Posts Tagged ‘socialismo’

Socialismo é fome – Vejam a Venezuela Hoje – Socialismo é Censura – Socialismo é Corrupção – Socialismo é Terrorista no Comando do Brasil

10/04/2014

Brave New World would also delineate what the perfect dictatorship would look like.

It would have the appearance of a democracy, but would basically be a prison without walls in which the prisoners would not even dream of escaping. 

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Customização socialista – Kit PT – Modelito Revolucionário da USP

12/11/2013

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O Lula Petismo Socialismo e a destruição planejada da Família

16/09/2013

Esquerdismo é desgraça mesmo no País Mais Rico do Mundo: Veja como o PT deles, o Partido Democrata destruiu Detroit – Michigan

07/08/2013

Detroit é um inferno em vida. A prefeitura trabalha contra a iniciativa privada, trabalha contra a busca do lucro: Deu no que deu:

A CIDADE DECRETOU FALÊNCIA TOTAL.  A maior falência da História Americana,.

Quase um milhão de pessoas, no maior êxodo urbano em tempos de paz, deixaram a cidade, deixaram o Paraíso Socialista:

A ESQUERDA AMERICANA FALIU DETROIT!

CIDADE FANTASMA:

Em Detroit continuam morando os que não trabalham (bolsa-família) que vivem às custas de quem trabalha no resto do País. E, é óbvio, votam no PT deles: O Partido Democrata;

A ajuda aos pobres deixou os empresários sem dinheiro pra gerar empregos.

O que todos os prefeitos de Detroit desde 1962 têm em comum? Jerome Cavanagh, Roman Gribbs, Coleman Young, Dennis Archer, Kwame Kilpatrick, Kenneth Cockrel, Jr. e o atual Dave Bing são todos do mesmo partido DEMOCRATA que, depois de 51 anos seguidos, conseguiu falir um dos ícones da história americana.

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– 47% dos adultos da cidade são considerados analfabetos funcionais (contra 20% da média do país)

– Apenas um terço das ambulâncias está em condições de sair da garagem

– 40% dos postes de luz das ruas estão apagados

– O tempo médio de resposta de um policial a um chamada ao 911 é de 58 minutos (média nacional: 11 minutos)

– Um terço das edificações da cidade está abandonado (78 mil prédios fantasmas)

– 210 dos 317 parques públicos estão fechados.

– 2/3 da população deixou a cidade desde os anos 60

– Menos de 5% dos carros do país são montados hoje na cidade

A cidade, onde as armas legais foram praticamente banidas como manda o manual esquerdista, é tão violenta que é impossível andar com segurança pelas ruas, você é logo aconselhado a pegar táxi. As escolas estão entre as piores do país, os serviços públicos mais básicos são negligenciados e tudo que envolve a prefeitura, como a licença para abrir um novo negócio, é um inferno burocrático terceiro-mundista, típico de qualquer lugar administrado por socialistas.

Como definiu o jornal britânico “The Telegraph”: “Uma cidade assassinada por mau-caratismo e estupidez”.

Ocorreu a FUGA das empresas e da massa produtiva que não aguentaram mais as exigências ABSURDAS dos sindicatos e a ESTÚPIDA regulação estatal, que cobrava cada vez mais impostos para sustentar seus programas políticos.

Foi criado um círculo vicioso entra taxação e fuga. Quanto mais pessoas fugiam para outros lugares do país, mais se aumentavam os impostos, pois agora tinham menos contribuintes. A cidade DESINCENTIVOU o EMPREENDEDORISMO.

Na sua intenção de acelerar a criação de riqueza (Detroit JÁ era uma cidade rica e com pouca pobreza), ela simplesmente estancou a criação de riqueza, criou privilégios e DESTRUIU a competição.

Comprovado: Esquerdismo é uma doença mental

12/05/2013

 

http://lucianoayan.com/2013/02/26/o-psiquiatra-lyle-rossiter-nos-comprova-que-o-esquerdismo-e-uma-doenca-mental/

 

Ceticismo e dinâmica social na investigação da religião política

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental

 

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Geralmente vemos esquerdistas se referirem a quem é da direita como um “louco da direita”, e daí por diante. O problema é que a crença da direita é coerente até com o que a teoria da evolução tem a nos dizer. Enquanto isso, a crença esquerdista é baseada em quê? É isso que começamos a investigar de uma forma mais clínica a partir do livro The Liberal Mind: The Psychological Causes of Political Madness, de Lyle Rossiter, lançado em 2011.

Conforme a review da Amazon, já notamos a paulada que será dada nos esquerdistas:

Liberal Mind traz o primeiro exame profundo da loucura política mais relevante em nosso tempo: os esforços da esquerda radical para regular as pessoas desde o berço até o túmulo. Para salvar-nos de nossas vidas turbulentas, a agenda esquerdista recomenda a negação da responsabilidade pessoal, incentiva a auto-piedade e outro-comiseração, promove a dependência do governo, assim como a indulgência sexual, racionaliza a violência, pede desculpas pela obrigação financeira, justifica o roubo, ignora a grosseria, prescreve reclamação e imputação de culpa, denigre o matrimônio e a família, legaliza todos os abortos, desafia a tradição social e religiosa, declara a injustiça da desigualdade, e se rebela contra os deveres da cidadania. Através de direitos múltiplos para bens, serviços e status social não adquiridos, o político de esquerda promete garantir o bem-estar material de todos, fornecendo saúde para todos, protegendo a auto-estima de todos, corrigindo todas as desvantagens sociais e políticas, educando cada cidadão, assim como eliminando todas as distinções de classe. O esquerdismo radical, assim, ataca os fundamentos da liberdade civilizada. Dadas as suas metas irracionais, métodos coercitivos e fracassos históricos, juntamente aos seus efeitos perversos sobre o desenvolvimento do caráter, não pode haver dúvida da loucura contida na agenda radical. Só uma agenda irracional defenderia uma destruição sistemática dos fundamentos que garantem a liberdade organizada. Apenas um homem irracional iria desejar o Estado decidindo sua vida por ele, ao invés e criar condições de segurança para ele poder executar sua própria vida. Só uma agenda irracional tentaria deliberadamente prejudicar o crescimento do cidadão em direção à competência, através da adoção dele pelo Estado. Apenas o pensamento irracional trocaria a liberdade individual pela coerção do governo, sacrificando o orgulho da auto-suficiência para a dependência do bem-estar. Só um louco iria visualizar uma comunidade de pessoas livres cooperando e ver nela uma sociedade de vítimas exploradas pelos vilões.

O que temos aqui, na obra de Rossiter, é o tratamento do esquerdismo de forma clínica, por um psiquiatra forense. (Um pouco mais no site do autor do livro, e um pouco mais sobre sua prática profissional)

O modelo de mente esquerdista

O livro é bastante analítico, e, por vezes, até chato de se ler. Quem está acostumado a livros de fácil leitura de autores conservadores de direita, como Glenn Beck e Ann Coulter, pode até se incomodar. Outro livro que fala do mesmo tema é Liberalism Is a Mental Disorder: Savage Solution, de Michael Savage. Mas o livro de Savage é também uma leitura informal, embora séria. O livro de Rossiter é acadêmico, de leitura até difícil, sem muitas concessões comerciais, e de um rigor analítico simplesmente impressionante. Se não é sua leitura típica para curar insônia, ao menos o conteúdo poderoso compensa o tratamento seco e acadêmico dado ao tema.

Segundo Rossiter, a mente esquerdista tem um padrão, que se reflete tanto em um padrão comportamental, quanto um padrão de crenças e alegações. Portanto, é possível “modelar” a mente do esquerdista a partir de uma série de padrões. A partir daí, Rossiter investiga uma larga base de conhecimento de desordens de personalidade, e usa-as para modelar os padrões de comportamento dos esquerdistas. Segundo Rossiter, basta observar o comportamento de um esquerdista, mapear suas crenças e ações, e compará-los com os dados científicos a respeito de algumas patologias da mente. A mente esquerdista pode ser classificada como um distúrbio de personalidade por que as crenças e ações resultantes deste tipo de mentalidade se encaixam com exatidão no modelo psiquiátrico do distúrbio de personalidade. As análises de Rossiter são feitas tanto nos contextos individuais (a crença do cidadão esquerdista em relação ao mundo), como nos contextos corporativos (ação de grupo, endosso a políticos profissionais, etc.).

Rossiter nos lembra que a personalidade é socializada pelos pais e pela família, como uma parte do desenvolvimento infantil. Mesmo com a influência do ambiente escolar, são os pais que preparam a criança para o futuro. A partir disso, ele avalia o que é um desenvolvimento sadio, para desenvolver uma personalidade apta a viver em um mundo orientado a valorização da competência, dentro do qual essa personalidade deverá reagir. Uma personalidade sadia reagiria bem a esse mundo já sem a presença dos pais, enquanto uma personalidade com distúrbio não conseguiria o mesmo sucesso. Em cima disso, Rossiter avalia a personalidade desenvolvida com os itens da agenda esquerdista, demonstrando que muitos itens dessa agenda estão em oposição ao desenvolvimento sadio da personalidade.

Para o seu trabalho, Rossiter classifica os esquerdistas em dois tipos: benignos e radicais. Os radicais são aqueles cujas ações (agenda) causam dano a outros indivíduos. De qualquer forma, os esquerdistas benignos (seriam os moderados) dão sustentação aos esquerdistas radicais.

Rossiter define o homem como uma fonte autônoma de ação, ao mesmo tempo em que está envolvido em relações, como as econômicas, sociais e políticas. Isto é definido por Rossiter como a Natureza Bipolar do Homem, pois mesmo que ele seja capaz de ação independente, também é restrito pelo contexto social, na cooperação com os outros. A partir dessa constatação, tudo o mais flui. Para permitir que o homem seja capaz de operar com sucesso em seu ambiente natural, deve existir um desenvolvimento adequado da personalidade. Este desenvolvimento da personalidade surge a partir dos outros, idealmente a mãe e a família.

Outro ponto central: toda a análise de Rossiter é feita no contexto de uma sociedade livre, não de uma sociedade totalitária. Portanto, ele avalia o quão alguém é sadio em termos de personalidade para viver em uma sociedade democrática, e não em uma sociedade formalmente totalitária, como Coréia do Norte, Cuba ou China, por exemplo.

Competência em uma sociedade livre

Fica claro que não devemos esperar de Rossiter avaliação sobre um modelo de personalidade para toda e qualquer sociedade, pois ele é bem claro em seu intuito: desenvolver e estudar personalidades competentes para a vida em uma sociedade livre. A manutenção de tal sociedade requer regras para existir, que devem ser codificadas em leis, hipóteses, assim como regras do senso comum.

