of the circumstances of our emigration and settlement here. We have appealed to their native justice and magnanimity, and we have conjured them by the ties of our common kindred to disavow these usurpations which would inevitably interrupt our connections and correspondence. They too have been deaf to the voice of justice and of consanguinity. We must, therefore, acquiesce in the necessity which denounces our Separation, and hold them, as we hold the rest of mankind, Enemies in War, in Peace Friends.

We, therefore, the Representatives of the united States of America, in General Congress Assembled, appealing to the Supreme Judge of the world for the rectitude of our intentions, do, in the Name, and by Authority of the good People of these Colonies, solemnly publish and declare, That these United Colonies are, and of Right ought to be Free and Independent States; that they are Absolved from all Allegiance to the British Crown, and that all political connection between them and the State of Great Britain, is and ought to be totally dissolved; and that as Free and Independent States, they have full Power to levy War, conclude Peace, contract Alliances, establish Commerce, and to do all other Acts and Things which Independent States may of right do. And for the support of this Declaration, with a firm reliance on the Protection of Divine Providence, we mutually pledge to each other our Lives, our Fortunes and our sacred Honor.