Posts Tagged ‘United States’

2014 começa bem para defensores dos Direitos Humanos: PM morto no combate ao crime

01/01/2014

A Primeira alegria do ano para os defensores dos Direitos Humanos: Postado agora no Facebook do Coronel Talhada:

 

“Mal começou o ano de 2014 e infelizmente já temos um PM morto no combate ao crime: O soldado PM Fernando Neves da Cunha, 29 anos de idade, pertencente ao efetivo do 28º BPM/M foi baleado e morto no bairro de Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo, por volta das 6h15 de hoje, 01 de janeiro de 2014 e que eu saiba, ninguém foi detido até o momento.

Compondo a guarnição de uma viatura, o PM acompanhava em perseguição motorizada um Toyota Corolla que havia sido roubado quando, na esquina entre a rua Inácio Monteiro e a avenida Dr. Guilherme de Abreu Sodré, ocupantes do veículo desceram do carro e entraram em um baile funk que acontecia no local.

Então, os vagabundos efetuaram disparados de armas de fogo de dentro da multidão (não houve revide por parte dos PM) e um dos disparos atingiu o Sd PM Fernando, que foi socorrido ao pronto-socorro do hospital Santa Marcelina, mas não resistiu e faleceu Mais um herói que nos deixa, mais um PM morto no combate a criminalidade.

Os defensores de bandidos devem estar vibrando de alegria, pois aumentou em muito o número de policiais mortos, enquanto caiu consideravelmente o número de bandidos mortos. Essa é a conta macabra que esses criminosos fazem: para eles, a PM está menos agressiva pois ao invés de combaterem o crime revidando aos injustos disparos, nossos PM têm morrido diariamente… Isso está errado…

É um verdadeiro Genocídio Policial… O funeral está sendo realizado na Vila Ré e o sepultamento será amanhã às 12:00 horas no Mausoléu da PM no cemitério do Araçá. Estaremos lá. Descanse em paz, irmão de farda.”

A Igreja uruguaia declara excomunhão de políticos que votaram a favor da lei do aborto

26/12/2013

http://fratresinunum.com/2012/10/20/a-igreja-uruguaia-excomunga-politicos-que-votaram-a-favor-da-lei-do-aborto/

Bispos do Uruguai cumprem promessa e declaram excomunhão automática de políticos abortistas. “A vida não é algo que se possa decidir por maiorias e minorias. Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”.

Por Religión Digital | Tradução: Fratres in Unum.com –

 

Os políticos uruguaios que votaram a favor da despenalização do aborto estão excomungados de forma “automática”, anunciou ontem o secretário da Conferência Episcopal do Uruguai (CEU), Monsenhor Heriberto Bodeant, que indicou que isso ocorria porque eles promoveram práticas “contrárias à vida”.

Para a Igreja, com a aprovação da lei, o Uruguai retrocedeu em matéria de valores humanos. Além disso, Bodeant disse que “a vida não é algo passível de plebiscito, que se possa decidir por maiorias e minorias”.

Portanto, a Igreja não participará da convocação para uma consulta popular, como promovem alguns legisladores do Partido Nacional. No entanto, se o mecanismo for ativado, tomarão uma posição, que poderá ser recomendar ou não a votar.

A Igreja manifestou também em comunicado sua “profunda dor e rechaço” à lei que despenaliza o aborto.

“Orgulhamo-nos de ser um dos primeiros países que aboliu a pena de morte; hoje nos entristecemos por ser o segundo país de América Latina a legalizar o aborto”, disse.

“A excomunhão automática é para quem colabora na execução de um aborto de maneira direta, e fazer este ato concreto é uma maneira direta (…) Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”, explicou Bodeant.

Quanto ao comportamento que a Igreja terá logo que o presidente José Mujica promulgar a lei, ele indicou que será o de anunciar a “valorização da vida”. “É um trabalho que aponta para o fortalecimento da lei escrita no coração de cada pessoa”, manifestou.

Legisladores da oposição e organizações sócias lançaram, na quinta-feira, uma comissão para analisar a melhor forma de revogar a norma que torna um direito o assassinato de bebês por nascer até 12ª semana de gestação.

“Uma parte da sociedade não vai aceitar a lei e vamos trabalhar pelos mecanismos que contribuam para revogá-la”, disse o líder do opositor Partido Nacional, Carlos Iafigliola, um dos porta-vozes da Comissão Nacional Pró-Revogação da Lei do Aborto.

As possibilidades a serem analisadas pela comissão incluem a interposição de recursos de inconstitucionalidade da nova lei, apelar à Corte Interamericana de Justiça, alegando que a lei violenta o Pacto de San José de Costa Rica, e a coleta de assinaturas para convocar um referendum sobre a norma.