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2014 começa bem para defensores dos Direitos Humanos: PM morto no combate ao crime

01/01/2014

A Primeira alegria do ano para os defensores dos Direitos Humanos: Postado agora no Facebook do Coronel Talhada:

 

“Mal começou o ano de 2014 e infelizmente já temos um PM morto no combate ao crime: O soldado PM Fernando Neves da Cunha, 29 anos de idade, pertencente ao efetivo do 28º BPM/M foi baleado e morto no bairro de Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo, por volta das 6h15 de hoje, 01 de janeiro de 2014 e que eu saiba, ninguém foi detido até o momento.

Compondo a guarnição de uma viatura, o PM acompanhava em perseguição motorizada um Toyota Corolla que havia sido roubado quando, na esquina entre a rua Inácio Monteiro e a avenida Dr. Guilherme de Abreu Sodré, ocupantes do veículo desceram do carro e entraram em um baile funk que acontecia no local.

Então, os vagabundos efetuaram disparados de armas de fogo de dentro da multidão (não houve revide por parte dos PM) e um dos disparos atingiu o Sd PM Fernando, que foi socorrido ao pronto-socorro do hospital Santa Marcelina, mas não resistiu e faleceu Mais um herói que nos deixa, mais um PM morto no combate a criminalidade.

Os defensores de bandidos devem estar vibrando de alegria, pois aumentou em muito o número de policiais mortos, enquanto caiu consideravelmente o número de bandidos mortos. Essa é a conta macabra que esses criminosos fazem: para eles, a PM está menos agressiva pois ao invés de combaterem o crime revidando aos injustos disparos, nossos PM têm morrido diariamente… Isso está errado…

É um verdadeiro Genocídio Policial… O funeral está sendo realizado na Vila Ré e o sepultamento será amanhã às 12:00 horas no Mausoléu da PM no cemitério do Araçá. Estaremos lá. Descanse em paz, irmão de farda.”

A Igreja uruguaia declara excomunhão de políticos que votaram a favor da lei do aborto

26/12/2013

http://fratresinunum.com/2012/10/20/a-igreja-uruguaia-excomunga-politicos-que-votaram-a-favor-da-lei-do-aborto/

Bispos do Uruguai cumprem promessa e declaram excomunhão automática de políticos abortistas. “A vida não é algo que se possa decidir por maiorias e minorias. Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”.

Por Religión Digital | Tradução: Fratres in Unum.com –

 

Os políticos uruguaios que votaram a favor da despenalização do aborto estão excomungados de forma “automática”, anunciou ontem o secretário da Conferência Episcopal do Uruguai (CEU), Monsenhor Heriberto Bodeant, que indicou que isso ocorria porque eles promoveram práticas “contrárias à vida”.

Para a Igreja, com a aprovação da lei, o Uruguai retrocedeu em matéria de valores humanos. Além disso, Bodeant disse que “a vida não é algo passível de plebiscito, que se possa decidir por maiorias e minorias”.

Portanto, a Igreja não participará da convocação para uma consulta popular, como promovem alguns legisladores do Partido Nacional. No entanto, se o mecanismo for ativado, tomarão uma posição, que poderá ser recomendar ou não a votar.

A Igreja manifestou também em comunicado sua “profunda dor e rechaço” à lei que despenaliza o aborto.

“Orgulhamo-nos de ser um dos primeiros países que aboliu a pena de morte; hoje nos entristecemos por ser o segundo país de América Latina a legalizar o aborto”, disse.

“A excomunhão automática é para quem colabora na execução de um aborto de maneira direta, e fazer este ato concreto é uma maneira direta (…) Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”, explicou Bodeant.

Quanto ao comportamento que a Igreja terá logo que o presidente José Mujica promulgar a lei, ele indicou que será o de anunciar a “valorização da vida”. “É um trabalho que aponta para o fortalecimento da lei escrita no coração de cada pessoa”, manifestou.

Legisladores da oposição e organizações sócias lançaram, na quinta-feira, uma comissão para analisar a melhor forma de revogar a norma que torna um direito o assassinato de bebês por nascer até 12ª semana de gestação.

“Uma parte da sociedade não vai aceitar a lei e vamos trabalhar pelos mecanismos que contribuam para revogá-la”, disse o líder do opositor Partido Nacional, Carlos Iafigliola, um dos porta-vozes da Comissão Nacional Pró-Revogação da Lei do Aborto.

As possibilidades a serem analisadas pela comissão incluem a interposição de recursos de inconstitucionalidade da nova lei, apelar à Corte Interamericana de Justiça, alegando que a lei violenta o Pacto de San José de Costa Rica, e a coleta de assinaturas para convocar um referendum sobre a norma.

Isto em breve será proibido – Será considerado preconceito contra tipos como o lula e analfabetos em geral

24/12/2013

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O Natal narrado por Lucas, um grego:

22/12/2013

O nascimento de Jesus, (Yeshua  – Ya Salvará – Mesmo nome do sucessor de Moisés, Josué – e isso não é coincidência) considerando como sendo em 25 de dezembro – a Anunciação à Myrian, (Maria), foi, então, em 25 de março; isto supondo a gravidez da mulher durasse os mesmos 9 meses de hoje. Isso há 2 mil anos.

O significado do nome Myrian é incerto.

Maria não contou nada a ninguém como até hoje as hebreias guardam segredo enquanto podem. Considerado uma benção, não saem contando vantagem.

José (de Ioseph, a forma latina do grego Ιωσηφ, o qual vem a partir do nome hebraico יוֹסֵף que significa “EL Acrescentará” – nome também sugestivo e com relação direta com o acontecido, como ocorre com todos os nomes de pessoas na Bíblia), quando percebe a gravidez (em junho talvez), também não fala com Maria a respeito.

Caso José denunciasse, Maria morreria; fugindo José, menos mal; Maria seria mãe solteira, teria vida extremamente difícil, e José tido como o pai da criança (Yeshua Ben יוֹסֵף). José seria visto como alguém que engravidou, e, fugiu em seguida.

Maria quando disse sim, em 25 de março, sabia da tremenda dificuldade que ia passar.

Lucas, apesar de ser grego, narra de forma extremamente fiel ao comportamento hebraico. Se contasse uma história romana ou ateniense, seu evangelho seria apócrifo.

Uma moça brasileira, de hoje, 2013, não vê o menor sentido neste texto, pois, sai logo, correndo a contar a gravidez, logo que começam os enjoos.

Outro aspecto do Evangelho de Lucas que é totalmente fiel aos hebreus é o Magnificat: – Um judeu famoso, comentando esta passagem de Lucas, contou que soube que sua mãe também fez um louvor deste tipo a Deus; ela que jamais ouvira falar do Evangelho (Anúncio) de Lucas.

O Magnificat é um apanhado de vários trechos bíblicos, mostrando Maria como profunda conhecedora da Bíblia (Tanack).

Exemplo: de Ben Sirac 10.14: “O Senhor derrubou do trono os soberbos, e sobre ele fez sentar-se os oprimidos“.

Tanto José, quanto Maria, jamais contaram nada, sendo visto Jesus, por todos sempre, em Nazaré, como filho legítimo de José, e, filho legítimo de Maria. Nem legitimado, nem natural, nem exposto; filho legítimo (Yeshua Ben יוֹסֵף).

19/12/2013
Ignorant Black Liberal DESTROYED by Black Rep. Over TEA Party Racism Allegations

Meliss(lisp)a Harris(lisp) Perry is one of the most racially inflammatory people in the United States. As she lisps along her 1 hour show as a really REALLY high-yellow woman promoting her black power (sure you ain’t a lil’ White sista? 😉 ) a conservative American-African flips out on some ignorant broad with a chip on her shoulder carelessly throwing our racism accusations.

PA Looking to take control of all Waterways: Millions of Americans could Lose Property Rights

18/12/2013

Posted on DECEMBER 17, 2013 Written by  7 COMMENTS

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The Environmental Protection Agency is in the middle of drafting a set of rules that will vastly expand the agencies power, and could cause millions of Americans to lose their property rights.

The draft rules, as reported by the Daily Caller, will redefine the term “waters of the United States” to include all “tributaries, bulletproofregardless of size and flow, and all lakes, ponds and wetlands within a floodplain.” This means almost any piece of property could be declared a wetland by the EPA, making way for the takeover of private property across the country.

In a statement to Fox News, the EPA is denying claims that they are trying to seize private property rights. They told Fox News, “The proposed rule would not expand EPA’s or the (Army Corps of Engineers’) jurisdiction or protect any new waters that have not historically been covered under the Clean Water Act.”

Although the EPA denies the claim, their past behavior seems to support what many, including Texas Republican Rep. Lamar Smith, are calling a “massive power grab.”

We’ve covered many stories in the past of how the EPA is already using these waterway acts to take land from private property owners, by redefining dry land as “protected wetlands”. And last year the Obama administration passed an executive order, “The Stewardship of the Ocean, Our Coasts, and the Great Lakes”, which established The National Ocean Council.

The Council essentially created a national zoning board that can regulate any activity that may affect our waterways, inland communities, and oceans. It effectively dictates what activities can and can’t take place on our waterways, including regulating what you can or can’t build on your own land.Aquaponics Gardening

An attack on Self-Sufficiency?

In my opinion, the ability to own property is one of the most important freedoms we have in this country. It not only represents the founding principles of our country, but it’s the cornerstone of freedom and self-reliant living.

If we lose our right to own property, we lose our right to live a free and self-reliant lifestyle.

source: offgridsurvival.com

www.patriotnetdaily.com

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O Legado de Sangue de Nelson Mandela – That’s Nelson Mandela’s legacy

08/12/2013

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Sunday, December 8, 2013

Nelson Mandela’s Legacy: 210 White Farmers Murdered by Blacks (Per Year) Since 1994 in South Africa
A verdadeira face de Nelson Mandela

por Paulo Kogos, segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Leia esta outra aberração de Nelson Mandel: Os velhos líderes mundiais unidos para destruírem o Cristianismo:https://homemculto.com/2013/12/12/mandela-a-reengenharia-anticrista-das-religioes-e-o-the-elders/


mandela-skull.jpgDedico este artigo ao povo sul-africano, especialmente às vítimas do apartheid, do terrorismo comunista, da barbárie de Mandela, do regime do CNA e dos genocídios. Descansem em paz.

 

PRÓLOGO

Para o historiador John Dalberg-Acton, o 1º barão Acton, o guia da História não é Clio, uma das musas gregas inspiradoras das ciências, literatura e arte. Este papel caberia a Radamanto, um dos juízes do mundo dos mortos, carrasco dos injustos e vingador dos inocentes.

Nunca este espírito foi tão necessário quanto hoje, em um mundo onde a mídia de massa distorce os fatos a serviço das mais infames agendas políticas.

Nelson Mandela, assim como muitos falecidos, goza de uma injusta reputação de herói e libertador perante a opinião pública. Seus métodos, motivação e legado, porém, são nefastos.

A finalidade deste artigo é expor a verdadeira face do mais querido assassino e terrorista da História.

INTRODUÇÃO À TRAGÉDIA SUL-AFRICANA

“O racismo é a forma mais baixa e mais cruelmente primitiva de coletivismo. É a noção de atribuir significado moral, social ou político à linhagem genética de um homem – é a noção de que os traços caracterizadores e intelectuais de um homem são produzidos e transmitidos por sua química corporal interna. O que quer dizer, na prática, que um homem deve ser julgado, não por sua índole ou ações, mas pelas índoles e ações de um coletivo de antepassados.” — Ayn Rand

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África do Sul, dias atuais

O inimigo do meu inimigo não é necessariamente meu amigo. Os infames bolcheviques de Lenin lutaram contra a cruel tirania czarista dos Romanov. Seus métodos eram horrendos, vitimando inclusive as crianças inocentes da família real. Ao assumir o poder Lenin e seus sucessores perpetraram horrores inauditos contra seu povo.Analogamente, Nelson Mandela lutou contra o Partido Nacionalista da África do Sul, que impunha o grotesco sistema de políticas racistas conhecido como Apartheid. Seus métodos foram diabólicos. Uma vez no poder, ele e seus sucessores espalharam o terror pelo país. E seu objetivo? O mesmo que o de Lenin.

