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Quando Luís Carlos Prestes mandou matar a menor Elvira Cupelo Colônio, conhecida como ELZA FERNANDES

01/07/2010

O ASSASSINATO DE ELZA FERNANDES

 Desde menina, Elvira Cupelo Colônio acostumara-se a ver, em sua casa, os numerosos amigos de seu irmão, Luiz Cupelo Colônio. Nas reuniões de comunistas, fascinava-se com os discursos e com a linguagem complexa daqueles que se diziam ser a salvação do Brasil. Em especial, admirava aquele que parecia ser o chefe e que, de vez em quando, lançava-lhe olhares gulosos, devorando o seu corpo adolescente. Era o próprio Secretário-Geral do Partido Comunista do Brasil (PCB), Antonio Maciel Bonfim, o “Miranda”.

          Em 1934, então com 16 anos, Elvira Cupelo tornou-se a amante de “Miranda” e passou a ser conhecida, no Partido, como “Elza Fernandes” ou, simplesmente, como a “garota”. Para Luiz Cupelo, ter sua irmã como amante do secretário-geral era uma honra. Quando ela saiu de casa e foi morar com o amante, Cupelo viu que a chance de subir no Partido havia aumentado.

          Entretanto, o fracasso da Intentona, com as prisões e os documentos apreendidos, fez com que os comunistas ficassem acuados e isolados em seus próprios aparelhos.

          Nos primeiros dias de janeiro de 1936, “Miranda” e “Elza” foram presos em sua residência, na Avenida Paulo de Frontin, 606, Apto 11, no Rio de Janeiro. Mantidos separados e incomunicáveis, a polícia logo concluiu que a “garota” pouco ou nada poderia acrescentar aos depoimentos de “Miranda” e ao volumoso arquivo apreendido no apartamento do casal. Acrescendo os fatos de ser menor de idade e não poder ser processada, “Elza” foi liberada. Ao sair, conversou com seu amante que lhe disse para ficar na casa de seu amigo, Francisco Furtado Meireles, em Pedra de Guaratiba, aprazível e isolada praia da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Recebeu, também, da polícia, autorização para visitá-lo, o que fez por duas vezes.

          Em 15 de janeiro, Honório de Freitas Guimarães, um dos dirigentes do PCB, ao telefonar para “Miranda” surpreendeu-se ao ouvir, do outro lado do aparelho, uma voz estranha. Só nesse momento, o Partido tomava ciência de que “Miranda” havia sido preso. Alguns dias depois, a prisão de outros dirigentes aumentou o pânico. Segundo o PCB, havia um traidor. E o maior suspeito era “Miranda”.

          As investigações do “Tribunal Vermelho” começaram. Honório descobriu que “Elza” estava hospedada na casa do Meireles, em Pedra de Guaratiba. Soube, também, que ela estava de posse de um bilhete, assinado por “Miranda”, no qual ele pedia aos amigos que auxiliassem a “garota”. Na visão estreita do PCB, o bilhete era forjado pela polícia, com quem “Elza” estaria colaborando. As suspeitas transferiram-se de “Miranda” para a “garota”.

          Reuniu-se o “Tribunal Vermelho”, composto por Honório de Freitas Guimarães, Lauro Reginaldo da Rocha, Adelino Deycola dos Santos e José Lage Morales. Luiz Carlos Prestes, escondido em sua casa da Rua Honório, no Méier, já havia decidido pela eliminação sumária da acusada. O “Tribunal” seguiu o parecer do chefe e a “garota” foi condenada à morte. Entretanto, não houve a desejada unanimidade: Morales, com dúvidas, opôs-se à condenação, fazendo com que os demais dirigentes vacilassem em fazer cumprir a sentença. Honório, em 18 de fevereiro, escreveu a Prestes, relatando que o delator poderia ser, na verdade, o “Miranda”.

