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AÍ ESTÁ A PROVA DEFINITIVA: O PT ESTÁ NOS LEVANDO PARA UM FUTURO OBSCURO COLABORANDO PARA UMA 3ª GUERRA MUNDIAL

10/04/2014

O CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU E O PORTO CUBANO DE MARIEL CONSTRUÍDO COM DINHEIRO DOS BRASILEIROS:

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Um relatório do Conselho de Segurança da ONU QUE POSTAMOS ABAIXO denunciou que o porto de Mariel, que foi financiado com nosso dinheiro com prejuizo da Saúde e Educação, sucateando nossas Forças Armadas, se destinava a dar suporte aos atos agressivos da Coréia do Norte.

Isso deixa claro que, a espionagem executada pelos EUA da qual a dona Dilma tanto reclamou, tem realmente fundamento e era para o nosso bem!

O porto de Mariel, inaugurado por Dilma a menos de tres meses, não tem função lícita, mas sim para servir de disfarce para o envio de armamento para o Ditador Kim Jong-un manter sua política ameaçadora com seu objetivo de causar o terror no oriente.

E vários países de políticas duvidosas além de Cuba, estão envolvidos nisso colocando todos estes sob séria suspeita.

Veja aqui o relatório da ONU de fonte direta:

United Nations S/2014/147
Security Council
Distr.: General
6 March 2014
Original: English

Trechos:

75 Mariel is being developed as a major deep-water port and free trade zone by a Cuba-Brazil
consortium, with the Cuban military controlled Almacenes Universal S.A. The port was
previously a submarine base and its development was formally opened on 27 January 2014.

36. Both consignments listed the same shipper, Cubazucar, and consignee, Korea Central Marketing & Trading
Corporation. Freight charges were payable as per the charter party.13 The ship’s agent, Consignataria Mambisa,
had been dealing with the OMM Vladivostok branch and on its invoices named the client as “Ocean Maritime
Management – Brasil”.

14 This points to involvement of a Brazil branch of OMM in this shipment.

TEXTO DA ONU COMPLETO:
http://reaconaria.org/wp-content/uploads/2014/04/ONU_N1423227.pdf

 

Veja a REPORTAGEM:
http://reaconaria.org/colunas/colunadoleitor/porto-cubano-financiado-por-dilma-e-usado-pra-contrabando-de-armas-para-coreia-do-norte/

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Junte os fatos com as seguintes informações:

1 – Navio norte-coreano retido no Panamá levava mísseis cubanos para a Coréia do Norte:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/07/130716_panama_barco_entenda_cc.shtml

2 – Aviões Mig-21 encontrados em barco norte-coreano detido no Panamá
Aeronaves tinham armamento cubano não-declarado, dizem autoridades.


Até agora são 2 aviões Mig-21 e baterias antiaéreas e outros equipamentos.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/07/avioes-mig-21-encontrados-em-barco-norte-coreano-detido-no-panama.html

3 – Rússia retoma a politica de manter bases militares no estrangeiro.
http://portuguese.ruvr.ru/2014_03_01/ministerio-da-defesa-da-federacao-russa-cuida-de-recuperar-as-bases-militares-no-estrangeiro-8298/

4 – Rússia planeja expansão militar em países latino-americanos.
http://oglobo.globo.com/mundo/russia-planeja-expansao-militar-em-paises-latino-americanos-11739493

Não se pode desconsiderar que, a Rússia e a China formam o bloco Euroasiático, no qual a Coréia do Norte está à reboque.

Não deixe de compartilhar isso, pois é preciso que todos saibam de toda esta sujeira.

RACHEL TERIA CORAGEM DE FALAR DISSO???