Nesse contexto, as habilidades a seguir são aquelas de um adulto competente em uma sociedade com liberdade organizada:

  • Iniciativa – Fazer as coisas acontecerem.
  • Atuação – Agir com propósito.
  • Autonomia – Agir independentemente.
  • Soberania-  Viver independentemente, através da tomada de decisão competente.

Rossiter define os direitos naturais do homem, para uma pessoa adulta vivendo em uma sociedade de liberdade organizada. Estes compreendem o exercício, conforme qualquer um escolher, das habilidades selecionadas acima, todas elas sujeitas às restrições necessárias para uma sociedade com paz e ordem. Assim, direitos naturais resultam da combinação de natureza humana e liberdade humana. Natureza humana significa viver como alguém quiser, sujeito as restrições necessárias para paz e ordem.

Considerando estes atributos humanos, Rossiter define como uma ordem social adequada, aquela que possui os seguintes aspectos:

  1. Honra a soberania do indivíduo
  2. Respeita a liberdade do indivíduo.
  3. Respeita a posse de propriedade e integridade dos contratos.
  4. Respeita o princípio da igualdade sob a lei.
  5. Requer limites constitucionais, para evitar que o governo viole os direitos naturais.

Os aspectos acima são avaliados na perspectiva do indivíduo, não de grupos ou classes, em um processo relacionado à individuação, conceito originado em Jung. Neste processo, o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implicará necessariamente em uma ampliação da consciência. A partir daí, surge cada vez mais o conhecimento de si-mesmo, em detrimento das influências externas. Eventuais resistências à individuação são causas de sofrimento e distúrbios psiquícos.

Segundo Rossiter, o indivíduo adulto que passou adequadamente pelo processo de individuação assume de forma coerente seu direito a vida, liberdade e busca da felicidade. Mesmo assim, isso não significa que ele pode fazer o que quiser, pois deve respeitar o individualismo dos outros e interagir com eles através da cooperação voluntária. Assim, o individualismo deve ser associado com mutualidade, para o desenvolvimento de um adulto competente para viver em uma sociedade de liberdade organizada.

Rossiter estuda com afinco as características de desenvolvimento do invidíduo, de acordo com regras pelas quais ele pode viver em uma sociedade de liberdade organizada, e lista sete direitos individuais do cidadão comum, dentro dos quais ele pode exercitar sua autonomia, livre da interferência do governo:

  1. Direito de auto-propriedade (autonomia)
  2. Direito de primeira posse (para controlar propriedade que não tenha sido de posse de ninguém antes)
  3. Direito de posse e troca (manter, trocar ou comercializar)
  4. Direito de auto-defesa (proteção de si próprio e da proriedade)
  5. Direito de compensação justa pela retirada (a partir do governo)
  6. Direito a acesso limitado (a propriedade dos outros em emergências)
  7. Direito a restituição (por danos a si próprio ou propriedade)

Estes são normalmente chamados de direitos naturais, direitos de liberdade ou direitos negativos. O governo deve ser estruturado para proteger estes direitos, e precisa ser estruturado de forma que não infrinja-os.  A obrigação do governo em uma sociedade de liberdade organizada envolve implementar e sustentar estas regras para proteger o cidadão de infrações cometidas tanto por outros como pelo próprio governo.

Eis que surge o problema da mente esquerdista, que quer atacar basicamente todos os pilares acima. Em cima disso, Rossiter levanta as crenças da mente esquerdista, que, juntas, dão um fundamento do modelo da mente deles:

  1. Modelos sociais ideais tradicionais estão ultrapassados e não se aplicam mais.
  2. A direção do governo é melhor do que ter os cidadãos tomando conta de si próprios.
  3. A melhor fundação política de uma sociedade organizada ocorre através de um governo centralizado.
  4. O objetivo principal da política é alcançar uma sociedade ideal na visão coletiva.
  5. A significância política do invidíduo é medida a partir de sua adequação à coletividade.
  6. Altruísmo é uma virtude do estado, embutida nos programas do estado.
  7. A soberania dos indivíduos é diminuída em favor do estado.
  8. Direitos a vida, liberdade e propriedade são submetidos aos direitos coletivos determinados pelo estado.
  9. Cidadãos são como crianças de um governo parental.
  10. A relação do indivíduo em relação ao governo deve lembrar aquela que a criança possui com os pais.
  11. As instituições sociais tradicionais de matrimônio e família não são muito importantes.
  12. O governo inchado é necessário para garantir justiça social.
  13. Conceitos tradicionais de justiça são inválidos.
  14. O conceito coletivista de justiça social requer distribuição de riqueza.
  15. Frutos de trabalho individual pertencem à população como um todo.
  16. O indivíduo deve ter direito a apenas uma parte do resultado de seu trabalho, e esta porção deve ser especificada pelo governo.
  17. O estado deve julgar quais grupos merecem benefícios a partir do governo.
  18. A atividade econômica deve ser cuidadosamente controlada pelo governo.
  19. As prescrições do governo surgem a partir de intelectuais da esquerda, não da história.
  20. Os elaboradores de políticas da esquerda são intelectualmente superiores aos conservadores.
  21. A boa vida é um direito dado pelo estado, independentemente do esforço do cidadão.
  22. Tradições estabelecidas de decência e cortesia são indevidamente restritivas.
  23. Códigos morais, éticos e legais tradicionais são construções políticas.
  24. Ações destrutivas do indivíduo são causadas por influências culturais negativas.
  25. O julgamento das ações não deve ser baseado em padrões éticos ou morais.
  26. O mesmo vale para julgar o que ocorre entre nações, grupos éticos e grupos religiosos.

Como tudo na vida, o aceite de crenças tem consequências. No caso do aceite das crenças esquerdistas, consequências incluem:

  1. Dependência do governo, ao invés de auto-confiança.
  2. Direção a partir do governo, ao invés da auto-determinação.
  3. Indulgência e relativismo moral, ao invés de retidão moral.
  4. Coletivismo contra o individualismo cooperativo.
  5. Trabalho escravo contra o altruísmo genuíno.
  6. Deslocamento do indivíduo como a principal unidade social econômica, social e política.
  7. A santidade do casamento e coesão da família prejudicada.
  8. A harmonia entre a família e a comunidade prejudicada.
  9. Obrigações de promessas, contratos e direitos de propriedade enfraquecidos.
  10. Falta de conexão entre premiações por mérito e justificativa para estas premiações.
  11. Corrupção da base moral e ética para a vida civilizada.
  12. População polarizada em guerras de classes através de falsas alegações de vitimização e demandas artificiais de resgate político.
  13. A criação de um estado parental e administrativo idealizado, dotado de vastos poderes regulatórios.
  14. Liberdade invididual e coordenação pacífica da ação humana severamente comprometida.

Aliás, eu acho que Rossiter esqueceu de consequências adicionais como: (15) Aumento do crime, devido a tolerância ao crime, e (16) Incapacidade de uma base lógica para que a sociedade sequer tenha condição de julgar o status em que se encontra.

Por que a mente esquerdista é uma patologia?

Para Rossiter, a melhor forma de avaliar a mente do esquerdista é a através dos valores que ele tem, e os que ele rejeita. Mais:

Como todos os outros seres humanos, o esquerdista moderno revela seu verdadeiro caráter, incluindo sua loucura, nos valores que possui e que descarta. De especial interesse, no entanto, são os muitos valores sobre os quais a mente esquerdista não é apaixonada: sua agenda não insiste em que o invidívuo é a principal unidade econômica, social e política, ele não idealiza a liberdade individual em uma estrutura de lei e ordem, não defende os direitos básicos de propriedade e contrato, não aspira a ideais de autonomia e reciprocidade autênticas. Ele não defende a retidão moral ou sequer compreende o papel crítico da moralidade no relacionamento humano. A agenda esquerdista não compreende uma identidade de competência, nem aprecia sua importância, e muito menos avalia as condições e instituições sociais que permitam seu desenvolvimento ou que promovam sua realização. A agenda esquerdista não compreende nem reconhece a soberania, portanto não se importa em impor limites estritos de coerção pelo estado. Ele não celebra o altruísmo genuíno da caridade privada. Ele não aprende as lições da história sobre os males do coletivismo.

Rossiter diz que as crianças não nascem com este “programa”, que é adquirido especialmente durante o aprendizado escolar. Em resumo: um adulto, competente para operar em uma sociedade de liberdade organizada, na maior parte das vezes adquire estes valores dos pais e da família, mas um esquerdista radical não.

Basicamente, o esquerdismo pode ser caracterizado como uma neurose, baseada nos traumas do relacionamento com a família durante o desenvolvimento da personalidade. Sendo uma neurose de transferência, ela compreende as projeções inconscientes das psicodinâmicas da infância nas arenas políticas da vida adulta. É o resultado de uma falha no treino da criança nos elementos psicodinâmicos básicos de um adulto, competente para viver em uma sociedade de liberdade organizada. (Obviamente, um esquerdista jamais irá reconhecer as “fendas” em seu desenvolvimento de criança até um adulto)

Rossiter nos diz mais:

Sua neurose é evidente em seus ideais e fantasias, em sua auto-justiça, arrogância e grandiosidade, na sua auto-piedade, em suas exigências de indulgência e isenção de prestação de contas, em suas reivindicações de direitos, em que ele dá e retém, e em seus protestos de que nada feito voluntariamente é suficiente para satisfazê-lo. Mais notadamente, nas demandas do esquerdista radical, em seus protestos furiosos contra a liberdade econômica, em seu arrogante desprezo pela moralidade, em seu desafio repleto de ódio contra a civilidade, em seus ataques amargos à liberdade de associação, em seu ataque agressivo à liberdade individual. E, em última análise, a irracionalidade do esquerdista radical é mais aparente na defesa do uso cruel da força para controlar a vida dos outros.

Agora fica mais fácil entender por que os esquerdistas são tão frustrados e raivosinhos em suas interações, não?

Os cinco déficits principais do esquerdista

Um esquerdista apresenta, segundo Rossiter, cinco principais déficits, cada um mais evidente nas diversas fases do desenvolvimento, desde os primeiros meses após o nascimento, até a entrada da fase adulta.

