Posts Tagged ‘papa’

Ataques violentos a templos católicos no Brasil e mundo afora, e, o silêncio cúmplice do Papa e da CNBB

29/11/2013

Attaques violentes contre des églises catholiques au Brésil et dans le monde, et le silence complice du pape et de la CNBB (eveques catholiques du brésil)

NOTA: Marine Le Pen repassou esta postagem no twitter. grato.

Merci Marine.

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Obama em Washington e Francisco em Roma – O Papa é Católico?

29/09/2013

O bispo de Roma resolve balançar a Igreja

Jerome R. Corsi
NOVA YORK, EUA — “Será que o papa é católico?” eis o sarcasmo que a maioria dos fiéis católicos nunca iria perguntar; pelo menos não seriamente.
Mas com uma série de recentes pronunciamentos e decisões que atacam a tradição papal, o Papa Francisco deixou muitos católicos se perguntando se a Igreja Católica irá sobreviver a este papado.

Nos últimos dias, a mídia se ateve a uma declaração que parece sugerir que os descrentes (ou mesmo os não católicos, ou até ateístas) podem ganhar a salvação e ser admitidos no céu, enquanto seu recém-nomeado secretário de estado, a segunda posição mais importante no Vaticano, sugeriu que eles estão prontos para repensar o celibato e o clero, sugerindo que padres e freiras poderão ter permissão de se casar.

Agora, o fiel católico se pergunta, “Será que a Igreja Católica irá sobreviver ao papado de Francisco?”

O homossexualismo é pecado?

O choque ao pensamento tradicional católico começou quando o Papa Francisco decidiu voltar ao avião e conceder uma entrevista aos repórteres no voo de volta do Brasil para casa em sua primeira viagem internacional como papa.
Em vez de dizer que o homossexualismo é um “mal moral intrínseco”, conforme disse seu predecessor Bento XVI, o Papa Francisco respondeu à pergunta de um repórter, “Se alguém é gay e procura o Senhor de boa vontade, quem seu ou para julgar?”

Ateus podem ser salvos?

Então, em 11 de setembro, em uma carta publicada na primeira página de um jornal de Roma, o La Repubblica, o Papa Francisco respondeu à pergunta do fundador do jornal e editor de longa data, Eugenio Scalfari, de 89 anos, que perguntou se Deus iria perdoar uma pessoa sem fé por um pecado cometido.
Sua resposta saiu nas manchetes de todo o mundo, concluindo que o Papa abriu as portas para a salvação para os que não acreditam em Deus.
Escreveu o papa: “E assim chego às três perguntas que me coloca no artigo de 7 de agosto. Parece-me que, nas duas primeiras, aquilo que lhe está no coração é entender a atitude da Igreja com quem não partilha a fé em Jesus. Antes de mais nada, pergunta-me se o Deus dos cristãos perdoa a quem não acredita nem procura acreditar. Admitido como dado fundamental que a misericórdia de Deus não tem limites quando alguém se dirige a Ele com coração sincero e contrito, para quem não crê em Deus a questão está em obedecer à própria consciência: acontece o pecado, mesmo para aqueles que não têm fé, quando se vai contra a consciência. De fato, ouvir e obedecer a esta significa decidir-se diante do que é percebido como bem ou como mal; e é sobre esta decisão que se joga a bondade ou a maldade das nossas acções.”

Devem os judeus aceitar Jesus?

