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50 anos da Revolução de 31 de março de 1964 que salvou o Brasil – Sem a Revolução hoje seríamos um país comunista

27/03/2014

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Estudantes comunistas da Universidade Federal de Santa Catarina tiram a Bandeira do Brasil e colocam a bandeira comunista,

Estudantes patriotas colocam a Bandeira do Brasil no mastro novamente.

14:00 TV ALERG censura pronunciamento:

Neste momento, TV ALERJ corta sinal e censura sessão sobre 31 de março conduzida por Flávio Bolsonaro. Se vivêssemos em uma democracia, haveria também uma sessão em Brasília.

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1964 é Hoje

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Apesar da retirada pelo Governo do 31 de Março do calendário comemorativo nacional, a lembrança do glorioso Movimento em defesa da Democracia, desencadeado pelo Povo Brasileiro em 1964, permanece mais viva do que nunca na sua memória.

31 de março de 1964 é a data histórica que marcou um “basta” contra os desmandos e a ausência de autoridade que o próprio Governo instalado patrocinava, com o propósito de levar o País ao caos e ao descontrole institucional.

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Tal anarquia atendia à estratégia final que levaria à iminente instalação no País de um regime totalitário-sindicalista com inspiração bolchevista.

Instadas pela própria população, as Forças Armadas assumiram o comando das ações, atuando emergencialmente para restaurar a ordem, e, finalmente, dominar a subversão em todas as formas em que se manifestou.

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Daí em diante, o controle do Estado foi definitivamente restabelecido e reorganizada a administração nacional, que alcançou um desenvolvimento sustentado com sucessivos recordes de crescimento econômico.

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O tempo passou, muita coisa aconteceu nesses quarenta e sete anos, quase meio século, e o País recebeu, entre outros, um excepcional legado de infraestrutura básica, adquirindo, desse modo, energia para garantir a continuidade do progresso econômico.

Infelizmente, uma parcela de inconformados ainda trabalha negativamente, tentando alcançar os mesmos objetivos retrógrados do passado.

Assim, nuvens negras voltam a pairar, ameaçadoramente, nos nossos horizontes.

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Eles, hoje, atuam de forma diferente. Não pela ameaça do terrorismo ou das guerrilhas e, sim, pela letra do manual “gramsciano” – passo a passo – com paciência e perseverança, procurando anestesiar a opinião pública por meio do favorecimento financeiro e da propaganda insidiosa.

Essa estratégia de “aparvalhamento” da Sociedade apresenta-se com as seguintes faces:

•Ocupação dos cargos públicos (e muitos privados), em todos os níveis, por militantes do partido do Governo;

•Suborno coletivo com dinheiro público, mormente, junto às populações menos favorecidas e sem acesso à informação de qualidade;

•Propaganda governista, por parcela da mídia mercenária, no rádio, nos jornais, na televisão e no cinema;

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•Atuação no setor educacional pelo controle dos currículos e dos livros didáticos, incluindo, aqui, a sutil penetração nos estabelecimentos militares de ensino;

•Uma fraca oposição político-parlamentar, caracterizando a figura do “partido único”.

Todo esse aparato, dirigido pelo comando centralizado de uma minoria atuante, tem transformado o regime brasileiro em autêntica ditadura, travestida de democracia virtual.

Dentro desse quadro, as Forças Armadas, como Instituição não cooptável por tais manobras, passaram a ser alvos de irresponsáveis medidas que visam ao seu enfraquecimento ou eventual extinção/substituição. Não só pela prática de sistemática campanha que tenta aviltar a história militar brasileira, como pela gradativa e perigosa redução de sua capacidade operativa.

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Com insuficientes orçamentos, protelação das decisões para renovação do material de defesa e constantes reduções do padrão salarial do pessoal militar, tentam atingir o moral e a vontade da Instituição.

É preciso que os neófitos entendam que só existe soberania se ela for respaldada por força de defesa competente, e que sem soberania não pode subsistir o Estado nacional.

No cenário internacional, temos tido freqüentes exemplos de imposição da vontade do mais forte sobre países de expressão militar limitada.

Urge, portanto, que a atual Presidente contenha os arroubos dessa minoria inconseqüente, procurando anular-lhes as intenções mesquinhas, que poderão fazer recrudescer animosidades do passado, dificultando as legítimas ações governamentais e, até mesmo, comprometendo o equilíbrio institucional do País.

Por que não trabalharmos todos no sentido único de fazer crescer e desenvolver o Brasil no rumo de seu inexorável destino de grande nação?

O que querem, afinal, esses inconsoláveis perdedores?

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AGORA VEJA O QUE É O PT NO GOVERNO

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█ Jornalista que critica governo do PT é afastado de jornal do SBT no Paraná

O jornalista Paulo Eduardo Martins, evangélico e comentarista da Rede Massa, afiliada do SBT no Paraná, participou nesta sexta (28) pela última vez do “Jornal da Massa”, apresentado às 7 da manhã.

Em sua conta no Facebook, ele anunciou sua saída do matutino: “Amigos, hoje (28) fiz minha última participação no Jornal da Massa. Por uma decisão legítima da direção da Rede Massa, o telejornal não mais contará com comentaristas. Agradeço aos que acompanharam e compartilharam o programa, aos colegas de bancada Denian Couto, Ogier Buchi, Ruth Bolognese e também a todos da emissora por terem sustentado o formato que nos proporcionou fazer o debate e enfrentar as amarras culturais que envolvem a imprensa brasileira. Sigo como colunista do telejornal SBT Paraná. A vida segue”.

No estado, a informação é de que ele teria sido afastado do noticiário por pressão do governo federal, que ameaçou retirar os patrocínios de estatais do programa. Paulo Eduardo é um crítico ferrenho do governo do PT, que ele chama de “comunista” e “ditatorial”.

O notícia gospel, através do repórter Sandro Nascimento, entrou em contato com Paulo, que negou a versão que está correndo nas redes sociais.

Porém, ele disse que não está contente com fato e confessa que fazia algo diferente na TV brasileira, mas reafirma que sempre teve liberdade total nos comentários: “Sim, de fato eu e o outro comentarista, Ogier Buchi, fomos afastados do jornal. A empresa decidiu apostar em um formato mais convencional, apenas com notícias, apesar do programa ocupar o segundo lugar na audiência. Não posso dizer que estou contente, mas entendo como uma decisão legítima por parte da empresa. Ela têm liberdade para apostar nesse ou naquele formato. Sempre fui um crítico severo do governo do PT, mas não posso atribuir a mudança a uma intervenção do governo. Não tenho informação de nenhum movimento nesse sentido. Seria leviano da minha parte afirmar algo assim. Os recados chegam sempre de um ou de outro. É preciso reconhecer que o que vinha sendo feito não era lá muito comum no jornalismo televisivo. Lamento muito a mudança, pois o ‘JM’ nos proporcionou tratar de temas que a imprensa não tem interesse em tratar, como o Foro de São Paulo e o projeto totalitário do PT. E sim, sempre tive muita liberdade”.

Por fim, Paulo Eduardo Martins declara que não foi demitido do canal, já que ele continua com uma coluna no noturno “SBT Paraná”: “Eu continuo com a coluna no SBT PR, que é o telejornal noturno da emissora. Não fui demitido. Fui afastado do JM, que é o telejornal matutino. Ficou claro que um comentarista deve estar intelectualmente e emocionalmente preparado para realmente dizer e sustentar o que pensa, sem se assustar com bandos organizados e barulhentos que não compreendem a liberdade de expressão e ainda, que é preciso ter coragem e entender que a realidade dói e que a dor sempre causa reação”.

Procurada pelo NaTelinha, a assessoria de imprensa da Rede Massa não retornou os contatos até o fechamento desta matéria.A emissora, vale lembrar, pertence ao apresentador Ratinho, que a comprou em 2008. E é vice-líder isolada de audiência em todo o estado.

Marcha da Família revela o Patriotismo que saiu do armário – A direita sai do Armário – A esquerda perde o monopólio das ruas

24/03/2014

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22 de Março de 2014 – Marcha da Família com Deus pela Liberdade, e, contra o Comunismo ateu do PT-Fidel-Raúl-Farcs-Maduro

20/03/2014

DROGA MATA – NÃO VOTE PT OS DEMOCRATAS SAEM DO ARMÁRIO – NADA DE DITADURA COMUNISTA CHAVISTA NO BRASILA ESQUERDA PERDEU DEFINITIVAMENTE O MONOPÓLIO DAS RUAS – PELA PRIMEIRA VEZ, OS MILITARES DO BRASIL SÃO DEFENDIDOS PUBLICAMENTE. É UMA MUDANÇA HISTÓRICA – NÃO ACEITAREMOS MAIS MENTIRAS NA IMPRENSA E NAS ESCOLAS SOBRE OS MILITARES!

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PRAÇA DA SÉ 22 DE MARÇO DE 2014

SUCESSO. No Rio de Janeiro compareceram pouco mais de 400 pessoas, em São Paulo a concentração foi bem maior, pouco mais de 1000 patriotas. Há pelo menos dois meses que a mídia e partidos de esquerda tentam intimidar, ridicularizar e assustar a sociedade para que ninguém fosse às ruas. Ninguém sensato pode considerar as manifestações um fracasso. A direita está começando a se mobilizar agora, pela primeira vez foi-se ás ruas para uma manifestação contra a esquerda, que têm o governo e já é hegemônica há pelo menos uma década. Agora que sabemos que é possivel uma mobilização. Deve-se partir para a organização, para a centralização e foco nos pontos mais importantes…

– Parabéns  pelo video de Araguaiana na Marcha da Família

Araguaína – 13ª Delegacia do Serviço Militar da 7ª C S M

RUA DAS MANGUEIRAS Nº 1090 – Centro

22 DE MARÇO –  15 HORAS — PRAÇA DA REPÚBLICA – São Paulo-SP RUMO A PRAÇA DA SÉ

Marcha da Família

MANIF POUR TOUS AU BRÉSIL

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Belo Horizonte

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RIO DE JANEIRO

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“””’Gente, que emoção! A Marcha foi linda!! O pessoal arrasou em tudo!! A Cristina, A Isabella, o Bruno, Plinio, Ana Paula, todos que vem trabalhando para a mudança desse país!!!

O pessoal da Revoltados on line, da Intervenção Militar já, da OCC, da CCC, da Resistência nacionalista, Ordem Dourada do Brasil grupos e mais grupos como o do General Heleno e família Bolsonaro e todos os outros que não me lembro agora, estou com lagrimas nos olhos e sentindo que SIM, DEUS ESTA CONOSCO!!

A PM que fez um trabalho impecável (MARAVILHOSOS, O POVO ORDEIRO CAMINHA COM VOCÊS), A igreja católica e as evangélicas unidas na mesma passeata para o nosso Brasil!! Não existe emoção maior!! Agora rumo ao dia 31!!”‘

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MARCHA DA FAMÍLIA  IMAGENS

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Marcha da Família

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MARCHA DA FAMÍLIA

MENSAGEM DOS ORGANIZADORES

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TOTAL APOIO DA PM À MARCHA DA FAMÍLIA

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ESTAMOS JUNTOS *MARCHA DAS FAMÍLIAS COM DEUS*

 

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VENEZUELA COMUNISTA HOJE

SOS VENEZUELA

MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS Pela Liberdade

22 DE MARÇO –  15 HORAS — PRAÇA DA REPÚBLICA – São Paulo-SP

Segurança 100% – A Marcha será aberta pelo Pelotão de Choque, ROCAN, PM, Guarda Municipal e Bombeiros, 7º Batalhão para acompanhar e Marcha, e a PM informou que vai disponibilizar mais batalhões.

Portanto não haverá vandalismo e nada que possa impedir o povo de ir as ruas e manifestar sua indignação com esse governo corrupto e que só promete mas não faz nada pelo Brasil.

Vamos protestar contra o MARCO CIVIL INTERNET, ABSOLVIÇÃO DOS MENSALEIROS, ESCÂNDALO DA PETROBRAS, doutrinação ideológica nas escolas e no ENEM, aparelhamento do setor público pelo PT,  Apoio à Venezuela e Cuba, anistia da dívida de ditadores africanos, Foro de São Paulo, comunização da América Latina, invasão de fazendas, desprezo pela propriedade privada,  VOLTA DA PEC 37 COM OUTRO NOME PARA ENGANAR O POVO,

E TUDO MAIS QUE VOCÊ ESTIVER DESCONTENTE COM ESSE DESGOVERNO.

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Contra o Desarmamento do Cidadão de Bem, da defesa de bandidos pelo governo

Contra a  doutrinação gay nas cartilhas e na TV, contra a PLC-122

CONTRA AS MENTIRAS QUE CONTAM AOS ALUNOS NAS ESCOLAS SOBRE O MOVIMENTO PATRIÓTICO DE 31 DE MARÇO DE 1964.

É a hora do brasileiro ir as ruas sem manipulação e com toda segurança possível. LEVE SUA FAMÍLIA E PROTESTE. NÃO QUEREMOS QUE O BRASIL VIRE UMA VENEZUELA GOVERNADA POR CUBA.

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Hora de rever conceitos….

LEIAM…

Ao ver a foto das jovens aspirantes já com o uniforme branco, uma delas escreveu um dos textos mais coerentes dos últimos tempos. Ele não é sobre a Marinha, mas sim sobre o Brasil. Com a permissão da autora, Carla Andrade, publicamos o texto:

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De todas as transformações que o nosso país enfrenta, não tenho dúvida que a pior delas é inversão de valores.
Não estou falando dos atores, mas da plateia.
Quem determina o sucesso de um espetáculo é o público. Por melhor que sejam os atores e o enredo, se o público não aplaudir, a turnê acaba.
Nós somos a sociedade, nós somos a plateia, nós dizemos qual o espetáculo deve acabar e qual precisa continuar.
Se nós estamos aplaudindo coisas erradas, se damos ibope a pessoas erradas, de que estamos reclamando afinal?
Somos nós que consumimos notícias de arruaceiros que ganham mesada para depredar o nosso patrimônio.
Somos nós que damos trela para beijaços, topless e toda a sorte de falta de educação deste Big Brother e os seus heróis e histéricos performáticos que querem seus minutos de fama.
Quando fazemos isso, estamos dando-lhes valores que não têm. Estamos dando-lhes atenção. Estamos dedicando-lhes o nosso precioso tempo.
Passou da hora de dar um basta nisso!
Por que os nossos jornais estão recheados de funkeiros ao invés de medalhistas olímpicos do conhecimento?
Por que vende-se mais jornal com notícia de um funkeiro que largou a escola por já estar milionário, do que de um aluno brilhante que supera até seus professores?
Por que um evento histórico para o Brasil como o ingresso da primeira turma feminina da Escola Naval não é noticiado?
Por que um monte de alienadas com peitos de fora, merecem mais as manchetes do que as brilhantes alunas, que conquistaram as primeiras 12 vagas, da mais antiga instituição de ensino superior do Brasil?
Por que nós continuamos aplaudindo a barbárie, se ainda temos valores?
O país não mudará se nós não mudarmos o foco!
Os políticos não mudarão se nós não refletirmos a sociedade que queremos!
Já passou da hora de nos posicionarmos!
Ostracismo a quem não merece a nossa atenção e aplausos para quem faz por merecer.
Merecer! Precisamos devolver essa palavra para o nosso dicionário cotidiano.
Meu coração ao olhar essa foto hoje, se divide em vários sentimentos distintos.
Muito orgulho de ser mulher e me ver representada por essas guerreiras.
Elas não estão fazendo arruaça pleiteando igualdade. Elas conquistaram a igualdade estudando e ralando muito.
Elas tiveram que carregar na mão as suas malas pesadas no dia que entraram na Escola Naval. Não puderam puxar na rodinha não! Tiveram que carregar na mão igual aos aspirantes masculinos.
Elas foram e fizeram.
Sentimos uma certa revolta e constrangimento ao ver a essas mulheres semi nuas falando bobagens e se insinuando o tempo todo
como se em cio estivessem sendo anunciadas o tempo todo pelo apresentador como heroínas.Que desonra a esta palavra.
Estariam dispostas morrer como heroínas pelo nosso País se fosse necessário?”

Parabéns Primeira Turma Feminina da Escola Naval de 2014.

50 anos da Revolução de 1964 que todos chamavam de Revolução de 1964 e que os comunistas querem que se chame Golpe Militar para esconder que o povo exigiu e aplaudiu que as Forças Armadas tirassem os comunistas do Poder

16/03/2014

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SANGUE QUE CLAMA AOS CÉUS:

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Brasileiros assassinados por terroristas comunistas:

 As famílias dos patriotas abaixo, ao contrário dos celerados membros da camarilha companheira não receberam, até hoje, nenhuma indenização por parte da Comissão de Anistia e do  ex-Ministro da Injustiça , Tarso Genro.

Terezinha e Mário Kozel recebem uma miséria de indenização e jamais foram entrevistados pela Televisão ou por jornais.

