Posts Tagged ‘igreja católica’

Igreja Católica sendo atacada e destruída na França – Église catholique est attaqué, profané et détruit en France

04/01/2014

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SainteOdile.

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Ataques violentos a templos católicos no Brasil e mundo afora, e, o silêncio cúmplice do Papa e da CNBB

29/11/2013

Attaques violentes contre des églises catholiques au Brésil et dans le monde, et le silence complice du pape et de la CNBB (eveques catholiques du brésil)

NOTA: Marine Le Pen repassou esta postagem no twitter. grato.

Merci Marine.

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A Era de Aquárius já chegou

07/11/2013

Feminista ateia serrando uma cruz em ato de apoio à integrantes da banda Pussy Riots; condenadas na Russia após profanarem um templo católico.

Atualmente a liberdade de expressão, de opinião, de religião é ensinada como sendo o mais autêntico de todos os direitos do ser humano. Mas exceto para a Igreja Católica.

Professar a fé na sã Doutrina da salvação tornou-se “discriminação preconceituosa e extremista”, e pedir para ter sua fé tradicional respeitada tornou-se motivo de chacota…

Toda a sociedade ocidental renega suas raízes na moral cristã e, por conta disso, está a desmoronar.

O mundo passará, mas a Sagrada Cruz de Nosso Senhor continuará de pé e atraindo a humanidade.

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Missa Ortodoxa é a mesma há 1700 anos – Diferença com a Missa Show

25/09/2013

A Destruição consciente e deliberada da Igreja Católica Romana

19/09/2013

As 13 estratégias Comunistas para acabar com o Cristianismo.

12/09/2013

http://www.afecatolica.com/news/as-13-estrategias-comunistas-para-acabar-com-o-cristianismo-/

08/06/2013 10:52

Você poderá analisar 13 estrátegias já utilizadas em outras nações durante Ditaturas Comunistas e verificar o quanto elas se assemelham com ás táticas sendo utilizadas pelo governo que por “mera” coincidência tem o seu número 13!

1. Separar dos seus ‘aliados estrangeiros’ as comunidades protestantes, e desvincular do seu centro romano as instituições católicas. Em vista disto, deveriam ser dispensados todos os Núncios Apostólicos (representantes do Papa) acreditados nos países COMUNISTAS. A razão oficial para tanto era que esses Núncios haviam sido acreditados junto a Governos anteriores aos COMUNISTAS. As Nunciaturas ficaram abertas, como de costume em tais casos, durante certo tempo, mantidas por diplomatas subalternos; mas foram finalmente fechadas, visto que nenhum outro credenciamento de Núncio Apostólico era possível.

2. Decapitar as comunidades locais, caluniando, ao máximo, os seus chefes: entre os católicos, eram assim considerados os Cardeais, os Arcebispos e os Presidentes das Conferencias Episcopais; entre os protestantes, tal ou tal Bispo calvinista ou luterano, cujo prestígio tivesse repercussão nacional. A campanha de calúnias seguiram-se processos e sentenças condenatórias, baseadas em acusações mentirosas. Em certos casos, por motivos táticos, os COMUNISTAS se contentavam com a prisão domiciliar da autoridade religiosa, com proibição de receber visitas e de intervir em atividades pastorais. A coordenação bem planejada desses ataques aparece com muita evidência a quem considera as datas dos processos e das sentenças condenatórias.

3. Destruir a unidade do clero, suscitando o “Movimento dos Padres para a Paz”, aos quais as autoridades civis reservavam as melhores paróquias. Tais sacerdotes eram enviados a todo tipo de reuniões ou manifestações em prol da paz tanto no interior do país quanto no estrangeiro. Seguiam as orientações do Governo, e não as da Santa Sé.

4. Dividir entre si os Bispos privados de seu chefe, sendo então abertamente favorecidos alguns tidos como ‘compreensivos’, e atacados sem tréguas os ‘durões’ e os ‘reacionários’.

5. Romper todos os vínculos que ainda pudessem existir entre os sacerdotes e os fiéis leigos, decretando a dissolução de todas as agremiações religiosas, paroquiais ou de juventude, inclusive as Ordens Terceiras das grandes famílias religiosas: franciscana, dominicana, carmelita, agostiniana.

6. Para evitar todas as modalidades de réplica da Igreja, foram nacionalizados todos os seus bens: terras, propriedades, edifícios, etc.

7. Para melhor ensinar a nova ordem social e a compreensão do socialismo em construção, os diversos governos fecharam os Seminários diocesanos e organizaram Grandes Seminários regionais, cujos professores deviam pedir o Beneplácito das autoridades estatais. A admissão nos Grandes Seminários foi limitada por um numerus clausus (número fechado); a autoridade civil encarregada dos assuntos religiosos é que definia o número exato de Seminaristas que poderiam ser aceitos para cada diocese. Antes da ordenação sacerdotal, o candidato devia pedir o Beneplácito do Governo para tanto. Antes de assumir uma função pastoral (de Vigário até Bispo), todo eclesiástico devia prestar juramento de fidelidade ao regime.

8. Para controlar a fidelidade dos eclesiásticos, em cada República Popular foi criado um Comitê governamental de Assuntos Eclesiásticos, cujos funcionários tinham pleno poder de controle, indo até a revogação da autorização de serviço pastoral quando o interessado caia na desgraça dos funcionários.

9. Para evitar toda influência religiosa sobre a juventude, o ensino do Catecismo foi proibido nas escolas e severamente regulamentado nas paróquias. Era o Comitê de Assuntos Religiosos que definia o número de aulas e o número de alunos matriculados no Catecismo. Ao contrário, o materialismo científico e ateu tornou-se disciplina obrigatória no ensino público desde o grau maternal até as Universidades.

10. Para quebrar o dinamismo do pensamento cristão. Congregações e Ordens Religiosas foram extintas, com exceção das da Polônia e da Iugoslávia em virtude de razões políticas. Na Polônia, durante a ocupação alemã, as Religiosas e os Religiosos, assim como os presbíteros, pagaram pesado tributo por causa da sua fidelidade à pátria. Cerca de seis mil sacerdotes poloneses foram internados em campos de concentração nazistas. Seja mencionado, entre outros, o Pe. Maximiliano Kolbe. — Na Iugoslávia, se o Marechal Tito tivesse fechado as Ordens Religiosas, teria sido acusado de hostilidade para com os croatas — coisa que ele queria evitar a todo preço, pois Tito tinha bom número de problemas com ‘os seus’ croatas. . . Por conseguinte, contentou-se com o extermínio de certo número de Religiosos, enquanto outros foram encarcerados, sempre, porém, ‘por motivos pessoais’. . .

