Posts Tagged ‘rússia’

A Salvação virá da Mãe-Rússia

12/02/2017

O povo da Rússia será o povo que mais glorificará a Deus.

Os povos do Ocidente progrediram, mas sem Deus, como se fossem seus próprios criadores. (Nossa Senhora em Medjugorje/ Outubro de 1981)

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Uma aula de conservadorismo com Vladimir Putin.

A Era de Aquárius já chegou

07/11/2013

Feminista ateia serrando uma cruz em ato de apoio à integrantes da banda Pussy Riots; condenadas na Russia após profanarem um templo católico.

Atualmente a liberdade de expressão, de opinião, de religião é ensinada como sendo o mais autêntico de todos os direitos do ser humano. Mas exceto para a Igreja Católica.

Professar a fé na sã Doutrina da salvação tornou-se “discriminação preconceituosa e extremista”, e pedir para ter sua fé tradicional respeitada tornou-se motivo de chacota…

Toda a sociedade ocidental renega suas raízes na moral cristã e, por conta disso, está a desmoronar.

O mundo passará, mas a Sagrada Cruz de Nosso Senhor continuará de pé e atraindo a humanidade.

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A Salvação virá da Mãe Rússia II

21/09/2013

SELENA GOMEZ É BARRADA NA RÚSSIA POR APOIAR GAYS

Postado por: Aires – 20/set/2013

DO ORGULHO HÉTERO

 

Cantora teve visto negado e foi obrigada a cancelar shows no país

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A cantora Selena Gomez foi obrigada a cancelar dois shows que faria na Rússia com a turnêStars Dance Tour 2013, por não conseguir o visto para entrar no país. O motivo, segundo organizadores do show disseram à agência de notícias RIA Novosti, seria o fato de Selena ser uma artista que apoia o movimento gay.

De acordo com eles, a estrela teen poderia repetir a atitude das veteranas Madonna e Lady Gaga que, no ano passado, declararam apoio aos gays durante suas apresentações no país e foram acusadas pelo governo de violar as leis de imigração. O discurso de ambas provocou as autoridades locais, que apoiam a lei russa que bane a “propaganda gay” ante menores.

Só a Rússia poderá nos salvar – Putin – O Herói do Milênio

01/09/2013

30 de agosto de 2013
Presidente Vladimir Putin
Federação Russa
23, Ilyinka Street
Moscou, 103132, Rússia

