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A quem estamos condenados: Quem poderá nos salvar do PT-PCC-Farcs?

10/11/2012

O herói sem nenhum caráter: Mãe puta e pai bebum dá nisso:

Ódio visceral a quem estuda, a quem sobe na vida, incapacidade de sentir remorso, compulsão a mentir, megalomania, narcisismo extremado, se sente um deus e jamais pronuncia a palavra Deus e a palavra Brasil.

Capaz dos piores crimes para destruir moralmente uma sociedade, ausência de qualquer valor ou crença moral.

Capaz de se associar aos maiores traficantes de cocaína do mundo e seus distribuidores no Brasil (O PCC), acreditar firmemente que todo o nosso passado é perverso porque fomos governados por brancos.

Ódio racial infinito ao povo português e aos europeus em geral. Por fora se apresenta como novo Messias que vem realmente criar o Paraíso na Terra depois de destruído todos os valores europeus.

Alguns poucos brasileiros conseguiram compreender isso, mas não sabem como enfrentar Lula nesta guerra assimétrica.

*******ATENÇÃO E COMPARTILHE URGENTEMENTE*******

Marcio Bartolo

CHEGOU AO CONHECIMENTO DESTA SEÇÃO ATRAVÉS DO RELINT 0008976-12/D264/CI, DA COORDENADORIA DE INTELIGÊNCIA, QUE NESTE FINAL DE SEMANA (10 E 11 NOV 2012), HAVERÁ UMA POSSÍVEL REUNIÃO ENTRE INTEGRANTES DO PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL(P.C.C.) E COMANDO VERMELHO(C.V.), TENDO COMO PARTE UM PLANEJAMENTO DE POSSÍVEIS ATAQUES A INTEGRANTES LIGADOS À SEGURANÇA PÚBLICA, BEM COMO AS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA (UPP). SENDO ASSIM FOI DETERMINADO PELO CHEFE DESTA AIC, QUE DIANTE AO EXPOSTO DESTACA-SE À NECESSIDADE DE QUE AS UPP’S MONITOREM SUAS ÁREAS E QUE QUALQUER DADO NOVO SEJA INFORMADO DE IMEDIATO À ESTA SEÇÃO, VISANDO À ANTECIPAÇÃO E NEUTRALIZAÇÃO DE POSSÍVEIS AÇÕES CRIMINOSAS.

FAVOR ACUSAR RECEBIMENTO.

CB PM LEITE- PERMANÊNCIA AIC/CPP.

As delícias da Geração Coca-Cola

10/04/2012

Sempre que refletimos sobre a geração coca-cola somos tomados de inveja por ela naquilo que ela tem de melhor que é a alegria despreocupada com o mundo, já que não tem a mínima noção da complexidade da vida.

Vivem felizes porque nunca se aprofundam em nada, jamais gastando energia em reflexão.

Para que ler livros densos sobre ciúme como “Em busca do tempo perdido“?

Pode-se passar a vida inteira sem saber as causas e conseqüências do ciúme e viver bem?

Mas quando se tem a primeira satisfação intelectual da descoberta cultural, científica e filosófica, não conseguimos voltar mais ao estado de inocência.

É maravilhoso demais dominar os mistérios da mente humana, não só dominar no sentido de entendê-la, mas também do sentido de controlá-la.

Isto a geração coca-cola não quer.

Ela não aceita jamais a idéia de controlar o ciúme ou outros sentimentos: ela tem orgulho do sentimento.

No começo, quando se é senhorita, a mulher até fica engraçadinha com ceninhas de ciúme, aquelas intriguinhas bobas que tanto as diverte.

Mas, não aprendendo a domar o ciúme, a vida cobra seu preço mais tarde, quando não se é mais senhorita engraçadinha.

Um grito de protesto:

08/11/2011

A Sociedade é uma comunidade de Putas

Sociedade é uma comunidade de putas

Antes de dizer que sou louco, xarope, perturbado

Através de sua retórica vazia e sem fundamento

Primeiro pergunte a si mesmo

Estou dizendo alguma mentira?

Assalariado mediano

Matriarca Tradicional

Da Sabatina imposta pelos cafetões ao pretendente de sua bonequinha

Para saber a posição social ocupada por quem vai comprar o amor de sua filha

Amor? Amor não, isso é mercado

Vadia dos Arrabaldes

Vadias teocratas, ostentando sua lacívia velada

Debaixo das vestes pudicas

Como uma mercadoria que não se encontra ao alcance de todos

Mas seu depósito de porra é tão mercadoria quanto a mercadoria exposta abertamente nos bordéis marginais

Vocês fazem parte do Bordel dos Bons Costumes

Sim vocês são todos vendidos

Nas confraternizações de empresas, a procura de midia

Na busca pela inserção de confrarias

Na bajulação de lacaios de patrões

Da busca na juventude em fazer parte de grupinhos populares na escola, na vila e nas baladas