          A reação do “Cavaleiro da Esperança” foi imediata. No dia seguinte, escreveu uma carta aos membros do “Tribunal”, tachando-os de medrosos e exigindo o cumprimento da sentença. Os trechos dessa carta de Prestes, a seguir transcritos, constituem-se num exemplo candente da frieza e da cínica determinação com que os comunistas jogam com a vida humana:

    “Fui dolorosamente surpreendido pela falta de resolução e vacilação de vocês. Assim não se pode dirigir o Partido do Proletariado, da classe revolucionária.” … “Por que modificar a decisão a respeito da “garota”? Que tem a ver uma coisa com a outra? Há ou não há traição por parte dela? É ou não é ela perigosíssima ao Partido…?” … “Com plena consciência de minha responsabilidade, desde os primeiros instantes tenho dado a vocês minha opinião quanto ao que fazer com ela. Em minha carta de 16, sou categórico e nada mais tenho a acrescentar…” … “Uma tal linguagem não é digna dos chefes do nosso Partido, porque é a linguagem dos medrosos, incapazes de uma decisão, temerosos ante a responsabilidade. Ou bem que vocês concordam com as medidas extremas e neste caso já as deviam ter resolutamente posto em prática, ou então discordam mas não defendem como devem tal opinião.”  

         Ante tal intimação e reprimenda, acabaram-se as dúvidas. Lauro Reginaldo da Rocha, um dos “tribunos vermelhos”, respondeu a Prestes:

         “Agora, não tenha cuidado que a coisa será feita direitinho, pois a questão do sentimentalismo não existe por aqui. Acima de tudo colocamos os interesses do P.”

        Decidida a execução, “Elza” foi levada, por Eduardo Ribeiro Xavier (“Abóbora”), para uma casa da Rua Mauá Bastos, Nº 48-A, na Estrada do Camboatá, onde já se encontravam Honório de Freitas Guimarães (“Milionário”), Adelino Deycola dos Santos (“Tampinha”), Francisco Natividade Lira (“Cabeção”) e Manoel Severino Cavalcanti (“Gaguinho”).

       Elza, que gostava dos serviços caseiros, foi fazer café. Ao retornar, Honório pediu-lhe que sentasse ao seu lado. Era o sinal convencionado. Os outros quatro comunistas adentraram à sala e Lira passou-lhe uma corda de 50 centímetros pelo pescoço, iniciando o estrangulamento. Os demais seguravam a “garota”, que se debatia desesperadamente, tentando salvar-se. Poucos minutos depois, o corpo de “Elza”, com os pés juntos à cabeça, quebrado para que ele pudesse ser enfiado num saco, foi enterrado nos fundos da casa. Eduardo Ribeiro Xavier, enojado com o que acabara de presenciar, retorcia-se com crise de vômitos.

          Perpetrara-se o hediondo crime, em nome do Partido Comunista.

          Poucos dias depois, em 5 de março, Prestes foi preso em seu esconderijo no Méier. Ironicamente, iria passar por angústias semelhantes, quando sua mulher, Olga Benário, foi deportada para a Alemanha nazista.

          Alguns anos mais tarde, em 1940, o irmão de “Elza”, Luiz Cupelo Colônio, o mesmo que auxiliara “Miranda” na tentativa de assassinato do “Dino Padeiro”, participou da exumação do cadáver. O bilhete que escreveu a “Miranda”, o amante de sua irmã, retrata alguém que, na própria dor, percebeu a virulência comunista:

  “Rio, 17-4-40″

         Meu caro Bonfim
         Acabo de assistir à exumação do cadáver de minha irmã Elvira. Reconheci ainda a sua dentadura e seus cabelos. Soube também da confissão que elementos de responsabilidade do PCB fizeram na polícia de que haviam assassinado minha irmã Elvira. Diante disso, renego meu passado revolucionário e encerro as minhas atividades comunistas.
          Do teu sempre amigo, Luiz Cupelo Colônio”.
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      “Elza Fernandes”                 e           “Miranda”F. Dumont

A Revolução de 31 de março de 1964 – História da Revolução de 1964 – Antecedentes – Castelo Branco – Luís Carlos Prestes – Adhemar de Barros – Carlos Lacerda – Marcha da Família – João Goulart

