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2014 começa bem para defensores dos Direitos Humanos: PM morto no combate ao crime

01/01/2014

A Primeira alegria do ano para os defensores dos Direitos Humanos: Postado agora no Facebook do Coronel Talhada:

 

“Mal começou o ano de 2014 e infelizmente já temos um PM morto no combate ao crime: O soldado PM Fernando Neves da Cunha, 29 anos de idade, pertencente ao efetivo do 28º BPM/M foi baleado e morto no bairro de Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo, por volta das 6h15 de hoje, 01 de janeiro de 2014 e que eu saiba, ninguém foi detido até o momento.

Compondo a guarnição de uma viatura, o PM acompanhava em perseguição motorizada um Toyota Corolla que havia sido roubado quando, na esquina entre a rua Inácio Monteiro e a avenida Dr. Guilherme de Abreu Sodré, ocupantes do veículo desceram do carro e entraram em um baile funk que acontecia no local.

Então, os vagabundos efetuaram disparados de armas de fogo de dentro da multidão (não houve revide por parte dos PM) e um dos disparos atingiu o Sd PM Fernando, que foi socorrido ao pronto-socorro do hospital Santa Marcelina, mas não resistiu e faleceu Mais um herói que nos deixa, mais um PM morto no combate a criminalidade.

Os defensores de bandidos devem estar vibrando de alegria, pois aumentou em muito o número de policiais mortos, enquanto caiu consideravelmente o número de bandidos mortos. Essa é a conta macabra que esses criminosos fazem: para eles, a PM está menos agressiva pois ao invés de combaterem o crime revidando aos injustos disparos, nossos PM têm morrido diariamente… Isso está errado…

É um verdadeiro Genocídio Policial… O funeral está sendo realizado na Vila Ré e o sepultamento será amanhã às 12:00 horas no Mausoléu da PM no cemitério do Araçá. Estaremos lá. Descanse em paz, irmão de farda.”

A Igreja uruguaia declara excomunhão de políticos que votaram a favor da lei do aborto

26/12/2013

http://fratresinunum.com/2012/10/20/a-igreja-uruguaia-excomunga-politicos-que-votaram-a-favor-da-lei-do-aborto/

Bispos do Uruguai cumprem promessa e declaram excomunhão automática de políticos abortistas. “A vida não é algo que se possa decidir por maiorias e minorias. Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”.

Por Religión Digital | Tradução: Fratres in Unum.com –

 

Os políticos uruguaios que votaram a favor da despenalização do aborto estão excomungados de forma “automática”, anunciou ontem o secretário da Conferência Episcopal do Uruguai (CEU), Monsenhor Heriberto Bodeant, que indicou que isso ocorria porque eles promoveram práticas “contrárias à vida”.

Para a Igreja, com a aprovação da lei, o Uruguai retrocedeu em matéria de valores humanos. Além disso, Bodeant disse que “a vida não é algo passível de plebiscito, que se possa decidir por maiorias e minorias”.

Portanto, a Igreja não participará da convocação para uma consulta popular, como promovem alguns legisladores do Partido Nacional. No entanto, se o mecanismo for ativado, tomarão uma posição, que poderá ser recomendar ou não a votar.

A Igreja manifestou também em comunicado sua “profunda dor e rechaço” à lei que despenaliza o aborto.

“Orgulhamo-nos de ser um dos primeiros países que aboliu a pena de morte; hoje nos entristecemos por ser o segundo país de América Latina a legalizar o aborto”, disse.

“A excomunhão automática é para quem colabora na execução de um aborto de maneira direta, e fazer este ato concreto é uma maneira direta (…) Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”, explicou Bodeant.

Quanto ao comportamento que a Igreja terá logo que o presidente José Mujica promulgar a lei, ele indicou que será o de anunciar a “valorização da vida”. “É um trabalho que aponta para o fortalecimento da lei escrita no coração de cada pessoa”, manifestou.

Legisladores da oposição e organizações sócias lançaram, na quinta-feira, uma comissão para analisar a melhor forma de revogar a norma que torna um direito o assassinato de bebês por nascer até 12ª semana de gestação.

“Uma parte da sociedade não vai aceitar a lei e vamos trabalhar pelos mecanismos que contribuam para revogá-la”, disse o líder do opositor Partido Nacional, Carlos Iafigliola, um dos porta-vozes da Comissão Nacional Pró-Revogação da Lei do Aborto.

As possibilidades a serem analisadas pela comissão incluem a interposição de recursos de inconstitucionalidade da nova lei, apelar à Corte Interamericana de Justiça, alegando que a lei violenta o Pacto de San José de Costa Rica, e a coleta de assinaturas para convocar um referendum sobre a norma.

Isto em breve será proibido – Será considerado preconceito contra tipos como o lula e analfabetos em geral

24/12/2013

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O Natal narrado por Lucas, um grego:

22/12/2013

O nascimento de Jesus, (Yeshua  – Ya Salvará – Mesmo nome do sucessor de Moisés, Josué – e isso não é coincidência) considerando como sendo em 25 de dezembro – a Anunciação à Myrian, (Maria), foi, então, em 25 de março; isto supondo a gravidez da mulher durasse os mesmos 9 meses de hoje. Isso há 2 mil anos.

O significado do nome Myrian é incerto.

Maria não contou nada a ninguém como até hoje as hebreias guardam segredo enquanto podem. Considerado uma benção, não saem contando vantagem.

José (de Ioseph, a forma latina do grego Ιωσηφ, o qual vem a partir do nome hebraico יוֹסֵף que significa “EL Acrescentará” – nome também sugestivo e com relação direta com o acontecido, como ocorre com todos os nomes de pessoas na Bíblia), quando percebe a gravidez (em junho talvez), também não fala com Maria a respeito.

Caso José denunciasse, Maria morreria; fugindo José, menos mal; Maria seria mãe solteira, teria vida extremamente difícil, e José tido como o pai da criança (Yeshua Ben יוֹסֵף). José seria visto como alguém que engravidou, e, fugiu em seguida.

Maria quando disse sim, em 25 de março, sabia da tremenda dificuldade que ia passar.

Lucas, apesar de ser grego, narra de forma extremamente fiel ao comportamento hebraico. Se contasse uma história romana ou ateniense, seu evangelho seria apócrifo.

Uma moça brasileira, de hoje, 2013, não vê o menor sentido neste texto, pois, sai logo, correndo a contar a gravidez, logo que começam os enjoos.

Outro aspecto do Evangelho de Lucas que é totalmente fiel aos hebreus é o Magnificat: – Um judeu famoso, comentando esta passagem de Lucas, contou que soube que sua mãe também fez um louvor deste tipo a Deus; ela que jamais ouvira falar do Evangelho (Anúncio) de Lucas.

O Magnificat é um apanhado de vários trechos bíblicos, mostrando Maria como profunda conhecedora da Bíblia (Tanack).

Exemplo: de Ben Sirac 10.14: “O Senhor derrubou do trono os soberbos, e sobre ele fez sentar-se os oprimidos“.

Tanto José, quanto Maria, jamais contaram nada, sendo visto Jesus, por todos sempre, em Nazaré, como filho legítimo de José, e, filho legítimo de Maria. Nem legitimado, nem natural, nem exposto; filho legítimo (Yeshua Ben יוֹסֵף).

19/12/2013
Ignorant Black Liberal DESTROYED by Black Rep. Over TEA Party Racism Allegations

Meliss(lisp)a Harris(lisp) Perry is one of the most racially inflammatory people in the United States. As she lisps along her 1 hour show as a really REALLY high-yellow woman promoting her black power (sure you ain’t a lil’ White sista? 😉 ) a conservative American-African flips out on some ignorant broad with a chip on her shoulder carelessly throwing our racism accusations.

PA Looking to take control of all Waterways: Millions of Americans could Lose Property Rights

18/12/2013

Posted on DECEMBER 17, 2013 Written by  7 COMMENTS

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The Environmental Protection Agency is in the middle of drafting a set of rules that will vastly expand the agencies power, and could cause millions of Americans to lose their property rights.

The draft rules, as reported by the Daily Caller, will redefine the term “waters of the United States” to include all “tributaries, bulletproofregardless of size and flow, and all lakes, ponds and wetlands within a floodplain.” This means almost any piece of property could be declared a wetland by the EPA, making way for the takeover of private property across the country.

In a statement to Fox News, the EPA is denying claims that they are trying to seize private property rights. They told Fox News, “The proposed rule would not expand EPA’s or the (Army Corps of Engineers’) jurisdiction or protect any new waters that have not historically been covered under the Clean Water Act.”

Although the EPA denies the claim, their past behavior seems to support what many, including Texas Republican Rep. Lamar Smith, are calling a “massive power grab.”

We’ve covered many stories in the past of how the EPA is already using these waterway acts to take land from private property owners, by redefining dry land as “protected wetlands”. And last year the Obama administration passed an executive order, “The Stewardship of the Ocean, Our Coasts, and the Great Lakes”, which established The National Ocean Council.

The Council essentially created a national zoning board that can regulate any activity that may affect our waterways, inland communities, and oceans. It effectively dictates what activities can and can’t take place on our waterways, including regulating what you can or can’t build on your own land.Aquaponics Gardening

An attack on Self-Sufficiency?

In my opinion, the ability to own property is one of the most important freedoms we have in this country. It not only represents the founding principles of our country, but it’s the cornerstone of freedom and self-reliant living.

If we lose our right to own property, we lose our right to live a free and self-reliant lifestyle.

source: offgridsurvival.com

www.patriotnetdaily.com

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O Legado de Sangue de Nelson Mandela – That’s Nelson Mandela’s legacy

08/12/2013

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Sunday, December 8, 2013

Nelson Mandela’s Legacy: 210 White Farmers Murdered by Blacks (Per Year) Since 1994 in South Africa
A verdadeira face de Nelson Mandela

por Paulo Kogos, segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Leia esta outra aberração de Nelson Mandel: Os velhos líderes mundiais unidos para destruírem o Cristianismo:https://homemculto.com/2013/12/12/mandela-a-reengenharia-anticrista-das-religioes-e-o-the-elders/


mandela-skull.jpgDedico este artigo ao povo sul-africano, especialmente às vítimas do apartheid, do terrorismo comunista, da barbárie de Mandela, do regime do CNA e dos genocídios. Descansem em paz.

 

PRÓLOGO

Para o historiador John Dalberg-Acton, o 1º barão Acton, o guia da História não é Clio, uma das musas gregas inspiradoras das ciências, literatura e arte. Este papel caberia a Radamanto, um dos juízes do mundo dos mortos, carrasco dos injustos e vingador dos inocentes.

Nunca este espírito foi tão necessário quanto hoje, em um mundo onde a mídia de massa distorce os fatos a serviço das mais infames agendas políticas.

Nelson Mandela, assim como muitos falecidos, goza de uma injusta reputação de herói e libertador perante a opinião pública. Seus métodos, motivação e legado, porém, são nefastos.

A finalidade deste artigo é expor a verdadeira face do mais querido assassino e terrorista da História.

INTRODUÇÃO À TRAGÉDIA SUL-AFRICANA

“O racismo é a forma mais baixa e mais cruelmente primitiva de coletivismo. É a noção de atribuir significado moral, social ou político à linhagem genética de um homem – é a noção de que os traços caracterizadores e intelectuais de um homem são produzidos e transmitidos por sua química corporal interna. O que quer dizer, na prática, que um homem deve ser julgado, não por sua índole ou ações, mas pelas índoles e ações de um coletivo de antepassados.” — Ayn Rand

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África do Sul, dias atuais

O inimigo do meu inimigo não é necessariamente meu amigo. Os infames bolcheviques de Lenin lutaram contra a cruel tirania czarista dos Romanov. Seus métodos eram horrendos, vitimando inclusive as crianças inocentes da família real. Ao assumir o poder Lenin e seus sucessores perpetraram horrores inauditos contra seu povo.Analogamente, Nelson Mandela lutou contra o Partido Nacionalista da África do Sul, que impunha o grotesco sistema de políticas racistas conhecido como Apartheid. Seus métodos foram diabólicos. Uma vez no poder, ele e seus sucessores espalharam o terror pelo país. E seu objetivo? O mesmo que o de Lenin.

Mandela foi um terrorista. Seu modus operandi incluía uso de minas e explosivos contra civis inocentes, assassinato de negros não alinhados à sua causa, incêndios contra negócios cujo proprietário era negro, greves e boicotes incitados através de coerção e tortura. Aterrorizava as mesmas pessoas que dizia estar libertando da tirania do Apartheid.

Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa. Santo Agostinho de Hipona dizia que uma guerra justa é aquela que castiga uma injustiça; mas a doutrina de “guerra justa”, derivada do pensamento de Hugo Grotius, estabelece importantes limites éticos a respeito do jus in bello (justiça na conduta da guerra). O princípio da distinção veda o emprego da violência contra não-combatentes.

Mandela não observou princípio ético algum. Como disse Aida Parker, compaixão e sentimento pela condição humana não tinham papel em suas ações.

Oficialmente membro do Congresso Nacional Africano (CNA), Mandela também fazia parte do Partido Comunista da África do Sul (PCAS), embora tenha mentido sobre o fato. Era inclusive um de seus líderes. O PCAS, cujas diretivas estratégicas vinham do Kremlin, controlava o CNA.

Explorava o triste quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para levar adiante uma revolução comunista.

Até o fim da Guerra Fria, o continente africano foi palco de inúmeras “guerras por procuração” comandadas pela URSS. Nos países onde o socialismo marxista triunfou, tais como Angola, Congo, Etiópia, Moçambique, Zimbábue e Zâmbia, o resultado foi morticínio, miséria extrema e tragédias humanitárias.

Para usar um termo do cientista político R.J. Rummel, as guerras de libertação nacional promovidas pela URSS nos países subdesenvolvidos foram um “democídio” em massa. Este tenebroso quadro tem sido concretizado na África do Sul desde que Mandela assumiu o poder e vem piorando sob o governo de seus sucessores do CNA.

Mandela transformou a África do Sul em uma ditadura sem oposição comandada pela cleptocracia da aliança CNA/PCAS, que está levando o país à extrema pobreza, ao caos social e até mesmo ao genocídio.

Ironicamente, a ideologia defendida por Mandela é a grande responsável por aquilo que o mundo acredita que ele combateu. O apartheid é filho do casamento profano entre a mentalidade anti-capitalista e os interesses dos grandes players políticos e corporativos.

Ricas reservas de diamantes e metais preciosos foram descobertas na África do Sul entre as décadas de 1860 e 1880. O atual território do país era dividido em províncias britânicas, estados africâneres (etnia sul-africana descendente de colonos europeus, principalmente holandeses) e territórios nativos.

A disputa pelo controle das jazidas resultou em diversos conflitos, incluindo a Primeira Guerra dos Bôeres (1880 -1881), uma luta pela independência da República do Transvaal, estado bôer (subgrupo africâner que fala holandês) rico em ouro e que havia sido anexado pelo Império Britânico. A vitória dos bôeres não durou muito. A disputa pelo ouro de Witwatersrand levou à eclosão da Segunda Guerra dos Bôeres (1899 — 1902).

A decisiva vitória britânica resultou na hegemonia imperial sobre Transvaal e Orange. Em 1910 a unificação destas e de outras duas colônias britânicas formou a União da África do Sul (1910 — 1961). O território passou do status de colônia para domínio.

Leis de segregação racial tão antigas quanto 1893 foram outorgadas para garantir o domínio de sindicatos britânicos brancos sobre essas imensas reservas.

O apartheid foi institucionalizado em 1910 pelo governo do bôer Louis Botha. Conforme demonstra o economista Herry Valentine, essa política tinha como objetivo criar uma reserva de mercado para os brancos. O apartheid introduziu políticas de discriminação salarial que decretavam a obrigatoriedade de um salário maior para os brancos. Era acompanhada  de restrições ocupacionais aos negros.

O maior crime do Apartheid talvez tenha sido o Ato da Terra de 1913, que reservava 87% da terra do país para posse dos brancos e segregava etnias negras em territórios etnicamente homogêneos e administrativamente autônomos conhecidos como Bantustões. Havia 10 deles. O resultado foi um roubo massivo da terra legítima dos negros, que ficaram também impedidos de adquirir terras.

De acordo com o economista William Hutt em seu livro “The Economics of the Colour Bar”, um apartheid industrial foi imposto em 1922  por sindicatos brancos britânicos liderados por William H. Andrews, um dos chefes do PCAS (sim, o mesmo do Mandela). Seu slogan era “Brancos uni-vos e lutem por um mundo trabalhista“.

Muitos negros abandonaram o país, incluindo profissionais altamente qualificados. Quando o Partido Nacional assumiu o poder, em 1948, as políticas do Apartheid foram arrochadas, levando a uma emigração ainda maior da população negra. Foi somente por volta da década de 1970 que os mecanismos de mercado conseguiram ajustar parcialmente a situação.

O acúmulo de capital que ocorre naturalmente a despeito do estado aumentou a oferta de empregos. Os empreendedores passaram a burlar as regulações trabalhistas do apartheid para contratar mão-de-obra negra. Some-se a isso o fato de que muitos negros entravam no país para fugir da opressão de regimes comunistas em países vizinhos, que era pior que o apartheid.

No final da década de 1980 o governo havia afrouxado a fiscalização das políticas segregacionistas e uma classe média negra com alto nível de instrução havia se formado. Havia negros empreendedores e negros milionários. Entre 1971 e 1980 a renda real da população negra havia crescido 40%. Leis como o controle de fluxo interno e as restrições ocupacionais haviam sido abolidas.

A geração de riqueza e qualidade de vida eram prejudicadas principalmente pelas políticas intervencionistas, pelos ditames estatais no setor bancário e de mineração, e pelo excesso de gastos do governo.

Os fatos corroboram a frase do economista Murray Rothbard:

O capitalismo de livre-mercado é um maravilhoso antídoto para o racismo. Num livre mercado, empregadores que se recusarem a contratar trabalhadores negros produtivos estão ferindo os seus próprios lucros e posição competitiva da própria empresa. É apenas quando o estado se intromete que o governo consegue socializar os custos do racismo e estabelecer um sistema de apartheid

Mandela, ao se tornar estadista, insistiu nos mesmos erros do apartheid. É impressionante o paralelismo entre seu discurso em 1997 e o discurso de 1958 do racista pró-apartheid Hendrick Verwoed, então primeiro-ministro da África do Sul.

Verwoed disse:

Há pessoas (que argumentam) que tudo deve ser submetido às chamadas leis econômicas. Felizmente, sob um governo nacionalista, estes adoradores das leis econômicas nunca acharam seu caminho, mas um ideal mais alto e mais nobre se reforçou: a manutenção da civilização branca.

Mandela em 1997 disse:

A evolução do sistema capitalista no nosso país coloca no mais alto pedestal a promoção dos interesses materiais de uma minoria branca

Embora com cores invertidas, a injusta acusação contra o capitalismo se manteve e o racismo e a pobreza se perpetuam.

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Selo soviético em homenagem a Mandela

PRÊMIO NOBEL DO HORROR“O povo da África do Sul, liderado pelo PCAS, destruirá a sociedade capitalista e construirá no seu lugar o socialismo.” — Nelson Mandela

Mandela entrou para o CNA em 1943 (aos 25 anos), encorajado por Walter Sisulu, habilidoso articulador político e membro do PCAS. Em 1944 ambos se uniram ao ativista Oliver Tambo para formar a Liga da Juventude do CNA. Até então o partido se opunha à luta armada. Tendo atingido certa proeminência no partido, Mandela passou a pressionar o CNA para adotar métodos mais violentos.

Esta pressão encontrou eco após o massacre de Sharpeville, em março de 1960. O governo de Hendrik Verwoerd arrochou as leis de segregação racial, o que levou milhares de negros a protestar nos arredores de um posto policial.

A polícia abriu fogo contra a multidão, matando 69 pessoas, alimentando o radicalismo da oposição, e corroborando o fato de que a maior parte do terrorismo é incitada pela própria barbárie estatal.

Conforme explica o historiador Stephen Ellis, muitos grupos estavam dispostos a pegar em armas contra o regime após Sharpeville, mas era o PCAS que possuía maiores conexões internacionais.

O membro do PCAS Joe Slovo havia sido colega de Mandela na Universidade de Witwatersrand. Coronel da KGB, sua ligação com Moscou se dava através da Zâmbia.

Seguindo diretivas do Kremlin, Mandela e Slovo fundaram, em 1961, o Umkhonto we Sizwe (MK), traduzido como “Lança da Nação”, o braço armado do CNA, cujo objetivo era uma revolução comunista, como preconizava a agenda soviética para o continente.

Foi o ano em que a África do Sul separou-se da Commonwealth para se tornar uma república, como resultado de um referendo no qual apenas brancos votaram. Ao mesmo tempo tensões étnicas se acirravam em torno das questões relativas à representatividade política no novo regime.  A MK planejava se aproveitar daquela situação delicada para lançar uma campanha de terror e tingir o país de vermelho com sangue inocente. Conforme Mandela mesmo disse:

O movimento comunista ainda enfrenta inimigos poderosos que devem ser completamente esmagados e varridos da face da Terra antes que o mundo comunista possa se concretizar.

Slovo escreveu em 1986, no seu artigo “A Campanha de Sabotagem”, que ele havia sido apontado para constituir o alto comando do MK pelo PCAS, enquanto o CNA havia indicado Mandela.

Mas sendo este último também um alto membro do Comitê Central do Partido Comunista e sendo a própria fundação do braço armado uma instrução de Moscou, fica fácil concluir que o PCAS controlava, de fato, o MK; e que Mandela era uma peça-chave da estratégia de terror soviética na África.

Segundo Igor Glagolev, que intermediava o suporte soviético ao MK, o comitê executivo do Partido Comunista da União Soviética havia decidido tomar a África do Sul no fim da década de 1950. O país, contudo, já estava nos planos comunistas desde 1928, quando a Internacional Comunista havia instruído o PCAS para converter o CNA em instrumento revolucionário.

Em 1962 Mandela recebeu treinamento militar na Argélia, um dos países onde os membros do CNA recebiam instrução em táticas de guerrilha, terrorismo e tortura. Outras localidades incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia.

Mandela teve experts como tutores. Com o FLN, partido socialista e terrorista argelino, aprendeu a decepar o nariz de seus desafetos. O manejo de explosivos lhe foi ministrado pelo IRA, cuja ligação com o CNA se dava através de Gerry Adams, político socialista irlandês.

As técnicas de espionagem e interrogatório lhe foram ensinadas pela STASI, a polícia política da Alemanha Oriental. De acordo com as instruções, os interrogatórios deveriam ser brutais, contra qualquer um que fosse minimamente suspeito de trair os dogmas do partido.

Mandela foi um bom aluno e aprendeu bem as lições. A maior parte das técnicas brutais foi aplicada contra negros suspeitos de traição. O CNA mantinha um centro de detenção conhecido como QUATRO na Angola, onde milhares de negros, muitos deles adolescentes, foram torturados e mortos.

Ainda em 1962, Mandela foi capturado em uma fazenda nos arredores de Johanesburgo, de posse de granadas-de-mão, minas terrestres antipessoais e detonadores. Muitos dos explosivos estavam disfarçados de objetos corriqueiros como caixas de fruta e potes de alimentos.

Os planos terroristas de Mandela, expostos mais tarde, incluíam a colocação destes artefatos em locais movimentados de forma a maximizar os danos.

Em julho do ano seguinte a polícia efetuou novas buscas e detenções, e teve início o famoso Julgamento de Rivonia, onde dez líderes do CNA foram julgados por 221 atos de sabotagem. Embora a ONU diga que Mandela era um prisioneiro político, a Anistia Internacional afirmou claramente que ele foi condenado por seus atos de violência, tais como terrorismo, e até por contrabando de minas terrestres.

Durante as investigações, foi apreendido um documento conhecido como Operação Mayibuye, cujo comando supremo seria composto por Mandela, Slovo e Joe Modise.

O documento continha um plano detalhado de guerra revolucionária que teria sido traçado, provavelmente, com consultoria soviética ou maoísta.

Consistia em dividir o país em 4 regiões que seriam invadidas por pequenos grupos guerrilheiros de 10 homens cada, cuja missão era causar levantes nas comunidades e tribos através de dissimulação e intimidação, conseguindo adeptos.

Enquanto estes commandos “trabalhariam” os vilarejos, uma força convencional de 7000 homens invadiria o país com o apoio dos sindicatos. Em outro documento que veio à tona em Rivonia, Mandela declarou que “traidores e informantes devem ser brutalmente eliminados.”

Ao ser condenado, Mandela proferiu o discurso “Estou Preparado para Morrer“, no qual negava a influência socialista sobre suas ações e dizia lutar pelos direitos dos negros.

O discurso foi escrito a várias mãos e editado por um jornalista profissional. Tratava-se de propaganda enganosa conduzida por diversos canais de esquerda para angariar simpatia.

Apesar de tais afirmações soarem como teoria conspiratória de extremistas da direita, elas foram confirmadas por diversos membros não marxistas do CNA, que acusaram Mandela de ter sequestrado a causa antiapartheid, submetendo-a a agenda de Moscou. Cabe ressaltar que todos os integrantes do PCAS também faziam parte do CNA.

De acordo com Rowley Arenstein, proeminente membro do PCAS, Mandela era o principal instrumento dos comunistas para “sequestrar” o CNA e marginalizar seu antigo líder, Albert Luthuli, um ativista legitimamente antiapartheid, e que se opunha à luta armada e aos planos marxistas.

Sabotar e marginalizar os membros moderados e pacíficos do CNA era um de seus papéis. Mandela enganava seus colegas de CNA conforme novas diretivas do PCAS eram emitidas. Explorava os anseios legítimos dos verdadeiros ativistas antiapartheid, de derrotar o racismo institucionalizado, para implantar um regime totalitário de extrema-esquerda. No documento “Como Ser um Bom Comunista”, Mandela escreveu que o estudo do marxismo é necessário para controlar melhor as massas. E ele controlou.

Em 1965, o MK se aliou ao ZIPRA, o braço armado de um partido marxista-leninista do Zimbábue (Rodésia na época), e que tem no seu currículo o emprego de mísseis antiaéreos contra aviões comerciais.

Após uma desastrada invasão conjunta ao país, na qual as forças revolucionárias foram derrotadas pelo Exército da Rodésia, a MK entrou em uma crise militar. Durante a década de 1970 o movimento foi duramente combatido pelo governo sul-africano.

Em junho de 1976, um protesto de estudantes negros acabou em uma infame tragédia conhecida como Levante de Soweto. A polícia sul-africana abriu fogo contra adolescentes que jogavam pedras. Houve uma escalada de violência que resultou em centenas de mortes, incluindo crianças. Mais uma vez o MK aproveitou o momento para reconstruir seu exército e conquistar apoio.

Enquanto Mandela estava preso na Ilha de Robben, sua mulher Winnie Mandela estava em pleno processo de glorificação como parte de uma campanha de culto à personalidade, a nova estratégia da MK.

A mídia local e internacional, distorcendo os fatos a serviço das esquerdas mundiais, a elevavam à condição de “mama wetu” (mãe da nação), “rainha guerreira” e “Evita negra” (sendo a própria Evita Perón uma falsa heroína). Não demorou a que as atenções do PCAS se voltassem para a recuperação da imagem do marido dela e a pressão internacional se fizesse sentir.

Em 1982, Mandela foi transferido para a prisão de Pollsmor, na Cidade do Cabo. Não só passou a ter diversas regalias como também obteve acesso a várias amenidades de comunicação com o exterior. Chris Hani, um líder da MK famoso por sua brutal repressão contra membros não marxistas do CNA, alegou que possuía total acesso à Mandela e que bastava um telefonema para marcar uma reunião com ele.

Nesta época, a MK passou a adotar a estratégia de propaganda pelo ato, ou seja, ações de grande visibilidade embora de pouco valor tático.  Mandela passou a comandar este tipo de atividade de dentro da prisão (tal qual os criminosos organizados brasileiros), e esta foi justamente a fase mais sangrenta e desumana do MK.

Entre 1980 e 1994, dezenas de milhares de civis inocentes foram mortos em ataques do CNA, sendo que boa parte destes crimes foi ordenada ou autorizada por Nelson Mandela. Em cerca de 80% das vezes o alvo dos ataques era a população civil.

Um dos mais conhecidos e infames atos terroristas deste período foi o Atentando de Church Street, em 1983. Mandela o ordenou em conjunto com Tambo.

Embora o alvo fosse uma instalação da Força Aérea Sul-Africana, os explosivos foram programados para detonar na hora do rush, com o objetivo de causar o máximo de baixas entre os civis. Foram 19 mortos e 217 feridos, incluindo mulheres e crianças de várias etnias. Havia pedaços de corpos humanos espalhados por uma enorme área.

No seu livro “Um Longo Caminho para a Liberdade”, Mandela confessa que autorizou pessoalmente diversos atentados. O ataque ao Shopping Amanzimtoti, por exemplo, matou 2 mulheres e 3 crianças.

