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Só São Paulo – São Paulo só – Já é hora dos vagões andarem sob suas próprias rodas

25/12/2013

O Movimento São Paulo Independente é uma associação de direito privado, legalmente constituída, que tem por finalidade a promoção de ações sociais e culturais voltadas ao Estado de São Paulo e seu povo, visando à defesa dos interesses Paulistas, promoção de debates, estudos livres e eventos, referentes ao papel de São Paulo dentro da federação, bem como, a conscientização do povo de São Paulo para reconhecer-se como membros de uma verdadeira e legítima nação, a NAÇÃO PAULISTA, fomentando ainda o Direito de Autodeterminação do Povo Paulista, rumo a sua soberania.

1. Nós cremos na autodeterminação dos povos, proclamado desde a antiguidade como um princípio amplamente legítimo e na modernidade consagrado na Resolução 1514 – XV da ONU, que afirma categoricamente:

“todos os povos tem o direito a livre autodeterminação”. Nossa posição é de solidariedade e irmandade com todas as nações subjugadas e oprimidas por falta de liberdade. Baseamo-nos ainda no Pacto Internacional sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, que no Artigo 1º dispõe:

“Todos os povos têm o direito a dispor deles mesmos. Em virtude deste direito, eles determinam livremente o seu estatuto
político e asseguram livremente o seu desenvolvimento econômico, social e cultural.”
2. Nosso Movimento busca e privilegia o mérito do trabalho de nossos ativistas.

Aqueles que trabalham pelo MSPI, com garra e abnegação, merecem ter o seu trabalho reconhecido com o respeito de nossos associados.
O papel do associado não é apenas ser simpatizante da causa, mas ser militante integral, real e consistente, dentro de suas possibilidades individuais.
3- As decisões tomadas a respeito dos rumos deste Movimento deverão sempre observar os princípios da democracia e da cidadania, bem como visar o bom andamento interno e institucional do MSPI, tudo com respeito à ordem e a hierarquia necessárias. Nossos associados deverão sempre opinar e questionar livremente, visando mantermos uma constante autocrítica no Movimento. Como buscamos aplicar a democracia dentro do MSPI, não poderíamos nunca ser contraditórios e pregar outra forma de regime para São Paulo:

Defendemos uma democracia harmônica, que aproxime o cidadão diretamente dos centros de decisão política que lhe dizem respeito.
4. Somos um movimento estritamente extrapartidário. Pessoas de diversos agrupamentos políticos e partidários serão bem vindas a participarem desse Movimento, desde que comunguem com os nossos princípios e normas básicos.