31/03/2009

O próprio jornal dos comunistas, a Falha de S. Paulo divulga: NÃO DÁ MAIS PARA ESCONDER:

54% dos Brasileiros (todos os que não são petralhas) querem punição e cadeia para os terroristas bárbaros assassinos de brasileiros inocentes:  QUEREMOS OS TERRORISTAS NA CADEIA, inclusive DILMA:

Por exemplo: cadeia para quem matou:  10/05/70 – Alberto Mendes Júnior (1º Tenente PM – Sp) – 26/06/68 – Mário Kozel Filho (Soldado Do Exército – Sp) E outras centenas de brasileiros inocentes:

CUJOS FILHOS E PAIS DESSAS VÍTIMAS INOCENTES JAMAIS SÃO ENTREVISTADAS POR JORNAIS E TV.

SANGUE QUE CLAMA AOS CÉUS!

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Pesquisa da DataFalha divulgada hoje, 50 anos da Revolução de 1964, dá que 54% dos Brasileiros (todos os que não são petralhas) querem punição e cadeia para os assassinos de brasileiros inocentes:

Veja abaixo no final da página  a lista de brasileiros inocentes trucidados pelos comunistas no Brasil:

A MANDO DE MOSCOU E HAVANA

Dilma está a mando de Havana e Fidel até hoje

14:00 31 de março 2014 O último:

Neste momento, TV ALERJ corta sinal e censura sessão sobre 31 de março conduzida por Flávio Bolsonaro. Se vivêssemos em uma democracia, haveria também uma sessão em Brasília.

A abençoada Marcha da Família com Deus pela liberdade  que salvou o Brasil da escravidão comunista.

e A MARCHA DA VITÓRIA em 2 de ABRIL de 1964,  no Rio de Janeiro.

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leia:

https://homemculto.com/2013/03/29/chamada-geral-31-de-marco-pela-volta-dos-militares/

Pequeno resumo: Veja abaixo História completa:
O Brasil vivia o inferno vermelho comunistas em 1964, as ligas camponesas no Nordeste financiadas por Cuba.
O Chefe dos comunistas Luis Carlos Prestes disse naquele ano:
JÁ TEMOS O GOVERNO SÓ FALTA O PODER.
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o Grupo dos Onze de Leonel Brizola aterrorizando, um subversivo na presidência da República criando o caos com medidas demagógicas e desrespeito e subvertendo as forças armadas, o infame João Goulart.
A População cristã anticomunista saiu às ruas, aos milhões, e pediu ao Exército para tirar os comunistas do poder.
O infame João Goulart foi posto para correr.

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Era início de 1964:

Os comunistas estavam instalados na administração pública federal, Luís Carlos Prestes retornava de Moscou com o sinal verde para a deflagração da guerra civil no campo e o Presidente João Goulart, além de apoiar abertamente a rebelião esquerdista nas Forças Armadas, anunciava as “reformas de base” no comício da Praça da Central do Brasil, Rio de Janeiro.

Pairava sobre a nação a certeza de que a esquerda desfecharia o golpe que colocaria no poder a ditadura do proletariado. Em contrapartida, a direita, liderada por Ademar de Barros, em São Paulo, e por Carlos Lacerda, na Guanabara, mantinha um contingente de aproximadamente 30 mil homens, disposta a enfrentar a ameaça comunista.

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Em meio às inquietações daquele fatídico ano, emergia a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, movimento cívico-patriótico nascido da necessidade de conscientizar a população brasileira da crescente vaga comunista que afligia o país.

Em 19 de março, meio milhão de brasileiros de todos os recantos, homens e mulheres de todos os credos e de todas as raças, dispostos a defender a Constituição e os princípios da democracia, formaram uma torrente humana que seguia da Praça da República à Praça da Sé, passando pela Rua Barão de Itapetininga, Praça Ramos de Azevedo, Viaduto do Chá, Praça do Patriarca e Rua Direita, para finalmente aglomerar-se ao pé das escadarias da Catedral Metropolitana.