Além de atentados à bomba, houve também uma campanha de minagem, pilhagem e vandalismo.

Somente entre 1985 e 1987, as minas terrestres colocadas nas estradas rurais pelo CNA custaram 125 vidas inocentes. Entre 1984 e 1989 cerca de 7200 casas de negros não-membros do CNA foram destruídas, além de 1770 escolas, 10318 ônibus, cerca de 50 templos e milhares de carros e estabelecimentos comerciais.

Destaque-se que o CNA foi classificado como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e por muitas outras agências de inteligência.

Testemunhas das atrocidades que tentaram alertar o mundo foram assassinadas.

Bartholomew Hlapane, dissidente do PCAS, depôs diante do Comitê do Senado Americano para Segurança e Terrorismo, em 1982. Hlapane revelou a verdade sobre a Carta da Liberdade, documento oficial contendo os princípios básicos do CNA, escrito com a participação de Mandela, e que se tornou símbolo da causa antiapartheid.

O documento havia sido esboçado por Joe Slovo a pedido do Comitê Central do Partido Comunista da URSS. O dissidente revelou também as ligações entre o CNA e o PCAS. Pouco tempo após seu testemunho, foi executado a tiros de fuzil AK-47 por um membro do CNA.

Por mais monstruosos que sejam os relatos lidos até aqui, nada disso se compara à natureza diabólica do que relatarei agora.

Necklacing (colar bárbaro). Este termo foi cunhado por Winnie Mandela. Trata-se de um método de execução que consiste em colocar pneus de borracha embebidos em gasolina em torno do corpo da vítima, que por sua vez era forçada a beber o combustível. Ateia-se fogo aos pneus. A borracha derretida carcome a pele enquanto as chamas consomem a pessoa. A morte só chega após cerca de 20 minutos de sofrimento agonizante.

Estima-se que 3.000 pessoas tenham sido mortas assim pelo CNA. O método era aprovado e incentivado por Winnie, que disse em um discurso: Com nossas caixas de fósforos e nossos necklaces, libertaremos esse país.

As vítimas eram praticamente todas negras, acusadas de traição e colaboração com o regime. Incluíam funcionários públicos negros, adolescentes sem engajamento político e trabalhadores que não participavam de greves. Mineiros estrangeiros e lojistas também foram vitimados.

Os “julgamentos” aconteciam na rua, aos gritos da turba. Winnie usou o necklace como arma de guerra psicológica.

Hordas do CNA em conjunto com a UDF (Frente Democrática Unida, um dos grupos guerrilheiros antiapartheid) promoveram uma verdadeira guerra civil negra, invadindo comunidades pacíficas e queimando casas. Cerca de 200 mil negros ficaram desabrigados. Algumas comunidades negras chegaram a montar milícias para se defender dos guerrilheiros de Mandela.

Em 1989 formou-se uma aliança entre o COSATU (Congresso Sul-Africano de Sindicatos), PCAS e UDF. Este bloco pouco coeso na época ficou conhecido como Movimento Democrático de Massa, e viria a formar a base do novo apartheid corporativista que vigora hoje no país.

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Winnie, Nelson Mandela e Joe Slovo

UM CURTO CAMINHO PARA A TIRANIA“Sob regime comunista a África do Sul será uma terra de leite e mel” — Nelson Mandela

Em 1985, P.W. Botha, então presidente da África do Sul, ofereceu a liberdade a Nelson Mandela desde que ele renunciasse à violência. A proposta não foi aceita, e ele só saiu da prisão mediante ordem incondicional de soltura emitida pelo presidente De Klerk em 1990.

A pressão internacional pela sua libertação contou com grande participação do Conselho Mundial da Paz, uma organização fundada no âmago do politburo soviético e dirigida pela KGB. Até 1991, quando a URSS foi dissolvida, militantes do CNA ainda recebiam treinamento militar em quartéis russos. O socialismo ocidental também teve grande influência na campanha “Free Mandela”.

Cinco anos antes da soltura, o vice-diretor do Comitê de Direitos Humanos do Parlamento Europeu Nicholas Bethell disse que defendia a luta armada, afinal ele também era socialista. Lideranças da esquerda britânica, americana e escandinava ajudaram a trabalhar a imagem de Mandela e financiaram o terrorismo da MK.

De Klerk, cuja agenda estava subordinada a interesses globalistas, tratou de esconder do país os planos e atividades do CNA. Os serviços de inteligência sul-africanos foram instruídos a não investigar o partido para não comprometer a imagem moderada que a mídia passava ao mundo.

Jornalistas que dissessem a verdade, tais como Aida Parker, eram censurados. A Aida Parker’s Newsletter divulgou detalhes dos horrores dos campos de detenção do CNA e de como a mídia colaborou para a falsificação da imagem de Mandela.

Se Mandela era um perigo para as pessoas dentro da prisão, ao sair ele se tornou o flagelo do país. Tão logo se viu livre, o futuro ganhador do Nobel da Paz clamou por uma intensificação da luta armada.

Uma onda de terror varreu a África do Sul logo após sua liberação. Nos primeiros 20 dias 84 pessoas foram assassinadas pelo CNA, 19 delas através do necklace. Houve inclusive execução de mulheres acusadas de bruxaria.

As sombrias previsões do jornal de inteligência britânico Special Office Brief foram confirmadas: A África do Sul está à beira de um banho de sangue de negros contra negros. O terrorista Mandela não é um líder majoritário e não será aceito pelos zulus.”

De fato, os zulus eram majoritariamente anticomunistas e ferrenhos opositores do CNA. Iniciou-se uma guerra entre este e o Partido da Liberdade Inkatha, organização conservadora nacionalista zulu, com o CNA iniciando as agressões e culpando o Inkatha.

A violência incitada por Mandela atingiu pesadamente a população branca. O canto de “Matem o bôer! Matem o Fazendeiro” ecoava nas fileiras do CNA.

Em 1992 ouve 369 ataques contra fazendas. No auge dos massacres, em 1993, 55 pessoas eram assassinadas por dia, a maioria africâneres vítimas da campanha de vingança racial de Mandela.

Neste vídeo ele canta uma música sobre matar brancos:

A brutalidade do processo político que levou o CNA ao poder faria inveja a Oliver Cromwell.

O partido organizou uma unidade de 3150 homens chamada National Peacekeeping Force (NPKF), traduzido como Força Nacional de Paz. Sua função era assegurar o poder do CNA e de Mandela.

A oposição foi esmagada através de golpes políticos contra os bantustões. Estes territórios já gozavam de certa autonomia e muitos de seus líderes recusavam a incorporação à África do Sul.

Mas para uma democracia, o número de pessoas espoliadas importa e separatismo é um mau negócio. Em um documento chamado “Prepare a Foice para o Martelo Vindouro”, preparado pelo PCAS, lê-se:

Esforços devem ser feitos para persuadir os servidores públicos de que sua estabilidade trabalhista e suas pensões só podem ser garantidas por um governo popular e não por líderes tribais.

De fato, apenas governos voltados para as massas podem garantir tamanho nível de espoliação e parasitismo.

O pior conflito aconteceu no Bantustão de Bophuthatswana, o mais rico deles. Seu líder, Lucas Mangope, queria a autonomia do território e se opunha ao CNA, que por sua vez iniciou uma invasão de 1 semana contra Bophuthatswana.

Houve pilhagens, incêndios, saques e estupros. A NPKF depôs Mangope. O mesmo aconteceu no Bantustão de Ciskei, com a deposição de Oupa Gqoso.  Após Ciskei, Joe Slovo disse: “dois já foram, falta um“, referindo-se ao KwaZulu, território outrora autônomo da etnia zulu.

Março de 1994. Cerca de 20 mil membros do Partido da Liberdade Intakha, que defendia a autonomia do KwaZulu, protestaram pacificamente contra as eleições até Shell House, o quartel general do CNA.

Sob ordens de Mandela, homens armados do CNA abriram fogo contra a multidão matando 53 zulus. O incidente ficou conhecido como Massacre de Shell House. Dissidentes políticos capturados foram torturados, inclusive uma criança.

A imprensa internacional reagiu com doentia condescendência. Um artigo no Los Angeles Times dizia:

Os sul-africanos e a comunidade internacional devem encarar o fato de que muitos chefes do Intakha não irão cooperar. Forçá-los a aceitar a realidade de uma África do Sul democrática será um longo e talvez violento processo.

Qualquer semelhança com os ataques dos revolucionários franceses aos alsacianos com a desculpa de que eles não falavam a “linguagem da república” não é mera coincidência. Mas os livros franceses que glorificam as barbáries da Revolução Francesa afirmam: “O Terror é terrível, mas grandioso”.

No período entre sua soltura e a subida ao poder, Mandela fez um giro pelo mundo, como parte da campanha para promover sua imagem.

Ao longo da turnê manifestou seu apoio aos mais sanguinários ditadores do mundo, como Fidel Castro, Saddam Hussein, Ali Khamenei e Hafez al-Assad.

Muito amigo do genocida líbio Muammar al-Gaddafi, disse que ele possuía compromisso com a paz e com os direitos humanos.

Mandela era simpatizante de Idi Amin Dada, o brutal ditador de Uganda que foi cúmplice do sequestro de um avião comercial por terroristas palestinos. Na ocasião, em 1976, commandos israelenses resgataram os reféns no Aeroporto de Entebbe.

Mandela era antissemita. Em um encontro com o também terrorista Yasser Arafat, classificou o resgate de Entebbe como “ato de barbárie.” Em uma cerimônia em Teerã, Mandela disse:

O povo da África fará da revolução islâmica do Irã um modelo para seus movimentos revolucionários.

Em meio à festa da mídia mundial em torno de Mandela, um homem, em um ato de bravura, expôs a verdade sobre o terrorista no American Opinion Speakers Bureau da Sociedade John Birch.

Trata-se de Tomsanqa Linda, ex-prefeito de Ibhayi, uma cidade com 400 mil habitantes negros. Linda quase foi assassinado pelo CNA em 1985. Sua casa e seus negócios foram incendiados, bem como a casa de seus parentes e amigos.

A despeito das ameaças de morte, Linda contou ao mundo os crimes de Mandela. Mais importante que isso, revelou o fato de que a população negra sempre havia desprezado o CNA e a UDF.

Enquanto Mandela pressionava os governos do mundo para aumentar as sanções e boicotes contra a África do Sul, Linda alertou para o fato de que as sanções afetariam principalmente as famílias negras mais pobres. Estas, ao contrário de Mandela, pediam o fim das sanções. Como disse Don Fotheringham, a maior ameaça à população negra era Mandela e seu partido comunista.

A eleição que colocou Mandela no poder foi fraudulenta. Enquanto a mídia internacional preparava a opinião pública ocidental para uma possível intervenção militar da ONU, a NPKF intimidava o eleitorado de oposição. Homens do CNA pululavam nos locais de votação.

Crianças receberam documentos falsos para votar em Mandela. A chamada Comissão Eleitoral Independente era liderada pelo esquerdista Johann Kriegler, simpatizante do CNA.

E assim o terrorista agraciado com o Nobel da Paz assumiu a presidência da África do Sul em maio de 1994. Estima-se que a guerra civil promovida pelo MK de Mandela tenha tido o sanguinolento saldo de 300 mil mortos.

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Mandela e Fidel Castro

COMO SER UM BOM GENOCIDA“Para a maioria dos negros, as promessas utópicas de Mandela se transformaram em um Pesadelo Orwelliano.” — Aida Parker

Pior que Mandela revolucionário foi Mandela no poder.

Em 1995 foi formada a Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR), uma corte constituída após o fim do Apartheid e controlada por membros do CNA e do PCAS. Dedicava-se ao revisionismo histórico e à absolvição de criminosos, bem como à promoção cultural do revanchismo étnico.

No mesmo ano, o tenente-coronel Willem Ratte, veterano das guerras de fronteira na Angola, acusou Mandela de homicídio devido ao Massacre de Shell House. A CVR o absolveu.

No mesmo ano a Rádio Donkerhoek, de Hatte, foi fechada por Mandela que, já no poder, cerceou a liberdade de imprensa buscando esconder a verdade.

Winnie Mandela foi condenada pela CVR pela tortura e necklacing de Stompie Moeketsi, uma menina de 14 anos que havia sido acusada de colaborar com a polícia em 1988.

Sua sentença de 6 anos de prisão foi reduzida pela comissão para uma simples multa e ela continuou sendo membro do CNA.

Mandela foi o mentor de um novo apartheid, piorado, desta vez contra brancos e zulus.

O objetivo é o mesmo do apartheid original: garantir o domínio da aliança entre governo e grandes corporações sobre as reservas minerais através do controle do mercado, da cizânia entre as etnias, da expulsão da população africâner e da segregação do povo zulu.

Os bôeres passaram a ser assassinados em suas fazendas, em seus negócios e em suas casas. Charles Nqakula, membro do PCAS e Ministro da Segurança, disse que se os brancos não gostam dos ataques, que se retirem da África do Sul.

Houve total repressão ao direito de autodeterminação de etnias negras minoritárias.

A primeira parte do plano de Mandela foi a disseminação do caos e a formação de uma base política que o apoiasse.

Assassinos e estupradores foram soltos dos presídios.

O então presidente sul-africano ordenou também que escolas dos brancos fossem queimadas e proibiu a fala do idioma africâner, embora ele próprio fosse fluente no idioma.

Lembremos que Pol Pot falava francês fluentemente mas executava quem falasse o idioma no Cambodja. Seu gabinete era quase inteiramente composto por comunistas, alçados a posições proeminentes de acordo com seu ódio contra brancos.

Um deles era Peter Mokaba, um dos responsáveis por popularizar o lema “Matem o fazendeiro, matem o bôer“.

Com Mandela no poder a taxa de criminalidade disparou, o padrão de vida caiu e houve degradação ambiental.

Sua política econômica foi caracterizada por leis trabalhistas altamente restritivas, impostos escorchantes, ações afirmativas altamente discriminatórias e inflacionismo.

Um grande número de brancos deixou a África do Sul num primeiro momento e hoje um número ainda maior de pessoas de todas as etnias está abandonando o país. A maior parte dos emigrantes são pessoas com alto grau de instrução.

Os sucessores de Mandela perpetuaram suas ingerências e o CNA está até hoje no poder. O país é governado por uma elite política. Os tiranos brancos foram substituídos por tiranos negros. Enquanto o CNA se autoglorifica com monumentos e mansões para seus membros, o povo sofre com doenças, miséria e violência, como de costume em regimes socialistas.

Em 2002 a taxa de desemprego chegou a alarmantes 48%. Os negros são os principais afetados, uma vez que na década de 1980 o CNA proibiu negros de estudar como parte da campanha “revolução antes da educação”.

Os efeitos disso no mercado de trabalho são sentidos com força atualmente. Entre 1994 e 2011 houve uma desvalorização de 70% do rand, a moeda do país, o que agravou os efeitos da pobreza.

O estado de bem-estar social promovido por Mandela conseguiu aquilo que o apartheid nunca alcançou: a destruição dos negros.

Em apenas uma década de regime democrático do CNA o número de pessoas vivendo com menos de 1 dólar por dia passou de 2 milhões para 4 milhões, e o número de favelados aumentou 50%.

Apenas 5000 dos 35 milhões de negros sul-africanos ganhavam mais de 60 mil dólares por ano em 2004. Naquele ano os registros apontaram para 60% dos habitantes vivendo sem saneamento adequado e 40% vivendo sem telefone, enquanto o índice de infecção por HIV chegava a intoleráveis 20%.

Entre 1994 e 2010 quase meio milhão de pessoas morreram de AIDS. A expectativa de vida havia caiu 13 anos em apenas 10 anos de governo do CNA.

Nunca houve tanta violência na África do Sul quanto agora. Desde que o CNA de Mandela assumiu o país, quase 1 milhão mulheres foram estupradas e quase 300 mil sul-africanos foram assassinados.

O Ato de Controle de Armas de Fogo de 2000 fez com que a criminalidade e o número de gangs disparassem e abriu caminho para uma escalada sem precedentes do genocídio branco.

A África do Sul se transformou na capital mundial do crime organizado. Há 600 sindicatos do crime operando no país, incluindo mafiosos russos e sicilianos e traficantes nigerianos. As palavras do historiador Paul Johnson, proferidas em 1995, nunca foram tão verdadeiras:

A África do Sul é um país afetado pelo crime e pela corrupção, com padrões declinantes e uma população acometida pela pobreza e pela existência carnal.

O legado mais nefasto de Mandela é o genocídio perpetrado pela CNA e seus aliados contra a população branca.

Esta abjeta campanha de terror ocorre com a anuência do atual presidente sul-africano, Jacob Zuma, que tem em seu currículo uma acusação de estupro. Zuma forjou uma aliança entre CNA, PCAS e COSATU, formando uma frente comunista responsável pela desapropriação violenta das terras bôeres.

Embora o número de fazendeiros mortos na última década ultrapasse 4000, e o número de africâneres brancos assassinados em crimes de ódio no mesmo período chegue próximo de 70 mil, e apesar do fato de que 50 africâneres são assassinados por dia, o genocídio ainda não atingiu seu auge.

Gregory Stanton, presidente da Genocide Watch, é um dos maiores especialistas em estudos sobre genocídio do mundo.

O autor identificou oito estágios que caracterizam o processo de genocídio, sendo o último deles a negação de que tenha acontecido. O extermínio é o penúltimo. O quinto estágio é a polarização, que no caso da África do Sul é uma polarização racial. Há uma campanha cultural para incutir na população a ideia de que os brancos não são sul-africanos.

De acordo com Stanton o país encontra-se no sexto estágio, chamado preparação. Nesta fase as vítimas são identificadas e separadas segundo critérios étnicos ou religiosos e sua propriedade é expropriada.

O ataque à propriedade privada é, segundo Stanton, uma maneira de consolidar o poder do estado: “propriedade privada te dá o poder econômico de se opor ao governo, sem propriedade privada não há base de poder econômico para tal oposição.” A ideia é minar a capacidade de resistência da população oprimida.

De fato, entre 1994 e 2013 o número de fazendas comerciais caiu de 120 mil para 37 mil. Somente no setor agrícola 400 mil empregos foram perdidos.

Outra estratégia é minar sua capacidade de defesa. O regime do CNA baniu as milícias rurais bôeres que protegiam as fazendas e confiscou suas armas.

A verdadeira razão por trás da matança transparece nas palavras do supremacista negro Julius Malema, ex-presidente da Liga Jovem do CNA e atual comandante do Lutadores da Liberdade Econômica, um partido marxista-leninista, ao requerer a nacionalização das minas: “Eles (brancos) exploraram nossos minerais por muito tempo. Queremos as minas, é a nossa vez.”

O verdadeiro motivo é o roubo, tal qual aquele perpetrado pelo III Reich contra os judeus. O que Malema quer fazer com as minas já está sendo feito com a terra. O CNA as distribuiu para membros do partido através de reforma agrária política e racialmente motivada. 90% dessa terra é improdutiva.

Julius Malema segue conclamando uma guerra contra a população branca, que ele acusa de ser inteiramente criminosa. Promete roubar a terra dos africâner através de uma brutal violência que já está acontecendo.

Mulheres e crianças brancas estão sendo executadas em suas próprias casas. Algumas vítimas são mortas enquanto dormem. Aqueles que tiverem o coração forte podem ver os assustadores e tocantes relatos destas barbáries aqui. Algumas imagens podem ser chocantes demais.

Peter Mokaba, falecido comparsa de Mandela ameaçava os brancos: “When Mandela dies we will kill you like flies.” (Quando Mandela morrer mataremos vocês como moscas). Algumas pessoas nascem e morrem apenas para causar tristeza e sofrimento. A situação tende a piorar.

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Mandela com o banqueiro David Rockefeller

A QUEM INTERESSA A FARSA MANDELA?O primeiro campo de batalha é a reescrita da História” — Karl Marx

A pergunta “a quem interessa?” deveria ser feita mais vezes. Por que terroristas como Mandela recebem o Nobel da Paz, a Medalha Presidencial da Liberdade e o Prêmio da Paz de Lenin? (embora este último, como disse meu amigo David Lage, soe algo como “Prêmio Mengele de Boas Práticas Médicas”).

A quem interessa glorificar Nelson Mandela? Por que as pessoas se comovem com um falso preso político, mas sequer ouvem falar em presos políticos reais como Ignatius Kung Pin-Mei, Óscar Biscet e Saeed Abedini?

Por que tão poucos lembram aqueles que realmente lutaram contra os horrores do Apartheid, movidos por um genuíno senso antirracista e pró-liberdade?

Refiro-me a pessoas como Mangosuthu Bethelezi, líder do Inthaka Freedom Party; e o bispo Isaac Mokoena, líder da Associação da Igreja Reformada Independente, que lutou contra a lei que impedia casamentos entre etnias e contra as sanções econômicas ocidentais.

Ressalte-se que a Igreja Católica e muitas outras denominações cristãs tiverem um importante papel na luta antiapartheid, mas hoje sofrem não só com a ingratidão, mas também com injustiças.

Jacob Zuma acusa o Cristianismo de ser o culpado pelos problemas do país.

Por que não se ouve falar dos outros casos de apartheid no continente africano, como a expulsão de milhares de negros mauritanos de suas terras (e tortura e morte de muitos outros), promovida por Ould Taya?

Por que as escolas ensinam que Mandela foi um herói? Por que o mundo inteiro se comove com a África do Sul, mas não com Serra Leoa, Sudão, Uganda, ou com os curdos?

É ingenuidade pensar que as lideranças políticas e geopolíticas — os mesmos indivíduos que mentem, falsificam, roubam, matam, e declaram guerras injustificáveis — seriam tomados por um espírito de luz que os encheria de terna compaixão pelos povos oprimidos.

O real motivo da cruzada mundial contra o Apartheid e pró-Mandela se resume a uma palavra: minérios.

A África do Sul é rica em ouro e diamantes, além de abrigar um dos 19 pontos de estrangulamento do comércio marítimo internacional. A área de influência de sua Marinha de Guerra abrange outros 7 pontos de estrangulamento no Oceano Índico.

O país possui também uma das maiores reservas de minérios estratégicos do mundo. Utilizados em ligas de alta resistência e alta tecnologia eletrônica, estes recursos são de grande interesse militar.

Até 1989, 40% de todo o ouro minerado na História era proveniente da África do Sul. Ainda hoje, o país é o maior produtor de cromo e possui 95% das reservas mundiais de metais do grupo da platina (platina, paládio, ródio, rutênio, irídio e ósmio).

Durante a guerra fria, a importância de se controlar essas jazidas atingiu novos patamares.

Após a independência em 1961, o status da África do Sul como potência regional e o crescente poderio do Partido Nacional passaram a representar uma grande ameaça aos interesses soviéticos, o suficiente para que estes tomassem providências imperialistas.

Relatórios dos serviços de inteligência sul-africanos revelaram que o objetivo do apoio soviético ao PCAS e ao CNA era de fato o controle das reservas minerais. Em 1973 o então presidente da URSS Leonid Brejnev afirmou:

Nossa meta é ganhar o controle dos dois grandes tesouros dos quais o Ocidente depende — o tesouro energético do Golfo Pérsico e o tesouro mineral da África do Sul.

A estratégia adotada era a desestabilização do regime africâner através do suporte e financiamento de movimentos comunistas revolucionários internos e externos.

Tanto o crescimento do poderio africâner quanto da influência soviética na África do Sul eram intoleráveis para os líderes corporativistas anglo-americanos que controlavam as minas desde os tempos coloniais.

A resposta dos banqueiros ocidentais foi garantir sua posição valendo-se do método soviético, já testado em campo.

Relatórios policiais indicam que em 1984, Gavin Reddy, CEO da Anglo-American Mining Corporation, já estava em plena negociação com líderes do CNA exilados na Zâmbia.

A empresa foi fundada na África do Sul pelo banco J.P. Morgan e por Ernst Oppenheimer, empresário do ramo de ouro e diamantes que também controlava o cartel de mineradoras De Beers.

O lobby dos governos ocidentais, grandes corporações, grandes bancos e instituições midiáticas havia se organizado para assumir o patrocínio da CNA, organização oficialmente amparada pela diplomacia americana na época.

Um artigo de 1983 publicado por Thomas G. Karis, colaborador da ONU, declara que seria vantajoso para os EUA ver pessoas como Mandela no poder.

A partir de 1986 o presidente americano Ronald Reagan impôs sanções ao governo sul-africano, pressão para boicote internacional, retirada da CNA da lista de organizações terroristas e a ordem de soltura de prisioneiros, incluindo Mandela.

O motivo não era as atrocidades racistas do regime, mas a aliança com o CNA, que uma vez no poder, favoreceria a agenda dos cartéis anglo-americanos.

O senador americano Jesse Helms, que se opôs às sanções, notou que esta medida não estava ligada aos problemas de segregação racial, mas sim à transferência de poder para as elites comunistas do movimento antiapartheid. As lideranças negras não comunistas foram completamente esquecidas.

Na mesma época a mídia iniciou um amplo trabalho de marketing pessoal para construir a imagem de Mandela como herói e libertador.

A manipulação da opinião pública no Ocidente legitimou politicamente não apenas as sanções como também os planos de transferência de poder.

Ao assumir o poder, o CNA cumpriu sua parte do acordo. O partido de Mandela não adotou medidas marxistas-leninistas, mas sim medidas corporativistas keynesianas, oferecendo concessões a grandes corporações ocidentais para exploração de minérios e outros ativos estratégicos.

Em 1994 o CNA submeteu seu plano econômico a Harry Oppenheimer, filho de Ernst, e que havia financiado movimentos revolucionários entre as décadas de 1970 e 1980.

Mandela era seu amigo pessoal e disse que “suas contribuições para construir uma parceria entre grandes corporações e o novo governo democrático neste primeiro período de regime democrático merecem todo o apreço”.

Mandela também afirmou, em 1996, que a privatização das “paraestatais” herdadas da era do apartheid é a política fundamental do CNA.

O que ele chama de “privatização” são na realidade concessões a grandes corporações em detrimento da livre competição de mercado.

Diversas agências do governo americano, incluindo o Departamento de Defesa supervisionam programas de cooperação comercial. Bilhões de dólares de ajuda externa arrancados dos americanos pobres são enviados aos sul-africanos ricos e politicamente bem relacionados.

Os negócios entre África do Sul e o eixo Washington-Londres decolam. Mas a vida do cidadão comum sul-africano está cada vez pior devido à ausência do autêntico capitalismo.

Talvez o fato mais triste de todo esse jogo de interesses sejam os diamantes de sangue, cuja mineração utiliza trabalho escravo e cujas receitas fomentem batalhas entre senhores da guerra africanos.

Trata-se de uma indústria monopolística chefiada pela DeBeers Consolidated Mines, esta controlada pelo Rothschild Bank de Londres.

A mineradora persuadiu governos do mundo todo, através de lobby, a negociar toda a produção de diamantes através da DeBeer’s Central Selling Organization (CSO).

O mercado de diamantes não é livre. As determinações regulatórias impostas pelas agências da ONU e pelos estados servem aos interesses do cartel, perseguindo produtores independentes.  Ao mesmo tempo a DeBeers consegue qualquer certificação que necessite, independentemente de seus métodos de exploração, trabalhando em conjunto com governos africanos e membros da comunidade internacional.

A África do Sul produz mais de 1 bilhão de dólares anuais em diamantes.

Em 2006 o cineasta Edward Zwick viajou à África para filmar “Diamantes de Sangue“, um filme a respeito da Guerra Civil de Serra Leoa (1991-2002).

O longa-metragem mostra a tragédia causada pelo monopólio da DeBeers, incluindo o sequestro de civis pela Frente Revolucionária Unida (um grupo guerrilheiro de Serra Leoa) para trabalhar nas minas. Na ocasião Mandela enviou a Zwick uma carta de advertência:

Seria profundamente lamentável se a produção do filme inadvertidamente obscurecesse a verdade, e como resultado, levasse o mundo a acreditar que a resposta apropriada seria parar de comprar diamantes produzidos na África.

A verdade é que Mandela, a serviço da URSS quando guerrilheiro, passou a servir aos banqueiros de Londres quando estadista.

Mentiroso contumaz, fingiu defender os direitos individuais enquanto endossava o genocídio. Fingiu defender a união entre os povos enquanto protegeu apenas a união de cartéis e de esquemas políticos. Fingiu defender a paz enquanto lucrava com a guerra.

Acenou para as nossas crianças com a mão encharcada de sangue inocente. Seu legado de horror ainda assombrará a África do Sul por muitos anos.

Agradecimentos

Tatiana Villas Boas Gabbi, por sua colaboração inestimável ao adequar minhas referências bibliográficas às normas vigentes; Ariel Barja e Fernando Fiori Chiocca pelas excelentes sugestões de sites e artigos

 

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Nelson Mandela – The Bombing Record. Censorbugbear – Uncensored South African News (CBB), 20. Mai. 2011. Disponível em: <http://www.censorbugbear.org/black-racism/terrorism/nelson-mandela-the-bombing-record>. Acesso em 7. Set. 2013.

