Isso NÃO é racismo – Se fosse todas loiras seriam um escândaloso racismo da Globo que muitos brancos inocentes úteis condenariam

9 de fevereiro de 2016

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BRASIL DO BEM REAGE CONTRA OS MALDITOS POLITICAMENTE CORRETOS

8 de fevereiro de 2016

O MOVIMENTO das CRIANÇAS FARDADAS irrita a esquerda.

Share Buttoncrianças fardadas movimentoCrianças fardadas – Nas semanas que antecederam o carnaval começou a surgir nas redes sociais algumas fotografias de crianças fardadas, que vão contra o que se chama no Brasil de politicamente correto. Por aqui tenta-se impor a ideia que militares são ligados à repressão, truculência etc. Mas, cada vez menos pessoas têm engolido isso.

A coisa esquentou mesmo a partir da semana passada, depois que a PM de São Paulo publicou fotografia de uma criança usando sua farda e segurando um cassetete. Algumas pessoas reclamaram e, em entrevista ao G1, o coordenador estadual do Movimento Estadual de Direitos Humanos em São Paulo, senhor Ariel de Castro Alves qualificou a imagem como “constrangedora e vexatória”.

Estar fardado e/ou segurar um cassetete ou algemas é sinônimo de violência? Constrange ou envergonha alguém? Para cidadãos de bem, jamais.

Quando um cidadão de bem vê um policial ou um militar das Forças Armadas, armado ou não, o que ele sente é sensação de segurança.

No país em que um menino fantasiado de princesa foi capa premiada de uma revista (citado abaixo) que diz orientar professores o Dr. Ariel fala que a veiculação da imagem de uma criança fardada viola o artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Segundo o item da lei, “submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou constrangimento” pode gerar pena que varia de seis meses a dois anos de prisão.

movimento das crianças fardadas menino-prinesaDepois dessa entrevista, as fotografias de crianças com fardas das Forças Armadas e policias militares surgem a todo momento. Há várias páginas publicando as fotografias de crianças fardadas, entre elas citamos a “Vai ter Criança Fardada Sim

Em algumas postagens em redes sociais leitores perguntam o motivo de não se considerar a capa da Revista Nova Escola, elogiada publicamente por várias mídias, como também constrangedora, na medida em que apresenta um menino vestido de menina.

A honestidade, lei e ordem, associados à Forças Armadas e militares em geral, ao mesmo tempo que inspira os pais, parece irritar e ofender militantes de esquerda e ativistas de “direitos humanos”.

Hoje se conta aos milhares essas fotografias, o que já é chamado de movimento das crianças fardadas.

Ao apresentar seus filhos com fardamento militar ou uniformes policiais, ao mesmo tempo que endossam pilares militares, como honestidade e disciplina, como fundamentais para a sociedade, os pais estão declarando que desejam que seus filhos sejam praticantes desses valores em sua vida adulta, se mantendo assim longe das patologias sociais que têm assolado nossa juventude.

A lavagem cerebral foi muito bem feita na juventude dos anos 80 e 90. Com isso, por mais ridículo e incrível que pareça, os esquerdistas brasileiros se enxergam como revolucionários do séc. XXI. A maioria nem ainda era nascida nos anos 60 e 70. Mas, ainda assim destilam seu ódio e rancor contra os militares e forças de segurança porque estes impediram o comunismo de se apropriar do país e, mais recentemente, atuaram com sabedoria contra os seus grande heróis “revolucionários”, que em fila indiana são conduzidos para presídios como Papuda, esvaziando os corredores do Partido dos Trabalhadores.

A grande verdade é que a esquerda está perdendo de goleada o debate filosófico, a sociedade está acordando e uma nova geração surge, sem medo de propalar valores como honestidade, família e patriotismo.

Revista Sociedade Militar

Cama Quente Rotina da violência da Mulher contra o Homem no Brasil

8 de fevereiro de 2016

07/02/2016 14h32 – Atualizado em 07/02/2016 14h42

Homem acusa companheira de atear fogo em seu corpo enquanto dormia ( Quem dormia era o homem

Mulher teria medida protetiva contra a vítima

Um homem, de 28 anos, acusou a companheira, de 47 anos de colocar fogo sem eu corpo enquanto dormia na noite deste sábado (6), no Jardim Aero Rancho, em Campo Grande.

Segundo relatos da vítima que foi levada para o posto de saúde do Aero Rancho, com queimaduras na face, braços, axilas e região capilar, enquanto dormia foi surpreendido pelas chamas em seu corpo provocados pela mulher.

Já a versão da autora é de que estava esquentando o jantar em um fogão artesanal, quando a vítima lhe desferiu um tapa na nuca momento em que se virou e acabou derramando álcool no companheiro. A filha da autora foi até a delegacia e confirmou ao fatos, sendo que a mulher possui medidas protetivas contra o companheiro.

Mais brutal violência da Mulher contra o Homem

8 de fevereiro de 2016

07/02/2016 17h45 – Atualizado em 07/02/2016 18h48

Mulher pula muro, e esfaqueia ex-marido depois de fim de relacionamento

 

Durante a noite deste sábado (6) um homem, de 48 anos foi esfaqueado pela ex-mulher que inconformada com o fim do casamento de oito anos, pulou o muro da residência da ex-sogra, no residencial Mata do Jacinto, em Campo Grande e cometeu o crime.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro, por volta das 23 horas deste sábado (6), a mulher teria pulado o muro da residência da mãe da vítima e se armado com uma faca de cozinha.

A vítima foi atingida com vários golpes, nas mãos e braços e um profundo nas costas. Um vizinho ouviu os gritos de socorro e pulou o muro para socorrer o homem. A autora fugiu do local e a vítima foi achada caída no chão.

O homem foi levado até o posto de saúde do Nova Bahia e em seguida encaminhado para o hospital Santa Casa, onde aguarda por cirurgia. Por causa dos ferimentos causados, o homem perdeu os movimentos do braço esquerdo.

A irmã da vítima foi até a delegacia e afirmou que a autora por diversas vezes invadiu a casa de sua mãe vindo a agredir a ex-sogra e o irmão, e que a família teme pela segurança da vítima. A irmã ainda disse que a autora pode ter fugido para a cidade de Aquidauana, onde mora sua mãe.