Confiança básica: O primeiro déficit relaciona-se a confiança básica. Isto é, a falta de confiança nos relacionamentos entre pessoas por consentimento mútuo. Por isso, o esquerdista age como se as pessoas não conseguissem criar boas vidas por si próprios através da cooperação voluntária e iniciativa individual. Por isso, colocam toda essa coordenação nas mãos do estado, que funciona como um substituto para os pais. Se a criança não consegue conviver com os irmãos, precisa de pais como árbitros. Este déficit inicia-se no primeiro ano de vida. As interações positivas de uma criança com a mãe o introduzem a um mundo de relacionamento seguro, agradável, mutuamente satisfatório e a partir do “consentimento” entre ambas as partes. Mas caso exista um relacionamento anormal e abusivo na infância, algo de errado ocorre, e essa aquisição de confiança básica é profundamente comprometida. Lembremos que a ingenuidade é problemática, mas o esquerdista é ingênuo perante o governo, que tem mais poder de coerção, enquanto suspeita dos relacionamentos humanos não abitrados pelo governo.

Autonomia: Após os primeiros 15 meses, uma criança começa a incorporar os fundamentos de autonomia, auto-realização, assim como fundamentos de mutualidade, ou auto-realização (assim como realização dos outros). A partir dessa fase, a criança começa a agir por si própria para ter suas necessidades satisfeitas, de acordo com aqueles que cuidam dela. Junto com a ideia de autonomia, surgem ideias como auto-confiança, auto-direção e auto-regulação. A criança “mimada”, que cresce dependente do excesso de indulgência dos pais é privada das virtudes de auto-confiança e auto-controle e de atitudes necessárias para cooperação com os outros.

Iniciativa: No desenvolvimento normal, esta é a capacidade de se iniciar bons trabalhos para bons propósitos, sendo desenvolvida nos primeiros quatro ou cinco anos da vida de uma criança. No caso da falta de iniciativa, há falta de auto-direção, vontade e propósito, geralmente buscando relacionamentos com os outros de forma infantil, sempre pedindo por condescendência, ao invés de lutar para ser respeitado. Pessoas como esta personalidade normalmente assumem um papel infantil em relação ao governo, votando para aqueles que prometem segurança material através da obrigação coletiva, ao invés de votar naqueles comprometidos com a proteção da liberdade individual. A inibição da iniciativa pode ocorrer por culpa excessiva adquirida na infância, surgindo, por instância, do completo de Édipo.

Diligência: Assim como a iniciativa é a habilidade de iniciar atos com boas metas, diligência é a habilidade para completá-los. A criança, no seu desenvolvimento escolar, se torna apta a completar suas ações de forma cada vez mais competente. Na fase da diligência, a criança aprende a fazer e realizar coisas e se relacionar de formas mais complexas com pessoas fora de seu núcleo familiar. A meta desta fase é o desenvolvimento da competência adulta. É a era da aquisição da competência econômica e da socialização. Nessa fase, se aprende a convivência de acordo com códigos aceitos de conduta, de acordo com as possibilidades culturais de seu tempo, de forma a canalizar seus interesses na direção da cooperação mútua. Quando as coisas não vão muito bem, surgem desordens comportamentais, uso de drogas, ou delinquência, assim como o surgimento de ações que sabotam a cooperação. A tendência é a geração de um senso de inferioridade, assim como déficits nas habilidades sociais, de aprendizado e identificações construtivas, que deveriam ser a porta de entrada para a aquisição da competência adulta. Atitudes que surgem destas emoções patológicas podem promover uma dependência passiva comportamental como uma defesa contra o medo diante das relações humanas, vergonha, ou ódio.

Identidade: O senso de identidade do adolescente é alterado assim que ele explora várias personas, múltiplas e as vezes contraditórias, na construção de seu self. Ele deve se confrontar com novos desafios em relação ao balanço já estabelecido entre confiança e desconfiança, autonomia e vergonha, iniciativa e culpa, diligência e inferioridade. Esta fase testa a estabilidade emocional que foi desenvolvida pela criança, assim como sua racionalidade, sendo de adequação e aceitabilidade, superação de obstáculos, e o aprofundamento das habilidades relacionais. O desenvolvimento desta identidade adulta envolve o risco percebido de acreditar nas instituições sociais. O adulto quer uma visão do mundo na qual possa acreditar. Isto é especialmente importante se ele sofreu formas de abuso anteriormente. Sua consciência ampliada de quem ele é facilita uma integração entre suas identidades do passado e do presente com sua identidade do futuro. Nesta fase do desenvolvimento o jovem pode ser vítima das ofertas ilusórias do esquerdismo. É a fase “final” da escolha.

Cuba – O Paraíso para o PT – O modelo petista para a América Latina

03/11/2012

As maravilhas de Cuba.
Este é o povo cubano sendo tratado como gado para simplesmente receber a sua ração mensal de comida. A Polícia Revolucionária pode covardemente dar cacetadas pois confiscaram as armas da população.
Este é o regime de terror e fome que o PT elogia, adora e quer implementar em toda a América Latina atráves do Foro de São Paulo:

Ferreira Gullar, comunista das antigas, denuncia o comunismo do PT

21/10/2012

Por culpa dos malditos socialistas, a Terrinha é agora Poortugal. Pobretugal.

19/10/2012

http://expresso.sapo.pt/portugal-e-agora-pobretugal-diz-a-the-economist=f761157

Terrinha: Como é duro sair do Socialismo: A tragédia do Socialismo em Portugal.

18/10/2012

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, lançou um ataque violento aos socialistas, acusando os governos passados de serem os responsáveis pela dureza do atual Orçamento do Estado.

Este Orçamento é o mais difícil dos últimos anos e é a fatura do passado, da festa da governação socialista“.

Foto NUNO PINTO FERNANDES-Global Imagens – Álvaro Santos Pereira, à esquerda, de Passos Coelho e Assunção Cristas.Santos Pereira abriu desta forma o debate parlamentar desta tarde de quinta-feira, no Parlamento, defendendo o que “é tempo de largar a pá e parar de cavar o buraco”, que disse ser o “mega ministério da dívida”.

Do Jornal de Notícias.

A perseguição aos católicos feita pelos comunistas

02/02/2012

Perseguição aos católicos: URSS e países do Leste europeu

Esta é a segunda parte do meu artigo sobre a perseguição aos católicos na Europa durante a primeira metade do século XX. Leia a primeira parte que contém o Resumo e a Introdução.

A Revolução Francesa instaurou na Europa o modelo republicano como forma de governo. Em seu bojo, trazia o anticlericalismo clássico e o laicismo radical gestados, sobretudo, nas lojas maçônicas espalhadas por todo o continente. Mesmo em regimes democráticos e republicanos, como na França, a Igreja se viu privada de seus bens. Por exemplo, desde as leis anticlericais de 1905, a Igreja na França tem a custódia, mas não a propriedade de seus templos. Em Portugal, com o advento da república em 1910, leis anticlericais e anticatólicas foram postas em prática com o confisco das escolas confessionais, a expulsão de ordens religiosas e a proibição do uso de trajes clericais em público. Porém, os multiformes ideários maçônicos seriam apenas uma pequena amostra do que poderia ser feito à Igreja se uma verdadeira doutrina com sua forma antirreligiosa de ser e agir bem definida chegasse a ser posta em prática. E este momento chegou em 1917 com a Revolução Russa e a implantação do marxismo naquela que viria a ser conhecida como a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

A oposição à religião faz parte da essência filosófica de Karl Marx. Conforme o filósofo alemão, para que o homem – medida de tudo – se liberte, é necessário, entre outras coisas, que não se prenda em dogmas e instituições eclesiásticas. Como parte da corrente do humanismo ateu, considera Deus um entrave para o livre desenvolvimento humano. Para isso, importa que desapareça a religião, a Igreja e mesmo a idéia de Deus.

No conceito teleológico marxista, a religião naturalmente desapareceria com o regime capitalista, posto que é uma superestrutura deste. O movimento dialético da História se incumbiria de eliminá-la. Porém, como ainda se encontra em fase de transição para esta sociedade comunista onde o capitalismo e suas superestruturas desapareceriam, faz-se necessário uma guerra ininterrupta contra a religião e a Igreja Católica é eleita como o principal inimigo a se abater. Serão usadas as tradicionais armas do laicismo, mas se superará em métodos mais sofisticados e violentos (ROPS, 2006, pp. 39-40). É o que verificamos no primeiro país onde o marxismo se saiu vitorioso.

Apesar de a grande maioria dos cidadãos da URSS pertencer à Igreja Ortodoxa Russa, havia uma parcela não pouco significativa de católicos latinos e greco-católicos nos territórios da Rússia, Lituânia e Ucrânia. Desde o tempo dos czares, os católicos nunca tiveram plena liberdade de culto na Rússia e em diversas ocasiões foram pressionados a incorporarem-se ao patriarcado de Moscou.

A violência do período stalinista levou o grande público a imaginar que as perseguições e expurgos na URSS fossem obras exclusivas de Josef Stálin. Mas, desde os primórdios do regime comunista na URSS, as perseguições aos crentes de diversas religiões se fizeram presentes, sendo mais duras contra os católicos acusados simplesmente de servirem a uma “força” estrangeira: o Vaticano.

Lênin inventou os métodos de perseguição religiosa usados por todos os regimes totalitários do século XX. Declarava Lênin, apud. Royal (2001, p. 64) sobre a religião:

A religião é o ópio do povo. Esta afirmação de Marx é a pedra de toque de toda a visão marxista do mundo no que toca ao problema da religião, todas as religiões contemporâneas, todas as igrejas e todos os tipos de organizações religiosas serão sempre vistos pelo marxismo como órgãos da reação burguesa que servem para defender a exploração e a neutralização da classe trabalhadora […] É preciso saber como lutar contra a religião […]

Essa batalha tem que ser entendida em ligação com a práxis concreta de um movimento de classes dirigido para a eliminação das raízes sociais da religião.

Logo após a Revolução, no início de 1918, os fundos das igrejas e mosteiros foram confiscados. Templos e seminários foram nacionalizados e entregues aos sovietes locais e a Igreja passou a ser proibida de manter alguma propriedade. Publicações e bibliotecas católicas seriam dirigidas por comissários do povo.

Escolas católicas passaram ao Estado ou foram fechadas. Só em São Petersburgo, 20 mil crianças católicas das 11 escolas primárias ligadas à Igreja ficaram privadas de receber educação religiosa. Um grave ataque contra a liberdade de consciência (ROYAL, 2001, p. 67).

