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2014 começa bem para defensores dos Direitos Humanos: PM morto no combate ao crime

01/01/2014

A Primeira alegria do ano para os defensores dos Direitos Humanos: Postado agora no Facebook do Coronel Talhada:

 

“Mal começou o ano de 2014 e infelizmente já temos um PM morto no combate ao crime: O soldado PM Fernando Neves da Cunha, 29 anos de idade, pertencente ao efetivo do 28º BPM/M foi baleado e morto no bairro de Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo, por volta das 6h15 de hoje, 01 de janeiro de 2014 e que eu saiba, ninguém foi detido até o momento.

Compondo a guarnição de uma viatura, o PM acompanhava em perseguição motorizada um Toyota Corolla que havia sido roubado quando, na esquina entre a rua Inácio Monteiro e a avenida Dr. Guilherme de Abreu Sodré, ocupantes do veículo desceram do carro e entraram em um baile funk que acontecia no local.

Então, os vagabundos efetuaram disparados de armas de fogo de dentro da multidão (não houve revide por parte dos PM) e um dos disparos atingiu o Sd PM Fernando, que foi socorrido ao pronto-socorro do hospital Santa Marcelina, mas não resistiu e faleceu Mais um herói que nos deixa, mais um PM morto no combate a criminalidade.

Os defensores de bandidos devem estar vibrando de alegria, pois aumentou em muito o número de policiais mortos, enquanto caiu consideravelmente o número de bandidos mortos. Essa é a conta macabra que esses criminosos fazem: para eles, a PM está menos agressiva pois ao invés de combaterem o crime revidando aos injustos disparos, nossos PM têm morrido diariamente… Isso está errado…

É um verdadeiro Genocídio Policial… O funeral está sendo realizado na Vila Ré e o sepultamento será amanhã às 12:00 horas no Mausoléu da PM no cemitério do Araçá. Estaremos lá. Descanse em paz, irmão de farda.”

Abaixo assinado do Movimento Legislação e Vida

30/12/2013

O Movimento Legislação e Vida, da diocese de Taubaté, no estado de São Paulo, está promovendo uma coleta de assinaturas para solicitar, via iniciativa popular, a inclusão do direito à vida desde a concepção na constituição do estado de São Paulo. Clique no link abaixo para ler as instruções e participar da campanha:

http://www.citizengo.org/pt-pt/963-inclusao-do-direito-vida-concepcao-com-emenda-constitucional-na-constituicao-paulista-iniciativa

Embora a Constituição Federal não permita emendas propostas por via de iniciativa popular, o estado de São Paulo possui esta prerrogativa. Por essa razão, o Movimento Legislação e Vida colocou em prática a proposta de tentar fazer com que São Paulo seja o primeiro estado brasileiro a garantir o direito à vida desde a concepção.

A campanha está coletando, prioritariamente, assinaturas impressas das pessoas que moram no estado de São Paulo. Porém também está coletando assinaturas eletrônicas, não apenas dos habitantes do estado de São Paulo, mas também de brasileiros de outras regiões. As assinaturas eletrônicas serão entregues à Assembleia Legislativa de São Paulo junto com as 330 mil assinaturas de habitantes deste estado, necessárias formalizar o pedido de emenda à sua constituição. O objetivo é mostrar que não só os que residem no estado de São Paulo defendem a vida desde a concepção, mas também a maioria da população brasileira.

Se você é de São Paulo, ou conhece alguém que mora lá, clique no link abaixo, leia as instruções e envie sua assinatura. Se você não é de São Paulo, não deixe de participar assinando a petição eletronicamente ou divulgando-a para algum parente, amigo ou conhecido de São Paulo.

http://www.citizengo.org/pt-pt/963-inclusao-do-direito-vida-concepcao-com-emenda-constitucional-na-constituicao-paulista-iniciativa

Vamos continuar trabalhando para que a Cultura da Vida impere sobre a Cultura da Morte em nosso país, especialmente por meio da proteção das crianças não nascidas!

Só São Paulo – São Paulo só – Já é hora dos vagões andarem sob suas próprias rodas

25/12/2013

O Movimento São Paulo Independente é uma associação de direito privado, legalmente constituída, que tem por finalidade a promoção de ações sociais e culturais voltadas ao Estado de São Paulo e seu povo, visando à defesa dos interesses Paulistas, promoção de debates, estudos livres e eventos, referentes ao papel de São Paulo dentro da federação, bem como, a conscientização do povo de São Paulo para reconhecer-se como membros de uma verdadeira e legítima nação, a NAÇÃO PAULISTA, fomentando ainda o Direito de Autodeterminação do Povo Paulista, rumo a sua soberania.

1. Nós cremos na autodeterminação dos povos, proclamado desde a antiguidade como um princípio amplamente legítimo e na modernidade consagrado na Resolução 1514 – XV da ONU, que afirma categoricamente:

“todos os povos tem o direito a livre autodeterminação”. Nossa posição é de solidariedade e irmandade com todas as nações subjugadas e oprimidas por falta de liberdade. Baseamo-nos ainda no Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, que no Artigo 1º dispõe:

“Todos os povos têm o direito a dispor deles mesmos. Em virtude deste direito, eles determinam livremente o seu estatuto
político e asseguram livremente o seu desenvolvimento econômico, social e cultural.”
2. Nosso Movimento busca e privilegia o mérito do trabalho de nossos ativistas.

Aqueles que trabalham pelo MSPI, com garra e abnegação, merecem ter o seu trabalho reconhecido com o respeito de nossos associados.
O papel do associado não é apenas ser simpatizante da causa, mas ser militante integral, real e consistente, dentro de suas possibilidades individuais.
3- As decisões tomadas a respeito dos rumos deste Movimento deverão sempre observar os princípios da democracia e da cidadania, bem como visar o bom andamento interno e institucional do MSPI, tudo com respeito à ordem e a hierarquia necessárias. Nossos associados deverão sempre opinar e questionar livremente, visando mantermos uma constante autocrítica no Movimento. Como buscamos aplicar a democracia dentro do MSPI, não poderíamos nunca ser contraditórios e pregar outra forma de regime para São Paulo:

Defendemos uma democracia harmônica, que aproxime o cidadão diretamente dos centros de decisão política que lhe dizem respeito.
4. Somos um movimento estritamente extrapartidário. Pessoas de diversos agrupamentos políticos e partidários serão bem vindas a participarem desse Movimento, desde que comunguem com os nossos princípios e normas básicos.

O MSPI deve servir somente aos mais altos interesses do POVO DE SÃO PAULO!
5. Os princípios da autonomia política, e da liberdade e responsabilidade pessoal são fundamentais para iniciarmos o percurso de reforma da sociedade Paulista, assim como o princípio presente em nosso terceiro ponto, que é a valorização dos méritos individuais, em prol de si mesmo e da coletividade paulista. Somos defensores da descentralização do poder, revalorizando a esfera municipal, a real e plena participação do cidadão como vigilante e partícipe dos poderes administrativos constituídos.
6. Defendemos a identidade do Povo Paulista. A manutenção e a valorização da identidade cultural tradicional de São Paulo são armas de coesão e força entre nós, e, portanto, devem ser nossos guias ideais na caminhada rumo à Nação Paulista. Do que adianta um povo com posses materiais, mas sem alma?
7. Afirmamos com força a ideia de diversidade cultural. Ressaltamos, não obstante, que a causa da diversidade cultural é distinta do uso ideológico que se faz da ideia de multiculturalismo, sobretudo na forma que assume quando direcionada como ferramenta, justamente, contrária à diversidade cultural, pregando a descaracterização das tradições dos povos em nome de uma igualdade padronizadora, homologada aos avatares do ‘politicamente correto’. No fundo, a meta daqueles que adotam tais posturas é destruir os laços dos homens com as tradições dos seus povos (sociais, culturais, espirituais, políticas e econômicas), criando
uma cultura global uniformizada. O que defendemos, mais uma vez, é a CONSERVAÇÃO e DIFUSÃO das tradições do Povo de São Paulo.
8. O espírito Paulista é de um empreendedorismo civilizacional, demonstrado pela livre iniciativa econômica e pela nossa força vital de trabalho, aliada às bases civilizacionais herdadas dos nossos antepassados ibéricos.
Esse empreendedorismo sempre buscou a maior realização social e o desenvolvimento da Nação Paulista.
9. Cremos nos princípios de garantia às liberdades de expressão e de imprensa. São Paulo deve pautar-se nessa liberdade. Os regimes totalitários do Século XX deixaram evidentes, aos olhos da História, os prejuízos sociais da supressão das várias liberdades civis. Essa supressão não deverá jamais ocorrer em São Paulo.
10. Firmamos compromisso com o ordenamento jurídico vigente na República Federativa do Brasil. Pregamos soluções possíveis dentro da lei e com a lei, para a transformação real dos problemas sociais que o Movimento São Paulo Independente vem apontando através de seu trabalho. Se existem leis em relação às quais nos opomos, nossos princípios nos obrigam a cumpri-las, sem prejuízo da nossa busca, através da pressão popular e da sociedade civil organizada, para efetuar as mudanças legislativas possíveis. As leis são pensadas para ter vigência perpétua, mas os cidadãos organizados podem fazer mudar qualquer norma ou cláusula pétrea. Não se pode frear a ação histórica!
11. Nós damos apoio e solidarizamo-nos com as instituições que, historicamente, são resultado do bom andamento e da ordem social de São Paulo. Sejam essas instituições de caráter cultural, educacional, histórico, jurídico, governamental, econômico e outras, públicas ou privadas.
12. Temos por preceito básico a não discriminação do indivíduo, seja por razão de fé, etnia, sexo ou condição social.
13. Defendemos a aqueles que são socialmente vulneráveis, tais como os idosos, os deficientes físicos, as crianças, os órfãos e outros. Também somos defensores dos princípios da família tradicional, como base de sustentação de uma sociedade firmemente estruturada e sadia.
MOVIMENTO SÃO PAULO INDEPENDENTE

DELEGADO TUMA JUNIOR REVELA: LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, CODINOME ‘BARBA’, INFORMANTE DO DOPS.

07/12/2013

O Analfabeto trabalhou uma vez na vida, menos mal, era X-9

DO BLOG DO ALUÍSIO AMORIM –    ESSE AMORIM SEMPRE ARREBENTA……………

Tem imbecil que diz que o vadio nunca trabalhou.. que cortou o dedo para se aposentar.. ops. isto é vero.

As denúncias contidas no livro Assassinato de reputações: um crime de Estado, de autoria do delegado da polícia paulista Romeu Tuma Junior, que chega às livrarias a partir  desta segunda-feira, explicam por só, as razões do silêncio da grande imprensa brasileira.  Exceção da revista Veja.
Os jornalistas e colunistas da Folha de S. Paulo, Estadão e Rede Globo, para citar os veículos de maior impacto e abrangência simplesmente se fecharam em copas. É possível que a partir de suas edições deste domingo trarão algo a respeito, já que foram furados de forma fenomenal por uma revista semanal. É que com o advento do lulismo o dia passou a durar uma semana, isto é, vai de sábado a sábado, dia em que a revista chega às bancas.
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E este fato corrobora tudo, sem faltar nada, do que venho afirmando aqui no blog em textos que aponto que o controle da mídia, postulado pelo PT, refere-se apenas à reviswta Veja. O resto já controlado pelos “jornalistas” que cumprem missão do “partido”, ou seja, o PT e o Foro de São Paulo que integram o movimento comunista internacional.
Esses trastes comunistas, muitas vezes acumpliciados com os donos dos veículos sequiosos pelos carminguás que são ofefrecidos pelo governo petista, são criminosos, porquanto escamoteiam informações do público leitor, deformam os fatos, mentem sistematicamente e transformaram os veículos da grande imprensa brasileira – exceção de Veja -, em veículos de propaganda do governo de Lula e seus sequazes.
Este blog está longe da sede dos veículos da grande imprensa brasileira, está fora do eixo São Paulo-Rio-Brasília e também não está alojado em nenhum grande portal noticioso. Este é um blog completamente independente, portanto não pretende competir com os grandes veículos de comunicação nacionais. E nem poderia pois não dispõe da estrutura extraordinária que esses jornais e redes de televisão possui.
O foco do blog está portanto mais dirigido a análises e comentários, bem como o clipping das principais notícias veiculadas pela mídia nacional e internacional, procurando fornecer aos leitores elementos com os quais possam formar uma opinião sobre os fatos sem o filtro comunista dos grandes veículos de mídia.
Assim, louvo-se mais uma vez no site da própria revista Veja, mais precisamente o blog do jornalista Reinaldo Azevedo, para concluir estas linhas com uma informação contida no livro de Tuma Junior e que também está na entrevista que o delegado paulista concedeu à Veja que está nas bancas.
Quem não é assinante, deve correr logo e comprar  o seu exemplar, já que esta reportagem sobre o livro de Tuma Junior seja talvez a matéria jornalística do ano de 2013 e que deverá adentrar 2014, quando acontecerá a eleição presidencial. É claro que o desdobramento das denúncias dependerá, em grande medida, da ação dos dois principais candidatos da oposição: Aécio Neves e Eduardo Campos.
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A informação que me refiro e que está no blog de Reinaldo Azevedo, revela uma faceta incrível de Lula, a metaformose ambulante, o doutor honoris causa. Lula era um alcagueta do regime militar. Coisa típica de comunista. Anos depois Lula manda desenterrar a ossada de Jango Goulart e implantar a Comissão da Verdade. Sem falar no mensalão que pretendia, mais do que nada, golpear a instituições democráticas de morte abrindo caminho para a instalação de um república comunista do século XXI, como existe por exemplo na Venezuela.
Por aí, se pode aquilatar o nível moral e ético de Lula, o doutor honoris causa. Até esse título honorífico Lula e seus sequazes conseguiram estraçalhar. Leiam o que informa o blog do Reinaldo, reproduzindo parte da entrevista de Tuma Junior:

Acontece hoje em São Paulo o lançamento do filme “Blood Money – Aborto Legalizado”

05/11/2013

O documentário de Kyle trata do funcionamento legal desta indústria nos Estados Unidos, mostrando “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas, de forma muito realista”, conta Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição no Brasil.

O filme também faz denúncias como a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados ao tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher submetida a este procedimento.

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“Blood Money – Aborto Legalizado” traz, ainda, depoimentos de médicos e outros profissionais da área, de pacientes, cientistas e da ativista de movimentos negros dos EUA, Alveda C. King, sobrinha do pacifista Martin Luther King, que também apresenta o documentário. Dra. Alveda é envolvida em discussões sobre o mecanismo de controle racial nos EUA – o maior número de abortos é realizado nas comunidades negras.

Após o lançamento em São Paulo, ocorrerá uma série de pré-estreias pelo país, passando por Rio de Janeiro (6/11), Goiânia (7/11), Brasília (8/11), Belém (9/11), Curitiba (11/11), Salvador (12/11), Recife (13/11) e Fortaleza (14/11).

No dia 15 de novembro a produção entra em cartaz em todo o país.

Jornalistas petralhas abominam o agro negócio

31/10/2013

Mesmo com a consolidação do Brasil como um dos líderes mundiais do setor, a mídia não especializada pouco aborda o tema.

Redação *

O 1° Fórum ESPM/MSD de Comunicação, realizado no último dia 22, em São Paulo (SP), reuniu renomados profissionais da comunicação e apresentou os resultados de uma pesquisa que analisou como jornalistas de grandes veículos nacionais têm pautado a pecuária brasileira. Segundo o estudo, mesmo com a consolidação do Brasil como um dos líderes mundiais do segmento, a mídia urbana não especializada pouco aborda o tema.

Em seis meses de monitoramento (de julho a dezembro de 2012), foi considerada uma amostra composta de 31 palavras-chave ou expressões (todas ligadas à pecuária) em 10 veículos de comunicação (Jornal da Band, Jornal Nacional, Jornal da Record, Revista Época, Revista IstoÉ, Revista Veja, Jornal O Estado de São Paulo, Jornal Folha de São Paulo, Jornal O Globo e Jornal Valor Econômico), resultando no total de 497 matérias divulgadas.

Desse total, 472 matérias foram publicadas em jornais, 14 em revistas e apenas 11 nos telejornais. “A imprensa brasileira não noticia nossa agropecuária”, salientou o coordenador do Núcleo de Estudos em Agronegócio da pós-graduação da ESPM-SP, José Luiz Tejon, acrescentando que, se todo o setor tivesse sido monitorado, talvez o resultado tivesse sido outro.

Tejon disse acreditar que os resultados servirão para nortear ações no sentido de ter uma comunicação que seja menos subjetiva e que ajude a sociedade a entender que a relação entre a balança comercial e o crescimento do PIB está diretamente ligada a produção de proteínas de forma mais consciente. “A intenção é trazer para a sociedade a realidade do campo de forma sustentável e verdadeira”.

O especialista recordou que uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) constatou que 81,3% da população das grandes capitais brasileiras consideram o agronegócio como sendo uma atividade muito importante para a economia nacional.

Para o gerente de capacitação técnica da MSD Saúde Animal, Sebastião Pereira de Faria Jr, que falou sobre mitos e verdades sobre a produção de proteína animal, é preciso iniciar um diálogo a partir dos profissionais de comunicação. “Estabelecer interlocutores válidos na cidade e no campo para que a população urbana tenha uma percepção clara de que há uma revolução tecnológica no campo, o que permite uma produção eficiente de carnes e laticínios, com respeito aos animais, ao meio ambiente e à saúde dos consumidores”, destacou.

O debate contou com os jornalistas: Bruno Blecher – Revista Globo Rural/CBN, Heródoto Barbeiro – Record News, Humberto Pereira – Programa Globo Rural, Vera Ondei – Revista Dinheiro Rural, José Luiz Tejon – ESPM, Sebastião Faria Jr – MSD Saúde Animal e como mediadora Kellen Severo – Canal Rural.

Glossário de Pecuária para Jornalistas

A Universidade MSD Saúde Animal lançou no evento o Glossário de Pecuária para Jornalistas que tem o objetivo de aproximar a imprensa do tema, trazendo o significado dos termos mais comuns usados nas cadeias produtivas do leite e da carne. Apresenta também o panorama atual da pecuária brasileira e importantes programas voltados ao aumento da produtividade nas fazendas. “A companhia oferece um leque de serviços através da Universidade MSD, que tem como meta difundir conhecimento técnico, com foco em produtividade animal na pecuária de leite e de corte, técnicas de gestão, marketing e vendas”, destaca Faria.
* Divulgação

Petralhas defendem genocídio do Coronel da PM barbaramente espancado – Geraldo Alckimin perde a paciência com os Direitos Humanos

26/10/2013

“”As imagens covardes que vimos ontem do coronel Reynaldo sendo agredido mostram ações de vândalos e criminosos. Um dos agressores já foi indiciado por tentativa de homicídio e terá prisão preventiva decretada. Uma ampla investigação está em curso. Policiais são representantes do Estado, defensores da sociedade. Defendemos a mudança da lei federal para que o crime de agressão a policiais tenha agravante. Desejo a mais rápida recuperação ao coronel Reynaldo Rossi e a outros policiais covardemente agredidos.”‘

Geraldo José Rodrigues de Alckimin Filho Governador da Locomotiva, do Estado Bandeirante que carrega o Nordeste nas costas.