Mandela foi um terrorista. Seu modus operandi incluía uso de minas e explosivos contra civis inocentes, assassinato de negros não alinhados à sua causa, incêndios contra negócios cujo proprietário era negro, greves e boicotes incitados através de coerção e tortura. Aterrorizava as mesmas pessoas que dizia estar libertando da tirania do Apartheid.

Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa. Santo Agostinho de Hipona dizia que uma guerra justa é aquela que castiga uma injustiça; mas a doutrina de “guerra justa”, derivada do pensamento de Hugo Grotius, estabelece importantes limites éticos a respeito do jus in bello (justiça na conduta da guerra). O princípio da distinção veda o emprego da violência contra não-combatentes.

Mandela não observou princípio ético algum. Como disse Aida Parker, compaixão e sentimento pela condição humana não tinham papel em suas ações.

Oficialmente membro do Congresso Nacional Africano (CNA), Mandela também fazia parte do Partido Comunista da África do Sul (PCAS), embora tenha mentido sobre o fato. Era inclusive um de seus líderes. O PCAS, cujas diretivas estratégicas vinham do Kremlin, controlava o CNA.

Explorava o triste quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para levar adiante uma revolução comunista.

Até o fim da Guerra Fria, o continente africano foi palco de inúmeras “guerras por procuração” comandadas pela URSS. Nos países onde o socialismo marxista triunfou, tais como Angola, Congo, Etiópia, Moçambique, Zimbábue e Zâmbia, o resultado foi morticínio, miséria extrema e tragédias humanitárias.

Para usar um termo do cientista político R.J. Rummel, as guerras de libertação nacional promovidas pela URSS nos países subdesenvolvidos foram um “democídio” em massa. Este tenebroso quadro tem sido concretizado na África do Sul desde que Mandela assumiu o poder e vem piorando sob o governo de seus sucessores do CNA.

Mandela transformou a África do Sul em uma ditadura sem oposição comandada pela cleptocracia da aliança CNA/PCAS, que está levando o país à extrema pobreza, ao caos social e até mesmo ao genocídio.

Ironicamente, a ideologia defendida por Mandela é a grande responsável por aquilo que o mundo acredita que ele combateu. O apartheid é filho do casamento profano entre a mentalidade anti-capitalista e os interesses dos grandes players políticos e corporativos.

Ricas reservas de diamantes e metais preciosos foram descobertas na África do Sul entre as décadas de 1860 e 1880. O atual território do país era dividido em províncias britânicas, estados africâneres (etnia sul-africana descendente de colonos europeus, principalmente holandeses) e territórios nativos.

A disputa pelo controle das jazidas resultou em diversos conflitos, incluindo a Primeira Guerra dos Bôeres (1880 -1881), uma luta pela independência da República do Transvaal, estado bôer (subgrupo africâner que fala holandês) rico em ouro e que havia sido anexado pelo Império Britânico. A vitória dos bôeres não durou muito. A disputa pelo ouro de Witwatersrand levou à eclosão da Segunda Guerra dos Bôeres (1899 — 1902).

A decisiva vitória britânica resultou na hegemonia imperial sobre Transvaal e Orange. Em 1910 a unificação destas e de outras duas colônias britânicas formou a União da África do Sul (1910 — 1961). O território passou do status de colônia para domínio.

Leis de segregação racial tão antigas quanto 1893 foram outorgadas para garantir o domínio de sindicatos britânicos brancos sobre essas imensas reservas.

O apartheid foi institucionalizado em 1910 pelo governo do bôer Louis Botha. Conforme demonstra o economista Herry Valentine, essa política tinha como objetivo criar uma reserva de mercado para os brancos. O apartheid introduziu políticas de discriminação salarial que decretavam a obrigatoriedade de um salário maior para os brancos. Era acompanhada  de restrições ocupacionais aos negros.

O maior crime do Apartheid talvez tenha sido o Ato da Terra de 1913, que reservava 87% da terra do país para posse dos brancos e segregava etnias negras em territórios etnicamente homogêneos e administrativamente autônomos conhecidos como Bantustões. Havia 10 deles. O resultado foi um roubo massivo da terra legítima dos negros, que ficaram também impedidos de adquirir terras.

De acordo com o economista William Hutt em seu livro “The Economics of the Colour Bar”, um apartheid industrial foi imposto em 1922  por sindicatos brancos britânicos liderados por William H. Andrews, um dos chefes do PCAS (sim, o mesmo do Mandela). Seu slogan era “Brancos uni-vos e lutem por um mundo trabalhista“.

Muitos negros abandonaram o país, incluindo profissionais altamente qualificados. Quando o Partido Nacional assumiu o poder, em 1948, as políticas do Apartheid foram arrochadas, levando a uma emigração ainda maior da população negra. Foi somente por volta da década de 1970 que os mecanismos de mercado conseguiram ajustar parcialmente a situação.

O acúmulo de capital que ocorre naturalmente a despeito do estado aumentou a oferta de empregos. Os empreendedores passaram a burlar as regulações trabalhistas do apartheid para contratar mão-de-obra negra. Some-se a isso o fato de que muitos negros entravam no país para fugir da opressão de regimes comunistas em países vizinhos, que era pior que o apartheid.

No final da década de 1980 o governo havia afrouxado a fiscalização das políticas segregacionistas e uma classe média negra com alto nível de instrução havia se formado. Havia negros empreendedores e negros milionários. Entre 1971 e 1980 a renda real da população negra havia crescido 40%. Leis como o controle de fluxo interno e as restrições ocupacionais haviam sido abolidas.

A geração de riqueza e qualidade de vida eram prejudicadas principalmente pelas políticas intervencionistas, pelos ditames estatais no setor bancário e de mineração, e pelo excesso de gastos do governo.

Os fatos corroboram a frase do economista Murray Rothbard:

O capitalismo de livre-mercado é um maravilhoso antídoto para o racismo. Num livre mercado, empregadores que se recusarem a contratar trabalhadores negros produtivos estão ferindo os seus próprios lucros e posição competitiva da própria empresa. É apenas quando o estado se intromete que o governo consegue socializar os custos do racismo e estabelecer um sistema de apartheid

Mandela, ao se tornar estadista, insistiu nos mesmos erros do apartheid. É impressionante o paralelismo entre seu discurso em 1997 e o discurso de 1958 do racista pró-apartheid Hendrick Verwoed, então primeiro-ministro da África do Sul.

Verwoed disse:

Há pessoas (que argumentam) que tudo deve ser submetido às chamadas leis econômicas. Felizmente, sob um governo nacionalista, estes adoradores das leis econômicas nunca acharam seu caminho, mas um ideal mais alto e mais nobre se reforçou: a manutenção da civilização branca.

Mandela em 1997 disse:

A evolução do sistema capitalista no nosso país coloca no mais alto pedestal a promoção dos interesses materiais de uma minoria branca

Embora com cores invertidas, a injusta acusação contra o capitalismo se manteve e o racismo e a pobreza se perpetuam.

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Selo soviético em homenagem a Mandela

PRÊMIO NOBEL DO HORROR“O povo da África do Sul, liderado pelo PCAS, destruirá a sociedade capitalista e construirá no seu lugar o socialismo.” — Nelson Mandela

Mandela entrou para o CNA em 1943 (aos 25 anos), encorajado por Walter Sisulu, habilidoso articulador político e membro do PCAS. Em 1944 ambos se uniram ao ativista Oliver Tambo para formar a Liga da Juventude do CNA. Até então o partido se opunha à luta armada. Tendo atingido certa proeminência no partido, Mandela passou a pressionar o CNA para adotar métodos mais violentos.

Esta pressão encontrou eco após o massacre de Sharpeville, em março de 1960. O governo de Hendrik Verwoerd arrochou as leis de segregação racial, o que levou milhares de negros a protestar nos arredores de um posto policial.

A polícia abriu fogo contra a multidão, matando 69 pessoas, alimentando o radicalismo da oposição, e corroborando o fato de que a maior parte do terrorismo é incitada pela própria barbárie estatal.

Conforme explica o historiador Stephen Ellis, muitos grupos estavam dispostos a pegar em armas contra o regime após Sharpeville, mas era o PCAS que possuía maiores conexões internacionais.

O membro do PCAS Joe Slovo havia sido colega de Mandela na Universidade de Witwatersrand. Coronel da KGB, sua ligação com Moscou se dava através da Zâmbia.

Seguindo diretivas do Kremlin, Mandela e Slovo fundaram, em 1961, o Umkhonto we Sizwe (MK), traduzido como “Lança da Nação”, o braço armado do CNA, cujo objetivo era uma revolução comunista, como preconizava a agenda soviética para o continente.

Foi o ano em que a África do Sul separou-se da Commonwealth para se tornar uma república, como resultado de um referendo no qual apenas brancos votaram. Ao mesmo tempo tensões étnicas se acirravam em torno das questões relativas à representatividade política no novo regime.  A MK planejava se aproveitar daquela situação delicada para lançar uma campanha de terror e tingir o país de vermelho com sangue inocente. Conforme Mandela mesmo disse:

O movimento comunista ainda enfrenta inimigos poderosos que devem ser completamente esmagados e varridos da face da Terra antes que o mundo comunista possa se concretizar.

Slovo escreveu em 1986, no seu artigo “A Campanha de Sabotagem”, que ele havia sido apontado para constituir o alto comando do MK pelo PCAS, enquanto o CNA havia indicado Mandela.

Mas sendo este último também um alto membro do Comitê Central do Partido Comunista e sendo a própria fundação do braço armado uma instrução de Moscou, fica fácil concluir que o PCAS controlava, de fato, o MK; e que Mandela era uma peça-chave da estratégia de terror soviética na África.

Segundo Igor Glagolev, que intermediava o suporte soviético ao MK, o comitê executivo do Partido Comunista da União Soviética havia decidido tomar a África do Sul no fim da década de 1950. O país, contudo, já estava nos planos comunistas desde 1928, quando a Internacional Comunista havia instruído o PCAS para converter o CNA em instrumento revolucionário.

Em 1962 Mandela recebeu treinamento militar na Argélia, um dos países onde os membros do CNA recebiam instrução em táticas de guerrilha, terrorismo e tortura. Outras localidades incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia.

Mandela teve experts como tutores. Com o FLN, partido socialista e terrorista argelino, aprendeu a decepar o nariz de seus desafetos. O manejo de explosivos lhe foi ministrado pelo IRA, cuja ligação com o CNA se dava através de Gerry Adams, político socialista irlandês.

As técnicas de espionagem e interrogatório lhe foram ensinadas pela STASI, a polícia política da Alemanha Oriental. De acordo com as instruções, os interrogatórios deveriam ser brutais, contra qualquer um que fosse minimamente suspeito de trair os dogmas do partido.

Mandela foi um bom aluno e aprendeu bem as lições. A maior parte das técnicas brutais foi aplicada contra negros suspeitos de traição. O CNA mantinha um centro de detenção conhecido como QUATRO na Angola, onde milhares de negros, muitos deles adolescentes, foram torturados e mortos.

Ainda em 1962, Mandela foi capturado em uma fazenda nos arredores de Johanesburgo, de posse de granadas-de-mão, minas terrestres antipessoais e detonadores. Muitos dos explosivos estavam disfarçados de objetos corriqueiros como caixas de fruta e potes de alimentos.

Os planos terroristas de Mandela, expostos mais tarde, incluíam a colocação destes artefatos em locais movimentados de forma a maximizar os danos.

Em julho do ano seguinte a polícia efetuou novas buscas e detenções, e teve início o famoso Julgamento de Rivonia, onde dez líderes do CNA foram julgados por 221 atos de sabotagem. Embora a ONU diga que Mandela era um prisioneiro político, a Anistia Internacional afirmou claramente que ele foi condenado por seus atos de violência, tais como terrorismo, e até por contrabando de minas terrestres.

Durante as investigações, foi apreendido um documento conhecido como Operação Mayibuye, cujo comando supremo seria composto por Mandela, Slovo e Joe Modise.

O documento continha um plano detalhado de guerra revolucionária que teria sido traçado, provavelmente, com consultoria soviética ou maoísta.

Consistia em dividir o país em 4 regiões que seriam invadidas por pequenos grupos guerrilheiros de 10 homens cada, cuja missão era causar levantes nas comunidades e tribos através de dissimulação e intimidação, conseguindo adeptos.

