Posts Tagged ‘israel’

8 Female Israeli Soldiers Who Shattered Barriers in 2013

01/01/2014
January 1, 2014Women have proudly served in the IDF since the very beginning. Israel’s first Prime Minister, David Ben Gurion, wrote an impassioned letter to religious communities outlining the necessity of women serving and protecting Israel. Since then, women have taken increasingly high-level positions in the IDF. These female Israeli soldiers challenge stereotypes through the work they do every day.

1. Lt. Shelly Markheva, IDF Intelligence Commander

Shelly Marhevka is an IDF intelligence commander who keeps watch over Israel’s southern border. In the event of a terrorist infiltration, Shelly and her soldiers are those responsible for detecting and thwarting an attack.

Shelly Markheva

2. Cpl. Dylan Ostrin, Combat Engineering Corps Explosives Expert

Corporal Dylan Ostrin made aliyah (immigrated to Israel) from the US at the age of seven with her family. Today, Cpl. Ostrin is an explosives instructor in the Combat Engineering Corps. She teaches all things explosive: from how to handle the explosives themselves to utilizing them in operations, such as gaining access to buildings. She has already begun receiving job offers to work on bomb squads and similar security-related teams both in Israel and abroad.

01_01_2014_16_39_26

3. Lt. Amit Danon, Gymnastics Champion & Combat Platoon Commander

Lt. Amit Danon was the Israeli national champion in rhythmic gymnastics when she enlisted in the IDF. After embarking on her path as a soldier, she decided to leave her previous life behind and became a combat officer in the mixed-gender Caracal Battalion. Lt. Danon now leads other soldiers as platoon commander.

karakal4

4. Sgt. Sarit Petersen, Nahal Infantry Brigade Shooting Instructor

Originally from Baltimore, Maryland, Sgt. Petersen currently serves as a shooting instructor in the Nahal Infantry Brigade. The soldiers she commands range from brand new to advanced; the advanced soldiers are part of the reconnaissance brigade. As a shooting instructor, Sgt. Petersen is responsible for teaching a soldier about weapons and how to use them.

IDF Shooting Instructor Sarit Peterson getting ready to fire

5. First Sgt. Monaliza Abdo, Arab-Israeli Combat Soldier

First Sgt. Monaliza Abdo is an Arab-Israeli woman who proudly served her country as a combat soldier. She wasn’t required to enlist, but her determination to protect Israel motivated her to volunteer. As a fighter on Israel’s southern border, she rose through the ranks to become a commander, teaching soldiers how to combat terrorism and other threats. Just a few weeks ago, she honorably completed three years of service  one more than the required number for Israeli women.

Monaliza

6. Pvt. Or Meidan, Iron Dome Missile Defense System Operator

Or Meidan moved from Uganda to Israel as a teenager. During Operation Pillar of Defense in November 2012, the area around her kibbutz was pounded by missiles from Gaza. Today, she serves as an operator in the Iron Dome missile defense system.

Kibbutz Hatzerim garin poses for a photo at nahal tekes

7. Sgt. Noa Goren, Commander Working With New Immigrants

Sgt. Noa Goren serves as a commander in the IDF unit responsible for absorbing new immigrant soldiers. “What can unify a squad that is mixed with French, Brazilians, Italians and Australians, if not learning the Hebrew language and sharing one goal?” Noa asks . “I need to consider that these new immigrants are arriving frightened, and it is my responsibility to know where to start and how to begin working with them.”

noa goren8. Lt. Col. Dr. Hadar Marom, Director of Family Medicine, IDF Medical Corps, and Doctor, IDF Delegation to the Philippines

Lt. Col. Dr. Hadar Marom wanted to be a doctor ever since she was a child. This year, she served on the IDF team that saved lives in the Philippines after a devastating typhoon hit the country. “I’m proud to be part of the delegation, and proud of the work that we’re doing,” she says. “I feel satisfied that we managed to help people in their hour of need.”

Hadar Marom

Isto é garantir a Paz – Soldado de Israel defendendo a Terra Santa

14/12/2013

526604_684043691618504_252236074_n

Genocídio de Cristãos no Mundo – Aqui 85 cristãos no Paquistão e nenhuma palavra de nenhum padre brasileiro

08/11/2013

Please SHARE this story to keep the memory alive. Pakistan’s Christians face daily attacks that are never reported in the mainstream media. In the Middle East, only Israel protects its Christians, while they disappear from the neighboring countries. Join us on campuses nationwide to#RaiseYourVoice for those who are oppressed.

1463543_10151983922564814_955985456_n

Doutrinação para crianças e jovens odiarem o Estado Judeu

07/11/2013

Hamas has issued new textbooks to 55,000 children in Gaza. The books deny Israel’s existence and describe ancient Jewish texts as “fabrications.” SHARE this to spread the truth about Hamas’ lies and indoctrination.

http://goo.gl/QitfCg

734434_662292207126986_239622113_n

Primeiro ministro de Israel fala das profecias biblicas na ONU

06/11/2013

Discurso de Benjamin Netanyahu na ONU em 01/10/2013

Obama em Washington e Francisco em Roma – O Papa é Católico?

29/09/2013

O bispo de Roma resolve balançar a Igreja

Jerome R. Corsi
NOVA YORK, EUA — “Será que o papa é católico?” eis o sarcasmo que a maioria dos fiéis católicos nunca iria perguntar; pelo menos não seriamente.
Mas com uma série de recentes pronunciamentos e decisões que atacam a tradição papal, o Papa Francisco deixou muitos católicos se perguntando se a Igreja Católica irá sobreviver a este papado.

Nos últimos dias, a mídia se ateve a uma declaração que parece sugerir que os descrentes (ou mesmo os não católicos, ou até ateístas) podem ganhar a salvação e ser admitidos no céu, enquanto seu recém-nomeado secretário de estado, a segunda posição mais importante no Vaticano, sugeriu que eles estão prontos para repensar o celibato e o clero, sugerindo que padres e freiras poderão ter permissão de se casar.

Agora, o fiel católico se pergunta, “Será que a Igreja Católica irá sobreviver ao papado de Francisco?”

O homossexualismo é pecado?

O choque ao pensamento tradicional católico começou quando o Papa Francisco decidiu voltar ao avião e conceder uma entrevista aos repórteres no voo de volta do Brasil para casa em sua primeira viagem internacional como papa.
Em vez de dizer que o homossexualismo é um “mal moral intrínseco”, conforme disse seu predecessor Bento XVI, o Papa Francisco respondeu à pergunta de um repórter, “Se alguém é gay e procura o Senhor de boa vontade, quem seu ou para julgar?”

Ateus podem ser salvos?