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ONU e UNESCO a Serviço da Doutrinação Comunista nas Escolas

10/09/2013

 http://www.adhominem.com.br/2013/09/o-vocabulario-diabolico-da-unesco-notas.html?spref=fb

domingo, 8 de setembro de 2013

O Vocabulário Diabólico da Unesco (notas a Pascal Bernardin)

Postado por Rafael Falcón
As coisas terríveis às quais aludirei neste texto estão documentadas no livro Maquiavel Pedagogo, de Pascal Bernardin (publicado em português pela VIDE Editorial): são ideias sistematicamente defendidas e propagadas, em documentos oficiais, por cientistas e pedagogos da Unesco. Se não refiro cada uma delas a seu específico lugar é por falta de tempo, e por saber que esse grosso trabalho já está feito e publicado. Por outro lado, mesmo que não houvesse provas textuais, há uma coisa que deveria trazer-me o benefício da dúvida: muito do que vou dizer aqui pode provocar no leitor, como provocou em mim, lembranças de uma idade mais inocente, em que um pervertido obteve permissão de meus pais para estuprar minha consciência, assim aviltando o nome e a glória da profissão de professor.
Não tratarei aqui dos fins das ações da Unesco. Ela possui um ideário que é, de resto, o mesmo da ONU, e que não deixa de ter muito em comum com a mentalidade jornalística brasileira (ou, o que dá no mesmo, com os liberais americanos). Tudo o que se diz nos documentos da organização é sempre justificado pela necessidade de acabar com o preconceito, a discriminação, o atraso cultural da sociedade, etc. Não preciso dizer que, múltiplas vezes, vemos essas lindas palavras ligadas à célula familiar (transmissora de preconceitos), às religiões e às culturas nacionais e tradicionais (“preconceito étnico”). Numa palavra, a Unesco sonha com uma “ética universal” (sic) fundamentada nos chamados direitos humanos – explicitamente, no internacionalismo, no materialismo, cientificismo, pacifismo radical (“não-violência”) e ecologismo. Esse, porém, não é o meu objeto, porque já vem sendo discutido com seriedade por autores como o Mons. Juan Claudio Sanahuja.
Para eliminar os preconceitos e demais mazelas das nações, os pedagogos da Unesco vêm estudando, há décadas, uma disciplina chamada Psicologia Social (muitas vezes aludida com o nome genérico de “Ciências Sociais”, mas facilmente interpretada no contexto como significando especificamente a Psicologia). Meu objetivo aqui é explicitar o significado concreto da terminologia (vaga e de difícil interpretação, aos olhos de um leigo) que vendo sendo utilizada nos documentos da Unesco e, consequentemente, no ensino universitário de Pedagogia.
O conceito-chave é, evidentemente, educação. A palavra tem um sentido muito específico, que é delineado pelas exigências que dela se fazem. Os maníacos da Unesco admitem que todo projeto educacional é determinado pelo seu objetivo, pelo seu fim; e neste caso, dizem eles, o fim não pode ser um “intelectualismo elitista”, que privilegie o “acadêmico”. A educação visa, ao contrário, ao desenvolvimento social. “Desenvolvimento social” quer dizer a construção de um certo tipo de sociedade, em que as pessoas se comportam assim-assado – e isso remete, evidentemente, à “ética universal” de que falei acima. A ideia é, numa primeira fase, desenvolver uma educação multicultural, isto é, uma educação que facilite a convivência de diversas “culturas” (no sentido de “sociedades distintas”). Em seguida, passar-se-á a uma educação intercultural, que deveria ser chamada “unicultural”, pois visa à ética supracitada. A oposição multicultural x intercultural é importantíssima, pois diz respeito a uma fase de transição e ao objetivo propriamente dito.
Ora, uma “educação” que pretende produzir um conjunto de atitudes, visando ao “desenvolvimento social”, não pode prescindir de um método adequado – o qual, como vimos, não pode ser o método tradicional, cuja fundamentação “acadêmica” é pouco eficaz na criação de culturas (os cientistas enfatizam bastante a ineficácia “prática” do método tradicional, “intelectualista” e “elitista”). Aqui entram as “Ciências Sociais”, e por isso é que será feito um estudo intitulado A Mudança de Atitudes (“atitude” significa o comportamento, a conduta, behavior). A educação tem de tornar-se não-cognitiva ou, como os pedagogos preferem, ativamultidimensional, experimental. Isso se deve a psicólogos comportamentais (behaviorists) terem demonstrado experimentalmente a eficácia de ações na mudança de comportamento.
Descobriu-se, por exemplo, um fenômeno chamado dissonância cognitiva. Suponha que uma pessoa faz, um pouco por acidente, algo incompatível com alguma de suas crenças. Não encontrando razão plenamente confessável para o ato, a mente tenderá a justificá-lo a posteriori (o que se chama normalmente de racionalização). Isso é particularmente comum em confissões escritas. Um prisioneiro americano que odiava a China comunista foi induzido a escrever um elogio do país, como uma espécie de jogo. Seu texto foi publicado na prisão e muito elogiado. Em alguns dias, o americano passou a defender convictamente o regime*. A dissonância cognitiva mostra que existe um modo praticamente seguro de mudar rapidamente o comportamento das pessoas. E esse não é o único método. A título de exemplo, há um outro chamado norma de grupo, que significa basicamente que se um grupo de pessoas começa a discutir um fenômeno elas tenderão a adotar um consenso. O que interessa aos “pedagogos” é que esse consenso não precisa ser verdadeiro. Ele pode ser influenciado de diversos modos. O mais simples é a inserção de uma figura de autoridade no grupo: as pesquisas mostram que em praticamente todos os casos a figura de autoridade determina o resultado da “discussão”, e ainda assim permanece o efeito de “consenso”.