Prezado Presidente Putin
No nome de milhões de americanos e canadenses que estão preocupados com a propagação aparentemente irreversível da homossexualidade em nossos países e internacionalmente, desejo respeitosamente expressar minha gratidão sincera que sua nação tem assumido uma postura firme e inequívoca contra esse flagelo ao proibir a propaganda homossexualista na Rússia. Você tem dado um exemplo de liderança moral que está envergonhando os governos da Europa Ocidental e América do Norte. Você tem inspirado os povos do mundo. A Lituânia, a Moldávia, a Hungria e a Ucrânia já estão começando a seguir seu exemplo baseado em princípios, e você tem gerado esperança real no movimento pró-família internacional de que essa agenda sexual destrutiva e degradante pode finalmente começar a ser freada no mundo inteiro.
Como líder de longa data no movimento pró-família que fez uma turnê em seu país em 2006 e 2007 defendendo a própria lei que você sancionou, quero prevenir você a não presumir que você resolveu totalmente o problema com a sanção dessa lei. A batalha para proteger sua sociedade da homossexualização apenas começou, e você poderá ficar surpreso de descobrir nos próximos meses e anos que muitos líderes mundiais começarão a trabalhar agressivamente para tentar intimidar você e forçar você a se render às exigências homossexualistas.
Poucas agendas políticas na história da humanidade tiveram a tenacidade e determinação do movimento homossexualista. Seus ativistas são movidos por uma militância implacável e fervor de avançar seus próprios interesses egoístas que rivalizam até com as seitas religiosas mais fanáticas. Dá para se ver um vislumbre do espírito por trás desse movimento em Gênesis 19:4-11.
Em apenas cinquenta anos esse grupo periférico que representa apenas 2% da população tem, por meio de pura força de vontade e intimidação, ganhado mais influência política nos poderes legislativos e tribunais do mundo ocidental do que a igreja cristã. A conduta sexual que define sua identidade como indivíduos e como movimento era quase universalmente ilegal e proibida durante os anos em que nossas duas nações estavam aliadas contra a ameaça do nazismo, mas pouco mais de meio século depois os líderes homossexualistas e seus representantes ocupam a maioria dos cargos de poder no Ocidente, e estão crescendo no Oriente e nas nações em desenvolvimento também.
Ao preparar sua sociedade para reconhecer e confrontar as iniciativas do movimento de militantes gays é importante compreender que a propaganda e as políticas deles seguem o conto de que toda censura à homossexualidade leva inevitavelmente ao ódio, violência e assassinato de homossexuais. Todas as políticas pró-homossexualismo dos Estados Unidos e da Europa se apoiam nessa premissa implícita e inquestionável, mas fictícia. Portanto, o movimento homossexualista não está simplesmente buscando tolerância social, ou aceitação, mas poder e controle politico. Eles querem o poder de reprimir toda desaprovação à homossexualidade na sociedade russa e forçar todos os cidadãos (principalmente os jovens) a adotar a opinião de que a conduta homossexual é boa e normal.
Eles pedem igualdade, mas logo que conseguem todos os ideais sociais que exploraram para chegar ali, tais como tolerância social, liberdade de expressão e respeito pela diversidade cultural, vem o descarte desses ideais. Em lugar desses ideais introduz-se uma nova cosmovisão e moralidade reversa e invertida que condenam toda desaprovação à homossexualidade como uma nova forma imaginária de intolerância. Chamo esse fenômeno de “homo-fascismo” e o defino como uma forma de extremo radicalismo esquerdista e retrógrado que busca estabelecer rígidos controles autoritários sobre todos os discursos públicos e políticas governamentais com relação a normas e boas maneiras sexuais, e sancionar medidas punitivas contra pessoas que discordam por motivo de consciência, punindo ou suprimindo toda desaprovação à homossexualidade e condutas sexuais relacionadas (que evidentemente, muito embora eles neguem, rapidamente incluiriam doutrinação e exploração sexual de crianças).
Nos próximos meses e anos a Rússia e seu povo serão cada vez mais retratados por exagerações abusivas e carregadas de paixão como portadores de ódio e intolerância, decididos a exterminar os homossexuais. Aliás, a campanha de propaganda sobre esse tema já foi iniciada, com filmagens de vídeo professando mostrar neo-nazistas russos batendo em homossexuais agora circulando na internet, junto com a falsa insinuação de que essa é a intenção da lei russa. Essa mesma máquina de propaganda e metodologia vem triturando Uganda desde 2009 quando esse país introduziu (mas nunca aprovou) seu Projeto de Lei Anti-Homosexualidade (PLAH) que concordo foi duro demais, mas que nunca refletiu nenhuma intenção do governo de Uganda de exterminar homossexuais, conforme os ativistas gays e seus aliados dos meios de comunicação continuam a alegar.
Aliás, esse conto gay que iguala oposição à homossexualidade ao genocídio nazista é em parte uma tentativa de obscurecer as raízes feias do moderno movimento homossexualista na Alemanha antes do nazismo. O fascismo alemão era formado e facilitado por homossexuais do sexo masculino, de orientação masculina, em resposta ao modelo efeminado da homossexualidade que sustentava que todos os homens homossexualistas eram realmente almas fêmeas aprisionadas em corpos de homens. Começando na década de 1860, os homossexuais fêmeos, depois de Karl Heinrich Ulrichs, o avô do movimento de direitos gays, construíram um poderoso movimento social e politico na Alemanha que focava na revogação das leis contra a sodomia.
Ofendidos pela constante caracterização da homossexualidade masculina como efeminada, os homossexuais machos criaram seu próprio movimento fundamentados na filosofia de culto ao guerreiro exemplificado pela antiga Esparta. Esses foram os primeiros fascistas alemães e de suas fileiras vieram primeiro os briguentos de uniformes marrons da 1ª Guerra Mundial e então o Partido Nazista. Essa tese é fartamente documentada em meu livro “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” (A Suástica Rosa: Homossexualidade no Partido Nazista), que co-autorei em 1995 com o pesquisador Kevin E. Abrams.
Junto com essa carta, estou incluindo um exemplar de The Pink Swastika (Quarta Edição) em inglês que vem autografado pelo meu co-autor e eu. Logo estaremos completando um processo há muito atrasado de publicar o livro em russo, e assim nos comprometemos que dedicaremos a versão russa da The Pink Swastika ao governo russo e a seu povo. Será nossa honra enviar o primeiro exemplar da versão russa a você.
Mais uma vez, obrigado, presidente Putin, por permanecer firme na defesa da família natural, que é o alicerce essencial de toda civilização humana. Talvez por meio da inspiração de sua liderança, uma aliança das pessoas boas de nossos países com as pessoas boas de seu país, possamos de novo de alguma forma cooperativa, redimir o futuro da humanidade de um Leviatã fascista, exatamente como fizemos na 2º Guerra Mundial.
Respeitosamente,
Pastor Scott Lively, J.D., Th.D.
Defend the Family International
PO Box 2373
Springfield, MA 01101
Estados Unidos