Então, em 11 de setembro, em uma carta publicada na primeira página de um jornal de Roma, o La Repubblica, o Papa Francisco respondeu à pergunta do fundador do jornal e editor de longa data, Eugenio Scalfari, de 89 anos, que perguntou se Deus iria perdoar uma pessoa sem fé por um pecado cometido.
Sua resposta saiu nas manchetes de todo o mundo, concluindo que o Papa abriu as portas para a salvação para os que não acreditam em Deus.
Escreveu o papa: “E assim chego às três perguntas que me coloca no artigo de 7 de agosto. Parece-me que, nas duas primeiras, aquilo que lhe está no coração é entender a atitude da Igreja com quem não partilha a fé em Jesus. Antes de mais nada, pergunta-me se o Deus dos cristãos perdoa a quem não acredita nem procura acreditar. Admitido como dado fundamental que a misericórdia de Deus não tem limites quando alguém se dirige a Ele com coração sincero e contrito, para quem não crê em Deus a questão está em obedecer à própria consciência: acontece o pecado, mesmo para aqueles que não têm fé, quando se vai contra a consciência. De fato, ouvir e obedecer a esta significa decidir-se diante do que é percebido como bem ou como mal; e é sobre esta decisão que se joga a bondade ou a maldade das nossas acções.”

Devem os judeus aceitar Jesus?

Na mesma carta, o Papa Francisco se dirigiu aos judeus, continuando um tema que o tornou famoso na Argentina desde o ataque a bomba a um centro judeu em Buenos Aires em 1994, matando 85 pessoas e deixando centenas feridas.
O Papa destaca que o povo judeu é a “raiz” de onde germinou Jesus.
“Na amizade que cultivei durante todos esses anos com os irmãos judeus, na Argentina, também eu muitas vezes questionei a Deus na oração, especialmente quando a mente se detinha na recordação da experiência terrível do Holocausto.” “O que lhe posso dizer — com palavras do apóstolo Paulo — é que nunca esmoreceu a fidelidade de Deus à aliança estabelecida com Israel e que, através das terríveis provações destes séculos, os judeus conservaram a sua fé em Deus.”
Na ocasião do Rosh Hashaná (ano novo judaico), o papa desejou aos judeus um feliz ano novo e encorajou um diálogo aberto em questões de fé.
Ainda assim, Giulio Meotti, um jornalista italiano, ao escrever um editorial ao Israeli National News, não ficou satisfeito.
“Mas conforme mostra essa nova carta, um dos graves perigos no diálogo do Vaticano com o judaísmo é a tentativa da Igreja de dividir os judeus ‘bons’ e dóceis da Diáspora e os judeus ‘maus’ e arrogantes de Israel”, escreve Meotti. “O Papa Francisco nunca se dirigiu aos israelenses nas suas mensagens, nem defendeu abertamente o Estado Judeu desde que foi eleito pelo Colégio dos Cardeais. Parece que não há espaço para os sionistas fiéis e obstinados no sorriso leniente do Papa. Em seus discursos, as aspirações nacionais judaicas são ignoradas, e até mesmo não denegridas”.
Meotti fez referência a uma carta que a Conferência de Bispos Católicos dos EUA distribuiu recentemente junto com a Universidade Católica da América, que condenava a expansão dos assentamentos israelenses. A carta argumentava que a expansão dos assentamentos é “uma forte primária de violações dos direitos humanos dos palestinos”, sugerindo que os palestinos que vivem em Israel sofrem “uma ocupação militar prolongada” por judeus israelenses.

Padres e freiras podem se casar?

Enquanto o Papa Bento XVI proibiu um diálogo aberto sobre se padres e freiras deveriam ter permissão de se casar, o Papa Francisco, que notoriamente disse que o celibato clerical poderia mudar, pode estar prestes a colocar o assunto na pauta para um debate sério.
Assim afirma Clelia Luro, uma mulher de 87 anos cujo romance e eventual casamento com um bispo se tornou um enorme escândalo na década de 60. Sua história não impediu o Papa Francisco de ser seu amigo muito próximo, que lhe telefonava todos os domingos quando era cardeal chefe da Argentina, segundo reportagem da Fox News.
Aquela previsão pareceu estar se concretizando depois que o arcebispo italiano Pietro Parolin, núncio da Venezuela que foi recentemente indicado para ser Secretário de Estado do Papa, segundo no comando do vaticano, disse ao jornal venezuelano El Universal que o celibato do clero não é um dogma.
Traduzindo para fora da terminologia formal da Igreja Católica, com esse pronunciamento o arcebispo Parolin está sinalizando que o celibato para o clero não é um artigo obrigatório para a fé na qual todos os católicos praticantes devem acreditar, mas uma prática ou tradição que deveria ser aberta ao debate.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: NO JOKE THIS TIME: IS THE POPE CATHOLIC?

Trechos da carta do Papa Francisco ao jornal italiano retirados de News.va.

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Onde foi que o papa cedeu aos “gays”

A iminente legalização do aborto no Brasil: o papa falou… que não era necessário falar!

Papa escreve mensagem pessoal para muçulmanos no final do Ramadã

Vaticano sobre Israel: erros grosseiros

O país que luta sozinho contra a islamização do Mundo é Eretz Israel

03/09/2013

Amanhã é o Ano Novo Judaico:

 Rosh Hashaná.

“Thirteen Attributes,” a list of G-d‘s thirteen attributes of mercy that were revealed to Moses by G-d after the sin of the golden calf (Exodus 34:6-7): “Ha-shem [1], Ha-shem [2], G-d [3], merciful [4], and gracious [5], long-suffering [6], abundant in goodness [7] and truth [8], keeping mercy unto the thousandth generation [9], forgiving iniquity [10] and transgression [11] and sin [12], who cleanses [13].”

993364_10151824766444814_400469224_n

Vergonha do Brasil – Israel é do tamanho de Sergipe e tem Indústria Aeroespacial

01/09/2013

היטב שאנחנו ערוכים לכל תרחיש אפשרי, ואזרחי ישראל צריכים גם לדעת שלאויבינו יש סיבות טובות מאוד לא לבחון את כוחנו ולא לבחון את עוצמתנו – הם יודעים למה.

בהזדמנות הזאת, אני מבקש לברך את התעשייה האווירית ואת חברת חלל על השיגור המוצלח של הלוויין ‘עמוס 4’. יש מעט מאוד מדינות בעולם שיכולות להתברך בהישג כזה. כראש ממשלת ישראל, אני גאה בכך.

1236723_10151600336822076_117285694_n

Israel is calm and self-assured.

Israeli citizens know very well that we are prepared for any possible scenario.

