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Os guetos (bantustões) brancos da nova África do Sul de Mandela

09/12/2013

08/12 18:46 CET

 Na África do Sul, 19 anos após o fim do apartheid, o racismo faz a sua reentrada, passo a passo e pela porta oposta àquela por onde saiu.

Em Coronation Park, um bairro de lata dos arredores de Joanesburgo, vivem 300 pessoas, entre as quais, 75 crianças – todas brancas.

Sem eletricidade nem água corrente, os habitantes de Coronation Park atribuem a sua miséria à crise mas também à discriminação positiva imposta no país.

gurto branco

Lamento dizê-lo, porque isto é racista, mas eu não sou racista, mas os negros estão em primeiro lugar, depois vêm os brancos. E mesmo brancos com elevadas qualificações não conseguem um lugar de responsabilidade na África do Sul”, lamenta uma habitante do bairro.

De facto, na África do Sul, em nome da “emancipação económica dos negros” estes são prioritários no acesso aos empregos, mesmo que tenham menos qualificações do que os brancos que aspirem ao mesmo posto.

Um homem explica: “O apartheid foi um problema mas a verdade é que este é o único país do mundo onde a maioria tem direito a ‘discriminação positiva’.

A ‘discriminação positiva’ existe na América e em muitos outros lados, mas este é o único país onde ela se aplica à maioria.”

Os africâneres, isto é, os brancos sul-africanos, são cerca de 4 milhões, num país de 50 milhões de habitantes. Estima-se que cerca de 450 mil brancos vivam hoje em bairros de lata e em condições de pobreza extrema, na África do Sul.

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DON’T MOURN FOR MANDELA
Exclusive: Joseph Farah says man ‘wasn’t the saintly character portrayed by Morgan Freeman’

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http://www.wnd.com/2013/12/dont-mourn-for-mandela/#ikGdBS85YoIZcV00.99

Farah writes: “He was a committed member of the South African Communist Party. He was a leader of the revolutionary African National Congress, which he helped to radicalize into an organization sworn to armed, violent attacks.

Maybe you say: “But Farah, he was fighting against the evil of Apartheid!”

Yes, that is true. Apartheid was inarguably an evil and unjustifiable system. But so is the system Mandela’s revolution brought about – one in which anti-white racism is so strong today that a prominent genocide watchdog group has labeled the current situation a “precursor” to the deliberate, systematic elimination of the race.”

Quem disse que a Falha de S. Paulo não presta?

14/11/2013

11/03/2004 – 06h00

África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador

da Reuters, em Washington

Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem.

Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos –entre 10 milhões e 12 milhões–, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa.

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade”, disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

“Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.”

Piratas

Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado “Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800” (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte.

Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados.

“Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa”, disse Davis em comunicado.

“A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornam-se claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto.”

Remadores em galés

Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador.

Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas.

Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época.

Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados.

“Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada”, disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença.

PSOL só existe para o PT parecer ser um Partido de Centro

30/10/2013

ALGUMAS VERDADES QUE CARACTERIZAM O PARTIDECO CHAMADO DE PSOL: ENUMERE UMA QUALIDADE VOCÊ TAMBÉM.

1- Rotineiramente surgem falsas listas na internet acusando parlamentares de terem votado contra o povo, mesmo antes do citado projeto ir à votação, mas estranho ainda, é nunca ver nenhum político do PSOL aparecendo nestas relações. Somos todos idiotas ou eles é que são muito espertos?
2- Mensalão do PSOL no RJ (Caso Janira Rocha), desviando dinheiro de sindicato para fundação de partido e bancando bocas de urna de políticos como os deputados Chico Alencar e Jean Wyllys e o vereador Jefferson Moura na cidade do Rio. Infelizmente pouco explorado pela imprensa;
3- Milhões de reais anualmente destinados a Movimentos gays e depois cinicamente dizem estar preocupados com o investimento em Educação. Tão preocupados que apóiam a confecção de kits que incentivam o homossexualismo para crianças de 6 anos nas escolas do Brasil;
4- Ligações com Black Blocs;
5- Sindicato de ”professores” com todos os dirigentes ligados politicamente ao PSOL e PSTU, fazendo baderna e mentem, nunca se interessando em negociar para tentar solucionar o problema, sendo mais fácil e rentável politicamente, apenas acusar os outros do que eles são;

6- Mestres em provocar a Polícia Militar e os adversários e quando confrontados se colocam de vítimas; 

7- Mensalão envolvendo o senador Randolfe Rodrigues, quando era deputado estadual, garantindo base de apoio do então governador João Capiberibe no Amapá. Representação contra o senador do PSOL está no Conselho de Ética do Senado. Caso também pouco explorado pela imprensa fazendo com que o ”paladino da moralidade” se intitule candidato à presidência da república em 2014 pelo PSOL.
8- Partido que sobrevive da desgraça de famílias, tendo como bandeira a liberação da maconha, porta de entrada para outras drogas e causam a destruição das famílias;
9- Apóia o desarmamento do cidadão de bem, mas alguns são patrocinados por empresas  fabricantes de armas em suas campanhas eleitorais, enquanto protegem os marginais com sua política de Direitos Humanos;
10- Tem em seu quadro, deputado federal (Jean Wyllys) que deixou de votar a redivisão dos royalties do petróleo, acarretando na perda de bilhões de reais para o estado que o elegeu. Pois no horário de votação, discutia projetos de lei de sua autoria que visam liberar prostíbulos e legalizar a profissão de prostituta no Brasil;
11- Nunca, absolutamente nunca, ouviu-se falar que seus parlamentares foram importantes em algo decisivo para a sociedade, sobrevivendo apenas de falácias e acusações;
12- Apoiam a Comissão da Verdade, elogiando seus amigos ”perseguidos” políticos, que ontem assaltavam bancos e assassinavam ,e hoje, assaltam os cofres públicos, com indenizações milionárias pagas pelo contribuinte…

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O Credo do Reacionário (Por Erik von Kuehnelt-Leddihn)

10/10/2013
Eu não hesito em anunciar que sou um reacionário. Eu tomo com um profundo orgulho, na verdade. Não vejo mais razão em olhar para a frente, para um futuro desconhecido, ao invés de olhar para trás nostalgicamente para valores conhecidos e comprovados.

O termo “reacionário”, na forma em que uso, não representa um conjunto de ideias definitivos e imutáveis. Representa uma atitude de espírito. Como um reacionário, eu me ressinto em opor o espírito e as tendências da época em que sou obrigado a viver e buscar restaurar o espírito que teve a sua melhor personificação em períodos já passados.

As circunstâncias em que o termo “reacionário” é aplicado como um epíteto para fascistas e outras marcas do homem moderno – as quais um verdadeiro reacionário tem apenas desprezo –  não é minha culpa.

Como um reacionário honesto, eu naturalmente rejeito o Nazismo, Comunismo, Fascismo e todas as ideologias relacionadas que são, de fato, um reductio ad absurdum da chamada democracia e do “povo no poder”. Eu rejeito os pressupostos absurdos do governo da maioria, do parlamento hocus-pocus, o falso liberalismo materialista da Escola de Manchester e o falso conservadorismo dos grandes banqueiros e industrialistas. Eu abomino o centralismo e a uniformidade da vida em rebanho, o espírito estúpido racista, o capitalismo privado, bem como o capitalismo de estado (socialismo) que contribuíram para a ruína gradual da nossa civilização nos últimos dois séculos. O verdadeiro reacionário desses dias é um rebelde contra os pressupostos prevalecentes e um “radical” que vai até as raízes.

Pessoalmente, sou um reacionário da fé Cristã Tradicional, com uma perspectiva liberal e com propensões agrárias. Onde tantos ao redor adoram o “novo”, eu respeito as formas e as instituições que têm crescido organicamente por um longo período de tempo. Os períodos que precederam as duas grandes tempestades – a Idade Média e a Renascença, terminadas pela Reforma e no século XVIII, terminada pela Revolução Francesa – essas são ricas em formas e ideias de importância duradouras.  A universalidade de Nicolas de Cues ou de um Alberto Magno, a glória da Catedral de Chartes e o barroco tardio da Áustria, figuras inspiradoras como a Maria Teresa, Pascal, George Washington ou Leibnitz fascinam-me mais do que os três “homens comuns” do nosso tempo – Mussolini, Stalin e Hitler ou o esplendor democrático de uma loja de departamentos ou o vazio espiritual dos comícios comunistas e fascistas magnetizados por uma multidão em êxtase.

A nota introdutória a este declínio da civilização foi escrita por Martin Luther, que cultuava a nação, exaltava o estado e vociferava contra os Judeus; pelo bárbaro real do trono Inglês que suplantou o espírito católico do seu país com um provincianismo paralisante; pelo primeiro  “moderno” – o de Genebra, que negou a base de toda a liberdade filosófica, livre arbítrio – e o outro de Genebra que pregava o retorno à selva na forma de um barbarismo idílico.  Estes quatro cavaleiros – Lutero, Henrique VIII, Calvino e Rousseau – eram apenas os arautos das coisas mais fatídicas que estavam por vir. O desastre final foi, na Revolução Francesa, diante do eterno dilema de escolher entre liberdade e igualdade, decidiu-se pela igualdade. A guilhotina e os magistrados de Estrasburgo que acreditavam que a torre da catedral deveria ser demolida porque essa estava acima do nível igualitário de todas as outras casas, são símbolos do modernismo e do “progresso” perverso.

As massas, formando maiorias organizadas e abraçando ideias idênticas e odiando uniformemente todos aqueles que ousam ser diferentes, são o produto atual dessas várias revoltas.   Padre ou judeu, aristocrata ou mendigo, gênio ou imbecil, o não conformista-político e explorador da filosofia – todos eles estão na listas dos proibidos. O rebanho manda hoje em quase todos os lugares, com diversos meios e sob os mais diversos rótulos. É a essa tirania que eu me oponho.

II

Como um reacionário, acredito em liberdade, mas não igualdade. A única igualdade posso aceitar é a igualdade espiritual de dois bebês recém-nascidos, independentemente da cor, credo ou raça de seus pais. Não aceito nem o igualitarismo degradante dos “democratas”, nem as divisões artificiais do racistas, nem as distinções de classe dos comunistas e esnobes.

Seres humanos são únicos. Eles devem ter a oportunidade de desenvolver suas personalidades — e isso significa responsabilidade, sofrimento, solidão. Não somente gosto do princípio da monarquia como também gosto de todas as pessoas que são coroadas. E há todos os tipos de coroas, a mais nobre delas, composta por espinhos. O Homem Moderno — este animal dócil, “cooperativo” e urbanizado — não é preferência de um reacionário.

Eu acredito na família, na hierarquia natural dentro da família e no abismo natural entre os sexos. Eu amo os velhos cheios de dignidade e pais orgulhosos, mas também adoro crianças corajosas e justas. Em uma hierarquia o membro mais inferior é funcionalmente tão importante quanto o mais elevado. E o abismo entre os homens e as mulheres me parece uma coisa boa também. Não há triunfo na construção de uma ponte sobre uma mera poça.

Eu gosto de pessoas com propriedades. Não estou nada entusiasmado com um colega desenraizado em um apartamento, com um número social como sua principal distinção. Eu detesto o capitalismo que concentra a propriedade na mão de poucos, não menos do que o socialismo que quer transferi-lo para o grande ninguém, uma hidra com um milhão de cabeças e sem alma: Sociedade. Gosto de pessoas com sua própria morada, com seus próprios campos, com seus próprios pontos de vista levando-os a ações independentes. Eu tenho medo da massa: os 51 por cento que votaram em Hitler e Hugenberg; a multidão em frenesi que apoiou o Terror Francês; os 55 por cento dos brancos dos Estados do Sul que mantiveram 45 por cento dos negros “em seu lugar” com uma ajuda de torchas e cordas.