Enquanto estes commandos “trabalhariam” os vilarejos, uma força convencional de 7000 homens invadiria o país com o apoio dos sindicatos. Em outro documento que veio à tona em Rivonia, Mandela declarou que “traidores e informantes devem ser brutalmente eliminados.”

Ao ser condenado, Mandela proferiu o discurso “Estou Preparado para Morrer“, no qual negava a influência socialista sobre suas ações e dizia lutar pelos direitos dos negros.

O discurso foi escrito a várias mãos e editado por um jornalista profissional. Tratava-se de propaganda enganosa conduzida por diversos canais de esquerda para angariar simpatia.

Apesar de tais afirmações soarem como teoria conspiratória de extremistas da direita, elas foram confirmadas por diversos membros não marxistas do CNA, que acusaram Mandela de ter sequestrado a causa antiapartheid, submetendo-a a agenda de Moscou. Cabe ressaltar que todos os integrantes do PCAS também faziam parte do CNA.

De acordo com Rowley Arenstein, proeminente membro do PCAS, Mandela era o principal instrumento dos comunistas para “sequestrar” o CNA e marginalizar seu antigo líder, Albert Luthuli, um ativista legitimamente antiapartheid, e que se opunha à luta armada e aos planos marxistas.

Sabotar e marginalizar os membros moderados e pacíficos do CNA era um de seus papéis. Mandela enganava seus colegas de CNA conforme novas diretivas do PCAS eram emitidas. Explorava os anseios legítimos dos verdadeiros ativistas antiapartheid, de derrotar o racismo institucionalizado, para implantar um regime totalitário de extrema-esquerda. No documento “Como Ser um Bom Comunista”, Mandela escreveu que o estudo do marxismo é necessário para controlar melhor as massas. E ele controlou.

Em 1965, o MK se aliou ao ZIPRA, o braço armado de um partido marxista-leninista do Zimbábue (Rodésia na época), e que tem no seu currículo o emprego de mísseis antiaéreos contra aviões comerciais.

Após uma desastrada invasão conjunta ao país, na qual as forças revolucionárias foram derrotadas pelo Exército da Rodésia, a MK entrou em uma crise militar. Durante a década de 1970 o movimento foi duramente combatido pelo governo sul-africano.

Em junho de 1976, um protesto de estudantes negros acabou em uma infame tragédia conhecida como Levante de Soweto. A polícia sul-africana abriu fogo contra adolescentes que jogavam pedras. Houve uma escalada de violência que resultou em centenas de mortes, incluindo crianças. Mais uma vez o MK aproveitou o momento para reconstruir seu exército e conquistar apoio.

Enquanto Mandela estava preso na Ilha de Robben, sua mulher Winnie Mandela estava em pleno processo de glorificação como parte de uma campanha de culto à personalidade, a nova estratégia da MK.

A mídia local e internacional, distorcendo os fatos a serviço das esquerdas mundiais, a elevavam à condição de “mama wetu” (mãe da nação), “rainha guerreira” e “Evita negra” (sendo a própria Evita Perón uma falsa heroína). Não demorou a que as atenções do PCAS se voltassem para a recuperação da imagem do marido dela e a pressão internacional se fizesse sentir.

Em 1982, Mandela foi transferido para a prisão de Pollsmor, na Cidade do Cabo. Não só passou a ter diversas regalias como também obteve acesso a várias amenidades de comunicação com o exterior. Chris Hani, um líder da MK famoso por sua brutal repressão contra membros não marxistas do CNA, alegou que possuía total acesso à Mandela e que bastava um telefonema para marcar uma reunião com ele.

Nesta época, a MK passou a adotar a estratégia de propaganda pelo ato, ou seja, ações de grande visibilidade embora de pouco valor tático.  Mandela passou a comandar este tipo de atividade de dentro da prisão (tal qual os criminosos organizados brasileiros), e esta foi justamente a fase mais sangrenta e desumana do MK.

Entre 1980 e 1994, dezenas de milhares de civis inocentes foram mortos em ataques do CNA, sendo que boa parte destes crimes foi ordenada ou autorizada por Nelson Mandela. Em cerca de 80% das vezes o alvo dos ataques era a população civil.

Um dos mais conhecidos e infames atos terroristas deste período foi o Atentando de Church Street, em 1983. Mandela o ordenou em conjunto com Tambo.

Embora o alvo fosse uma instalação da Força Aérea Sul-Africana, os explosivos foram programados para detonar na hora do rush, com o objetivo de causar o máximo de baixas entre os civis. Foram 19 mortos e 217 feridos, incluindo mulheres e crianças de várias etnias. Havia pedaços de corpos humanos espalhados por uma enorme área.

No seu livro “Um Longo Caminho para a Liberdade”, Mandela confessa que autorizou pessoalmente diversos atentados. O ataque ao Shopping Amanzimtoti, por exemplo, matou 2 mulheres e 3 crianças.

Além de atentados à bomba, houve também uma campanha de minagem, pilhagem e vandalismo.

Somente entre 1985 e 1987, as minas terrestres colocadas nas estradas rurais pelo CNA custaram 125 vidas inocentes. Entre 1984 e 1989 cerca de 7200 casas de negros não-membros do CNA foram destruídas, além de 1770 escolas, 10318 ônibus, cerca de 50 templos e milhares de carros e estabelecimentos comerciais.

Destaque-se que o CNA foi classificado como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e por muitas outras agências de inteligência.

Testemunhas das atrocidades que tentaram alertar o mundo foram assassinadas.

Bartholomew Hlapane, dissidente do PCAS, depôs diante do Comitê do Senado Americano para Segurança e Terrorismo, em 1982. Hlapane revelou a verdade sobre a Carta da Liberdade, documento oficial contendo os princípios básicos do CNA, escrito com a participação de Mandela, e que se tornou símbolo da causa antiapartheid.

O documento havia sido esboçado por Joe Slovo a pedido do Comitê Central do Partido Comunista da URSS. O dissidente revelou também as ligações entre o CNA e o PCAS. Pouco tempo após seu testemunho, foi executado a tiros de fuzil AK-47 por um membro do CNA.

Por mais monstruosos que sejam os relatos lidos até aqui, nada disso se compara à natureza diabólica do que relatarei agora.

Necklacing (colar bárbaro). Este termo foi cunhado por Winnie Mandela. Trata-se de um método de execução que consiste em colocar pneus de borracha embebidos em gasolina em torno do corpo da vítima, que por sua vez era forçada a beber o combustível. Ateia-se fogo aos pneus. A borracha derretida carcome a pele enquanto as chamas consomem a pessoa. A morte só chega após cerca de 20 minutos de sofrimento agonizante.

Estima-se que 3.000 pessoas tenham sido mortas assim pelo CNA. O método era aprovado e incentivado por Winnie, que disse em um discurso: Com nossas caixas de fósforos e nossos necklaces, libertaremos esse país.

As vítimas eram praticamente todas negras, acusadas de traição e colaboração com o regime. Incluíam funcionários públicos negros, adolescentes sem engajamento político e trabalhadores que não participavam de greves. Mineiros estrangeiros e lojistas também foram vitimados.

Os “julgamentos” aconteciam na rua, aos gritos da turba. Winnie usou o necklace como arma de guerra psicológica.

Hordas do CNA em conjunto com a UDF (Frente Democrática Unida, um dos grupos guerrilheiros antiapartheid) promoveram uma verdadeira guerra civil negra, invadindo comunidades pacíficas e queimando casas. Cerca de 200 mil negros ficaram desabrigados. Algumas comunidades negras chegaram a montar milícias para se defender dos guerrilheiros de Mandela.

Em 1989 formou-se uma aliança entre o COSATU (Congresso Sul-Africano de Sindicatos), PCAS e UDF. Este bloco pouco coeso na época ficou conhecido como Movimento Democrático de Massa, e viria a formar a base do novo apartheid corporativista que vigora hoje no país.

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Winnie, Nelson Mandela e Joe Slovo

UM CURTO CAMINHO PARA A TIRANIA“Sob regime comunista a África do Sul será uma terra de leite e mel” — Nelson Mandela

Em 1985, P.W. Botha, então presidente da África do Sul, ofereceu a liberdade a Nelson Mandela desde que ele renunciasse à violência. A proposta não foi aceita, e ele só saiu da prisão mediante ordem incondicional de soltura emitida pelo presidente De Klerk em 1990.

A pressão internacional pela sua libertação contou com grande participação do Conselho Mundial da Paz, uma organização fundada no âmago do politburo soviético e dirigida pela KGB. Até 1991, quando a URSS foi dissolvida, militantes do CNA ainda recebiam treinamento militar em quartéis russos. O socialismo ocidental também teve grande influência na campanha “Free Mandela”.

Cinco anos antes da soltura, o vice-diretor do Comitê de Direitos Humanos do Parlamento Europeu Nicholas Bethell disse que defendia a luta armada, afinal ele também era socialista. Lideranças da esquerda britânica, americana e escandinava ajudaram a trabalhar a imagem de Mandela e financiaram o terrorismo da MK.

De Klerk, cuja agenda estava subordinada a interesses globalistas, tratou de esconder do país os planos e atividades do CNA. Os serviços de inteligência sul-africanos foram instruídos a não investigar o partido para não comprometer a imagem moderada que a mídia passava ao mundo.

Jornalistas que dissessem a verdade, tais como Aida Parker, eram censurados. A Aida Parker’s Newsletter divulgou detalhes dos horrores dos campos de detenção do CNA e de como a mídia colaborou para a falsificação da imagem de Mandela.

Se Mandela era um perigo para as pessoas dentro da prisão, ao sair ele se tornou o flagelo do país. Tão logo se viu livre, o futuro ganhador do Nobel da Paz clamou por uma intensificação da luta armada.

Uma onda de terror varreu a África do Sul logo após sua liberação. Nos primeiros 20 dias 84 pessoas foram assassinadas pelo CNA, 19 delas através do necklace. Houve inclusive execução de mulheres acusadas de bruxaria.

As sombrias previsões do jornal de inteligência britânico Special Office Brief foram confirmadas: A África do Sul está à beira de um banho de sangue de negros contra negros. O terrorista Mandela não é um líder majoritário e não será aceito pelos zulus.”

De fato, os zulus eram majoritariamente anticomunistas e ferrenhos opositores do CNA. Iniciou-se uma guerra entre este e o Partido da Liberdade Inkatha, organização conservadora nacionalista zulu, com o CNA iniciando as agressões e culpando o Inkatha.

A violência incitada por Mandela atingiu pesadamente a população branca. O canto de “Matem o bôer! Matem o Fazendeiro” ecoava nas fileiras do CNA.

Em 1992 ouve 369 ataques contra fazendas. No auge dos massacres, em 1993, 55 pessoas eram assassinadas por dia, a maioria africâneres vítimas da campanha de vingança racial de Mandela.

Neste vídeo ele canta uma música sobre matar brancos:

A brutalidade do processo político que levou o CNA ao poder faria inveja a Oliver Cromwell.

O partido organizou uma unidade de 3150 homens chamada National Peacekeeping Force (NPKF), traduzido como Força Nacional de Paz. Sua função era assegurar o poder do CNA e de Mandela.

A oposição foi esmagada através de golpes políticos contra os bantustões. Estes territórios já gozavam de certa autonomia e muitos de seus líderes recusavam a incorporação à África do Sul.

Mas para uma democracia, o número de pessoas espoliadas importa e separatismo é um mau negócio. Em um documento chamado “Prepare a Foice para o Martelo Vindouro”, preparado pelo PCAS, lê-se:

Esforços devem ser feitos para persuadir os servidores públicos de que sua estabilidade trabalhista e suas pensões só podem ser garantidas por um governo popular e não por líderes tribais.

De fato, apenas governos voltados para as massas podem garantir tamanho nível de espoliação e parasitismo.

O pior conflito aconteceu no Bantustão de Bophuthatswana, o mais rico deles. Seu líder, Lucas Mangope, queria a autonomia do território e se opunha ao CNA, que por sua vez iniciou uma invasão de 1 semana contra Bophuthatswana.

Houve pilhagens, incêndios, saques e estupros. A NPKF depôs Mangope. O mesmo aconteceu no Bantustão de Ciskei, com a deposição de Oupa Gqoso.  Após Ciskei, Joe Slovo disse: “dois já foram, falta um“, referindo-se ao KwaZulu, território outrora autônomo da etnia zulu.