Na mesma carta, o Papa Francisco se dirigiu aos judeus, continuando um tema que o tornou famoso na Argentina desde o ataque a bomba a um centro judeu em Buenos Aires em 1994, matando 85 pessoas e deixando centenas feridas.
O Papa destaca que o povo judeu é a “raiz” de onde germinou Jesus.
“Na amizade que cultivei durante todos esses anos com os irmãos judeus, na Argentina, também eu muitas vezes questionei a Deus na oração, especialmente quando a mente se detinha na recordação da experiência terrível do Holocausto.” “O que lhe posso dizer — com palavras do apóstolo Paulo — é que nunca esmoreceu a fidelidade de Deus à aliança estabelecida com Israel e que, através das terríveis provações destes séculos, os judeus conservaram a sua fé em Deus.”
Na ocasião do Rosh Hashaná (ano novo judaico), o papa desejou aos judeus um feliz ano novo e encorajou um diálogo aberto em questões de fé.
Ainda assim, Giulio Meotti, um jornalista italiano, ao escrever um editorial ao Israeli National News, não ficou satisfeito.
“Mas conforme mostra essa nova carta, um dos graves perigos no diálogo do Vaticano com o judaísmo é a tentativa da Igreja de dividir os judeus ‘bons’ e dóceis da Diáspora e os judeus ‘maus’ e arrogantes de Israel”, escreve Meotti. “O Papa Francisco nunca se dirigiu aos israelenses nas suas mensagens, nem defendeu abertamente o Estado Judeu desde que foi eleito pelo Colégio dos Cardeais. Parece que não há espaço para os sionistas fiéis e obstinados no sorriso leniente do Papa. Em seus discursos, as aspirações nacionais judaicas são ignoradas, e até mesmo não denegridas”.
Meotti fez referência a uma carta que a Conferência de Bispos Católicos dos EUA distribuiu recentemente junto com a Universidade Católica da América, que condenava a expansão dos assentamentos israelenses. A carta argumentava que a expansão dos assentamentos é “uma forte primária de violações dos direitos humanos dos palestinos”, sugerindo que os palestinos que vivem em Israel sofrem “uma ocupação militar prolongada” por judeus israelenses.

Padres e freiras podem se casar?

Enquanto o Papa Bento XVI proibiu um diálogo aberto sobre se padres e freiras deveriam ter permissão de se casar, o Papa Francisco, que notoriamente disse que o celibato clerical poderia mudar, pode estar prestes a colocar o assunto na pauta para um debate sério.
Assim afirma Clelia Luro, uma mulher de 87 anos cujo romance e eventual casamento com um bispo se tornou um enorme escândalo na década de 60. Sua história não impediu o Papa Francisco de ser seu amigo muito próximo, que lhe telefonava todos os domingos quando era cardeal chefe da Argentina, segundo reportagem da Fox News.
Aquela previsão pareceu estar se concretizando depois que o arcebispo italiano Pietro Parolin, núncio da Venezuela que foi recentemente indicado para ser Secretário de Estado do Papa, segundo no comando do vaticano, disse ao jornal venezuelano El Universal que o celibato do clero não é um dogma.
Traduzindo para fora da terminologia formal da Igreja Católica, com esse pronunciamento o arcebispo Parolin está sinalizando que o celibato para o clero não é um artigo obrigatório para a fé na qual todos os católicos praticantes devem acreditar, mas uma prática ou tradição que deveria ser aberta ao debate.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: NO JOKE THIS TIME: IS THE POPE CATHOLIC?

Trechos da carta do Papa Francisco ao jornal italiano retirados de News.va.

Fonte: www.juliosevero.com

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Papa escreve mensagem pessoal para muçulmanos no final do Ramadã

Vaticano sobre Israel: erros grosseiros

Vaticano de Francisco reabilita Teologia da Libertação criada pela KGB

04/09/2013

No livro «Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja» – OSSERVATORE ROMANO –  03 de setembro de 2013

Os preferidos de Deus

Na quinta-feira 5 de Setembro em Seveso, no âmbito do vigésimo terceiro congresso nacional da Associação teológica italiana, Gustavo Gutiérrez – sacerdote e teólogo peruano, que entrou na ordem dos dominicanos em 2001, considerado um dos pais da teologia da libertação – dialogará com o teólogo Mario Antonelli sobre o tema «Fazer teologia na tradição na América Latina». Diego Rivera, «Delfina e Dimas» (1935, particolare)

Gutiérrez escreveu, juntamente com o arcebispo Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o livro Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja (Padova-BolognaEdizioni Messaggero – Editrice Missionaria Italiana, 192 páginas).

