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Petralhas defendem genocídio do Coronel da PM barbaramente espancado – Geraldo Alckimin perde a paciência com os Direitos Humanos

26/10/2013

“”As imagens covardes que vimos ontem do coronel Reynaldo sendo agredido mostram ações de vândalos e criminosos. Um dos agressores já foi indiciado por tentativa de homicídio e terá prisão preventiva decretada. Uma ampla investigação está em curso. Policiais são representantes do Estado, defensores da sociedade. Defendemos a mudança da lei federal para que o crime de agressão a policiais tenha agravante. Desejo a mais rápida recuperação ao coronel Reynaldo Rossi e a outros policiais covardemente agredidos.”‘

Geraldo José Rodrigues de Alckimin Filho Governador da Locomotiva, do Estado Bandeirante que carrega o Nordeste nas costas.

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IMPRESSIONANTE! VÍDEO MOSTRA O BRUTAL ESPANCAMENTO SOFRIDO PELO CORONEL COMANDANTE DA PM/SP.

Um suspeito de ter agredido o coronel da Polícia Militar Reynaldo Simões Rossi está preso no 2º Distrito Policial do Bom Retiro, no centro da capital paulista, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do estado. Segundo a PM, o coronel recebeu atendimento médico na madrugada deste sábado no Hospital das Clínicas e foi liberado.

O protesto organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL) na noite desta sexta degenerou em quebra-quebra e mais uma vez deixou um rastro de destruição na região central da capital paulista. O Terminal Parque Dom Pedro II foi destruído por vândalos mascarados. Também há relatos de roubos e um ônibus chegou a ser incendiado pelos black blocs. No total, 92 pessoas foram detidas.
Nesta sexta, a manifestação reivindicando “tarifa zero” para o transporte público foi marcada por uma cena lamentável: um grupo encapuzado cercou e espancou o coronel da PM Simões Rossi, que acompanhava à distância a ação da polícia. Em nota, a PM classificou a ação como “covarde”. Além disso, o episódio teve outro fator grave: os encapuzados roubaram a arma e o rádio comunicador do coronel. Rossi é um oficial da elite da PM paulista e atua como negociador, inclusive em caso de reféns. Nesta sexta, não estava no comando da tropa – o responsável era o tenente-coronel Wagner Rodrigues. Após ser agredido – e golpeado na cabeça com uma placa de ferro -, ele foi socorrido por um policial à paisana. Teve a clavícula quebrada, ferimentos na cabeça e no rosto e deixou o local pedindo à tropa que mantivesse a calma. A agressão contra Rossi foi filmada

O negócio está sério!!!

Por Luciano Levinzon
OAB É UM CÂNCER NACIONAL EM CRESCIMENTO ACELERADÍSSIMO , UMA MÁFIA PRIVADA COM ABSURDO MONOPÓLIO CONSTITUCIONAL DE GARANTIR AOS SEUS AFILHADOS O DIREITO RIDÍCULO DE NOS IMPOR SEUS SERVIÇOS DE ACESSO A JUSTIÇA PÚBLICA , ENCARECENDO NOSSAS VIDAS , NOS TACHANDO DE INCOMPETENTES E IDIOTAS , BLINDANDO OS IMUNDOS DITADORES JUÍZES DO CONTATO DIRETO CONOSCO E INCHANDO CADA VEZ MAIS EM TODO O PAÍS , AGREGANDO NOVOS VAGABUNDOS PARASITAS QUE ABSOLUTAMENTE NADA DE ÚTIL PRODUZEM , MAS QUE PARA SOBREVIVEREM EM SEU PARASITISMO , APELAM PARA A IDEOLOGIA SOCIALISTA / COMUNISTA E FICAM NA ESPREITA DE ARRUMAREM MAIS E MAIS PROBLEMAS PARA NÓS , PARA QUE SURJAM A ELES NOVAS OCUPAÇÕES INÚTEIS , PARASITÁRIAS , QUE OS ENCHAM DE DINHEIRO AS NOSSAS CUSTAS !!!
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/10/coronel-da-pm-foi-agredido-e-teve-arma-roubada-durante-tumulto.html

Apenas 1 de 27 governadores não é apaixonado por Bandido –

21/09/2013
Governador do MS promete medalha para “cada bandido mandado ao inferno”

Governador do Mato Grosso do Sul promete uma medalha “para cada bandido mandado ao inferno”

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Ladrão morto enquanto tentava assaltar lotérica (Foto: Campo Grande News)

O governador do Mato Grosso do Sul André Puccinelli (PMDB) elogiou, na última semana, o sargento da Polícia Militar, Evanildo Gomes, que reagiu a um assalto a uma Lotérica e matou os dois assaltantes em Campo Grande. “Vou dar uma medalha para cada bandido que ele mandou para o inferno”, afirmou, durante a solenidade de formação de novos sargentos da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul.