Eu temo todas as massas que consistem de homens com medo de serem únicos, de serem pessoas; se importando mais com a segurança do que a liberdade, temendo seus vizinhos ou a “comunidade” mais do que Deus e suas consciências. Essas são pessoas que não exigem somente a igualdade, mas também identidade. Eles suspeitam de qualquer um que se atreve a ser diferente. Eles preferem apenas os “ordinary, decent chaps” ingleses, “regular  guys” americanos ou “rechte Kerle” no padrão alemão. O homem moderno parece ter apenas um desejo: ver tudo moldado na sua própria imagem; ele detesta personalidade e tenta se assimilar. O que ele não consegue assimilar, ele extirpa. Toda a nossa época é marcada por um vasto sistema de nivelamento e agências que compõem as escolas, anúncios, quartéis, bens, jornais, livros e ideias produzidos em massa. O lado sombrio dese processo pode ser visto no ostracismo social praticado contra as minorias nas democracias pseudo-liberais; nos matadouros humanos e campos de concentração das nações totalitárias superdemocráticas; nos fluxos intermináveis de refugiados vagando sem rumo em todo o mundo.

Liberdade, afinal, é um ideal aristocrático. Em Washington, na frente da Casa Branca, na Jackson Square, há um simbolo maravilhoso: o monumento ao igualitarismo americano cercado por estátuas dos quatro nobres europeus que vieram para a América lutar pela liberdade e não pela identidade – o nobre Russo – Kosciuszko, Barão yon Steuben, o Conde de Rochambeau e o Marquês de Lafayette. O Barão de Kalb é comemorado em outros lugares e ao Conde Pulaski foi dado o nome a uma rodovia em Nova Jersey e uma estatua em Savannah. Pulaski foi o único general morto no Grande Levante Whigs Americano. Nós , reacionários (quer saibamos ou não) somos todos Whigs. Nossa tradição, em países de lingua inglesa, repousa sobre a Carta Magna, que só os ignorantes chamará de “democrática”.

Eu não tenho afinidade pelo “liberalismo” do século XIX, com seu materialismo grosseiro e a crença pagã na “sobrevivência do mais apto”, ou seja, do mais  inescrupuloso. Nas condições europeias, sou naturalmente monarquista,  porque a monarquia é, basicamente, supra-racial e supra-nacional. As instituições livres sobrevivem melhor não somente nas monarquias do Noroeste da Europa, mas também na área etnicamente mista da Europa Central e Oriental. Um europeu deve preferir monarcas de origem estrangeira com esposa estrangeira, mãe e filhos estrangeiros do que um “líder” político pertencente apaixonadamente a uma nacionalidade, classe ou partido específico.

Eu me sinto mais livre como um homem que não faz parte da escolha de ninguém do que se fosse alguém nomeado pela maioria, seguindo cegamente as emoções superaquecidas. Voltaire teve mais chances de influenciar os tribunais de Paris, Putsdam e São Petersburgo do que um Dawson, Sorokin, Ferrero ou um Bernanos tiveram para influenciar as massas “democraticas”. Os monarcas europeus intelectualmente e moralmente igualaram-se com seus imitadores republicanos. Os Bourbons certamente são comparáveis com os politicos das três Republicas Francesas. Os Fuhers da era totalitária podem ter sido muitas vezes mais “brilhante” e bem sucedidos pois eram menos escrupulosos. Apoiado por plebiscitos cuidadosamente encenados, eles se sentiram justificados em tolerar matanças que nenhum Bourbon, Habsburg ou Hohenzollern teriam arriscado. Platão nos disse, há mais de dois mil anos atrás, que a democracia se degenera inevitavelmente em ditaduras e de-Toccqueville re-enfatizou isso em 1835.  A maioria dos idiotas, de ambos os lados do Atlântico, continuaram a confundir democracia com liberalismo, dois elementos que podem, ou não, coexistir. Uma “proibição” apoiada por 51 por cento do eleitorado pode ser muito democrático, mas é dificilmente liberal.

III

O que nós reacionários queremos, é liberdade e a diversidade. Nós acreditamos que existe uma força peculiar na diversidade. St. Estevão, Rei da Hungria, disse a seu filho: “Um reino de apenas uma linguagem e um costume, é tolo e frágil”. Isso é contrário a crença supersticiosa demo-totalitária de nossa época da uniformidade. Os fascistas italianos que destruíram todas as instituições culturais de não-italianas. Os Tecnocratas progressistas clamavam que, uma vez que essa guerra chegasse à América, iriam confiscar toda a impressa de língua estrangeira.

Como um reacionário, gosto de patriotas; que ficam entusiasmados com a sua pátria, sua terra natal; e não gosto de nacionalistas, que ficam excitados com sua língua e seu sangue. O reacionário defende a ideia de solo e liberdade, ele luta contra o complexo de sangue e igualdade.

Como um reacionário, eu possuo opiniões definitivas como também opiniões provisórias. “Nas coisas necessárias, a unidade; nas duvidosas, a liberdade; e em todas, a caridade” é um bom programa reacionário. Se eu considerar algo ser a Verdade, eu desconsidero toda opinião que contrária.  Mas discordo com alguns eclesiásticos medievais ou com os conservadores de visão curta, que acreditavam que o erro pode ser combatido pela força. Qualquer erradicação meticulosa de erro por meios artificiais (sempre dirigida contra pessoas e não contra a idéia em si) acaba fazendo a Verdade ser intragável, obsoleta e desinteressante. Como reacionário, respeito qualquer pessoa que, com coragem e sinceridade, mantém visões errôneas, embora seguindo sua consciência. Eu tenho infinitamente mais respeito a um anarquista fanático catalão, ou por um Judeu Ortodoxo, ou por um Calvinista linha dura do que a um humanitário pseudo-liberal com uma veneração secreta a um estado onipotente. Um verdadeiro reacionário é um homem de fé absoluta e generosidade absoluta. Ele concilia dogma e liberdade.

Como um reacionário, gostaria de ver materializado neste país, mais ideias anti-democráticas dos Pais Fundadores. De fato, poucos escritores europeus escreveram mais fortemente contra ao demos do que Madison, Hamilton, Marshall, John Adams ou mesmo Jefferson que esteve do lado da aristocracia do mérito, não pela regras da massa. No entanto, o centralismo de Hamilton é basicamente esquerdista. Nem aqui nem na Europa isso deve prevalecer. O que precisamos de ambos os lados do Atlântico é mais uma atitude pessoal. Colossialismo e coletivismo são o inimigo. O agricultor de Hindelang, por exemplo, deve antes de tudo, ter orgulho de ser o chefe de uma família, dono de uma fazenda e depois, de ser um morador de Hindelang. Após um reflexão mais aprofundada, ele deve encontrar orgulho em ser um dos camponeses do Vale do Allgau e também por ser Bávaro. Seu Germanismo deveria ser uma unidade mística no próprio horizonte de seus pensamentos. Mas a tendência moderna é a de estabelecer uma hierarquia inversa de lealdades. A ênfase nazista em noventa milhões de alemães, a ênfase Soviética sobre “as massas”, a identificação pelo “maior” com o “melhor, nos mostra a degradação expressa na adoração da quantidade, o nosso desprezo pela pessoa, todo o nosso desespero moderno pela singularidade humana.

Eu defendo que o Estado, as empresas e as fábricas, são os grandes donos de escravos de nossos tempos. “Fulano” trabalha como o seu antepassado espiritual, o servo medieval, um dia e meio por semana para o seu senhorio. De quatro cheques semanais, ele entrega pelo menos um para a empresa que aluga o seu habitat. Se não fazê-lo, resultará em desapropriação, uma ameaça desconhecida para o servo feudal do século XIII. Na fábrica, ele trabalha, diferentemente de um membro da guilda, para investidores desconhecidos, bem como para líderes sindicais corruptos, se não, como na URSS, para uma combinação leviatã de Estado e Sociedade. Os trabalhadores devem possuir as ferramentas de produção; não existe nenhuma razão terrena para que eles não devam possuir fábricas, em um sentido literal ou ser titulares de todas as ações comercializadas. Uma usina pode ser uma comunidade viva não menos do que uma oficina medieval.

Eu gosto das pessoas que são “atrasadas”, como os tiroleses, os alpinistas suíços  os escoceses, os moradores de Navarra, os bascos, os sombrios camponeses dos Bálcãs  os curdos. Eles escaparam de um mal menor da servidão na Idade Média e do grande mal da urbanização dos tempos modernos. Eles são bastante reacionários, conservadores e amam a liberdade. Eles podem dar ao luxo de serem conservadores porque sua cultura está fora de sintonia com os tempos modernos; o que eles possuem, vale a pena preservar. O conservador urbano, por outro lado, não é senão um “progressista” inibido.

Eu acredito no homem de excelência, no homem do dever; contra o Homem-Comum cuja a única força está nos números, cuja a manifestação política é a submissão à “convicções” pré-fabricadas ou a “líderes” que, diferentemente dos “governantes”, não diferem das massas, mas personificam todas as suas piores características.

Hoje, um grupo de genuínos reacionários carregam o peso da luta contra o super-progressismo na sua forma totalitária. Eles sabem que a democracia, como força, não pode lidar com os totalitários; formas embrionárias não podem ter sucesso contra manifestações mais maduras. Platão, de Tocqueville, Donoso Cortes, Burckhardt sabiam disso. A democracia progressista como um pseudo-liberalismo nada mais é que um Girondino, um precursor do Terror.

Entre este punhado estão Winston Churchill e o Conde Galen, Conde Preysing e yon Faulhaber, Niemoller e Georges Bermanos, Giraud e d’Ormesson, Conde Teleki, Calvo Sotelo, Schuschnigg e Edgar Jung. Nenhum deles fez compromisso com a perversidade quer dos Girondinos ou com o Terror em suas formas modernas; vivos ou mortos, eles não iram ceder. Eles não acreditaram necessariamente em um Passado Glorioso em oposição a um Admirável Mundo Novo, mas eles viram as calamidades do presente, crescendo dos erros do passado, nas catástrofes do futuro.   Eles estão isolados pela suspeita que os rodeia. Eles são considerados desmancha-prazeres por não entrar na apologia universal do Progresso. Eles se tornaram inflexíveis e apaixonados. Eles vão levar suas bandeiras até a morte, e suas bandeiras são muito antigas, vaidosas e ilustres.

Língua de Santo Ântonio há 800 anos que está inteira: É milagre

25/09/2013
LÍNGUA INCORRUPTA DE SANTO ANTONIO
Num antigo manuscrito do séc. XIII, encontra-se uma oração, atribuída a Santo António, que o Santo costumava rezar antes de começar a pregar. Nela, há esta expressão: «Senhor, faz que a minha língua se solte como flecha para anunciar as tuas maravilhas».
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Com esta oração, Santo António pede a Deus que possa utilizar a própria língua para lançar “palavras de amor” que proclamem “as maravilhas do Senhor”. Só nestas condições o pecador se converte e progride no caminho da santidade. Na verdade, sabemos que basta uma palavra de amor para despertar o amor; e uma só palavra boa pode tornar boa a inteira existência do crente.
A descoberta da língua incorrupta, que ocorreu em 1263, coincidiu com a conclusão da segunda fase da construção da Basílica, no Capítulo Geral dos franciscanos, que haviam se reunido em Pádua, que tinha como Ministro Geral São Boaventura.
O túmulo do santo foi transferido para o centro da Basílica, e naquela ocasião foi aberta pela primeira vez o caixão que continha os restos mortais de Antônio. Grande foi a surpresa de encontrar a língua incorrupta, tanto que São Boaventura proclamou uma ode de oração, transmitida ao longo dos séculos por todos os devotos:
“Ó língua bendita de Santo Antônio, que sempre louvastes a Deus e fizestes com que outros O louvassem, agora se vê claramente quantos méritos alcançastes perante Deus.”