11. Paralelamente à destruição das Ordens Religiosas, as escolas, os hospitais e os pensionatos cristãos foram estatizados. Sob a nova direção, todo o espírito cristão desapareceu dessas instituições. Todo professor que quisesse praticar a sua religião, foi imediatamente dispensado. Também na Polícia e no Exército a prática da religião era severamente proibida; o mesmo ocorria nas repartições públicas, quaisquer que fossem.

12. A fim de que ninguém pudesse protestar contra essas medidas vexatórias ou contra as calúnias, não raro, muito grosseiras, disseminadas contra a fé, a imprensa escrita, radiofônica e televisionada foi estatizada e posta sob o constante controle do Departamento de Ideologia e de Propaganda do respectivo Partido Comunista. Todas as tipografias e editoras sofreram a mesma sorte. Qualquer infrator dessas disposições — autor de folhas volantes clandestinas — era sujeito à pena de dez a vinte anos de trabalhos forçados. Cada máquina datilográfica pessoal era registrada no Departamento de Polícia; antes de poder comprar um mimeógrafo, era preciso que o interessado obtivesse a permissão escrita da Polícia política até 1960; em vários países. . . até o fim da década de 70.

13. Toda crítica ao regime ou ao Governo era passiva de pena. A Polícia política controlava a observância das suas ‘disposições legais’. Até certos vocábulos e certas histórias eram classificadas em categorias sujeitas a penas de um, três, cinco ou até dez anos de prisão ou de campo de concentração.

Leia mais: http://www.afecatolica.com/news/as-13-estrategias-comunistas-para-acabar-com-o-cristianismo-/

Faculdade jesuíta convida inimigos da Igreja para dar cursos em Simpósio

11/09/2013

LEONARDO BOFF, ex padre, teólogo da libertação dá palestra em Faculdade de Teologia.

29 de agosto de 2013 às 10:26

Pedro Canísio de Alcântara

De 2 a 4 de outubro de 2013, a Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia promoverá seu IX Simpósio Internacional Filosófico-Teológico. Depois da ilustre presença do Prof. Dr. Leonardo Boff com a conferência de abertura do Simpósio no ano passado, este ano a FAJE convidou para dar conferências e seminários dois notórios inimigos da Igreja Católica: a laicista e abortista Profa. Dra. Roseli Fischmann (USP) e o Pe. José Maria Vigil, CMF, um dos hereges mais ousados de nosso tempo.

Uma acadêmica laicista e abortista

A Dra. Fischmann irá ministrar um seminário (4h/a) que tem por título “O caráter educativo da laicidade do Estado” e se realizará conforme a programação do evento nos dias 3 e 4 às 10h no Campus da FAJE.[1] O seminário está entre os cinco eventos simultâneos entre os quais os alunos da instituição poderão escolher para participação obrigatória.

A Dra. Fischmann faz parte do Grupo de Estudos sobre o Aborto (GEA)[2], que “conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e seu foco é capilarizar a discussão do tema do aborto sob o prisma da Saúde Pública e retirá-lo da esfera do crime.”[3] Entre seus participantes o GEA declara outras organizações, como por exemplo, as Católicas pelo Direito de Decidir e o Ipas Brasil, que possuem a mesma finalidade, além do Ministério da Saúde e da Secretaria de Política para as Mulheres.[4] Para alcançar seu fim o GEA “produz novos materiais e estimula a difusão de informação e dados de pesquisas através de entrevistas e matérias nos veículos de comunicação do Brasil e no mundo e realiza seminários, colóquios e encontros com mais parceiros nessa iniciativa.”[5] Tudo isso para descriminalizar o aborto. Para se ter ideia da importância do GEA, alguns dos seus membros e o próprio grupo tiveram importância na discussão e julgamento favorável ao aborto de fetos anencéfalos pelo STF na ADPF 54.[6]

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Pró-aborto, a Dra. Roseli realizou nos anos de 2007 e 2008 o projeto “Ensino Religioso em Escolas Públicas: legislação e normas e seu impacto sobre a cidadania e os direitos sexuais e reprodutivos”. Tal projeto teve como financiadores as Católicas pelo Direito de Decidir[7] e apoio financeiro da MacArthur Foundation (ambas abortistas) com consultoria do GEA.[8]

Em 2009, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, a Dra. Roseli Fischmann, contrária ao acordo entre o Brasil e o Estado do Vaticano, defendeu a  inconstitucionalidade e os perigos do acordo[9] [10]. Tendo ela mesma, por conta desta ocasião, pedido a viagem de representante(s) da virulenta ATEA Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos para Brasília.[11]

Contrária ao ensino religioso na escola pública[12], no contexto do acordo com a Santa Sé ela afirmou: “A abordagem insidiosa da Igreja Católica sobre o ensino religioso nas escolas públicas não pode mais ser alvo de omissão por parte das autoridades, em particular dos parlamentares, em nome de supostas boas intenções que permeariam um suposto ensino interconfessional. Na prática, no cotidiano das escolas, crianças de 6 ou 7 anos de idade são objeto de manipulação por parte de pessoas que sequer percebem o que estão fazendo e vão, com isso, moldando consciências de forma oposta às exigências de autonomia moral presentes na boa educação, disseminando também preconceito e discriminação.

Temas como meio ambiente, saúde e em particular saúde reprodutiva podem ser afetadas diretamente pelo tipo de abordagem dada nessas propostas inconstitucionais de ensino religioso, negando o conhecimento científico, pela abordagem que é própria para o campo religioso, mas imprópria para o campo pedagógico, sobretudo da escola pública. Nessa perspectiva, valores e condutas podem ser “ensinados” como verdade absoluta, ignorando a ética e a formação para a autonomia, sem o que não se consolidará jamais a democracia.”[13]

Comentando sobre um “casal” de homossexuais, lamenta o julgamento destes “casais” como “não merecedores do reconhecimento como entidade familiar” dizendo que “é a falta de reflexão crítica e de postura ética que leva a essa situação em que é preciso lei e decisão judicial, onde apenas o justo reconhecimento da dignidade do ser humano bastaria.”[14] Tal reconhecimento familiar, portanto, seria apenas o justo reconhecimento da dignidade do ser humano.