Legal Terrorism.The Aida Parker Newsletter. Issue No. 200, Out. 1996. Disponível em <http://www.cycad.com/cgi-bin/Aida/aida-200.html>. Acesso em 15. Nov. 2013.

WILLCOCK, S.; PARKER, A. Lest we forget: the Truth about Nelson Mandela.pdf In Bible Based Ministries, 12. Jul. 2013. Disponível em <http://www.biblebasedministries.co.uk/2013/07/12/lest-we-forget-the-truth-about-nelson-mandela/>. Acesso em 15. Nov. 2013.

“Terrorist” Mandela never renounced violence. Zimeye, 15. Ago. 2011. Disponível em <http://www.zimeye.org/terrorist-nelson-mandela-never-renounced-violence/>. Acesso em 10. Set. 2013.

Hidden globalist agenda behind Mandela’s ANC rise to power in South Africa. Northland: Uncensored Magazine, 21. Fev. 2010. Disponível em <http://uncensored.co.nz/2010/02/21/hidden-globalist-agenda-behind-mandela%E2%80%99s-anc-rise-to-power-in-south-africa/>  Acesso em 8. Out. 2013.

National Response to TRC Report (Subject for Discussion). 25. Fev. 1999. Publicado em 2005 no site do South Africa’s Parliamentary Monitoring Group. Disponível em <http://www.pmg.org.za/docs/2005/990225trcdebate.htm>. Acesso em 19. Set. 2013.

JENKINS L. Black hate crime of the week – The great Mandela lie. In: The Hernando Heckler Blog, 6. Dez. 2013. Disponível em <http://hernandoheckler.wordpress.com/2013/12/06/black-hate-crime-of-the-week-the-great-mandela-lie/>. Acessado em 6. Dez. 2013.

NEWMAN, A. South Africa Facing White Genocide, total communist takeover. In: New American, 04. Ago. 2012. Disponível em <http://www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/12326-south-africa-facing-white-genocide-total-communist-takeover>. Acessado em 17. Out. 2013.

Mandela honours “monumental” Oppenheimer. In IOL, 21. Ago. 2000. Disponível em <

http://www.iol.co.za/news/politics/mandela-honours-monumental-oppenheimer-1.47780?ot=inmsa.ArticlePrintPageLayout.ot>. Acessado em 8. Dez. 2013.

SCHLUSSEL, D. Nelson “Kill the Whites” Mandela, Friend of HAMAS/PLO, Anti-Israel Racist, Dead; VIDEO: “Kill the Whites”.  Em Debbie Schlussel, 6. Dez. 2013. Disponível em <

http://www.debbieschlussel.com/67724/nelson-kill-the-whites-mandela-friend-of-hamasplo-anti-israel-racist-dead/>. Acessado em 6. Dez. 2013.

Zille, H. Real Cause of Black South Africans’ Poverty. In: Zimeye, 27. Jan. 2013. Disponível em

<http://www.zimeye.org/real-cause-of-black-south-africans-poverty/>. Acessado em 5. Out. 2013.

NEWMAN, A. New evidence shows Mandela was a senior communist party member. In New American, 13. Dez. 2012. Disponível em <http://www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/13920-new-evidence-shows-mandela-was-senior-communist-party-member>. Acessado em 29. Set. 2013.

FARRON, S. Prejudice is Free, but Discrimination has Costs. Journal of Libertarian Studies, 2000;14: 179-245. Disponível em: <http://mises.org/journals/jls/14_2/14_2_3.pdf>. Acessado em 20. Set. 2013

UNIVERSITY OF MISSOURI-KANSAS CITY (UMKC) SCHOOL OF LAW. Famous trials, LINDER, D. O . The Nelson Mandela (Rivonia) Trial 1963-1964. “The Nelson Mandela (Rivonia) Trial: an account”, 2010. Disponível em: <http://law2.umkc.edu/faculty/projects/ftrials/mandela/mandelaaccount.html> Acessado em 14. Out. 2013.

Mandela taken off US terror list. In BBC News Channel, 1. Jul. 2008. Disponível em <http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/7484517.stm>. Acessado em 8. Set. 2013.

GOES, M. P. Não chore a morte de Nelson Mandela: É um racista que odeia branco e é comunista da pior espécie. In: Libertar.in, 6. Dez. 2013. Disponível em <http://www.libertar.in/2013/12/nao-chore-morte-de-nelson-mandela-e-um.html>. Acessado em 6. Dez. 2013.

What is Nelson Mandela’s legacy?  Genocide Watch tells us simply this:
Since 1994, more than 70000 (and counting)white South Africans have been murdered of which more than 4000 were commercial farmers. Exact figures are very hard to come by as the South African police fail to report most of the murders that take place.
These numbers are thus conservatively estimated.
As the white population of South Africa was 4 434 697 according to the official state census in 1996, and more than 400 000 white South Africans have left the country, it could be estimated that nearly 2% of white South Africans have been murdered in the 18 years of democracy. Compare that to the 7518 black people that were murdered by the Apartheid government, which comes to a percentage of 0.02% of the black population.
(And no, you can’t compare people killed by the security forces with people killed by civilians, but I’m sure that if you look up white on black civilian murders during Apartheid, it would still be very low indeed.)
There were roughly 128 000 commercial farmers in South Africa in 1980. Today there are 40000 commercial farmers left in South Africa.
Since 1994, more than 4000 farmers have been murdered and many more maimed, tortured, raped and assaulted. It was established that more white farmers die per year is South Africa than soldiers in Vietnam

Payback, right? These white people deserve their fate for having been born white in a world that hates the simple fact they dare to exist. [Two more S.African farmers killed: death toll ow at 3,037, Digital Journal, 2-17-2009]:

Two more South African farm dwellers were murdered – bringing the death rate for white commercial farm dwellers to 3,037 since apartheid rule ended in 1994. Killed at his smallholding were lawyer Doppie de Villiers; and livestock farmer David Greig.

Doppie de Villiers’ son, sheep farmer Johnnie, who lived on the same smallholding in the Bronkhorstspruit district north of Pretoria with his lawyer dad, who was 66, was deeply traumatised after finding his dad tortured and murdered. The father and son lived in homes on the same agricultural smallholding near Bronkhorstspruit. His father was a lawyer at the Cullinan law courts nearby.
These murder attacks don’t only occur on farms: many — mostly Afrikaner — families are also attacked in exactly the same way in the cities and suburbs, in an upsurge of armed violence targetting this ethnic-European-minority.
South Africa has about 3-million Afrikaners, descendants of Voortrekker Boers who first arrived there as indentured farmers to produce fresh crops for the Dutch East India Company ‘s ships to the Spice Islands — who stopped at the Cape of Good Hope to replenish their fresh food and water on these long voyages during the 17th century. The murdered Mr de Villiers’ rugged farmer-son Johnny – who often went horseback riding with his dad — burst into tears as he related to Afrikaans journalist Virginia Keppler of the Beeld daily how he had first ‘run up and down like a madman’ when he found his tied up dad lying just inside the front door in a blood-smeared hallway at 8am.

Remember the truth of lynching in the United States? [Lynchings in USA over an 86-year time-span vs. Homicides in Detroit over a 10-year time-span, SBPDL, 10-18-2013] Though Oprah Winfrey claimed “millions of black people were lynched,” it turns out only 3,446 blacks werelynched between 1882-1968:

From 1882-1968, 4,743 lynchings occurred in the United States.  Of these people that were lynched 3,446 were black.  The blacks lynchedaccounted for 72.7% of the people lynched. 
  Out of the 4,743 people lynched only 1,297 white people were lynched.  That is only 27.3%.  Many of the whites lynched were lynched for helping the black or being anti lynching and even for domestic crimes.
So, over a span 86 years, 3,446 black people were lynched (many were lynched for actual crimes, mind you); that’s roughly 40/lynchings per year.
If we are to take the numbers of Genocide Watch seriously, in 19 short years more than 4,000 white farmers in South Africa have been murdered by the new ruling elite there, those black residents who democratically elected Mandela. That’s 210 white farmers murdered/ per year by blacks in South Africa.  [Rural White South Africa: Afraid, and Armed, New York Times, 7-16-1998]:

Barely 15 minutes after Jeanne Pereira hit the panic button on her new radio system, she could see her neighbors’ banged-up trucks tearing down the roads to her avocado farm here. Before the dust had settled, two bedraggled black men had surrendered. Laborers on the farm had spotted them kneeling in the tall grass, surveying the main house from the orchard.

”The response was so quick, it was very nice,” said Mrs. Pereira, who is white. Within minutes of the capture, she had her maid handing out mugs of coffee to the farmers, who mingled casually in her yard, shotguns and automatic rifles on their shoulders. ”I was so nervous when my workers said they saw there were two boys out here with guns,” she said.

The white farmers here, like many elsewhere in the country, are numbering their farms on color-coded maps and setting up command posts in their basements where automatic weapons, helmets, gas masks and bulletproof vests are at the ready.

Attacks on the farmers have been mounting. In the last four years, nearly 500 have been killed. Since January there have been 371 attacks on farms resulting in 75 deaths. Some assaults have been particularly brutal. In May, for instance, a 60-year-old farmer recovering from a hip replacement operation was tortured and had his throat slit; he died as he sat in his wheelchair. The intruders then waited an hour for his 52-year-old wife to get home; they raped her and killed her, too.

The farmers may well be feeling the heat of a crime wave that has swept across this country. But many farmers believe that the attacks are more calculated — the work of black militants aiming at a group that remains among the most right-wing in the country. The gang that assaulted the 60-year-old farmer, Donald de la Field, took nothing but a revolver and left behind a note saying ”Kill the Boers,” a phrase that was popular during the struggle against apartheid.

In March, men who attacked a farm outside Pretoria told a mixed-race woman who tried to protect her white husband that they killed only whites, not Coloreds, the South African term for those of mixed race. In other incidents, the attackers reportedly claimed they were members of Umkhonto we Sizwe (Spear of the Nation), the armed wing of the African National Congress when it was fighting apartheid.

It’s not Genocide Watch’s reporting we should worry ourselves with; it’s that we are watching genocide take place in South Africa right now that we should worry ourselves with.

That’s Nelson Mandela’s legacy.

Worse: no one wants to know the reality of black on white crime in America, which would be blamed on the legacy of slavery and Jim Crow (as the murders of white South Africans is blamed on the legacy of Apartheid by media outlets like Reuters [Farm murders highlight apartheid’s toxic legacy in South Africa, Reuters.com, 11-28-2012])

http://stuffblackpeopledontlike.blogspot.com.br/2013/12/nelson-mandelas-legacy-210-white-famers.html

Posted by Stuff Black People Don’t Like at 10:20 AM

Refuting Obama’s Statement that America was not a Christian Nation

02/12/2013

“Whatever we once were, we are no longer a Christian nation.”

– President Barack Obama, June 28, 2006

Wouldn’t it be interesting to find out “whatever we once were”?

Originally, laws that governed personal behavior were under states’ jurisdiction, not federal.

ChristianNation01

 

People today are aware that some states allow minors to consume alcohol, and others do not; some states have smoking bans, and others do not; some states allow gambling, and others do not; some states attempt to limit the Second Amendment, and others do not; some states allow gay marriage, and others do not; and one state allows prostitution, while the rest do not.

At the time the Constitution was written, religion was under each individual state’s jurisdiction, and each state expanded religious tolerance at its own speed.

The U.S. Constitution went into effect June 21, 1788, when two-thirds of the states ratified it.

What was in those original 13 state Constitutions concerning religion at the time those states ratified the U.S. Constitution? [Caps added throughout for emphasis.]

DELAWARE – first to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1776 state constitution:

“Every person … appointed to any office … shall … subscribe … ‘I … profess faith in GOD THE FATHER, and in JESUS CHRIST His only Son, and in the HOLY GHOST, one God, blessed for evermore; and I do acknowledge the Holy Scriptures of the Old and New Testament to be given by Divine inspiration.’”

PENNSYLVANIA – second to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1776 state constitution, signed by Ben Franklin:

“Each member, before he takes his seat, shall … subscribe … ‘I do believe in one GOD, the Creator and Governor of the Universe, the Rewarder of the good and the Punisher of the wicked. And I do acknowledge the Scriptures of the Old and New Testament to be given by Divine Inspiration.’”

NEW JERSEY – third to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1776 state constitution:

“All persons, professing a belief in the faith of any PROTESTANT sect, who shall demean themselves peaceably under the government … shall be capable of being elected.”

GEORGIA – fourth to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1777 state constitution:

“Representatives shall be chosen out of the residents in each county … and they shall be of the PROTESTANT religion.”

CONNECTICUT – fifth to ratify the U.S. Constitution, retained its 1662 Colonial Constitution, which was established PROTESTANT CONGREGATIONAL, till 1818:

“By the Providence of GOD … having from their ancestors derived a free and excellent Constitution … whereby the legislature depends on the free and annual election. … The free fruition of such liberties and privileges as humanity, civility and CHRISTIANITY call for.”

MASSACHUSETTS – sixth to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1780 state constitution, written by John Adams:

“Any person … before he … execute the duties of his … office … [shall] subscribe … ‘I … declare, that I believe the CHRISTIAN religion, and have a firm persuasion of its truth.’ … The legislature shall … authorize the support and maintenance of public PROTESTANT teachers of piety, religion and morality.”

MARYLAND – seventh to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1776 state constitution:

“No other test … ought to be required, on admission to any office … than such oath of support and fidelity to this State … and a declaration of a belief in the CHRISTIAN religion.”

SOUTH CAROLINA – eighth to ratify the U.S. Constitution, stated in its 1778 state constitution:

Read more: http://freedomoutpost.com/2013/12/refuting-obamas-statement-america-christian-nation/#ixzz2mJ855SC2
Read more at http://freedomoutpost.com/2013/12/refuting-obamas-statement-america-christian-nation/#DOPc773PQw2RK4JG.99

19 de novembro de 2013 – 150 anos do Discurso de Lincoln em Gettysburg-Pennsylvania

16/11/2013
PASSARAM-SE 150 ANOS E A AMERICA AINDA ESTÁ DE PÉ?
E em 2063?
Gettysburg-Pennsylvania-USA –  President Lincoln´s Address – 19 novembro de 1863
Gettysburg Address Abraham Lincoln was the second speaker on November 19, 1863, at the dedication of the Soldiers’ National Cemetery at Gettysburg-Pennsylvania
Bliss-copy

“Fourscore and seven years ago our fathers brought forth on (upon) this continent a new nation, conceived in liberty and dedicated to the proposition that all men are created equal.

Now we are engaged in a great civil war, testing whether that nation or any nation so conceived and so dedicated can long endure.

We are met on a great battlefield of that war.

get

foto aérea de Gettysburg-Pennsylvania-Google Maps

We have come to dedicate a portion of that field as a final resting-place for those who here gave their lives that that nation might live.

It is altogether fitting and proper that we should do this.

But in a larger sense, we cannot dedicate, we cannot consecrate, we cannot hallow this ground.

The brave men, living and dead who struggled here have consecrated it far above our poor power to add or detract.

gettyspin

foto aérea do Estado da Pennsylvania

The world will little note nor long remember what we say here, but it can never forget what they did here.

It is for us the living rather to be dedicated here to the unfinished work which they who fought here have thus far so nobly advanced.

It is rather for us to be here dedicated to the great task remaining before us–that from these honored dead we take increased devotion to that cause for which they gave the last full measure of devotion–that we here highly resolve that these dead shall not have died in vain, that this nation under God shall have a new birth of freedom, and that government of the people, by the people, for the people shall not perish from the earth.”

GettysburgAddress

jornal da época dando a íntegra do discurso do Presidente Lincoln em  Gettysburg-Pennsylvania

Gettysburg Battlefield Visitor

Gettysburg Battlefield Tours & Visitor Information

Classic Yellowstone Bus

Premier Battlefield Tours

Battlefield Tours for Kids

An Evening Tour: Greatest Stories

Sidetrip Tours to Harpers Ferry & Antietam

The Winery Bus (Tastings at two wineries)

Ghosts

Premier Gettysburg Battlefield Tours

Happy Tour TakersThe Gettysburg Batttlefield is much larger than most people expect — more than 10,000 acres — and it is criss-crossed by more than 40 miles of battlefield avenues. There are more than 1,450 monuments, markers and plaques on the field.

Take a look at our Gettysburg Battlefield Places and Stories page for a sample of what Gettysburg is all about.Our Gettysburg tours will give you a clear understanding of what happened here, why it happened here and why Gettysburg is so important in American history.

You’ll see all the important places and you’ll see them in a sequence that makes it much easier to understand everything. These Gettysburg tours are the highlight of any visit to this hallowed battlefield.

Our Premier Gettysburg Tour is a comprehensive battlefield tour lasting about 2 & 1/2 hours. We take you to all the famous places and provide you with a clear explanation of the events that took place here.

This tour makes two stops: The first is at the location where Abraham Lincoln delivered the Gettysburg Address and the second is at Little Round Top, site of one of the Battle’s most famous chapters and a stunningly beautiful prominence providing a panoramic view of almost the entire battlefield.

Ever wonder why a battle was fought at Gettysburg? Take a look at this great little summary ……Gettysburg Battlefield Tour PrimerDeparture times and costs for our Premier Gettysburg Tours are as follows:

Premier Gettysburg Tours: 2 hours & 30 minutes

The Gettysburg Battlefield
DEPARTURES DAILY AT: 10AM ~ 12 Noon ~ 2PM ~ 4PM

Adults (12 & over) – $24.95
Kids – $12
Under six – Free

FAMILY DISCOUNTS (10%) FOR FAMILIES OF FIVE OR MORE

FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

All of our tours depart from our ticket center located at the American Civil War Wax Museum Complex located at 297 Steinwehr Avenue in Gettysburg. There is a large parking area at this location and our ticket center is located just inside the Museum’s lobby entrance. We would ask that you arrive and check in with us at this location at least fifteen minutes prior to the scheduled departure time of your tour.

Our Classic Buses

Battlefield Tour BusFor our Premier Battlefield Tour, you’ll ride in one of our classic 15-passenger Park Buses and enjoy the special attention that is only available when you are part of such a small group.

Believe me, the small group size makes a huge difference and you’ll love it.

We also have a fleet of modern mid-sized buses and we use these sometimes if the weather is especially troublesome. They are also available for larger charter groups.

Battlefield Tours for Kids

Battlefield Tour For KidsWe offer a special tour designed for kids that is both fun and educational.

It’s a complete tour of the battlefield that is filled with exciting true stories about the battle and many of the men who lived through it (and some who didn’t). We also include an extra stop with some special activities that help kids understand the “The Life of the Civil War Soldier”.

This is a great American history tour for kids and adults alike.

If you are coming to Gettysburg with your children or grandchildren or your nieces or nephews, this tour is positively the one you want them to take.

For more information, including departure times and ticket prices , please see our Kids Tour Page

Always Free Pick-Up at Park Service Visitor Center and Area Hotels

An Evening Tour: Gettysburg’s Greatest Stories

Old Town TourIf we weren’t so politically correct, we’d say that women absolutely love this tour (it focuses on human interest stories rather than military tactics). But we are just so PC that we won’t say that. We’ll just say that everybody absolutely loves this tour.

Come along on one of our classic Yellowstone Park buses for an hour-long ride through the streets of Old Town Gettysburg. You’ll hear fascinating true stories about some of the extraordinary people who lived here during the great battle (and at other times).

The Town of Gettysburg (population 7,500) sits right smack in the middle of the Battlefield and there was tremendous fighting right through the streets of the town on the first day of the battle. The Confederates had the upper hand that day and the town fell under Rebel occupation.

History buffs will note that this was the last time an American city or town has been occupied by an invading army.

This tour is an absolute “must” for those of you (women and men) who have been to Gettysburg several times and are convinced that you know “everything there is” about the Battle of Gettysburg (it’s usually men who think that).

If that sounds like a challenge to all you Civil War Nuts, you’re right.

For more on this wonderful little tour…..Gettysburg’s Greatest Stories Tour

Gettysburg’s Greatest Stories Tours : About an hour and a quarter

WEDNESDAY-SATURDAY EVENINGS 5 PM

Adults – $22
Kids – $17
Under six – Free

CALL 717-334-8000 FOR RESERVATIONS

The Winery Bus

HistoricCome along for a splendid afternoon of fine wine and glorious scenery on our ride to two wineries nestled in the foothills of the South Mountains near Gettysburg.

Located just a few minutes west of town, these fabulous wineries offer unique tastes and superb hospitality.

  • Adams County Winery, the Grand Dad of local wineries, is an award-winning icon in these parts where the legendary vintners produce some of the area’s most acclaimed wines.
  • Hauser Estate Winery has established itself as a must-see landmark in our region and offers noble wines and stunning views of the Gettysburg Plains from the ridgetop of South Mountain.


For this tour, you’ll ride in one of our modern motor coaches.

The Winery BusDepart at 1 pm ~~~ Return at 4:30 pm
Every Monday, Wednesday & Saturday
$25 Per Person
FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

Sidetrip Tours to Harpers Ferry & Antietam

Harpers FerryOnly 50 miles southwest of Gettysburg at the confluence of the Shenandoah and Potomac Rivers, Harpers Ferry is the site of the famous raid by John Brown in 1859 that lit the fuse leading to the American Civil War. Surrounded by the stunning elevations of Bolivar Heights, Maryland Heights and Loudoun Heights, the strategic little town changed hands eight times during the war.

We’ll take you from Gettysburg to the Visitor Center at Harpers Ferry in just over an hour to begin your tour, including the building where John Brown was captured.

After touring the town, you’ll be free to have lunch on your own at any of the local eateries and we’ll then reboard our bus at 1:00 pm and head north for the fourteen-mile trip to Sharpsburg, Maryland and the famous Antietam Battlefield, scene of the bloodiest one-day battle in the entire Civil War (23,000 casualties).

We’ll stop at the Antietam Visitor Center and then proceed on our tour through the Battlefield itself with stops at all the famous landmarks: Burnside Bridge, Bloody Lane, Dunker Church, The Cornfield……and more.

We’ll then head for home and arrive back in Gettysburg at about 5:00 pm.

This tour will be in one of our modern 27-passenger air-conditioned motor coaches.

Tours are offered every Tuesday, Thursday and Sunday through the summer. Call for special group tours on any other day.

Advance reservations are required.

Sidetrip Tour to Harpers Ferry & AntietamDepart Gettysburg at 9:15 am ~~~ Return at 5:00 pm
Offered Every Tuesday, Thursday & Sunday
$54 Per Person
FOR RESERVATIONS: CALL 717-334-8000

For Reservations

Call 717-334-8000

We will ask for a Visa or Mastercard number in order to secure a reservation.

Reservations may be cancelled without penalty anytime up to within 48 hours of the reserved tour date and time. After that time, you will be responsible for the full fare value of the original reservation.

Map Of The Gettysburg Battlefield


Here’s a Great Gettysburg Battlefield Map that downloads quickly and prints to a regular 8.5 x 11 inch page.

Gettysburg Battlefield Map

Come On Along……

Gettysburg Battlefield

THE HISTORIC TOUR COMPANY

FOR ALL YOUR GETTYSBURG TOURS
297 Steinwehr Avenue
Gettysburg, Pennsylvania 17325

717-334-8000

Many thanks.

Looking forward to seeing you in the Most Famous Small Town in the World

How do we look so far?

email questions to:

greatbuses@superpa.net

Historic Tours Gettysburg

Historichttp://www.historictourcompany.com/

 

Big day in history–The Gettysburg Address.  This copy is fromm the History Channel

“On November 19, 1863, at the dedication of a military cemetery at Gettysburg, Pennsylvania, during the American Civil War, President Abraham Lincoln delivers one of the most memorable speeches in American history. In just 272 words, Lincoln brilliantly and movingly reminded a war-weary public why the Union had to fight, and win, the Civil War.

The Battle of Gettysburg, fought some four months earlier, was the single bloodiest battle of the Civil War. Over the course of three days, more than 45,000 men were killed, injured, captured or went missing.  The battle also proved to be the turning point of the war: General Robert E. Lee’s defeat and retreat from Gettysburg marked the last Confederate invasion of Northern territory and the beginning of the Southern army’s ultimate decline.

Charged by Pennsylvania’s governor, Andrew Curtin, to care for the Gettysburg dead, an attorney named David Wills bought 17 acres of pasture to turn into a cemetery for the more than 7,500 who fell in battle. Wills invited Edward Everett, one of the most famous orators of the day, to deliver a speech at the cemetery’s dedication. Almost as an afterthought, Wills also sent a letter to Lincoln—just two weeks before the ceremony—requesting “a few appropriate remarks” to consecrate the grounds.

At the dedication, the crowd listened for two hours to Everett before Lincoln spoke. Lincoln’s address lasted just two or three minutes. The speech reflected his redefined belief that the Civil War was not just a fight to save the Union, but a struggle for freedom and equality for all, an idea Lincoln had not championed in the years leading up to the war. This was his stirring conclusion: “The world will little note, nor long remember what we say here, but it can never forget what they did here. It is for us the living, rather, to be dedicated here to the unfinished work which they who fought here have thus far so nobly advanced. It is rather for us to be here dedicated to the great task remaining before us—that from these honored dead we take increased devotion to that cause for which they gave the last full measure of devotion—that we here highly resolve that these dead shall not have died in vain—that this nation, under God, shall have a new birth of freedom—and that government of the people, by the people, for the people, shall not perish from the earth.”

Reception of Lincoln’s Gettysburg Address was initially mixed, divided strictly along partisan lines. Nevertheless, the “little speech,” as he later called it, is thought by many today to be the most eloquent articulation of the democratic vision ever written.”

Carta de um ex homossexual aos jovens. Imperdível!

08/11/2013

Michael Glatze, americano, 35 anos, ex-diretor de uma importante revista LGBT dos E.U.A. e ex-homossexual, para a juventude:

A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.

Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai morreu quando eu tinha 13. Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.

Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14. Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.

Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem. Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.

Em seguida, nasceu a revista Young Gay America(América Gay Jovem). Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revista Young Gay America decolou.

Os gays reagiram com alegria à revistaYoung Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.

Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.

Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.

Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays. Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.

Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.

O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.

A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.

Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.

Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.

Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como ofato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.

Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.

Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso — e realmente orava sobre isso — que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.

Michael Glatze, à esquerda

Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.

A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.

Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo.

O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.

Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total. Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.

O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo. Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.

O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.

Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.

Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda. O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis. A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.

Em minha experiência, “sair do armário” da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.

A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa. É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.

Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”. A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir. Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe. O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.

Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.

Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.

A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres. Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.

Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida. Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.

O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.

A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual. Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.

Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.

Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes. Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria.

Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes. Tenho experiência própria. Conheço a verdade.

Deus nos deu a verdade por um motivo. A verdade existe para que possamos ser nós mesmos. Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.

A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.

Postado em: http://carloslopesshalom.wordpress.com/

34 anos da invasão da embaixada americana em Teerã-Irã – Iranian activists storm the United States embassy in Tehran on November 4, 1979

03/11/2013
Iran is continuing to try and arm itself with nuclear weapons; it has not changed its goal, the method maybe, but not the goal, and it has not changed its ideology.

I call your attention to the fact that tomorrow the regime will mark the 34th anniversary since the seizure of the US Embassy in Tehran – they call this ‘Death to America Day.’ This makes it clear that pressure on the Iranian regime must be continued.

The pressure has brought them to the negotiating table. I am convinced that if the pressure is maintained and not relaxed, Iran will dismantle its military nuclear capabilities, and if the pressure is relaxed, Iran will advance toward this goal. We are committed to ensuring that it does not reach its realization.

Iran is continuing to try and arm itself with nuclear weapons; it has not changed its goal, the method maybe, but not the goal, and it has not changed its ideology.

I call your attention to the fact that tomorrow the regime will mark the 34th anniversary since the seizure of the US Embassy in Tehran – they call this 'Death to America Day.' This makes it clear that pressure on the Iranian regime must be continued. The pressure has brought them to the negotiating table. I am convinced that if the pressure is maintained and not relaxed, Iran will dismantle its military nuclear capabilities, and if the pressure is relaxed, Iran will advance toward this goal. We are committed to ensuring that it does not reach its realization.

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Da série: passando raiva no politicamente correto

03/11/2013

The First Legal Slave Owner in What Would Become the United States was a Black Man

http://www.todayifoundout.com/index.php/2013/08/the-first-legal-slave-owner-in-what-would-become-the-united-states-was-a-black-man/

DAVEN HISKEY AUGUST 23, 2013 14

johnsonToday I found out the first legal slave owner, in what would eventually become the United States, was a black man.