Quais as Diferenças entre a Ortodoxia e o Catolicismo Romano?

6 de fevereiro de 2016
Amigos,
eu tinha este artigo impresso aqui, mas não lembro de que site eu o havia obtido. Reencontrei-o em um site da Renovação Carismática e compartilho-o com vocês por elucidar de forma sucinta a pergunta que mais se faz a respeito da comparação da Igreja Latina e a Santa Igreja.
Quais as Diferenças entre a Ortodoxia e o Catolicismo Romano?
Por Michael Azkoul 
Esta questão é levantada diversas vezes. Muitos Ortodoxos, quando citam as diferenças entre a Ortodoxia e o Catolicismo Romano, mencionam normalmente o Papa e o purgatório, e algumas vezes o filioque.
Historicamente, as diferenças são mais numerosas e profundas.
Também, nos tempos modernos, desde o Vaticano II há trinta anos atrás, a trágica tentativa de “atualizar” o Catolicismo Romano (v.g. a revisão do direito canônico), as diferenças entre a Ortodoxia e os seguidores do papa aumentaram.
Neste presente artigo, lidaremos principalmente com as diferenças cultivadas entre a Ortodoxia e o Catolicismo, separados há quase mil anos.
1. Fé e Razão
Seguindo os Santos Padres, a Ortodoxia usa a ciência e a filosofia para defender e explicar a fé. Ao contrário do Catolicismo Romano, ela não se baseia nos resultados da filosofia e da ciência. A Igreja não busca reconciliar fé e razão. Ela não faz nenhum esforço para provar pela lógica ou pela ciência o que Cristo entregou para que seus seguidores acreditem. Não recusamos o apoio da física, da biologia ou da química nos ensinamentos da Igreja. Porém, a Ortodoxia não é intimidada pelas realizações intelectuais do homem. Ela não se curva perante tais coisas, e não muda o pensamento da fé Cristã por causa dos pensamentos humanos e da ciência.
São Basílio o Grande alertava os jovens monges sobre a utilização da filosofia grega, para que a utilizassem como a abelha usa a flor. “Peguem somente o ‘mel’ – a verdade – que Deus plantou no mundo para preparar o homem para a Vinda do Senhor.”
Por exemplo, os Gregos possuíam a doutrina do Logos. O Evangelho de João começa, “E no princípio era o Verbo” (Logos, em Grego). Para os pagãos, o Logos não era Deus, como Ele é para os Cristãos, mas sim um princípio, um poder, uma força pela qual “Deus” criou e governa o mundo.
Os Pais da Igreja apontavam a semelhança entre o Logos da Bíblia e o Logos da Filosofia Grega como um sinal da Providência Divina. A diferença entre eles é atribuída ao pecado do homem e à fraqueza do intelecto humano. Isso nos lembra as palavras do apóstolo Paulo: “Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo.” (Cl. 2:8).
Por outro lado, o Catolicismo dá um alto valor à razão humana. Sua história nos mostra a conseqüência desta confiança. Por exemplo, na Idade Média, durante o século XII, o teólogo e filósofo Tomás de Aquino “uniu” o Cristianismo com a filosofia de Aristóteles. A partir deste período, os latinos começaram a oscilar como nunca graças a este respeito pela sabedoria humana, alternando radicalmente entre teologia, os mistérios e as instituições da religião Cristã.
2. O Desenvolvimento Doutrinário
A Igreja Ortodoxa não endossa a visão de que os ensinamentos de Cristo devem mudar através dos tempos, mas sim que os ensinamentos de Cristo permanecem inalterados desde o dia em que o Senhor entregou a Fé aos Apóstolos (Mateus 28:18-20).
É claro que a Ortodoxia reconhece mudanças externas (por exemplo, vestes do clero, hábitos monásticos, novas festas, cânones de concílios ecumênicos ou regionais, etc), mas jamais algo foi adicionado ou subtraído de sua Fé. As mudanças externas possuem um único propósito: expressar a fé em vista de novas circunstâncias. Por exemplo, a Bíblia e os serviços divinos foram traduzidos do hebraico para o grego e para os outros idiomas das novas terras, novos costumes religiosos surgiram para expressar a sensibilidade étnica de novos povos convertidos, etc.; todavia, sempre há “uma só Fé, um só Senhor, e um só batismo” (Ef. 4:4).
O fundamental testemunho para a Tradição Cristã é a Bíblia Sagrada, e os expositores supremos das escrituras são os divinamente inspirados Pais da Igreja, sejam eles gregos, latinos, sírios ou eslavos. O lugar deles na religião Ortodoxa não pode ser alterado. Sua autoridade nunca pode ser substituída ou ignorada.
Por outro lado, o Catolicismo Romano, incapaz de mostrar uma continuidade na fé para justificar suas novas doutrinas, criou no último século a teoria chamada de “desenvolvimento de doutrina”.
Seguindo o espírito filosófico atual (sob a liderança do Cardeal Henry Newman), o catolicismo romano começou a definir que Cristo nos deu um “depósito original” de fé, uma “semente”, que deve amadurecer através dos séculos. O Espírito Santo, segundo eles, ampliou a Fé Cristã e moveu a Igreja para novas circunstâncias, adquirindo outras necessidades.
Conseqüentemente, o catolicismo romano desenha sua teologia como algo que cresce por estágios, aumentando e clareando os níveis de conhecimento. Os ensinamentos dos Pais da Igreja, por mais importantes que sejam, pertencem a uma fase anterior à Idade Média Latina (Escolástica), que por sua vez, está atrás das novas idéias posteriores, como as do Concílio Vaticano II.
Todos estes estágios são úteis, como recursos; e o teólogo pode simpatizar pelos Santos Padres, por exemplo, mas também pode contradizer qualquer coisa, seja ela de maior ou menor escala.
Desta forma, teorias como o dogma da “infalibilidade papal” e a “imaculada conceição de Maria” (sobre a qual falaremos mais à frente) são apresentadas ao fiel como necessárias à salvação.
Neste caso, para os católicos a verdade destes dogmas já pertencia à Tradição Cristã. Eles já faziam parte da Tradição Cristã, mas em forma de “dicas”, ou como sementes que esperavam o tempo para florescer.
3. Deus 
O Catolicismo Romano ensina que a razão pode provar o que Deus é; e até mesmo deduzir que Ele é eterno, infinito, bom, incorpóreo, todo-poderoso, onisciente, etc. Ele é o “ser mais real”, “verdadeiro ser”. O homem é como Ele (análogo), porém, é um ser imperfeito. Um escritor do século XVII, Blaise Pascal, explicou melhor, “o Deus do Catolicismo Romano é o Deus dos filósofos e sábios, e não o Deus de Abraão, Isaac e Jacó.”
Seguindo os Santos Padres, a Ortodoxia ensina que o conhecimento de Deus está plantado na natureza humana, e isto nos leva a crer que Ele existe. Caso contrário, somente se Deus falasse conosco, pois a razão humana não pode saber nada sobre Ele. O conhecimento salvífico de Deus vem do Salvador. Falando sobre Seu Pai, ele disse: /“Ora, a vida eterna consiste em que conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste.” /(João 17:3)