O MSPI deve servir somente aos mais altos interesses do POVO DE SÃO PAULO!
5. Os princípios da autonomia política, e da liberdade e responsabilidade pessoal são fundamentais para iniciarmos o percurso de reforma da sociedade Paulista, assim como o princípio presente em nosso terceiro ponto, que é a valorização dos méritos individuais, em prol de si mesmo e da coletividade paulista. Somos defensores da descentralização do poder, revalorizando a esfera municipal, a real e plena participação do cidadão como vigilante e partícipe dos poderes administrativos constituídos.
6. Defendemos a identidade do Povo Paulista. A manutenção e a valorização da identidade cultural tradicional de São Paulo são armas de coesão e força entre nós, e, portanto, devem ser nossos guias ideais na caminhada rumo à Nação Paulista. Do que adianta um povo com posses materiais, mas sem alma?
7. Afirmamos com força a ideia de diversidade cultural. Ressaltamos, não obstante, que a causa da diversidade cultural é distinta do uso ideológico que se faz da ideia de multiculturalismo, sobretudo na forma que assume quando direcionada como ferramenta, justamente, contrária à diversidade cultural, pregando a descaracterização das tradições dos povos em nome de uma igualdade padronizadora, homologada aos avatares do ‘politicamente correto’. No fundo, a meta daqueles que adotam tais posturas é destruir os laços dos homens com as tradições dos seus povos (sociais, culturais, espirituais, políticas e econômicas), criando
uma cultura global uniformizada. O que defendemos, mais uma vez, é a CONSERVAÇÃO e DIFUSÃO das tradições do Povo de São Paulo.
8. O espírito Paulista é de um empreendedorismo civilizacional, demonstrado pela livre iniciativa econômica e pela nossa força vital de trabalho, aliada às bases civilizacionais herdadas dos nossos antepassados ibéricos.
Esse empreendedorismo sempre buscou a maior realização social e o desenvolvimento da Nação Paulista.
9. Cremos nos princípios de garantia às liberdades de expressão e de imprensa. São Paulo deve pautar-se nessa liberdade. Os regimes totalitários do Século XX deixaram evidentes, aos olhos da História, os prejuízos sociais da supressão das várias liberdades civis. Essa supressão não deverá jamais ocorrer em São Paulo.
10. Firmamos compromisso com o ordenamento jurídico vigente na República Federativa do Brasil. Pregamos soluções possíveis dentro da lei e com a lei, para a transformação real dos problemas sociais que o Movimento São Paulo Independente vem apontando através de seu trabalho. Se existem leis em relação às quais nos opomos, nossos princípios nos obrigam a cumpri-las, sem prejuízo da nossa busca, através da pressão popular e da sociedade civil organizada, para efetuar as mudanças legislativas possíveis. As leis são pensadas para ter vigência perpétua, mas os cidadãos organizados podem fazer mudar qualquer norma ou cláusula pétrea. Não se pode frear a ação histórica!
11. Nós damos apoio e solidarizamo-nos com as instituições que, historicamente, são resultado do bom andamento e da ordem social de São Paulo. Sejam essas instituições de caráter cultural, educacional, histórico, jurídico, governamental, econômico e outras, públicas ou privadas.
12. Temos por preceito básico a não discriminação do indivíduo, seja por razão de fé, etnia, sexo ou condição social.
13. Defendemos a aqueles que são socialmente vulneráveis, tais como os idosos, os deficientes físicos, as crianças, os órfãos e outros. Também somos defensores dos princípios da família tradicional, como base de sustentação de uma sociedade firmemente estruturada e sadia.
MOVIMENTO SÃO PAULO INDEPENDENTE

90 anos da Faculdade de Farmácia de Araraquara – e outras obras do grande governador Doutor Washington Luís Pereira de Souza

16/05/2013

Em 1 de maio de 1920, chegou à presidência do estado (governador), na qual ficou até 1 de maio de 1924, e consolidou sua posição de comando na comissão executiva do Partido Republicano Paulista (PRP).

A prioridade de seu governo era povoamento do interior do estado e o grande número de obras rodoviárias executadas. “Governar é abrir estradas” foi seu lema, na campanha eleitoral de 1920. Devido a esse lema, recebeu o apelido de “Estradeiro“, lema e prioridade de governo, os quais, foram, depois, assimilados pelos governadores posteriores de São Paulo. A sua frase ainda é citada pelos políticos paulistas.

A frase, na sua íntegra, que é uma extensão da frase de Afonso Pena “Governar é povoar”, dava ênfase à ocupação do território:

Cquote1.svg Governar é povoar; mas, não se povoa sem se abrir estradas, e de todas as espécies; Governar é, pois, fazer estradas! Cquote2.svg

— Washington Luís

Foi muito criticado pelos seus adversários que eram contra essa novidade da época: as estradas, chegando a ser chamado de “General Estrada de Bobagem“, um trocadilho com “Estrada de Rodagem”.8

Seguiram a tradição de Washington Luís e também são considerados Estradeiros, os seguintes governadores paulistas: Ademar de BarrosPaulo Egídio MartinsPaulo Maluf e Orestes Quércia.Franco Montoro deu impulso às pequenas estradas do interior do estado chamadas de “estradas vicinais”.