Março de 1994. Cerca de 20 mil membros do Partido da Liberdade Intakha, que defendia a autonomia do KwaZulu, protestaram pacificamente contra as eleições até Shell House, o quartel general do CNA.

Sob ordens de Mandela, homens armados do CNA abriram fogo contra a multidão matando 53 zulus. O incidente ficou conhecido como Massacre de Shell House. Dissidentes políticos capturados foram torturados, inclusive uma criança.

A imprensa internacional reagiu com doentia condescendência. Um artigo no Los Angeles Times dizia:

Os sul-africanos e a comunidade internacional devem encarar o fato de que muitos chefes do Intakha não irão cooperar. Forçá-los a aceitar a realidade de uma África do Sul democrática será um longo e talvez violento processo.

Qualquer semelhança com os ataques dos revolucionários franceses aos alsacianos com a desculpa de que eles não falavam a “linguagem da república” não é mera coincidência. Mas os livros franceses que glorificam as barbáries da Revolução Francesa afirmam: “O Terror é terrível, mas grandioso”.

No período entre sua soltura e a subida ao poder, Mandela fez um giro pelo mundo, como parte da campanha para promover sua imagem.

Ao longo da turnê manifestou seu apoio aos mais sanguinários ditadores do mundo, como Fidel Castro, Saddam Hussein, Ali Khamenei e Hafez al-Assad.

Muito amigo do genocida líbio Muammar al-Gaddafi, disse que ele possuía compromisso com a paz e com os direitos humanos.

Mandela era simpatizante de Idi Amin Dada, o brutal ditador de Uganda que foi cúmplice do sequestro de um avião comercial por terroristas palestinos. Na ocasião, em 1976, commandos israelenses resgataram os reféns no Aeroporto de Entebbe.

Mandela era antissemita. Em um encontro com o também terrorista Yasser Arafat, classificou o resgate de Entebbe como “ato de barbárie.” Em uma cerimônia em Teerã, Mandela disse:

O povo da África fará da revolução islâmica do Irã um modelo para seus movimentos revolucionários.

Em meio à festa da mídia mundial em torno de Mandela, um homem, em um ato de bravura, expôs a verdade sobre o terrorista no American Opinion Speakers Bureau da Sociedade John Birch.

Trata-se de Tomsanqa Linda, ex-prefeito de Ibhayi, uma cidade com 400 mil habitantes negros. Linda quase foi assassinado pelo CNA em 1985. Sua casa e seus negócios foram incendiados, bem como a casa de seus parentes e amigos.

A despeito das ameaças de morte, Linda contou ao mundo os crimes de Mandela. Mais importante que isso, revelou o fato de que a população negra sempre havia desprezado o CNA e a UDF.

Enquanto Mandela pressionava os governos do mundo para aumentar as sanções e boicotes contra a África do Sul, Linda alertou para o fato de que as sanções afetariam principalmente as famílias negras mais pobres. Estas, ao contrário de Mandela, pediam o fim das sanções. Como disse Don Fotheringham, a maior ameaça à população negra era Mandela e seu partido comunista.

A eleição que colocou Mandela no poder foi fraudulenta. Enquanto a mídia internacional preparava a opinião pública ocidental para uma possível intervenção militar da ONU, a NPKF intimidava o eleitorado de oposição. Homens do CNA pululavam nos locais de votação.

Crianças receberam documentos falsos para votar em Mandela. A chamada Comissão Eleitoral Independente era liderada pelo esquerdista Johann Kriegler, simpatizante do CNA.

E assim o terrorista agraciado com o Nobel da Paz assumiu a presidência da África do Sul em maio de 1994. Estima-se que a guerra civil promovida pelo MK de Mandela tenha tido o sanguinolento saldo de 300 mil mortos.

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Mandela e Fidel Castro

COMO SER UM BOM GENOCIDA“Para a maioria dos negros, as promessas utópicas de Mandela se transformaram em um Pesadelo Orwelliano.” — Aida Parker

Pior que Mandela revolucionário foi Mandela no poder.

Em 1995 foi formada a Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR), uma corte constituída após o fim do Apartheid e controlada por membros do CNA e do PCAS. Dedicava-se ao revisionismo histórico e à absolvição de criminosos, bem como à promoção cultural do revanchismo étnico.

No mesmo ano, o tenente-coronel Willem Ratte, veterano das guerras de fronteira na Angola, acusou Mandela de homicídio devido ao Massacre de Shell House. A CVR o absolveu.

No mesmo ano a Rádio Donkerhoek, de Hatte, foi fechada por Mandela que, já no poder, cerceou a liberdade de imprensa buscando esconder a verdade.

Winnie Mandela foi condenada pela CVR pela tortura e necklacing de Stompie Moeketsi, uma menina de 14 anos que havia sido acusada de colaborar com a polícia em 1988.

Sua sentença de 6 anos de prisão foi reduzida pela comissão para uma simples multa e ela continuou sendo membro do CNA.

Mandela foi o mentor de um novo apartheid, piorado, desta vez contra brancos e zulus.

O objetivo é o mesmo do apartheid original: garantir o domínio da aliança entre governo e grandes corporações sobre as reservas minerais através do controle do mercado, da cizânia entre as etnias, da expulsão da população africâner e da segregação do povo zulu.

Os bôeres passaram a ser assassinados em suas fazendas, em seus negócios e em suas casas. Charles Nqakula, membro do PCAS e Ministro da Segurança, disse que se os brancos não gostam dos ataques, que se retirem da África do Sul.

Houve total repressão ao direito de autodeterminação de etnias negras minoritárias.

A primeira parte do plano de Mandela foi a disseminação do caos e a formação de uma base política que o apoiasse.

Assassinos e estupradores foram soltos dos presídios.

O então presidente sul-africano ordenou também que escolas dos brancos fossem queimadas e proibiu a fala do idioma africâner, embora ele próprio fosse fluente no idioma.

Lembremos que Pol Pot falava francês fluentemente mas executava quem falasse o idioma no Cambodja. Seu gabinete era quase inteiramente composto por comunistas, alçados a posições proeminentes de acordo com seu ódio contra brancos.

Um deles era Peter Mokaba, um dos responsáveis por popularizar o lema “Matem o fazendeiro, matem o bôer“.

Com Mandela no poder a taxa de criminalidade disparou, o padrão de vida caiu e houve degradação ambiental.

Sua política econômica foi caracterizada por leis trabalhistas altamente restritivas, impostos escorchantes, ações afirmativas altamente discriminatórias e inflacionismo.

Um grande número de brancos deixou a África do Sul num primeiro momento e hoje um número ainda maior de pessoas de todas as etnias está abandonando o país. A maior parte dos emigrantes são pessoas com alto grau de instrução.

Os sucessores de Mandela perpetuaram suas ingerências e o CNA está até hoje no poder. O país é governado por uma elite política. Os tiranos brancos foram substituídos por tiranos negros. Enquanto o CNA se autoglorifica com monumentos e mansões para seus membros, o povo sofre com doenças, miséria e violência, como de costume em regimes socialistas.

Em 2002 a taxa de desemprego chegou a alarmantes 48%. Os negros são os principais afetados, uma vez que na década de 1980 o CNA proibiu negros de estudar como parte da campanha “revolução antes da educação”.

Os efeitos disso no mercado de trabalho são sentidos com força atualmente. Entre 1994 e 2011 houve uma desvalorização de 70% do rand, a moeda do país, o que agravou os efeitos da pobreza.

O estado de bem-estar social promovido por Mandela conseguiu aquilo que o apartheid nunca alcançou: a destruição dos negros.

Em apenas uma década de regime democrático do CNA o número de pessoas vivendo com menos de 1 dólar por dia passou de 2 milhões para 4 milhões, e o número de favelados aumentou 50%.

Apenas 5000 dos 35 milhões de negros sul-africanos ganhavam mais de 60 mil dólares por ano em 2004. Naquele ano os registros apontaram para 60% dos habitantes vivendo sem saneamento adequado e 40% vivendo sem telefone, enquanto o índice de infecção por HIV chegava a intoleráveis 20%.

Entre 1994 e 2010 quase meio milhão de pessoas morreram de AIDS. A expectativa de vida havia caiu 13 anos em apenas 10 anos de governo do CNA.

Nunca houve tanta violência na África do Sul quanto agora. Desde que o CNA de Mandela assumiu o país, quase 1 milhão mulheres foram estupradas e quase 300 mil sul-africanos foram assassinados.

O Ato de Controle de Armas de Fogo de 2000 fez com que a criminalidade e o número de gangs disparassem e abriu caminho para uma escalada sem precedentes do genocídio branco.

A África do Sul se transformou na capital mundial do crime organizado. Há 600 sindicatos do crime operando no país, incluindo mafiosos russos e sicilianos e traficantes nigerianos. As palavras do historiador Paul Johnson, proferidas em 1995, nunca foram tão verdadeiras:

A África do Sul é um país afetado pelo crime e pela corrupção, com padrões declinantes e uma população acometida pela pobreza e pela existência carnal.

O legado mais nefasto de Mandela é o genocídio perpetrado pela CNA e seus aliados contra a população branca.

Esta abjeta campanha de terror ocorre com a anuência do atual presidente sul-africano, Jacob Zuma, que tem em seu currículo uma acusação de estupro. Zuma forjou uma aliança entre CNA, PCAS e COSATU, formando uma frente comunista responsável pela desapropriação violenta das terras bôeres.

Embora o número de fazendeiros mortos na última década ultrapasse 4000, e o número de africâneres brancos assassinados em crimes de ódio no mesmo período chegue próximo de 70 mil, e apesar do fato de que 50 africâneres são assassinados por dia, o genocídio ainda não atingiu seu auge.

Gregory Stanton, presidente da Genocide Watch, é um dos maiores especialistas em estudos sobre genocídio do mundo.

O autor identificou oito estágios que caracterizam o processo de genocídio, sendo o último deles a negação de que tenha acontecido. O extermínio é o penúltimo. O quinto estágio é a polarização, que no caso da África do Sul é uma polarização racial. Há uma campanha cultural para incutir na população a ideia de que os brancos não são sul-africanos.

De acordo com Stanton o país encontra-se no sexto estágio, chamado preparação. Nesta fase as vítimas são identificadas e separadas segundo critérios étnicos ou religiosos e sua propriedade é expropriada.

O ataque à propriedade privada é, segundo Stanton, uma maneira de consolidar o poder do estado: “propriedade privada te dá o poder econômico de se opor ao governo, sem propriedade privada não há base de poder econômico para tal oposição.” A ideia é minar a capacidade de resistência da população oprimida.

De fato, entre 1994 e 2013 o número de fazendas comerciais caiu de 120 mil para 37 mil. Somente no setor agrícola 400 mil empregos foram perdidos.

Outra estratégia é minar sua capacidade de defesa. O regime do CNA baniu as milícias rurais bôeres que protegiam as fazendas e confiscou suas armas.

A verdadeira razão por trás da matança transparece nas palavras do supremacista negro Julius Malema, ex-presidente da Liga Jovem do CNA e atual comandante do Lutadores da Liberdade Econômica, um partido marxista-leninista, ao requerer a nacionalização das minas: “Eles (brancos) exploraram nossos minerais por muito tempo. Queremos as minas, é a nossa vez.”

O verdadeiro motivo é o roubo, tal qual aquele perpetrado pelo III Reich contra os judeus. O que Malema quer fazer com as minas já está sendo feito com a terra. O CNA as distribuiu para membros do partido através de reforma agrária política e racialmente motivada. 90% dessa terra é improdutiva.

Julius Malema segue conclamando uma guerra contra a população branca, que ele acusa de ser inteiramente criminosa. Promete roubar a terra dos africâner através de uma brutal violência que já está acontecendo.

Mulheres e crianças brancas estão sendo executadas em suas próprias casas. Algumas vítimas são mortas enquanto dormem. Aqueles que tiverem o coração forte podem ver os assustadores e tocantes relatos destas barbáries aqui. Algumas imagens podem ser chocantes demais.