«Nestas páginas – escreve Gutiérrez no primeiro capítulo – pretendemos apresentar algumas considerações sobre como vemos o papel actual e as tarefas futuras da reflexão teológica na vida da Igreja presente na América Latina e no Caribe».

E especifica mais adiante o arcebispo Müller: «Qualquer teologia deve partir de um contexto. Mas com isto a teologia não se espalha numa incomensurável suma de teologias regionais. (…) Cada teologia regional deve ao contrário ter já em si mesma uma vocação eclesial universal» e as questões apresentadas pela teologia da libertação são «um aspecto imprescindível de cada teologia, seja qual for o quadro socioeconómico que circunscreve o seu espaço».

KGB TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

«Com um Papa latino-americano – escreve no jornal de hoje Ugo Sartorio, na atenta recensão ao volume – a teologia da libertação não podia permanecer por muito tempo na sombra sob a qual tinha sido relegada há alguns anos, pelo menos na Europa.

Posta de lado por um duplo preconceito: o que ainda não metabolizou a fase conflitual de meados dos anos Oitenta, aliás enfatizada pelos mass media, e faz dela uma vítima do Magistério romano; e o que persiste na rejeição de uma teologia considerada demasiado de esquerda e por conseguinte de tendência».

Mas o livro, prossegue Sartorio, não é só um contributo à superação de clichés e preconceitos ideológicos: com efeito, a sua leitura solicita importantes reflexões capazes de integrar e revitalizar perspectivas muitas vezes incrustadas.

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Aliás é importante recordar como a reflexão teológica latino-americana não é minimamente um fenómeno unitário: de facto, hoje, caracteriza-se por correntes até muito diversificadas. Portanto, graças à teologia da libertação que tem no seu centro os pobres («os preferidos de Deus») a Igreja católica pôde incrementar ulteriormente o pluralismo no seu interior.

http://www.osservatoreromano.va/portal/dt?JSPTabContainer.setSelected=JSPTabContainer%2FDetail&last=false=&path=/news/cultura/2013/201q13-Nel-libro–Dalla-parte-dei-poveri–Teologia.html&title=Os%20preferidos%20de%20Deus&locale=pt

4 de Setembro de 2013

A Melhor Foto do Papa no Brasil

04/08/2013

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O Papa no Brasil – Trago Jesus Cristo – Nem Ouro nem Prata – Medo de ser roubado por Políticos

23/07/2013

Dilma não teve coragem ainda de sancionar a PLC-3/2013 do Aborto:

Vai esperar o Papa ir embora:

Papa bota fé nos Jovens mas não em Dilma que tem uma outra fé, em suas próprias palavras

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Papa Francisco reformara toda a Igreja Católica – Para melhor ou para pior?

16/05/2013

Papa Francisco reformará não só a Cúria Romana, mas toda a Igreja.  

2013-05-16 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – O Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, participou da apresentação do livro de Massimo Franco, intitulado “A crise do Império Vaticano. Da morte de João Paulo II à renúncia de Bento XVI: por que a Igreja se tornou o novo imputado global?” (Edições Mondadori).
Na apresentação do volume, Dom Celli afirmou que “o Papa Francisco se encontra diante de uma herança complicada. Cabe a ele a reforma do órgão da Cúria Romana. Não se trata de uma exigência apenas estrutural, mas, vai bem mais além: a Igreja precisa de uma contínua renovação e de uma vida mais aderente a Cristo”.
Dom Claudio Celli afirmou ainda não estar plenamente de acordo com a tese principal do livro de Massimo Franco: “É inegável, disse, que existem diagnoses, sobre as quais se pode concordar, mas, talvez, o autor não faria certas avaliações com a atual presença do Papa Francisco. O texto situa-se, historicamente, na fase da “sede vacante”, mas não corresponde ao que está acontecendo hoje, sob os olhares de todos”.
O arcebispo repercorreu a última fase do Pontificado de Bento XVI, admitindo que a renúncia de Ratzinger surpreendeu toda a Igreja, “inclusive nós mesmos, que nos encontramos diante de uma notícia inédita, com todas as suas dificuldades e conseqüências. Contudo, embora eu compartilhe da interpretação também das lutas internas no Vaticano, sinto muito que se pense que um Papa renuncie por tais motivos. Pelo contrário, acrescentou Dom Celli, Bento XVI estava ciente de não poder enfrentar ulteriores desafios impostos pela Fé.
O Arcebispo Chelli concluiu dizendo que, agora, o Papa Francisco deve enfrentar o tema da reforma da Cúria, mas também aquele da “Igreja pobre para os pobres”, ajudando-a a reencontrar-se com o Senhor. Estes dois meses de Pontificado abriram as portas da Igreja à esperança, ao essencial, à periferia do mundo”. (MT)