Na grande fome de 1921-1922 que vitimou milhões de soviéticos, Lênin aproveitou a ocasião para levar a cabo o confisco dos bens da Igreja. A Santa Sé não poupou recursos humanos e financeiros, chegando a alimentar meio milhão de pessoas diariamente na URSS. Se o argumento do confisco era o de alimentar a população, o Vaticano propôs comprar os vasos sagrados e demais utensílios religiosos confiscados. Tudo em vão.

A fome era somente mais um pretexto para dar continuidade à limpeza religiosa. Lênin expulsou os religiosos que alimentavam a população e ordenou a execução de membros do clero que protestasse contra o confisco, solicitando relatórios diários sobre o número de sacerdotes executados (ROYAL, 2001, p. 65).

No final de 1922, todas as igrejas de Petrogrado foram fechadas pelo exército e todo o clero, incluindo o bispo, foram presos e enviados para Moscou. Por toda a URSS, bispos e sacerdotes, acusados de agir em favor da Polônia ou do Vaticano, foram presos e enviados aos campos de trabalho forçado. Outros, brutalmente assassinados. Católicos de origem polonesa e rutenos da Ucrânia foram massacrados, outros enterrados vivos. Na costa do mar Negro, uma população católica descendente de alemães composta por 200 mil pessoas, foi deportada para a Sibéria e Cazaquistão. Mesmo com a precária situação econômica, teve início uma maciça propaganda ateísta que consumia grandes somas de dinheiro para desacreditar a Igreja com piadas grosseiras e falsas acusações contra o clero com o intuito de apresentar a Igreja como a responsável pelos males e que, portanto, deveria ser odiada. Acusados de conspiração ou atos de terrorismo (o que correspondia a ensinar o catecismo, por exemplo) as condenações iam da prisão perpétua à pena de morte.

Igrejas, hóstias e objetos religiosos foram profanados. Na Ucrânia, das 68 igrejas, 52 tiveram seus objetos e fundos roubados pelo Estado (ROYAL, 2001, pp. 68-72).

Já em 1923, o número de padres católicos na Rússia caiu de 245 para setenta. Entre 1917 e 1925, duzentos mil católicos desapareceram sem deixar rastro. Em Moscou e São Petersburgo, centenas de leigos, religiosos e sacerdotes, incluindo toda a comunidade de freiras dominicanas foram presos e até hoje não se conhece seu destino final. Em 1924, não havia sequer um único bispo católico em liberdade na URSS (ROYAL, 2001, p. 73).

Dez anos mais tarde, das 3300 igrejas e duas mil capelas católicas existentes na Rússia pré-revolucionária, ficaram abertas apenas duas que eram usadas pelo governo para demonstrar á comunidade internacional a liberdade religiosa existente na URSS.

Durante o regime de Stálin, o ditador levou a diante a limpeza religiosa no país. Cooptou a grande maioria da Igreja Ortodoxa Russa, principalmente após seu ato nacionalista contra os nazistas em 1943 e pressionava os católicos a abandonar Roma e aderir à Moscou. A mão de Stálin pesou principalmente sobre a Igreja Católica Grega, na Ucrânia. Em 1929, foi deflagrada uma perseguição aos padres católicos da Ucrânia. No ano seguinte, centenas de leigos e 35 padres foram presos e enviados para as ilhas Solovetski, no mar Branco, um campo de concentração para onde a maioria dos religiosos era enviada para trabalhos forçados.

Os soviéticos queriam que os prisioneiros construíssem um canal entre o mar Branco e o Báltico. Frequentemente, o trabalho consistia em ordens do dia extenuantes, que determinavam o transporte de blocos de gelo ou de neve ou o corte de madeira. A alimentação era tudo menos adequada ao tipo de trabalho e aos rigores do clima. Os barracões onde dormiam estavam de tal maneira sobrelotados que se tornava difícil respirar lá dentro.

O sistema tinha sido pensado por forma a vergar lentamente os prisioneiros, com exceção dos mais fortes, extorquindo-lhes a maior quantidade possível de trabalho manual durante 16 horas por dia, sete dias por semana. Em conclusão, tratava-se de uma verdadeira escravatura (ROYAL, 2001, p. 83).

Sacerdotes e freiras eram retratados como grupos fanáticos que planejavam atos terroristas, atentados contra Stálin e o regresso ao capitalismo. Homens e mulheres da Igreja eram presos e torturados com choques elétricos e banhos frios em pleno inverno russo para que delatassem pretensos planos conspiratórios contra o regime. Sacerdotes greco-católicos tinham seus filhos ameaçados de morte. Muitos morreram nestas sessões ou acabaram seus dias num manicômio.

Em 1929, os cultos religiosos foram proibidos até mesmo nos campos de concentração. Os religiosos presos foram proibidos de usar o hábito e fornecer qualquer auxílio espiritual aos outros presos. Mas o pior ainda estava por vir. Em 1937, Stálin determinou que os ministros religiosos fossem presos “para que sejam imediatamente executados os elementos mais perniciosos através de medidas administrativas adotadas nas sessões das troikas” (WENGER apud. ROYAL, 2001, p. 63) e a medida também foi estendida aos que já estavam presos.

Nicolai Yezhov, ministro de assuntos internos, se encarregou de aplicar tal determinação contra homens e mulheres da Igreja em prisões, campos de trabalho forçado, colônias e que já tivessem sido julgados por crimes ou se encontrassem em liberdade depois de cumpridas as penas. Foram rejulgados e a maioria condenada à morte (ROYAL, 2001, pp.63 e 78).

Se a perseguição à Igreja na Ucrânia já era uma realidade desde 1929, onde todos os seminários foram encerrados, os periódicos católicos proibidos de circular e as escolas católicas suprimidas, após a Segunda Guerra a situação se tornou insustentável. Acusados de colaboracionismo com os nazistas – de fato, no princípio, os nazistas foram vistos pelos ucranianos como libertadores do jugo soviético – e de serem agentes da Polônia e do Vaticano, os greco-católicos passaram a ser reprimidos sistematicamente pelo regime soviético, sobretudo na Ucrânia Ocidental, onde o número de católicos era maior.

Em 14 de março de 1945, Georgii Korpov, presidente do Conselho para os Assuntos da Igreja Ortodoxa Russa, apresentou a Stálin a Instrução 58 que propunha liquidar a Igreja Católica Grega na Ucrânia. Utilizando-se de católicos simpatizantes do regime, pressionaria os greco-católicos a unirem-se ao patriarcado de Moscou. A estratégia incluía uma série de propagandas anticatólicas acusando a Igreja Católica de colaborar com os nazistas durante a guerra e com o “império americano” no pós-guerra e, portanto, inimiga do povo ucraniano e promotora de seus males (ROYAL, 2001, pp. 102-103). No mês seguinte, os bispos se recusaram a aderir à Igreja Ortodoxa e foram presos. Somente um bispo ficou em liberdade, Teodor Romzha, que foi assassinado num hospital por uma agente da KGB disfarçada de enfermeira.

A prisão era um claro sinal do destino que aguardava clérigos e leigos que recusassem a assimilação. Conforme afirma Royal (2001, p. 104), estes bispos foram condenados a longos anos de prisão. Uns morreram durante sessões de tortura, outros acabaram suas vidas nos campos de concentração.

No ano seguinte, veio o golpe final: a Igreja Católica na Ucrânia era composta por quatro dioceses, oito bispos, 2772 paróquias, 4119 igrejas e capelas, 142 mosteiros e conventos, 2628 padres diocesanos, 164 monges e 773 freiras, 229 seminaristas e mais de quatro milhões de fiéis. Foi simplesmente abolida, posta na ilegalidade. Bispos, padres e leigos que resistiram acabaram em campos de trabalho forçado, mortos pelo cansaço, executados ou exilados (ROYAL, 2001, p. 94).

Como a maioria dos registros das ações contra os católicos na URSS continuam indisponíveis aos pesquisadores é difícil afirmar quantas foram as vítimas da repressão soviética.

O que podemos, contudo, afirmar com segurança, à luz de documentos já disponibilizados, é que 344 clérigos, nos quais se incluem basicamente bispos, padres diocesanos e membros de ordens religiosas, constam dos registros oficiais como “reprimidos”. Só na Ucrânia, mais meio milhão de leigos foi preso ou mandado para o exílio interno, parte dos quais, sem dúvida, exclusivamente por motivos religiosos (ROYAL, 2001, p. 109).

Nos países comunistas do Leste europeu, os católicos eram proibidos de ascender profissionalmente. A vida daqueles que faziam parte da Igreja era obstaculizada nas universidades. As crianças eram desencorajadas a aprender religião desde o ensino primário, posto que a continuação dos estudos universitários podia ser barrada por este motivo. Os católicos formavam uma casta inferior nos países comunistas ocupando os postos de trabalho mais humildes e mal remunerados. Um verdadeiro apartheid.

Após a Segunda Guerra Mundial, o Leste europeu caiu sob o domínio do comunismo e entrou na órbita da URSS. Na Polônia, entre 1945 e 1947, mesmo anterior a perseguição aberta, cerca de duzentos padres mais influentes simplesmente desapareceram (ROYAL, 2001, p. 270).

Após as eleições de 1947, o regime comunista passou a tratar a Igreja como era típico, confiscando seus bens, expropriando hospitais e escolas religiosas e proibindo publicações católicas. A propaganda governamental, assim como na Ucrânia, acusava a Igreja de colaborar com os nazistas e o clero, de imoralidades. No ano seguinte, quatrocentos padres estavam encarcerados e um entre eles já havia sido condenado à morte (ROYAL, 2001, p. 270).

Na Hungria, a Igreja Católica sempre esteve próxima ao governo e este relacionamento manteve-se com o regime comunista. Contra este improvável casamento, levantou-se o cardeal primaz da Hungria, Joszef Mindszenty, que acabou preso com outros seiscentos padres. Torturados por quarenta dias ininterruptos e ameaçados de deportação para trabalhos forçados na Sibéria, capitularam. Sendo assim, a Igreja perdeu sua força na Hungria tendo como resultado o confisco de todas as escolas religiosas e o banimento de todas as ordens religiosas húngaras fazendo com que dois mil religiosos tentassem fugir do país. Muitos foram presos e mortos (ROYAL, 2001, p. 273).

Em 1950, o governo da Tchecoslováquia eliminou as ordens religiosas transformando os mosteiros e conventos em campos de concentração onde os próprios religiosos eram mantidos presos e condenados a trabalhos forçados. Setenta e cinco por cento dos quinze mil religiosos, metade dos sete mil padres e milhares de leigos foi condenada a trabalhos forçados em regime de escravidão e enviados às minas e pedreiras do país (ROYAL, 2001, p. 277).