Bandas de música, bandeiras de todos os Estados da Federação, centenas de cartazes, compuseram o cenário da maior manifestação popular vista até então em São Paulo.

Ali, rogaram, pediram a Deus e aos homens de boa vontade pelo destino da Nação. Muitos foram os que discursaram. O Senador Padre Calazans, do alto das escadarias da Catedral da Sé, definia o verdadeiro propósito da Marcha: “Hoje é o dia de São José, padroeiro da família, o nosso padroeiro. Fidel Castro é o padroeiro de Brizola. É o padroeiro de Jango. É o padroeiro dos comunistas.

Nós somos o povo. Não somos do comício da Guanabara, estipendiado pela corrupção. Aqui estão mais de 500 mil pessoas para dizer ao presidente da Republica que o Brasil quer a democracia, e não o tiranismo vermelho. Vivemos a hora altamente ecumênica da Constituição. E aqui está a resposta ao plebiscito da Guanabara: Não! Não! Não!”.

João Goulart fizera sua derradeira escolha: trocara o mandato presidencial pela liderança revolucionária comunista.

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Na noite de 31 de março para 1º de abril, os militares tomaram as ruas.

Era a Revolução Redentora, a Contrarrevolução que colocava cobro aos desígnios malevolentes da esquerda. Nossos comunistas, tão ciosos em propalar um pretensioso respaldo militar, puseram-se em fuga feito ratos acovardados buscando asilo em embaixadas.

O general Humberto de Alencar Castello Branco assumiu o comando da nação, dando início a um governo digno, preparando as bases do “milagre econômico” e anunciando o desejo de restabelecer prontamente o processo eleitoral no país.

É verdade que, motivado pelo terrorismo da esquerda clandestina, deu-se o ulterior recrudescimento do regime, marcado pela edição do AI-5.

Qualquer governo de exceção é passível de censura, mas qualquer crítica que se possa fazer ao Governo Militar jamais poderá implicar em elogio às motivações de nossos famigerados comunistas. Como bem afirma o Filósofo Olavo de Carvalho, “é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática.

Essa alternativa simplesmente na existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada.

Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente” .

DISCURSO HISTÓRICO DE JAIR BOLSONARO

BRASIL, FELIZ 31 DE MARÇO DE 1964 !
O DIA EM QUE O BRASIL SE SALVOU DO COMUNISMO !
BASTA DE INVENTAR HISTÓRIA, IMPRENSA VERMELHA !!!

JAIR BOLSONARO: Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Exército nunca foi intruso na política. Ele sempre foi instrumento da vontade popular. Sessenta e quatro foi uma exigência da sociedade. As mulheres nas ruas pediam o restabelecimento da ordem. Os empresários não queriam ver seu patrimônio estatizado pelo golpe de esquerda que se avizinhava. A mídia clamava pelos militares.

Toda a Igreja Católica pedia a Deus para que os militares assumissem. A OAB e a ABI eram as mais exaltadas em prol dos militares.
Em 2 de abril de 1964, o Congresso Nacional, e não os militares, cassou o mandato de João Goulart. Em 9 de abril de 1964, este mesmo Congresso elegeu Castelo Branco para presidir o Brasil, inclusive com o voto de Ulysses Guimarães.
Foram 20 anos de pleno emprego, segurança e respeito aos humanos direitos. Passamos da 49ª para 8ª economia do mundo, mesmo com duas crises do petróleo. Só no Governo Médici foram construídas 15 hidrelétricas. Com Geisel e Figueiredo, veio Itaipu Binacional e também Usina de Angra.
Sem as obras dos militares o Brasil não existiria. Os Ministros eram escolhidos entre administradores e não entre políticos. O povo ia às ruas não para clamar por educação, jáque ela era de qualidade e para todos, inclusive o professor tinha como exercer sua autoridade na sala de aula e era respeitado fora dela. O povo não foi às ruas clamar por emprego, pois ele era pleno; não foi clamar por segurança, porque se vivia em paz; não clamava pelo fim da corrupção, porque ela praticamente inexistia.

