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A infame Carta Capetal é daquelas que quando falta argumento berra: Racista, …..

12/12/2013

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CENSURA BRUTAL E AINDA QUERER QUE NÃO SE DIVULGUE O CRIME CONTRA OS DIREITOS HUMANOS, QUEREM MULTAR QUEM DIVULGA TANTO O CRIME DE DOUTRINAÇÃO QUANTO O CRIME BÁRBARO DE CENSURA.

Site Escola Sem Partido tem texto censurado por decisão judicial surrealmente contraditória e vaga

By on 12 de dezembro de 2013 • ( 0 )

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Não se pode esperar coerência judicial quanto a esquerda leva suas brigas para o campo da guerra jurídica. Ações absurdas e sem o menor sentido tendem a aparecer. O objetivo é o mesmo de sempre: censurar opiniões discordantes e fugir do debate. É uma regra da propaganda: quem controla o fluxo de informações vence o jogo.

As solicitações da esquerda sempre são ilógicas, como no caso da ação judicial lançada contra o site Escola Sem Partido, que usa o recurso da vagueza intencional, o qual será identificado aqui.

A ação começou por que a professora Cléo Tibiriçá não gostou que o site Escola sem Partido tenha denunciado sua doutrinação esquerdista em sala de aula. Ao invés de contra-argumentar, Cléo lançou uma ação judicial absurda. Acredite se quiser, a juíza Daniela Nudeliman conferiu a tutela antecipada, beneficiando a professora, configurando um caso absurdo de censura à divulgação de informações públicas e implementação de crime de opinião.

Vejamos o que diz a decisão de Daniela:

Recebo a petição inicial presentes os requisitos legais. No mais, defino parcialmente a tutela antecipada pleiteada.

Ok, vamos avaliar os motivos…

Isso porque, embora o requerido tenha direito a manifestar sua opinião sobre as aulas ministradas pela autora, existem indícios nos autos de que ele está extrapolando este direito, ao veicular críticas ofensivas à requerente, lesando, assim, a sua honra.

Se existe o direito à manifestação de opinião, qual seria o evento a causar a extrapolação deste direito? Quais críticas são ofensivas? Quais são as ofensas? Quais destas críticas “lesam a honra” da requerente? Isso abre um precedente para que nenhuma crítica desse tipo possa ser feita na mídia? Por exemplo, quando uma ombudsman da Folha diz que existe uma “direita hidrófoba” ou o Brasil247 ofende verbalmente Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo e Olavo de Carvalho, estas ofensas são mais ou menos lícitas de acordo com a juíza? Por que ela não descreveu critérios a partir dos quais podemos, de forma universal, definir quais conteúdos podem ou não ser divulgados? Se em sala de aula as críticas da professora à direita tiverem o mesmo tom, as aulas podem ser proibidas também? Em suma, QUAL É O CRITÉRIO?!?!

Detalhe: não sou a favor de censura, seja por opinião, seja pela divulgação de fatos. Mas é importante entender o critério, e, de forma inacreditavelmente vaga, a decisão de Daniela não explica absolutamente nada disso.

Com isso, ressalto que o direito à livre manifestação é limitado pelo direito à imagem e à honra daqueles sobre quem se manifesta. Assim, não pode o reú sob o fundamento de dar sua opinião contrária sobre o conteúdo das aulas ministradas pela autora, ofende-la em sua dignidade.

Mas por que a juíza não explica o que é ofensa à dignidade? Por que ela não traz casos que possam funcionar como um checklist? Do jeito que está escrito pela juíza, pode-se usar o precedente para que José Serra possa bloquear o site Conversa Afiada por chamá-lo de Cerra? Contra o mesmo site de PHA, a Marina Silva pode bloquear o mesmo site por chamá-la de Bláblárina? Estranhamente, a decisão da juíza não dá nenhuma informação a respeito desssa regras de conduta, que, se não atendidas, configurariam “ofensa a dignidade a ponto de merecer censura judicial”. Em processos corporativos, costumamos dar exemplos de “como fazer” e “como não fazer”, para evitar a vagueza. Mas ela simplesmente escreve sobre “ofensa à dignidade” e não nos dá um roadmap de como podemos automaticamente ser protegidos de “ofensa à dignidade” nos mesmos casos. A regra que vale para proteger a professora da FATEC vale para os outros? Mas cadê a regra?

