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A Igreja uruguaia declara excomunhão de políticos que votaram a favor da lei do aborto

26/12/2013

http://fratresinunum.com/2012/10/20/a-igreja-uruguaia-excomunga-politicos-que-votaram-a-favor-da-lei-do-aborto/

Bispos do Uruguai cumprem promessa e declaram excomunhão automática de políticos abortistas. “A vida não é algo que se possa decidir por maiorias e minorias. Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”.

Por Religión Digital | Tradução: Fratres in Unum.com –

 

Os políticos uruguaios que votaram a favor da despenalização do aborto estão excomungados de forma “automática”, anunciou ontem o secretário da Conferência Episcopal do Uruguai (CEU), Monsenhor Heriberto Bodeant, que indicou que isso ocorria porque eles promoveram práticas “contrárias à vida”.

Para a Igreja, com a aprovação da lei, o Uruguai retrocedeu em matéria de valores humanos. Além disso, Bodeant disse que “a vida não é algo passível de plebiscito, que se possa decidir por maiorias e minorias”.

Portanto, a Igreja não participará da convocação para uma consulta popular, como promovem alguns legisladores do Partido Nacional. No entanto, se o mecanismo for ativado, tomarão uma posição, que poderá ser recomendar ou não a votar.

A Igreja manifestou também em comunicado sua “profunda dor e rechaço” à lei que despenaliza o aborto.

“Orgulhamo-nos de ser um dos primeiros países que aboliu a pena de morte; hoje nos entristecemos por ser o segundo país de América Latina a legalizar o aborto”, disse.

“A excomunhão automática é para quem colabora na execução de um aborto de maneira direta, e fazer este ato concreto é uma maneira direta (…) Se um católico vota (uma lei) com tal intenção manifesta, ele se afasta da comunhão da Igreja”, explicou Bodeant.

Quanto ao comportamento que a Igreja terá logo que o presidente José Mujica promulgar a lei, ele indicou que será o de anunciar a “valorização da vida”. “É um trabalho que aponta para o fortalecimento da lei escrita no coração de cada pessoa”, manifestou.

Legisladores da oposição e organizações sócias lançaram, na quinta-feira, uma comissão para analisar a melhor forma de revogar a norma que torna um direito o assassinato de bebês por nascer até 12ª semana de gestação.

“Uma parte da sociedade não vai aceitar a lei e vamos trabalhar pelos mecanismos que contribuam para revogá-la”, disse o líder do opositor Partido Nacional, Carlos Iafigliola, um dos porta-vozes da Comissão Nacional Pró-Revogação da Lei do Aborto.

As possibilidades a serem analisadas pela comissão incluem a interposição de recursos de inconstitucionalidade da nova lei, apelar à Corte Interamericana de Justiça, alegando que a lei violenta o Pacto de San José de Costa Rica, e a coleta de assinaturas para convocar um referendum sobre a norma.

A Desmestiçagem da América Latina – Leão Alves

25/10/2013

 

Está ocorrendo no Brasil a Desmestiçagem.

Não se trata de transformar pessoas miscigenadas em pessoas de “raça pura”,  como se houvesse um aparelho transformador de DNA no qual um caboclo entrasse por um lado e saísse do outro como um índio pré-colombiano ou um branco “a toda prova”.

Não se trata disso, mas da eliminação étnica dos povo mestiço brasileiro. O objetivo da Desmestiçagem é fazer o mestiço deixar de se identificar como mestiço e passar a se identificar como índio, como negro, como branco, ou outra identidade racial ou étnica.

A “máquina de eliminar mestiços” atua de forma pavloviana, incentivando o mestiço a se identificar com uma raça e castigando o mestiço que não o faz. Ela é formada, entre outros, por ONGs bilionárias, por instituições religiosas e acadêmicas, por partidos políticos, como o Partido dos Trabalhadores, por órgãos do Estado onde esta ideologia racista cristalizou-se como lei.

A máquina promove a criação de direitos especiais para índios e apóia violências contra mestiços, como a limpeza étnica destes na criação de “territórios indígenas”.

Ela promove a criação de direitos especiais para negros e fecha a porta do poder público para os mestiços.

Ela exalta a indianidade e a negritude e associa mestiçagem a violência e a vergonha.

Isto não vem ocorrendo só no Brasil. Grupos racistas bilionários têm investido contra mestiços de outros países, marcantemente na América Latina, onde a mestiçagem é o elemento fundador da identidade de diversas nações, como México e Paraguai.

Com a Desmestiçagem, os grupos que a financiam visam, entre outros, enfraquecer a nacionalidade e a democracia nestes países, promovendo o poder de grupos racistas sobre o povo mestiço e a centralização continental ou global das decisões.

Um dos casos mais emblemáticos é o da Bolívia, onde o governo masista de Evo Morales, que é índio aimará, eliminou do último censo as opções mestiço e branco, de modo que quem respondesse ao formulário de perguntas tivesse que optar entre uma etnia indígena, ser afro-boliviano ou marcar “ninguno” (nenhum). O tiro saiu pela culatra, pois os mestiços adotaram a opção “ninguno”, que chegou a quase 70% no resultado e a população auto-declarada índia reduziu em relação ao censo anterior pondo abaixo o argumento central que o governo marxista usou para transformar a Bolívia num Estado plurinacional indígena.