Leia também:
Delegados da PF testemunham assalto em lotérica em saem de “fininho”

Ele parabenizou o trabalho do sargento Gomes. “Ele mostrou eficiência e que a PM tem um ótimo treinamento”, ressaltou Puccinelli. Ele disse que a ação de Gomes foi em legítima defesa. “Foi (um ato) em proteção da sua vida e da vida de terceiros que estavam no local”, contou. No momento da troca de tiros, sete clientes estavam na fila.

O sargento Gomes estava na Lotérica quando dois assaltantes chegaram e anunciaram o assalto. Eles começaram a agredir um funcionário da lotérica e estavam armados com pistola 9 mm e um revólver 38.

O policial estava a paisana e aguardou o momento certo para reagir. Ele escondeu o revólver calibre 38 no capacete. “Foi uma ação de cinco a 10 segundos”, contou Gomes, em entrevista ao Campo Grande News ontem. Ele atirou e matou os dois ladrões, Helton Esquiver da Cunha, 19 anos, e William Mercado Nunes, 24 anos.

As 13 estratégias Comunistas para acabar com o Cristianismo.

12/09/2013

http://www.afecatolica.com/news/as-13-estrategias-comunistas-para-acabar-com-o-cristianismo-/

08/06/2013 10:52

Você poderá analisar 13 estrátegias já utilizadas em outras nações durante Ditaturas Comunistas e verificar o quanto elas se assemelham com ás táticas sendo utilizadas pelo governo que por “mera” coincidência tem o seu número 13!

1. Separar dos seus ‘aliados estrangeiros’ as comunidades protestantes, e desvincular do seu centro romano as instituições católicas. Em vista disto, deveriam ser dispensados todos os Núncios Apostólicos (representantes do Papa) acreditados nos países COMUNISTAS. A razão oficial para tanto era que esses Núncios haviam sido acreditados junto a Governos anteriores aos COMUNISTAS. As Nunciaturas ficaram abertas, como de costume em tais casos, durante certo tempo, mantidas por diplomatas subalternos; mas foram finalmente fechadas, visto que nenhum outro credenciamento de Núncio Apostólico era possível.

2. Decapitar as comunidades locais, caluniando, ao máximo, os seus chefes: entre os católicos, eram assim considerados os Cardeais, os Arcebispos e os Presidentes das Conferencias Episcopais; entre os protestantes, tal ou tal Bispo calvinista ou luterano, cujo prestígio tivesse repercussão nacional. A campanha de calúnias seguiram-se processos e sentenças condenatórias, baseadas em acusações mentirosas. Em certos casos, por motivos táticos, os COMUNISTAS se contentavam com a prisão domiciliar da autoridade religiosa, com proibição de receber visitas e de intervir em atividades pastorais. A coordenação bem planejada desses ataques aparece com muita evidência a quem considera as datas dos processos e das sentenças condenatórias.

3. Destruir a unidade do clero, suscitando o “Movimento dos Padres para a Paz”, aos quais as autoridades civis reservavam as melhores paróquias. Tais sacerdotes eram enviados a todo tipo de reuniões ou manifestações em prol da paz tanto no interior do país quanto no estrangeiro. Seguiam as orientações do Governo, e não as da Santa Sé.

4. Dividir entre si os Bispos privados de seu chefe, sendo então abertamente favorecidos alguns tidos como ‘compreensivos’, e atacados sem tréguas os ‘durões’ e os ‘reacionários’.

5. Romper todos os vínculos que ainda pudessem existir entre os sacerdotes e os fiéis leigos, decretando a dissolução de todas as agremiações religiosas, paroquiais ou de juventude, inclusive as Ordens Terceiras das grandes famílias religiosas: franciscana, dominicana, carmelita, agostiniana.

6. Para evitar todas as modalidades de réplica da Igreja, foram nacionalizados todos os seus bens: terras, propriedades, edifícios, etc.