Desta forma, defiro parcialmente a tutela antecipada, a fim de que o réu retire no prazo de 24 horas do seu site/blog o artigo “Doutrinação Ideológica na FATEC – 1º parte”, bem como se abstenha de publicar qualquer artigo que mencione a autora ou o curso por ela ministrado, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00, a ser revertida em indenização em favor da autora.

Essa parte esta bem clara, mas nos abre outras questões. Pelo que se entende, Miguel Nagib não pode nem lançar um novo artigo citando o caso? Independemente do seu conteúdo? Se ele substituir o artigo original por um outro, isso também não é possível? Ou seja, por lei temos um cidadão que não pode falar absolutamente nada a respeito da professora em questão. Mas a professora pode falar algo sobre o caso? A Revista Forum publicou uma matéria sobre o assunto, e à favor da professora. Veja: Professora da FATEC é perseguida por grupo que prega a neutralidade em sala de aula. Também fiz uma busca no site da Carta Capital, e encontrei quatro artigos defendendo a professora e atacando o site Escola Sem Partido. Depreende-se de que estes artigos não estão proibidos, certo? Se não estão proibidos, podemos entender que elogiar a professora é permitido, mas criticá-la não é? Nesses artigos, Miguel Nagib é chamado de “perseguidor”, “macartista” e a denúncia dele é chamada de “ridícula”. Segundo os critérios da juíza, essas críticas não “ofendem à honra” e não atentam contra o “direito de imagem” de Nagib?

Em um dos artigos da Carta Capital, um comentarista diz: “Parabéns ao juiz. Esse blog é racista, hipócrita, ideológico, mentiroso e deve ser fechado!” Pelas regras da juíza, isso vale? Se qualquer artigo tiver frases assim, a juíza emitiria uma tutela antecipada vetando os conteúdos da Revista Fórum e da Carta Capital (publicações assumidamente de esquerda)?

Da mesma forma, sendo responsável por repassar o conteúdo de seu artigo a terceiros, deverá o réu cuidar para que os mesmos, citados pela autora, se abstenham de divulgar qualquer notícia ou informação sobre a requerente e seu curso, sob pena de arcar com a multa supramencionada.

Mas a própria publicação da decisão judicial é um noticiamento a respeito da requerente (no caso, de uma decisão judicial a favor dela). Se a divulgação de “qualquer notícia é proibida”, então como a juíza noticiou sua decisão? Deixe-me clarear um pouco: será que está proibida a divulgação de “qualquer notícia” só se for no site do Nagib? Mas devemos entender que a própria divulgação de que existiu uma decisão judicial a favor da professora é proibida? A sentença simplesmente não deixa isso claro.

Caso o réu não consiga cessar a divulgação feita por terceiros, deverá comprovar que tentou cumprir a decisão, sem êxito, sob pena do pagamento de referida multa.

Quais são as provas que ele deverá trazer neste caso? Quais os mecanismos de controle ele terá? Assim fica difícil… Em tempo: Emissão de opiniões a respeito da ação judicial são permitidas?

Outrossim, quanto à varredura de qualquer material alusivo à autora, entendo que tal obrigação é impossível de ser cumprida pelo réu, da forma como pleiteada pela requerente, razão pela qual fica indeferido o pedido neste tocante.

Ufa, isso deve ter sido um alívio para o Nagib. Sem comentários.

Uma pergunta: se eu disser que a sentença da juíza é vaga em vários pontos estou ofendendo a honra da juíza?

Nota-se que nesta republiqueta de bananas parece que agora temos que nos precaver. Entretanto, em qualquer país de primeiro mundo, solicitações como a da professora seriam claramente definidas como litigância de má fé.

DELEGADO TUMA JUNIOR REVELA: LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, CODINOME ‘BARBA’, INFORMANTE DO DOPS.

