Posts Tagged ‘Havana’

Fidel Castro Rúz trai o socialismo e estimula consumo burguês

19/12/2013

Cuba flexibiliza el mercado de automóviles / EFE

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El Gobierno de Cuba ha anunciado este jueves la flexibilización de las normas vigentes para la importación y comercialización de vehículos por parte de los ciudadanos. El Consejo de Ministros, reunido ayer en La Habana, decidió acabar con las “cartas de autorización” emitidas por el Ministerio de Transporte para la compra de automóviles de segunda mano al Estado, un mecanismo implementado en octubre de 2011 como parte de un plan de desmontaje paulatino de las regulaciones. Las nuevas normas jurídicas serán publicadas en los próximos días en la Gaceta Oficial.

De momento, el diario oficial Granma adelantó que, por efecto de esta decisión “se libera la venta minorista de motos, autos, paneles, camionetas y microbuses, nuevos y de segunda mano, para las personas naturales cubanas y extranjeras residentes en el país, así como para las personas jurídicas extranjeras y el cuerpo diplomático”. La venta liberada, continúa la nota del diario, “se irá implementando de manera gradual y paulatina, y en ella tendrán prioridad quienes actualmente posean cartas de autorización”. Los precios serán semejantes a los que hasta ahora reconoce el mercado entre particulares.

El Gobierno de Raúl Castro ha llegado a esta decisión tras convencerse de que el mecanismo de las cartas de autorización era “inadecuado y obsoleto” y como tantas otras medidas de control vigentes en Cuba, fomentaba a la corrupción y los mercados paralelos. “La baja disponibilidad de autos, la restricción de esta facilidad a un reducido grupo de categorías ocupacionales seleccionadas y la existencia de otro mercado que vende a precios varias veces mayores que los de la empresa comercializadora establecida, generaron inconformidad, insatisfacción y, en no pocos casos, condujeron a que este mecanismo, además de burocrático, se convirtiera en una fuente de especulación y enriquecimiento”, señala la nota informativa del Granma.

De acuerdo a datos del Registro Nacional de Vehículos citados por el diario, alrededor del 30% de los automóviles vendidos por el Estado en 2012 a través de las comercializadoras cambió de propietario poco tiempo después, “lo cual indica que ese procedimiento administrativo motivó que algunas personas se sirvieran de él para obtener ingresos adicionales”; las cartas de autorización para comprar se vendían incluso a través de Internet. En cambio, la compra-venta de vehículos usados entre personas naturales era más fluida.

La autorización estatal, sin embargo, seguirá siendo un requisito para la importación directa de vehículos de motor nuevos y de segunda mano por parte de las empresas importadoras autorizadas y del cuerpo diplomático. También seguirán vigentes las regulaciones establecidas previamente para el traspaso de propiedad entre particulares nacionales y extranjeros, y la prohibición en la venta de vehículos por parte de personas jurídicas, cubanas o extranjeras, a personas naturales. Adicionalmente, el diario Granma informó acerca de la decisión de extender los plazos para el traspaso de propiedad de los vehículos que pertenecían a quienes salieron definitivamente del país antes de octubre de 2011 –cuando entraron en vigor las primeras reformas contenidas en el Decreto 292–, de modo que los ciudadanos puedan concluir los trámites de esta naturaleza que desde entonces están en proceso.

“Con estas normas jurídicas se dan pasos adicionales para eliminar restricciones que con el tiempo perdieron su razón de ser; con ellas desaparecen trabas administrativas que dejaban espacio a la ilegalidad; y se fomenta una nueva fuente de ingreso para el desarrollo del transporte público, lo cual es una prioridad del Estado cubano”, ha celebrado el Granma, pues el dinero líquido que recaude el Gobierno por estas ventas irá a parar a un fondo “destinado especialmente al desarrollo del transporte público en todo el país”.

UFSC Conservadora – Grito de Alerta contra o comunismo nas universidades

28/10/2013

Universitários catarinenses reagindo ao comunismo, que chegue a todas as universidades públicas brasileiras.