7. Para melhor ensinar a nova ordem social e a compreensão do socialismo em construção, os diversos governos fecharam os Seminários diocesanos e organizaram Grandes Seminários regionais, cujos professores deviam pedir o Beneplácito das autoridades estatais. A admissão nos Grandes Seminários foi limitada por um numerus clausus (número fechado); a autoridade civil encarregada dos assuntos religiosos é que definia o número exato de Seminaristas que poderiam ser aceitos para cada diocese. Antes da ordenação sacerdotal, o candidato devia pedir o Beneplácito do Governo para tanto. Antes de assumir uma função pastoral (de Vigário até Bispo), todo eclesiástico devia prestar juramento de fidelidade ao regime.

8. Para controlar a fidelidade dos eclesiásticos, em cada República Popular foi criado um Comitê governamental de Assuntos Eclesiásticos, cujos funcionários tinham pleno poder de controle, indo até a revogação da autorização de serviço pastoral quando o interessado caia na desgraça dos funcionários.

9. Para evitar toda influência religiosa sobre a juventude, o ensino do Catecismo foi proibido nas escolas e severamente regulamentado nas paróquias. Era o Comitê de Assuntos Religiosos que definia o número de aulas e o número de alunos matriculados no Catecismo. Ao contrário, o materialismo científico e ateu tornou-se disciplina obrigatória no ensino público desde o grau maternal até as Universidades.

10. Para quebrar o dinamismo do pensamento cristão. Congregações e Ordens Religiosas foram extintas, com exceção das da Polônia e da Iugoslávia em virtude de razões políticas. Na Polônia, durante a ocupação alemã, as Religiosas e os Religiosos, assim como os presbíteros, pagaram pesado tributo por causa da sua fidelidade à pátria. Cerca de seis mil sacerdotes poloneses foram internados em campos de concentração nazistas. Seja mencionado, entre outros, o Pe. Maximiliano Kolbe. — Na Iugoslávia, se o Marechal Tito tivesse fechado as Ordens Religiosas, teria sido acusado de hostilidade para com os croatas — coisa que ele queria evitar a todo preço, pois Tito tinha bom número de problemas com ‘os seus’ croatas. . . Por conseguinte, contentou-se com o extermínio de certo número de Religiosos, enquanto outros foram encarcerados, sempre, porém, ‘por motivos pessoais’. . .

11. Paralelamente à destruição das Ordens Religiosas, as escolas, os hospitais e os pensionatos cristãos foram estatizados. Sob a nova direção, todo o espírito cristão desapareceu dessas instituições. Todo professor que quisesse praticar a sua religião, foi imediatamente dispensado. Também na Polícia e no Exército a prática da religião era severamente proibida; o mesmo ocorria nas repartições públicas, quaisquer que fossem.

12. A fim de que ninguém pudesse protestar contra essas medidas vexatórias ou contra as calúnias, não raro, muito grosseiras, disseminadas contra a fé, a imprensa escrita, radiofônica e televisionada foi estatizada e posta sob o constante controle do Departamento de Ideologia e de Propaganda do respectivo Partido Comunista. Todas as tipografias e editoras sofreram a mesma sorte. Qualquer infrator dessas disposições — autor de folhas volantes clandestinas — era sujeito à pena de dez a vinte anos de trabalhos forçados. Cada máquina datilográfica pessoal era registrada no Departamento de Polícia; antes de poder comprar um mimeógrafo, era preciso que o interessado obtivesse a permissão escrita da Polícia política até 1960; em vários países. . . até o fim da década de 70.

13. Toda crítica ao regime ou ao Governo era passiva de pena. A Polícia política controlava a observância das suas ‘disposições legais’. Até certos vocábulos e certas histórias eram classificadas em categorias sujeitas a penas de um, três, cinco ou até dez anos de prisão ou de campo de concentração.

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Faculdade jesuíta convida inimigos da Igreja para dar cursos em Simpósio

11/09/2013

LEONARDO BOFF, ex padre, teólogo da libertação dá palestra em Faculdade de Teologia.

29 de agosto de 2013 às 10:26

Pedro Canísio de Alcântara

De 2 a 4 de outubro de 2013, a Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia promoverá seu IX Simpósio Internacional Filosófico-Teológico. Depois da ilustre presença do Prof. Dr. Leonardo Boff com a conferência de abertura do Simpósio no ano passado, este ano a FAJE convidou para dar conferências e seminários dois notórios inimigos da Igreja Católica: a laicista e abortista Profa. Dra. Roseli Fischmann (USP) e o Pe. José Maria Vigil, CMF, um dos hereges mais ousados de nosso tempo.