Israeli citizens must also know that our enemies have very good reasons not to test our strength – they know why.

I would like to take this opportunity to congratulate Israel Aerospace Industries and the Spacecom Satellite Communications Ltd. for the successful launch of the Amos IV satellite.

There are very few countries in the world that can congratulate themselves on such an achievement.

As Moças Soldados em Israel – As verdadeiras Feministas

30/08/2013

1000260_611324395557101_1925768523_n

Terroristas Bárbaros do Taliban e do Hamas continuam jogando foguetes em Israel

14/08/2013

Last night, terrorists from Gaza fired rockets into ‪#‎Israel‬.

In response, the ‪#‎IDF‬ successfully targeted concealed rocket launchers in the northern Gaza Strip.

We will continue to operate in order to safeguard Israel’s civilians.

http://www.idfblog.com/2013/08/14/update-in-response-to-rocket-fire-iaf-targets-terror-sites/

O  TERROR É TANTO QUE ISRAEL PRECISA VIVER CERCADO COMO NOS CONDOMÍNIOS BRASILEIROS:

1069316_10151508763367076_255252940_n

Revelado o que todo mundo sabe: Comunistas Soviéticos treinaram e financiaram terroristas islâmicos

25/06/2013

EXCLUSIVE: New book reveals how KGB operation seeded Muslim countries with anti-American, anti-Jewish propaganda during the 1970s, laying the groundwork for Islamist terrorism against U.S. and Israel

Read more:
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2348191/EXCLUSIVE-KGB-operation-seeded-Muslim-countries-anti-American-anti-Jewish-propaganda-1970s-laying-groundwork-Islamist-terrorism-U-S-Israeli-targets.html#ixzz2XFPgMogM
Follow us: @MailOnline on Twitter | DailyMail on Facebook

The highest-ranking Soviet-bloc intelligence officer ever to defect to the West claims in a new book that anti-American Islamic terrorism had its roots in a secret 1970s-era KGB plot to harm but the United States and Israel by seeding Muslim countries with carefully targeted propaganda.

Yuri Andropov, the KGB chief for 15 years before he became the Soviet premier, sent hundreds of agents and thousands of copies of propaganda literature to Muslim countries.

‘By 1972,’ according to the book, ‘Andropov’s disinformation machinery was working around the clock to persuade the Islamic world that Israel and the United States intended to transform the rest of the world into a Zionist fiefdom.’

‘According to Andropov, the Islamic world was a petri dish in which the KGB community could nurture a virulent strain of America-hatred, grown from the bacterium of Marxist-Leninist thought.’

Those claims come from former Romanian Lt. Gen Ion Mihail Pacepa and University of Mississippi law professor Ronald Rychlak.

In their book, titled Disinformation, Pacepa spills the secrets he kept for decades as head of Romania’s spy apparatus and secret police, the DIE, before he secured political asylum in the U.S. in 1978.

Before Yuri Andropov ran the Soviet Union, he was in charge of the KGB for 15 years. That, Pacepa and Rychlak write, is when he masterminded a plan to turn the Middle East against America
Before Yuri Andropov ran the Soviet Union, he was in charge of the KGB for 15 years. That, Pacepa and Rychlak write, is when he masterminded a plan to turn the Middle East against America, by spreading the idea that the U.S. supported Israelis in a plot to take over Europe
Ceausescu ruled Romania with an iron fist and took marching orders from Moscow until his death in 1990. His intelligence chief defected to the U.S. in 1978, and is spilling his Cold War-era secrets in a new book
Ceausescu lays dead at the foot of a wall after reportedly being executed by Romanian military Dec. 25. Image taken from Romanian TV footage

Ceausescu ruled Romania with an iron fist and took marching orders from Moscow until his death in 1990. His intelligence chief defected to the U.S. in 1978, and is spilling his Cold War-era secrets in a new book. He was executed, following a coup, on Christmas Day 1989

Andropov began his leadership of the KGB just months before the 1967 Six-Day War between Arabs and Israelis, in which Israel humiliated the key Soviet allies Syria and Egypt. And he decided to settle the score by training Palestinian militants to hijack El Al airplanes and bomb sites in Jerusalem.

But more shocking, Andropov commissioned the first Arabic translation of The Protocols of the Elders of Zion, a Russian-forged 1905 propaganda book that alleged Jews were plotting to take over Europe – and were being aided by the United States.

More…

The Protocols book, Pacepa claims, became ‘the basis for much of Hitler’s anti-Semitic philosophy.’ And the KGB, he writes, disseminated ‘thousands of copies’ in Muslim countries during the 1970s.

The Protocols of the Elders of Zion was a Russian forgery based on a French play from the Nineteenth Century. Andropov popularized the idea that the 'Elders of Zion' were the U.S. Congress
The Protocols of the Elders of Zion was a Russian forgery based on a French play from the Nineteenth Century. Andropov popularized the idea that the ‘Elders of Zion’ were the U.S. Congress

In addition to Russian, the 'Protocols' was translated into many other languages including Arabic
Ronald Rychlak, Lt. Gen. Pacepa's co-author, is Associate Dean for Academic Affairs at the University of Mississippi School of Law

In addition to Russian, the ‘Protocols’ was translated into many other languages including Arabic. Ronald Rychlak (R), Pacepa’s co-author, is Associate Dean at the University of Mississippi School of Law

Before President Jimmy Carter approved his request for asylum, Pacepa ran Romania’s intelligence services under the dictator Nicolae Ceaușescu, who was summarily executed along with his wife in 1989 following a popular uprising.

In 1972, Pacepa writes, his DIE agency ‘received from the KGB an Arabic translation of the Protocols of the Elders of Zion along with “documentary” material, also in Arabic, “proving” that the United States was a Zionist country.”

He was ‘ordered,’ he adds, ‘to “discreetly” disseminate both “documents” within its targeted Islamic countries.’

‘During my later years in Romania,’ he recalls, ‘every month the DIE disseminated thousands of copies throughout its Islamic sphere of influence. In the meetings I had with my counterparts in the Hungarian and Bulgarian services, with whom I enjoyed particularly close relations at that time, I learned that they were also sending such influence agents into their own Islamic spheres of influence.’

Does militant Islamist terrorism have its roots in a Soviet disinformation campaign linking the U.S. with Israel? The former Romanian intelligence chief says yesDoes militant Islamist terrorism have its roots in a Soviet disinformation campaign linking the U.S. with Israel? The former Romanian intelligence chief says yes

The KGB took ‘secret credit’ for a host of terror attacks against Israeli targets in the years before Pacepa left Romania, he claims, listing eleven such incidents. Among them was the May 30, 1972 attack on Ben Gurion Airport, which left 22 dead and 76 wounded; and the July 4, 1975 bombing in ZIon Square, Jerusalem, in which 15 lost their lives and another 62 were maimed.