Carta aberta contra o socialismo na Universidade Federal Santa Catarina

Caros alunos da UFSC,

Dirijo-me a vocês, estudantes da nova geração, porque a antiga, a de seus professores, está corroída até a alma pelo verme da desonestidade. A esperança de que a saúde intelectual e moral dessa nação melhore está em vocês. Espero que estas breves palavras tenham algum impacto em vocês, como um balde de água que se joga em alguém que antes dormia. Meu chamado a vocês é que ACORDEM para o grande perigo que nos rodeia.

Vejo um futuro negro a nossa nação. Vejo esse futuro sombrio se materializar velozmente ao meu redor. Continuando o atual processo destrutivo e revolucionário, o Brasil deixará de existir em duas ou três décadas, diluindo-se na “Pátria Grande” latino-americana, que está agora mesmo sendo construída pela esquerda.

A Pátria Grande será um mega bloco comunista totalitário governado desde Havana, pelo Foro de São Paulo, no qual as atuais nações latino-americanas serão meras províncias de um grande e centralizado governo.

O Brasil entrará, portanto, muito em breve, para a lata de lixo da história. Dele só se terá uma breve lembrança, que lá houve uma ditadura terrível, que tendo matado 300 pessoas, foi pior que a ditadura de Fidel Castro que matou mais de 115 mil pessoas.

O Brasil será uma nota de rodapé – muito vergonhosa – na história da construção da gloriosa Pátria Grande. Se continuarmos seguindo a estrada na qual caminhamos, este será, sem dúvida alguma, o ponto de chegada.
No meio disso tudo, há uma criminosa conivência de setores da UFSC pela destruição da cultura e da soberania nacional. Muitos cursos e centros de pesquisa das ciências humanas tornaram-se apenas instrumentos dóceis nesse processo revolucionário, caixas de ressonância de ideologias forjadas em Cuba e na Venezuela. Muito se falou do Centro de Difusão do Comunismo da Universidade Federal de Outro Preto, mas a UFSC também tem o seu. É o IELA (Instituto de Estudos Latino-Americanos), cujos membros são ligados a partidos comunistas e ao Foro de São Paulo. Esse grupo luta abertamente pela construção de um futuro comunista ao Brasil, e a sua destruição em favor da construção da Pátria Grande latino-americana. O símbolo do Foro está estampado em publicações do IELA.

Se o Centro de Difusão do Comunismo foi fechado por fazer propaganda política com recursos públicos, o que é ilegal, o mesmo deveria ocorrer com o IELA, que promove eventos na UFSC como a Semana Paulo Freire ou as Jornadas Bolivarianas, eventos nos quais participam agentes do governo cubano e abertamente ligados ao Foro de São Paulo.

O CDS – Centro de Desportos – da UFSC, no qual ocorre a semana Paulo Freire, bem que poderia se chamar Centro de Difusão do Socialismo (ainda hoje desconfio que a sigla CDS seja isso mesmo).

Como comunismo e perseguição cristã sempre andam de mãos dadas, os setores revolucionários da UFSC não poderiam ficar de fora. Os símbolos cristãos são ofendidos em meio à praça do campus, por estudantes do curso de Artes Cênicas. Ao mesmo tempo, nas salas de aula das ciências humanas, há a hegemonia do sentimento anticristão e do materialismo. O centro de psicologia dá andamento à destruição da moral quando praticamente só se interessa em pesquisar sobre sexualidade.

Os pedagogos da UFSC promovem concursos de cartazes “anti-homofobia” em escolas infantis de Florianópolis, que significa a destruição dos valores que as crianças aprendem em casa e na igreja, e a preparação das novas gerações à aceitação da legalização da pedofilia (a meta última do movimento gay é esta, e não apenas a legalização do casamento homossexual).

As feministas se reúnem anualmente para propagar o ódio ao cristianismo e o fim da família tradicional num evento chamado “Fazendo o Gênero”.

O curso de Direito faz apologia aberta ao governo genocida dos irmãos Castro ao organizar o “Cuba em Foco”.
É um verdadeiro crime intelectual ver como vários setores da UFSC deixaram de fazer ciência para apenas propagar a revolução. A depender de muitos criminosos que atuam nessa universidade sob o título de “pesquisador”, a União Soviética renascerá numa versão tropical e latina.