Na Albânia, o regime comunista aplicou os métodos de perseguição tradicional: fechou jornais católicos, confiscou bens da Igreja, nacionalizou escolas, creches e hospitais. Padres e leigos que protestavam eram presos e expulsos do país se fossem estrangeiros. A Ação Católica foi desmantelada. O governo tentou criar uma igreja nacional pressionando o clero a abandonar a comunhão com Roma. A hierarquia católica recusou com veemência. As conseqüências da recusa não demoraram a vir: padres e religiosos estrangeiros foram expulsos; em 1945, a Companhia de Jesus foi considerada ilegal; em 1947, foi a vez dos franciscanos serem banidos do país. Membros do clero foram presos, torturados e condenados à morte. Certa vez, vinte clérigos foram fuzilados de uma só vez. As execuções eram transmitidas pela rádio. Quem escapasse da morte era condenado a trabalhos forçados (ROYAL, 2001, p. 293). Em 1948, havia somente um bispo vivo e livre na Albânia. Mas não era apenas o clero que sofria todas estas atrocidades. Milhares de leigos que não se declararam publicamente contra o clero foram presos e torturados. Não se sabe o número exato de leigos executados, mas as penas variavam entre o fuzilamento e a fogueira. Em 1949, o confisco das propriedades da Igreja foi levado a cabo. Templos eram convertidos em prédios públicos. A catedral de Shkodra tornou-se um ginásio de basquete. Freiras foram expulsas dos conventos e proibidas de usarem o hábito. O governo exigiu que as instituições religiosas apresentassem suas constituições para que fossem oficializadas. Todas foram aprovadas, menos as dos católicos (ROYAL, 2001, p. 295).

Tal como todos os outros países comunistas, a Albânia declarou que a família era “reacionária” e tentou fazer com que as crianças informassem as entidades oficiais quando os pais lhes dessem instrução religiosa em casa. Os pais foram proibidos de dar aos filhos nomes “religiosos”.

Uma família que rezasse o terço em casa podia apanhar cinco anos de prisão; ensinar o sinal da cruz a uma criança podia implicar um castigo semelhante. A mera posse de literatura religiosa podia levar à pena de morte. […] Dos 156 padres existentes antes do início da perseguição, 65 foram martirizados e 64 morreram durante ou após o encarceramento (ROYAL, 2001, p. 298).

A Lituânia sempre foi conhecida pelo fervor religioso de sua população. A grande maioria do povo lituano era formada por católicos quando começaram as perseguições na década de 1940. O sentimento católico era um obstáculo ao domínio da URSS. Mais de um milhão de lituanos foram enviados aos campos de concentração soviéticos. A perseguição na Lituânia seguiu o conhecido roteiro: confisco de escolas e instituições católicas e fechamento das publicações da Igreja; o casamento religioso foi considerado ilegal e os feriados religiosos abolidos.

Durante apenas um ano, “todos os padres do país experimentaram a detenção, a prisão ou os interrogatórios” (ROYAL, 2001, p. 307). Cerca de 150 dentre eles foram torturados para que abandonassem a Igreja. Vários morreram. Após a Segunda Guerra, a Igreja na Lituânia viveu um curto período de paz. Porém, a perseguição retomou sua força. Sacerdotes eram proibidos de dar assistência religiosa a prisioneiros e enfermos.
Os professores eram obrigados a ensinar o ateísmo. Os seminários foram encerrados. O governo proibiu as celebrações religiosas e impôs impostos abusivos sobre os edifícios da Igreja. Todos os bispos, os superiores de ordens religiosas e grande número de padres foram presos (ROYAL, 2001, p. 309). Em setembro de 1947, os lituanos escreveram clandestinamente uma carta ao papa Pio XII denunciando as atrocidades contra o povo.

Entre os abusos especificamente religiosos, a carta refere à pressão para criar uma igreja nacional separada de Roma, a prisão sumária e o desaparecimento de padres que se recusaram a tornarem-se informantes do regime, a vigilância generalizada das atividades religiosas, a supressão de associações católicas, bem como da imprensa, das escolas, dos seminários, dos hospitais e de obras de caridade, entre muitas outras coisas.

Os detidos eram submetidos a torturas e muitos deles enlouqueceram, a comida eram-lhes tirada e o sono interrompido; a sentença mais “simpática” correspondia a dez anos na Sibéria. Aqueles que sobreviviam à viagem de um mês praticamente sem água nem alimentos não duravam, regra geral, mais de cinco anos. Por meio destes meios diretos e indiretos, mas sempre cuidadosamente ocultados, os soviéticos conseguiram ver-se livres de muitos clérigos e leigos sem darem origem a célebres mártires (ROYAL, 2001, p. 309).

Em 1948, o Partido Comunista da Romênia assume o poder e impõe o regime marxista à nação. Havia um milhão e meio de católicos no país. No final do regime, restarão apenas 500 mil. A Igreja Católica na Romênia era formada por católicos de rito latino e de rito grego. O governo cooptou a Igreja Ortodoxa Romena e esta, sob pressão, convocou um sínodo para declarar que os católicos gregos estavam integrados à ela.

Assim, “em 1948, a Igreja Católica Grega foi liquidada, as milhares de igrejas que detinham foram confiscadas e convertidas para o uso dos ortodoxos” (ROYAL, 2001, p. 316). Havia seis bispos greco-católicos na Romênia e todos foram presos acusados de traírem à nação por estarem a serviço de uma força estrangeira, o Vaticano. Sofriam pressão para aderirem à Igreja Ortodoxa.
Todos rejeitaram e morreram na prisão. Seiscentos padres foram presos; metade deles morreu na prisão. Nos presídios, eram torturados para que se “convertessem” à ortodoxia. A inventividade das torturas era enorme: ia dos tradicionais choques elétricos e queimaduras a estadias em esgotos infestados por ratazanas. Um quarto dos sacerdotes cedeu, passando à Igreja Ortodoxa.

Não foi apenas a Igreja Católica Grega que sofreu. A Igreja Católica de rito latino era vista como “o único obstáculo à democracia na Romênia”, como afirmou o secretário-geral do Partido Comunista, Gheorghiu-Dej, “e que o governo não permitiria que os cidadãos católicos obedecessem às ordens de líderes estrangeiros, como o Papa, que agia a serviço dos Estados Unidos” (ROYAL, 2001, p. 321). Vários sacerdotes desapareceram e foram assassinados. Segundo Royal (2001, p. 322), “em junho de 1949, não havia nenhum bispo católico romano em atividade na Romênia, quase todas as igrejas estavam fechadas, os católicos romanos tinham uma marca especial no bilhete de identidade”. Dezenas de paróquias estavam ocupadas por milícias.

Apesar da violência que em nada deixa a desejar quando comparada a que sofreram outros grupos religiosos ou raciais, o número de vítimas nas perseguições aos católicos na URSS e nos países comunistas do Leste europeu ainda são desconhecidos. A historiografia pouco se ocupa em pesquisar e relatar o sofrimento imposto aos católicos nos países onde os regimes marxistas triunfaram. A memória dos inúmeros roubos, expropriações, abusos, torturas e assassinatos é mantida, sobretudo, por historiadores que tenham alguma ligação com a Igreja Católica.

Cuba trai o socialismo, será permitido compra e venda de imóveis e carros

03/11/2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/especialcuba/cuba-legaliza-compra-e-venda-de-propriedades-privadas/n1597351533163.html

Vou implantar o Socialismo no Brasil”, diz Lula à Walesa

18/07/2010

http://www.youtube.com/watch?v=ub4Yvqn4m0I

HOMEM CULTO PUBLICA COM EXCLUSIVIDADE NO BRASIL O TEXTO O DOCUMENTO DECLARAÇÃO MANIFESTO DA MRL MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO DE LIBERTAÇÃO Movimiento revolucionario de liberación da colombia com críticas e pedindo para chávez trocar demitir ministros acusa ministros de chaves chavez de enriquecimento ilícito e a apoia revolução bolivariana

19/01/2010

Movimiento revolucionario de liberación

                              Carapaica              Enero  2010

Declaración Pública

Venezuela es uno de los pocos países del mundo, que brinda un mayor abanico de oportunidades, en cuanto a las relaciones con la naturaleza y el modelo social, político y económico, y le proporciona a sus habitantes, esperanzas, realidades concretas con un inmenso caudal de recursos naturales, renovables y no renovables; con el fin único de mejorar la calidad de vida de toda su población.

Frente a la actual coyuntura del proceso revolucionario bolivariano en el que esta inmerso nuestro país, esperanzado en la construcción de un nuevo modelo de sociedad venezolana, bajo la consigna y la propuesta del socialismo del siglo XXI; caben referir en el argumento político algunas reflexiones condicionadas por la situación que hoy vivimos.

 Al revisar la historia republicana de nuestro país, desde la independencia, encontramos que, por vez primera un Presidente (Hugo Chávez Frías), se acerca con tal acierto a los sueños, esperanzas y reivindicaciones sociales de este pueblo, y es primera vez que un programa de Gobierno, como el Plan Socialista de desarrollo Económico y Social 2007 – 2013, conocido como Proyecto Simón Bolívar, se acerca tanto a los postulados del Socialismo y es asumido como propio por una gran mayoría de los venezolanos. Al inicio del proceso todo esfuerzo y todo propósito se fundamentó bajo estos parámetros de la propuesta socialista, para la construcción de un mejor país pensando en un mejor porvenir para cada venezolano, donde este empeño se convocaba para ayudar a los de siempre excluidos como clase social venezolana (80% del Pueblo), los pobres, los marginados, los hambrientos, los campesinos y los trabajadores, para entonces la consigna que se asume era la de que: “la revolución es del Pueblo, y para el Pueblo”. Lamentablemente la mayoría de los hombres y mujeres, que por circunstancias históricas estuvieron en el lugar y en el momento, debieron y están  asumiendo responsabilidades en el marco del proceso revolucionario (porque no negamos y jamás negaremos el carácter revolucionario de la actual coyuntura política que vive el país y que se inició con los sucesos del 27 y 28 de febrero de 1989) ocupando cargos gubernamentales en el alto gobierno, de elección popular (asamblea nacional, gobernaciones, alcaldías, concejos municipales, juntas parroquiales, consejos comunales), puestos de dirección política (PSUV) y otros, han incurrido en nombre de la revolución Bolivariana, en hechos y actos de lamentable y vergonzoso enriquecimiento ilícito con los dineros del herario público, cambiando el que hacer revolucionario basado en la ética y moral socialista, por la deshonrosa condición contrarrevolucionaria, de una conducta basada en los intereses político-personales y grupales en desmedro del propio proceso, creándose así una nueva casta política que lacera el corazón de la patria y olvidándose que una vez juraron junto a nuestro pueblo y la conducción del presidente Chávez para edificar un nuevo modelo de sociedad, la sociedad del futuro, la sociedad socialista, y hoy ubicados en un plano de inmoralidad y anti-ético que raya en la conducta de un hamponato político de nuevo estilo.

