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Presentear e “desidiotizar” os familiares neste Natal, numa só tacada

14/12/2013

O MELHOR PRESENTE DE NATAL

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A infame Carta Capetal é daquelas que quando falta argumento berra: Racista, …..

12/12/2013

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CENSURA BRUTAL E AINDA QUERER QUE NÃO SE DIVULGUE O CRIME CONTRA OS DIREITOS HUMANOS, QUEREM MULTAR QUEM DIVULGA TANTO O CRIME DE DOUTRINAÇÃO QUANTO O CRIME BÁRBARO DE CENSURA.

Site Escola Sem Partido tem texto censurado por decisão judicial surrealmente contraditória e vaga

By on 12 de dezembro de 2013 • ( 0 )

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Não se pode esperar coerência judicial quanto a esquerda leva suas brigas para o campo da guerra jurídica. Ações absurdas e sem o menor sentido tendem a aparecer. O objetivo é o mesmo de sempre: censurar opiniões discordantes e fugir do debate. É uma regra da propaganda: quem controla o fluxo de informações vence o jogo.

As solicitações da esquerda sempre são ilógicas, como no caso da ação judicial lançada contra o site Escola Sem Partido, que usa o recurso da vagueza intencional, o qual será identificado aqui.

A ação começou por que a professora Cléo Tibiriçá não gostou que o site Escola sem Partido tenha denunciado sua doutrinação esquerdista em sala de aula. Ao invés de contra-argumentar, Cléo lançou uma ação judicial absurda. Acredite se quiser, a juíza Daniela Nudeliman conferiu a tutela antecipada, beneficiando a professora, configurando um caso absurdo de censura à divulgação de informações públicas e implementação de crime de opinião.

Vejamos o que diz a decisão de Daniela:

Recebo a petição inicial presentes os requisitos legais. No mais, defino parcialmente a tutela antecipada pleiteada.

Ok, vamos avaliar os motivos…

Isso porque, embora o requerido tenha direito a manifestar sua opinião sobre as aulas ministradas pela autora, existem indícios nos autos de que ele está extrapolando este direito, ao veicular críticas ofensivas à requerente, lesando, assim, a sua honra.

Se existe o direito à manifestação de opinião, qual seria o evento a causar a extrapolação deste direito? Quais críticas são ofensivas? Quais são as ofensas? Quais destas críticas “lesam a honra” da requerente? Isso abre um precedente para que nenhuma crítica desse tipo possa ser feita na mídia? Por exemplo, quando uma ombudsman da Folha diz que existe uma “direita hidrófoba” ou o Brasil247 ofende verbalmente Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo e Olavo de Carvalho, estas ofensas são mais ou menos lícitas de acordo com a juíza? Por que ela não descreveu critérios a partir dos quais podemos, de forma universal, definir quais conteúdos podem ou não ser divulgados? Se em sala de aula as críticas da professora à direita tiverem o mesmo tom, as aulas podem ser proibidas também? Em suma, QUAL É O CRITÉRIO?!?!

Detalhe: não sou a favor de censura, seja por opinião, seja pela divulgação de fatos. Mas é importante entender o critério, e, de forma inacreditavelmente vaga, a decisão de Daniela não explica absolutamente nada disso.

Com isso, ressalto que o direito à livre manifestação é limitado pelo direito à imagem e à honra daqueles sobre quem se manifesta. Assim, não pode o reú sob o fundamento de dar sua opinião contrária sobre o conteúdo das aulas ministradas pela autora, ofende-la em sua dignidade.

Mas por que a juíza não explica o que é ofensa à dignidade? Por que ela não traz casos que possam funcionar como um checklist? Do jeito que está escrito pela juíza, pode-se usar o precedente para que José Serra possa bloquear o site Conversa Afiada por chamá-lo de Cerra? Contra o mesmo site de PHA, a Marina Silva pode bloquear o mesmo site por chamá-la de Bláblárina? Estranhamente, a decisão da juíza não dá nenhuma informação a respeito desssa regras de conduta, que, se não atendidas, configurariam “ofensa a dignidade a ponto de merecer censura judicial”. Em processos corporativos, costumamos dar exemplos de “como fazer” e “como não fazer”, para evitar a vagueza. Mas ela simplesmente escreve sobre “ofensa à dignidade” e não nos dá um roadmap de como podemos automaticamente ser protegidos de “ofensa à dignidade” nos mesmos casos. A regra que vale para proteger a professora da FATEC vale para os outros? Mas cadê a regra?