12/11/64 – Paulo (Vigia – Rj)
27/03/65 – Carlos Argemiro (Sargento do Exército – Pr)
25/07/66 – Edson Régis De (Jornalista – Pe)
25/07/66 – Nelson Gomes (Almirante – Pe)
28/09/66 – Raimundo De Carvalho (Cabo Pm – Go)
24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Fazendeiro – Sp)
07/11/68 – Estanislau Ignácio (Civil – Sp)
15/12/67 – Osíris Motta (Bancário – Sp)
10/01/68 – Agostinho F. Lima – (Marinha Mercante – Am)
31/05/68 – Ailton De (Guarda Penitenciário – Rj)
26/06/68 – Mário Kozel Filho (Soldado Do Exército – Sp)

Não há nada mais servil, desprezível, covardemente e tacanho que um terrorista.”
(François Chateaubriand)

Quem poderia ser pior e mais covarde quem mata inocentes em nome de seus interesses pessoais?
Não falo nesse momento de ideologias, pois todas se perdem nos interesses mesquinhos e mercenários de quem deseja o poder à todo custo e força!
O PT começou dessa maneira no Brasil!
Não começaram através de palestras ou com métodos de explicarem vantagens ou desvantagens de algum sistema sobre o outro.
“Escolas” de terroristas é “doutrinação”, como uma verdadeira lavagem cerebral. Onde se convence que matarem até seus pais ou amigos, será algo útil para alguma causa.
Foi dessa maneira o atentado no aeroporto de Recife, com mortes de um jornalista e um Almirante. Mortes essas sem interesse algum para tal “Comissão da meia-verdade” inventada por esses ASSASSINOS!
Querem saber?
Tenho um amigo de Recife, que nessa época levou um deles para uma prisão. Quando entregou ele para o seu superior falou nesse ano: “um dia lamentaremos muito não ter matado todos esses vermes”!
Ele me confessou dias desses, para minha completa aceitação da sua frase!
NUNCA se matou tanto nesse país!
Esses ASSASSINOS ficam atrás de restos mortais de décadas passadas. Com MILHARES de mortes na ATUALIDADE ignorada por todos eles!
Vocês acham que eles não desejam isso ainda?
Índoles de terroristas NUNCA mudam!
Não estamos falando sobre os iludidos que acreditaram ou ainda acreditam na ideologia da “força do social”!
Falamos dos líderes AINDA soltos e agora no PODER!
Falamos de ASSASSINOS aceitos e eleitos por uma multidão de desinformados sobre nossa verdadeira história!
Esses são os “respeitáveis” e “honoráveis” “doutores” atuais:
Não passam de TERRORISTAS dos mais perigosos e cruéis!
Alguma dúvida??

Raquel Santana

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27/06/68 – Nelson (Sargento PM – Rj)
27/06/68 – Noel De Oliveira (Civil – Rj)
01/07/68 – Von Westernhagen (Major Ex. Alemão – Rj)
07/09/68 – Eduardo Custódio (Soldado PM – Sp)
20/09/68 – Antônio Carlos (Soldado PM – Sp)
12/10/68 – Charles Rodney (Capitão do Ex. Usa – Sp)
12/10/68 – Luiz Carlos (Civil – Rj)
25/10/68 – Wenceslau Ramalho (Civil – Rj)
07/01/69 – Alzira B. De Almeida – (Dona de Casa – Rj)
11/01/69 – Edmundo Janot (Lavrador – Rj)
29/01/69 – Cecildes M. de Faria (Inspetor de Pol. – Mg)
29/01/69 – José Antunes Ferreira (Guarda Civil – Mg)
14/04/69 – Francisco Bento (Motorista – Sp)
14/04/69 – Luiz Francisco (Guarda Bancário – Sp)
08/05/69 – José (Investigador De Polícia – Sp)
09/05/69 – Orlando Pinto (Guarda Civil – Sp)
27/05/69 – Naul José (Soldado Pm – Sp)
04/06/69 – Boaventura Rodrigues (Soldado PM – Sp)
22/06/69 – Guido – Natalino A. T. (Soldados PM – Sp)
11/07/69 – Cidelino Palmeiras (Motorista de Táxi – Rj)
24/07/69 – Aparecido dos Santos (Soldado PM – Sp)
20/08/69 – José Santa (Gerente De Banco – Rj)
25/08/69 – Sulamita Campos (Dona De Casa – Pa)
31/08/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
03/09/69 – José Getúlio – João G. (Soldados da PM)
20/09/69 – Samuel (Cobrador de Ônibus – Sp)
22/09/69 – Kurt (Comerciante – Sp)
30/09/69 – Cláudio Ernesto (Agente da PF – Sp)
04/10/69 – Euclídes de Paiva (Guarda Particular – Rj)
06/10/69 – Abelardo Rosa (Soldado PM – Sp)
07/10/69 – Romildo (Soldado PM – Sp)
31/10/69 – Nilson José de Azevedo (Civil – Pe)
04/11/69 – Estela Borges (Investigadora do Dops – Sp)
04/11/69 – Friederich Adolf (Protético – Sp)
07/11/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
14/11/69 – Orlando (Bancário – Sp)
17/11/69 – Joel (Sub-Tenente PM – Rj)
17/12/69 – Joel (Sargento – PM – Rj)
18/12/69 – Elias (Soldado do Exército – Rj)
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino (Sgt PM – Sp)
20/02/70 – Antônio A. Posso Nogueró (Sgt PM – Sp)
11/03/70 – Newton de Oliveira Nascimento
31/03/70 – Joaquim (Investigador de Polícia – Pe)
02/05/70 – João Batista (Guarda de Segurança – Sp)
10/05/70 – Alberto Mendes Júnior (1º Tenente PM – Sp)
11/06/70 – Irlando de Moura (Agente da PF – Rj)
15/07/70 – Isidoro (Guarda de Segurança – Sp)
12/08/70 – Benedito (Capitão do Exército – Sp)
19/08/70 – Vagner L. Vitorino (Guarda de Seg. – Rj)
29/08/70 – José Armando (Comerciante – Ce)
14/09/70 – Bertolino Ferreira (Guarda de Seg. – Sp)
21/09/70 – Célio (Soldado PM – Sp)
22/09/70 – Autair (Guarda de Segurança – Rj)
27/10/70 – Walder X. (Sargento da Aeronáutica – Ba)
10/11/70 – José Marques (Civil – Sp)
10/11/70 – Garibaldo (Soldado PM – Sp)
10/12/70 – Hélio de Carvalho (Agente da PF – Rj)
07/01/71 – Marcelo Costa Tavares (Estudante – MG)
12/02/71 – Américo (Soldado PM – Sp)
20/02/71 – Fernando (Comerciário – Rj )
08/03/71 – Djalma Pelucci (Soldado PM – Rj)
24/03/71 – Mateus Levino (Tenente da Fab – Pe)
04/04/71 – José Júlio Toja (Major do Exército – Rj)
07/04/71 – Maria Alice (Empregada Doméstica – Rj)
15/04/71 – Henning Albert (Industrial – Sp)
10/05/71 – Manoel Silva (Soldado PM – Sp)
14/05/71 – Adilson (Artesão – Rj)
09/06/71 – Antônio Lisboa Ceres (Civil – Rj)
01/07/71 – Jaime Pereira (Civil – Rj)
02/09/71 – Gentil Procópio (Chofer de Praça – Pe)
02/09/71 – Gaudêncio – Demerval (Guardas Seg. – Rj)
–/10/71 – Alberto Da Silva (Civil – Rj)
22/10/71 – José (Sub-Oficial da Marinha – Rj)
01/11/71 – Nelson Martinez (Cabo PM – Sp)
10/11/71 – João (Cabo PM – Sp)
22/11/71 – José Amaral (Guarda De Segurança – Rj)
27/11/71 – Eduardo Timóteo (Soldado PM – Rj)
13/12/71 – Hélio F. (G.Seg. – Rj) – Manoel da Silva (Com.) – Francisco B. (Mot.)
18/01/72 – Tomaz P. de Almeida (Sargento PM – Sp)
20/01/72 – Sylas Bispo Feche (Cabo PM – Sp)
25/01/72 – Elzo Ito (Estudante – Sp)
01/02/72 – Iris (Civil – Rio De Janeiro)
05/02/72 – David A. (Marinheiro Inglês – Rj)
15/02/72 – Luzimar Machado De (Soldado PM – Go)
27/02/72 – Napoleão Felipe Bertolane (Civil – Sp)
06/03/72 – Walter César (Comerciante – Sp)
12/03/72 – Manoel (Guarda de Segurança – Sp)
12/03/72 – Aníbal F. de A. (Coronel Exército – Sp)
12/03/73 – Pedro (Capataz da Fazenda Capingo)
08/05/72 – Odilon Cruz (Cabo do Exército – Pa)
02/06/72 – (Sargento PM – Sp)
29/06/72 – João (Mateiro da Região do Araguaia – Pa)
Set/72 – Osmar (Posseiro – Pa)
09/09/72 – Mário Domingos (Detetive Polícia Civil – Rj)
23/09/72 – Mário Abraim Da (2º Sgt do Exército – Pa)
27/09/72 – Sílvio Nunes (Bancário – Rj)
01/10/72 – Luiz Honório (Civil – Rj)
06/10/72 – Severino F. – José I. (Civis – Pe)
21/02/73 – Manoel Henrique (Comerciante – Sp)
22/02/73 – Pedro Américo Mota (Civil – Rio De Janeiro)
25/02/73 – Octávio Gonçalves Moreira (Del. de Pol – Sp)
…/06/73 – Francisco Valdir (Soldado do Exército – Pa)
10/04/74 – Geraldo José (Soldado PM – Sp)

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VENEZUELA HOJE sob o jugo do comunismo:

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“O Chico Buarque… elogia Cuba, mas não quer morar em lá. No Brasil o Chico publica o livro que quer, faz a poesia que quer, canta a canção que quer, fala mal do governo – um cara que faz tudo isso não vai querer morar num país onde não se faz nada disso, né? Então é mentira. É a mesma coisa do esquerdismo. O cara não tem coragem de dizer que Cuba é uma ditadura. Era um sonho maravilhoso e não deu certo. Eu passei a minha vida quase toda sendo comunista, fui preso, mas voltei a pensar e vi que tava errado. O propósito de Cuba é o melhor e mais generoso possível: – querer a sociedade justa. Só que tá provado que o caminho não é esse e as pessoas não têm coragem de dizer. As pessoas vivem de mentira, é tudo hipocrisia, uma cretinice… Já pensou que não existe mais opinião? Tudo é preconceito. Qualquer opinião que contraria o que está estabelecido é preconceito”.
Ferreira Gullar, em entrevista à revista piauiense Revestres, Jan/Fev 2014.

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Patriotas pedem Intervenção Militar-Já – As Forças Armadas Perante a Nação! Convocação: Consulte a sua Consciência!

14/09/2013

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Você brasileiro, que ama sua Pátria, e guarda consigo os valores morais aprendidos em casa, independente de ser civil ou militar, tem o dever cívico de ler, anuir, compartilhar e participar com sua família desta convocação.

Como todos sabem, amanhã é o dia do soldado, e nós soldados não temos nada a comemorar. Por esta razão não havia data mais propícia para divulgar esta mensagem, do que na véspera deste glorioso dia.

Que categoria profissional está satisfeita com a política social, previdenciária e de carreira que nos tem sido imposta pelo governo? Quem, em sã consciência, vê com naturalidade a contratação de médicos cubanos, ao arrepio das nossas leis trabalhistas, em regime de semi-escravidão, com o claro propósito de mandar recursos para ajudar a manter o regime comunista de Fidel Castro?

Quem não se estarrece com a parcimônia da chamada “oposição” política brasileira frente a essas aberrações?

Quem não perde a fala ao observar que, não só os 3 Poderes da nossa “República”(???), mas até nossos Comandantes Militares violam a Constituição do país, ao se negarem a submeter-se à aposentadoria compulsória, visto que os três já passaram dos setenta anos de idade?

O que podemos esperar quando, na contramão das melhorias pedidas pelo povo para a Educação, o governo quer adequar o ensino brasileiro à mediocridade cubana, formando zumbis para pensarem e agirem numa única ocupação, cerceando-lhes a livre expressão do pensamento?

Quem consegue educar seus filhos hoje em dia sem sofrer a nefasta influência midiática que a todo instante divulga valores amorais e imorais como familiares?

SE VOCÊ JÁ CANSOU DE TUDO ISSO, E SABE, COMO TODOS NÓS, QUE DAS MANIFESTAÇÕES DE JUNHO NADA RESULTOU A NÃO SER A APROPRIAÇÃO DAS IMAGENS PELOS PARTIDOS POLÍTICOS OPORTUNISTAS (NO CASO, TODOS), NÃO DEIXE DE PARTICIPAR DA GRANDE MANIFESTAÇÃO PÚBLICA E PACÍFICA DE 7 DE SETEMBRO EM TODO O BRASIL.

NO RIO DE JANEIRO ESTAREMOS ESPECIALMENTE OCUPANDO A ARQUIBANCADA DE FRENTE AO PALANQUE DAS AUTORIDADES as 06:00h DO DIA 07.09, A MESMA ARQUIBANCADA OCUPADA PELOS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES EM SETEMBRO DE 2011.

E PARA OS QUE DIZEM QUE NÃO TEMOS OBJETIVOS COMUNS, CLAMEMOS POR:

1) APOSENTADORIA COMPULSÓRIA DOS 3 COMANDANTES MILITARES;

2) IMPEACHMENT DE DILMA E RENÚNCIA DE TODOS OS SEUS INCOMPETENTES MINISTROS;

3) REORGANIZAÇÃO DO ESTADO PELAS FFAA, PREPARANDO-O PARA ELEIÇÕES GERAIS EM 60 DIAS;

4) PRISÃO IMEDIATA DE TODOS OS MENSALEIROS E AFASTAMENTO DE TODOS OS FICHAS SUJAS DOS 3 PODERES E EM TODOS OS NÍVEIS DE CONTRATAÇÃO.

5) VALORIZAÇÃO NÃO SÓ DA CARREIRA MILITAR, MAS SIM DE TODAS, E DA MERITOCRACIA.

COM ESSAS BANDEIRAS O BRASIL REPUDIARÁ DE UMA VEZ POR TODAS O COMUNISMO DE NOSSO SOLO SAGRADO.

VISTAM-SE DE VERDE E AMARELO E VENHAM PARA AS RUAS NESSE DIA. A FESTA É DO POVO BRASILEIRO E NÃO DOS COMUNISTAS QUE ESTÃO NO PODER.

“Só os covardes se omitem”

Att

Marcelo Machado
Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil – ANMB

1964 – Polícia atrás de Comunista – 2013 – Povo atrás de comunista

12/09/2013

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Não se faz mais jornais como os de antigamente – Revolução de 1964

26/08/2013

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Guerrilheira Stela diz que é para ouvir clamor das ruas

24/06/2013

Volta Militares:

‘I’m as mad as hell and I’m not gonna take this anymore!’ Things have got to change. But first, you’ve gotta get mad!…You’ve got to say, ‘I’m as mad as hell, and I’m not gonna take this anymore!

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Chamada Geral: 31 de Março – Pela volta dos militares

29/03/2013

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A Comissão da Verdade As vítimas dos terroristas As vítimas dos guerrilheiros comunistas

25/10/2012

 

Publicado em 20/04/2012 por terranovafilmes. A outra versão do golpe de 64. Enfim um filme que contará as perdas de civis e militares…
Documentário conta história de vítima da violência da guerrilha durante o regime militar.
Pela primeira vez no Cinema Brasileiro, longa-metragem mostra histórias de violência dos 2 lados: da repressão militar e do terrorismo de extrema esquerda.

 

Reparação é o título do documentário de longa-metragem em High Definition que conta a história de Orlando Lovecchio, vítima de um atentado a bomba praticado pela guerrilha que lutava contra o regime militar no Brasil, em 1968.

 

Orlando perdeu a perna no célebre atentado ao Consulado dos EUA em São Paulo e, ainda hoje, em 2009, luta por justiça: como não é considerado uma vítima da ditadura militar, a aposentadoria que recebe é menor que a do autor do atentado que o vitimou e enterrou para sempre seu sonho de ser piloto de avião.

 

O episódio envolvendo Orlando e seus desdobramentos tem merecido amplo e constante destaque na imprensa.
A partir deste caso, o filme provoca uma reflexão a respeito do período militar, da violência de grupos extremistas ontem e hoje na América Latina, da ditadura cubana que persiste até hoje com o apoio de democratas em todo o continente, além da relação ainda conflituosa existente entre o aparelho repressivo do Estado e os cidadãos comuns.

 
Com depoimentos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do historiador Marco Antonio Villa, do jornalista Demétrio Magnolli, entre outros, Reparação pretende iniciar uma nova discussão sobre o período militar dentro do contexto do Cinema Brasileiro, que até hoje tem falhado por mostrar apenas um lado dos que viveram a época, de uma forma muitas vezes maniqueísta (como se a História pudesse ser resumida a um eterno embate do bem contra o mal)

 
Em uma abordagem franca e sem amarras partidárias ou ideológicas, Reparação comprova sua total independência ao não ter recorrido às verbas públicas para sua realização.

 
Uma prova de que o Cinema Brasileiro pode suscitar o debate com qualidade técnica e total independência estética e de pensamento.