Em outro texto sobre o mesmo assunto, comenta: “amparada na ética e voltada para o avanço histórico, decisão inédita em nível federal, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), reconhecia a legalidade da adoção de crianças por casal homossexual de Bagé (RS).”[15]

Em um texto sobre denúncias de pedofilia na Igreja, ela pega carona neste assunto e critica a interferência da Igreja em políticas públicas, como se a Igreja, quer dizer, os católicos, não fizessem parte da sociedade. Ela aponta a “outra face da moeda, que credita à Igreja Católica o poder de a tudo julgar e tudo determinar na vida humana, inclusive interferindo em políticas públicas. É o caso das pressões sobre o 3º PNDH, para os temas de retirada dos símbolos religiosos de estabelecimentos públicos, reconhecimento da autonomia das mulheres, em caso de aborto, e das uniões homoafetivas, incluindo adoção de filhos.” E argumenta que os fiéis católicos não serão obrigados ao que contraria a doutrina católica. Argumenta também que o interesse público deve atender toda a cidadania, sem discriminação. E que não cabe às denominações religiosas convencer o Estado a atender as determinações que elas pregam. O Estado, segundo ela, lida apenas com o que é crime. E, por fim, acusa o Vaticano de disposição de ser soberano por sobre a ordem humana.[16] Caberia perguntar como ela justifica que os católicos devem se reduzir a aceitar as leis decididas para “atender toda a cidadania”, isto é, as vontades e os pensamentos de quem quer que seja e devem aceitar a ordem pública por tais pessoas desejadas. Pelo jeito, a Dra. Roseli substituiu “bem comum” pela vontade desse conjunto chamado “toda cidadania”, que leva à exclusão do pensamento e da vontade dos católicos sobre a sociedade.

Note-se que o Estado, na pessoa de seus governantes, sempre faz juízos de valor e juízos morais sobre a maldade ou bondade daquilo que é considerado crime; de fato, nem todo mal moral é ou deve ser crime, mas todo crime há de ser mal moral, porque atenta contra o bem público ou privado, caso contrário carece de matéria, constituindo-se em mera arbitrariedade. A própria Dra. Fischmann realiza uma série de juízos morais. Dizer que o Estado não trata de moral é falso. Dizer que a influência da Igreja, tanto no plano da pregação religiosa quanto no plano do senso comum e da sua forte e milenar reflexão filosófica, deve ser eliminada é fazer uma opção filosófica ou ideológica clara, mas que ela não adverte. O que faz a posição da Dra. Fischmann melhor do que a dos católicos? Por que razão eliminá-la do debate? Qual a razão pela qual devemos aceitar o bom-mocismo politicamente correto da moda? Sob qual fundamento se sustenta o igualitarismo religioso ou o indiferentismo do Estado? Serão estas questões passíveis de serem colocadas em debate? Se não, por quê?

A doutrina católica sobre a relação da religião com o Estado, a sociedade e a educação

Por fim, convém lembrar a doutrina católica, exposta no Concílio Vaticano II, sobre os temas tratados acima pela Dra. Roseli:

– Prestar culto a Deus é um dever dos homens e para isto devem ter imunidade de coação na sociedade civil, portanto, “permanece a doutrina católica tradicional acerca do dever moral que os homens e sociedades têm para com a verdadeira religião e com a única Igreja de Cristo.”[17]

– A Igreja defende o ensino religioso católico nas escolas públicas.[18]

– O bem comum, fim da comunidade política, “compreende o conjunto das condições da vida social que permitem aos indivíduos, famílias e associações alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição.”[19] Portanto, bem comum está ligada não às condições de realização de qualquer vontade, mas às condições objetivas para alcançar a perfeição humana, fim de sua natureza objetiva.

– Além disso, “o apostolado no meio social, isto é, o empenho em informar de espírito cristão a mentalidade e os costumes, as leis e estruturas da comunidade em que se vive, são incumbência e encargo de tal modo próprios dos leigos que nunca poderão ser plenamente desempenhados por outros.”[20] Tal apostolado não exclui nenhum bem espiritual ou temporal.[21] Por isso, o Concílio pede aos católicos que “investiguem em conjunto o modo de organizar as instituições sociais e públicas segundo o espírito do Evangelho.”[22] Não, obviamente, fazer e estudar o modo como a Dra. Fischmann quer organizar a sociedade. O único evento digno desta senhora é um debate, se muito.

Um herege brutal

Mas como um é pouco, mas dois é bom, como não poderia deixar de ser, o Simpósio contará com uma personalidade ilustre da teologia da libertação: o Pe. José Maria Vigil, CMF. Ele apresentará uma conferência às 8h do dia 4 de outubro na FAJE com o título “Consequências da secularização e tarefas para o futuro” e às 19:30 do mesmo dia será a figura principal de uma “mesa redonda” com o mesmo título. Já no Campus Coração Eucarístico da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, nos dias 3 e 4 às 14:30, o Prof. Vigil irá ministrar o seminário “A grande virada que vem – Releitura do cristianismo a partir de novos paradigmas: Enfoque epistemológico” no âmbito do V Simpósio Internacional de Teologia e Ciências da Religião desta universidade.

O padre Vigil é aquele que escreveu o livro “Teología del pluralismo religioso. Curso sistemático de Teología Popular”, que foi objeto de uma nota[23][24] da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da Conferência Episcopal Española. Na nota sobre tal livro, podemos ler:

“La pretendida unión entre la teoría y la práctica se ve, sin embargo, condicionada por incorrectos presupuestos metodológicos, como son la asunción acrítica de una filosofía racionalista que niega de facto la posibilidad real de la intervención de Dios en la historia, la lectura e interpretación de la Sagrada Escritura al margen de la Tradición eclesial, la hermenéutica del Concilio Vaticano II en clave de ruptura, la negación del Magisterio como intérprete auténtico de la Palabra de Dios escrita y transmitida, una concepción relativista del hecho religioso, una comprensión sociológica de la Iglesia y una presentación ideológica de la Historia de la evangelización[1].”