Pacepa and Rychlak conclude that much of the anti-American sentiment in the Middle East and elsewhere can be traced back to Soviet clandestine operations, in which he himself played a major role.

Kennedy-era Soviet premier Nikita Khrushchev’s disinformation campaigns ‘widened the gap between Christianity and Judaism,’ according to the authors. And ‘Andropov’s disinformation turned the Islamic world against the United States and ignited the international terrorism that threatens us today.’

Read more:
http://www.dailymail.co.uk/news/article-2348191/EXCLUSIVE-KGB-operation-seeded-Muslim-countries-anti-American-anti-Jewish-propaganda-1970s-laying-groundwork-Islamist-terrorism-U-S-Israeli-targets.html#ixzz2XFPYSmSu
Follow us: @MailOnline on Twitter | DailyMail on Facebook

Sílvio Santos disse tudo e muito mais – Se deixar correr solto hereges tomam conta: Católicos não entendem isso

23/06/2013

Por que o sr. não vende horários para igrejas no SBT?
Eu não vendo horário religioso. É contra o meu princípio. Judeu não deve alugar a televisão para os outros. Você não sabe que os judeus perderam tudo quando deixaram outras religiões entrarem em Israel? A história é essa. No dia em que os judeus começaram a deixar que outros deuses fossem homenageados em Israel, os babilônios foram lá e tiraram o templo e jogaram os judeus para fora. O judeu não pode deixar que na casa dele tenha outra religião. É por isso que não deixo nenhuma religião entrar no SBT.

 

Os 50 mais influentes judeus no Mundo:

14/05/2013

The 50 most influential Jews in the world:

1-10 in-depth list

1. Yair Lapid
2. Jack Lew
3. Binyamin Netanyahu
4. Shimon Peres
5. Anat Hoffman
6. Sergey Brin
7. Jon Stewart
8. Sheryl Sandberg
9. Moshe Ya’alon
10. Debbie Wasserman Schultz

11-20 in-depth list

11. Eric Cantor
12. Elena Kagan
13. Steven Spielberg
14. Jill Abramson
15. Naftali Bennett
16. Mark Zuckerberg
17. Michael Bloomberg
18. Lena Dunham
19. Moshe Kantor
20. Ed Miliband

21-30 in-depth list

21. Sumner Redstone
22. Scooter Braun
23. Elie Wiesel
24. Howard Kohr
25. Natan Sharansky
26. David Saperstein
27. Aharon Lichtenstein
28. Ben Smith
29. Michael Chabon
30. Sara Netanyahu

31-40 in-depth list

31. Diane von Fürstenberg
32. Matthew Bronfman
33. Ester Levanon
34. Shari Arison
35. Rakefet Russak-Aminoach
36. David Grossman
37. Ronald S. Lauder
38. Bar Refaeli
39. Yityish Aynaw
40. Dror Moreh

41-50 in-depth list

41. Ruth Westheimer
42. Michael D. Siegal
43. Nir Barkat
44. Yosef Abramowitz
45. Yotam Ottolenghi
46. Eve Ensler
47. Idan Raichel
48. Ephrat Levy-Lahad
49. Efi Stenzler
50. The commissioners of the NHL, NBA and MLB

We welcome your feedback, comments and questions in talkbacks at JPost.com and via letters to the editor at letters@ jpost.com.

“As portas do Inferno” (Hades) – Jesus falava de um lugar específico na Turquia

09/04/2013

Joel Richardson: Gogue e Magogue vêm da Turquia moderna

Joel Richardson
Uma importante descoberta arqueológica na região oeste da Turquia pode conter uma pista profética sobre a nação da qual o Anticristo algum dia surgirá no cenário mundial.
De acordo com uma recente reportagem da Fox News, arqueólogos descobriram a antiga “entrada do inferno.” Não literalmente, é claro, mas em vez disso descobriram um antigo templo pagão conhecido como “Portal de Plutão,” a caverna que se cria ser o portal do Hades, na mitologia greco-romana.
gate to hell digital reconstruction

De acordo com o geógrafo grego Strabo, a caverna emitia um vapor denso que mataria qualquer pessoa que tivesse contato com ele. Conforme Francesco D’Andria, o arqueólogo que descobriu a entrada: “Podíamos ver as propriedades letais da caverna durante a escavação. Vários passarinhos morreram ao tentarem chegar perto da abertura quente, mortos instantaneamente pelos vapores de dióxido de carbono.”