Lançamento do livro ORVIL – A Verdade sobre a Revolução de 1964

10/10/2012

A Casa da Republica – Democracia – Soberania Unidade Nacional – Patriotismo

A Casa da República

Lançamento do Livro “ORVIL”

O livro “ORVIL – Tentativas de Tomada do Poder”, foi lançado no dia 20, no 18º andar da Sede Central do Clube Militar.

Quem desejar comprá-lo deverá solicitar diretamente à editora, pelo site: www.editoraschoba.com.br/livraria/orvil-tentativas-de-tomada-do-poder.html

Este livro conta a verdade sobre as quatro tentativas de tomada do poder pela esquerda, para implantar no Brasil um governo totalitário. Estiveram presentes o Presidente dos Clubes Militar, Naval e de Aeronáutica, além de sócios e convidados.

Na Wikipedia, os comunistas difamam a Revolução de 1964 e o Exército Brasileiro.

17/04/2012

Brigadeiro Ivan Frota fala sobre 1964

07/04/2011

MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE 1964 E A DEFESA DA PÁTRIA

Brigadeiro Ivan Frota

Apesar da retirada pelo Governo do 31 de Março do calendário comemorativo nacional, a lembrança do glorioso Movimento em defesa da Democracia, desencadeado pelo Povo Brasileiro em 1964, permanece mais viva do que nunca na sua memória.

31 de março de 1964 é a data histórica que marcou um “basta” contra os desmandos e a ausência de autoridade que o próprio Governo instalado patrocinava, com o propósito de levar o País ao caos e ao descontrole institucional.

Tal anarquia atendia à estratégia final que levaria à iminente instalação no País de um regime totalitário-sindicalista com inspiração bolchevista.

Instadas pela própria população, as Forças Armadas assumiram o comando das ações, atuando emergencialmente para restaurar a ordem, e, finalmente, dominar a subversão em todas as formas em que se manifestou.

Daí em diante, o controle do Estado foi definitivamente restabelecido e reorganizada a administração nacional, que alcançou um desenvolvimento sustentado com sucessivos recordes de crescimento econômico.

O tempo passou, muita coisa aconteceu nesses quarenta e sete anos, quase meio século, e o País recebeu, entre outros, um excepcional legado de infraestrutura básica, adquirindo, desse modo, energia para garantir a continuidade do progresso econômico.

Infelizmente, uma parcela de inconformados ainda trabalha negativamente, tentando alcançar os mesmos objetivos retrógrados do passado.

Assim, nuvens negras voltam a pairar, ameaçadoramente, nos nossos horizontes.

Eles, hoje, atuam de forma diferente. Não pela ameaça do terrorismo ou das guerrilhas e, sim, pela letra do manual “gramsciano” – passo a passo – com paciência e perseverança, procurando anestesiar a opinião pública por meio do favorecimento financeiro e da propaganda insidiosa.

Essa estratégia de “aparvalhamento” da Sociedade apresenta-se com as seguintes faces:

•Ocupação dos cargos públicos (e muitos privados), em todos os níveis, por militantes do partido do Governo;

•Suborno coletivo com dinheiro público, mormente, junto às populações menos favorecidas e sem acesso à informação de qualidade;

•Propaganda governista, por parcela da mídia mercenária, no rádio, nos jornais, na televisão e no cinema;

•Atuação no setor educacional pelo controle dos currículos e dos livros didáticos, incluindo, aqui, a sutil penetração nos estabelecimentos militares de ensino;

•Uma fraca oposição político-parlamentar, caracterizando a figura do “partido único”.

Todo esse aparato, dirigido pelo comando centralizado de uma minoria atuante, tem transformado o regime brasileiro em autêntica ditadura, travestida de democracia virtual.

Dentro desse quadro, as Forças Armadas, como Instituição não cooptável por tais manobras, passaram a ser alvos de irresponsáveis medidas que visam ao seu enfraquecimento ou eventual extinção/substituição. Não só pela prática de sistemática campanha que tenta aviltar a história militar brasileira, como pela gradativa e perigosa redução de sua capacidade operativa.

Com insuficientes orçamentos, protelação das decisões para renovação do material de defesa e constantes reduções do padrão salarial do pessoal militar, tentam atingir o moral e a vontade da Instituição.

É preciso que os neófitos entendam que só existe soberania se ela for respaldada por força de defesa competente, e que sem soberania não pode subsistir o Estado nacional.

No cenário internacional, temos tido freqüentes exemplos de imposição da vontade do mais forte sobre países de expressão militar limitada.

Urge, portanto, que a atual Presidente contenha os arroubos dessa minoria inconseqüente, procurando anular-lhes as intenções mesquinhas, que poderão fazer recrudescer animosidades do passado, dificultando as legítimas ações governamentais e, até mesmo, comprometendo o equilíbrio institucional do País.

Por que não trabalharmos todos no sentido único de fazer crescer e desenvolver o Brasil no rumo de seu inexorável destino de grande nação?

O que querem, afinal, esses inconsoláveis perdedores?

Lista de brasileiros mortos, vítimas de terrorismo pela guerrilha – terroristas no Brasil – Diógenes do PT – Dilma Roussef e demais terroristas indenizados – Os matadores do Soldado Mário Kozel Filho

17/04/2010

calúnia que a Deputada Federal do Brasil Beth Mendes fez contra o USTRA

NÃO TEM COMPLICAÇÃO – ABRE NA HORA

NÃO TEM AQUELE NEGÓCIO DE SENHA DE VAI PRA LÁ E PRA CÁ.

Rompendo o silêncio

Soldado Mario Kosel Filho 

Um herói anônimo

Símbolo de todos os mártires inocentes assassinados barbaramente por TERRORISTAS que hoje estão no Poder no Brasil

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 http://www.amazoniaenossaselva.com.br

Cumprimente o general que escreveu este texto;

hiramrs@terra.com.br

http://www.inacreditavel.com.br/brasil/mario_kosel.htm

SANGUE QUE CLAMA AOS CÉUS:

Mário Kozel Filho e todos as vítimas dos comunistas serão vingadas.

FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS – jamais entrevistadas por TV ou jornais.

No Artigo MARIO KOZEL FILHO –  na WIKI-COMUNISTO-PÉDIA não deixaram colocar que era atentado “TERRORISTA”.

SANGUE QUE CLAMA AOS CÉUS:

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Mário Kosel Filho nasceu no dia 6 de julho de 1949, em São Paulo. Filho de Mário Kosel, gerente da Fiação Campo Belo e Therezinha Vera Kosel. O Kuka, como era conhecido, cursava o antigo colegial, à noite, e fazia parte Grupo Juventude, Amor, Fraternidade, da Paróquia Nossa Senhora da Aparecida, em Indianópolis, que tinha como símbolo uma rosa e um violão e havia sido idealizado pelo Kuka: o Serviço Militar.

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Aos 18 anos ingressou no Exército sendo designado para o 4º Regimento de Infantaria, Regimento Raposo Tavares, em Quitaúna, sendo considerado pelos seus superiores como um Soldado exemplar.

Na madrugada fria e de pouca visibilidade do dia 26 de junho de 1968, no Quartel General do II Exército, as guaritas estavam guarnecidas por jovens soldados que prestavam o serviço militar obrigatório, entre eles, Mário Kosel Filho, que, como todos os outros tinha apenas seis meses de instrução e de serviço nas fileiras do Exército.

Tinham sido alertados a respeito da situação de insegurança que o país atravessava e que os quartéis eram alvos preferenciais de ações terroristas. Foram igualmente informados do assalto ao Hospital Militar, poucos dias antes, em que foram vítimas seus colegas do Regimento.

Um grupo de dez terroristas, da VPR, carregando dinamite em uma camionete Chevrolet, se deslocou em direção ao Quartel General (QG) com a missão de infringir o maior número de vítimas e danos materiais ao QG. Uma das sentinelas, atenta, dispara contra o veículo que se aproximava aceleradamente do portão do Quartel. O soldado Rufino dispara 6 tiros contra o mesmo que se choca contra a parede externa do quartel.

Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se há alguém ferido no seu interior. A carga com 50 quilos de dinamite explode dilacerando seu corpo e espalhando a destruição e morte num raio de 300 metros.

Seis militares ficaram feridos: o Coronel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau.

Diógenes – herói da esquerda escocêsa

Diógenes José Carvalho de Oliveira um dos 10 terroristas que mataram o soldado Mário Kosel Filho recebeu uma indenização de R$ 400.337,73 e mais uma pensão mensal vitalícia, livre de imposto de renda. Por ter assassinado o soldado Mário Kosel Filho e outros tantos crimes, a Comissão de Anistia e o Ministro da Injustiça , Tarso Genro, resolveram premiá-lo.

O facínora Diógenes (Currículo vitae)

– 20/03/1968 – construiu a bomba que explodiu uma na biblioteca da USIS, consulado dos EUA. Três estudantes foram feridos: Edmundo Ribeiro de Mendonça Neto, Vitor Fernando Sicurella Varella e Orlando Lovecchio Filho, que perdeu o terço inferior da perna esquerda;
– 20/04/1968 – preparou a bomba, que foi lançada contra o jornal O Estado de São Paulo , ferindo três inocentes;
– 22/06/1968 – participou do assalto ao Hospital do Exército em São Paulo;
– 26/06/1968 – lançou um carro-bomba contra o Quartel General do II Exército, matando o soldado Mario Kosel Filho, e ferindo mais quinze militares;
– 01/08/1968 – participou do assalto ao Banco Mercantil de São Paulo;
– 20/09/1968 – participou do assalto ao quartel da Força Pública, quando foi morto, a tiros, o sentinela soldado Antonio Carlos Jeffery; – 12/10/1968 – às 8hs e 15min, Diógenes se aproximou do capitão Chandler, do Exército dos EUA, que retirava seu carro da garagem e na frente da mulher e dos seus filhos Luane e Todd de 3 anos, Jeffrey com 4 e Darryl com 9, o assassinou com seis tiros;
– 27/10/1968 – participou do atentado à bomba contra a loja Sears da Água Branca;
– 06/12/1968 – participou do assalto ao Banco do Estado de São Paulo ferindo, a coronhadas, o civil José Bonifácio Guercio;
– 11/12/1968 – assalto à Casa de Armas Diana onde foi ferido a tiros o civil Bonifácio Signori;
– 24/01/1969 – coordenou o assalto ao 4º RI, em Quitaúna, com o roubo de grande quantidade de armas e munições;
– 02/03/1969 – Diógenes e Onofre Pinto foram presos na Praça da Árvore, em Vila Mariana;
– 14/03/1970 – foi um dos cinco militantes comunistas banidos para o México, em troca da vida do cônsul do Japão em São Paulo;
– 1986 – era o assessor do vereador do PDT Valneri Neves Antunes, antigo comparsa da VPR e, ironicamente, fazia parte do movimento Tortura Nunca Mais ;
– Na década de 90 – ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes;

Diógenes do PT

Diógenes José Carvalho de Oliveira foi também conhecido pelos codinomes de Leandro, Leonardo , Luiz e Pedro .

Durante a CPI da Segurança Pública, no RS, ganhou destaque na mídia uma gravação em que ele dizia estar falando em nome do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, e solicitava que o então chefe da Polícia Civil, delegado Luiz Fernando Tubino, aliviasse a repressão aos bicheiros. Diógenes era o presidente do Clube de Seguros da Cidadania, uma organização criada para arrecadar fundos para o PT.

Vítimas dos heróis da esquerda escocêsa

As famílias dos patriotas abaixo, ao contrário dos celerados membros da camarilha companheira não receberam, até hoje, nenhuma indenização por parte da Comissão de Anistia e do Ministro da Injustiça , Tarso Genro.

12/11/64 – Paulo (Vigia – Rj)
27/03/65 – Carlos Argemiro (Sargento do Exército – Pr)
25/07/66 – Edson Régis De (Jornalista – Pe)
25/07/66 – Nelson Gomes (Almirante – Pe)
28/09/66 – Raimundo De Carvalho (Cabo Pm – Go)
24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Fazendeiro – Sp)
07/11/68 – Estanislau Ignácio (Civil – Sp)
15/12/67 – Osíris Motta (Bancário – Sp)
10/01/68 – Agostinho F. Lima – (Marinha Mercante – Am)
31/05/68 – Ailton De (Guarda Penitenciário – Rj)
26/06/68 – Mário Kozel (Soldado Do Exército – Sp)
27/06/68 – Nelson (Sargento PM – Rj)
27/06/68 – Noel De Oliveira (Civil – Rj)
01/07/68 – Von Westernhagen (Major Ex. Alemão – Rj)
07/09/68 – Eduardo Custódio (Soldado PM – Sp)
20/09/68 – Antônio Carlos (Soldado PM – Sp)
12/10/68 – Charles Rodney (Capitão do Ex. Usa – Sp)
12/10/68 – Luiz Carlos (Civil – Rj)
25/10/68 – Wenceslau Ramalho (Civil – Rj)
07/01/69 – Alzira B. De Almeida – (Dona de Casa – Rj)
11/01/69 – Edmundo Janot (Lavrador – Rj)
29/01/69 – Cecildes M. de Faria (Inspetor de Pol. – Mg)
29/01/69 – José Antunes Ferreira (Guarda Civil – Mg)
14/04/69 – Francisco Bento (Motorista – Sp)
14/04/69 – Luiz Francisco (Guarda Bancário – Sp)
08/05/69 – José (Investigador De Polícia – Sp)
09/05/69 – Orlando Pinto (Guarda Civil – Sp)
27/05/69 – Naul José (Soldado Pm – Sp)
04/06/69 – Boaventura Rodrigues (Soldado PM – Sp)
22/06/69 – Guido – Natalino A. T. (Soldados PM – Sp)
11/07/69 – Cidelino Palmeiras (Motorista de Táxi – Rj)
24/07/69 – Aparecido dos Santos (Soldado PM – Sp)
20/08/69 – José Santa (Gerente De Banco – Rj)
25/08/69 – Sulamita Campos (Dona De Casa – Pa)
31/08/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
03/09/69 – José Getúlio – João G. (Soldados da PM)
20/09/69 – Samuel (Cobrador de Ônibus – Sp)
22/09/69 – Kurt (Comerciante – Sp)
30/09/69 – Cláudio Ernesto (Agente da PF – Sp)
04/10/69 – Euclídes de Paiva (Guarda Particular – Rj)
06/10/69 – Abelardo Rosa (Soldado PM – Sp)
07/10/69 – Romildo (Soldado PM – Sp)
31/10/69 – Nilson José de Azevedo (Civil – Pe)
04/11/69 – Estela Borges (Investigadora do Dops – Sp)
04/11/69 – Friederich Adolf (Protético – Sp)
07/11/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
14/11/69 – Orlando (Bancário – Sp)
17/11/69 – Joel (Sub-Tenente PM – Rj)
17/12/69 – Joel (Sargento – PM – Rj)
18/12/69 – Elias (Soldado do Exército – Rj)
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino (Sgt PM – Sp)
20/02/70 – Antônio A. Posso Nogueró (Sgt PM – Sp)
11/03/70 – Newton de Oliveira Nascimento
31/03/70 – Joaquim (Investigador de Polícia – Pe)
02/05/70 – João Batista (Guarda de Segurança – Sp)
10/05/70 – Alberto Mendes (1º Tenente PM – Sp)
11/06/70 – Irlando de Moura (Agente da PF – Rj)
15/07/70 – Isidoro (Guarda de Segurança – Sp)
12/08/70 – Benedito (Capitão do Exército – Sp)
19/08/70 – Vagner L. Vitorino (Guarda de Seg. – Rj)
29/08/70 – José Armando (Comerciante – Ce)
14/09/70 – Bertolino Ferreira (Guarda de Seg. – Sp)
21/09/70 – Célio (Soldado PM – Sp)
22/09/70 – Autair (Guarda de Segurança – Rj)
27/10/70 – Walder X. (Sargento da Aeronáutica – Ba)
10/11/70 – José Marques (Civil – Sp)
10/11/70 – Garibaldo (Soldado PM – Sp)
10/12/70 – Hélio de Carvalho (Agente da PF – Rj)
07/01/71 – Marcelo Costa Tavares (Estudante – MG)
12/02/71 – Américo (Soldado PM – Sp)
20/02/71 – Fernando (Comerciário – Rj )
08/03/71 – Djalma Pelucci (Soldado PM – Rj)
24/03/71 – Mateus Levino (Tenente da Fab – Pe)
04/04/71 – José Júlio Toja (Major do Exército – Rj)
07/04/71 – Maria Alice (Empregada Doméstica – Rj)
15/04/71 – Henning Albert (Industrial – Sp)
10/05/71 – Manoel Silva (Soldado PM – Sp)
14/05/71 – Adilson (Artesão – Rj)
09/06/71 – Antônio Lisboa Ceres (Civil – Rj)
01/07/71 – Jaime Pereira (Civil – Rj)
02/09/71 – Gentil Procópio (Motorista de Praça – Pe)
02/09/71 – Gaudêncio – Demerval (Guardas Seg. – Rj)
–/10/71 – Alberto Da Silva (Civil – Rj)
22/10/71 – José (Sub-Oficial da Marinha – Rj)
01/11/71 – Nelson Martinez (Cabo PM – Sp)
10/11/71 – João (Cabo PM – Sp)
22/11/71 – José Amaral (Guarda De Segurança – Rj)
27/11/71 – Eduardo Timóteo (Soldado PM – Rj)
13/12/71 – Hélio F. (G.Seg. – Rj) – Manoel da Silva (Com.) – Francisco B. (Mot.)
18/01/72 – Tomaz P. de Almeida (Sargento PM – Sp)
20/01/72 – Sylas Bispo Feche (Cabo PM – Sp)
25/01/72 – Elzo Ito (Estudante – Sp)
01/02/72 – Iris (Civil – Rio De Janeiro)
05/02/72 – David A. (Marinheiro Inglês – Rj)
15/02/72 – Luzimar Machado De (Soldado PM – Go)
27/02/72 – Napoleão Felipe Bertolane (Civil – Sp)
06/03/72 – Walter César (Comerciante – Sp)
12/03/72 – Manoel (Guarda de Segurança – Sp)
12/03/72 – Aníbal F. de A. (Coronel Exército – Sp)
12/03/73 – Pedro (Capataz da Fazenda Capingo)
08/05/72 – Odilon Cruz (Cabo do Exército – Pa)
02/06/72 – (Sargento PM – Sp)
29/06/72 – João (Mateiro da Região do Araguaia – Pa)
Set/72 – Osmar (Posseiro – Pa)
09/09/72 – Mário Domingos (Detetive Polícia Civil – Rj)
23/09/72 – Mário Abraim Da (2º Sgt do Exército – Pa)
27/09/72 – Sílvio Nunes (Bancário – Rj)
01/10/72 – Luiz Honório (Civil – Rj)
06/10/72 – Severino F. – José I. (Civis – Pe)
21/02/73 – Manoel Henrique (Comerciante – Sp)
22/02/73 – Pedro Américo Mota (Civil – Rio De Janeiro)
25/02/73 – Octávio Gonçalves Moreira (Del. de Pol – Sp)
…/06/73 – Francisco Valdir (Soldado do Exército – Pa)
10/04/74 – Geraldo José (Soldado PM – Sp)

Solicito publicação:

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Rua Dona Eugênia, 1227
Petrópolis – Porto Alegre – RS
90630 150
Telefone:- (51) 3331 6265
http://www.amazoniaenossaselva.com.br
hiramrs@terra.com.br

Salve 31 de março – Pela volta dos militares – Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil

28/03/2010

Quero os militares de novo no Poder !