Atenciosamente,

Antonio Pinho
Editor e articulista do blog UFSC Conservadora.

Fonte

http://ufscon.wordpress.com/2013/10/05/carta-aberta-contra-o-socialismo-na-ufsc/#more-366

A assassina medicina de Cuba

25/08/2013
2 de março – Estas fotos foram tiradas no hospital psiquiátrico de Havana, conhecida como Mazorra, no início de janeiro deste ano e levado para fora da ilha por pessoas que arriscaram suas vidas para mostrar ao mundo o que realmente está acontecendo em Cuba de Fidel Castro.
Estes são alguns dos mais de 40 pacientes que morreram de hipotermia no hospital, quando as temperaturas perto de congelamento atingiu a área onde está localizado Mazorra.
Estes pacientes morreram por causa da negligência dos responsáveis deste hospital, e depois que eles morreram, funcionários do hospital jogou sobre uma mesa, um em cima do outro, como sacos de lixo na lixeira local.
Esta é a saúde fantástico que os cubanos recebem, de acordo com Michael Moore e outros idiotas úteis.
Os pacientes são tratados pior do que os animais. É a crueldade de que o regime brutal que foi a opressão do povo cubano por mais de 51 anos, enquanto o ditador assassinando e os cubanos que oprime é referido como “presidente”, e abraçado por líderes latino-americanos que foram democraticamente eleitos.
Muitas marcas mostram que indicam que os pacientes que foram espancados antes de morrerem.

Fidel Castro saqueou Angola e torturou angolanos

02/05/2013

Fidel Castro saqueou Angola e torturou angolanos


By José Maria e Silva 03/11/2008 At 20:57

Militante de esquerda, simpatizante do PC do B, o escritor angolano Nelson Pestana foi preso político em Angola. Ele conta que a tortura era feita pelo Exército cubano. Segundo ele, Fidel dilapidou o património de Angola, roubando até fábricas que eram levadas para Cuba. O exército cubano chegou a estuprar mulheres

DEPOIMENTO DE NELSON PESTANA, ESCRITOR ANGOLANO DE ESQUERDA

O papel de Cuba em Angola, do meu ponto de vista foi um papel de potência de segundo grau e de colonização. Os cubanos representaram um mercenarismo de Estado. Da mesma maneira que houve a intervenção de outros exércitos, como o sul-africano e o zairense, por parte dos outros movimentos de libertação, Cuba interveio para apoiar o MPLA. E interveio como força expedicionária que se apropriou da riqueza nacional, inclusive porque os cubanos, a uma determinada altura, mandavam no país. Os angolanos eram marionetes nas mãos dos cubanos. O poder angolano de Agostinho Neto dependia da força expedicionária cubana. Tanto é assim que, quando houve uma cisão dentro do MPLA e há um golpe de Estado em 27 de maio de 1977, esse golpe é controlado pelos cubanos, que estão do lado de Neto. São os cubanos que reprimem a tentativa de golpe de estado dessa corrente do MPLA, que era comandada por Nito Alves e que tinha o apoio da União Soviética. Os cubanos tinham interesses próprios, como potência regional de segunda ordem, e, nesse caso, ficaram em lado oposto aos soviéticos.

A intervenção em Angola trazia um desafogo para a própria economia cubana. O internacionalismo é discurso de propaganda. Os cubanos eram pagos e bem pagos, inclusive os soldados, não era só o pessoal civil que era pago. Lembra-me que, numa determinada altura, cada soldado cubano custava mil dólares para Angola, por mês. Era uma factura muito elevada. O internacionalismo era apenas um discurso de legitimação. Essas quantias em dólares pagas aos cubanos deram um desafogo à economia de Cuba, que estava extremamente estrangulada na altura em que eles fizeram a intervenção em Angola. Daí os interesses diferentes de cubanos e soviéticos. Cuba apoiou Neto porque ele dava maior garantia aos cubanos de permanência no país. Cuba chegou a ter 60 mil pessoas em Angola, entre soldados e civis. Não eram os angolanos que diziam: “Agora, precisamos de 20 médicos”. Cuba que mandava 30 médicos. Angola tinha que os aceitar e lhes pagar os salários, além de comprar todo o material que era operado pelos cubanos. Inclusive, antes de Angola estruturar sua própria força repressiva, os cubanos é que torturavam directamente os angolanos.