Antológico artigo do EL PAÍS sobre os perigos do Papado Franciscano

11/05/2013

http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/05/10/actualidad/1368203233_166060.html

O incrível, o bizarro, o inesperado: Cartaz de propaganda de candidato a Papa:

03/03/2013

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11.10.1948

Ghana

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Quais cardeais brasileiros podem votar e poderiam ser eleito Papa

12/02/2013

Somente cardeais nascidos após 13 de março de 1933. Do Brasil somente:

Agnelo, Hummes, Assis, Avis e Scherer.

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Hoje a Marcha Contra o Aborto e pela Vida em Washington-DC – Papa pede apoio de todos ao Pro Life

25/01/2013
LifeNews.com
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Hundreds of Thousands Gather for Record-Breaking March for Life

by Steven Ertelt | Washington, DC | LifeNews.com | 1/25/13 1:07 PM

More than 500,000 people are attending today’s March for Life in a massive attendance that could be well higher than that estimate and set records for the annual pro-life event challenging the mantra of unlimited abortion.Typically held on the anniversary of the Roe v. Wade decision that allowed virtually unlimited abortions at any point in pregnancy for any reason, the march for Life typically sees anywhere from 250,000 to 500,000 people lining the streets towards the Supreme Court building.

 

The huge crowd is expected to exceed last year’s 400,000 participants as they mark the 40th anniversary of the Roe v. Wade decision that, along with an accompanying ruling in Doe v. Bolton, allowed abortion on demand in all 50 states.

The official theme of this year’s march is “40 = 55M,” an equation meant to remember the enormous toll on human life that has resulted in nearly 56 million people losing their lives.

Sarah Torre of the DeVos Center for Religion and Civil Society at The Heritage Foundation, talked about the meaning of this year’s March for Life.

“Like many annual March for Life events before it, there will likely also be smaller groups of counter-protests by abortion advocates holding signs and chanting slogans championing the ethic of Roe that pledges unwavering allegiance to a right of abortion-on-demand, for any reason. But those now-tired slogans are no longer able to convince a new generation that denying life to some will lead to a more just society and freedom for others,” she said.

She continued, “It is a simple witness by a tireless pro-life movement over the past 40 years that has reoriented the hearts and minds of an entire generation toward the dignity and worth of every individual—born or yet to be. Despite obstacles, the pro-life movement has achieved notable victories in public opinion, law, and culture.”

Torre said, “Today, roughly half of Americans now identify themselves as “pro-life,” including many of the millennial generation who will make up the crowds at today’s march.”

“As the March for Life draws to a close and Americans look to yet another year under the waning, yet still deadly ethic of Roe, there remains hope that government will one day soon return to a deeper respect of the principles that founded and sustain America by ensuring the basic rights of liberty and life to everyone—including those yet to be born,” she said.

 

As hundreds of thousands of right-to-life activists march up Capitol Hill today to the U.S. Supreme Court to commemorate the 40th anniversary of Roe v. Wade, many carry the iconic “STOP ABORTION NOW!” signs distributed by National Right to Life.

“The right-to-life movement remains more committed than ever to protecting unborn children and providing compassionate, life-affirming alternatives to their mothers,” observed National Right to Life President Carol Tobias. “What profoundly scares abortion supporters gives us enormous confidence in the future: young people are more and more pro-life.”

“Our movement is re-energized and renewed every year when we see the March for Life and the rallies and marches held by our state affiliates featuring younger and younger participants,” Tobias added.