Un proyecto de País que se fundamente en la propuesta socialista, debe tener en sus yacimientos las bases con las cuales se sostendrá la nueva edificación y ésta a su vez,  fortalecida en la moral revolucionaria, en la ética socialista, en los principios, es decir, la conducta del revolucionario de izquierda  se concatenará con un pensamiento  revolucionario de izquierda y no de derecha, como ha venido ocurriendo con algunos políticos gobierneros; sean estos vicepresidentes, ministros, directores de línea, presidentes de institutos autónomos, gobernadores, diputados, legisladores, alcaldes, concejales y hasta voceros de los novedosos consejos comunales, por supuesto nosotros asumimos que existen honrosas excepciones de conducta intachable en la gestión del gobierno bolivariano y de generosa entrega de lucha revolucionaria. Es y debe ser un verdadero sentimiento revolucionario de izquierda el que debe prevalecer en el espíritu, el alma y el pensamiento de cada compatriota y camarada que asuma como suyo el actual proceso de cambios. Solo así será posible una verdadera revolución socialista. Porque no es posible hacerla si se hace con revolucionarios corruptos que se han desviado de la senda socialista de la propuesta de cambio. Algunos líderes circunstanciales sean estos civiles o militares del proceso Bolivariano, están regidos por una doble moral y por ende existen dobles discursos. El Pueblo vive cotidianamente entre estos discursos y estos escándalos; sin perder su capacidad de asombro, pero tampoco sin perder de vista a los irresponsables que tarde o temprano se les pedirá cuenta; no se equivoquen, créanlo, no se equivoquen con este pueblo y esto se lo decimos a la derecha endógena enquistada en la gestión de gobierno, los cuales han reivindicado los anti valores de la cuarta república del: Ponme donde hay, el cuanto hay pa’ eso, el compadrazgo, el amiguismo, el utilitarismo, el egoísmo, el individualismo, el hay que tener palanca, el si no me lo llevo yo, se lo lleva otro, el burocratismo y un sinfín de etcéteras que habría que preguntarse cuando y de que manera le vamos a dar un parado a esto exigiéndole al presidente Chávez poner mano dura y el pueblo a organizarse, formarse, adiestrarse para tomar el camino verdadero en su lucha por la liberación nacional, porque falta mucho para alcanzar la senda socialista, el camino es largo y la carga es pesada, pero venceremos; por la patria, venceremos.

Este actual proceso bolivariano en el marco de la nueva institucionalidad se encuentra secuestrado por unos grupos que al convivir con  el poder y disfrutar los privilegios que ofrece éste, han decidido traicionar, sin importarles las consecuencias y las diferentes calamidades en las que, aun continua viviendo la mayoría del pueblo venezolano sin satisfacer sus necesidades fundamentales. Queda claro, que esta conducta no refleja la línea política del Estado revolucionario, a nuestro entender, al Gobierno bolivariano se le ha construido un rostro de contenido socialista, donde para los corruptos el burocratismo, la ineficacia y la ineficiencia, es solo una fachada de la cual se aprovechan; Pero, para el pueblo es la libertad y la justicia.  Estos grupos, manejan el poder en micro gobiernos, es decir, cada uno tiene influencia en todos los poderes públicos, porque se trata de verdaderas parcelas políticas, en empresas privadas, en los sectores financieros, en los cuerpos policiales y militares y otras instancias. Esta estructura corrupta, a pesar de que existen conflictos entre ellos y contradicciones, tiende a coordinar su defensa con el fin de mantenerse en algún lado del poder para sobrevivir en el submundo de la delincuencia, y así continuar su enriquecimiento material. En consecuencia, cualquier postura divergente a esta conducta e intereses político-personales y grupales, serán calificados como contra revolucionarios o agentes de la C.I.A. harán ver ante la opinión pública que organizaciones, individualidades y colectivos como nosotros, somos unos indisciplinados que están traicionando a Chávez y por tanto somos contrarrevolucionarios, que no estamos con el pueblo y el proceso Bolivariano, y que debemos ser castigados por nuestra osadía de desenmascararlos y denunciarlos. Tales son los casos que han sido denunciados públicamente y los que aun permanecen en el silencio de la omisión y la complicidad. Camarada Presidente investigue usted lo que ocurre en CASA y la red MERCAL en todo el país, investigue usted lo que está ocurriendo en el ministerio del poder popular para las comunas, investigue usted lo que esta ocurriendo en la DISIP e investigue usted lo que esta ocurriendo  en el ministerio del poder popular para la salud.

            Ahora bien, lo expuesto tiene elementos aun más indóciles, que es  la insistencia de un sector importante de la oposición, llámese la cúpula de la Iglesia (Confederación Episcopal venezolana), Fedecamaras, AD, Copei, Primero justicia, Un nuevo tiempo, Alianza bravo pueblo, PODEMOS, MAS, Causa R, Bandera Roja, etc. CTV y un buen numero de medios de comunicación privados,  en intentar  derrocar al presidente Chávez por la vía violenta, sueñan aun con esto, bien sea propiciando un golpe militar, el magnicidio o cualquier otro método de violencia,  haciendo más compleja el entendimiento y comprensión de la situación actual donde se trata de confundir a nuestro pueblo o mejor dicho, esto se nos convierte en una verdadera paradoja en la búsqueda de la solución, al menos, hemos identificados la existencia digamos en términos beisbolísticos de tres (3) equipos de jugadores en un mismo juego de beisbol (el gobierno y su club de amigos, la oposición apátrida, reaccionaria y fascista con todos sus aliados y por el otro el 80% del pueblo excluido y que asume como suyo la necesaria transformación económica, política, social , ideológica y cultural bajo un nuevo paradigma de la organización revolucionaria del pueblo donde le es indispensable y necesaria una vanguardia armada de carácter popular). Bajo esta perspectiva, se presentan tres escenarios: primero, si el pueblo asume, una postura crítica ante el Gobierno Bolivariano, la oposición se oxigenaría subjetivamente en su plan de conspiración contra la revolución bolivariana, segundo, si el pueblo omitiera las incorrecciones del Gobierno Bolivariano y las debilidades del proceso, fortaleceríamos a la corrupción, la ineficacia y la ineficiencia. En consecuencia convencidos de que la respuesta no será fácil, pero no será imposible, por lo menos el tercer equipo (el Pueblo Bolivariano), aun mantiene su convicción de credibilidad, apoyo incondicional y de fe en el Presidente Chávez, por lo que se tendrá que encontrar la manera de hacerle ver al Presidente, que la escogencia de su equipo de gobierno y demás direcciones políticas, no ha sido la más idónea, y el modelo del club de amigos que mantiene debe finalizar para dar paso a la verdadera Democratización del proceso Bolivariano, este sería el tercer escenario, el más valido, el más coherente, el más necesario y el indispensable para la supervivencia misma de la revolución bolivariana y  del presidente Chavez.

            Lo escrito anteriormente pone de manifiesto, el nivel de importancia y seriedad con el que debemos tomar la actual situación coyuntural en que vivimos, porque la reacción y el oportunismo de izquierda se fortalecen, mientras la Vanguardia revolucionaria de la izquierda Popular, se debilita en la dispersión y la división. En este sentido, la propuesta está enmarcada en la elaboración de un acuerdo de unidad que sea racionalmente coherente con la realidad de nuestro pueblo y las amenazas que pesan sobre él y que al llevarla a la práctica se obtenga como resultado el rescate del proceso Bolivariano para convertirlo en propiedad del pueblo hacerlo suyo, y que se exprese no solo a través del voto; sino no, que avance de manera real a la toma de las estructuras del poder, y desde allí orientarlo hacia un verdadero proceso revolucionario popular, socialista y de liberación nacional.

             Entendemos que no es suficiente tener conciencia de la situación y visualizar las fortalezas, debilidades, amenazas y oportunidades, debe existir una voluntad consciente (consciencia de la finalidad, Antonio Gramsci) para dar el primer paso. Al respecto, podemos señalar que los líderes circunstanciales (la mayoría), deben ponerse a un lado o deben ser puestos a un lado, y deben aceptar que su tiempo terminó y que fracasaron en sus responsabilidades como conductores del proceso, y permitir que nuevos relevos (líderes naturales populares), asuman la conducción del proceso Bolivariano y en su efecto gerenciar con transparencia y apego a la ética y la moral revolucionaria desde el poder popular, las riquezas de la nación, una nación que ha sido privilegiada por la madre tierra. Esta sugerencia está sujeta a un límite de tolerancia política, es decir, si los mismos muestran resistencia y se atrincheran en sus espacios, como una nueva casta política absurda e irracional, tendrán la respuesta de carácter Político-Militar de nuestro movimiento y otros colectivos, y de allí que nuestro país debe enrumbarse hacia la conquista de sus legítimos derechos y construir una sociedad equitativa, igualitaria y socialista.

No obstante esta primera etapa, debe estar regida por los principios Guevarista, que no es más que el desprendimiento de lo material y del oportunismo, tomando como bases delinear,  las categorías del materialismo dialéctico e histórico, para establecer el sur de nuestras tareas diarias. Estamos obligados a concebir que el momento actual, está subyugado en el sistemático crecimiento de la conciencia clasista de nuestro Pueblo (parte subjetiva), por lo tanto, sin postergación alguna se debe  estar ya preparado y organizado (como vanguardia revolucionaria en construcción), para cuando se complete el cuadro con la parte  objetiva,  se ofrezca, una alternativa- referencial revolucionaria capaz de cerrar la brecha entre la esperanza y la realidad, de modo que accedamos de manera exacta a la organización de un Frente de Liberación Nacional, rescatar el proceso Bolivariano y generar de una vez por toda la transición hacia la revolución socialista.