Do mesmo modo que o nosso General Eterno Emílio Garrastazu Médici acabou com o terrorismo comunista, é possível acabar com a violência do PCC, Comando vermelho e outros.

Para começar, às favas com os direitos dos manos. Queremos a Oban de volta, o Doi Codi de volta, pau de arara nos vagabundos, regime militar nas favelas, com todos de cabeça raspada e hino nacional às seis da manhã de segunda a segunda!

E se petistinha, comunistinha e pederastinha reclamarem, pau neles tbm!

Brasil andando, só com general no comando!

VOTAR NO PT é doença que tem cura, assista o video

31 de março, história da revolução a verdade sobre brizola grupos dos onze guerrilhas pró cuba e a revolução de 1964

25/03/2010

http://www.ternuma.com.br/gpaim1001.htm

https://homemculto.wordpress.com/2010/02/21/verdades-inconvenientes-no-brasil-do-faz-de-conta-kristhian-heluy-gomes-lula-e-o-comunismo-do-pt-e-a-contra-revolucao-democratica-de-31-de-marco/

história da revolução 1964 joão goulart militares 31 de março, castelo branco, Verdades inconvenientes no Brasil do “faz de conta” – Kristhian Heluy Gomes* lula e o comunismo do pt e a contra revolução democrática de 31 de março

21/02/2010

Verdades inconvenientes no Brasil do “faz de conta” – Kristhian Heluy Gomes* 

leia também 

http://www.ternuma.com.br/gpaim1001.htm

A corrupção sempre esteve presente em nossa sociedade — talvez seja o traço mais representativo do caráter do brasileiro. Entretanto, passados 25 anos do fim da ditadura militar, mesmo com toda a liberdade de imprensa hoje existente e a enorme massa de intelectuais e comunicadores de esquerda atuando na mídia e no sistema educacional, nunca conseguiram encontrar ou, pelo menos, divulgar casos de enriquecimento ilícito por parte dos militares que compunham o governo. Não consigo lembrar-me de qualquer dos generais-presidentes que tenha enriquecido durante o regime militar: João Batista Figueiredo, por exemplo, morreu passando dificuldades financeiras.

 Por outro lado, posso listar diversos civis que se locupletaram durante a ditadura e que continuam enriquecendo até hoje, muitos no governo do PT: Roberto Marinho, José Sarney, Jader Barbalho, Paulo Maluf, Edemar Cid Ferreira, ACM, Michel Temer, Renan Calheiros, Édson Lobão, Fernando Sarney, Odebrecht, Andrade Gutierrez, entre muitos outros políticos, empreiteiros e banqueiros que aí estão garantindo a “governabilidade” do Presidente Lula.

 Quanto às liberdades restringidas pelo regime militar, gostaria de fazer uma analogia boba: se tivesse um cão de estimação doente de raiva, furioso, agressivo e na iminência de atacar os demais membros de minha família, primeiro, iria amarrá-lo, amordaçá-lo e isolá-lo — garantindo a segurança —, para, só então, medicá-lo e tratá-lo, até que, com a evolução do tratamento, pudesse ser novamente solto. É como vejo o processo de restrição das liberdades individuais durante a ditadura militar instalada no Brasil.  

Desde a década de 1930, a exemplo de Luís Carlos Prestes e outros, os partidários do comunismo vinham tentando tomar o poder na América Latina, para transformá-la num satélite da União Soviética. No fim da década de 1950, os “camaradas” começaram a radicalizar a “luta revolucionária”, criando e aperfeiçoando células de guerrilha em todo o continente: Cuba, Brasil, Chile, Argentina, Bolívia etc. Tudo com o único objetivo de INSTALAR DITADURAS COMUNISTAS, por meio das idéias de “guerrilha” — muito difundida por Che Guevara e Carlos Marighella — e “subversão” — amplamente propalada pelos soviéticos a partir dos ensinamentos de Sun Tzu em A arte da guerra. Isso foi muito antes do “Golpe Militar de 1964”. 

Alguns dos guerrilheiros/terroristas de esquerda admitem que o objetivo deles era a implantação de ditaduras comunistas, como confessaram, por exemplo, José Anselmo dos Santos (o “Cabo Anselmo”, da VPR) — líder da Revolta dos Marinheiros, de 1964, em entrevista ao Canal Livre/Band de 30.08.2009 — e Daniel Aarão dos Reis Filho (Aarão Reis, da Dissidência da Guanabara) — em declaração à Folha de S.Paulo de 23.09.2001 (grifei): 

“Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e no início dos 70 nós (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática”. 

(Vide http://flanelapaulistana.com/?tag=carlos-marighella-cidadao-paulistano ). 

 

Os militares tomaram o poder em 1964, quando os ideais comunistas já estavam suficientemente avançados no país para propiciar a transformação do Brasil numa nova Cuba, inclusive o então Presidente, João Goulart, era bem afeito ao comunismo, ligado ao PCB e ao PSB, já havendo entre nós diversos grupos de esquerda partidários da “luta armada”. Mas o curioso é que o recrudescimento da ditadura aconteceu de modo gradual, à proporção que os grupos guerrilheiros intensificavam suas ações terroristas e subversivas, introduzindo e desenvolvendo no Brasil modalidades criminosas como explosão de bombas (principalmente contra prédios públicos), assaltos a bancos, carros-fortes e supermercados, seqüestros, julgamentos e execuções sumários — chamados de “justiçamentos”. 

Veja-se que o Ato Institucional n. 5, o temido AI-5, só foi baixado em dezembro de 1968, portanto, quase 5 (cinco) anos após o início do regime. Os Destacamentos de Operação e Informação (DOI/CODI), órgãos centralizadores das investigações e da luta contra-revolucionária, só foram criados no início da década de 1970, após inúmeros atentados praticados pela esquerda, que avançava rapidamente, graças às técnicas guerrilheiras aprendidas em Cuba, e sintetizadas por Marighella em seu violentíssimo Minimanual do Guerrilheiro Urbano. Antes, a descentralização dificultava a obtenção e o processamento das informações pelos órgãos de segurança, comprometendo a eficiência da luta contra o terrorismo. 

Não dava para combater a guerrilha deixando tudo como era antes, todo mundo podendo dizer e fazer o que bem entendesse. Os guerrilheiros eram terroristas que se infiltravam na sociedade, camuflavam-se de cidadãos comuns, professores, estudantes, médicos, advogados, jornalistas etc. Eles não usavam farda, agiam na clandestinidade, difundiam a subversão — no sentido soviético da palavra —, praticavam panfletagem armada, lançando manifestos ao ar durante os atos de terrorismo, mas sempre tiveram a simpatia de setores da mídia, das artes e da educação, porque os “quadros” (componentes dos grupos guerrilheiros) eram “jovens inocentes e indefesos lutando contra a ditadura”. 

De qualquer modo, comparado com as ditaduras comunistas do mundo todo e as de direita implantadas na América do Sul, o regime militar instalado no Brasil entre 1964 e 1984 foi o mais brando de todos: 

I) ainda que sob censura, havia no país diversos jornais e revistas particulares em funcionamento, enquanto nos países comunistas a imprensa era/é estatal, como ocorre em Cuba (onde só circula o jornal Granma), na China, na Rússia e no leste europeu (países em que até a pregação do Evangelho de Jesus Cristo era/é proibida); 

II) os brasileiros não foram proibidos de exercer sua liberdade de culto religioso, não havendo interferência estatal nos ritos católicos, protestantes, umbandistas, espíritas, budistas etc., ao contrário do que houve nas ditaduras comunistas, para as quais, por influência de Marx, “a religião é o ópio do povo”;  

III) não houve perseguição por causa de “opção sexual”. Isso não ocorreu durante a ditadura militar brasileira. Casos de preconceito contra gays, negros, pobres e nordestinos sempre existiram no Brasil, não se podendo dizer que os militares os tenham incentivado. Pelo que sei, à exceção dos homossexuais, que não são, mesmo, aceitos pelas corporações militares, as Forças Armadas são a mais heterogênea e democrática instituição do Brasil, pois, os “milicos” foram os primeiros a aceitar lideranças de todas as etnias, regiões geográficas, religiões e classes sociais, não havendo qualquer distinção interna quanto a esse aspecto. Tanto que, entre os generais que comandaram o regime militar, houve mulatos, brancos, pardos, nordestinos, sulistas, católicos, protestantes, descendentes de europeus, de índios, originários de famílias ricas e tradicionais, e outros de classe média e de famílias pobres. Nas Forças Armadas prevalece a regra do mérito pessoal. 

IV) a ação do militares brasileiros foi focada no combate aos guerrilheiros e terroristas, sendo raríssimos os casos de civis inocentes mortos pela ditadura. Foram mortos aproximadamente 300 (trezentos) guerrilheiros/terroristas — comprovadamente envolvidos com os movimentos armados — e muitos presos políticos foram banidos (portanto, permaneceram vivos), anistiados, absolvidos e os que eram considerados menos perigosos foram devolvidos a seus familiares, principalmente as jovens guerrilheiras, que eram aliciadas pelos subversivos ainda com 17/18 anos de idade. De modo contrário, os comunas “tocaram o horror”: China (65 milhões de mortos); União Soviética (20 milhões); Coréia do Norte (2 milhões); Camboja (2 milhões); África (1,7 milhão, distribuído entre Etiópia, Angola e Moçambique); Afeganistão (1,5 milhão); Vietnã (1 milhão); Leste Europeu (1 milhão); América Latina (150 mil entre Cuba, Nicarágua e Peru); movimento comunista internacional e partidos comunistas no poder (10 mil). E mais: só em Cuba foram mortos 15.000 civis desarmados, sendo 600 só nos primeiros 5 meses de regime comunista, tendo sido exilados mais de 2.000.000 (dois milhões) de pessoas; 

V) bem ou mal, durante a ditadura militar havia pluripartidarismo no Brasil, ao passo que nos países comunistas só existia/existe um partido: o Comunista; 

VI) os militares brasileiros só ficaram no poder por 20 (vinte) anos, diferentemente de Rússia, Cuba, China, Coréia do Norte e outros, cujas ditaduras duraram/duram mais de 50 (cinqüenta) anos; 

VII) no Brasil, a abertura política foi promovida pelos próprios ditadores, sendo que, desde o fim da década de 1970, os militares começaram a efetivar a transição para o regime dito “democrático”, oportunidade em que houve a anistia de presos políticos, com seu retorno do exílio, a proliferação de sindicatos e criação/recriação de partidos de esquerda, como o PT e outros. Os “milicos” promoveram a abertura porque quiseram, pois quem tem as armas dita as regras. Nesse ponto, lembro-me de um tio meu, coronel reformado do Exército, o qual costuma dizer que os militares não queriam continuar no poder, que eles são doutrinados no sentido de que o governo civil pertence aos civis e as armas, aos militares. 

Desse modo, penso que as tais “liberdades” de que desfrutamos hoje são resultado da luta que os “ditadores militares” travaram no passado contra os guerrilheiros/terroristas da esquerda “revolucionária”, pois, se não fosse a “repressão” ter combatido e vencido os subversivos, hoje haveria no Brasil uma ditadura comunista, dessas que duram 60/70 anos e proíbem todo tipo de liberdade: política, religiosa, econômica, de expressão etc. Foi necessário amarrar e amordaçar o cachorro raivoso, para poder tratá-lo e, depois, devolver-lhe a liberdade. 

O que houve no Brasil foi uma “guerra civil”, idealizada pelos soviéticos, organizada pelos cubanos e efetivada por brasileiros, que, ao final, foram os que perderam suas vidas, muitos jovens iludidos e fanatizados, influenciados por sanguinários como Carlos Marighella, Carlos Lamarca, Joaquim Câmara Ferreira, Che Guevara, Fidel Castro, Vladimir Lenin, Joseph Stalin, Mao Tse-Tung, Pol Pot etc 

Especificamente quanto a Lenin, sua ideologia de luta armada não difere em nada das dos demais “camaradas”, pois foi ele, juntamente com Stalin, quem inaugurou o “Terror Vermelho”, política sistemática de terror contra os “inimigos” do novo governo, publicada oficialmente no Krasnaya Gazeta de 01.09.1918 e posta imediatamente em prática, torturando, espancando, mutilando e assassinando os “suspeitos” de oposição ao regime bolchevique. 

Veja-se o que diz a revista Grandes líderes da história: maiores ditadores (São Paulo: Arte Antiga Editora, p. 18) sobre o “Terror Vermelho” de Lenin: “Alguns eram fuzilados, outros, afogados, enterrados vivos ou retalhados por espadas. Geralmente, as vítimas tinham de cavar sua própria sepultura”. (Grifei). 

Sobre Cuba, cito o seguinte excerto (extraído de http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=Cuba〈=bra) :

 “A economia socialista nunca funcionou bem em Cuba (aliás, em nenhum lugar do mundo deu resultado), já que sempre precisou do auxílio da antiga URSS, com a qual trocava petróleo por cana-de-açúcar, realizando um dos melhores négocios do mundo. 

Cuba sempre foi sustentada artificialmente pelo bloco soviético. Mas, agora que a ‘mesada’ de Moscou acabou, o ditador foi obrigado a promover reformas capitalistas para sobreviver. Os dados sociais sempre foram ‘maquiados’, nunca correspondendo à realidade das coisas. 

Segundo dados do governo cubano (que não são muito dignos de confiança), a mortalidade infantil de Cuba é uma das menores do mundo. Entretanto, esses dados perdem a consistência quando se analisa a taxa de abortos na ilha. É comum as mulheres fazerem 4 ou 5 abortos antes de terem o primeiro filho. O Estado dá todas as condições para as mulheres praticarem o assassinato intra-uterino, já que o aborto é legalizado. 

Em Cuba existem duas classes sociais: a de Fidel e seus asseclas, e a do resto da população. A primeira vive muito bem, usufruindo de todos os bens de consumo que o dólar pode comprar (Fidel Castro anda de carro Mercedes-Benz, possui mordomo e adora lagostas). 

A segunda é obrigada, por exemplo, a contentar-se com: ½ Kg de carne de porco misturada com soja a cada 15 dias; ½ Kg de carne de vaca e um sabão em pedra a cada 2 meses; 1 par de sapatos a cada 6 meses. 

Os salários, apenas para exemplificar: um engenheiro ganha US$ 40, um jornalista US$ 30 e uma faxineira US$ 5 (não deveriam ganhar a mesma coisa?). Para efeito de comparação, uma refeição nos restaurantes (“paladares”) custa em torno de US$ 20. Taxistas, porteiros e carregadores de hotéis 5 estrelas, prostitutas (Cuba é um dos destinos preferidos do chamado “turismo sexual”) são os que ganham mais, pois recebem gorjetas em dólares. A maioria das pessoas, para não passar fome, faz “bicos” ou trabalha no mercado negro”. 