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IMPRESSIONANTE! VÍDEO MOSTRA O BRUTAL ESPANCAMENTO SOFRIDO PELO CORONEL COMANDANTE DA PM/SP.

Um suspeito de ter agredido o coronel da Polícia Militar Reynaldo Simões Rossi está preso no 2º Distrito Policial do Bom Retiro, no centro da capital paulista, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do estado. Segundo a PM, o coronel recebeu atendimento médico na madrugada deste sábado no Hospital das Clínicas e foi liberado.

O protesto organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL) na noite desta sexta degenerou em quebra-quebra e mais uma vez deixou um rastro de destruição na região central da capital paulista. O Terminal Parque Dom Pedro II foi destruído por vândalos mascarados. Também há relatos de roubos e um ônibus chegou a ser incendiado pelos black blocs. No total, 92 pessoas foram detidas.
Nesta sexta, a manifestação reivindicando “tarifa zero” para o transporte público foi marcada por uma cena lamentável: um grupo encapuzado cercou e espancou o coronel da PM Simões Rossi, que acompanhava à distância a ação da polícia. Em nota, a PM classificou a ação como “covarde”. Além disso, o episódio teve outro fator grave: os encapuzados roubaram a arma e o rádio comunicador do coronel. Rossi é um oficial da elite da PM paulista e atua como negociador, inclusive em caso de reféns. Nesta sexta, não estava no comando da tropa – o responsável era o tenente-coronel Wagner Rodrigues. Após ser agredido – e golpeado na cabeça com uma placa de ferro -, ele foi socorrido por um policial à paisana. Teve a clavícula quebrada, ferimentos na cabeça e no rosto e deixou o local pedindo à tropa que mantivesse a calma. A agressão contra Rossi foi filmada

O negócio está sério!!!

Por Luciano Levinzon
OAB É UM CÂNCER NACIONAL EM CRESCIMENTO ACELERADÍSSIMO , UMA MÁFIA PRIVADA COM ABSURDO MONOPÓLIO CONSTITUCIONAL DE GARANTIR AOS SEUS AFILHADOS O DIREITO RIDÍCULO DE NOS IMPOR SEUS SERVIÇOS DE ACESSO A JUSTIÇA PÚBLICA , ENCARECENDO NOSSAS VIDAS , NOS TACHANDO DE INCOMPETENTES E IDIOTAS , BLINDANDO OS IMUNDOS DITADORES JUÍZES DO CONTATO DIRETO CONOSCO E INCHANDO CADA VEZ MAIS EM TODO O PAÍS , AGREGANDO NOVOS VAGABUNDOS PARASITAS QUE ABSOLUTAMENTE NADA DE ÚTIL PRODUZEM , MAS QUE PARA SOBREVIVEREM EM SEU PARASITISMO , APELAM PARA A IDEOLOGIA SOCIALISTA / COMUNISTA E FICAM NA ESPREITA DE ARRUMAREM MAIS E MAIS PROBLEMAS PARA NÓS , PARA QUE SURJAM A ELES NOVAS OCUPAÇÕES INÚTEIS , PARASITÁRIAS , QUE OS ENCHAM DE DINHEIRO AS NOSSAS CUSTAS !!!
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/10/coronel-da-pm-foi-agredido-e-teve-arma-roubada-durante-tumulto.html

O Brazil de Hontem – e – O Brasil de Hoje

27/09/2013

Ontem:

ELITE BRANCA QUE NÃO DAVA OPORTUNIDADE AOS POBRES DE ESTUDAREM

NÃO DAVAM OPORTUNIDADES

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HOJE – UM PAÍS LIVRE DA ELITE BRANCA:

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Começa a surgir a Esperança Verde Oliva

22/09/2013

Estudante do Colégio Militar mostra jornal distribuído dentro do Colégio. No expediente, o “Editor-redator” do jornal é de um Coronel de Minas Gerais. Na capa, o chamado: “As forças armadas têm o dever sagrado de impedir, a qualquer custo, a implantação do comunismo no Brasil”. Em outras páginas do jornal, ataques a Lula, Dilma, ao Foro de São Paulo, aos “vândalos e comunistas”, ao PMDB, aos “comunistas assassinos” cubanos, e um apelo a que o Congresso Nacional “ponha um fim ao governo Lula”.

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Foto: Alexandre Haubrich / Jornalismo B

Acorda Brasil!

Postado por um militar aposentado,

“Povo brasileiro, não votem no PT, são 38 Generais que se negam a se subordinar ao Ministério da Defesa, e em caso de ser eleito qualquer que seja o candidato petista, não chegará sequer a comemorar a vitória, não aceitamos e nem correremos o risco de que o Brasil adote um sistema de governo Bolivariano”.

Alertam ainda para que o povo retome nas mãos o direito e o dever democrático agindo contra o STF, mensaleiros e o Planalto.

Pode não parecer nada 38 pessoas, mas são 38 generais que comandam as Forças Armadas e que segundo o post vão agir em caso de reeleição ou eleição de qualquer que seja o candidato petista.

Caso o povo não se manifeste e acabe com as falcatruas, no Executivo e no Judiciário eles entrarão em ação. Destituirão Presidente e Ministros do STF assim como efetuarão as prisões de todos os ladrões do erário público que continuam impunes e não condenados e presos como manda a lei.

Obs: Onde estava esse post, fui o único a votar, ler e comentar, a menos que esteja postado em outros lugares além de onde vi, quem postou foi um militar aposentado e o post ficou no ar por exatamente uma semana, após isso foi deletado.

Estou repassando a mensagem e tudo que falei acima estava nesse post, nada adicionei.

Aurélio

http://rosasevinho.com/eleicoes-2014/38-generais-alerta/

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Leia o livro do Heitor de Paola – O Eixo do Mal Latino-Americano

19/09/2013

 

Darei início a partir de hoje a uma sequência de Posts diários com recomendações de livros.
Recomendo que salvem o nome ou a imagem do livro com vocês.

Para iniciar: O EIXO DO MAL LATINO-AMERICANO – Heitor De Paola

“Diante do fracasso dos políticos e do perigo iminente, alguns cidadãos comuns se viram obrigados a assumir uma liderança política e a se converter em estadistas. De Paola – ciente de que para vencer o inimigo é preciso primeiro conhecê-lo – elaborou um acurado estudo sobre o neocomunismo, partindo do período do pós-guerra até o Foro de São Paulo, organização que já conta entre seus membros com doze presidentes latino-americanos.

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Possivelmente o leitor sentirá uma preocupação imensa, porque conhecerá em profundidade a ameaça que trama contra toda a região; mas, feitas as contas, este livro é também fonte de esperança e inspiração: porque quando homens como Heitor De Paola decidem arriscar sua vida para denunciar o mal, isto significa que o bem despertou em nossos corações e está destinado a triunfar.”

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O Triunfo de Satanás – Hora da Colheita do Antigo Bispo Auxiliar da Zona Leste – Dom Luciano Mendes de Almeida

14/09/2013
10 setembro 2013 Autor: Bíblia Católica 

Fonte: Fratres in Unum

A “filósofa” da USP Marilena Chaui, uma das históricas mentoras, se é que isso é possível, do petismo, encontrou o seu lugar na “igreja libertária” travestida de católica: a diocese de São Miguel Paulista — a quem não sabe, esta diocese foi criada em 1989 pelo Papa João Paulo II com o propósito de dividir a Arquidiocese de São Paulo e, assim, diminuir a área de destruição atuação do então arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns.

Além de piedosamente comungar por conta própria, Chaui recebeu a homenagem do reverendíssimo presbítero com suas bailarinas:

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Paulo Sérgio Bezerra, Marilena Chaui e Padres Dimas Martins Carvalho

Eis a descrição do vídeo no Youtube: “Homenagem feita à Marilena Chauí pela Juventude da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Itaquera, por ocasião de sua participação no último dia da semana de oração na festa de Nossa Senhora do Carmo. A ilustre convidada fez uma reflexão sobre o tema “Sociedade em crise: ausência de filosofia?”. Música: Coração Cívil, Milton Nascimento”.

A diocese de São Miguel Paulista é, de fato, a casa da mãe Joana da Teologia da Libertação: neste ano, já passou por lá, em um Santuário diocesano, o nobre herege Leonardo Boff, com direito a autógrafo em livro para criança — escancarado crime de corrupção de menores:

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Igualmente, o mesmo Santuário Nossa Senhora da Paz, cujo reitor é o reverendíssimo Pe. Dimas Martins de Carvalho, se ufana de divulgar em sua página do Facebook aberrações como a que segue:

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Parabéns, Dom Manuel Parrado Carral, bispo diocesano! O objetivo de destruir a Fé Católica na zona leste de São Paulo, curiosamente, a mais pobre e onde os protestantes mais fazem estragos, está sendo atingido com sucesso!

Revolução comunista em marcha em Floripa

06/09/2013

sexta-feira, setembro 06, 2013

REVOLUÇÃO BOLIVARIANA NA ILHA DA MAGIA: GRUPOS DE AGITADORES COMUNISTAS ATACAM EM FLORIANÓPOLIS E ESPALHAM O TERROR..

O jornal Ilha Capital traz em sua última edição uma reportagem especial que revela aquilo que a grande imprensa catarinense escamoteia, ou seja, a invasão de Florianópolis, a capital do Estado catarinense, que fica na maior parte sobre a Ilha de Santa Catarina por organizações que podem ser qualificadas de MST urbano. Seus integrantes constituem uma horda de desordeiros ligados ao PT e seus satélites.
Na abertura da reportagem, Ilha Capital anota que em entrevista recente o empresário Hélio Bairros, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon), alertou sobre a chegada das Brigadas Populares em Floripa. Para ele essa “é mais uma preocupação e um desafio para o poder público” porque “essa gente vem para o enfrentamento” e “já está ocupando terrenos urbanos”.
Transcrevo na íntegra a excelente reportagem do Ilha Capital que serve para demonstrar que os cidadãos de Florianópolis que se informam por meio dos grandes jornais e emissoras e rádio e televisão, estão muito mal informados. Especialmente a maioria dos empresários e autoridades municipais e estaduais.
Florianópolis é uma panela de pressão pronta para explodir, por conta da incúria das autoridades que permitem a proliferação desse grupos de viés comunista que espalham o terror na capital catarinense agasalhados sob o deletério manto do pensamento politicamente correto. Essas autoridades são as responsáveis pela insegurança em que vivem os cidadãos de Florianópolis que agora também têm as suas propriedades sujeitas a invasões.
Transcrevo na íntegra a matéria do jornal Ilha Capital, que também pode ser lido no site desta publicação clicando no link ao final do texto. Leiam:
O alerta do presidente do Sinduscon se refere às manifestações de protesto promovidas no início de agosto contra a administração Cesar Souza Júnior (PSD). Elas ocorreram porque, depois dos oito anos de omissão conivente da gestão Dário Berger, a equipe de fiscalização da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Florianópolis (FLORAM) botou abaixo quatro barracos em construção por invasores – que se identificam pelo codinome de “Ocupação Palmares” -, sobre áreas de proteção ambiental e de alto risco na região da Serrinha, no maciço de favelas do Morro da Cruz. Cerca de 25 outras famílias de migrantes continuam dividindo nove barracos no local. Elas até concordam em não refazer os barracos, desde que os sem-teto sejam indenizados e realocados pela Prefeitura. Mas tem que ser na mesma região. Apoiados por vereadores de esquerda, depois de uma reunião no gabinete do vereador petista Lino Peres, manifestantes ameaçaram e chegaram a “pedir a cabeça” de Elisa Neli Rehn, gerente de Licenciamento e Fiscalização da Floram e responsável pelas operações.
Em novembro do ano passado, tão logo anunciada a vitória de Adeliana Dal Pont (PSD) no município de São José, a futura prefeita passou a ser pressionada por um grupo de representantes de cerca de 200 sem-teto, que semanas antes haviam invadido uma área particular de quase 92 mil metros quadrados no bairro Serraria, desde então identificada pelo codinome de “Ocupação Contestado”.

Polícia intertita e desmonta barraco erguida em propriedade particular. A ocupação de propriedades privadas afeta também áreas de preservação, mas os ecochatos calam acumpliciados com as organizações comunistas que infestam Florianópolis

Em vias de explusão, eles exigiam “uma solução para o seu problema de falta de moradia digna”. Segundo os militantes, a invasão só ocorreu porque o então prefeito Djalma Berger teria prometido que, se reeleito, desapropriaria o terreno para transformá-lo em um loteamento de baixa renda. Então, toda aquela gente de bem resolveu que era melhor invadir logo de uma vez para garantir o seu quinhão, furando a fila dos trouxas que optam por obter os seus direitos na forma da legislação. Não bastasse isso, passadas as eleições, eles exigem que a eleita cumpra uma suposta promessa do candidato derrotado. São os tempos sombrios em que vivemos…

Esses furdunços são organizados e orquestrados por um movimento político-ideológico com matriz em Belo Horizonte, que se identifica como Brigadas Populares/SC. Elas já atuam em outros três estados – Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro – sempre se articulando com movimentos revolucionários afinados com os círculos bolivarianos. Em Florianópolis, agem em parceiras com denominações como Bandeira Negra, Passe Livre e Ponta do Coral 100% Pública entre tantas outras, além de gabinetes de políticos esquerdistas.
Os brigadistas se tratam como “camaradas” e seu objetivo “é formar uma militância revolucionária caracterizada por sua disciplina consciente, compromisso, capacidade de iniciativa e compreensão da análise materialista, dialética e histórica da realidade”, porque “a forma de organização deve sempre atender às necessidades da luta de classes”. É que a intenção dos valentes – veja só! – é a “transformação revolucionária”, pela constituição de uma “unidade aberta”, que impulsione o surgimento de “uma nova maioria política e social (…) de caráter nacional, popular e socialista”, na qual “os trabalhadores se estabelecem como força dirigente”. A “Revolução Brasileira para um Brasil Socialista (…) como a aspiração mais elevada das massas populares (…) será obra do povo (…) em sintonia com o movimento internacional dos trabalhadores e trabalhadoras”, diz o manifesto das Brigadas Populares, em novembro de 2011.
O Jornal Ilha Capital teve acesso a uma cópia dos roteiros que as lideranças da Ocupação Palmares receberam das Brigadas Populares, com as instruções de alinhamento do discurso dos manifestantes, principalmente frente à imprensa. O documento expressa claramente o projeto de “outras ocupações e novos movimentos de reivindicação” que levem à criação de um “poder popular” na luta pela “revolução social” de “um mundo sem divisão entre classes sociais ou qualquer outro tipo deopressão” (negritos no original).
O brigadista responsável pela Ocupação Palmares, no Morro da Cruz é o paulista graduado em Economia pela UFSC, Vitor Hugo Tonin. Ele diz que “trabalha na UFSC” e nas férias passou um mês na Venezuela. O brigadista da Ocupação Contestado é o paulista Jonathan Henri Sebastião Jaumont, o “Jojo”, graduado em Serviço Social pela UFSC. Eles integram a Frente de Trabalho pela Reforma Urbana em Florianópolis, que já se articula com invasões mais antigas para ampliar suas atividades, aumentar a visibilidade e ampliar a notoriedade. A imprensa trata de forma vaga e casual a presença desse ente de agitação, como se fosse algo tão natural e inocente, que a opinião pública não precisa preocupar-se em saber mais e melhor sobre o assunto.
O Jornal Ilha Capital se encarrega de cobrir essa lacuna com informações consistentes. Aqui não há jornalistas jovenzinhos recém diplomados nos antros marxistas da UFSC. Conhecemos o método desses movimentos, nos quais supostos pacíficos de cara limpa e baderneiros de balaclava são estratégias de um mesmo plano de ação: suas pequenas intervenções para constranger autoridades são só o aperitivo. O banquete deles é a democracia estraçalhada: atrapalhar a vida da população ordeira, tumultuar a rotina das pessoas de bem, paralisar a cidade, provocar a polícia até o intolerável. Tudo em nome da revolução socialista para a implantação da tirania comunista.
Terrorismo em Florianópolis ocorrido recentemente com destruição de centenas de ônibus
Sempre na UFSC
No sábado, 3 de novembro de 2012, foi realizada uma reunião para tratar sobre moradia popular, regularização fundiária e função social da propriedade nesta Capital. Por trás do verniz politicamente correto dessas expressões, o verdadeiro propósito era formar uma rede de apoio à reestruturação do Movimento Sem Teto na Grande Florianópolis, fomentando a organização de ações diretas, em paralelo com o fortalecimento das articulações coletivas. O movimento perdeu muita força em Florianópolis, porque aqui ninguém precisa de “movimento organizado” para invadir ou ocupar propriedades, públicas ou privadas. A Ilha de Santa Catarina virou uma prostituta cercada de gigolôs, alcoviteiros e rufiões por todos os lados. Eles a oferecem a qualquer um, para ser penetrada, estuprada. Quem tentar fazer carinho, beijar na boca ou fazer amor com ela, provoca polêmica e escândalo e é escorraçado!
O local da reunião só poderia ter sido um: o auditório do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC. Público alvo: os sem-teto massa de manobra. Compareceram ao evento apenas cerca de 50 membros de grupos invasores de áreas públicas e privadas, moradores em situação precária, em áreas de risco ou despejados: da favela do Siri, Papaquara, Vila União, Kartódromo, favela do Mosquito, Nova Esperança, Panaia Aeroporto, Caieira do Saco dos Limões, Mont Serrat, Maciço do Morro da Cruz e Monte Cristo. A ocupação José Nitro, do bairro Jardim Zanelatto, em São José, também mandou representante.
Por mais de cinco horas eles ouviram a velha discuseira sobre “inclusão social”, “direito à moradia digna” e “cidades para todos”, que disfarça a doutrinação em luta de classes de pobres contra ricos. Falaram os cabeças dos principais entes articuladores da “luta por moradia popular digna” (a propósito: barraco mal enjambrado sobre propriedade alheia e área de risco é “moradia digna”?), inclusive aqueles professores universitários, arquitetos e urbanistas filiados a diferentes partidos políticos de esquerda – os de sempre, que o leitor deste nanico já sabe quais, de cor e salteado. Além dos sargentos das Brigadas Populares, estavam presentes representantes do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB), do Movimento Sem Terra em Santa Catarina (MST-SC), do Coletivo Anarquista Bandeira Negra, do Diretório Central de Estudantes (DCE) da UFSC, o ectoplasma da União Florianopolitana de Entidades Comunitárias (UFECO), Sintrajusc, Sindiprevs, CUT, Central Sindical e Popular (CSP – Conlutas), Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (RENAP). Repare bem: todas sãoorganizações sustentadas por muita grana que arrancam do povo, de forma direta ou indireta, para professar coletivismo e marxismo e combater o capitalismo, tentando expulsá-lo da alma da nação.
Origem universitária
O movimento Brigadas Populares teve origem em um Núcleo de Estudos Marxistas, formado por estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais para dissecar as ideias de pensadores revolucionários. Em 2005 o Núcleo se dissolveu e seus membros partiram para aplicar as teorias na prática, dedicando-se à articulação popular das favelas da periferia de Belo Horizonte, atuando como uma ferramenta a serviço da necessidade de organização da classe trabalhadora para a transformação social: a revolução das massas. Tempos depois foi realizado um seminário em que o movimento passou a ser estruturado para atuar de acordo com a linha politico-ideológica de sua origem. As Brigadas comandam oito ocupações em Belo Horizonte.
As Brigadas Populares são, tipo assim, um MST urbano: sua existência é praticamente virtual, só visualisada em diversos sites e blogs. Ela não tem existência formal, não tem estatuto, registro ou CNPJ, nem fisponibiliza qualquer informação de contato físico, como endereço ou telefone. As únicas peças de sua materialidade são os “profissionais de universidades” que coordenam as ações.
Na prática, os núcleos executivos de militantes orgânicos das Brigadas Populares surgem depois de articulações prévias com lideranças de grupos em áreas invadidas ou de pretendentes a tornar-se invasores de alguma propriedade já em vista. O movimento também recebe indicação de instituições, como as defensorias públicas, sobre a necessidade de apoio a algum grupo. Os brigadistas atuam pelo método de assembleias populares para identificar as pautas de cada grupo, estabelecer o direcionamento político dos embates, organizar as pessoas, prepará-las para as lutas e atividades necessárias, doutrinando-as para a elevação dos níveis de “consciência social” e fortalecimento das convicções pessoais para o enfrentamento. São eles que garantem o recrutamento de novas lideranças e a sua permanente formação e treinamento nas práxis revolucionárias.
Frente antiprisional
As Ocupações Palmares e Contestado, são brigadas territoriais que integram a Frente pela Reforma Urbana das Brigadas Populares. Além dela, em Santa Catarina está ativa desde o final de dezembro de 2011 a Frente Antiprisional, que antes só existia em Minas Gerais. Com o slogan “Nenhuma Vaga a Mais! Por uma sociedade sem prisões!”, a sua principal atividade é coordenar o Grupo de Amigos e Familiares de Pessoas em Privação de Liberdade, que articula e organiza as reivindicações coletivas dos parentes de presos da Penitenciária de São Pedro de Alcântara. A penitenciária é aquela onde ficavam os líderes do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) acusados pelo assassinato da esposa do diretor que impunha regime severo no cumprimento das penas. A agente prisional Deise Alves foi fuzilada por engano quando chegava em casa dirigindo o carro do marido, em São José, em outubro de 2012. A aplicação ainda mais rigorosa das regras na prisão, depois da morte de Deise, foi o estopim para duas ondas de violentos atentados terroristas comandado de dentro da cadeia. As ações de guerrilha varreram Santa Catarina entre novembro e fevereiro últimos. Os principais acusados foram transferidos para uma penitenciária de segurança máxima, em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Segundo as investigações policiais, as famílias dos presos já estão se estabelecendo na cidade.
Nos outros quatro estados onde as Brigadas Populares atuam (Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro), já funcionam também frentes de Formação (de quadros), Comunicação e Cultura e de Juventude.
Aprofundando-se, é possível perceber a existência de uma indústria de sem-teto, uma espécie de agência de tráfico de migrantes de uns locais para outros – entre municípíos e estados -, numa constante realimentação de fogueiras do movimento pelo “direito à moradia digna”, que fundamenta as pressões político-ideológicas pela implantação da “reforma urbana” de cunho marxista. Do site do jornal Ilha Capital