The man was Anthony Johnson.  Johnson first came over to America as an indentured servant, arriving in 1620 in the Colony of Virginia.  He did not come over willingly, as many did, agreeing to become indentured servants in exchange for passage to the New World. Rather, Johnson was captured in Angola by neighboring tribesmen and eventually sold to a merchant who transported him to Virginia, where he was then sold to a tobacco farmer.

Despite this, Johnson was not technically a slave, as most think of it.  He was simply required to serve the farmer for a time in exchange for room and board.  However, like slaves, indentured servants could be sold or lent out to someone else, and, for the most part, they could be punished how those that owned their contracts saw fit.

One of the biggest differences between slaves and indentured servants was that once the indentured servant’s contract was up, depending on the agreement made with the person paying for transport, often the former servant would be given some small compensation for their services to help them get their start as free individuals.  This might include some amount of land, food (often a year’s worth), clothing, and tools.

During their time serving, indentured servants also typically learned some trade as they worked, which was significant for many who chose to make the journey to the Americas as indentured servants- often poor, uneducated individuals, lacking a trade, and in search of the promise of a better life.  Because of this, in the early days, most indentured servants in the British colonies in America were actually Irish, English, German, and Scottish, rather than African.

Johnson, of course, didn’t choose to come over. Nevertheless, once in America, he toiled away as a tobacco farmer for the duration of his contract.  During this time, he also met a woman (soon to be his wife) named simply “Mary”, who had been brought over to America about two years after Johnson, with her contract also being purchased by the same man who owned Johnson’s contract.

In 1635, after working on the tobacco farm for about 14 years, Johnson was granted his freedom and acquired land and the necessaries to start his own farm.  Sources are conflicting on whether he purchased the remaining years on his wife’s contract or whether she completed it, but in the end, the two, with their lives now their own, began working for themselves.

They soon prospered and took advantage of the “headright” system in place for encouraging more colonists, where if you paid to bring a new colonist over, whether purchasing them at the docks or arranging it before hand with someone, you’d be awarded 50 acres of land.  Similarly, those who paid their own passage would be given land under this system.

This leads us to 1654. One of Johnson’s servants, John Casor who was brought over from Africa, claimed he was under a “seaven or eight yeares” contract and that he’d completed it. Thus, he asked Johnson for his freedom.

Johnson didn’t see things this way, and denied the request. Despite this, according to Casor, Johnson eventually agreed to allow him to leave, with pressure supposedly coming from Johnson’s family who felt that Casor should be free.  Thus, Casor went to work for a man by the name of Robert Parker.

Either Johnson changed his mind or he never said Casor could go, because he soon filed a lawsuit against Parker claiming that Parker stole his servant, and that Casor was Johnson’s for life and was not an indentured servant.

Johnson ultimately won the case, and not only did he get his servant back, but Casor became Johnson’s slave for life as Johnson had said he was.  This officially made Johnson the first legal slave owner in the colonies that would eventually become the United States. (There were other slaves before this, just not ones that were legal in the British colonies under common law).

The judge’s decision on the matter was announced as follows:

This daye Anthony Johnson negro made his complaint to the court against Mr. Robert Parker and declared that hee deteyneth his servant John Casor negro under the pretence that said negro was a free man. The court seriously consideringe and maturely weighing the premisses, doe fynde that the saide Mr. Robert Parker most unjustly keepeth the said Negro from Anthony Johnson his master … It is therefore the Judgement of the Court and ordered That the said John Casor Negro forthwith returne unto the service of the said master Anthony Johnson, And that Mr. Robert Parker make payment of all charges in the suit.

About 7 years later, Virginia made this practice legal for everyone, in 1661, by making it state law for any free white, black, or Indian, to be able to own slaves, along with indentured servants, as they’d been able to have before.

While Johnson’s temporarily gain of being granted the services of one of his indentured servants for life no doubt had a positive affect on his thriving business, ultimately the gradual changing of attitudes in the colonies concerning slavery and race came back to hurt Johnson’s family, with slavery slowly becoming less about one’s original financial situation and more about where you or your ancestors were originally from.

When he died in 1670, rather than his thriving plantation going to his children, the court declared that “as a black man, Anthony Johnson was not a citizen of the colony” and awarded the estate to a white settler. Quite a contrast to the declaration in 1654 by the court that Johnson and his wife were “…inhabitants in Virginia (above thirty years) [and respected for] hard labor and known service.”

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Bonus Facts:

  • While most of the land in Johnson’s estate was taken away, his children were allowed a small portion of Johnson’s former property to use to provide for themselves, but even that 40 acres was lost by Johnson’s grandson, John Jr., when he was unable to pay his taxes one year.
  • While Johnson is generally considered by most historians to be the first legal slave owner in what would become the United States, there was one person who preceded him in 1640 who owned a slave in all but name.  The virtual slave was John Punch, ordered to be an indentured servant for life, though by law was still considered an indentured servant with all the rights that went with that.  In Punch’s case, he was made a lifelong indentured servant owing to the fact that he tried to leave before his contract was up.  When he was captured and brought back, the judge in the matter decided a suitable punishment was to have Punch’s contract continue for the rest of his life.
  • What makes Punch’s case even more interesting (and unfair) is that when he ran away, he ran away with two white indentured servants who were also seeking to get out of their contract.  The punishment for the white indentured servants was not a lifetime of servitude, though.  Rather, they were given 30 lashes with a whip and a mere additional 4 years on their contracts.
  • The average price for bringing an indentured servant over to America in the 17th century was just £6.  Meaning that under the headright system, as long as you could afford to feed, clothe, and house them, you could acquire 50 acres of land for just over £1 per 10 acres.
  • The first Africans to be imported to the Americas were brought over in the 1560s, primarily in areas controlled by Spain.  The English colonies didn’t start importing Africans until much later, around 1619, just a couple years before Anthony Johnson was brought over. The first group to the British colonies were imported to Jamestown and comprised of 20 Africans who had been aboard a Spanish ship that was attacked by a Dutch vessel.  After the Dutch crew successfully took over the Spanish ship, they were left with 20 Africans who they took to Jamestown and declared were indentured servants, trading them for supplies.
  • In Virginia, in 1662, legislatures enacted a law stating that if you owned a slave, not only were they yours for life, but any children of a slave mother would also be a slave, regardless of whether the father was a slave or not.  Before this, the father’s status was typically what was used to determine the child’s status, regardless of race or the mother.
  • A further change of the laws came in 1670 when a law was passed forbidding those of African or Indian descent from owning any “Christian” slaves.  In this case, this did not necessarily mean literal Christian slaves; if you had a black or Indian slave who was a Christian, that was fine, as they were black or Indian, and thus “heathen”, regardless of what they said or believed or even if they were baptized.
  • A further hardening of the laws came in 1699. In an attempt to get rid of all the prominent free black people, Virginia enacted a law requiring all free black people to leave the colony, to further cement the majority of free people in the colonies as non-black, and allow the tyranny of the majority with respect to those of African descent to progress unhindered.  Many did not have the funds to actually leave, and some chose to ignore the decree, as relationships between whites and free blacks tended to be as you’d expect humans to act towards one another, namely somewhat friendly in many cases; this included some intermarrying, despite the fact that to some extent this was discouraged even then, primarily because Africans were considered “heathens”.  Obviously those either from Africa or of African descent who had married someone of European descent weren’t inclined to leave their spouses and homes. In fact, it’s estimated that about 80% of all those non-slaves of African descent in the United States between 1790 and 1810 were a product of this intermarrying in the Virginia colony.

A Tolerância e a Diversidade destruindo a ex pacífica e calma Suécia – O Horror Politicamente Correto no Mundo

13/10/2013

SwedenMuslim immigrants raped over 300 Swedish children in seven months of 2013

In the first seven months of 2013, over 1,000 Swedish women reported being raped by Muslim immigrants. Over 300 of those were under the age of 15. The number of rapes is up 16% compared to 2012 numbers.

From Swedish Public Radio…

Antalet polisanmälningar om våldtäkt i Stockholms län har ökat med 16 procent hittills i år. En stor del av ökningen gäller våldtäkt av unga flickor.

Det är Brottsförebyggande Rådet, BRÅ, som tagit fram statistik som publiceras idag.

Drygt 1 000 våldtäkter har anmälts i länet under årets första sju månader.

En stor del av ökningen gäller våldtäkter av flickor under 15 år.

Enligt BRÅ har polisen i länet fått in 300 sådana anmälningar hittills i år.

NSA Please Spy The Communist Administration of Brazil – I support other 1964 Brothers Sam Plan

29/09/2013

1374962_601891549851868_2112743194_n

NSA Help Brazil:

The free people of brazil wants to know all the truth about the corruPT brazilian governament.

NSA We do not want tha brazil become a communist country, led by kleptocraPTs politicians that are assciated with communist leaders in latin america, which are all members of colombia farc and cuba narcotrafic leader Ffidel Castro Rúz.

Vexame na ONU – Dilma denuncia o que todo mundo sabe: A Rede Echelon – Diplomatas fazem força para não rirem

24/09/2013

Texto de 13 anos atrás.

LEIA NA ÍNTEGRA O IC 2000 REPORT

http://new.duncan.gn.apc.org/menu/surveillance/echelon/IC2000_Report%20.pdf

Sobre o Brasil diz:

Thomson CSF and Brazil
102. In 1994, NSA intercepted phone calls between Thomson-CSF and Brazil concerning SIVAM, a $1.3 billion
surveillance system for the Amazon rain forest.

The company was alleged to have bribed members of the
Brazilian government selection panel. The contract was awarded to the US Raytheon Corporation – who
announced afterwards that “the Department of Commerce worked very hard in support of U.S. industry on this
project”. 69 Raytheon also provide maintenance and engineering services to NSA’s ECHELON satellite
interception station at Sugar Grove.

VENEZUELA – A FALÊNCIA MORAL DE UM PAÍS

19/09/2013

Venezuela, la quiebra moral de un país http://internacional.elpais.com/internacional/2013/09/19/actualidad/1379609731_457003.html … via @el_pais

Isso só coloca EL PAIS entre os melhores jornais do mundo: NADA DISSO SE DIZ NO BRASIL SOBRE PT E SOBRE MST

La contribución de Chávez a la profundización de la violencia puede medirse en dos aspectos: limitar la represión policial para no perder votos entre su electorado y en la justificación ética del robo. Quien tiene hambre, dijo el mandatario en 1999, está habilitado para delinquir. “El apoyo a los invasores de tierras contribuyó a reforzar esa ética delincuencial, que está tan naturalizada que todos los venezolanos, en mayor o menor medida, ya consideran las normas como injustas y se sienten con el deber de romperlas”,

Bush em 22 de novembro 1963 em Dallas Texas?

18/09/2013

http://www.wnd.com/2013/09/did-george-h-w-bush-witness-jfk-assassination/

Obama – chemical weapons in Syria – Armas Químicas – ultimately destroy them under international control

11/09/2013

The White House, Washington

Good evening —

I just addressed the nation about the use of chemical weapons in Syria.

Over the past two years, what began as a series of peaceful protests against the repressive regime of Bashar al-Assad has turned into a brutal civil war in Syria. Over 100,000 people have been killed.

In that time, we have worked with friends and allies to provide humanitarian support for the Syrian people, to help the moderate opposition within Syria, and to shape a political settlement. But we have resisted calls for military action because we cannot resolve someone else’s civil war through force.

The situation profoundly changed in the early hours of August 21, when more than 1,000 Syrians — including hundreds of children — were killed by chemical weapons launched by the Assad government.

What happened to those people — to those children — is not only a violation of international law — it’s also a danger to our security. Here’s why:

If we fail to act, the Assad regime will see no reason to stop using chemical weapons. As the ban against these deadly weapons erodes, other tyrants and authoritarian regimes will have no reason to think twice about acquiring poison gases and using them. Over time, our troops could face the prospect of chemical warfare on the battlefield. It could be easier for terrorist organizations to obtain these weapons and use them to attack civilians. If fighting spills beyond Syria’s borders, these weapons could threaten our allies in the region.

So after careful deliberation, I determined that it is in the national security interests of the United States to respond to the Assad regime’s use of chemical weapons through a targeted military strike. The purpose of this strike would be to deter Assad from using chemical weapons, to degrade his regime’s ability to use them, and make clear to the world that we will not tolerate their use.

Though I possess the authority to order these strikes, in the absence of a direct threat to our security I believe that Congress should consider my decision to act. Our democracy is stronger when the President acts with the support of Congress — and when Americans stand together as one people.

Over the last few days, as this debate unfolds, we’ve already begun to see signs that the credible threat of U.S. military action may produce a diplomatic breakthrough. The Russian government has indicated a willingness to join with the international community in pushing Assad to give up his chemical weapons and the Assad regime has now admitted that it has these weapons, and even said they’d join the Chemical Weapons Convention, which prohibits their use.

It’s too early to tell whether this offer will succeed, and any agreement must verify that the Assad regime keeps its commitments. But this initiative has the potential to remove the threat of chemical weapons without the use of force.

That’s why I’ve asked the leaders of Congress to postpone a vote to authorize the use of force while we pursue this diplomatic path. I’m sending Secretary of State John Kerry to meet his Russian counterpart on Thursday, and I will continue my own discussions with President Putin. At the same time, we’ll work with two of our closest allies — France and the United Kingdom — to put forward a resolution at the U.N. Security Council requiring Assad to give up his chemical weapons, and to ultimately destroy them under international control.

Meanwhile, I’ve ordered our military to maintain their current posture to keep the pressure on Assad, and to be in a position to respond if diplomacy fails. And tonight, I give thanks again to our military and their families for their incredible strength and sacrifices.

As we continue this debate — in Washington, and across the country — I need your help to make sure that everyone understands the factors at play.

Please share this message with others to make sure they know where I stand, and how they can stay up to date on this situation. Anyone can find the latest information about the situation in Syria, including video of tonight’s address, here:

http://www.whitehouse.gov/issues/foreign-policy/syria

Thank you,

President Barack Obama

Bush 11 de setembro de 2013

11/09/2013

Observing a moment of silence with staff of the George W. Bush Presidential Center this morning at 7:46 am in Dallas. Exactly 12 years ago on September 11, 2001, the first plane struck the North Tower of the World Trade Center. “These acts shattered steel, but they cannot dent the steel of American resolve.” We Will #NeverForget.

 

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O genocídio de cristãos no mundo e o silêncio do Vaticano

07/09/2013

La Nouvelle Christianophobie, la Syrie aussi

O JPOST TAMBÉM DENUNCIA

http://www.jpost.com/Middle-East/German-jihadis-kill-Syrian-Christians-325495

 

Le nombre de Chrétiens persécutés dans le monde oscille entre 100 et 150 millions d’âmes. Ce chiffre, en hausse constante, fait du christianisme la religion la plus persécutée. Selon Portes ouvertes, « un chrétien meurt toutes les 5 minutes ».

Et comme l’explique Marc Fromager, directeur de l’Aide à l’Eglise en détresse (AED), « sur 131 pays de culture chrétienne, il n’y en a pas un seul où la législation sur la liberté religieuse laisse à désirer.

Sur 49 pays de culture musulmane, 17 ne tolèrent aucune autre religion et contrôlent étroitement les croyants non musulmans, 19 reconnaissent théoriquement la liberté religieuse mais ne l’appliquent pas en pratique. Les chrétiens restent le groupe religieux le plus discriminé dans le monde: 75 % des cas d’atteintes à la liberté religieuse les concernent ».

Et le pire dans cette christianophobie mondiale est l’indifférence qui l’entoure. Certes, les attentats contre des Chrétiens en Irak ou en Egypte en 2010-2011 revendiqués par Al-Qaïda furent fort médiatisés.

Mais les nombreux cas de « christianophobie ordinaire », commis au nom des législations en vigueur ou avec la complicité des autorités, sont ignorés. Ceci s’explique par le fait que les mythes fondateurs du politiquement correct et la « politique d’apaisement » empêchent de désigner les bourreaux.

En vertu du premier mythe, celui qui fait du communisme l’idéologie égalitaire des « opprimés », il est impossible de dire que les régimes marxistes d’hier (ex-URSS) et d’aujourd’hui (Chine, Corée du Nord, etc) sont les plus terribles persécuteurs de chrétiens, lesquels sont pour eux des « agents de l’Occident capitaliste ».

Rappelons à ceux qui pensent que le communisme est « mort » avec la chute de l’ex-URSS que la Chine et la Corée du Nord communistes sont les plus grands tueurs de chrétiens. En Corée du Nord, ces derniers peuvent être tués juste à cause de leur foi.

En Chine, l’évangélisation est punie par des peines de prison et les chrétiens, suspects d’être « révolutionnaires », ne peuvent adhérer qu’aux pseudos églises contrôlées par le parti communiste. Fait parmi tant d’autres, le 25 décembre dernier, lorsque les membres de l’église protestante Shouwang ont voulu célébrer leur messe, 50 d’entre eux ont été arrêtés.

Et depuis avril 2011, date à laquelle l’église a été obligée de célébrer son culte en plein air, faute de local, 1000 fidèles ont été incarcérés. Chaque année, le nombre de chrétiens incarcérés à vie ou morts en prison –dont des évêques et nombre de prêtres- s’élève à des milliers.

En vertu du deuxième mythe, celui des religions asiatiques – boudhisme et hindouïsme – « foncièrement pacifiques et tolérantes », les crimes anti-chrétiens commis en terre bouddhiste (Laos, Cambodge, Vietnam, etc) ou hindouïste (Etats de l’Union indienne dirigés par le parti nationaliste BJP) sont ignorés par nos bonnes consciences « bobo » qui pensent que le christianisme est la pire des religions. Or en Inde, les chrétiens, réprimés par les lois « anti-prosélytisme », sont perçus comme des « traîtres » à la nation indienne hindouiste.

Souvent issus de la sous-caste des Dalits (Intouchables), ils subissent des raids d’extrémistes hindous et des partis nationalistes religieux au pouvoir dans certains Etats. Ainsi, dans l’Etat de l’Orissa, mille chrétiens ont été tués depuis 2007 ; 50 000 Dalits ont fui leur maison pillée par les hindouïstes, mais la plupart des criminels anti-chrétiens ont échappé à la justice.

Le troisième mythe, celui de « l’islam religion de paix et de tolérance », empêche de dire que les chrétiens (assimilés aux « Croisés occidentaux ») ont toujours été traités en citoyens de seconde zone ou en bouc-émissaires, parfois cibles de génocides (Turquie, Soudan, etc).

Au Nigeria, plus grand Etat musulman d’Afrique noire, qui compte 50% de musulmans et autant de chrétiens, 11 Etats fédéraux du nord (à majorité musulmane) ont imposé la charia aux chrétiens.

Comme chaque année, les chrétiens redoutent des attaques islamistes lors de la messe de minuit, comme celles qui ont tué 50 fidèles durant la Noël 2011.

Dans le Nord du pays, qui a sombré dans la guerre civile depuis que les partis islamiques ont refusé la victoire électorale du président nigérien chrétien Jonhattant Gooluck, le mouvement islamiste terroriste Boko Haram (qui signifie « interdire l’Occident »), a tué plus de 3000 chrétiens depuis 2009. En 2012, 450 chrétiens ont été tués, dont 185 dans la ville de Kano.

Au Pakistan, les Chrétiens, qui forment 1,5% de la population, sont de véritables sous-citoyens. Le cas d’Asia Bibi, cette mère de famille chrétienne condamnée à mort pour « blasphème », après avoir bu dans un puits « réservé aux musulmans », n’est qu’un cas (médiatisé) parmi tant d’autres (non médiatisés).

En Arabie Saoudite, grand allié des Etats-Unis, le christianisme est interdit. Une fatwa du chef suprême du wahhabisme stipule que les églises doivent être détruites dans la péninsule arabique.

Récemment, 30 chrétiens ont été incarcérés à la prison de Briman (Djeddah) pour avoir célébré un office en privé. Depuis leurs geôles, ils implorent en vain l’aide des Nations unies et des organisations de défenses de droits de l’Homme.

En Syrie, les chrétiens sont agressés par les Salafistes et l’Armée Syrienne Libre (ASL), soutenue par la Turquie. Ceux qui vivent dans la zone de Lattaquié, Tartus, Tal Khalakh ou dans la « vallée des chrétiens », jadis havre de paix, sont expulsés de leur village par des jihadistes.

En Egypte, où les Frères musulmans ont fait approuver une constitution fondée sur la Charià, les chrétiens sont désignés comme les responsables des manifestations laïques hostiles au président Morsi et à la Charià.

En décembre 2012, un tribunal du Caire a condamné à mort sept chrétiens coptes pour leur implication dans le film islamophobe qui enflamma le monde.

Mais le journaliste qui diffusa en premier le film sur une télévision égyptienne n’a, quant à lui, jamais été inquiété… Fait divers parmi tant d’autres, sous prétexte que la chemise d’un musulman aurait été brûlée par un chrétien, le quartier chrétien de Dahshura a été entièrement brûlé par les islamistes.

En Irak, la situation est encore plus tragique : depuis le retour des islamistes en 2003, après la chute du régime laïc de Saddam Hussein, il ne reste plus que 300 000 chrétiens (contre 1,2 million en 1980). Et en Palestine, dans la ville du Christ, à Bethlehem, les chrétiens rasent les murs.

La conclusion s’impose d’elle-même : en restant silencieux, les dirigeants occidentaux, qui pourraient exiger de leurs « alliés » musulmans le même traitement pour les chrétiens que celui qu’ils exigent pour les musulmans en Occident, sont de facto complices des gouvernements qui persécutent ou tuent des chrétiens.

*Alexandre del Valle

Alexandre del Valle est un géopolitologue renommé. Ancien éditorialiste à France Soir, il enseigne les relations internationales à l’Université de Metz et est chercheur associé à l’Institut Choiseul. Il a publié plusieurs livres sur la faiblesse des démocraties, les Balkans, la Turquie et le terrorisme islamique.

Auteur de « La nouvelle christianophobie, pourquoi on tue les chrétiens dans le monde aujourd’hui » (Maxima, 2011)

Sources:

http://www.atlantico.fr/decryptage/chretiens-persecutes-dans-monde-entre-indifference-et-complicite-alexandre-del-valle-587015.html?page=0,1

Já são 14 membros do Congresso a pedirem o impeachment de Obama – O primeiro presidente negro dos EUA

05/09/2013
WND EXCLUSIVE

14TH MEMBER OF CONGRESS TALKS IMPEACHMENT

Lawmaker: Syrian strike on Obama’s orders only would violate law

Published: 10 hours ago

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By Scott Greer

House Republican Duncan Hunter of California says if President Obama orders a military strike on Syria without the approval of Congress, it would constitute an impeachable offense

Read more at http://www.wnd.com/2013/09/14th-member-of-congress-talks-impeachment/

http://www.wnd.com/2013/09/14th-member-of-congress-talks-impeachment/#MYbiCggKKW0Bb2Zc.99

 

Vergonha do Brasil – Israel é do tamanho de Sergipe e tem Indústria Aeroespacial

01/09/2013

היטב שאנחנו ערוכים לכל תרחיש אפשרי, ואזרחי ישראל צריכים גם לדעת שלאויבינו יש סיבות טובות מאוד לא לבחון את כוחנו ולא לבחון את עוצמתנו – הם יודעים למה.

בהזדמנות הזאת, אני מבקש לברך את התעשייה האווירית ואת חברת חלל על השיגור המוצלח של הלוויין ‘עמוס 4’. יש מעט מאוד מדינות בעולם שיכולות להתברך בהישג כזה. כראש ממשלת ישראל, אני גאה בכך.

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Israel is calm and self-assured.

Israeli citizens know very well that we are prepared for any possible scenario.

Israeli citizens must also know that our enemies have very good reasons not to test our strength – they know why.

I would like to take this opportunity to congratulate Israel Aerospace Industries and the Spacecom Satellite Communications Ltd. for the successful launch of the Amos IV satellite.

There are very few countries in the world that can congratulate themselves on such an achievement.

Só a Rússia poderá nos salvar – Putin – O Herói do Milênio

01/09/2013

30 de agosto de 2013
Presidente Vladimir Putin
Federação Russa
23, Ilyinka Street
Moscou, 103132, Rússia

Prezado Presidente Putin
No nome de milhões de americanos e canadenses que estão preocupados com a propagação aparentemente irreversível da homossexualidade em nossos países e internacionalmente, desejo respeitosamente expressar minha gratidão sincera que sua nação tem assumido uma postura firme e inequívoca contra esse flagelo ao proibir a propaganda homossexualista na Rússia. Você tem dado um exemplo de liderança moral que está envergonhando os governos da Europa Ocidental e América do Norte. Você tem inspirado os povos do mundo. A Lituânia, a Moldávia, a Hungria e a Ucrânia já estão começando a seguir seu exemplo baseado em princípios, e você tem gerado esperança real no movimento pró-família internacional de que essa agenda sexual destrutiva e degradante pode finalmente começar a ser freada no mundo inteiro.
Como líder de longa data no movimento pró-família que fez uma turnê em seu país em 2006 e 2007 defendendo a própria lei que você sancionou, quero prevenir você a não presumir que você resolveu totalmente o problema com a sanção dessa lei. A batalha para proteger sua sociedade da homossexualização apenas começou, e você poderá ficar surpreso de descobrir nos próximos meses e anos que muitos líderes mundiais começarão a trabalhar agressivamente para tentar intimidar você e forçar você a se render às exigências homossexualistas.
Poucas agendas políticas na história da humanidade tiveram a tenacidade e determinação do movimento homossexualista. Seus ativistas são movidos por uma militância implacável e fervor de avançar seus próprios interesses egoístas que rivalizam até com as seitas religiosas mais fanáticas. Dá para se ver um vislumbre do espírito por trás desse movimento em Gênesis 19:4-11.
Em apenas cinquenta anos esse grupo periférico que representa apenas 2% da população tem, por meio de pura força de vontade e intimidação, ganhado mais influência política nos poderes legislativos e tribunais do mundo ocidental do que a igreja cristã. A conduta sexual que define sua identidade como indivíduos e como movimento era quase universalmente ilegal e proibida durante os anos em que nossas duas nações estavam aliadas contra a ameaça do nazismo, mas pouco mais de meio século depois os líderes homossexualistas e seus representantes ocupam a maioria dos cargos de poder no Ocidente, e estão crescendo no Oriente e nas nações em desenvolvimento também.
Ao preparar sua sociedade para reconhecer e confrontar as iniciativas do movimento de militantes gays é importante compreender que a propaganda e as políticas deles seguem o conto de que toda censura à homossexualidade leva inevitavelmente ao ódio, violência e assassinato de homossexuais. Todas as políticas pró-homossexualismo dos Estados Unidos e da Europa se apoiam nessa premissa implícita e inquestionável, mas fictícia. Portanto, o movimento homossexualista não está simplesmente buscando tolerância social, ou aceitação, mas poder e controle politico. Eles querem o poder de reprimir toda desaprovação à homossexualidade na sociedade russa e forçar todos os cidadãos (principalmente os jovens) a adotar a opinião de que a conduta homossexual é boa e normal.
Eles pedem igualdade, mas logo que conseguem todos os ideais sociais que exploraram para chegar ali, tais como tolerância social, liberdade de expressão e respeito pela diversidade cultural, vem o descarte desses ideais. Em lugar desses ideais introduz-se uma nova cosmovisão e moralidade reversa e invertida que condenam toda desaprovação à homossexualidade como uma nova forma imaginária de intolerância. Chamo esse fenômeno de “homo-fascismo” e o defino como uma forma de extremo radicalismo esquerdista e retrógrado que busca estabelecer rígidos controles autoritários sobre todos os discursos públicos e políticas governamentais com relação a normas e boas maneiras sexuais, e sancionar medidas punitivas contra pessoas que discordam por motivo de consciência, punindo ou suprimindo toda desaprovação à homossexualidade e condutas sexuais relacionadas (que evidentemente, muito embora eles neguem, rapidamente incluiriam doutrinação e exploração sexual de crianças).
Nos próximos meses e anos a Rússia e seu povo serão cada vez mais retratados por exagerações abusivas e carregadas de paixão como portadores de ódio e intolerância, decididos a exterminar os homossexuais. Aliás, a campanha de propaganda sobre esse tema já foi iniciada, com filmagens de vídeo professando mostrar neo-nazistas russos batendo em homossexuais agora circulando na internet, junto com a falsa insinuação de que essa é a intenção da lei russa. Essa mesma máquina de propaganda e metodologia vem triturando Uganda desde 2009 quando esse país introduziu (mas nunca aprovou) seu Projeto de Lei Anti-Homosexualidade (PLAH) que concordo foi duro demais, mas que nunca refletiu nenhuma intenção do governo de Uganda de exterminar homossexuais, conforme os ativistas gays e seus aliados dos meios de comunicação continuam a alegar.
Aliás, esse conto gay que iguala oposição à homossexualidade ao genocídio nazista é em parte uma tentativa de obscurecer as raízes feias do moderno movimento homossexualista na Alemanha antes do nazismo. O fascismo alemão era formado e facilitado por homossexuais do sexo masculino, de orientação masculina, em resposta ao modelo efeminado da homossexualidade que sustentava que todos os homens homossexualistas eram realmente almas fêmeas aprisionadas em corpos de homens. Começando na década de 1860, os homossexuais fêmeos, depois de Karl Heinrich Ulrichs, o avô do movimento de direitos gays, construíram um poderoso movimento social e politico na Alemanha que focava na revogação das leis contra a sodomia.
Ofendidos pela constante caracterização da homossexualidade masculina como efeminada, os homossexuais machos criaram seu próprio movimento fundamentados na filosofia de culto ao guerreiro exemplificado pela antiga Esparta. Esses foram os primeiros fascistas alemães e de suas fileiras vieram primeiro os briguentos de uniformes marrons da 1ª Guerra Mundial e então o Partido Nazista. Essa tese é fartamente documentada em meu livro “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” (A Suástica Rosa: Homossexualidade no Partido Nazista), que co-autorei em 1995 com o pesquisador Kevin E. Abrams.
Junto com essa carta, estou incluindo um exemplar de The Pink Swastika (Quarta Edição) em inglês que vem autografado pelo meu co-autor e eu. Logo estaremos completando um processo há muito atrasado de publicar o livro em russo, e assim nos comprometemos que dedicaremos a versão russa da The Pink Swastika ao governo russo e a seu povo. Será nossa honra enviar o primeiro exemplar da versão russa a você.
Mais uma vez, obrigado, presidente Putin, por permanecer firme na defesa da família natural, que é o alicerce essencial de toda civilização humana. Talvez por meio da inspiração de sua liderança, uma aliança das pessoas boas de nossos países com as pessoas boas de seu país, possamos de novo de alguma forma cooperativa, redimir o futuro da humanidade de um Leviatã fascista, exatamente como fizemos na 2º Guerra Mundial.
Respeitosamente,
Pastor Scott Lively, J.D., Th.D.
Defend the Family International
PO Box 2373
Springfield, MA 01101
Estados Unidos

O alto preço da subversão e do terrorismo contra os EUA – Estados Unidos gastam 56 bilhões por ano nas 13 agências que garatem a segurança dos EUA

29/08/2013

http://www.washingtonpost.com/wp-srv/special/national/black-budget/

agencias espia um

O que acontece à mulher que assassina seu filho:

28/08/2013

Eight facts most don’t know about physical and psychological consequences of abortion for women

by Peter SaundersTue Aug 27, 2013 09:46 EST

Contrary to popular opinion abortion hurts women.