Esses dois conceitos são especialmente relevantes porque o primeiro é a origem do uso pedagógico do psicodrama, enquanto o segundo resultou em diversas práticas de grupo. Toda vez que temos encenações em sala de aula, apresentações teatrais ou simulações as mais variadas, é o psicodrama que está em jogo. Os cientistas da Unesco comemoram que o psicodrama tem imenso sucesso na “modificação de atitudes”. A criança que joga lixo no chão, depois de fazer o papel de um herói ecológico que passa sermão na plateia inteira, tende a tornar-se uma ecochata fanática (para a Unesco, um exemplo de santidade). Isso se dá porque o psicodrama é uma eficaz técnica hipnótica, usada por terapeutas para transformar crenças e hábitos. As práticas de grupo se manifestam nos supostos “debates” (que, como sabemos, são filtrados e controlados pelo professor para chegar à conclusão esperada). Também se estimula todo tipo de atividade que atribua mais autoridade ao grupo do que aos pais ou à tradição (ambas fontes de “preconceitos”). Segundo os psicólogos, é muito fácil influenciar a opinião dos grupos de jovens, o que os torna autoridades desejáveis (especialmente em comparação com outras como pais e sacerdotes).
Quando se fala de educação multidimensional, também surge a ideia de que a educação não deve “apenas” transmitir “informações”, mas atingir a totalidade da personalidade. Fala-se que toda educação pressupõe a dimensão dos valores, e que deve assumi-los e trabalhar por eles. O significado concreto disso é que a educação deve moldar o comportamento dos estudantes, e essa formatação deve ser completa: emoções, convicções, hobbies, sonhos, tudo deve ser influenciado o quanto possível dentro do quadro dos “valores” da Unesco. Ensinar uma doutrina não é o bastante, nem é desejável, porque uma doutrina precisa persuadir a inteligência. O melhor é “modificar atitudes”, isto é, condutas, de preferência sem que o sujeito perceba que está sendo induzido. Ele deve sentir que está fazendo tudo porque quer. A mudança é sub-reptícia. Repito que tudo isso está dito nos documentos da Unesco.
Quando escolas promovem atividades práticas (um outro jeito de dizer ativas ou experimentais), que colocam os estudantes numa posição ideologicamente comprometida, isso não deve ser encarado como acidental. Os pedagogos que citei preconizam explicitamente atividades extracurriculares que ajudem a internalizar as “atitudes” apropriadas. Quando se fazem discussões em grupo sobre temas “atuais”, com intromissões sutis do professor, não se trata de coincidência. A Unesco vem promovendo artigos, manuais pedagógicos e cursos de atualização que ensinam os professores a fazer exatamente isso. E o poder dessa coisa sobre a mente de crianças e adultos está documentado. É a mais extensa lavagem cerebral já feita na História, com um grau elevadíssimo de sucesso. A primeira coisa que pretendo com este texto é divulgar a terminologia pseudopedagógica que vem sendo utilizada para esconder essas técnicas de manipulação mental.
Em segundo lugar, eu gostaria também que os leitores pensassem sobre os efeitos que essa pedagogia teve em seus próprios casos. Quaisquer pessoas que estiveram na escola nas últimas duas décadas devem ter sido submetidas a técnicas como as que descrevi. Quanto mais jovem a pessoa, pior, pois os métodos se desenvolveram e se disseminaram. Lembrem-se de que essa educação visa simplesmente a desenvolver reflexos condicionados, e despreza totalmente o desenvolvimento intelectual. Lembrem-se também de que, com o tempo, tendemos a nos dessensibilizar e achar natural que sempre reajamos a tudo de modo automático e semi-consciente. Achamos normal nunca termos lido os Lusíadas, não sabermos diferenciar uma oração subordinada de uma coordenada, não conseguirmos escrever um texto sem erros grotescos, demorarmos para fazer uma conta simples, não sabermos as diferenças situacionais entre um debate e um discurso, nunca termos lido uma fonte primária de algum evento histórico etc.
Isso significa que há grandes chances das minhas e das tuas capacidades linguísticas, matemáticas, etc. estarem numa situação tenebrosa. É urgente que desenvolvamos uma grande desconfiança de nossas próprias inteligências, e que corramos contra o tempo para corrigir esse processo. É igualmente urgente que aqueles que possuem filhos passem, além de conscientizar as crianças a respeito dessas técnicas, a vigiar cada passo de seus professores e cobrar as escolas fazendo quanto escândalo possível. Quando falarem de “multidimensionalidade”, digam que é bestialidade. Quando falarem de “habilidades sociais” digam que é engenharia social, estupro intelectual e abuso de menores. Quando falarem de “valores”, digam que quem ensina valores a seus filhos são vocês, e que não vão aceitar que pressionem e induzam as crianças contra a família. Seu filho é um ser humano. Não deixe a escola adestrá-lo como um animal.
* A mesma técnica é aplicada diariamente na escola, quando se pede que alunos escrevam redações sobre temas que desconhecem totalmente. É claro que, antes da redação, eles têm uma “aula” em que o professor lhes diz exatamente tudo o que devem pensar a respeito. Depois de escrever o texto, as crianças adotam aquelas opiniões como se as tivessem formado sozinhas, com grande convicção.