O Catolicismo Romano ensina também que na Era futura, o homem conseguirá com seu intelecto e a ajuda da graça, descobrir a Essência de Deus. Os Santos Padres declaram que é impossível olhar a Deus Nele Mesmo. Porém, os salvos verão a Deus glorificado na carne de Cristo.
Historicamente, a teologia Católica Romana nunca distinguiu a Essência de Deus (o que Ele é) e suas Energias incriadas (sobre os significados de seus Atos). São Gregório Palamas tentou nos explicar essa diferença fazendo uma comparação entre Deus e o Sol. O Sol tem seus raios, assim como Deus tem suas energias (entre elas, a Graça e a Luz). Por sua energia, Deus criou, sustenta e governa o universo. Por suas energias, Ele transforma e deifica sua criação; Ele enche suas criações de energia, assim como a água enche uma esponja.
Finalmente, o catolicismo romano ensina que o Espírito Santo “procede do Pai e do Filho” (filioque). Com isso, ele rejeita a Tradição Apostólica de que o Deus Pai é a única fonte (“monarquia”) do Filho e do Espírito Santo. Assim, os latinos acrescentaram palavras ao Credo de Nicéia.
“Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a Vida, e que procede o Pai e do Filho…”
Eles fizeram tudo isso utilizando somente a autoridade do Papa, durante o século XI, sem nenhum Concílio da Igreja (Concílio Ecumênico).
4. Cristo
Por que Deus se fez homem? A resposta dos Católicos Romanos difere da resposta da Santa Igreja Ortodoxa. Seguindo os Santos Padres, a Ortodoxia ensina que Cristo, na Cruz, deu “sua vida em resgate de uma multidão” (Mateus 20:28/). “Porque o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em redenção por muitos.” (Marcos 10:48). O “resgate” foi pago na sepultura. Como Deus revelou ao Profeta Oséas (Oséas 13:14); “E eu o libertaria do poder da região dos mortos, isentá-lo-ia da morte”. Em suma, Ele pagou o resgate ao Diabo, que guardava as sepulturas e celebrava o poder da morte (Hb. 2:14).
O Cristo Homem deu-Se voluntariamente na Cruz. Ele morreu por todos (“um resgate pela multidão, ou à multidão”). Mas, ele ressuscitou da morte com Seu corpo crucificado. A morte não tinha poder para segurá-lo. Ninguém nunca terá este poder. A raça humana foi liberta da sepultura e do diabo. Estar livre do diabo é estar liberto da morte e do pecado. Para ficarmos livres de tais coisas, nós nos tornamos como Deus (deificação) para podermos viver com Ele sempre.Segundo a teologia católica romana, Deus se fez homem para satisfazer a justiça Divina, ofendida pelo pecado de Adão. Em outras palavras, o pecado de Adão ofendeu a Deus infinitamente, e isso trouxe conseqüências infinitas. Como o homem pecador e finito não tem como fazer este pagamento, o pecado de Adão (“pecado original”) foi passado para nós, de maneira obrigatória. Somente Cristo, o Deus feito homem, conseguiria pagar esta “dívida de honra”.
Ele pagou esta dívida morrendo na Cruz. Sua morte compensa o pecado feito por Adão, removendo a ofensa. Cristo ressuscitou dos mortos, a promessa ou a “realidade” da crença do homem futuro. Por muito tempo, os latinos, mesmo entre os católicos mais simples e intelectuais, deram muito pouca atenção para a ideia da deificação. Eles não deram muita atenção aos conceitos necessários do entendimento dessa doutrina.A teologia católica romana é normalmente legalista e filosófica. Por exemplo, um batismo “válido” em Cristo resulta da boa intenção de quem recebe (usando a mesma compreensão do Batismo da Igreja) e o uso correto das formas e palavras durante a cerimônia ou rito. Assim, até mesmo um ateu, seguindo certas condições, pode batizar uma pessoa. “Espirrar” (efusão) a água sobre a cabeça do batizado já é suficiente.
Atualmente, alguns teólogos latinos estão repensando o ensinamento Cristão sobre a salvação (soterologia). Eles estão começando a aceitar a ideia da deificação (tendo o batismo como primeiro passo), levando este assunto mais a sério. Eles insistem justamente na Tradição Cristã, inclusive em Santo Agostinho e outros padres latinos. De fato, esta revolução na teologia católica é necessária para que ela se torne algo mais Bíblico e patrístico, para poder alcançar o entendimento sobre Cristo e a salvação dada por Ele.
5. A Igreja 
A visão Católica Romana sobre a Igreja (eclesiologia) difere do ensinamento Ortodoxo em vários pontos.
Os latinos ensinam que o Papa é a cabeça visível da Igreja, o sucessor de São Pedro, elevado para esta sagrada posição pelas palavras de Nosso Senhor; “tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja…” (Mateus 16:18).
O Papa é o “Bispo da Igreja Católica”, além de professor e vigário de Cristo na terra. Ele é o intérprete da Tradição Cristã. Quando ele fala para toda a Igreja (ex cathedra), o Espírito Santo não permite que ele cometa erros. Ele é infalível, em matéria de moral e doutrina. Os outros bispos são seus subalternos. Ele é o símbolo da unidade do episcopado.
A Igreja Ortodoxa ensina que todos os bispos são iguais. Para ser sincero, há diferentes graus de bispos (patriarcas, arcebispos, metropolitas, bispos), mas um bispo é sempre um bispo. Tais diferenças se aplicam às administrações de grupo de igrejas, mas não à natureza dos bispos. O presidente de um sínodo de bispos é chamado de arcebispo ou metropolita.
De acordo com a tradição latina, cada paróquia é parte da Igreja universal. Todas as paróquias Católicas formam o Corpo de Cristo na terra. O corpo visível da Igreja tem uma cabeça visível, o papa. Esta ideia implica que cada paróquia local possui duas cabeças: o papa e o bispo local. Mas um corpo com duas cabeças não passa de um monstro. Assim, o bispo local é extirpado de sua autoridade apostólica, pois o papa pode contradizer suas ordens. Na verdade, ele não é bispo se o papa não o permitir.
A Ortodoxia ensina que todo Bispo, “o ícone vivo de Cristo”, e seu rebanho constituem a Igreja em um certo local, ou, como disse Santo Ignácio da Antioquia, a Igreja de Cristo está nos Bispos, nos padres e diáconos, e com os fiéis que participam da Eucaristia na verdadeira fé. Todos os Bispos e rebanhos constituem e compõem a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica.
Em outras palavras, não há Igreja sem bispo, não existe bispo sem Eucaristia, e não há bispo e eucaristia onde não existe a verdadeira fé, a Fé Apostólica; “confiada de uma vez para sempre aos santos” (Judas 1:3). “A Igreja está no bispo e o bispo na Igreja” escreveu São Cipriano de Cartago. Por outro lado, não há Igreja sem bispo, e não há Bispo onde não existe a sucessão apostólica, e não há esta sucessão onde não existe a Fé dos Apóstolos.