Ademar, em 27 de dezembro de 1938, declarou:

Cquote1.svg O programa rodoviário idealizado pelo ex-presidente Washington Luís será por mim integralmente realizado. Abrir estradas! Eis aí uma das acertadas soluções para o desenvolvimento econômico-financeiro do Estado. Convencido da oportunidade desta medida, estudei a realização de uma completa rede rodoviária, a unir todos os centros produtores, estes com as saídas naturais da riqueza estadual!9 Cquote2.svg

—Ademar de Barros

As principais estradas implantadas, visando ligar São Paulo aos estados vizinhos e ao porto de Santos, foram:

  1. São Paulo – Bananal, na divisa com o Rio de Janeiro;
  2. São Paulo – Santos (pavimentada), recuperando a Estrada do Mar, antiga Estrada da Maioridade.
  3. São Paulo – Ribeirão Preto;
  4. São Paulo – Sorocaba.

De seu mandato como presidente do estado de São Paulo (1920-1924), destacam-se ainda:

  1. Garantiu a segurança do estado, enviando tropas da Polícia Militar para combater, na fronteira com o Mato Grosso do Sul, os revoltosos do levante tenentista de 5 de julho de 1922.
  2. Presidiu o centenário da Independência do Brasil, reformou o Museu do Ipiranga e construiu e inaugurou, em 7 de setembro de 1922, o Monumento da independência e diversos monumentos ao longo da Rodovia Caminho do Mar, que liga a capital paulista ao litoral, como o Padrão do Lorena e o Cruzeiro Quinhentista.
  3. Restabeleceu a imigração europeia interrompida pela primeira guerra mundial para as lavouras de café. Criou um tribunal rural para dirimir conflitos entre colonos e fazendeiros.
  4. Criou colônias agrícolas especialmente de japoneses e procurou não enviar imigrantes diretamente para terras devolutas do sertão do estado por entender que não estavam adaptados ainda ao novo clima e solo.
  5. Estabelece por lei, em 1921, que, as terras devolutas do estado, possam ser adquiridas, por doação do estado, e não mais por compra, como se fazia até então, permitindo a posseirosregularizarem suas terras.
  6. Realizou o reconhecimento do oeste paulista ainda composto de terras virgens visando seu povoamento.
  7. Semana de Arte Moderna de 1922, que ele apoiou.
  8. Pediu ao escritor Monteiro Lobato que escrevesse um livro para ser usado em aulas de leitura das escolas estaduais. Tal livro chamado: “A menina do nariz arrebitado” lançou Monteiro Lobato na literatura infanto juvenil.
  9. A criação de várias faculdades de farmácia e odontologia no interior do estado em uma iniciativa pioneira de interiorizar a educação.
  10. Criou o Museu Republicano de Itu.
  11. Modernizou o Arquivo do Estado de São Paulo, editando e publicando documentos históricos valiosos e transformou o Museu Paulista ( Museu do Ipiranga) em museu histórico com enfoques nos Bandeirantes.
  12. Recebeu em 1923, o rei da Bélgica.
  13. Em 1922, O Gabinete de Investigações e Capturas, da Secretaria de Justiça e Segurança, desbaratou o Partido Comunista de São Paulo, subordinado à Rússia e que foi o primeiro partido político desta ideologia a ser organizado no Brasil.
  14. Realizou uma reforma completa do ensino público estadual e uma reforma do poder judiciário.
  15. Refinanciou a dívida interna e a dívida externa do Estado.
  16. Criou os processos de indenização por acidente de trabalho.
  17. Estabeleceu em definitivo as fronteiras de São Paulo com o Rio de Janeiro e com o Paraná. Encaminhou o problema da divisa de São Paulo com Minas Gerais que finalmente foi resolvida no governo de Armando de Sales Oliveira.

