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Anti papa desfila no Carnaval

01/03/2017

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OPINIÕES DO PAPA FRANCISCO COMEÇAM A FAZER OS CATÓLICOS TROPEÇAREM

24/09/2013

OPINIÕES DE FRANCISCO COMEÇAM A ESCANDALIZAR OS CATÓLICOS:


“Vigiai, pois, com cuidado sobre a vossa conduta: que ela não seja conduta de insensatos, mas de sábios que aproveitam ciosamente o tempo, pois os dias são maus.” (Ef. 5, 15-16)

O Papa quer renovar o discurso da Igreja? Pois bem, que os padres, nos sermões, voltem a falar dos milagres, um assunto em que hoje eles têm inibição de tocar. Que mostrem aos fiéis os corpos intactos dos santos. Que mostrem os vídeos do Dr. Ricardo Castañon e desafiem a contestá-los. Que chamem os ateus para a briga tomando como ringue os milagres do Padre Pio.
Que tornem os milagres o assunto mais falado do mundo, como deveriam ser.


Amolecer com gayzismo e abortismo vai fazer tanto bem quanto isso? Para que precisamos alisar as cabeças de malucos, quando podemos injetar nelas alguma sanidade, bastando ter coragem para isso?


Rodrigo Machado: De repente a linha de entendimento do Papa esteja agora mais voltada para como o próprio Jesus agiria nos dias de hoje. Quem conhece o Novo Testamento sabe que Jesus comia com publicanos e pecadores, pois sua estratégia de evangelismo era com base no amor. Notem que durante o ministério de Jesus a perseguição a ele era de origem político-religiosa. Cristo chama sua igreja de pequeno rebanho… Neste mundo a voz do povo não é voz de Deus, mas sim a do Espírito Santo que convence do pecado, da justiça e do
juízo.


Olavo de Carvalho: Alguém viu Jesus atenuar o discurso contra os poderes deste mundo? A fala do papa não ajuda nenhum homossexual em particular, mas favorece o movimento gayzista e abortista. Isto é o óbvio dos óbvios. E por que o Papa não mostra um pouco de amor aos católicos tradicionalistas que tanta discriminação vêm sofrendo há meio século.

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O católico modelo fica incorrupto


Sendo fiel ao antigo ditado que diz, “quem cala consente, torna-se conivente…” decidi reproduzir a seguir a parte do diálogo (constatações e desabafos indignados com expressões fortes…) do católico mariano Olavo de Carvalho com seus seguidores no Facebook, sobre as posições de Francisco em relação ao aborto, casamento gay e contracepção. Filósofo brasileiro, Olavo é um cidadão de total independência, sinceridade e plena fidelidade ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Doutrina Católica e a sua consciência:
(…)


19.
(acesse) http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/09/1344294-papacritica-obsessao-da-igreja-com-aborto-casamento-gay-e-contracepcao.shtml
(Olavo de Carvalho)

O esforço intenso que esse Papa desempenha em lisonjear os inimigos e escandalizar os católicos não parece deixar margem a dúvidas sobre quem é ele e quais as suas intenções.
Bergóglio está para a Igreja Católica como Barack Hussein Obama está para a nação americana.
Li a declaração no original. Não há desculpa. Não é a Igreja quem “fala muito desses assuntos”. É o movimento gayzista internacional, que tem todos os megafones à disposição, e perto do qual a voz da Igreja se torna um sussurro inaudível. E, se é para dar aos gayzistas o conforto do silêncio, é preciso conceder o mesmo benefício aos adúlteros, aos masturbadores, etc. que pelo menos pecam em privado e não se arrogam o direito de achincalhar a Igreja em público.

Esse é o ponto mais importante. Se o Papa tivesse recomendado mais discrição da Igreja ao falar dos pecados sexuais em geral (inclusive o homossexualismo, é claro), tendo em vista a ascensão generalizada de pecados infinitamente mais graves, como o homicídio em massa, o tráfico de pessoas, a prostituição infantil, etc., eu seria o primeiro a aplaudi-lo.

Não tem sentido, no mundo atual, achar que o garoto que tocou uma (…) no banheiro vai para o inferno ao lado de Fidel Castro, Pol Pot e Robert Mugabe. Mas o homem (Francisco) concedeu uma trégua especial ao gayzismo e ao abortismo, que são forças políticas mundiais organizadas, sem estendê-la a todos os pecados da carne, esmo infinitamente menos graves que o aborto, o qual não é um simples pecado da carne e sim um homicídio.