Também não há Igreja sem Eucaristia, o Sacramento da unidade, porque a Igreja é formada por ele. O Corpo e o Sangue de Cristo unem o fiel a Deus. Esta comunhão ou koinonia é o grande propósito do Cristianismo. Ao mesmo tempo, não há Eucaristia – ou outros mistérios – sem um bispo que ensine a verdade aos batizados.
6. Os Santos Cânones 
O cânone é uma “regra” ou um “guia” para o governo da Igreja. Os cânones são compostos por Apóstolos, Padres, e pelo Concílio (em latim) ou Sínodo (em Grego), local ou ecumênico. Somente o bispo, como líder da igreja, pode aplicá-los. Ele pode utilizá-los “estritamente” (akreveia) ou “estritamente” (economia). O normal é “estritamente”.
Ao contrário dos latinos, a Igreja Ortodoxa não pensa nos Cânones como leis, isto é, como reguladores de direitos humanos ou seculares, pelo contrário, a Ortodoxia enxerga os cânones como uma maneira de se criar um “novo homem” ou uma “nova criatura”, utilizando a obediência. São treinadores para a virtude. Devem ser utilizados para produzir santidade.
De acordo com o ensinamento católico romano sobre os sacramentos (mistagogia), a pessoa vira um membro da Igreja pelo Batismo. É quando o “pecado original” é lavado. A Ortodoxia ensina o mesmo, mas a ideia de “pecado original” ou “culpa inerente” (de Adão) não fazem parte do nosso pensamento. Falaremos sobre isso mais à frente.
Os católicos romanos chamam de “Confirmação” o que a Ortodoxia chama de “Crisma”. A “Confirmação” é separada do batismo e é feita pelo bispo, e não pelo padre, mas a “Crisma” é feita pelo padre, que já recebeu a “crisma” do bispo. O Sacramento da “Crisma” e da “Confirmação” representam o recebimento do Espírito Santo. Os latinos adiam a “confirmação” (com a “primeira comunhão”) das crianças batizadas não mais que sete anos, antes que tenham alguma noção do dom de Deus.
A Igreja Ortodoxa une o Batismo, a Crisma e a Santa Comunhão, primeiramente há a tripla imersão em água benta, assim o “Novo Cristão” sai da água com a companhia do Espírito Santo, que o conduzirá à união com Deus. Este é o propósito dos membros da Igreja.
A Ordenação é a cerimônia na qual pela graça e chamado de Deus o homem é elevado ao sacerdócio. O sacerdócio possui três ordens: bispo, padre (ancião) e diácono. Todos cristãos são sacerdotes em virtude do batismo em Cristo, que é o Sumo Sacerdote, Profeta e Rei – por isso São Pedro se refere a Igreja como /“nobre sacerdócio”/ (I Pedro 2:9). O bispo é o “sumo sacerdote”, o “presidente da Eucaristia e dos Mistérios”. Os padres e diáconos são seus assistentes. Os latinos asseguram que o padre “age na pessoa de Cristo”, quando na verdade, ele não faz mais do que representar o bispo, que é o “ícone vivo de Cristo”.
No sentido exato, a Penitência – às vezes chamada de “Confissão” – só deveria ser recebida pelo fiel re-admitido na Igreja. Durante algum tempo, a Penitência, ou confissão dos pecados, juntamente com as orações e o jejum, só eram aplicadas aos excomungados e apóstatas.
Para os Católicos Romanos, o Sagrado Matrimônio é uma ligação, um contrato inquebrável. O homem e a mulher ministram o casamento, e a “Igreja” (bispo ou padre) serve apenas como uma testemunha do ato. Conseqüentemente, não há a possibilidade de divórcio, mas sim a de anulação do contrato do matrimônio, caso haja algum vício canônico que lhe faça nulo e sem efeito (como se isso nunca acontecesse).
Na Ortodoxia, o Sagrado Matrimônio não é um contrato, mas sim um mistério ou a união mística que une o homem e a mulher, – uma imitação da união de Cristo com a Igreja -, na presença de “todo povo de Deus”, representado pelo bispo ou padre. O divórcio também é proibido, mas, como uma concessão à fraqueza humana, é permitido em casos de adultério. É permitido um segundo ou terceiro matrimônio – não como uma questão legal –, mas como um ato de misericórdia, uma concessão à fraqueza humana (v.g., após a morte de um cônjuge). Este Sacramento, como todos os outros, é completado pela Eucaristia, como disse São Dionísio, o Aeropagita.
Como mencionado acima, os latinos só concedem a Extrema Unção como último sacramento, que prepara o fiel para morte, purgatório e para o Século que há de vir. Na Ortodoxia, o Santo Óleo é usado para cura. Freqüentemente, a doença é fruto do pecado, então o Óleo é envolvido na confissão dos pecados. Após o final do rito, o ungido recebe a Santa Comunhão.
A Igreja Ortodoxa também reconhece como mistérios o episcopado, monasticismo, benção das águas, etc…
8. A Natureza do Homem
A natureza humana foi criada boa, em comunhão com a Santíssima Trindade, que a “criou”. Homem e mulher foram criados “à imagem e semelhança” (Gn 1:26) de Deus: “semelhança” em virtude, e “imagem” significa reger a terra de maneira racional, agindo com sabedoria e liberdade. A mulher foi feita para ser a “companheira” do homem (Gn. 2:18, ICor. 11:8-9).
Ambos devem viver em harmonia e respeito mútuo.
Seguindo os Santos Padres, a Igreja Ortodoxa ensina que Adão introduziu a morte no mundo quando pecou contra Deus. Considerando que todos nascem nas mesmas condições de Adão, todos os homens herdam a morte. A morte significa o fim de todo ser humano (mortalidade), mas a morte também gera sentimentos como as paixões (raiva, ódio, luxúria, ganância, etc.), doenças e envelhecimento.
O catolicismo romano deu pouca atenção para a concepção Ortodoxa, de que o homem é escravo da morte através das paixões, que são controladas pelo diabo. Na verdade, o diabo foi “jogado fora”. Os latinos compreendem a Crucificação de outra forma, como Cristo sofrendo um castigo pela raça humana (“sacrifício propiciatório”), quando na verdade, Cristo sofreu na Cruz para vencer o diabo e destruir todo seu poder, a morte. Em todo caso, a Ortodoxia dá muita atenção ao “domínio das paixões”, através das orações (louvações públicas e devoções privadas), jejum (auto-penitência), obediência voluntária e participação regular na Eucaristia (chamados algumas vezes de “os Mistérios)”. Assim, a melhor forma de vida Cristã (“a suprema filosofia”), é o monasticismo. Nele toda energia humana é voltada para perfeição.
Desta maneira, o monasticismo vem desaparecendo entre os Católicos Romanos. A chamada “religião sobrenatural” está ficando cada vez mais “mundana”. Com isso, eles abandonaram suas heranças medievais, e sua natureza vai ficando cada vez mais secular.
9. A Mãe de Deus
A doutrina e o lugar de Maria na Igreja é chamado de “mariologia”. Ortodoxos e Católicos Romanos acreditam que ela é a “Mãe de Deus” (Theotokos) e a “Sempre Virgem Maria”.