A Esperança vem da Rússia – Lá não se pode defender o Pecado da Sodomia

15/08/2013

Isinbaeva polemiza e condena homossexualismo: ‘Não temos esse problema na Rússia’

Musa e idolatrada em quase toda a parte do mundo, Elena Isinbaeva surpreendeu o mundo nesta quinta-feira. Mas desta vez de uma forma negativa…


Musa e idolatrada em quase toda a parte do mundo, Elena Isinbaeva surpreendeu o mundo nesta quinta-feira. Mas desta vez de uma forma negativa. A campeã mundial do salto com vara veio à público para defender a lei contra o homossexualismo que foi criada na Rússia e reclamou dos atletas que protestaram contra o preconceito no Mundial de Atletismo, que está sendo realizado em Moscou.

“Se permitirmos esse tipo de coisas, tememos muito por nossa nação porque nos consideramos normais, com um padrão. Nós apenas vivemos com homens ao lado de mulheres e mulheres ao lado de homens. Tudo deve ser assim. Isso vem da história. Nós nunca tivemos problemas assim na Rússia e não queremos ter problemas assim no futuro”, disse Isinbaeva.

“É desrespeitoso para com nosso país, com nossos cidadãos. Nós temos nossas leis e todos tem que respeitar. Quando vamos a outros países nós tentamos seguir suas regras”, completou.A Rússia aprovou em julho deste ano uma lei que proíbe qualquer ato de propaganda do homossexualismo. A regra causou diversas manifestações contrárias ao redor do mundo e gerou até a possibilidade de boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, que serão realizados na cidade de Sochi, também na Rússia.

No Mundial de Atletismo, a sueca Emma Green Tregaro começou uma campanha contra a lei anti-homossexualismo e participou das competições com as unhas pintadas nas cores do arco-íris, símbolo do movimento gay. Ao menos outras duas atletas da própria Suécia também participarão do Mundial com as unhas pintadas.

Mundo vira de cabeça para baixo: Rússia vira bastião da moralidade cristã: KIT GAY proibido na Russia

11/06/2013

Votação quase unânime da Dieta aprova a proibição de ensinarem as crianças pecarem contra a Castidade.

Não poderá existir na Rússia o KIT GAY nas escolas.

http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/06/11/actualidad/1370975930_590218.html

La Duma rusa acaba de aprobar casi por unanimidad (436 votos en una cámara de 450 diputados) la ley que permitirá sancionar la información sobre “relaciones sexuales no tradicionales”, es decir, no se podrá dirigir a menores informaciones sobre la homosexualidad.

Frente al edificio ha habido hoy martes por la mañana manifestaciones de los activistas en favor de los derechos de gais y lesbianas y la policía ha efectuado cerca de 30 detenciones. Los gais han sido perseguidos y golpeados por representantes de grupos ortodoxos radicales.

“Diputados, proteged al pueblo de los degenerados”, se leía en una de las pancartas frente a la Duma Estatal de Rusia (cámara baja del Parlamento) donde apenas sin discusión se ha aprobado ley que prohíbe la propaganda de la homosexualidad entre los menores de edad. En otra pancarta había dos fotos, una de un desfile militar de soldados eslavos, todos con el mismo gesto marcial, y otra de un desfile de gais. “¿En qué desfile participarán nuestros hijos?”, se preguntaba en el cartel.

El proyecto, que eleva a rango estatal las prohibiciones ya vigentes en San Petersburgo y algunas otras regiones del país, ha cambiado su terminología y se refiere ahora a la propaganda de las “relaciones sexuales no tradicionales”, en lugar de la mención explícita a la propaganda homosexual.