“Estos presupuestos metodológicos llevan a afirmaciones incompatibles con la fe de la Iglesia católica, como son, entre otras: la negación del realismo de la Encarnación, presentada como “«teologúmenon», metáfora, mito, símbolo” (p. 173), de la Preexistencia del Logos (p. 189) y de la Mediación salvífica única y universal de Cristo y de la Iglesia; la contraposición entre “el cristianismo del Cristo dogmático” y “el cristianismo del Evangelio del Reino de Dios y del seguimiento de Jesús” (pp. 171-172); la negación de la voluntad fundacional de Cristo respecto a la Iglesia (p. 119); la comprensión inmanentista de la Revelación, entendida como “un caer en la cuenta” de lo que Dios va obrando; la consecuente equiparación de la Revelación sobrenatural a las “revelaciones” de otras tradiciones religiosas (pp. 81-91); la ruptura entre el Reino de Dios y la Iglesia; o, la reducción de la religión a la ética, entendida como justicia y respeto al otro (pp. 195-209)”

A nota conclui dizendo que “La gravedad de los errores contenidos en este libro, unida a su carácter divulgativo, hacen de esta obra un instrumento especialmente dañino para la fe de los sencillos.”  A nota é mais extensa, mas estes trechos ilustram bem.

Diante de tudo isso, fazemos algumas perguntas: nesta hora grave da história da Igreja, especialmente no Brasil, onde o laicismo avança e as heresias e a superficialidade pululam, onde a teologia da libertação e a ideologização dominam sobre a fé, sob quais argumentos se pode justificar a presença de tais ilustres inimigos da Igreja para dar conferências e seminários em uma faculdade católica, inclusive eclesiástica, como a FAJE e uma universidade pontifícia como a PUC Minas? Quem os convidou e por qual motivo? É normal que uma instituição, mesmo universitária, convide inimigos da Igreja e hereges manifestos para sofismar impunimente diante de seus alunos que dão os primeiros passos nas ciências sacras e profanas?

A disciplina da Igreja em matéria educacional para este caso

É verdade que a Igreja permite a colaboração das Faculdades eclesiásticas com outras Faculdades não católicas, mas procurando, porém, “conservar sempre com cuidado a própria identidade.”[25] O mesmo se deve dizer dos professores com os quais colabora. Quando fala dos professores não católicos[26], as Disposições da Sagrada Congregação para a Educação para a Exata Aplicação da Constituição Apostólica Sapientia Christiana dizem que se deve ater às normas da competente autoridade eclesiástica e remete ao Diretório sobre o Ecumenismo, Segunda parte[27]. Consultando a documentação mais atual, de 1993[28], ao falar da questão se os estudantes católicos de primeiro ciclo podem assistir a cursos especiais dados por professores de outras igrejas, podemos ler:

“Quando se deve tomar uma decisão sobre se devem ou não assistir a cursos especiais, há que se considerar bem a utilidade do curso no contexto geral de sua formação, a qualidade e o espírito ecumênico do professor, o nível de preparação prévia dos mesmos estudantes, sua maturidade espiritual e psicológica. Quanto mais próximo se refiram as conferências ou cursos a temas doutrinais, mais cuidado será necessário em tomar uma decisão sobre a oportunidade da participação dos estudantes.”[29]

Conclusão

Quanto aos professores, fica claro que ambos não possuem as qualidades intelectuais requeridas. Qual será o caráter educativo da laicidade do Estado da Dra. Fischmann consequente com suas teses e mentalidade? Quais serão as tarefas para o futuro dadas pelo Dr. Vigil consequentes com sua falta de fé católica? E quanto aos alunos, convém dizer que, em sua maioria, ignoram a doutrina da Igreja e a fidelidade a ela devida sobre muitos dos pontos acima. Se há dúvidas quanto a isso, que se lhes interrogue. Não se trata aqui de querer impedir aquela informação necessária aos estudantes das doutrinas dos filósofos e teólogos, seja de qual corrente forem, dada por professores idôneos, respeitosos e capazes. Por isso, é necessário que as autoridades eclesiásticas intervenham não só para impedir que tais inimigos da Igreja nestas instituições profiram seus sofismas, mas também para que se acabe com o costume de contratar, convidar ou permitir professores inidôneos.

***

Quem, diante de tais fatos, quiser enviar este texto às autoridades competentes pedindo providências, pode fazê-lo através dos endereços a seguir:

ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE

Excelência Reverendíssima Dom Walmor Azevedo Oliveira de Azevedo

Palácio Cristo Rei

Praça da Liberdade, 263 – Funcionários – 30140-010 – Belo Horizonte – MG

SECRETARIADO PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR DA CURIA GERAL DOS JESUÍTAS EM ROMA

http://www.sjweb.info/contactcompose.cfm?ContactWho=1

NUNCIATURA APOSTÓLICA

Excelência Reverendíssima Dom Giovanni D’Aniello, Núncio Apostólico

Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 Brasília – DF

Cx. Postal 0153 Cep 70359-916 Brasília – DF

Fones: (61) 3223 – 0794 ou 3223-0916

Fax: (61) 3224 – 9365

E-mail: nunapost@solar.com.br

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA – DOS SEMINÁRIOS E DOS INSTITUTOS DE ESTUDO

Eminência Reverendíssima Dom Zenon Cardeal Grocholewski:

Piazza Pio XII, 3 00193 – Città del Vaticano – ROMA

Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088

[1] http://www.faculdadejesuita.edu.br/eventos/index.php?pagina=grupo_conteudo&tela=41&evento=5

[2] http://aads.org.br/gea/membros.html

[3] http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_folheto_apresentacao.pdf

[4] Idem

[5] Idem

[6] Tendo seu coordenador Thomaz Gollop feito exposição na audiência do STF em 8 de agosto de 2008. Outros exemplos de trabalhos pró-aborto deste grupo no Brasil podem ser lidos nos links a seguir: http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_folheto_argumentos.pdf

http://aads.org.br/gea/documentos/GEA_consolidado2010.pdf

http://aads.org.br/gea/documentos/REFORMA_CPENAL_SENADO.pdf

[7] em caráter de cooperação.

