Está pintando uma nova Rachel Sheherazade – Video de mais de 1.000.000 de acessos

22 de abril de 2014

Repórter roda a baiana ao vivo e sobra para todo mundo !

 

Neila Medeiros, âncora do jornal “SBT Brasília”, da filiada do SBT no Distrito Federal, se revoltou no ar com uma declaração dada pelo Secretário de Obras de Luiziânia, cidade de Goiás e que pertence à região do Entorno.
Em uma matéria na qual o noticiário cobrava obras de prevenção a enchentes, o secretário Cláudio Meireles discorreu sobre a impossibilidade de colocar em prática projetos daquela dimensão no período de chuvas.
Logo em seguida, ele culpou a imprensa pela demora nos trabalhos: “(…) a própria imprensa, ao invés de ajudar, ela não deixa a gente trabalhar. Eu tô desde ontem só no telefone e dando entrevista (…) e isso aí atrapalha”.
Ao fim do VT, Neila se revoltou e desabafou no ar: “Não fizeram por culpa da imprensa? (…) Como assim? Tá dando entrevista porque tem que ter alguém pra dar entrevista. Órgão público tem que dar satisfação pra população. Faz o seu serviço que a gente faz o nosso”…

Deus Existe: A maldição politicamente correta e a discriminação positiva levando surra na Suprema Corte dos Estados Unidos

22 de abril de 2014

Leia a íntegra, a patriótica decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos:

 

http://www.supremecourt.gov/opinions/13pdf/12-682_j4ek.pdf

A Vida com PT como ela é de fato e sem direitos

22 de abril de 2014

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A mulher de 140 milhões de dólares

21 de abril de 2014

Rachel Sheherazade: censurada, mas não derrubada

Pode-se acusar o SBT de tudo, menos de falta de polidez. Ao censurar descaradamente a jornalista Rachel Sheherazadeproibindo-a de emitir suas opiniões pessoais no “SBT Brasil“, a emissora afirmou em nota oficial que a medida foi adotada para “preservar a âncora”.

Que fofura! Pode existir ditadura mais zelosa do que esta?

Afinal, do que Rachel está sendo “preservada”? Do debate enriquecedor gerado por suas opiniões livres? Do embate contra minorias raivosas detentoras do freio intelectual que paralisa a sociedade? Da luta por um Brasil mais justo e feliz?

Rachel tem hoje a boca mais cara do mundo. Suas palavras valem R$ 150 milhões, valor da verba gasta pelo governo em propaganda somente no SBT e que poderia ser tirada caso a ‘perigosa’ Sheherazade continuasse a dizer o que pensa.

Ao calar Rachel, a base governista aderiu à moda do momento e tirou um selfie. Olhe atentamente para a foto e você verá as rugas da intolerância, do autoritarismo, da manipulação, da corrupção, da inversão de valores e da aversão à democracia. Eis a face da Era Lulo-Petista-Radical-Esquerdista: se você pensa como eles, prepare-se para os lucros; se os incomoda, prepare-se para o poste.

O mesmo poste onde, além de Rachel, foram amarradas a liberdade de imprensa, o diálogo entre a mídia e o público, a humanização da bancada e, de quebra, a pobre coitada dademocracia, velha senhora que há anos não consegue um leito no SUS.

A censura em si não é espantosa, afinal, as mãos que passaram o zíper pela boca de Rachel são as mesmas que têm assaltado nossos bolsos e envergonhado a alma dos cidadãos de bem. São mãos sujas de denúncias, rombos e CPI’s.

É por isso que o sorriso da deputada Jandira Feghali, aquela “indignada” que entrou com uma representação junto ao Ministério Público pedindo a ‘extinção’ de Rachel na TV, é, usando palavras da própria Rachel, “até compreensível” (Xi! Falei ‘compreensível’. Já posso ser acusado de apoiar e incitar a ação de hipócritas!).

Digo isso porque Feghali faz parte de um partido carente de votos e repleto de denúncias. Precisa mesmo de algumas manchetes positivas. Deprimente mesmo é ver o sorriso de jornalistas radiantes com o veto à colega. Jornalistas que deveriam zelar pela liberdade, matéria-prima de sua profissão.

É como ver ratos cinzas exaltando as qualidades do gato porque ele prometeu que comerá apenas ratos brancos. Um dia, o gato mudará o cardápio, mas aí já será tarde demais. Quem hoje ri de Rachel, amanhã poderá chorar ao lado dela.

Isso, aliás, se ela estiver chorando, hipótese da qual duvido.

Rachel perdeu um minuto em horário nobre, mas não perdeu seus maiores bens: a admiração de milhões de pessoas, o apoio incondicional dos indignados, a manifestação carinhosa dos sofredores, os aplausos dos trabalhadores, o legado deixado por sua sede por democracia.

O silêncio de Rachel promete ecoar ainda mais alto do que suas opiniões.

Censurada, ela pode ser ainda mais poderosa do que livre. Não porque tenha algum plano maligno, mas porque representa uma larga fatia da sociedade, cansada da mordaça que os assola diariamente. A mordaça da inflação que faz seu salário desaparecer. A mordaça da impunidade que faz seus algozes sorrirem. A mordaça das necessidades que faz seus filhos chorarem.

É grande o coro dos amordaçados que dizem: “Ainda estou com você, Rachel!”. Mesmo calada, Sheherazade ainda fala.

R$ 150 milhões podem ‘comprar’ a TV, mas dinheiro algum pode comprar as urnas. E nem mesmo centenas de “Dilmas” conseguirão calá-las quando elas resolverem gritar…

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Se você amou ou odiou este texto, não deixe de enviar um e-mail para arthur@rd1audiencia.com. Se preferir, manifeste sua admiração e/ou indignação no Twitter, onde sou o @ArthurVivaqua.

21 de Abril – Um crime capital – Lesa Majestade:

21 de abril de 2014

A figura do Rei era sagrada.

Nas Ordenações do Reino, comparava-se o pior dos crimes (Lesa Majestade) à lepra: Ordenações filipinas, no Livro V, Item 6:

“Lesa-majestade quer dizer traição cometida contra a pessoa do Rei, ou seu Real Estado, que é tão grave e abominável crime, e, que os antigos Sabedores tanto estranharam que o comparavam à lepra; porque assim como esta enfermidade enche todo o corpo, sem nunca mais se poder curar, e empece ainda aos descendentes de quem a tem, e, aos que, com ele, conversam pelo que é apartado da comunicação da gente: assim o erro de traição condena o que a comete, e empece e infama os que de sua linha descendem, posto que não tenham culpa.”
No tempo das Ordenações do Reino e das Câmaras, a Lei Divina e a Igreja e a Fé do Povo eram extremamente valorizadas e levadas em conta.

Não é de hoje que o povo não sabe votar – E tem gente que acredita em eleições

18 de abril de 2014

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O celular e o fim do contacto humano

18 de abril de 2014

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