A Estratégia Mundial do Aborto promovida pela ONU – Ex funcionária da ONU, Amparo Medina, confirma

01/06/2013

Objetivo é destruir a Fé Cristã e implantar o aborto livre em todos os países do Mundo.

ONU quer extinção da Polícia Militar – Quem deve ser extinta é a ONU

13/05/2013

O Que é a ONU – O mundo sofre, cada região sofre de uma maneira

05/11/2012

Perseguição anti cristã no Mundo, denunciado a ONU que vai ignorar o caso

05/11/2012

http://aliancacidada.wordpress.com/2012/11/05/perseguicao-anticrista-relatorio-e-apresentado-em-comissao-da-onu/

A Onu é inimiga da ROTA que é o orgulho de São Paulo. Defenda a ROTA, Divulgue esta foto no seu blog e facebook

04/06/2012

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ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) voltam aos bons tempos do Governador Paulo Maluf e despacham 6 vagabundos de uma vez só para o CÓLO DO CAPETA: Parabéns a PM de São Paulo e a ROTA.

29/05/2012 23:39

Rota mata como nos velhos tempos

thais.nunes@diariosp.com.br

O aumento dos casos de resistência seguida de morte coincide com nomeação
O aumento dos casos de resistência seguida de morte coincide com nomeação  ESSE CORONEL É MACHO: coronel Adriano Lopes Telhada

“””As quatro letras mais temidas nos becos e vielas das periferias de São Paulo até os anos 2000 voltaram à ativa. Levantamento da Ouvidoria das Polícias aponta que a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tropa de elite da Polícia Militar, está ainda mais violenta.

Em 2011, foram 82 confrontos com suspeitos mortos, em média um caso a cada quatro dias. Desde 2006, quando ataques do crime organizado às forças de segurança pararam o estado, o grupo especial não matava tanto.

O aumento dos casos de resistência seguida de morte  coincide com a nomeação do tenente-coronel Adriano Lopes Telhada como comandante da Rota. Linha-dura, o PM é conhecido por declarações polêmicas como “antes a mãe do vagabundo chorando do que a minha”.

DIREITOS HUMANOS É O CACETE:

Telhada esteve à frente da tropa entre maio de 2009 e novembro de 2011. Nesses anos, as ocorrências com morte pularam de 61 para 82.