Os cubanos são idolatrados como internacionalistas, sei que na América Latina eles têm essa imagem, mas, pelo lado da população angolana, eles são vistos como força de intervenção. Eles tiveram as práticas de todas as forças de intervenção, como violação de mulheres, apropriação de fábricas completas. Os cubanos, normalmente, eram os primeiros que chegavam às cidades desertadas pelas forças sul-africanas e de outros movimentos de libertação. Então, os cubanos se apropriavam de tudo aquilo que lhes interessava. Conta-se, inclusive, uma anedota, que acho que tem a ver com a realidade, que, numa primeira viagem de Estado que Agostinho Neto fez a Cuba, ele levou vários ministros, entre eles o ministro da Justiça, que teve a surpresa de ver, em Havana, o carro que lhe tinha sido roubado em Havana. Muitos carros circulavam em Havana com a matrícula “MP”, que significava “matrícula pedida”. Eram carros roubados em Angola, levados para Cuba e, depois, matriculados com uma nova chapa cubana. Mas não foram só carros. Foram roubadas até fábricas. Eram desmontadas as fábricas, postas em barcos e levadas para Cuba, assim como clínicas e hospitais.

 

Os cubanos fizeram uma depredação histórica em Angola, não só porque arrancavam coisas para levar para Cuba, mas também porque quebraram monumentos, alegando que eram alusivos ao colono. E a depredação dos cubanos não foi só na retirada deles, mas assim que chegaram. Era uma depredação organizada. Por exemplo, em Cabinda, que é uma região de floresta, que tem madeiras preciosas, eles cortavam a madeira, punham nos barcos e levavam, simplesmente não pagavam impostos, não pagavam a madeira, não pagavam nada. Faziam uma exploração da madeira, por conta própria, sem qualquer autorização ou acordo entre Cuba e Angola. Os cubanos destruíram a produção de cana-de-açúcar em Angola. Os cubanos comandaram, durante muito tempo, a marinha mercante angolana, e fretavam barcos para servirem à sua própria marinha mercante. E nós pagávamos frete de barcos cubanos que serviam à sua marinha mercante.

Eles fizeram imensas coisas. Há coisas que já estão sendo mais ou menos relatadas por cubanos dissidentes. De qualquer maneira, os cubanos não saíram totalmente de Angola. Saíram as tropas. Muitos deles converteram-se em negociantes e continuam em Angola, com lojas de comércio externo, clínicas, entre outros negócios. Alguns deles são uma força de reserva do próprio regime, porque um general que vira comerciante é sempre general. Há bem pouco tempo, o presidente angolano José Eduardo dos Santos visitou Cuba para um novo incremento da colaboração militar com Cuba. Apesar dos pesares, não temos uma atitude revanchista em relação aos cubanos. Naquilo que eles forem interessantes para Angola, conversamos muito bem, pode haver colaboração com Cuba.

Deixe me dizer que conheci Cuba, em 1981, e o que mais me chocou em Cuba foi o racismo contra os negros, pior do que no Brasil, mas como é uma revolução socialista, fala-se muito de Guevara, esconde-se muito isso. A guerra em África, tanto em Angola como na Etiópia, serviu, também, um bocado à comunidade negra cubana para a sua afirmação, para a sua promoção social, porque não se viam generais negros no Exercito cubano. Passou a haver numa determinada altura, porque a intervenção em África fez com que o discurso de Fidel incidisse sobre a recuperação das raízes africanas cubanas e isso motivou certa promoção da comunidade negra cubana. Há muito tempo que não vou a Cuba, mas, em 1981, quando estive lá, havia um racismo declarado em Cuba, a ponto de um branco não dançar com uma negra. E de eu me interessar por uma mulher que, nas circunstâncias, era negra e ela perguntar-me se eu efectivamente gostava dela, porque achava que um indivíduo com a minha pigmentação não poderia se interessar, de maneira nenhuma, por uma mulher de pele escura. Porque em Cuba havia essa separação, a separação das raças. Eu tinha companheiros cubanos desportistas que não dançavam num baile com brancas, porque se fossem pedir para dançar, elas não aceitavam porque eles eram negros. É um racismo que se pode encontrar mesmo nos textos do José Martí, quando ele fala no nosso “irmão mais novo”, o negro, numa atitude paternalista, que é, também, uma forma de racismo.