Uma acadêmica laicista e abortista

A Dra. Fischmann irá ministrar um seminário (4h/a) que tem por título “O caráter educativo da laicidade do Estado” e se realizará conforme a programação do evento nos dias 3 e 4 às 10h no Campus da FAJE.[1] O seminário está entre os cinco eventos simultâneos entre os quais os alunos da instituição poderão escolher para participação obrigatória.

A Dra. Fischmann faz parte do Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA)[2], que “conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e seu foco é capilarizar a discussão do tema do aborto sob o prisma da Saúde Pública e retirá-lo da esfera do crime.”[3] Entre seus participantes o GEA declara outras organizações, como por exemplo, as Católicas pelo Direito de Decidir e o Ipas Brasil, que possuem a mesma finalidade, além do Ministério da Saúde e da Secretaria de Política para as Mulheres.[4] Para alcançar seu fim o GEA “produz novos materiais e estimula a difusão de informação e dados de pesquisas através de entrevistas e matérias nos veículos de comunicação do Brasil e no mundo e realiza seminários, colóquios e encontros com mais parceiros nessa iniciativa.”[5] Tudo isso para descriminalizar o aborto. Para se ter ideia da importância do GEA, alguns dos seus membros e o próprio grupo tiveram importância na discussão e julgamento favorável ao aborto de fetos anencéfalos pelo STF na ADPF 54.[6]

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Pró-aborto, a Dra. Roseli realizou nos anos de 2007 e 2008 o projeto “Ensino Religioso em Escolas Públicas: legislação e normas e seu impacto sobre a cidadania e os direitos sexuais e reprodutivos”. Tal projeto teve como financiadores as Católicas pelo Direito de Decidir[7] e apoio financeiro da MacArthur Foundation (ambas abortistas) com consultoria do GEA.[8]

Em 2009, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, a Dra. Roseli Fischmann, contrária ao acordo entre o Brasil e o Estado do Vaticano, defendeu a  inconstitucionalidade e os perigos do acordo[9] [10]. Tendo ela mesma, por conta desta ocasião, pedido a viagem de representante(s) da virulenta ATEA Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos para Brasília.[11]

Contrária ao ensino religioso na escola pública[12], no contexto do acordo com a Santa Sé ela afirmou: “A abordagem insidiosa da Igreja Católica sobre o ensino religioso nas escolas públicas não pode mais ser alvo de omissão por parte das autoridades, em particular dos parlamentares, em nome de supostas boas intenções que permeariam um suposto ensino interconfessional. Na prática, no cotidiano das escolas, crianças de 6 ou 7 anos de idade são objeto de manipulação por parte de pessoas que sequer percebem o que estão fazendo e vão, com isso, moldando consciências de forma oposta às exigências de autonomia moral presentes na boa educação, disseminando também preconceito e discriminação.

Temas como meio ambiente, saúde e em particular saúde reprodutiva podem ser afetadas diretamente pelo tipo de abordagem dada nessas propostas inconstitucionais de ensino religioso, negando o conhecimento científico, pela abordagem que é própria para o campo religioso, mas imprópria para o campo pedagógico, sobretudo da escola pública. Nessa perspectiva, valores e condutas podem ser “ensinados” como verdade absoluta, ignorando a ética e a formação para a autonomia, sem o que não se consolidará jamais a democracia.”[13]

Comentando sobre um “casal” de homossexuais, lamenta o julgamento destes “casais” como “não merecedores do reconhecimento como entidade familiar” dizendo que “é a falta de reflexão crítica e de postura ética que leva a essa situação em que é preciso lei e decisão judicial, onde apenas o justo reconhecimento da dignidade do ser humano bastaria.”[14] Tal reconhecimento familiar, portanto, seria apenas o justo reconhecimento da dignidade do ser humano.

Em outro texto sobre o mesmo assunto, comenta: “amparada na ética e voltada para o avanço histórico, decisão inédita em nível federal, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), reconhecia a legalidade da adoção de crianças por casal homossexual de Bagé (RS).”[15]