Para não perder tempo – Quando falar com um petista – diga de saída: Eu sou reacionário

19/09/2013
Por que a esquerda sempre faz uma oposição histérica a toda e qualquer ínfima medida ou iniciativa que seja por ela tida como “antiprogressista” ou, pior ainda, “reacionária” e contrária ao seu “projeto de poder”?

Os comunistas, ao menos em sua clássica fase leninista, ansiavam por uma revolução violenta e apocalíptica que destruiria o estado capitalista e levaria à ditadura do proletariado. Já os mencheviques — social-democratas ou neoconservadores —, fieis ao seu ideal “democrático”, sempre se sentiram um tanto desconfortáveis com a ideia de revolução, preferindo muito mais a “evolução” gradual produzida pelas eleições democráticas. O estado deve ser totalmente aparelhado por intelectuais partidários e simpatizantes, de modo a garantir a continuidade da longa marcha gramsciana da conquista das instituições culturais e sociais do país.

Daí a desconsideração pelos gulags e pela revolução armada. Por isso o desaparecimento de seus primos (e concorrentes) bolcheviques não ter sido lamentado pelos social-democratas.

A esquerda se torna histérica sempre que percebe a ameaça de uma pequena reversão nesta sua inexorável marcha ao poder total, retrocessos estes que sempre são rotulados, obviamente, de “reações”.

Na visão de mundo tanto de comunistas quanto de social-democratas, a mais alta — desde que “progressista” — moralidade é se mostrar não apenas um defensor, mas também, e principalmente, um entusiasmado fomentador da ‘inevitável próxima fase da história’. É ser a “parteira” (na famosa expressão de Marx) desta fase.

Da mesma forma, a mais profunda, se não a única, imoralidade é ser “reacionário”, ser alguém dedicado a se opor a este inevitável progresso — ou, pior ainda, alguém dedicado a fazer retroceder a maré, a restaurar costumes enraizados, a “atrasar o relógio”.

Quem vai vencer essa guerra? Não se sabe. De que lado está a maioria da população? Certamente perdida, disponível para quem chegar primeiro. A maioria está confusa, vagando de um lado para o outro, dividida entre visões de mundo conflitantes. Ela pode pender para qualquer lado.

Durante suas inúmeras batalhas faccionárias dentro do movimento marxista, Lênin certa vez escreveu que há dois grupos batalhando, cada um formado pela minoria da população, sendo que a maioria está no centro, e é formada justamente pelas pessoas confusas, às quais ele se referiu como O Brejo. A maioria da população hoje está confusa e constitui O Brejo; estas pessoas estão no terreno no qual a maioria das batalhas será disputada. E a metáfora é corretamente militar. Trata-se de uma batalha de vida e morte pelo formato do nosso futuro.

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1292

O Equívoco do 25 de abril e o PCP

17/09/2013

Daniel Serrão publica livro onde acusa PCP de “saneamento político” em 1975

Daniel Serrão falava à agência Lusa antes da apresentação, no Porto, de “Um Saneamento Exemplar”, livro que considera “um testemunho do saneamento político” de que foi alvo em 1975, quando era professor da Faculdade de Medicina do Porto (FMP) e médico no Hospital de S. João.

“Apresento um depoimento pessoal, apoiado na minha memória e nos documentos que pude reunir”, afirma o professor.

Daniel Serrão defende que ela [obra] vale “pelo seu carácter de exemplaridade e por ilustrar o que foi uma época da sociedade portuguesa que todos desejamos nunca mais se repita”.

Em declarações à agência Lusa, o autor faz um desafio ao Partido Comunista: “Se tiveram provas em contrário que as mostrem”.

Caso contrário, o desafio do médico e professor é de outra natureza: “Espero que o Partido Comunista me apresente um pedido de desculpas. Seria um gesto elegante e por mim bem recebido”.

Um Saneamento Exemplar”, da Alétheia Editores, foi apresentado hoje na Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, pelo anterior presidente desta estrutura Miguel Leão.

Miguel Leão, foi aluno de Daniel Serrão e trabalhou com ele “durante oito anos” na Universidade Católica.

Em seu entender, “é preciso ter uma enorme coragem para escrever este livro”, porque envolve pessoas que ainda estão vivas, “o que poderá gerar alguma incomodidade”.

Entre essas pessoas, Daniel Serrão nomeia no livro o médico e ex-professor universitário António Hespanha, então director-geral do Ensino Superior, e José Miguel Judas, este como presidente da Comissão Interministerial de Saneamento e Reclassificação.

No campo oposto, Serrão menciona “o estudante Luís Filipe Menezes”, um dos que, na altura, o defendeu e que, por isso, “foi barbaramente espancado ao chegar a casa e teve de ser assistido no Serviço de Urgência do hospital”.

Em pouco mais de 200 páginas do livro, mais de metade documentos com os quais procura sustentar a sua acusação, Daniel Serrão historia o que se passou consigo depois do 25 de Abril de 1974.

Médico, docente, investigador, católico convicto e conselheiro do papa, Serrão aborda, de início, a “Assembleia Magna” que, em Novembro de 1974, reuniu docentes, funcionários e alunos e se pronunciou pela sua “expulsão” da FMP, acusado de ter denunciado estudantes à PIDE.

Daniel Serrão garante, no livro, que nunca o fez [denúncias], porque isso “seria um acto repugnante”, e revela que não acatou essa decisão.

Nesse mesmo mês, foi “suspendido” pelo então ministro da Educação, Vitorino Magalhães Godinho.

“Verifiquei que esta informação era falsa”, relata Serrão, explicando que se manteve, por isso, em funções.

O pior estava para vir, afirma.

“Em 23 de Junho de 1975 soube, por uma notícia de um jornal, que tinha sido demitido de professor e da função pública por despacho do ministro da Educação e Cultura”, escreve.

Cerca de um ano depois, Daniel Serrão foi reintegrado, graças uma “decisão do Conselho da Revolução”, e retomou a suas funções de professor da FMP e de director do Serviço Hospitalar de Anatomia Patológica do Hospital de S. João.

Daniel Serrão não tem dúvidas: “o PCP e a extrema-esquerda estiveram por trás destas decisões”.

“Atribuíam-me poderes extraordinários, resultantes da minha suposta vinculação a uma organização secreta de orientação nazi, ligada a movimentos europeus de católicos integristas”, afirma o médico no livro.

“Pura fantasia”, observa.

Nesse período “conturbado” da história contemporânea portuguesa, escreve Serrão, que foi o período imediatamente após o 25 de Abril, “muitas pessoas foram afastadas dos seus cargos públicos devido às suas ligações ou simpatias, por vezes infundadas, com o regime de Salazar/Marcelo Caetano”.

“Eu teria de ser abatido”, aponta Daniel Serrão. “Assassinado, forçado a sair do país, demitido ou submetido”, garante Daniel Serrão que “essas quatro vias foram consideradas seriamente”, tudo porque, assegura, se opôs à alegada tentativa comunista para tomar conta da FMP e do Hospital de S. João.

O livro será apresentado em Lisboa, sexta-feira, também na Ordem dos Médicos, pelas 18:00.

AYM.

Lusa/fim

Agência Lusa

A Visão de Estadista de Margareth Thatcher

15/09/2013

Margaret Thatcher insistia que:

“Não façamos projetos, sigamos princípios. Seguindo princípios, cada um os aplicará no caso concreto à sua vida e ao seu projeto pessoal. Ao invés de obrigar por meio de um plano governamental a “abolição da propriedade privada da terra”, como determinava a Constituição da União Soviética no art. 3º (e também determinava no mesmo artigo a “impiedosa repressão da resistência dos exploradores” que se opusessem a isso), Thatcher adotou o princípio da liberdade e da propriedade e deixou que cada cidadão britânico os aplicasse em suas vidas particulares, em seus próprios projetos, sem o governo a controlar-lhes e a dizer como seriam suas vidas. O resultado foi o maior boom econômico da história recente da Grã-Bretanha.

Princípios são perenes; princípios e valores são válidos em todos os tempos, em todos os lugares, para todos. Qual homem nunca quis ser realmente livre? Qual homem nunca defendeu sua casa – sua propriedade – e sua família que lá morava? Qual homem nunca buscou a felicidade?

Vida, liberdade e a busca da felicidade, estes são os fins da sociedade humana, os fins a que o governo deve sempre servir. Esses princípios nos fornecem o critério pelo qual o nosso progresso deve ser julgado” (Margaret Thatcher, Discurso “A consciência pode fazer de todos nós homens livres”, 14 de dezembro de 1978).

Há valores válidos de forma eterna e universal: a vida – sem a qual nenhum direito pode ser garantido –, a liberdade, a propriedade, a família, o direito de buscar a própria felicidade, o direito de falar…

“Enumerei os princípios que eu acredito que devem nos guiar. Sugeri que há alguns que devem ser observados sempre e em toda parte, princípios que são preceitos morais, não apenas metas desejáveis ​​do esforço humano […]. Quaisquer que sejam as licenças que tenhamos de dar quando aplicamos os nossos princípios em face da diversidade e do erro humano, nós ainda podemos manter os nossos princípios claros. Nós não podemos justificar o que é injustificável, aceitar como verdade o que sabemos ser falso, podemos evitar colocar o nosso selo de aprovação sobre o que não pudermos impedir. ‘Acima de todas as liberdades’, escreveu Milton, ‘dê-me a liberdade para saber, para proferir e discutir livremente de acordo com a consciência.’ A consciência pode fazer de todos nós homens livres” (Margaret Thatcher, Discurso “Conscience can make free men of us all”, 14 de dezembro de 1978).

Os princípios que defendeu, os valores pelos quais lutou: este é o mais importante legado de Margaret Thatcher, o que ela realmente quis deixar para a posteridade.

Vida, liberdade e busca da felicidade

Como vimos há pouco, Thatcher mencionava essa tríade de princípios como a mais fundamental. De fato, há diversos outros valores perenes, mas todos encontram sua substância nestes três. A vida é o mais fundamental de todos: sem ela é impossível qualquer um ser livre, ter sua propriedade e buscar a própria felicidade. A busca da felicidade, por sua vez, é o ideal do homem: já Aristóteles dizia que a busca incessante do homem era a felicidade, e Cristo propunha a salvação, isto é, a bem-aventurança e felicidade completa em Deus.

Mas Thatcher, apesar de enumerar a tríade que ela considerava fundamental nos princípios que defendia, cresceu e atuou politicamente numa conjuntura em que um deles, em especial, era atacado de todos os lados: a liberdade.

O valor da liberdade é o que mais encontramos na vida e nos discursos da Dama de Ferro. Ela desenvolveu um verdadeiro corpo de ensinamentos sobre a liberdade. Thatcher entendia que, para buscar a própria felicidade, o ser humano deveria ser livre e não tutelado por um governo controlador que lhe dissesse o que devia fazer, como acontecia nas ditaduras comunistas que enfrentou em sua época. O governo não deveria determinar como as pessoas deviam usar seu dinheiro ou seus bens, mas cada um deveria investir onde entendesse lhe dar mais retorno. Thatcher promoveu uma verdadeira reforma econômica e desoneração de tributos, no que ela chamava de “capitalismo popular”: dar a cada cidadão, do mais pobre ao mais rico, o direito de ter sua propriedade, de ter algo para chamar de seu, e de investir nela livremente. Liberdade econômica que levou ao crescimento.