Da conivência da gestão fraudulenta e usurpadora dos direitos adquiridos dos explorados

Da demonstração aberta da arrogância dos mandatários, pois assim não dependem mais de serem cordiaes

É impossível ver, viver e não se enojar dessa podridão

Vocês semeiam o sistema animal de que tanto se queixam diariamente

Mas não se esqueçam: vocês fazem parte dessa sujeira, vocês a alimentam

Vocês fazem com que a Sociedade seja o que ela da fato é:

Uma comunidade de putas

Não importa a condição social

Rico, classe média, pobre,

Do ignorante ao intelectual

É nojento ver a realidade como de fato é

Não dá pra achar tudo isso normal!

problemas, descrição e história do jardim satélite em são josé dos campos sp

01/05/2009

Quando a lei de 10 de setembro de 1611, que regulamentava aldeamentos indígenas nos pontos que melhor conviessem aos interesses do Reino de Portugal, foi posta em vigor, os índios do Planalto de Piratininga, onde se localizava a Vila de São Paulo, deslocaram-se para o interior da capitania de São Vicente, para os sertões. 

Entre os 11 antigos aldeamentos dos padres da Companhia de Jesus, os jesuítas, ao redor da Vila de São Paulo do Piratininga e por eles administrados, figurava, no vale do rio paraíba do sul, a leste da Vila de São Paulo, o aldeamento de São José localizado no bairro do Rio Comprido, a dez quilômetros de onde hoje se situa o centro da atual cidade de São José dos Campos. 

Ao todo os jesuítas fizeram onze aldeamentos, ao redor de São Paulo, entre eles, a aldeia de São Miguel Paulista, a aldeia dos índios Guarulhos e a aldeia de Carapicuíba.

Os padres jesuítas trazendo mais alguns silvícolas, conseguiram entrar em entendimentos com os índios guaianases e dar certa vida ao aldeamento, mas, devido às desvantagens da localização deste, resolveram buscar um ponto melhor.[10]Em 1643, a aldeia de São José foi transferida para onde é hoje a Praça do Padre João Guimarães no centro da cidade. 

De 1643 a 1660, os religiosos e vários povoadores obtiveram para os índios diversas léguas de terras, em sesmarias concedidas, em 1650, pelo Capitão Mór da Capitania de São Vicente Dionísio da Costa. Essas terras situavam-se em magnífica planície, onde hoje se acha atualmente o centro de São José dos Campos. 

A aldeia de São José, a partir de 1653, passa a pertencer à Vila de Jacareí, criada naquele ano e pertencente à Capitania de São Vicente. A aldeia de São José estava situada nos limites da Capitania de São Vicente com a Capitania de Itanhaém, a qual compreendia o restante do Vale do Paraíba paulista e seguia até Angra dos Reis e comprendia também parte do litoral sul paulista. 

Sabe-se ainda que a organização urbana no plano teórico e prático da aldeia é obra atribuída ao padre jesuíta Manuel de Leão, cuja principal ocupação era a de ser administrador, estando em São Paulo desde o ano de 1663, encontrava-se à frente das fazendas mais remotas. Entre estas, figurava-se o aldeamento em solo joseense. 

Toda a região do Vale do Paraíba sofreu um esvaziamento populacional com as descobertas do ouro nas Minas Gerais dos Goitacázes a partir de 1692. 

Em 1710, a Capitania de Itanhaém e a Capitania de São Vicente (que a partir de 1680 passou a se chamar Capitania de São Paulo), passaram a integrarem a nova “Capitania de São Paulo e Minas do Ouro”. 

A aldeia de São José progredia mais e mais, passando a ser denominada “Vila Nova de São José”, quando tornou-se vila em 1767. 

Em 1759, os jesuítas foram expulsos do reino de Portugal e das suas colônias pelo Marquês de Pombal; Com isso, alguns brancos agregaram-se aos índios sob a direção de José de Araújo Coimbra, Capitão-Mor da Vila de Jacareí e deram impulso à povoação. 

O governador-geral da recém recriada Capitania de São Paulo, (que havia sido extinta em 1748 e anexada a do Rio de Janeiro), D. Luís António de Sousa Botelho Mourão, o Morgado de Mateus), criou várias vilas para dar impulso à Capitania. Havia décadas que não se criavam vilas ao sul do Rio de Janeiro. 

Assim, em 27 de Julho de 1767, pelo Ouvidor e Corregedor Salvador Pereira da Silva, foi criada a nova vila com o nome de “Vila Nova de São José”, depois Vila de São José do Sul e, mais tarde, Vila de São José do Paraíba. 

No mesmo dia 27 de julho, foram eleitos os três primeiros vereadores da nova vila, os quais eram índios, dando início à sua autonomia administrativa. Os primeiros oficiais da Câmara da nova vila foram: Juízes Ordinários: Fernando de Sousa Pousado e Gabriel Furtado; vereadores: Vicente de Carvalho, Viríssimo Correa e Luís Batista; Procurador: Domingos Cordeiro. 