O comandante da Rota hoje é o tenente-coronel Salvador Modesto Madia, réu no processo que julga a morte de 111 presos em outubro de 1992, no episódio conhecido como massacre do Carandiru. Ele não foi julgado. Só no primeiro trimestre deste ano, foram 21 mortes em confrontos, segundo a ouvidoria.

Anteontem, uma ação da Rota na Favela Tiquatira, Zona Leste,  terminou na prisão do sargento Carlos Aurélio Thomaz Nogueira e dos soldados Levi Cosme da Silva e Marcos Aparecido da Silva.

O trio é suspeito de executar um suspeito com seis tiros às margens de uma rodovia. O local do crime não foi divulgado para proteger a testemunha que ligou para o 190 denunciando a ação dos policiais.”””

Porque a ONU quer acabar com as PMs (Polícia Militar) do Brasil:

30/05/2012

ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) voltam aos bons tempos do Governador Paulo Maluf e despacham 6 vagabundos de uma vez só para o CÓLO DO CAPETA: Parabéns a PM de São Paulo e a ROTA.

29/05/2012 23:39

Rota mata como nos velhos tempos

thais.nunes@diariosp.com.br

ReproduçãoO aumento dos casos de resistência seguida de morte coincide com nomeação
O aumento dos casos de resistência seguida de morte coincide com nomeação  ESSE CORONEL É MACHO.

As quatro letras mais temidas nos becos e vielas das periferias de São Paulo até os anos 2000 voltaram à ativa. Levantamento da Ouvidoria das Polícias aponta que a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tropa de elite da Polícia Militar, está ainda mais violenta.

Em 2011, foram 82 confrontos com suspeitos mortos, em média um caso a cada quatro dias. Desde 2006, quando ataques do crime organizado às forças de segurança pararam o estado, o grupo especial não matava tanto.

O aumento dos casos de resistência seguida de morte  coincide com a nomeação do tenente-coronel Adriano Lopes Telhada como comandante da Rota. Linha-dura, o PM é conhecido por declarações polêmicas como “antes a mãe do vagabundo chorando do que a minha”.

Telhada esteve à frente da tropa entre maio de 2009 e novembro de 2011. Nesses anos, as ocorrências com morte pularam de 61 para 82.

O comandante da Rota hoje é o tenente-coronel Salvador Modesto Madia, réu no processo que julga a morte de 111 presos em outubro de 1992, no episódio conhecido como massacre do Carandiru. Ele não foi julgado. Só no primeiro trimestre deste ano, foram 21 mortes em confrontos, segundo a ouvidoria.

Anteontem, uma ação da Rota na Favela Tiquatira, Zona Leste,  terminou na prisão do sargento Carlos Aurélio Thomaz Nogueira e dos soldados Levi Cosme da Silva e Marcos Aparecido da Silva.

O trio é suspeito de executar um suspeito com seis tiros às margens de uma rodovia. O local do crime não foi divulgado para proteger a testemunha que ligou para o 190 denunciando a ação dos policiais.

Um estadista – Oswaldo Osvaldo Aranha e a criação do Estado de Israel e a ONU Brasil abre assembléia geral da ONU

08/01/2009

URGENTE:  Inimigos de Israel estão atacando: NO PASARÁN – Leia sobre o covarde ataque pós reeleição de OBAMA aqui:

https://homemculto.com/2012/11/17/hamas-e-um-antro-terrorista-que-tem-um-unico-proposito-destruir-israel-e-matar-criancas-israelenses-nao-tem-comparacao-moral-os-ataques-assassinos-a-israel-e-a-defesa-que-o-povo-judeu-faz-de-sua-pa/

Em 1947, após a queda de Getúlio, o prestígio de Oswaldo Aranha, descendente de Tomé Rodrigues Nogueira do Ó,  não diminuiu. Homem de diálogo eficiente, os improvisos de Aranha eram famosos.

O presidente Eurico Gaspar Dutra o nomeou Chefe da Missão Brasileira junto à ONU (Organização das Nações Unidas).
Foi eleito Presidente da ONU em 1947 e reeleito em 1948.

Oswaldo Aranha inaugurou, na primeira Sessão Especial da Assembléia Geral da ONU, em 1947, a tradição que se mantém até hoje de ser um brasileiro o primeiro orador deste grande e importante foro internacional.