Em um texto sobre denúncias de pedofilia na Igreja, ela pega carona neste assunto e critica a interferência da Igreja em políticas públicas, como se a Igreja, quer dizer, os católicos, não fizessem parte da sociedade. Ela aponta a “outra face da moeda, que credita à Igreja Católica o poder de a tudo julgar e tudo determinar na vida humana, inclusive interferindo em políticas públicas. É o caso das pressões sobre o 3º PNDH, para os temas de retirada dos símbolos religiosos de estabelecimentos públicos, reconhecimento da autonomia das mulheres, em caso de aborto, e das uniões homoafetivas, incluindo adoção de filhos.” E argumenta que os fiéis católicos não serão obrigados ao que contraria a doutrina católica. Argumenta também que o interesse público deve atender toda a cidadania, sem discriminação. E que não cabe às denominações religiosas convencer o Estado a atender as determinações que elas pregam. O Estado, segundo ela, lida apenas com o que é crime. E, por fim, acusa o Vaticano de disposição de ser soberano por sobre a ordem humana.[16] Caberia perguntar como ela justifica que os católicos devem se reduzir a aceitar as leis decididas para “atender toda a cidadania”, isto é, as vontades e os pensamentos de quem quer que seja e devem aceitar a ordem pública por tais pessoas desejadas. Pelo jeito, a Dra. Roseli substituiu “bem comum” pela vontade desse conjunto chamado “toda cidadania”, que leva à exclusão do pensamento e da vontade dos católicos sobre a sociedade.

Note-se que o Estado, na pessoa de seus governantes, sempre faz juízos de valor e juízos morais sobre a maldade ou bondade daquilo que é considerado crime; de fato, nem todo mal moral é ou deve ser crime, mas todo crime há de ser mal moral, porque atenta contra o bem público ou privado, caso contrário carece de matéria, constituindo-se em mera arbitrariedade. A própria Dra. Fischmann realiza uma série de juízos morais. Dizer que o Estado não trata de moral é falso. Dizer que a influência da Igreja, tanto no plano da pregação religiosa quanto no plano do senso comum e da sua forte e milenar reflexão filosófica, deve ser eliminada é fazer uma opção filosófica ou ideológica clara, mas que ela não adverte. O que faz a posição da Dra. Fischmann melhor do que a dos católicos? Por que razão eliminá-la do debate? Qual a razão pela qual devemos aceitar o bom-mocismo politicamente correto da moda? Sob qual fundamento se sustenta o igualitarismo religioso ou o indiferentismo do Estado? Serão estas questões passíveis de serem colocadas em debate? Se não, por quê?

A doutrina católica sobre a relação da religião com o Estado, a sociedade e a educação

Por fim, convém lembrar a doutrina católica, exposta no Concílio Vaticano II, sobre os temas tratados acima pela Dra. Roseli:

– Prestar culto a Deus é um dever dos homens e para isto devem ter imunidade de coação na sociedade civil, portanto, “permanece a doutrina católica tradicional acerca do dever moral que os homens e sociedades têm para com a verdadeira religião e com a única Igreja de Cristo.”[17]

– A Igreja defende o ensino religioso católico nas escolas públicas.[18]

– O bem comum, fim da comunidade política, “compreende o conjunto das condições da vida social que permitem aos indivíduos, famílias e associações alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição.”[19] Portanto, bem comum está ligada não às condições de realização de qualquer vontade, mas às condições objetivas para alcançar a perfeição humana, fim de sua natureza objetiva.

– Além disso, “o apostolado no meio social, isto é, o empenho em informar de espírito cristão a mentalidade e os costumes, as leis e estruturas da comunidade em que se vive, são incumbência e encargo de tal modo próprios dos leigos que nunca poderão ser plenamente desempenhados por outros.”[20] Tal apostolado não exclui nenhum bem espiritual ou temporal.[21] Por isso, o Concílio pede aos católicos que “investiguem em conjunto o modo de organizar as instituições sociais e públicas segundo o espírito do Evangelho.”[22] Não, obviamente, fazer e estudar o modo como a Dra. Fischmann quer organizar a sociedade. O único evento digno desta senhora é um debate, se muito.

Um herege brutal

Mas como um é pouco, mas dois é bom, como não poderia deixar de ser, o Simpósio contará com uma personalidade ilustre da teologia da libertação: o Pe. José Maria Vigil, CMF. Ele apresentará uma conferência às 8h do dia 4 de outubro na FAJE com o título “Consequências da secularização e tarefas para o futuro” e às 19:30 do mesmo dia será a figura principal de uma “mesa redonda” com o mesmo título. Já no Campus Coração Eucarístico da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, nos dias 3 e 4 às 14:30, o Prof. Vigil irá ministrar o seminário “A grande virada que vem – Releitura do cristianismo a partir de novos paradigmas: Enfoque epistemológico” no âmbito do V Simpósio Internacional de Teologia e Ciências da Religião desta universidade.