 

Costumo dizer aos meus amigos brasileiros, alguns com militância no PT, que Fidel Castro, moralmente, está uns pontos abaixo de Pinochet. Porque Pinochet era um ditador, mas, hoje, pôs a sua cadeira à disposição de um referendo. Fidel Castro, apesar de ter sido aconselhado a fazer o mesmo, até para renovar a sua legitimidade, nunca o fez e continua a manter uma ditadura das mais retrógradas. Mas eu costumo dizer aos meus amigos brasileiros que o nosso ditador é sempre mais simpático que o ditador do outro. O Pinochet era o ditador da direita e, por isso, é aquela besta que reprimiu a república, que matou Allende. Sabemos disso e tenho muito respeito por essa resistência, mas eu vi um resistente do Chile a ir buscar o Pinochet em Londres, para que ele não fosse julgado por Baltazar Garzón. E ele explicava que a democracia tinha sido negociada com esse ditador, que decidiu renunciar ao poder porque perdeu um referendo.

Não tenho simpatia nenhuma por nenhum tipo de ditador, mas, como homem de esquerda, embora de uma esquerda democrática, que não aceita nenhuma forma de coação sobre as liberdades individuais e colectivas, não posso me identificar com um ditador como Fidel Castro. Eu me identifico mais com aqueles a quem ele chama de vendilhões da pátria, que são esses movimentos da sociedade civil que apenas têm a fragilidade de seus corpos para opor ao regime brutal de Fidel Castro. E é um regime verdadeiramente brutal. Não é por acaso que alguns intelectuais de esquerda que até há pouco tempo o apoiavam cortaram relações com ele. O último caso foi o do escritor José Saramago, que escreveu aquela célebre carta aberta.

Conheci Cuba e não vi as grandes conquistas do socialismo que eles vendem. Mas, mesmo que houvesse essas grandes conquistas do socialismo, nada justifica a opressão sobre as pessoas. Não é por um prato de arroz que um ditador qualquer tem direito a impor uma ditadura como a de Fidel Castro. Por isso, acho que o PT teria muito a ganhar demarcando-se desse tipo de ditadura, a não ser que ele concorde com uma política de dois pesos e duas medidas: por um lado, o PT que fez um percurso de 20 anos de luta e chegou ao poder pela legitimidade do voto popular; por outro, o PT que apoia Fidel Castro, um dinossauro que não tem legitimidade nenhuma.

Fidel não aceita pôr o seu poder ao referendo da população cubana, porque acha que isso é invenção do ianque. Mas não é. Ele pode organizar as manifestações que quiser, com a população que quiser, para dizer que aqueles activistas cívicos cubanos que lutam pela liberdade do país não representam ninguém. Mas Ceaucescu, na Romênia, também tinha eleições com 90 por cento de aprovação, mas, de um dia para o outro, caiu e nós depois vimos o que era efectivamente esse poder. No Iraque, Saddam ganhou as últimas eleições que fez com 100 por cento dos votos, mas hoje vemos que as manifestações no Iraque contra a potência ocupante mostram uma pluralidade de movimentos e não 100 por cento em favor do ditador que foi derrubado pela intervenção americana. Fidel não tem, com certeza, 100 por cento da população do seu lado. Mas bastava que houvesse um cubano que pensasse diferente do Fidel para que ele tivesse o direito de pensar diferente.