Porém, os Ortodoxos rejeitam o dogma Católico Romano da “Imaculada Conceição de Maria”, definido como dogma de fé pelo Papa Pio IX, em 8 de dezembro de 1854. Este dogma assegura que: “a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus, e por isto deve ser crida firme e inviolavelmente por todos os fiéis.” (Bula Ineffabilis Deus, Cap. 41).
Tal teoria não possui nenhuma base Bíblica ou patrística. Ela contém muitas idéias (como os “méritos de Cristo”), sem nenhuma fundamentação apostólica. A ideia de que Deus e seus Santos produzem mais graças do que o necessário. Tal excesso foi aplicado outras vezes, até mesmo no purgatório (veja abaixo).
Voltando ao assunto: a Igreja não aceita a idéia de que a Mãe de Deus tenha nascido com a culpa de Adão, pois ninguém nasce assim. Porém, ela herdou a mortalidade devido à queda de Adão.
Portanto, não há necessidade da criação deste dogma pelos latinos. Não há razão para inventar uma teoria que fundamente o dogma da Imaculada Conceição. Não há necessidade em ensinar, por causa dos “méritos de Cristo”, o Espírito Santo a impediu de herdar a culpa de Adão.
Na verdade, ela nasceu como todo ser humano. O Espírito Santo lhe preparou para ser a Mãe de Deus. Ela estava cheia da energia incriada do Espírito Santo de Deus, para que pudesse ser merecedora do nascimento de Cristo. Além de que, muitos padres, observam que ela pecou antes da ressurreição do Filho. São João Crisóstomo ensina que pode-se presumir isso nas Bodas de Caná (João 2:3-4). Aí está uma prova de sua mortalidade.
Após receber o Espírito Santo mais uma vez, em Pentecostes, ela pôde morrer sem pecado. Devido a seu papel especial no Plano Divino (“economia” ou “dispensação”), ela foi levada ao Céu, de corpo e alma. Agora ela está sentada aos pés do Filho, fazendo intercessões por todos que imploram por sua misericórdia. A Igreja Ortodoxa honra sua milagrosa “assunção” com uma festa no dia 15 de agosto, como os seguidores do Papa. Ambos acreditam na intercessão da Virgem Maria e de todos os Santos. A intercessão é um reflexo da unidade da Igreja do céu com a Igreja da terra.
Mas ambos acreditam que a Mãe de Deus é a Igreja. A Igreja é o Corpo de Cristo. Os que pertencem a Igreja são identificados com Ele. Mas ele também é nosso “irmão” (Ro. 8:29). Se Cristo é nosso irmão, a Virgem Maria é nossa Mãe. A Igreja é nossa Mãe pelo Batismo. Então, a Virgem Maria é a Igreja.
10. Ícones 
O ícone é uma representação artística de Cristo, da Mãe de Deus e dos Santos. O Deus Pai nunca pode ser representado, pois Ele nunca foi visto. O Espírito Santo de Deus aparece como uma pomba, ou em forma de “línguas de fogo”. Ele pode ser demonstrado destas formas. O Deus Filho Se fez homem, e pode ser pintado em Sua forma humana. Os ícones são mais do que um quadro sagrado. Tudo sobre eles é teológico. Por exemplo, sempre são planos, para que entendamos com a experiência física o mundo espiritual de Cristo, Sua Mãe, os Anjos e os Santos, é um mundo de mistérios, que não podemos adentrar com os nossos cinco sentidos.
Historicamente, o Catolicismo Romano emprega estátuas em suas louvações. As estátuas são feitas em três dimensões. Normalmente imitam a arte da antiga Grécia. Ambas são naturalistas. Os latinos colocam Cristo, a Mãe de Deus, os Santos e anjos em estado natural. Este naturalismo” é proveniente da idéia medieval de que “a graça aperfeiçoa a natureza”. As pessoas representadas nos ícones estão deificadas. Não são representadas como seres humanos normais, mas muito além disso. Estão transfiguradas e glorificadas. Com uma humanidade nova e cheia de graça.
Repetindo, os ícones são necessários à devoção Ortodoxa. A veneração e o beijo dado nos ícones, é uma devoção que passa do ícone à pessoa nele representada. Os ícones não são ídolos, e os ortodoxos não os adoram. A adoração é reservada exclusivamente a Deus. As estátuas dos templos católicos romanos normalmente não são veneradas, são apenas decorações visuais.
11. Purgatório
O purgatório é um estado que antecede o juízo final. De acordo com a teologia católica romana, as almas destinadas ao céu (com algumas exceções) devem suportar um estado de purgação, ou purificação. Elas precisam limpar os pecados feitos na terra. Os outros vão para o inferno, para um castigo interno. Além disso, há uma “riqueza” de méritos ou graças extras, acumuladas pela virtude de Cristo, da Virgem Maria e dos santos, que podem conceder indulgências. Tais graças são concedidas aos que estão no purgatório, para encurtar a estadia dos que lá estão.
A Ortodoxia ensina que, após o corpo deixar a alma, inicia-se uma nova jornada pelo mundo dos mortos (Hades). Há algumas exceções, como a Theotokos, que foi levada por anjos diretamente para o Céu. O resto deve permanecer nesta condição de espera. Alguns possuem a previsão da glória que há de vir, e outros sofrem de antemão, esperando o chamado “Juízo Particular”.
Quando Cristo retornar, a alma voltará ao corpo para o julgamento Dele. O “bom e fiel servo” terá a vida eterna, e o infiel e incrédulo passará a eternidade no inferno. Seus pecados e sua descrença serão sua tortura no fogo.
12. Outras Diferenças
Há outras pequenas diferenças entre a Ortodoxia e o Catolicismo Romano.
Os ortodoxos não jejuam aos sábados (somente no Sábado Santo) e domingos. Os Católicos Romanos não possuem restrições desse tipo.
Ortodoxos não se ajoelham aos domingos, os católicos romanos sim. Os ortodoxos não possuem a “Via Crucis”, como os católicos romanos. Os presbíteros e diáconos ortodoxos podem casar antes da ordenação, já o clero católico romano é celibatário*.
Os ortodoxos fazem suas louvações em direção ao oriente (onde o sol nasce), os católicos romanos não.
Na Liturgia Ortodoxa, o “pão” da Eucaristia é fermentado (levedado); na Missa Católica é não-fermentado (ázimo).
O fiel Ortodoxo recebe o “Corpo” e o “Sangue de Cristo” na Santa Comunhão, os Católicos Romanos recebem apenas o pão, a hóstia**.
Não há ordens monásticas na Ortodoxia (homens e mulheres), como no Catolicismo Romano (Jesuítas, Dominicanos, Beneditinos, Carmelitas, etc.). Recentemente, freiras e monges católicoa abandonaram seus hábitos tradicionais.
O clero ortodoxo usa barba, o clero papista normalmente não. Há ainda outras diferenças, normalmente frutos da cultura. Também, é importante notar que tais diferenças, grandes ou não, não se aplicam à situação religiosa atual. O ecumenismo causou uma grande bagunça, ficando difícil até dizer de maneira precisa a crença dos católicos romanos, e enquanto isso, muitos que se denominam ortodoxos abandonam os ensinamentos tradicionais da Igreja.
* atualmente, o Vaticano autoriza a ordenação de diáconos casados.
** mas os católicos romanos acreditam que comungam o Corpo *e* o Sangue de Cristo