O padre Vigil é aquele que escreveu o livro “Teología del pluralismo religioso. Curso sistemático de Teología Popular”, que foi objeto de uma nota[23][24] da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da Conferência Episcopal Española. Na nota sobre tal livro, podemos ler:

“La pretendida unión entre la teoría y la práctica se ve, sin embargo, condicionada por incorrectos presupuestos metodológicos, como son la asunción acrítica de una filosofía racionalista que niega de facto la posibilidad real de la intervención de Dios en la historia, la lectura e interpretación de la Sagrada Escritura al margen de la Tradición eclesial, la hermenéutica del Concilio Vaticano II en clave de ruptura, la negación del Magisterio como intérprete auténtico de la Palabra de Dios escrita y transmitida, una concepción relativista del hecho religioso, una comprensión sociológica de la Iglesia y una presentación ideológica de la Historia de la evangelización[1].”

“Estos presupuestos metodológicos llevan a afirmaciones incompatibles con la fe de la Iglesia católica, como son, entre otras: la negación del realismo de la Encarnación, presentada como “«teologúmenon», metáfora, mito, símbolo” (p. 173), de la Preexistencia del Logos (p. 189) y de la Mediación salvífica única y universal de Cristo y de la Iglesia; la contraposición entre “el cristianismo del Cristo dogmático” y “el cristianismo del Evangelio del Reino de Dios y del seguimiento de Jesús” (pp. 171-172); la negación de la voluntad fundacional de Cristo respecto a la Iglesia (p. 119); la comprensión inmanentista de la Revelación, entendida como “un caer en la cuenta” de lo que Dios va obrando; la consecuente equiparación de la Revelación sobrenatural a las “revelaciones” de otras tradiciones religiosas (pp. 81-91); la ruptura entre el Reino de Dios y la Iglesia; o, la reducción de la religión a la ética, entendida como justicia y respeto al otro (pp. 195-209)”

A nota conclui dizendo que “La gravedad de los errores contenidos en este libro, unida a su carácter divulgativo, hacen de esta obra un instrumento especialmente dañino para la fe de los sencillos.”  A nota é mais extensa, mas estes trechos ilustram bem.

Diante de tudo isso, fazemos algumas perguntas: nesta hora grave da história da Igreja, especialmente no Brasil, onde o laicismo avança e as heresias e a superficialidade pululam, onde a teologia da libertação e a ideologização dominam sobre a fé, sob quais argumentos se pode justificar a presença de tais ilustres inimigos da Igreja para dar conferências e seminários em uma faculdade católica, inclusive eclesiástica, como a FAJE e uma universidade pontifícia como a PUC Minas? Quem os convidou e por qual motivo? É normal que uma instituição, mesmo universitária, convide inimigos da Igreja e hereges manifestos para sofismar impunimente diante de seus alunos que dão os primeiros passos nas ciências sacras e profanas?

A disciplina da Igreja em matéria educacional para este caso

É verdade que a Igreja permite a colaboração das Faculdades eclesiásticas com outras Faculdades não católicas, mas procurando, porém, “conservar sempre com cuidado a própria identidade.”[25] O mesmo se deve dizer dos professores com os quais colabora. Quando fala dos professores não católicos[26], as Disposições da Sagrada Congregação para a Educação para a Exata Aplicação da Constituição Apostólica Sapientia Christiana dizem que se deve ater às normas da competente autoridade eclesiástica e remete ao Diretório sobre o Ecumenismo, Segunda parte[27]. Consultando a documentação mais atual, de 1993[28], ao falar da questão se os estudantes católicos de primeiro ciclo podem assistir a cursos especiais dados por professores de outras igrejas, podemos ler:

“Quando se deve tomar uma decisão sobre se devem ou não assistir a cursos especiais, há que se considerar bem a utilidade do curso no contexto geral de sua formação, a qualidade e o espírito ecumênico do professor, o nível de preparação prévia dos mesmos estudantes, sua maturidade espiritual e psicológica. Quanto mais próximo se refiram as conferências ou cursos a temas doutrinais, mais cuidado será necessário em tomar uma decisão sobre a oportunidade da participação dos estudantes.”[29]