[8] http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4783302U1

[9] http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/credn/documentos/notas-taquigraficas/Audiencia%20Publica%20MSG%20134-09%20-%2007-07-09.pdf

[10] Defendendo-a em público. http://www.youtube.com/watch?v=mNbKY1ej6Ng

[11] https://atea.org.br/index.php/component/content/article/923-dia-a-dia/127-atea-acao-urgente-sobre-a-concordata

[12] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/3651-deus-nao-frequeenta-laboratorio

[13] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/651-o-ensino-religioso-e-o-vaticano

[14] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/16622-vitoria-da-bola-preta-por-roseli-fischmann

[15] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/5824-do-preconceito-a-promocao-do-direito

[16] http://www.geledes.org.br/em-debate/roseli-fischmann/5149-de-pecados-e-crimes

[17] Dignitatis Humanae, 1.

[18] Gravissimum educationis, 7.

[19] Gaudium et spes, 74.

[20] Apostolicam actuositatem, 13

[21] Ibid

[22] Idem, 14.

[23] http://www.conferenciaepiscopal.es/index.php/actividades-noticias-doctrina/1651-nota-sobre-el-libro-del-rvdo-p-jose-maria-vigil-cmf-teologia-del-pluralismo-religioso-curso-sistematico-de-teologia-popular.html

[24] http://www.conferenciaepiscopal.es/index.php/notas/2008/322-la-comision-episcopal-para-la-doctrina-de-la-fe-hace-publica-una-nota-sobre-el-libro-del-p-jose-mo-vigilteologia-del-pluralismo-religioso-curso-sistematico-de-teologia-popular.html

[25] Disposições da Sagrada Congregação para a Educação para a Exata Aplicação da Constituição Apostólica Sapientia Christiana. Art. 49 par. 1

[26] Idem. Art. 18

[27] ASS 62 (1970), pp. 705ss.

[28] Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Diretório para a aplicação dos princípios e normas sobre o ecumenismo

[29] n. 194

Sílvio Santos disse tudo e muito mais – Se deixar correr solto hereges tomam conta: Católicos não entendem isso

23/06/2013

Por que o sr. não vende horários para igrejas no SBT?
Eu não vendo horário religioso. É contra o meu princípio. Judeu não deve alugar a televisão para os outros. Você não sabe que os judeus perderam tudo quando deixaram outras religiões entrarem em Israel? A história é essa. No dia em que os judeus começaram a deixar que outros deuses fossem homenageados em Israel, os babilônios foram lá e tiraram o templo e jogaram os judeus para fora. O judeu não pode deixar que na casa dele tenha outra religião. É por isso que não deixo nenhuma religião entrar no SBT.

 

Papa Francisco reformara toda a Igreja Católica – Para melhor ou para pior?

16/05/2013

Papa Francisco reformará não só a Cúria Romana, mas toda a Igreja.  

2013-05-16 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – O Presidente do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, participou da apresentação do livro de Massimo Franco, intitulado “A crise do Império Vaticano. Da morte de João Paulo II à renúncia de Bento XVI: por que a Igreja se tornou o novo imputado global?” (Edições Mondadori).
Na apresentação do volume, Dom Celli afirmou que “o Papa Francisco se encontra diante de uma herança complicada. Cabe a ele a reforma do órgão da Cúria Romana. Não se trata de uma exigência apenas estrutural, mas, vai bem mais além: a Igreja precisa de uma contínua renovação e de uma vida mais aderente a Cristo”.
Dom Claudio Celli afirmou ainda não estar plenamente de acordo com a tese principal do livro de Massimo Franco: “É inegável, disse, que existem diagnoses, sobre as quais se pode concordar, mas, talvez, o autor não faria certas avaliações com a atual presença do Papa Francisco. O texto situa-se, historicamente, na fase da “sede vacante”, mas não corresponde ao que está acontecendo hoje, sob os olhares de todos”.
O arcebispo repercorreu a última fase do Pontificado de Bento XVI, admitindo que a renúncia de Ratzinger surpreendeu toda a Igreja, “inclusive nós mesmos, que nos encontramos diante de uma notícia inédita, com todas as suas dificuldades e conseqüências. Contudo, embora eu compartilhe da interpretação também das lutas internas no Vaticano, sinto muito que se pense que um Papa renuncie por tais motivos. Pelo contrário, acrescentou Dom Celli, Bento XVI estava ciente de não poder enfrentar ulteriores desafios impostos pela Fé.
O Arcebispo Chelli concluiu dizendo que, agora, o Papa Francisco deve enfrentar o tema da reforma da Cúria, mas também aquele da “Igreja pobre para os pobres”, ajudando-a a reencontrar-se com o Senhor. Estes dois meses de Pontificado abriram as portas da Igreja à esperança, ao essencial, à periferia do mundo”. (MT)

Como exterminar vermes politicamente corretos

29/04/2013

n/d

Padre Beto está excomungado por heresia e cisma: traiu o compromisso de fidelidade à Igreja em nome da “liberdade de expressão”.

Comunicado ao povo de Deus da Diocese de Bauru

Clique para acessar o original.

É de conhecimento público os pronunciamentos e atitudes do Reverendo Pe. Roberto Francisco Daniel que, em nome da “liberdade de expressão” traiu o compromisso de fidelidade à Igreja a qual ele jurou servir no dia de sua ordenação sacerdotal. Estes atos provocaram forte escândalo e feriram a comunhão eclesial. Sua atitude é incompatível com as obrigações do estado sacerdotal que ele deveria amar, pois foi ele quem solicitou da Igreja a Graça da Ordenação. O Bispo Diocesano com a paciência e caridade de pastor, vem tentando há muito tempo diálogo para superar e resolver de modo fraterno e cristão esta situação. Esgotadas todas as iniciativas e tendo em vista o bem do Povo de Deus, o Bispo Diocesano convocou um padre canonista perito em Direito Penal Canônico,  nomeando-o como juiz instrutor para tratar essa questão e aplicar a “Lei da Igreja”, visto que o Pe. Roberto Francisco Daniel recusa qualquer diálogo e colaboração. Mesmo assim, o juiz tentou uma última vez um diálogo com o referido padre que reagiu agressivamente, na Cúria Diocesana, na qual ele recusou qualquer diálogo. Esta tentativa ocorreu na presença de 05 (cinco) membros do Conselho dos Presbíteros.

O referido padre feriu a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da Fé Católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor (obediência esta que prometera no dia de sua ordenação sacerdotal), incorrendo, portanto, no gravíssimo delito de heresia e cisma cuja pena prescrita no cânone 1364, parágrafo primeiro do Código de Direito Canônico é a excomunhão anexa a estes delitos. Nesta grave pena o referido sacerdote incorreu de livre vontade como consequência de seus atos.

