Posts Tagged ‘putin’

Seremos salvos pela Mãe Rússia

15/09/2013

1175467_617569148287232_1492473653_n

Só a Rússia poderá nos salvar – Putin – O Herói do Milênio

01/09/2013

30 de agosto de 2013
Presidente Vladimir Putin
Federação Russa
23, Ilyinka Street
Moscou, 103132, Rússia

Prezado Presidente Putin
No nome de milhões de americanos e canadenses que estão preocupados com a propagação aparentemente irreversível da homossexualidade em nossos países e internacionalmente, desejo respeitosamente expressar minha gratidão sincera que sua nação tem assumido uma postura firme e inequívoca contra esse flagelo ao proibir a propaganda homossexualista na Rússia. Você tem dado um exemplo de liderança moral que está envergonhando os governos da Europa Ocidental e América do Norte. Você tem inspirado os povos do mundo. A Lituânia, a Moldávia, a Hungria e a Ucrânia já estão começando a seguir seu exemplo baseado em princípios, e você tem gerado esperança real no movimento pró-família internacional de que essa agenda sexual destrutiva e degradante pode finalmente começar a ser freada no mundo inteiro.
Como líder de longa data no movimento pró-família que fez uma turnê em seu país em 2006 e 2007 defendendo a própria lei que você sancionou, quero prevenir você a não presumir que você resolveu totalmente o problema com a sanção dessa lei. A batalha para proteger sua sociedade da homossexualização apenas começou, e você poderá ficar surpreso de descobrir nos próximos meses e anos que muitos líderes mundiais começarão a trabalhar agressivamente para tentar intimidar você e forçar você a se render às exigências homossexualistas.
Poucas agendas políticas na história da humanidade tiveram a tenacidade e determinação do movimento homossexualista. Seus ativistas são movidos por uma militância implacável e fervor de avançar seus próprios interesses egoístas que rivalizam até com as seitas religiosas mais fanáticas. Dá para se ver um vislumbre do espírito por trás desse movimento em Gênesis 19:4-11.
Em apenas cinquenta anos esse grupo periférico que representa apenas 2% da população tem, por meio de pura força de vontade e intimidação, ganhado mais influência política nos poderes legislativos e tribunais do mundo ocidental do que a igreja cristã. A conduta sexual que define sua identidade como indivíduos e como movimento era quase universalmente ilegal e proibida durante os anos em que nossas duas nações estavam aliadas contra a ameaça do nazismo, mas pouco mais de meio século depois os líderes homossexualistas e seus representantes ocupam a maioria dos cargos de poder no Ocidente, e estão crescendo no Oriente e nas nações em desenvolvimento também.
Ao preparar sua sociedade para reconhecer e confrontar as iniciativas do movimento de militantes gays é importante compreender que a propaganda e as políticas deles seguem o conto de que toda censura à homossexualidade leva inevitavelmente ao ódio, violência e assassinato de homossexuais. Todas as políticas pró-homossexualismo dos Estados Unidos e da Europa se apoiam nessa premissa implícita e inquestionável, mas fictícia. Portanto, o movimento homossexualista não está simplesmente buscando tolerância social, ou aceitação, mas poder e controle politico. Eles querem o poder de reprimir toda desaprovação à homossexualidade na sociedade russa e forçar todos os cidadãos (principalmente os jovens) a adotar a opinião de que a conduta homossexual é boa e normal.
Eles pedem igualdade, mas logo que conseguem todos os ideais sociais que exploraram para chegar ali, tais como tolerância social, liberdade de expressão e respeito pela diversidade cultural, vem o descarte desses ideais. Em lugar desses ideais introduz-se uma nova cosmovisão e moralidade reversa e invertida que condenam toda desaprovação à homossexualidade como uma nova forma imaginária de intolerância. Chamo esse fenômeno de “homo-fascismo” e o defino como uma forma de extremo radicalismo esquerdista e retrógrado que busca estabelecer rígidos controles autoritários sobre todos os discursos públicos e políticas governamentais com relação a normas e boas maneiras sexuais, e sancionar medidas punitivas contra pessoas que discordam por motivo de consciência, punindo ou suprimindo toda desaprovação à homossexualidade e condutas sexuais relacionadas (que evidentemente, muito embora eles neguem, rapidamente incluiriam doutrinação e exploração sexual de crianças).
Nos próximos meses e anos a Rússia e seu povo serão cada vez mais retratados por exagerações abusivas e carregadas de paixão como portadores de ódio e intolerância, decididos a exterminar os homossexuais. Aliás, a campanha de propaganda sobre esse tema já foi iniciada, com filmagens de vídeo professando mostrar neo-nazistas russos batendo em homossexuais agora circulando na internet, junto com a falsa insinuação de que essa é a intenção da lei russa. Essa mesma máquina de propaganda e metodologia vem triturando Uganda desde 2009 quando esse país introduziu (mas nunca aprovou) seu Projeto de Lei Anti-Homosexualidade (PLAH) que concordo foi duro demais, mas que nunca refletiu nenhuma intenção do governo de Uganda de exterminar homossexuais, conforme os ativistas gays e seus aliados dos meios de comunicação continuam a alegar.
Aliás, esse conto gay que iguala oposição à homossexualidade ao genocídio nazista é em parte uma tentativa de obscurecer as raízes feias do moderno movimento homossexualista na Alemanha antes do nazismo. O fascismo alemão era formado e facilitado por homossexuais do sexo masculino, de orientação masculina, em resposta ao modelo efeminado da homossexualidade que sustentava que todos os homens homossexualistas eram realmente almas fêmeas aprisionadas em corpos de homens. Começando na década de 1860, os homossexuais fêmeos, depois de Karl Heinrich Ulrichs, o avô do movimento de direitos gays, construíram um poderoso movimento social e politico na Alemanha que focava na revogação das leis contra a sodomia.
Ofendidos pela constante caracterização da homossexualidade masculina como efeminada, os homossexuais machos criaram seu próprio movimento fundamentados na filosofia de culto ao guerreiro exemplificado pela antiga Esparta. Esses foram os primeiros fascistas alemães e de suas fileiras vieram primeiro os briguentos de uniformes marrons da 1ª Guerra Mundial e então o Partido Nazista. Essa tese é fartamente documentada em meu livro “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” (A Suástica Rosa: Homossexualidade no Partido Nazista), que co-autorei em 1995 com o pesquisador Kevin E. Abrams.
Junto com essa carta, estou incluindo um exemplar de The Pink Swastika (Quarta Edição) em inglês que vem autografado pelo meu co-autor e eu. Logo estaremos completando um processo há muito atrasado de publicar o livro em russo, e assim nos comprometemos que dedicaremos a versão russa da The Pink Swastika ao governo russo e a seu povo. Será nossa honra enviar o primeiro exemplar da versão russa a você.
Mais uma vez, obrigado, presidente Putin, por permanecer firme na defesa da família natural, que é o alicerce essencial de toda civilização humana. Talvez por meio da inspiração de sua liderança, uma aliança das pessoas boas de nossos países com as pessoas boas de seu país, possamos de novo de alguma forma cooperativa, redimir o futuro da humanidade de um Leviatã fascista, exatamente como fizemos na 2º Guerra Mundial.
Respeitosamente,
Pastor Scott Lively, J.D., Th.D.
Defend the Family International
PO Box 2373
Springfield, MA 01101
Estados Unidos