Hoy por hoy ya se percibe el camino a seguir, solo falta que los hombres y mujeres de  conciencia revolucionaria, puedan encontrarse y comenzar la discusión, el debate horizontal, el acercamiento de ideas y forjar las bases para la edificación de un modelo organizativo popular revolucionario, que este dirigido por nosotros mismos y no por imposiciones a dedo y que respondan verdaderamente a sus  intereses (las catacumbas). La disputa inevitablemente será una lucha de clases ante la vieja sociedad dominante y la nueva sociedad que queremos construir sin ricos ni pobres, sin explotados ni explotadores, sin excluidos ni marginados. Es injusto que este pueblo continúe siendo solo la cola de la historia, es decir, somos el pretexto y la justificación para iniciar un cambio, una revolución, una guerra y al final sólo un grupito será privilegiado, como resultado de ese cambio, de esa guerra, de esa revolución. Este no será nuestro caso, este no será nuestro destino, evitemos a tiempo convertirnos en una nueva Honduras.

Llegó  el momento en que nosotros hablemos por nosotros y luchemos por nosotros, una verdadera revolución popular debe ser impulsada por sectores populares.

Hasta la victoria siempre

                            Patria o muerte,

                                                  Venceremos…

Reinaldo Azevedo esmigalha a Folha de S. Paulo – o que faz a esquerda e os socialistas hoje

09/10/2009

ÓDIO À DEMOCRACIA

sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 5:27

 

Destaquei ontem o trecho de um texto da Folha Online, que considerei exemplar de certo estado de coisas, a saber:

O presidente Zelaya foi deposto em 28 de junho, em um golpe orquestrado por Suprema Corte, Congresso e Exército como retaliação à sua insistência em realizar referendo para mudança na Constituição que permitiria a reeleição – proibida no país.

Afirmei que era uma síntese quase perfeita do que tinha acontecido em Honduras – ou da leitura que boa parte da imprensa faz do fato: as instituições, vejam vocês!, deram um golpe num presidente que queria fraudar da Constituição!!!  O texto só não é melhor porque faltou caracterizar também o Ministério Público entre os golpistas. Trata-se de uma construção fabulosa segundo a qual  os que atuam em nome da lei democraticamente instituída são chamados de golpistas.

Este texto da Folha Online é apenas uma síntese involuntária de um estado de coisas. Não pretendi, obviamente, ridicularizar ninguém. A rigor, poderia ter sido escrito pela esmagadora maioria dos veículos do Brasil e do mundo. Este é um daqueles textos que não são escritos por uma pessoa, mas por uma era. Carrega aquele terrível anonimato das idéias feitas, que não se preocupam nem mais com a coerência.

A única maneira de sustentar que houve um golpe em Honduras, como já escrevi aqui naquele texto com 16 itens evidenciando o contrário, é mesmo ignorando a Constituição do país. E foi o que a imprensa brasileira fez. Só ela? Não! A de quase todo o mundo. E nem isso, obviamente, torna certo o errado. Cansei de ler “juristas” no Brasil reivindicando para Zelaya procedimentos que estão na nossa Constituição, mas não na de Honduras. Celso Amorim, o maior menor do mundo, chegou a pedir um processo de impeachment. Bem, antes, seria preciso inscrever tal artigo na Carta hondurenha.

Voltarei outras vezes a este tema. Mas ensaio uma explicação para tal comportamento. Vai uma digressão um tanto longa, mas creio que útil.

Houve um tempo em que os defensores do socialismo negavam pura e simplesmente os crimes do regime. Confrontados com a verdade, diziam que tudo se tratava de propaganda contra-revolucionária. Quando falavam de suas utopias, eliminavam do discurso as evidências do desastre humanista em que havia se convertido o regime do “novo homem” e dormiam em paz com a sua consciência. O socialismo real ruiu, como se sabe, mas não o desejo da reengenharia social, de criar o tal “outro mundo”.

A pregação socialista foi assumindo novos contornos, ganhando novos conteúdos, conquistando setores da sociedade que não se mobilizavam pelo discurso explicitamente político. As esquerdas contemporâneas são aquelas do Fórum Social Mundial: há de tudo lá: socialistas propriamente (ainda), ecologistas, orientalistas (de todos os orientalismos), minorias as mais diversas, alternativos, uma miríade, enfim, de pessoas que sonham com um “outro mundo possível”. O que as une? Se todas soubessem falar, diriam que são contrárias àquilo que conhecemos como democracia liberal. O velho modelo da militância exigia que particularidades fossem deixadas de lado em nome do principal: a luta de classes. Socialistas nunca viram com bons olhos organização de mulheres, de negros, de gays, de índios, de ecologistas… A luta de classes perdeu a sua centralidade para essa algaravia de particularismos que reivindicam o seu lugar – não raro, tentando impor a maiorias, por meio da guerra de valores, o seu ponto de vista. E chamam tal imposição de “democracia”.

Essa emergência de minorias militantes, que chamarei aqui, genericamente, de “antiliberais”, é uma realidade mundial – refiro-me, claro, às democracias capitalistas. Onde inexiste o regime que essa gente adora odiar, as ditaduras se encarregam da contestação à sua moda. Adiante. Se a Europa e os EUA, por exemplo, não correm o risco – não por enquanto ao menos – de ver solapado o regime democrático pela ação desses grupos de pressão, que se limitam à patrulha da linguagem e à reivindicação de direitos especiais, nos países atrasados (inclua-se aí o Brasil, ainda que Lulinha queira o contrário), essa patrulha pode se juntar aos escombros da velha luta antiimperialista, que passa, então, a contar com seus propagandistas.

São vários os governos na América Latina que, associados às tais minorias, buscam solapar o regime democrático recorrendo aos instrumentos fornecidos pela própria democracia. Esses grupos organizados passam a ser seus propagandistas. Em nome da reparação de direitos, destroem a democracia política.

Volto àquele texto que afirmei ter sido escrito por uma “era”, por um “tempo”. O que leva a imprensa e a esmagadora maioria dos analistas políticos a reconhecer – vejam que curioso! – que a Constituição foi violada, sim, mas que golpistas são aqueles que impuseram a lei (nem mesmo se comportam como os socialistas de antigamente, que negavam o óbvio)?  O fato de que o velho socialismo perdeu, obviamente, a batalha na economia, mas ainda é influente nos valores, pouco importa a cor da vestimenta que envergue: verde, vermelha ou cor-de-rosa. Não existisse o mito fundador, do qual o latifundiário Zelaya se tornou beneficiário (não sei  se é o caso de gargalhar ou de se esgoelar), de que existe uma luta do “povo explorado” contra as “elites espoliadoras”, esse vigarista não teria merecido, é claro, tamanha consideração. Não custa notar que a grita “É golpe!” começou na Venezuela, foi imediatamente acatada pelo governo brasileiro e se espalhou mundo afora.

A imprensa ocidental, a brasileira em especial, é o palco preferencial da atuação das vozes das “minorias” – desde que sejam minorias de contestação da ordem. Os socialistas d’antanho sabiam o que queriam: o socialismo. Ponto. As minorias de agora e seus porta-vozes -ainda que involuntários – não são socialistas; seu projeto, havendo um, não aspira à universalidade; o que elas pretendem é tornar o seu parcialismo uma força influente. O que há em comum entre os militantes de ontem e os de hoje: o ódio à democracia liberal, curiosamente, o único regime que permite a emergência dos… parcialismos! Eles surgem num regime de tolerância. E a tolerância seria a sua primeira vítima se chegassem, de fato, ao poder. Mas isso já abre a senda para um outro artigo.

Concluo voltando ao início. Só se chama de golpe o triunfo da lei contra quem tentou golpear a Constituição, não se atentando para o absurdo da expressão, porque os inimigos da democracia liberal ainda ditam as palavras de ordem influentes. O fim do dito socialismo real, curiosamente, até lhes foi útil.

Hoje em dia, eles se dizem só humanistas e estão lotados até nos departamentos de cultura de grandes bancos e grandes empresas. E, de lá, ditam palavras de ordem contra a democracia liberal. Não fazem mal nenhum ao capitalismo. Mas fazem mal à democracia e ao regime de liberdades.

 

COMPARTILHE Digg StumbleUpon del.icio.us Twitter Enviar por e-mailPor Reinaldo Azevedo

O verdadeiro socialismo na Coréia do Norte, socialismo real, stalinismo sem stalin

11/04/2009

Relato de viagem a Coréia do Norte.

  “Na crônica Coração das Trevas, o jornalista free-lancer e fotógrafo Claudio Mafra relata seu contato com o regime mais duro do planeta.

Legendado em Português, pelo Patriota
Parte I
http://www.youtube.com/watch?v=ugbMoeW2afY&feature=channel_page
Parte II
http://www.youtube.com/watch?v=_zc4WezZsck&feature=channel
Parte III
http://www.youtube.com/watch?v=sn9kYTqIGJI&feature=channel
Parte IV
http://www.youtube.com/watch?v=FRcVkPCM6_c&feature=channel
Parte V
http://www.youtube.com/watch?v=swVoeo_EVIE&feature=channel
 Mafra viajou sozinho, disfarçado de funcionário público aposentado, residente na China e sentiu na pele o que é o terror e a opressão do comunismo puro. O Instituto Millenium publica este retrato de um território enlouquecido, em três artigos.

 Em “O Primeiro Contato”, que publicamos hoje, o jornalista conta como foi o processo para a obtenção das autorizações para a viagem e as condições impostas (como por exemplo, ter em mãos apenas a passagem de ida, o que já faria qualquer pessoa desistir).

