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A Miséria intelectual e Os Miseráveis Intelectuais da Filosofia da USP – O abacaxi deixado pelo doutor Armando de Sales Oliveira

15/09/2013

Em ataque histérico a Olavo de Carvalho, turba de Renato Janine Ribeiro dá mais um exemplo da espiral do delírio

BY  on 15 DE SETEMBRO DE 2013 • ( 8 )

O HOMEM QUE É ANALFABETO FUNCIONAL INCAPAZ DE LER E COMENTAR UM TEXTO E GANHA MILHARES DE REAIS NA USP

get_imgEm 13 de setembro, um tal de Renato Janine Ribeiro, professor de Ética e Filosofia na USP, ultra-esquerdista até a medula e adepto do PT, fez sua “crítica” em relação ao livro “O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, de Olavo de Carvalho:

Para ter Olavo de Carvalho entre os mais vendidos do Kindle, é preciso dizer que a inovação tecnológica convive com o retardamento mental.

Com isso, a militância ficou eufórica. Um deles, Eduardo Yandre Garcia, disse: “Essa é frase do ano. Daquelas que nos da um pouco de alento.” Até Janine achou demais: “Obrigado, Eduardo Vandre Garcia… Nao merecia tanto…”

O mais fiel cão de guarda do PT dentre os discípulos de Janine parece ser Alexey Dodsworth, que apresenta três pontos para provar que a filosofia de Olavo é para retardados mentais:  (1) Olavo citar um suposto caso de uso de fetos abortados como adoçante na Pepsi, (2) Olavo ter questionado a teoria da relatividade, (3) Olavo dizer que a relação homossexual entre homens é qualificada pelo ato de dar e comer cu.

No mesmo tópico do Facebook, um leitor, postou o seguinte desafio de Olavo, que alcançou mais de 1300 “likes” (enquanto o post original de Janine não tinha chegado a 700, até aquele momento):

A declaração é apoiada por algumas dezenas de pessoas, todas pertencentes ao mesmo grupo social: professores e estudantes universitários.Diante da confiança absoluta que ele tem na imensurável superioridade intelectual que o separa da minha pessoa, superioridade reiteradamente confirmada pelo testemunho dos seus apoiadores, desafio publicamente o distinto a debater comigo qualquer tema filosófico ou político da sua escolha. As regras serão as mesmas do debate que travei com o prof. Duguin. O debate será publicado no meu site, no Seminário de Filosofia, no Mídia Sem Máscara e onde mais o meu contendor deseje publicá-lo.

Eu poderia sugerir como tópico a ser abordado a tese do sr. Janine de que não se deve jamais impedir que um cão faça pipi no sofá, mas aceito, em princípio, qualquer outra sugestão, reservando-me o direito, é claro, de analisar criticamente a sua formulação do problema até chegarmos a algo que seja de comum acordo antes do início do debate.

Se o sr. Janine preferir pular fora, alegando que sua superioridade é autoprobante e que não precisa do pedestal para prová-la num confronto com um Zé Mané qualquer, compreenderei perfeitamente a sua atitude, o que não me impedirá de tirar dela as conclusões que bem entenda.

Sem mais para o momento,

Olavo de Carvalho

Não é preciso dizer que Janine fugiu do desafio (mesmo com os 1300 “likes” recebidos, o que inviabiliza a tese de que ele “não viu”), e que sua turba se tornou ainda mais histérica. Olavo complementou, em outro post no Facebook, a situação atual:

Objeções fulminantes à filosofia do Olavo de Carvalho:

1 – Ele diz que a Pepsi-Cola usou fetos de bebês abortados como adoçante.

2 – Ele nega a lei da gravitação universal de Newton.

3 – Ele desmente a lei da relatividade de Einstein.

4 – Ele nega o heliocentrismo.

5 – Ele diz que a relação homossexual masculina consiste somente em dar o cu ou comê-lo. Quanta incompreensão!

Todas essas objeções têm em comum as seguintes características:

1 – Nenhuma foi extraída de um livro meu, nem mesmo de um artigo de jornal. Todas vieram de frases soltas colhidas num programa de rádio.

2 – Todas deformam caricaturalmente o meu pensamento, eliminando nuances e mediações e tomando como juízo categórico o que é dito em modo escalar e comparativo.

3 – Todas partem do princípio de que se você critica algum ponto num autor, é porque é contra tudo o que ele disse ou escreveu.

4 – Todas partem também do princípio de que, se você é contra algo, é porque é adepto fervoroso da coisa contrária.
Isso é TUDO o que a comunidade acadêmica que gira em torno do prof. Renato Janine Ribeiro conseguiu alegar contra mim até o momento.

Ao contrário de outros grupos de anti-olavistas, esse não levanta contra mim a acusação de ter sido astrólogo, pelo simples fato de que um dos seus membros mais falantes ainda o é.

A coisa é de uma miséria mental quase inimaginável.

A tese de Olavo de Carvalho abordada em seu livro (mas não apenas por lá) continua funcionando de maneira colossal, e seus oponentes ainda não se aperceberam disso. É isso que deveríamos apontar. Diante de argumentos que questionam logicamente seus pressupostos, esquerdistas de perfil socialista reagem de forma histérica. E é essa reação que Olavo prevê.

Na turba de Janine, só temos duas formas de atuação, que em alguns casos podem convergir: a atuação psicopática e a atuação histérica. Esta atuação histérica está associada com a minha teoria da espiral do delírio, a qual diz que se um grupo alcança a hegemonia, perde seus freios lógicos e morais, e então profere suas ideias não pelo seu valor de logicidade, racionalidade e/ou moralidade, mas pelo benefício que recebem. Isso acontece por que aqueles que poderiam em público questionar e demonstrar o ridículo de suas ideias estão calados.

Eu não digo que Renato Janine, Alexey Dodsworth e Eduardo Yandre são incapazes de exercer suas funções técnicas no cotidiano. Não falo da capacidade deles para montar um lego, varrer o chão ou mesmo preencher uma planilha Excel. Acho que para esse tipo de atuação técnica, eles provavelmente possuem a mesma capacidade de um não-esquerdista. A psicopatia e/ou histeria surge quando a ação discursiva deles está relacionada a pontos que os afetem emocionalmente, como a paixão que nutrem pelo partidão. (Paixão no caso do esquerdista funcional, e alinhamento estratégico no caso do esquerdista beneficiário)

Quando comparamos Janine e seus leitores a histéricos, incapazes do menor traço discussão racional, falamos de sua atuação política, durante atos discursivos que executam enquanto proferem as crenças pelas quais estão apaixonados. Em toda vez que atuam politicamente, podemos dizer que eles estão na espiral do delírio. Diante disso, esperar qualquer traço de racionalidade no que eles verbalizam é o mesmo que esperar tolerância da Irmandade Muçulmana.

É aí que podemos colocá-los dentro de uma jaula intelectual, da qual, mesmo que os avisemos que eles estão lá, jamais conseguirão sair. A partir desse momento, a interação com eles não deve passar de um experimento, no qual testamos as reações deles e explicamos para a platéia o fenômeno que estudamos. O fenômeno, no caso, é a perda de qualquer noção de lógica e ética no ato discursivo do esquerdista quando questionado. E, de acordo com a minha tese da espiral do delírio, esse fenômeno é potencializado por que nós, da direita, não temos demonstrado ao público em grau suficiente o quanto esse comportamento deles é ridículo e indigno para uma sociedade civil.