Enquanto na Bolívia o comunismo vai implementando a Desmestiçagem pela transformação de mestiços em índios, no Brasil o petismo a promove tentando transformar oficialmente mestiços em negros, através de instrumentos como o Estatuto da Igualdade Racial e o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3). Os direitos especiais que a legislação brasileira dispõe para os índios tem provocado também a Desmestiçagem pela indianização, às vezes até pelo “ressurgimento” de povos considerados extintos há séculos.

Políticas no mesmo sentido vêm ocorrendo em países como México, Colômbia, Nicarágua, Equador, Venezuela, Honduras, Uruguai, Chile e Argentina.

A Desmestiçagem vem sendo financiada por organizações não governamentais multiculturalistas que interagem com governos e que vêm tendo influência sobre as políticas culturais e étnicas da Organização das Nações Unidas.

Estas ONGs atuam de forma a ocupar espaços nas instituições públicas e meios acadêmicos a fim de firmar sua ideologia racista não só como respeitável, mas como imperativa.

Com este fim, bancam cursos de pós-graduação para estudantes de antropologia e de outras áreas de seu interesse de modo que os futuros profissionais venham a ocupar os cargos de decisão das instituições responsáveis pela administração de políticas raciais e étnicas.

A ideologia da Desmestiçagem tem sua origem no verwoerdismo, a ideologia que estabeleceu o apartheid sul-africano e que repintada vem se firmando no Brasil através do branco-indigenismo e outras ideologias segregacionistas.

Leão Alves é secretário geral do Nação Mestiça.

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Vaticano de Francisco reabilita Teologia da Libertação criada pela KGB

04/09/2013

No livro «Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja» – OSSERVATORE ROMANO –  03 de setembro de 2013

Os preferidos de Deus

Na quinta-feira 5 de Setembro em Seveso, no âmbito do vigésimo terceiro congresso nacional da Associação teológica italiana, Gustavo Gutiérrez – sacerdote e teólogo peruano, que entrou na ordem dos dominicanos em 2001, considerado um dos pais da teologia da libertação – dialogará com o teólogo Mario Antonelli sobre o tema «Fazer teologia na tradição na América Latina». Diego Rivera, «Delfina e Dimas» (1935, particolare)

Gutiérrez escreveu, juntamente com o arcebispo Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o livro Da parte dos pobres. Teologia da libertação, teologia da Igreja (Padova-BolognaEdizioni Messaggero – Editrice Missionaria Italiana, 192 páginas).

«Nestas páginas – escreve Gutiérrez no primeiro capítulo – pretendemos apresentar algumas considerações sobre como vemos o papel actual e as tarefas futuras da reflexão teológica na vida da Igreja presente na América Latina e no Caribe».

E especifica mais adiante o arcebispo Müller: «Qualquer teologia deve partir de um contexto. Mas com isto a teologia não se espalha numa incomensurável suma de teologias regionais. (…) Cada teologia regional deve ao contrário ter já em si mesma uma vocação eclesial universal» e as questões apresentadas pela teologia da libertação são «um aspecto imprescindível de cada teologia, seja qual for o quadro socioeconómico que circunscreve o seu espaço».

KGB TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

«Com um Papa latino-americano – escreve no jornal de hoje Ugo Sartorio, na atenta recensão ao volume – a teologia da libertação não podia permanecer por muito tempo na sombra sob a qual tinha sido relegada há alguns anos, pelo menos na Europa.

Posta de lado por um duplo preconceito: o que ainda não metabolizou a fase conflitual de meados dos anos Oitenta, aliás enfatizada pelos mass media, e faz dela uma vítima do Magistério romano; e o que persiste na rejeição de uma teologia considerada demasiado de esquerda e por conseguinte de tendência».

Mas o livro, prossegue Sartorio, não é só um contributo à superação de clichés e preconceitos ideológicos: com efeito, a sua leitura solicita importantes reflexões capazes de integrar e revitalizar perspectivas muitas vezes incrustadas.

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Aliás é importante recordar como a reflexão teológica latino-americana não é minimamente um fenómeno unitário: de facto, hoje, caracteriza-se por correntes até muito diversificadas. Portanto, graças à teologia da libertação que tem no seu centro os pobres («os preferidos de Deus») a Igreja católica pôde incrementar ulteriormente o pluralismo no seu interior.

http://www.osservatoreromano.va/portal/dt?JSPTabContainer.setSelected=JSPTabContainer%2FDetail&last=false=&path=/news/cultura/2013/201q13-Nel-libro–Dalla-parte-dei-poveri–Teologia.html&title=Os%20preferidos%20de%20Deus&locale=pt

4 de Setembro de 2013

O livro mais útil para quem não quer ser Idiota – Entenda como seu professor de história mentiu para você

13/08/2013

ALÉM DE TUDO, O LIVRO MAIS LINDO DO PAÍS! Um sucesso de pré-venda! Rumo à lista dos mais vendidos! Garanta já o seu:

http://compare.buscape.com.br/o-minimo-que-voce-precisa-saber-para-nao-ser-um-idiota-olavo-de-carvalho-8501402516.html#precos.

Da obra de Olavo de Carvalho, organizado e apresentado por Felipe Moura Brasil, pela Editora Record:

“O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”.

Divulgue de novo, compartilhe de novo – faça essa caridade para seus amigos também.

Never underestimate the stupidity of idiots.

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