O povo foi às ruas só, e tão somente, para pedir voto direto para Presidente da República. Hoje o povo vota

para Presidente, mas não tem saúde, segurança, educação, emprego, paz e futuro.
Aqueles 20 anos foram apelidados de ditadura, exatamente pelos que hoje estão no poder, e que, dia após dia, dão sua demonstração de admiração às mais cruéis ditaduras, como a cubana, e se entregam completamente à corrupção. Éo culto ao marxismo, esse mesmo que matou mais de 100 milhões de inocentes pelo mundo.
Vejam os currículos escolares de hoje, em que 30 milhões de alunos do ensino fundamental são diariamente envenenados com ideologias de países que nunca admitiram liberdade em seu solo; em que, com textos e gravuras, os livros condenam o capitalismo, o livre mercado e a propriedade privada e exaltam o socialismo como remédio para todos os males.
Chegará o momento em que um novo 31 de março, ou uma nova Operação Condor não serão suficientes para impedir o Brasil e a América Latina de serem lançados nos braços do comunismo.
Deus salve 31 de março de 1964!

SALVE 31 DE MARÇO DE 1964

Brasileiros assassinados por terroristas comunistas:

 As famílias dos patriotas abaixo, ao contrário dos celerados membros da camarilha companheira não receberam, até hoje, nenhuma indenização por parte da Comissão de Anistia e do  ex-Ministro da Injustiça , Tarso Genro.

Terezinha e Mário Kozel recebem uma miséria de indenização e jamais foram entrevistados pela Televisão ou por jornais.

12/11/64 – Paulo (Vigia – Rj)
27/03/65 – Carlos Argemiro (Sargento do Exército – Pr)
25/07/66 – Edson Régis De (Jornalista – Pe)
25/07/66 – Nelson Gomes (Almirante – Pe)
28/09/66 – Raimundo De Carvalho (Cabo Pm – Go)
24/11/67 – José Gonçalves Conceição (Fazendeiro – Sp)
07/11/68 – Estanislau Ignácio (Civil – Sp)
15/12/67 – Osíris Motta (Bancário – Sp)
10/01/68 – Agostinho F. Lima – (Marinha Mercante – Am)
31/05/68 – Ailton De (Guarda Penitenciário – Rj)
26/06/68 – Mário Kozel Filho (Soldado Do Exército – Sp)

Não há nada mais servil, desprezível, covardemente e tacanho que um terrorista.”
(François Chateaubriand)

Quem poderia ser pior e mais covarde quem mata inocentes em nome de seus interesses pessoais?
Não falo nesse momento de ideologias, pois todas se perdem nos interesses mesquinhos e mercenários de quem deseja o poder à todo custo e força!
O PT começou dessa maneira no Brasil!
Não começaram através de palestras ou com métodos de explicarem vantagens ou desvantagens de algum sistema sobre o outro.
“Escolas” de terroristas é “doutrinação”, como uma verdadeira lavagem cerebral. Onde se convence que matarem até seus pais ou amigos, será algo útil para alguma causa.
Foi dessa maneira o atentado no aeroporto de Recife, com mortes de um jornalista e um Almirante. Mortes essas sem interesse algum para tal “Comissão da meia-verdade” inventada por esses ASSASSINOS!
Querem saber?
Tenho um amigo de Recife, que nessa época levou um deles para uma prisão. Quando entregou ele para o seu superior falou nesse ano: “um dia lamentaremos muito não ter matado todos esses vermes”!
Ele me confessou dias desses, para minha completa aceitação da sua frase!
NUNCA se matou tanto nesse país!
Esses ASSASSINOS ficam atrás de restos mortais de décadas passadas. Com MILHARES de mortes na ATUALIDADE ignorada por todos eles!
Vocês acham que eles não desejam isso ainda?
Índoles de terroristas NUNCA mudam!
Não estamos falando sobre os iludidos que acreditaram ou ainda acreditam na ideologia da “força do social”!
Falamos dos líderes AINDA soltos e agora no PODER!
Falamos de ASSASSINOS aceitos e eleitos por uma multidão de desinformados sobre nossa verdadeira história!
Esses são os “respeitáveis” e “honoráveis” “doutores” atuais:
Não passam de TERRORISTAS dos mais perigosos e cruéis!
Alguma dúvida??