Peter Mokaba, falecido comparsa de Mandela ameaçava os brancos: “When Mandela dies we will kill you like flies.” (Quando Mandela morrer mataremos vocês como moscas). Algumas pessoas nascem e morrem apenas para causar tristeza e sofrimento. A situação tende a piorar.

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Mandela com o banqueiro David Rockefeller

A QUEM INTERESSA A FARSA MANDELA?O primeiro campo de batalha é a reescrita da História” — Karl Marx

A pergunta “a quem interessa?” deveria ser feita mais vezes. Por que terroristas como Mandela recebem o Nobel da Paz, a Medalha Presidencial da Liberdade e o Prêmio da Paz de Lenin? (embora este último, como disse meu amigo David Lage, soe algo como “Prêmio Mengele de Boas Práticas Médicas”).

A quem interessa glorificar Nelson Mandela? Por que as pessoas se comovem com um falso preso político, mas sequer ouvem falar em presos políticos reais como Ignatius Kung Pin-Mei, Óscar Biscet e Saeed Abedini?

Por que tão poucos lembram aqueles que realmente lutaram contra os horrores do Apartheid, movidos por um genuíno senso antirracista e pró-liberdade?

Refiro-me a pessoas como Mangosuthu Bethelezi, líder do Inthaka Freedom Party; e o bispo Isaac Mokoena, líder da Associação da Igreja Reformada Independente, que lutou contra a lei que impedia casamentos entre etnias e contra as sanções econômicas ocidentais.

Ressalte-se que a Igreja Católica e muitas outras denominações cristãs tiverem um importante papel na luta antiapartheid, mas hoje sofrem não só com a ingratidão, mas também com injustiças.

Jacob Zuma acusa o Cristianismo de ser o culpado pelos problemas do país.

Por que não se ouve falar dos outros casos de apartheid no continente africano, como a expulsão de milhares de negros mauritanos de suas terras (e tortura e morte de muitos outros), promovida por Ould Taya?

Por que as escolas ensinam que Mandela foi um herói? Por que o mundo inteiro se comove com a África do Sul, mas não com Serra Leoa, Sudão, Uganda, ou com os curdos?

É ingenuidade pensar que as lideranças políticas e geopolíticas — os mesmos indivíduos que mentem, falsificam, roubam, matam, e declaram guerras injustificáveis — seriam tomados por um espírito de luz que os encheria de terna compaixão pelos povos oprimidos.

O real motivo da cruzada mundial contra o Apartheid e pró-Mandela se resume a uma palavra: minérios.

A África do Sul é rica em ouro e diamantes, além de abrigar um dos 19 pontos de estrangulamento do comércio marítimo internacional. A área de influência de sua Marinha de Guerra abrange outros 7 pontos de estrangulamento no Oceano Índico.

O país possui também uma das maiores reservas de minérios estratégicos do mundo. Utilizados em ligas de alta resistência e alta tecnologia eletrônica, estes recursos são de grande interesse militar.

Até 1989, 40% de todo o ouro minerado na História era proveniente da África do Sul. Ainda hoje, o país é o maior produtor de cromo e possui 95% das reservas mundiais de metais do grupo da platina (platina, paládio, ródio, rutênio, irídio e ósmio).

Durante a guerra fria, a importância de se controlar essas jazidas atingiu novos patamares.

Após a independência em 1961, o status da África do Sul como potência regional e o crescente poderio do Partido Nacional passaram a representar uma grande ameaça aos interesses soviéticos, o suficiente para que estes tomassem providências imperialistas.

Relatórios dos serviços de inteligência sul-africanos revelaram que o objetivo do apoio soviético ao PCAS e ao CNA era de fato o controle das reservas minerais. Em 1973 o então presidente da URSS Leonid Brejnev afirmou:

Nossa meta é ganhar o controle dos dois grandes tesouros dos quais o Ocidente depende — o tesouro energético do Golfo Pérsico e o tesouro mineral da África do Sul.

A estratégia adotada era a desestabilização do regime africâner através do suporte e financiamento de movimentos comunistas revolucionários internos e externos.

Tanto o crescimento do poderio africâner quanto da influência soviética na África do Sul eram intoleráveis para os líderes corporativistas anglo-americanos que controlavam as minas desde os tempos coloniais.

A resposta dos banqueiros ocidentais foi garantir sua posição valendo-se do método soviético, já testado em campo.

Relatórios policiais indicam que em 1984, Gavin Reddy, CEO da Anglo-American Mining Corporation, já estava em plena negociação com líderes do CNA exilados na Zâmbia.

A empresa foi fundada na África do Sul pelo banco J.P. Morgan e por Ernst Oppenheimer, empresário do ramo de ouro e diamantes que também controlava o cartel de mineradoras De Beers.

O lobby dos governos ocidentais, grandes corporações, grandes bancos e instituições midiáticas havia se organizado para assumir o patrocínio da CNA, organização oficialmente amparada pela diplomacia americana na época.

Um artigo de 1983 publicado por Thomas G. Karis, colaborador da ONU, declara que seria vantajoso para os EUA ver pessoas como Mandela no poder.

A partir de 1986 o presidente americano Ronald Reagan impôs sanções ao governo sul-africano, pressão para boicote internacional, retirada da CNA da lista de organizações terroristas e a ordem de soltura de prisioneiros, incluindo Mandela.

O motivo não era as atrocidades racistas do regime, mas a aliança com o CNA, que uma vez no poder, favoreceria a agenda dos cartéis anglo-americanos.

O senador americano Jesse Helms, que se opôs às sanções, notou que esta medida não estava ligada aos problemas de segregação racial, mas sim à transferência de poder para as elites comunistas do movimento antiapartheid. As lideranças negras não comunistas foram completamente esquecidas.

Na mesma época a mídia iniciou um amplo trabalho de marketing pessoal para construir a imagem de Mandela como herói e libertador.

A manipulação da opinião pública no Ocidente legitimou politicamente não apenas as sanções como também os planos de transferência de poder.

Ao assumir o poder, o CNA cumpriu sua parte do acordo. O partido de Mandela não adotou medidas marxistas-leninistas, mas sim medidas corporativistas keynesianas, oferecendo concessões a grandes corporações ocidentais para exploração de minérios e outros ativos estratégicos.

Em 1994 o CNA submeteu seu plano econômico a Harry Oppenheimer, filho de Ernst, e que havia financiado movimentos revolucionários entre as décadas de 1970 e 1980.

Mandela era seu amigo pessoal e disse que “suas contribuições para construir uma parceria entre grandes corporações e o novo governo democrático neste primeiro período de regime democrático merecem todo o apreço”.

Mandela também afirmou, em 1996, que a privatização das “paraestatais” herdadas da era do apartheid é a política fundamental do CNA.

O que ele chama de “privatização” são na realidade concessões a grandes corporações em detrimento da livre competição de mercado.

Diversas agências do governo americano, incluindo o Departamento de Defesa supervisionam programas de cooperação comercial. Bilhões de dólares de ajuda externa arrancados dos americanos pobres são enviados aos sul-africanos ricos e politicamente bem relacionados.

Os negócios entre África do Sul e o eixo Washington-Londres decolam. Mas a vida do cidadão comum sul-africano está cada vez pior devido à ausência do autêntico capitalismo.

Talvez o fato mais triste de todo esse jogo de interesses sejam os diamantes de sangue, cuja mineração utiliza trabalho escravo e cujas receitas fomentem batalhas entre senhores da guerra africanos.

Trata-se de uma indústria monopolística chefiada pela DeBeers Consolidated Mines, esta controlada pelo Rothschild Bank de Londres.

A mineradora persuadiu governos do mundo todo, através de lobby, a negociar toda a produção de diamantes através da DeBeer’s Central Selling Organization (CSO).

O mercado de diamantes não é livre. As determinações regulatórias impostas pelas agências da ONU e pelos estados servem aos interesses do cartel, perseguindo produtores independentes.  Ao mesmo tempo a DeBeers consegue qualquer certificação que necessite, independentemente de seus métodos de exploração, trabalhando em conjunto com governos africanos e membros da comunidade internacional.

A África do Sul produz mais de 1 bilhão de dólares anuais em diamantes.

Em 2006 o cineasta Edward Zwick viajou à África para filmar “Diamantes de Sangue“, um filme a respeito da Guerra Civil de Serra Leoa (1991-2002).

O longa-metragem mostra a tragédia causada pelo monopólio da DeBeers, incluindo o sequestro de civis pela Frente Revolucionária Unida (um grupo guerrilheiro de Serra Leoa) para trabalhar nas minas. Na ocasião Mandela enviou a Zwick uma carta de advertência:

Seria profundamente lamentável se a produção do filme inadvertidamente obscurecesse a verdade, e como resultado, levasse o mundo a acreditar que a resposta apropriada seria parar de comprar diamantes produzidos na África.

A verdade é que Mandela, a serviço da URSS quando guerrilheiro, passou a servir aos banqueiros de Londres quando estadista.

Mentiroso contumaz, fingiu defender os direitos individuais enquanto endossava o genocídio. Fingiu defender a união entre os povos enquanto protegeu apenas a união de cartéis e de esquemas políticos. Fingiu defender a paz enquanto lucrava com a guerra.

Acenou para as nossas crianças com a mão encharcada de sangue inocente. Seu legado de horror ainda assombrará a África do Sul por muitos anos.

Agradecimentos

Tatiana Villas Boas Gabbi, por sua colaboração inestimável ao adequar minhas referências bibliográficas às normas vigentes; Ariel Barja e Fernando Fiori Chiocca pelas excelentes sugestões de sites e artigos

 

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Nelson Mandela – The Bombing Record. Censorbugbear – Uncensored South African News (CBB), 20. Mai. 2011. Disponível em: <http://www.censorbugbear.org/black-racism/terrorism/nelson-mandela-the-bombing-record>. Acesso em 7. Set. 2013.

Legal Terrorism.The Aida Parker Newsletter. Issue No. 200, Out. 1996. Disponível em <http://www.cycad.com/cgi-bin/Aida/aida-200.html>. Acesso em 15. Nov. 2013.

WILLCOCK, S.; PARKER, A. Lest we forget: the Truth about Nelson Mandela.pdf In Bible Based Ministries, 12. Jul. 2013. Disponível em <http://www.biblebasedministries.co.uk/2013/07/12/lest-we-forget-the-truth-about-nelson-mandela/>. Acesso em 15. Nov. 2013.

“Terrorist” Mandela never renounced violence. Zimeye, 15. Ago. 2011. Disponível em <http://www.zimeye.org/terrorist-nelson-mandela-never-renounced-violence/>. Acesso em 10. Set. 2013.

Hidden globalist agenda behind Mandela’s ANC rise to power in South Africa. Northland: Uncensored Magazine, 21. Fev. 2010. Disponível em <http://uncensored.co.nz/2010/02/21/hidden-globalist-agenda-behind-mandela%E2%80%99s-anc-rise-to-power-in-south-africa/>  Acesso em 8. Out. 2013.

National Response to TRC Report (Subject for Discussion). 25. Fev. 1999. Publicado em 2005 no site do South Africa’s Parliamentary Monitoring Group. Disponível em <http://www.pmg.org.za/docs/2005/990225trcdebate.htm>. Acesso em 19. Set. 2013.

JENKINS L. Black hate crime of the week – The great Mandela lie. In: The Hernando Heckler Blog, 6. Dez. 2013. Disponível em <http://hernandoheckler.wordpress.com/2013/12/06/black-hate-crime-of-the-week-the-great-mandela-lie/>. Acessado em 6. Dez. 2013.

NEWMAN, A. South Africa Facing White Genocide, total communist takeover. In: New American, 04. Ago. 2012. Disponível em <http://www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/12326-south-africa-facing-white-genocide-total-communist-takeover>. Acessado em 17. Out. 2013.

Mandela honours “monumental” Oppenheimer. In IOL, 21. Ago. 2000. Disponível em <

http://www.iol.co.za/news/politics/mandela-honours-monumental-oppenheimer-1.47780?ot=inmsa.ArticlePrintPageLayout.ot>. Acessado em 8. Dez. 2013.

SCHLUSSEL, D. Nelson “Kill the Whites” Mandela, Friend of HAMAS/PLO, Anti-Israel Racist, Dead; VIDEO: “Kill the Whites”.  Em Debbie Schlussel, 6. Dez. 2013. Disponível em <

http://www.debbieschlussel.com/67724/nelson-kill-the-whites-mandela-friend-of-hamasplo-anti-israel-racist-dead/>. Acessado em 6. Dez. 2013.