Alguns estudantes de profecia notaram a semelhança da entrada do inferno ao “Abismo” conforme está descrito no livro do Apocalipse:
“Assim que ela abriu o poço do Abismo, subiu dele fumaça como a de uma colossal fornalha. O sol e o céu escureceram com a fuligem que saía do Abismo. Desta fuligem saíram gafanhotos que vieram sobre a terra e lhes foi concedido poder como o dos escorpiões da terra.” (Apocalipse 9:2-3 KJA)
O que é mais interessante sobre esse achado e sua relação com a profecia da Bíblia é o fato de que a entrada foi descoberta em Pamukkale, na Turquia, conhecida nos tempos antigos como Hierápolis. De acordo com o historiador do primeiro século conhecido como Plínio, o Velho, Hierápois era também conhecida como “Magogue.”
Aliás, era especificamente essa antiga conexão turco-magogue que fazia parte da compreensão de um grande número de teólogos judeus e cristãos com relação à região da qual os exércitos de Gogue e Magogue viriam para a terra de Israel.
Gogue e Magogue, de acordo com o profeta bíblico Ezequiel, são exércitos dos inimigos finais do povo judeu, os quais invadiriam a terra de Israel logo antes da volta de Jesus. Embora os mestres de profecia hoje se apeguem à ideia de que a Batalha de Gogue e Magogue é uma batalha preliminar e distinta da Batalha do Armagedom, essa convicção é de fato uma opinião relativamente nova e minoritária dentro da história da igreja.
Considere a seguinte pesquisa parcial sobre as opiniões de teólogos, tanto cristãos quanto judeus, que há muito esperavam que os exércitos anticristãos de Gogue e Magogue viriam da terra da Turquia:
Hipólito de Roma (170–235), um teólogo cristão primitivo, em suas crônicas, conectou Magogue com os gálatas na Ásia Menor, ou Turquia moderna.
Moisés Ben Maimonides (também conhecido como Rambam) (1135–1204), o reverenciado mito judeu, em Hichot Terumot, identificava Magogue como estando na fronteira da Síria e moderna Turquia.
Nicolau de Lira (1270–1349), um estudioso hebreu e renomado exegeta bíblico, cria que Gogue era outro título do Anticristo. Lira também afirmou que a religião dos “turcos,” um termo usado para se referir aos muçulmanos em geral, era a religião do Anticristo.
Martinho Lutero (1483–1546) compreendia que Gogue era uma referência aos turcos, os quais Deus havia enviado como flagelo para castigar os cristãos.
Sir Walter Raleigh (1554–1618), em sua História do Mundo, também colocava Magogue na Ásia Menor, ou Turquia moderna:
“Contudo, não dá para se negar que os citas dos tempos antigos que vieram do nordeste devastaram a melhor parte da Ásia Menor, e se apossaram da Cele-Síria, onde construíram Citópolis e Hierápolis, que os sírios chamam de Magogue. E a referência de Ezequiel a essa Magogue é muito clara, pois a cidade de Hierápolis, ou Magogue, fica exatamente ao norte da Judeia, de acordo com as palavras de Ezequiel, que das regiões do Norte essas nações deveriam vir.”
John Wesley (1703–1755), em suas Notas Explicativas sobre Ezequiel 38 e 39, identificava as hordas de Gogue e Magogue com “as forças do Anticristo” que viriam da região da moderna Turquia.
Jonathan Edwards (1703–1758), um dos mais renomados teólogos da história americana, também via a Turquia moderna como a nação que traria a invasão de Gogue e Magogue.
John Nelson Darby (1800–1882), evangelista britânico-irlandês e pai do moderno dispensacionalismo e futurismo, em sua Sinopse dos Livros da Bíblia, vê Gogue como as forças finais do Anticristo que Deus trará contra Israel:
“Gogue é o fim de todas as interações de Deus com respeito a Israel, e que Deus levanta essa potência arrogante a fim de manifestar na terra, mediante um juízo final, Seus tratamentos com Israel e com os gentios, e para plantar Sua bênção, Seu santuário e Sua glória no meio de Israel.”
C.I. Scofield (1843–1921), autor da Bíblia de Referência Scofield, via o oráculo de Gogue de Magogue em Ezequiel 38 e 39 como falando da Batalha do Armagedom. Scofield falou do oráculo de Ezequiel do seguinte modo:
“A destruição deveria sobrevir no auge da última tentativa louca de exterminar o remanescente de Israel em Jerusalém. A profecia inteira pertence ainda ao futuro ‘dia de Jeová’; Isaías 2:10-22; Apocalipse 19:11-21 e à Batalha do Armagedom (Apocalipse 16:14).”
Charles Lee Feinberg (1909–1995), um proeminente comentarista judeu messiânico em seu comentário sobre Ezequiel, declara: “Os exércitos do capítulo 38-39 parecem estar incluídos nas confederações universais vistas em Zacarias 12 e 14.”
Charles Ryrie, em sua Bíblia de Estudo Ryrie, vê Gogue e suas hordas como o Anticristo e seus exércitos.
Dave Hunt, apologeta, escritor e comentarista de programa de rádio, identifica a Batalha de Gogue e Magogue com outras profecias do Anticristo e a vê como uma referência à batalha final do Armagedom.
Dava para citar muitos outros teólogos cristãos proeminentes. Se todos esses teólogos estão corretos, e o Anticristo/Gogue realmente virá da moderna nação da Turquia, então certamente pareceria conveniente que a Turquia fosse a sede da localização mitológica da antiga entrada do inferno.
Traduzido por Julio Severo
www.juliosevero.com

Lindas mulheres são soldados, defendem sua Pátria, combatem o bom combate – Deveres iguais para homens e mulheres

02/04/2013

Mulheres soldados de diversos países.

Fardadas e de fuzil na mão, as mulheres podem passar despercebidas no meio de uma tropa, embora estejam conquistando cada vez mais espaço dentro das Forças Armadas em diferentes países do mundo.
Em países como Alemanha, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Israel, Noruega, Nova Zelândia, Suécia e Suíça, por exemplo, elas podem participar, inclusive, da linha de frente dos combates.
Alemanha
Holanda

 

Polônia

 

Noruega

 

Sérvia

 

Suécia

 

Japão

 

Romênia

 

Itália

 

Croácia

 

Espanha

 

 

Estados Unidos

 

Áustria

 

China

 

Paquistão

Prayer Alert

10/03/2013

Egyptian military officials reported that an Islamic group operating in the Sinai test-fired a missile with a range of approximately 28 miles.

Since the fall of former Egyptian President Hosni Mubarak, there has been an uptick in terrorist activity in the area.

Bomba atômica do Irã para destruir Israel está quase pronta

27/02/2013

Bomba atômica do Irã para destruir Israel está quase pronta

“Palestinian textbooks promoting violence” U.S. State Department Report

14/02/2013

A US State Department funded report claims Palestinian textbooks promoting violence is rare.

We wish this were the case, but the evidence shows that Palestinian education does indeed glorify violence.

Learn more and SHARE –>

http://unitedwithisrael.org/palestinian-textbooks-do-promote-violence/

David contra Golias

07/02/2013

11423_443933215678349_903061245_n

Primeiro Ministro de Israel não se conforma do Hamas matar deliberadamente crianças israelitas

15/11/2012
“I saw today a picture of a bleeding Israeli baby.
This picture says it all:
Hamas deliberately targets our children, and they deliberately place their rockets next to their children.
Despite this reality, and it’s a very difficult reality, Israel will continue to do everything in its power to avoid civilian casualties. ” BENJAMIN NETANYAHU

 “Photo: Gideon Rahamim.

Parabéns ao Estado de Israel e ao Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu

21/10/2012
Benjamin Netanyahu – בנימין נתניהו
היום יום הולדת לראש הממשלה – Today is Prime Minister Benjamin Netanyahu’s birthday

Cientista prova que Certidão de Nascimento de Obama é falsa.

11/09/2012

http://www.wnd.com/2012/09/israeli-science-website-obama-birth-certificate-forged/?cat_orig=politics

WND EXCLUSIVE   Israeli science website: Obama birth certificate forged, Award-winning, former Netanyahu adviser behind assessment

 Published: 18 hours ago
author-image by Jerome R. CorsiEmail |

Jerome R. Corsi, a Harvard Ph.D., is a WND senior staff reporter. He has authored many books, including No. 1 N.Y. Times best-sellers “The Obama Nation” and “Unfit for Command.”  Corsi’s latest book is “Where’s the REAL Birth Certificate?” 
 
Israel Science and Technology, the national database and directory of science and technology-related websites in Israel, has published an article asserting the long-form birth certificate released by the White House is a forged document.
 