A CRIAÇÃO DE UBERABA MINAS GERAIS

15/10/2007

História Topographica da Freguesia do Uberaba vulgo Farinha Podre (*) escrita pelo Vigário Silva

 

Entre o Rio Grande e o Rio das Velhas na Provincia de Minas Geraes, Comarca de Paractú do Principe, julgado do Dezemboque Prelasia de Goyaz, está a Povoação de St°. Antônio e Sam Sebastião do Uberaba.

Os lugares que ela compreende, erão incultos e desertos até 1807, e apenas conhecida a estrada, que a atraves de S. Paulo para Goyas, onde residião alguns Indios, que tinhão sahido da Aldeia de Santa Anna, os quaes nunca tiverão animo de alongar-se para algum dos lados da mesma estrada, nem ao menos meia legoa, como depois se conheceo pelas culturas sempre visinhas as suas habitações: então Januario Luis da Silva, Pedro Gonsalves da Silva, José Gonsalves Eleno, Manoel Francisco, Manuel Bernardes Ferreira, e outros moradores na Freguezia de Dezemboque entrarão até a distancia de algumas lagoas de Sertão, e descobrindo lindas campinas, e optimos matos, appossiarão algumas Fazendas, e voltarão tanto por falta de mantimentos, como pelo terror, que lhes inspirava o Gentio Caiapó, cujo vestígio incontrarão em diversas partes.

Communicarão o resultado da sua entrada o S. Mr. Antonio Eustaquio da Silva, e a outros, e aquelle por gênio emprehendedor de novas descobertas projectou logo explorar todo o Sertão, que podesse, e convidou muitas pessos das Geraes para companheiros: entretanto passou para o Norte da Provincia de Goyaz o Coronel José Manoel da Silva e Oliveira, e sabendo e pertenção, que tinha e do Sargento Mor seu Irmão, a declarou o Eximo. Marquez de S. João de Palma, que então governava aquella Provincia que pertencia o Julgado do Desemboque, e este conhecendo quanto podia interessar esta nova descoberta, intervindo a direcção do referido S. Mr. de quem tinha muito boas noticias, o nomeou Commandante Regente dos Sertoes da Farinha Podre por Portaria de 27 de Outubro de 1809.

Nos primeiros dias do mez de Julho de 1810 o Sargento Mr. munido das necessárias provisões de mantimentos, associando-se os que primeiro havião entrado, e alguns outros Geralistas, formando todos huma bandeira de 30 homens ingredirão pelo Sertão dentro até o Rio da Prata na distância de 30 legoas, a contar-se o caminho em direitura, encontrando a cada passo o embaraço, já de Rios, já de pântanos, que dificultosamente transivão, sempre temerosos do Gentio, cuja existência se conhecia, os dos aqui, e ali.

He de notar se o perigo, que se achavão expostos estes emprehendedores, quanto aos animaes silvestres e ferozes, pelo o que aconteceu a Antonio Rodrigues da Costa, o qual acomettido cara a cara por uma onça pintada, que avançou furiosamente ao cavalo, em que hia montado, e o segurou com unhas e dentes, pode com destreza (depois de falhar-lhe o recurso da espingarda, cujo gatilho nunca mais o encontrou) defender-se com a espada, que trazia o lado, dando algumas estocadas, com a dor das quase largou a onça o cavalo, e fugio até morrer a chumbo, depois de perseguida pelos cães em um capão, que se achava vizinho, e que pelo acontecimento ficou denominado o capão de onça.

O referido Sargento M. e toda a sua comitiva depois de lançar algumas posses, ou sinaes pelo Sertão na decurrencia de dois meses, e feitas algumas pequenas rossas, voltou a cuidar de meios para transportar-se, assim como alguns de seus companheiros; pois havião todos conhecido a transcedencia, tanto dos campos, como dos matos.