Zille, H. Real Cause of Black South Africans’ Poverty. In: Zimeye, 27. Jan. 2013. Disponível em

<http://www.zimeye.org/real-cause-of-black-south-africans-poverty/>. Acessado em 5. Out. 2013.

NEWMAN, A. New evidence shows Mandela was a senior communist party member. In New American, 13. Dez. 2012. Disponível em <http://www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/13920-new-evidence-shows-mandela-was-senior-communist-party-member>. Acessado em 29. Set. 2013.

FARRON, S. Prejudice is Free, but Discrimination has Costs. Journal of Libertarian Studies, 2000;14: 179-245. Disponível em: <http://mises.org/journals/jls/14_2/14_2_3.pdf>. Acessado em 20. Set. 2013

UNIVERSITY OF MISSOURI-KANSAS CITY (UMKC) SCHOOL OF LAW. Famous trials, LINDER, D. O . The Nelson Mandela (Rivonia) Trial 1963-1964. “The Nelson Mandela (Rivonia) Trial: an account”, 2010. Disponível em: <http://law2.umkc.edu/faculty/projects/ftrials/mandela/mandelaaccount.html> Acessado em 14. Out. 2013.

Mandela taken off US terror list. In BBC News Channel, 1. Jul. 2008. Disponível em <http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/7484517.stm>. Acessado em 8. Set. 2013.

GOES, M. P. Não chore a morte de Nelson Mandela: É um racista que odeia branco e é comunista da pior espécie. In: Libertar.in, 6. Dez. 2013. Disponível em <http://www.libertar.in/2013/12/nao-chore-morte-de-nelson-mandela-e-um.html>. Acessado em 6. Dez. 2013.

What is Nelson Mandela’s legacy?  Genocide Watch tells us simply this:
Since 1994, more than 70000 (and counting)white South Africans have been murdered of which more than 4000 were commercial farmers. Exact figures are very hard to come by as the South African police fail to report most of the murders that take place.
These numbers are thus conservatively estimated.
As the white population of South Africa was 4 434 697 according to the official state census in 1996, and more than 400 000 white South Africans have left the country, it could be estimated that nearly 2% of white South Africans have been murdered in the 18 years of democracy. Compare that to the 7518 black people that were murdered by the Apartheid government, which comes to a percentage of 0.02% of the black population.
(And no, you can’t compare people killed by the security forces with people killed by civilians, but I’m sure that if you look up white on black civilian murders during Apartheid, it would still be very low indeed.)
There were roughly 128 000 commercial farmers in South Africa in 1980. Today there are 40000 commercial farmers left in South Africa.
Since 1994, more than 4000 farmers have been murdered and many more maimed, tortured, raped and assaulted. It was established that more white farmers die per year is South Africa than soldiers in Vietnam

Payback, right? These white people deserve their fate for having been born white in a world that hates the simple fact they dare to exist. [Two more S.African farmers killed: death toll ow at 3,037, Digital Journal, 2-17-2009]:

Two more South African farm dwellers were murdered – bringing the death rate for white commercial farm dwellers to 3,037 since apartheid rule ended in 1994. Killed at his smallholding were lawyer Doppie de Villiers; and livestock farmer David Greig.

Doppie de Villiers’ son, sheep farmer Johnnie, who lived on the same smallholding in the Bronkhorstspruit district north of Pretoria with his lawyer dad, who was 66, was deeply traumatised after finding his dad tortured and murdered. The father and son lived in homes on the same agricultural smallholding near Bronkhorstspruit. His father was a lawyer at the Cullinan law courts nearby.
These murder attacks don’t only occur on farms: many — mostly Afrikaner — families are also attacked in exactly the same way in the cities and suburbs, in an upsurge of armed violence targetting this ethnic-European-minority.
South Africa has about 3-million Afrikaners, descendants of Voortrekker Boers who first arrived there as indentured farmers to produce fresh crops for the Dutch East India Company ‘s ships to the Spice Islands — who stopped at the Cape of Good Hope to replenish their fresh food and water on these long voyages during the 17th century. The murdered Mr de Villiers’ rugged farmer-son Johnny – who often went horseback riding with his dad — burst into tears as he related to Afrikaans journalist Virginia Keppler of the Beeld daily how he had first ‘run up and down like a madman’ when he found his tied up dad lying just inside the front door in a blood-smeared hallway at 8am.

Remember the truth of lynching in the United States? [Lynchings in USA over an 86-year time-span vs. Homicides in Detroit over a 10-year time-span, SBPDL, 10-18-2013] Though Oprah Winfrey claimed “millions of black people were lynched,” it turns out only 3,446 blacks werelynched between 1882-1968:

From 1882-1968, 4,743 lynchings occurred in the United States.  Of these people that were lynched 3,446 were black.  The blacks lynchedaccounted for 72.7% of the people lynched. 
  Out of the 4,743 people lynched only 1,297 white people were lynched.  That is only 27.3%.  Many of the whites lynched were lynched for helping the black or being anti lynching and even for domestic crimes.
So, over a span 86 years, 3,446 black people were lynched (many were lynched for actual crimes, mind you); that’s roughly 40/lynchings per year.
If we are to take the numbers of Genocide Watch seriously, in 19 short years more than 4,000 white farmers in South Africa have been murdered by the new ruling elite there, those black residents who democratically elected Mandela. That’s 210 white farmers murdered/ per year by blacks in South Africa.  [Rural White South Africa: Afraid, and Armed, New York Times, 7-16-1998]:

Barely 15 minutes after Jeanne Pereira hit the panic button on her new radio system, she could see her neighbors’ banged-up trucks tearing down the roads to her avocado farm here. Before the dust had settled, two bedraggled black men had surrendered. Laborers on the farm had spotted them kneeling in the tall grass, surveying the main house from the orchard.

”The response was so quick, it was very nice,” said Mrs. Pereira, who is white. Within minutes of the capture, she had her maid handing out mugs of coffee to the farmers, who mingled casually in her yard, shotguns and automatic rifles on their shoulders. ”I was so nervous when my workers said they saw there were two boys out here with guns,” she said.

The white farmers here, like many elsewhere in the country, are numbering their farms on color-coded maps and setting up command posts in their basements where automatic weapons, helmets, gas masks and bulletproof vests are at the ready.

Attacks on the farmers have been mounting. In the last four years, nearly 500 have been killed. Since January there have been 371 attacks on farms resulting in 75 deaths. Some assaults have been particularly brutal. In May, for instance, a 60-year-old farmer recovering from a hip replacement operation was tortured and had his throat slit; he died as he sat in his wheelchair. The intruders then waited an hour for his 52-year-old wife to get home; they raped her and killed her, too.

The farmers may well be feeling the heat of a crime wave that has swept across this country. But many farmers believe that the attacks are more calculated — the work of black militants aiming at a group that remains among the most right-wing in the country. The gang that assaulted the 60-year-old farmer, Donald de la Field, took nothing but a revolver and left behind a note saying ”Kill the Boers,” a phrase that was popular during the struggle against apartheid.

In March, men who attacked a farm outside Pretoria told a mixed-race woman who tried to protect her white husband that they killed only whites, not Coloreds, the South African term for those of mixed race. In other incidents, the attackers reportedly claimed they were members of Umkhonto we Sizwe (Spear of the Nation), the armed wing of the African National Congress when it was fighting apartheid.

It’s not Genocide Watch’s reporting we should worry ourselves with; it’s that we are watching genocide take place in South Africa right now that we should worry ourselves with.

That’s Nelson Mandela’s legacy.

Worse: no one wants to know the reality of black on white crime in America, which would be blamed on the legacy of slavery and Jim Crow (as the murders of white South Africans is blamed on the legacy of Apartheid by media outlets like Reuters [Farm murders highlight apartheid’s toxic legacy in South Africa, Reuters.com, 11-28-2012])

http://stuffblackpeopledontlike.blogspot.com.br/2013/12/nelson-mandelas-legacy-210-white-famers.html

Posted by Stuff Black People Don’t Like at 10:20 AM

Refuting Obama’s Statement that America was not a Christian Nation

02/12/2013

“Whatever we once were, we are no longer a Christian nation.”

– President Barack Obama, June 28, 2006

Wouldn’t it be interesting to find out “whatever we once were”?

Originally, laws that governed personal behavior were under states’ jurisdiction, not federal.

ChristianNation01

 

People today are aware that some states allow minors to consume alcohol, and others do not; some states have smoking bans, and others do not; some states allow gambling, and others do not; some states attempt to limit the Second Amendment, and others do not; some states allow gay marriage, and others do not; and one state allows prostitution, while the rest do not.

At the time the Constitution was written, religion was under each individual state’s jurisdiction, and each state expanded religious tolerance at its own speed.

The U.S. Constitution went into effect June 21, 1788, when two-thirds of the states ratified it.

What was in those original 13 state Constitutions concerning religion at the time those states ratified the U.S. Constitution? [Caps added throughout for emphasis.]

DELAWARE – first to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1776 state constitution:

“Every person … appointed to any office … shall … subscribe … ‘I … profess faith in GOD THE FATHER, and in JESUS CHRIST His only Son, and in the HOLY GHOST, one God, blessed for evermore; and I do acknowledge the Holy Scriptures of the Old and New Testament to be given by Divine inspiration.’”

PENNSYLVANIA – second to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1776 state constitution, signed by Ben Franklin:

“Each member, before he takes his seat, shall … subscribe … ‘I do believe in one GOD, the Creator and Governor of the Universe, the Rewarder of the good and the Punisher of the wicked. And I do acknowledge the Scriptures of the Old and New Testament to be given by Divine Inspiration.’”

NEW JERSEY – third to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1776 state constitution:

“All persons, professing a belief in the faith of any PROTESTANT sect, who shall demean themselves peaceably under the government … shall be capable of being elected.”

GEORGIA – fourth to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1777 state constitution:

“Representatives shall be chosen out of the residents in each county … and they shall be of the PROTESTANT religion.”

CONNECTICUT – fifth to ratify the U.S. Constitution, retained its 1662 Colonial Constitution, which was established PROTESTANT CONGREGATIONAL, till 1818:

“By the Providence of GOD … having from their ancestors derived a free and excellent Constitution … whereby the legislature depends on the free and annual election. … The free fruition of such liberties and privileges as humanity, civility and CHRISTIANITY call for.”

MASSACHUSETTS – sixth to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1780 state constitution, written by John Adams:

“Any person … before he … execute the duties of his … office … [shall] subscribe … ‘I … declare, that I believe the CHRISTIAN religion, and have a firm persuasion of its truth.’ … The legislature shall … authorize the support and maintenance of public PROTESTANT teachers of piety, religion and morality.”

MARYLAND – seventh to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1776 state constitution:

“No other test … ought to be required, on admission to any office … than such oath of support and fidelity to this State … and a declaration of a belief in the CHRISTIAN religion.”

SOUTH CAROLINA – eighth to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1778 state constitution:

Read more: http://freedomoutpost.com/2013/12/refuting-obamas-statement-america-christian-nation/#ixzz2mJ855SC2
Read more at http://freedomoutpost.com/2013/12/refuting-obamas-statement-america-christian-nation/#DOPc773PQw2RK4JG.99

19 de novembro de 2013 – 150 anos do Discurso de Lincoln em Gettysburg-Pennsylvania

16/11/2013
PASSARAM-SE 150 ANOS E A AMERICA AINDA ESTÁ DE PÉ?
E em 2063?
Gettysburg-Pennsylvania-USA –  President Lincoln´s Address – 19 novembro de 1863
Gettysburg Address Abraham Lincoln was the second speaker on November 19, 1863, at the dedication of the Soldiers’ National Cemetery at Gettysburg-Pennsylvania
Bliss-copy

“Fourscore and seven years ago our fathers brought forth on (upon) this continent a new nation, conceived in liberty and dedicated to the proposition that all men are created equal.

Now we are engaged in a great civil war, testing whether that nation or any nation so conceived and so dedicated can long endure.

We are met on a great battlefield of that war.

get

foto aérea de Gettysburg-Pennsylvania-Google Maps

We have come to dedicate a portion of that field as a final resting-place for those who here gave their lives that that nation might live.