O que é o comunismo do PT – Acorda Brasil – A Real Face da implementação do Comunismo & Socialismo

29/08/2013
 Um Documentário OBRIGATÓRIO para jovens mal informados e simpatizantes de partidos radicais de esquerda do Brasil e movimentos revolucionários fanáticos.

Organização política administrativa local no Brasil e em Portugal – Vilas – Municípios no Brasil e em Portugal

29/08/2013

Abra estes PDFs explicação completa:

 

A minha candidatura é o protesto do Povo!

25/06/2013

Minha candidatura é o protesto do povo

ADHEMAR DE BARROS

Devo a êste maravilhoso órgão de divulgação, mais esta oportunidade de continuar o meu diálogo com o povo brasileiro. Continuarei a fazê-lo na mesma linguagem das minhas palestras com a nossa gente em minhas peregrinações de tantos anos. Faço-o sem arrogância e sem imposições: de brasileiro para brasileiro, de igual para igual. Sei que, desde o mais humilde ao mais letrado, todos entendem a minha Mensagem de fé nos destinos da nacionalidade.

Uma longa jornada e uma extensa fôlha de serviços autorizam-me a falar com o povo e em nome dêsse mesmo povo, em nome do Brasil e em nome da Democracia. Sou homem de partido. Sou homem de ideais democráticos, homem de postulados políticos. Sou candidato, mas não o sou por imposições pessoais ou de grupos. Luto sòzinho. Não tenho pelas minhas costas, a impulsionar-me, nem o Govêrno Federal nem o Govêrno do Estado de São Paulo.

Eu não tenho os apoios oficiais, nem os apoios particulares. Eu só tenho você, brasileiro. E, só com você, eu tenho, graças a Deus, mais do que os meus opositores, pois o que vale é o voto e não essa avalancha de dinheiro que pode comprar políticos, mas não compra a consciência cívica dos brasileiros. Sou, portanto, candidato para vencer. Eu sinto que o povo repele a propaganda milionária dos candidatos dos Bancos oficiais do Poder Central e do Estado de São Paulo e dos grupos financeiros que temem a vitória de quem não tem compromissos com êles, mas apenas com as massas sofredoras da nossa terra.

Eu só tenho você brasileiro, que não tem o direito ao pão de cada dia, porque os preços estão pela hora da morte. Eu só tenho você, desabrigado, doente, sem trabalho, que precisa mais de um govêrno humano do que de palácios, espadas ou vassouras. Você, sem casa e sem pão, mas com a alma forte e corajosa. Você que aprendeu, nas vicissitudes por que tem passado, a retemperar a coragem cívica e protestar, através do voto que não se vende, contra êsse estado de coisas. Eu só tenho você, trabalhador espoliado do seu salário, que não lhe permite ter casa para morar, leite e escolas para os seus filhos.

Você, meu companheiro de lutas democráticas, você, povo, sabe que não gosto de acusar ninguém. Gosto, isto sim, de esclarecer a opinião pública. Eu não tenho inimigos pessoais. Os meus inimigos são os inimigos do povo. Se protesto, se mostro erros e desacertos, é porque os vândalos da nossa Economia, os grupos parasitários e os seus candidatos sem partidos, querem tirar ao povo o seu direito de livre escolha. Aí estão as marchas e contramarchas de candidatos que procuram assustar a opinião pública com ameaças de golpes e sangue nas ruas brasileiras, onde deveria correr sòmente a abundância de alimento e progresso. Aí estão as iras da derrota iminente que vem solapando, inclusive, o prestígio pessoal do Presidente JK.

Eu o avisei, de amigo para amigo, de brasileiro para brasileiro, de que uma candidatura imposta seria um abuso capaz de dar nisso que todos estão vendo: essa volúpia de ofensas de dois candidatos que se digladiam em praça pública, ao invés de apresentar idéias ou programas. Aí estão as reviravoltas do oportunismo. Aí estão as ideologias exóticas transparentes, que tomam as côres do momento, ao bel-prazer do oportunismo.

Novas armadilhas são preparadas para o povo, inclusive nas promessas de continuísmos dêsse estado de coisas, com palácios construídos a custa do pão do trabalhador. Então aí as artimanhas, as maquinações da intriga, o ópio com que pretendem dopar as nossas consciências, lançando carradas de papel com rótulo de dinheiro, um papel que não dá para pagar a conta do trabalhador no fim do mês. Aí está, também, a miragem da sêde do Poder a qualquer preço, ainda que seja o preço das maquinações realizadas em viagens nababescas fora da nossa Pátria.

cÉ o protesto do único partido que tem candidato próprio e leva à praça pública um ideal, uma ideologia de trabalho e progresso, com um programa realista e uma Plataforma, a única apresentada até agora ao povo. Eu protesto, portanto, em nome do povo contra a ameaça de agressão à Democracia. Eu protesto contra a deturpação do regime. Se não vamos entrar numa guerra, para que espada? Se não vamos fazer ditadura, mas democracia, para que precisamos do ódio, da vingança, das perseguições e do juízo final, a que se propõe o homem da vassoura?

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Pelos símbolos se conhecem os homens. Um apresenta por símbolo, que é aquilo que deve haver de melhor em sua alma, uma vassoura que, por sinal, serviu de símbolo a tôdas as feiticeiras do passado; o símbolo do mal. O outro, apresenta uma espada, símbolo da prepotência e da fôrça. É por isso que o povo já anda dizendo, com a sua sabedoria divina, que Entre a Fôrça do Mal e o Mal da Fôrça, símbolizados na vassoura e na espada, eu sou o caminho. O caminho da Democracia, da Verdade e do Entendimento, simbolizado num salva-vidas que é o de que a Nação anda precisando neste caos em que se debate.

Eu protesto. Eu não deixarei esta ânsia de poder a qualquer preço chegar à agressão ao direito do voto livre. Em 3 de outubro, o povo brasileiro vai ajudar-me a dar uma lição de Democracia a êsses senhores.

Agora mesmo estamos vendo a confirmação dos meus cálculos de aumento dos preços de gêneros. Está publicada no Correio da Manhã do dia 28 de agôsto último. Eu disse que os preços tinham encarecido 50 anos em 5. A banha aumentou 350% ! A batata, a cebola, o feijão, a farinha de mandioca, o milho e até o amendoim subiram até 600%.

Nunca se viu isto em nossa História. Agora, eu pergunto: onde está o candidato da Oposição que não apresenta solução verdadeira para a alta desmedida dos preços, chegando mesmo a louvaminhar o govêrno do Senhor Juscelino em muitas de suas manifestações, como o fêz recentemente em Brasília? E o candidato do govêrno terá uma boa defesa para essa alta astronômica do custo da vida, quando o govêrno gasta bilhões para uma obra faraônica?

Não, brasileiros! Não farão nada pelo povo, simplesmente porque ambos são candidatos dêles próprios, sem partidos, sem ideais e sem programas.

Eu converso com o povo e lhe digo que, de início, sustarei as emissões desenfreadas; modificarei a distribuição orçamentária, dando 30% ao município, 30% ao Estado e 40% à União; darei preferência, nesse orçamento, aos Ministérios da Educação, Saúde e da Agricultura, não como ora se faz, quando os três Ministérios, Aeronáutica, Marinha e Exército, consomem mais de 50% do orçamento num país pacífico como o nosso, dentro de um mundo dominado por potências que podem anular as nossas fôrças com as suas fabulosas bombas de hidrogênio e atômicas e com as suas frotas aéreas, de teleguiados de capacidade arrasadora nunca vista.

Eu tenho programa e tenho idéias. Quero o Govêrno não para fazer prevalecer a ganância de grupos, sejam os ora dominantes ou os inconformados que vão buscar um candidato fora de suas hostes sòmente para se servirem dêle e não para servir o povo.

Eu não sou problema. Não sou a inflação arrasadora de situações econômicas ou morais. Não sou o alto custo da vida para o qual não contribuí, pois em meus governos, realizando mais que todos os governos, jamais aumentei impostos ou taxas. Eu não sou a fome. Não sou a doença do corpo, nem a doença da alma, nem a doença do regime. Não sou o desemprêgo e nem a falência da Previdência Social. Não a pompa e nem o desperdício. Não sou a volúpia do poder, nem o ódio ou a vingança. Não sou a espada, nem a vassoura: sou o salva-vidas. Sou a solução. Sou a solução para o Brasil, como fui, mercê de Deus, a solução para São Paulo. Sou a solução do Brasil, porque sou a solução para o homem do Brasil e para o regime democrático.

A candidatura do povo está intacta. A vitória do povo, ninguém a tira. A plataforma de govêrno do povo é a resposta aos seus algozes, aos prepotentes e aos místicos da política. Vamos abrir novos caminhos para o Brasil. O Brasil tem um lugar reservado entre as potências em choque. O Brasil será aquela potência moral, que atuará como um freio entre as ideologias em luta. O mundo fica cada vez menor. Um conflito mundial pode causar danos indiretos ao Brasil.

Vamos lutar pela paz, com os nossos instrumentos de trabalho. O trabalho será a nossa linguagem democrática perante os outros povos. Mas trabalho que não seja castigo: trabalho que seja libertação! Vamos abrir os nossos portos ao mundo inteiro. Vamos vender e comprar, vamos negociar, em têrmos honestos, com todos os países do mundo. Mas vamos mostrar, com o nosso trabalho, com a organização da nossa vida, que esta é uma Democracia. Isso será o mesmo que dizer aos outros povos: esta é uma Democracia. Respeitai-a e vivereis felizes!

Vamos falar a linguagem da nossa tradição cristã, que é a linguagem do amor e não o ódio! Não nos vamos unir a ninguém para ir contra ninguém. O Brasil não entrará em guerra. Não pode entrar, pois temos que realizar uma guerra muito mais digna, aqui dentro mesmo: a guerra contra a fome, a sêca, o desabrigo, o desemprego e o subdesenvolvimento. Para isso, eu tenho uma plataforma de govêrno. E essa plataforma de govêrno traz as soluções para o homem do Brasil. A sua valorização e a valorização do seu trabalho. O pão, a água, a casa, a terra, o trabalho, a saúde, a educação. Uma coisa está ligada a outra. Por isso, solucionando o problema da saúde, com assistência real, postos de saúde, maternidades, assistência volante que atinja até o coração da Pátria, teremos um homem saudável. Mas é preciso educá-lo, dar-lhe escolas, cartilha, tabuada, transporte, merenda, tudo gratuito, principalmente a escola técnica, o artesanato, as escolas profissionais.

É preciso, também, remunerar o mestre de acôrdo com seus altos deveres, sem cercear as atividades legítimas do ensino particular onde temos tido a grande fôrça libertadora da ignorância em nossa terra. Somam as milhares as escolas religiosas e são incontáveis as ações dos missionários que levam até o índio a palavra da verdade, porque instrução é verdade. Quanto à terra, o homem deve conquistá-la com irrigação, instrumentos próprios, créditos, máquinas, sementes. A saúde e a instrução lhe darão maior capacidade de trabalho, e mais pão para todos. Não basta dar terra ao homem: é preciso dar o homem à terra! Com a liberdade sindical, previdência atuante e permanente, salário justo, as condições de trabalho melhoram. E, aí, o homem precisa da industrialização. O aço é a matéria-prima do progresso. Centenas de siderurgias nos darão aço suficiente para a industrialização. E aço quer dizer fartura. Com aço desencadearemos a espiral, não da inflação, mas do próprio desenvolvimento.

Transporte, Energia, Saúde e Educação devem ser resolvidos pela criação de sistemas de rêdes completas. Não adiantam as providências estanques. Por onde passar a Energia Elétrica, passarão o transporte, o médico e o livro.

Os recursos para realizar todo um programa de govêrno estarão à disposição no meu govêrno, com estas providências: a) eliminação das despesas supérfluas; b) reforma do orçamento; c) melhor distribuição das rendas, com 30% para os Municípios, 30% para os Estados e 40% para a União, como atrás falamos. O Município executará quase tudo e a União planificará quase tudo.

O princípio básico será: centralizar para planificar e descentralizar para executar.

A par disso, teremos que realizar o aumento da produção e das vendas para o exterior. Aumento da produção do petróleo para economizar divisas, bem como do trigo e do papel de imprensa. Venda em melhores condições do nosso minério de ferro, que nos poderá dar tanto quanto nos dá o café. Criação da cooperativa do café, para libertar os cofres públicos da sustentação cara dos preços. E, para baixar o custo da vida, a solução será a Reforma Tributária. Taxação pesada sôbre os artigos de luxo e as rendas altas. Libertação dos artigos e gêneros de primeira necessidade e dos salários. Salário não é renda, tenho afirmado e, se eleito, provarei que resolverei êsse problema.

Assim tenho falado ao povo nas minhas peregrinações por êste imenso País. Assim continuarei falando através dos órgãos de divulgação como esta brilhante Revista. Assim falarei quando eleito Presidente da República, porque gosto de dialogar com o povo e sei que lhe interpreto as mais sentidas aspirações. Assim irei falando, trabalhando, realizando a exemplo do que fiz em São Paulo e, agora, na Prefeitura da cidade que mais cresce no mundo, até que possamos construir um Brasil Melhor dentro de um Mundo Melhor.

A minha saudação a O Cruzeiro e, através dêste instrumento portentoso da opinião pública, a todo o povo brasileiro: Para a Frente e Para o Alto!

Desta Vez, Vamos!

Foi a Turma do Palácio do Planalto que começou tudo

18/06/2013

Todo CUIDADO é pouco! Líderes são petistas, funcionários da Presidência. O que falta ao movimento é a estratégia de conhecer seu inimigo.

Polícia identifica suspeitos de liderar manifestação de sexta-feira (14), em Brasília
http://globotv.globo.com/globo-news/jornal-das-dez/v/policia-identifica-suspeitos-de-liderar-manifestacao-de-sexta-feira-14-em-brasilia/2640187/

Deu no The New York Times

18/06/2013

http://www.nytimes.com/2013/06/18/world/americas/thousands-gather-for-protests-in-brazils-largest-cities.html?hp&_r=0

A Sardinha enlatada acabou – Vão aprender a pescar, minha Gente!

22/05/2013

O governo não precisa melhorar as estradas, melhorar nada, dar emprego nada, produzir mais alimentos nada, basta me dar 70,00 reais por mês e está tudo bem. Voto nele e morro por ele.

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CANALHA DO LULA ERA CONTRA O BOLSA FAMÍLIA

Quem fala a verdade neste Brasil é sempre discriminado pelos patológicos esquerdistas neuróticos e vagabundos que acreditam no Paraíso na Terra ás custas do Estado (que é sustentado pelo povo que trabalha e paga impostos).

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E tem aquela que quer calça de 300,00 reais para a Filha: Ou seja, você trabalha, paga imposto, para sustentar calça de 300,00

PUTA QUE PARIU:

O Brasil está as avessas, quando o povo precisa de trabalho lhe dão esmola, quando alguém grita contra os desmandos do governo é burguês, quando alguém critica o Congresso por acoitar bandidos condenados é ele o achincalhado, não se pode sair em paz a lugar algum no Brasil sem correr sérios riscos de não voltar para casa.
É ESTE O PAÍS QUE O LULA TRANSFORMOU ( Fafá de Belém)

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Boato falso” significa que é um boato que não veio do meio do povo.. e sim que o PT plantou um boato contra si mesmo para culpar a oposição.

