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O sacrifício de crianças nos rituais das religiões da África: O Caso das crianças de Uganda

13/10/2011

13.10.11

Uganda: el negocio del sacrificio ritual de niños

A las 4:52 PM, por Juanjo Romero
Categorías : Cultura de la Vida

Niño mutilado en Uganda. ©BBCMe he quedado de piedra con el reportaje de la BBC. Las aldeas que rodean la capital, Kampala, están atenazadas de miedo. Padres y profesores vigilan a los niños en los trayectos a la escuela. Hay carteles que advierten del peligro de secuestro por brujos con el propósito de sacrificios humanos.

La práctica estaba en desuso hasta hace unos tres años, pero renace con el auge económico del país. Los sacrificios perpetrados tiene como objetivo atraer la abundancia económica y la buena salud.

Ya han sido descubiertos cientos de víctimas, cuerpos mutilados de niños en las carreteras. Según fuentes no oficiales, claro. El gobierno no da la cara.

Los reporteros se hicieron pasar por representantes de una compañía de construcción y localizaron a un brujo. Le pidieron un ritual para atraer el éxito. El brujo sacrificó un animal, les pidió 250 £ y les citó para el día siguiente. Entonces les propuso un «ritual más poderoso: enterrar a un niño vivo en el lugar de la construcción».

Recordé otro reportaje de la BBC sobre la situación de las niñas en los orfanatos chinos. Aquel documental conmovió a los españoles y se dispararon las solicitudes de adopción. Supongo que hoy que imperan «valores progresistas» no se mueva un dedo, sacrificar los propios hijos por la carrera profesional o la estética está hasta bien visto. Dicen que es un derecho. Eso sí, son los propios hijos, quizá en eso debamos cifrar los avances sociales.

O quizá, sólo quizá, sea para demostrar que todas las civilizaciones y culturas son iguales y sólo hay un enemigo a batir. ¿Lo adivinan?

catequese catecismo renovada atentado contra a fé, carta a Montfort, o que é a catequese moderna

22/03/2010

Catequistas modernos: um atentado contra a Fé.

Prezado professor Orlando e equipe do site Montfort! Que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo e o amor de Maria estejam convosco. 

Primeiramente, gostaria de parabenizá-los pelo excelente trabalho que vocês desenvolvem! Precisamos, neste mundo cada vez mais afastado de Deus, de pessoas que defendam a sã doutrina da Igreja de Cristo. 

Minha carta tem um intuito de desabafo. Sou catequista e tive uma formação religiosa extremamente rígida. Confesso que me entristeço ao ver a qualidade dos catequistas modernistas. Contaminados pelo modernismo e pelas idéias ambíguas do Concílio Vaticano II, toleram heresias e são a favor do uso da camisinha e de pílulas. Muitos, infelizmente, não ensinam o CATECISMO, ou seja, a Doutrina da Igreja. 

Vejo que as salas de catequese de nossas paróquias estão sob a neblina do protestantismo, que para o mundo moderno, parece ser “mais amena, mais tolerante”. Prega-se um Deus tolerante demais para os pecados, para as heresias, o que a meu ver, incentiva as pessoas a viverem sob o livre-arbítrio, naquele sofisma de “Ah, eu peco, mas Deus me perdoa, porque tenho fé.” Não podemos cair na idéia herege da Sola Fide, ou seja, sou justificado pela fé. 

Como cristão-católico que sou acredito (perdoe-me e corrija-me se eu estiver equivocado), que, com certeza, Deus é misericordioso para conosco, DESDE QUE, nos arrependamos de nossos erros. E a meu ver, o arrependimento EXIGE mudanças comportamentais. É como um ladrão que rouba e se diz arrependido, mas ao voltar para sociedade rouba novamente. Onde está o arrependimento deste indivíduo? Atualmente, por causa da contaminação modernista, abusa-se da misericórdia de Deus. É por isso que vemos um mundo cada vez mais herege, afastado de Deus e imoral. Cristo nos disse: 

“Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus”. (Mt 7,21) 

A nossa fé precisa ser refletida em nossas ATITUDES. Senão ela é uma fé morta. 

“Assim como o corpo sem a alma é morto, assim também a fé sem obras é morta”. (Tg 2,26) 

Dizem ter fé e amar a Deus, mas pouco se importam em guardar e por em prática a doutrina cristã: 

“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é que me ama. E aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e manifestar-me-ei a ele”. (Jo 14,21) 

“Aquele que diz conhecê-lo e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele”. (1Jo 2,4) 

Nossas ações, boas ou más, se refletem de algum modo na sociedade como um todo: 

“Há de se notar que um indivíduo, vivendo em sociedade, constitui de certo modo uma parte ou um membro desta sociedade. Por isso, aquele que faz algo para o bem ou para o mal de um de seus membros atinge, com isso, a toda a sociedade” (Santo Tomás de Aquino, “Summa Theologiae”, I-II, q. 21, a. 3). 

Catequistas modernistas tendem a destruir toda a doutrina que Cristo nos deixou e que é ensinada através da Igreja. Não devemos aceitar a modernização doutrinária. Sobre isto, disse o Papa Pio X: 

“Assim, pois, temos o caminho aberto à íntima evolução do dogma. Eis aí um acervo de sofismas, que subvertem e destroem toda a religião! Ousadamente afirmam os modernistas, e isto mesmo se conclui das suas doutrinas, que os dogmas não somente podem, mas positivamente devem evoluir e mudar-se” (Encíclica Pascendi Dominici Gregis, 1907). 

Fica aqui o meu desabafo e a minha tristeza diante de toda essa modernização e tolerância para as coisas anticristãs. 

Fiquem a vontade para me corrigirem caso eu tenha me equivocado em algum ponto, afinal quero ser um defensor da fé cada vez mais sábio e conhecedor da doutrina católica. 

Em Cristo!