It is altogether fitting and proper that we should do this.

But in a larger sense, we cannot dedicate, we cannot consecrate, we cannot hallow this ground.

The brave men, living and dead who struggled here have consecrated it far above our poor power to add or detract.

gettyspin

foto aérea do Estado da Pennsylvania

The world will little note nor long remember what we say here, but it can never forget what they did here.

It is for us the living rather to be dedicated here to the unfinished work which they who fought here have thus far so nobly advanced.

It is rather for us to be here dedicated to the great task remaining before us–that from these honored dead we take increased devotion to that cause for which they gave the last full measure of devotion–that we here highly resolve that these dead shall not have died in vain, that this nation under God shall have a new birth of freedom, and that government of the people, by the people, for the people shall not perish from the earth.”

GettysburgAddress

jornal da época dando a íntegra do discurso do Presidente Lincoln em  Gettysburg-Pennsylvania

Gettysburg Battlefield Visitor

Gettysburg Battlefield Tours & Visitor Information

Classic Yellowstone Bus

Premier Battlefield Tours

Battlefield Tours for Kids

An Evening Tour: Greatest Stories

Sidetrip Tours to Harpers Ferry & Antietam

The Winery Bus (Tastings at two wineries)

Ghosts

Premier Gettysburg Battlefield Tours

Happy Tour TakersThe Gettysburg Batttlefield is much larger than most people expect — more than 10,000 acres — and it is criss-crossed by more than 40 miles of battlefield avenues. There are more than 1,450 monuments, markers and plaques on the field.

Take a look at our Gettysburg Battlefield Places and Stories page for a sample of what Gettysburg is all about.Our Gettysburg tours will give you a clear understanding of what happened here, why it happened here and why Gettysburg is so important in American history.

You’ll see all the important places and you’ll see them in a sequence that makes it much easier to understand everything. These Gettysburg tours are the highlight of any visit to this hallowed battlefield.

Our Premier Gettysburg Tour is a comprehensive battlefield tour lasting about 2 & 1/2 hours. We take you to all the famous places and provide you with a clear explanation of the events that took place here.

This tour makes two stops: The first is at the location where Abraham Lincoln delivered the Gettysburg Address and the second is at Little Round Top, site of one of the Battle’s most famous chapters and a stunningly beautiful prominence providing a panoramic view of almost the entire battlefield.

Ever wonder why a battle was fought at Gettysburg? Take a look at this great little summary ……Gettysburg Battlefield Tour PrimerDeparture times and costs for our Premier Gettysburg Tours are as follows:

Premier Gettysburg Tours: 2 hours & 30 minutes

The Gettysburg Battlefield
DEPARTURES DAILY AT: 10AM ~ 12 Noon ~ 2PM ~ 4PM

Adults (12 & over) – $24.95
Kids – $12
Under six – Free

FAMILY DISCOUNTS (10%) FOR FAMILIES OF FIVE OR MORE

FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

All of our tours depart from our ticket center located at the American Civil War Wax Museum Complex located at 297 Steinwehr Avenue in Gettysburg. There is a large parking area at this location and our ticket center is located just inside the Museum’s lobby entrance. We would ask that you arrive and check in with us at this location at least fifteen minutes prior to the scheduled departure time of your tour.

Our Classic Buses

Battlefield Tour BusFor our Premier Battlefield Tour, you’ll ride in one of our classic 15-passenger Park Buses and enjoy the special attention that is only available when you are part of such a small group.

Believe me, the small group size makes a huge difference and you’ll love it.

We also have a fleet of modern mid-sized buses and we use these sometimes if the weather is especially troublesome. They are also available for larger charter groups.

Battlefield Tours for Kids

Battlefield Tour For KidsWe offer a special tour designed for kids that is both fun and educational.

It’s a complete tour of the battlefield that is filled with exciting true stories about the battle and many of the men who lived through it (and some who didn’t). We also include an extra stop with some special activities that help kids understand the “The Life of the Civil War Soldier”.

This is a great American history tour for kids and adults alike.

If you are coming to Gettysburg with your children or grandchildren or your nieces or nephews, this tour is positively the one you want them to take.

For more information, including departure times and ticket prices , please see our Kids Tour Page

Always Free Pick-Up at Park Service Visitor Center and Area Hotels

An Evening Tour: Gettysburg’s Greatest Stories

Old Town TourIf we weren’t so politically correct, we’d say that women absolutely love this tour (it focuses on human interest stories rather than military tactics). But we are just so PC that we won’t say that. We’ll just say that everybody absolutely loves this tour.

Come along on one of our classic Yellowstone Park buses for an hour-long ride through the streets of Old Town Gettysburg. You’ll hear fascinating true stories about some of the extraordinary people who lived here during the great battle (and at other times).

The Town of Gettysburg (population 7,500) sits right smack in the middle of the Battlefield and there was tremendous fighting right through the streets of the town on the first day of the battle. The Confederates had the upper hand that day and the town fell under Rebel occupation.

History buffs will note that this was the last time an American city or town has been occupied by an invading army.

This tour is an absolute “must” for those of you (women and men) who have been to Gettysburg several times and are convinced that you know “everything there is” about the Battle of Gettysburg (it’s usually men who think that).

If that sounds like a challenge to all you Civil War Nuts, you’re right.

For more on this wonderful little tour…..Gettysburg’s Greatest Stories Tour

Gettysburg’s Greatest Stories Tours : About an hour and a quarter

WEDNESDAY-SATURDAY EVENINGS 5 PM

Adults – $22
Kids – $17
Under six – Free

CALL 717-334-8000 FOR RESERVATIONS

The Winery Bus

HistoricCome along for a splendid afternoon of fine wine and glorious scenery on our ride to two wineries nestled in the foothills of the South Mountains near Gettysburg.

Located just a few minutes west of town, these fabulous wineries offer unique tastes and superb hospitality.

  • Adams County Winery, the Grand Dad of local wineries, is an award-winning icon in these parts where the legendary vintners produce some of the area’s most acclaimed wines.
  • Hauser Estate Winery has established itself as a must-see landmark in our region and offers noble wines and stunning views of the Gettysburg Plains from the ridgetop of South Mountain.


For this tour, you’ll ride in one of our modern motor coaches.

The Winery BusDepart at 1 pm ~~~ Return at 4:30 pm
Every Monday, Wednesday & Saturday
$25 Per Person
FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

Sidetrip Tours to Harpers Ferry & Antietam

Harpers FerryOnly 50 miles southwest of Gettysburg at the confluence of the Shenandoah and Potomac Rivers, Harpers Ferry is the site of the famous raid by John Brown in 1859 that lit the fuse leading to the American Civil War. Surrounded by the stunning elevations of Bolivar Heights, Maryland Heights and Loudoun Heights, the strategic little town changed hands eight times during the war.

We’ll take you from Gettysburg to the Visitor Center at Harpers Ferry in just over an hour to begin your tour, including the building where John Brown was captured.

After touring the town, you’ll be free to have lunch on your own at any of the local eateries and we’ll then reboard our bus at 1:00 pm and head north for the fourteen-mile trip to Sharpsburg, Maryland and the famous Antietam Battlefield, scene of the bloodiest one-day battle in the entire Civil War (23,000 casualties).

We’ll stop at the Antietam Visitor Center and then proceed on our tour through the Battlefield itself with stops at all the famous landmarks: Burnside Bridge, Bloody Lane, Dunker Church, The Cornfield……and more.

We’ll then head for home and arrive back in Gettysburg at about 5:00 pm.

This tour will be in one of our modern 27-passenger air-conditioned motor coaches.

Tours are offered every Tuesday, Thursday and Sunday through the summer. Call for special group tours on any other day.

Advance reservations are required.

Sidetrip Tour to Harpers Ferry & AntietamDepart Gettysburg at 9:15 am ~~~ Return at 5:00 pm
Offered Every Tuesday, Thursday & Sunday
$54 Per Person
FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

For Reservations

Call 717-334-8000

We will ask for a Visa or Mastercard number in order to secure a reservation.

Reservations may be cancelled without penalty anytime up to within 48 hours of the reserved tour date and time. After that time, you will be responsible for the full fare value of the original reservation.

Map Of The Gettysburg Battlefield


Here’s a Great Gettysburg Battlefield Map that downloads quickly and prints to a regular 8.5 x 11 inch page.

Gettysburg Battlefield Map

Come On Along……

Gettysburg Battlefield

THE HISTORIC TOUR COMPANY

FOR ALL YOUR GETTYSBURG TOURS
297 Steinwehr Avenue
Gettysburg, Pennsylvania 17325

717-334-8000

Many thanks.

Looking forward to seeing you in the Most Famous Small Town in the World

How do we look so far?

email questions to:

greatbuses@superpa.net

Historic Tours Gettysburg

Historichttp://www.historictourcompany.com/

 

Big day in history–The Gettysburg Address.  This copy is fromm the History Channel

“On November 19, 1863, at the dedication of a military cemetery at Gettysburg, Pennsylvania, during the American Civil War, President Abraham Lincoln delivers one of the most memorable speeches in American history. In just 272 words, Lincoln brilliantly and movingly reminded a war-weary public why the Union had to fight, and win, the Civil War.

The Battle of Gettysburg, fought some four months earlier, was the single bloodiest battle of the Civil War. Over the course of three days, more than 45,000 men were killed, injured, captured or went missing.  The battle also proved to be the turning point of the war: General Robert E. Lee’s defeat and retreat from Gettysburg marked the last Confederate invasion of Northern territory and the beginning of the Southern army’s ultimate decline.

Charged by Pennsylvania’s governor, Andrew Curtin, to care for the Gettysburg dead, an attorney named David Wills bought 17 acres of pasture to turn into a cemetery for the more than 7,500 who fell in battle. Wills invited Edward Everett, one of the most famous orators of the day, to deliver a speech at the cemetery’s dedication. Almost as an afterthought, Wills also sent a letter to Lincoln—just two weeks before the ceremony—requesting “a few appropriate remarks” to consecrate the grounds.

At the dedication, the crowd listened for two hours to Everett before Lincoln spoke. Lincoln’s address lasted just two or three minutes. The speech reflected his redefined belief that the Civil War was not just a fight to save the Union, but a struggle for freedom and equality for all, an idea Lincoln had not championed in the years leading up to the war. This was his stirring conclusion: “The world will little note, nor long remember what we say here, but it can never forget what they did here. It is for us the living, rather, to be dedicated here to the unfinished work which they who fought here have thus far so nobly advanced. It is rather for us to be here dedicated to the great task remaining before us—that from these honored dead we take increased devotion to that cause for which they gave the last full measure of devotion—that we here highly resolve that these dead shall not have died in vain—that this nation, under God, shall have a new birth of freedom—and that government of the people, by the people, for the people, shall not perish from the earth.”

Reception of Lincoln’s Gettysburg Address was initially mixed, divided strictly along partisan lines. Nevertheless, the “little speech,” as he later called it, is thought by many today to be the most eloquent articulation of the democratic vision ever written.”

Carta de um ex homossexual aos jovens. Imperdível!

08/11/2013

Michael Glatze, americano, 35 anos, ex-diretor de uma importante revista LGBT dos E.U.A. e ex-homossexual, para a juventude:

A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.

Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai morreu quando eu tinha 13. Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.

Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14. Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.

Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem. Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.

Em seguida, nasceu a revista Young Gay America(América Gay Jovem). Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revista Young Gay America decolou.

Os gays reagiram com alegria à revistaYoung Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.

Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.

Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.

Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays. Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.

Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.

O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.

A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.

Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.

Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.

Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como ofato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.

Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.

Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso — e realmente orava sobre isso — que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.

Michael Glatze, à esquerda

Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.

A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.

Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo.

O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.

Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total. Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.

O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo. Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.

O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.

Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.

Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda. O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis. A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.

Em minha experiência, “sair do armário” da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.

A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa. É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.

Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”. A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir. Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe. O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.

Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.

Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.

A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres. Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.

Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida. Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.

O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.

A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual. Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.

Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.

Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes. Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria.

Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes. Tenho experiência própria. Conheço a verdade.

Deus nos deu a verdade por um motivo. A verdade existe para que possamos ser nós mesmos. Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.

A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.

