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Governo brasileiro importará 600 filósofos franceses, ingleses e alemães

29/08/2013

Após a polêmica contratação de 4.000.000 de médiuns cubanos para incorporarem em massa o Dr. Fritz e todos os chiliques bairristas e corporativistas oriundas do fato, o governo petralha, em mais uma ação afirmativa, acaba de anunciar a importação livre de impostos de 600 filósofos de nacionalidade francesa, inglesa e alemã.

O objetivo é suprir a ausência de intelectuais de pensamento genuinamente nacional.

Como se sabe, o país carece de filósofos no sentido mais puro da expressão.

Como filósofo europeu de hoje em dia ainda é como Sócrates que vivia de favor, os gringos não cobrarão nada por suas palestras ao ar livre.

O primeiro grupo, de 200 profissionais do pensamento, estará no Brasil Varonil já no próximo mês para participar do primeiro período de treinamento do curso online que lhes ensinará a língua portuguesa clássica com textos de Camões, Eça, Gil Vicente, Bernardes, Vieira, Tobias Barreto e Rui (ainda que só se possa filosofar em alemão), e, a detectar o possível defeito no ethos local que bloqueia a possibilidade de um pensamento tupiniquim.

Todos serão alocados em parte das 701 cidades, vilas, bibocas e malocas não colocadas como opção por nenhum filósofo brasileiro, uma vez que não se animam a saírem das cidades universitárias com todas as marolas que rolam por lá.

Um segundo grupo virá em outubro, e, até novembro, se Deus Quiser, todos deverão tentar dar aulas de filosofia nas universidades federais, se os alunos deixarem, compondo comitês de ética nos hospitais, dando palestras e lançando livros nas Livrarias Cultura (eu não quis dizer que vão depredar a Livraria Cultura – é lançar em outro sentido, imbecil!), publicando artigos em língua geral, em revistas com qualificação A1 no CNPQ, e, filosofando acerca do Complexo de Macunaíma Nacional.

No Brasil não há filósofos: há professores de história, jornalistas engajados, ideólogos, marqueteiros ou sofistas por profissão”, dizem os gringos que por aqui passam. Na foto, Marilena Chuái, famosa professora de História da Filosofia Spinoziana.

O Ministério da Educação pediu, e teria conseguido, filósofos que tivessem experiência internacional em Filosofia Analítica, Filosofia Medieval e Antiga e Arcaica, Fenomenologia do Espírito da Revolução Francesa Contemporânea, Ontologia, Metafísica, Realidade do Cinema Novo, Lógica, Positivismo e Bioética e nada de Teologia da Libertação.

Todos eles têm residência em várias universidades da Europa e América do Norte. Cerca de 30% têm também outras especializações, como Sociologia e Ciência Política, e possuem, no mínimo, 16 anos de experiência comprovada.

Pretendemos, assim, expor ao Brasil que figuras como Arnaldo Jabor, Rachel Sheherazade, Reinaldo Azevedo, Emir Sartre, Marinela Chuái, Luiz Felipe Pondé, Massa Sofrida, Sílvio Grimaldo, Mário Sergio Cortella, Marcia Tiburi, Ernildo Stein, Juca Soares, Cavaleiro Conde, Pedro de Lara, Bruna Surfistinha, Caio Fernando de Abreu, entre outros, não são filósofos brasileiros e não atendem à demanda de um LOGOS nacional ou de uma hermenêutica suficientemente potente para o pensamento de si da nação brasileira. São tão somente marqueteiros, professores de história ou sofistas por profissão”, afirmou o ministro da educação Aloízio Mercadante que começou a vida em Santos-SP como Capitão de Areia.

Procurada pela reportagem, Marilena Chuái retrucou afirmando que o seu pensamento é tão autêntico quanto o de Macunaíma e que essa importação de talentos vai fazer o Brasil voltar ao tempo do Fradique Mendes que dizia que tudo no Brasil era copiado da França, e aquele papo besta dele de Mucana e tudo mais.

A Esperança vem da Rússia – Lá não se pode defender o Pecado da Sodomia

15/08/2013

Isinbaeva polemiza e condena homossexualismo: ‘Não temos esse problema na Rússia’

Musa e idolatrada em quase toda a parte do mundo, Elena Isinbaeva surpreendeu o mundo nesta quinta-feira. Mas desta vez de uma forma negativa…


Musa e idolatrada em quase toda a parte do mundo, Elena Isinbaeva surpreendeu o mundo nesta quinta-feira. Mas desta vez de uma forma negativa. A campeã mundial do salto com vara veio à público para defender a lei contra o homossexualismo que foi criada na Rússia e reclamou dos atletas que protestaram contra o preconceito no Mundial de Atletismo, que está sendo realizado em Moscou.

“Se permitirmos esse tipo de coisas, tememos muito por nossa nação porque nos consideramos normais, com um padrão. Nós apenas vivemos com homens ao lado de mulheres e mulheres ao lado de homens. Tudo deve ser assim. Isso vem da história. Nós nunca tivemos problemas assim na Rússia e não queremos ter problemas assim no futuro”, disse Isinbaeva.

“É desrespeitoso para com nosso país, com nossos cidadãos. Nós temos nossas leis e todos tem que respeitar. Quando vamos a outros países nós tentamos seguir suas regras”, completou.A Rússia aprovou em julho deste ano uma lei que proíbe qualquer ato de propaganda do homossexualismo. A regra causou diversas manifestações contrárias ao redor do mundo e gerou até a possibilidade de boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, que serão realizados na cidade de Sochi, também na Rússia.

No Mundial de Atletismo, a sueca Emma Green Tregaro começou uma campanha contra a lei anti-homossexualismo e participou das competições com as unhas pintadas nas cores do arco-íris, símbolo do movimento gay. Ao menos outras duas atletas da própria Suécia também participarão do Mundial com as unhas pintadas.

A Vergonha censura que está para vir no mundo todo na Internet

10/03/2013

Os EUA, seguidos de todos os países da Europa, além de Canadá e Japão, recusaram-se a assinar o documento, sob a alegação de que ele confere aos governos o poder de interferir no livre fluxo de informações na internet.

 
O Brasil alinhou-se a esse grupo mencionado, com a justificativa, segundo o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), de que o novo acordo é uma forma de combater o “monopólio” dos Estados Unidos em relação à governança da internet.

 
É uma referência ao fato de que o governo americano integra as instâncias decisórias na Icann (Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), entidade privada sediada na Califórnia cuja função básica, desde 1998, é administrar os domínios da rede no mundo todo, algo essencial a seu funcionamento, mas que não exerce controle nenhum sobre o tráfego de dados na internet.

 
Desde 1995 a internet está formalmente fora da Lei Geral de Telecomunicações, sendo considerada apenas um “serviço de valor adicionado”. É justamente a ausência de controles oficiais que torna a internet dinâmica, capaz de inovar continuamente, e o modelo brasileiro está entre os melhores do mundo para mantê-la assim.

 
Contudo, a título de tirar dos Estados Unidos o suposto controle político da internet, países com tradição autoritária tentam legitimar internacionalmente um controle do tráfego de informações na web.

 

O resultado é que a própria UIT, entidade que interfere em questões básicas das telecomunicações, como a coordenação de recursos de telefonia e do uso do espectro de radiofrequência, sairá enfraquecida desse confronto, algo que não aconteceu nem durante a guerra fria propriamente dita. E o governo brasileiro, movido por seu eterno objetivo ideológico de se contrapor aos Estados Unidos, assinou o tratado e aprovou a resolução sobre a internet sem reservas, legitimando esse atentado.