Mais uma barbaridade de Mulher contra Homem sem direito a Redação do ENEM

6 de fevereiro de 2016

05/02/2016 19h09 – Atualizado em 05/02/2016 19h09

Ex de morto achado carbonizado em carro no DF assume crime, diz polícia

Ela teria alegado interesse em ficar com seguro de vida e muitas brigas.
Namorado dela também assumiu; preso, filho não confessou envolvimento.

 

Raquel MoraisDo G1 DF

Carro carbonizado em Samambaia Norte, no DF, onde corpo foi encontrado em porta-malas  (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)Carro carbonizado em Samambaia Norte, no DF, onde corpo foi encontrado em porta-malas
(Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

A ex-mulher do analista de empréstimo da Poupex achado morto carbonizado no porta-malas de um carro no Distrito Federal voltou a prestar depoimento nesta sexta-feira (5) e confessou, junto com o namorado, ter cometido o crime, segundo a Polícia Civil. Ela teria alegado interesse em ficar com o seguro de vida da vítima. Além disso, contou que havia muita briga entre eles.

O assassinato aconteceu no dia 13 de janeiro. O filho, a ex e o namorado da ex foram presos nesta quinta. O filho não confessou envolvimento com a morte de James de Castro Henriques, de 46 anos. O grupo vai ficar preso por 30 dias, renováveis por mais 30.

Desde o crime a polícia suspeitava que a família da vítima tivesse algum envolvimento com o assassinato. Segundo a corporação, a ex-mulher da vítima é usuária de cocaína e tem sete passagens por furto e estelionato. A polícia também informou que o namorado da ex-mulher tem passagem por roubo.

A Polícia Civil afirmou que a ex-mulher esperava receber R$ 400 mil com seguro de vida e previdência privada. De acordo com o delegado José Eduardo Galvão, ela estava presente na cena do homicídio. “A gente recebeu informação da operadora de telefonia de que na hora do crime o celular dela estava em Samambaia”, afirmou.