Desta forma, defiro parcialmente a tutela antecipada, a fim de que o réu retire no prazo de 24 horas do seu site/blog o artigo “Doutrinação Ideológica na FATEC – 1º parte”, bem como se abstenha de publicar qualquer artigo que mencione a autora ou o curso por ela ministrado, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00, a ser revertida em indenização em favor da autora.

Essa parte esta bem clara, mas nos abre outras questões. Pelo que se entende, Miguel Nagib não pode nem lançar um novo artigo citando o caso? Independemente do seu conteúdo? Se ele substituir o artigo original por um outro, isso também não é possível? Ou seja, por lei temos um cidadão que não pode falar absolutamente nada a respeito da professora em questão. Mas a professora pode falar algo sobre o caso? A Revista Forum publicou uma matéria sobre o assunto, e à favor da professora. Veja: Professora da FATEC é perseguida por grupo que prega a neutralidade em sala de aula. Também fiz uma busca no site da Carta Capital, e encontrei quatro artigos defendendo a professora e atacando o site Escola Sem Partido. Depreende-se de que estes artigos não estão proibidos, certo? Se não estão proibidos, podemos entender que elogiar a professora é permitido, mas criticá-la não é? Nesses artigos, Miguel Nagib é chamado de “perseguidor”, “macartista” e a denúncia dele é chamada de “ridícula”. Segundo os critérios da juíza, essas críticas não “ofendem à honra” e não atentam contra o “direito de imagem” de Nagib?

Em um dos artigos da Carta Capital, um comentarista diz: “Parabéns ao juiz. Esse blog é racista, hipócrita, ideológico, mentiroso e deve ser fechado!” Pelas regras da juíza, isso vale? Se qualquer artigo tiver frases assim, a juíza emitiria uma tutela antecipada vetando os conteúdos da Revista Fórum e da Carta Capital (publicações assumidamente de esquerda)?

Da mesma forma, sendo responsável por repassar o conteúdo de seu artigo a terceiros, deverá o réu cuidar para que os mesmos, citados pela autora, se abstenham de divulgar qualquer notícia ou informação sobre a requerente e seu curso, sob pena de arcar com a multa supramencionada.

Mas a própria publicação da decisão judicial é um noticiamento a respeito da requerente (no caso, de uma decisão judicial a favor dela). Se a divulgação de “qualquer notícia é proibida”, então como a juíza noticiou sua decisão? Deixe-me clarear um pouco: será que está proibida a divulgação de “qualquer notícia” só se for no site do Nagib? Mas devemos entender que a própria divulgação de que existiu uma decisão judicial a favor da professora é proibida? A sentença simplesmente não deixa isso claro.

Caso o réu não consiga cessar a divulgação feita por terceiros, deverá comprovar que tentou cumprir a decisão, sem êxito, sob pena do pagamento de referida multa.

Quais são as provas que ele deverá trazer neste caso? Quais os mecanismos de controle ele terá? Assim fica difícil… Em tempo: Emissão de opiniões a respeito da ação judicial são permitidas?

Outrossim, quanto à varredura de qualquer material alusivo à autora, entendo que tal obrigação é impossível de ser cumprida pelo réu, da forma como pleiteada pela requerente, razão pela qual fica indeferido o pedido neste tocante.

Ufa, isso deve ter sido um alívio para o Nagib. Sem comentários.

Uma pergunta: se eu disser que a sentença da juíza é vaga em vários pontos estou ofendendo a honra da juíza?

Nota-se que nesta republiqueta de bananas parece que agora temos que nos precaver. Entretanto, em qualquer país de primeiro mundo, solicitações como a da professora seriam claramente definidas como litigância de má fé.