Cada mulher russa mata, em média, 7 filhos.

19/12/2012

Will Russia Recover From Its Massive Underpopulation Problems?

by Steven W. Mosher and Elizabeth Crnkovich | Moscow, Russia | LifeNews.com | 12/18/12 7:22 PM

What do you do when your country is dying, one coffin at a time? Well, if you are Russian President Vladimir Putin, you call upon Russian couples to be fruitful and multiply, and have at least three children.

It is hard to exaggerate the demographic straits that Mother Russia finds itself in. According to the projections of the UN Population Division–we are speaking here of the so-called “low variant,” historically the most accurate–the Russian population will shrink by more than 30 million by mid-century if current trends continue. The population will age rapidly, from an average age of 37.9 in 2010 to and average age of 49 by 2050. In other words, most Russians will be beyond their childbearing years, and Russia’s demographic fate will be sealed.

The economy will follow the population into the tank. No economy can thrive when a population is moribund, filling more coffins than cradles.

This is not the first time that Putin has urged his fellow citizens to be prolific. In fact, he has been working more than a decade to reverse his country’s demographic decline.

Back in 2005, Putin announced that Russian couples would receive the equivalent of $9,000 upon the birth of a second child or higher order child. While this baby bonus created a bump in the birth rate, the numbers of births have begun to level off again. Many couples have already reached their desired number of children, received their bonuses, and are aborting any subsequent children they conceive. Abortion is still occurring in epidemic proportions in Russia. The birth rate has remained slightly higher than before, but is still too low to offset population losses. Russia continues to lose several hundred thousands people a year.