Só para registrar, antes de Fidel, Cuba possuía a 3ª (terceira) renda per capita da América Latina, hoje, a 15ª (décima quinta). Ademais, lembro-me de uma reportagem feita em Cuba, com a qual fiquei horrorizado, principalmente no momento em que uma professora, com nível superior e tudo, afirmava que, após o expediente escolar, era necessário prostituir-se para ajudar o marido na manutenção da família. 

Sucede, no entanto, que não é “politicamente correto” falar dessas coisas no Brasil do Lula, da Dilma e do PT, no país das maravilhas do “faz de conta”. 

Kristhian Heluy Gomes*

 * Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, servidor público estadual, cristão, brasileiro, maranhense, desconhecido, filho de desconhecidos, “sem parentes importantes”, morador de favela, ficando velho e cansado das mentiras que assolam este “Brasil: um país de todos” (!?!?!?!).

Ascenção e queda dos militares no Brasil – Mazelas e glórias dos militares – regime militar no Brasil, realizações obras da revolução de 1964 – obras do regime militar ditadura militar – o que foi a revolução de 1964

18/07/2009

Militares no poder…‏

Cresce o grupo que não quer mais ver MILITARES NO PODER, pelas razões abaixo:

Militar no poder, nunca mais. Só fizeram lambanças:
Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista. Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora.

Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.

Criaram esse maldito Pro-Álcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia. Para apressar logo o fim do chamado “ouro negro”, deram um impulso gigantesco à Petrobrás, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.

Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.

Tiraram do sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego, ficaram sem a desculpa do “estou desempregado”. Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça completa. Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.

Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA, JUPIÁ e ITAIPU), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos. O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.

Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.
Baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país. Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma “bombinha de São João” no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas. Os militares são muito estressados. Fazem tempestade em copo d’água só por causa de alguns assaltos a bancos, seqüestros de diplomatas… ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.

Tiraram de nós o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.

Inventaram um tal de FGTS, PIS e PASEP, só para criar atritos entre empregados e patrões. Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seus patrões.

Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.

Outras desgraças criadas pelos militares:

Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos e burrice de um oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que inventou o sistema PAL-M.

EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM

Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo. Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguinte, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram. Graças a Deus!

Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos: “Militar no poder nunca mais”

Anselmo.

Quem foi João Goulart governo goulart presidente deposição revolução de 1964 golpe militar comunismo banco do brasil e joão goulart

05/03/2009

Vou fazer um comentário com as palavras do senhor Carlos lacerda, tirado da revista “O Cruzeiro”:

“De herdeiro de alguns hectares de terra, transformou-se, em poucos anos, em proprietário de mais de 550 mil hectares – uma área igual a quatro vêzes e meia o território da Guanabara.”

E prosseguiu: “Associado do Sr. Wilson Fadul (que por isso foi ser Ministro da Saúde, e não porque seja um cientista), em quatro anos, com dinheiro do Banco do Brasil, e com dinheiro cuja origem não explica, o Sr. João Goulart transformou-se num dos homens mais ricos dêste País, com três bois por hectare em suas fazendas”.

“O Sr. João Goulart é um leviano que nunca estudou – e não estudou porque não quis, não é porque não pôde. E agora, no Govêrno do País, queria levar-nos ao comunismo.”

“Eu o conhecia bem. Mas, como bom democrata, submeti-me à vontade da maioria, quando entrou em vigor a fórmula do Parlamentarismo. Mas o Sr. João Goulart não queria governar. Adulava, de dia, os trabalhadores que condenava ao desemprêgo, de noite. O Sr. João Goulart jurou fidelidade ao Parlamentarismo, para logo em seguida impor o plebiscito, e todo o povo votou. Eu não votei porque achava que o plebiscito era uma palhaçada, e repito que era”.

“Quem quiser fazer reformas deve ter a honestidade de dizer que as fará sem reformar a Constituição. Há necessidades de se fazer reformas, e eu acho que se pode fazer isso sem se mexer na Constituição. Mas o Sr. João Goulart não queria isso. Montou um dispositivo sindical nos moldes fascistas, com dinheiro do Ministério do Trabalho, dinheiro roubado do impôsto sindical, roubado do salário dos trabalhadores, para pagar as manifestações de banderinhas e as farras dos homens do Ministério do Trabalho.”

“Ao mesmo tempo, começou a criar dificuldades para a Imprensa, para os jornais, para o rádio e a televisão, iniciando um processo de escravização dos homens livres que fazem a imprensa do nosso País. Depois de criar as dificuldades, o Sr. João Goulart oferecia-se para resolvê-las, enquanto dava curso ao processo de entreguismo do Brasil à Rússia. O Sr. João Goulart foi o maior entreguista que já teve êste país.”

O ex-Presidente Goulart iniciou o solapamento da autoridade militar, entregando os comandos militares a gente sem prestígio nas Fôrças Armadas. “O desprestígio” “atingiu a todos os setores do Govêrno, os Ministérios Civis e a própria Casa Civil da Presidência, onde estava Darcy Ribeiro, um instrutor de tupi-guarani, que acabou reitor da Universidade de Brasília sem jamais ter sido professor”.

“A Marinha é tão ruim que um cabo pode ser estudante de Direito. Em nenhuma Marinha do Mundo, nem nos Estados Unidos, nem na Rússia – um cabo tem tempo para estudar Direito. E o Sr. João Goulart acobertou, patrocinou, estimulou tôda essa gente, jogando marinheiro contra soldado, farda contra farda, classe contra classe, brasileiro contra brasileiro”.

“Assim, não era possível que Marinha, Aeronáutica e Exército suportassem mais tamanha impostura e tamanha carga de traição.” E concluiu: “Deus é bom. Deus teve pena do povo”.

10 de Abril de 1964

Revolução de 1964

02/03/2009

O Regime Militar de 64 é a muleta moral dos intelectuais — eles o acusam de todos os crimes para melhor acobertarem os próprios

José Maria e Silva
www.josemariaesilva.com

“A revolução é biófila, é criadora de vida, ainda que, para criá-la, seja obrigada a deter vidas que proíbem a vida.”

Paulo Freire, em Pedagogia do Oprimido, defendendo os fuzilamentos sumários comandados por Che Guevara e Fidel Castro

Com quantas vidas se faz uma ditadura? Na belíssima novela de John Boyne, O Menino do Pijama Listrado, essa pergunta é respondida pelo espanto de Bruno, um menino de nove anos. Sempre que ele se surpreende com o mundo do Fúria à sua volta, seus olhos se arregalam, sua boca faz o formato de um O e seus braços caem ao longo do corpo. A obra, uma elegia à inocência da vida que não sabe da morte, deveria ser lida — e meditada — pelos 3.949 intelectuais que, até agora, assinaram um manifesto contra a Folha de S. Paulo, repudiando o editorial “Limites a Chávez”, publicado em 17 de fevereiro último, no qual a ditadura militar brasileira é indiretamente chamada de “ditabranda”. O Menino do Pijama Listrado (o livro, não vi o filme) demonstra, metaforicamente, a abissal diferença entre um regime autoritário (circunscrito à esfera política) e um regime totalitário (que permeia todas as instâncias sociais).

As primeiras reações ao editorial da Folha partiram da socióloga Maria Victória Benevides, professora da Faculdade de Educação da USP, e do advogado Fábio Konder Comparato, professor aposentado pela mesma instituição. Esquecendo-se que a universidade que representam arrasta até hoje um cadáver insepulto (o do estudante de medicina morto num trote em 1999), Benevides e Comparato encenaram uma indignação que jamais sentiram diante das quase 100 mil mortes perpetradas pela Trindade Cubana (Fidel, Guevara e Raúl Castro) — 17 mil na boca dos fuzis, em execuções sumárias, e 80 mil nos dentes dos tubarões, em fuga para os Estados Unidos. Como a Folha de S. Paulo chamou a atenção para essa dúbia moral de Benevides e Comparato, lembrando que eles jamais protestaram contra a ditadura cubana, os dois intocáveis uspianos se sentiram feridos e, em resposta, fizeram o que os intelectuais de esquerda mais sabem fazer quando são pegos sem argumentos — conclamaram o rebanho para um manifesto.

O inefável Antonio Candido, decano dos intelectuais de esquerda, encabeça o repúdio à Folha, que também conta com figuras como o indefectível Emir Sader, intelectual que, diante de Che Guevara, cai de joelhos por terra, parafraseando a missa: “Guevara, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo”. Quem duvida que Emir Sader é capaz dessa oração diante do guerrilheiro argentino, leia o que ele escreveu num artigo publicado em Carta Maior: “Não vou gastar palavras inúteis para falar do Che. Basta reproduzir algumas das suas frases, que selecionei para o livro Sem Perder a Ternura”. Também diante de Marx e Fidel, Sader emudece: “O que falar de Marx que permaneça à sua altura? O que escrever sobre Fidel?”

Se o ensino superior no Brasil, público e privado, não fosse mero aparelho ideológico da esquerda, Emir Sader jamais teria virado doutor em ciência política pela USP e professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de orientador de teses e dissertações. Sem dúvida, estaria até hoje tentando passar no vestibular e sendo reprovado sempre, por não ter argumentos para retratar personagens da história. Que universidade isenta aceitaria um aluno que, ao ouvir falar de Marx, Guevara e Fidel, não fosse capaz de articular uma só palavra e se comportasse feito os silvícolas do Anhangüera, embriagado pelo álcool incandescente da revolução? Já imaginaram se um intelectual de “direita” dissesse não ter palavras diante de Karl Popper? Seria acusado de ignorante e charlatão. Emir Sader é um paradigma da universidade brasileira. Ele é a prova cabal de que, por trás da cantilena de “produção do conhecimento”, o que há nos mestrados e doutorados do país é uma usina de produção de marxismo e derivados.

Estou plenamente convicto de que a universidade brasileira não é solução para nada — ela é parte essencial do problema. As principais mazelas do Brasil são fomentadas artificialmente pela universidade, que, desde a década de 50, na ânsia de criar um novo mundo, especializou-se em destruir o existente. Isso fica muito claro quando se estuda a origem social dos guerrilheiros que pegaram em armas contra o regime militar. Eles vieram, em sua maioria, das universidades. Não tinham o menor apoio popular. Como é que o povo podia apoiar um bando de tresloucados que, de arma em punho, pregavam a derrubada de uma ditadura imaginária? Porque até o final de 1968, com a edição do AI-5, só havia ditadura na imaginação dos universitários.

Foi exatamente durante os propalados “Anos de Chumbo” que o Brasil viveu uma das maiores efervescências culturais de sua história, com os festivais, a imprensa alternativa, a Tropicália, o Cinema Novo, Chico e Vandré, Caetano e Gil. Ao contrário de Cuba, onde Chico Buarque seria fuzilado ou condenado a 20 anos de prisão se falasse mal de Fidel Castro, no Brasil, o máximo que lhe aconteceu foi ser admoestado pelos militares, o que lhe garante até hoje uma conta bancária maior do que seu indiscutível talento. Num ambiente assim, existe alguma razão plausível para se pegar em arma ou até para se perpetrarem atentados terroristas, como fizeram muitos grupos guerrilheiros? Obviamente, não. Em toda guerra, os primeiros sacrificados são os inocentes, portanto, a opção pela luta armada para derrubar um regime só se justifica quando esse regime é sanguinário e opressivo, incidindo sobre toda a vida social e não apenas sobre a esfera política. Era o que acontecia na terra do Menino do Pijama Listrado, daí o Levante do Beco de Varsóvia, em 1943, quando judeus desesperados — não tendo senão uma morte horrenda como alternativa — preferiram abreviar a vida numa luta suicida contra as tropas nazistas.

Mas esse não era o caso do Brasil dos militares. Aqui, os guerrilheiros eram homens e mulheres bem nascidos que, por puro espírito de aventura, jogavam fora o futuro como médicos, engenheiros e advogados e se arvoravam a libertadores da pátria, sem notar que a maioria esmagadora da população — provavelmente mais de 90 por cento — não se sentia oprimida nem pedia para ser libertada. Pelo contrário, o regime instalado em 1964 teve forte apoio popular e quando começou a ser repudiado nas urnas, em 1974, com a expressiva vitória do velho MDB, esse repúdio era mais de caráter econômico que político. A inflação estava recomeçando e os pobres votaram contra a “carestia”, que é como chamavam a inflação na época.

Já escrevi repetidas vezes, mas a ocasião me obriga a escrever de novo: quem acha que no Brasil houve uma ditadura sanguinária, totalitária, nos moldes nazistas (é essa a visão que se tem dos militares nas escolas) deve ler Pedagogia do Oprimido, o panfleto de auto-ajuda marxista do pedagogo Paulo Freire. Esse livro — que faz uma defesa explícita da luta armada e santifica Che Guevara, Fidel Castro e Mao Tsé-Tung — foi publicado em pleno ano de 1970, no Rio de Janeiro, pela Editora Paz e Terra, ligada aos padres da Teologia da Libertação. Em 1981, Pedagogia do Oprimido já estava na 10ª edição. Um verdadeiro best-seller, levando em conta que não é um livro comercial e o Brasil tinha muito menos estudantes universitários do que tem hoje. Ora, se o regime militar foi o período “mais sombrio da nossa história”, como dizem os intelectuais de esquerda, como se explica o sucesso editorial de uma obra que o combatia? Em Havana seria possível publicar um livro do gênero contra Fidel Castro, o santo fardado de Buarques e Sáderes?

Mas nem é preciso recorrer à ditadura cubana para demonstrar que os intelectuais brasileiros mentem descaradamente quando dizem que o regime militar de 64 foi uma ditadura sanguinária. A própria história recente do Brasil — contada mentirosamente por eles — mostra a contradição em que incorrem. É só comparar a “Revolução de 30” com a “Ditadura Militar” (ponho as expressões entre aspas para remeter ao modo como os dois períodos costumam ser chamados nos livros de história). Qual a diferença entre os dois períodos? A rigor, nenhuma. Salvo o fato de que Getúlio Vargas era um ditador civil, obviamente apoiado por militares, porque toda ditadura precisa de armas.

Sob o ponto de vista da repressão, Vargas foi muito pior do que os militares. O seu período, sim, foi literalmente “anos de chumbo”. Enquanto os militares procuraram preservar as instituições, garantindo eleições legislativas e a independência do Judiciário, Vargas centralizou todos os poderes em suas mãos, destituindo governadores e nomeando interventores em seu lugar. São Paulo se rebelou, na chamada Revolução Constitucionalista de 32, e Vargas bombardeou o Estado — o episódio mais sangrento da história brasileira no século passado, apesar de ofuscado pela preferência dos intelectuais pela Guerrilha do Araguaia. Todavia, mesmo quem não pegava em armas, não ficava ileso. O escritor Graciliano Ramos, individualista nato, incapaz de arregimentar qualquer movimento político, acabou sendo preso durante quase um ano, num presídio comum, sem julgamento. Seu único crime: escrever o romance São Bernardo, entre outros escritos tidos como comunistas. Bem que merecia, mas não teve indenização alguma pelo arbítrio de que foi vítima. Ao contrário dos fanfarrões que pegaram em armas contra os militares, o Velho Graça tinha vergonha na cara.

Se a sanguinária ditadura de Getúlio Vargas merece, nos livros de história, o epíteto de “Revolução de 30” (justificadamente, por sinal), por que os governos militares não podem ser chamados de “Revolução de 64”, levando em conta que também mudaram a face do Brasil? Vargas já era ditador desde o início de seu governo, antes mesmo da implantação do Estado Novo, em 1937, quando a tresloucada Intentona Comunista de 35 levou ao recrudescimento do regime. Já os militares só foram verdadeiramente ditadores a partir de 12 de dezembro de 1968, quando editaram o AI-5, obrigados pelos atos de terror da esquerda armada, treinada e financiada por Fidel Castro e abençoada por intelectuais como Paulo Freire. Mesmo assim, foi uma ditadura cirúrgica, circunscrita aos inimigos declarados do regime. Tanto que não chegou a matar nem 500 pessoas, como reconhecem os próprios autores de esquerda nos balanços que fizeram do período. As vítimas inocentes, em sua maioria, tombaram por terem sido usadas como escudo pelos adversários do regime.

Um dos argumentos de Maria Victoria Benevides para criticar o editorial da Folha é que não se mede ditadura com estatísticas: “Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar ‘importâncias’ e estatísticas”. Em artigo publicado, na terça-feira, 24, o jornalista Fernando de Barros e Silva, editor de Brasil da Folha, corrobora a tese da socióloga: “Algumas matam mais, outras menos, mas toda ditadura é igualmente repugnante. Devemos agora contar cadáveres para medir níveis de afabilidade ou criar algum ranking entre regimes bárbaros?” Claro que devemos — respondo eu. Todo crime só se iguala em repugnância para aquele que é sua vítima, mas para quem o analisa de fora, especialmente se esse alguém for um historiador, há uma enorme diferença entre matar 100 pessoas ou matar 100 mil. Se Hitler tivesse matado apenas uma centena de judeus, o nazismo seria a encarnação do mal no imaginário do mundo contemporâneo?