O delegado diz que o filho do analista mandou mensagens pelo celular para o pai e o atraiu até Ceilândia, onde mora com a mãe. Ele teria sido morto ainda no local, colocado no porta-malas e só depois foi levado até Samambaia. A polícia ainda aguarda o laudo da perícia para ter mais detalhes de como ocorreu o crime.

“Uma testemunha afirmou que viu o namorado da ex-mulher dirigindo o carro da vitima no dia do crime”, disse o delegado ao G1. O carro da vítima foi abandonado na QR 615, na última quarta-feira (13).

Morador de Águas Claras, o analista terminou o relacionamento com ela após uma briga que foi parar na delegacia, há cerca de cinco meses. “O casal chegou a ter uma discussão porque ele chegou bêbado em casa, xingou a mulher e acabou brigando com o filho. Então ele foi preso, pagou R$ 2 mil de fiança e foi solto”, disse Galvão.

“A mulher pediu afastamento dele. Não podia nem voltar para casa.” O homem teria se mudado de Ceilândia para Águas Claras após o episódio.

No dia seguinte ao crime, a Polícia Civil ouviu depoimentos da ex-mulher e do filho, da atual namorada e de amigos de Henriques. Ele tinha saído do trabalho, no Setor Militar Urbano, por volta das 14h de terça. Cerca de uma hora depois ele fez o último contato, por mensagem, com o filho. Segundo a polícia, não houve relato de qualquer situação de perigo.

Os celulares da ex-mulher, de 43 anos, e do filho, de 18 anos, tinham sido confiscados. O namorado da ex-mulher tem 28 anos.

A polícia também pediu acesso à movimentação das contas do ex-funcionário da Poupex. “Fizemos também o pedido para os bancos mandarem se foi feito algum saque na conta dele. Se não for feito, já poderíamos descartar que houve roubo com restrição.” Procurada, a Poupex não informou o valor do seguro de vida a que família teria direito.

Aberrações do País do PT

6 de fevereiro de 2016

1- Foto de 2 crianças FARDADAS causou revolta na CANALHADA dos DIREITOS HUMANOS;

– Ameaçaram ENQUADRAR alguns da POLÍCIA MILITAR de SÃO PAULO no Art. 232 do ECA.

2- A revista NOVA ESCOLA estampa em sua capa um MENINO vestido de PRINCESA.

– A mesma CANALHADA fica SILENTE, e a Revista é PREMIADA como a melhor capa de 2015.

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John Paul II and Ronald Reagan Monument

5 de fevereiro de 2016
Park Ronalda Reagana, Gdańsk (Przymorze)

 

Unveiled in 2012 and found standing in the Ronald Reagan park in the Przymorze district of Gdansk.

The statue shows two of anti-Communism’s most high profile figures walking side by side in conversation and demonstrates how important Poles viewed these two men in their modern history.

When Karol Wojtyla became Pope John Paul II in 1978, he quickly visited his homeland and preached 32 sermons in 9 days creating what was described as a ‘psychological earthquake’.

Always calling for compromise not conflict the Pope is widely recognised as having blown new life into the struggle when he came to Gdansk in 1987.

Reagan on the other hand is the US President who very visibly lent the Polish people his support, famously leaving a lit candle in the window of the White House at Christmas 1981, just after the communist regime had implemented Martial Law.

His strong opposition to communism and combative tactics combined with the Pope’s gentle but firm diplomacy are seen by Poles as key to communism collapsing.

The metal figures, which are both literally larger than life at over 2 metres tall, were conceived and funded by donations to the “Godność” (Dignity) Association and are modelled on a famous photograph taken by Scott Stewart of the Associated Press when the Pope and President Reagan met in Miami in 1987.

The engraving in Polish reads ‘Grateful for the independence of Poles’.

In October 2013 a man was charged after stealing one of President Reagan’s arms. It is thought he wanted to sell it as scrap metal. The thief was caught soon after although a new arm had to be made.

 

A VIOLÊNCIA DA MULHER CONTRA O HOMEM NO BRASIL QUE NÃO TEM DIREITO A REDAÇÃO NO ENEM

4 de fevereiro de 2016

04/02/2016 07h25 – Atualizado em 04/02/2016 08h42

Ex-mulher de Pedro Ventura confessa assassinato em Imperatriz, MA

Célia Teotônio contou detalhes sobre como microempresário foi morto.
Corpo dele foi encontrado em janeiro, após cinco meses desaparecido.

Do G1 MA

A principal suspeita pelo assassinato do microempresário de Imperatriz (MA) – no oeste do Estado – Marcelo Ventura, a ex-mulher da vítima Célia Ribeiro Teotônio, confessou o crime nessa quarta-feira (3). Detalhes sobre como o local onde Pedro Ventura foi morto, quantos tiros foram dados e a tentativa de ocultação do corpo foram revelador em depoimento prestado na Delegacia Regional de Imperatriz. Célia Ribeiro Teotônio está presa no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, Região Metropolitana de São Luís (MA), com os dois irmãos, Laércio e Daniel Teotônio.

Célia Teotônio contou à polícia detalhes sobre o crime e ocultação do corpo (Foto: Reprodução / TV Mirante)Célia Teotônio contou à polícia detalhes sobre
crime e ocultação do corpo (Foto: TV Mirante)

Segundo o delegado regional Eduardo Galvão, Célia revelou a participação de apenas um dos irmãos na ocultação do corpo do microempresário e afirmou não ter presenciado o enterro do corpo,encontrado no mês de janeiro de 2016, entre as cidades de Buritirana e Amarante do Maranhão, a 835 quilômetros de São Luís (MA), após quase cinco meses desaparecido.

“Certas situações as quais ela não tinha como ter acesso à informação, que depende de laudo, corresponde ao que ela disse. Ele foi morto num quarto que havia no fundo da casa. Ela fala, a princípio, em dois disparos. Correspondem os locais, os orifícios de entrada onde esses disparos foram feitos. Diz ainda que tanto o sofá onde ele teria sido morto, onde teria recebido os disparos, como limpou a casa, os lençóis; como se desfez, ocultou provas; ela levou esse material, queimou em casa, na noite do crime; e sobretudo, além da participação efetiva na morte, ela conseguiu nos trazer em detalhes a localização do corpo”, diz o delegado regional Eduardo Galvão.