TheUnChoice.com is an evidence-based Elliot Institute campaign to raise awareness about unwanted abortions, post-abortion issues and maternal deaths and to provide help, hope and healing.

The US-based Elliot Institute  publishes research and educational materials and works as an advocate for women and men seeking post-abortion healing.

The following figures, referenced below from an Elliott Institute publication, are eight evidence-based facts about the consequences of abortion for women’ health.  I have, where possible linked the references to the original sources.

1. 31% of women having abortions report suffering physical health complications (1)

2. 10% of women having abortions suffer immediate, potentially life-threatening complications (2, 3, 4)

3. Women have a 65% higher risk of clinical depression following abortion vs. childbirth (5)

4. 65% of women suffer symptoms of Post-Traumatic Stress Disorder (PTSD) after abortion (1)

5. Women’s death rates from various causes after abortion are 3.5 times higher than after giving birth  (6, 7)

6. Many women describe their experience as ‘a nightmare’, which can hardly equated with ‘choice’. 60% of women surveyed after abortion responded that: ’Part of me died’ (1)

7. Suicide rates among women who have abortions are six times higher than those who give birth (7, 8)

Click “like” if you are PRO-LIFE!

8. Abortion increases a woman’s risk of future miscarriages by 60% (9)

References

1. Source: Rue et. al., “Induced abortion and traumatic stress: A preliminary comparison of American and Russian women,” Medical Science Monitor 10(10): SR5-16, 2004.

2. Frank, et.al., “Induced Abortion Operations and Their Early Sequelae,” Journal of the Royal College of General Practitioners 35(73):175-180, April 1985.

3. Grimes and Cates, “Abortion: Methods and Complications”, in Human Reproduction, 2nd ed., 796-813.

4. M.A. Freedman, “Comparison of complication rates in first trimester abortions performed by physician assistants and physicians,” Am. J. Public Health76(5):550-554, 1986).

5. JR Cougle et. al., “Depression Associated With Abortion and Childbirth: A Long-Term Analysis of the NLSY Cohort,” Medical Science Monitor 9(4):CR105-112, 2003.

6. M Gissler et. al., “Pregnancy Associated Deaths in Finland 1987-1994 — definition problems and benefits of record linkage,” Acta Obsetricia et Gynecologica Scandinavica 76:651-657, 1997.

7. M. Gissler, “Injury deaths, suicides and homicides associated with pregnancy, Finland 1987-2000,” European J. Public Health 15(5):459-63, 2005.

8. Gissler, Hemminki & Lonnqvist, “Suicides after pregnancy in Finland, 1987-94: register linkage study,” British Journal of Medicine 313:1431-4, 1996.

9. N. Maconochie, P. Doyle, S. Prior, R. Simmons, “Risk factors for first trimester miscarriage—results from a UK-population-based case–control study,” BJOG: An International Journal of Obstetrics & Gynaecology, Dec 2006.

Note: Studies 6, 7 and 8 looked at death rates for an average for up to one year after the end of the pregnancy. Another study found that looked at suicide rates for up to eight years found that, compared to women who gave birth, women who had abortions had a 62% higher risk of death from all causes and a 2.5 times higher suicide rate. Source: DC Reardon et. al., “Deaths Associated With Pregnancy Outcome: A Record Linkage Study of Low Income Women,” Southern Medical Journal 95(8):834-41, Aug. 2002.

Reprinted with permssion from PJ Saunders

Os 50 anos da Marcha para Washington – I Have a Dream

28/08/2013
Atualização de status
De George W. Bush

Office of George W. Bush
Dallas, Texas
August 28, 2013

STATEMENT BY PRESIDENT GEORGE W. BUSH

Laura and I are proud to join our fellow Americans in commemorating the 50th Anniversary of the March on Washington and Martin Luther King, Jr.’s “I Have A Dream” speech.

When Reverend King came to Washington, D.C., in the summer of 1963, his purpose was to hold our Nation to the standards spelled out in the Declaration of Independence. He called all of us to live up to that document’s fundamental promise and the underpinning of our founding – that all of us are created equal and endowed by our Creator with certain unalienable rights. From the steps of the Lincoln Memorial, with thousands gathered around him, Dr. King looked out over the American capital and uttered simple, powerful words that changed the hearts of millions. The dream he had spread a message of hope, justice, and brotherhood that took hold in the hearts of men and women around the world.

Our country has come a long way since that bright afternoon 50 years ago; yet our journey to justice is not complete. Just to the East of the Lincoln Memorial, where President Obama will speak on Wednesday, stands the Martin Luther King, Jr. Memorial. There on the National Mall our President, whose story reflects the promise of America, will help us honor the man who inspired millions to redeem that promise.

Dr. King was on this Earth just 39 years, but the ideals that guided his life of conscience and purpose are eternal. Honoring him requires the commitment of every one of us. There’s still a need for every American to help hasten the day when Dr. King’s vision is made real in every community – when what truly matters is not the color of a person’s skin, but the content of their character.

Laura and I thank the King family and all who work to carry on the legacy of a great man and the promise of a great Nation. May we continue to march toward the day when the dignity and humanity of every person is respected. And may God continue to bless America.

O que é feminismo – Feminismo é o velho comunismo destruindo o cristianismo

25/08/2013

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O que pensam as “intelectuais e modernas líderes feministas” sobre o homem, sexo e relacionamentos? Leiam mais nas frases abaixo retiradas de fontes feminsitas. Antes devemos deixar uma dica. Muita feminista/ simpatizante que segue o movimento feminista ou se diz feminista porque acha este movimento algo “moderno e que mente nos representar” anda servindo como massa de manobra barata ( feministas vida de gado). Pois bem, antes de virem no nosso blog ofender e dizer “mas o feminismo não diz isso, não generalizem, toda feminista é diferente de outra”, por favor se informem sobre quem comanda este movimento, sobre os reais objetivos deste e sobre o que pregam suas gurus realmente  que feministas seguem sem pensar pela forte propaganda feminista associada ao coletivismo. Embora as feministas possam ser diferente o que as une é  A MESMA IDEOLOGIA PREGADA POR PESSOAS QUE ESCREVERAM FRASES COMO ESTAS ABAIXO e muita feminista defende isto sem saber, porque acha tudo muito atraente. Logo, antes de virem com frases feitas de igualdade LEIAM sobre o que realmente pensa o movimento feminista nestas frases aqui.

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“Heterossexualidade é um costume obstinado na qual as instituições supremacistas masculinas asseguram sua própria perpetuação e controle sobre nós. As mulheres são conservadas, mantidas e contidas através do terror, violência e o spray de sêmen… [lesbianismo é] um meio ideológico, político e filosófico de liberação de todas as mulheres da tirania heterossexual…”

Cheryl Clarke, “Lesbianismo, um ato de resistência,” in This Bridge Called My Back: Writing by Radical Women of Color, ed. Cherrie Moraga (Women of Color Press,1983), pp.128-137
http://youtu.be/_YxIAs6pkTM
Cheryl Clarke was born in 1947 in Washington, DC. She received a B.A. from Howard University and an M.A., M.S.W., and Ph.D. from Rutgers University. Her books of poetry include Experimental Love (Firebrand Books, 1993), which was nominated for a 1994 Lambda Literary Award; Humid Pitch (1989); Living as a Lesbian (1986); and Narratives: Poems in the Tradition of Black Women (1983). Her poems and essays have appeared in numerous journals and anthologies including The Black Scholar, The Kenyon Review, Belles Lettres, The World in Us: An Anthology of Lesbian and Gay Poetry, and Persistent Desire: A Femme-Butch Reader (1992). She has read her poetry and spoken at venues throughout the United States and served as member of the editorial collective for Conditions magazine. Clarke is the Director of the Office of Diverse Community Affairs and Lesbian-Gay Concerns at Rutgers University. She lives in Jersey City, New Jersey.
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“Quando uma mulher atinge orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão…” Sheila Jeffrys, professora feminista lésbica e ativista política
http://www.findanexpert.unimelb.edu.au/researcher/person14541.html
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“Todos os homens são estupradores e é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis e seus códigos.” Marilyn French, novelista e feminista americana
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“Sexo é a cruz em que as mulheres são crucificadas… sexo só pode ser adequadamente definido como estupro universal.” Hodee Edwards, ‘Estupro define Sexo’
http://youtu.be/isvbqDmoxzw
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“Numa sociedade patriarcal, toda relação sexual heterossexual é estupro porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o suficiente para consentir.” Catherine MacKinnon in “Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies, p. 129″
http://www.cddc.vt.edu/feminism/MacKinnon.html
“Compare os relatos de vítimas de estupro com o de relatos de sexo das mulheres. Eles se parecem muito….A maior distinção entre coito (normal) e estupro (anormal) é que o normal acontece tão freqüentemente que alguém não pode fazer os outros enxergarem que há algo de errado nisso.” Catherine MacKinnon, citada no livro de Christina Hoff Sommers, “Hard-Line Feminists Guilty of Ms.-Representation,” Wall Street Journal, November 7, 1991.
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“Eu acredito que estupro exista a qualquer hora que a relação sexual ocorra quando este não foi iniciado pela mulher, por sua própria e genuína afeição e desejo”. De Robin Morgan, “Teoria e prática: Pornografia e Estupro” em “Indo muito longe” 1974.
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“Coito heterosexual é a pura, formalizada expressão de desprezo pelo corpo das mulheres” Andrea Dworkin, feminista americana famosa por sua oposição a pornografia.“O fato é que o processo de matar – ambos estupro e assalto doméstico são passos neste processo – é o ato sexual primário dos homens na realidade e/ou na imaginação.” Andrea Dworkin, Letters from a War Zone, p. 22..
“Casamento como uma instituição desenvolveu-se do estupro como uma prática. Estupro, originalmente definido como abdução, tornou-se casamento por captura. Casamento significava que a tomada seria extendida em tempo […]. Apenas quando a masculinidade estiver morta – e ela perecerá quando a feminilidade devastada não mais a sustentar” Andrea Dworkin“Uma das razões que as mulheres são mantidas em um estado econômica de degradação – porque é assim que estão a maioria das mulheres – é porque isso é a melhor forma de manter as mulheres sexualmente disponíveis.” Andrea Dworkin, “Letters from a War Zone, p. 145.”http://radicalprofeminist.blogspot.com.br/2012/01/andrea-dworkin-quote-on-t-shirt-made-by.html
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“A descoberta dos homens que sua genitália poderia servir como arma pra gerar medo deve ser classificada como uma das descobertas mais importantes dos tempos pré-históricos, junto com o uso do fogo e o primeiro rudimentar machado de pedra.” Susan Brownmiller, Against Our Will: Men, Women, and Rape, p. 5.
http://www.enotes.com/susan-brownmiller-criticism/brownmiller-susan
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“Nossa cultura retrata sexo como estupro para que homens e mulheres se tornem mais interessados nisso”. Naomi Wolf, The Beauty Myth, p. 138.
http://feministing.com/2011/08/02/naomi-wolf-argues-for-de-politicized-feminism/
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“Feministas há muito tempo criticaram casamento como um lugar de opressão, perigo e escravidão pras mulheres”Barbara Findlen, “É o casamento a resposta? Ms Magazine, Maio – Junho, 1995.
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O cuidado das crianças… é infinitamente melhor deixado aos melhores profissionais de ambos os sexos que escolheram isso como vocação… [Isto] iria enfraquecer a estrutura familiar enquanto contribuiria para a liberação das mulheres. “Kate Miller, Sexual Politics 178-179_
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“Homens que são acusados injustamente de estupro podem às vezes ganhar com a experiência” Catherine Comins, Universidade Vassar assistente de reitor da Student Life in Time, Junho 3, 1991, p. 52..
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“Todo homem é um estuprador em potencial”. Famosa feminista brasileira.
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“Não são as pessoas que são responsáveis pelo falhanço do casamento, é a própria instituição que é pervertida desde a origem.” Simone de Beauvoir.

O Politicamente Correto destruiu a Universidade

14/08/2013

“Radicais nas universidades mostra como a educação superior nos Estados Unidos, em especial nas faculdades de ciências humanas, sofreu uma completa transformação que teve início nos anos 1960 e hoje atinge o seu ápice. Essa mudança foi a total politização das discussões, interesses e critérios acadêmicos em prol de certos grupos sociais e ideologias.
Na atualidade, o ambiente acadêmico vive sob a ditadura do politicamente correto e do único critério que serve para julgamento e decisão do que quer que seja dentro desse ambiente: partidismo. Roger Kimball aponta a farsa que são as carreiras acadêmicas nas áreas das ciências humanas em todas as universidades americanas. Mostra ainda a mediocridade, a infantilidade, a perversidade e a mesquinhez que imperam nesses departamentos.

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Como tudo que é nonsense, a realidade descrita por Kimball garantirá algum divertimento ao leitor, mas, ao fim, a sensação será de amargor e desânimo pela constatação do elevado grau de deformação da cultura acadêmica contemporânea. Essa mesma deformação aconteceu no Brasil com uma diferença: aqui, o fenômeno nem sequer foi percebido.
A resistência e a crítica praticamente inexistiram nos meios acadêmicos locais. Em parte porque, no Brasil, as atividades nos departamentos de ciências humanas nunca passaram de um pálido reflexo dos modismos acadêmicos europeus que agora imperam também nas principais faculdades dos Estados Unidos. Em nosso país, o pior ainda está por vir: a importação do ideário politicamente correto que sufoca e debilita o ensino nos Estados Unidos, como o leitor poderá constatar em Radicais nas universidades.”

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O livro mais útil para quem não quer ser Idiota – Entenda como seu professor de história mentiu para você

13/08/2013

ALÉM DE TUDO, O LIVRO MAIS LINDO DO PAÍS! Um sucesso de pré-venda! Rumo à lista dos mais vendidos! Garanta já o seu:

http://compare.buscape.com.br/o-minimo-que-voce-precisa-saber-para-nao-ser-um-idiota-olavo-de-carvalho-8501402516.html#precos.

Da obra de Olavo de Carvalho, organizado e apresentado por Felipe Moura Brasil, pela Editora Record:

“O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”.

Divulgue de novo, compartilhe de novo – faça essa caridade para seus amigos também.

Never underestimate the stupidity of idiots.

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Não faça o jogo dos comunistas – Desconfie sempre de quem diz combater Racismo

14/07/2013

Rosa Parks e a guerra racial como arma esquerdista

Rosa Parks não foi uma simples costureira cujo acto desafiador solitário levado a cabo em 1955 deu início ao movimento dos Direitos Civis, Ela foi, na verdade, uma activista ao serviço do Partido Comunista dos Estados Unidos da América [singla em inglês: C.P.U.S.A. = Communist Party of the United States of America]. A sua recusa em se sentar na parte de trás do autocarro não foi um acto espontâneo, mas uma provocação organizada pelo seu empregador, a  “National Association for the Advancement of Colored People” (NAACP).

Durante a semana passada Rosa Parks foi colocada num estado sob a Capitol Rotunda; uma honra só conferida 29 vezes durante a história americana a pessoas tais como  Abraham Lincoln, John Kennedy, e mais recentemente Ronald Reagan. Este tratamento ilustra o modo como o público americano é rotineiramente mentido e traído pelos seus líderes políticos e pelos média. O obituário presente no New York Times diz que a sua prisão “transformou uma mulher comum num símbolo relutante e numa portadora da torcha”. O Presidente Clinton disse que a sua acção “deu início ao movimento social mais significativo da história Americana.”

Embora eu esteja de acordo com os propósitos ostensivos do movimento dos Direitos Civis, uma vez que este movimento teve apoio Comunista, tenho que perguntar:  “Qual era a sua agenda oculta?” Falarei disto mais tarde.

Para entender o porquê da elite Americana honrar uma Comunista, temos que fazer uma alteração no paradigma.

Um grupo exclusivo de banqueiros sediados em Londres, que controla a maior parte do crédito e da riqueza mundial, quer consolidar este poder nas instituições mundiais permanentes de controle político, social e espiritual. Este grupo criou e financiou o Comunismo como instrumento usado para avançar com este propósito; isto envolve dissolver todas as “forças colectivas” que se possam opôr a ele, incluindo o estado-nação, a raça, a religião e a família.

Este “Comunismo”, longe de ser uma relíquia da era da Guerra Fria, continua (nas suas diversas formas) a fazer parte das nossas vidas, corroendo as instituições nomeadas em cima. A “Guerra Fria” continua como a “Guerra ao Terror” – que nada mais é que uma fraude criada como forma de controlar as massas e concentrar ainda mais a riqueza e o poder nas mãos dos super ricos.

O PADRÃO DA DECEPÇÃO

A caracterização da Rosa Parks como uma cidadã comum levantou as minhas suspeitas. Betty Friedan, a “fundadora” do feminismo e uma activista comunista de longa data, foi também caracterizada como uma mãe doméstica comum. Graças a um fórum da internet repleto de informação, Daily Kos.com, descobri rapidamente que Rosa Parks começou a trabalhar como secretária da NAACP em 1943 e ainda mantinha essa posição quando foi presa. Em Julho de 1955, cinco meses antes do famoso incidente em Dezembro, ela frequentou a “Highlander Folk School”, em Monteagle Tennessee. Myles Horton e James Dombroski, ambos membros do Partido Comunista, fundaram esta escola em 1932 como forma de treinarem activistas Comunistas. Betty Friedan também frequentou este estabelecimento.

Desde os anos 40 do século passado que Rosa Parks e muitos outros haviam em numerosas ocasiões desafiado as leis em torno da segregação nos autocarros. O boicote ao autocarro de Montgomery foi planeado antecipadamente e Martin Luther King foi trazido para o liderar. Rosa Parks foi escolhida para dar início ao incidente (See Aldon Morris, “The Origins of the Civil Rights Movement”).

Um membro do Daily Kos.com que trabalha para o jornal do CPUSA disse que um membro-executivo do CPUSA lhe havia dito que Rosa Parks fazia parte do partido. (Isto não é algo que os Comunistas gostem de publicitar)

O testemunho de inúmeros desertores não deixa dúvidas em relação ao facto do Partido Comunista dos EUA estar a ser dirigido a partir de Moscovo. Apesar do que idealistas ingénuos (“idiotas úteis”) tais como Rosa Parks e Betty Friedan pensam, o propósito era subjugar o povo Americano. O Movimento de Emancipação das Mulheres foi construído à imagem do Movimento dos Direitos Civis, sendo ambos operações psico-sociais prontas criadas pelos Comunistas. Para serem eficazes, estes movimentos têm que criar a aparência de serem atitudes que emanam de sentimentos populares, e não uma agenda elitista imposta a partir do topo. Embora estes movimentos tenham ractificado genuínas injustiças, o seu propósito oculto era o de dessestabilizar a sociedade Americana, exacerbando divisões internas.

A NAACP & MARTIN LUTHER KING: O LADO OCULTO

No seu livro, “My Awakening” David Duke pinta uma imagem da NAACP que sugere que esta organização nada mais seja que uma fachada construida por banqueiros e Comunistas (pp.282-284). Embora a organização tenha sido fundada em 1909, ela só teve um presidente negro em 1970. Até essa altura, os seus presidentes e os membros do conselho eram frequentemente escolhidos de entre os Judeus Comunistas.

[NOTA: O editor do blogue Marxismo Cultural não subscreve qualquer tipo de visão racista mantida por David Duke. A frase de cima foi deixada tal como está porque ela se encontrava no texto original e era importante para o contexto.]

Martin Luther King pode ter sido o típico homem-fachada; em privado, ele declarava-se como Comunista. Havendo frequentado a Highlander School, os seus secretários pessoais eram Bayard Rustin e Jack O’Dell – ambos Comunistas. Stanley Levinson . . . que escreveu os seus discursos e geria a angariação de fundos, era também um Comunista. Aparentemente, a integridade de King foi também colocada em questão quando foi alegado que largas secções da sua Tese de Doutoramento era uma cópia outro documento. Ele teve também encontros com protitutas, algo que foi gravado pelos FBI e confirmado pelo seu sucessor. Ralph Abernathy. (And the Walls Came Tumbling Down, 1989)

GUERRA RACIAL COMO ARMA DA ELITE

Eu considero o preconceito, a discriminação e a segregação como coisas repugnantes. A humanidade é uma família de raças, cada uma com talentos próprios e todas elas trazendo algo de único. Ao mesmo tempo, sou de opinião de que se deve encontrar algum tipo de  equilíbrio uma vez que os grupos raciais e nacionais têm o direito de proteger o seu carácter racial. Acho estranho que países como Israel, China e o Japão possam fazer isso sem qualquer tipo de crítica mas os países da Europa e da América do Norte não possam. Negros, Judeus e Hispânicos podem fazer isto, mas os Brancos já não podem. Eu acho também que discriminação em favor duma “minoria” é tão má como discriminação contra ela.

Sou Canadiano e não sou perito no movimento dos Direitos Civis, mas se o CPUSA esteve envolvido, então havia uma agenda oculta. Esta agenda parece estar bem deliniada num documento com o nome de “Um Programa Racial Para o Século 20″ [A Racial Program for the 20th Century” (1912)], escrito por um Fabiano Britânico com o nome de  “Israel Cohen”, citado pelo Congressista Thomas Abernathy durante o debate em torno dos Direitos Civis (e que entrou nos registos Congressionais – 1957), página 8559. Se este documento for autêntico, ele é bastante revelador

Temos que nos aperceber que a arma mais poderosa do nosso partido [Comunista] é a tensão racial. Ao propagar no consciente das raças escuras que durante séculos elas foram oprimidas pelos brancos, nós podemos movê-los na direcção do programa do Partido Comunista. Na América teremos como propósito a vitória subtil.

Ao mesmo tempo que inflamamos os Negros contra os brancos, colocaremos nos brancos o complexo de culpa pela sua exploração dos Negros. Ajudaremos os Negros ascender para lugares de proeminência em todas as esferas da vida – nas profissões e no mundo do desporto e do entretenimento. Com este prestígio, o Negro será capaz de se casar os Brancos e isto dará início ao processo que entregará a América à nossa causa.

Lembrem-se disto: os banqueiros centrais encontram-se envolvidos numa enorme fraude de imprimir dinheiro pelo preço de papel, emprestá-lo e depois exigir pagamento com juros. A única forma que eles têm de perpetuar esta fraude é distraindo-nos até que sejam capazes de colocar cadeados em nós. Isto envolve criar inimigos. Para confirmar isto, basta olhar para a França e para a sua minoria de 5 milhões de Muçulmanos. Actualmente [ed: isto é, na altura em que este artigo foi feito] a juventude muçulmana está a provocar tumultos. O Ministro de Interior Nicolas Sarkozy afirmou na Quinta Feira que os tumultos “não eram espontâneos” mas “muito bem organizados.” (…) Os banqueiros centrais usam as minorias raciais como arma.

(….)

CONCLUSÃO:

A santificação de Comunista Rosa Parks prova mais uma vez que a elite política e culural americana se encontra irremediavelmente corrompida. Mudanças sociais não ocorrem nos EUA a menos que os banqueiros centrais e os seus parceiros mediáticos estejam por trás. O seu plano a longo prazo (tendo em vista a sua ditadura) é pintada como uma revolta popular que emana espontaneamente da sociedade civil.

De um modo cada vez mais óbvio, os órgãos de comunicação de maior dimensão, os governos os centros de ensino revelam as suas verdadeiras cores e se auto-desacreditam aos olhos do público.

.


Revelado o que todo mundo sabe: Comunistas Soviéticos treinaram e financiaram terroristas islâmicos

25/06/2013

EXCLUSIVE: New book reveals how KGB operation seeded Muslim countries with anti-American, anti-Jewish propaganda during the 1970s, laying the groundwork for Islamist terrorism against U.S. and Israel

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http://www.dailymail.co.uk/news/article-2348191/EXCLUSIVE-KGB-operation-seeded-Muslim-countries-anti-American-anti-Jewish-propaganda-1970s-laying-groundwork-Islamist-terrorism-U-S-Israeli-targets.html#ixzz2XFPgMogM
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The highest-ranking Soviet-bloc intelligence officer ever to defect to the West claims in a new book that anti-American Islamic terrorism had its roots in a secret 1970s-era KGB plot to harm but the United States and Israel by seeding Muslim countries with carefully targeted propaganda.

Yuri Andropov, the KGB chief for 15 years before he became the Soviet premier, sent hundreds of agents and thousands of copies of propaganda literature to Muslim countries.

‘By 1972,’ according to the book, ‘Andropov’s disinformation machinery was working around the clock to persuade the Islamic world that Israel and the United States intended to transform the rest of the world into a Zionist fiefdom.’

‘According to Andropov, the Islamic world was a petri dish in which the KGB community could nurture a virulent strain of America-hatred, grown from the bacterium of Marxist-Leninist thought.’

Those claims come from former Romanian Lt. Gen Ion Mihail Pacepa and University of Mississippi law professor Ronald Rychlak.

In their book, titled Disinformation, Pacepa spills the secrets he kept for decades as head of Romania’s spy apparatus and secret police, the DIE, before he secured political asylum in the U.S. in 1978.

Before Yuri Andropov ran the Soviet Union, he was in charge of the KGB for 15 years. That, Pacepa and Rychlak write, is when he masterminded a plan to turn the Middle East against America
Before Yuri Andropov ran the Soviet Union, he was in charge of the KGB for 15 years. That, Pacepa and Rychlak write, is when he masterminded a plan to turn the Middle East against America, by spreading the idea that the U.S. supported Israelis in a plot to take over Europe
Ceausescu ruled Romania with an iron fist and took marching orders from Moscow until his death in 1990. His intelligence chief defected to the U.S. in 1978, and is spilling his Cold War-era secrets in a new book
Ceausescu lays dead at the foot of a wall after reportedly being executed by Romanian military Dec. 25. Image taken from Romanian TV footage

Ceausescu ruled Romania with an iron fist and took marching orders from Moscow until his death in 1990. His intelligence chief defected to the U.S. in 1978, and is spilling his Cold War-era secrets in a new book. He was executed, following a coup, on Christmas Day 1989

Andropov began his leadership of the KGB just months before the 1967 Six-Day War between Arabs and Israelis, in which Israel humiliated the key Soviet allies Syria and Egypt. And he decided to settle the score by training Palestinian militants to hijack El Al airplanes and bomb sites in Jerusalem.

But more shocking, Andropov commissioned the first Arabic translation of The Protocols of the Elders of Zion, a Russian-forged 1905 propaganda book that alleged Jews were plotting to take over Europe – and were being aided by the United States.