A Igreja de Bauru se demonstrou Mãe Paciente quando, por diversas vezes, o chamou fraternalmente ao diálogo para a superação dessa situação por ele criada. Nenhum católico e muito menos um sacerdote pode-se valer do “direito de liberdade de expressão” para atacar a Fé, na qual foi batizado.

Uma das obrigações do Bispo Diocesano é defender a Fé, a Doutrina e a Disciplina da Igreja e, por isso, comunicamos que o padre Roberto Francisco Daniel não pode mais celebrar nenhum ato de culto divino (sacramentos e sacramentais, nem mais receber a Santíssima Eucaristia), pois está excomungado. A partir dessa decisão, o juiz instrutor iniciará os procedimentos para a demissão do estado clerical para enviar a Roma o procedimento penal para sua “demissão de estado clerical”.

Com esta declaração, a Diocese de Bauru entende colocar “um ponto final” nessa dolorosa história.

Rezemos para que o nosso Padroeiro Divino Espírito Santo, “que nos conduz”, ilumine o Pe. Roberto Francisco Daniel para que tenha a coragem da humildade em reconhecer que não é o dono da verdade e se reconcilie com a Igreja, que é “Mãe e Mestra”.

Bauru, 29 de abril de 2013.

Por especial mandado do Bispo Diocesano, assino os representantes do Conselho Presbiteral Diocesano

Fonte: http://fratresinunum.com/

Perseguição a Cristãos no Brasil – Via Novo Código Penal – e outras leis petistas

07/11/2012

Padre Paulo Ricardo teve a coragem de dizer: 

 

  Você se acha uma pessoa bem informada? Lê
jornais e revistas? Assiste aos noticiários?

Então, sinto lhe informar, mas é bom descartar
boa parte de tudo o que você lê.

A verdade é que sabemos muito
pouco do que está sendo tramado
contra o futuro do país.

Você duvida? Então lhe convido a assistir
a esta palestra reveladora – promovida pelo
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – proferida
pelo renomado Pe. Paulo Ricardo:

O Pe. Paulo Ricardo pertence ao clero da
Arquidiocese de Cuiabá, é licenciado em
Filosofia, bacharel em teologia e mestre em
direito canônico pela Pontifícia Universidade
Gregoriana (Roma).

Ele dirá coisas que você certamente não
ouviu. Coisas que podem tirar o sono de
muitos.

Precisamos abrir os olhos frente a um ataque
massivo contra a instituição da família no
País. É um ataque frio e calculista, sob a
máscara de Novo Código Penal Brasileiro.

Assim que assistir a este vídeo, não tenho
dúvida em afirmar: você, como eu, se
espantará, mas também se sentirá mais
seguro em face do que está por vir.

Para você ter ideia de tamanha repercussão
desta palestra, o auditório em que ela foi
realizada SUPERLOTOU.

Centenas de pessoas se aglomeraram para
assisti-la. E foi preciso instalar um telão na
sala ao lado.

Assista aqui e entenda o porquê.

De forma clara, lúcida e corajosa o padre
Paulo Ricardo falou sobre o risco que este
país corre. Sua argumentação serena, é
irrefutável.

Repito, a questão é muito mais séria do que você possa imaginar.

Além de levantar temas desconhecidos pela
grande maioria, o padre explicou como nós
devemos agir para que leis que defendem a
moral cristã não sejam violentadas.

Não deixe de assistir a esta palestra, pois
amanhã poderá ser tarde demais.

Por fim, faço um último pedido: divulgue
esse vídeo para o maior número possível
de pessoas.

Este vídeo pode mudar o rumo do País.

Publique no seu Facebook. No seu Twitter.
Envie aos seus amigos.

Precisamos nos mobilizar o mais rápido
possível.

Atenciosamente,

Mario Navarro da Costa
Diretor de Campanhas do
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
www.ipco.org.br

Abaixo assinado online pela excomunhão do falso profeta Libânio frei Betto

04/11/2012

Pedindo a EXCOMUNHÃO do Herege e Infiel Frei Betto, por defender abertamente durante anos doutrinas radicalmente contrárias à fé da Igreja Católica Apostólica Romana.
Dentre outros tantos fatos notórios, ele defende a Agenda Gay, o governo Petista (claramente ABORTISTA, o que por si só já gera excomunhão automática do Frei), ideologias marxistas infiltradas na Igreja, e por fim O SOCIALISMO em seu estado puro, além disso; desafia doutrinas de fé inquestionáveis pela cristandade, apoiando a Ordenação de Mulheres (já condenada em EX-CATHEDRA pelo Papa João Paulo II), o uso de anticoncepcionais (condenado pela Encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI), a aceitação para os sacramentos de pessoas que vivem em estado de pecado grave (como divorciados e homossexuais); defende o ecologismo como algo que deve se sobrepôr ao homem, pregando que a defesa do meio-ambiente e das causas sociais devem ser causa primária da Igreja, e não a salvação das almas, pretendendo transformar a Igreja em uma mera instituição política, ignorando o caráter sobrenatural e divino que a rege.
Se você, católico consciente, já se cansou deste HEREGE, COMUNISTA, MODERNISTA E INFIEL, e quer que a Igreja PARE DE FECHAR OS OLHOS PARA ABSURDOS COMO ESTE, desejando assim a EXCOMUNHÃO FORMAL DESTE HEREGE, assine aqui, saberemos para onde encaminhar este abaixo-assinado.

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N31391

Não tem para onde correr: Freiras dos Estados Unidos são feministas radicais, pró homossexualidade e contra dogmas da Igreja: Fim do mundo

20/04/2012

http://sociedad.elpais.com/sociedad/2012/04/19/actualidad/1334861025_630076.html

El Vaticano amonesta a la mayor agrupación de monjas de EE UU

La Congregación para la Doctrina de la Fe les acusa de oponerse a varios dogmas

Roma asegura que defienden un ideario feminista radical y de apoyo a los homosexuales

Washington 19 ABR 2012 – 20:54 CET

www.elpais.com

El Vaticano le ha encargado a un arzobispo norteamericano que imponga una reforma integral de la mayor agrupación de monjas de Estados Unidos, a la que acusa de “graves desviaciones doctrinales”, por oponerse subrepticiamente a la doctrina oficial en materia de sacerdocio y homosexualidad, y por “la prevalencia de ciertas ideas feministas radicales incompatibles con la fe Católica en algunos de sus programas y presentaciones”.