The website was created by a former science adviser to Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu, Israel Hanukoglu, Ph.D. Hanukoglu, an award-winning researcher, is a professor of biochemistry and molecular biology in the Department of Molecular Biology at Ariel University Center of Samaria in Ariel, Israel.

The website says the status line “at the bottom of the software reports that the image is composed of ’2 objects’ that have been grouped.”

The Israelis found the Obama birth certificate PDF could be ungrouped, revealing individual layers. The most important of nine different ungrouped layers also shows the final digit, 1, is missing in the birth certificate number 61 10641.

Israeli Science and Technology “ungrouped” image of Obama long-form birth certificate

Israeli Science and Technology cited as additional evidence of forgery the following analyses, many of which were first published by WND:

  • An expert analysis of the typography and layout of elements in the long-form birth certificate by Mara Zebest, here and here

É para breve, um ataque atômico do Irã a Israel?

29/04/2012

http://www.foreignaffairs.com/articles/137300/ehud-eiran/what-happens-after-israel-attacks-iran?cid=soc-twitter-in-snapshots-what_happens_after_israel_attacks_iran-042912

O Estado Palestino e a segurança de Israel

25/09/2011

By Matthew Yglesias on Jul 1, 2011 at 9:59 am

http://thinkprogress.org/yglesias/2011/07/01/258938/israeli-opposition-to-a-palestinian-state/

========

Parece-me que continua a ser muito mal compreendida nos Estados Unidos que a posição declarada do atual governo israelense é de recusar, em princípio, a aprovar a criação de uma república independente da Palestina. Você percebe uma ambiguidade nas declarações  do governo Netanyahu sobre isso, mas o vice-premiê e ministro de Assuntos Estratégicos Moshe Ya’alon deixa perfeitamente claro em uma entrevista Gershom Gorenberg conduzido para um artigo no The American Prospect:

Ele coloca muito menos confiança na diplomacia com os palestinos. A lição dos 18 anos desde Oslo, [Moshe] Ya’alon diz, é “que não temos um parceiro disposto a chegar a um fim ao conflito.”

Então, antes de negociar questões finais, diz ele,o governo Netanyahu  quer respostas dos palestinos sobre se eles estão dispostos a reconhecer Israel “, como o Estado-nação do povo judeu,” se eles concordam em um fim a todas as reivindicações contra Israel, e se eles vão atender às necessidades de segurança de Israel. Essas necessidades, ele indica, incluem o controle israelense da fronteira entre a Cisjordânia ea Jordânia.

Depois que Israel deixou Gaza, diz ele, armas iranianas começaram a chegar do outro lado da fronteira do Egito. Em suma, o que aparece a partir do escritório Ya’alon no Ministério da Defesa como a pré-condição mais pragmática para a independência palestina significa negar que os palestinos vêem como uma qualidade básica de um Estado: a soberania sobre suas próprias fronteiras.

Você pode considerar as preocupações de segurança aqui expressas razoável ou não como você gosta. Mas se a fronteira Brasil-Paraguai for controlada pela Argentina, o Paraguai não seria um país realmente independente. Seria uma espécie de colônia ou protetorado do Brasil.

Agora, note que este ponto anterior sobre a economia política de ocupação:

Começando indústrias leves na área A ou B é possível, Azzeh diz, mas “vamos dizer que você quer uma empresa farmacêutica: você terá problemas para importar produtos químicos”, definida por Israel como “uso dual”, capaz de servir como armas assim como a medicina. Se você comprar uma máquina de US $ 5 milhões da China, diz ele, você precisa da permissão de Israel para um especialista para vir mostrar-lhe como usá-lo. A essas dificuldades, pode-se acrescentar a necessidade de exportar via Israel.

A linha inferior é, nas palavras de Azzeh, “eu não tenho a soberania sobre minhas fronteiras.”

No grande esquema das coisas, o governo de Israel de fazer política comercial no que diz respeito às preocupações econômicas e de segurança dos cidadãos de Israel não é o maior crime da história humana. De fato, de que outra forma é o governo israelense – responsável, pois é para o eleitorado israelense – devem se comportar? Mas a proposta de Ya’alon é perpetuar essa situação indefinidamente, mesmo depois de o alegado estado palestino for criado.

Exatamente o mesmo problema, no entanto, surgir. Se as exportações palestinas e as importações estão sujeitas ao controle de um governo que é responsável para os israelenses e não responsável perante os palestinos, então não há nenhuma maneira para a Palestina para desenvolver economicamente.

Esse tipo de problema não tem o caracter emocional das quase-teológicas disputas sobre quem tem controle sobre quais patches de Jerusalém, mas em termos práticos, isso representa um vazio entre os interesses palestinos e israelenses posições de negociação.

==========

It seems to me that it continues to be very poorly understood in the United States that the stated position of the current Israeli government is to refuse in principle to countenance the creation of an independent Republic of Palestine. You get a certain amount of double-talk from the Netanyahu government about this, but Vice Premier and Strategic Affairs Minister Moshe Ya’alon makes it perfectly clear in an interview Gershom Gorenberg conducted for an article in The American Prospect:

He puts much less confidence in diplomacy with the Palestinians. The lesson of the 18 years since Oslo, [Moshe] Ya’alon says, is “that we don’t have a partner willing to reach an end to the conflict.” So before negotiating final-status issues, he says, the Netanyahu government wants answers from the Palestinians on whether they are willing to recognize Israel “as the nation-state of the Jewish people,” whether they’ll agree to an end to all claims against Israel, and whether they will meet Israel’s security needs. Those needs, he indicates, include Israeli control of the border between the West Bank and Jordan. After Israel left Gaza, he notes, Iranian arms began pouring in across the border from Egypt. In short, what appears from Ya’alon’s office at the Defense Ministry as the most pragmatic precondition for Palestinian independence means denying what Palestinians see as a basic quality of statehood: sovereignty over their own borders.

You can deem the security concerns expressed here reasonable or unreasonable as you like. But if Brazil controlled Paraguay’s border with Argentina, Paraguay wouldn’t be a real independent country. It would be a kind of colony or protectorate of Brazil’s.

Now note this earlier point about the political economy of occupation:

Starting light industries in Area A or B is possible, Azzeh says, but “let’s say you want to [set up] a pharmaceutical company—you will have problems importing chemicals” defined by Israel as “dual use”—capable of serving as weapons as well as medicine. If you buy a $5 million machine from China, he says, you’ll need Israeli permission for an expert to come show you how to use it. To those difficulties, one can add the need to export via Israel. The bottom line is, in Azzeh’s words, “I don’t have sovereignty over my borders.”