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A Classe Média vai bem, Obrigado PT:

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Classe Média vai ao Paraíso:

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90 anos da Faculdade de Farmácia de Araraquara – e outras obras do grande governador Doutor Washington Luís Pereira de Souza

16/05/2013

Em 1 de maio de 1920, chegou à presidência do estado (governador), na qual ficou até 1 de maio de 1924, e consolidou sua posição de comando na comissão executiva do Partido Republicano Paulista (PRP).

A prioridade de seu governo era povoamento do interior do estado e o grande número de obras rodoviárias executadas. “Governar é abrir estradas” foi seu lema, na campanha eleitoral de 1920. Devido a esse lema, recebeu o apelido de “Estradeiro“, lema e prioridade de governo, os quais, foram, depois, assimilados pelos governadores posteriores de São Paulo. A sua frase ainda é citada pelos políticos paulistas.

A frase, na sua íntegra, que é uma extensão da frase de Afonso Pena “Governar é povoar”, dava ênfase à ocupação do território:

Cquote1.svg Governar é povoar; mas, não se povoa sem se abrir estradas, e de todas as espécies; Governar é, pois, fazer estradas! Cquote2.svg

— Washington Luís

Foi muito criticado pelos seus adversários que eram contra essa novidade da época: as estradas, chegando a ser chamado de “General Estrada de Bobagem“, um trocadilho com “Estrada de Rodagem”.8

Seguiram a tradição de Washington Luís e também são considerados Estradeiros, os seguintes governadores paulistas: Ademar de BarrosPaulo Egídio MartinsPaulo Maluf e Orestes Quércia.Franco Montoro deu impulso às pequenas estradas do interior do estado chamadas de “estradas vicinais”.

Ademar, em 27 de dezembro de 1938, declarou:

Cquote1.svg O programa rodoviário idealizado pelo ex-presidente Washington Luís será por mim integralmente realizado. Abrir estradas! Eis aí uma das acertadas soluções para o desenvolvimento econômico-financeiro do Estado. Convencido da oportunidade desta medida, estudei a realização de uma completa rede rodoviária, a unir todos os centros produtores, estes com as saídas naturais da riqueza estadual!9 Cquote2.svg

—Ademar de Barros

As principais estradas implantadas, visando ligar São Paulo aos estados vizinhos e ao porto de Santos, foram:

  1. São Paulo – Bananal, na divisa com o Rio de Janeiro;
  2. São Paulo – Santos (pavimentada), recuperando a Estrada do Mar, antiga Estrada da Maioridade.
  3. São Paulo – Ribeirão Preto;
  4. São Paulo – Sorocaba.

De seu mandato como presidente do estado de São Paulo (1920-1924), destacam-se ainda:

  1. Garantiu a segurança do estado, enviando tropas da Polícia Militar para combater, na fronteira com o Mato Grosso do Sul, os revoltosos do levante tenentista de 5 de julho de 1922.
  2. Presidiu o centenário da Independência do Brasil, reformou o Museu do Ipiranga e construiu e inaugurou, em 7 de setembro de 1922, o Monumento da independência e diversos monumentos ao longo da Rodovia Caminho do Mar, que liga a capital paulista ao litoral, como o Padrão do Lorena e o Cruzeiro Quinhentista.
  3. Restabeleceu a imigração europeia interrompida pela primeira guerra mundial para as lavouras de café. Criou um tribunal rural para dirimir conflitos entre colonos e fazendeiros.
  4. Criou colônias agrícolas especialmente de japoneses e procurou não enviar imigrantes diretamente para terras devolutas do sertão do estado por entender que não estavam adaptados ainda ao novo clima e solo.
  5. Estabelece por lei, em 1921, que, as terras devolutas do estado, possam ser adquiridas, por doação do estado, e não mais por compra, como se fazia até então, permitindo a posseirosregularizarem suas terras.
  6. Realizou o reconhecimento do oeste paulista ainda composto de terras virgens visando seu povoamento.
  7. Semana de Arte Moderna de 1922, que ele apoiou.
  8. Pediu ao escritor Monteiro Lobato que escrevesse um livro para ser usado em aulas de leitura das escolas estaduais. Tal livro chamado: “A menina do nariz arrebitado” lançou Monteiro Lobato na literatura infanto juvenil.
  9. A criação de várias faculdades de farmácia e odontologia no interior do estado em uma iniciativa pioneira de interiorizar a educação.
  10. Criou o Museu Republicano de Itu.
  11. Modernizou o Arquivo do Estado de São Paulo, editando e publicando documentos históricos valiosos e transformou o Museu Paulista ( Museu do Ipiranga) em museu histórico com enfoques nos Bandeirantes.
  12. Recebeu em 1923, o rei da Bélgica.
  13. Em 1922, O Gabinete de Investigações e Capturas, da Secretaria de Justiça e Segurança, desbaratou o Partido Comunista de São Paulo, subordinado à Rússia e que foi o primeiro partido político desta ideologia a ser organizado no Brasil.
  14. Realizou uma reforma completa do ensino público estadual e uma reforma do poder judiciário.
  15. Refinanciou a dívida interna e a dívida externa do Estado.
  16. Criou os processos de indenização por acidente de trabalho.
  17. Estabeleceu em definitivo as fronteiras de São Paulo com o Rio de Janeiro e com o Paraná. Encaminhou o problema da divisa de São Paulo com Minas Gerais que finalmente foi resolvida no governo de Armando de Sales Oliveira.

Quando alguém te falar de DIREITOS HUMANOS mostre-lhe esta fotografia e depois cuspa na cara do FDP

06/05/2013

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segunda-feira, abril 29, 2013

Dentista morta queimada é velada no ABC

O corpo da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, morta queimada emSão Bernardo do Campo, no ABC, na quinta-feira (25), está sendo velado, nesta sexta-feira (26), no Cemitério da Vila Euclides. Por causa das condições do corpo, o velório ocorre com o caixão lacrado.
De acordo com funcionários do cemitério, o enterro está previsto para ocorrer às 13h. Pouco antes das 10h, um padre esteve no velório para a realização das exéquias.
Cinthya morreu queimada após assalto a seu consultório, que funcionava na Rua Copacabana. Segundo a Polícia Militar, um trio invadiu o estabelecimento por volta das 12h30 de quinta-feira e anunciou o roubo. Como eles não encontraram dinheiro, a dentista entregou o cartão bancário e a senha. Os ladrões, então, sacaram R$ 30 num caixa eletrônico, enquanto um outro continuava no consultório com a dentista e uma paciente como reféns. Depois, os criminosos voltaram, atearam fogo na dentista e fugiram em um carro. Um quarto assaltante aguardava os outros em um Audi estacionado perto do consultório.
Velório em São Bernardo do Campo (Foto: Glauco Araújo/G1)

Velório acontece em São Bernardo do Campo
(Foto: Glauco Araújo/G1)

Pais

Por volta das 11h desta sexta, com dificuldade para caminhar e amparada por uma bengala, a mãe da dentista chegou ao velório na companhia do marido. “Oro todos os dias. Entrego para Deus, só isso. Quem planta colhe. Um dia eles vão colher, infelizmente, o que plantaram”, afirmou Risoleide Moutinho de Souza. Ela contou ter conversado com a dentista minutos antes do crime. “Ela disse: ‘Mãe, hoje eu não vou almoçar’. Quando eu cheguei foi uma surpresa.”

O pai afirmou que tem recebido muito apoio dos amigos, familiares e vizinhos. “Recebemos muita solidariedade, vamos esperar que a Justiça se faça”, disse Viriato Gomes de Souza. Sobre a filha mais nova deles, que é especial, ele disse que não sabe ainda se ela tem consciência da morte de Cinthya. “Não sei se ela sabe. Não sei o sentimento dela, ela não fala, a gente não sabe o sentimento dela. Eram duas irmãs como se fossem gêmeas, muito ligadas.”

Mapa  (Foto: Arte G1)

Bastante emocionada, a médica Monica Guimarães Moutinho, prima de Cinthya, reclamou da criminalidade e impunidade. “Minha prima era trabalhadora. A gente não é rico. A gente só trabalha para ter uma vida digna, para pagar as contas. Nunca achamos que vai acontecer com alguém da nossa família, mas agora esse é só mais um caso. Amanhã vai acontecer a mesma coisa”, disse, do lado de fora do velório da dentista.

Investigações
Na madrugada desta sexta, a polícia ouviu um adolescente como testemunha nas investigações do crime. A mãe de um suspeito também foi interrogada e reconheceu o filho nas imagens de câmeras de segurança que estão em poder da Polícia Civil.

Com base em informações de uma nota da Polícia Militar divulgada nesta manhã, o G1 informou às 7h05 que um adolescente foi detido e teria confessado participação no crime. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), entretanto, corrigiu a informação da PM. Segundo a SSP, a Polícia Civil informou que o menor foi ouvido apenas como testemunha.

Na nota divulgada no início desta manhã, a PM informava que o menor foi detido e autuado. Às 8h30, porém, a PM afirmou que o adolescente, levado inicialmente como suspeito, foi interrogado na condição de testemunha pela Polícia Civil e liberado em seguida. A corporação afirma ter chegado ao menor após uma denúncia anônima informando que ele teria participado do crime.

Crime
As investigações apontam que um saque com o cartão da dentista foi feito em uma loja de conveniência de um posto de gasolina. Na imagem do circuito interno de segurança do estabelecimento, ao menos um suspeito aparece. As imagens e o relato da paciente serão usados pela polícia para fazer um retrato falado.  A paciente disse, de acordo com o delegado seccional de São Bernardo do Campo, Waldomiro Bueno Filho, que um ladrão colocou um capuz em sua cabeça, mas que ouviu a dentista conversando com os criminosos.

Segundo a testemunha, Cinthya disse que não possuía dinheiro em caixa e deu o cartão de crédito e a senha para que eles fossem sacar, mas informou que tinha pouco saldo na conta. O delegado conta que a paciente relatou ter ouvido a dentista gritar muito, pedindo para que os ladrões “não fizessem isso”.
A polícia busca o trio que invadiu o consultório e um quarto suspeito de dar cobertura à ação.

Doutrinação GAY e Pedófila feita pelo DESgoverno do PT nas escolas de primeiro grau

30/04/2013

Vamos mostrar o primeiro de vários outros casos de como nossas crianças estão sendo bombardeadas com a erotização.

Lembram da Marta Suplicy e sua velha e ridícula frase: “relaxe e goze”, lembram?

Se não gosta de ler, melhor começar agora, pois os fatos são graves. (separamos as partes mais importantes e revoltantes)

Em sua gestão como prefeita da cidade de São Paulo, a mesma contratou um Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual (GTPOS) e firmou com a prefeitura, contratos no valor de R$ 2,3 milhões, sem concorrência. Essa organização não-governamental (ONG) foi fundada pela Prefeita e mais nove pessoas em 1987. Até assumir a Prefeitura, Marta Suplicy ocupou o cargo de presidente de honra da entidade que hoje tem apenas 11 integrantes — 8 deles co-autores de livros de Marta Suplicy sobre sexologia. Esse vínculo entre os membros da ONG e a prefeita levou o Promotor da Cidadania, Sílvio Marques, a encaminhar à secretaria do Ministério Público Estadual (MPE) ofício para que os contratos sejam investigados. “Não é normal que instituições e pessoas que tenham relações próximas com a prefeita ou com o governo sejam contratadas sem licitação”, diz o Promotor.

A organização não-governamental GTPOS foi contratada, inicialmente, para ajudar a montar um programa de educação sexual nas escolas municipais. Apresentou um projeto dividido em três etapas, que incluíam desde o convencimento de diretores, coordenadores e professores sobre o trabalho a ser desenvolvido nas unidades de ensino, e aulas para capacitá-los sobre o tema, até reuniões semanais com grupos das escolas.

Meses depois, o contrato inicial recebeu aditamento de R$ 406 mil para ENSINAR OS EDUCADORES MUNICIPAIS A LIDAR COM TEMAS COMO EREÇÃO E MASTURBAÇÃO INFANTIL, ENTRE CRIANÇAS DE ZERO A 5 ANOS. Para completar, no dia 7, outro contrato foi firmado com a entidade, desta vez ao custo de R$ 372 mil, para orientação de pais sobre planejamento familiar.

Uma pergunta que se impõe é: como uma entidade formada por apenas 11 pessoas é capaz de desenvolver e implantar projetos para 1,8 mil escolas da rede municipal de ensino que abrigam mais de 1,1 milhão de alunos? Obviamente, mediante a subcontratação de profissionais em esquema de free-lancer, o que caracteriza o desvio do “notório saber” que justificou a contratação sem licitação. Essa prática tem sido recorrente nos contratos da Prefeitura com fundações e ONGs que, +++num período de 12 meses, receberam um total de R$ 176 milhões.

Não bastasse, há ainda a dúvida sobre a necessidade de muitos dos projetos.

“Criança de creche e de EMEI quer boneca, carrinho e bola, não orientação sexual”, resume o Vereador Domingos Dissei. De fato, pagar R$ 406 mil para ensinar educadores a tratar da ereção e da masturbação em bebês parece despropositado em muitos sentidos.

Primeiro, porque são inúmeras as boas publicações a respeito do assunto (algumas até obrigatórias para qualquer educador), que poderiam tirar as dúvidas dos profissionais das creches a custo bem menor. Segundo, parece ter havido valorização exagerada do tema, principalmente se considerada a fase da infância em questão. As necessidades das crianças em creches e EMEIs, realmente, são outras.

Fonte: Editorial do jornal O Estado de S. Paulo

Você como pai ou mãe teria coragem de masturbar seu filho recém nascido por que o governo deseja o início precoce da sexualidade dele? Pare e pense em que país estamos vivendo.

Mesmo com tantas denúncias contra Marco Feliciano, mais à frente mostraremos por que a mídia tenta barrar a entrada dele na Comissão de Direitos Humanos. Contradição, não? É… Mas a coisa é mais séria do que imagina.

História do município e cidade de Franca, Vila Franca do Imperador,

03/04/2013

história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com os bandeirantes:

A partir dabandeira do Anhanguera , em 1722, que construiu o “Caminho de Goiás”, ou “Estrada dos Goiases” que ligava a cidade de São Pauloaté as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo e passava pela região onde depois surgiu Uberaba-MG.

Começam a surgir, a partir de então, os famosos “pousos” de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar – eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por “Pouso dos Bagres”.[9]

No final do século XVIII, havia dispersos na região vários desses pousos. Em 1779, moravam cerca de uma centena de pessoas, no sertão doRio Pardo pertencente à Vila de Mogi Mirim. Para uma melhor organização do local, foi criada uma Companhia de Ordenanças e nomeado, como seu Capitão, o português Manoel de Almeida. Posteriormente comandou o distrito, a partir de 1804, o Capitão Hipólito Pinheiro.

No início do século XIX, os filhos de Manoel de Almeida (Antônio Antunes de Almeida e Vicente Ferreira de Almeida) doam suas terras para a construção de uma capela, benzida pelo padre Joaquim Martins Rodrigues.

Juntam-se, depois, a essa população mineiros (chamado de geralistas) e goianos, que, devido à decadência da mineração em suas regiões, começam a se instalar no “Belo Sertão do Rio Pardo”, por incentivo do governador-geral da Capitania de São Paulo, António José da Franca e Horta, ao qual se deve o nome da cidade.

Esses pioneiros reivindicaram junto ao governo geral do Brasil a criação de uma freguesia porque a freguesia mais próxima era a de Mogi Mirim, a centenas de quilômetros de distância.

A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca foi criada em 3 de dezembro de 1805, pertencendo ao termo da Vila de Mogi Mirim.

território original da Freguesia da Franca, que fora desmembrado da Vila de Mogi Mirim, abrangia a região de Batatais e estendia-se atéIgarapava e Guaíra e era muito extenso. Foi, porém, bastante reduzido com a criação de novos municípios: Batatais em 1839Igarapava em1873Ituverava e Patrocínio Paulista em 1875São José da Bela Vista em 1948Cristais Paulista em 1959RestingaJeriquara e Ribeirão Corrente em 1964.[10]

Em 1821, é criada por Dom João VI a “Vila Franca Del Rey”, que só foi instalada em 28 de novembro de 1824, sendo o primeiro presidente daCâmara Municipal o Sargento-Mor José Justino Faleiros, tronco da Família Faleiros da região de Franca, empossado, junto com os demais vereadores, no dia 30 de novembro de 1824.

Com a independência do Brasil, passa a se chamar Vila Franca do Imperador, uma homenagem a D. Pedro I do Brasil.

Em 1821, Minas Gerais tenta anexar a região, mas devido à resistência dos francanos, a tentativa falha. Esse episódio está registrado nobrasão da cidade, com a cidade fortificada e o lema “GENTI MEAE PAULISTAE FIDELIS” (Fiel à Minha Grei Paulista).

Em 1838 houve em Franca uma rebelião que ficou conhecida como Anselmada.

Em 1839 é criada a comarca da Franca. Neste ano, Franca perde grande parte de seu território para a criação da Vila de Batatais.

Pela lei provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, Franca é elevada à categoria de município e cidade.

Na década de 1830, francanos, especialmente das famílias Garcia Leal, Correia Neves e da família Souza, iniciaram a povoação da região de Santana do Paranaíba no atual Mato Grosso do Sul.

O município recebeu muitos imigrantes. Com a expansão do café para o Oeste Paulista vêm os imigrantes, sobretudo italianos. A partir destes imigrantes, monta-se a primeira indústria da cidade, calçadista, que desenvolve-se principalmente a partir da década de 1920.

Franca participou da Guerra do Paraguai com os Voluntários da Franca e com o famoso Guia Lopes.

Na década de 1890, Franca passa a ser servida pela Estrada de Ferro Mogiana, mas, no início do século XX, o ramal de Franca foi abandonado e os trilhos retirados porque a Estrada de Ferro Mogiana construiu outro ramal, uma variante, ligando Ribeirão Preto a Uberaba sem passar por Franca.

A cidade empenha-se durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na qual morreram por São Paulo seis cidadãos francanos.

Atualmente, destaca-se no setor da indústria de calçados masculinos, mas as indústrias calçadistas de Franca já estão dando atenção e produzindo também calçados femininos, ainda que, até hoje, o café tenha ativa participação na economia do município.

A Vergonha censura que está para vir no mundo todo na Internet

10/03/2013

Os EUA, seguidos de todos os países da Europa, além de Canadá e Japão, recusaram-se a assinar o documento, sob a alegação de que ele confere aos governos o poder de interferir no livre fluxo de informações na internet.

 
O Brasil alinhou-se a esse grupo mencionado, com a justificativa, segundo o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), de que o novo acordo é uma forma de combater o “monopólio” dos Estados Unidos em relação à governança da internet.