Em 1812, quando a Povoação constava de uns poucos de moradores, alem dos Indios da estrada, fez segunda entrada, trazendo consigo muitas pessoas, que de novo convidará e alguns das quases o haviam acompanhado a primeira vez, entre as quases se contava o Reverendo Hermogenes Casimiro d’Araujo, que dormia junto a ele em certa noite, quando huma grande cobra Jararaca-assú passou por cima de ambos e sendo percebida, a expellirão com a colxa, e depois a matarão, antes de que mordeu a um cão, que imediatamente morreu, o que de certo aconteceria aos dois, se a fortuna os não bafejasse.

Depois desta segunda entrada, as noticias, que derão os que haviam acompanhado a S. Mr. os convites e as persuações deste atrahirão em breve muitas pessoas, que vinham das Geraes a procurar novos estabelicimentos, não obstante o medo de Gentio, que se antolhava.

Em 13 de Fevereiro de 1811 obtiverão o mesmo S. M.  Eustaquio e outros Provisão da Meza da Conciencia e Ordens para erigirem uma Capela com o Orago da Senhora do Monte de Carmo; mas até o presente não levarão a pratica sua pertenção, sem duvida, porque a povoação do lugar, onde querem e rigir a referida Capella, ainda hoje é muito pouco considerável.

Em 1812 se levantou no sitio chamado o Legeado uma pequena Caza de Oração, onde se colocarão Santo Antonio e Sam Sebastiam: celebrou ali por pouco tempo os Santos Mistérios com Autoridade de Reverendo Antonio Jose Tavares Vigario do Desemboque o P. José de Moraes; e depois se transferiu por comodidade para a margem do (Rio) Uberaba junto a estrada de Goyaz, onde está hoje formado o Arraial.

O referido P. Moraes demorou-se apenas até junho de 1813, e despediu-se, ficando os poucos moradores que estão existiam com os recursos espirituais muito distantes até Maio de 1814, quando entrou por Capellão o Padre Silverio da Costa Oliveira legitimamente autorizado, o qual esteve até 7 de Setembro, dia ‘em que se retirou’ para a Capela de N. Senhora S.S. Sacramento do Burá.

Em 17 deste mesmo mês de Setembro e ano de 1820 tomou posse de Vigario da Freguezia, erecta alguns meses antes a requerimento do S. Mr. Antonio José da Silva, que atualmente serve:

Tem a Freguezia de longitude mais de 40 legoas, e de latitude mais de 20, e de sua Filial a Capela de N. Senhora das Dores distante da Matriz 10 legoas, erecta em 1823.

Divide pelo Nascente com a Freguesia do Desemboque pelo Ocidente com o Sertão, pelo Norte com as Freguesias do Araxá, e Aldeia de Santa Anna, e pelo Sul com a Freguesia da Villa Franca do Imperador.

Dista o Arraial do Uberaba da Cabeça do Julgado 18 legoas, do Araxá 22, da Aldeia de S. Anna 15, da Villa Franca 15, e da Cabeça da Comarca(Paracatu) 60.

Contem a Freguezia dentro do Arraial 91 fogos habitados, e fora 300. A sua Povoação, que em 1820 constava de 1.300 almas monta hoje a 3.000 a fora os Indios Aldeianos a margem do Rio Grande na distancia de 40 lagoas do Arraial, cujo numero excede a 1.000 de ambos os sexos.

Este Indios (Caiapos) passeião de tempos em tempos por toda a Freguesia; mais não commettem a menor hostilidade, o que se deve sem duvida ao jeito, e ao amor, com quem tem sido sempre tratados pelo Sarg. Mor Antonio Eustáquio da Silva, que os visita todos os anos, prodigalizando-lhe roupas, e ferramentas, ora a sua custa, ora a custa da Fazenda Pública e também em cooperado muito para a sua pacificação João Baptista de Siqueira, que mora visinho aos mesmos indios, com que tem freq. Comunicações e os supre, muitas vezes, com mantimentos do seu Paiol.

He por lamentar-se a desgraças destes Entes embrutecidos; por isso que não se tem adoptado as necessárias e urgentes medidas para a sua cathequisação.