“A essência de uma sociedade livre é que há áreas inteiras da vida onde o Estado não tem nada que ver, não tem o direito de interferir. O movimento espontâneo de união das pessoas em torno de um interesse comum leva a relações criativas entre elas de uma maneira que grupos criados pela força da autoridade nunca poderiam competir. Muitos dos melhores resultados da nossa história derivam disto” (Margaret Thatcher, Discurso “The Ideals of an Open Society”, 6 de Maio de 1978).

Mas era mais do que só liberdade econômica. Era também a liberdade de viver, de falar e de pensar sem o controle da burocracia governamental, mas pela própria consciência – “A consciência pode fazer de todos nós homens livres”, dizia ela, citando Milton.

Óbvio que, se de um lado Thatcher lutava contra as ditaduras – e era também uma luta contra as “ditaduras disfarçadas”, aqueles países que diziam ser livres e controlavam a vida dos cidadãos por uma série de leis restritivas de pensamento e de propriedade, como é o modelo brasileiro atual –, a Dama de Ferro estava ciente de que havia um outro perigo: o risco de que a liberdade se tornasse libertinagem.

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Se há liberdade, não se pode esquecer de que há valores morais que legitimam esta liberdade. Não há liberdade para fazer o mal ou defender o erro: liberdade de assassinar, de roubar, de destruir famílias; não existe. A liberdade é uma liberdade de fazer o bem, não o mal. É por isso que toda liberdade deve estar amparada na moralidade. Cristo dizia que “conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”, condicionando a liberdade à verdade. Há, portanto, um conjunto de valores morais verdadeiros que tornam a liberdade – também ela – verdadeira. Sem isso esta se perderia em libertinagem. E as leis do estado só são legítimas se protegem esse conjunto de valores: uma lei que protege a vida e a família deve ser seguida, pois garante a verdadeira liberdade; uma lei que ofende a vida e a família é ditatorial e destrói a liberdade.

“Isso significa que devemos ter liberdade e devemos ter moralidade – sozinhas não são suficientes. Porque a liberdade torna o homem livre para fazer o mal tanto quanto para fazer o bem, ela só pode florescer sob a proteção de uma lei justa e imparcial. O papel mais importante do estado em uma democracia é defender o Estado de Direito.” (Margaret Thatcher, Discurso “Conscience can make free men of us all”, 14 de dezembro de 1978).

“Eu trabalho por uma sociedade livre e responsável. Liberdade não é sinônimo de uma vida fácil. Na verdade, a minha fé na liberdade não se baseia em última instância em argumentos utilitaristas. […] Há muitas coisas difíceis sobre a liberdade: ela não lhe dá segurança, ele lhe cria dilemas morais, exige auto-disciplina, impõe grandes responsabilidades, mas esse é o destino do homem e, em tal consiste a sua glória e salvação. Mais ainda: mesmo quando a liberdade parece estar trabalhando contra a harmonia social, como às vezes acontece, é preciso lembrar que ele tem o seu próprio valor intrínseco, justamente porque os homens e as mulheres nasceram para ser livres” (Margaret Thatcher, Discurso “I BELIEVE – A Speech on Christianity and Politics”, 30 de março de 1978).

E se a liberdade se torna libertinagem, já não é mais liberdade, é escravidão à desordem, ao caos, à destruição:

“A liberdade destruirá a si mesma se não for exercida dentro de algum tipo de embasamento moral, um corpo de crenças comuns, alguma herança espiritual transmitida através da Igreja, da família e da escola. Ela também irá destruir a si mesma se não tem nenhum propósito. Há uma oração bem conhecida que se refere ao serviço de Deus como ‘perfeita liberdade’. Meu desejo para o povo deste país é que haveremos de ser ‘livres para servir’” (Margaret Thatcher, Discurso “I BELIEVE – A Speech on Christianity and Politics”, 30 de março de 1978).

Modernidade demais, valores de menos

Margaret Thatcher foi uma mulher dos nossos tempos. E, nestes nossos tempos, defendeu os princípios de sempre, mostrando que eles não são coisa de museu, que têm lugar nos dias atuais. Ela era consciente de que sem estes princípios não havia propósito algum para viver, a sociedade e o ser humano se destruiriam a si próprios por não terem um caminho seguro pelo qual trilhar. Por causa disso, a luta pelos valores era a luta mais importante. Não bastava derrubar a União Soviética, destruir pela guerra uma ditadura. Não. Era preciso restaurar a cultura, restaurar os princípios esquecidos. Ainda hoje essa é a luta mais importante: idéias não são destruídas por armas, mas por outras idéias. “Precisamos apenas substituir as más idéias por idéias melhores”, dizia o economista Ludwig Von Mises, uma das influências da Dama de Ferro.

“Nunca antes os nossos valores mais básicos, os valores cristãos que vão de encontro às tradições hebraicas e gregas, foram tão ameaçados como são hoje. A vida em família, a inocência das crianças, a decência pública, o respeito pela lei, o orgulho de um bom trabalho, o patriotismo, o democracia, todos estão sob ataque. […] Para derrotar os sabotadores precisamos de coragem moral fundamentada em crenças e valores atestados. Armados desta coragem, podemos erguer-nos perante a ameaça, o escárnio e a difamação. Nossos antepassados ​​se levantaram contra coisas muito piores e venceram” (Margaret Thatcher, Discurso “Heritage under Attack”, 9 de setembro de 1977).

Eis o verdadeiro legado de Margaret Thatcher.

_____

Nota: Todos os trechos de discursos de Margaret Thatcher foram traduzidos a partir dos originais disponíveis em Margaret Thatcher Foundation (http://www.margaretthatcher.org).

Faculdade jesuíta convida inimigos da Igreja para dar cursos em Simpósio

11/09/2013

LEONARDO BOFF, ex padre, teólogo da libertação dá palestra em Faculdade de Teologia.

29 de agosto de 2013 às 10:26

Pedro Canísio de Alcântara

De 2 a 4 de outubro de 2013, a Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia promoverá seu IX Simpósio Internacional Filosófico-Teológico. Depois da ilustre presença do Prof. Dr. Leonardo Boff com a conferência de abertura do Simpósio no ano passado, este ano a FAJE convidou para dar conferências e seminários dois notórios inimigos da Igreja Católica: a laicista e abortista Profa. Dra. Roseli Fischmann (USP) e o Pe. José Maria Vigil, CMF, um dos hereges mais ousados de nosso tempo.

Uma acadêmica laicista e abortista

A Dra. Fischmann irá ministrar um seminário (4h/a) que tem por título “O caráter educativo da laicidade do Estado” e se realizará conforme a programação do evento nos dias 3 e 4 às 10h no Campus da FAJE.[1] O seminário está entre os cinco eventos simultâneos entre os quais os alunos da instituição poderão escolher para participação obrigatória.

A Dra. Fischmann faz parte do Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA)[2], que “conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e seu foco é capilarizar a discussão do tema do aborto sob o prisma da Saúde Pública e retirá-lo da esfera do crime.”[3] Entre seus participantes o GEA declara outras organizações, como por exemplo, as Católicas pelo Direito de Decidir e o Ipas Brasil, que possuem a mesma finalidade, além do Ministério da Saúde e da Secretaria de Política para as Mulheres.[4] Para alcançar seu fim o GEA “produz novos materiais e estimula a difusão de informação e dados de pesquisas através de entrevistas e matérias nos veículos de comunicação do Brasil e no mundo e realiza seminários, colóquios e encontros com mais parceiros nessa iniciativa.”[5] Tudo isso para descriminalizar o aborto. Para se ter ideia da importância do GEA, alguns dos seus membros e o próprio grupo tiveram importância na discussão e julgamento favorável ao aborto de fetos anencéfalos pelo STF na ADPF 54.[6]

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Pró-aborto, a Dra. Roseli realizou nos anos de 2007 e 2008 o projeto “Ensino Religioso em Escolas Públicas: legislação e normas e seu impacto sobre a cidadania e os direitos sexuais e reprodutivos”. Tal projeto teve como financiadores as Católicas pelo Direito de Decidir[7] e apoio financeiro da MacArthur Foundation (ambas abortistas) com consultoria do GEA.[8]

Em 2009, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, a Dra. Roseli Fischmann, contrária ao acordo entre o Brasil e o Estado do Vaticano, defendeu a  inconstitucionalidade e os perigos do acordo[9] [10]. Tendo ela mesma, por conta desta ocasião, pedido a viagem de representante(s) da virulenta ATEA Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos para Brasília.[11]

Contrária ao ensino religioso na escola pública[12], no contexto do acordo com a Santa Sé ela afirmou: “A abordagem insidiosa da Igreja Católica sobre o ensino religioso nas escolas públicas não pode mais ser alvo de omissão por parte das autoridades, em particular dos parlamentares, em nome de supostas boas intenções que permeariam um suposto ensino interconfessional. Na prática, no cotidiano das escolas, crianças de 6 ou 7 anos de idade são objeto de manipulação por parte de pessoas que sequer percebem o que estão fazendo e vão, com isso, moldando consciências de forma oposta às exigências de autonomia moral presentes na boa educação, disseminando também preconceito e discriminação.

Temas como meio ambiente, saúde e em particular saúde reprodutiva podem ser afetadas diretamente pelo tipo de abordagem dada nessas propostas inconstitucionais de ensino religioso, negando o conhecimento científico, pela abordagem que é própria para o campo religioso, mas imprópria para o campo pedagógico, sobretudo da escola pública. Nessa perspectiva, valores e condutas podem ser “ensinados” como verdade absoluta, ignorando a ética e a formação para a autonomia, sem o que não se consolidará jamais a democracia.”[13]

Comentando sobre um “casal” de homossexuais, lamenta o julgamento destes “casais” como “não merecedores do reconhecimento como entidade familiar” dizendo que “é a falta de reflexão crítica e de postura ética que leva a essa situação em que é preciso lei e decisão judicial, onde apenas o justo reconhecimento da dignidade do ser humano bastaria.”[14] Tal reconhecimento familiar, portanto, seria apenas o justo reconhecimento da dignidade do ser humano.

Em outro texto sobre o mesmo assunto, comenta: “amparada na ética e voltada para o avanço histórico, decisão inédita em nível federal, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), reconhecia a legalidade da adoção de crianças por casal homossexual de Bagé (RS).”[15]

Em um texto sobre denúncias de pedofilia na Igreja, ela pega carona neste assunto e critica a interferência da Igreja em políticas públicas, como se a Igreja, quer dizer, os católicos, não fizessem parte da sociedade. Ela aponta a “outra face da moeda, que credita à Igreja Católica o poder de a tudo julgar e tudo determinar na vida humana, inclusive interferindo em políticas públicas. É o caso das pressões sobre o 3º PNDH, para os temas de retirada dos símbolos religiosos de estabelecimentos públicos, reconhecimento da autonomia das mulheres, em caso de aborto, e das uniões homoafetivas, incluindo adoção de filhos.” E argumenta que os fiéis católicos não serão obrigados ao que contraria a doutrina católica. Argumenta também que o interesse público deve atender toda a cidadania, sem discriminação. E que não cabe às denominações religiosas convencer o Estado a atender as determinações que elas pregam. O Estado, segundo ela, lida apenas com o que é crime. E, por fim, acusa o Vaticano de disposição de ser soberano por sobre a ordem humana.[16] Caberia perguntar como ela justifica que os católicos devem se reduzir a aceitar as leis decididas para “atender toda a cidadania”, isto é, as vontades e os pensamentos de quem quer que seja e devem aceitar a ordem pública por tais pessoas desejadas. Pelo jeito, a Dra. Roseli substituiu “bem comum” pela vontade desse conjunto chamado “toda cidadania”, que leva à exclusão do pensamento e da vontade dos católicos sobre a sociedade.