A necropsia do Instituto Médico Legal (IML) apontou que Pedro Ventura levou dois tiros de pistola e um corte na garganta.

Participação dos irmãos
Célia Teotônio já era apontada pela Polícia Civil do Maranhão como principal suspeita do crime. Ela foi transferida de Imperatriz para o Complexo de Pedrinhas, na capital, porque a polícia suspeitava de sua influência sobre os irmãos quanto aos depoimentos.

Ao contrário do que afirma Célia Teotônio, a polícia acredita na participação dos irmãos não somente na ocultação do corpo do microempresário Pedro Ventura.

“Se fosse apenas uma questão de ocultação, de não participação, ela tinha condições de assumir esse crime sozinha, porque ela tinha como nos entregar esse corpo e não envolver os irmãos. O que a gente continua acreditando é que dado o momento, dado o instante dessa confissão, os irmão estão não só na ocultação como também no homicídio”, completa o delegado.

Corpo de Pedro Ventura foi encontrado no último mês de janeiro (Foto: Reprodução / TV Mirante)Corpo de Pedro Ventura foi encontrado no último mês de janeiro (Foto: Reprodução / TV Mirante)

 

A Vida com o PT não é vida

3 de fevereiro de 2016

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Mais mulher matando homem no Brasil

2 de fevereiro de 2016

01/01/2016 11h53 – Atualizado em 01/01/2016 12h18

Mulher é suspeita de matar marido na véspera da virada em São Joaquim

Crime ocorreu às 22h na noite de quinta-feira (31) na Serra catarinense.
Homem de 47 anos foi encontrado esfaqueado em casa.

Do G1 SC

Uma mulher de 30 anos é suspeita de ter assassinado o marido, em São Joaquim, na Serra de Santa Catarina, na noite desta quinta-feira (31), informou a Polícia Militar. A motivação do crime não foi informada pela polícia.

Segundo a Polícia Militar, um homem de 47 anos foi encontrado morto em casa com sinais de esfaqueamento. A suspeita está foragida e, até as 11h desta sexta-feira, não havia sido encontrada.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 22h40 e, quando chegou ao local do crime, encontrou o homem morto com lesões na região do tórax. Uma testemunha disse à polícia que a mulher teria praticado a agressão.

O Instituto Geral de Perícia (IGP) encaminhou o corpo para o Instituto Médico Legal (IML) ainda na noite de quinta. O G1 tentou contato com a Polícia Civil, sem resposta até as 11h30 desta sexta-feira (1º)

Aterradora violência de Mulher contra Homem no Brasil

2 de fevereiro de 2016

30/12/2015 19h32 – Atualizado em 30/12/2015 22h28

Jovem de RO mata ex a facadas em ato sexual: ‘queria matar alguém’, diz

Em entrevista, mulher diz que não se arrepende do crime, em Vilhena.
‘Observamos que ela tem traços de um sociopata’, afirma delegado.

Eliete MarquesDo G1 Vilhena e Cone Sul

Crime aconteceu na casa do ex-namorado, em Vilhena (Foto: Rede Amazônica/ Reprodução)Crime aconteceu na casa do ex-namorado, em Vilhena (Foto: José Manoel/ Rede Amazônica)

A vendedora Vania Basílio Rocha, de 18 anos, foi presa em flagrante após matar o ex-namorado a facadas nesta quarta-feira (30), em Vilhena (RO). Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu na casa da vítima, no momento que os dois iriam iniciar uma relação sexual. Enquanto estavam deitados na cama, a jovem pegou a faca que estava escondida dentro da bolsa e golpeou Marcos Catanio Porto, de 26, em várias partes do corpo, que não resistiu aos ferimentos. Em entrevista na delegacia, Vania confessou o crime. “Queria matar alguém. Não me arrependo. Fiquei olhando olho no olho até ele morrer”, revela.

Algemada na delegacia, Vania relatou ao G1que planejou o crime (ouça o áudio ao lado). Segundo ela, três nomes de possíveis vítimas foram colocadas em uma lista: um amigo, um ‘ficante’ e o ex-namorado. Na noite de terça-feira (29), ela entrou em contato com o amigo, mas ele estava na casa de um irmão, que mora longe da cidade. Já a outra pessoa com quem estava se relacionando, que seria a segunda vítima, estava com a família e não poderia vê-la.

Na manhã desta quarta-feira, Vania ligou para Marcos alegando que queria se despedir, pois iria embora para outro estado. Ela então colocou uma faca de cozinha dentro de uma bolsa e foi para a casa da vítima, que havia aceitado receber a visita. Na casa, o casal foi para o quarto e, durante as preliminares sexuais, esfaqueou o ex-namorado.

Na delegacia, Vania diz que levou faca na bolsa para matar ex (Foto: José Manoel/ Rede Amazônica)
Na delegacia, Vania diz que levou faca na bolsa
para matar ex (Foto: José Manoel/ Rede Amazônica)

“Eu queria matar uma pessoa só, dos três. Eu tapei o olho dele. Aí peguei a faca e meti nele. Ele reagiu e veio para cima de mim e eu fui para cima dele também. Eu enforquei ele, e aí comecei a meter [facadas] em outras partes do corpo dele. Daí ele gritou socorro e a porta estava trancada. O irmão dele quebrou a janela. Quando o irmão dele entrou ele já estava quase morrendo. Fiquei olhando olho no olho até ele morrer”, narrou.

Após o crime, Vania conta que foi para o banheiro e a família do ex-namorado chamou a Polícia Militar. Ela contou que terminou o namoro há dois meses com Marcos, com quem namorou durante 9 meses. “Não me arrependo. Não sei se um dia vou me arrepender”, explica.

Investigação
De acordo com o delegado Fábio de Campos, a garota foi flagranteada por homicídio qualificado, pois usou de meios que dificultaram a defesa da vítima. “Ela diz que sentiu vontade de matar alguém e poderia ser qualquer um dos três. Disse que não usa drogas, e que nunca fez tratamento psiquiátrico. Observamos que ela tem traços de um sociopata”, explicou Campos.