É absurdo, é injusto, é um escândalo em toda a linha.
20.

O abortismo já alcançou as dimensões de um genocídio mundial, e dar-lhe trégua sem poupar garotos de 13 anos que se masturbam é TOTAL falta de senso das proporções.
21.
Aos adeptos do “senta que o leão é manso”: O mesmo pretexto, de que se trata apenas de pastoral, não de doutrina, foi usado para justificar todos os erros do Concílio Vaticano II que estão destruindo a Igreja há meio século. Chega.
Olavo de Carvalho: Não esqueçam que a Reforma Protestante na Inglaterra se fez por mudanças na liturgia, pouco a pouco, sem tocar ostensivamente na doutrina.


22.
Qualquer evangélico que deseje se prevalecer desta situação deprimente para falar mal da Igreja Católica em geral, que o faça em sua própria página. Se o fizer aqui, será bloqueado para sempre.
Daniel Gaspar: “desta situação deprimente”. Qual situação? Ser evangélico?
Deiby Mendes: Ser luterano é uma condição deprimente?
Olavo de Carvalho: Deiby Mendes e Daniel Gaspar, vocês não sabem ler? A situação deprimente a que me refiro são as declarações do papa. Não sei se vocês são analfabetos funcionais ou maliciosos que se fazem de sonsos.
23.
Por que alguns fulanos insistem em vir falar mal de mim na minha página, em vez de fazê-lo nas suas próprias? Essa parasitagem, por si, já mostra que são canalhas em toda a linha.
Olavo de Carvalho: Mário Souza e Thiago Oliveira, é de vocês mesmos que estou falando. Sanguessugas, parasitas, canalhas, (…) se fazendo de católicos devotos.
24.
Vou repetir os argumentos. Não vou aceitar que (…) entrem aqui de carimbo em punho, fazendo-se de gostosões sem ser capazes de refutar o que eu disse:
[repete o item 19, a partir de “Li a declaração original (…)”]
25.
Perguntas que eu faria ao Papa:
1) É a Igreja que faz mas barulho contra o abortismo ou os abortistas que fazem mais barulho contra a Igreja? Somos nós ou eles quem tem o apoio da mídia mundial?
2) É a Igreja que faz mais barulho contra o gayzismo ou os gayzistas que fazem mais barulho contra a Igreja? Somos nós ou eles quem tem o apoio da mídia mundial?
3) Vossa Santidade acha mesmo que recuar vai fazê-los calar? O recuo do Concílio Vaticano II ante o comunismo impediu que os comunistas continuassem a matar pessoas na China, no Camboja, no Vietnã, superando, em números, até os crimes de Stalin?
4) Vossa Santidade acha que dar trégua ao abortismo vai diminuir o número de abortos?
26.
Todos vocês são testemunhas de que sempre combati exageros moralistas contra gays, adúlteros, (…), etc. NÃO É por “conservadorismo” que estou criticando o pronunciamento do Papa. É por um exame estritamente objetivo,
que ninguém até agora conseguiu contestar, só resmungar contra. A PIOR

CONTINUE LENDO http://www.mariamaedaigreja.net/textos/307-Opinioes-de-Francisco-comecam-a-escandalizar-os-catolicos.pdf

Vaticano de Francisco reabilita Teologia da Libertação criada pela KGB

04/09/2013

No livro «Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja» – OSSERVATORE ROMANO –  03 de setembro de 2013

Os preferidos de Deus

Na quinta-feira 5 de Setembro em Seveso, no âmbito do vigésimo terceiro congresso nacional da Associação teológica italiana, Gustavo Gutiérrez – sacerdote e teólogo peruano, que entrou na ordem dos dominicanos em 2001, considerado um dos pais da teologia da libertação – dialogará com o teólogo Mario Antonelli sobre o tema «Fazer teologia na tradição na América Latina». Diego Rivera, «Delfina e Dimas» (1935, particolare)

Gutiérrez escreveu, juntamente com o arcebispo Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o livro Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja (Padova-BolognaEdizioni Messaggero – Editrice Missionaria Italiana, 192 páginas).