 
É uma referência ao fato de que o governo americano integra as instâncias decisórias na Icann (Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números), entidade privada sediada na Califórnia cuja função básica, desde 1998, é administrar os domínios da rede no mundo todo, algo essencial a seu funcionamento, mas que não exerce controle nenhum sobre o tráfego de dados na internet.

 
Desde 1995 a internet está formalmente fora da Lei Geral de Telecomunicações, sendo considerada apenas um “serviço de valor adicionado”. É justamente a ausência de controles oficiais que torna a internet dinâmica, capaz de inovar continuamente, e o modelo brasileiro está entre os melhores do mundo para mantê-la assim.

 
Contudo, a título de tirar dos Estados Unidos o suposto controle político da internet, países com tradição autoritária tentam legitimar internacionalmente um controle do tráfego de informações na web.

 

O resultado é que a própria UIT, entidade que interfere em questões básicas das telecomunicações, como a coordenação de recursos de telefonia e do uso do espectro de radiofrequência, sairá enfraquecida desse confronto, algo que não aconteceu nem durante a guerra fria propriamente dita. E o governo brasileiro, movido por seu eterno objetivo ideológico de se contrapor aos Estados Unidos, assinou o tratado e aprovou a resolução sobre a internet sem reservas, legitimando esse atentado.

São Paulo de Piratininga – Terra Bandeirante

08/03/2013

Antecedentes históricos da Villa de São Paulo de Piratininga:

Primitivo Paço Municipal da Villa  Vila de São Paulo de Piratininga em 1628:
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Quadro a óleo baseado em desenho original obtido do Arquivo das Índias, Espanha.

A Paulicéia (do Latim, pequenina, delicada) foi a cidadela   implantada no planalto piratiningano  dos índios Guaianazes, como posto avançado e instrumento civilizador europeu. Os Guaianazes seguiam o morubixaba Tibiriçá, o qual fez sua primeira aliança com João Ramalho, dando-lhe sua filha Bartira ou Mbicy como esposa e a segunda com Martim Afonso de Sousa, que muito o impressionou, ao ponto de adotar o seu nome em seu batismo cristão: Martim Afonso Tibiriçá! A Villa de São Paulo de Piratininga constituiu-se na primeira plataforma – permanente e profunda – da exploração do interior continental brasileiro!
O povoamento serra acima logo se viu isolado da cabeça da capitania, São Vicente, sem poder contar também com a  ajuda da metrópole lusitana, cujo contato só era possível através do porto vicentino. Esse isolamento planáltico fez com que optasse por outras atividades exploratórias do sertão, que viriam determinar as suas características mais marcantes, destacando-se a extrema mobilidade assimilada dos índios e o forte sentimento nativista independente, herdado de seus ancestrais ibéricos e lusitanos!
Desde cedo se organizou numa república aristocrática, governada pelos “homens bons” (de castas reconhecidas), o que iria causar muitos atritos com os futuros governos lusitanos e com os intransigentes capitães loco-tenentes da Capitania de São Vicente. Mas a Paulicéia se ancorava firmemente no foral de donataria de  D. João III, que lhes garantia total autonomia* (veja texto mais abaixo). A resistência da cidadela paulistana contra as ingerências lusitanas e vicentinas sempre foi legítima!(aliás, São Paulo sempre teve foral próprio de donataria separado de São Vicente).
Na realidade, metade da paulicéia dirigente era de origem castelhana (imigrada entre 1580 e 1640, período do governo espanhol), de temperamento mais forte, independente, aguerrido, traço inconfundível da sua origem “pasiega” da região cantábrica da Espanha, que contribuiu decisivamente para o expurgo dos invasores mouros-muçulmanos do território ibérico.
Cavaleiro Medieval Pasiego,  protótipo ancestral dos bandeirantes paulistanos Camargo e outros.
 Este é D. Alffonso García de Camargo, Cavaleiro da Ordem de Santiago, Alcaide de Burgos em 1335, ancestral do 1º Camargo imigrado ao Brasil em 1582, Juseph Ortiz de Camargo, tronco da família Camargo de São Paulo, Rio, Minas, Paraná e Sta. Catarina.
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O Brasão Camargo de Santillana e Burgos, ostentado por D. Alffonso
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Aliados aos  mais intrépidos vicentinos lusitanos, que abdicaram das facilidades litorâneas para enfrentar heroicamente as agruras do sertão bravio, amalgamaram a feliz composição da “Raça de Gigantes” que viria a conquistar e expandir todo o hinterland brasileiro nos séculos vindouros!  Seu núcleo social era oriundo das pequenas nobrezas portuguesa e espanhola, aqui aclimatadas e convertidas em Bandeiras conquistadoras de índios, territórios e minas (a Bandeira era originalmente uma instituição militar espanhola, daí seus líderes serem chamados de capitães e coronéis).  As grandes bandeiras de exploração que culminaram na descoberta das Minas Gerais e de Goiás, foram grandemente estimuladas pelo excelente governador D. Francisco de Sousa, em seu segundo mandato de 1609.Exteriorizavam uma mentalidade medieval autodeterminada com “valores e comportamentos próprios” (“motu-próprio”),  senhores de “muitos arcos” ou exércitos de indígenas bem treinados e com eles foram conquistando territórios,  fundando cidades e promulgando suas próprias leis. Nenhuma força invasora estrangeira (inglesa, francesa, castelhana e holandesa) pode vencer em batalha aquele original exército eurobugre** piratiningano! (**perdoem nosso neologismo).
El Rey D. João III
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*…”e por folgar de lhe fazer mercê do meu próprio motu”…”Outrossim, hei por bem e me praz que nas terras da dita capitania não entre nem possa entrar, em tempo algum corregedor nem alçada, nem outras algumas justiças para nelas usarem de jurisdição alguma, por nenhuma via nem modo que seja, nem menos será o dito capitão suspenso da dita capitania e governança e jurisdição dela”… (trecho do foral real de donataria da Cap. S. Vicente, concedida por ElRey D. João III de Portugal).
                                                                                             D. Martim Afonso de Sousa
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Em função destes e de outros fatores condicionantes, estabeleceu-se como gente única e espelho prototípico da nação brasileira, de renome internacional. E isto fez com que fosse a um mesmo tempo, um povo respeitado, temido e admirado, mas também  invejado pelas gentes  “caranguejeiras” das praias litorâneas, odiados pelos invasores estrangeiros e afrontados pelos padres catequistas da Cia. De Jesus.
Estes últimos foram expulsos em 1640 (actas v.5), por carta da CMSP, obedecendo a um abaixo-assinado da Pauliceia e das outras vilas adjacentes e despachada pelo então Juiz Ordinário Fernão de Camargo, “O Tigre”,acusados de tumultuar a colonização,  interferindo hipocritamente*** na atividade de preamento indígena destinado à imprescindível mão de obra das lavouras sempre crescentes (***os padres jesuítas também desfrutavam de igual mordomia).
O despeito decorrente da sua expulsão, como narra o livro “Memórias Para a História da Capitania de S. Vicente” de 1797, do frei beneditino Gaspar da Madre de Deus, fez com que atirassem muita lama na boa imagem paulistana, através de cartas à corte e ao Papa, e de rançoso livro publicado na Europa, acusando os paulistanos com inúmeras difamações.
A grandiosa obra do frei vicentino veio justamente desfazer todas essas calúnias, corroborada ainda pela sua similar e antecessora “Nobiliarchia Paulistana” (original passado de mão-em-mão), que só viria a ser publicada no século XIX, de autoria de seu primo paulistano, Pedro Taques de Almeida Paes Leme. Constituíram-se nas duas maiores referências da história e genealogia paulistana, em defesa da sua honra.
Quem quiser pesquisar a fundação de São Paulo e do Brasil, deverá começar por elas, patrioticamente reeditadas pela Editora Itatiaia (a coleção é grande). Lá e também nos melhores sebos ainda podem ser encontrados os livros sobre bandeirismo de Afonso de Taunay, Alfredo Ellis Jr e Alcântara Machado. Na Internet (dominiopublico.gov.br) é possível baixar  “Na Capitania de São Vicente”, de Washington Luiz e outros.  Vale a pena ler todos, sua cabeça vai endireitar! Conheça melhor a sua História e valorize a sua cidadania! Temos outro blog que trata de genealogia paulistana, caráter dos índios e bandeirantes segundo os melhores autores.
Mas primeiro, continue lendo as demais postagens.
Engenhosa maquete reconstituindo a topografia do antigo Campo de Piratininga e seu promontório cercado de rios, sobre o qual foi edificada a Paulicéia. Note-se as lagoas ou igarapés de águas escuras formadas pelo transbordamento dos rios Tamanduateí e Anhembi (Tietê), onde peixes represados ficavam secando  ao sol, daí o nome “Piratininga”, ou, “peixe-a-secar”, na língua Tupi (O autor nasceu ao lado de uma dessas lagoas do Tatuapé, onde banhou os seus pés infantis e é hoje a Avenida Marginal).
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                          (Clique sobre a imagem e ela se ampliará – para voltar, clique fora da imagem ampliada).

Cardeal Comunista de São Paulo poderá ser o novo Papa:

05/03/2013

Odílio Scherer, aquele aque apoiou ao Haddad Kit-Gay, proibiu o Basta contra a Corrupção do PT na Catedral da Sé mas permitiu o Grito dos Excluídos Petistas poderá ser escolhido Papa, é um dos favoritos dos cardeais comunistas.

http://blogs.aljazeera.com/blog/americas/could-new-pope-bring-brazilian-hat-trick?utm_content=blogs&utm_campaign=Trial4&utm_source=twitter&utm_term=socialflow&utm_medium=tweet

 

Estatuto do Nascituro foi aprovado na CSSF – você sabe o que é? É o Direito de Nascer

02/03/2013

Estatuto do Nascituro foi aprovado na CSSF

Dias atrás a Campanha Nascer é um Direito trabalhou, com os demais movimentos pró-vida, para incentivar seus leitores a ligarem para a Câmara dos Deputados e apoiarem o Estatuto do Nascituro (PL 478/2007).

E graças a seus esforços tivemos o primeiro resultado favorável.

Na quarta-feira desta semana, dia 19 de maio, foi aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara esse Projeto de Lei que elimina a possibilidade da descriminalização do aborto definindo o direito à vida desde a concepção.

Má surpresa incluída à última hora: o projeto aprovado não altera o Artigo 128 do Código Penal que não penaliza o aborto em casos de estupro e risco de vida para a gestante.

Do lado positivo, o Estatuto garante assistência pré-natal e acompanhamento psicológico para a mãe; e o direito dela de encaminhar a criança à adoção, caso assim o deseje. Se identificado o genitor do nascituro ou da criança já nascida, este será responsável por pensão alimentícia e, caso não seja identificado, o Estado será responsável pela pensão.

Após a votação, a relatora, Deputada Solange Almeida (PMDB/RJ), precisou de seguranças para chegar até seu gabinete, pois as feministas que lá estavam avançaram sobre alguns deputados.

Somente sete parlamentares presentes votaram contra (1 comunista, 4 petistas, 1 do PMDB e 1 do PSDB) : Dr. Rosinha (PT-PR), Henrique Fontana (PT-RS), Pepe Vargas (PT-RS) .Darcísio Perondi (PMDB-RS), Arlindo Chinaglia (PT-SP), Rita Camata (PSDB-ES), e Jô Moraes (PC do B-MG).

Antes de ir para o Senado, o Estatuto do Nascituro passará ainda pela Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Portanto, temos muita luta pela frente. O ideal seria um Brasil totalmente livre da praga do aborto.

Parabéns a todos que participaram de mais esse combate contra a cultura da morte.

O Sucesso do Rodoanel do PSDB – Governar é Abrir Estradas

02/03/2013

Rodoanel Sul supera outras rodovias.

Maior obra viária do País também possibilitou a redução de poluição do ar e ainda aumentou a fluidez em algumas vias da capital

Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas já é maior que nas Rodovias Anchieta e Anhanguera. Desde a abertura ao tráfego, em 1º de abril passado, circularam pelos 61,4 quilômetros do intervalo quase 3 milhões de veículos, sendo, em média, 65% leves e 35% pesados.

Se for considerado apenas dia útil, o movimento de pesado chega a 40%, número de caminhão que ultrapassa o de importantes rodovias, como o trecho entre São Paulo e Cordeirópolis (163 quilômetros) da Anhanguera, onde 31% do tráfego são de caminhões e ônibus, e toda a extensão da Anchieta, em que 25,7% do tráfego são desses veículos.

Está à frente também da Rodovia Raposo Tavares, de Araçoiaba da Serra a Itapetininga (51 quilômetros), onde 34,3% do tráfego são de veículos pesados, ou da Castello Branco, no recho de Itu a Tatuí (65 quilômetros), com 30,7%.

A utilização do Rodoanel por caminhão confirma que um dos principais objetivos da obra é proporcionar fluidez e segurança no escoamento da produção entre interior e litoral. A grande procura do motorista pela nova via garante o sucesso comprovado com o impacto positivo no trânsito urbano de grandes corredores da capital paulista, outra finalidade do Rodoanel.De acordo com levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em abril houve aumento da fluidez do trânsito de 42% na Avenida dos Bandeirantes em relação a março, e de 34% na Marginal do Rio Pinheiros.

 O anel viário permite ordenar o tráfego de carga proveniente do Sul do País com destino a Mato Grosso do Sul e a do Centro-

-Oeste para o Porto de Santos, facilitando o fluxo de deslocamento das zonas norte e sul da capital. Com a conclusão dos trechos

Leste, próximo da fase de licitação para construção, e Norte, em elaboração de projeto para licenciamento ambiental, serão 177 quilômetros interligando as vias Dutra e Fernão Dias às demais com padrão internacional integrando o transporte de todo o País.

Imprensa da Secretaria de Estado dos Transportes

Julian Assange, fundador do Wikileaks, conta que toda nossa vida é controlada via Google

07/02/2013

Refugiado na embaixada do Equador em Londres, Julian Assange, fundador do Wikileaks, recebeu o jornalista Jamil Chade, correspondente do Estado de S. Paulo, para falar sobre sei livro Cypherpunks, Liberdade e o Futuro da Internet, que está sendo lançado no Brasil pela Boitempo Editorial.

Na entrevista, ele disse que um dos principais problemas da América Latina é a concentração da mídia. “No Brasil, seis famílias controlam 70% da informação”.

http://www.folhademaringa.com.br/no-brasil-seis-familias-controlam-70-da-informacao-diz-fundador-do-wikileaks/

César Maia Mostro o golpe de Lula para embromar Eduardo Campos

07/02/2013

1. Ciro Gomes concorria a presidente em 2006 de forma muito competitiva. Foi convencido a desistir a favor de Lula, que corria riscos com a candidatura dele. Lembre-se que no primeiro turno Lula venceu Alckmin por 42% a 37% dos votos emitidos.

2. Em 2009, Lula convenceu a Ciro Gomes transferir seu domicílio eleitoral para São Paulo. Cogitava-se uma candidatura de Ciro Gomes ao governo de S. Paulo com apoio do PT. Ciro Gomes acreditou e transferiu o domicílio. Ele havia sido em 2006 o deputado federal (Ceará) com a maior votação proporcional no Brasil.

3. Passado o prazo limite de um ano antes da eleição, não se falou mais nisso e Ciro Gomes ficou sem mandato, chupando o dedo e sem possibilidade de retornar seu titulo para o Ceará, pois seu irmão é governador e ele é inelegível. Um golpe cínico de Lula em Ciro Gomes.

4. Agora, Lula volta à cena. Tenta seduzir o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, com a isca de vice-presidente. Mais uma tentativa ilusionista que até poderia pegar se não houvesse o precedente Ciro Gomes, de seu próprio partido. É evidente que o PMDB não abrirá mão de seu presidente Michel Temer como vice. E agora, comandando o Congresso, nem pensar.

5. O que quer Lula? Elementar. Quer distrair Eduardo Campos, tirar dele o foco de 2014, eliminá-lo da pré-campanha, para que em 2014 ele descubra que era tudo uma farsa. Mas aí não dará mais tempo para construir sua pré-campanha. Depois da farsa com Ciro Gomes, é claro que Eduardo Campos não entrará nessa nova farsa.

Retrato do Brasil, Via Dutra faz aniversário

20/01/2013

Postado em : 19/01/2013 11h11 – Ocimar Barbosa | Foto : Domínio Público

http://www.agoravale.com.br/noticias/Acervo_Digital/Retrato_do_Brasil__Via_Dutra_faz_aniversario

 



Na inauguração da Via Dutra em 19 de janeiro de 1951, em destaque o Chevrolet 1940, logo mais atrás um Lincoln 1949 e um Mércury 1947 e, à direita um Cadillac 1947

Trafegar ou caminhar pela Rodovia Presidente Dutra é mergulhar nas páginas da história que liga as duas maiores cidades brasileiras. Nesse trajeto, um tour pela grande ?avenida? começa (se o viajante vai no sentido Rio) na Grande São Paulo, e segue pelo Vale do Paraíba em seus trechos paulista e fluminense, Baixada Fluminense, Serra das Araras e a região conhecida como Vale do Aço. A área toda corresponde à metade do PIB do Brasil.

Inaugurada em 1951, a nova estrada substituiu em importância a antiga ligação entre Rio e São Paulo, a Rodovia Washington Luis, existente desde 1928. O novo trajeto encurtava as distâncias em cerca de seis horas. À principio, era feita de uma única pista, com duplicação apenas no trecho entre São Paulo e Guarulhos e na Baixada Fluminense.
Somente em 1967 é que teve inaugurada, por completo, a segunda pista.

Seu nome presta uma homenagem ao Presidente da República na época, general Eurico Gaspar Dutra, que no dia 19 de janeiro de 1951 descerrou a placa de inauguração da nova Rodovia Rio-São Paulo, a BR-02. A solenidade de inauguração aconteceu na altura da cidade de Lavrinhas.

Responsável pelo desenvolvimento das cidades que corta, a Via Dutra levou 16 anos pra ficar totalmente pronta. Dos seus 405 quilômetros iniciais, 339 estavam concluídos no dia da inauguração, junto com todos os serviços de terraplenagem e 115 obras de arte especiais (trevos, viadutos, pontes e passagens inferiores). Ainda faltava a pavimentação de 60 quilômetros entre Guaratinguetá e Caçapava e outra trecho de 6 quilômetros nas proximidades de Guarulhos.

Era uma pista apenas, mas já oferecia mais rapidez e economia. Com auxílio de equipamentos importados, a estrada foi construída com as mais modernas técnicas de engenharia da época, o que permitiu construção de aclives e declives menos acentuados e curvas suaves. A BR-02 era bem mais confiável, e alem disso, a Rio-São Paulo de 1951 permitiu reduzir a distância rodoviária entre as duas capitais em 111 quilômetros, em comparação com o traçado da velha rodovia de 1928.