Note-se que o Estado, na pessoa de seus governantes, sempre faz juízos de valor e juízos morais sobre a maldade ou bondade daquilo que é considerado crime; de fato, nem todo mal moral é ou deve ser crime, mas todo crime há de ser mal moral, porque atenta contra o bem público ou privado, caso contrário carece de matéria, constituindo-se em mera arbitrariedade. A própria Dra. Fischmann realiza uma série de juízos morais. Dizer que o Estado não trata de moral é falso. Dizer que a influência da Igreja, tanto no plano da pregação religiosa quanto no plano do senso comum e da sua forte e milenar reflexão filosófica, deve ser eliminada é fazer uma opção filosófica ou ideológica clara, mas que ela não adverte. O que faz a posição da Dra. Fischmann melhor do que a dos católicos? Por que razão eliminá-la do debate? Qual a razão pela qual devemos aceitar o bom-mocismo politicamente correto da moda? Sob qual fundamento se sustenta o igualitarismo religioso ou o indiferentismo do Estado? Serão estas questões passíveis de serem colocadas em debate? Se não, por quê?

A doutrina católica sobre a relação da religião com o Estado, a sociedade e a educação

Por fim, convém lembrar a doutrina católica, exposta no Concílio Vaticano II, sobre os temas tratados acima pela Dra. Roseli:

– Prestar culto a Deus é um dever dos homens e para isto devem ter imunidade de coação na sociedade civil, portanto, “permanece a doutrina católica tradicional acerca do dever moral que os homens e sociedades têm para com a verdadeira religião e com a única Igreja de Cristo.”[17]

– A Igreja defende o ensino religioso católico nas escolas públicas.[18]

– O bem comum, fim da comunidade política, “compreende o conjunto das condições da vida social que permitem aos indivíduos, famílias e associações alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição.”[19] Portanto, bem comum está ligada não às condições de realização de qualquer vontade, mas às condições objetivas para alcançar a perfeição humana, fim de sua natureza objetiva.

– Além disso, “o apostolado no meio social, isto é, o empenho em informar de espírito cristão a mentalidade e os costumes, as leis e estruturas da comunidade em que se vive, são incumbência e encargo de tal modo próprios dos leigos que nunca poderão ser plenamente desempenhados por outros.”[20] Tal apostolado não exclui nenhum bem espiritual ou temporal.[21] Por isso, o Concílio pede aos católicos que “investiguem em conjunto o modo de organizar as instituições sociais e públicas segundo o espírito do Evangelho.”[22] Não, obviamente, fazer e estudar o modo como a Dra. Fischmann quer organizar a sociedade. O único evento digno desta senhora é um debate, se muito.

Um herege brutal

Mas como um é pouco, mas dois é bom, como não poderia deixar de ser, o Simpósio contará com uma personalidade ilustre da teologia da libertação: o Pe. José Maria Vigil, CMF. Ele apresentará uma conferência às 8h do dia 4 de outubro na FAJE com o título “Consequências da secularização e tarefas para o futuro” e às 19:30 do mesmo dia será a figura principal de uma “mesa redonda” com o mesmo título. Já no Campus Coração Eucarístico da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, nos dias 3 e 4 às 14:30, o Prof. Vigil irá ministrar o seminário “A grande virada que vem – Releitura do cristianismo a partir de novos paradigmas: Enfoque epistemológico” no âmbito do V Simpósio Internacional de Teologia e Ciências da Religião desta universidade.

O padre Vigil é aquele que escreveu o livro “Teología del pluralismo religioso. Curso sistemático de Teología Popular”, que foi objeto de uma nota[23][24] da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da Conferência Episcopal Española. Na nota sobre tal livro, podemos ler:

“La pretendida unión entre la teoría y la práctica se ve, sin embargo, condicionada por incorrectos presupuestos metodológicos, como son la asunción acrítica de una filosofía racionalista que niega de facto la posibilidad real de la intervención de Dios en la historia, la lectura e interpretación de la Sagrada Escritura al margen de la Tradición eclesial, la hermenéutica del Concilio Vaticano II en clave de ruptura, la negación del Magisterio como intérprete auténtico de la Palabra de Dios escrita y transmitida, una concepción relativista del hecho religioso, una comprensión sociológica de la Iglesia y una presentación ideológica de la Historia de la evangelización[1].”

“Estos presupuestos metodológicos llevan a afirmaciones incompatibles con la fe de la Iglesia católica, como son, entre otras: la negación del realismo de la Encarnación, presentada como “«teologúmenon», metáfora, mito, símbolo” (p. 173), de la Preexistencia del Logos (p. 189) y de la Mediación salvífica única y universal de Cristo y de la Iglesia; la contraposición entre “el cristianismo del Cristo dogmático” y “el cristianismo del Evangelio del Reino de Dios y del seguimiento de Jesús” (pp. 171-172); la negación de la voluntad fundacional de Cristo respecto a la Iglesia (p. 119); la comprensión inmanentista de la Revelación, entendida como “un caer en la cuenta” de lo que Dios va obrando; la consecuente equiparación de la Revelación sobrenatural a las “revelaciones” de otras tradiciones religiosas (pp. 81-91); la ruptura entre el Reino de Dios y la Iglesia; o, la reducción de la religión a la ética, entendida como justicia y respeto al otro (pp. 195-209)”

A nota conclui dizendo que “La gravedad de los errores contenidos en este libro, unida a su carácter divulgativo, hacen de esta obra un instrumento especialmente dañino para la fe de los sencillos.”  A nota é mais extensa, mas estes trechos ilustram bem.

Diante de tudo isso, fazemos algumas perguntas: nesta hora grave da história da Igreja, especialmente no Brasil, onde o laicismo avança e as heresias e a superficialidade pululam, onde a teologia da libertação e a ideologização dominam sobre a fé, sob quais argumentos se pode justificar a presença de tais ilustres inimigos da Igreja para dar conferências e seminários em uma faculdade católica, inclusive eclesiástica, como a FAJE e uma universidade pontifícia como a PUC Minas? Quem os convidou e por qual motivo? É normal que uma instituição, mesmo universitária, convide inimigos da Igreja e hereges manifestos para sofismar impunimente diante de seus alunos que dão os primeiros passos nas ciências sacras e profanas?

A disciplina da Igreja em matéria educacional para este caso

É verdade que a Igreja permite a colaboração das Faculdades eclesiásticas com outras Faculdades não católicas, mas procurando, porém, “conservar sempre com cuidado a própria identidade.”[25] O mesmo se deve dizer dos professores com os quais colabora. Quando fala dos professores não católicos[26], as Disposições da Sagrada Congregação para a Educação para a Exata Aplicação da Constituição Apostólica Sapientia Christiana dizem que se deve ater às normas da competente autoridade eclesiástica e remete ao Diretório sobre o Ecumenismo, Segunda parte[27]. Consultando a documentação mais atual, de 1993[28], ao falar da questão se os estudantes católicos de primeiro ciclo podem assistir a cursos especiais dados por professores de outras igrejas, podemos ler:

“Quando se deve tomar uma decisão sobre se devem ou não assistir a cursos especiais, há que se considerar bem a utilidade do curso no contexto geral de sua formação, a qualidade e o espírito ecumênico do professor, o nível de preparação prévia dos mesmos estudantes, sua maturidade espiritual e psicológica. Quanto mais próximo se refiram as conferências ou cursos a temas doutrinais, mais cuidado será necessário em tomar uma decisão sobre a oportunidade da participação dos estudantes.”[29]

Conclusão

Quanto aos professores, fica claro que ambos não possuem as qualidades intelectuais requeridas. Qual será o caráter educativo da laicidade do Estado da Dra. Fischmann consequente com suas teses e mentalidade? Quais serão as tarefas para o futuro dadas pelo Dr. Vigil consequentes com sua falta de fé católica? E quanto aos alunos, convém dizer que, em sua maioria, ignoram a doutrina da Igreja e a fidelidade a ela devida sobre muitos dos pontos acima. Se há dúvidas quanto a isso, que se lhes interrogue. Não se trata aqui de querer impedir aquela informação necessária aos estudantes das doutrinas dos filósofos e teólogos, seja de qual corrente forem, dada por professores idôneos, respeitosos e capazes. Por isso, é necessário que as autoridades eclesiásticas intervenham não só para impedir que tais inimigos da Igreja nestas instituições profiram seus sofismas, mas também para que se acabe com o costume de contratar, convidar ou permitir professores inidôneos.

***

Quem, diante de tais fatos, quiser enviar este texto às autoridades competentes pedindo providências, pode fazê-lo através dos endereços a seguir:

ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE

Excelência Reverendíssima Dom Walmor Azevedo Oliveira de Azevedo

Palácio Cristo Rei

Praça da Liberdade, 263 – Funcionários – 30140-010 – Belo Horizonte – MG

SECRETARIADO PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR DA CURIA GERAL DOS JESUÍTAS EM ROMA

http://www.sjweb.info/contactcompose.cfm?ContactWho=1

NUNCIATURA APOSTÓLICA

Excelência Reverendíssima Dom Giovanni D’Aniello, Núncio Apostólico

Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 Brasília – DF

Cx. Postal 0153 Cep 70359-916 Brasília – DF

Fones: (61) 3223 – 0794 ou 3223-0916

Fax: (61) 3224 – 9365

E-mail: nunapost@solar.com.br

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA – DOS SEMINÁRIOS E DOS INSTITUTOS DE ESTUDO

Eminência Reverendíssima Dom Zenon Cardeal Grocholewski:

Piazza Pio XII, 3 00193 – Città del Vaticano – ROMA

Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088

[1] http://www.faculdadejesuita.edu.br/eventos/index.php?pagina=grupo_conteudo&tela=41&evento=5

[2] http://aads.org.br/gea/membros.html

[3] http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_folheto_apresentacao.pdf

[4] Idem

[5] Idem

[6] Tendo seu coordenador Thomaz Gollop feito exposição na audiência do STF em 8 de agosto de 2008. Outros exemplos de trabalhos pró-aborto deste grupo no Brasil podem ser lidos nos links a seguir: http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_folheto_argumentos.pdf

http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_consolidado2010.pdf

http://aads.org.br/gea/documentos/REFORMA_CPENAL_SENADO.pdf

[7] em caráter de cooperação.

[8] http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4783302U1

[9] http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/credn/documentos/notas-taquigraficas/Audiencia%20Publica%20MSG%20134-09%20-%2007-07-09.pdf

[10] Defendendo-a em público. http://www.youtube.com/watch?v=mNbKY1ej6Ng

[11] https://atea.org.br/index.php/component/content/article/923-dia-a-dia/127-atea-acao-urgente-sobre-a-concordata

[12] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/3651-deus-nao-frequeenta-laboratorio

[13] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/651-o-ensino-religioso-e-o-vaticano

[14] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/16622-vitoria-da-bola-preta-por-roseli-fischmann

[15] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/5824-do-preconceito-a-promocao-do-direito

[16] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/5149-de-pecados-e-crimes

[17] Dignitatis Humanae, 1.

[18] Gravissimum educationis, 7.