«Nestas páginas – escreve Gutiérrez no primeiro capítulo – pretendemos apresentar algumas considerações sobre como vemos o papel actual e as tarefas futuras da reflexão teológica na vida da Igreja presente na América Latina e no Caribe».

E especifica mais adiante o arcebispo Müller: «Qualquer teologia deve partir de um contexto. Mas com isto a teologia não se espalha numa incomensurável suma de teologias regionais. (…) Cada teologia regional deve ao contrário ter já em si mesma uma vocação eclesial universal» e as questões apresentadas pela teologia da libertação são «um aspecto imprescindível de cada teologia, seja qual for o quadro socioeconómico que circunscreve o seu espaço».

KGB TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

«Com um Papa latino-americano – escreve no jornal de hoje Ugo Sartorio, na atenta recensão ao volume – a teologia da libertação não podia permanecer por muito tempo na sombra sob a qual tinha sido relegada há alguns anos, pelo menos na Europa.

Posta de lado por um duplo preconceito: o que ainda não metabolizou a fase conflitual de meados dos anos Oitenta, aliás enfatizada pelos mass media, e faz dela uma vítima do Magistério romano; e o que persiste na rejeição de uma teologia considerada demasiado de esquerda e por conseguinte de tendência».

Mas o livro, prossegue Sartorio, não é só um contributo à superação de clichés e preconceitos ideológicos: com efeito, a sua leitura solicita importantes reflexões capazes de integrar e revitalizar perspectivas muitas vezes incrustadas.

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Aliás é importante recordar como a reflexão teológica latino-americana não é minimamente um fenómeno unitário: de facto, hoje, caracteriza-se por correntes até muito diversificadas. Portanto, graças à teologia da libertação que tem no seu centro os pobres («os preferidos de Deus») a Igreja católica pôde incrementar ulteriormente o pluralismo no seu interior.

http://www.osservatoreromano.va/portal/dt?JSPTabContainer.setSelected=JSPTabContainer%2FDetail&last=false=&path=/news/cultura/2013/201q13-Nel-libro–Dalla-parte-dei-poveri–Teologia.html&title=Os%20preferidos%20de%20Deus&locale=pt

4 de Setembro de 2013

Papa Francisco reformara toda a Igreja Católica – Para melhor ou para pior?

16/05/2013

Papa Francisco reformará não só a Cúria Romana, mas toda a Igreja.  

2013-05-16 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – O Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, participou da apresentação do livro de Massimo Franco, intitulado “A crise do Império Vaticano. Da morte de João Paulo II à renúncia de Bento XVI: por que a Igreja se tornou o novo imputado global?” (Edições Mondadori).
Na apresentação do volume, Dom Celli afirmou que “o Papa Francisco se encontra diante de uma herança complicada. Cabe a ele a reforma do órgão da Cúria Romana. Não se trata de uma exigência apenas estrutural, mas, vai bem mais além: a Igreja precisa de uma contínua renovação e de uma vida mais aderente a Cristo”.
Dom Claudio Celli afirmou ainda não estar plenamente de acordo com a tese principal do livro de Massimo Franco: “É inegável, disse, que existem diagnoses, sobre as quais se pode concordar, mas, talvez, o autor não faria certas avaliações com a atual presença do Papa Francisco. O texto situa-se, historicamente, na fase da “sede vacante”, mas não corresponde ao que está acontecendo hoje, sob os olhares de todos”.
O arcebispo repercorreu a última fase do Pontificado de Bento XVI, admitindo que a renúncia de Ratzinger surpreendeu toda a Igreja, “inclusive nós mesmos, que nos encontramos diante de uma notícia inédita, com todas as suas dificuldades e conseqüências. Contudo, embora eu compartilhe da interpretação também das lutas internas no Vaticano, sinto muito que se pense que um Papa renuncie por tais motivos. Pelo contrário, acrescentou Dom Celli, Bento XVI estava ciente de não poder enfrentar ulteriores desafios impostos pela Fé.
O Arcebispo Chelli concluiu dizendo que, agora, o Papa Francisco deve enfrentar o tema da reforma da Cúria, mas também aquele da “Igreja pobre para os pobres”, ajudando-a a reencontrar-se com o Senhor. Estes dois meses de Pontificado abriram as portas da Igreja à esperança, ao essencial, à periferia do mundo”. (MT)