In the grand scheme of things, the Israeli government making trade policy with regard to the economic and security concerns of Israeli citizens is hardly the greatest crime in human history. Indeed, how else is the Israeli government — accountable as it is to the Israeli electorate — supposed to behave? But the proposal for Ya’alon is to perpetuate this situation indefinitely, even after the alleged Palestinian state is created. The exact same problem would, however, arise. If Palestinian exports and imports are subject to the control of a government that’s accountable to Israelis and not accountable to Palestinians, then there’s no way for Palestine to develop economically. This kind of issue lacks the emotional punch of quasi-theological disputes over who has control over which patches of Jerusalem, but in practical terms it represents a gaping void between Palestinian interests and Israeli negotiating positions.

Iran in scramble for fresh uranium supplies – Mundo livre não quer quer Brasil forneça Urânio para o Irã

25/01/2009

From The Times

January 24, 2009

 

Iran in scramble for fresh

uranium supplies

Robin Pagnamenta, Michael Evans and Tony Halpin in Moscow

 

Western powers believe that Iran is running short of the raw material required to manufacture nuclear weapons, triggering an international race to prevent it from importing more, The Times has learnt.

 

Diplomatic sources believe that Iran’s stockpile of yellow cake uranium, produced from uranium ore, is close to running out and could be exhausted within months. Countries including Britain, the US, France and Germany have started intensive diplomatic efforts to dissuade major uranium producers from selling to Iran.

 

Before Christmas, the Foreign and Commonwealth Office sent out a confidential request for its diplomats in Kazakhstan, Uzbekistan and Brazil, all major uranium producers, to lobby governments not to sell uranium products, specifically yellow cake, to Iran.

 

Iran’s stock of yellow cake, acquired from South Africa in the 1970s under the Shah’s original civil nuclear power programme, has almost run out. Iran is developing its own uranium mines, but does not have enough ore to support a sustained nuclear programme.

 

Related Links

ANALYSIS: sanctions must take a back seat

Rumours of uranium smuggling at Congo mine

Iran ‘has enough material for atomic bomb’

****

 

It was shortly before Christmas that diplomats at Britain’s sleek new embassy on Kosmonavtov Street in the Kazakh capital of Astana received a confidential and urgent request. Iran, officials back in Whitehall advised, was believed to be close to running out of its stockpiles of yellow cake — a powdered form of uranium ore.

 

There were concerns that Tehran could be seeking fresh supplies to support its nuclear programme at a critical juncture — just months before intelligence experts expected it to have accumulated enough enriched material for a bomb. British officials were to urge Kazakhstan, one of the world’s biggest producers, to ignore any possible approaches to obtain imports.

 

The request, news of which emerged after an international investigation by The Times, was part of a drive by six countries — Britain, the US, France, Germany, Australia and Canada — to choke off supplies of uranium to Iran. It is a move that, while unlikely to cripple any effort to develop a bomb, would blunt its ambitions and help to contain the threat, authoritative sources said.

 

Kazakhstan, with 15 per cent of the world’s deposits, is an increasingly important player in the global uranium trade and has set a target this year to become the world’s largest producer.

 

Uzbekistan, where British officials are involved in a similar lobbying exercise, also has large deposits and was a leading supplier for weapons-grade material during Soviet times.

 

While there is no direct evidence that Iran has actively sought to buy uranium from either country, Western intelligence sources view them as one of a number of potential weak spots in the supply chain.

 

Others include the Democratic Republic of Congo (DRC), where uranium for the bombs dropped on Japan in 1945 was mined and where there have been persistent rumours of illegal exports to countries including Iran. Getting to the truth about such claims is notoriously difficult. Reports by British Intelligence of an attempt by Saddam Hussein to acquire substantial quantities of yellow cake from Niger in West Africa for a clandestine nuclear bomb project turned out to be fabricated. That did not stop President Bush referring to them, in March 2003, as part of the justification for the invasion of Iraq.

 

Page 1 of 2

 Next Page

 

But the very real international effort to choke off supplies of yellow cake to Iran, which also included British lobbying of Brazil, reflect mounting concern that 2009 is likely to be a pivotal year for Iran’s nuclear programme.

 

It also vividly illustrates the urgency surrounding the biggest foreign policy challenge facing President Obama. The journey from innocent uranium ore to weapons-grade nuclear fuel is complex and requires sophisticated technology, but the Iranians are acquiring the expertise, which is why Western countries, and Israel, are so concerned at the prospect of having to confront a nuclear-armed Iran.

 

To reach weapons-grade uranium-235, Iran would have to produce a highly enriched fuel, and that requires thousands of centrifuges. It is estimated that 200kg of yellow cake could produce 1kg of weapons-grade (94 per cent enriched) uranium. About 20kg of highly enriched uranium are required for one bomb.

 

Iran, which has always claimed that its nuclear programme is peaceful, acquired several thousand tonnes of yellow cake from South Africa during the mid-1970s shortly after the Shah initiated the country’s original push for civil nuclear power. Tehran also has two small uranium mines but they are costly to run, yield only small quantities of ore and are suffering from problems with purity.

 

Related Links

ANALYSIS: sanctions must take a back seat

Rumours of uranium smuggling at Congo mine

Iran ‘has enough material for atomic bomb’

Last May, a report from the International Atomic Energy Agency (IAEA) suggested that around 70 per cent of Iran’s available yellow cake had been converted to uranium hexafluoride (UF6) gas at a conversion plant in the city of Esfahan.

 

David Albright, founder of the Washington-based Institute for Science and International Security, said that Iran now had enough of this gasified uranium, stored in canisters weighing 10-14 tonnes each, to produce as many as 35 bombs, but it may run out of yellow cake to keep feeding the plant by the end of the year.

 

Beside the gas conversion facility, Iran also needs yellow cake to convert into pellets for fuel rods to run its Arak heavy water reactor. It also apparently wants large quantities of yellow cake to turn into low-enriched uranium for its new Russian-built reactor at Bushehr, in case Moscow reneges on a deal to supply nuclear fuel.

 

However, Tehran’s relative shortage of uranium exposes puzzling questions about its claims to be pursuing a purely peaceful civil nuclear energy programme. It would need far larger quantities of yellow cake than it can produce from its own small mines to have sufficient fuel for a civil nuclear power programme.

 

“You need 200 tonnes per year just for one 1,000 megawatt power station,” an IAEA source said. Iran has said that it wants to build 20 reactors, but the agency believes that the Iranians managed to process only 21 tonnes of uranium at a production centre at Bandar Abbas in southern Iran in one year, and plan to handle 50 tonnes a year from a new facility at Ardakan in the centre of the country, which is due to open later this year.