La llamada Conferencia de Liderazgo de Mujeres Religiosas (LCWR, por sus siglas en inglés) agrupa a unas 1.500 superioras, que representan a un 80% de las 57.000 monjas que residen en EE UU. La organización se creó en 1956, a petición del propio Vaticano, para unificar las posturas doctrinales de las hermanas norteamericanas en su labor de apostolado. El Vaticano ordenó una revisión de sus actividades en 2008, al recibir de diversos oficiales católicos quejas por supuestos desvíos doctrinales.

El Vaticano critica que las hermanas norteamericanas sancionadas “protesten contra las acciones de la Santa Sede en asuntos como la ordenación de mujeres o el adecuado enfoque pastoral sobre el ministerio a personas homosexuales”. En el informe se asegura que prevalecen entre esas monjas “ciertos temas feministas radicales, incompatibles con la fe Católica”. “Es más, algunos de sus comentarios sobre el ‘patriarcado’ deforman el modo en el que Jesús estructuró su vida sacramental en la Iglesia; otros incluso minan las doctrinas dadas sobre la Santa Trinidad, la divinidad de Cristo y la inspiración de la Sagrada Escritura”.

En el documento del Vaticano se critica la relación de LCWR con Network, un grupo de presión radicado aquí en Washington, creado por 47 monjas hace cuatro décadas y cuya finalidad es avanzar políticas en consonancia con una ideario de justicia social católica decididamente progresista. Durante el debate de la reforma sanitaria de Barack Obama, que ahora estudia el Tribunal Supremo, Network apoyó públicamente al presidente. Recientemente, diversos obispos criticaron esa norma, por, entre otras cosas, haber intentado imponer a las instituciones afiliadas a grupos religiosos que ofrecieran cobertura de anticonceptivos a sus empleados.

Porque as mudanças na liturgia das missas estão causando confusão

27/11/2011

http://www.washingtonpost.com/blogs/under-god/post/will-catholic-mass-changes-cause-mass-confusion/2011/11/23/gIQANbpPpN_blog.html

sites católicos

02/12/2008
Para que não se diga que os conservadores católicos (fiéis a Roma!) não sabem o que é internet, alguns links populares:

A Igreja Católica condena o comunismo, o marxismo e o socialismo

02/11/2008

CARTA ENCÍCLICA
DIVINI REDEMPTORIS
DE SUA SANTIDADE
PIO XI
SOBRE O COMUNISMO ATEU 

 

INTRODUÇÃO
I – ATITUDE DA IGREJA PERANTE O COMUNISMO
II – DOUTRINA E FRUTOS DO COMUNISMO
III – LUMINOSA DOUTRINA DA IGREJA, OPOSTA AO COMUNISMO
IV – REMÉDIOS E MEIOS
V – MINISTROS E AUXILIARES DESTA OBRA SOCIAL DA IGREJA
CONCLUSÃO

 

http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19370319_divini-redemptoris_po.html

Comunista comunismo marxismo doutrina concílio vaticano II infiltração boff na Igreja Católica do Brasil CNBB e a Teologia da Libertação

24/05/2008

Comunismo na Igreja – Importante Leitura

 

Muitos católicos desconhecem um dos mais poderosos artifícios que o demônio já produziu para destruir nossa Igreja, em todos os tempos. Ele vem envolvido numa falsa aura de bem, numa pílula dourada, mas é veneno mortal: Chama-se “teologia da libertação”. Isso é tratado pelo Papa como comunismo, que é contrário a Doutrina da Igreja.

 

E todos os padres e bispos que pugnam por esta linha, na verdade alimentam por trás o monstro comunista, que usando da face de bem, busca apenas o poder. E todos sabem que este sistema medonho, já matou mais de 100 milhões de pessoas nestes últimos 90 anos, e matará aqui também se um dia nós tivermos a desgraça de cair em suas malhas. De fato, não estamos longe disso!

 

Abaixo o autor, bem conhecido, Clovis Ramalhete, sintetiza muito bem a essência deste monstro, pena que não esgota o assunto. Posso, porém, endurecer ainda mais a crítica que ele faz a esta doutrina adulterada dizendo que o “theos” a que esta maldita “teologia” se refere é satanás, e a “libertação” que eles buscam, no fim último, é livrar-se de DEUS!

 

Jesus disse bem claramente no Evagelho, em João 18,33: O Meu reino não é deste mundo! O Reino dele, é na casa do Pai. Eis porque ele disse também: Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar (Jo 14, 1).

 

Ora, isso diz tudo: Nosso fim não é nesta terra, nossa morada é na eternidade. Mas esta gente do mal, prega um utópico paraíso aqui na terra, dizendo que haverá paz apenas quando os pobres tomarem as riquezas dos ricos – não há uma só passagem nas Escrituras que justifique isso – embora que eles, por nada deste mundo largam de suas mordomias, seus carros do ano, bons vinhos, belas roupas e bons sapatos, além de todas as mordomias que a riqueza pode conceder. São, portanto, descarados, cínicos, verdadeiros fariseus hipócritas. 

 

No texto abaixo o leitor poderá ver alguns erros desta doutrina que é condenada pelo verdadeiro magistério da Igreja, e no Catecismo é tratado como uma forma de “ateismo contemporâneo”, porque visa a libertação física do homem, o que é algo impossível. De fato se algum dia o homem conseguir se libertar de Deus, no mesmo instante ele desaparecerá do Universo, como se nunca tivesse existido.

 

Teologia da Libertação: O Comunismo invade a Igreja.

 

Um dos muitos problemas que assolam a Igreja nos dias de hoje é a gravíssima heresia chamada “Teologia da Libertação”. Trata-se de uma heresia materialista, que apresenta uma visão de mundo contrária à Doutrina da Igreja disfarçada com um vocabulário aparentemente cristão.

 

Esta heresia é um dos muitos aspectos que tomou o modernismo, heresia que o Santo Padre Pio X qualificou de “síntese de todas as heresias”. Segundo o modernismo, a Verdade absoluta não existe; toda “verdade” é apenas uma opinião, uma visão pessoal que pode e deve mudar com o tempo. Assim, para o modernista, a Doutrina da Igreja, ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo, pode e deve ser substituída por algo mais… “moderno”.