[19] Gaudium et spes, 74.

[20] Apostolicam actuositatem, 13

[21] Ibid

[22] Idem, 14.

[23] http://www.conferenciaepiscopal.es/index.php/actividades-noticias-doctrina/1651-nota-sobre-el-libro-del-rvdo-p-jose-maria-vigil-cmf-teologia-del-pluralismo-religioso-curso-sistematico-de-teologia-popular.html

[24] http://www.conferenciaepiscopal.es/index.php/notas/2008/322-la-comision-episcopal-para-la-doctrina-de-la-fe-hace-publica-una-nota-sobre-el-libro-del-p-jose-mo-vigilteologia-del-pluralismo-religioso-curso-sistematico-de-teologia-popular.html

[25] Disposições da Sagrada Congregação para a Educação para a Exata Aplicação da Constituição Apostólica Sapientia Christiana. Art. 49 par. 1

[26] Idem. Art. 18

[27] ASS 62 (1970), pp. 705ss.

[28] Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Diretório para a aplicação dos princípios e normas sobre o ecumenismo

[29] n. 194

PS faliu Portugal 3 vezes – comunismo é miséria

09/09/2013

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/ps-levou-o-pais-a-ruina-tres-vezes-em-40-anos

Organização política administrativa local no Brasil e em Portugal – Vilas – Municípios no Brasil e em Portugal

29/08/2013

Abra estes PDFs explicação completa:

 

FARC: Manifesto Anti-Terrorista – As Farcs apoiadas pelo PT

26/08/2013

FARC: Manifesto Anti-Terrorista

Publicada por Voz da Revolta – Manifesto Popular Português |

MANIFESTO ANTI-TERRORISTA

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Guerrilheiros das FARC-EP.

As FARC-EP (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia – Ejército del Pueblo) são uma organização político-militar de inspiração marxista-leninista. Sendo uma milícia paramilitar, argumentam que o comunismo só pode ser implementado através de uma revolução armada.

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Parada militar.

As FARC estão classificadas, pela ONU e UE, como uma organização terrorista. Sendo também acusadas pela comunidade internacional de obter financiamento através extorsões, sequestros, tráfico de droga e tráfico de armas.

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Crianças guerrilheiras.

As FARC recrutam, geralmente à força, crianças. A Human Rights Watch estima que a maior parte dos combatentes da linha da frente, são menores de idade, muitos chegando a ter 12 anos, estimando assim, um total de 5000 crianças. Muitas crianças são também usadas como bombas suicidas. As crianças que tentam escapar das fileiras da guerrilha são punidas com tortura e morte.

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A cidade de Granada após a passagem das FARC.

Ultimamente algo se tem falado, contudo não o suficiente, da sua presença em Portugal, em que uma delegação do Partido Comunista da Colômbia (face política das FARC) marcou presença na festa do Avante! Contudo, os dirigentes do Partido Comunista Português, quando confrontados com tal acusação, alteram o discurso referindo as «diferentes concepções de terrorismo entre o PCP e a UE» e alegando também a passagem de «voos da CIA em território português».

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A comissão de Paz que se dirigia a um encontro com as FARC, tendo sido surpreendida pelas mesmas.

Diz o povo: «Quem não deve não teme» e esta inquietude do PCP tornou-se algo estranha e denunciante de conivência. Mesmo nos seus sites e blogs satélites, verificou-se uma tentativa, de limpar a imagem do PCP. Todavia, e ao contrário do que o PCP quis transparecer, as FARC confirmaram no seu site oficial, a presença na festa Avante!

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Colar-bomba colocado em Elvira Cortés, após se ter recusado a pagar uma extorsão de 7.500 dólares.

Assim como cidadão nacional, considero que a presença de uma organização terrorista em território português, a convite do PCP, pôs em causa a segurança interna. E classifico esta atitude como totalmente irresponsável e ilegal perante as leis portuguesas e internacionais, como tal, compete ao estado português fazer cumprir-se a lei.

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Campo de Prisioneiros das FARC.

Por isso deixo o meu manifesto pela justiça e pela segurança interna, invocando os Artigos 272.º e 273.º da Constituição da Republica Portuguesa e a Lei n.º 52/2003:

Artigo 272.º (Polícia)

1. A polícia tem por funções defender a legalidade democrática e garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos.

Artigo 273.º (Defesa nacional)

1. É obrigação do Estado assegurar a defesa nacional.

Lei n.º 52/2003 de 22 de Agosto

Lei de combate ao terrorismo (em cumprimento da Decisão Quadro n.º 2002/475/JAI, do Conselho, de 13 de Junho) – Décima segunda alteração ao Código de Processo Penal e décima quarta alteração ao Código Penal.

Artigo 2º
Organizações terroristas

2 – Quem promover ou fundar grupo, organização ou associação terrorista, a eles aderir ou os apoiar, nomeadamente através do fornecimento de informações ou meios materiais, ou através de qualquer forma de financiamento das suas actividades, é punido com pena de prisão de 8 a 15 anos. 

Fonte: Blog “Demokratia”

Crime heterofóbico bárbaro: homossexual mata família por discordar de sua orientação sexual

29/05/2013

quarta-feira, 29 de maio de 20130 

O músico Alcinei Ferreira Gomes, de 19 anos, foi preso acusado de matar a mãe, Maria Lita Gomes da Silveira, de 41 anos, e o irmão, Alen Luiz Gomes da Silva, 13, na residência da família, na noite desta terça-feira, na Zona Leste de Manaus. Ele também tentou matar o pai, Sildonor Ferreira da Silva, de 38 anos, com duas facadas. Segundo a polícia, ele confessou e disse que os assassinatos aconteceram após uma discussão em família.

Segundo Gomes, os pais e o irmão não aceitariam o fato dele ser homossexual. De acordo com o titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Mariolino Brito, o acusado pode ter premeditado o crime. O músico se apresentou espontaneamente à delegacia ainda na noite desta terça-feira. O pai dele foi internado no hospital, e não corre o risco de morrer.
Alcinei, segundo a polícia, esfaqueou primeiro a mãe e em seguida o irmão mais novo. Após praticar os homicídios, esperou o pai chegar do trabalho, na frente da casa, e o atingiu na cabeça com um pé de cabra. Sildonor ainda recebeu golpes de faca nas costas, antes de conseguir desarmar o filho.
O pai ainda tentou entrar na casa para tentar socorrer as vítimas. O corpo de Maria Lita foi encontrada em um dos cômodos da residência e do irmão mais novo, embaixo da cama de um dos quartos.
Em depoimento na manhã desta quarta-feira à polícia, Sildonor disse que o filho já havia sido submetido a tratamento no Centro Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, em Manaus. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) na noite desta terça-feira e velados nesta manhã, na residência da família.
No local, familiares e amigos estavam assustados com a atitude do músico. Vizinhos afirmaram que ele era um bom filho e nunca levantou suspeitas. O irmão de Sildonor, Nonato Gomes, afirmou não entender o motivo que teria levado o sobrinho a matar a mãe, o irmão e atentar contra a vida do próprio pai.
O delegado Mariolino Brito já entrou com pedido de prisão preventiva contra Alcinei Ferreira Gomes.
– Ele representa perigo para a sociedade – afirmou. A polícia aguarda pela sentença de um juiz plantonista para encaminhar o preso para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus, ainda nesta quarta-feira.
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Fonte: Portal A Desgraça Com Informações De Odulfo Moreira/Angico No Ar

São Paulo de Piratininga – Terra Bandeirante

08/03/2013

Antecedentes históricos da Villa de São Paulo de Piratininga:

Primitivo Paço Municipal da Villa  Vila de São Paulo de Piratininga em 1628:
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Quadro a óleo baseado em desenho original obtido do Arquivo das Índias, Espanha.

A Paulicéia (do Latim, pequenina, delicada) foi a cidadela   implantada no planalto piratiningano  dos índios Guaianazes, como posto avançado e instrumento civilizador europeu. Os Guaianazes seguiam o morubixaba Tibiriçá, o qual fez sua primeira aliança com João Ramalho, dando-lhe sua filha Bartira ou Mbicy como esposa e a segunda com Martim Afonso de Sousa, que muito o impressionou, ao ponto de adotar o seu nome em seu batismo cristão: Martim Afonso Tibiriçá! A Villa de São Paulo de Piratininga constituiu-se na primeira plataforma – permanente e profunda – da exploração do interior continental brasileiro!
O povoamento serra acima logo se viu isolado da cabeça da capitania, São Vicente, sem poder contar também com a  ajuda da metrópole lusitana, cujo contato só era possível através do porto vicentino. Esse isolamento planáltico fez com que optasse por outras atividades exploratórias do sertão, que viriam determinar as suas características mais marcantes, destacando-se a extrema mobilidade assimilada dos índios e o forte sentimento nativista independente, herdado de seus ancestrais ibéricos e lusitanos!
Desde cedo se organizou numa república aristocrática, governada pelos “homens bons” (de castas reconhecidas), o que iria causar muitos atritos com os futuros governos lusitanos e com os intransigentes capitães loco-tenentes da Capitania de São Vicente. Mas a Paulicéia se ancorava firmemente no foral de donataria de  D. João III, que lhes garantia total autonomia* (veja texto mais abaixo). A resistência da cidadela paulistana contra as ingerências lusitanas e vicentinas sempre foi legítima!(aliás, São Paulo sempre teve foral próprio de donataria separado de São Vicente).
Na realidade, metade da paulicéia dirigente era de origem castelhana (imigrada entre 1580 e 1640, período do governo espanhol), de temperamento mais forte, independente, aguerrido, traço inconfundível da sua origem “pasiega” da região cantábrica da Espanha, que contribuiu decisivamente para o expurgo dos invasores mouros-muçulmanos do território ibérico.
Cavaleiro Medieval Pasiego,  protótipo ancestral dos bandeirantes paulistanos Camargo e outros.
 Este é D. Alffonso García de Camargo, Cavaleiro da Ordem de Santiago, Alcaide de Burgos em 1335, ancestral do 1º Camargo imigrado ao Brasil em 1582, Juseph Ortiz de Camargo, tronco da família Camargo de São Paulo, Rio, Minas, Paraná e Sta. Catarina.
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O Brasão Camargo de Santillana e Burgos, ostentado por D. Alffonso
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Aliados aos  mais intrépidos vicentinos lusitanos, que abdicaram das facilidades litorâneas para enfrentar heroicamente as agruras do sertão bravio, amalgamaram a feliz composição da “Raça de Gigantes” que viria a conquistar e expandir todo o hinterland brasileiro nos séculos vindouros!  Seu núcleo social era oriundo das pequenas nobrezas portuguesa e espanhola, aqui aclimatadas e convertidas em Bandeiras conquistadoras de índios, territórios e minas (a Bandeira era originalmente uma instituição militar espanhola, daí seus líderes serem chamados de capitães e coronéis).  As grandes bandeiras de exploração que culminaram na descoberta das Minas Gerais e de Goiás, foram grandemente estimuladas pelo excelente governador D. Francisco de Sousa, em seu segundo mandato de 1609.Exteriorizavam uma mentalidade medieval autodeterminada com “valores e comportamentos próprios” (“motu-próprio”),  senhores de “muitos arcos” ou exércitos de indígenas bem treinados e com eles foram conquistando territórios,  fundando cidades e promulgando suas próprias leis. Nenhuma força invasora estrangeira (inglesa, francesa, castelhana e holandesa) pode vencer em batalha aquele original exército eurobugre** piratiningano! (**perdoem nosso neologismo).
El Rey D. João III
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*…”e por folgar de lhe fazer mercê do meu próprio motu”…”Outrossim, hei por bem e me praz que nas terras da dita capitania não entre nem possa entrar, em tempo algum corregedor nem alçada, nem outras algumas justiças para nelas usarem de jurisdição alguma, por nenhuma via nem modo que seja, nem menos será o dito capitão suspenso da dita capitania e governança e jurisdição dela”… (trecho do foral real de donataria da Cap. S. Vicente, concedida por ElRey D. João III de Portugal).
                                                                                             D. Martim Afonso de Sousa
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Em função destes e de outros fatores condicionantes, estabeleceu-se como gente única e espelho prototípico da nação brasileira, de renome internacional. E isto fez com que fosse a um mesmo tempo, um povo respeitado, temido e admirado, mas também  invejado pelas gentes  “caranguejeiras” das praias litorâneas, odiados pelos invasores estrangeiros e afrontados pelos padres catequistas da Cia. De Jesus.
Estes últimos foram expulsos em 1640 (actas v.5), por carta da CMSP, obedecendo a um abaixo-assinado da Pauliceia e das outras vilas adjacentes e despachada pelo então Juiz Ordinário Fernão de Camargo, “O Tigre”,acusados de tumultuar a colonização,  interferindo hipocritamente*** na atividade de preamento indígena destinado à imprescindível mão de obra das lavouras sempre crescentes (***os padres jesuítas também desfrutavam de igual mordomia).
O despeito decorrente da sua expulsão, como narra o livro “Memórias Para a História da Capitania de S. Vicente” de 1797, do frei beneditino Gaspar da Madre de Deus, fez com que atirassem muita lama na boa imagem paulistana, através de cartas à corte e ao Papa, e de rançoso livro publicado na Europa, acusando os paulistanos com inúmeras difamações.
A grandiosa obra do frei vicentino veio justamente desfazer todas essas calúnias, corroborada ainda pela sua similar e antecessora “Nobiliarchia Paulistana” (original passado de mão-em-mão), que só viria a ser publicada no século XIX, de autoria de seu primo paulistano, Pedro Taques de Almeida Paes Leme. Constituíram-se nas duas maiores referências da história e genealogia paulistana, em defesa da sua honra.
Quem quiser pesquisar a fundação de São Paulo e do Brasil, deverá começar por elas, patrioticamente reeditadas pela Editora Itatiaia (a coleção é grande). Lá e também nos melhores sebos ainda podem ser encontrados os livros sobre bandeirismo de Afonso de Taunay, Alfredo Ellis Jr e Alcântara Machado. Na Internet (dominiopublico.gov.br) é possível baixar  “Na Capitania de São Vicente”, de Washington Luiz e outros.  Vale a pena ler todos, sua cabeça vai endireitar! Conheça melhor a sua História e valorize a sua cidadania! Temos outro blog que trata de genealogia paulistana, caráter dos índios e bandeirantes segundo os melhores autores.
Mas primeiro, continue lendo as demais postagens.
Engenhosa maquete reconstituindo a topografia do antigo Campo de Piratininga e seu promontório cercado de rios, sobre o qual foi edificada a Paulicéia. Note-se as lagoas ou igarapés de águas escuras formadas pelo transbordamento dos rios Tamanduateí e Anhembi (Tietê), onde peixes represados ficavam secando  ao sol, daí o nome “Piratininga”, ou, “peixe-a-secar”, na língua Tupi (O autor nasceu ao lado de uma dessas lagoas do Tatuapé, onde banhou os seus pés infantis e é hoje a Avenida Marginal).
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                          (Clique sobre a imagem e ela se ampliará – para voltar, clique fora da imagem ampliada).