 

Moreover, Russia has an agreement with Iran to supply the prefabricated fuel that it needs for a civil nuclear power station it is building at Bushehr. The international community also offered in 2006 to supply the fuel rods and assemblies needed for a civil nuclear programme. Yet Iran insists on pursuing the development of its own facilities to mine and process uranium on its own — at vastly higher cost than it would pay for the fuel on the international market.

 

Any move by the Iranians to buy stocks of uranium from other countries could be interpreted two ways: either as an investment for what they claim is a genuine civil nuclear power programme or as an insurance policy for a future successful weapons project.

 

Iran is subject to a comprehensive safeguards agreement under which IAEA inspectors are meant to make checks to ensure that Tehran is not trying to divert nuclear material for a civil power programme to a military one. The agreement, however, covers only named installations that do not include the mines, and there remain a series of unanswered questions which have raised serious concerns about Iran’s motives. UN Security Council Resolution 1737 prohibits countries from supplying any items “which could contribute to Iran’s enrichment-related . . . activities”. Few, if any, of the big producers would want to take the risk of doing business with Iran.

 

However, the frantic efforts to make sure that producing countries hold the line highlight the growing challenge of containing the uranium trade at a time when it is expanding briskly. Governments around the world are looking to nuclear energy as an answer to concerns about energy.

 

Mining operations are already carried out in nearly 20 countries including Canada, Australia, Russia Namibia, Ukraine, China and Pakistan and in the past year alone new mines have been proposed in a string of countries from Zambia to Uruguay and Jordan to Sudan.

 

Monitoring this trade is a challenge in itself but there are also growing fears over the danger of nuclear smuggling. The US sent experts last year to help Georgia to install radiation detection equipment at border points when the work was interrupted by the war over South Ossetia. The project was given added urgency by a sting operation in Georgia in 2006, when a Russian man was arrested trying to sell 100g of highly enriched uranium. He claimed to have access to another 4kg. Georgia and the US signed an agreement in 2007 to combat nuclear smuggling. Neighbouring Armenia, which has a land border with Iran, signed a similar agreement with the US last year. But it is the possibility that uranium could be smuggled out of Africa, specifically Congo (DRC), that is keeping Western officials awake at night.

 

In 2005, Iran tried to smuggle some Uranium 238 by ship from Congo to Bandar Abbas, but this was foiled by Tanzanian customs officials.

 

Peter Rickwood, an IAEA official, said: “Nobody is quite sure how much of that stuff is being exported. There have been persistent rumours about uranium coming out of the DRC and going to North Korea or Iran. Yes, we are concerned about that.”

 

Additional reporting by James Bone in New York, James Hider in Jerusalem and Jonathan Clayton in Johannesburg

O pacifismo do Hamas em Gaza

16/01/2009

http://br.youtube.com/watch?v=TkwthDpeZWk

Um estadista – Oswaldo Osvaldo Aranha e a criação do Estado de Israel e a ONU Brasil abre assembléia geral da ONU

08/01/2009

URGENTE:  Inimigos de Israel estão atacando: NO PASARÁN – Leia sobre o covarde ataque pós reeleição de OBAMA aqui:

https://homemculto.com/2012/11/17/hamas-e-um-antro-terrorista-que-tem-um-unico-proposito-destruir-israel-e-matar-criancas-israelenses-nao-tem-comparacao-moral-os-ataques-assassinos-a-israel-e-a-defesa-que-o-povo-judeu-faz-de-sua-pa/

Em 1947, após a queda de Getúlio, o prestígio de Oswaldo Aranha, descendente de Tomé Rodrigues Nogueira do Ó,  não diminuiu. Homem de diálogo eficiente, os improvisos de Aranha eram famosos.

O presidente Eurico Gaspar Dutra o nomeou Chefe da Missão Brasileira junto à ONU (Organização das Nações Unidas).
Foi eleito Presidente da ONU em 1947 e reeleito em 1948.

Oswaldo Aranha inaugurou, na primeira Sessão Especial da Assembléia Geral da ONU, em 1947, a tradição que se mantém até hoje de ser um brasileiro o primeiro orador deste grande e importante foro internacional.

Em 16 de setembro de 1947, preside a sessão da ONU em que é aprovada a partilha da Palestina, com a futura criação do Estado de Israel em 1948. Em razão de ter dado pátria ao povo judeu, seu nome é considerado uma legenda em Israel.

Em 2007, foram preparadas inúmeras homenagens a Oswaldo Aranha pela comunidade judaica, pois marcou os 60 anos dessa célebre sessão da ONU, presidida por ele, e que determinou a criação do Estado de Israel. O médico carioca Nelson Menda, da Associação Israelita do Rio de Janeiro, é quem coordenou as homenagens prestadas a Oswaldo Aranha.

Agora, vem Lula da Silva e sua quadrilha tentar denegrir os méritos históricos de um grande brasileiro.

Só falta dizerem que nunca na história deste país houve um diplomata maior do que ele, Marolinha da Silva.

O que o Hamas quer com Israel: o contra ataque israelense ao Hamas.

04/01/2009

07_05_14_hamaskinder-x

A reação de Israel ao terrorismo do Hamas

04/01/2009

“”A mídia e a esquerda criticam as atitudes legítimas de Israel contra esse grupo terrorista, criando para isso um termo que já virou clichê, a chamada “reação desproporcional” por parte de Israel. Pois bem. Vamos tomar como verdade que a ofensiva militar de Israel é exagerada ou “desproporcional”, como eles gostam de dizer.Sendo assim, pergunto aos esquerdistas:

No aspecto militar, como deveria ser exatamente a “reação proporcional” de Israel contra o Hamas ? “”‘

pergunta feita no  orkut.

Quando existiu o país Palestina?

23/06/2008
PALESTINA – A visão de um escritor japonês

Uma interessante visão japonesa:

Os japoneses têm olhos oblíquos, mas vêem as coisas com muita clareza. Um cidadão japonês de Tóquio enviou esta carta a um jornal local:

Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos, ou gerações e registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo:

– Quando foi fundada e por quem?
– Quais eram as suas fronteiras?
– Qual a sua capital?
– Quais eram as suas grandes cidades?
– Qual era a base de sua economia?
– Qual a sua forma de governo?
– Você pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
– A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora não deixa margem a interpretações?
– Qual era a língua falada no país Palestina?
– Qual a religião que prevalecia no país Palestina?
– Qual o nome de sua moeda?
– Desde que tal país não existe hoje, explique porque deixou de existir?
– Se você lamenta o destino da pobre Palestina, responda em que época este país foi orgulhoso e independente?

– Se o povo que você, por engano, chama de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a derrota devastadora na Guerra dos Seis Dias?

Fonte:

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=455003&tid=2588840066640548622&kw=vis%C3%A3o+japonesa+dos+palestinos