Voltando ao PT, eu acho que há uma corrente no partido que, efectivamente, não aceita a democracia como modelo a seguir, que se submeteu a ela, nas circunstâncias do Brasil, e que, por isso, poderá ser sempre um risco para a própria democracia brasileira. E eu, não sendo brasileiro, sendo angolano, digo isso com preocupação, porque é normalmente nesses modelos ditatoriais que os nossos ditadores se inspiram. E, por isso, o exemplo brasileiro, nesse capítulo, pode ser um mau exemplo para Angola. E, como tal, eu tenho que me bater para que a própria democracia brasileira se fortaleça e se desenvolva naquele caminho que todos nós desejamos.

http://www.midiaindependente.org/en/blue/2008/11/432662.shtml

 

Yoani Sánchez conta o horror que está passando no Brasil

19/02/2013

El viejo acto de repudio

Quizás ustedes no lo saben –porque no todo se cuenta en un blog- pero el primer acto de repudio que vi en mi vida fue cuando sólo tenía cinco años. El revuelo en el solar llamó la atención de las dos niñas que éramos mi hermana y yo. Nos asomamos a la reja del estrecho pasillo para mirar hacia el piso de abajo.

La gente gritaba y levantaba el puño alrededor de la puerta de una vecina. Con tan poca edad no tenía la menor idea de qué pasaba. Es más, ahora cuando rememoro lo ocurrido apenas tengo el recuerdo del frío de la baranda entre mis dedos y un destello muy breve de los que vociferaban.

Años después pude armar aquel calidoscopio de evocaciones infantiles y supe que había sido testigo de la violencia desatada contra quienes querían emigrar por el puerto del Mariel.

Pues bien, desde aquel entonces he vivido de cerca varios actos de repudio. Ya sea como víctima, observadora o periodista… nunca –vale la pena aclararlo- como victimaria.

Recuerdo uno especialmente violento que experimenté junto a las Damas de Blanco, donde las hordas de la intolerancia nos escupieron, empujaron y hasta halaron los pelos.

Pero lo de anoche, fue inédito para mi. El piquete de extremistas que impidió la proyección del filme de Dado Galvao en Feria de Santana, era algo más que una suma de adeptos incondicionales al gobierno cubano.

Todos tenían, por ejemplo, el mismo documento -impreso en colores- con una sarta de mentiras sobre mi persona, tan maniqueas como fáciles de rebatir en una simple conversación. Repetían un guión idéntico y manido, sin tener la menor intención de escuchar la réplica que yo pudiera darles.

Gritaban, interrumpían, en un momento se pusieron violentos y de vez en cuando lanzaban un coro de consignas de esas que ya no se dicen ni en Cuba.

Sin embargo, con la ayuda del Senador Eduardo Suplicy y la calma ante las adversidades que me caracteriza, logramos comenzar a hablar. Resumen: sólo sabían chillar y repetir las mismas frases, como autómatas programados.

¡Así que la reunión fue de lo más interesante!

Ellos tenían las venas del cuello hinchadas, yo esbozaba una sonrisa. Ellos me hacían ataques personales, yo llevaba la discusión al plano de Cuba que siempre será más importante que esta humilde servidora. Ellos querían lincharme, yo conversar.

Ellos respondían a órdenes, yo soy un alma libre.

Al final de la noche me sentía como después de una batalla contra los demonios del mismo extremismo que atizó los actos de repudio de aquel año ochenta en Cuba.

La diferencia es que esta vez yo conocía el mecanismo que fomenta estas actitudes, yo podía ver el largo brazo que los mueve desde la Plaza de la Revolución en La Habana.

Novos estudos reformulam a História do Brasil

13/02/2013

Novos estudos reformulam a História do Brasil.

Pesquisadores que tiveram acesso a documentos, antes secretos, produziram novas teses sobre a História do nosso país.

O historiador Marco Antônio Villa e o jornalista Leandro Narloch falam sobre o assunto: “A história consagrada nos livros é de esquerda”

O maior sonho dos negros depois de obter a liberdade era…?  Possuir escravos. .

Muitos dos traficantes de escravos para o Brasil eram eles mesmos negros, que não apenas vendiam os escravos para os portugueses na costa africana, mas eram também os donos e a tripulação dos navios que traziam os escravos até o Brasil, açoitando eles pelo caminho até os portos brasileiros, mantendo-os acorrentados em porões imundos, e atirando-os aos tubarões quando já muito fracos – nada muito diferente do que eles já faziam na Africa durante séculos antes.