Só não vê que ditadura também se mede com estatísticas aqueles que têm medo dos números. Ao ver que nenhuma ditadura capitalista até hoje conseguiu igualar os mais de 100 milhões de mortos do comunismo no mundo, a esquerda inventou esse argumento falacioso de que uma só morte perpetrada por uma ditadura diminui toda a humanidade, como se o homem-massa da revolução marxista tivesse lugar na poesia metafísica de John Donne. Justamente a esquerda, que não faz conta do individuo de carne e osso, só da massa de manobra da revolução. O regime militar não apenas matou muito menos gente do que outros regimes autoritários — também foi capaz de criar um modelo de ditadura que deveria ser exportado. Toda ditadura costuma ser encarnada por um homem só, que se torna escravo do poder que concentra, perdendo inclusive os freios morais. Daí a profusão de ditadores sádicos, pessoalmente sedentos de sangue humano.

No Brasil isso não ocorreu. Os militares criaram uma espécie de ditadura institucional, em que o poder não era encarnado por nenhum homem, mas pela instituição — as Forças Armadas. Nem o principio federativo foi quebrado num primeiro momento, como ocorreu de imediato com a ditadura de Getúlio Vargas. Antes do recrudescimento da luta armada, ainda houve eleição para governadores e, mesmo depois que elas foram suspensas, o legislativo continuou funcionando. Essa quase normalidade institucional propiciou até o surgimento e fortalecimento de uma oposição que jamais houvera em toda a história do Brasil — a oposição institucional, criada e mantida pelas próprias entranhas do Estado.

Boa parte do chamado movimento social — que hoje alimenta o PT e demais partidos de esquerda — começou a ser construído graças a esse processo de institucionalização do país gestado pelos militares. Começando pelas próprias universidades federais — cobras a quem os militares deram asas. A Reforma Universitária feita pelos militares em 1968 profissionalizou o ensino superior no país, instituindo antigas reivindicações da própria comunidade acadêmica, como dedicação exclusiva de docentes, introdução de vestibular unificado e implantação de mestrados e doutorados. Valendo-se dessa estrutura, os intelectuais de esquerda se infiltraram nas universidades e, a partir delas, forjaram em todo o país um movimento social de proveta, destinado não a resolver problemas, mas a fomentá-los.

Um exemplo são os quase 50 mil homicídios que ocorrem anualmente no país. Eles decorrem, em grande parte, da irresponsabilidade doentia dos intelectuais brasileiros, que, à força de pressionar o Congresso Nacional, levaram à completa lassidão das leis penais, hoje irreversível, já que a mentalidade pueril da esquerda parece ter contaminado até os ministros do Supremo. Não é a toa que o ministro Gilmar Mendes deixa entrever que, a qualquer momento, pode soltar nas ruas 189 mil dos cerca de 440 mil presos do país, muitos deles homicidas e estupradores. Aí, sim, teremos um verdadeiro genocídio da população indefesa, em parte porque a esquerda, com o objetivo de demonizar os militares, transformou o falacioso conceito de direitos humanos num dogma divino. Como se vê, a criminalização paranóica dos militares só atende a um objetivo — esconder que os intelectuais de esquerda forjaram um país muito pior que o deles.

Publicado no Jornal Opção, de Goiânia, em 1º de março de 2009.

Divulgação: www.juliosevero.com

Leia também:

Uma data que não pode ser esquecida

O grande erro da Revolução de 194

23/02/2009

Entrevista Extemporânea

Cel Silvio Gama

Eu estava, sexta-feira passada, na sede da Academia Alagoana de

Letras, durante o velório no qual pranteávamos o falecimento do

confrade Ib Gato Falcão e, contava a um grupo de amigos que ele

gostava de me chamar de general, em tom de brincadeira, pensando que a

promoção me agradava.

Nesta ocasião, um jornalista que fazia a cobertura do velório

dirigiu-se a mim e comentou:

– Professor, tenho acompanhado sua vida literária e nunca soube que o

senhor pertence ao Exército. Aproveitando a oportunidade e porque o

acho perfeitamente integrado à vida civil, desejo saber como o senhor

vê a Revolução de 1964.

Pergunta inoportuna, mas se para ela eu não desse resposta, poderia, o

meu silêncio, ser interpretado como uma fuga para evitar uma opinião

contrária. Resolvi encarar o curioso e respondi:

– Da Revolução eu acho que foi uma aventura apressada de uma camarilha

que desejava entregar o nosso Brasil nos braços de uma ditadura

comunista. Porém da Contra Revolução que ela ensejou, acho que foi uma

atitude acertada do Exército, atendendo ao clamor popular.

– Mas a Contra Revolução instalou uma ditadura militar que permaneceu

por mais de vinte anos. Ponderou ele.

– Chamam de ditadura um governo democrata que manteve a autonomia dos

três poderes; Que manteve o processo eleitoral funcionando; Que

respeitou os direitos individuais de todas as pessoas de bem; Que

prendeu bandidos e delinqüentes que se escondiam atrás de um falso

idealismo, onde o individualismo interesseiro predominava; Que mais

trabalhou, comparando-se as suas atividades com as de todos os

governos que o antecederam.

– Mais só uma pergunta, coronel – o meu modo decidido e firme com o

qual eu dava as respostas, já estava fazendo com que ele colocasse os

pontos nos is -, em sua opinião a Contra Revolução cometeu erros?

– Cometeu um só. O de não ter feito com o bando de assassinos, ladrões

de bancos e de carga de caminhões, seqüestradores iguais aos que,

hoje, atormentam à nossa população, o mesmo que Fidel Castro fez em

Cuba – e que eles tanto aplaudem: eliminação sumária. Só assim

estaríamos livres dessa horda de ladrões que, comprando a democracia,

situaram-se no poder; saqueia o erário público; se auto premiam com

indenizações bilionárias por prejuízos morais inexistentes; incentivam

o enriquecimento ilícito e, o que é pior, estão, pelo mau exemplo,

promovendo o esfacelamento da ética e da moral na sociedade.

# Cel Silvio Gama é Aspirante de Artilharia, da Turma TUIUTI – 08 Jan

44, da antiga Escola Militar do Realengo, hoje Cel Reformado, renomado

escritor, autor de vários livros, em prosa e poesia, por isso que

prestigiado membro da Academia Alagoana de Letras

a subversão comunista nas forças armadas em 1964

17/12/2008

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13 de dezembro de 1968 – 42 anos do AI-5

11/12/2008

http://spookyhotel.blogspot.com/2008/12/40-anos-do-ai-5.html

A verdade sobre João Goulart e a revolução de 1964 e a subversão nas Forças Armadas

07/12/2008

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ver: https://homemculto.wordpress.com/2008/03/25/revolucao-de-1964-revolucao-de-31-de-marco-todos-os-marcos-se-parecem/?preview=true&preview_id=457&preview_nonce=0111595316

Revolução de 31 de março de 1964,  cruzada brasileira anticomunista brasileira

Almirante Carlos Penna Botto

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16/10/2008

1969 – COMO VAI O TERROR – conheçam os “artistas”

13 de agosto de 1969 REVISTA VEJA

As seis perguntas do terror
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Pyotr Tkatchev, que morreu num asilo de loucos, foi um dos mais obscuros e talvez o mais conseqüente dos terroristas. Por volta de 1870, propôs que fossem assassinados todos os russos e russas com mais de 25 anos de idade, “porque os adultos são incapazes de compreender os ideais da revolução”.

Pyotr concordava com seus companheiros anarquistas quanto à necessidade de assassinar o czar, mesmo que o czar tivesse menos de 25 anos. Porém, ia mais longe. Achava que cada czar assassinado seria sucedido no trono por um outro ainda mais brutal e autocrata. Também o novo czar teria de ser assassinado e assim por diante: gerações de terroristas deviam estar sempre prontas para ir matando todos os czares, isso durante todos os séculos, até a eternidade.

Para Pyotr, o terror não era um meio de obter um fim político. Era um fim em si.
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No Brasil, na semana passada, terroristas de diversos tipos estiveram nas manchetes de todos os jornais.

São os terroristas brasileiros discípulos de Pyotr?

Pela amostragem da última semana, o terror brasileiro tem diversas caras, mas nenhuma delas é parecida com a do exaltado anarquista permanente. Quase a totalidade dos nossos terroristas – menos os poucos que não são de esquerda – quer, de diversas formas diferentes, um único fim: a destruição do “sistema capitalista” e a instauração do socialismo no País.

A população, que já conhece a violência do terrorismo através de ações cada vez mais freqüentes nos últimos anos, começa agora a conhecer suas verdadeiras intenções.

Mas ainda restam perguntas fundamentais sobre o terror:

– como estão os terroristas atualmente, depois que alguns grupos foram desbaratados?

– Que tipo de gente são os terroristas?

– Quantos atuam?

– O que já conseguiram, o que querem conseguir?

– Como estão sendo combatidos?

Como vai o terror?

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Os terroristas estão muito ativos e sofrendo muitas baixas.

Na segunda-feira, no Rio, quatro jovens assaltaram a Kombi de um banco. Levaram cheques sem fundos, um rádio de pilha e uma marmita de macarrão com frango; buscavam dinheiro para a subversão, segundo policiais.

No mesmo dia foi preso um técnico eletrônico, membro do MR-8 (Movimento Revolucionário 8 ­ data da morte de Guevara, em outubro de 1967), que tinha uma estação transmissora em sua loja em Ipanema. Seu companheiro Ivens Marchetti, arquiteto, preso na ilha das Flores, confessou que os assaltos eram “feitos para sustentar a preparação de guerrilhas no centro­oeste do Paraná”.

Terça-feira foram jogadas no palácio do Cardeal Dom Agnello Rossi, em São Paulo, uma bomba e uma carta com a assinatura de Carlos Marighella, antigo dirigente do Partido Comunista (segundo a polícia a assinatura não foi forjada).

E a semana continuou:

– um assalto em Guaratinguetá, SP,

– um no Rio e um em São Paulo;

– três jovens presos no Rio, com planos de assaltos;

– mais três presos em São Paulo;

um coronel baleado por estudantes que distribuíam panfletos no Rio.

No assalto ao Banco Nacional de São Paulo, no Rio, dois dos assaltantes foram presos. Eram do MR-26 (Movimento Revolucionário 26 de Julho, data do início da Revolução Cubana). Um dos presos, José Duarte dos Santos, ex-marinheiro expulso em 1964, disse na polícia:

“Eu não sou marginal. Vocês recuperam um marginal. Para mim, só o fuzilamento”.

O General Syzeno Sarmento, comandante do I Exército, comentou esse assalto:

“Não podemos arriscar a vida de nossos soldados. (…) Minha ordem foi clara: quando os soldados sentirem que alguém os vai atacar, podem atirar para matar, para valer”.

.E os terroristas?

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O General Meira Matos, inspetor-geral das polícias militares, disse há quase um ano, em documento distribuído a deputados federais:

“Os estudantes constituem peça importante na engrenagem da guerra revolucionária, já deflagrada pelas esquerdas”.

A importância dos estudantes no terror está demonstrada pelas próprias informações dirigidas pelas autoridades. Dos terroristas, a polícia só conhece uma parte:

– os que já foram presos e os que estão sendo procurados.

De janeiro de 1968 até a semana passada, as polícias dos vários Estados anunciaram ter identificado mais de 370 pessoas envolvidas em atos de terrorismo e assaltos com objetivos políticos.

Dos detidos nesse período (perto de duzentos) foi divulgada a qualificação de 128, dos quais 112 esquerdistas e doze direitistas.

Entre os de esquerda, quase todos de vinte a 25 anos de idade (apenas cinco com mais de trinta), 43 eram estudantes (38,5%).

Por que os estudantes são a maioria?

Para o General Meira Matos, a guerrilha rural fracassou na América Latina – “a morte de Guevara foi seu último suspiro” – e por isso as esquerdas decidiram transferir seu movimento das montanhas para as grandes cidades, onde a massa estudantil, motivada por uma série de contradições, talvez seja a vanguarda da luta.

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Para o diretor da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo, Professor Eurípedes S. de Paula, os estudantes de sua escola não têm mais “saídas festivas”.

Explica: “Realmente houve uma mudança de atitude coletiva.

Acabou a fase festiva que só levava a mais repressão. Houve uma reflexão por parte dos estudantes. Uma parte radicalizou e partiu para o terrorismo.

Outra parte parou”.

Dos esquerdistas detidos e qualificados como não estudantes, 23 eram militares ou ex-militares (20%), os quais oito oficiais; dezenove eram profissionais liberais (17%); nove operários (8%).

Entre os restantes, que incluem cinco estrangeiros, há comerciários, bancários, funcionários públicos e um dono de hotel. Apenas oito dos esquerdistas (7%) são casados.

Se os detidos são uma boa amostra da composição do total, incluindo os procurados e os ainda não descobertos, as porcentagens indicariam a composição social dos grupos esquerdistas:

-maioria de estudantes,

– ex-militares e profissionais liberais;

-alguma penetração do terrorismo esquerdista junto aos operários.

Dos dezesseis direitistas, a maioria, oito, eram militares (nenhum oficial); havia um faxineiro, um pintor de automóveis, um escritor e marginais.

Além dos detidos e dos 166 identificados e procurados, quantos são os terroristas?

Ninguém sabe, mas investigadores do DOPS de São Paulo julgam que não conseguiram muita coisa contra o terrorismo: prenderam 36 terroristas, porém não puderam dissolver nenhuma das organizações a que pertenciam os detidos.

Técnicos do Departamento de Polícia Federal dizem que foram surpreendidos pela ação terrorista. Só há um ano as polícias estaduais e a federal passaram a ter especialistas para combater o terror.

..
Com todas as baixas sofridas, porém, os terroristas continuam tão ativos quanto antes, o que pode dar mais uma indicação para os que quiserem especular sobre seu número.

Diz um técnico da Polícia Federal:

“Alguns têm sustentado a idéia de que os terroristas são, em última análise, psicopatas.

Tal teoria nos parece absolutamente falha: eles são, no fundo, técnicos, recrutados e treinados especialmente.

Evidentemente, não podem ser considerados psicopatas”.

 

Que fizeram?

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O terrorismo se concentra em São Paulo e no Rio, chegou a ser ativo em Belo Horizonte, atua menos intensamente no Recife, é insignificante em Curitiba, Salvador, Brasília, é praticamente desconhecido nas outras capitais.

Eis um balanço do terrorismo no País:
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SÃO PAULO Entre 1968/69 foram roubados 2.426.000 cruzeiros novos de 42 agências bancárias, seis carros pagadores, um trem pagador, uma agência de turismo, duas casas comerciais.

A maioria desses roubos (e dos que foram feitos em todo o País a partir de 1967) foi, seguramente, de autoria de grupos de esquerda.

Até o segundo semestre de 1967, os assaltos a bancos eram raros e feitos por marginais. Em São Paulo, até aquela época, a média ficava entre um e dois por ano, a maior do País.

Na segunda metade de 1967 começa a escalada dos assaltos, que coincide com o início da ação dos terroristas de esquerda contra quartéis e estabelecimentos públicos – principalmente ligados à polícia e Segurança Nacional.

 

QUARENTA ATENTADOS SÓ EM SÃO PAULO

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A segunda grande atividade terrorista são esses atentados que, em São Paulo, nos últimos dezoito meses, foram quarenta.

Metade deles foi dirigida contra quartéis e entidades como o jornal “O Estado de S. Paulo”, o Serviço de Informações dos EUA, a sede da Tradição, Família e Propriedade; todos esses são atribuídos à esquerda, embora a polícia ainda não tenha esclarecido a grande maioria das investigações.

As autoridades ainda não têm conclusões definitivas quanto a incêndios das TVs de São Paulo, de fábricas, explosões de bombas em ônibus, trilhos ferroviários e sedes de sindicatos. (No seu último manifesto, Marighella nega a autoria dos incêndios das TVs.)
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Em São Paulo o terror de esquerda se tem empenhado bastante no roubo de armas.

Nos dois últimos anos, pelo menos mais de duzentas armas foram levadas de casas comerciais, soldados, quartéis e de um hospital militar.

Nas listas divulgadas pela polícia aparecem 150 fuzis e 23 metralhadoras, além de uma quantidade ainda não calculada de dinamite e munições.

Houve ainda três ocupações de emissoras de rádio levadas a efeito por terroristas que fizeram divulgação de manifestos subversivos.

GUANABARA E ESTADO DO RIO

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Neste ano houve nos dois Estados 23 assaltos, sendo dezenove atribuídos a grupos subversivos pela Secretaria da Segurança.
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Total roubado: 1.222.000 cruzeiros novos; dinheiro recuperado: 68.000 cruzeiros novos.
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De março a dezembro de 1968, dezoito bombas terroristas explodiram nos dois Estados. Este ano, apenas três.

A DOPS carioca não conhece a autoria de nenhum desses atentados e está investigando seis incêndios ocorridos nos últimos dois anos, que alguns poucos policiais atribuem a grupos subversivos. Nada foi provado ainda.
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Foram apreendidos com esquerdistas presos 350 quilos de dinamite, 46 revólveres e metralhadoras e 200 quilos de munição.
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Em Porto Alegre (apenas 299.000 cruzeiros novos roubados em assaltos desde 1965, nenhum deles atribuído a grupos políticos) não há, no momento, nenhum terrorista ou subversivo de outro tipo preso, dizem as autoridades policiais.

A maior preocupação da polícia é a notícia de que o ex-líder sindical Edmur Camargo estaria implicado nos assaltos à Caixa Econômica Federal e ao Sulbanco, em junho passado.