Em 16 de setembro de 1947, preside a sessão da ONU em que é aprovada a partilha da Palestina, com a futura criação do Estado de Israel em 1948. Em razão de ter dado pátria ao povo judeu, seu nome é considerado uma legenda em Israel.

Em 2007, foram preparadas inúmeras homenagens a Oswaldo Aranha pela comunidade judaica, pois marcou os 60 anos dessa célebre sessão da ONU, presidida por ele, e que determinou a criação do Estado de Israel. O médico carioca Nelson Menda, da Associação Israelita do Rio de Janeiro, é quem coordenou as homenagens prestadas a Oswaldo Aranha.

Agora, vem Lula da Silva e sua quadrilha tentar denegrir os méritos históricos de um grande brasileiro.

Só falta dizerem que nunca na história deste país houve um diplomata maior do que ele, Marolinha da Silva.

Financial Times denuncia governo mundial

12/12/2008

http://www.ft.com/cms/s/0/05c36962-c594-11dd-b516-000077b07658.html

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And now for a world government

By Gideon Rachman

Published: December 9 2008 02:00 | Last updated: December 9 2008 02:00

I have never believed that there is a secret United Nations plot to take over the US. I have never seen black helicopters hovering in the sky above Montana. But, for the first time in my life, I think the formation of some sort of world government is plausible.

A “world government” would involve much more than co-operation between nations. It would be an entity with state-like characteristics, backed by a body of laws. The European Union has already set up a continental government for 27 countries, which could be a model. The EU has a supreme court, a currency, thousands of pages of law, a large civil service and the ability to deploy military force.

So could the European model go global? There are three reasons for thinking that it might.

First, it is increasingly clear that the most difficult issues facing national governments are international in nature: there is global warming, a global financial crisis and a “global war on terror”.

Second, it could be done. The transport and communications revolutions have shrunk the world so that, as Geoffrey Blainey, an eminent Australian historian, has written: “For the first time in human history, world government of some sort is now possible.” Mr Blainey foresees an attempt to form a world government at some point in the next two centuries, which is an unusually long time horizon for the average newspaper column.

But – the third point – a change in the political atmosphere suggests that “global governance” could come much sooner than that. The financial crisis and climate change are pushing national governments towards global solutions, even in countries such as China and the US that are traditionally fierce guardians of national sovereignty.

Barack Obama, America’s president-in-waiting, does not share the Bush administration’s disdain for international agreements and treaties. In his book, The Audacity of Hope , he argued that: “When the world’s sole superpower willingly restrains its power and abides by internationally agreed-upon standards of conduct, it sends a message that these are rules worth following.” The importance that Mr Obama attaches to the UN is shown by the fact that he has appointed Susan Rice, one of his closest aides, as America’s ambassador to the UN, and given her a seat in the cabinet.

A taste of the ideas doing the rounds in Obama circles is offered by a recent report from the Managing Global Insecurity project, whose small US advisory group includes John Podesta, the man heading Mr Obama’s transition team and Strobe Talbott, the president of the Brookings Institution, from which Ms Rice has just emerged.

The MGI report argues for the creation of a UN high commissioner for counter-terrorist activity, a legally binding climate-change agreement negotiated under the auspices of the UN and the creation of a 50,000-strong UN peacekeeping force. Once countries had pledged troops to this reserve army, the UN would have first call upon them.

These are the kind of ideas that get people reaching for their rifles in America’s talk-radio heartland. Aware of the political sensitivity of its ideas, the MGI report opts for soothing language. It emphasises the need for American leadership and uses the term, “responsible sovereignty” – when calling for international co-operation – rather than the more radical-sounding phrase favoured in Europe, “shared sovereignty”. It also talks about “global governance” rather than world government.

But some European thinkers think that they recognise what is going on. Jacques Attali, an adviser to President Nicolas Sarkozy of France, argues that: “Global governance is just a euphemism for global government.” As far as he is concerned, some form of global government cannot come too soon. Mr Attali believes that the “core of the international financial crisis is that we have global financial markets and no global rule of law”.

So, it seems, everything is in place. For the first time since homo sapiens began to doodle on cave walls, there is an argument, an opportunity and a means to make serious steps towards a world government.

But let us not get carried away. While it seems feasible that some sort of world government might emerge over the next century, any push for “global governance” in the here and now will be a painful, slow process.