A Miséria intelectual e Os Miseráveis Intelectuais da Filosofia da USP – O abacaxi deixado pelo doutor Armando de Sales Oliveira

15/09/2013

Em ataque histérico a Olavo de Carvalho, turba de Renato Janine Ribeiro dá mais um exemplo da espiral do delírio

BY  on 15 DE SETEMBRO DE 2013 • ( 8 )

O HOMEM QUE É ANALFABETO FUNCIONAL INCAPAZ DE LER E COMENTAR UM TEXTO E GANHA MILHARES DE REAIS NA USP

get_imgEm 13 de setembro, um tal de Renato Janine Ribeiro, professor de Ética e Filosofia na USP, ultra-esquerdista até a medula e adepto do PT, fez sua “crítica” em relação ao livro “O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, de Olavo de Carvalho:

Para ter Olavo de Carvalho entre os mais vendidos do Kindle, é preciso dizer que a inovação tecnológica convive com o retardamento mental.

Com isso, a militância ficou eufórica. Um deles, Eduardo Yandre Garcia, disse: “Essa é frase do ano. Daquelas que nos da um pouco de alento.” Até Janine achou demais: “Obrigado, Eduardo Vandre Garcia… Nao merecia tanto…”

O mais fiel cão de guarda do PT dentre os discípulos de Janine parece ser Alexey Dodsworth, que apresenta três pontos para provar que a filosofia de Olavo é para retardados mentais:  (1) Olavo citar um suposto caso de uso de fetos abortados como adoçante na Pepsi, (2) Olavo ter questionado a teoria da relatividade, (3) Olavo dizer que a relação homossexual entre homens é qualificada pelo ato de dar e comer cu.

No mesmo tópico do Facebook, um leitor, postou o seguinte desafio de Olavo, que alcançou mais de 1300 “likes” (enquanto o post original de Janine não tinha chegado a 700, até aquele momento):

A declaração é apoiada por algumas dezenas de pessoas, todas pertencentes ao mesmo grupo social: professores e estudantes universitários.Diante da confiança absoluta que ele tem na imensurável superioridade intelectual que o separa da minha pessoa, superioridade reiteradamente confirmada pelo testemunho dos seus apoiadores, desafio publicamente o distinto a debater comigo qualquer tema filosófico ou político da sua escolha. As regras serão as mesmas do debate que travei com o prof. Duguin. O debate será publicado no meu site, no Seminário de Filosofia, no Mídia Sem Máscara e onde mais o meu contendor deseje publicá-lo.

Eu poderia sugerir como tópico a ser abordado a tese do sr. Janine de que não se deve jamais impedir que um cão faça pipi no sofá, mas aceito, em princípio, qualquer outra sugestão, reservando-me o direito, é claro, de analisar criticamente a sua formulação do problema até chegarmos a algo que seja de comum acordo antes do início do debate.

Se o sr. Janine preferir pular fora, alegando que sua superioridade é autoprobante e que não precisa do pedestal para prová-la num confronto com um Zé Mané qualquer, compreenderei perfeitamente a sua atitude, o que não me impedirá de tirar dela as conclusões que bem entenda.

Sem mais para o momento,

Olavo de Carvalho

Não é preciso dizer que Janine fugiu do desafio (mesmo com os 1300 “likes” recebidos, o que inviabiliza a tese de que ele “não viu”), e que sua turba se tornou ainda mais histérica. Olavo complementou, em outro post no Facebook, a situação atual:

Objeções fulminantes à filosofia do Olavo de Carvalho:

1 – Ele diz que a Pepsi-Cola usou fetos de bebês abortados como adoçante.

2 – Ele nega a lei da gravitação universal de Newton.

3 – Ele desmente a lei da relatividade de Einstein.

4 – Ele nega o heliocentrismo.

5 – Ele diz que a relação homossexual masculina consiste somente em dar o cu ou comê-lo. Quanta incompreensão!

Todas essas objeções têm em comum as seguintes características:

1 – Nenhuma foi extraída de um livro meu, nem mesmo de um artigo de jornal. Todas vieram de frases soltas colhidas num programa de rádio.