More…

The Protocols book, Pacepa claims, became ‘the basis for much of Hitler’s anti-Semitic philosophy.’ And the KGB, he writes, disseminated ‘thousands of copies’ in Muslim countries during the 1970s.

The Protocols of the Elders of Zion was a Russian forgery based on a French play from the Nineteenth Century. Andropov popularized the idea that the 'Elders of Zion' were the U.S. Congress
The Protocols of the Elders of Zion was a Russian forgery based on a French play from the Nineteenth Century. Andropov popularized the idea that the ‘Elders of Zion’ were the U.S. Congress

In addition to Russian, the 'Protocols' was translated into many other languages including Arabic
Ronald Rychlak, Lt. Gen. Pacepa's co-author, is Associate Dean for Academic Affairs at the University of Mississippi School of Law

In addition to Russian, the ‘Protocols’ was translated into many other languages including Arabic. Ronald Rychlak (R), Pacepa’s co-author, is Associate Dean at the University of Mississippi School of Law

Before President Jimmy Carter approved his request for asylum, Pacepa ran Romania’s intelligence services under the dictator Nicolae Ceaușescu, who was summarily executed along with his wife in 1989 following a popular uprising.

In 1972, Pacepa writes, his DIE agency ‘received from the KGB an Arabic translation of the Protocols of the Elders of Zion along with “documentary” material, also in Arabic, “proving” that the United States was a Zionist country.”

He was ‘ordered,’ he adds, ‘to “discreetly” disseminate both “documents” within its targeted Islamic countries.’

‘During my later years in Romania,’ he recalls, ‘every month the DIE disseminated thousands of copies throughout its Islamic sphere of influence. In the meetings I had with my counterparts in the Hungarian and Bulgarian services, with whom I enjoyed particularly close relations at that time, I learned that they were also sending such influence agents into their own Islamic spheres of influence.’

Does militant Islamist terrorism have its roots in a Soviet disinformation campaign linking the U.S. with Israel? The former Romanian intelligence chief says yesDoes militant Islamist terrorism have its roots in a Soviet disinformation campaign linking the U.S. with Israel? The former Romanian intelligence chief says yes

The KGB took ‘secret credit’ for a host of terror attacks against Israeli targets in the years before Pacepa left Romania, he claims, listing eleven such incidents. Among them was the May 30, 1972 attack on Ben Gurion Airport, which left 22 dead and 76 wounded; and the July 4, 1975 bombing in ZIon Square, Jerusalem, in which 15 lost their lives and another 62 were maimed.

Pacepa and Rychlak conclude that much of the anti-American sentiment in the Middle East and elsewhere can be traced back to Soviet clandestine operations, in which he himself played a major role.

Kennedy-era Soviet premier Nikita Khrushchev’s disinformation campaigns ‘widened the gap between Christianity and Judaism,’ according to the authors. And ‘Andropov’s disinformation turned the Islamic world against the United States and ignited the international terrorism that threatens us today.’

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AS QUATRO ETAPAS DA SUBVERSÃO MORAL DA SOCIEDADE FEITA PELO PT

19/06/2013

http://pt.scribd.com/doc/134529768/AS-QUATRO-ETAPAS-DA-SUBVERSAO-Yuri-Bezmenov

Comprovado: Esquerdismo é uma doença mental

12/05/2013

 

http://lucianoayan.com/2013/02/26/o-psiquiatra-lyle-rossiter-nos-comprova-que-o-esquerdismo-e-uma-doenca-mental/

 

Ceticismo e dinâmica social na investigação da religião política

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental

 

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Geralmente vemos esquerdistas se referirem a quem é da direita como um “louco da direita”, e daí por diante. O problema é que a crença da direita é coerente até com o que a teoria da evolução tem a nos dizer. Enquanto isso, a crença esquerdista é baseada em quê? É isso que começamos a investigar de uma forma mais clínica a partir do livro The Liberal Mind: The Psychological Causes of Political Madness, de Lyle Rossiter, lançado em 2011.

Conforme a review da Amazon, já notamos a paulada que será dada nos esquerdistas:

Liberal Mind traz o primeiro exame profundo da loucura política mais relevante em nosso tempo: os esforços da esquerda radical para regular as pessoas desde o berço até o túmulo. Para salvar-nos de nossas vidas turbulentas, a agenda esquerdista recomenda a negação da responsabilidade pessoal, incentiva a auto-piedade e outro-comiseração, promove a dependência do governo, assim como a indulgência sexual, racionaliza a violência, pede desculpas pela obrigação financeira, justifica o roubo, ignora a grosseria, prescreve reclamação e imputação de culpa, denigre o matrimônio e a família, legaliza todos os abortos, desafia a tradição social e religiosa, declara a injustiça da desigualdade, e se rebela contra os deveres da cidadania. Através de direitos múltiplos para bens, serviços e status social não adquiridos, o político de esquerda promete garantir o bem-estar material de todos, fornecendo saúde para todos, protegendo a auto-estima de todos, corrigindo todas as desvantagens sociais e políticas, educando cada cidadão, assim como eliminando todas as distinções de classe. O esquerdismo radical, assim, ataca os fundamentos da liberdade civilizada. Dadas as suas metas irracionais, métodos coercitivos e fracassos históricos, juntamente aos seus efeitos perversos sobre o desenvolvimento do caráter, não pode haver dúvida da loucura contida na agenda radical. Só uma agenda irracional defenderia uma destruição sistemática dos fundamentos que garantem a liberdade organizada. Apenas um homem irracional iria desejar o Estado decidindo sua vida por ele, ao invés e criar condições de segurança para ele poder executar sua própria vida. Só uma agenda irracional tentaria deliberadamente prejudicar o crescimento do cidadão em direção à competência, através da adoção dele pelo Estado. Apenas o pensamento irracional trocaria a liberdade individual pela coerção do governo, sacrificando o orgulho da auto-suficiência para a dependência do bem-estar. Só um louco iria visualizar uma comunidade de pessoas livres cooperando e ver nela uma sociedade de vítimas exploradas pelos vilões.

O que temos aqui, na obra de Rossiter, é o tratamento do esquerdismo de forma clínica, por um psiquiatra forense. (Um pouco mais no site do autor do livro, e um pouco mais sobre sua prática profissional)

O modelo de mente esquerdista

O livro é bastante analítico, e, por vezes, até chato de se ler. Quem está acostumado a livros de fácil leitura de autores conservadores de direita, como Glenn Beck e Ann Coulter, pode até se incomodar. Outro livro que fala do mesmo tema é Liberalism Is a Mental Disorder: Savage Solution, de Michael Savage. Mas o livro de Savage é também uma leitura informal, embora séria. O livro de Rossiter é acadêmico, de leitura até difícil, sem muitas concessões comerciais, e de um rigor analítico simplesmente impressionante. Se não é sua leitura típica para curar insônia, ao menos o conteúdo poderoso compensa o tratamento seco e acadêmico dado ao tema.

Segundo Rossiter, a mente esquerdista tem um padrão, que se reflete tanto em um padrão comportamental, quanto um padrão de crenças e alegações. Portanto, é possível “modelar” a mente do esquerdista a partir de uma série de padrões. A partir daí, Rossiter investiga uma larga base de conhecimento de desordens de personalidade, e usa-as para modelar os padrões de comportamento dos esquerdistas. Segundo Rossiter, basta observar o comportamento de um esquerdista, mapear suas crenças e ações, e compará-los com os dados científicos a respeito de algumas patologias da mente. A mente esquerdista pode ser classificada como um distúrbio de personalidade por que as crenças e ações resultantes deste tipo de mentalidade se encaixam com exatidão no modelo psiquiátrico do distúrbio de personalidade. As análises de Rossiter são feitas tanto nos contextos individuais (a crença do cidadão esquerdista em relação ao mundo), como nos contextos corporativos (ação de grupo, endosso a políticos profissionais, etc.).

Rossiter nos lembra que a personalidade é socializada pelos pais e pela família, como uma parte do desenvolvimento infantil. Mesmo com a influência do ambiente escolar, são os pais que preparam a criança para o futuro. A partir disso, ele avalia o que é um desenvolvimento sadio, para desenvolver uma personalidade apta a viver em um mundo orientado a valorização da competência, dentro do qual essa personalidade deverá reagir. Uma personalidade sadia reagiria bem a esse mundo já sem a presença dos pais, enquanto uma personalidade com distúrbio não conseguiria o mesmo sucesso. Em cima disso, Rossiter avalia a personalidade desenvolvida com os itens da agenda esquerdista, demonstrando que muitos itens dessa agenda estão em oposição ao desenvolvimento sadio da personalidade.

Para o seu trabalho, Rossiter classifica os esquerdistas em dois tipos: benignos e radicais. Os radicais são aqueles cujas ações (agenda) causam dano a outros indivíduos. De qualquer forma, os esquerdistas benignos (seriam os moderados) dão sustentação aos esquerdistas radicais.

Rossiter define o homem como uma fonte autônoma de ação, ao mesmo tempo em que está envolvido em relações, como as econômicas, sociais e políticas. Isto é definido por Rossiter como a Natureza Bipolar do Homem, pois mesmo que ele seja capaz de ação independente, também é restrito pelo contexto social, na cooperação com os outros. A partir dessa constatação, tudo o mais flui. Para permitir que o homem seja capaz de operar com sucesso em seu ambiente natural, deve existir um desenvolvimento adequado da personalidade. Este desenvolvimento da personalidade surge a partir dos outros, idealmente a mãe e a família.

Outro ponto central: toda a análise de Rossiter é feita no contexto de uma sociedade livre, não de uma sociedade totalitária. Portanto, ele avalia o quão alguém é sadio em termos de personalidade para viver em uma sociedade democrática, e não em uma sociedade formalmente totalitária, como Coréia do Norte, Cuba ou China, por exemplo.

Competência em uma sociedade livre

Fica claro que não devemos esperar de Rossiter avaliação sobre um modelo de personalidade para toda e qualquer sociedade, pois ele é bem claro em seu intuito: desenvolver e estudar personalidades competentes para a vida em uma sociedade livre. A manutenção de tal sociedade requer regras para existir, que devem ser codificadas em leis, hipóteses, assim como regras do senso comum.

Nesse contexto, as habilidades a seguir são aquelas de um adulto competente em uma sociedade com liberdade organizada:

  • Iniciativa – Fazer as coisas acontecerem.
  • Atuação – Agir com propósito.
  • Autonomia – Agir independentemente.
  • Soberania-  Viver independentemente, através da tomada de decisão competente.

Rossiter define os direitos naturais do homem, para uma pessoa adulta vivendo em uma sociedade de liberdade organizada. Estes compreendem o exercício, conforme qualquer um escolher, das habilidades selecionadas acima, todas elas sujeitas às restrições necessárias para uma sociedade com paz e ordem. Assim, direitos naturais resultam da combinação de natureza humana e liberdade humana. Natureza humana significa viver como alguém quiser, sujeito as restrições necessárias para paz e ordem.

Considerando estes atributos humanos, Rossiter define como uma ordem social adequada, aquela que possui os seguintes aspectos:

  1. Honra a soberania do indivíduo
  2. Respeita a liberdade do indivíduo.
  3. Respeita a posse de propriedade e integridade dos contratos.
  4. Respeita o princípio da igualdade sob a lei.
  5. Requer limites constitucionais, para evitar que o governo viole os direitos naturais.

Os aspectos acima são avaliados na perspectiva do indivíduo, não de grupos ou classes, em um processo relacionado à individuação, conceito originado em Jung. Neste processo, o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implicará necessariamente em uma ampliação da consciência. A partir daí, surge cada vez mais o conhecimento de si-mesmo, em detrimento das influências externas. Eventuais resistências à individuação são causas de sofrimento e distúrbios psiquícos.

Segundo Rossiter, o indivíduo adulto que passou adequadamente pelo processo de individuação assume de forma coerente seu direito a vida, liberdade e busca da felicidade. Mesmo assim, isso não significa que ele pode fazer o que quiser, pois deve respeitar o individualismo dos outros e interagir com eles através da cooperação voluntária. Assim, o individualismo deve ser associado com mutualidade, para o desenvolvimento de um adulto competente para viver em uma sociedade de liberdade organizada.

Rossiter estuda com afinco as características de desenvolvimento do invidíduo, de acordo com regras pelas quais ele pode viver em uma sociedade de liberdade organizada, e lista sete direitos individuais do cidadão comum, dentro dos quais ele pode exercitar sua autonomia, livre da interferência do governo:

  1. Direito de auto-propriedade (autonomia)
  2. Direito de primeira posse (para controlar propriedade que não tenha sido de posse de ninguém antes)
  3. Direito de posse e troca (manter, trocar ou comercializar)
  4. Direito de auto-defesa (proteção de si próprio e da proriedade)
  5. Direito de compensação justa pela retirada (a partir do governo)
  6. Direito a acesso limitado (a propriedade dos outros em emergências)
  7. Direito a restituição (por danos a si próprio ou propriedade)

Estes são normalmente chamados de direitos naturais, direitos de liberdade ou direitos negativos. O governo deve ser estruturado para proteger estes direitos, e precisa ser estruturado de forma que não infrinja-os.  A obrigação do governo em uma sociedade de liberdade organizada envolve implementar e sustentar estas regras para proteger o cidadão de infrações cometidas tanto por outros como pelo próprio governo.

Eis que surge o problema da mente esquerdista, que quer atacar basicamente todos os pilares acima. Em cima disso, Rossiter levanta as crenças da mente esquerdista, que, juntas, dão um fundamento do modelo da mente deles:

  1. Modelos sociais ideais tradicionais estão ultrapassados e não se aplicam mais.
  2. A direção do governo é melhor do que ter os cidadãos tomando conta de si próprios.
  3. A melhor fundação política de uma sociedade organizada ocorre através de um governo centralizado.
  4. O objetivo principal da política é alcançar uma sociedade ideal na visão coletiva.
  5. A significância política do invidíduo é medida a partir de sua adequação à coletividade.
  6. Altruísmo é uma virtude do estado, embutida nos programas do estado.
  7. A soberania dos indivíduos é diminuída em favor do estado.
  8. Direitos a vida, liberdade e propriedade são submetidos aos direitos coletivos determinados pelo estado.
  9. Cidadãos são como crianças de um governo parental.
  10. A relação do indivíduo em relação ao governo deve lembrar aquela que a criança possui com os pais.
  11. As instituições sociais tradicionais de matrimônio e família não são muito importantes.
  12. O governo inchado é necessário para garantir justiça social.
  13. Conceitos tradicionais de justiça são inválidos.
  14. O conceito coletivista de justiça social requer distribuição de riqueza.
  15. Frutos de trabalho individual pertencem à população como um todo.
  16. O indivíduo deve ter direito a apenas uma parte do resultado de seu trabalho, e esta porção deve ser especificada pelo governo.
  17. O estado deve julgar quais grupos merecem benefícios a partir do governo.
  18. A atividade econômica deve ser cuidadosamente controlada pelo governo.
  19. As prescrições do governo surgem a partir de intelectuais da esquerda, não da história.
  20. Os elaboradores de políticas da esquerda são intelectualmente superiores aos conservadores.
  21. A boa vida é um direito dado pelo estado, independentemente do esforço do cidadão.
  22. Tradições estabelecidas de decência e cortesia são indevidamente restritivas.
  23. Códigos morais, éticos e legais tradicionais são construções políticas.
  24. Ações destrutivas do indivíduo são causadas por influências culturais negativas.
  25. O julgamento das ações não deve ser baseado em padrões éticos ou morais.
  26. O mesmo vale para julgar o que ocorre entre nações, grupos éticos e grupos religiosos.

Como tudo na vida, o aceite de crenças tem consequências. No caso do aceite das crenças esquerdistas, consequências incluem:

  1. Dependência do governo, ao invés de auto-confiança.
  2. Direção a partir do governo, ao invés da auto-determinação.
  3. Indulgência e relativismo moral, ao invés de retidão moral.
  4. Coletivismo contra o individualismo cooperativo.
  5. Trabalho escravo contra o altruísmo genuíno.
  6. Deslocamento do indivíduo como a principal unidade social econômica, social e política.
  7. A santidade do casamento e coesão da família prejudicada.
  8. A harmonia entre a família e a comunidade prejudicada.
  9. Obrigações de promessas, contratos e direitos de propriedade enfraquecidos.
  10. Falta de conexão entre premiações por mérito e justificativa para estas premiações.
  11. Corrupção da base moral e ética para a vida civilizada.
  12. População polarizada em guerras de classes através de falsas alegações de vitimização e demandas artificiais de resgate político.
  13. A criação de um estado parental e administrativo idealizado, dotado de vastos poderes regulatórios.
  14. Liberdade invididual e coordenação pacífica da ação humana severamente comprometida.

Aliás, eu acho que Rossiter esqueceu de consequências adicionais como: (15) Aumento do crime, devido a tolerância ao crime, e (16) Incapacidade de uma base lógica para que a sociedade sequer tenha condição de julgar o status em que se encontra.

Por que a mente esquerdista é uma patologia?

Para Rossiter, a melhor forma de avaliar a mente do esquerdista é a através dos valores que ele tem, e os que ele rejeita. Mais:

Como todos os outros seres humanos, o esquerdista moderno revela seu verdadeiro caráter, incluindo sua loucura, nos valores que possui e que descarta. De especial interesse, no entanto, são os muitos valores sobre os quais a mente esquerdista não é apaixonada: sua agenda não insiste em que o invidívuo é a principal unidade econômica, social e política, ele não idealiza a liberdade individual em uma estrutura de lei e ordem, não defende os direitos básicos de propriedade e contrato, não aspira a ideais de autonomia e reciprocidade autênticas. Ele não defende a retidão moral ou sequer compreende o papel crítico da moralidade no relacionamento humano. A agenda esquerdista não compreende uma identidade de competência, nem aprecia sua importância, e muito menos avalia as condições e instituições sociais que permitam seu desenvolvimento ou que promovam sua realização. A agenda esquerdista não compreende nem reconhece a soberania, portanto não se importa em impor limites estritos de coerção pelo estado. Ele não celebra o altruísmo genuíno da caridade privada. Ele não aprende as lições da história sobre os males do coletivismo.

Rossiter diz que as crianças não nascem com este “programa”, que é adquirido especialmente durante o aprendizado escolar. Em resumo: um adulto, competente para operar em uma sociedade de liberdade organizada, na maior parte das vezes adquire estes valores dos pais e da família, mas um esquerdista radical não.

Basicamente, o esquerdismo pode ser caracterizado como uma neurose, baseada nos traumas do relacionamento com a família durante o desenvolvimento da personalidade. Sendo uma neurose de transferência, ela compreende as projeções inconscientes das psicodinâmicas da infância nas arenas políticas da vida adulta. É o resultado de uma falha no treino da criança nos elementos psicodinâmicos básicos de um adulto, competente para viver em uma sociedade de liberdade organizada. (Obviamente, um esquerdista jamais irá reconhecer as “fendas” em seu desenvolvimento de criança até um adulto)

Rossiter nos diz mais:

Sua neurose é evidente em seus ideais e fantasias, em sua auto-justiça, arrogância e grandiosidade, na sua auto-piedade, em suas exigências de indulgência e isenção de prestação de contas, em suas reivindicações de direitos, em que ele dá e retém, e em seus protestos de que nada feito voluntariamente é suficiente para satisfazê-lo. Mais notadamente, nas demandas do esquerdista radical, em seus protestos furiosos contra a liberdade econômica, em seu arrogante desprezo pela moralidade, em seu desafio repleto de ódio contra a civilidade, em seus ataques amargos à liberdade de associação, em seu ataque agressivo à liberdade individual. E, em última análise, a irracionalidade do esquerdista radical é mais aparente na defesa do uso cruel da força para controlar a vida dos outros.

Agora fica mais fácil entender por que os esquerdistas são tão frustrados e raivosinhos em suas interações, não?

Os cinco déficits principais do esquerdista

Um esquerdista apresenta, segundo Rossiter, cinco principais déficits, cada um mais evidente nas diversas fases do desenvolvimento, desde os primeiros meses após o nascimento, até a entrada da fase adulta.

Confiança básica: O primeiro déficit relaciona-se a confiança básica. Isto é, a falta de confiança nos relacionamentos entre pessoas por consentimento mútuo. Por isso, o esquerdista age como se as pessoas não conseguissem criar boas vidas por si próprios através da cooperação voluntária e iniciativa individual. Por isso, colocam toda essa coordenação nas mãos do estado, que funciona como um substituto para os pais. Se a criança não consegue conviver com os irmãos, precisa de pais como árbitros. Este déficit inicia-se no primeiro ano de vida. As interações positivas de uma criança com a mãe o introduzem a um mundo de relacionamento seguro, agradável, mutuamente satisfatório e a partir do “consentimento” entre ambas as partes. Mas caso exista um relacionamento anormal e abusivo na infância, algo de errado ocorre, e essa aquisição de confiança básica é profundamente comprometida. Lembremos que a ingenuidade é problemática, mas o esquerdista é ingênuo perante o governo, que tem mais poder de coerção, enquanto suspeita dos relacionamentos humanos não abitrados pelo governo.

Autonomia: Após os primeiros 15 meses, uma criança começa a incorporar os fundamentos de autonomia, auto-realização, assim como fundamentos de mutualidade, ou auto-realização (assim como realização dos outros). A partir dessa fase, a criança começa a agir por si própria para ter suas necessidades satisfeitas, de acordo com aqueles que cuidam dela. Junto com a ideia de autonomia, surgem ideias como auto-confiança, auto-direção e auto-regulação. A criança “mimada”, que cresce dependente do excesso de indulgência dos pais é privada das virtudes de auto-confiança e auto-controle e de atitudes necessárias para cooperação com os outros.

Iniciativa: No desenvolvimento normal, esta é a capacidade de se iniciar bons trabalhos para bons propósitos, sendo desenvolvida nos primeiros quatro ou cinco anos da vida de uma criança. No caso da falta de iniciativa, há falta de auto-direção, vontade e propósito, geralmente buscando relacionamentos com os outros de forma infantil, sempre pedindo por condescendência, ao invés de lutar para ser respeitado. Pessoas como esta personalidade normalmente assumem um papel infantil em relação ao governo, votando para aqueles que prometem segurança material através da obrigação coletiva, ao invés de votar naqueles comprometidos com a proteção da liberdade individual. A inibição da iniciativa pode ocorrer por culpa excessiva adquirida na infância, surgindo, por instância, do completo de Édipo.

Diligência: Assim como a iniciativa é a habilidade de iniciar atos com boas metas, diligência é a habilidade para completá-los. A criança, no seu desenvolvimento escolar, se torna apta a completar suas ações de forma cada vez mais competente. Na fase da diligência, a criança aprende a fazer e realizar coisas e se relacionar de formas mais complexas com pessoas fora de seu núcleo familiar. A meta desta fase é o desenvolvimento da competência adulta. É a era da aquisição da competência econômica e da socialização. Nessa fase, se aprende a convivência de acordo com códigos aceitos de conduta, de acordo com as possibilidades culturais de seu tempo, de forma a canalizar seus interesses na direção da cooperação mútua. Quando as coisas não vão muito bem, surgem desordens comportamentais, uso de drogas, ou delinquência, assim como o surgimento de ações que sabotam a cooperação. A tendência é a geração de um senso de inferioridade, assim como déficits nas habilidades sociais, de aprendizado e identificações construtivas, que deveriam ser a porta de entrada para a aquisição da competência adulta. Atitudes que surgem destas emoções patológicas podem promover uma dependência passiva comportamental como uma defesa contra o medo diante das relações humanas, vergonha, ou ódio.

Identidade: O senso de identidade do adolescente é alterado assim que ele explora várias personas, múltiplas e as vezes contraditórias, na construção de seu self. Ele deve se confrontar com novos desafios em relação ao balanço já estabelecido entre confiança e desconfiança, autonomia e vergonha, iniciativa e culpa, diligência e inferioridade. Esta fase testa a estabilidade emocional que foi desenvolvida pela criança, assim como sua racionalidade, sendo de adequação e aceitabilidade, superação de obstáculos, e o aprofundamento das habilidades relacionais. O desenvolvimento desta identidade adulta envolve o risco percebido de acreditar nas instituições sociais. O adulto quer uma visão do mundo na qual possa acreditar. Isto é especialmente importante se ele sofreu formas de abuso anteriormente. Sua consciência ampliada de quem ele é facilita uma integração entre suas identidades do passado e do presente com sua identidade do futuro. Nesta fase do desenvolvimento o jovem pode ser vítima das ofertas ilusórias do esquerdismo. É a fase “final” da escolha.

Barbaridade terrorista nos Estados Unidos – Em Boston onde partiram os aviões do ataque de 11 de setembro

15/04/2013

Agora começou a derrocada do Governo Obama:

Seus amigos muçulmanos comemoram no Facebook:

0 o comemora atentado

Acompanhem pela CBS, os videos dos inimigos da liberdade aterrorizando:

http://www.cbsnews.com/video/watch/?id=50144903n

De agora em diante a História é outra. E já foi percebido que o atentado foi onde partiram os aviões do 11 de setembro. Não pode haver dúvida de base terrorista muçulmana ali em Boston.

A mini maratonista de oito anos barbaramente assassinada em Boston.

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No facebook muçulmanos americanos comemoram atentado em Boston.

http://olhonajihad.blogspot.com.br/2013/04/no-facebook-muculmanos-americanos.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

A Revolução Permanente – O PT que é e o que faz – Não existe Esquerda Light nem Esquerda Liberal, é só tática – todos apoiam a Coréia do Norte

07/04/2013

Poucos entendem o conceito de REVOLUÇÃO PERMANENTE: O FUTURO (o comunismo – etapa final do socialismo) não chegará nunca, será sempre jogado para frente. Sempre haverá mais alguma coisa a ser subvertida. Nunca a subversão (virar o Mundo de perna para o ar) da sociedade será saciada. Será aceito todo absurdo, absurdo do ponto de vista dos próprios revolucionários. Exemplo: Lula sempre odiou Veado, mas não reclama uma gota contra casamento gay e tudo mais. A capacidade do comunista de negar a si mesmo em nome da Causa não tem igual nem precedente histórico, aí mora a diferença: É impossível para um conservador jogar o mesmo jogo e usar as mesmas armas.

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Quem é contra o PT é nazista

02/04/2013
Me obrigo a perguntar… Sério não deu pra ficar quieto depois dessa…

1- Querer que meu filho ande na retidão ao qual eu fui criado de que um HOMEM deve ficar com uma mulher é estupidez ? É ignorância ?

2 -Agora, ir contra o modelo de regime atual ao qual vivemos é ser NAZISTA ? É ser FASCISTA ? Epa, pera aí, a história tá aí pra quem quiser ver que as coisas não são bem assim…

3 – Volto a repetir, querem debater, que venham aqui, não na timeline ou por mensagens particulares. E PELO AMOR DE DEUS CRIEM CARA ESQUERDISTAS DE PELO MENOS SEREM FIÉIS AS SUAS PRÓPRIAS MENTIRAS!

Vi um post de uma moça ali que prefere o sistema atual dizendo que tem VOZ ? VOOOOOZ ? UM SISTEMA QUE TEMOS NA COMISSÃO DE JUSTIÇÃO LADRÕES CONDENADOS ? UM SISTEMA QUE NÃO RESPEITA O DIREITO DO ACESSO AS ARMAS QUE MAIS DE 50 MILHÕES DE BRASILEIROS QUEREM ? QUE VOZ É ESSA ? EU ME PERGUNTO QUE VOZ É ESSA ? QUE SISTEMA É ESSE QUE NÃO RESPEITA NEM A VONTADE DO SEU PRÓPRIO POVO ?

Na boa, continuo respeitando todo mundo, mas esse absurdo foi demais pra mim…

Ser contra o PT e suas lógicas estapafúrdias é ser nazista…

A Vergonha censura que está para vir no mundo todo na Internet

10/03/2013

Os EUA, seguidos de todos os países da Europa, além de Canadá e Japão, recusaram-se a assinar o documento, sob a alegação de que ele confere aos governos o poder de interferir no livre fluxo de informações na internet.

 
O Brasil alinhou-se a esse grupo mencionado, com a justificativa, segundo o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), de que o novo acordo é uma forma de combater o “monopólio” dos Estados Unidos em relação à governança da internet.

 
É uma referência ao fato de que o governo americano integra as instâncias decisórias na Icann (Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), entidade privada sediada na Califórnia cuja função básica, desde 1998, é administrar os domínios da rede no mundo todo, algo essencial a seu funcionamento, mas que não exerce controle nenhum sobre o tráfego de dados na internet.

 
Desde 1995 a internet está formalmente fora da Lei Geral de Telecomunicações, sendo considerada apenas um “serviço de valor adicionado”. É justamente a ausência de controles oficiais que torna a internet dinâmica, capaz de inovar continuamente, e o modelo brasileiro está entre os melhores do mundo para mantê-la assim.