A redução do trajeto foi conseguida com obras de superação de obstáculos naturais, basicamente na área rochosa da garganta Viúva Graça, região da Serra das Araras e Baixada Fluminense. Ali, o paredão de granito teve que ser rebaixado em 14 metros.

O valor da obra? 1,3 bilhão de Cruzeiro, investimento alto para aqueles tempos e muito criticado principalmente na imprensa.

Um dos maiores desafios foi o trecho do ?retão? de Jacareí e quem trafega pelo local, a cerca de três metros do terreno em volta, não pode imaginar o desafio que a engenharia da época enfrentou. São cerca de seis quilômetros de várzea e terra turfa, ou seja, solo instável e que demandou 12 milhões de m² de terras, o equivalente a 1,6 milhão de caminhões cheios, em um aterro submerso de 15 metros de profundidade.

Roberto Campos fala do revanchismo dos comunistas brasileiros

05/12/2012
Por este artigo de Roberto Campos é possível ter uma boa sinopse dessa época do regime militar.
 “Atualmente fala-se novamente nos atos revolucionários ou melhor dos atos do regime militar, muitos jovens não vivenciaram esta época então aproveito este momento no blog para mostrar  esta matéria de Roberto Campos publicada no O Globo e Folha de Sâo Paulo em 04.08.1996 e que parece bem atual.”
O artigo  chama-se  : “A nostalgia das Ossadas”
Roberto Campos“A nostalgia das Ossadas”

Uma revolução não é o mesmo que convidar alguém para jantar, escrever um ensaio, ou pintar um quadro… Uma revolução é uma insurreição, um ato de violência pelo qual uma classe derruba a outra”     Mao Tsé-Tung
Dizia-me um amigo argentino, nos anos 60, que seu país, rico antes da Segunda Guerra, optara no pós-guerra pelo subdesenvolvimento e pelo terceiromundismo. E não se livraria dessa neurose enquanto não se livrasse de três complexos: o complexo da madona, o fascínio das ossadas e a hipóstase da personalidade. Duas madonas se tinham convertido em líderes políticos – Evita e Isabelita. As ossadas de Evita foram alternativamente sequestradas e adoradas, exercendo absurdo magnetismo sobre a população. E a identidade nacional era prejudicada pelo fato de o argentino ser um italiano que fala espanhol e gostaria de ser inglês…
A Argentina parece ter hoje superado esses complexos. Agora, é o Brasil que importa (sem direitos aduaneiros como convêm ao Mercosul) um desses complexos.
Os estrangeiros que abrem nossos jornais não podem deixar de se impressionar com o espaço ocupado pelas ossadas: as ossadas sexuais de PC Farias, as ossadas ideológicas dos guerrilheiros do Araguaia e as perfurações do esqueleto do capitão Lamarca! Em vez de importarmos da Argentina a tecnologia de laticínios, estamos importando peritos em “arqueologia moderna”, para cavoucar as ossadas do cemitério da Xambioá. Há ainda quem queira exumar cadáveres e ressuscitar frangalhos do desastre automobilístico que matou Juscelino, à procura de um assassino secreto. Em suma, estamos caminhando com olhos fixos no retrovisor. E o retrovisor exibe cemitérios.
Na olimpíada mundial de violência, os militares brasileiros da revolução de 1964 não passariam na mais rudimentar das eliminatórias. Perderiam feio para os campeões socialistas, como Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung. Seriam insignificantes mesmo face a atletas menores, como Fidel Castro, Pol Pot, do Camboja, ou Mengistu, da Etiópia.

Fidel Castro e Che Guevara

Os 136 mortos ou desaparecidos em poder do Estado, ao longo das duas décadas de militarismo brasileiro, pareceriam inexpressivos a Fidel, que só na primeira noite pós-revolucionária fuzilou 50 pessoas num estádio. Nas semanas seguintes, na Fortaleza La Cabaña, em Havana, despachou mais 700 (dos quais 400 membros do anterior governo). E ao longo de seus 37 anos de ditadura, estima-se ter fuzilado 10 mil pessoas. Isso em termos da população brasileira equivaleria a 150 mil vítimas. Tiveram de fugir da ilha, perecendo muitos afogados no Caribe, 10% da população, o que, nas dimensões brasileiras, seria equivalente à população da Grande São Paulo.

Definitivamente, na ginástica do extermínio, os militares brasileiros se revelaram singularmente incompetentes. Também em matéria de tortura nossa tecnologia é primitiva, se comparada aos experimentos fidelistas no Combinado del Este, na Fortaleza La Cabaña e nos campos de Aguica e Holguín. Em La Cabaña havia uma forma de tortura que escapou à imaginação dos alcaguetes da ditadura Vargas ou dos “gorilas” do período militar: prisioneiros políticos no andar de baixo recebiam a descarga das latrinas das celas do andar superior.
O debate na mídia sobre os guerrilheiros do Araguaia precisa ser devidamente “contextualizado” (como dizem nossos sociólogos de esquerda). Sobretudo em benefício dos jovens que não viveram aquela época conturbada. A década dos 60 e o começo dos 70 foram marcados mundialmente por duas características: uma guinada mundial para o autoritarismo e o apogeu da Guerra Fria. Basta notar que um terço das democracias que funcionavam em 1956 foram suplantadas por regimes autoritários nos principais países da América Latina, estendendo-se o fenômeno à Grécia, Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e à própria Índia, onde Indira Ghandi criou um período de exceção.
Na América Latina, alastrou-se o que o sociólogo O’Donnell chamou de “autoritarismo burocrático”. O refluxo da onda democrática só viria nos anos 80, que assistiria também à implosão das ditaduras socialistas.
Uma segunda característica daqueles anos foi a agudização do conflito ideológico. Na era Kennedy (1961-63), que eu vivenciei como embaixador em Washington, houve nada menos que duas ameaças de conflito nuclear. Uma, em virtude do ultimato de Kruschov sobre Berlim, e outra, a crise dos mísseis em Cuba. Em meados da década, viria a tragédia do Vietnã.
É nesse contexto que deve ser analisado o episódio dos guerrilheiros do Araguaia e da morte de Lamarca. Não se tratavam de escoteiros, fazendo piqueniques na selva com canivetes suíços. Eram ideólogos enraivecidos, cuja doutrina era o “foquismo” de Che Guevara: criar focos de insurreição, visando a implantar um regime radical de esquerda. Felizmente fracassaram, e isso nos preservou do enorme potencial de violência acima descrito.

Capitão Lamarca

Durante nossos “anos de chumbo”, não só os guerrilheiros sofreram; 104 militares, policiais e civis, obedecendo a ordens de combate ou executados por terroristas, perderam a vida. Sobre esses, há uma conspiração de silêncio e, obviamente, nenhuma proposta de indenização. Qualquer balanço objetivo do decênio 1965-75 revelará que no Brasil houve repressão e desenvolvimento econômico (foi a era do “milagre brasileiro”), enquanto nos socialismos terceiromundistas e no leste europeu houve repressão e estagnação.

É também coisa de politólogos românticos pensar que a revolução de 1964 nada fez senão interromper um processo normal de sucessão democrática. A opção, na época, não era entre duas formas de democracia: a social e a liberal. Era entre dois autoritarismos: o de esquerda, ideológico e raivoso, e o de direita, encabulado e biodegradável.
Hoje se sabe, à luz da abertura de arquivos, que a CIA e o KGB (que em tudo discordam) tinham surpreendente concordância na análise do fenômeno brasileiro: o Brasil experimentaria uma interrupção no processo democrático de substituição de lideranças. Reproduzindo o paradigma varguista, Jango Goulart, pressionado por Brizola, queria também seu “Estado Novo”. Apenas com sinais trocados: uma república sindicalista.
As embaixadas estrangeiras em Washington, com as quais eu mantinha relações como embaixador brasileiro, admitiam, nos informes aos respectivos governos, três cenários para a conjuntura brasileira: autoritarismo de esquerda, prosseguimento da anarquia peleguista com subsequente radicalização, ou guerra civil de motivação ideológica. Ninguém apostava num desenlace democrático…
Parece-me também surrealista a atual romantização pela mídia (com repercussões no Judiciário) da figura do capitão Lamarca, que as Forças Armadas consideram um desertor e terrorista. Ele faz muito melhor o perfil de executor do que de executado. Versátil nos instrumentos, ele matou a coronhadas o tenente Paulo Alberto, aprisionado no vale da Ribeira, fuzilou o capitão americano Charles Chandler, matou com uma bomba o sargento Mário Kozell Filho, abateu com um tiro na nuca o guarda-civil Mário Orlando Pinto, com um tiro nas costas o segurança Delmo de Carvalho Araujo e procedeu ao “justiçamento” de Mário Leito Toledo, militante do Partido Comunista que resolvera arrepender-se.
Aliás, foram dez os “justiçados” pelos seus próprios companheiros de esquerda. Se o executor acabou executado nos sertões da Bahia, é matéria controvertida. Os laudos periciais revelam vários ferimentos, mas nenhum deles oriundo de técnicas eficientes de execução que o próprio Lamarca usara no passado: tiro na nuca (metodologia chinesa), tiro na cabeça (opção stalinista) ou fuzilamento no coração (método cubano). As Forças Armadas têm razão em considerar uma profanação incluir-se Lamarca na galeria de heróis.
As décadas de 60 e 70, no auge da Guerra Fria, foram épocas de imensa brutalidade. Merecem ser esquecidas, e esse foi o objeto da Lei de Anistia, que permitiu nossa transição civilizada do autoritarismo para a democracia. Deixemos em paz as ossadas. Nada tenho contra a monetização da saudade, representada pela indenização às famílias das vítimas. Essa indenização é economicamente factível no nosso caso. Os democratas cubanos, quando cair a ditadura de Fidel Castro, é que enfrentariam um problema insolúvel se quisessem criar uma “comissão especial” para arbitrar indenizações aos desaparecidos. Isso consumiria uma boa parte do minguado PIB cubano!
Nosso problema é saber se a monetização da saudade deve ser unilateral, beneficiando apenas as famílias dos que se opunham à revolução de 1964. Há saudades, famílias e ossadas de ambos os lados.”
Roberto Campos escreveu este artigo quando tinha 78 anos, e era deputado federal pelo PPB do Rio de Janeiro.
Foi senador pelo PDS-MT e ministro do Planejamento (governo Castello Branco).
É autor de “A Lanterna na Popa” (Ed. Topbooks, 1994)

EU MORRO MAS SÃO PAULO VENCE – PM não tem DIREITOS HUMANOS – Não existe para eles a SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS

13/11/2012

 

EM SANTA CATARINA O GOVERNADOR É INIMIGO DA PM  e DA CIVIL;

PT vai ganhar o governo de São Paulo em 2014 alegando que PSDB protege bandido: Ou seja, acusando os outros do crime que o PT comete.

09/11/2012
 
 
Sempre lembrando que o PT é sócio das FARC no Foro de São Paulo, entidade que congrega todos os comunistas da América Latina.
E as Farc da Colômbia são os maiores fornecedores de cocaína do Mundo.
 
CONQUISTANDO O GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, com 100 mil policiais, o PT implanta o comunismo chávista no Brasil.
 
A matança de policiais e de civis em São Paulo faz parte de esquema do PT + seu aliado PCC para desestabilizar o governador Alckmin e “fritá-lo” junto à população e eleitorado paulista, facilitando a caminhada para ganhar a eleição estadual de 2014. Depois da prefeitura, o alvo é conquistar o governo do Estado de SP, custe o que custar.  Para esta facção criminosa, vale tudo pelo poder!”  HELENA TERRA.
 
 
Foto

 
 
 
Publicado em 09/11/2012 por

É inverossímil que o governo estadual espere impedir a matança de policiais em São Paulo pela transferência de presos para presídios supostamente mais rigorosos. Salta aos olhos que o nome dos chefes aprisionados são usados como biombos para esconder os verdadeiros mandantes. Essas ações são irracionais do ponto de vista do “negócio” mafioso. Ela só faz sentido se vista no contexto da política e da sucessão estadual e federal que se aproxima.

Povo gosta de corruPTos

21/10/2012

Vereadores eleitos em São Paulo – capital – 2008 – 2012

07/10/2008

PARA 2012 veja aqui:

https://homemculto.wordpress.com/vereadores-eleitos-em-sao-paulo-2012-resultado-final-tse-boletim-tre/

2008 abaixo

* 1 45633 – GABRIEL CHALITA PSDB / PHS 102.048 1,70

* 2 15651 – GOULART PR / PMDB / DEM 90.054 1,50

* 3 65000 – NETINHO DE PAULA PC do B / PRB / PT / PSB 84.406 1,41

* 4 25250 – MILTON LEITE PR / PMDB / DEM 80.051 1,33

* 5 45177 – MARA GABRILLI PSDB / PHS 79.912 1,33

* 6 13800 – SENIVAL PC do B / PRB / PT / PSB 66.139 1,10

* 7 13696 – ARSELINO TATTO PC do B / PRB / PT / PSB 59.292 0,99

* 8 45000 – VEREADOR NETINHO PSDB / PHS 54.726 0,91

* 9 22888 – AURÉLIO MIGUEL PR / PMDB / DEM 50.804 0,85

* 10 45321 – CARLOS ALBERTO BEZERRA JR. PSDB / PHS 50.536 0,84

* 11 13700 – DONATO PC do B / PRB / PT / PSB 50.388 0,84

* 12 14000 – CELSO JATENE PTB 49.777 0,83

* 13 43666 – TRIPOLI PV 45.750 0,76

* 14 22678 – ANTONIO CARLOS RODRIGUES PR / PMDB / DEM 43.601 0,73

* 15 14200 – ADILSON AMADEU PTB 41.686 0,69

* 16 20012 – MARCELO AGUIAR PSC / PRP 41.506 0,69

* 17 15622 – JOOJI HATO PR / PMDB / DEM 40.847 0,68

* 18 25400 – MARTA COSTA PR / PMDB / DEM 39.192 0,65

* 19 25005 – MARCO AURELIO CUNHA PR / PMDB / DEM 38.421 0,64

* 20 13900 – FRANCISCO CHAGAS PC do B / PRB / PT / PSB 37.878 0,63

* 21 25200 – DOMINGOS DISSEI PR / PMDB / DEM 37.739 0,63

* 22 14444 – PAULO FRANGE PTB 36.881 0,61

* 23 22611 – TONINHO PAIVA PR / PMDB / DEM 35.535 0,59

* 24 45222 – ADOLFO QUINTAS PSDB / PHS 34.209 0,57

* 25 13644 – JOÃO ANTONIO PC do B / PRB / PT / PSB 33.899 0,56

* 26 45157 – VEREADOR CLAUDINHO DE SOUZA PSDB / PHS 33.726 0,56

* 27 13110 – ALFREDINHO PC do B / PRB / PT / PSB 33.417 0,56

* 28 45133 – JUSCELINO PSDB / PHS 32.484 0,54

* 29 45678 – GILSON BARRETO PSDB / PHS 32.079 0,53

* 30 45444 – FLORIANO PESARO PSDB / PHS 31.733 0,53

* 31 40123 – ELISEU GABRIEL PC do B / PRB / PT / PSB 31.602 0,53

* 32 45699 – SOUZA SANTOS PSDB / PHS 31.352 0,52

* 33 12345 – CLAUDIO PRADO PDT 31.014 0,52

* 34 40401 – NOEMI NONATO PC do B / PRB / PT / PSB 30.734 0,51

* 35 13222 – JULIANA CARDOSO PC do B / PRB / PT / PSB 30.607 0,51

* 36 13650 – ITALO CARDOSO PC do B / PRB / PT / PSB 30.541 0,51

* 37 13100 – JOSÉ AMÉRICO PC do B / PRB / PT / PSB 30.027 0,50

* 38 25699 – KAMIA PR / PMDB / DEM 29.915 0,50

* 39 11624 – WADIH MUTRAN PP 29.039 0,48

* 40 11611 – MISSIONARIO JOSE OLIMPIO PP 28.921 0,48

* 41 65123 – JAMIL MURAD PC do B / PRB / PT / PSB 28.145 0,47

* 42 13133 – ZELÃO PC do B / PRB / PT / PSB 28.085 0,47

* 43 45194 – RICARDO TEIXEIRA PSDB / PHS 27.248 0,45

* 44 13123 – CHICO MACENA PC do B / PRB / PT / PSB 26.513 0,44

* 45 22123 – AGNALDO TIMÓTEO PR / PMDB / DEM 26.180 0,44

* 46 43543 – PENNA PV 25.820 0,43

* 47 10123 – ATÍLIO FRANCISCO PC do B / PRB / PT / PSB 25.684 0,43

* 48 25012 – CARLOS APOLINARIO PR / PMDB / DEM 25.609 0,43

* 49 25000 – SANDRA TADEU PR / PMDB / DEM 25.173 0,42

* 50 45654 – DALTON SILVANO PSDB / PHS 24.084 0,40

* 51 45695 – GILBERTO NATALINI PSDB / PHS 23.872 0,40

* 52 22222 – MARCOS CINTRA PR / PMDB / DEM 22.881 0,38

* 53 43010 – ABOU ANNI PV 22.615 0,38

* 54 23000 – CLAUDIO FONSECA PPS 21.038 0,35

* 55 23140 – DR. MILTON FERREIRA PPS 14.874 0,25

leia a transcrição do bate boca entre video Marta e Maluf debate 2008 Estadista governador Paulo Salim Maluf arrasa a martaxa baronesa do pt

07/09/2008

http://www.youtube.com/watch?v=El_V65PRJN8&eurl=http://www.orkut.com.br/FavoriteVideos.aspx?uid=7686877245421738849

Fala antológica de Paulo Maluf:

– Quero dizer a sra. Marta Suplicy, administravamente,  é desqualificada, 

– A senhora veio para este debate achando que insultando mentindo, a sra poderia ganhar este debate.

– A senhora já foi condenada por ter me insultado e vou novamente lhe processar.

– Porque a senhora vai ter que tomar jeito, a sra é uma petista que não perdeu o jeito da calunia e da mentira.

– Eu quero dizer para a senhora que construi sim o piscinão do pacaembu, é mentira sua.

– Além disso comecei outros 3 piscinões, que é absoluta verdade.

– E a senhora por favor respeite, eu estou falando respeite o telespectador a senhora fica quietinha e para de dar palpite.

– Cala a boca você.

Hino de Santana do Parnaíba – berço dos bandeirantes

04/08/2008

Santana de Parnaíba
Berço de heróis consagrados
Cidade dos Bandeirantes
Deste solo muito amado
Com orgulho festejamos
O dia dos Bandeirantes!
SALVE! ANHANGUERA, BORBA GATO,
FERNÃO e SUZANA DIAS
BRAVOS HERÓIS DO PASSADO.
Daqui partiram as bandeiras
Por rincões ignorados
Levando no peito a cruz
Nos lábios o nome amado
De Santana de Parnaíba
Essa terra alvissareira.
VIVA! ESSES HOMENS DESTEMIDOS
TODOS QUE ENGRANDEÇAM
NOSSA TERRA BRASILEIRA!