Conclusão

Quanto aos professores, fica claro que ambos não possuem as qualidades intelectuais requeridas. Qual será o caráter educativo da laicidade do Estado da Dra. Fischmann consequente com suas teses e mentalidade? Quais serão as tarefas para o futuro dadas pelo Dr. Vigil consequentes com sua falta de fé católica? E quanto aos alunos, convém dizer que, em sua maioria, ignoram a doutrina da Igreja e a fidelidade a ela devida sobre muitos dos pontos acima. Se há dúvidas quanto a isso, que se lhes interrogue. Não se trata aqui de querer impedir aquela informação necessária aos estudantes das doutrinas dos filósofos e teólogos, seja de qual corrente forem, dada por professores idôneos, respeitosos e capazes. Por isso, é necessário que as autoridades eclesiásticas intervenham não só para impedir que tais inimigos da Igreja nestas instituições profiram seus sofismas, mas também para que se acabe com o costume de contratar, convidar ou permitir professores inidôneos.

***

Quem, diante de tais fatos, quiser enviar este texto às autoridades competentes pedindo providências, pode fazê-lo através dos endereços a seguir:

ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE

Excelência Reverendíssima Dom Walmor Azevedo Oliveira de Azevedo

Palácio Cristo Rei

Praça da Liberdade, 263 – Funcionários – 30140-010 – Belo Horizonte – MG

SECRETARIADO PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR DA CURIA GERAL DOS JESUÍTAS EM ROMA

http://www.sjweb.info/contactcompose.cfm?ContactWho=1

NUNCIATURA APOSTÓLICA

Excelência Reverendíssima Dom Giovanni D’Aniello, Núncio Apostólico

Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 Brasília – DF

Cx. Postal 0153 Cep 70359-916 Brasília – DF

Fones: (61) 3223 – 0794 ou 3223-0916

Fax: (61) 3224 – 9365

E-mail: nunapost@solar.com.br

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA – DOS SEMINÁRIOS E DOS INSTITUTOS DE ESTUDO

Eminência Reverendíssima Dom Zenon Cardeal Grocholewski:

Piazza Pio XII, 3 00193 – Città del Vaticano – ROMA

Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088

[1] http://www.faculdadejesuita.edu.br/eventos/index.php?pagina=grupo_conteudo&tela=41&evento=5

[2] http://aads.org.br/gea/membros.html

[3] http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_folheto_apresentacao.pdf

[4] Idem

[5] Idem

[6] Tendo seu coordenador Thomaz Gollop feito exposição na audiência do STF em 8 de agosto de 2008. Outros exemplos de trabalhos pró-aborto deste grupo no Brasil podem ser lidos nos links a seguir: http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_folheto_argumentos.pdf

http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_consolidado2010.pdf

http://aads.org.br/gea/documentos/REFORMA_CPENAL_SENADO.pdf

[7] em caráter de cooperação.

[8] http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4783302U1

[9] http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/credn/documentos/notas-taquigraficas/Audiencia%20Publica%20MSG%20134-09%20-%2007-07-09.pdf

[10] Defendendo-a em público. http://www.youtube.com/watch?v=mNbKY1ej6Ng

[11] https://atea.org.br/index.php/component/content/article/923-dia-a-dia/127-atea-acao-urgente-sobre-a-concordata

[12] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/3651-deus-nao-frequeenta-laboratorio

[13] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/651-o-ensino-religioso-e-o-vaticano

[14] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/16622-vitoria-da-bola-preta-por-roseli-fischmann

[15] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/5824-do-preconceito-a-promocao-do-direito

[16] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/5149-de-pecados-e-crimes

[17] Dignitatis Humanae, 1.

[18] Gravissimum educationis, 7.

[19] Gaudium et spes, 74.

[20] Apostolicam actuositatem, 13

[21] Ibid

[22] Idem, 14.

[23] http://www.conferenciaepiscopal.es/index.php/actividades-noticias-doctrina/1651-nota-sobre-el-libro-del-rvdo-p-jose-maria-vigil-cmf-teologia-del-pluralismo-religioso-curso-sistematico-de-teologia-popular.html

[24] http://www.conferenciaepiscopal.es/index.php/notas/2008/322-la-comision-episcopal-para-la-doctrina-de-la-fe-hace-publica-una-nota-sobre-el-libro-del-p-jose-mo-vigilteologia-del-pluralismo-religioso-curso-sistematico-de-teologia-popular.html

[25] Disposições da Sagrada Congregação para a Educação para a Exata Aplicação da Constituição Apostólica Sapientia Christiana. Art. 49 par. 1

[26] Idem. Art. 18

[27] ASS 62 (1970), pp. 705ss.