La ley, cuyo origen era un texto más escueto presentado por el Parlamento de Novosibirsk, fue aprobada en primera lectura el 25 de enero pasado. El documento debe después ser aprobado por la Cámara alta (Consejo de la Federación) y firmado por el presidente.

La nueva legislación supone enmiendas en el código de infracciones administrativas que permitirán sancionar a quienes difundan información para formar en los menores “orientaciones sexuales no tradicionales”, o para “presentar como atractivas las relaciones sexuales no tradicionales”. También podrán ser sancionados quienes se dediquen a difundir “la idea tergiversada de que las orientaciones sexuales tradicionales y no tradicionales tienen igual valor social” y quienes “impongan información sobre las relaciones sexuales no tradicionales que provoque el interés por esas relaciones”. Por todos estos conceptos se podrán imponer multas de 4.000 a 5.000 rublos (alrededor de 100 euros) a los sujetos físicos y multas de 40.000 a 50.000 rublos (unos 1.000 euros) a las personas con cargos y multas de hasta 1 millón de rublos o suspensión de actividades durante 90 días a las entidades jurídicas.

Para la segunda y tercera lectura de la ley, el término “homosexualidad” ha sido sustituido por un concepto más amplio y más vago justamente para no hacer propaganda del mismo y, en su lugar, ha aparecido una formula con “más cabida”, según la jefa del Comité de Cuestiones de Familia, Mujeres y Niños de la Duma, Elena Mizúlina. Por su ambigüedad, el nuevo enunciado aumenta las posibilidades de una interpretación arbitraria a discreción de las autoridades.

Es más, la ley hace equilibrios verbales de consecuencias inciertas, al establecer que su objeto es “defender a los niños de la información que hace propaganda de la negación de los valores familiares tradicionales”. “Ahora no vamos ni a poder informar de las realidades de la vida porque en cualquier momento nos pueden acusar de violar la ley”, manifestaba una maestra refiriéndose a sus propias dificultades para alertar a sus alumnos sobre las complejidades humanas. “Una parte de mis alumnos llegan con una actitud llena de prejuicios y despreciativa contra las minorías sexuales. Tengo miedo a que me denuncien, si les explico cómo es la vida”, señalaba.

El documento se inscribe en una serie de leyes restrictivas que cultivan precisamente la ambigüedad, desde la que obliga a las Organizaciones No Gubernamentales con actividades políticas a inscribirse como “agentes del extranjero” (espías), a la que regula los mítines y manifestaciones públicas, pasando por la que castiga las “ofensas a los sentimientos religiosos”.

En el caso de las ONG no se aclara qué se entiende por actividades políticas y los fiscales ponen la etiqueta de “agentes del extranjero” a centros sociológicos, grupos ecológicos y organizaciones de control electoral.

En el caso de la propaganda de las “relaciones no tradicionales”, si el texto de la ley se interpreta al pie de la letra se podría llegar a situaciones bastante absurdas, ya que la expresión “valores familiares tradicionales” podría dar pie a intervenir contra quienes por ejemplo nieguen la familia tradicional musulmana y la poligamia, señalaba una periodista rusa. La nueva redacción del documento es “mucho peor que la redacción aprobada en primera lectura”, señalaba Igor Kochetkov, presidente de la red de gais y lesbianas LGBT.

Los órganos del Ministerio del Interior, es decir, la policía, serán los encargados de poner multas y sanciones, previa decisión judicial, según la diputada Mizúlina, la cual ha subrayado que no se prohíbe la propaganda de la homosexualidad en general entre los adultos y en los clubes especiales.

También se ha aprobado la ley que endurece castigos contra los que ofendan los sentimientos religiosos, con 308 votos a favor, dos en contra y dos abstenciones. Esta ley, aprobada en segunda y tercera lecturas, contempla hasta cinco años de cárcel y multas de 500.000 rublos (más de 4.000 euros) para los que ofendan sentimientos religiosos, y entrará en vigor el 1 de julio.

Es la reacción del parlamento a la actuación de las Pussy Riot en el templo de Cristo Salvador. Además, los que ofendan sentimientos religiosos no podrán ocupar cargos públicos durante dos años. Ambas leyes aprobadas en segunda y tercera lectura. Ahora, pasan a cámara alta y después las firma el presidente.