I GO TO KOREA Fugindo dos baixos salários da Terrinha

04/01/2013

Há uns dois anos, algum burocrata encartado olhou para a economia portuguesa e decidiu que a melhor forma de a fazer prosperar seria reduzindo os seus salários.

Já que não há moeda para desvalorizar, cortem-se os ordenados.

Claro que descer os vencimentos na folha salarial não é fácil, nem legal nem psicologicamente. Vai daí, optou-se por subir o IRS e eliminar os subsídios de férias.

A coisa fez-se, os visados protestaram um bocadinho, mas não o suficiente para reverter a decisão e os salários reais dos portugueses desceram um pedação no último ano (e continuarão a emagrecer em 2013).

A ideia é que, com salários mais baixos, os custos de produção serão menores e que isso tornará a economia portuguesa mais competitiva face às suas concorrentes europeias.

Mas num espaço europeu em que há liberdade de circulação de pessoas e em que um voo de avião de Lisboa para Amesterdão custa 79 euros, o resultado deste “choque” é a imigração dos portugueses mais dinâmicos e ambiciosos para melhores paragens.

Há uma geração de gente qualificada, que não ficará sentada no sofá à espera de empobrecer.

Por aqui, só ficarão os mais acomodados e os que têm filhos pequenos ou gente dependente.

Portugal terá salários mais baixos, mas também uma mão-de-obra menos qualificada.

Ficaremos mais pobres, não só nos salários, mas também na qualidade dos recursos humanos.

Com resultados finais (demografia incluída) ainda por apurar e que tenderão para a catástrofe.

E sendo assim, o último a sair, que apague a luz.

8 de Dezembro – Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida – Orago da Terrinha – Portugal

08/12/2012

Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Reino.

Nas cortes celebradas em Lisboa no ano de 1646 declarou el-rei D. João IV que tomava a Virgem Nossa Senhora da Conceição por padroeira do Reino de Portugal, prometendo-lhe em seu nome, e dos seus sucessores, o tributo anual de 50 cruzados de ouro. Ordenou o mesmo soberano que os estudantes na Universidade de Coimbra, antes de tomarem algum grau, jurassem defender a Imaculada Conceição da Mãe de Deus. Não foi D. João IV o primeiro monarca português que colocou o reino sob a protecção. da Virgem, apenas tornou permanente uma devoção, a que os nossos reis se acolheram algumas vezes em momentos críticos para a pátria. D. João I punha nas portas da capital a inscrição louvando a Virgem, e erigia o convento da Batalha a Nossa Senhora, como o seu esforçado companheiro D. Nuno Alvares Pereira levantava a Santa Maria o convento do Carmo. Foi por provisão de 25 de Março do referido ano de 1646 que se mandou tomar por padroeira do reino Nossa Senhora da Conceição. Comemorando este facto cunharam-se umas medalhas de ouro de 22 quilates, com o peso de 12 oitavas, e outras semelhantes mas de prata, com o peso de uma onça, as quais foram depois admitidas por lei como moedas correntes, as de ouro por 12$000 réis e as de prata por 600 réis. Segundo diz Lopes Fernandes, na sua Memoria das medalhas, etc., consta do registo da Casa da Moeda de Lisboa, liv. 1, pag. 256, v. que António Routier foi mandado vir de França, trazendo um engenho para lavrar as ditas medalhas, as quais se tornaram excessivamente raras, e as que aquele autor numismata viu cunhadas foram as reproduzidas na mesma Casa da Moeda no tempo de D. Pedro II. Acham-se também estampadas na Historia Genealógica, tomo IV, tábua EE. A descrição é a seguinte: JOANNES IIII, D. G. PORTUGALIAE ET ALGARBIAE REX – Cruz da ordem de Cristo, e no centro as armas portuguesas. Reverso: TUTELARIS RE­GNI – Imagem de Nossa Senhora da Conceição sobre o globo e a meia lua, com a data de 1648, e; nos lados o sol, o espelho, o horto, a casa de ouro, a fonte selada e arca do santuário. O dogma da Imaculada Conceição foi definido pelo papa Pio IX em 8 de Dezembro de 1854, pela bula Ineffabilis. A instituição da ordem militar de Nossa Senhora da Conceição por D. João VI (V. o artigo seguinte) sintetiza o culto que em Portugal sempre teve essa crença antes de ser dogma. Em 8 de Dezembro de 1904 lançou-se em Lisboa solenemente a primeira pedra para um monumento comemorativo do cinquentenário da definição do dogma. Ao acto, a que assistiram as pessoas reais, patriarca e autoridades, estiveram também representadas muitas irmandades de Nossa Senhora da Conceição, de Lisboa e do país, sendo a mais antiga a da actual freguesia dos Anjos, que foi instituída em 1589.

Roberto de Oliveira Campos – O homem que faz falta ao Brasil:

26/11/2012

Leia artigos de Roberto Campos aqui:

http://pensadoresbrasileiros.home.comcast.net/~pensadoresbrasileiros/RobertoCampos/

Roberto de Oliveira Campos trabalhou no segundo governo de Getúlio Vargas quando foi um dos criadores do atual Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do qual foi posteriormente presidente, de agosto de 1958 a julho de 1959 e participou da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos, que estudou os problemas econômicos brasileiros.

Rompeu com Getúlio Vargas e foi designado para trabalhar no consulado brasileiro em Los Angeles, onde aproveitou para conhecer profundamente o cinema de Hollywood.

No governo de Juscelino Kubitschek, teve participação importante no Plano de Metas, sendo um dos coordenadores dos grupos de trabalhos desse plano. Roberto Campos havia sugerido que se chamasse “Programa de Metas”, sugestão que Juscelino não acatou.

Roberto Campos sugeriu também que se fizesse um plano econômico mais amplo visando combater o déficit público e equilibrar as contas externas através de uma reforma cambial, o que JK também não acatou.

Exerceu os cargos de Embaixador do Brasil em Washington no governo João Goulart e Londres no governo Geisel. Quando embaixador em Londres, Roberto Campos participou da banca dedoutoramento em York do futuro presidente de Portugal, o professor Aníbal Cavaco Silva.

Apoiou, em 1964, a contra revolução democrática que impediu que o comunismo tomasse conta do Brasil, e tornou-se ministro do Planejamento no governo Castelo Branco. Como ministro, juntamente com o colega Octávio Bulhões do Ministério da Fazenda, modernizou a economia e o estado brasileiro através de diversas reformas e controlou a inflação.

No Governo Castelo Branco, Roberto Campos participou do grupo que criou: o Banco Nacional da Habitação (BNH), o salário-educação, o cruzeiro novo, a indexação de preços na economia brasileira através correção monetária pelas ORTNs, Obrigações reajustáveis do tesouro nacional. Elaborou e executou uma reforma fiscal através do novo Código tributário nacional, em 1966. Liberalizou a lei de remessas de lucros, lei nº 4.390, de 29 de agosto de 1964.

Criou, em conjunto com outros, o Banco Central do Brasil, o FGTS, o Estatuto da Terra. Foi o autor dos artigos econômicos da Constituição de 1967, a qual foi, nas palavras dele, “a constituição menos inflacionista do mundo“, a qual, entre outros dispositivos anti-inflacionários, não permitia que o Congresso Nacional fizesse emendas ao orçamento que aumentassem os gastos públicos da união.

Como ministro foi combatido por governadores, entre eles Ademar de Barros e Carlos Lacerda, que eram contra o corte de gastos públicos que Roberto Campos determinou para combater ainflação.

Roberto Campos teve grande influência na formulação da política externa do Brasil do governo Castelo Branco através da sua teoria dos círculos concêntricos.

Posteriormente, Campos tornou-se crítico dos rumos tomados por duas de suas criações: a correção monetária e o Banco Central do Brasil.

Roberto Campos e Otávio Bulhões, e mais Eugênio Gudin em 1954, foram os únicos economistas liberais a chegarem aos cargos de ministros da área econômica desde Joaquim Murtinho que foi ministro da fazenda de Campos Sales.