 
Contudo, a título de tirar dos Estados Unidos o suposto controle político da internet, países com tradição autoritária tentam legitimar internacionalmente um controle do tráfego de informações na web.

 

O resultado é que a própria UIT, entidade que interfere em questões básicas das telecomunicações, como a coordenação de recursos de telefonia e do uso do espectro de radiofrequência, sairá enfraquecida desse confronto, algo que não aconteceu nem durante a guerra fria propriamente dita. E o governo brasileiro, movido por seu eterno objetivo ideológico de se contrapor aos Estados Unidos, assinou o tratado e aprovou a resolução sobre a internet sem reservas, legitimando esse atentado.

Socialismo para Milionários

09/03/2013

Para quem acha que é só no Brasil que tem riquinho e burguesinha lambe bota de Fidel Castro Rúz:
Diferentes nomes dos frescos mundo afora:

Une notion équivalente de GAUCHE CAVIAR et Gauche de Salon se retrouve hors de France sous des appellations différentes:
Allemagne: (de)Salonkommunist, (de)Toscana Fraktion
Australie et Nouvelle-Zélande: Chardonnay socialist
Brésil: Esquerda festiva
Finlande: socialiste vin rouge
Irlande : smoked salmon socialist (socialiste saumon fumé)
Pays-Bas, Flandres: salonsocialisme, salonsocialist (socialisme / socialiste de salon)
Peru: (es)Izquierda caviar (gauche caviar)
Portugal: esquerda caviar (gauche caviar)
Royaume-Uni: champagne socialist
Suède: “champagevänster” (gauche champagne), gauchiste vin rouge
États-Unis: (en)Limousine liberal, (en)Liberal elite, latte liberal
Espagne: Progre (apocope de progresista, progressiste), socialista de salón
Italie: Radical-Chic
Québec: “Clique du Plateau”, faisant référence au quartier du Plateau-Mont-Royal à Montréal.

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Radio host Rush Limbaugh says President Obama and officials in his administration are intentionally stoking racial chaos in America in connection with the Trayvon Martin case.

02/03/2013

“There’s no question that the White House wants this kind of chaos and unrest in the culture,” Limbaugh said this afternoon.

  • His comments came moments before the Washington Post reported Florida special prosecutor Angela Corey planned to announce she is charging neighborhood watch volunteer George Zimmerman in the shooting of Martin.

Limbaugh said the situation is “a powder keg waiting to go off,” and that “nobody that I see is doing anything to try to make sure that powder keg doesn’t explode.”

He added: “If in the White House they wanted to cool this down, which they should do, they could do it. All it would take … would be Obama addressing the nation to calm this down, and then speaking about it in genuine American terms, not racial terms. If they wanted tot do that, they could. Other presidents have. It’s not happening here.”

Limbaugh says the White House has determined “it is helpful for Obama’s re-election because they believe that they can tie all of this to the existence of Republicans and conservatives, that the racial problems exist because of never-ending racism of the right, never-ending racism of Republicans. And that’s why George Zimmerman in the New York Times is called a white Hispanic. There are people un the race industry who became excited that this event took place because it allowed them to carry forward with their template, that we still are a nation, essentially, with slaves. You couple that with what I think is a chip on Obama’s shoulder about the founding of the country, the engrained discrimination, his anger over it, his opportunity now here to finally make it right.”

Martin, 17 and unarmed, was shot and killed Feb. 26 by Zimmerman, who said he was acting in self-defense after getting his bashed by Martin. Police in Sanford, Fla., where the shooting took place, initially did not charge Zimmerman, based on the state’s “stand your ground” law.

Relembrando os perseguidos por Fidel Castro: Lula ama Fidel Castro Rúz

12/02/2013

Foto: AP Photo/Javier Galeano

Estados Unidos cree que “sería una vergüenza” que los países democráticos no apoyasen a los disidentes cubanos ni prestasen atención a la situación de los derechos humanos en Cuba.

Así lo aseguró hoy el embajador norteamericano en Madrid, Alan D. Solomont, quien después de tres meses de estancia en la capital española participó en un desayuno informativo en el que gran parte de las preguntas se centraron en la situación cubana.

El embajador, que trató de evitar en todo momento una crítica abierta al Ejecutivo de José Luis Rodríguez Zapatero, admitió no obstante cierta satisfacción por parte del gobierno de Barack Obama por que la presidencia española de la Unión Europea (UE) no haya tenido éxito en su intención de modificar la “posición común” del bloque hacia la isla.

EEUU “no está decepcionado por que no se haya ido más lejos en el intento de cambiar la ‘posición común”, dijo Solomont al ser preguntado al respecto.

Esa “posición común” fija desde 1996 y a instancias del gobierno español de entonces, encabezado por el conservador José María Aznar, las reglas en la relación con Cuba, condicionando el diálogo a que haya avances en la situación de los derechos humanos y libertades civiles allí.

El ministro de Exteriores español, Miguel Ángel Moratinos, pretendía suavizar ese marco durante la presidencia semestral española del bloque, pero la falta de consenso entre los socios lo impide, sobre todo después de la muerte del disidente Orlando Zapata.

Pese a esa muerte y a la huelga de hambre que mantiene actualmente el disidente Guillermo Fariñas, Estados Unidos no ve movimientos en el gobierno de Raúl Castro.

“Desgraciadamente no hay pruebas de que se esté ablandando”, dijo el embajador, sino que incluso se ha visto una respuesta “bastante estridente” por parte de las autoridades cubanas a los esfuerzos internacionales por hallar una solución.

“Se están enrocando”, aseguró, si bien indicó que seguramente existe una lucha interna entre los que defienden “mano dura” y los que quieren “una mano incluso más dura”.

Desde su llegada a la Casa Blanca, Barack Obama ha suavizado algunas restricciones impuestas a Cuba por la administración de George W. Bush. Y a ello se refirió también Solomont. “Nos gustaría que la relación con Cuba fuese distinta”, concluyó el embajador, que destacó que el futuro de la isla debe depender del pueblo cubano.

Vía DPA

Íntegra da sova que o Presidente Bill Clínton deu em FHC, em 1999, na Itália – Não adianta chorar e pedir dinheiro se são incompetentes para gerir a economia

10/02/2013

Leia aqui neste PDF da Administração Clínton:

http://www.gpo.gov/fdsys/pkg/WCPD-1999-11-29/pdf/WCPD-1999-11-29-Pg2431.pdf

Clínton tem razão: É um mal que atravessas todos os governos brasileiros de todas as épocas e de todos os partidos políticos. Atualmente está sendo desmascarado o embromador Guido Mantega… e continuarem assim, de descalabro em descalabro…

Nota: Alan Greenspan no seu livro de memórias, A ERA DA TURBULÊNCIA,  dedica um capítulo a desgraça que é a demagogia e populismo do México à Patagônia. Ele se pergunta como é possível tanta incompetência em economia, incompetência essa que joga a inflação a milhares por cento ao ano….
Depois dá uma mensagem de esperança por existirem jovens brasileiros que fizeram pós em universidades americanas e que estão cheios de vida e vigor disposto a resistir aos políticos…
Conclusão: Cara!, se não tivéssemos estes poucos gatos pingados, (a maioria deles são os meninos da Puc-RJ), que fizeram pós nos Eua.., estaríamos bem pra lá do quinto mundo…

 

Primeiro trecho:

I think that a lot of reforms have been made.

Now, the question is, can domestic economies—can Henrique do things that would help this?

Chile had a capital control system that worked pretty well, to try to regulate radical movements of money in and out of the country. But the only reason it worked well is, Chile had a system that was recognized as having integrity and effectiveness, so that people still wanted to put their money there even if there was some control on how rapidly it could move in and out.

The same with Malaysia in the Asian financial crisis— people thought you could make money in Malaysia, so they would put up with the capital controls. On the other hand, if when the Russians tried to control money—even the Russians were sending money out of Russia, in record amounts, because they didn’t believe at the moment that the system would work.

So should we continue to reform the IMF and the World Bank and the multilateral development banks? Absolutely. But we should not minimize the fact that you’ve got to move a lot of money around every day.

Second thing: domestic systems matter.

Governments have to have good, honest financial systems, because you can’t make people put their money in a place they don’t want to spend it, and you can’t make people keep their money in a place they no longer have confidence in.

And governments have to have greater capacity; this is something the old—the so-called old left and the new left ought to agree on.

The truth is, in most developing countries, governments are too weak, not too strong.”

Video resumido da sova:

Segundo trecho:

Why is Uganda the only country in Africa that can drive the AIDS rate down?

How can—why shouldn’t we be out there promoting a system where once a country in a developing area of the world solves a problem we more speedily make sure that is done everywhere else, and we help people do that.

This is crazy.

I mean, just—AIDS is just one example, but, I mean, it’s convulsing African countries—but here’s Uganda proving that you can get the rate down, and, oh, by the way, they have economic growth at 5 percent or 6 percent a year.

So national policies matter.

The third thing is, what are we going to do to help?

Very quickly. One, we ought to support everybody, from the Pope to Bono,

who’s recommending debt relief for the poorest countries in the world. It’s insane to keep these poor countries spending all their

money making interest payments—they can’t even pay off the principal.

They’ll never be able to grow, and they have no money to buy our products.

So the G–8 initiative on debt relief is right. We should do that. Two, we ought to vigorously support economic  impowerment initiatives that work in developing nations.

I have been in Sao Paulo and Rio, two of the largest cities in the world, two of the most wonderful places on Earth.

But there are millions of children there that will have no future unless their families can make a decent living.”

Qual é o perfil de quem usa arma: Os politicamente corretos acham que só malvados e truculentos usam arma:

24/01/2013

A SUIÇA É O PAÍS COM MENOS ROUBO NO MUNDO PORQUE TODOS LÁ USAM ARMA:

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QUAL É O PERFIL DE QUEM DESARMAR O POVO? – Os tiranos e candidatos a tiranos que queirem terem total segurança que não serão apeados do poder:

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There are those in America today who have come to depend absolutely on government for their security. And when government fails they seek to rectify that failure in the form of granting government more power. So, as government has failed to control crime and violence with the means given it by the Constitution, they seek to give it more power at the expense of the Constitution. But in doing so, in their willingness to give up their arms in the name of safety, they are really giving up their protection from what has always been the chief source of despotism government. Lord Acton said power corrupts. Surely then, if this is true, the more power we give the government the more corrupt it will become. And if we give it the power to confiscate our arms we also give up the ultimate means to combat that corrupt power. In doing so we can only assure that we will eventually be totally subject to it. When dictators come to power, the first thing they do is take away the people’s weapons. It makes it so much easier for the secret police to operate, it makes it so much easier to force the will of the ruler upon the ruled.

Ronald Reagan

Column published in Guns and Ammo (1 September 1975)

40 anos de aborto totalmente livre nos Eua – 22 janeiro de 1973

22/01/2013

55,772,015 Abortions in America Since Roe vs. Wade in 1973

by Steven Ertelt | Washington, DC | LifeNews.com | 1/18/13 1:13 PM

The United States marks 40 years of legalized abortion in all fifty states at any time for any reason throughout pregnancy on January 22nd, the anniversary of the Roe v. Wade Supreme Court decision. Since that time, there have been approximately 55,772,015 abortions that have destroyed the lives of unborn children.

An estimate published by the National Right to Life Committee this time in 2011 indicated there have been an estimated 54,559,615 abortions since the Supreme Court handed down its 1973 Roe vs. Wade decision allowing virtually unlimited abortions.

In the document, “Abortion Statistics: United States Data and Trends,” NRLC education director Dr. Randall K. O’Bannon estimates that there have been 54,559,615 abortions since 1973 based on data from both the Centers for Disease Control and the pro-abortion Guttmacher Institute, a former Planned Parenthood research arm.

Guttmacher receives numbers directly from abortion centers themselves and is the prime source for more current figures because the Centers for Disease Control has never tabulated accurate numbers of abortions.

The CDC relies on figures from state health departments, some of which rely on voluntary reporting — and it hasn’t had data from some states such as California and New Hampshire for more than a decade.

“Because of these different methods of data collection, GI has consistently obtained higher counts than the CDC. CDC researchers have admitted it probably undercounts the total number of abortions because reporting laws vary from state to state and some abortionists probably do not report or under-report the abortions they perform,” O’Bannon says.

The number means there are more than 3,300 abortions daily and 137 abortions per hour every hour in the United States. Translated another way, an abortion is done about every 30 seconds in the United States.

The analysis also found that the best estimate for the current number of annual abortions in the United States — involving both the surgical abortion procedure as well as the dangerous abortion drug RU 486 — is 1.2 million.

Adding another year of 1.2 million abortions to the 2011 total National Right to Life estimated based on Guttmacher and CDC figures, and America has seen 55,772.015 abortions since Roe v. Wade.

The number of total abortions in the United States overall is higher because some states, such as California, New York, and Colorado, legalized abortions prior to Roe. Those pre-Roe abortion figures are difficult to obtain — though some estimate at least one million abortions may have occurred in these states in the late 1960s and early 1970s.

The good news for pro-life advocates is that abortions are on the decline. Abortions fell five percent nationwide in 2009, according to the most recent information from the CDC, the biggest drop in 10 years.

The NRLC analysis shows abortion numbers rising in the 1970s and, in the 1980s, abortion eventually mainstreamed itself to the point that about 1.55 million abortions were done annually until the early 1990s. At that point, as crisis pregnancy centers began turning the corner with the use of ultrasounds, pro-life state legislation began to take hold and the Internet allowed the pro-life perspective to flourish, abortions began to decline.

The partial-birth abortion ban and the use of 3-D and 4-D ultrasounds is also credited.

“After reaching a high of over 1.6 million in 1990, the number of abortions annually performed in the U.S. has dropped back to levels not seen since the late 1970s,” NRLC says.

The Guttmacher Institute’s most recent abortion figures, from 2005, confirm the downward trend from a high of 1.6 million abortions in 1990 to 1.2 million that year. Without any hard figures in the last few years, NRLC estimates the number of abortions from 2006 to today at the same rate of 1.2 million that GI reported.

To calculate the overall number of abortions, NRLC includes the hard figures from 1973-2005, the estimates for the last few years and also includes the Guttmacher Institute’s admission that its own figures are likely about three percent lower than the actual totals because of potential errors in reporting.

“Abortion has taken a terrible toll on America. We’ve now lost more than 54 million of our sons, daughters, friends, and neighbors and we are a much poorer nation for it,” O’Bannon said.

CLICK LIKE IF YOU’RE PRO-LIFE!

Assine a Declaração de Praga Contra o Comunismo:

20/01/2013

http://www.praguedeclaration.eu/

Prague Declaration on European Conscience and Communism

June 3rd, 2008, Prague, Senate of the Parliament of the Czech Republic

PRAGUE DECLARATION

Bearing in mind the dignified and democratic future of our European home,

  • whereas societies that neglect the past have no future,
  • whereas Europe will not be united unless it is able to reunite its history, recognize Communism and Nazism as a common legacy and bring about an honest and thorough debate on all the totalitarian crimes of the past century,
  • whereas the Communist ideology is directly responsible for crimes against humanity,
  • whereas a bad conscience stemming from the Communist past is a heavy burden for the future of Europe and for our children,
  • whereas different valuations of the Communist past may still split Europe into “West” and “East”,
  • whereas European integration was a direct response to wars and violence provoked by totalitarian systems on the continent,
  • whereas consciousness of the crimes against humanity committed by the Communist regimes throughout the continent must inform all European minds to the same extent as the Nazi regimes crimes did,
  • whereas there are substantial similarities between Nazism and Communism in terms of their horrific and appalling character and their crimes against humanity,
  • whereas the crimes of Communism still need to be assessed and judged from the legal, moral and political as well as the historical point of view,
  • whereas the crimes were justified in the name of the class struggle theory and the principle of dictatorship of the “proletariat” using terror as a method to preserve the dictatorship,
  • whereas Communist ideology has been used as a tool in the hands of empire builders in Europe and in Asia to reach their expansionist goals,
  • whereas many of the perpetrators committing crimes in the name of Communism have not yet been brought to justice and their victims have not yet been compensated,
  • whereas providing objective comprehensive information about the Communist totalitarian past leading to a deeper understanding and discussion is a necessary condition for sound future integration of all European nations,
  • whereas the ultimate reconciliation of all European peoples is not possible without a concentrated and in depth effort to establish the truth and to restore the memory,
  • whereas the Communist past of Europe must be dealt with thoroughly both in the academy and among the general public, and future generations should have ready access to information on Communism,
  • whereas in different parts of the globe only a few totalitarian Communist regimes survive but, nevertheless, they control about one fifth of the world’s population, and by still clinging to power they commit crimes and impose a high cost to the well-being of their people,
  • whereas in many countries, even though Communist parties are not in power, they have not distanced themselves publicly from the crimes of Communist regimes nor condemned them,
  • whereas Prague is one of the places that lived through the rule of both Nazism and Communism, believing that millions of victims of Communism and their families are entitled to enjoy justice, sympathy, understanding and recognition for their sufferings in the same way as the victims of Nazism have been morally and politically recognized, we, participants of the Prague Conference “European Conscience and Communism”,
  • having regard to the European Parliament resolution on the sixtieth anniversary of the end of the Second World War in Europe on 8 May 1945 of May 12th, 2005,
  • having regard to Resolution 1481 of the Parliamentary Assembly of the Council of Europe of January 26th, 2006,
  • having regard to the resolutions on Communist crimes adopted by a number of national parliaments,
  • having regard to the experience of the Truth and Reconciliation Commission in South Africa,
  • having regard to the experience of Institutes of Memory and memorials in Poland, Germany, Slovakia, the Czech Republic, the United States, the Institute for the Investigation of Communist Crimes in Romania, the museums of occupation in Lithuania, Latvia and Estonia as well as the House of Terror in Hungary,
  • having regard to present and upcoming presidencies in the EU and the Council of Europe
  • having regard to the fact that 2009 is the 20th anniversary of the collapse of Communism in Eastern and Central Europe as well as the mass killings in Romania and the massacre in Tiananmen Square in Beijing,

call for:

  1. reaching an all-European understanding that both the Nazi and Communist totalitarian regimes each to be judged by their own terrible merits to be destructive in their policies of systematically applying extreme forms of terror, suppressing all civic and human liberties, starting aggressive wars and, as an inseparable part of their ideologies,  exterminating and deporting whole nations and groups of population; and that as such they should be considered to be the main disasters, which blighted the 20th century,
  2. recognition that many crimes committed in the name of Communism should be assessed as crimes against humanity serving as a warning for future generations, in the same way Nazi crimes were assessed by the Nuremberg Tribunal,
  3. formulation of a common approach regarding crimes of totalitarian regimes, inter alia Communist regimes, and raising a Europe-wide awareness of the Communist crimes in order to clearly define a common attitude towards the crimes of the Communist regimes,
  4. introduction of legislation that would enable courts of law to judge and sentence perpetrators of Communist crimes and to compensate victims of Communism,
  5. ensuring the principle of equal treatment and non-discrimination of victims of all the totalitarian regimes,
  6. European and international pressure for effective condemnation of the past Communist crimes and for efficient fight against ongoing Communist crimes,
  7. recognition of Communism as an integral and horrific part of Europe’s common history
  8. acceptance of pan-European responsibility for crimes committed by Communism,
  9. establishment of 23rd August, the day of signing of the Hitler-Stalin Pact, known as the Molotov-Ribbentrop Pact, as a day of remembrance of the victims of both Nazi and Communist totalitarian regimes, in the same way Europe remembers the victims of the Holocaust on January 27th,
  10. responsible attitudes of National Parliaments as regards acknowledgement of Communist crimes as crimes against humanity, leading to the appropriate legislation, and to the parliamentary monitoring of such legislation,
  11. effective public debate about the commercial and political misuse of Communist symbols,
  12. continuation of the European Commission hearings regarding victims of totalitarian regimes, with a view to the compilation of a Commission communication,
  13. establishment in European states, which had been ruled by totalitarian Communist regimes, of committees composed of independent experts with the task of collecting and assessing information on violations of human rights under totalitarian Communist regime at national level with a view to collaborating closely with a Council of Europe committee of experts;
  14. ensuring a clear international legal framework regarding a free and unrestricted  access to the Archives containing the information on the crimes of Communism,
  15. establishment of an Institute of European Memory and Conscience which would be both – A) a European research institute for totalitarianism studies, developing scientific and educational projects and providing support to networking of national research institutes specialising in the subject of totalitarian experience, B) and a pan-European museum/memorial of victims of all totalitarian regimes, with an aim to memorialise victims of these regimes and raise awareness of the crimes committed by them,
  16. organising of an international conference on the crimes committed by totalitarian Communist regimes with the participation of representatives of governments, parliamentarians, academics, experts and NGOs, with the results to be largely publicised world-wide,
  17. adjustment and overhaul of European history textbooks so that children could learn and be warned about Communism and its crimes in the same way as they have been taught to assess the Nazi crimes
  18. the all-European extensive and thorough debate of Communist history and legacy,
  19. joint commemoration of next year’s 20th anniversary of the fall of the Berlin Wall, the massacre in Tiananmen Square and the killings in Romania.

We, participants of the Prague Conference “European Conscience and Communism”, address all peoples of Europe, all European political institutions including national governments, parliaments, European Parliament, European Commission, Council of Europe and other relevant international bodies, and call on them to embrace the ideas and appeals stipulated in this Prague Declaration and to implement them in practical steps and policies.

Founding Signatories:

Václav Havel, former dissident and President of Czechoslovakia / the Czech Republic, Czech Republic
Joachim Gauck, former Federal Commissioner for the Stasi archives, Germany
Göran Lindblad, Vice-president of the Parliamentary Assembly of the Council of Europe, Member of Parliament, Sweden
Vytautas Landsbergis, Member of the European Parliament, former dissident and President of Lithuania, Lithuania
Jana Hybášková, Member of the European Parliament, Czech Republic
Christopher Beazley, Member of the European Parliament, United Kingdom
Tunne Kelam, Member of the European Parliament, former dissident, Estonia
Jiří Liška, Senator, Vice-chairman of the Senate, Parliament of the Czech Republic, Czech Republic
Martin Mejstřík, Senator, Parliament of the Czech Republic, Czech Republic
Jaromír Štětina, Senator, Parliament of the Czech Republic, Czech Republic
Emanuelis Zingeris, Member of Parliament, Lithuania, Chairman, International commission for the assessment of crimes of the Nazi and Soviet occupation regimes in Lithuania, Lithuania
Tseten Samdup Chhoekyapa, Representative of His Holiness the Dalai Lama, Geneva, Tibet, Switzerland
Ivonka Survilla, Exile President of Belorussia, Canada
Zianon Pazniak, Chairman of the People’s National Front of Belorussia, Chairman of the Belorussian Conservative Christian Party, United States
Růžena Krásná, former political prisoner, politician, Czech Republic
Jiří Stránský, former political prisoner, writer, former PEN club chairman, Czech Republic
Václav Vaško, former political prisoner, diplomat, catholic activist, Czech Republic
Alexandr Podrabinek, former dissident and political prisoner, journalist, Russian Federation
Pavel Žáček, Director, Institute for the Study of Totalitarian Regimes, Czech Republic
Miroslav Lehký, Vice-director, Institute for the Study of Totalitarian Regimes, Czech Republic
Łukasz Kamiński, Vice-director, Institue of National Remembrance, Poland
Michael Kißener, professor of history, Johann Gutenberg University, Mainz, Germany
Eduard Stehlík, historian, Vice-director, Institute for Military History, Czech Republic
Karel Straka, historian, Institute for Military History, Czech Republic
Jan Urban, journalist, Czech Republic
Jaroslav Hutka, former dissident, songwriter, Czech Republic
Lukáš Pachta, political scientist and writer, Czech Republic

40 anos da liberação do aborto nos Eua coincide com a segunda posse de Obama

19/01/2013

‎40 anos da liberação do aborto nos Eua coincide com a segunda posse de Obama;

Liberado há exatos 40 anos, o Aborto nos Eua causou a morte de 55,772,015 crianças.

Abortions in America Since Roe vs. Wade in 1973

http://www.law.cornell.edu/supct/html/historics/USSC_CR_0410_0113_ZS.html

A decisão da Suprema Corte que custou a morte de 55,772,015 milhões de crianças:

O sujeito que foi obrigado a mentir dizendo que fora violência sexual e foi o pivô de tudo, hoje é pro life:

Syllabus

SUPREME COURT OF THE UNITED STATES


410 U.S. 113

Roe v. Wade

APPEAL FROM THE UNITED STATES DISTRICT COURT FOR THE NORTHERN DISTRICT OF TEXAS


No. 70-18 Argued: December 13, 1971 — Decided: January 22, 1973


A pregnant single woman (Roe) brought a class action challenging the constitutionality of the Texas criminal abortion laws, which proscribe procuring or attempting an abortion except on medical advice for the purpose of saving the mother’s life. A licensed physician (Hallford), who had two state abortion prosecutions pending against him, was permitted to intervene. A childless married couple (the Does), the wife not being pregnant, separately attacked the laws, basing alleged injury on the future possibilities of contraceptive failure, pregnancy, unpreparedness for parenthood, and impairment of the wife’s health. A three-judge District Court, which consolidated the actions, held that Roe and Hallford, and members of their classes, had standing to sue and presented justiciable controversies. Ruling that declaratory, though not injunctive, relief was warranted, the court declared the abortion statutes void as vague and overbroadly infringing those plaintiffs’ Ninth and Fourteenth Amendment rights. The court ruled the Does’ complaint not justiciable. Appellants directly appealed to this Court on the injunctive rulings, and appellee cross-appealed from the District Court’s grant of declaratory relief to Roe and Hallford.

Held:

1. While 28 U.S.C. § 1253 authorizes no direct appeal to this Court from the grant or denial of declaratory relief alone, review is not foreclosed when the case is properly before the Court on appeal from specific denial of injunctive relief and the arguments as to both injunctive and declaratory relief are necessarily identical. P. 123.

2. Roe has standing to sue; the Does and Hallford do not. Pp. 123-129.

(a) Contrary to appellee’s contention, the natural termination of Roe’s pregnancy did not moot her suit. Litigation involving pregnancy, which is “capable of repetition, yet evading review,” is an exception to the usual federal rule that an actual controversy [p114] must exist at review stages, and not simply when the action is initiated. Pp. 124-125.

(b) The District Court correctly refused injunctive, but erred in granting declaratory, relief to Hallford, who alleged no federally protected right not assertable as a defense against the good faith state prosecutions pending against him. Samuels v. Mackell, 401 U.S. 66. Pp. 125-127.

(c) The Does’ complaint, based as it is on contingencies, any one or more of which may not occur, is too speculative to present an actual case or controversy. Pp. 127-129.

3. State criminal abortion laws, like those involved here, that except from criminality only a life-saving procedure on the mother’s behalf without regard to the stage of her pregnancy and other interests involved violate the Due Process Clause of the Fourteenth Amendment, which protects against state action the right to privacy, including a woman’s qualified right to terminate her pregnancy. Though the State cannot override that right, it has legitimate interests in protecting both the pregnant woman’s health and the potentiality of human life, each of which interests grows and reaches a “compelling” point at various stages of the woman’s approach to term. Pp. 147-164.

(a) For the stage prior to approximately the end of the first trimester, the abortion decision and its effectuation must be left to the medical judgment of the pregnant woman’s attending physician. Pp. 163, 164.

(b) For the stage subsequent to approximately the end of the first trimester, the State, in promoting its interest in the health of the mother, may, if it chooses, regulate the abortion procedure in ways that are reasonably related to maternal health. Pp. 163, 164.

(c) For the stage subsequent to viability the State, in promoting its interest in the potentiality of human life, may, if it chooses, regulate, and even proscribe, abortion except where necessary, in appropriate medical judgment, for the preservation of the life or health of the mother. Pp. 163-164; 164-165.

4. The State may define the term “physician” to mean only a physician currently licensed by the State, and may proscribe any abortion by a person who is not a physician as so defined. P. 165.

5. It is unnecessary to decide the injunctive relief issue, since the Texas authorities will doubtless fully recognize the Court’s ruling [p115] that the Texas criminal abortion statutes are unconstitutional. P. 166.

BLACKMUN, J., delivered the opinion of the Court, in which BURGER, C.J., and DOUGLAS, BRENNAN, STEWART, MARSHALL, and POWELL, JJ., joined. BURGER, C.J., post, p. 207, DOUGLAS, J., post, p. 209, and STEWART, J., post, p. 167, filed concurring opinions. WHITE, J., filed a dissenting opinion, in which REHNQUIST, J., joined, post, p. 221. REHNQUIST, J., filed a dissenting opinion,post, p. 171. [p116]

Fidel Castro Rúz – Rei do Tráfico de Drogas da América Latina

04/01/2013

EL EJE CASTRO-NORIEGA

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EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:40 pm

Como dentro de poco, será liberado el narcotraficante Manuel Antonio Noriega; he decidido postear este artículo. Para que no quede en el olvido, la personalidad de este compinche de Castro; muy activo y unido, a aquellos que el sanguinario cubano; asesinó como resultado de la Causa 1 del 89.
                                                                                                                                                                                                                                     EL EJE CASTRO-NORIEGA Foto de una reunión celebrada en la Habana, con la
presencia de Castro, Noriega; y Barba Roja. Durante la misma se planearon, las operaciones de “La selva del Darien”

Durante el mismo período en que se crea el Cartel de Medellín, el general Manuel Antonio Noriega toma el poder en la República de Panamá.