There are good and bad reasons for this. The bad reason is a lack of will and determination on the part of national, political leaders who – while they might like to talk about “a planet in peril” – are ultimately still much more focused on their next election, at home.

But this “problem” also hints at a more welcome reason why making progress on global governance will be slow sledding. Even in the EU – the heartland of law-based international government – the idea remains unpopular. The EU has suffered a series of humiliating defeats in referendums, when plans for “ever closer union” have been referred to the voters. In general, the Union has progressed fastest when far-reaching deals have been agreed by technocrats and politicians – and then pushed through without direct reference to the voters. International governance tends to be effective, only when it is anti-democratic.

The world’s most pressing political problems may indeed be international in nature, but the average citizen’s political identity remains stubbornly local. Until somebody cracks this problem, that plan for world government may have to stay locked away in a safe at the UN.

gideon.rachman@ft.com

vítimas do comunismo direitos humanos exilados Presidente George Bush se reune com perseguidos políticos do mundo inteiro

24/09/2008

http://www.whitehouse.gov/news/releases/2008/09/20080923-13.html

For Immediate Release
Office of the Press Secretary
September 23, 2008

President and Mrs. Bush Meet with Dissidents
Governors Island
New York

 1:32 P.M. EDT

THE PRESIDENT: Laura and I and Secretary Rice and members of my administration have just had a wonderful lunch with democracy leaders, human rights activists, courageous men and women who have stood strong for freedom. I assured them that this government, my government, believes in the universality of freedom. We believe there’s an Almighty, and a gift of that Almighty to every man, woman and child is freedom.

 They inspire us. Here in America , we have an obligation to help others realize the blessings of liberty. They have been on the front lines of securing liberty. And so we want to thank you very much for your courage. We thank you for your set of beliefs that remain strong. Thank you for taking time to be with us today. And you might want to say something.

MRS. BUSH: Well, I just wanted to add one thing. I’ve been inspired by the stories that I’ve heard from everyone here. Some people that are here have already seen the results of their democracy, their actions for democracy, and are now — live in countries where democracy is the rule of law in those countries. And so we feel encouraged by their stories.

But I wanted to mention particularly today the man standing beside me from Burma. He’s one of the Burmese monks that’s a refugee here now. It was almost a year ago exactly that the Burmese monks and many, many citizens of Burma turned out to protest in a peaceful protest — to protest a rise in gasoline prices that were done by the government.

The government put this uprising down with great brutality. Many, many people were arrested, including many monks. Many dissidents and protestors had to go into hiding. Just recently the Burmese government has arrested one of the Generation 88, a female, Nilar Thein. She’s now in prison. We all know the Burmese government has kept Aung San Suu Kyi in prison or house arrest for almost all of the last 18 years.

I want to urge all the neighbors of Burma — China and India and other neighbors — to continue trying to talk to the Burmese General, Than Shwe, to see if he can’t do what all the world, the international community wants him to do, and that is start respecting the rights of the people of Burma; start a real dialogue for a transition to democracy; talk with the opposition leaders, the people from the National League of Democracy, Aung San Suu Kyi’s party, with all the ethnic groups — bring everyone to the table so that the country can start to rebuild and be the country that the people of Burma want.

I met refugees on the Thai border when the President and I were just in Thailand — Burmese refugees. These are refugees who want to go home, who want to move back to Burma, and live a life with their rights protected. And one of these refugees is U Kovida, who has had to come to the United States rather than be able to stay there.

I don’t know if you want to say anything.
 U KOVIDA: Thank you very much for inviting me here. This is really a nice day and my friends — discussion with many people. In Burma, many (inaudible) people a lot. We all need human rights, all the world’s people, because we are all human. So if — when people, there’s no human rights, there’s no people and there’s no human. So I hope so — I hope that we all — international community need to help the Burmese people, and I hope to get help to others — international community and the U.S. and the European country. And I hope we can change the government some without weapon in Burma and Tibet and other ((inaudible) countries, so around the world we all need peace for change without weapon. Thank you very much.

THE PRESIDENT: Thank you, all. Thanks.

MRS. BUSH: Thank you, all.

END 1:37 P.M. EDT

Leia o fundamental para entender o mundo de hoje!

18/07/2008

http://www.olavodecarvalho.org/semana/080718dc.html