Raquel Santana

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27/06/68 – Nelson (Sargento PM – Rj)
27/06/68 – Noel De Oliveira (Civil – Rj)
01/07/68 – Von Westernhagen (Major Ex. Alemão – Rj)
07/09/68 – Eduardo Custódio (Soldado PM – Sp)
20/09/68 – Antônio Carlos (Soldado PM – Sp)
12/10/68 – Charles Rodney (Capitão do Ex. Usa – Sp)
12/10/68 – Luiz Carlos (Civil – Rj)
25/10/68 – Wenceslau Ramalho (Civil – Rj)
07/01/69 – Alzira B. De Almeida – (Dona de Casa – Rj)
11/01/69 – Edmundo Janot (Lavrador – Rj)
29/01/69 – Cecildes M. de Faria (Inspetor de Pol. – Mg)
29/01/69 – José Antunes Ferreira (Guarda Civil – Mg)
14/04/69 – Francisco Bento (Motorista – Sp)
14/04/69 – Luiz Francisco (Guarda Bancário – Sp)
08/05/69 – José (Investigador De Polícia – Sp)
09/05/69 – Orlando Pinto (Guarda Civil – Sp)
27/05/69 – Naul José (Soldado Pm – Sp)
04/06/69 – Boaventura Rodrigues (Soldado PM – Sp)
22/06/69 – Guido – Natalino A. T. (Soldados PM – Sp)
11/07/69 – Cidelino Palmeiras (Motorista de Táxi – Rj)
24/07/69 – Aparecido dos Santos (Soldado PM – Sp)
20/08/69 – José Santa (Gerente De Banco – Rj)
25/08/69 – Sulamita Campos (Dona De Casa – Pa)
31/08/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
03/09/69 – José Getúlio – João G. (Soldados da PM)
20/09/69 – Samuel (Cobrador de Ônibus – Sp)
22/09/69 – Kurt (Comerciante – Sp)
30/09/69 – Cláudio Ernesto (Agente da PF – Sp)
04/10/69 – Euclídes de Paiva (Guarda Particular – Rj)
06/10/69 – Abelardo Rosa (Soldado PM – Sp)
07/10/69 – Romildo (Soldado PM – Sp)
31/10/69 – Nilson José de Azevedo (Civil – Pe)
04/11/69 – Estela Borges (Investigadora do Dops – Sp)
04/11/69 – Friederich Adolf (Protético – Sp)
07/11/69 – Mauro Celso (Soldado PM – Ma)
14/11/69 – Orlando (Bancário – Sp)
17/11/69 – Joel (Sub-Tenente PM – Rj)
17/12/69 – Joel (Sargento – PM – Rj)
18/12/69 – Elias (Soldado do Exército – Rj)
17/01/70 – José Geraldo Alves Cursino (Sgt PM – Sp)
20/02/70 – Antônio A. Posso Nogueró (Sgt PM – Sp)
11/03/70 – Newton de Oliveira Nascimento
31/03/70 – Joaquim (Investigador de Polícia – Pe)
02/05/70 – João Batista (Guarda de Segurança – Sp)
10/05/70 – Alberto Mendes Júnior (1º Tenente PM – Sp)
11/06/70 – Irlando de Moura (Agente da PF – Rj)
15/07/70 – Isidoro (Guarda de Segurança – Sp)