Putin took the occasion of his annual State of the Nation address to issue a call for more children. “The three child family should become the norm in Russia,” he declared. Since the average Russian woman has only one child, this would mean a considerable increase in fertility. Along with encouraging Russian women to have more children, he said, Russia must also look for ways to support and help them once they have had the children.

Putin was vague about what this additional support might entail, but his administration is in discussions with pro-life and pro-family groups on this point.

For their part, hundreds of pro-life and pro-family organizations, together with large families and activists from all over the Russian Federation, are joining together into a National Parents Association (NPA).

The CEO of the fledgling NPA, Alexey Komov, says that “President Putin, in his inaugural address, gave a clear message to everyone: Three children must become the norm in Russia or the country will face a serious demographic challenge going forward. We at the NPA are promoting the natural family-a husband and wife and their natural or adoptive children–and are in dialogue with State authorities to define effective family and demographic policy.”

One major obstacle to raising the Russian birthrate is the prevalence of abortion.

The average Russian woman has seven abortions in her lifetime.

As long as society fails to recognize the value of human life, and wantonly destroys it in large numbers, it will be difficult to establish a new three-child norm. Abortion must cease being a way of life in Russia if her people are to survive.

Putin has given Russian families a tangible incentive, the baby bonus, to have children.

He and his administration are now attempting to shift cultural norms in favor of the three-child family.

But whether or not he succeeds will depend upon pro-life and pro-family advocates like Alexey Komov, and their efforts to turn Putin’s exhortations and financial support into a nationwide movement. On their success hinges the fate of the Russian people.

A estratégia da KGB – Rússia – para o ocidente

19/03/2009

http://once-upon-a-time-in-the-west.blogspot.com/

Aleksandr Dugin – Alexander Dugin – O homem que doutrina Putin sobre a guerra total contra o ocidente

02/02/2009

Aleksandr Dugin

From Wikipedia, the free encyclopedia

Aleksandr Gelyevich Dugin (Russian: Александр Гельевич Дугин) (born January 7, 1962 in Moscow) is a politologist and one of the most influential ideologists of Russian expansionism and nationalism, with close ties to the Kremlin and Russian military intelligence. He was the leading organizer of National Bolshevik Party, National Bolshevik Front, and Eurasia Party. His political activities are directed toward restoration of the Russian Empire through partitioning of the former Soviet republics, such as Georgia and Ukraine, and unification with Russian-speaking territories, especially Eastern Ukraine and Crimea [1][2]

Contents

Early life and education

Dugin was born in a family of a high-ranking Soviet military intelligence officer. His mother was a doctor. In 1979 he entered the Moscow Aviation Institute. His father helped him to get a job in the secret KGB archives in the beginning of 1990s.

Early career and political views

Dugin worked as a journalist before becoming involved in politics just before the fall of communism. In 1988 he and his friend Geidar Dzhemal joined the nationalist group Pamyat. He helped to write the political program for the newly refoundeded Communist Party of the Russian Federation under the leadership of Gennady Zyuganov, producing a document that was more nationalist in tone than Marxist.

In his 1997 article “Fascism – Borderless and Red,” Dugin claimed the arrival of a “genuine, true, radically revolutionary and consistent, fascist fascism” in Russia. He believes that

“…by no means the racist and chauvinist aspects of National Socialism that determined the nature of its ideology. The excesses of this ideology in Germany are a matter exclusively of the Germans, …while Russian fascism is a combination of natural national conservatism with a passionate desire for true changes.”

Waffen-SS and especially the scientific sector of this organization, Ahnenerbe,” was “an intellectual oasis in the framework of the National Socialist regime.”, according to him. Dugin also described Reinhard Heydrich, an organizer of the Holocaust a “convinced Eurasianist”.[3]

Dugin soon began publishing his own journal entitled Elementy which initially began by praising Franco-Belgian Jean-François Thiriart, supporter of a Europe “from Dublin to Vladivostok.” Consistently glorifying both Tsarist and Stalinist Russia, Elementy also revealed Dugin’s admiration for René Guénon and Julius Evola, to name but two. Dugin also collaborated with the weekly journal Den (The Day), a bastion of Russian anti-Semitism[citation needed] directed by Alexander Prokhanov.

Dugin was amongst the earliest members of the National Bolshevik Party (NBP) and convinced Eduard Limonov to enter the political arena in 1994. A part of hard-line nationalist NBP members, supported by Dugin split off to form the more right-wing, anti-liberal, anti-left, anti-Kasparov aggressive nationalist organization, National Bolshevik Front. After breaking with Limonov, he became close to Yevgeny Primakov and later Vladimir Putin[citation needed].