Postado em: http://carloslopesshalom.wordpress.com/

34 anos da invasão da embaixada americana em Teerã-Irã – Iranian activists storm the United States embassy in Tehran on November 4, 1979

03/11/2013
Iran is continuing to try and arm itself with nuclear weapons; it has not changed its goal, the method maybe, but not the goal, and it has not changed its ideology.

I call your attention to the fact that tomorrow the regime will mark the 34th anniversary since the seizure of the US Embassy in Tehran – they call this ‘Death to America Day.’ This makes it clear that pressure on the Iranian regime must be continued.

The pressure has brought them to the negotiating table. I am convinced that if the pressure is maintained and not relaxed, Iran will dismantle its military nuclear capabilities, and if the pressure is relaxed, Iran will advance toward this goal. We are committed to ensuring that it does not reach its realization.

Iran is continuing to try and arm itself with nuclear weapons; it has not changed its goal, the method maybe, but not the goal, and it has not changed its ideology.

I call your attention to the fact that tomorrow the regime will mark the 34th anniversary since the seizure of the US Embassy in Tehran – they call this 'Death to America Day.' This makes it clear that pressure on the Iranian regime must be continued. The pressure has brought them to the negotiating table. I am convinced that if the pressure is maintained and not relaxed, Iran will dismantle its military nuclear capabilities, and if the pressure is relaxed, Iran will advance toward this goal. We are committed to ensuring that it does not reach its realization.

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Da série: passando raiva no politicamente correto

03/11/2013

The First Legal Slave Owner in What Would Become the United States was a Black Man

http://www.todayifoundout.com/index.php/2013/08/the-first-legal-slave-owner-in-what-would-become-the-united-states-was-a-black-man/

DAVEN HISKEY AUGUST 23, 2013 14

johnsonToday I found out the first legal slave owner, in what would eventually become the United States, was a black man.

The man was Anthony Johnson.  Johnson first came over to America as an indentured servant, arriving in 1620 in the Colony of Virginia.  He did not come over willingly, as many did, agreeing to become indentured servants in exchange for passage to the New World. Rather, Johnson was captured in Angola by neighboring tribesmen and eventually sold to a merchant who transported him to Virginia, where he was then sold to a tobacco farmer.

Despite this, Johnson was not technically a slave, as most think of it.  He was simply required to serve the farmer for a time in exchange for room and board.  However, like slaves, indentured servants could be sold or lent out to someone else, and, for the most part, they could be punished how those that owned their contracts saw fit.

One of the biggest differences between slaves and indentured servants was that once the indentured servant’s contract was up, depending on the agreement made with the person paying for transport, often the former servant would be given some small compensation for their services to help them get their start as free individuals.  This might include some amount of land, food (often a year’s worth), clothing, and tools.

During their time serving, indentured servants also typically learned some trade as they worked, which was significant for many who chose to make the journey to the Americas as indentured servants- often poor, uneducated individuals, lacking a trade, and in search of the promise of a better life.  Because of this, in the early days, most indentured servants in the British colonies in America were actually Irish, English, German, and Scottish, rather than African.

Johnson, of course, didn’t choose to come over. Nevertheless, once in America, he toiled away as a tobacco farmer for the duration of his contract.  During this time, he also met a woman (soon to be his wife) named simply “Mary”, who had been brought over to America about two years after Johnson, with her contract also being purchased by the same man who owned Johnson’s contract.

In 1635, after working on the tobacco farm for about 14 years, Johnson was granted his freedom and acquired land and the necessaries to start his own farm.  Sources are conflicting on whether he purchased the remaining years on his wife’s contract or whether she completed it, but in the end, the two, with their lives now their own, began working for themselves.

They soon prospered and took advantage of the “headright” system in place for encouraging more colonists, where if you paid to bring a new colonist over, whether purchasing them at the docks or arranging it before hand with someone, you’d be awarded 50 acres of land.  Similarly, those who paid their own passage would be given land under this system.

This leads us to 1654. One of Johnson’s servants, John Casor who was brought over from Africa, claimed he was under a “seaven or eight yeares” contract and that he’d completed it. Thus, he asked Johnson for his freedom.

Johnson didn’t see things this way, and denied the request. Despite this, according to Casor, Johnson eventually agreed to allow him to leave, with pressure supposedly coming from Johnson’s family who felt that Casor should be free.  Thus, Casor went to work for a man by the name of Robert Parker.

Either Johnson changed his mind or he never said Casor could go, because he soon filed a lawsuit against Parker claiming that Parker stole his servant, and that Casor was Johnson’s for life and was not an indentured servant.

Johnson ultimately won the case, and not only did he get his servant back, but Casor became Johnson’s slave for life as Johnson had said he was.  This officially made Johnson the first legal slave owner in the colonies that would eventually become the United States. (There were other slaves before this, just not ones that were legal in the British colonies under common law).

The judge’s decision on the matter was announced as follows:

This daye Anthony Johnson negro made his complaint to the court against Mr. Robert Parker and declared that hee deteyneth his servant John Casor negro under the pretence that said negro was a free man. The court seriously consideringe and maturely weighing the premisses, doe fynde that the saide Mr. Robert Parker most unjustly keepeth the said Negro from Anthony Johnson his master … It is therefore the Judgement of the Court and ordered That the said John Casor Negro forthwith returne unto the service of the said master Anthony Johnson, And that Mr. Robert Parker make payment of all charges in the suit.

About 7 years later, Virginia made this practice legal for everyone, in 1661, by making it state law for any free white, black, or Indian, to be able to own slaves, along with indentured servants, as they’d been able to have before.

While Johnson’s temporarily gain of being granted the services of one of his indentured servants for life no doubt had a positive affect on his thriving business, ultimately the gradual changing of attitudes in the colonies concerning slavery and race came back to hurt Johnson’s family, with slavery slowly becoming less about one’s original financial situation and more about where you or your ancestors were originally from.

When he died in 1670, rather than his thriving plantation going to his children, the court declared that “as a black man, Anthony Johnson was not a citizen of the colony” and awarded the estate to a white settler. Quite a contrast to the declaration in 1654 by the court that Johnson and his wife were “…inhabitants in Virginia (above thirty years) [and respected for] hard labor and known service.”

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Bonus Facts:

  • While most of the land in Johnson’s estate was taken away, his children were allowed a small portion of Johnson’s former property to use to provide for themselves, but even that 40 acres was lost by Johnson’s grandson, John Jr., when he was unable to pay his taxes one year.
  • While Johnson is generally considered by most historians to be the first legal slave owner in what would become the United States, there was one person who preceded him in 1640 who owned a slave in all but name.  The virtual slave was John Punch, ordered to be an indentured servant for life, though by law was still considered an indentured servant with all the rights that went with that.  In Punch’s case, he was made a lifelong indentured servant owing to the fact that he tried to leave before his contract was up.  When he was captured and brought back, the judge in the matter decided a suitable punishment was to have Punch’s contract continue for the rest of his life.
  • What makes Punch’s case even more interesting (and unfair) is that when he ran away, he ran away with two white indentured servants who were also seeking to get out of their contract.  The punishment for the white indentured servants was not a lifetime of servitude, though.  Rather, they were given 30 lashes with a whip and a mere additional 4 years on their contracts.
  • The average price for bringing an indentured servant over to America in the 17th century was just £6.  Meaning that under the headright system, as long as you could afford to feed, clothe, and house them, you could acquire 50 acres of land for just over £1 per 10 acres.
  • The first Africans to be imported to the Americas were brought over in the 1560s, primarily in areas controlled by Spain.  The English colonies didn’t start importing Africans until much later, around 1619, just a couple years before Anthony Johnson was brought over. The first group to the British colonies were imported to Jamestown and comprised of 20 Africans who had been aboard a Spanish ship that was attacked by a Dutch vessel.  After the Dutch crew successfully took over the Spanish ship, they were left with 20 Africans who they took to Jamestown and declared were indentured servants, trading them for supplies.
  • In Virginia, in 1662, legislatures enacted a law stating that if you owned a slave, not only were they yours for life, but any children of a slave mother would also be a slave, regardless of whether the father was a slave or not.  Before this, the father’s status was typically what was used to determine the child’s status, regardless of race or the mother.
  • A further change of the laws came in 1670 when a law was passed forbidding those of African or Indian descent from owning any “Christian” slaves.  In this case, this did not necessarily mean literal Christian slaves; if you had a black or Indian slave who was a Christian, that was fine, as they were black or Indian, and thus “heathen”, regardless of what they said or believed or even if they were baptized.
  • A further hardening of the laws came in 1699. In an attempt to get rid of all the prominent free black people, Virginia enacted a law requiring all free black people to leave the colony, to further cement the majority of free people in the colonies as non-black, and allow the tyranny of the majority with respect to those of African descent to progress unhindered.  Many did not have the funds to actually leave, and some chose to ignore the decree, as relationships between whites and free blacks tended to be as you’d expect humans to act towards one another, namely somewhat friendly in many cases; this included some intermarrying, despite the fact that to some extent this was discouraged even then, primarily because Africans were considered “heathens”.  Obviously those either from Africa or of African descent who had married someone of European descent weren’t inclined to leave their spouses and homes. In fact, it’s estimated that about 80% of all those non-slaves of African descent in the United States between 1790 and 1810 were a product of this intermarrying in the Virginia colony.

A Tolerância e a Diversidade destruindo a ex pacífica e calma Suécia – O Horror Politicamente Correto no Mundo

13/10/2013

SwedenMuslim immigrants raped over 300 Swedish children in seven months of 2013

In the first seven months of 2013, over 1,000 Swedish women reported being raped by Muslim immigrants. Over 300 of those were under the age of 15. The number of rapes is up 16% compared to 2012 numbers.

From Swedish Public Radio…

Antalet polisanmälningar om våldtäkt i Stockholms län har ökat med 16 procent hittills i år. En stor del av ökningen gäller våldtäkt av unga flickor.

Det är Brottsförebyggande Rådet, BRÅ, som tagit fram statistik som publiceras idag.

Drygt 1 000 våldtäkter har anmälts i länet under årets första sju månader.

En stor del av ökningen gäller våldtäkter av flickor under 15 år.

Enligt BRÅ har polisen i länet fått in 300 sådana anmälningar hittills i år.

NSA Please Spy The Communist Administration of Brazil – I support other 1964 Brothers Sam Plan

29/09/2013

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NSA Help Brazil:

The free people of brazil wants to know all the truth about the corruPT brazilian governament.

NSA We do not want tha brazil become a communist country, led by kleptocraPTs politicians that are assciated with communist leaders in latin america, which are all members of colombia farc and cuba narcotrafic leader Ffidel Castro Rúz.

Vexame na ONU – Dilma denuncia o que todo mundo sabe: A Rede Echelon – Diplomatas fazem força para não rirem

24/09/2013

Texto de 13 anos atrás.

LEIA NA ÍNTEGRA O IC 2000 REPORT

http://new.duncan.gn.apc.org/menu/surveillance/echelon/IC2000_Report%20.pdf

Sobre o Brasil diz:

Thomson CSF and Brazil
102. In 1994, NSA intercepted phone calls between Thomson-CSF and Brazil concerning SIVAM, a $1.3 billion
surveillance system for the Amazon rain forest.

The company was alleged to have bribed members of the
Brazilian government selection panel. The contract was awarded to the US Raytheon Corporation – who
announced afterwards that “the Department of Commerce worked very hard in support of U.S. industry on this
project”. 69 Raytheon also provide maintenance and engineering services to NSA’s ECHELON satellite
interception station at Sugar Grove.

VENEZUELA – A FALÊNCIA MORAL DE UM PAÍS

19/09/2013

Venezuela, la quiebra moral de un país http://internacional.elpais.com/internacional/2013/09/19/actualidad/1379609731_457003.html … via @el_pais

Isso só coloca EL PAIS entre os melhores jornais do mundo: NADA DISSO SE DIZ NO BRASIL SOBRE PT E SOBRE MST

La contribución de Chávez a la profundización de la violencia puede medirse en dos aspectos: limitar la represión policial para no perder votos entre su electorado y en la justificación ética del robo. Quien tiene hambre, dijo el mandatario en 1999, está habilitado para delinquir. “El apoyo a los invasores de tierras contribuyó a reforzar esa ética delincuencial, que está tan naturalizada que todos los venezolanos, en mayor o menor medida, ya consideran las normas como injustas y se sienten con el deber de romperlas”,