12/08/70 – Benedito (Capitão do Exército – Sp)
19/08/70 – Vagner L. Vitorino (Guarda de Seg. – Rj)
29/08/70 – José Armando (Comerciante – Ce)
14/09/70 – Bertolino Ferreira (Guarda de Seg. – Sp)
21/09/70 – Célio (Soldado PM – Sp)
22/09/70 – Autair (Guarda de Segurança – Rj)
27/10/70 – Walder X. (Sargento da Aeronáutica – Ba)
10/11/70 – José Marques (Civil – Sp)
10/11/70 – Garibaldo (Soldado PM – Sp)
10/12/70 – Hélio de Carvalho (Agente da PF – Rj)
07/01/71 – Marcelo Costa Tavares (Estudante – MG)
12/02/71 – Américo (Soldado PM – Sp)
20/02/71 – Fernando (Comerciário – Rj )
08/03/71 – Djalma Pelucci (Soldado PM – Rj)
24/03/71 – Mateus Levino (Tenente da Fab – Pe)
04/04/71 – José Júlio Toja (Major do Exército – Rj)
07/04/71 – Maria Alice (Empregada Doméstica – Rj)
15/04/71 – Henning Albert (Industrial – Sp)
10/05/71 – Manoel Silva (Soldado PM – Sp)
14/05/71 – Adilson (Artesão – Rj)
09/06/71 – Antônio Lisboa Ceres (Civil – Rj)
01/07/71 – Jaime Pereira (Civil – Rj)
02/09/71 – Gentil Procópio (Chofer de Praça – Pe)
02/09/71 – Gaudêncio – Demerval (Guardas Seg. – Rj)
–/10/71 – Alberto Da Silva (Civil – Rj)
22/10/71 – José (Sub-Oficial da Marinha – Rj)
01/11/71 – Nelson Martinez (Cabo PM – Sp)
10/11/71 – João (Cabo PM – Sp)
22/11/71 – José Amaral (Guarda De Segurança – Rj)
27/11/71 – Eduardo Timóteo (Soldado PM – Rj)
13/12/71 – Hélio F. (G.Seg. – Rj) – Manoel da Silva (Com.) – Francisco B. (Mot.)
18/01/72 – Tomaz P. de Almeida (Sargento PM – Sp)
20/01/72 – Sylas Bispo Feche (Cabo PM – Sp)
25/01/72 – Elzo Ito (Estudante – Sp)
01/02/72 – Iris (Civil – Rio De Janeiro)
05/02/72 – David A. (Marinheiro Inglês – Rj)
15/02/72 – Luzimar Machado De (Soldado PM – Go)
27/02/72 – Napoleão Felipe Bertolane (Civil – Sp)
06/03/72 – Walter César (Comerciante – Sp)
12/03/72 – Manoel (Guarda de Segurança – Sp)
12/03/72 – Aníbal F. de A. (Coronel Exército – Sp)
12/03/73 – Pedro (Capataz da Fazenda Capingo)
08/05/72 – Odilon Cruz (Cabo do Exército – Pa)
02/06/72 – (Sargento PM – Sp)
29/06/72 – João (Mateiro da Região do Araguaia – Pa)
Set/72 – Osmar (Posseiro – Pa)
09/09/72 – Mário Domingos (Detetive Polícia Civil – Rj)
23/09/72 – Mário Abraim Da (2º Sgt do Exército – Pa)
27/09/72 – Sílvio Nunes (Bancário – Rj)