[28] Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Diretório para a aplicação dos princípios e normas sobre o ecumenismo

[29] n. 194

Governo brasileiro importará 600 filósofos franceses, ingleses e alemães

29/08/2013

Após a polêmica contratação de 4.000.000 de médiuns cubanos para incorporarem em massa o Dr. Fritz e todos os chiliques bairristas e corporativistas oriundas do fato, o governo petralha, em mais uma ação afirmativa, acaba de anunciar a importação livre de impostos de 600 filósofos de nacionalidade francesa, inglesa e alemã.

O objetivo é suprir a ausência de intelectuais de pensamento genuinamente nacional.

Como se sabe, o país carece de filósofos no sentido mais puro da expressão.

Como filósofo europeu de hoje em dia ainda é como Sócrates que vivia de favor, os gringos não cobrarão nada por suas palestras ao ar livre.

O primeiro grupo, de 200 profissionais do pensamento, estará no Brasil Varonil já no próximo mês para participar do primeiro período de treinamento do curso online que lhes ensinará a língua portuguesa clássica com textos de Camões, Eça, Gil Vicente, Bernardes, Vieira, Tobias Barreto e Rui (ainda que só se possa filosofar em alemão), e, a detectar o possível defeito no ethos local que bloqueia a possibilidade de um pensamento tupiniquim.

Todos serão alocados em parte das 701 cidades, vilas, bibocas e malocas não colocadas como opção por nenhum filósofo brasileiro, uma vez que não se animam a saírem das cidades universitárias com todas as marolas que rolam por lá.

Um segundo grupo virá em outubro, e, até novembro, se Deus Quiser, todos deverão tentar dar aulas de filosofia nas universidades federais, se os alunos deixarem, compondo comitês de ética nos hospitais, dando palestras e lançando livros nas Livrarias Cultura (eu não quis dizer que vão depredar a Livraria Cultura – é lançar em outro sentido, imbecil!), publicando artigos em língua geral, em revistas com qualificação A1 no CNPQ, e, filosofando acerca do Complexo de Macunaíma Nacional.

No Brasil não há filósofos: há professores de história, jornalistas engajados, ideólogos, marqueteiros ou sofistas por profissão”, dizem os gringos que por aqui passam. Na foto, Marilena Chuái, famosa professora de História da Filosofia Spinoziana.

O Ministério da Educação pediu, e teria conseguido, filósofos que tivessem experiência internacional em Filosofia Analítica, Filosofia Medieval e Antiga e Arcaica, Fenomenologia do Espírito da Revolução Francesa Contemporânea, Ontologia, Metafísica, Realidade do Cinema Novo, Lógica, Positivismo e Bioética e nada de Teologia da Libertação.

Todos eles têm residência em várias universidades da Europa e América do Norte. Cerca de 30% têm também outras especializações, como Sociologia e Ciência Política, e possuem, no mínimo, 16 anos de experiência comprovada.

Pretendemos, assim, expor ao Brasil que figuras como Arnaldo Jabor, Rachel Sheherazade, Reinaldo Azevedo, Emir Sartre, Marinela Chuái, Luiz Felipe Pondé, Massa Sofrida, Sílvio Grimaldo, Mário Sergio Cortella, Marcia Tiburi, Ernildo Stein, Juca Soares, Cavaleiro Conde, Pedro de Lara, Bruna Surfistinha, Caio Fernando de Abreu, entre outros, não são filósofos brasileiros e não atendem à demanda de um LOGOS nacional ou de uma hermenêutica suficientemente potente para o pensamento de si da nação brasileira. São tão somente marqueteiros, professores de história ou sofistas por profissão”, afirmou o ministro da educação Aloízio Mercadante que começou a vida em Santos-SP como Capitão de Areia.

Procurada pela reportagem, Marilena Chuái retrucou afirmando que o seu pensamento é tão autêntico quanto o de Macunaíma e que essa importação de talentos vai fazer o Brasil voltar ao tempo do Fradique Mendes que dizia que tudo no Brasil era copiado da França, e aquele papo besta dele de Mucana e tudo mais.

O que é o comunismo do PT – Acorda Brasil – A Real Face da implementação do Comunismo & Socialismo

29/08/2013
 Um Documentário OBRIGATÓRIO para jovens mal informados e simpatizantes de partidos radicais de esquerda do Brasil e movimentos revolucionários fanáticos.

Os PeTralhas PT Dilma Governo vão acabar com a Polícia Federal !! Vejam a reportagem !!!

28/08/2013

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