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Mandela, a reengenharia anticristã das religiões e o The Elders

12/12/2013

DO MÍDIA SEM MÁSCARA

Escrito por Juan Claudio Sanahuja | 11 Dezembro 2013
Artigos – Globalismo

O The Elders foi apresentado na sociedade por Nelson Mandela em 2007. É composto por ele e outros 11 “líderes mundiais” . Entre os doze, destacam-se várias cabeças visíveis da internacional do aborto e do homossexualismo, promotores de uma nova religião universal, em suas variadas tentativas: ética, planetária, Carta da Terra, Aliança das Civilizações, etc.

elders
Editorial de Religión en Libertad:
Chega-me este informe sobre o autêntico Mandela. Não há porque duvidar do bem que fez, mas tampouco ignorar o que há por trás, o que realmente pretendia em conivência com os “senhores do mundo”. A Maçonaria sabe muito bem mover os finos fios sentimentais para ir propondo essa nova religião global com seus novos deuses e hierarcas. Nestes dias está tomando lugar uma explosão de entusiasmo ao celebrar a “canonização” laica de um grande homem, que defendeu a dignidade do ser humano, mas não soube defender o direito à vida do ainda não-nascido, embora concebido. É bom ter isso em conta.

O recente falecimento do político africano Nelson Mandela despertou uma onda de artigos e programas televisivos absolutamente favoráveis, a tal grau de insistência, que até parecia que prestavam culto a um deus. O mais curioso desta movimentação midiática gramsciana-cultural (dizemos gramsciana por causa do método utilizado pelos órgãos que promovem a cultura) é que alguns grupos católicos, também seguindo a corrente midiática, somaram-se à loa. Com a falsa argumentação de alguns de que “é preciso ver o bom que fez e não o mal”, acaba-se também desfigurando o já desfigurado personagem. E acabamos vendo muito amiúde que, em nome do politicamente correto, nos entregamos a uma verdadeira lobotomia de cérebros, se não discernimos e analisamos o verdadeiro do falso que os noticiários e jornais podem estar nos dizendo, e se não temos em conta que o grande aparato midiático mundial está nas mãos da re-engenharia social anti-cristã.

Nelson Mandela foi, entre outras coisas, contra a vida e a família (e a ordem natural e cristã; em 1997 impôs contra a vontade explícita e pública do povo africano, a lei do aborto livre.

Publicamos um breve artigo de Monsenhor Juan Claudio Sanahuja (especialista em temas de re-engenharia social anticristã e editor do portal Noticias Globales) que mostra outro dos aspectos de Mandela e sua vinculação com a seita maçônica.


A re-engenharia anticristã das religiões: The Elders: abortistas e pró-homossexuais, os 12 Anciãos
Juan Claudio Sanahuja

Dentro dos grupos de pressão que impulsionam a re-engenharia social anti-cristã, apareceu mais uma vez na imprensa em julho passado, The Elders (Os Anciãos), um grupo formado pelo sul-africano Nelson Mandela e sustentado pelo milionário Richard Branson (Virgin Group) e pelo músico Peter Gabriel (The Peter Gabriel Foundation), ambos ingleses, os quais só para o lançamento da loja, em 2007, arrecadaram 9 milhões de libras esterlinas.

Segundo a informação oficial, The Elders, “é um grupo independente de eminentes líderes mundiais, reunidos por Nelson Mandela, que oferecem sua influência coletiva e experiência para apoiar a consolidação da paz, ajudar a solucionar as principais causas de sofrimento humano e promover os interesses comuns da humanidade”.

Em 2 de julho passado, The Elders tornou público que se dedicaria a forçar uma mudança nas “religiões tradicionais”, para que permitam às mulheres se converter em ministros, sacerdotes e bispos, como primeira ação de seu programa Igualdade para Mulheres e Meninas (Equality for Women & Girls).

“A justificativa da discriminação contra mulheres e meninas baseada na religião ou nas tradições, como se fosse algo prescrito por uma Autoridade Suprema, é inaceitável”, diz a declaração, fazendo um chamado a líderes de todos os âmbitos para “confrontar e mudar ensinamentos e práticas malsãs que justificam esta discriminação contra a mulher”.