 Formation of The Eurasia Movement

Dugin speaking

The Eurasia Party, later Eurasia Movement, was founded by Dugin in 2002 and is said by some observers to enjoy financial and organizational support from Vladimir Putin‘s presidential office. The Eurasia Party claims support by some military circles and by leaders of the Orthodox Christian, Muslim, Buddhist, and Jewish faiths in Russia, and the party hopes to play a key role in attempts to resolve the Chechen problem, with the objective of setting the stage for Dugin’s dream of a Russian strategic alliance with European and Middle Eastern states, primarily Iran. Dugin’s ideas, particularly those on “a TurkicSlavic alliance in the Eurasian sphere” have recently become popular among certain nationalistic circles in Turkey, most notably among alleged members of the Ergenekon network, which is the subject of a high-profile trial (on charges of conspiracy). Dugin also advocates for a Russo-Arab alliance.[4]

In principle, Eurasia and our space, the heartland Russia, remain the staging area of a new anti-bourgeois, anti-American revolution.” …”The new Eurasian empire will be constructed on the fundamental principle of the common enemy: the rejection of Atlanticism, strategic control of the USA, and the refusal to allow liberal values to dominate us. This common civilizational impulse will be the basis of a political and strategic union.

The Basics of Geopolitics (1997)

He has criticized the “Euro-Atlantic” involvement in the 2004 Ukrainian presidential election as a scheme to create a “cordon sanitaire” around Russia, much like the British attempt post-World War I.

Dugin has criticized Putin for the “loss” of Ukraine, and accused his Eurasianism of being “empty.” In 2005 he announced the creation of an anti-Orange youth front to fight similar threats to Russia.

In 2007 Dugin was prohibited entering Ukraine for five years due to his perceived anti-Ukrainian activities.

 Dugin’s works

  • Pop-kultura i znaki vremeni, Amphora (2005)
  • Absoliutnaia rodina, Arktogeia-tsentr (1999)
  • Tampliery proletariata: natsional-bol’shevizm i initsiatsiia, Arktogeia (1997)
  • Osnovy geopolitiki: geopoliticheskoe budushchee Rossii, Arktogeia (1997)
  • Metafizika blagoi vesti: Pravoslavnyi ezoterizm, Arktogeia (1996)
  • Misterii Evrazii, Arktogeia (1996)
  • Konservativnaia revoliutsiia, Arktogeia (1994)
  • Conspirology(Russian)

References

  1. ^ Robert Horvath, Beware the rise of Russia’s new imperialism, The Age, August 21, 2008
  2. ^ His interview at Echo of Moscow (Russian)
  3. ^ Andreas Umland, Will United Russia become a fascist party?, Turkish Daily News, Tuesday, April 15, 2008
  4. ^Russian nationalist advocates Eurasian alliance against the U.S.“, Los Angeles Times (2008-09-04). Retrieved on 14 November 2008. 

External links

A grande fraude, queda do muro de Berlin, Queda da URSS foi combinada pela KGB

15/12/2008

http://www.sacralidade.com/mundo2008/0055.filmando.html

Corriere della Sera – Italie

L’Europe muette face à la dictature de Poutine

Le quotidien progressiste italien Corriere della Sera publie une lettre ouverte de l’ancien champion du monde d’échecs et chef de l’opposition russe Garry Kasparov, texte qui s’apparente à un acte d’accusation contre l’Europe : “Le 2 mars 2008, Dmitri Medvedev a été élu président de Russie. Il est cependant difficile de ne pas écrire ‘élu’ entre guillemets. En Russie, la démocratie et les élections sont deux choses bien différentes. Le lendemain, ce fut encore pire : les personnalités politiques de l’Ouest ont applaudi cette ascension au pouvoir frauduleuse. … Nous, dans l’opposition, nous avions espéré de la part des pays libres démocratiques une critique sévère contre le retour de l’arbitraire et du despotisme en Russie. … Mais le monde libre a laissé entendre que la démocratie est une fiction, un prétexte pour les échanges commerciaux. … Le point culminant de l’immunité de Poutine fut la marche des troupes russes en Géorgie, déclenchée dès lors que l’Ossétie du Sud avait fourni le moindre prétexte. Poutine n’a pas eu à craindre la réaction de l’Occident. La véritable catastrophe qui lui a permis ce bain de sang remonte au 3 mars 2008, lorsque la communauté internationale gâcha la dernière chance de sonner l’alarme face à la dictature de Poutine.” (16.12.2008)