2 – Todas deformam caricaturalmente o meu pensamento, eliminando nuances e mediações e tomando como juízo categórico o que é dito em modo escalar e comparativo.

3 – Todas partem do princípio de que se você critica algum ponto num autor, é porque é contra tudo o que ele disse ou escreveu.

4 – Todas partem também do princípio de que, se você é contra algo, é porque é adepto fervoroso da coisa contrária.
Isso é TUDO o que a comunidade acadêmica que gira em torno do prof. Renato Janine Ribeiro conseguiu alegar contra mim até o momento.

Ao contrário de outros grupos de anti-olavistas, esse não levanta contra mim a acusação de ter sido astrólogo, pelo simples fato de que um dos seus membros mais falantes ainda o é.

A coisa é de uma miséria mental quase inimaginável.

A tese de Olavo de Carvalho abordada em seu livro (mas não apenas por lá) continua funcionando de maneira colossal, e seus oponentes ainda não se aperceberam disso. É isso que deveríamos apontar. Diante de argumentos que questionam logicamente seus pressupostos, esquerdistas de perfil socialista reagem de forma histérica. E é essa reação que Olavo prevê.

Na turba de Janine, só temos duas formas de atuação, que em alguns casos podem convergir: a atuação psicopática e a atuação histérica. Esta atuação histérica está associada com a minha teoria da espiral do delírio, a qual diz que se um grupo alcança a hegemonia, perde seus freios lógicos e morais, e então profere suas ideias não pelo seu valor de logicidade, racionalidade e/ou moralidade, mas pelo benefício que recebem. Isso acontece por que aqueles que poderiam em público questionar e demonstrar o ridículo de suas ideias estão calados.

Eu não digo que Renato Janine, Alexey Dodsworth e Eduardo Yandre são incapazes de exercer suas funções técnicas no cotidiano. Não falo da capacidade deles para montar um lego, varrer o chão ou mesmo preencher uma planilha Excel. Acho que para esse tipo de atuação técnica, eles provavelmente possuem a mesma capacidade de um não-esquerdista. A psicopatia e/ou histeria surge quando a ação discursiva deles está relacionada a pontos que os afetem emocionalmente, como a paixão que nutrem pelo partidão. (Paixão no caso do esquerdista funcional, e alinhamento estratégico no caso do esquerdista beneficiário)

Quando comparamos Janine e seus leitores a histéricos, incapazes do menor traço discussão racional, falamos de sua atuação política, durante atos discursivos que executam enquanto proferem as crenças pelas quais estão apaixonados. Em toda vez que atuam politicamente, podemos dizer que eles estão na espiral do delírio. Diante disso, esperar qualquer traço de racionalidade no que eles verbalizam é o mesmo que esperar tolerância da Irmandade Muçulmana.

É aí que podemos colocá-los dentro de uma jaula intelectual, da qual, mesmo que os avisemos que eles estão lá, jamais conseguirão sair. A partir desse momento, a interação com eles não deve passar de um experimento, no qual testamos as reações deles e explicamos para a platéia o fenômeno que estudamos. O fenômeno, no caso, é a perda de qualquer noção de lógica e ética no ato discursivo do esquerdista quando questionado. E, de acordo com a minha tese da espiral do delírio, esse fenômeno é potencializado por que nós, da direita, não temos demonstrado ao público em grau suficiente o quanto esse comportamento deles é ridículo e indigno para uma sociedade civil.

Livros recomendados – O mínimo que se deve ler para não ser um perfeito idiota latino americano

29/08/2013

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O livro mais útil para quem não quer ser Idiota – Entenda como seu professor de história mentiu para você

13/08/2013

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Da obra de Olavo de Carvalho, organizado e apresentado por Felipe Moura Brasil, pela Editora Record:

“O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”.

Divulgue de novo, compartilhe de novo – faça essa caridade para seus amigos também.

Never underestimate the stupidity of idiots.

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Leia o fundamental para entender o mundo de hoje!

18/07/2008

http://www.olavodecarvalho.org/semana/080718dc.html