Con el nacimiento del eje Cuba-Panamá-Nicaragua y de los carteles de la droga se conformó una situación muy particular que dio inicio a la más compleja y vasta organización jamás imagina:

la alianza de traficantes, presidentes, generales, guerrilleros; banqueros, contadores y teóricos‑políticos, que, juntos, unirían esfuerzos para obtener ganancias multimillonarias.

El general Omar Torrijos, como jefe de gobierno de Panamá, reinició las relaciones diplomáticas con el régimen cubano, comenzando así un proceso de acercamiento que culminó con la instalación de un entramado comercial de amplias proporciones.

En el período 1974‑1981 las relaciones entre Cuba y Panamá estuvieron regidas por la política exterior de apertura diseñada por el general Torrijos.

La inteligencia checoslovaca había abierto la brecha para el bloque soviético en Panamá, al participar muy al principio en las operaciones cubanas bajo el nombre código de “Pablo”.

En los albores de la década del setenta, las autoridades norteamericanas se hallaban nerviosas por dos elementos que surgían en la superficie del tablero panameño: la relación de Torrijos con Castro, que cada día se hacían más intensas, y la evidente participación del ejército panameño en el narcotráfico que facilitaba el intercambio de drogas por armas para las guerrillas.

El hombre clave en ambas operaciones sería José Martínez, un allegado de Torrijos. El general Torrijos no puso objeción a que compañías cubanas se establecieran en Panamá con el objetivo de operar desde la zona libre de Colón.

El gobierno cubano llegó a convertirse en importante cliente de la “zona libre” y de los comerciantes panameños.

El Departamento América estableció entonces relaciones estrechas con el jefe de las Fuerzas de Defensa de Panamá, Noriega.

En 1975, el capo de los servicios secretos cubanos para el continente, Piñeiro, viajó varias veces a Panamá con el objetivo de asesorar al presidente Torrijos en todo lo concerniente a las negociaciones de los tratados canaleros con los Estados Unidos.

Ese noviembre, Piñeiro encabezaría otra amplia delegación de los servicios secretos cubanos que sostendría negociaciones en Panamá con funcionarios de ese país. Entre ellos figuraba Noriega, Jefe de la Inteligencia panameña. Lenta pero sistemáticamente crecía la hidra.

Según un informe del buró político del partido Nueva Joya de Granada, los cubanos vincularon con la mafia a Unison Whiteman, hombre de confianza de Bishop, durante su estadía en Panamá con motivo de los funerales de Torrijos. Dicho enlace tenía como fin el asegurar algunos componentes vitales para el aeropuerto que construían los cubanos en Granada.

A la muerte de Torrijos asumió el mando de la Guardia Nacional de Panamá el general Rubén Darío Paredes, quien durante el breve lapso de su gestión distanció al gobierno panameño de la influencia de La Habana.

En varias ocasiones, tanto en reuniones públicas como privadas, Paredes expresaría a Castro su oposición a la política del cubano hacia Centroamérica y especialmente hacia Panamá.

La desaparición de Torrijos y los dos años en que Paredes desempeñó el cargo de Comandante en Jefe cambiaron radicalmente la situación panameña con relación al gobierno cubano, coincidiendo también en esta etapa dos elementos importantes en la historia de América Latina: el surgimiento del Cartel de Medellín y el incremento extraordinario del tráfico de armas en Centro y Suramérica.

En Panamá, con el concurso de ramificaciones de izquierda y miembros de los partidos comunistas locales, Cuba crearía las condiciones para inclinar a Noriega hacia una colaboración con La Habana, infiltrando las Fuerzas de Defensa.

En Panamá no existió la necesidad de derrocar al gobierno sobornable de Noriega. Cuba no tuvo que promover allí a ningún conjunto de presión o colectivo insurgente para utilizar el espacio panameño como pedestal seguro y santuario de las operaciones ilegales en el continente que acarreaba entre otros Tony de LaGuardia.

Con el consentimiento del gobierno panameño, los cubanos ensamblaron toda suerte de negocios para sostener las insurrecciones en la comarca, para realizar sus operaciones y burlar el embargo norteamericano, y para perpetrar la transferencia de alta tecnología desde los Estados Unidos al entonces bloque soviético.

En este gran diseño, dos tentáculos cubanos asumirían las riendas de las operaciones: el Departamento MC bajo el puño de Tony de LaGuardia y los espías de Piñeiro.

Por su parte, la insurgencia sandinista había planteado una cooperación más profunda entre los servicios secretos de Cuba y los de Panamá. Noriega facilitó su país para que La Habana estableciese la infraestructura necesaria con que remitir armamentos a los sandinistas.

Las operaciones estuvieron a cargo del agente cubano Luís Hernández Ojeda, el hilo directo con Piñeiro en La Habana. Ya para 1978, el agente de la DEA norteamericana, Avelino Fernández, hacia pública la conexión de Noriega con el tráfico de drogas, y de que Castro estaba específicamente identificado en el mismo desde 1964.

La impecable fachada e infraestructura formada en Panamá descansaba en una combinación de compañías del país conjuntamente con comerciantes cubanos exilados que se prestaron al enjuague con Castro. Esas sociedades estaban ubicadas en Ciudad Panamá y en la zona franca de Colón. Los gerentes de tales negocios disponían de documentación para entrar en los Estados Unidos.

Sería a partir de 1980 que las diligencias del Departamento América en Panamá cobraron un vehemente ímpetu. En 1982, el responsable de los operativos cubanos en Panamá, Luis Hernández, fue reemplazado por el experimentado veterano José Luis Ojalvo, quien había prestado servicios en Colombia hasta el rompimiento de relaciones de Bogotá con La Habana.

Ojalvo sostuvo en Panamá estrechas conexiones con figuras políticas como Marcel Salamín, José Blandón y los hermanos Souza, del Partido del Pueblo.

Así, Panamá se transformó en un sitio de reuniones clandestinas, y de hospitalización y residencia de los miembros del Farabundo Martí de El Salvador. Incluso, el conciliábulo oculto entre el líder Roberto D’Aubuisson, del conservador partido ARENA de El Salvador, con componentes cubanos del Departamento América para negociar el cese de las hostilidades, tuvo lugar en Panamá.

En septiembre de 1982, Piñeiro y Osmani Cienfuegos llegaron a Panamá. Piñeiro coordinaba el narcotráfico por la parte cubana; Cienfuegos se encargaba del aspecto financiero y comercial de las actividades ilícitas.

Estas operaciones se facilitaron ya que quien realmente mandaba en la Guardia Nacional de Panamá era el general Noriega, ya que Paredes estaba más preocupado con su aspiración a la presidencia durante las elecciones de 1984 que en atender su cargo de Comandante en Jefe.

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Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

El 12 de agosto de 1983, Noriega toma el mando de la Guardia Nacional en sustitución del general Paredes, realizando una extensa purga y colocando a hombres de su confianza en los puntos claves del ejército y del gobierno, de instituciones financieras y de aduanas, de aeropuertos, de embajadas y consulados. Una vez en control absoluto de esta maquinaria, Noriega establece una alianza con Castro sin precedentes en el continente, que incluiría el intercambio de información de inteligencia, operaciones comerciales, el apoyo a insurrecciones, y negocios ilícitos como el narcotráfico.Noriega aportaba a esa relación su larga trayectoria como jefe de la Inteligencia panameña. Ya desde los tiempos del general Torrijos, Noriega había establecido vínculos estrechos con el Ministerio del Interior de Cuba, y muy especialmente con el general Abrantes y la alta oficialidad de ese organismo. Lo mismo había hecho con el jefe del Departamento América, Piñeiro, y con sus cuadros para América Latina y Estados Unidos. Los cubanos también se acercaron a otros oficiales panameños -como el capitán Felipe Camargo, Luís del Cid, Cedeño, Mejías, Cortizo, Madriñán, Luís Córdoba- y al grupo de civiles más cercanos a Noriega.Noriega estableció estrech&shy;as relaciones personales con los sandinistas en medio de la lucha contra Somoza. Una vez en el poder, los hermanos Ortega utilizarán los mismos esquemas organizativos que los cubanos en las operaciones comerciales, políticas y militares. El contacto en Nicaragua sería Humberto Ortega, Ministro de Defensa, y todo el aparato de Seguridad del Estado en manos de Borge y Lenín Cerna.Conforme al testimonio de Blandón, hombre de confianza de Noriega, una parte del sobrante de las armas compradas para los sandinistas, que habían quedado al cuidado de “grupos chilenos” fue vendida por colaboradores de Noriega al M-19 de Colombia.Los agentes de Piñeiro adquirían en la zona franca de Colón equipos de comunicaciones para el uso de las guerrillas de El Salvador y Colombia. Allí tuvo lugar también una vasta convención entre los hombres de Piñeiro y subversivos colombianos como Navarro Wolf, Rosenberg Pabón, y Jaime Batemán; a quienes se les proporcionó documentación falsa y fueron enviados a Cuba4. Valiéndose de sus contactos con la Fuerza de Defensa panameña, los cubanos transfirieron armas a los alzados colombianos; y durante la era de Noriega, emplearon al oficial panameño, Camargo, como su mediador.
Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

EN LA SELVA DEL DARIENEn reunión sostenida por Noriega en Panamá en 1984 con los jefes del narcotráfico en Colombia se ofreció el pago de la deuda externa panameña a cambio del uso de ese territorio como santuario. Los cabecillas del Cartel de Medellín trasmitieron una similar oferta a las autoridades colombianas a través del ex presidente de Colombia, Alfonso López Michelsen: el pago de la deuda externa si se les dejaba en paz. El Cartel de Medellín se hallaba en dificultades, sobre todo después que la policía colombiana detectara un embarque de éter para procesar cocaína, causando una extensa investigación que resultaría en la destrucción del centro de procesamiento de cocaína más grande del mundo.El Ministro de Justicia colombiano, Rodrigo Lara Bonilla, determinó deportar a los más notorios jefes del Cartel a los Estados Unidos. El Cartel le puso un “contrato” a Rodrigo Lara, provocando así que Pablo Escobar Gaviria (alias el Padrino) los jefes de la familia Ochoa de Colombia, y otros capo tuviesen que huir y buscar refugio. Algunos lo lograrían en Cuba; los más fueron recibidos por Noriega quien les extendió la alfombra de bienvenida.El conocido narcotraficante Carlos Lehder, que en 1991 pasaría a ser testigo principal en el caso contra Noriega en Estados Unidos, dará fe en sus testimonios de que Rodrigo Lara fue asesinado para impedir que revelara las conexiones de López Michelsen con el Cartel, como era su intención. La presencia ilegal del Cartel en Panamá, bajo protección de Noriega, resultó de beneficio para el dictador, quien logró mover hacia su dirección una tajada del negocio de narcóticos. Así fue como el Cartel trasladó parte de sus operaciones a Panamá, enviando un centenar de personas para realizar dichas operaciones, como contadores, abogados, al igual que familiares, que recibieron de Noriega protección y documentación.Irónicamente, los altos jefes del Cartel se mudaron a las casas anteriormente ocupadas por funcionarios estadounidenses del Fuerte Amador cuya propiedad había sido traspasada a Panamá bajo los tratados canaleros. El resto del personal fue hospedado en el Hotel Marriott. Los Estados Unidos, alertados por funcionarios panameños de la existencia de una planta procesadora de cocaína descubierta por indios de la zona del Darién, comenzaron a presionar al general Noriega.Ya las relaciones entre Washington y Noriega atravesaban una etapa difícil; Noriega también enfrentaba conflictos con la oposición interna luego del escándalo de fraude en las elecciones de mayo de 1984. En esta pinza entre el Cartel y Washington, Noriega tendría que enfrentar a uno de los dos. Pero para Noriega, la crisis con el Cartel había comenzado desde finales de 1983, cuando una avioneta en la que viajaba Batemán, jefe del M-19 desapareció en el trayecto entre Colombia y Panamá con $10 millones de dólares.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

Batemán había sido entrenado en Moscú; era, además, amigo íntimo de Castro y de Piñeiro. Batemán deseaba negociar una tregua y quizás una unión entre su movimiento y un escuadrón derechista controlado por el Cartel de Medellín. Noriega negará la existencia del dinero en el lugar del accidente, causando la ira del Cartel de Medellín. Según la testificación de Lehder5, la disputa de Noriega con el Cartel surge porque el panameño exige una tajada mayor de las operaciones, demandando $1 millón por encima de los $5 millones originalmente negociados por ofrecer santuario en territorio panameño al que lo necesitase.Escobar, un hombre brutal que llegó a amasar una inmensa fortuna mala habida, estaba enfurecido por la petición de Noriega. El 20 de mayo de 1984, casi todos los jefes del Cartel (Gustavo Gaviria, Pablo Correa, Alfonso Cárdenas, Escobar y García Rodríguez Gacha) viajaban hacia Panamá para conferenciar con Noriega y llegar a un acuerdo sobre el uso del laboratorio en el Darién. Cuando el Cartel le niega a Noriega su exigencia de dinero, éste ordena a la Fuerza de Defensa Nacional a arrasar el centro de procesamiento de cocaína del Cartel en la jungla de Darién, que se lleva a cabo al día siguiente. Así es como Noriega viola el acuerdo multimill&shy;onario hecho con Escobar.El ataque contra Darién fue un dolor de cabeza; era la acción más imprudente realizada en el negocio de las drogas. Noriega nunca le diría a sus socios de Medellín que les traicionaría para complacer a los Estados Unidos. El 23 de junio, apenas un mes después del destrozo de Darién, Blandón, asesor de confianza de Noriega, volaba a Cuba con Camargo, eventual jefe del G‑2, para discutir el ataque a Darién.Blandón y Camargo se entrevistaron con Piñeiro, quien arregló la entrevista entre los panameños, el Cartel, y Castro. Los intereses del Cartel estuvieron representados por López Michelsen. Castro expresó, según el testimonio de Blandón, que el enfurecimiento de los colombianos por el ataque de Darién era peligroso para Panamá y para todo el mundo6. “El Cartel puede transformar a Panamá en un campo de batalla si Noriega le causa problemas. Sería una lucha entre las fuerzas de defensa y el Cartel”.Blandón dio a entender claramente su sorpresa ante el conocimiento detallado que del Cartel mostraba Castro. El mandatario cubano señaló que los líderes del Cartel estaban ansiosos por ver en libertad a sus miembros detenidos, ya que se corría peligro de que estos engrosaran la lista de testigos contra el Cartel en las cortes de los Estados Unidos. Castro también fue portavoz de las exigencias del Cartel en cuanto a dinero y aviones, así como de un nuevo acuerdo para conducir los negocios.Blandón recibió instrucciones de comunicarle a su jefe en Panamá que en La Habana le esperaba alguien conocido para dichas negociaciones: Michelsen. A su llegada a La Habana el 25 de junio procedente de Nueva York, Noriega, Michelsen y Castro se reunieron para discutir estos pormenores. Noriega partió de regreso a Panamá con una fuerte escolta personal suministrada por Castro. Sin duda, estaba jugando con fuego: negociaba con el Cartel a la vez que traicionaba a los colombianos, había sido sorprendido por los americanos en este juego, y ahora caía en manos de Castro. De acuerdo con la deposición de Lehder, el disgusto del Cartel era máximo, al punto de considerarse planes para eliminar a Noriega. Desde Nicaragua, Piñeiro les recomendará que “no debían actuar de forma violenta”; según Lehder, el problema quedaría resuelto con la devolución de dos millones de dólares por parte de Noriega.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

UN CENTRO DE ESPIONAJEPanamá, con su privilegiada posición geográfica, su centro financiero, la facilidad para crear corporaciones, y la zona libre de Colón, tenía los elementos básicos que requerían los cubanos para una operación en gran escala. Castro hizo de Panamá un eslabón clave en su política de evadir el bloqueo norteamericano; allí establecería su base de operaciones para lograr ingresos en dólares, para la obtención de alta tecnología occidental y para la exportación de ciertos productos de Cuba.A Castro no le importó la carga política que representaba aliarse con Noriega, ya que por el contrario, esa relación representaba una magnífica fuente de divisas. Es por ello que, desde los inicios de las relaciones con Noriega, Cuba definió claramente una estrategia: renunciar a la hegemonía política en Panamá en favor de las prioridades económicas que le ofrecía dicha alianza.Los bancos de Panamá eran aprovechados como estaciones de lavado de dinero. Panamá utilizaba a Luis del Cid en el correo de fondos con El Cartel y de contacto ejecutivo con los cubanos. En esta red de Noriega para el narcotráfico figuraba destacadamente el empresario panameño Enrique Pretelt. Otros dos panameños -Ciro Moscoso y Jaime Tejada- poseían vínculos para la adquisición de medios militares para el ejército de Cuba. Según el mayor de la seguridad cubana, Florentino Azpillaga, Noriega se ocuparía personalmente de comprar armas para Cuba, que luego eran transferidas a los guerrilleros de El Salvador, Honduras y Colombia.Todas las operaciones comerciales de Cuba estarían a cargo del Ministerio del Interior, a través del grupo CIMEX (Actividades de Empresas en el Exterior) que encabezaban Emilio Aragonés y Osmani Cienfuegos. Tony de LaGuardia dirigía este grupo de compañías registradas en Panamá desde su Departamento MC; todas ellas realizaron sus operaciones bajo la protección de Noriega, utilizando únicamente abogados y empresarios no vinculados a grupo alguno del sector de la izquierda panameña.En la actualidad todavía existen corporaciones que operan en coordinación con entidades similares ‑también controladas por los cubanos‑ para evadir el bloqueo económico y para realizar actividades lícitas e ilícitas en otros países. Por ejemplo, cuando se establece la compañía de transporte Caribbean Happy Line Co., en Panamá, ésta será controlada por Carlos Duque, en representación de Noriega, y por Rubén Cuenca Montoto, en representación de los cubanos. Caribbean Happy Line tiene conexiones directas con sus homólogas la Anglo Caribbean Shipping en Londres, la Cariberia en España, la Taíno Shipping en Bélgica y la Reimor S.A., en Méjico; todas ellas controladas por Cuba.En un principio, Noriega les proporcionaba todo tipo de ventaja, desde bandera panameña para sus barcos, hasta pasaporte panameño para los marinos cubanos, servicio de consulado, documentación y asesoría legal. De acuerdo con el Departamento de Comercio de los Estados Unidos, de las 60 compañías pantallas que Cuba operaba en Panamá en 1986, alrededor de 20 participaban en el tráfico de armas hacia las guerrillas latinoamericanas.

Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

La compañía CIMEX, realizaba el grueso de tales negocios para lo cual utilizaba el aparato del MC dirigido por el coronel Tony de LaGuardia. Las operaciones políticas estarían supervisadas por el Departamento de América; los contactos militares por el general Abelardo Colomé Ibarra y por Tony de LaGuardia. Para instrumentar esta estrategia, el MININT instaló a sus agentes en Panamá. El encargado de las actividades con la máxima jerarquía del gobierno cubano era Cienfuegos. Compartirá con él estas responsabilidades el jefe del Departamento de América, Piñeiro, y el entonces Ministro del Interior, general Abrantes. El MININT disponía de sus agentes operativos como fachada en la embajada cubana en Panamá; otros espías figurarán en la gerencia de las compañías creadas allí.En 1986 se llevaron a cabo unos insólitos contactos clandestinos entre el servicio secreto israelí -el Mossad- y la inteligencia cubana, por medio de la conexión panameña. En tres ocasiones, el panameño Camargo acompañó al espía israelí Mike Harari a La Habana. Allí el enviado del Mossad expresó a los cubanos que Tel Aviv estaba en disposición de establecer relaciones diplomáticas con Cuba si ésta les ayudaba a localizar criminales de guerra nazi en Paraguay usando los eficientes servicios secretos castristas8.Harari elogió el alto nivel de profesionalismo del espionaje cubano, e incluso sostuvo conversaciones directas con Castro. Harari mantuvo los lazos con los agentes cubanos en Panamá y continuó sus viajes a Cuba hasta 1988; los últimos, los haría escoltado por el capitán Félix Rodríguez.El panameño Camargo, a su vez, se desplazó con elementos del Departamento América a Cuba el 14 de febrero de 1988, donde desarrolló extensos coloquios con el vicepresidente Carlos Rafael, con Piñeiro y con los oficiales José Luis Arévalo, Fidel Martínez y José Félix Rodríguez. Asimismo, se relacionó con el entonces ministro del interior, general José Abrantes9. En agosto de ese mismo año miembros del Departamento América reunieron a 80 empresarios panameños para discutir los pormenores de futuras actividades con La Habana. Entre ellos figuraban el coronel Luis Córdoba y el mayor Gonzalo González quienes fueron escoltados a Cuba.A partir de 1988, personal del Departamento América comenzó a despachar de forma sistemática con la inteligencia de la Fuerza de Defensa panameña. Desde el edificio El Manguito, ubicado en el barrio de El Cangrejo, Camargo y Benjamín Ku por los servicios de Panamá, y Félix Luna por los de Cuba compilaban información de inteligencia y contra inteligencia que luego servía a los cubanos para formular planes10.Luna, probado agente del Departamento América, había relevado a Ojalvo en Panamá en 1984. No obstante, Ojalvo supervisaba desde La Habana las evoluciones del área con la asistencia de Roberto Márquez y Martín Calá. Los agentes del Departamento América se aprovecharon de la desesperación panameña; así comienza a beneficiarse económicamente el plan cubano. Para esos entonces, Noriega ya había designado a Luís Córdoba, Luís Quiel, Darisnel Espino, Ramiro Vásquez Chambonet, Nils Castro y Lucho Gómez para que se entendieran con los cubanos11.Fue así como el Departamento América logró ejercer el control del puerto panameño de Vacamonte, interceptando, desde una flota pesquera cubana anclada permanentemente en el lugar, las comunicaciones del comando sur de los Estados Unidos (SOUTHCOM)12. Para facilitar la coordinación con el general Noriega, Castro ubicó en su embajada a otro puñado de agentes compuesto por Alfredo Pila, Oscar Gutiérrez, Lázaro Mora y Miguel Pérez Cruz. Cuando hacen crisis las relaciones de Noriega con Estados Unidos, a principio de 1988, el Departamento América organizó la transferencia de armas a Panamá para que pudiera ser utilizada por los batallones de la dignidad, en una lucha guerrillera contra una posible ocupación militar norteamericana. Al estallar el escándalo de las armas, la maquinaria de desinformación cubana comenzó a propagar la idea de que Libia, con su ya mala fama internacional, era la proveedora. El mismo mecanismo dio resultado cuando se produjo la transferencia de dinero a Panamá vía Cuba. El dinero provenía de las operaciones de narcotráfico, pero Libia cargó nuevamente con la culpa debido a la malicia cubana.

Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

Luna fue reemplazado por Martín Calá en 1989 como jefe de los servicios secretos del Departamento América en Panamá. Con la caída de Noriega, Calá fue expulsado del país y la inteligencia cubana trasladó sus cuarteles generales a Managua para desde allí seguir dirigiendo las operaciones en el Istmo. El personal del Departamento América reubicado en la embajada cubana de Nicaragua se convirtió así un grupo de consejeros políticos. Sin embargo, en 1991, Calá inspeccionó nuevamente a Panamá y es sabido que los miembros del Departamento América siguen explotando el suelo panameño como punto de escala en su labor de espionaje, y como plataforma para la importación de mercancías de los Estados Unidos.A partir de febrero de 1988, Noriega comienza a enfrentar fuertes presiones domésticas e internacionales ante las acusaciones que le hace un Gran Jurado en Miami por tráfico de drogas. De inmediato solicitará ayuda de La Habana; como resultado, un numeroso grupo de altos oficiales de la Seguridad del Estado de Cuba se trasladó a Panamá para asesorarle en esta crisis.Tras su defección en Estados Unidos, el mayor de la aviación panameña, Augusto Villalaz15 expresó públicamente que Castro había enviado 500 toneladas de armas a Noriega para la construcción de una infraestructura paramilitar de defensa que pudiera sostener una guerra de guerrillas en caso de una invasión norteamericana. Asimismo, la inteligencia cubana estableció una unidad política de asesoría a Noriega en Panamá, que fue integrada por Arbessú, Ravelo, Ramiro Abreu Quintana, José Luis Ojalvo y Luís Hernández Ojeda. Por parte de Nicaragua arribarían los altos jefes de la seguridad sandinista Ricardo Wheelock, Julio López y Lenín Cerna.En 1986, cuando The New York Times publicó detalles de las andanzas de espionaje y narcotráfico de Noriega, Castro quiso distanciarse, y denunció en una revista cubana la participación en el narcotráfico de algunos militares panameños encabezados por Noriega. A exigencias del dictador panameño, Castro le defendería de las acusaciones en entrevista televisada por cadena nacional en Panamá.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:44 pm

Fuente: http://www.gadcuba.com/ LasguerrassecretasdeCastro
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:01 pm

La narcodictadura cubanaDado que el gentil público izquierdista suele defenderse (evadir es más preciso) de cualquier acusación apuntando a la paja en el ojo ajeno, cabe otra vez aclarar: Sí, hay gobiernos en todo el planeta y de todo tipo involucrados con el tráfico de estupefacientes y armas. Dicho eso, procedamos a desenmascarar al ídolo revolucionario del Caribe:”¿Habían sido descubiertos unos maleantes dentro de las estructuras de mando de la honorable revolución cubana y se les castigaba por su felonía? Nada de eso. El delito sí, había sido descubierto, pero no por los servicios de inteligencia cubana –que eran los delincuentes–, sino por el Drug Enforcement Administration, la DEA norteamericana que vigila y persigue el narcotráfico en el terreno internacional. Sencillamente, el Gobierno cubano había sido agarrado con las manos en la masa de la cocaína. La DEA tenía las pruebas de la complicidad con el
narcotráfico de la Marina, la Fuerza Aérea, el Ministerio del Interior y hasta del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba. Los cuerpos policiacos estadounidenses habían infiltrado en la operación a un piloto taiwanés, Hu Chang, que el 8 de mayo de 1987 aterrizó en una de las más secretas instalaciones del Gobierno cubano, en un vuelo procedente de Colombia cargado de cocaína. Prueba contundente que reproducía la experiencia previa de dos narcotraficantes cubanoamericanos, Reynaldo Ruiz y su hijo Rubén, vinculados por lazos familiares a un alto oficial de los servicios de inteligencia cubanos, Miguel Ruiz Poo, situado en Panamá. Reynaldo y Rubén, obligados a colaborar con la DEA como modo de reducir las acusaciones que se les formularían por narcotráfico, le habían dado al Gobierno norteamericano todas las pruebas y pistas necesarias para que Castro pudiera ser llevado a los tribunales por sus vínculos con el
tráfico de narcóticos y «lavado» de dinero. No obstante, decidido a presentar el caso de manera totalmente irrefutable, el Gobierno norteamericano comete entonces una increíble estupidez: se propone tenderle una trampa al mismísimo ministro del Interior, el general José Abrantes, y para esos fines saca de la cárcel a un narcotraficante cubano llamado Gustavo Fernández, Papito, que en el pasado había colaborado con la CIA, y le propone una sustancial rebaja de su pena si se presta a montar la celada. El plan –en el que piensan hasta utilizar un submarino– incluye el apresamiento en aguas internacionales de Abrantes y su posterior presentación a los tribunales y a la prensa.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:02 pm

Gustavo Fernández, naturalmente, acepta, pero en un descuido de quienes lo vigilan escapa a La Habana y cuenta todo lo que sabe: va a estallar el escándalo y Castro dejará de ser la heroica figura de la Revolución para convertirse ante los ojos del mundo en un vulgar narcodictador de la categoría del panameño Manuel Antonio Noriega, figura absolutamente desacreditada por aquellas mismas fechas. Esto ocurre entre abril y mayo de 1989.”
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:04 pm

Espero que los valiosos aportantes al foro, dedicados a la busqueda de fuentes. Tengan la prudencia de leer primero el artículo, y de esta manera; evitarse un ridículo.Toño
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por fidelon el Vie Mayo 11, 2007 3:58 pm

TOÑO, muy bueno el informe pero aun te faltan agentes que estaban dentro de la embajada, cubana en panama desde el año 1983, hasta la invasion, conozco a dos marido y mujer. en estos momentos estan jubilados y viven como perros en cuba, se retiraron con los grados de coroneles y tte,coronel respectivamente.