07/12/2013

O Analfabeto trabalhou uma vez na vida, menos mal, era X-9

DO BLOG DO ALUÍSIO AMORIM –    ESSE AMORIM SEMPRE ARREBENTA……………

Tem imbecil que diz que o vadio nunca trabalhou.. que cortou o dedo para se aposentar.. ops. isto é vero.

As denúncias contidas no livro Assassinato de reputações: um crime de Estado, de autoria do delegado da polícia paulista Romeu Tuma Junior, que chega às livrarias a partir  desta segunda-feira, explicam por só, as razões do silêncio da grande imprensa brasileira.  Exceção da revista Veja.
Os jornalistas e colunistas da Folha de S. Paulo, Estadão e Rede Globo, para citar os veículos de maior impacto e abrangência simplesmente se fecharam em copas. É possível que a partir de suas edições deste domingo trarão algo a respeito, já que foram furados de forma fenomenal por uma revista semanal. É que com o advento do lulismo o dia passou a durar uma semana, isto é, vai de sábado a sábado, dia em que a revista chega às bancas.
x nove
E este fato corrobora tudo, sem faltar nada, do que venho afirmando aqui no blog em textos que aponto que o controle da mídia, postulado pelo PT, refere-se apenas à reviswta Veja. O resto já controlado pelos “jornalistas” que cumprem missão do “partido”, ou seja, o PT e o Foro de São Paulo que integram o movimento comunista internacional.
Esses trastes comunistas, muitas vezes acumpliciados com os donos dos veículos sequiosos pelos carminguás que são ofefrecidos pelo governo petista, são criminosos, porquanto escamoteiam informações do público leitor, deformam os fatos, mentem sistematicamente e transformaram os veículos da grande imprensa brasileira – exceção de Veja -, em veículos de propaganda do governo de Lula e seus sequazes.
Este blog está longe da sede dos veículos da grande imprensa brasileira, está fora do eixo São Paulo-Rio-Brasília e também não está alojado em nenhum grande portal noticioso. Este é um blog completamente independente, portanto não pretende competir com os grandes veículos de comunicação nacionais. E nem poderia pois não dispõe da estrutura extraordinária que esses jornais e redes de televisão possui.
O foco do blog está portanto mais dirigido a análises e comentários, bem como o clipping das principais notícias veiculadas pela mídia nacional e internacional, procurando fornecer aos leitores elementos com os quais possam formar uma opinião sobre os fatos sem o filtro comunista dos grandes veículos de mídia.
Assim, louvo-se mais uma vez no site da própria revista Veja, mais precisamente o blog do jornalista Reinaldo Azevedo, para concluir estas linhas com uma informação contida no livro de Tuma Junior e que também está na entrevista que o delegado paulista concedeu à Veja que está nas bancas.
Quem não é assinante, deve correr logo e comprar  o seu exemplar, já que esta reportagem sobre o livro de Tuma Junior seja talvez a matéria jornalística do ano de 2013 e que deverá adentrar 2014, quando acontecerá a eleição presidencial. É claro que o desdobramento das denúncias dependerá, em grande medida, da ação dos dois principais candidatos da oposição: Aécio Neves e Eduardo Campos.
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A informação que me refiro e que está no blog de Reinaldo Azevedo, revela uma faceta incrível de Lula, a metaformose ambulante, o doutor honoris causa. Lula era um alcagueta do regime militar. Coisa típica de comunista. Anos depois Lula manda desenterrar a ossada de Jango Goulart e implantar a Comissão da Verdade. Sem falar no mensalão que pretendia, mais do que nada, golpear a instituições democráticas de morte abrindo caminho para a instalação de um república comunista do século XXI, como existe por exemplo na Venezuela.
Por aí, se pode aquilatar o nível moral e ético de Lula, o doutor honoris causa. Até esse título honorífico Lula e seus sequazes conseguiram estraçalhar. Leiam o que informa o blog do Reinaldo, reproduzindo parte da entrevista de Tuma Junior: