Posts Tagged ‘mst’

O maior lixo humano do Planeta – O MST

23/11/2013

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PT perde a paciência com os terroristas do MST

11/09/2013

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Manual de Guerrilha do MST – Para professor comunista mostrar em sala de aula

20/08/2013

Desabafo de uma vítima esquecida do lixo humano sem-terra

28/07/2013

MINHA FAMÍLIA FOI VÍTIMA DO MST, MATARAM O GADO DESNECESSARIAMENTE, SAQUEARAM E QUEIMARAM A CASA, SÓ NÃO NOS MATARAM POR QUE FUGIMOS, A FAZENDA ERA PEQUENA, ENTRETANTO ERA A MAIS PERTO DELES (ESSE É O CRITÉRIO: PROXIMIDADE E NÃO TAMANHO) AO LADO À PROPÓSITO TINHA FAZENDA MUITO MAIORES, MAS QUE, TALVEZ POR TEREM APOIO POLÍTICO, SÃO POUPADAS DA “REFORMA AGRÁRIA”. FICO PENSANDO O QUE SERIA A “REFORMA POLÍTICA” JÁ QUE CONHEÇO A AGRÁRIA.
Ahh e antes que um comuna atente: Não, meus ancestrais não receberam uma capitania hereditária, nem foram grileiros, nem invadiram terras indígenas. Foram pessoas que venderam as poucas terras que tinham no RS (compradas com muito trabalho) para comprar no MT mais hectares em uma época em que não havia lá estradas, luz elétrica, água encanada(q ainda não tem) e serviços. Aprendi que em terra com tendências de comunistas não vale a pena investir nada, pois 25 anos de muito trabalho e dedicação podem ser destruídos em apenas 1 dia, ou no nosso caso, em algumas horas. A Constituição Brasileira é uma piada na medida em que está escrito em vão. Olha o Lula com o chapéu do MST, porque esse lado os comunas não vêem?

Tive vários professores de história, todos comunistas assumidos, porém as idéias deles só existiam na teoria, na prática vemos coisas como http://pesadelochines.blogspot.com.br/, ou como vi hoje mesmo em reportagem sobre a China Comunista: a doação compulsória de órgãos seguida de morte para religiosos e opositores da ditadura – fonte abaixo. Os crimes que os nazistas cometeram aos judeus estão de repetindo ainda pior na China, em Cuba e na Coréia do Norte e ninguém faz nada. Acho importante respeitar crenças, religiões alheias e até mesmo ideologias. Por isso, eu até respeitaria as idéias comunistas se elas na prática respeitassem primeiro os direitos humanos básicos como a vida, a liberdade, o direito a ter uma religião ou ideologia, entre muitos outros direitos violados. Infelizmente é um rio de sangue + escravidão moderna, o qual o PT cego faz questão de seguir, só vêem um lado e isso é perigoso. Afinal não queremos que os massacres nazistas, cubanos ou chineses se repitam.

Desabafo de criminoso arrependido – Porque saímos da organização terrorista MST

09/05/2013
PORQUE SAÍMOS DO MST – Trechos da carta

“Considerando a crítica aberta, quando ainda estava dentro do MST, sentia por parte dos intelectuais e professores(as) que o apoiam a ausência dessa crítica; e aqueles que ousaram em alguns momentos expressá-la foram considerados como inimigos do movimento”

“Perdeu muitos militantes que hoje (alguns mesmo continuando no movimento) estão acomodados por ser mais confortável, pois, em algumas destas instâncias do MST, existem regalias que, fora delas, não se encontram – como, por exemplo, fazer um curso superior ou conhecer outro país e até estudar lá, como os que estudaram e estudam em Cuba e na Venezuela.”

“…lembrando a referência marxista do trabalho voluntário que aparece nos contextos dos processos revolucionários, que sempre tentamos resgatar, como os sábados comunistas da Revolução Russa, o trabalho voluntário da Revolução Cubana”
“Nesta unidade imposta, quem fazia a crítica estava “queimando” o movimento e, por conta da relação de poder hierarquizada, havia e ainda há muita hipocrisia, expressando assim grandes contradições do MST”

“Entre tantos valores é lembrado o que diz Fidel: “Um revolucionário pode perder tudo: a família, a liberdade, até a vida. Menos a moral”. E foi isso que o movimento perdeu, para nós, entre outras coisas: a moral.”

“…sentidos hoje por muitas pessoas que dedicaram toda a sua vida a esse movimento e não conseguem acreditar que o projeto que defenderam com suas vidas, investindo sua juventude e pelo qual muitos(as) companheiros(as) foram assassinados, esteja dependente do capital e do seu Estado.”

“Existe uma militância que já estava perdida, por não conhecer a essência da crítica, e porque seus dirigentes maiores, em sua arrogância e autoritarismo, nunca abriram o debate”

“Também não podia deixar de compartilhar, enquanto militante cristã, porque minha formação de militante nasceu a partir do Projeto de Jesus Cristo, no auge da Teologia da Libertação, dentro das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base) e da PJMP (Pastoral da Juventude do Meio Popular), em 1984.”

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7907%3Asocial071212&catid=71%3Asocial&Itemid=180

Vamos comunistas do Brasil – Alistem-se no Exército da Coréia do Norte

12/04/2013

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Qual parte do Brasil é uma merda: Culpa de Quem? Toda merda no Brasil apóia a Coréia do Norte

06/04/2013

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O que a Falha de S. Paulo não diz é que Haddad é COMUNISTA

14/10/2012

Impunidade e imunidade ao MST:

04/01/2012

LEI Nº 14.680,
DE 29 DE DEZEMBRO DE 2011
( Projeto de lei nº 588/11,
do Deputado Adriano Diogo – PT)
Institui o “Dia Estadual de Luta Contra a
Criminalização dos Movimentos Sociais”
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e
eu promulgo a seguinte lei:
Artigo 1º – Fica instituído o “Dia Estadual de Luta
Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais”.
Artigo 2º – O evento de que trata esta lei será
comemorado, anualmente, em 5 de abril, passando a
fazer parte do Calendário Oficial de Eventos.
Artigo 3º – As despesas decorrentes da execução
desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias
próprias, suplementadas se necessário.
Artigo 4º – Esta lei entra em vigor na data de sua
publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 29 de dezembro de 2011.
GERALDO ALCKMIN
Eloisa de Sousa Arruda
Secretária da Justiça e da Defesa da Cidadania
Sidney Estanislau Beraldo
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 29
de dezembro de 201

Chávez (chaves) expropria terras, fazendas, agronegócio, Chavez apoia Dilma, a guerrilheria tão comunista quanto ele

05/10/2010

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/175119/funcionarios-de-poliaragua-toman-la-agencia-de-agroislena-en-turmero/

Ocupan sedes de la expropiada Agroisleña, tras firma de decreto por Chávez

HERRAMIENTAS

Video: VTV 5 de octubre de 2010

Funcionarios del Gobierno venezolano comenzaron hoy a ocupar la sede y sucursales de la empresa agrícola Agroisleña luego de la firma del decreto de “adquisición forzosa” por el presidente Hugo Chávez y de su publicación en la Gaceta Oficial de este martes.

Ministerio de Agricultura y Tierras ocupa temporalmente bienes de Agroisleña

En Cagua, estado Aragua, el viceministro de Agricultura y Tierras, Iván Gil, junto al gobernador de la entidad, Rafael Isea, así como con representantes de la vocería del Poder Popular, anunció la “medida de ocupación temporal de los bienes de Agroisleña”.

Gil señaló que han concertado con los propietarios un “proceso de negociación” para garantizar la operatividad de la empresa.

Garantizó a los trabajadores la estabilidad como “se ha dado” en otros casos de ocupación por la “soberanía alimentaria”.

Funcionarios de PoliAragua toman la agencia de Agroisleña en Turmero

Video: Globovisión (05/10/10)

En horas de la mañana trascendió que funcionarios de PoliAragua se encontraban en la agencia de Agroisleña en Turmero, estado Aragua.

Víctor Hernández, gerente de Agroisleña en Turmero informó en un contacto con Globovisión lo siguiente: “Desde esta mañana cuando llegamos a realizar nuestras labores cotidianas, nos encontramos con efectivos de la Policía de Aragua que nos impidieron el acceso a la sede, ellos dijeron que tienen instrucciones no escritas para impedir el paso,” resaltó.

Para finalizar, Hernández afirmó que esta medida no es justa con el pueblo de Venezuela ni con los trabajadores de la empresa. “Pedimos que por favor se rectifique la medida o se realice una mesa de negociaciones”.

Protestan en varias entidades por expropiación de la empresa

Hoy se registraron manifestaciones de rechazo a la expropiación durante la ocupación de algunas sucursales, como en las de los estados de Aragua, Barinas y Mérida, mientras que en otras, como en el estado de Cojedes, la medida contó con el apoyo de los trabajadores de la firma.

Se conoció que desde tempranas horas de la mañana se desarrolló una protesta en Barinas de algunos productores agropecuarios rechazando la decisión del Presidente de la República, de expropiar Agroisleña.

Durante la manifestación hubo dos productores detenidos por la policía del Estado.

Los productores agropecuarios están convocando a una gran asamblea en el estado Barinas para este miércoles a las 10 de la mañana en las instalaciones de la asociación de los de productores rurales de Sabaneta.

Por ora parte, los empleados de la empresa en la población de Mucuchíes, estado Mérida, rechazaron la medida.

“Hay una concentración de los empleados porque esto cambia el panorama del punto de vista agropecuario, prácticamente quieren dominar y cambiar las políticas agropecuarias,” dijo Edgar Suescum, quien se desempeña como productor agropecuario.

Chávez expropia Agroisleña, pero la compañía rechaza “contundentemente” la medida

Agroisleña es una firma de capital español con 52 años de existencia y sucursales en 20 estados de Venezuela, que cuenta con cerca de 2.000 trabajadores a nivel nacional.

Chávez dijo el lunes que tras la toma de posesión de la empresa se producirá la “injertación socialista del Estado en la cadena de distribución de insumos para la producción agrícola”.

También garantizó que los dueños de Agroisleña recibirán del Gobierno el “justo pago” por el valor de la empresa y que “se resguardará de manera especial los derechos y garantías de sus trabajadores y los de las empresas asociadas”.

Agroisleña emitió ayer un comunicado en el que rechazó “absoluta y categóricamente” la expropiación y consideró que se basó en una “información insuficiente y posiblemente distorsionada”.

Igualmente pidió a sus trabajadores que mantuvieran la calma y no realizaran acciones de calle que alteren el orden público.

Mientras portavoces del Gobierno aseguraron que con la expropiación se abaratarán los precios al consumidor de algunos productos agrícolas, quienes rechazan la medida afirmaron que ocurrirá lo contrario por la presunta incapacidad oficial para dirigir empresas de manera eficiente.

Con información de EFE

O Brasil visto de fora: Economista comunista ficha suja Stédile condenado por invasões de terras e edifícios públicos confessa que com Dilma lá, bagunça vai aumentar

10/07/2010

Los Sin Tierra apuestan por la candidata de Lula “para poder  seguir  invadiendo tierras” 

“Con Dilma, nuestra base social percibirá que vale la pena movilizarse”, afirma el líder del movimiento

 JUAN ARIAS – Río de Janeiro – 10/07/2010

Lo ha declarado el líder del movimiento, el economista marxista, João Pedro Stedile, varias veces condenado por la justicia por invasiones ilegales no sólo de tierras sino tambien de edificios oficiales del Estado, así como de destrucción de objetos, utensilios y plantíos en las fincas ocupadas por el Movimiento. 

“Con Dilma, nuestra base social percibirá que vale la pena movilizarse, que podremos avanzar haciendo más ocupaciones de tierras y más huelgas”, afirma. Al revés, según él, si ganase Serra las elecciones “supondrá la hegemonia de los terratenientes, Habrá mayor represión y mayor tensión en el campo… Su victoria sería la derrota de los movimientos sociales”. 

Stedile es sincero cuando dice que apoyarán a Rousseff “a pesar de que en los últimos años, justamente con un gobierno considerado amigo [el de Lula] el MST se haya debilitado y se haya convencido de que los terratenientes han ganado la batalla”. 

El líder marxista del MST dice con toda claridad que “Lula no hizo la reforma agraria. La mitad de los números del gobierno ha sido pura propaganda”, y pone un ejemplo futbolístico: “Es como si te dieses cuenta que tu equipo está para bajar a Segunda División y haces todo lo posible para ganar el campeonato”. Está diciendo que no se hacen ilusiones ni con Rousseff, ya que ni Lula estuvo, según ellos, totalmente a su lado, pero que sería peor sin ella. 

Stedile, que raramente da entrevistas reconoce que el Movimiento vive un mal momento incluso ante la opinión pública que durante años exaltó a los Sin Tierra pero acabaron perdiendo fuerza por sus acciones ilegales cuando pasaron de invadir tierras que consideraban improductivas a ocupar fincas en pleno cultivo llegando, por ejemplo a arrancar miles de árboles de fruta. 

El MST llegó a ser sujeto de tres Comisiones de Investigaciones del Congreso. El problema con Lula lo tuvieron porque el ex sindicalistas que llegó a la presidencia con el apoyo masivo del MST , después acabó condenado sus ilegalidades y apoyando otro tipo de reforma agraria más moderna y tecnologizada, sin dejar, sin embargo, de guiñarles de vez en cuando un ojo a los Sin Tierra, para no perder sus votos.

Governo petralha dilma, mst, lula, censura fracasso da reforma agrária, ministros que não são comunistas estão contra.

06/07/2010

É proibido criticar a Reforma Agrária, Atílio Faoro

 O governo pouco se importa com o bem estar dos assentados.

 Assim como na Índia as vacas são sagradas e intocáveis, em nosso querido Brasil temos pelo menos uma “vaca sagrada” que se chama “Reforma Agrária socialista e confiscatória”.

Ninguém pode falar mal dela, embora nos últimos 40 anos ela seja um fracasso como modelo de desenvolvimento agrícola para o Pais.

Não se pode criticar especialmente dois pontos: que ela representa um desastre econômico para o assentado – transformado em favelado rural do INCRA – e que as quantias milionárias investidas nos programas não tiveram, da parte dos governos concernidos, uma avaliação séria dos resultados obtidos, em termos de produtividade.

É o que se deduz da noticia estampada por um conhecido matutino paulista que teve acesso a um documento sobre a Reforma Agrária, que estava no Portal do Ministério do Planejamento, com “reflexões criticas” ao programa.

O texto foi retirado do ar na semana passada, depois que “alguns ministros reclamaram das conclusões sobre as suas áreas”.

O que exatamente irritou os ministros no documento?

Segundo as informações publicadas, o relatório ressaltava que “a qualidade de vida” dos assentados “permanece a mesma que era antes de terem sido assentados” e menciona que no Nordeste a atividade da agricultura familiar – meta do agro-socialismo – remete “a condições de extrema pobreza”.

Ou seja, miséria marrom e miséria negra. Ademais, o relatório cometeu o pecado de constatar que não existe “uma cultura de avaliação que se proponha a testar os reais efeitos da política como um todo”.

Em suma, o relatório foi suprimido – melhor seria dizer censurado – porque revela que o mito socialista da Reforma Agrária confiscatória vale mais do que o bem estar dos assentados.

E que, para os governos que promovem os programas, é incoerente exigir o cumprimento de índices absurdos e arbitrários de produtividade nas terras privadas e fechar os olhos para a baixíssima produtividade dos assentados favelizados nas terras estatizadas do INCRA

A recusa obstinada em avaliar os resultados de seus programas é uma característica de governos socialistas, de todos os matizes. Onde está a avaliação dos resultados do Fome Zero, do Bolsa Família e dos sucessivos PACS? A opinião pública – assim como os favelados rurais– não merece atenção nem preocupação.

Que ela vá para as urtigas, pouco importa! Até quando? Até ser empurrada para as urnas, para eleger candidatos que em nada a representam.

INCRA condenado por desapropriar terra produtiva e expulsa 80 famílias em SC para por quilombolas

30/06/2010

A prepotência do INCRA é um espanto! Órgão aparelhado, age segundo os interesses dos movimentos ditos sem-terra, promove uma truculenta Reforma Agrária, Não se importa com as leis, valendo-se de atos administrativos para ir implantando assentamentos e protegendo os acampamentos do MST e congêneres. E vai assim, aos trambolhões, usando a Reforma Agrária e a Revolução Quilombola para coletivizar o campo brasileiro. Vejam estes dois exemplos.

INCRA condenado por desapropriar terra produtiva

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região anulou o decreto de desapropriação da Fazenda Teijin, de 27 mil hectares, transformada em assentamento para 1.067 famílias do MST, em Nova Andradina (MS).

O TRF também condenou o órgão a indenizar em R$ 45,3 milhões os donos da fazenda. Corrigido, o valor chega a R$ 80 milhões.

O tribunal acolheu a alegação dos donos de que, na época em que foi vistoriada (2002), a fazenda era produtiva. O INCRA se limitou a informar que a decisão judicial não é definitiva e vai recorrer.

E o Brasil vai retornando à era tribal

No plenário da Câmara Federal, o deputado federal Valdir Colatto lamentou a publicação do decreto presidencial que criou a reserva quilombola Invernada dos Negros abrangendo os município de Campos Novos e Abdon Batista, no meio oeste catarinense.

Diante disso e de outras inúmeras ações em Brasília para reverter esta situação, Colatto vai ingressar com decreto legislativo com objetivo de anular o ato presidencial que beneficia 34 famílias intituladas quilombolas e desaloja 80 famílias proprietárias das terras e mais uma empresa de celulose com 1,2 mil empregados.

A decisão presidencial foi publicada no Diário Oficial da União no dia 18 de junho. A área decretada quilombola compreende oito mil hectares. Segundo o deputado, o decreto afirma expropriação, o que significa que serão pagas aos proprietários legítimos somente as benfeitorias e não as terras.

“Esta área não será dos 34 ditos quilombolas e sim da União (Seria aTerrabras?) que quer instalar um sistema ‘tribal’, de terras coletivas, o que não existe na legislação brasileira”, reclama.

O deputado considera lamentável a decisão do presidente da república que resultará em conflito social e econômico e critica o erro cometido pelo INCRA que levou a instalar área específica onde não existe quilombola.

Se nosso leitor desejar conhecer tudo o que vai por trás das ações do INCRA na questão quilombola, visite nosso site:

www.paznocampo.org.br

Ou encomende o livro de Nelson Ramos Barretto ,, ‘A Revolução Quilombola – guerra racial, conflito agrário e urbano, coletivismo’ (pode ser adquirido a partir da home page do site).

Fonte: GPS do Agronegócio

MST Jango joão goulart reforma agrária e o infame decreto da SUPRA DECRETO Nº 53.700, DE 13 DE MARÇO DE 1964

15/04/2010

DECRETO Nº 53.700, DE 13 DE MARÇO DE 1964.

Declara de interêsse social para fins de desapropriação as áreas rurais que ladeiam os eixos rodoviários federais, os leitos das ferrovias nacionais, e as terras beneficiadas ou recuperadas por investimentos exclusivos da União em obras de irrigação, drenagem e açudagem, atualmente inexploradas ou exploradas contrariamente à função social da propriedade, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando das atribuições que lhe confere o artigo 87, item I, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto na Lei nº 4.132, de 10 de setembro de 1962 e no Decreto-lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, com as alterações incorporadas ao seu texto,

DECRETA:

Art. 1º Ficam declaradas de interêsse social par efeito de desapropriação, nos têrmos e para os fins previstos no art. 147 da Constituição Federal e na Lei nº 4.132, de 10 de setembro de 1962, as áreas rurais compreendidas em um raio de 10 (dez) quilômetros dos eixos das rodovias e ferrovias federais, e as terras beneficiadas ou recuperadas por investimentos exclusivos da União em obras de irrigação, drenagem e açudagem.

Parágrafo único. Consideram-se rodovias e ferrovias federais, para os fins dêste decreto, as que, respectivamente, integrem o Plano Rodoviário Nacional ou estejam incorporadas ao Patrimônio da Rêde Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA) ou de emprêsas dela subsidiárias.

Art. 2º Ficam excluídas das disposições dêste decreto as propriedades imóveis, que se enquadrem em uma das seguintes hipóteses:

a) as que não tenham área superior a 500 (quinhentos) hectares, quando situadas ao longo dos eixos rodoviários e ferroviários, e 30 (trinta) hectares, quando localizadas em terras beneficiadas ou recuperadas em virtude de obras de irrigação, drenagem e açudagem, abrangidas pelo presente decreto;

b) as situadas em zonas urbanas ou suburbanas dos municípios, delimitadas em data anterior à dêste Decreto, assegurada aos municípios a faculdade de requerer à Superintendência de Política Agrária (SUPRA) a revisão daquelas zonas, para efeito de ampliação, a fim de atender aos seus planos administrativos;

c) as propriedades que, embora possuindo área superior a 500 (quinhentos) ou 30 (trinta) hectares, conforme as hipóteses previstas na alínea a dêste artigo, são ocupadas por Vilas, Vilarejos, Povoados, Arraiais ou outros núcleos populacionais;

d) as que venham sendo social e adequadamente aproveitadas, com índices de produção não inferior à média da respectiva região, atendidas as condições naturais de seu solo, os benefícios introduzidos pelos investimentos da União em obras de irrigação e drenagem e sua situação em relação aos mercados;

e) as que sejam do domínio e posse dos Estados, Distrito Federal, territórios e municípios ou que, em virtude de autorização legislativa anterior, foram destinadas à construção de estabelecimentos militares necessários à segurança nacional ou já estejam utilizadas na formação de núcleos, agrícolas, campos de experimentação, fazendas – modêlo ou em outras atividades estimuladoras do desenvolvimento agropecuário nacional;

f) as vinculadas às atividades industriais, na proporção em que estejam efetivamente utilizadas;

g) as destinadas ao aproveitamento dos recursos minerais e de energia hidráulica em virtude de autorização ou concessão federal.

§ 1º Para efeito do disposto na alínea ¿a¿ dêste artigo, não serão consideradas unidades autônomas as propriedades contíguas pertencentes a um mesmo proprietário, pessoa física ou jurídica.

§ 2º Verificadas as condições previstas neste artigo nos casos em que couber, a Superintendência de Política Agrária (SUPRA) a requerimento do interessado, reconhecerá a desvinculação do imóvel, mediante ato publicado no Diário Oficial.

Art. 3º A Superintendência de Política Agrária (SUPRA), fica autorizada a promover, gradativamente, para execução de seus planos e projetos, as desapropriações das áreas situadas nas faixas caracterizadas neste decreto, tendo por fim realizar a justa distribuição da propriedade, condicionando seu uso ao bem-estar social, e visando especialmente:

a) o aproveitamento dos terrenos rurais improdutivos ou explorados antieconomicamente;

b) a fixação de trabalhadores rurais nas áreas adequadas à exploração de atividades agropastoris;

c) a instalação ou a intensificação das culturas nas áreas em cuja exploração não seja obedecido plano de zoneamento agropecuário que vier a ser fixado pela SUPRA;

d) o estabelecimento e a manutenção de colônias, núcleos ou cooperativas agropecuárias e de povoamento;

e) a proteção do solo e a preservação de cursos e mananciais de água e de reservas florestais.

§ 1º A SUPRA poderá, em cada caso, alegar urgência das referidas desapropriações, para efeito de prévia imissão de posse, nos têrmo do artigo 5º e seus parágrafos do Decreto-lei nº 3.365, de 21 de junho de 1941, alterado pela Lei nº 2.786, de 21 de maio de 1956.

§ 2º As terras desapropriadas, após subdivididas em lotes rurais de área não superior a 100 (cem) hectares, serão vendidas a prazo ou dadas em observadas as seguintes regras fundamentais:

a) terão prioridade as famílias camponesas mais numerosas, radicadas na região e com maior experiência de trabalhos agrícolas ou pecuário, e que não sejam proprietárias ou possuidoras de outro imóvel;

b) o preço de vendas dos lotes será fixado levando-se em conta tão somente o custo da desapropriação e as despesas resultantes da execução do plano ou projeto aprovado para a área e será pago em vinte prestações iguais e anuais, vencendo-se a primeira no último dia do terceiro ano e a última no fim do vigésimo segundo ano contados da data da localização do camponês no respectivo lote, cujo desmembramento ou divisão será proibido;

c) nos casos de locação, o prazo mínimo será de 10 (dez) anos, e o aluguel não deverá exceder a taxa de 6% (seis por cento) ao ano do valor do lote, calculado de conformidade com o disposto na letra ¿b¿ anterior.

Art. 4º Os atuais ocupantes de terrenos rurais da União serão cadastrados com a indicação das áreas em cuja posse se encontrem e da natureza de suas atividades, a fim de que a SUPRA, coordenada com o Serviço do Patrimônio da União do Ministério da Fazenda, providencie a regularização das respectivas situações, atribuindo-lhes, na forma da legislação vigente, glebas nas mesmas ou em outras áreas propícias, sempre de acôrdo com as reais possibilidades de cada um e as limitações previstas neste decreto.

Art. 5º Deixando o beneficiado de residir no lote que lhe fôr atribuído ocorrendo abandono da gleba ou destinação diversa daquela fixada no zoneamento que vier a ser estabelecido pela SUPRA, ou ainda, a cessão da promessa de compra e venda, ou sublocação ou cessão da locação, sujeitar-se-á o responsável, conforme o caso, à rescisão do contrato e à perda da posse, sem prejuízo do pagamento das perdas e danos a que seu procedimento der causa.

Parágrafo único. Em casos excepcionais, prévia e fundamentalmente justificados, poderá a SUPRA autorizar, a requerimento dos interessados, a tradição de posse ou a cessão do contrato, desde que a transação se faça pelo preço ou aluguel fixado originariamente, apenas acrescido do justo valor das benfeitorias, construções e plantações realizadas no lote cedido ou transferido.

Art. 6º A Carteira de Colonização do Banco do Brasil Sociedade Anônima financiará, nos têrmo da Lei número 2.237, de 19 de junho de 1954, os planos e projetos específicos que forem aprovados pela SUPRA.

Art. 7º Fica fixado um prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data da publicação dêste Decreto, para que o Banco Nacional de Crédito Cooperativo, articulado com a SUPRA, elabore programa de operações de crédito para financiamento prioritário às cooperativas agrícolas que venham a ocupar a áreas de terras desapropriadas com base neste Decreto, bem como àquelas constituídas por proprietários de glebas de área não superior a 100 (cem) hectares.

Art. 8º A competência deferida pelo Decreto nº 45.581, de 18 de março de 1959, à extinta Comissão de Povoamento dos Eixos Rodoviários, fica atribuída à SUPRA, que planejará, executará e controlará a Organização de comunidades rurais e sua colonização nas áreas desapropriadas, segundo o critério de valorização sócio-econômica do camponês e do uso racional da terra.

Art. 9º Fica revogado o Decreto nº 47.707, de 23 de janeiro de 1960, cabendo ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas aplicar, em convênio com a SUPRA, os recursos de que dispõe para colonização dos principais eixos rodoviários que atravessam a área do Polígono das Secas.

Art. 10. Fica a SUPRA autorizada a celebrar convênios com a Comissão do Vale do São Francisco (CVSF), a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE) e a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPEVEA) para, com a aplicação de seus próprios recursos e dos que disponham aquêles órgãos, promover a colonização das áreas abrangidas pelo presente decreto nas respectivas áreas de jurisdição administrativa.

Parágrafo único. Para as terras irrigadas ou irrigáveis pela União, nos Estados compreendidos na área de atuação da SUDENE, os critérios de utilização das mesmas serão regulados de acôrdo com os estudos realizados por esse órgão, sem prejuízo do disposto no art. 3º dêste Decreto.

Art. 11. Permanece em vigor o Decreto nº 45.771, de 9 de abril de 1959, que atribui ao Ministério da Guerra a ocupação ao Ministério da Guerra a ocupação e a coordenação das medidas relacionadas com o povoamento inicial da BR-14, no trecho compreendido entre as localidades de Guamá (PA) e Gurupi (GO).

Parágrafo único. A SUPRA integrará todos os convênios entre êsse Ministério e a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA), independentemente das desapropriações que efetivar, consultados tais órgãos.

Art. 12. Na efetivação das desapropriações facultadas por êste decreto, a SUPRA dará prioridade às terras situadas nas regiões de maior densidade demográfica, mais próximas dos grandes centros de consumo e onde mais freqüentemente se verifique a existência de latifúndios improdutivos ou explorados antieconômicamente.

Art. 13. A SUPRA promoverá entendimentos com os Estados, Distrito Federal, Territórios e Municípios interessados, concertando com as respectivas autoridades as providências administrativas necessárias à melhor execução das medidas previstas neste decreto.

Art. 14. As desapropriações de que trata o presente decreto serão custeadas com os recursos orçamentários próprios da SUPRA e das entidades convenentes.

Art. 15. A SUPRA utilizar-se-á, preferencialmente dos serviços técnicos dos Ministérios da Guerra, Marinha e Aeronáutica, com vistas aos estudos necessários à efetivação das desapropriações autorizadas por êste decreto, nos têrmos dos convênios celebrados com os Ministérios citados em 24 de janeiro de 1964, os quais ora são ratificados em seu inteiro teor.

Art. 16. Fica a SUPRA autorizada a baixar os atos necessários à complementação das disposições dêste decreto.

Art. 17. Êste decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Brasília, 13 de março de 1964; 143º da Independência e 76º da República.

JOÃO GOULART

Oswaldo Lima Filho

Sylvio Borges de Souza Motta

Jair Ribeiro

Ney Galvão

Expedito Machado

Anysio Botelho

com dilma lá mst vai ser armado com fuzis como na venezuela bye bye agronegócio

20/02/2010

=

Las milicias campesinas, con fusiles al hombro, en ‘El Calvario’ (+ Nuevas Fotos)

=

1000 posts – Homem culto chega ao milésimo post – Quanto custa o MST, qual o prejuízo que o mst causa ao Brasil vandalismo do mst

08/10/2009

Não é apenas os milhões dados às ongs fachadas do mst. Esses milhões são só uma fração:
– É preciso avaliar quanto se gastou em desapropriações de terras e bens imóveis.
-Quanto foi fornecido de créditos aos assentados.
-Qual o prejuízo total deixados pelas invasões (perda de produção e destruições.
-Qual o prejuizo tido pelo Brasil com os latifúndios improdutivos do MST, o que deixa de ser produzido quando uma terra é entregue ao MST.
-Quanto caiu os investimentos agrícolas por medo de ser perder tudo para mst.
-Qual o prejuízo total causado pela desvalorização do alqueire de terra por medo do mst.
É preciso criar o seguro invasão para indenizar perda dos produtores agrícolas com as invasões.

A COMUNISTA CPT COMISSÃO PASTORAL DA TERRA APOIA MST NA DESTRUIÇÃO DE PÉS DE LARANJA TRATORES E CASAS E OS FILHOS DE CRISTO AINDA CULPAM A CPI E A SENADORA KÁTIA ABREU apologia ao crime

07/10/2009

Pastoral da Terra defende ocupação de fazenda feita pelo MST

Plantão | Publicada em 07/10/2009 às 19h34m

Agência Brasil   ler também,,, https://homemculto.wordpress.com/2009/10/08/quanto-custa-o-mst-qual-o-prejuizo-que-o-mst-causa-ao-brasil-vandalismo-do-mst/ 

SÃO PAULO – A Comissão Pastoral da Terra (CPT) defendeu nesta quarta-feira, por meio de nota, a ação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na fazenda da empresa Cutrale, localizada em Borebi (SP), a 300 quilômetros da capital paulista.

“A ação do MST, por mais radical que possa parecer, escancara aos olhos da nação a realidade brasileira. Enquanto milhares de famílias sem terra continuam acampadas Brasil afora, grandes empresas praticam a grilagem e ainda conseguem a cobertura do poder público”, afirmou a CPT.

Os manifestantes saíram da fazenda pacificamente nesta quarta-feira, após a chegada da Polícia Militar.

Para a entidade, a divulgação de imagens em que os sem-terra aparecem destruindo parte da lavoura de laranja faz parte de uma campanha para dar apoio ao pedido de instalação de CPI para investigar o MST. A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) está colhendo assinaturas de deputados e senadores para a instalação da comissão.

A Cutrale ainda está fazendo o levantamento do prejuízo causado pela destruição de parte da lavoura e pelo extravio de equipamentos e produtos que se encontravam na propriedade. Segundo o diretor de relações trabalhistas da empresa, Carlos Otero, está sendo priorizada a recolocação das sete famílias que tiveram as casas destruídas durante a invasão.

Marina silva marcha de sem terra MST sem terra marcham para Brasilia fingindo serem inimigos de Lula – protesto de sem terra imprensa européia trata sem terra como santinhos bonzinhos e não como destruidores de fazendas

07/08/2009

Brésil: 3.000 Sans Terre protestent

AFP

07/08/2009 | Mise à jour : 18:01

Trois mille paysans sans terre venus de tout le Brésil camperont à partir de lundi à Brasilia pour faire pression sur le gouvernement afin qu’il accélère la réforme agraire, a indiqué aujourd’hui une responsable du Mouvement des travailleurs ruraux sans terre (MST). 

“Du 10 au 20 août, nous ferons des actions pacifiques, comme des grandes marches, pour que le gouvernement accélère la réforme agraire alors que 150.000 familles vivent encore dans des campements précaires”, a déclaré la coordinatrice nationale du MST, Marina dos Santos, lors d’une conférence de presse à Rio. 

A l’approche de l’élection présidentielle de 2010, le MST dénonce le modèle agricole en vigueur dans le pays. Selon Marina dos Santos, ce modèle “favorise l’agrobusiness”, qui engendre de colossales exportations agricoles, “au détriment de l’agriculture familiale de production d’aliments sans pesticides”. 

Depuis sa création en 1984, MST a obtenu un lopin pour 370.000 familles dans ce pays champion des inégalités sociales.

A retirada dos Arrozeiros de Roraima – Quartiero—Lula atenta contra a soberania nacional – a primeira micro nação indígena – Roraíma não é mais parte do Brasil – o primeiro território indígena libre e independente

23/03/2009

http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/2009/03/lula-lanca-hoje-o-primeiro-territorio.html

QUARTIERO PREVÊ BANHO DE SANGUE:  QUEM É CAPAZ DE TIRAR OS ARROZEIROS?

WILLAME SOUSA – Folha de Boa Vista – 23 de março de 2009

Polícia Federal e Exército Brasileiro não teriam capacidade para retirar os arrozeiros que ocupam a Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, cujo processo de demarcação de forma contínua foi validado na semana passada, o que acarretará a retirada de não-índios residentes na região. 

A declaração foi concedida pelo arrozeiro Paulo César Quartiero, em entrevista ao programa Agenda da Semana, da Rádio Folha (AM 1020). Para ele, apenas os produtores de arroz têm condições para realizar a retirada.

“Não tem ninguém que faça a não ser nós. Polícia Federal e Exército não têm capacidade para isso e Governo Federal muito menos. Eles são bons para destruir, não para construir. Quem pode fazer a retirada somos nós, arrozeiros. Nós temos capacidade, porque trabalhamos com agricultura e, por isso, poderemos desmontar as máquinas”, afirmou.

Desta forma, segundo ele, a Justiça deve estipular prazos possíveis de serem cumpridos para a retirada, pois, caso contrário, a alternativa seria quebrar equipamentos, matar o gado e atear fogo nas benfeitorias. Quartiero afirma já ter realizado levantamento de qual o período necessário para deixar a propriedade que ocupa. “Nós precisamos de seis meses. Se não quiserem dá este prazo, vão lá e ateiem fogo nos bens, matem o gado e acabem com tudo”, declarou.

Ele afirma que, não pretende resistir à retirada, entretanto, pede respeito e não descarta a possibilidade de conflitos. “Eu tenho compromisso moral de obedecer a decisão judicial, agora se eu for agredido tenho que me defender, pois a maneira de sair terá de ser exeqüível e possível”, declarou.

Quartiero informa ainda que, solicitou ao seu Departamento de Contabilidade a realização de um levantamento de quanto gastará para retirar máquinas, gado, estruturas de armazéns, balsas, dentre outros equipamentos, da reserva. Segundo ele, serão necessários R$ 2,8 milhões, algo que dificultaria a saída imediata da região, em virtude da dificuldade de obter o recurso.

Questionado em relação à declaração concedida pela PF de que a retirada de não-índios não está condicionada à indenização, Quartiero criticou à instituição. “Policial federal é para obedecer a ordens. Então, não é de se esperar e nem pode se esperar que eles tenham inteligência. Por isso, ficar questionando o que a PF está dizendo é perder tempo. A única coisa que eles podem fazer é ir lá é quebrar tudo, mas até para quebrar dá trabalho”, critica ele, destacando ainda que, o não pagamento das indenizações antes da retirada seria outro ponto que dificultaria esse processo, porque é necessário recursos para isto.

Quanto ao fato de o estado não dispor de terras propícias ao cultivo de arroz, o produtor questiona sobre os seis milhões de hectares repassados pela União, no final de janeiro, e diz não ter certezas em relação ao desenvolvimento local. “Hoje em dia, ser traficante de drogas é um posto mais tranquilo, pois dá menos problema do que ser produtor rural. Mas, quem vai se responsabilizar em produzir emprego e gerar renda no estado?”, observou.

MST mata 4 em fazenda em Pernambuco – Discurso do deputado Campos Machado sobre MST – Conheça o Mst – Os assassinatos do MST – a guerrilha MST

18/03/2009

MST – Piratas somalis do Brasil?

Deputado Estadual de São Paulo , Campos Machado*

“”Assistimos novamente no Brasil o ressurgimento

das ações de criminosos, travestidos de “trabalhadores

sem-terra”, no assassinato de indivíduos contratados

para proteger terras absolutamente legitimadas para a

propriedade privada.

Esses bandos de delinquentes, cuja profissão de fé é

invadir, destruir e matar, atuam sob o manto do conhecido

pseudo-movimento chamado MST – Movimento dos

Trabalhadores Sem Terra –, que, pela total falta de

identidade, de RG, de CNPJ, ou de qualquer registro de

existência em qualquer dos órgãos públicos brasileiros,

age neste país como se não existissem leis, nem Estado

de Direito, nem autoridades, tampouco a Constituição de

uma nação.

Atuam os integrantes do MST tal quais os piratas da

Somália, país do continente africano, que prosperam

sem ter nenhuma preocupação com um eventual

sistema penal vigente. Os piratas da Somália se

constituem em ex-pescadores, ex-militares e técnicos

especializados em eletrônica e GPS, que, com suas

pequenas embarcações, de rápida locomoção,

interceptam e abordam, armados, os grandes navios

cargueiros, sob a provável condescendência do governo

da capital, Mogadíscio, roubando as mercadorias e

sequestrando tripulações.

Esses crimes, praticados no mar do Oceano Índico, a

céu aberto, provocaram a edição de uma resolução pela

ONU – Organização das Nações Unidas –, conclamando

os países que possuam vasos de guerra naquelas rotas

a combaterem a pirataria, usando de todos os meios

necessários para sua defesa.

Os “piratas somalis” do Brasil, sem

dúvida alguma, são aqueles que se

escondem debaixo do MST. Mas parecem

que esses clones são piores do que os

originais, pois aqui eles não simplesmente

invadem, roubam e sequestram. Eles matam

com uma brutalidade vil e covarde. É o que

vimos dias atrás na fazenda chamada

Jabuticaba, no agreste pernambucano,

onde quatro homens foram sumariamente

executados, com tiros na nuca e nas

costas.

Mais uma série de assassinatos

que tristemente colecionamos no Brasil, a crédito do

MST, cujos líderes, pasmem todos, declararam com

patente tranquilidade que seus integrantes agiram “em

legítima defesa”, pois os homens mortos “teriam sido

contratados para matar, eram pistoleiros violentos”.

Chega-se à conclusão de que, para o MST, o

Brasil é a Somália. Age-se sem qualquer temor de

responsabilidade criminal. Executa-se sem nenhuma

preocupação com as consequências. Se auto-intitulam

organismo, sem qualquer vestígio de existência legal.

É a oficialização da pirataria. Mas, na bem assertiva

concepção do presidente do Supremo Tribunal Federal,

Ministro Gilmar Mendes: quem invade

terras está afrontando a lei, e quem

afronta a lei não pode receber dinheiro

do governo. No Estado de Direito, diz o

ministro, lei vale para todos.

Se o MST quer preservar as origens

de seus financiamentos, com repasses

de verbas da União, cor remos o

risco de ver, aqui, o que se vê na

Somália. A prosperidade dos sem lei.

A predominância do vale-tudo.

No futuro, quem sabe a ONU não

legislará em terras brasileiras pela falta

de combate à invasão de propriedades?

O Brasil não é a Somália, e aqui não se tolerará

piratas.””

*O deputado Campos Machado é advogado, líder do PTB

na Assembleia Legislativa, presidente estadual e secretáriogeral

da Executiva Nacional do PTB.

MST -O terror que coloca crianças na linha de frente –

16/03/2009

“”O Movimento Social Terrorista no Brasil agora inova em suas táticas de crueldade. Além de invadir propriedades, destruir bens e se apossar das coisas que não lhes pertencem, radicais do MST agora pretendem usar crianças (filhos de seus membros manipulados ideologicamente) como “escudos humanos”, na hora em que suas invasões forem reprimidas legalmente. A nova manobra de guerrilha do MST tem dois objetivos. O primeiro é atrasar, inibir e constranger a ação das autoridades na desocupação das áreas invadidas. O segundo é jogar a culpa por eventuais mortes ou ferimentos de crianças nas forças repressivas (seguranças de fazendeiros, Polícias Militares ou até no Exército, se for o caso de seu emprego). Os “escudos” podem acabar feridos pelos próprios guerrilheiros rurais, apenas para jogar a culpa na “repressão ao movimento social”. Cadeia para os canalhas que usam crianças, com todo rigor na forma da lei. 16 de Março de 2009 12:07″” Jorge Se~rrão.

A Revolução Comunista em Alagoas

12/03/2009

Senhor Coronel. Escrevo de Alagoas, Maceió, onde os terroristas dos MSLT, MST, guerrilheiros da Liga dos Camponeses Pobre (LCP), Comissão Pastoral da Terra e CUT, estão fazendo ocupações selvagens de fazendas e usineiras produtivas. Entram e começam de imediato a desmatar. A Policia Militar e o exercito, acovardaram-se. Alagoas está a ferro e fogo, incluindo o centro da cidade de Maceió, onde esses terroristas fizeram uma passeata tumultuosa, agredindo transeuntes com bate boca insultuosos. Todo este ataque em Alagoas è comandado pelo coordenador guerrilheiro da Liga dos Camponeses pobres (LCP) para o Nordeste de nome Severino da Silva, pelo coordenador dos terroristas do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Marco Antonio dos Santos, o “Marron”, e pelo coordenador da CPT, Carlos Lima, que lideram as invasões. Já avisaram que “a nossa ação è contra o latifúndio. Não importa se ele produz ou não”, justificando a falta de critérios para invasões. Uma das fazendas invadidas, fazenda Campo Verde, produz mais de 75 toneladas de cana-de-açúcar por tonelada, pertencente a um dos maiores complexos agroindustriais deste estado. Mas tem muito mais, senhor Coronel. “Marrom”, afirmou que “A luta dos movimentos è para que o governo aprove uma lei onde haja limites para o latifúndio. Para nós não interessa se a terra está produzindo. A nossa ação vai muito mais além. O ideal seria que cada proprietário tivesse direito apenas a 50 hectares.” Afirmações totalmente ao arrepio da nossa Constituição Federal. Para o INCRA daqui, a produtividade não è critério para realização de vistorias, afirmou o superintendente do órgão, Gilberto Coutinho, que ainda afirmou haver três critérios para uma vistoria: 1)quando técnicos do INCRA identificam uma propriedade improdutiva e indicam para avaliação; 2)quando o proprietário tem interesse em vender o imóvel; 3)quando os “movimentos sociais” indicam determinada propriedade. Gilberto Coutinho (INCRA) afirmou ainda que se uma terra è indicada como improdutiva não adianta o proprietário informar que ela produz. Esse Marco Antonio dos Santos, o “Marron”, invadiu ontem, acompanhado de 400 terroristas a sede administrativa do INCRA na rua do Livramento, no Centro, e mantiveram reféns (crime federal) mais de 60 servidores por quase três horas, sob constantes ameaças contra suas vidas e agressões. Nisso, o “Marrom” não quis comentar. Aqui, a Igreja Católica dá sustentação política e financeira à Comissão Pastoral da Terra (CPT), apoiando a violência e truculência de um monte de desocupados para badernar e ameaçar pessoas pacatas. Temos a irmã Cícera Menezes defendendo estas ocupações selvagens. Poderá ler neste site, estas noticias que relatei. Ontem e terça feira também teve o mesmo noticiário. WWW.ojornal-al.com.br 12 de Março de 2009 16:04

25 anos de MST

07/03/2009

MST: 25 anos das FARCS brasileiras

Texto do Professor Hari:

Há 25 anos nascia no Brasil uma das mais perversas agremiações do bolchevismo nacional. Uma agremiação que tem em seus estatutos a missão de propagar os métodos e ações da horrenda guerrilha colombiana FARC.

Qual o propósito do MST? Subverter o Estado de Direito e substituí-lo pelo reinado de horror marxista-leninista.

Liderados pelo atroz agitador Stédile, estes guerrilheiros fortemente armados combatem aquilo que o Brasil mais tem de moderno, que é seu modesto agronegócio que tanto desenvolvimento traz ao país, a despeito de ser formado por pequenos e humildes proprietários de terras, donos de modestas áreas rurais, que somente homens bons como eles teriam condições de possuir e levar adiante, já que a gentalha ignara, jecas – tatus, jamais teriam a mesma competência para gerir e administrar essas terras .
Lider máximo da guerrilha rural, Lula está sempre incentivando os baderneiros a atacarem os homens bons e suas propriedades rurais.

Líder máximo da guerrilha rural, Lula está sempre incentivando os baderneiros a atacarem os homens bons e suas propriedades rurais.

Agentes do satânico Sr. Lula, conseguem espalhar suas ações de desestabilização e violência contra os honrados, cristãos e trabalhadores fazendeiros da Nação.

Signatários do atraso, também enfrentam uma das mais valorosas, modernas e competentes empresas do mundo, a santificada Monsanto, cuja nobre missão é simples e singela: erradicar a fome no mundo. Como se sabe, os bilhões de pessoas que passaram a pão e água nos regimes comunistas não entram nas estatísticas da mídia venal brasileira ( com exceção da excelente revista Veja, a preferida do Professor Hari).

Contrastando com a modernidade do pequeno agronegocio combatido pelo MST, nos acampamentos desta seita vermelha é comum que seus maltrapilhos guerrilheiros sejam obrigados a acender fogo batendo duas pedras, o que mostra a vocação pelo atraso deste movimento.
Badeirneiros natos, os integrantes do MST partem sempre para a agressão e a violência contra os agentes da lei que na maioria das vezes aguentam todas as agressões sem reagirem.

Badeirneiros natos, os integrantes do MST partem sempre para a agressão e a violência contra os agentes da lei que na maioria das vezes aguentam todas as agressões sem reagirem.

Por isso, temos que lamentar que esta seita ainda siga agindo em nome do bolchevismo internacional, sem sofrer as penalidades que haveria se aqui houvesse um governo seguidor das mais elementares normas democráticas e cristãs ocidentais, como a propriedade privada. Chegam até mesmo a denunciar supostas fazendas como mantenedoras de trabalho escravo, ou seja, combatem até mesmo os cidadãos de bem que dão empregos àqueles oriundos da gentalha ignara que querem trabalhar compulsoriamente, sem auferir renda, ao invés de viverem de verbas sindicais ou dólares de Cuba como fazem os petralhas.

Entretanto, o dia do MST está chegando. Em São Paulo, a seita xiita-petista não é tratada com cafuné, sendo firmemente combatida primeiro por nosso irmão Geraldo, quando governava o Estado, e agora pelo nosso rigoroso governador e futuro presidente Serra, que mantém na mira os inimigos da Nação.

Por isso, satânicos terroristas do MST, ainda há tempo: deponham suas armas, arrependei-vos de seus atos, porque um presidente firme e cristão está prestes a assumir, e os grupelhos anarquistas e baderneiros não serão mais tolerados neste país.

Ruralista e o agro negócio depois de 20 anos de MST acordam para a realidade.

27/02/2009
AS INVASÕES E A NOTA DA CNA

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil), divulgou uma nota, que segue abaixo, sobre as invasões ilegais de terra e a fala do ministro Gilmar Mendes, que pediu respeito à lei.

Temos, enfim, uma voz da oposição, ainda que se manifestando por meio de uma entidade, reconhecendo a permanente agressão à lei praticada pelo MST. O silêncio dos tucanos, por exemplo, é eloqüente – e olhem que São Paulo, governado pelo PSDB, é um dos estados em que os sem-terra promovem a baderna.

Segue a nota:

O ESTADO DE DIREITO É FUNDAMENTAL

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, entidade que representa os produtores rurais atingidos pelas 1.667 invasões ilegais de terra praticadas nos últimos seis anos pelo MST, vem a público solicitar atenção do Congresso Nacional, do Ministério Público, do Poder Judiciário e da sociedade brasileira, para os seguintes pontos:

1) o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal – STF, cumpre com rigor e responsabilidade institucional seu papel de guardião da Constituição e do Estado de Direito ao declarar que foge à lei a concessão de financiamento público a entidades que promovem invasões ilegais de propriedades públicas e privadas;

2) o MST é uma entidade ilegal que pratica crimes em série. Seus líderes comandam grupos que seqüestram, vandalizam, torturam e matam;

3) comprometido com a intolerância e a violência, o MST tornou-se uma das maiores fontes da insegurança jurídica que pesa sobre o Brasil e que impõe prejuízos incalculáveis a todos nós, brasileiros;

4) lamentavelmente, o MST conta com a complacência de autoridades do governo federal e recebe financiamento público para suas ações ilegais. Quem financia as jornadas de crime e de terror do MST é o cidadão brasileiro honrado, que tem a cultura dos direitos e dos deveres;

5) nenhuma nação avança quando falta confiança na força que emana das regras livremente construídas e respeitadas. Nós, produtores rurais, assim como todos os brasileiros, precisamos de estabilidade e de respeito às leis para trabalhar e produzir.
Brasília, 27 de fevereiro de 2009

Senadora Kátia Abreu
Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA

A KGB contra o Brasil e o ocidente destruindo tudo que tinhamos de bom, espionagem soviética, ouro de moscou, destruição da democracia, calúnias

25/02/2009

Pequena história da subversão e da espionagem

Félix Maier

No programa do “Fantástico” de 27/11/2005, da TV Globo, nada foi informado sobre a Intentona Comunista, que naquele dia completava 70 anos. Ironicamente, porém, a emissora apresentou a figura de um antigo general da KGB, Oleg Kalugin, que discorreu sobre vários assuntos, como a guerra da informação, ou melhor, da desinformação, promovida durante a Guerra Fria pelos soviéticos para desmoralizar os EUA, e o famigerado “ouro de Moscou” distribuído aos Partidos Comunistas do mundo inteiro, milhões de dólares que também ajudaram a promover o levante de 1935 no Brasil.

“Os líderes comunistas sempre procuraram criar situações revolucionárias. Lenin favorecia a agitação para conseguir seus objetivos de domínio mundial do comunismo, e Trotsky pregava providências ainda mais militantes. Foi, no entanto, Stalin quem preferiu treinar um exército de subversivos clandestinos que se infiltrariam nas democracias para destruí-las de dentro para fora… a perigosa quinta-coluna” (Hutton, in “Os subversivos”, pg. 9).

A seguir, serão apresentadas algumas das táticas e estratégias utilizadas por Moscou para conquistar corações e mentes em todo o mundo, utilizando-se dos estratagemas mais sórdidos que se possa imaginar, em seu plano de conquista do mundo Ocidental.

Instituto 631

Durante toda a década de 1950, o Instituto 631, com sede em Moscou, através de suas redes apoiadas pelos Partidos Comunistas no mundo inteiro, tudo fazia para desorganizar a vida nas democracias ocidentais. Enquanto isso, os mestres subversivos profissionais russos submetiam-se a treinamento nas suas várias Escolas de Espionagem.

A seleção e o treinamento desses agentes especiais começaram no princípio da primavera de 1948 (início da Guerra Fria), logo depois que Stalin resolveu criar duas forças separadas de subversivos clandestinos. Controlada pelo Kominform, a “quinta-coluna vermelha” era comandada por Mikhail Suslov, que passava instruções em código para os chefes dos Partidos Comunistas do mundo inteiro, a partir de Pankov (Distrito da então Berlim Oriental), mas com escritório central em Moscou.

No XXII Congresso do PCUS, Luis Carlos Prestes encontrou-se com Nikita Kruschev e Mikhail Suslov, para planejar uma revolução agrária no Brasil. Em janeiro de 1964, Luis Carlos Prestes viajou a Moscou para prestar contas dos últimos trabalhos do PCB, desenvolvidos à luz da estratégia traçada por ele e Kruschev em novembro de 1961. Nesse encontro, participaram, além de Kruschev, Mikhail Suslov (ideólogo de Kruschev), Leonid Brejnev (Secretário do Comitê Central do Partido), Iuri Andropov e Boris Ponomariov (Chefe do Departamento de Relações Internacionais. Naquela ocasião, Prestes afirmou: “A escalada pacífica dos comunistas no Brasil para o poder abrindo a possibilidade de um novo caminho para a América Latina. (…) oficiais nacionalistas e comunistas dispostos a garantir pela força, se necessário, um governo nacionalista e antiimperialista. Implantaremos um capitalismo de Estado, nacional e progressista, que será a ante-sala do socialismo. (…) … uma vez a cavaleiro do aparelho do estado, converter rapidamente, a exemplo de Cuba de Fidel, ou do Egito de Nasser, a revolução nacional-democrática em socialista.” Segundo Luís Mir, in “A Revolução Impossível”, “A exemplo de 1935, a revolução deveria começar novamente, pelos quartéis” (Cfr. Del Nero, in “A Grande Mentira”, pg. 121). (1)

Antes da criação do Instituto 631, houve, no Brasil, a primeira tentativa comunista de assalto, em 1935, no levante conhecido como “Intentona Comunista”, iniciada em Natal, RN, no dia 23 de novembro de 1935, e que se estendeu ao Recife e ao Rio de Janeiro, e foi sufocada 5 dias depois. O Komintern enviou agentes de Moscou para promover o levante, incluindo o brasileiro Luis Carlos Prestes e sua “esposa” Olga Benário – típico exemplo de “estória-cobertura” (2). A Intentona matou 33 militares brasileiros e mais de 1000 civis.

Falsificação de Pankov

Os quadros subversivos do Instituto 631, além da rede clandestina no mundo inteiro, falsificavam dinheiro e documentos em Pankov, distrito da então Berlim Oriental. Agentes soviéticos ludibriaram, durante algum tempo, as Forças Armadas da Alemanha Ocidental, forjando ordens de convocação e desmobilização.

Operação carta de amor perfumada

Os falsificadores do Instituto 631 conseguiam nomes e endereços de integrantes das Forças Armadas da Alemanha Ocidental e então usavam mulheres para escrever centenas de cartas de amor em papel perfumado e redigidas de modo a não deixar dúvidas quanto aos laços íntimos entre a mulher que escrevia e o homem que recebia. Os falsários conseguiam fazer entregar as cartas nos horários em que o marido estava no serviço, ocasião em que muitas mulheres caíam na armadilha e abandonavam o lar.

Códigos Venona

Revelaram a extensão da espionagem soviética nos EUA durante a década de 1950, que era muito maior do que supunha o senador McCarthy.

A base do macartismo surgiu com uma lei de 1950, que exigia o registro de todas as organizações ou simpatizantes do Comunismo. A perseguição atingiu cerca de 6 milhões de norte-americanos, destacando-se o casal Ethel e Julius Rosenberg, acusados de passar o segredo da bomba atômica aos soviéticos e executados em 1953 numa câmara de gás. Na década de 1950, foi instalada nos EUA a Comissão de Atividades Antiamericanas, presidida pelo senador Joseph McCarthy. O alvo era principalmente os comunistas, infiltrados no Governo, nos sindicatos, nas universidades e até em Hollywood. Houve uma “lista negra”, da qual não escaparam nomes como Charles Chaplin, Orson Welles e Bertold Brecht, que tiveram que se exilar. Umas 300 pessoas foram impedidas de trabalhar no teatro e no cinema. Muitos intelectuais passaram a assinar seus trabalhos com pseudônimos. Apesar dos excessos da Comissão, a infiltração comunista nos EUA foi muito maior do que imaginava o próprio McCarthy, como comprovariam documentos posteriormente acessíveis em Moscou – os Códigos Venona.

“(…) Na noite de 5 de outubro de 1945, 1.500 piqueteiros, atendendo à convocação de uma central sindical comandada pelo Partido Comunista, cercaram os estúdios da Warner, em Burbank, Califórnia. O ator Kirk Douglas viu-os aproximar-se, armados de ‘facas, porretes, fios de aço, socos-ingleses, correntes’, e ocupar os quarteirões em torno. Ao chegar para o trabalho, os empregados foram impedidos de atravessar o portão, cujos guardas tinham sido surrados e dominados pelos grevistas. ‘Nem você nem nenhum outro f. da p. vai entrar aí hoje’, informou ao coreógrafo LeRoy Prinz o líder comunista Herb Sorrell, celebrizado com o apelido de ‘Generalíssimo’. Prinz, um veterano de guerra, respondeu: ‘Sr. Sorrell, nem você nem nenhum outro f. da p. vai me impedir de entrar’. Entrou, mas não antes de ser surrado por uma dúzia de capangas de Sorrell diante dos olhos da polícia que, em desvantagem numérica, temia interferir. A maioria dos empregados não se deixou intimidar e alguns conseguiram saltar os muros. As tropas de Sorrell então partiram para a agressão generalizada. No fim dos combates, o serviço médico relatou ter atendido 89 empregados da Warner, quatro policiais, três bombeiros, o representante de um sindicato contrário à greve – e apenas seis piqueteiros. Não obstante, nos dias seguintes as manchetes do jornal pró-comunista Hollywood Atom alardeavam: ‘Uma garota e um veterano torturados pela Gestapo dos estúdios Warner’, ‘Camisas-pardas da polícia transbordam de violência’, ‘Warner instala campos de tortura nazistas’. (…) O sucesso da investida contra a Warner deu a Sorrell a oportunidade de expandir o domínio comunista para muito além da luta sindical: nos anos seguintes, com a ajuda de John Howard Lawson, Ring Lardner Jr. e outros devotos, ele montou um sistema de fiscalização dos roteiros apresentados a Hollywood, para proibir que chegassem a ser filmados aqueles que não tivessem a porção desejada de ideologia comunista e antiamericanismo. A cota podia até ser modesta, mas não devia faltar. Segundo a orientação do espertíssimo Lawson, mensagens isoladas, espalhadas aqui e ali em milhares de filmes aparentemente inocentes, funcionavam mais do que um só filme ostensivamente comunista – uma regra que foi copiada no Brasil e ainda prevalece nas nossas novelas de tevê. A censura era rigorosa: o roteirista que saísse da linha era hostilizado até sujeitar-se a um humilhante ‘mea culpa’ ou cair fora da profissão. Tudo isso está fartamente documentado em ‘Hollywood Party. How Communism Seduced the American Film Industry in the 1930 s and 1940 s’, de Kenneth Lloyd Billingsley (Roseville, CA, Prima Publishing, 2000) – um livro que decerto não será publicado no Brasil, onde o bloqueio a qualquer informação anticomunista é em geral mais estrito do que nos EUA ou na Europa (Olavo de Carvalho, in “Uma história esquecida”, Jornal da Tarde, 17 de janeiro de 2002).

“Para vocês fazerem uma idéia, porém, de como estamos atrasados nessa área, basta notar que até hoje não saiu neste país um só livro ou reportagem sobre algo que a população dos EUA sabe desde 11 de julho de 1995. Nesse dia foram divulgadas pelo FBI as decodificações de telegramas passados pelo serviço secreto da URSS a seus agentes nos EUA nos anos 40-50. Cinco décadas de negações indignadas chegaram aí ao mais patético dos desenlaces: todos os supostos inocentes que o famigerado senador Joe McCarthy acusara de espiões soviéticos, com uma única exceção, eram mesmo espiões soviéticos. McCarthy havia calculado que eram 57. Eram mais de 300. Os livros sobre isso são hoje abundantes, e as débeis tentativas remanescentes de negar os fatos já foram totalmente desmoralizadas” (Olavo de Carvalho, in “É Proibido Saber”, Jornal Zero Hora, 13/06/2004 e Mídia Sem Máscara, 14/06/2004).

Depois dos atentados contra os EUA, no dia 11 de setembro de 2001, Lynne Cheney, mulher do Vice-Presidente Dick Cheney, fundou o Conselho Americano das Escolas e dos Graduados, e criou também uma “lista negra” de aproximadamente 100 professores universitários, todos esquerdistas, acusados de serem o único setor da sociedade que critica as ações antiterroristas do Governo.

Apóstolos

Os “Apóstolos” eram um grupo de intelectuais, fundado em 1920 em Cambridge, Inglaterra, influenciados por Hobson (imperialismo) e Lenin, entre os quais se destacavam: Keynes, Bertrand Russell, Roger Fry, Ludwig Wittgenstein, Leonard Woolf, Alfred Tennyson (que logo deixou o grupo), Strachey, Wordsworth e Coleridge.

“Ele (Bertrand Russel) foi sozinho para a Rússia, em 1920, encontrou-se com Lenin e denunciou o seu regime como ‘uma burocracia tirânica fechada, com um sistema de espionagem mais sofisticado e terrível do que o do Czar e com uma aristocracia tão insolente e insensível quanto’. (…) Embora (Russell) compartilhasse de seu (o dos “Apóstolos”) pacifismo, ateísmo, anti-imperialismo e das idéias gerais progressistas, desprezava a sua apatia pegajosa; o Grupo, por sua vez, o rejeitou” (Paul Johnson, in “Tempos Modernos”, pg. 140-1). (3)

Lyton Strachey escreveu o quarteto de ensaios biográficos, “Eminent Victorians”, publicado em 1918, expondo ao ridículo e ao desprezo Thomas Arnold, Florence Nightingale, o cardeal Manning e o general Gordon.

“Nos anos 30, os Apóstolos deixaram de ser o centro do ceticismo político e se tornaram um centro ativo de recrutamento para a espionagem soviética. Enquanto alguns Apóstolos, como Anthony Blunt, Guy Burgens e Leo Long foram encorajados a se infiltrar nas agências britânicas a fim de transmitir informações para Moscou, a totalidade da esquerda, conduzida pelos comunistas, tentou manter a Grã-Bretanha desarmada – política sustentada por Stalin até que Hitler o atacasse em junho de 1941. Na década de 20, o Partido Comunista britânico era composto pela classe operária, e se apresentava inovador e independente. No princípio da década de 30, chegaram os intelectuais da classe média e o PC rapidamente se tornou aviltadamente servil aos interesses da política externa da União Soviética” (Paul Johnson, op. cit., pg. 290-1).

Aparelho

“Aparelho” era o esconderijo de terroristas durante a luta armada no Brasil, onde se encontravam também o armamento e o mimeógrafo para impressão de panfletos subversivos.

O aparelho podia ser “aberto” (conhecido por outros militantes, além de seus moradores ou responsáveis), “fechado” (conhecido somente por seus moradores ou responsáveis), “de base” (utilizado para reuniões, deve possuir ‘fachada legal’; normalmente, conhecido apenas por 2 militantes, os demais são levados ao local de carro e ‘fechados’); “de aliado” (eventualmente, usado em emergência para abrigar um militante que não pode identificar o local e é levado a este completamente ‘fechado’); “de imprensa” (local onde são confeccionados os documentos de agitação e propaganda; é dotado de máquinas copiadoras – antigamente, os mimeógrafos – e aparelhos para impressão); e “de informações” (destinado à coleta, análise e difusão de informações; contém fichários, códigos, normas de segurança e outros documentos de informações).

O “aparelho” para guarda do Embaixador anericano, Charles Burke Elbrick, seqüestrado em 4 Set 1969, em “frente” pela ALN e DI/GB (depois MR-8), tinha o seguinte endereço: casa nº 1026 da Rua Barão de Petrópolis, Rio Comprido, Rio de Janeiro, alugada por Fernando Paulo Nagle Gabeira (um dos seqüestradores), jornalista do Jornal do Brasil e responsável pelo setor de imprensa da DI/GB. O seqüestro de Elbrick foi idealizado por Franklin Martins, atual Diretor de Jornalismo da TV Globo em Brasília. Franklin, após o seqüestro, foi fazer curso de guerrilha em Cuba. Em troca da vida do Embaixador, foram libertadas 15 pessoas, entre elas Wladimir Palmeira e José Dirceu.

“Ouro de Moscou”

Dinheiro remetido pela União Soviética a organizações comunistas e simpatizantes do Brasil, como o PCB e a UNE. Luis Carlos Prestes era “funcionário” do Komintern, recebia salário regular de Moscou, que prestou apoio financeiro a ele e a outros facínoras para deflagrar a Intentona Comunista de 1935, a exemplo do alemão Arthur Ernest Ewert, Olga Benário, Pavel Stuchevski, Jonny de Graaf e do argentino Rodolfo Ghioldi. A União Nacional de Estudantes (UNE) também recebeu o “Ouro de Moscou” através da União Internacional de Estudantes (UIE), órgão de fachada do Movimento Comunista Internacional (MCI) (4). O Senador Roberto Freire foi o último comunista brasileiro a receber contribuição de Moscou, por ocasião de sua campanha eleitoral à Presidência do Brasil, em 1989. Quem fez esta declaração foi o ex-diplomata da União Soviética no Brasil, Vladimir Novikov, coronel da KGB, que serviu em Brasília sob a fachada de Adido Cultural junto à Embaixada Soviética, nos anos de 1980.

“Por ordem do Partido Comunista da União Soviética, a KGB dava dinheiro a cada Partido Comunista de outros países, inclusive o Brasil. Desde o fim da Segunda Guerra, foram milhões de dólares”, revelou o general russo da KGB, Oleg Kalugin, em matéria que foi ao ar no “Fantástico”, da TV Globo, em 27/11/2005.

A guerra da informação (desinformação)

Segue a matéria do “Fantástico”: “O general da KGB teve participação importante na guerra de informação contra os Estados Unidos, o grande inimigo da União Soviética. ‘Havia notícias que eram inventadas na KGB para atingir a reputação dos Estados Unidos e da CIA, a agência de espionagem americana. A KGB inventou a história de que Lee Oswald, o assassino de John Kennedy, era parte de uma conspiração entre a CIA e os conservadores que dominavam a indústria do petróleo. A verdade é que a KGB falsificou uma carta supostamente escrita por Lee Oswald para um grande empresário da área petrolífera’”, revela Oleg Kalugin. ‘A morte de um secretário-geral da ONU, num acidente aéreo, no início dos anos 60, também foi atribuída à CIA. Igualmente, a morte do ex-primeiro-ministro italiano Aldo Moro, assim como a de Indira Ghandi, na Índia. A KGB atribuía à CIA tudo o que acontecia no século 20. Assim, poderíamos promover a causa soviética’, justifica.

Valia tudo na guerra por corações e mentes. O general, que já esteve no centro do combate entre o capitalismo e o comunismo, se transformou no mais alto oficial da KGB a quebrar os segredos dos bastidores da espionagem” (http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M384566,00.html).

A máquina soviética da desinformação era formada pelo pessoal do Departamento “A” da KGB, da ordem de 10 a 15.000 agentes. Seu primeiro chefe foi o general Ivan Agayants.

Os métodos do Departamento “A” eram quase sempre iguais:

“- recolha de elementos que permitissem tornar verossímil a desinformação: por exemplo, assinaturas de diplomatas americanos recolhidas em cartões de Feliz Ano Novo, para autenticação do suporte da operação;
– recrutamento de um o mais retransmissores;
– escolha de um tema de desinformação;
– ação, por intermédio de uma série de caixas de ressonância, umas diretamente manipuladas, contra pagamento ou sob outro tipo de pressão, outras repetindo credulamente as informações falsas postas a circular;
– desejavelmente, psicose conducente à autodesinformação” (Volkoff, in “Pequena História da Desinformação”, pg. 76) (5).

Exemplo clássico de desinformação comunista foram as “Operações pacifistas”, especialmente enquanto a União Soviética ainda não tinha sua bomba atômica. Slogans como “Lutemos pela paz” tinham a companhia da famosa pomba de Picasso nos cartazes ocidentais, enquanto que na URSS os cartazes apresentavam um soldado armado de metralhadora.

Depois dos EUA, o principal inimigo da URSS era a Alemanha Ocidental. Os russos tinham combatido os alemães duas vezes no século XX e faziam de tudo para atrasar a “ressurreição” de seu tradicional inimigo. Para isso, criaram a Operação Svastika (1957-1960), que tinha por objetivo assassinar o governador civil do Baixo-Reno, André-Marie Trámeaud, colocando a culpa no movimento neonazista “Liga Combatente para a Independência da Alemanha”. O projeto gorou, os charutos armadilhados foram abertos pela mulher de Trémeaud, que morreu, porém o estrago estava feito: declarações anti-semitas de um professor de liceu e violação de túmulos de judeus serviram para o general Agayants “pegar o comboio em andamento”.

A Operação AIDS (1983-1985) “consistia em fazer crer, sobretudo nos países do terceiro mundo, que o vírus da AIDS é produzido por um laboratório americano de guerra biológica. O objetivo era, naturalmente, encorajar sentimentos anti-americanos mas ainda, segundo parece, desviar a atenção mundial do atentado falhado contra o Papa, onde muitos julgavam ver indícios do KGB” (Volkoff, op. cit., pg. 87-88).

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST)

O MST foi fundado em 1984 em Cascavel, PR, com a realização do I Encontro Nacional dos Sem-Terra, depois das ocupações de terras no RS, SC, PR, SP e MS (durante os anos de 1979 a 1983). O trabalho da Comissão Pastoral da Terra (CPT) foi decisivo para o seu nascimento (apoio principalmente da “Igreja progressista” – católicos e luteranos).

O movimento, em sua origem, tinha inegável apelo social, por querer terra para quem quer produzir. O antigo lema “ocupar, resistir, produzir” foi substituído posteriormente por um contínuo enfrentamento da ordem pública, pois seus líderes desejam assumir o poder para lançar uma revolução socialista no país (Che Guevara, Mao Tsé-Tung, Marighela, Marx têm seus nomes ou retratos em todos os acampamentos, incluindo escolas – aliás, Che Guevara é o patrono do MST, há até uma canção famosa, “Companheiros de Guevara”, de Ademar Bogo).

O MST é um Estado à parte, dentro do Estado brasileiro, promovendo atos de vandalismo (como o ocorrido na Fazenda Rio Verde, em Itararé, SP, em 1998) e de banditismo, com saques de caminhões com alimentos nas estradas, especialmente no Nordeste, ocupação de prédios públicos e bancos, onde tomam pessoas como reféns. O Governo Federal mostra-se alheio a esse solapamento da ordem econômica e social, e as Polícias Militares têm medo de executar mandados judiciais de reintegração de posse, para evitar a ocorrência de novos “Eldorados do Carajás”, já que o MST se utiliza de táticas de guerrilha para defesa das terras ocupadas, colocando crianças e mulheres (às vezes grávidas) na “frente de batalha”.

Com essa tática de “guerrilha desarmada” – às vezes nem tanto -, promovendo a “pedagogia do gueto”, com cartilhas que pregam a desobediência às leis e incitam à revolução, o MST forma os “balilas” da atualidade. “De acordo com os ideais socialistas e coletivos, calcados no princípio da solidariedade, o projeto educacional do MST tem como base teórica Paulo Freire, Florestan Fernandes, Che Guevara, o cubano José Martí, o russo A. Makarenko e clássicos como Marx, Engels, Mao Tsé-Tung e Gramsci” (revista “Sem Terra”, Out-Nov-Dez 1997, pg. 27).

A mesma revista do MST afirma, na pg. 28, que existem 50.000 crianças distribuídas em 1.000 escolas primárias e 1.800 professores em acampamentos e assentamentos. O MST está na contramão da produção agrícola: nos EUA, um dos maiores produtores de gêneros alimentícios do mundo, devido à sua alta tecnologia, têm menos de 2% de sua força de trabalho ocupada na agricultura.

O MST é o braço armado do Partido dos Trabalhadores (PT), assim como o ETA é o do Partido Nacionalista Basco (PNB), da Espanha. É a principal falange brasileira associada ao Foro de São Paulo, pronta para receber as dezenas de milhares de fuzis comprados recentemente por Hugo Chávez (além do armamento que, provavelmente, já tem escondido no Brasil). O movimento recebeu o prêmio Rei Balduíno, em Bruxelas, no dia 19 de março de 1997 (aniversário do “massacre” de Eldorado do Carajás). Frei Beto, antigo integrante da ALN terrorista de Marighela, é hoje consultor do MST. Um dos ideólogos do MST, Dom Pedro Casaldáliga, foi um dos singnatários de um documento do megaespeculador, George Soros, que pediu à Assembléia-Geral das Nações Unidas, através do seu Centro Lindesmith (ONG pró-legalização das drogas) o fim da guerra às drogas (Cfr. MSIA, 2ª quinzena de 1998, Vol VI, nº 1).

O MST recebe recursos do Governo Federal, através do INCRA (nos 8 anos do governo FHC, o programa de assentamento rural consumiu mais de R$ 20 bilhões, quando foi entregue um Paraná inteiro aos cangaceiros do messetê), das Cooperativas de Produção Agrícola (CPA), dos assentamentos (famílias assentadas contribuem, compulsoriamente, em dinheiro e em produtos – cerca de 3%), ONGs (Brot für die Welt, Misereor – Alemanha; Vaslenktie-Cebeno – Holanda). No dia 23 de março de 2002, integrantes do MST invadiram a fazenda dos filhos do Presidente Fernando Henrique Cardoso, localizada em Buritis, MG.

No relatório da CPI da Terra, concluída em novembro de 2005, as invasões e depredações do MST foram consideradas “crimes hediondos”, próprios de “terroristas”.

Escolas de subversão e espionagem

Durante a Guerra Fria, havia importantes escolas de subversão e espionagem comunista, tanto na China, como na antiga URSS, além de Cuba.

Na China, a Escola da Província de Chekiang preparava subversivos e espiões para atuarem na Alemanha, Suíça e Áustria; a Escola da Província de Honan para atuação na França, Itália e Espanha; e a Escola da Província de Chekiang para atuação no Japão e outros países da Ásia.

“Ainda antes da Revolução de 31 de março de 1964, no governo do presidente João Goulart, um grupo de militantes do Partido Comunista do Brasil foi enviado à China, onde recebeu treinamento militar na Escola Militar de Pequim. Também um grupo de dirigentes da Ação Popular recebeu treinamento político-ideológico na China no início dos anos 70 (depoimento de Herbert José de Souza (‘Betinho’), na época dirigente da AP, no livro ‘O Fio da Navalha’)” (Carlos I. S. Azambuja, in “Histórias quase esquecidas”, site Mídia Sem Máscara, 10/2/2003).

Os cidadãos soviéticos escolhidos para trabalhar no estrangeiro, como chefes de subversão clandestina, recebiam seu treinamento em setores especiais das mesmas escolas que formavam os ases da espionagem.

Escolas de espionagem na antiga URSS (6)

ESCOLA DE GACZINA: era a mais conhecida de todas as escolas da antiga União Soviética e preparava os espiões para atuar em países de língua inglesa. Situada a 150 km de Kuibyshev, ocupava uma área de 250 km². Dividia-se 4 setores: América do Norte (Setor Noroeste); Canadá (Setor Norte); Reino Unido (Setor Nordeste); e Austrália, Nova Zelândia, Índia e África do Sul (Setor Sul). Cada setor era independente e não havia comunicação entre eles.

ESCOLA DE PRAKHOVKA: situada a 100 km ao norte de Minsk, capital da Bielorússia, tinha 500 km² de área. Durante a II Guerra Mundial, quando Hitler tomou a Bielorússia, Prakhovka foi evacuada conforme a política de terra arrasada de Stálin, e uma Escola de Emergência foi organizada em Ufa; Prakhovka foi reaberta em 1947. Tudo era igual a Gaczina, em todos os detalhes. Dividida também em setores, preparava espiões para atuação na Noruega, Suécia, Dinamarca e Finlândia (Setor Norte); Holanda (Setor Sudoeste); Áustria e Suíça (Setor Sul); e Alemanha (Setor Sudeste).

ESCOLA DE STIEPNAYA: situada a mais ou menos 200 km ao sul de Chkalov, preparava subversivos e espiões para trabalhar nos países latinos: França (Setor Noroeste); Espanha (Setor Norte); Itália (Setor Nordeste); e Portugal, Brasil, Argentina e México (Setor Sul).

ESCOLA DE VOSTOCZNAYA: situada a uns 160 km de Khabarovsk, cuidava dos países da Ásia e do Oriente Médio.

ESCOLA DE NOVAYA: situada a 100 km a sudoeste de Tashkent, treinava espiões para a África.

Na antiga URSS, antes do ingresso nas escolas de espionagem acima citadas, os cidadãos escolhidos para essa carreira tinham que realizar 4 estágios:

1º ESTÁGIO: era realizado na Escola Marx-Engels, em Gorky, perto de Moscou. Durante o estágio, que durava 4 meses, os integrantes viviam coletivamente e assinavam um compromisso de jamais revelar qualquer coisa sobre a Escola. O horário era inflexível: de 7 da manhã às 10 horas da noite, proibidos de sair do recinto da Escola, num prédio retirado da rua, cercado por altos muros. O objetivo específico nesse Estágio era garantir que todos fossem “instruídos na ideologia comunista e sigam acostumando-se a pensar e agir como um clássico bolchevista”.

2º ESTÁGIO: os recrutas aprovados no 1º Estágio seguiam para a Escola Técnica Lenin, situada em Verkhovnoye, a 80 km de Kazan; consistia de edifícios em área de mais ou menos 4 km², tudo cercado por altos muros. Os recrutas eram transportados em veículos da KGB e durante a viagem não podiam manter contato com o mundo exterior. A vida era espartana, com um formidável horário de estudos; eram proibidos de informar onde se encontravam e o que estavam fazendo, mas tinham licença para se comunicar com a família mediante endereço intermediário. Até aí, os recrutas ainda ignoravam que estavam sendo escolhidos para possíveis agentes clandestinos do serviço secreto de Moscou. O treino na Escola durava 12 meses e os estudantes de ambos os sexos passavam por vigorosos treinos de combate: subiam em montanhas, rastejavam sob arame farpado, atravessavam pântanos e rios e faziam longas marchas carregando equipamento pesado; aprendiam a se defender com judô, jiu-jitsu, karatê e outras formas de ataque e defesa, como boxe e luta livre; manejavam armas de fogo e praticavam destruição de pontes, edifícios e instalações militares com dinamite, TNT, gelignite e explosivos plásticos, fabricação de bombas e descoberta de armadilhas e bombas ocultas, e a forma de desarmá-las. Essa fase incluía a destruição de fechaduras, portas fortes e cofres à prova de arrombamento. Aprendiam ainda a luta de guerrilhas; recebiam depois um curso de dopagem e envenenamento de bebidas, doces, comidas, cigarros e charutos; recebiam instruções sobre o uso de drogas e os antídotos que deveriam tomar quando fossem obrigados a engolir drogas. Um outro curso especializado ensinava os alunos a ligar escutas clandestinas em linhas telefônicas e a utilizar microfone de grande poder; estudavam as formas de recepção e transmissão de rádio, microfilmagem e micropontos, codificação e decifração. Depois do curso, havia o exame final e os recrutas eram transportados para o centro de recreação de Oktyabr, nas montanhas do Cáucaso, em Kyslovodsk, onde gozavam de merecidas férias de 1 mês ou mais.

3º ESTÁGIO: os recrutas que foram afinal escolhidos como “servindo para atividades subversivas clandestinas no exterior”, iam passar 1 ano com instrutores que verificavam suas aptidões para modalidades específicas de trabalho de subversão e de adaptabilidade a determinados países. Esse período era ainda mais duro que os treinamentos anteriores. A polícia secreta prendia um estagiário e o levava para a sede central como se ele fosse realmente um agente estrangeiro surpreendido em flagrante; interrogatórios especializados submetiam a “vítima” a uma lavagem de cérebro, à chamada interrogação de 3º grau e de todos os outros métodos usados para conseguir confissões ou informações; depois de passar pelo teste (a maioria passava), o recruta era levado à presença de seus interrogadores e então era explicado que tudo era apenas mais um teste; eram elogiados por resistir, mas antes de serem liberados deviam jurar manter segredo daquilo junto aos outros recrutas que ainda iriam passar pela prova; só então o estagiário era julgado apto a freqüentar uma escola dos ases da espionagem soviética, cujo treino iria durar 10 longos anos.

4º ESTÁGIO: os cidadãos soviéticos escolhidos para trabalhar no estrangeiro, como chefes de subversão clandestina, recebiam treinamento em setores especiais das mesmas escolas que formavam os ases da espionagem (veja Escolas mencionadas acima). A Escola mais conhecida era a de Graczina, que formava subversivos e espiões para atuarem em países de língua inglesa. Desde que chegavam a Graczina, todos os estudantes só podiam falar inglês; recebiam um nome inglês e eram obrigados a esquecer a língua russa e a nacionalidade soviética; o período de 10 anos em Graczina era considerado pelos diretores do serviço secreto como o mínimo essencial para o condicionamento do cérebro humano à nova língua. Eram despertados à noite e obrigados a responder perguntas inesperadas, qualquer um deles em seu papel de espião estava convencido de sua nova identidade; os diretores achavam que nem tortura, lavagem de cérebro ou drogas conseguiriam dobrar os seus agentes; no setor do Reino Unido em Graczina, existiam réplicas perfeitas de ruas, casas, cinemas, restaurantes, bares, pensões e outros estabelecimentos tipicamente ingleses; as roupas usadas eram inglesas, os estudantes viviam em pensões, apartamentos, comiam refeições tipicamente inglesas, como batatas assadas, rosbife, pudim Yorkshire e peixe; andavam em ônibus ingleses, gastavam dinheiro inglês, liam jornais ingleses e assistiam programa de TV gravados na Inglaterra; os professores da língua inglesa eram membros do Partido Comunista (PC) escolhidos a dedo, antigos cidadãos do Reino Unido que desprezavam a pátria e se tornaram cidadãos soviéticos. Mais pessoas naturais da Inglaterra contribuíam para que o ambiente fosse autêntico, como garçonetes, polícias de rua, motoristas de ônibus, recepcionistas de hotel e outros. Esse treino geralmente levava 5 anos; não houve um só aluno de Graczina que tivesse sido preso pela Scotland Yard ou pelo FBI que se deixasse trair por sua imperfeição de linguagem. Os outros 5 anos eram destinados a trabalhos especializados para a prática da moderna técnica de espionagem: códigos (memorização de), comunicações por rádio (montagem e desmontagem de aparelhos de recepção e transmissão; usavam equipamentos modernos que podiam transmitir e receber longas mensagens em segundos); aprendiam a utilizar os mais modernos aparelhos fotográficos, que reduzem plantas de grandes dimensões a pontos microscópicos. Depois de 10 anos, os estudantes saíam da Escola mais ingleses do que muitos ingleses legítimos…

Formação de brasileiros no exterior

UAPPL

“Diversos Estados constituídos, através dos anos, apoiaram a esquerda com dinheiro, treinamento político-ideológico e militar: União Soviética, Alemanha Oriental, Checoslováquia, Bulgária, China e Cuba. Sem dúvida, o apoio mais eficaz foi dado pela URSS, China e Cuba” (Carlos I. S. Azambuja, in “Histórias quase esquecidas”, site Mídia Sem Máscara, 10/2/2003).

Um importante centro de doutrinação comunista mundial era a Universidade de Amizade dos Povos Patrice Lumumba (UAPPL), com sede em Moscou, ao lado de escolas similares então existentes em Cuba (Pinar del Río), na Bélgica (Centro Tricontinental) e na China (Academia Militar). Através da União Internacional de Estudantes (UIE) (3) era feito o envio de estudantes brasileiros à UAPPL. A seleção dos alunos brasileiros ficava a cargo do PCB e era confirmada com base nos registros da “Caderneta nº 6”, de Luiz Carlos Prestes, e pelos questionários apropriados, posteriormente apreendidos em várias organizações comunistas.

Os custos – viagem, estada, estudos e seguro médico – eram inteiramente grátis. Por isso, “nas décadas de 60 e 70, o sonho de todo pai comunista de país do Terceiro Mundo era ter um filho estudando na Universidade Patrice Lumumba, em Moscou. (…) A universidade foi criada em 1960, por iniciativa do então dirigente soviético Nikita Kruschev. (…) Nos bons tempos, 65% dos 7.000 alunos eram estrangeiros” (“Escola do capital”, revista Veja, de 22/01/1997, pg. 40-41). O empresário João Prestes, filho de Luís Carlos Prestes, formou-se em engenharia pela Lumumba na década de 1970, época em que havia cerca de 120 alunos brasileiros matriculados em Moscou.

“A partir de 1953, o Partido Comunista da União Soviética passou a ministrar cursos, em Moscou, a militantes do PCB. Cursos de treinamento militar e condicionamento político-ideológico. O último desses cursos foi em 1990, quatro anos após terem sido implantadas por Gorbachev as políticas de perestroika e glasnost. Cerca de 700 militantes foram treinados na Escola de Quadros, como era mais conhecido o Instituto de Marxismo-Leninismo do PC Soviético, e na Escola do Konsomol (Juventude do PCUS), em cursos cuja duração variava de 3 meses a 2 anos. Cerca de 1.300 outros brasileiros concluíram cursos superiores na Universidade de Amizade dos Povos Patrice Lumumba e em outras universidades soviéticas, em cujo currículo sempre constou a matéria marxismo-leninismo. Até mesmo em cursos de balé. As matrículas na UAPPL sempre foram efetuadas através da Seção de Educação do Comitê Central do PCB e também através do Instituto Cultural Brasil-URSS, um apêndice do PCB. Algumas dessas pessoas, no regresso ao Brasil, passaram a trabalhar em empresas estatais e, pelo menos um, formado em Medicina, como Oficial das Forças Armadas, nos anos 80”. (Carlos I. S. Azambuja, texto cit.).

A UAPPL incluía ainda o ensino de armamentos e explosivos, atraindo pessoas do mundo inteiro, e era destinada a assessores de um programa comunista soviético de dominação mundial (globalização comunista). De volta a seus países, os “lumumbas” entravam clandestinamente nos sindicatos de trabalhadores, nos partidos políticos e até nos governos. A cada um destes correspondia uma missão específica nesse “estado-maior geral” de ofensiva mundial. Muitas dessas pessoas, particularmente as que penetravam em organizações de “massa”, obtinham partidários que desconheciam os vínculos dessas lideranças com o comunismo soviético. Criada para doutrinar o Terceiro Mundo, hoje a Lumumba ensina cursos a cerca de 3.600 estudantes, 40% deles estrangeiros. “Resta desta Lumumba – alma mater do terrorista Carlos, o Chacal – o empoeirado Museu Patrice Lumumba, ao qual Yasser Arafat doou uma placa de metal com o mapa da sua Palestina ideal gravado” (revista Veja, art. cit.). Patrice Lumumba, líder do Congo, foi assassinado pelos belgas em 1961.

Pinar del Río

Outra importante escola de subversão comunista existia em Cuba, na Província Pinar del Río, onde havia cursos para terroristas brasileiros nas décadas de 1960 e 1970. “Até o primeiro semestre de 1972, 138 militantes das Orzanizações Terroristas haviam se aperfeiçoado em CURSOS DE GUERRILHA, em Cuba” (Ustra, in “Rompendo o Silêncio”, pg. 101). (7)

O “currículo” incluía: 1) Tática guerrilheira – o observador, o mensageiro, a coluna guerrilheira, o acampamento, a marcha, sobrevivência na selva (montanhas de Escambray), o ataque, a emboscada; 2) Tiro – limpeza e conservação do armamento, fuzis: AD, FAL, AK, Garand; metralhadoras: MG52, Uzi; bazuca, morteiro e canhão 152 mm; 3) Comunicações; 4) Topografia – leitura de mapas, uso de bússola e do binóculo, orientação; 5) Organização do terreno – construção de abrigos individuais e coletivos, espaldões para metralhadoras e morteiros; 6) Higiene e primeiros socorros – fraturas, hemorragias, imobilizações, transporte de feridos; 7) Política – o comissário político, semanalmente, fazia uma palestra.

No regresso, o terrorista brasileiro recebia de volta os documentos verdadeiros, nova documentação com nome falso, cerca de 1.500 dólares, itinerário até o Chile de Salvador Allende, antes de chegar ao Brasil. Quando preso, o terrorista era instruído para utilizar algumas artimanhas, para ser levado ao hospital e, assim, prejudicar o interrogatório: 1) colocar fumo na água e bebê-la, provocando crise de vômitos; 2) usar uma dose mínima de estriquinina para provocar convulsões; 3) “tentar” o suicídio; 4) simular grande descontrole nervoso; 6) bater com a cabeça nas paredes (Cfr. Ustra, in “Rompendo o Silêncio”, pg. 102-3).

Por Cuba passaram terroristas como Carlos Marighela, Fernando Gabeira e o recém-cassado deputado José Dirceu, que pertenceu ao Movimento de Libertação Nacional (MOLIPO), criado pelo chefe do serviço secreto cubano, Manuel Piñero, vulgo “Barbaroja”. Pergunta-se: teria José Dirceu devolvido seu crachá de “secreta” a Fidel Castro? Pela alegre conversa que teve com o tirano do Caribe, por ocasião da posse de Lula, e pelas inúmeras visitas feitas desde então à “Ilha do Dr. Castro”, parece que não.

“A interferência deles (dos cubanos) já nos custaram caro demais; a volta dos companheiros do Molipo sem nossa autorização foi um desastre. 18 mortos e mais tantos presos… e tudo por uma rasteira política de infiltração, querendo influenciar nosso movimento de dentro, para adequar nossa política às necessidades deles” (Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz, in “Nas Trilhas da ALN”).

“O treinamento a brasileiros em Cuba continua até os dias atuais, embora somente no terreno político-ideológico, na Escola Superior Nico Lopez, do PC cubano, Escola Sindical Lázaro Peña, Escola de Periodismo José Martí, Escola da Federação de Mulheres Cubanas, Escola da Federação Democrática Internacional de Mulheres e Escola Nacional Julio Antonio Mella, da União da Juventude Comunista. Por essas escolas já passaram mais de 100 brasileiros. Todavia, o mais importante em tudo isso, é que a ida de qualquer brasileiro para fazer cursos em Cuba depende do aval do Partido Comunista Cubano, após entendimentos anteriores, de partido para partido.

Atualmente, existem diversos brasileiros, militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra vêm recebendo, em Havana, treinamento em técnicas agrícolas, e outros matriculados na Faculdade Latino-Americana de Ciências Médicas. O site do Partido dos Trabalhadores oferece vagas e publica as condições definidas por Cuba para matrícula nessa Faculdade” (Carlos I. S. Azambuja, texto cit.).

Cerca de 240 “fora da lei” foram treinados em Cuba, a maioria pertencente à Ação Libertadora Nacional (ALN), ao Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), ao Movimento de Libertação Popular (MOLIPO, formado por dissidentes da ALN) e ao Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR – 8).

“A má formação proporcionada pelo Departamento América, do PC cubano, foi exaltada por Zé Dirceu (ligado à Inteligência cubana, segundo militantes da ALN), afirmando serem os cursos ‘um vestibular para o cemitério’.

Difícil é aceitar a afirmação do José Dirceu de sonhar com o comando de uma coluna guerrilheira e permitir que seus amigos do MOLIPO retornassem e prestassem o vestibular que antecipara, se engajando numa luta sem volta. O estranho mutismo, a absurda inatividade, a permanência prolongada em local seguro e a ausência de dados de sua militância, do retorno de Cuba até 1.979, não se coadunam com sua ‘decantada’ fé revolucionária. E não foi só ele, do IIIº Ex da ALN, formado por trinta e poucos ‘aventureiros’ (MOLIPO; ALN; e MR-8) que ficaram mudinhos, bem mudinhos, de 1.971/72 até a anistia. Será que ficaram mudos mesmo? E os delatores? E hoje ele, ‘emocionado’ agradece a Cuba e ao Fidel… Agradecer o quê? Os mortos delatados?” (www.ternuma.com.br, in “Estranho, muito estranho”, Fev 2003)

Centro Tricontinental

O Centro Tricontinental, localizado na Universidade de Lovaina, Bélgica, era outro centro de doutrinação comunista, para atuação comunista na América Latina, na África e na Ásia – daí o seu nome “Tricontinental”. Atualmente, existe uma ONG de idêntico nome, fundado pelo Padre belga François Houtart, ligado a Leonardo Boff, FHC e Lula.

A Tricontinental foi criada durante a OSPAAAL, que se realizou em Havana, Cuba, de 3 a 15 Jan 1966 – juntamente com o XXIII Congresso do PCUS. (Em 1965, em Gana, ficou decidido que a OSPAA realizaria seu próximo encontro em Cuba, no ano seguinte, para integrar também a América Latina – daí OSPAAAL). “Consiste no princípio de que a coexistência pacífica não se pode estender às chamadas ‘guerras de libertação nacional’, isto é, às guerras ‘entre oprimidos e opressores, entre os povos coloniais explorados e seus exploradores colonialistas e imperialistas’ ” (Meira Penna, in “Política Externa”, pg. 133) (8). À Tricontinental compareceram representantes de 82 países, dos quais 27 latino-americanos. A delegação brasileira foi composta por Aluísio Palhano e Excelso Rideau Barcelos (indicados por Brizola), Ivan Ribeiro e José Bastos (do PCB), Vinícius Caldeira Brandt (da AP) e Félix Ataíde da Silva, ex-assessor de Miguel Arraes, na época residindo em Cuba. A tônica do encontro foi a defesa da luta armada. No encerramento, Fidel Castro afirmou que a “luta revolucionária deve estender-se a todos os países latino-americanos”. A Tricontinental foi a estratégia que desencadeou a Guerra do Vietnã e guerras civis como em Angola e Moçambique, e os grupos terroristas que surgiram na América Latina a partir de 1967/68, especialmente no Brasil, Argentina e Chile. No campo cultural, a Declaração da Tricontinental recomendava a “publicação de obras clássicas e modernas, a fim de romper o monopólio cultural da chamada civilização ocidental cristã, cuja derrocada deve ser o objetivo de todas as organizações envolvidas nessa verdadeira guerra”. Nesse encontro, o Senador Salvador Allende (futuro Presidente do Chile) faria uma proposta aprovada por unanimidade pelas 27 delegações: a criação da OLAS. Assim, no dia 16 Jan 1966, um dia após o término da Tricontinental, as 27 delegações latino-americanas reuniram-se para a criação da OLAS, que passou a ser dirigida pelo Comitê de Organização, constituído de representantes de Cuba, Brasil, Colômbia, Peru, Uruguai, Venezuela, Guatemala, Guiana e México. A Secretaria-geral foi entregue à cubana Haydee Santamaria, e o representante brasileiro era Aluísio Palhano.

Organización Latinoamericana de Solidaridad (OLAS)

No dia 16 Jan 1966, 1 dia após o término da Tricontinental, em Havana, 27 delegações latino-americanas de esquerda reuniram-se para a criação da OLAS, proposta por Salvador Allende. O terrorista brasileiro Carlos Marighella foi convidado oficial para a Conferência da OLAS em 1967. Ola, em espanhol, significa “onda”, seriam, pois, ondas, vagalhões de focos guerrilheiros espalhados por toda a América Latina, como disse o próprio Fidel Castro: “Faremos um Vietnã em cada país da América Latina”. Após a Conferência, começam a surgir movimentos guerrilheiros em vários países da América Latina, principalmente no Chile, Peru, Colômbia, Bolívia, Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela. Por isso, muitas organizações marxistas brasileiras começaram a praticar atos terroristas a partir de 1968, bem antes da aprovação do AI-5. A OLAS, substituída pela JCR, tem sua continuidade no Foro de São Paulo (FSP) e no Fórum Social Mundial (FSM) – a “rede liliput” construída para derrotar o capitalismo.

Foro de São Paulo

O Foro de São Paulo foi criado em São Paulo, em julho de 1990, sob os auspícios do Partido Comunista de Cuba (PCC) e o Partido dos Trabalhadores (PT). É um movimento neo-socialista latino-americano, planejado por Fidel Castro, para “recuperar na América Latina o que foi perdido no Leste europeu”, no dizer do Abutre do Caribe. Seus líderes são: Fídel Castro (Cuba), Luís Inácio Lula da Silva (Brasil) e Cuauhtémoc Cárdenas (México). Outros expoentes do Foro, seguidores da “Teologia da Libertação”, são: ex-padre Leonardo Boff, Pedro Casaldáliga (Bispo de São Félix do Araguaia, MT), Werner Sienbernbrock (Bispo de Nova Iguaçu, RJ) e Samuel Ruiz Garcia (Bispo de San Cristóbal de las Casas, Chiapas, México – um dos líderes do EZLN), além de Frei Beto, editor da revista America Libre, do FSP. Acesse o site Mídia Sem Máscara (http://www.midiasemmascara.org/editoria.php?id=8) para obter o mais completo arquivo sobre o Foro

Rede “liliput” de alcance mundial

A italiana “Rede Liliput” é ligada ao Fórum Mundial das Alternativas e presidida pelo padre Alex Zanotelli, figura ativa da “Teologia da Libertação” – espécie de Frei Betto daquele país. O nome “Liliput” e o estilo de atuação de tal “rede” faz referência à obra do escritor irlandês Jonathan Swift, em que uma multidão de anõezinhos conseguiu neutralizar o “gigante” Gulliver. Hoje, como ontem, o gigante a ser acorrentado e destruído pelas esquerdas liliputianas é “Tio Sam” e o dito “neoliberalismo”.

Anteriormente, com o Movimento Comunista Internacional (MCI), p. ex., a estrutura era hierárquica, em torno de um partido comunista do país, sob comando supremo do Partido Comunista da União Soviética. Hoje, a estratégia é horizontal, com milhões de organizações contestatórias espalhadas por todo o mundo, para combater o G-7, o FMI, a OMC, o Banco Mundial, o Fórum da Davos, o “neoliberalismo” e, principalmente, Tio “Gulliver” Sam. Vale dizer, o capitalismo.

As táticas desenvolvidas pelas “redes liliputianas” mundiais da esquerda incluem congressos, como o Fórum Social Mundial (FSM), realizado em Porto Alegre nos anos de 2001, 2002 e 2003, voltando em 2005 para a capital gaúcha, já que em 2004 o Fórum foi realizado na Índia, para fermentar as inúmeras organizações contestatórias latentes naquele país. O ítalo-brasileiro José Luiz Del Roio, intelectual com participação importante no III FSM (2003), afirmou que tem entre seus objetivos “recuperar criticamente a expressão histórica e política da nova esquerda e do movimento operário e comunista em geral”, além de participar da atual tentativa de “refundação teórica do marxismo” (CubDest – http://www.cubdest.org, 6 Fev 2003).

Notas:

(1) AUGUSTO, Agnaldo Del Nero. “A Grande Mentira”, Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 2001.

(2) Estória-cobertura – Muito utilizada por espiões, terroristas e criminosos em geral, para encobrir as reais intenções, seja dentro ou fora do país. Consiste em simular uma atividade, p. ex., abrir um comércio, para encobrir a verdadeira atividade. Um exemplo clássico foi o caso de Olga Benário, que deixou o marido B. P. Nikitin na Rússia e acompanhou Luis Carlos Prestes ao Brasil, como se fosse sua mulher: “Olga Bergner Vilar”, casada com “Antônio Vilar”, para promover a Intentona Comunista, em 1935. Outro exemplo foi o de José Dirceu, que fez operação plástica do nariz em Cuba e viveu clandestinamente em Cruzeiro d’Oeste, PR, como sendo o comerciante judeu Carlos Henrique Gouveia de Mello.

(3) JOHNSON, Paul. “Tempos Modernos – O mundo dos anos 20 aos 80”, Biblioteca do Exército e Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1994 (Tradução de Gilda de Brito Mac-Dowell e Sérgio Maranhão da Matta).

(4) Na “Campanha nacional de alfabetização”, durante o governo Goulart, a UNE recebeu 5.000 dólares de Moscou, por intermédio da UIE.

(5) VOLKOFF, Vladimir. “Pequena História da Desinformação – do Cavalo de Tróia à Internet”, Editora Vila do Príncipe, Curitiba, PR, 2004.

(6) HUTTON, J. Bernard. “Os Subversivos”, Biblioteca do Exército Editora, co-edição com Editora Artenova S. A., Rio de Janeiro, 1975 (Tradução de Luiz Corção).

(7) USTRA, Carlos Alberto Brilhante. “Rompendo o Silêncio”, Editerra Editorial, Brasília,1987.

(8) MEIRA PENNA, José Osvaldo de. “Política Externa – Segurança & Desenvolvimento”, Libraria AGIR Editora, Rio de Janeiro, 1967.

Bispos comunistas do Rio Grande do Sul defendem as escolinhas comunistas do mst

25/02/2009

Questão agrária

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 25/02/2009 | 03h49min 

Romaria da Terra expõe divergências na Igreja

Bispos criticaram o fim das escolas itinerantes para o MST enquanto arcebispo questionou o funcionamento

 

A 32ª Romaria da Terra, realizada ontem, em Sapucaia do Sul, expôs visões díspares entre expoentes da Igreja Católica no Estado. Enquanto bispos criticavam o fechamento das escolas itinerantes em acampamentos dos sem-terra e a suposta tendência de criminalização de movimentos como o dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o arcebispo metropolitano, dom Dadeus Grings, principal autoridade católica no Rio Grande do Sul, questionava o funcionamento das escolas.

– Não conheço as escolas (itinerantes), mas acho que não é interessante ter escolas separadas. É importante a integração, não o isolamento. Fazer uma escola para meia dúzia de crianças? Escolas com pouquíssimos alunos são inviáveis – falou dom Dadeus, no início da manhã, ressaltando que o assunto não integrava oficialmente a pauta da romaria, cujo slogan desse ano foi Água: Sangue da Terra.

Criadas há 13 anos, elas educam crianças ligadas ao MST em acampamentos no Estado. O fechamento foi determinado por um acordo do Ministério Público Estadual (MP) com o Piratini. Os principais argumentos para o fim das escolas são o financiamento com dinheiro público, a terceirização de professores, as condições inadequadas e a pregação ideológica, segundo a filosofia política dos líderes do movimento.

As declarações de dom Dadeus, porém, não repercutiram junto aos organizadores do evento, coordenado pelo Vicariato de Canoas, pela Comissão Pastoral da Terra e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Ao longo de uma hora de caminhada, entre a Igreja Sagrada Família, no bairro Colonial, e um pesqueiro, no bairro do Rio dos Sinos, alguém repetia no carro de som: “Deus não quer o fim das escolas itinerantes!”.

Ao saber das manifestações de dom Dadeus, o bispo de Santa Cruz do Sul, dom Sinésio Bohn, brincou:

– A oposição às escolas itinerantes é, no mínimo, questionável. Como as crianças vão estudar? Ainda bem que eu e o dom Dadeus somos amigos. Acontece que ele está na Capital, e eu no Interior.

Irmão comparou dias de hoje ao período da ditadura

Críticas ao fim do ensino em acampamentos também fizeram parte da pregação oficial da romaria, proferidas pelo bispo de Rio Grande, dom José Mario Ströher. Durante cerca de 20 minutos, Ströher ressaltou a importância dos rios, definidos como “úteros da biodiversidade”, apontou a suposta “criminalização dos movimentos sociais” e defendeu o ensino nos acampamentos.

– Vamos cuidar para que as escolas itinerantes não sejam extintas. Queremos que se busque diálogo com os movimentos sociais e se deixe de lado a criminalização. Muito maiores são os crimes contra o patrimônio público, como as fraudes no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) – falou Ströher durante o sermão.

A manifestação mais enérgica, contudo, partiu do irmão marista Antonio Cechin. Um dos organizadores da primeira romaria, Cechin, 82 anos, comparou os tempos atuais ao período dos governos militares (1964 a 1985).

– Apesar de vivermos na ditadura militar, em 1978, quando a romaria foi criada, éramos muito mais respeitados. Hoje, o Poder Judiciário, mancomunado com o Executivo, comete as maiores injustiças fechando escolas itinerantes e criminalizando o movimento popular – disse Cechin.

Entenda o caso
> Depois de 13 anos em atividade, as escolas itinerantes que educam crianças ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em acampamentos no Rio Grande do Sul devem ser fechadas. A decisão foi determinada por um acordo do Ministério Público Estadual (MP).
> A decisão é o desfecho de um confronto iniciado há dois anos, quando o Conselho Superior do MP chegou a cogitar a declaração de ilegalidade do MST.
> As escolas são financiadas com dinheiro público e contam com professores terceirizados. Carecem de infraestrutura adequada e dividem o tempo entre o ensino convencional e a pregação ideológica, segundo a filosofia política dos líderes do movimento.
> Têm um custo relativamente baixo (inferior a R$ 20 mil mensais, em média) em comparação com gastos com o acréscimo no transporte público que será necessário para atender a nova demanda. Adaptadas às características culturais das comunidades de sem-terra, permitem que o aluno mude de cidade, à medida que os acampamentos se deslocam.
> Atualmente, conforme estimativa do MP, cerca de 500 crianças e adolescentes estudam em colégios improvisados em acampamentos de lona e madeira. Em dezembro, foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta com a Secretaria Estadual da Educação (SEC) em que o governo se comprometeu a garantir a transferência dos estudantes para a rede pública convencional.
> A mudança contém um forte caráter simbólico. O modelo de educação autônoma nos acampamentos, regulamentado em 1996, nasceu no Rio Grande do Sul e foi exportado para pelo menos outros seis Estados. É visto pelos líderes do MST como uma alternativa à educação “capitalista” e uma maneira de transmitir aos jovens os valores cultivados pelo movimento.

 

 

Quarta-feira, Fevereiro 25, 2009

MST desrespeita Ministério Público.

De Zero Hora:

Contrariando a decisão do Ministério Público tomada no dia 17, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) manterá em funcionamento as escolas itinerantes em acampamentos no Interior do Rio Grande do Sul. Segundo o deputado Dionilso Marcon, ligado ao MST, a manutenção das aulas tentaria evitar que os alunos perdessem o ano.– Não vai ter vaga nas outras escolas. E, se as famílias forem assentadas fora do local onde estão, os alunos terão dificuldades de se adaptar.Apesar do término do convênio do Estado com a entidade que contrata os professores, o deputado garante que as aulas continuarão sendo ministradas.– Falei com um professor hoje que me confirmou que vai trabalhar mesmo sem receber.

A estratégia de guerrilha do MST

25/01/2009

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brasil11

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O que é o Mst – o horror do mst

24/01/2009

Os nossos Talibãs : MST

A fazenda Estância do Céu era uma típica propriedade dos pampas gaúchos. Localizada em São Gabriel, a 320 quilômetros de Porto Alegre, seus 5 000 hectares eram ocupados por 10 000 bois e 6 000 carneiros que pastavam entre plantações de arroz e soja. O cenário, de tão bucólico, parecia um cartão-postal. Tudo mudou na fria e ensolarada manhã do dia 14 de abril passado. Por volta das 7 horas, 800 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST, invadiram a propriedade aos gritos. “Nós ganhamos. Ganhamos dos porcos. A fazenda é nossa.” Armados com foices, facões, estilingues, bombas, rojões, lanças, machados, paus e escudos, os sem-terra transformaram a Estância do Céu em um inferno. Alimentos e produtos agrícolas foram saqueados. As telhas da sede da fazenda foram roubadas. Os sem-terra picharam paredes, arrancaram portas e janelas e espalharam fezes pelo chão. Bombas caseiras foram escondidas em trincheiras. Animais de estimação, abatidos a golpes de lança, foram jogados em poços de água potável. Quatro dias depois, quando a polícia finalmente conseguiu retirar os sem-terra da fazenda, só sobravam ruínas.

Por Otávio Cabral

O que vai acima é trecho de uma reportagem sobre os métodos do MST, que completa 25 anos. A polícia gaúcha apreendeu um farto material do movimento. Ele ensina como roubar, fraudar cadastros do governo e fabricar bombas e trincheiras. A reportagem traz dados impressionantes. Dos 800 invasores que depredaram a fazenda Estância do Céu, por exemplo, 673 já foram identificados. Nada menos que 168 tinham passagem pela polícia. Havia antecedentes de furto, roubo e até estupro.

(…)
Na íntegra em:
http://antiforodesaopaulo.blogspot.com/2009/01/denncia-22-novamente-os-talibs-do-mst.html

Folha de São Paulo comenta 25 anos do Mst

18/01/2009

MOVIMENTO SEM TERRA, 25 ANOS

MST perde adeptos e recursos e procura identidade sob Lula

Para especialistas, expansão do Bolsa Família ajudou a esvaziar o movimento, já que a principal razão para adesão é econômica

ONGs ligadas aos sem-terra, que tiveram R$ 39,9 mi de 2003 até 2006, perderam verba em 2008; acadêmicos veem importância histórica

Sérgio Lima
 

Mãos de Agenor Vieira, apelidado de parafuso, personagem do livro “Pioneiros do MST”

DA REPORTAGEM LOCAL

Após a chegada do PT ao poder em 2002, o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) mantém sua importância histórica, mas perdeu adeptos, receitas e, ao comemorar seu aniversário de 25 anos neste mês, busca novas formas de se adaptar ao Brasil da era Lula.
É o que apontam dados levantados pela Folha que coincidem com a opiniões de especialistas sobre o tema da reforma agrária no país e no mundo.
O número de famílias invasoras caiu de 65.552, em 2003 -primeiro ano do governo Lula-, para 49.158, em 2007. O de novas famílias acampadas foi de 59.082 para 6.299-menos 89,34%. No período, a ocorrência de invasões oscilou de 391 para 364, afirma a CPT (Comissão da Pastoral da Terra).
“O pessoal, tendo pequenas ajudas, como a do Bolsa Família, não vai se inscrever nos batalhões de luta pela terra”, diz dom Tomás Balduino, bispo de Goiás e conselheiro da CPT. De 2003 a 2008, o número de inscrições no Bolsa Família saltou de 3,5 milhões para 11 milhões.
Uma pesquisa feita pelo Datafolha com membros do MST em 1996 já demonstrava que a principal razão para a entrada no movimento era econômica.
Para 62% dos entrevistados, a vantagem atribuída ao assentamento era “independência financeira”, sendo citados como exemplos “deixar de ser empregado”, “poder negociar a própria produção” e “lucros com a venda da produção”. Os principais problemas sobre os assentamentos eram “falta de infraestrutura” (22%), “falta de ajuda do governo” (19%) e “falta de recursos” (10%).
A despeito do momento de transição, o geógrafo da USP Ariovaldo Umbelino diz que o MST ainda é importante. “Com ele, a luta pela reforma agrária ganhou sua dimensão política e passou a se fazer nos fóruns políticos do país. A história dos primeiros anos mostrou a setores da sociedade que só através da luta é que se conseguiria a reforma agrária no Brasil”, diz.
Umbelino também vê uma retração do MST e diz que ele passa por uma mudança de discurso, ao colocar a “luta contra o agronegócio” como principal bandeira. “Lula não cumpriu todas as metas [da reforma agrária], menos de 30% da meta foi atingida. O que fica demonstrado nos primeiros anos do governo Lula é que ele fez a opção pelo agronegócio.”
O professor da Unesp Bernardo Fernandes afirma que “o papel atual [do MST] é seguir lutando para o desenvolvimento a partir dos paradigmas que defendem o campo como lugar de vida, onde as pessoas possam produzir alimentos saudáveis, recuperando ambientes degradados pela produção monocultora de grande escala.”
Para frei Sérgio Görgen, militante desde a criação do MST, o foco do movimento no agronegócio resulta de uma mudança no perfil de seus participantes. “Hoje o MST mexe com um número significativo de produtores agrícolas e as questões dessa cadeia produtiva estão no movimento”. Görgen diz que isso traz a preocupação com empresas transnacionais, como as que “controlam as sementes e insumos”, e com questões produtivas mundiais.
Apesar das novas bandeiras do MST, o apoio popular não é expressivo no Brasil. Uma pesquisa feita em 2008 pelo Ibope a pedido da mineradora Vale do Rio Doce, um dos alvos dos sem-terra, mostrou que apenas 31% dos entrevistados diziam confiar no movimento, contra 65% que diziam não confiar.
A desconfiança aumentava quanto maior a escolaridade. Entre os que tinham estudado até a quarta série do ensino fundamental, a confiança era de 35%, e a desconfiança, de 60%. Entre aqueles com ensino superior, a confiança era de 19%, e a desconfiança, de 75%.
Zander Navarro, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul diz que o MST “perdeu a razão de ser”. “Seria inevitável que a industrialização e a urbanização reduzissem, fortemente, a demanda social por terra em nosso país. É o que ocorre atualmente. Mas há o lado político, ou seja, o formato organizacional autoritário.”
O professor, no entanto, diz que as invasões são um “instrumento de pressão histórico de trabalhadores rurais sem terra, em todo o mundo” e que as realizadas pelo MST são, em geral, pacíficas e não produzem danos materiais consideráveis.

Financiamento
O governo Lula repassou apenas R$ 1,4 milhão às principais entidades ligadas ao MST em 2008, segundo dados do Siafi. O número é muito diferente daquele registrado no primeiro mandato do petista. Entre 2003 e 2006, foram R$ 39,9 milhões repassados às três principais ONGs ligadas ao MST. No segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), foram R$ 9,6 milhões.
Historicamente, as ONGs Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola), Concrab (Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil) e Iterra (Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária) são apontadas como as que têm maiores ligações com o MST.
O movimento, porém, diz que nunca recebeu dinheiro de nenhum governo e que se sustenta com “a ajuda dos próprios trabalhadores acampados e assentados, com a solidariedade da sociedade brasileira e com o apoio solidário de entidades e comitês de amigos no exterior, que acreditam nas experiências do MST”. (FERNANDO BARROS DE MELLO, JOSÉ ALBERTO BOMBIG e ANA FLOR)

MOVIMENTO SEM TERRA, 25 ANOS

Governo assentou famílias longe das bases tradicionais

Entre 2003 e 2007, 68,5% dos sem-terra foram assentados na Amazônia Legal, distante das regiões Sul, Sudeste e Nordeste

Segundo Dataluta, apenas 4% das invasões foram na região Norte; para geógrafo, “essência” do movimento impede ações na Amazônia

EDUARDO SCOLESE
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente, no final de 2002, trabalhadores rurais sem terra, em especial do MST, ergueram às pressas acampamentos pelo Brasil afora na expectativa de que a reforma agrária com “uma canetada só”, como prometera o petista, enfim aconteceria.
O número de famílias à espera de um lote de terra saltou de 60 mil, no final de 2002, para 150 mil, em meados de 2003.
Revelada com essa corrida aos acampamentos, a esperança dos sem-terra se transformou em frustração: o governo federal priorizou o assentamento de famílias na região amazônica, bem distante das bases do movimento, nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, principalmente.
Dados do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) obtidos pela Folha revelam que, das 448,9 mil famílias que o governo petista diz ter assentado entre 2003 e 2007, 307,5 mil (68,5%) foram beneficiadas em projetos na Amazônia Legal (região Norte, além de Mato Grosso e parte do Maranhão).
O Pará foi o Estado com o maior número de assentados, com 136,2 mil famílias, o equivalente a 30% do total do país.
A dinâmica atinge em cheio o movimento, com argumentos enfraquecidos para convencer os militantes a esperar um lote de terra. Na Amazônia Legal estão apenas 26% (59 mil) das 225 mil famílias acampadas.
A estratégia de encaixar famílias na Amazônia foi motivada, em parte, pelo avanço do preço da terra (lá existem muitas terras públicas federais disponíveis) e o fato de o governo manter na gaveta desde 2005 uma portaria que atualiza índices de produtividade usados na vistoria de imóveis rurais passíveis de desapropriação.
Como os índices em vigor estão defasados -os números usados são de 1975-, o fazendeiro tem mais facilidade para atingi-lo e, portanto, livrar-se da desapropriação da área pela improdutividade. Com novos índices, avalia o Incra, cresceria o número de imóveis desapropriados no Sul e Sudeste.
A colocação de famílias na Amazônia, onde a infraestrutura e as estradas são precárias, teve como pano de fundo a busca pelo cumprimento das metas oficiais de assentamento.
Lula repetiu os métodos do governo Fernando Henrique Cardoso e inflou os balanços de assentados com a inclusão de famílias que já estavam na terra, além de ter reconhecido como da União projetos de assentamentos criados por governos estaduais. Outra artimanha foi substituir o termo “famílias assentadas” por “famílias com acesso à terra”, para que os beneficiados pudessem ser somados aos incluídos nos projetos clássicos da reforma.

Realidades distintas
Um dos principais especialistas em MST no país, o geógrafo Bernardo Mançano Fernandes, da Unesp (Universidade Estadual Paulista), afirma que a “essência” do movimento impede sua entrada na Amazônia.
Das 2.190 invasões de terra organizadas pelo MST entre 2000 e 2007, apenas 91 (4%) ocorreram no Norte do país, de acordo com o Dataluta, banco de dados sobre invasões de terra idealizado e coordenado por Fernandes no departamento de geografia da Unesp.
“Uma das razões para se compreender as dificuldades do MST para se organizar em alguns Estados da Amazônia está na sua essência. A origem do MST está na luta daqueles que foram expropriados da terra. São famílias que acreditam no desenvolvimento da agricultura camponesa e são contra o modelo monocultor agroexportador, que veio a ser denominado de agronegócio”, diz.
Ainda de acordo com o Dataluta -que reúne dados da CPT (Comissão Pastoral da Terra) e da Ouvidoria Agrária Nacional, entre outras instituições- das 4.003 invasões no país entre 2000 e 2007, 2.190 foram do MST (55%).
Sobre a dificuldade de o movimento atuar na região Norte, Fernandes destaca a realidade local e a atuação de outros movimentos sociais. O MST não está organizado no Acre, Amapá e Amazonas, e atua de forma tímida no Pará, Tocantins, Rondônia e Roraima. “Nesses Estados predominam as lutas de posseiros de resistência na terra. Outra razão da modesta atuação do MST é a forte atuação de outros movimentos camponeses”, diz o geógrafo.

Programa do partido pt dos trabalhadores decálogo comunista lenin como tomar o poder corromper costumes

07/11/2008

O “DECÁLOGO” comunista, de Vladimir LÊNIN, em 1913.

Em 1913, Lênin escreveu o “Decálogo” que apresentava ações táticas para a tomada do Poder.

a) Qualquer semelhança com os dias de hoje, não é mera coincidência

b) Tendo a História se encarregado de pôr fim à questão ideológica, a meditação dos ideais, então preconizada, poderá revelar assombrosas semelhanças nos dias de hoje, senão vejamos:

1.. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2.. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
3.. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4.. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5.. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
6.. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
7.. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8.. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9.. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa bsocialista;
10.. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa…

FORO DE SÃO PAULO VIRA LIVRO

29/10/2008

FORO DE SÃO PAULO VIRA LIVRO

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Primeiro, uma dica de site: Fuerza Solidária.

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http://fuerzasolidaria.org/index.html

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Segundo, , lá está a informação que o Foro de São Paulo virou livro de Alejandro Peña Esclusa.

http://fuerzasolidaria.org/WebFS/LibrosFolletos/ElFSPContraAlvaroUribeIndice.html
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Terceiro
, , não diz onde encontrar o livro, mas aqui vai o e-mail para contato: info@fuerzasolidaria.org. Quem conseguir maiores informações, lance nos comentários.

lixo humano do pt de lula fazendo terrorismo contra a brigada militar do rio grande do sul para prejudicar a candidatura do prefeito de porto alegre

17/10/2008

terroristas da 13ª Marcha dos Sem, um amontoado de militantes da CUT, MST e
das diversas seitas do PT, promoveram um tumulto na tarde desta
quinta-feira, na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini, agredindo
a Brigada Militar. O objetivo dos terroristas era um só: promover uma
baderna para criar um clima favorável à esganizada deputada federal Maria
do Rosário, candidata do PT à prefeitura de Porto Alegre, colocada em
segundo lugar nas pesquisas eleitorais. Os terroristas de vários matizes
tentaram ultrapassar a barreira formada por policiais militares que
trancava o acesso do carro de som à frente do Palácio Piratini. Então
partiram para a agressão direta, jogando o caminhão de som sobre policiais.
A Brigada Militar fez o que precisava ser feito: baixou o sarrafo
democrático por um tempo suficiente para restaurar a ordem. Foi o
suficiente para a horda de terroristas começar a gritar aos quatro cantos
do planeta que tinham sofrido uma agressão. Videversus faz questão de
deixar bem claro: os agredidos foram os brigadianos. E o que os terroristas
queriam era um pouco de sangue para exercerem o papel que julgam
necessário, o de vítimas, para tirar proveito eleitoral. Foi a mesma coisa
que fizeram em São Paulo, só que lá usando policiais civis comandados pela
CUT e Força Sindical para alcançar o mesmo resultado. Os terroristas
precisam fazer este tipo de tumulto, porque mal e mal conseguem reunir
1.500 pessoas. Se fossem se juntar para fazer um comício para Maria do
Rosário, seria um fracasso total, deporia contra a campanha, e fariam
passar a imagem de que ela já está derrotada. Então a solução é promover um
sururu na frente do Palácio Piratini. Videversus saúda a aplicação do
sarrafo democrático.
Fonte:
http://poncheverde.blogspot.com/2008/10/terroristas-da-cut-mst-e-outros.html#linksEsta

o que é o mst?

16/10/2008

http://www.youtube.com/watch?v=eWcL2marN1Y

Movimento Nacional de Produtores Contra o confisco desapropriação de terras produtivas no Mato Grosso do Sul para ampliar as enormes reservas indígenas

26/09/2008

A diretoria do MNP convoca todos os cidadãos para manifestarem sua insatisfação quanto à demarcação de propriedades rurais.

CONVOCAÇÃO!

O MNP – Movimento Nacional de Produtores – convoca todos os cidadãos sul-mato-grossenses para participarem da manifestação pública que será realizada em Miranda-MS nesta segunda-feira dia 29 de setembro de 2008, com o objetivo de demonstrar a insatisfação da população do estado contra a ampliação das terras de aldeias indígenas já existentes, comprometendo a economia das cidades, expropriando terras produtivas.

Local: Cidade de Miranda – no Zero Hora (na entrada da cidade).
Data: 29 de setembro de 2008
Horário: Reunião a partir das 6 horas
Saída da passeata 7 horas e 30 minutos em direção ao centro da cidade

Compareçam!

Só seremos fortes se estivermos unidos!

Movimento Nacional de Produtores

Mato Grosso do Sul de pé, contra o horror sem-terra

05/09/2008

http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=235335

MST sempre quiz a revolução comunista, objetivo e estratégia da guerrilha MST treinada pelas farcs

21/08/2008
Veja estas manchetes de jornais:

* MST: 2 milhões de militantes e 1.800 escolas
* 200.000 crianças no Brasil aprendem no Livro Vermelho de Mao
* País terá graduação para assentados
* Graduação na USP só para aluno assentado
* MST forma professores e prega luta
* Projeto (para professores da roça) é inspirado em graduação para sem-terra.

Não é assustador?
,

* Estão matriculados 160.000 sem-terrinhas nas 1800 escolas públicas dos assentamentos e acampamentos. São reconhecidas pelo MEC e mantidas, evidentemente, com recursos que vêm do Governo.

* Existem cursos exclusivos em cerca de 20 universidades para formação de sem-terra, por convênio. Esses cursos são, na maioria, pagos pelo Incra. Para se candidatar ao curso é preciso ser assentado, filho de assentado, não ter formação superior e trabalhar como educador em escolas.

* Uma universidade própria, a Florestan Fernandes. Inaugurada em janeiro de 2005, em novembro do mesmo ano formava 60 alunos em cursos de especialização, com a presença do secretário-geral da Presidência, ministro Luiz Dulci. Bem destacada no centro de cada diploma estava a frase: “Contra a intolerância dos ricos, a intransigência dos pobres. Não se deixe cooptar. Não se deixe esmagar. Lutar sempre”

* Existe ainda um projeto de uma escola sul-americana de agroecologia, cujo protocolo de intenção para sua implantação no Estado do Paraná foi assinado pelos governo do Brasil, Venezuela, Paraná e pela Via Campesina.

* Acaba de ser noticiado que, pela primeira vez no País, teremos estudantes saindo de universidades com o diploma de professor rural. O Ministério da Educação fechou convênio com cinco universidades para a formação desses cursos. Segundo o MEC, esses cursos são inspirados nos Cursos de graduação para os sem-terra. Há três anos existem esses cursos na UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais. Na aula inaugural de 2005, discursou Armando Vieira, líder do MST em Minas. Sabem o que pregou? “As Universidades são latifúndio, e nossa presença aqui é uma ocupação”! Como se vê é pura luta de classes e subversão. Agora imaginem a doutrinação que será feita quando formarem os professores para as 96 mil escolas rurais, freqüentadas por 6 milhões de aluno.

Por que essa exclusividade?
.

 

A Revista Época, em reportagem que ficou famosa, escreveu:

“Há 20 anos eles eram crianças colocadas pelos pais na linha de frente das invasões, para constranger a polícia e suas baionetas. Hoje eles são o comando de ocupações, marchas e saques pelo Brasil afora. A nova geração do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a primeira nascida nos acampamentos e formada nas escolas da organização, chegou ao poder.”

Eis o que pregam alguns desses alunos:

● “Quando boa parte do povo estiver pronta para pegar na enxada, a gente faz uma revolução socialista no Brasil”.

● “Meus pais só queriam um pedaço de terra. Agora queremos mudar a sociedade, mesmo que não seja pela via institucional”.

●” A gente precisa ir para a luta, acampar e viver o desconforto para destruir o capitalista que vive dentro de nós”.

●“Quando 169 milhões de pessoas no País quiserem o socialismo, não vai ter jeito. Nem que seja pela força”.

● “Queremos a socialização dos meios de produção. Vamos adaptar as experiências cubana e soviética ao Brasil”.

Eles querem a revolução! E pela educação vão formar revolucionários para incendiar o campo…

Essa é das piores e mais perigosas espadas que estão sobre a cabeça do produtor rural.

Acompanhe conosco essa ação. Denuncie, esclareça seus amigos.

http://www.paznocampo.org.br:80

O Horror que está o Brasil, carta de um general de brigada General Brigada Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira

14/08/2008

E-mail de um General…

QUEM AGÜENTAR VERÁ – O Dia do Juízo Final

Lendo as últimas noticias, fiquei preocupado.

“Nosso guia”, valha – me Deus, abandonou – nos (confesso que nunca, mas nunca esperava uma coisa destas, um homem tão bom, tão justo, um monumento de grandeza). Mas se fez, deve ter razão.

Estou aguardando o dia em que a porta da minha casa será devidamente marcada, assinalando com um símbolo discriminatório, que ali mora um terrorista abominável ou um nojento militar (o que dá na mesma)

Este será o primeiro passo para o total linchamento moral e físico dos militares, que há muito deveriam levar uns cascudos, por falta de vergonha.

Breve, estaremos acuados como animais. É bom fugir para o campo ou fingir – se de índio e acoitar – se numa reserva indígena (pois ela poderá se transformar em uma “Nação”, bem melhor do que a nossa).

Pelo andor dos acontecimentos, é fácil prever que logo, hordas de estudantes de todos os níveis (culturais?) estarão à nossa cata. Caras pintadas, bradando palavras de ordem, farão inveja aos Guardas Vermelhos do “cumpanhero” Mao.

Ontem, a metamorfose ambulante, alimentando o revanchismo, na moita, procura reabrir feridas, e diante de uma platéia da União Nacional dos Estudantes (UNE), no ato de assinatura de convênio que permitirá reconstruir a sede histórica da entidade, no Rio, destruída ao tempo da ditadura, citou Tiradentes, como o último herói nacional, esquecendo, propositadamente, Caxias e tantos outros.

Sindicatos e seus afiliados ocuparão seus lares (terrorista não tem lar , quando muito, um sujo covil), depredarão seus bens ou se apossarão deles.

Precavido e prevenido, na minha janela, há algum tempo, tremula a bandeira do PT. Quando não venta, eu e minha família nos revezamos na tarefa de tremular ao vento, graciosamente, o nosso novo vermelho pendão.

Não sei se adianta, pois, infelizmente, ainda recebo correspondências que denunciam a minha antiga e malfadada profissão. Já avisei ao porteiro de que elas não são minhas.

Procurei mudar de hábitos: chego atrasado aos meus compromissos, quando vou; cuspo no chão, atraso no pagamento das contas, não leio jornais, nem notícias que deponham contra o governo. Não cultivo nada, além da minha paixão, que é torcer pelo “curíntias” e acompanhar os pronunciamentos do “nosso guia” para tentar aumentar minha escassa bagagem cultural.

Sou ou fiquei grosseiro, jogo lixo no chão e cigarro aceso nas macegas. Procuro, enfim, misturar – me com a multidão. Boçalizando, entrei no universo da negação total. Nego valores, nego patriotismo, nego amor à pátria que eu não sou tatu. Nego e renego o meu passado. Espero que sirva de atenuante na hora do juízo. Acredito na Petrobras, na estatização da Vale do Rio Doce, da Siderúrgica Nacional e de tantas estatizações quanto possível, consciente de que só com o predomínio do Estado e com a moral do proletariado chegaremos às alturas. Abomino a meritocracia.

Telefone, não atendo a não ser da minha família, graças a um intrincado sistema de senhas e macetes, que adotamos para evitar qualquer grampo da Policia Federal, novel Gestapo empenhada na nobre missão de vigiar os inimigos do estado.

Cortei a assinatura da Inconfidência, sai do TERNUMA, nunca ouvi falar em Grupo Guararapes, Liga de Defesa Nacional, Andec, Tribuna e outras entidades que, maldosamente, teimam em opor – se ao inevitável.

Cancelei a internet. Agora posso acompanhar com total dedicação as novelas da Globo.

Sou favorável às imensas áreas indígenas e reservas florestais, pois um índio vale muito mais do que um bando de brancos ignorantes e usurpadores dos pobres silvícolas. Simpatizo com as FARC.

Hoje, preparo – me para ser um não – branco. Como minha avó era negra, creio que estou com um pé na comunidade quilombola. Penso, seriamente, em adotar um índio. Pelos impostos que pago com certeza já adotei a família do “Severino” há muito tempo. Só falta publicar o fato oficialmente no Diário Oficial, oficiosa já é.

Não canto mais o Hino Nacional. Qualquer música do Gil ou do Cae pega melhor. Levantar, nem pensar.

Não bebo. Ando de bicicleta para não ser multado, nem agüento mais dar esmola para flanelinha em qualquer lugar que eu estacione seja dia ou mesmo qualquer hora da noite. Eles são perenes. Aos sábados, domingos ou feriados, lá estão eles. Egoísta, fruto de um empedernido capitalismo que ainda me consome, nego – me a completar sua bolsa – família e assemelhadas. Para compensar, já comprei o kit do MST, boné, bandeirinha e foice para degolar a cabeça dos capitalistas e simpatizantes.

Estou muito quietinho no meu canto. Assim, não sou assaltado. Assustado, procuro respirar baixinho. Sem perturbar ninguém.

Para piorar, ultimamente, tenho um medo incontrolável de guarda de trânsito, de policia rodoviário,… na verdade, de qualquer tipo de “poliça”, ainda mais agora, que eles foram designados como guardiões da moralidade nacional. Borro – me diante de um militar da Força Nacional de Segurança.

Arrependo – me, quando, boçalmente, apregoava minha situação de militar do EB. Tolo, assumo o “mea – culpa”. Como eu poderia imaginar que desceríamos a tanto.

Recentemente, passei a economizar o dízimo do Partidão, ao qual me filiarei no mais curto prazo.

Antes que alguém pergunte como atingi tal estado de insustentável leveza do ar, explico. É inútil resistir. O estupro é inevitável (e hoje, creio que a ex-Ministra do Turismo tinha razão ao se dirigir aos maltratados passageiros dos aeroportos)

Meus comandantes acreditam em Papai Noel, por que eu não? Eles não querem polemizar. Quem sou eu para…

Enquanto, eles aguardam que o “molusco – guia” de um “basta” na perseguição do Tarso e caterva, a Presidência financia o tremendo Seminário internacional “Direito à Memória e à Verdade” que será aberto pelo ministro Paulo Vanucci, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, cujo maior atrativo será o nefasto juiz espanhol Baltasar Garzón. Dá para combater?

Para piorar, se é possível, numa cabal demonstração de que o Tarso estava coberto de razões nas suas imprecações, um seleto número de magistrados, advogados, juízes, procuradores e assemelhados, recolhem assinaturas que endossarão, legalmente, o linchamento dos militares.

É a chamada pressão da sociedade conivente, em conluio com a imprensa revanchista e raivosa. Esta, nem o molusco resiste.

O duro não é tropeçar e cair. O trágico é ser incapaz de reagir ou levantar.

Meus superiores, pares e subordinados, minhas envergonhadas condolências.

Brasília, DF, 14 de agosto de 2008

Gen. Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira

O Horror do MST em versos

04/08/2008
*****CAMPO MINADO *****Assisti um vídeo sobre os sem terra
E fiquei muito revoltada
Por ver que esse ‘bando’ de terrorista
Com a terra não quer nada
Pois eles não plantam nem colhem
A qualquer vagabundo acolhem
Para fazer a luta armada.
Espalham o terror e a baderna
Estupram , matam, depredam
Destroem plantações, queimam florestas
Casas, fazendas produtivas incendeiam
E o pior; são patrocinados
Esse bando de alucinados
Por um presidente aloprado
Que as nossas liberdades cerceiam.

Devem usar muita droga
Não consigo acreditar
Pois até os pobres animais
Eles ousam torturar
Quebram suas pernas e as deixam morrer
Muitas horas ficam a sofrer
Com dor até agonizar.

Destroem casas de colonos
E propriedades rurais
Enfim; qual o objetivo
Desses elementos infernais
Que espalham o terror
Deixando tristeza e dor
Para o homem trabalhador
Que vive em busca de paz!
 

 

Conseqüências amargas de se votar no PT

30/07/2008

Boletim Eletrônico de Atualidades – N° 68 – 29/07/2008

http://www.paznocampo.org.br

 

 

 

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Ditadura Administrativa

O Sindicato Rural de Ortigueira – SRO, no Estado do Paraná,  fez circular pela internet um trabalho em que mostra como através  de atos puramente administrativos, o Executivo está expropriando  proprietários rurais, lançando muitos na miséria. O estudo é claro e fácil de entender pois está articulado, lógico e didático. E irrefutável, pois está a mostrar fatos que estão sendo praticados neste momento. O  SRO dá como exemplo o caso de demarcação de reservas indígenas de 10 milhões  de hectares no Mato Grosso do Sul.  Mas aplica-se às questões da Reforma Agrária, da Revolução Quilombola e daquilo que já podemos chamar de Revolução Ambiental. Em todo o país, coletivizando 70% do território nacional. Uma terrivel e verdadeira ditadura administrativa. O Sem medo da Verdade subscreve totalmente os termos deste estudo, que transcreve em sua íntegra.

 

O Executivo e os atos administrativos

Contexto. Há medidas legais, que, de tão corriqueiras, terminam passando por normais. A sua normalidade, porém, pode ser o signo de uma anormalidade, que afeta profundamente a vida institucional do país. Refiro-me à profusão de atos administrativos editados pelo Poder Executivo, que possuem força de lei e terminam por regrar a vida das empresas e dos cidadãos em geral. São decretos, portarias, instruções normativas e resoluções, editados em vários escalões, que possuem uma enorme influência no cotidiano de cada um, no exercício da propriedade privada e nos investimentos.

 

Atos administrativos. Tais atos administrativos têm força de lei, substituindo-se, muitas vezes, à lei propriamente dita. Exemplifiquemos alguns: decretos presidenciais, decretos ministeriais, portarias, instruções normativas e resoluções do Incra, da Funai, do Ibama e de suas congêneres nos níveis estaduais e municipais, afetando profundamente tanto as cidades como o campo. Proprietários urbanos e rurais, empresas dos mais diferentes tipos, são submetidos a um conjunto de normas que impede, muitas vezes, os seus investimentos, prejudicando o desenvolvimento econômico e social, ao contrário do que é sustentado por aqueles que assim regulamentam. Esses dizem trabalhar pelo bem público, quando, muitas vezes, estão simplesmente concentrando decisões nas mãos do Estado que passa a decidir sobre tudo o que diz respeito à vida individual e empresarial.

 

 Estado organizativo. O Executivo passa a operar como um verdadeiro Poder Legislativo, organizando o conjunto da sociedade. Na verdade, ele começa a tomar conta da vida social, encarnando um suposto bem coletivo que passaria a decidir aquilo que é melhor para todos. É como se o Estado e os seus burocratas dos mais diferentes escalões tivessem um saber que lhes permitiria abarcar toda a sociedade. Agem como se fossem representantes de uma certa onisciência que, graças à sua potência, poderia ser capaz de realizar o seu projeto, identificado, reitero, ao que entendem, por sabedoria, por bem comum. A sociedade se vê assim reduzida a um pólo passivo, que seria simplesmente moldado pelo Poder Executivo, que a entende à maneira de um corpo inerte que, simplesmente, deveria ser comandado. A sociedade perde, então, a sua autonomia e a sua independência, mostrando-se incapaz de decidir por si mesma.

 

A legalidade. E tudo isto é feito legalmente, segundo dispositivos constitucionais perfeitamente estabelecidos. Um funcionário do Incra, da Funai ou do Ibama, sempre poderá dizer que agiu segundo a lei, tendo seguido todos os passos juridicamente necessários. Como fica uma empresa ou um cidadão diante de tal situação? Imediatamente fica completamente desarmado, tendo de recorrer a um advogado para reivindicar os seus direitos. Produz-se, aqui, uma oposição entre os direitos dos cidadãos, dos empresários e dos empreendedores e os atos administrativos de um Estado que pretende tudo organizar graças a burocratas designados expressamente para essas funções. Acontece, porém, que os atos administrativos passam a vigorar imediatamente após a sua promulgação, enquanto os direitos tardam a ser exercidos pela lentidão do Poder Judiciário. Cria-se, então, situações irreversíveis, pois uma empresa, enquanto procura fazer valer os seus direitos, deve seguir atos administrativos que afetam enormemente o seu funcionamento. Os seus prejuízos, praticamente, são irrecuperáveis, não podendo ser buscados.

 A insignificância do Legislativo. O perigo dessa centralização do poder do Estado nas mãos do Executivo reside na insignificância à qual se vê reduzido o Poder Legislativo. Este se encontra ainda mais travado por uma outra forma de legislar do Poder Executivo, a que se faz por intermédio de medidas provisórias. Como se sabe, essas têm força de lei e devem ser necessariamente votadas pelo Poder Legislativo num prazo determinado. O que faz o Executivo? Abarrota o Legislativo de medidas provisórias, de tal maneira que esse Poder deixe de exercer as suas funções. O Executivo passa a legislar de duas maneiras: através de medidas provisórias e através de atos administrativos, vindo, na verdade, a prescindir completamente do Poder Legislativo. Enquanto a opinião pública é capturada por discussões que envolvem o uso de medidas provisórias, o Executivo passa célere, legislando por atos administrativos, que afetam em profundidade a vida da sociedade. E esses atos administrativos, de profunda repercussão, não chegam muitas vezes nem à esfera pública.

 

 Parlamentares e funcionários. Cria-se, assim, uma situação completamente esdrúxula. Um funcionário de terceiro escalão, como presidentes do Incra, Funai e Ibama, passam a legislar muito mais do que deputados e senadores. Enquanto esses lutam pelos holofotes midiáticos, aqueles são muito mais eficazes nos trabalho legislativo. Seus atos administrativos são de validade e efeitos imediatos, não necessitando passar por instâncias legislativas. Ou seja, tais funcionários e órgãos estatais possuem muito mais poder legislativo do que os parlamentares. O problema se vê ainda agravado pelo fato de tais burocratas agirem, como observado, segundo uma estrutura estatal que impõe o que considera como devendo ser a norma que deveria reger a vida do cidadão em geral. Mais ainda, tais presidentes e diretores de órgãos estatais são designados pelo governo que os escolhe segundo afinidades partidárias e ideológicas. São, por assim dizer, comissários do governo que implementam uma política previamente determinada.

 

 Ideologia. Aqui, se faz particularmente presente a ideologia de tais funcionários, escolhidos segundo a sua afinidade política e a sua plasticidade, a sua flexibilidade, em seguir diretrizes de partidos, de movimentos ditos sociais e organizações religiosas. A palavra comissário é, então, apropriada, por significar um funcionário que age de acordo com uma ideologia que procura impor à sociedade um determinado padrão de conduta e uma noção do bem tal como a entende. No nosso contexto específico, presenciamos a ação de tais comissários voltada para relativizar e circunscrever a propriedade privada, como se a sociedade pudesse existir livremente sem esse direito fundamental seu. Órgãos como o Incra, Funai e Ibama possuem uma forte ideologia contrária à propriedade privada, como se essa fosse um mal que deveria ser combatido. Seus comissários seriam os agentes dessa ação “salutar”.

 

 Empresários. Enquanto corolário dessa posição ideológica, os empresários passam a ser considerados como “maldosos”, “corruptos”, “egoístas”, pessoas completamente descompromissadas com o bem comum (segundo evidentemente o entendimento dos comissários). Não deveria, portanto, causar espanto que o lucro seja criticado enquanto fonte ilegítima e os investimentos que o produzam condenados. Maniqueisticamente estabelece-se uma luta enviesada entre o “bem” e o “mal”, o primeiro sendo representado pelos comissários e seus sustentáculos partidários e dos ditos movimentos sociais e o segundo sendo representado pelos proprietários urbanos e rurais, pelas empresas em geral. Reproduz-se, assim, o esquema “esquerda” e “direita”, sendo os primeiros os “progressistas” (que, na verdade, impedem qualquer progresso) e os segundos os “conservadores” (que, na verdade, querem o progresso). O próprio sentido das palavras passa a ser deturpado, vindo a significar aquilo que esses agentes da esquerda e os seus formadores de opinião procuram impor. A questão de fundo, porém, consiste numa oposição muito mais relevante, entre os que defendem a socialização dos meios de produção, a abolição da propriedade privada, do estado de direito e das liberdades, e os que advogam por uma economia de mercado, pelo estado de direito, pelas liberdades e pela democracia.

 

 Exemplo – Mato Grosso do Sul. Sem que tenha ainda ganho a opinião pública, sendo, neste sentido, ainda amplamente desconhecido, Funai, do Ministério da Justiça, a partir de um Termo de Ajustamento de Conduta assinado com o Ministério Público Federal, editou várias portarias, no dia 10 de julho, para estudos de demarcação de uma área indígena. A referida área encontra-se no sul deste Estado, podendo vir a abarcar 10 milhões de hectares. Observe-se que se trata de uma zona rica, de terra fértil e povoada, incluindo proprietários rurais de longa tradição de empreendorismo e de investimento. Os que lá vivem, até então, usufruíam da segurança própria do exercício da propriedade privada quando, subitamente, são jogados numa situação de completa insegurança. E como isto se faz? Por intermédio de um mero ato administrativo, que passa a vigorar quando de sua publicação no Diário Oficial. Observe-se que os estudos em questão serão feitos por uma equipe de antropólogos, agrônomos e historiadores designados pelo próprio Incra. A sua tradição na área consiste em acatar tais estudos, contando com o apoio dos movimentos sociais, no caso, o Conselho Indigenista Missionário, órgão da Igreja e afim ao MST e à Comissão Pastoral da Terra (CPT). Não esqueçamos que foi a CPT que criou o MST.

 

 A propriedade. Logo, temos a seguinte situação. Uma equipe comandada por um antropólogo-coordenador passa a ter a decisão final sobre uma imensa área que pode afetar toda a vida de proprietários e também de uma unidade federativa, que teria, por assim dizer, uma parte do seu território amputada. Um antropólogo, nesta cadeia de atos administrativos, tem muito mais poder do que um parlamentar e mesmo do governador, sendo o seu ato, por assim dizer, soberano. Ou seja, uma cadeia de atos administrativos pode vir a redesenhar completamente as relações de propriedade e a vida de uma entidade federativa, no caso o estado do Mato Grosso do Sul. O direito de propriedade, constitucionalmente reconhecido, pilar de uma sociedade livre e democrática, se vê relativizado, fragilizado, por um ato administrativo promulgado por um órgão de Estado, que deveria seguir a Constituição. Uma portaria se coloca contra a Constituição e passa a valer mais do que ela. Este é um paradoxo legal ao qual se encontra submetido o Estado brasileiro

Pelo fim do MST

24/07/2008

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Deputado Lael Varella apóia manifestação

 

O deputado Lael Varella pronunciou o seguinte discurso na Câmara dos Deputados, dia 16 de julho p.p., no qual dá seu acordo à manifestação promovida pelo PAZ NO CAMPO em apoio aos Promotores Públicos e à Brigada Militar do Rio Grande do Sul que elaboraram relatório no qual pedem a dissolução do MST.

 

O SR. LAEL VARELLA (DEM-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, uma boa notícia que há muito o Brasil ordeiro ansiava: O Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul aprovou relatório que pede a dissolução do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e que já serviu de base para oito ações judiciais contra os ditos sem-terra, que incluem proibição de marchas, autorização de despejos e deslocamento de acampamentos.

 

Os promotores objetivam também a intervenção nas escolas ligadas ao movimento, essas “madrassas”- escolas de formação terrorista – nas quais são incutidas nas cabeças de jovens e adolescentes a doutrina comunista e o culto a seus “santos”, como Che Guevara, Stalin, Mao Tse Tung, Ho Chi Min. São mais de 1.800 escolas em todo o País, com currículo próprio, com apoio financeiro do Ministério da Educação, e que mantêm diversos cursos exclusivos em Universidades.

 

Disse o promotor Gilberto Thums : Nós conseguimos, com a ajuda da Polícia Militar, identificar todos [os militantes do MST]… Quem invadir, quem depredar, quem praticar atos de vandalismo e de sabotagem vai ser preso, pois já estará identificado como integrante desse movimento. Vamos mover processo criminal contra eles.

 

 

 

Dê você também seu apoio agora!

 

 

 

Criado em 1984, o MST já promoveu mais de 7.500 invasões, acompanhados de crimes violentíssimos como seqüestro e cárcere privado.

 

 

A idéia do Ministério Público do Rio Grande do Sul é chegar ao ponto de proibir qualquer órgão do Estado de negociar contratos e convênios, com o movimento. Cabe ao Ministério Público agir agora. Quebrar a espinha dorsal do MST, diz um dos trechos do relatório.

 

A Brigada Militar por meio de seu comandante Cel. Paulo Roberto Mendes Rodrigues está dando todo o apoio à ação dos Promotores Públicos do Rio Grande do Sul

 

Três senadores da bancada governista estiveram na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul para ouvir do coronel Paulo Roberto Mendes Rodrigues, comandante da Brigada Militar, como a corporação vem tratando os movimentos sociais que fazem baderna no Estado. O coronel Mendes mostrou como a BM age e relatou as 13 ações de manutenção da ordem quando foi chamada a intervir. Na verdade, os senadores foram quase que intimados a comparecer no Rio Grande, pressionados pelo MST.

 

Mas o que está deixando o MST apreensivo é a nova situação implantada no Rio Grande do Sul. As autoridades de segurança pública contam com o apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário e a última ação de despejo dos sem-terra das imediações da Fazenda Guerra, em Coqueiros do Sul, se transformou num recado explícito aos baderneiros.

 

Dê você também seu apoio agora!

 

 

O advogado do MST, Juvelino Stronzake, deixou cair a máscara. Está respondendo às autoridades gaúchas que resolveram colocar o movimento na linha e dentro da ordem que o MST não pode ser dissolvido como querem as autoridades porque o movimento não existe do ponto de vista legal. Ou seja, é um movimento marginal e perigoso que se esconde para não arcar com suas responsabilidades.

 

Para o MST, trata-se da ofensiva jurídica mais dura de sua história. Como contra-ataque, o movimento promete denunciar a ação dos promotores em organismos internacionais, como ONU e OEA. Pediu também apoio da sociedade(leia-se ativistas, intelectuais, militantes e organizações de esquerda) em português, francês, inglês e espanhol, para que protestem contra a criminalização movimento.

 

O Movimento Paz no Campo está promovendo uma campanha de apoio aos Procuradores do Estado do Rio Grande do Sul, na pessoa do Procurador Gilberto Thums e à Brigada Militar na pessoa de seu comandante Cel. Paulo Roberto Mendes Rodrigues. Segue também uma cópia de cada manifestação à Governadora Yeda Crusius e ao Procurador Geral da Justiça do Rio Grande do Sul, Dr. Mauro Henrique Renner.

 

Sr. Presidente, quero associar o meu apoio aos Procuradores do Estado do Rio Grande do Sul e que a iniciativa deles sirva de exemplo aos outros Estados da Federação que são assolados pelo MST, movimento revolucionário que se esconde sob a capa de movimento social para mais bem promover o caos em todo o território nacional.

 

Só assim, Sr. Presidente, teremos paz e ordem jurídica para que o nosso homem do campo possa trabalhar e colher sempre mais abundantes safras de alimentos para o consumo dos brasileiros e ainda exportar o excedente.

 

Tenho dito.

 

MANIFESTE TAMBÉM SEU REPÚDIO AO MST 

Apóie a destruição do maldito terror do MST

20/07/2008

Vamos mandar e-mails de apoio:

Se quiser saber mais sobre o assunto: >> http://www.fundadores.org.br/paznocampo/acao/100708/

>> http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/

Pelo fim da guerrilha rural no Brasil do MST

18/07/2008
Sem Medo da Verdade
Boletim Eletrônico de Atualidades – N° 65 – 16/07/2008
www.paznocampo.org.br
linhagrossa
Caso não esteja visualizando o texto deste boletim, acesse através do endereço:
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Se você ainda não deu seu apoio, assine agora. É muito importante!

VEJA COMO O MST SE APRESENTA COMO VÍTIMA:

No site do MST, está publicada a imagem  acima, com um apelo para que se assine contra o que ele chama de “criminalização” do movimento. O MST apela para o mundo todo, em quatro línguas – inglês, francês, português e espanhol! Assim ele quer conquistar o apoio da esquerda mundial, e fazer pressão sobre a Justiça brasileira!

Na placa colocada no peito da figura algemada e com um olho roxo, lê-se:
Nome: movimento social
Crime: lutar por direitos
Pena: cadeia

MAS A REALIDADE É OUTRA

Movimento político que é, o MST quer fazer-se passar por movimento social.
Organização criminosa que é, diz lutar por direitos
Só acertou no destino: cadeia. É o que o MST merece!

A grita de toda a esquerda, da pseudo-católica à política, mostra bem o acerto do Ministério Público do Rio Grande do Sul ao pedir a dissolução do MST.

 Pela primeira vez na história do País, essa organização criminosa, que em mais de 20 anos de atuação só levou miséria ao campo brasileiro – praticou 7.561 invasões, acompanhadas de atos de vandalismo, depredações, matança de animais, assassinatos, seqüestro, cárcere privado, além de muitos outros crimes contra pessoas e patrimônios – sente o peso da Justiça caindo sobre sua cabeça, de forma muito acertada..

Acostumados com o dinheiro público fácil e farto, a serem recebidos com honras nos gabinetes de Brasília, a terem ordens de reintegração de posse não cumpridas por governadores, os integrantes do MST não estão acostumados a esse tipo de revés.

É bom que vejam o quanto a opinião pública brasileira está farta deles!
Vamos manifestar nosso apoio ao Promotor Gilberto Thums e seus colegas!
Vamos manifestar nosso apoio ao Cel Mendes Rodrigues e à Brigada Militar!

Vamos mandar e-mails de apoio:  Clique aqui

Se quiser saber mais sobre o assunto: Clique aqui

 

 

Todas as terras produtivas do Mato Grosso do Sul vão

18/07/2008

ser entregues as ongs e índios.

==

povo do mato grosso do sul vai ficar na miséria.

todo nosso apoio ao governador andré puccinelli.

O horror em Roraima – rincão distante e abandonado que está dando exemplo ao Brasil de resistência ao comunismo de Lula!

06/07/2008

“”‘”Se fossem os coitadinhos da Via Cmpesina e MST..”

O governo já tinha mandado varias Bolsa Esmola, os Direitos Humanos… a PQP … mas como são…

…Agricultores retirados da Raposa continuam abandonados em assentamento

Cerca de 90 famílias retiradas da área indígena Raposa/Serra do Sol e alocadas para a região do Truaru, área rural do município de Boa Vista, continuam na mesma situação de abandono, desde que foram assentadas, há dois anos. Segundo os agricultores, as promessas do Governo Federal não foram cumpridas até o momento e todos vivem sem apoio algum para executar suas atividades.

Para Jorge Ferreira, 61, a maioria das pessoas não têm ficado nos lotes por falta de condições. Nascido e criado na Vila Surumu, o produtor falou do passado com bastante saudade e relatou que sua área era de 500 hectares, onde criava gado, carneiro, porco, galinhas e tinha uma vida saudável.

Atualmente, o agricultor encontra-se em um lote de 50 hectares e tenta recomeçar a vida junto à esposa. O pagamento que ele recebeu da Funai (Fundação Nacional do Índio) de R$ 9.400,00, não foi o suficiente para construir uma nova moradia e, por isso, Jorge mora em uma casinha de madeira, coberta com alumínio.

“Não acredito mais nas promessas das pessoas que fazem parte do Governo Federal e espero que as autoridades possam lutar por nós e cobrar o que foi prometido”, disse.

Reunião
Na próxima semana, a Associação dos Excluídos da área da Raposa/Serra do Sol, vai se reunir para discutir algumas ações que serão tomadas em prol das famílias que fazem parte do assentamento.

Fernando Heder

http://www.roraimaemfoco.com/site/content/view/1501/45/ “””

retirado do orkut

campanha pelo fim do MST

27/06/2008

Nova súmula do STJ é contra o MST!!

Os ministros que integram a 1ª Seção do STJ aprovaram anteontem (25) mais quatro novas súmulas: elas versam sobre matérias que têm sido objeto de reiteradas decisões da 1ª e da 2ª Turmas, que examinam processos sobre questões de Direito Público. Os quatro verbetes dispõem sobre processo expropriatório para fins de reforma agrária, notificação do ato de exclusão do Refis pelo Diário Oficial ou Internet, cobrança de tarifa básica e discriminação de pulsos excedentes e ligações de telefone fixo para celular. Segue a súmula sobre a reforma agrária:

Súmula nº 354: “A invasão do imóvel é causa de suspensão do processo expropriatório para fins de reforma agrária” . (Referências: RESP 819.426/GO, RESP 893.871/MG, RESP 938.895/PA, RESP 590.297/MT e RESP 964.120/DF)

Segundo a súmula, cada vez que houver a invasão, o processo que visa a desapropriação da área deve ser suspenso, fica “congelado”.

O termo súmula é originário do latim sumula, que significa “resumo”. No Poder Judiciário, a súmula é uma síntese das reiteradas decisões proferidas pelos tribunais superiores sobre uma determinada matéria. Com ela, questões que já foram exaustivamente decididas podem ser resolvidas de maneira mais rápida mediante a aplicação de precedentes já julgados.

12 de maio – dois anos dos ataques do PCC

11/05/2008

Em 12 de maio de 2006, um grupo de traficantes bandidos da pior espécie acusados de serem treinados pelas FARC da Colômbia e pelo MST, guerrilha camponesa brasileira, aproveitando que a bandidagem estava solta por causa dos dia das mães, iniciou monstruosos ataques em São Paulo, prejudicando a candidatura do Governador de São Paulo, Geraldo alckimin à presidência da República, eleição esta que se efetuou em novembro de 2006.

 

Assassinaram covardemente policiais, queimaram ônibus. Depois pararam os ataques e nada foi feito pelos governos para destruir de vez os criminosos e quem os defendem.

No Brasil, nenhum criminoso vota ou apóia a direita ou o centro político e são venerados pelos comunistas e esquerdistas em geral como vítimas da sociedade capitalista.

Dois anos depois nada foi feito contra os narco terroristas do PCC e a data passa em branco.

No brasil, sempre próximo das eleições , bandidos fazem ações em grande escala para prejudicar políticos de direita.

Todo esquerdista no Brasil , especialmente professores universítários, jornalistas e defensores dos direitos humanos defendem criminosos.