Embora Edmur seja negro bem escuro de lábios grossos e as testemunhas tenham dito que o assaltante é mulato de lábios finos, o retrato falado foi tão mal feito que acabou coincidindo com as feições do ex-líder sindical. Mas o Secretário da Segurança, Coronel Jaime Mariath, julga que Edmur nada tem mesmo a ver com os assaltos.

Em Belo Horizonte, desde que a Organização Político-Militar foi desbaratada, no começo deste ano, não houve mais subversão.

 

Que provocaram?

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O terrorismo é, fundamentalmente, uma ação intimidativa, tendo como finalidade criar o pânico – a definição é de um técnico do Instituto Nacional de Criminalística.

Talvez então a palavra “terrorista” não fosse adequada para designar um subversivo que assalta bancos com o único objetivo de obter dinheiro para sustentar guerrilheiros ou uma rede clandestina de militantes.

No entanto, a sucessão de assaltos, acompanhada de algumas mortes, está criando um sentimento de medo em setores da população que trabalham em áreas visadas pelos subversivos assaltantes.

Um policial paulistano afirma: “Lutar com esses terroristas é o mesmo que tomar veneno. Esses caras não têm sentimento como a gente, não podem ver farda. A vida um negócio muito mais importante que o negócio dos bancos. Tem muita gente que faz tudo para não dar serviço em banco”.

Na agência da Rua Iguatemi, do Banco do Estado de São Paulo, todos os funcionários foram transferidos para outros bairros, depois que o estabelecimento foi assaltado duas vezes.

Explica o gerente:

“Eles sofreram um trauma muito forte e não poderiam continuar a trabalhar no mesmo lugar”.

A insegurança sentida pelos bancários e guardas de bancos não contamina o resto da população, preocupada com os incêndios e mortes.

Ainda assim não se pode dizer que exista um clima de terrorismo no País.

Não há nada de semelhante ao que ocorre em Israel, por exemplo, onde os terroristas do El Fatah soltam bombas em supermercados, feiras, residências, pontos de ônibus, exatamente com a intenção de criar o pânico na população civil.

No Brasil o terrorismo provocou a reação policial. Em São Paulo, nas proximidades de bancos, as tradicionais duplas de soldados da Força Pública foram substituídas por grupos de quatro, em muitos lugares. A polícia agora faz batidas mais rigorosas e mais sistemáticas.

Também em São Paulo foi anunciado o lançamento da Operação Bandeirante: de surpresa, trechos da cidade, principalmente à noite, serão bloqueados para a polícia revistar todos os automóveis e seus passageiros, à procura das armas e do material do terror.

Do ponto de vista econômico, a nação ainda não sofreu o golpe do terror. O dinheiro roubado dos bancos, quando não é enviado para fora do País, continua circulando, movimentando a economia, através de compras.

Mas, assim como os assaltantes criaram o terror, o clima de insegurança poderá levar a uma insegurança real em alguns setores da economia.

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Que vão fazer?

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O futuro do terror, se é que ele tem algum, é a guerrilha, como forma de, finalmente, derrotar o Exército e tomar o poder.

Pelo menos é o que dizem os subversivos presos em seus depoimentos e suas organizações, em manifestos clandestinos.

Os principais grupos de assaltantes e terroristas são :

– a Vanguarda Popular Revolucionária,

– o grupo de Carlos Marighella, o MR-8 e o MR-26 – esses dois, ao que parece, ligados entre si e a outros MRs, com números que lembram datas importantes no calendário da subversão.

Todos eles têm a guerrilha rural em seu programa – e o grupo de Marighella a anuncia ainda para este ano.

Existem ainda vários outros grupos:

– a Ala Vermelha do Partido Comunista do Brasil,

– o GENR (Grupo Especial Naecional Revolucionário),

– o Colina (Comando de Libertação Nacional),

– a Rede (Revolucionários Democráticos),

– o MIR, que o DOPS paulista conhece de nome – mas não sabe o significado da sigla, o que é, nem o que faz.

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GRUPO MARIGHELLA – a ação aqui faz lembrar o que ?

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Segundo as autoridades policiais, Marighella tem uma orientação esquerdista muito pessoal, não filiada a qualquer das correntes comunistas ortodoxas internacionais. Não segue Moscou, nem Pequim, nem Havana.

Seria uma espécie de livre-atirador, agindo de acordo com um programa que defendeu na Conferência Tricontinental de Havana, em 1967. Este programa é divulgado através de panfletos clandestinos, em nome da Ação Libertadora Nacional.

Entre outras coisas, num desses panfletos, datado do mês passado, Marighella afirma:

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“Todos os grupos revolucionários armados que estão lutando devem prosseguir com a guerrilha urbana, como temos feito sistematicamente até aqui, assaltando bancos, atacando quartéis, expropriando, intensificando o terrorismo de esquerda, justiçando, seqüestrando, praticando em larga escala a sabotagem, para tornar desastrosas as circunstâncias em que o governo tem de agir”

E continua:

“Este será o ano da guerrilha rural”.

E recomenda: “Expropriar os latifundiários, queimar suas plantações, matar seu gado para matar a fome dos famintos, invadir as terras, justiçar os grileiros e os norte-americanos envolvidos com eles em compras de terras…”

A dificuldade que a polícia tem em relação ao grupo de Marighella, até agora praticamente não atingido pela repressão, é que ele estimula a formação de “grupos armados diferentes, de pequenos efetivos compartimentados uns dos outros e mesmo sem elos de ligação”, segundo diz no seu panfleto.

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Diário de um jovem terrorista

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Aluísio Ferreira Palmas, estudante preso por acaso num acidente de trânsito, tinha um diário onde estão a ingenuidade, o romantismo e as dificuldades de sua coluna de quatro “guerrilheiros” do MR-8.

Eles andaram, à moda de Guevara, pelos matos das margens do rio Cascavel, Paraná.

Terça-feira, 17Estamos levando o abastecimento escondido no mato e fomos ao encontro de oberto e Santos. Relatei meu contato com Rui e discutimos a marcha da coluna. Apresentei uma série de críticas ao Santos e creio que fui muito violento. Ele continua mal, politicamente, mas melhorou muito, na prática. É preciso discutir abertamente muitas questões. Fomos dormir, com duas horas de vigia para cada um. Apresentei um plano de evacuação parcial da área. Tudo OK.
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Quarta-feira, 18 Saímos às 7 horas. Pelo caminho, Roberto deu instruções e Santos fez observações sobre as plantas. Ficamos conhecendo a urarana, que tem talo igual ao do palmito. Chegamos ao local de acampamento por volta de 13h30. Devido à chuva, ‘pifou’ nossa ida ao depósito.
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Domingo, 22Na noite anterior choveu sem cessar. Todos nós levamos as armas quando saímos para buscar água, defecar, etc. Isso se tornou lei entre nós.
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Segunda-feira, 23Santos fala muito em voltar à cidade. Fizemos uma limpeza geral das armas. Roberto contou passagens da vida dele. Impressionante como adquiriu consciência revolucionária. O rádio deixou de funcionar. Estamos sem notícias.
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Quarta-feira, 25 Eu e Roberto faremos a picada para o norte, enquanto Miguel e Santos caminharão para leste. Voltaremos a nos encontrar no sábado.
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Quinta-feira, 26 Faz hoje, se não me engano, cinco dias que estamos desligados do mundo. Discuti com Roberto a nossa concepção da Organização Político-Militar.
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Sábado, 28 Santos apresentou seu problema. Acredito que esse caso será muito sério. É preciso ter cuidado com o tipo.
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Domingo, 29 Toda a alimentação sofre com a umidade. À noite, bati um papo com o Santos. Fui às raízes dos problemas que ele está sentindo. O homem vacila em todos os níveis.

 

As teorias sobre explosões

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O que dizem os teóricos e dirigentes comunistas sobre o terrorismo?

Segundo um técnico do Departamento de Policia Federal, a ação terrorista, pura e simples, é, condenada por eles baseados nas seguintes razões:

1) pelo seu primitivismo, o terrorismo representa, no fundo, a incapacidade para o proselitismo, a arregimentação e o diálogo;

2) por traduzir, em geral, noção de golpe, de ação individual ou de um pequeno grupo, propenso à criação de heróis, em detrimento da ação coordenada das massas;

3) pelo seu aspecto absolutamente negativo, levando à repulsa da maioria da população e à reação violenta das autoridades, preocupadas com a manutenção do regime e da ordem.

Che Guevara, Lênin e Stálin pensavam realmente dessa forma?

Segundo Che, a sabotagem é válida, mas não o terrorismo:

“O terrorismo e o atentado individual são métodos absolutamente diferentes da sabotagem. Estamos sinceramente convencidos de que o terrorismo é uma arma negativa que nunca produz os efeitos desejados: é ele que pode afastar o povo de um movimento revolucionário e ao mesmo tempo provocar perdas humanas desproporcionais aos resultados obtidos.

Pode-se recorrer, no entanto, a atentados individuais, mas unicamente em casos bem particulares, para suprimir um dos chefes da repressão, por exemplo. Mas não se deve, de modo algum, utilizar material humano especializado para eliminar um pequeno assassino, cuja morte pode provocar a eliminação de todos os elementos revolucionários que participam do atentado, sem contar as vítimas de represálias”. (Che Guevara, “A Guerra de Guerrilhas”, 1960.)

KOBA IVANOVICTH = STALIN

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Lênin considerava a preparação de uma revolução como uma arte meticulosa onde o terrorismo poderia ter seu papel, mas apenas na fase já insurrecional “repousada sobre a classe trabalhadora preparada e sobre o impulso revolucionário do povo conduzido por sua elite”.

Em 1905 acreditava que essa fase insurrecional já existia em São Petersburgo e acusava o Partido Bolchevique de certa passividade: “Fala-se em bombas há mais de seis meses, sem se haver fabricado uma única. Organizai imediatamente grupos de combate, por toda a parte onde for possível. Armai-vos vós mesmos, sem delongas, com o que houver à disposição: revólveres, facas, trapos embebidos de petróleo, etc.

Esses grupos de combate devem agir imediatamente:

– uns, eliminando um policial agente secreto ou fazendo explodir um comissariado de polícia;

– outros, organizando um ataque contra um banco, a fim de confiscar dinheiro para a revolta”.

Nas ruas de Tiflis e Baku, no Cáucaso, um terrorista misterioso, conhecido pelo nome de Koba Ivanovitch, seguia à risca essas instruções e de tempos em tempos apareciam cadáveres de policiais mortos a tiros.

Esse terrorista ficaria famoso, quase vinte anos depois, sob outra alcunha: Stálin.

Foi ele o autor do maior assalto a banco realizado pelos bolcheviques quando ainda se preparavam para tomar o poder: 341.000 rublos.

Mas esse dinheiro nunca pôde ser usado: as notas eram todas de 500 rublos com números acima de 62.900 na série A. As únicas com essa numeração.

http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=1267&textCode=93484

brasileiros vítimas terror anos 1970, direitos das vítimas, indenização, Das vítimas dos terroristas, ninguém fala, ninguém defende.

16/09/2008

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Algumas obras do Regime Militar da Revolução de 1964

11/09/2008

http://www.ternuma.com.br/bsb189.htm

Lembrái-vos de 31 de março de 1964 revolução golpe militar Castelo Branco João Goulart comunismo Getúlio Vargas Estado Novo

11/09/2008

Bibliografia da Revolução de 1964 exército golpe militar regime governos castelo branco médici geisel joão goulart

29/07/2008

Bibliografia

  • _______, História Oral do Exército – 1964 – 31 de março, Biblioteca do Exército Editora, 15 volumes, 2006.
  • ABREU, Hugo de Andrade, O outro lado do poder, Editora Nova Fronteira, 1979.
  • CAMPOS, Roberto de Oliveira, A lanterna na popa, 2 volumes, Editora Topbooks, 1994.
  • CARVALHO, Luiz Maklouf, Coronel rompe o silêncio, Editora Objetiva, 2004.
  • CASTELO BRANCO, Carlos, Os militares no poder, Editora Nova Fronteira, 1976.
  • COUTO, Ronaldo Costa, Memória Viva do Regime Militar, Editora Record, 1999.
  • D´ARAUJO, Maria Celina, CASTRO, Celso, orgs., Ernesto Geisel, Editora Fundação Getúlio Vargas, 1997.
  • FALCÃO, Armando, Tudo a declarar, Editora Nova Fronteira, 1989.
  • IDEM, Geisel – do tenente ao Presidente, Editora Nova Fronteira, 1985.
  • FROTA, Sylvio Frota, Ideais Traídos , Editora Jorge Zahar, 2006.
  • GIORDANI, Marco Pólo, Brasil Sempre, Brasil Sempre, Editora Tchê!, 1986.
  • GORENDER, Jacó, O combate nas trevas, Editora Ática, 1987 .
  • LACERDA, Carlos Frederico Werneck de, Depoimento, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1977.
  • MÉDICI, Roberto Nogueira, Médici – O depoimento, Editora Mauad, 1995.
  • MIR, Luis, A revolução impossível, Editora Best Seller, 1994.
  • ROLLEMBERG, Denise, O apoio de Cuba à luta armada no Brasil – o treinamento guerrilheiro, Editora Mauad, Rio de Janeiro, 2001.
  • USTRA, Carlos Alberto Brilhante, A Verdade Sufocada: A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça, Editora Ser, Rio de Janeiro, 2006.
  • USTRA, Carlos Alberto Brilhante, Rompendo o Silêncio – OBAN DOI/CODI, Editerra Editorial, Brasília, 1987.

42 anos sem o soldado Mário Kozel Filho

26/06/2008

wikipedia: Abaixo projeto de lei que inscreve o Mário no Livro dos Heróis da Pátria:

http://www.camara.gov.br/sileg/integras/319323.pdf 

Mário Kozel Filho (São Paulo, 6 de julho de 1949 – São Paulo, 26 de junho de 1968), foi um Soldado do Exército Brasileiro morto em um ataque terrorista praticado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) ao Quartel General do II Exército, o atual Comando Militar do Sudeste, na Cidade de São Paulo, durante o governo do marechal Costa e Silva, segundo Presidente da República do Brasil durante Regime militar no Brasil (1964-1985).

Filho de Mário Kozel e Therezinha Lana Kozel, Mário Kozel Filho, o “Kuka”, tinha dezoito anos quando deixou de frequentar as aulas e de trabalhar para iniciar o serviço militar obrigatório no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares em Quitaúna, no município de Osasco, em 15 de janeiro de 1968. Em Quitaúna passou a ser o soldado nº 1.803 da 5ª Companhia de Fuzileiros do Segundo Batalhão.

Na madrugada de 26 de junho de 1968, após seis meses de iniciação no serviço militar, morreu em um atentado a bomba. Diógenes José Carvalho de Oliveira, Pedro Lobo de Oliveira e José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, integrando um grupo de onze militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no bairro de Ibirapuera, em São Paulo. A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba. A carga com 50 quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros. O corpo de Mário Kozel Filho foi despedaçado e saíram feridos gravemente outros seis militares.[1]

Os militares que saíram gravemente feridos no atentado foram: o Coronel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau[2]. Foi sepultado com honras militares no Cemitério do Araçá. No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.

Participaram da ação os seguintes integrantes do VPR: Waldir Carlos Sarapu (“Braga, “Rui”), Wilson Egídio Fava (“Amarelo”, “Laercio”), Onofre Pinto (“Ari”, “Augusto”, “Bira”, “Biro”, “Ribeiro”), Diógenes José Carvalho de Oliveira (“Leandro”, “Leonardo”, “Luiz”, “Pedro”), José Araújo de Nóbrega (“Alberto”, “Zé”, “Pepino”, “Monteiro”), Oswaldo Antônio dos Santos (“Portuga”), Dulce de Souza Maia (“Judith”), Renata Ferraz Guerra de Andrade (“Cecília”, “Iara”), José Ronaldo Tavares de Lira e Silva (“Dias”, “Joaquim”, “Laurindo”, “Nunes”, “Roberto Gordo”, “Gordo”), Pedro Lobo de Oliveira (“Getúlio”, “Gegê”), Eduardo Collen Leite (“Bacuri”, “Basilio”), integrante da REDE, outro grupo guerrilheiro.[3]

Em decreto de 15 de julho de 1968, Mário Kozel foi admitido no grau de cavaleiro no quadro ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Post-Morten da Ordem do Mérito Militar, pelo presidente da república Costa e Silva, que era o grão-mestre daquela ordem. Em consequência desse decreto, foi promovido, post-mortem, à graduação de 3º sargento.

Em sua homenagem, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de “Avenida Sargento Mário Kozel Filho”.

Em 20 de agosto de 2003, através da lei federal nº 10.724, os pais de Mário Kosel Filho foram indenizados com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.

Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei (PL-5508/2005)[4], na Câmara dos Deputados, que inscreve o militar Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria. Jair Bolsonaro apresentou também um projeto de lei (PL-1446/2007)[5] promovendo-o, ao posto de capitão, para que a pensão recebida pelos pais de Mário Kozel pudesse ser aumentada.