Nossos agradecimentos ao Procurador de Justiça Márcio Luís Chila Freyesleben pela matéria enviada a este site, que publicamos a seguir:
REFLEXÃO SOBRE O PASSADO E O PRESENTE

De há muito, a esquerda empenha-se em impingir ao povo a tese de que lutara contra o Governo Militar em defesa da democracia. Trata-se do mais desavergonhado embuste. A bem da verdade, convém reavivar a memória nacional, relembrando um dos fatos mais notáveis da nossa história recente: a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”.

Apesar da retirada pelo Governo do 31 de Março do calendário comemorativo nacional, a lembrança do glorioso Movimento em defesa da Democracia, desencadeado pelo Povo Brasileiro em 1964, permanece mais viva do que nunca na sua memória.

31 de março de 1964 é a data histórica que marcou um “basta” contra os desmandos e a ausência de autoridade que o próprio Governo instalado patrocinava, com o propósito de levar o País ao caos e ao descontrole institucional.

Tal anarquia atendia à estratégia final que levaria à iminente instalação no País de um regime totalitário-sindicalista com inspiração bolchevista.

Instadas pela própria população, as Forças Armadas assumiram o comando das ações, atuando emergencialmente para restaurar a ordem, e, finalmente, dominar a subversão em todas as formas em que se manifestou.

Daí em diante, o controle do Estado foi definitivamente restabelecido e reorganizada a administração nacional, que alcançou um desenvolvimento sustentado com sucessivos recordes de crescimento econômico.

O tempo passou, muita coisa aconteceu nesses quarenta e sete anos, quase meio século, e o País recebeu, entre outros, um excepcional legado de infraestrutura básica, adquirindo, desse modo, energia para garantir a continuidade do progresso econômico.

Infelizmente, uma parcela de inconformados ainda trabalha negativamente, tentando alcançar os mesmos objetivos retrógrados do passado.

Assim, nuvens negras voltam a pairar, ameaçadoramente, nos nossos horizontes.

Eles, hoje, atuam de forma diferente. Não pela ameaça do terrorismo ou das guerrilhas e, sim, pela letra do manual “gramsciano” – passo a passo – com paciência e perseverança, procurando anestesiar a opinião pública por meio do favorecimento financeiro e da propaganda insidiosa.

Essa estratégia de “aparvalhamento” da Sociedade apresenta-se com as seguintes faces:

•Ocupação dos cargos públicos (e muitos privados), em todos os níveis, por militantes do partido do Governo;

•Suborno coletivo com dinheiro público, mormente, junto às populações menos favorecidas e sem acesso à informação de qualidade;

•Propaganda governista, por parcela da mídia mercenária, no rádio, nos jornais, na televisão e no cinema;

•Atuação no setor educacional pelo controle dos currículos e dos livros didáticos, incluindo, aqui, a sutil penetração nos estabelecimentos militares de ensino;

•Uma fraca oposição político-parlamentar, caracterizando a figura do “partido único”.

Todo esse aparato, dirigido pelo comando centralizado de uma minoria atuante, tem transformado o regime brasileiro em autêntica ditadura, travestida de democracia virtual.

Dentro desse quadro, as Forças Armadas, como Instituição não cooptável por tais manobras, passaram a ser alvos de irresponsáveis medidas que visam ao seu enfraquecimento ou eventual extinção/substituição. Não só pela prática de sistemática campanha que tenta aviltar a história militar brasileira, como pela gradativa e perigosa redução de sua capacidade operativa.

Com insuficientes orçamentos, protelação das decisões para renovação do material de defesa e constantes reduções do padrão salarial do pessoal militar, tentam atingir o moral e a vontade da Instituição.

É preciso que os neófitos entendam que só existe soberania se ela for respaldada por força de defesa competente, e que sem soberania não pode subsistir o Estado nacional.

No cenário internacional, temos tido freqüentes exemplos de imposição da vontade do mais forte sobre países de expressão militar limitada.

Urge, portanto, que a atual Presidente contenha os arroubos dessa minoria inconseqüente, procurando anular-lhes as intenções mesquinhas, que poderão fazer recrudescer animosidades do passado, dificultando as legítimas ações governamentais e, até mesmo, comprometendo o equilíbrio institucional do País.

Por que não trabalharmos todos no sentido único de fazer crescer e desenvolver o Brasil no rumo de seu inexorável destino de grande nação?

O que querem, afinal, esses inconsoláveis perdedores?

LISTA DE INOCENTES BRASILEIROS TRUCIDADOS PELOS TERRORISTAS COMUNISTAS:

O caso e ocaso da moça Elvira Cupelo Colônio = Elza Fernandes justiçamento justiça revolucionária pcb de Sorocaba-SP que Luís Carlos Prestes mandou matar.

08/05/2008

Elvira Cupelo Colônio = Elza Fernandes.