Foi senador, por Mato Grosso, pelo PDS, por oito anos (19831991), e deputado federal pelo Rio de Janeiro por duas legislaturas (19911999). Fez um discurso antológico na sua estreia no Senado Federal, que foi respondido pelo senador Severo Gomes, surgindo, então, uma rivalidade que marcaria época no Senado Federal.

Votou em Paulo Maluf na eleição indireta para presidente da república em 15 de janeiro de 1985, argumentando ser adepto da fidelidade partidária ao candidato do PDS e alegando que o referido candidato adotaria uma política econômica alinhada aos princípios liberais e privatizantes que defendia, linha programática que, em sua visão, não corresponderia à administração do candidato da oposição, Tancredo de Almeida Neves (PMDB), o vencedor do pleito.

No auge do Plano Cruzado durante o Governo José Sarney, Roberto Campos foi uma das poucas vozes a criticá-lo.

Sentia-se como sendo o único parlamentar na Assembleia Nacional Constituinte de 1988 a defender a economia de mercado. Não teve nenhuma de suas ideias aprovadas quando deputado e senador.

Apresentou 15 projetos de leis no Senado Federal, todos rejeitados, entre os quais, estão projetos visando o combate ao desemprego,  propondo:

  • Livre negociação salarial no setor privado e estabelece medidas de flexibilização do mercado de trabalho.
  • Extinguir, como empresas estatais, as que forem deficitárias, privatizando-as ou liquidando-as.
  • Estabelecer a livre negociação salarial.
  • Criar contratos de trabalho simplificados para facilitar novos empregos.

Terminou o mandato de senador constituinte reclamando da solidão do liberal no Brasil.

Ao lado de José Guilherme Merquior foi um dos ideólogos do Governo Collor, chegando a ser fortemente cogitado para ocupar o cargo de Ministro das Relações Exteriores no início de 1992, acerto que não se concretizou devido a desacertos políticos entre o PDS e o governo federal. Porém votou pela sua cassação, quando deixou o hospital onde estava internado com septicemia e compareceu de cadeira de rodas no Congresso Nacional, seu voto foi muito aplaudido.

Candidatou-se, à reeleição ao Senado Federal, pelo Rio de Janeiro, em 1998, perdendo por uma diferença de 5%, para Saturnino Braga.

Durante o início de sua carreira, Roberto Campos defendeu a intervenção estatal na economia desde que ligada ao desenvolvimento conjunto do setor privado capitalista e sem preconceito contra o capital estrangeiro, o que lhe rendeu a reputação de entreguista e a apelido (codinome) “Bobby Fields” dado por adversários de tendência anti-americana.

Fez este tipo de intervenção na economia, quando ministro do planejamento e no Plano de Metas de Juscelino Kubitschek, onde não se criaram muitas empresas estatais.

Roberto Campos cunhou as expressões monetarismo e estruturalismo na década de 1950 para identificar as duas principais visões que os economistas tinham sobre inflação.

 

Foi crítico daCepal e dos economistas da Unicamp. Era crítico também da Reforma Agrária.

Após o governo Castelo Branco, com o progresso do gigantismo estatal e da burocratização no Brasil durante os governos subsequentes da ditadura militar, muito especialmente nos governos de Emílio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, intensificou sua posição aberta de doutrinário liberal defendendo a tese de que um país só pode ter liberdade política com liberdade econômica. Criticou fortemente as estatizações de empresas e a criação de novas empresas estatais pelos seus sucessores no ministério do planejamento.

Convenceu-se de que o estatismo é trágico e empobrecedor quando foi embaixador em Londres, nas décadas de 1970 e 1980, quando acompanhou de perto o programa de privatização da economia inglesa feito pela primeira ministra da Grã-Bretanha Margaret Thatcher.

 

Nesse período participou da banca de doutoramento em economia na Universidade de York do atual presidente de Portugal Dr. Aníbal Cavaco Silva.

O triunfo do neoliberalismo, termo que ele dizia ser inexato, na década de 1990, deu-lhe a oportunidade de dizer, no seu livro de memórias:

Cquote1.svg Estive certo quando tive todos contra mim“.

Ao morrer, com 84 anos, deixou a fama, entre seus admiradores, de sempre ter razão de remar contra a maré e ser um liberal solitário no Brasil.

Combateu, sem o menor apoio e êxito, o monopólio da Petrobrás, que Roberto Campos chamava de Pretrossauro, repetindo a frase do Presidente Castelo Branco que dizia: “Se é eficiente não precisa do monopólio, se precisa, não o merece”. Sobre Petróleo, Roberto Campos dizia que “Petróleo é apenas um hidrocarboneto e não ideologia“.

Mostrou seus dons de profeta quando previu, em 1982, que a Lei de informática aprovada naquele ano pelo Congresso Nacional e que era de iniciativa do governo João Figueiredo, iria condenar o Brasil ao atraso na área de informática, atraso o qual persiste até hoje com o Brasil importando hardwares de pequenos países asiáticos.

Ex-keynesiano, mais tarde discípulo do economista austríaco Friedrich August von Hayek, e lamentava ter perdido tempo com outros autores. Roberto Campos postulava como Hayek que oEstado deveria ter o tamanho mínimo possível para o cidadão não se tornar servo dele. Schumpeter também foi um economista que Roberto Campos admirou já na juventude. Sua tese não concluída de doutorado (Phd) teria Schumpeter como “tutor”).

Em 1994, diria que sua defesa do dirigismo estatal havia sido um erro de juventude, “como a gonorreia” – um exemplo da ironia corrosiva pela qual se tornou conhecido. Sua inteligência nunca deixou de ser reconhecida até pelos inimigos políticos.

Roberto Campos escreveu, durante anos, artigos sobre economia, para jornais, destacando-se como grande polemista. Deixou vários livros publicados sobre política econômica.

Em 1999 foi eleito para a cadeira 21 da Academia Brasileira de Letras.

Deixou uma autobiografia intitulada “A Lanterna na Popa“, na qual retrata não apenas a história econômica recente brasileira e mundial, como também seus feitos e suas observações sobre personalidades que conheceu ao longo de sua vida.

Cquote1.svg “O mundo não será salvo pelos caridosos, mas, pelos eficientes”. Cquote2.svg

Roberto Campos também era muito crítico da sua profissão de economista:

Uma das suas frases mais famosas era:

Cquote1.svg Há três maneiras de o homem conhecer a ruína: a mais rápida é pelo jogo; a mais agradável é com as mulheres; a mais segura é seguindo os conselhos de um economista.

O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PEDIU O BLOQUEIO DOS BENS DO LULA NO VALOR DE R$ 9.526.070,64 POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.

19/11/2012
  • SAIU NA IMPRENSA PORTUGUESA PORQUE, COMO TODOS SABEM,

    A IMPRENSA BRASILEIRA É MUITO BEM PAGA PELO PT PARA PROTEGÊ-LO.
    ENTÃO, TEMOS QUE FAZER NÓS, INTERNAUTAS, O PAPEL QUE A IMPRENSA NÃO FAZ.

    Já sei, você não acredita não é mesmo?

    Então confira o processo na Justiça Federal:

    http://processual.trf1.jus.br/consultaProcessual/processo.php?secao=DF&proc=78070820114013400

    Depois de abrir o link acima, clique em “PARTES” e verá o nome do Lula. Se quiser poderá acompanhar o desfecho.

    Processo: 0007807-08.2011.4.01.3400
    Classe: 65 – AÇÃO CIVIL PÚBLICA
    Vara: 13ª VARA FEDERAL
    Juiz: PAULO CESAR LOPES
    Data de Autuação: 31/01/2011
    Assunto da Petição: 1030801 – DANO AO ERÁRIO –
    IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – ATOS
    ADMINISTRATIVOS – ADMINISTRATIVO
    Observação: ASSEGURAR O RESSARCIMENTO DOS

    BLOQUEIO DOS BENS DO LULA !
    A notícia que todo Brasil esperava foi publicada em 23/10/12 no jornal Correio da Manhã em Portugal, quem quiser confirmar é só clicar no endereço abaixo: no site português:

    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/ministerio-publico-pede-bloqueio-de-bens-de-lula

    Isso é a pontinha do iceberg. Se resolverem investigar fortemente o BNDES e Eike Batista iremos chegar a pelo menos US$ 40 bilhões segundo a revista americana FORBES

    Os PTralhas estão doidos com a notícia se espalhando.
    Se você ainda é PTista, e continua votando nessa quadrilha, boa sorte, continue assim, e deixará um um belo futuro brasileiro para seus filhos e netos.

Por culpa dos malditos socialistas, a Terrinha é agora Poortugal. Pobretugal.

19/10/2012

http://expresso.sapo.pt/portugal-e-agora-pobretugal-diz-a-the-economist=f761157

Terrinha: Como é duro sair do Socialismo: A tragédia do Socialismo em Portugal.

18/10/2012

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, lançou um ataque violento aos socialistas, acusando os governos passados de serem os responsáveis pela dureza do atual Orçamento do Estado.

Este Orçamento é o mais difícil dos últimos anos e é a fatura do passado, da festa da governação socialista“.

Foto NUNO PINTO FERNANDES-Global Imagens – Álvaro Santos Pereira, à esquerda, de Passos Coelho e Assunção Cristas.Santos Pereira abriu desta forma o debate parlamentar desta tarde de quinta-feira, no Parlamento, defendendo o que “é tempo de largar a pá e parar de cavar o buraco”, que disse ser o “mega ministério da dívida”.

Do Jornal de Notícias.

25 de abril de 1974, o comunismo chega ao poder em Portugal.

25/04/2012

Até hoje os estragos da Revolução do Cravos Vermelhos se fazem sentir na terrinha.

João Jardim quer proibir comunismo em Portugal – PORTUGAL DÁ A LARGADA NA LUTA CONTRA O COMUNISMO

17/07/2009

Alberto João Jardim quer rever a Constituição e proibir o comunismo em Portugal. O Presidente do Governo Regional da Madeira vai avançar na próxima semana, no Parlamento Regional, com a proposta de revisão onde se pode ler que a “democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias totalitárias e autoritárias” dando dois exemplos: o fascismo e o comunismo.

A proposta de revisão constitucional do PSD/Madeira vai ser apresentada e discutida na próxima quarta-feira no Parlamento madeirense numa sessão que contará com a presença de Alberto João Jardim, naquela que é uma das suas raras presenças naquele plenário.

Este projecto extremamente polémico defende o aprofundamento dos poderes legislativos, a criação de partidos regionais e a extinção do cargo de Representante da República.

Mas também entre os pontos secundários do documento se sugere “o esclarecimento de que a democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, não apenas de Direita – como é o caso do Fascismo, esta expressamente prevista no texto constitucional – como igualmente de Esquerda – como vem a ser o caso do Comunismo, não previsto no texto constitucional”.

Num documento bastante polémico as reacções não se fizeram esperar e a primeira chegou do território madeirense por parte do coordenador regional do PCP na Madeira que desde logo desvalorizou a proposta considerando-a igual à apresentada em 2003/2004 e que terá o mesmo destino, ou seja “caixote do lixo”.

Em declarações à Agência Lusa, Edgar Silva salientou que “só quem tem memória curta é que dá crédito” a esta iniciativa, lembrando que “já em 2004 a proposta de revisão constitucional de Alberto João Jardim apontava para estes aspectos e nem mereceu crédito por parte do PSD na Assembleia da República, incluindo os deputados eleitos pela Madeira e teve como destino o caixote do lixo”.

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27/08/2008

http://espectivas.wordpress.com/o-que-e-o-politicamente-correcto/