O porta-voz da iniciativa foi o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter que, após 60 anos pertencendo, abandonou a Convenção Batista do Sul e anunciou que lutaria junto com Koffi Annan, o bispo anglicano Desmond Tutu, Fernando Henrique Cardoso e todos os outros membros do grupo para que as religiões não discriminem a mulher.

Relações
Através de Mabel van Oranje, o Diretor Executivo da Empresa (CEO), The Elders, se relaciona com o European Council on Foreign Relations, com o Foro Econômico Mundial de Davos e com o Open Society Institute de George Soros.

Os 12 anciãos
O The Elders foi apresentado na sociedade por Nelson Mandela em 2007. É composto por ele e outros 11 “líderes mundiais” [1]. Entre os doze, destacam-se várias cabeças visíveis da internacional do aborto e do homossexualismo, promotores de uma nova religião universal, em suas variadas tentativas: ética, planetária, Carta da Terra, Aliança das Civilizações, etc.

Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU, promotor do aborto e do homossexualismo;

Ela Bhatt, da Índia. Recebeu o Right Livelihood Award, chamado de Prêmio Nobel da Paz alternativo;

Lakhdar Brahimi da Argélia, ex-assessor especial do Secretário-Geral da ONU (2004), por sua vez membro de outro grupo de pressão de líderes políticos, a Global Leadership Foundation.

Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega, organizou a comissão do Meio-Ambiente de Desenvolvimento da ONU, ex-diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), fundadora da Comissão de Governabilidade Global, abortista e pró-gay;

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil, fundador da Comissão de Governabilidade Global;

Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos, fundador da Comissão de Governabilidade Global;

Graça Machel, terceira mulher de Nelson Mandela;

Mary Robinson, ex-presidente da Irlanda e ex-Alto Comissionado de Direitos Humanos da ONU, porta-voz do pseudo direito ao aborto e do lobby gay internacional. Impulsiona contra a ordem natural a Ethical Globalization Initiative;

Desmond Tutu, bispo anglicano abortista e pró-gay;

Muhammad Yunus, criador do Grameen Bank;

Aung San Suu Kyi, ativista política de Burma-Myanmar.

Notas do autor:
[1] Na primeira lista de 2007 figurava como membro de The Elders, Li Zhaoxing, ex-ministro de Relações Exteriores da China comunista.

[2] Para mais dados, ver Juan Claudio Sanahuja em: El Desarrollo Sustentable. La Nueva Ética Internacional, Vórtice, Buenos Aires.

 

Fonte: Religión en Libertad

Tradução: Graça Salgueiro

 

EUA também tem defensor de bandido: no pasarán. Matador de policial é executado

22/09/2011

E ESTA NO COLO DO CAPETA:

WASHINGTON – Após quatro horas de deliberação, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou na quarta-feira, 21, um pedido da defesa de Troy Davis, condenado à morte pelo assassinato de um policial em 1989. O réu foi executado à 0h08 desta quinta, 22, (horário de Brasília), no estado da Geórgia.

Centenas de manifestantes se concentraram nos arredores da prisão de Jackson para pedir clemência para Davis diante das dúvidas sobre sua culpabilidade, segundo mostraram as emissoras de televisão.

O caso de Davis, apresentado por sua defesa como um negro condenado injustamente pela morte de um branco, reabriu o debate sobre a pena de morte nos Estados Unidos.

Entre os que pediram pela comutação da pena máxima contra Davis estão o papa Bento XVI e o ex-presidente americano Jimmy Carter, assim como 1 milhão de pessoas no mundo todo em uma campanha de assinaturas.

Davis, de 42 anos, que evitara a execução em três ocasiões desde 2007 e buscava fazer o mesmo ontem, foi condenado à morte em 1991 pelo assassinato de Mark MacPhail, policial da localidade de Savannah, na Geórgia.

Sete das nove testemunhas que se declararam contra Davis no julgamento se retrataram posteriormente, segundo sua defesa. No entanto, os promotores se baseiam em um relatório de balística para assegurar que Davis realmente tenha assassinado o policial.

http://ricardo-gama.blogspot.com/2011/09/reu-e-que-matou-policial-e-executado.html