A nova vila foi desmembrada do termo da Vila de Jacareí – sem ter sido antes freguesia. A freguesia só foi criada pela Ordem de 3 de novembro de 1768 e instalada em 1769. 

O Coronel José Arouche de Toledo Rondon, em uma pesquisa sobre as 11 antigas aldeias jesuíticas ( Memória das Aldeias de São Paulo), em 1800, registra a grande pobreza da Vila de São José.

A principal dificuldade de São José era o fato de a “Estrada Real”, que ligava São Paulo ao Rio de Janeiro, passar fora de seus domínios. O algodão teve uma rápida evolução na região quando São José conseguiu algum destaque e cuja produção atinge seu apogeu em 1864.

Em 22 de abril de 1864, pela lei provincial nº 27, foi elevada a categoria de cidade. 

A Lei provincial nº 47, de 4 de abril de 1871, mudou-lhe a denominação para São José dos Campos. Pela Lei provincial n° 46, de 6 de abril de 1872, foi criada a Comarca de São José dos Campos. 

A partir de 1871, o município passou por duas fases distintas: o desenvolvimento agrícola – com forte preponderância da cultura do café – e a criação da estância climática, conseqüência natural de seus bons ares. 

Quase simultaneamente, há o desenvolvimento da cultura cafeeira no Vale do Paraíba que começa a ter alguma expressão a partir de 1870, já contando, inclusive com a participação de São José. 

No entanto, foi no ano de 1886, quando já contava com o apoio da Estrada de Ferro ligando São Paulo ao Rio de Janeiro, depois chamada Estrada de Ferro Central do Brasil, inaugurada em 1877, que a produção cafeeira joseense teve seu auge, mesmo num momento em que já acontecia a decadência dessa cultura na região, conseguindo ainda algum destaque até por volta de 1930. 

A inauguração da primeira rodovia que atravessava o Vale do Paraíba, a Estrada São Paulo-Rio, em 1924, pelo presidente do Estado de São Paulo Dr. Washington Luís deu novo impulso à região. Essa estrada ainda existe com diversas denominações como SP-66 e SP-62.

Na década de 1920, surgem as primeiras unidades industriais: os Laticínios Vigor, a Fábrica de Louças Santo Eugênio, a Cerâmica Paulo Becker, a Tecelagem Parahyba e a Cerâmica Weiss. 

A procura do município de São José dos Campos para o tratamento de tuberculose pulmonar, teria se tornado perceptível no início deste século, devido às condições climáticas supostamente favoráveis. Entretanto, somente em 1935, quando o município foi transformado em Estância Climática e depois Estância Hidromineral, que São José passou a receber recursos oficiais que poderam ser aplicados na área sanatorial. 

Foram sete os principais sanatórios: O Vicentina Aranha, pertencente à Santa Casa de São Paulo, o Vila Samaritana, pertencente à comunidade evangélica, o Ezra, pertencente à comunidade judáica, o Maria Imaculada, pertencente à Igreja Católica, o Ruy Dória, criado e pertencente ao médico Dr. Ruy Dória, o Sanatório Antoninho da Rocha Marmo e o Adhemar de Barros, criado pelo governador Dr. Adhemar Pereira de Barros. Os sanatórios foram assim, esforço coletivo de todas as comunhões religiosas, de particulares e estadistas idealistas.

Muitos doentes que não conseguiam vagas nos sanatórios, ficavam nas pensões, principalmente aquelas da rua Vilaça, perto do sanatório do Dr. Ruy Dória. 

O processo de industrialização do município toma impulso a partir da instalação do ITA e do Centro Técnico Aeroespacial-CTA, em 1950, e posteriormente do INPE e também com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra em 1951, possibilitando assim uma ligação mais rápida entre Rio de Janeiro e São Paulo, pela primera vez em estrada asfaltada, e cortando a parte urbana de São José dos Campos.

Nessa mesma época, doaram-se terrenos às margens da nova rodovia, onde se instalaram várias fábricas, iniciando-se a industrialização da cidade. Novo impulso foi dado com a duplicação da Rodovia Presidente Dutra em 1967. 

Em 1969, a criação da Embraer, originada em um setor de desenvolvimento de aeronaves do CTA, chamado PAR, coloca a cidade em uma nova era de desenvolvimento tecnológico, gerando muitos empregos e mão-de-obra especializada, sendo atualmente a maior empregadora da cidade, e fazendo que a cidade seja considerada a Capital do Avião.

Fundamental para o desenvolvimento da Embraer foi a mão de obra especializada formada pelo ITA. 

Em 1977 a inauguração da Revap trouxe mais empregos e tecnologia à cidade. Também neste ano a cidade recuperou sua autonomia administrativa, voltando a eleger seus prefeitos. 

A conjunção desses fatores permitiu que o município caminhasse para o potencial científico-tecnológico em que se encontra.

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