Vídeos de nove de julho – revolução constitucionalista de 1932

09/07/2008

NON DVCOR DVCO

veja muitos videos aqui: http://blogcasamata.blogspot.com/2009/07/com-teu-sangue-fantastico-atleta-de.html 

 

Vídeo didático sobre REVOLUÇÃO DE 1932

Antes de alguns falarem bobagens, assistam:

http://www.youtube.com/watch?v=_h86Og7NafU

verdadeira aula sobre 32

Dois fatos ligados à 32:
Nova Constituição
Voto Feminino

Homenagem aos herois Paulistas na revolução de 1932

http://br.youtube.com/watch?v=W1CiAJurPQQ&feature=related

Obelisco dos Herois de 32

http://br.youtube.com/watch?v=MqkNq_AZ1eE&feature=related

Desfile 9 de Julho Batalhões da Policia Paulista

http://br.youtube.com/watch?v=2kJxmqtIZxc

9 de julho – Desfile Motorizado

http://br.youtube.com/watch?v=9MpiljAovt0

Desfile 9 julho revoluçao 32

http://br.youtube.com/watch?v=fUe_GWlkXmU&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=sSk605oM0kE&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=tbRF7vd3M_s&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=RFqVbJVtdn8&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=JhF_02ELJ3I&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=sxAHvyofefY&feature=related

Salve 9 de julho !

07/07/2008

Paulista: Você tem um dever a cumprir, consulte a sua consciência!

http://www.youtube.com/watch?v=yQOkUzQUbbw

“Da alma cívica de um povo
Irmanado nas trincheiras,
Surgem as novas bandeiras,
Criando São Paulo novo.
O povo heróico à luta afeito
Firma a sua tradição,
Tendo nas mãos o Direito
E a Pátria no coração.
Marchemos cheios de glória!
Conosco marcha a vitória!(bis)
Amigos, surto (?) gracioso,
Que a nossa alma destempera(?)
A ânsia feita de Raposo
E a firmeza de Anhangüera.
Rumando a novas conquistas,
Fiel ao destino da raça,
Eia, abre alas, paulistas
Pois é São Paulo que passa
Marchemos cheios de glória
Conosco marcha a vitória (bis)”

 

http://ultimatrincheira.com.br/inicial.htm

12 de maio – dois anos dos ataques do PCC

11/05/2008

Em 12 de maio de 2006, um grupo de traficantes bandidos da pior espécie acusados de serem treinados pelas FARC da Colômbia e pelo MST, guerrilha camponesa brasileira, aproveitando que a bandidagem estava solta por causa dos dia das mães, iniciou monstruosos ataques em São Paulo, prejudicando a candidatura do Governador de São Paulo, Geraldo alckimin à presidência da República, eleição esta que se efetuou em novembro de 2006.

 

Assassinaram covardemente policiais, queimaram ônibus. Depois pararam os ataques e nada foi feito pelos governos para destruir de vez os criminosos e quem os defendem.

No Brasil, nenhum criminoso vota ou apóia a direita ou o centro político e são venerados pelos comunistas e esquerdistas em geral como vítimas da sociedade capitalista.

Dois anos depois nada foi feito contra os narco terroristas do PCC e a data passa em branco.

No brasil, sempre próximo das eleições , bandidos fazem ações em grande escala para prejudicar políticos de direita.

Todo esquerdista no Brasil , especialmente professores universítários, jornalistas e defensores dos direitos humanos defendem criminosos.

LIVROS ONLINE SOBRE A REVOLUÇÃO DE 1932 REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA

30/11/2007

Livros eletrônicos sobre a revolução

“”””””””””Olá, amigos.
Tenho vários livros escritos por ex-combatentes de 32, cuja maioria foi escrita entre 1932 e 1936.

Como observo que essas memórias, experiências de vida muito ricas, acabam por se perder, coloquei alguns desses livros em formato digital.
Não haverá problemas de direitos autorais, pois, após mais de 70 anos de sua última publicação, o livro entra no domínio público.

Os links:

Livro “estilhaços de granada”. Escrito por Euclides Andrade, contando episódios engraçados (na época) da revolução:
http://www.4shared.com/file/30014649/744a3a63/Estilhaos_de_granada.html

Livro “capacetes de aço”. Escrito por Samuel Baccarat contando suas experiências no front e na retaguarda:
http://www.4shared.com/file/29376213/140e852c/Capacetes_de_ao.html

Mais um:

Livro: A EPOPEA. Escrito por Aureo de Almeida Camargo.
Livro escrito pelo ex-combatente da revolução de 1932 narrando episódios vividos Por ele quando era voluntário no Batalhão “14 de julho”.
Além de algumas fotos e mapas, o exemplar usado para digitalização tem observações à mão feitas pelo seu antigo dono, o Sr. Daniel de Silos que, pelo que está escrito, também foi combatente em 1932:
http://rapidshare.com/files/72386152/A_EPOPEA.pdf  “”””””””””‘do orkut

São Paulo em 9 de julho Revolução de 1932 constitucionalista de 1932! O que é isto?

09/09/2007

TEXTO CURTO:

Em 9 de julho de 1932, eclodiu a Revolução Constitucionalista em São Paulo.

Nesta data sagrada é feriado em São Paulo e acontece comemorações e desfiles em todo e estado de São Paulo. Nossa homenagens àqueles heróis de 1932.

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O Partido Republicano Paulista e o Partido Democrático de São Paulo, que  apoiara a Revolução de 1930, uniram-se na Frente Única para exigir o fim da ditadura do “Governo Provisório” (Getúlio Vargas havia revogado a Constituição de 1891 e governava através de decretos) e a promulgação de uma nova constituição.

Os paulistas consideravam que São Paulo estava sendo tratado como terra conquistada, sendo governada por tenentes de outros estados e sentiam que a Revolução de 1930 fora feita contra São Paulo.

O tenente-interventor que os paulistas mais detestaram foi João Alberto Lins de Barros. Segundo muitos analistas, este foi o maior erro político de Getúlio em quase cinqüenta anos de carreira: entregar São Paulo aos tenentes.

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Era Vargas

Cartão postal do MMDC
Data 9 de julho de 1932 – 2 de outubro 1932
Local Todo estado de São Paulo e sul do Mato Grosso (atualmente Mato Grosso do Sul), Minas Gerais e Rio Grande do Sul
Resultado Vitória militar do Governo Provisório; Constituição brasileira de 1934

 

Combatentes
Estado de São Paulo

Estado de Maracaju
Frente Única Gaúcha

– Voluntariado Popular

Governo Provisório
Comandantes
Pedro de Toledo
Vespasiano Martins
Euclides Figueiredo

Júlio de Mesquita Filho
Bertoldo Klinger
Borges de Medeiros

Artur Bernardes

Getúlio Vargas
Góis Monteiro
Forças
[[Polícia Militar do Estado de São Pau[1][2]lo|Força Pública Paulista]]:

– 10.000 combatentes
– 4 Aviões
– 3 Trens Blindados (construídos ao longo do conflito)
– número incerto de veículos blindados (construídos ao longo do conflito)
Voluntários:
– 40.000 combatentes
– 200.000 alistados
– 1 Avião

Frente Única Gaúcha :
– 450 combatentes

Forças Armadas:
Todo o exército, marinha e aviação disponível no país.
Baixas
São Paulo: – 634 no mausoléu oficial

– 2.000 estimativas sobre todos os combates
– Sem-número de baixas civis

Frente Única Gaúcha:
cerca de 200

Nunca foram revelados números sobre baixas federais
   

 O estopim da revolta foram as mortes de cinco estudantes paulistas, assassinados no centro de São Paulo por partidários de Getúlio Vargas em 23 de maio de 1932.

Surgiu em seguida um movimento de oposição que ficou conhecido como MMDC, iniciais dos nomes dos estudantes mortos naquele dia 23 de maio: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. Esse movimento foi o responsável pela revolução. Orlando de Oliveira Alvarenga, alvejado também em 23 de maio, faleceu em 12 de agosto de 1932.

Foi montado um grande contingente de voluntários civis e militares que travaram uma luta armada contra o Governo Provisório, com o apoio de políticos de outros estados, como Borges de Medeiros, Artur Bernardes e João Neves da Fontoura. Na região do atual estado do Mato Grosso do Sul, chegou a ser criado um estado aliado a São Paulo: o Estado de Maracaju.

Iniciado em 9 de julho, esse movimento estendeu-se até 2 de outubro de 1932, quando foi derrotado militarmente.

Porém o término da revolução constitucionalista marcou o início de um período de democratização do Brasil.

Em 3 de maio de 1933, foram realizadas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte quando a mulher votou pela primeira vez no Brasil em eleições nacionais. Nesta eleição, graças à criação da Justiça Eleitoral, as fraudes deixaram de ser rotina nas eleições brasileiras.

Segundo os paulistas não teria havido redemocratização do Brasil, se não fosse o movimento constitucionalista de 1932.

Terminada a Revolução de 1932, Getúlio Vargas se reconcilia com São Paulo, e depois de várias negociações políticas, nomeia um civil e paulista para interventor em São Paulo, Armando de Sales Oliveira, e mais tarde participa pessoalmente da inauguração da Avenida 9 de Julho na cidade de São Paulo.

TEXTO COMPLETO:

A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a derrubada do Governo Provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil. 

Foi uma resposta paulista à Revolução de 1930, a qual acabou com a autonomia de que os estados gozavam durante a vigência da Constituição de 1891. A Revolução de 1930 impediu a posse do governador de São Paulo (na época se dizia “presidente”) Júlio Prestes na presidência da República e derrubou do poder o presidente da república Washington Luís, que fora governador de São Paulo de 1920 a 1924, colocando fim à República Velha. 

Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história. 

Foi a primeira grande revolta contra o governo de Getúlio Vargas e o último grande conflito armado ocorrido no Brasil. 

No total, foram 87 dias de combates, (de 9 de julho a 4 de outubro de 1932 – sendo o último dois dias depois da rendição paulista), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não oficiais, reportem até 2200 mortos, sendo que numerosas cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido aos combates. 

São Paulo, depois da revolução de 32, voltou a ser governado por paulistas, e, dois anos depois, uma nova constituição foi promulgada, a Constituição de 1934. 

Contexto da revolução de 1930 e seus desdobramentos 

Em setembro de 1929, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba formaram a “Aliança Liberal” lançando Getúlio Vargas à presidência e João Pessoa, da Paraíba, a vice-presidente.

Apoiavam Getúlio também o Partido Democrático de São Paulo, parte das classes médias urbanas e apenas três estados e os tenentes, que defendiam reformas sociais e econômicas para o país. Os outros 17 estados da época apoiaram Júlio Prestes. 

Nesse momento, setembro de 1929, já era percebido, em São Paulo, que a Aliança Liberal, e uma eventual revolução visava especificamente São Paulo. Nos debates, na Câmara dos Deputados, e no Senado Federal, em 1929, se dizia abertamente que se a Aliança Liberal não ganhasse a eleição haveria revolução. 

Tendo o senador estadual de São Paulo, Cândido Nanzianzeno Nogueira da Mota, denunciado, profeticamente, na tribuna do Senado do Congresso Legislativo do Estado de São Paulo, em 24 de setembro de 1929, que: 

 “A guerra anunciada pela chamada Aliança Liberal não é contra o sr. Júlio Prestes, é contra nosso estado de São Paulo, e isso não é de hoje. A imperecível inveja contra o nosso deslumbrante progresso que deveria ser motivo de orgulho para todo o Brasil. Em vez de nos agradecerem e apertarem em fraternos amplexos, nos cobrem de injúrias e nos ameaçam com ponta de lanças e patas de cavalo!’ — Cândido Nogueira da Mota 

Candido Nogueira da Mota citou ainda o senador fluminense Irineu Machado que previra a reação de São Paulo: 

“A reação contra a candidatura do Dr. Júlio Prestes representa não um gesto contra o presidente do estado, mas uma reação contra São Paulo, que se levantará porque isto significa um gesto de legítima defesa de seus próprios interesses”! — Irineu Machado 

Em meio à grave crise econômica, devido à Grande Depressão de 1929 que derrubara os preços do café, Júlio Prestes, que era membro do Partido Republicano Paulista, foi eleito presidente em 1 de março de 1930, vencendo em 17 estados e no Distrito Federal, mas não tomou posse.

Apesar da grande votação nos 3 estados aliancistas, Getúlio Vargas foi largamente derrotado. Júlio Prestes, em São Paulo, teve 91% dos votos válidos. 

A ala mais radical da Aliança Liberal resolve pegar em armas e usa o assassinato de João Pessoa, em julho de 1930, como o estopim do movimento. O crime não teve motivos políticos, mas foi usado como tal, cujo impacto emocional deu novo ânimo aos oposicionistas derrotados. Cresce o apoio popular e os preparativos do golpe foram levados adiante e com rapidez pois se aproximava o momento da posse de Júlio Prestes. 

Em 3 de outubro de 1930 estoura a insurreição. Os rebeldes tomam os três estados que irradiaram a revolução: (Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraíba) e rumam para a capital federal. 

Comitiva de Getúlio Vargas (ao centro) fotografada por Claro Jansson durante sua passagem por Itararé (São Paulo) a caminho do Rio de Janeiro após a Revolução de 1930.Em 24 de outubro de 1930, um golpe militar liderado por comandantes militares no Rio de Janeiro, depõe Washington Luís e entrega, em 3 de novembro de 1930, o poder a Getúlio Vargas. 

Vitoriosa a revolução de 1930, Getúlio Vargas foi nomeado chefe do “Governo Provisório” e põe fim à supremacia política de São Paulo e Minas Gerais no governo federal. Entre outras ações, como a anistia dos rebeldes das revoluções de 1922 e 1924, modificações no sistema eleitoral e a criação do Ministério do Trabalho. 

Getúlio tomou posse instalando no Brasil uma ditadura: suspendeu a Constituição e nomeou interventores em todos os estados, com exceção de Minas Gerais – reforçando o conflito com São Paulo; dissolveu o congresso nacional, os congressos estaduais (câmaras e senados estaduais) e as câmaras municipais. 

Além de medidas de centralização política, outras se seguiram visando ao controle econômico pelo governo central: os estados foram proibidos de contratar empréstimos externos sem autorização do governo federal; o monopólio de compra e venda de moeda estrangeira pelo Banco do Brasil fá-lo controlar, assim, o comércio exterior. O governo impõe, ainda, medidas para controlar os sindicatos e as relações trabalhistas e cria instituições para intervir no setor agrícola como forma de enfraquecer os estados. 

Júlio Prestes e o presidente Washington Luís e vários outros apoiadores de Júlio Prestes foram exilados na Europa e os jornais que apoiavam Júlio Prestes foram destruídos (na época se dizia empastelados), entre eles, os jornais paulistanos Folha de S. Paulo, “A Plateia” e o Correio Paulistano e os jornais cariocas A Noite e O Paiz. 

Getúlio nomeou interventores para o governo dos Estados, sendo que para São Paulo foi designado o tenente, promovido a coronel pela Revolução de 1930, João Alberto Lins de Barros, chamado pelos paulistas de O pernambucano.

O Partido Democrático (1930) que apoiara Getúlio Vargas em São Paulo, conseguindo para Getúlio 10% dos votos paulistas nas eleições de 1 de março, não conseguiu indicar o interventor federal em São Paulo. 

Para o comando da 2ª Região Militar de São Paulo foi designado o general Isidoro Dias Lopes, e para o comando da Polícia Militar do Estado de São Paulo, então denominada “Força Pública”, foi nomeado o major Miguel Costa. Ambos tinham tentado derrubar o governo paulista na Revolução de 1924. Miguel Costa havia sido expulso da Força Pública por causa de suas ações em 1924. Isidoro Dias Lopes, porém, passou para o lado dos paulistas e foi um dos comandantes da Revolução de 1932. 

Após a derrota de São Paulo em 24 de outubro de 1930, quando triunfou a Revolução de 1930, foi deposto o presidente em exercício de São Paulo Heitor Penteado e o estado passou a ser governado por: 

-“Gabinete dos 40 dias”, tendo o Tenente João Alberto como Delegado Militar da Revolução, formado por próceres do Partido Democrático. O Gabinete dos 40 dias renunciou devido às pressões dos tenentes, rompendo com João Alberto.

A partir da renúncia do Gabinete dos 40 dias, São Paulo foi governado por interventores federais: 

-Tenente João Alberto Lins de Barros, de 25 de novembro de 1930 até 24 de julho de 1931.

-Laudo Ferreira de Camargo, de 25 de julho de 1931 até 13 de novembro de 1931.

-Coronel Manuel Rabelo Mendes, de 13 de novembro de 1931 até 7 de março de 1932.

-Pedro Manuel de Toledo, de 7 de março de 1932 até o fim da Revolução de 1932, em 2 de outubro de 1932. Em 23 de maio de 1932, Pedro de Toledo, foi aclamado pelos paulistas, governador de São Paulo.

Logo depois de vitoriosa a Revolução de 1930, em 6 de novembro de 1930, Luís Carlos Prestes, que conhecia João Alberto do tempo da Coluna Prestes, lançou um manifesto onde dizia textualmente: 

Brasileiros: Livrái-vos da desonestidade de um João Alberto!’— Luís Carlos Prestes 

E o tenente João Cabanas, um dos chefe da Revolução de 1924 e revolucionário de 1930, no seu livro “Fariseus da Revolução”, de 1932, assim definiu o tenente João Alberto: 

“”João Alberto serve como exemplo: Se, como militar, merece respeito, como homem público não faz juz ao menor elogio. Colocado, por inexplicáveis manobras e por circunstâncias ainda não esclarecidas, na chefia do mais importante estado do Brasil, revelou-se de uma extraordinária, de uma admirável incompetência, criando, em um só ano de governo, um dos mais trágicos confusionismos de que há memória na vida política do Brasil, dando também origem a um grave impasse econômico (déficit de 100.000 contos), e a mais profunda impopularidade contra a “Revolução de Outubro”.. e ter provocado no povo paulista, um estado de alma equívoco e perigoso. Nossa história não registra outro período de fracasso tão completo como o do “Tenentismo inexperiente“!. — João Cabanas 

Antecedentes do movimento 

Cartaz do movimento contra a ditadura getulista.Em 1932 a irritação dos paulistas com Getúlio Vargas não cedeu com a nomeação de um paulista, Pedro Manuel de Toledo, como interventor do Estado, pois tanto este quanto Laudo Ferreira de Camargo (que havia renunciado por causa da interferência dos tenentes no governo), não conseguiam autonomia para governar. 

A primeira grande manifestação dos paulistas foi um megacomício – na época se dizia meeting – na Praça da Sé, no dia do aniversário de São Paulo, em 25 de janeiro de 1932, com um público estimado em 200 000 pessoas, e, na época, chamados de “comícios-monstro”. Em maio de 1932, ocorreram vários comícios constitucionalistas. 