 Nos dois outros artigos, que serão publicados nesta semana, Claudio Mafra conta detalhes de tensões e dúvidas, os dias passados em diferentes regiões do país, seu contato com os poucos norte-coreanos de quem pôde se aproximar e o efeito que um regime totalitário tem na vida de seu povo.”

 http://www.imil.org.br/artigos/no-coracao-das-trevas-parte-1-o-primeiro-contato/

. http://www.imil.org.br/artigos/no-coracao-das-trevas-parte-2-maquina-do-tempo/

 http://www.imil.org.br/artigos/no-coracao-das-trevas-parte-3-magros-prisioneiros-perpetuos/

o fracasso do socialismo da Grécia – vandalismo e jovens na grécia – violência na Grécia

22/12/2008

RÉFLEXIONS

Dnevnik – Slovénie

Dejan Kovač sur une nouvelle génération extrémiste

Pour le chroniqueur Dejan Kovač, le fait que près d’un quart de la jeune génération grecque ne puisse pas espérer avoir un emploi dans un futur proche, est l’une des raisons des émeutes récentes : ”Depuis l’échec social de l’extrême gauche dans les années 1970, les critiques de la mondialisation, les militants pour la protection de l’environnement, les anarchistes et les rebelles en lutte contre le système, et surtout contre leurs parents, sont partis sur les routes d’Europe. En Grèce, des ‘fils à maman’ revenus sous l’aile de leurs parents faisaient face aux barricades de la police. C’est pourquoi ce groupe ne fera que se développer, à l’avenir, comme l’armée d’un extrémisme social que nous avons oublié en attisant la peur du terrorisme et des immigrés. Le nombre des jeunes diplômés au chômage augmente nettement en Europe, c’est un fait ; il est de 18 pour cent en Grèce, et de plus de 20 pourcent en France et en Italie. Dans ces pays, comme en Slovénie, les tensions sociales ont été atténuées par le système de l’enfance adulte – le droit de vivre agréablement chez ses parents même à 30 ans passés. Mais cet édifice s’effondre en même temps que la pyramide financière mondiale, et l’Etat patriarcal … tue lentement ses propres enfants. Dans une telle famille, Noël n’est plus l’époque de la joie, mais celui de l’incertitude et de la peur.” (22.12.2008)

Ludwig von Mises SOCIALISMO ECONOMIA DE MERCADO capitalismo

07/12/2008

SOCIALISMO Versus ECONOMIA DE MERCADO

SOCIALISMO VS. ECONOMIA DE MERCADO

Quarta, 21 de Novembro de 2007 22:00

Ludwig von Mises Este foi o último discurso formal de Ludwig Von Mises, (1881-1973), pronunciado em 02 de maio de 1970, num seminário de Economia patrocinado pela Sociedade de Praxeologoia, Seatlle, Washington.

 Foi assistido por cerca de 600 professores, alunos e outros interessados. Este texto foi transcrito do audiotape por Betina Bien Greaves, e editado, primariamente para a sintaxe e pontuação, por Percy L. Greaves. Foi oferecido ao Instituto Mises pela Sra. Greaves e nunca antes apareceu impresso.

Senhoras e senhores:

É difícil dirigir-me a este grupo que já tem tido tantos excelentes oradores e que provavelmente ainda terá muitos mais no futuro. Mas eu não pretendo desperdiçar meu tempo com belas palavras de introdução. Eu desejo entrar no âmago das coisas, in media res, de modo a utilizar meu limitado tempo da melhor maneira possível.

http://endireitar.org/site/endireitar/56-socialismo-vs-economia-de-mercado

Antônio Gramsci, biografia, vida, obras, livros, cadernos do cárcere, eurocomunismo, sua morte, catolicismo, igreja católica, comunismo

26/11/2008

Antônio Gramsci morreu católico

“Gramsci morreu com os sacramentos. E pediu às freiras para beijar uma imagem do menino Jesus.” É uma revelação que causa muita discussão a do arcebispo Luigi De Magistris (…) “Esse fato (…) no mundo da ‘foice e do martelo’ preferem manter oculto, mas foi assim que ocorreu”. Até o presente momento só havia se falado sobre a reaproximação de Gramsci ao catolicismo por meio de vozes esparsas, nunca confirmadas. De Magistris (…) forneceu mais de um detalhe sobre o episódio. “O meu conterrâneo, Gramsci (…) tinha no seu quarto a imagem de Santa Tereza do menino Jesus. Durante a sua última convalescência, as freiras da clínica onde estava internado levaram até ele a imagem do menino Jesus e Gramsci a beijou”. “Gramsci – acrescentou De Magistris – morreu com os Sacramentos, voltando à fé da sua infância. A misericórdia de Deus nos persegue de forma santa. O Senho não se conforma em nos perder” (…)
Fontes:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM916814-7823-GRAMSCI+DE+COMUNISTA+A+CATOLICO+NA+HORA+DA+MORTE,00.html
http://construindoopensamento.blogspot.com/2008/11/gramsci-e-converso-ao-catolicismo-ou.html
Dá para falar: “Deus o tenha” ?

Pérolas do orkut, o melhor do orkut, a mulher esquerdista e a esquerda, feminismo

19/11/2008

“””‘Perfil sexual das mulheres: esquerda x direita

Andei pesquisando na internet as diferenças entre os perfis sexuais das mulheres, levando-se em consideração a orientação política.

Cheguei a algumas conclusões e gostaria de ler as opiniões dos foristas a respeito:

1 – Mulheres de esquerda perdem a virgindade mais cedo do que mulheres de direita e os parceiros escolhidos, pela idade em que a primeira relação sexual acontece, não possuem ainda o perfil político definido ou pelo menos não foi algo decisivo para o ato;

2 – Mulheres de esquerda tendem a ser mais liberais sexualmente que mulheres de direita e possuem uma maior experiência sexual, evidenciada pelo maior número de parceiros colecionados ao longo da vida, em qualquer faixa etária em que se estabeleçam as comparações;

3 – Mulheres de esquerda praticam mais abortos do que mulheres de direita, inclusive engravidam mais cedo, na média, do que as suas adversárias políticas;

4 – Mulheres de esquerda são mais adeptas da prática de sexo grupal do que mulheres de direita, com especial apreço pela tara francesa do mènage au trois, seja com dois homens e uma mulher, seja com a variante de duas mulheres e um homem;

5 – As esquerdistas são mais infiéis que as reacionárias, comportamento provavelmente derivado do movimento feminista e anti-machista nascido no século XX;

6 – Apesar de perderem a virgindade vaginal mais cedo, as esquerdistas são menos experientes no sexo anal que as direitistas, as quais, ao que parece, pela forma conservadora com que são criadas (o meio familiar é importante na hora de definir o futuro perfil político), preferem a prática do sexo anal ao vaginal, antes de se sentir à vontade e segura de aderir às relações sexuais ortodoxas; As habilidades orais de ambos os grupos, sexualmente falando, são equiparáveis. A única diferença neste quesito, o do sexo oral, particularmente o ativo, as mulheres de esquerda vão mais até o fim no ato, se é que me entendem, e as direitistas costumam, na média, interrompê-lo antes da ejaculação masculina;

11:47 (6 horas atrás)

Al

7 – A presença da homossexualidade entre os dois grupos é mais ou menos equivalente. Digno de nota é que as homossexuais de esquerda tendem a ser mais bonitas esteticamente. As de direita tendem a ser o que os noprte-americanos chamam de diesel dyke/i].”””

escrito por Al da comunidade OC do B

debate, retórica, argumentos, Porque não se deve debater com um comunista, com esquerdista, marxista,

17/11/2008

Discutir com marxistas é sempre a mesma coisa: você monta um raciocínio lógico e eles respondem com alguma frase pronta que ele aprendeu em algum lugar.

Muito provavelmente a resposta dele não faz sentido, então novamente você monta outro raciocínio para mostrar a inconsistência da resposta e… ele te responde com outra frase pronta.

Se você tiver paciência para tentar mostrar mais uma vez que a frase pronta dele não faz sentido, ele se sentirá ameaçado e perceberá que você está no domínio da discussão.

Ele parte para o ataque e faz uma crítica ao capitalismo citando como exemplo o Bush e sua jornada em busca de petróleo. Você pergunta: mas e o 11 de setembro? Ele lhe responde prontamente (ele já esperava por isso) que o 11 de setembro foi uma invenção do Bush. Neste momento você confirma o que já desconfiava: o cara é doido! Esse tópico de discussão termina, pois já virou uma questão puramente de fé do sujeito.

Ele então começa a fazer várias críticas ao capitalismo. Cita alguns fatos que você desconhece, mas ele não sabe as fontes e manda você procurar no google. Alguns fatos você percebe na mesma hora que são falsos e tenta nas primeiras duas vezes alertá-lo, na terceira você já desistiu porque ele afirma os fatos com muito mais peremptoriedade que você.

“”Como você pode ver, não existe lógica numa discussão com marxistas. Você nunca consiguirá entender a lógica marxista, nem mesmo eles entendem. Se você acredita que dois mais dois é igual a cinco e tentar entender o porquê disso, você não conseguirá nunca. Imagine o que irá acontecer quando você tentar provar para alguém que dois mais dois é cinco?

Eu proponho que tentemos provar que dois mais dois é cinco. Vamos lá! Criatividade!””‘

A Igreja Católica condena o comunismo, o marxismo e o socialismo

02/11/2008

CARTA ENCÍCLICA
DIVINI REDEMPTORIS
DE SUA SANTIDADE
PIO XI
SOBRE O COMUNISMO ATEU 

 

INTRODUÇÃO
I – ATITUDE DA IGREJA PERANTE O COMUNISMO
II – DOUTRINA E FRUTOS DO COMUNISMO
III – LUMINOSA DOUTRINA DA IGREJA, OPOSTA AO COMUNISMO
IV – REMÉDIOS E MEIOS
V – MINISTROS E AUXILIARES DESTA OBRA SOCIAL DA IGREJA
CONCLUSÃO

 

http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19370319_divini-redemptoris_po.html

Socialismo do pt Em video oficial congresso do pt PT assume que está implantando o comunismo no Brasil

24/09/2008

http://www.youtube.com/watch?v=PXLcSzjg7lo&feature=related

site Sobre Von Mises escola austríaca

07/08/2008

http://www.mises.org/about/3248 

VON MISES nascido em 29 de setembro de 1881.

Um dia para comemorar um grande economista e pensador sensato.

Como o PT vai implantar o comunismo no Brasil

04/08/2008

http://www.oquintopoder.com.br/

A volta do comando de caça aos comunistas!

26/07/2008

http://www.youtube.com/watch?v=rjJi5ras61A

 

Volta CCC

Vou te contar a verdadeira história
De um povo iludido, de um povo sem memória
Bem devagarinho que é pra você entender
E quando precisar saberá o que fazer
Existem facções e ligas partidárias
Que iludem o povo apenas com migalhas
Asfaltam sua rua e ganham o seu voto
Te compram bem barato depois te querem morto
E quanto mais burro você for
Para eles será bem melhor
Eles querem te manipular
E acabar com eles é o que vai nos libertar
Partido da moda, showmício e bandeirinha
Discurso da vitória maldita estrelinha
Ilusão massiva, de um povo sem memória
Amarga e passa fome por mais esta derrota
Eu só quero ver o que os vermelhos vão fazer
Quando os militares retomarem o poder
Comando blindado saudara com euforia
Volta a CCC para nossa alegria

CCC = Comando de caça aos comunistas

*Comando Blindado

Doutrina e táticas comunistas por eles mesmos.

20/06/2008

www.dhnet.org.br/dados/livros/memoria/mundo/marigue.htm

Site anti petista site contra PT

29/05/2008

http://ameacavermelha.blogspot.com/