 

A “Teologia da Libertação” (TL) é o nome dado a esta vertente do modernismo, peculiar à América Latina. Este nome, na verdade, é enganoso; “Teologia” significa “conhecimento, estudo de Deus”- e esta heresia aplica-se apenas à organização social humana. Do mesmo modo, o termo “Libertação” é por eles utilizado como significando algo diametralmente contrário à noção cristã de libertação.

 

Os erros da TL são muitos, todos eles baseados em uma negação da ação sobrenatural de Deus. “Sobrenatural” é um termo teológico que significa “acima da natureza humana”. 

Sabemos, porque a Igreja o ensina, que é pela ação sobrenatural de Deus, pela graça de Deus, que podemos evitar o pecado e alcançar a Santidade.

 

Sabemos, porque a Igreja o ensina, que o nosso objetivo maior é sermos Santos.

 

Sabemos, porque a Igreja o ensina, que no fim dos tempos Nosso Senhor Jesus Cristo voltará em glória para julgar os vivos e os mortos e então, só então, haverá um paraíso na terra.

 

A TL, porém, prega um conceito marxista (inspirado pelo teórico do marxismo – do comunismo -, Carlos Marx) segundo o qual haverá um paraíso na Terra quando os pobres retirarem dos ricos as riquezas e as distribuírem, criando assim uma sociedade sem classes.

 

O mecanismo desta revolução seria a “luta de classes”: os pobres, revoltando-se contra a sua pobreza, conquistariam o poder e assegurariam uma distribuição igualitária de todos os bens materiais. Para o marxista, logo para o TL, o único pecado que existe é a acumulação de riquezas, vista por eles como essencialmente ruim. Do mesmo modo, eles vêem em qualquer hierarquia um pecado contra a “igualdade” que eles crêem existir entre os homens.

 

Assim, a TL considera que o que realmente importa é pregar entre os pobres a revolta contra os ricos, com o fim de estabelecer uma sociedade igualitária. Para a TL, a hierarquia eclesiástica é na verdade um “roubo” do poder que pertenceria ao Povo feito pelos Bispos e padres.

 

Para a TL, a Doutrina da Igreja não interessa, assim como não interessa o céu. Interessa sim a organização de movimentos populares para lutar por reivindicações puramente materiais: terras (como o MST), aumentos salariais, etc.

Vejamos portanto quais são as principais diferenças entre a Doutrina Cristã e a ideologia da TL: 

 

1 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que o homem tende ao mal devido às conseqüências do Pecado Original. É mais fácil fazer o mal que o bem, e assim os vícios devem ser combatidos e as virtudes incentivadas.

b) Para a TL, o homem é naturalmente bom, mas a organização social “opressora” é má e deve ser combatida.

 

2 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que é pela Graça de Deus, infundida e aumentada pelos Sacramentos, que podemos fazer o bem.

b) Para a TL, a graça de Deus é apenas uma expressão, e os Sacramentos são apenas símbolos – a Eucaristia é símbolo da partilha do pão material, o Batismo é símbolo de compromisso com a causa da Revolução comunista, etc.

 

3 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que somos chamados à Santidade, ou seja, à libertação do pecado, de que só gozaremos em plenitude no Céu após a nossa morte e na Terra após a nossa ressurreição.

b) Para a TL, “Libertação” significa a obtenção de condições materiais adequadas na terra através de reivindicações políticas: terra, casa própria, sistemas sanitários, etc.

 

4 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a propriedade particular é uma coisa boa e querida por Deus; é perigoso o apego aos bens materiais, mas ser rico não é pecaminoso.

b) Para a TL, a propriedade particular é uma abominação, o único pecado existente. O apego aos bens materiais – terra, casa, etc. – porém, é visto por eles como um bem. O objetivo do homem, para eles, é justamente lutar por bens materiais.

 

5 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a Hierarquia da Igreja é instituída e mantida por Deus.

b) Para a TL a existência da Hierarquia é sinal de um roubo de poder que deveria pertencer ao “Povo”. É por isso que nas dioceses ainda em poder da TL, não são incentivadas as vocações sacerdotais e as paróquias são substituídas por comunidades dirigidas por leigos. 

6 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que é essencial conhecer e seguir a Verdade para podermos chegar à Santidade.

b) Para a TL qualquer pessoa que “lute contra a opressão”, ou seja, que participe da subversão comunista, é um modelo a ser seguido, ao passo que, por exemplo, um Santo que tenha se dedicado apenas à oração é um exemplo do que deve ser evitado. Assim Che Guevara, Fidel Castro e outros comunistas são considerados por eles como modelos a seguir, enquanto Santa Terezinha do Menino Jesus é para eles um exemplo de vida inútil.

 

7 – a) Pela Doutrina Cristã, sabemos que a oração é de suma importância, e a alma, por ser imortal, deve ser cuidado com mais cuidado que o corpo, evitando-se o pecado e buscando-se a Virtude.

b) Para a TL, a alma não importa, a oração é vista apenas como uma preparação para a ação política e o pecado pessoal não existe. Não há problema em roubar, mentir, cometer adultério, matar até. O único pecado seria o pecado social, ou seja: ter bens materiais em quantidade maior que outras pessoas. Assim, para a TL, todo pobre é santo e todo rico é bandido.

 

Devemos, portanto, procurar evitar ao máximo a leitura de livros e folhetos escritos pela TL, assim como procurar sempre impedir suas investidas em nossas regiões, principalmente através da oração. Alguns dos autores TL mais conhecidos são: Gutiérrez, Leonardo Boff (frade franciscano que apostatou, traiu seus votos e hoje vive com uma mulher casada), Frei Betto, Marcelo Barros…

 

 

Autor: Carlos Ramalhete

(Gentileza Alessandra)

 

 

PS: A vitória do ex-bispo Lugo, na eleições do Paragui, fecha um cerco comunista em todo o mercossul, todos com presidentes de esquerda, Brasil inclusive. Este ex-bispo é fã de Leonardo Boff – dize-me com quem andas e te direi quem tu és – e de Dom Helder, aquele que quase foi por ter amado ao vermelho dos comunistas e deixado de amar ao vermelho do Sangue Redentor de Cristo. Aliás, quem ama ao primeiro, literalmente cospe no segundo! Dom Helder já sabe disso hoje!