As interferências da ditadura no governo de São Paulo eram constantes, não se deixando os interventores formarem livremente seu secretariado, nem do Chefe de Polícia de São Paulo. Pedro de Toledo não governava de fato, as interferências de Miguel Costa, Osvaldo Aranha, João Alberto Lins de Barros, Manuel Rabelo e Pedro Aurélio de Góis Monteiro eram constantes. 

O político Paulo Nogueira Filho descreve João Alberto Lins de Barros e Miguel Costa como pessoas que “se arvoravam como donatários de São Paulo”.

Os tenentes do Clube 3 de outubro eram totamente contrários a que se fizesse uma nova constituição, tendo eles entregado, a Getúlio Vargas, em 3 de março de 1932, em Petrópolis, um documento no qual dão seu total apoio à ditadura e no qual se manifestam contrários a uma nova constituição. 

Júlio Prestes acreditava, já em 1931, que a situação da ditadura estava se tornando insustentável e declarou no exílio em Portugal: 

 “O que não compreendo é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado!” — Júlio Prestes . 

O Partido Republicano Paulista e o Partido Democrático de São Paulo, que antes apoiara a Revolução de 1930, uniram-se, em fevereiro de 1932, na Frente Única para exigir o fim da ditadura do “Governo Provisório” e uma nova Constituição. Assim, São Paulo inteiro estava contra a ditadura. 

Os paulistas consideravam que o seu Estado estava sendo tratado pelo Governo Federal, que se dizia um “Governo Provisório”, como uma terra conquistada, expressão de autoria de Leven Vanpré, governada por tenentes de outros estados e sentiam, segundo afirmavam, que a Revolução de 1930 fora feita “contra” São Paulo, pois Júlio Prestes havia tido 90% dos votos dos paulistas em 1930. 

O estopim da revolta foi a morte de cinco jovens no centro da cidade de São Paulo, assassinados a tiros por partidários da ditadura, pertencentes à “Legião Revolucionária”, criada por João Alberto Lins de Barros e orientada pelo Major Miguel Costa, em 23 de maio de 1932. 

Pedro de Toledo tentara formar um novo secretáriado independente das pressões exercidas pelos tenentes, quando chegou a São Paulo Osvaldo Aranha, representando a ditadura, querendo interferir na formação do novo secretariado. O povo quando ficou sabendo saiu às ruas, houve grandes comícios e passeatas, e no meio do tumulto a multidão tenta invadir a sede da “Legião Revolucionária”. Ao subirem as escadarias do edifício, são recebidos a balas. 

Pedro de Toledo, com o apoio do povo, conseguiu, porém montar um secretariado de sua livre nomeação (que ficou conhecido como o Secretariado de 23 de maio), neste dia 23 de maio de 1932 e romper definitivamente com o Governo Provisório. 

Multidão reunida em protesto ao assassinato dos estudantes MMDC em São Paulo. A morte dos jovens deu origem a um movimento de oposição que ficou conhecido como MMDC. 

Mário Martins de Almeida (Martins)

Euclides Bueno Miragaia (Miragaia)

Dráusio Marcondes de Sousa (Dráusio)

Antônio Américo Camargo de Andrade (Camargo) 

O MMDC foi organizado como sociedade secreta, em 24 de maio de 1932, tendo sido projetado durante um jantar no Restaurante Posilipo, por Aureliano Leite, Joaquim de Abreu Sampaio Vidal, Paulo Nogueira e Prudente de Moraes Neto entre outros. Inicialmente, a sociedade foi chamada “Guarda Paulista”, mas, depois, foi fixada em MMDC, em homenagem aos jovens mortos a 23 de maio. Em 10 de agosto, o Decreto nº. 5627-A, do governo do Estado oficializou o MMDC, cuja direção foi entregue a um colegiado, presidido por Waldemar Martins Ferreira, secretário da Justiça, e tendo, como superintendente, Luís Piza Sobrinho. O MMDC foi instalado na Faculdade de Direito e depois transferido para o antigo Fórum, na rua do Tesouro, e depois para o prédio da Escola de Comércio Álvares Penteado. 

O dia 23 de maio é sagrado em São Paulo como o Dia do soldado constitucionalista. 

Esse fato levou à união de diversos setores da sociedade paulista em torno do movimento de constitucionalização que se iniciara em janeiro de 1932. Neste movimento, liderado pelo MMDC, se uniram o PRP e o Partido Democrata, chamados pela ditadura de “oligarquia”, que pretendiam a volta da supremacia paulista e do PRP ao poder e queriam, também, reparar a injustiça ocorrida em 1930, quando o candidato dos paulistas Júlio Prestes foi eleito a presidência mas não pôde tomar posse impedido pela Revolução de 1930, quanto segmentos que desejavam a implantação de uma verdadeira democracia no Brasil, mais ampla que a democracia da Constituição de 1891. 

Voluntário paulista na Revolução Constitucionalista.Começou-se, então, a se tramar um movimento armado visando à derrubada da ditadura de Getúlio Vargas, sob a bandeira da proclamação de uma nova Constituição para o Brasil. 

Desde seu início, a revolução de 1932 contou com o apoio decisivo da maçonaria paulista, através de suas lideranças e de seus membros como Pedro de Toledo, Júlio de Mesquita Filho, Armando de Sales Oliveira, Ibraim Nobre e outros. 

Em 9 de julho, Getúlio Vargas já havia estabelecido eleições para uma Assembleia Nacional Constituinte (As eleições foram convocadas em fevereiro de 1932) e já havia nomeado um interventor paulista – as duas grandes exigências de São Paulo. Porém a interferência do governo federal e dos tenentes em São Paulo continuava forte. Os tenentes eram contra a instalação de uma assembleia constituinte, tendo, seus representantes entregado a Getúlio Vargas um manifesto contrário à constituinte em 3 de março de 1932, em Petrópolis, um documento no qual dão seu total apoio à ditadura e no qual se manifestam contrários a uma nova constituição. 

Estes atos do Governo Provisório, porém, não evitaram o conflito, já que o que o PRP, agora unido ao seu rival Partido Democrático paulista, almejava voltar a dominar a política nacional, como fazia anteriormente, reparando a injustiça de Júlio Prestes não ter tomado posse como presidente da República em 1930, e dar uma constituição ao Brasil e terminar com as interferências da ditadura no governo de São Paulo. 

Era especialmente humilhante para São Paulo a nomeação do major Miguel Costa para comandante da Polícia Militar de São Paulo, então chamada de Força Pública, pois Miguel Costa havia sido expulso da Força Pública em 1924 por tentar derrubar o governo paulista na Revolução de 1924. 

O combatente-médico da revolução de 1932, Ademar Pereira de Barros que governaria São Paulo por três vezes, assim explicou, em Santos, em 1934, as razões da revolução de 1932:

 “São Paulo levantou-se em armas em 9 de julho de 1932 para livrar o Brasil de um governo que se apossaria de sua direção por efeito de uma revolução… e se perpetuava indefinidamente no poder, esmagando os direitos de um povo livre.. e que trazia o sempre glorioso São Paulo debaixo de das botas e o chicote do senhor!” — Ademar de Barros 

O movimento armado 

Cartaz convocando os paulistas às armasEm 9 de julho eclodiu o movimento revolucionário, com os paulistas acreditando possuir o apoio de outros Estados, notadamente Minas Gerais, Rio Grande do Sul e do sul de Mato Grosso, para a derrubada de Getúlio Vargas, o que acabou não ocorrendo. Pedro de Toledo, que ganhara forte apoio dos paulistas, foi proclamado governador de São Paulo e foi o comandante civil da revolução constituionalista. Foi lançado uma proclamação da “Junta Revolucionária” conclamando os paulistas a lutarem contra a ditadura. Formavam a Junta Revolucionária, Francisco Morato do Partido Democrático, Antônio de Pádua Sales do PRP, Generais Bertoldo Klinger e Isidoro Dias Lopes. O general Euclides Figueiredo assumiu a 2º Região Militar. 

Alistaram-se 200 000 voluntários, sendo que estima-se que destes, 60 000 combaterem nas fileiras do exército constitucionalista. 

No estado de São Paulo, a Revolução de 1932 contou com um grande contingente de voluntários civis e militares e o apoio de políticos de outros Estados, antigos apoiadores da Revolução de 1930, como, no Rio Grande do Sul, Raul Pilla, Borges de Medeiros, Batista Luzardo e João Neves da Fontoura entre outros, que formaram a Frente Única Rio-Grandense, e que tentaram fazer uma revolta mas foram capturados (salvo Batista Luzardo que conseguiu fugir) e exilados pelo interventor gaúcho. 

Cartaz MMDC convocando o povo paulista às armas.No atual Mato Grosso do Sul foi formado um estado independente que se chamou Estado de Maracaju, que apoiou São Paulo. Em Minas Gerais, a revolução de 1932 obteve o apoio do ex-presidente Artur Bernardes, que terminou também exilado. 

São Paulo esperava a adesão do interventor do Rio Grande do Sul, o estado mais bem armado, mas este na última hora decidiu enviar tropas não para apoiar São Paulo, mas para combater os paulistas.

Quando se inicia o levante, uma multidão sai às ruas em apoio. Tropas paulistas são enviadas para os fronts em todo o Estado. Mas as tropas federais são mais numerosas e bem-equipadas. Aviões são usados para bombardear cidades do interior paulista. Quarenta mil homens de São Paulo enfrentam um contingente de cem mil soldados. Os planos paulistas previam um rápido e fulminante movimento em direção ao Rio de Janeiro pelo Vale do Paraíba, com a retaguarda assegurada pelo apoio que seria dado pelos outros estados. 

Cartaz de convocação para Enfermeiras Voluntárias paulistasPorém, com a traição dos outros estados, o plano imaginado por São Paulo não se concretizou: Rio Grande do Sul e Minas Gerais foram compelidos por Getúlio Vargas a se manterem ao seu lado e a publicidade de pretensão separatista do movimento levou São Paulo a se ver sozinho, com o apoio de apenas algumas tropas mato-grossenses, contra o restante do Brasil.[19] Comandados por Pedro de Toledo, aclamado governador revolucionário, e pelo general Bertoldo Klinger, as tropas paulistas se viram lutando em três grandes frentes: o Vale do Paraíba, o Sul Paulista e Leste Paulista. 

O estado de São Paulo, apesar de contar com mais de quarenta mil soldados, estava em desvantagem. Por falta de apoio e a traição de outros estados, São Paulo se encontrava num grande cerco militar. 

Como as fronteiras do estado foram fechadas, não havia como adquirir armamento para o conflito, fora do país, assim muitos voluntários levaram suas próprias armas pessoais e engenheiros da Escola Politécnica do Estado (hoje EPUSP) e do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) passaram a desenvolver armamentos a serem produzidos pelo próprio estado para suprir as tropas. Um navio que trazia do exterior armamento para os paulistas foi apreendido pela Marinha do Brasil. 

Veículo blindado desenvolvido com a ajuda da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.No teste de um novo canhão, um acidente matou o Comandante da Força Pública, Coronel Júlio Marcondes Salgado. Uma das armas mais sofisticadas feitas pela indústria paulista foi o trem blindado, usado na campanha militar no Vale do Paraíba. 

São Paulo criou moeda própria, que foi falsificada pela ditadura e distribuída na capital paulista para desestabilizar a economia do estado. O dinheiro paulista era lastreado pelo ouro arrecadado pela campanha “Ouro para o bem de São Paulo”, também chamado de “Ouro para a vitória”. 

Também foram compradas armas nos EUA, mas o navio que as transportava foi apreendido. Houve muita falta de munição, o que levou os paulistas a inventarem e usarem um aparelho que imitava o som das metralhadoras, chamado de “matraca”. 

Veículo construído em chassi caminhão Chevrolet com torre giratória para metralhadora.Houve intensa mobilização através do rádio, uma novidade na época, onde se destacou César Ladeira da Rádio Record. Usaram-se muita propaganda e contra-propaganda ideológica por parte da ditadura que acusava São Paulo de estar nas mãos do fascismo italiano trazido pelos imigrantes. Eram recrutados, pela ditadura, brasileiros de outras regiões para combaterem São Paulo dizendo-lhes que São Paulo queria se separar do Brasil. 

A ditadura colocava elementos infiltrados em reuniões e comícios em São Paulo que pregavam o derrotismo e o desânimo da população. 

O crime mais bárbaro, ocorrido durante a Revolução de 1932, ocorreu na cidade de Cunha onde as tropas da ditadura torturaram e mataram o agricultor Paulo Virgínio, por este se recusar a dizer onde estavam as tropas paulistas. Paulo Virgínio foi obrigado a cavar sua própria sepultura e morreu dizendo: 

 Morro mas São Paulo vence! — Paulo Virgínio 

Paulo Virgínio, junto com os jovens do MMDC, está enterrado no ponto central do Mausoléu do Ibirapuera e é homenageado dando seu nome a rodovia SP-171, que corta a região onde ele foi assassinado. 

O movimento estendeu-se até 2 de outubro de 1932, quando foi derrotado militarmente. 

O fim do conflito

Telegrama relatando o fim das hostilidades.Em meados de setembro, as condições de São Paulo eram precárias. O interior do estado era invadido paulatinamente pelas tropas de Getúlio Vargas e a capital paulista era ameaçada de ocupação. A economia de São Paulo, asfixiada pelo bloqueio do porto de Santos, sobrevivia de contribuições em ouro feitas por seus cidadãos e as tropas paulistas desertavam em números cada vez maiores. 

Tropas gaúchas acampadas na área do Instituto Biológico (futuro Parque do Ibirapuera) durante a Revolução Constitucionalista de 1932.Vendo que a derrota e ocupação do estado era questão de tempo, as tropas da Força Pública Paulista, atual Polícia Militar de São Paulo, são as primeiras a se render, no final de setembro. Com o colapso da defesa paulista, a liderança revolucionária paulista se rende em 2 de outubro de 1932, na cidade de Cruzeiro, para as forças chefiadas pela general Pedro Aurélio de Góis Monteiro. 

As tropas gaúchas ocupam a capital paulista, pela segunda vez, em menos de dois anos. A primeira vez fora logo após a vitória da revolução de 1930. A maior parte dos líderes paulistas, que não tinha sido exilada em 1930, com a derrota de Revolução de 1932, foi então exilada. 

O comandante das forças militares do Sul do Brasil (Exército Sul), do Governo Provisório, que combateram São Paulo, o General Valdomiro Castilho de Lima, é nomeado governador militar em São Paulo. 

Consequencias: 

Terminado o conflito, a liderança paulista se refugia no exílio, enquanto os paulistas computam oficialmente 634 mortos, embora estimativas extraoficiais falem em mais de mil mortos paulistas. Do lado federal nunca foram liberadas estimativas de mortos e feridos. Foi o maior conflito militar da história brasileira no século XX. 

Segundo os paulistas, não teria havido redemocratização no Brasil se não fosse o Movimento Constitucionalista de 1932. 

Porém, o término da revolução constitucionalista marcou o início do processo de democratização. A derrota militar entretanto se transforma em vitória política. Em 3 de maio de 1933 foram realizadas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte quando a mulher votou pela primeira vez no Brasil em eleições nacionais. Ao ver seu governo em risco, Getúlio Vargas dá início ao processo de reconstitucionalização do país, levando à promulgação em 1934 de uma nova constituição. Nesta eleição, graças à criação da Justiça Eleitoral, as fraudes deixaram de ser rotina nas eleições brasileiras. 

Getúlio, terminada a revolução de 1932, se reconcilia com São Paulo, e depois de várias negociações políticas, nomeia um civil e paulista para interventor em São Paulo: Armando de Sales Oliveira, participando, mais tarde, em 1938, pessoalmente da inauguração da avenida 9 de julho em São Paulo. 

Durante o Estado Novo, os dois interventores federais em São Paulo saíram das hostes do Partido Republicano Paulista: Adhemar Pereira de Barros (1938-1941) e Fernando de Sousa Costa (1941-1945) que havia sido secretário da agricultura do Dr. Júlio Prestes. 

Durante a Revolução foram reavivadas as tradições bandeirantes do estado, saindo nas notas do dinheiro paulista, e em muitas publicações, as imagens dos principais bandeirantes paulistas. 

Para os paulistas, a Revolução de 1932 transformou-se em símbolo máximo do Estado, a exemplo da Guerra dos Farrapos para os gaúchos. Lembrada por feriado no dia 9 de julho, a revolução é mais fortemente comemorada na cidade de São Paulo do que no interior do estado, onde a destruição e as mortes provocadas pela rebelião são ainda recordadas, e também, a revolução de 1932 é muito relembrada nas regiões de divisa, onde se travaram os combates, especialmente no Vale do Paraíba paulista. 

No restante do país, o movimento, assim como a já citada Guerra dos Farrapos, é mais lembrado pela versão dos vitoriosos, a de uma rebelião conservadora, visando a reconduzir as oligarquias paulistas ao poder, colocando esta tentativa de volta ao poder como algo inaceitável, e de uma rebelião de velado caráter separatista, que são as versões predominante nos livros didáticos de história do Brasil. 

A preservação da memória e dos ideais de 1932 

Obelisco de São Paulo, no Parque Ibirapuera, construído em homenagem aos heróis da Revolução Constitucionalista.

Monumento aos Heróis da Revolução Constitucionalista de 1932 no Cemitério da Saudade, em Campinas. No feriado estadual de 9 de julho, anualmente se realizam comemorações e desfiles cívico-militares, sendo que o mais importante desfile se realiza no parque do Ibirapuera em São Paulo.  Nesta solenidade são depositados no Mausoléu do Soldado Constitucionalista os restos mortais dos veteranos falecidos no ano corrente. 

Em homenagem à revolução de 1932, no ínicio de julho, um grupo de paulistas faz a “Caminhada 9 de Julho”, percorrendo, todos os anos, a pé, 927 quilômetros pelo estado de São Paulo. Cruzam o estado de São Paulo, saindo de Rubineia, no extremo oeste do estado e vão terminar a caminhada em Cruzeiro, no Vale do Paraíba, onde foi assinada a rendição dos paulistas. Os organizadores desta caminhada cívica pretendem entrar para o livro Guiness dos recordes como a maior caminhada cívica do mundo. 

Em 2008, a cidade de Cruzeiro recebeu através da lei estadual 13203 o honroso título honorífico de “Capital da Revolução Constitucionalista de 1932” em virtude dos marcantes episódios desse conflito ocorridos no município, dentre os quais a assinatura do Armistício, termo de cessação da Revolução que deu-se no dia 02 de outubro de 32 na Escola Arnolfo Azevedo (na época transformada em quartel-general das tropas paulistas), localizada na região central da cidade. 

O Exército Constitucionalista ainda existe e é presidido por veteranos de 1932. A Sociedade dos Veteranos de 1932 preserva a memória, documentos e relíquias de 1932.