Ministério do Planejamento divulga livro dos militares sobre a contra revolução de 1964

05/06/2008

http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=115282

A Contra Revolução Democrática de 1964

14/04/2008

   

Huáscar Terra do Valle 

 A história da contra-revolução de 1964 é inteiramente deturpada pelos livros de doutrinação marxista adotados pelo Ministério da Educação. É apresentada como um golpe, ocultando a verdade que foi uma intervenção das Forças Armadas (um contra-golpe), cumprindo seu dever constitucional de defender a Pátria e as instituições contra um golpe em andamento para usurpar o poder e submetê-lo a uma nação estrangeira, a União Soviética.

 

 A história da contra-revolução de 1964 é inteiramente deturpada pelos livros de doutrinação marxista adotados pelo Ministério da Educação. É apresentada como um golpe, ocultando a verdade que foi uma intervenção das Forças Armadas (um contra-golpe), cumprindo seu dever constitucional de defender a Pátria e as instituições contra um golpe em andamento para usurpar o poder e submetê-lo a uma nação estrangeira, a União Soviética.

 

 

 

 

A LUTA CONTRA O COMUNISMO NO BRASIL EM 1964.

28/10/2007

NOTA: Jamais leiam o site WIKIPEDIA em relação ao 1964, todos os artigos sobre 1964 da WIKIPEDIA estão controlados pelos infames comunistas.

“””””””A história secreta da legítima revolução do povo brasileiro. A história inspiradora de como um povo se rebelou e impediu os comunistas de tomarem conta de seu país.

Raramente uma grande nação esteve mais perto do desastre e se recuperou do que o Brasil em seu triunfo sobre a subversão vermelha. Os elementos da campanha comunista para a dominação – propaganda, infiltração, terror – estavam em plena ação.

A rendição total parecia iminente…. e então o povo disse: NÃO.

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O palco estava completamente armado e determinado o cronograma para a primeira fase da tomada de posse pelos comunistas. Nos calendários dos chefes vermelhos no Brasil – assim como nos de Moscou, Havana e Pequim – as etapas para a conquista do poder estavam marcadas com um circulo vermelho: primeiro, o caos; depois, guerra civil; por fim domínio comunista total.

Havia anos que os vermelhos olhavam com água na boca o grande país, maior que a parte continental dos EUA e que então continha 80 milhões de habitantes, aproximadamente metade da população da América do Sul. Além de imensamente rico em recursos ainda não aproveitados, o Brasil se limita com 10 países – toda a América do Sul, exceto Chile e Equador – seu domínio direto ou indireto pelos comunistas ofereceria excelentes oportunidades para subverter um vizinho após o outro. A captura deste fabuloso potencial mudaria desastrosamente o equilíbrio de forças contra o Ocidente. Comparada com isso, a comunização de Cuba era insignificante.

Por fim estava tudo preparado. A inflação piorava dia a dia; a corrupção campeava; havia inquietação por toda a parte – condições perfeitas para os objetivos comunistas. O governo do presidente João Goulart estava crivado de radicais; o Congresso, cheio de instrumentos dos comunistas. Habilmente, anos a fio, os extremistas de esquerda tinham semeado a idéia de que a revolução era inevitável no Brasil. Dezenas de volumes eruditos foram escritos acerca da espiral descendente do Brasil para o caos econômico e social; a maioria concordava em que a explosão que viria seria sangrenta, comandada pela esquerda e com um elenco acentuadamente castrista. Os brasileiros em geral olhavam o futuro com a fascinação paralisada de quem assiste impotente à aproximação de um ciclone. Uma expressão brasileira corrente era: “A questão não é mais de saber se a revolução virá, mas de quando virá.”

O país estava realmente maduro para a colheita. Os vermelhos tinham introduzido toneladas de munições por contrabando, havia guerrilheiros bem adestrados, os escalões inferiores das Forças Armadas estavam infiltrados, planos pormenorizados estavam prontos para a apropriação do poder, feitas as “listas de liquidação” dos anticomunistas mais destacados. Luiz Carlos Prestes, chefe do Partido Comunista Brasileiro, tecnicamente ilegal, mas agressivamente ativo, vangloriava-se publicamente: “Já temos o Poder, basta-nos apenas tomar o Governo!”

Amadores contra Profissionais

E então, de repente – e arrasadoramente para os planos vermelhos – algo aconteceu. No último instante, uma contra-revolução antecipou-se à iniciativa deles. A sofrida classe média brasileira, sublevando-se em força bem organizada e poder completamente inesperado, fez sua própria revolução – e salvou o Brasil.

Sem precedentes nos anais dos levantes políticos sul-americanos, a revolução foi levada a efeito não por extremistas, mas por grupos normalmente moderados e respeitadores da lei. Conquanto sua fase culminante fosse levada a cabo por uma ação militar, a liderança atrás dos bastidores foi fornecida e continua a ser compartilhada por civis. Sua ação foi rápida (cerca de 48 horas do início ao término), sem derramamento de sangue e popular além de todas as expectativas.

Uma vitória colossal para o próprio Brasil, ela foi ainda maior para todo o mundo livre. Pois, como comentou um categorizado funcionário do Governo em Brasília: “Ela marca a mudança da maré, quando todas as vitórias pareciam vermelhas, e destrói completamente a afirmação comunista de que a “história está de nosso lado”.

Como foi, exatamente, que os brasileiros conseguiram esta vitória magnífica? A história secreta desta legítima revolução do povo – planejada e executada por amadores mobilizados para a luta contra calejados revolucionários vermelhos – é um modelo para toda nação analogamente ameaçada, uma prova animadora de que o comunismo pode ser detido de vez, quando enfrentado com energia por um povo suficientemente provocado e decidido.

A Hora é Agora

Alarmados com a perigosa deriva para o caos, alguns homens de negócio e profissionais liberais reuniram-se no Rio em fins de 1961, dizendo: “Nós, homens de negócio, não mais podemos deixar a direção do País apenas aos políticos.” Convocando outras reuniões no Rio e em São Paulo, declararam: “A hora de afastar o desastre é agora, não quando os vermelhos já tiverem o controle completo de nosso Governo!”

Dessas reuniões nasceu o Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais (IPES), destinado a descobrir exatamente o que ocorria por trás do cenário político e o que se poderia fazer a respeito. Outras associações já existentes, como o CONCLAP (Conselho Superior das Classes Produtoras), formado pelos chefes de organizações industriais, tanto grandes como pequenas; o GAP (Grupo de Ação Política); o Centro Industrial e a Associação Comercial, também se empenharam em atividades de resistência democrática.

Essas organizações ramificaram-se rapidamente através do País. Embora agindo independentemente, esses grupos conjugavam suas descobertas, coordenavam planos de ação. Produziam cartas circulares apreciando a situação política, faziam levantamentos da opinião pública e redigiam centenas de artigos para a imprensa respondendo às fanfarronadas comunistas.

Para descobrir como funcionava no Brasil o aparelho subterrâneo treinado por Moscou, o IPES formou seu próprio serviço de informações, uma força-tarefa de investigadores (vários dentro do próprio governo) para reunir, classificar e correlacionar informes sobre a extensão da infiltração vermelha no Brasil.

Propaganda por Panfleto

Os líderes da classe média brasileira, armados com as montanhas de provas reunidas por seus investigadores, puseram-se então a agir. Sua missão: despertar seus tolerantes e cordiais patrícios, cujas condescendentes atitudes políticas eram resumidas muito freqüentemente na frase: “Está certo, ele é comunista, mas é uma boa praça!”
Os anticomunistas organizavam dossiês sobre os chefes comunistas e seus colaboradores, dentro e fora do Governo, e distribuíram-nos largamente entre os líderes da resistência e os jornais. Eles visavam principalmente à crescentes classe assalariada do País, a grande sofredora com a galopante inflação.
Diretores de organizações comerciais e de fábricas convocavam reuniões regulares dos empregados, discutiam o significado oculto dos acontecimentos correntes, davam-lhes panfletos. Um livrinho barato, escrito por André Gama, dono de uma pequena fábrica de Petrópolis, e intitulado “Nossos Males e Seus Remédios”, teve uma circulação superior a um milhão de exemplares. Outro documento, escrito em linguagem simples, explicava como o sistema democrático funciona melhor do que outro qualquer, detalhava as tragédias da Hungria e de Cuba, e avisava: “Está acontecendo aqui.”

A distribuição desse e de outros materiais anti –comunistas a princípio foi clandestina, depois tornou-se ostensiva. Os lojistas punham os folhetos denunciadores dentro de embrulhos e sacos de compras. Os ascensoristas davam-nos a passageiros que se queixavam da situação. Os barbeiros punham-nos dentro de revistas que eram lidas pelos fregueses que esperavam a vez. Um tipógrafo do Rio imprimiu secretamente 50 000 cartazes com caricaturas de Fidel Castro fustigando seu povo e a legenda: “Você quer viver sob a chibata dos comunistas?” À noite mandou vários ajudantes colocá-los em lugares públicos.
Os contra-revolucionários da classe média do Brasil pagavam pelo tempo no rádio e na televisão para divulgarem suas revelações. Quando a pressão do Governo fechou muitas estações de radio e TV a todos menos aos mais radicais propagandistas, eles formaram sua própria “Rede da Democracia” de mais de 100 estações em todo o Brasil. De outubro de 1963 até a Revolução, as estações dessa rede, organizada por João Calmon, diretor dos Diários Associados, iam para o ar na mesma hora em que o esquerdista Leonel Brizola arengava ao público. (Detido após a Revolução e perguntado por que falhara o golpe vermelho, o General Assis Brasil, o esquerdista chefe do Gabinete Militar do Presidente Goulart, deixou escapar: “Aquela desgraçada rede de radio e TV, assustando a opinião pública e provocando todas aquela marchas de mulheres.”)

Os investigadores não descobriram apenas o que tinha acontecido, mas também o que estava para acontecer. Adotando as táticas dos próprios vermelhos, trabalhadores infiltravam-se nos altos conselhos dos sindicatos trabalhistas, fingindo-se comunistas, mas denunciando regularmente as maquinações vermelhas. Repetidas vezes os planos dos vermelhos foram desmantelados, quando oradores e escritores da oposição iam para a imprensa e para o radio revelar o que se preparava. Certa feita, os vermelhos estavam discretamente reunindo 5 000 pessoas para uma viagem a Brasília, numa “peregrinação espontânea” para influenciar a ação do Congresso. Quando os anticomunistas denunciaram a manobra dias antes, a “peregrinação” foi cancelada.

A “Corrente de Simpatia”

Quando a sala de estar de dona Amélia não mais pôde acomodar todas as donas-de-casa ansiosas por tomar parte na CAMDE, ela mudou suas reuniões para salões paroquiais de igrejas, formou dezenas de outras pequenas células em casas de família. Cada mulher que comparecia era encarregada de organizar outra reunião com 10 de suas amigas; por sua vez estas tinham de recrutar outras. Para financiar suas atividades, elas economizavam nos orçamentos domésticos e pediam ajuda às amigas com posses. As mulheres da CAMDE insistiam em ação. Formavam comícios de protesto público; ficavam horas diariamente ao telefone; escreviam cartas (certa vez, mais de 30 000) a congressistas para “assumirem posição firme em prol da democracia”. Pressionavam firmas comerciais para que tirassem sua publicidade do jornal Última Hora, punham anúncios em jornais avisando sobre suas reuniões, apareciam em comícios públicos para discutir com esquerdistas e desafiar os agitadores, distribuíam milhões de circulares e livretos preparados pelas organizações democráticas denunciando o namoro do Governo com os vermelhos.
Além disso, produziam literatura própria, especialmente orientada no sentido das preocupações femininas; mais de 200 000 exemplares só de um trabalho, descrevendo o que as mulheres podiam fazer, foram distribuídos pela CAMDE às suas sócias, cada uma devendo tirar cinco cópias e mandá-las a possíveis candidatas a sócias.

Quando o diretor esquerdista dos Correios e Telégrafos vedou a distribuição de mensagens e publicações da CAMDE, dona Amelinha organizou uma força de senhoras estafetas para entregar o material de automóvel, convencendo pilotos de companhias de aviação brasileiras a transportá-lo para lugares distantes.
As donas-de-casa da classe média não se limitaram a seu próprio ambiente. Elas se concentraram, por exemplo, nas mulheres do sindicato dos estivadores, fortemente influenciado pelos vermelhos. “Vocês devem convencer seus maridos”, diziam àquelas mulheres. Muitas o conseguiram, e não poucos foram os estivadores assim convertidos à democracia, comunicando depois às suas esposas: “Não somos mais comunistas!”

A Marcha das Mulheres

Os primeiros a agir foram as mulheres de São Paulo. Ouvindo pelo rádio e TV o comício de 13 de março, centenas de donas-de-casa correram para os telefones para convocar um comício capaz de fazer a demonstração engendrada por Goulart parecer insignificante. Seis dias depois, a 19 de março, as largas avenidas do centro de São Paulo ficaram entupidas pelo que as mulheres denominaram “A Marcha da Família com Deus pela Liberdade”. Apertando livros de oração e rosários contra o peito, mais de 600 000 pessoas marcharam solene e ritmicamente sob pendões anticomunistas. E enquanto elas marchavam, os jornaleiros nas calçadas venderam centenas de milhares de exemplares de jornais contendo na íntegra uma proclamação de mais de 1 000 palavras, previamente preparada pelas mulheres. É dessa proclamação o seguinte trecho:
“Esta nação que Deus nos deu, imensa e maravilhosa como é, está em extremo perigo. Permitimos que homens de ambição ilimitada, sem fé cristã nem escrúpulos, trouxessem para nosso povo a miséria, destruindo nossa economia, perturbando a nossa paz social, criando ódio e desespero. Eles infiltraram o nosso País, o nosso Governo, as nossas Forças Armadas e até nossas Igrejas com servidores do totalitarismo exótico para nós e que tudo destrói… Mãe de Deus, defendei-nos contra a sorte e o sofrimento das mulheres martirizadas de Cuba, da Polônia, da Hungria e de outras nações escravizadas”!
Um espectador classificou a marcha das mulheres em São Paulo como a demonstração mais comovente da história brasileira. Dias depois, foram organizadas marchas semelhantes para várias das principais cidades do País. Nem todos os esforços do governo para desencorajá-las, nem as ameaças da polícia de dissolvê-las conseguiram deter as entusiásticas cruzadas.

Vitória

Pelo meio da tarde de Quarta-feira, 1o de abril, tudo estava terminado, e os lideras da classe média do Brasil estavam nos microfones saudando o colapso do comunismo. Em todas as janelas do Rio esvoaçavam lençóis e toalhas saudando a vitória, e as ruas de todas as grandes cidades do Brasil se encheram de gente alegre e dançando num espírito carnavalesco.
Do Rio Grande do Sul chegou a notícia de que Jango Goulart fugira para o Uruguai. Também escaparam às pressas Brizola, o embaixador de Cuba e chefes graduados dos vermelhos, que dispararam para as fronteiras dos países vizinhos, pularam depressa dentro de aviões rumo a Cuba ou se esconderam em embaixadas amigas de países da Cortina de Ferro.
Navios procedentes da Tcheco-Eslováquia, cheios de mais armas para os revolucionários vermelhos, foram assinalados virando rumo a Havana. E, no Rio, densas nuvens de fumaça subiam dos incineradores da Embaixada Russa, onde grandes quantidades de documentos e papéis foram queimados às pressas.
Como pôde uma nação dividida, de 80 milhões de pessoas, mudar politicamente tão depressa e sem perdas de vidas, em contraste com as carnificinas de circo romano de Cuba, ou da Espanha, onde ambos os lados lutaram tão encarniçadamente durante anos?
O mérito cabe em grande parte ao quadro dos Oficiais do Exército Brasileiro, altamente civilizado, que agiu com tanta lealdade e precisão para pôr cobro à ameaça vermelha de apoderar-se do Governo, pouco antes de chegar ao ponto de derramamento de sangue. Mas como os generais se apressam em admitir, maior mérito ainda cabe aos civis, que, tendo diante dos olhos a lição de Cuba, por mais de dois anos haviam alertado o povo – e no momento culminante deram o sinal aos militares para agirem.

Dois dias depois da Revolução, o Brasil teve um lembrete do que realmente a tornara possível. Dois de abril tinha sido marcado pelas mulheres do CAMDE como a data da “Marcha da Família com deus pela Liberdade”, no Rio de Janeiro. Mas então, com a liberdade conquistada, para que incomodar-se? As mulheres do Rio, todavia, correram aos seus telefones, como suas irmãs de outras cidades haviam feito antes. A marcha teria lugar segundo os planos, mas agora como “marcha de ação de graças a Deus”. Quando até o General Castello Branco, por meio do telefonema de um amigo, aconselhou o cancelamento, temendo violências, dona Amélia Bastos insistiu afirmando: “A marcha demonstrará ao mundo que esta é uma Revolução do povo – um plebiscito em marcha pela verdadeira democracia”.
E assim foi: um oceano de humanidade, totalizando mais de um milhão de pessoas, deslocando-se sob uma tempestade de papéis picados caindo dos arranha-céus ao longo das avenidas do Rio; um exército de paz com bandeiras, dizendo com firmeza e reverência a toda a América do Sul que os brasileiros estavam decididos a permanecer livres. “””””””””””

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