No final do século XVIII o maior traficante de escravos para o Brasil era um negro. .

Dito isto surge a pergunta: quantos cotistas que estão hoje nas universidades não são eles mesmos descendentes de negros que eram senhores de escravos?

O escravo José Francisco dos Santos conquistou a liberdade. Depois de anos de trabalho forçado na Bahia, viu-se livre da escravidão, provavelmente comprando sua própria carta de alforria ou ganhando-a de algum amigo rico. Estava enfim livre do sistema que o tirou da África quando jovem, jogou-o num navio imundo e o trouxe amarrado para uma terra estranha.

José tinha uma profissão – havia trabalhado cortando e costurando tecidos, o que lhe rendeu o apelido de “Zé Alfaiate”.

No entanto, o ex-escravo decidiu dar outro rumo a sua vida: foi operar o mesmo comércio do qual tinha sido vítima. Voltou à África e se tornou traficante de escravos. Casou-se com uma das filhas de Francisco Félix de Souza, o maior vendedor de gente da África atlântica, e passou a mandar ouro, negros e azeite de dendê para vários portos da América e da Europa.

Foi o fotógrafo e etnólogo Pierre Verger que encontrou, com um neto de Zé Alfaiate, uma coleção de 112 cartas escritas pelo ex-escravo. As mensagens foram enviadas entre 1844 e 1871 e tratam de negócios com Salvador, Rio de Janeiro, Havana (Cuba), Bristol (Inglaterra) e Marselha (França). Em 22 de outubro de 1846, numa carta para um comerciante da Bahia, o traficante conta que teve problemas ao realizar um dos atos mais terríveis da escravidão – marcar os negros com ferro incandescente.

Diz ele:  ‘Por esta goleta [uma espécie de escuna] embarquei por minha conta em nome do sr. Joaquim d’Almeida 20 balões [escravos] sendo 12 H. e 8 M. com a marca “5” no seio direito. Eu vos alerto que a marca que vai na listagem geral é “V seio” mas, como o ferro quebrou durante a marcação, não houve então outro remédio senão marcar com ferro “5”.’ .

Talvez Zé Alfaiate tenha entrado para o tráfico por um desejo de vingança, na tentativa de repetir com outras pessoas o que ele próprio sofreu. O mais provável, porém, é que visse no comércio de gente uma chance comum e aceitável de ganhar dinheiro, como costurar ou exportar azeite.

Havia muito tempo que o costume de atacar povos inimigos e vendê-los era comum na África. Com o tráfico pelo oceano Atlântico, as pilhagens a povos do interior, feitas para capturar escravos, aumentaram muito – assim como o lucro de reis, nobres cidadãos comuns africanos que operavam a venda.

Essa personalidade dupla da África diante do tráfico de escravos às vezes aparece num mesmo indivíduo, como é o caso de Zé Alfaiate. Ex-escravo e traficante, foi ao mesmo tempo vítima e carrasco da escravidão.””

Fidel Castro Rúz – Rei do Tráfico de Drogas da América Latina

04/01/2013

EL EJE CASTRO-NORIEGA

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EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:40 pm

Como dentro de poco, será liberado el narcotraficante Manuel Antonio Noriega; he decidido postear este artículo. Para que no quede en el olvido, la personalidad de este compinche de Castro; muy activo y unido, a aquellos que el sanguinario cubano; asesinó como resultado de la Causa 1 del 89.
                                                                                                                                                                                                                                     EL EJE CASTRO-NORIEGA Foto de una reunión celebrada en la Habana, con la
presencia de Castro, Noriega; y Barba Roja. Durante la misma se planearon, las operaciones de “La selva del Darien”

Durante el mismo período en que se crea el Cartel de Medellín, el general Manuel Antonio Noriega toma el poder en la República de Panamá.

Con el nacimiento del eje Cuba-Panamá-Nicaragua y de los carteles de la droga se conformó una situación muy particular que dio inicio a la más compleja y vasta organización jamás imagina:

la alianza de traficantes, presidentes, generales, guerrilleros; banqueros, contadores y teóricos‑políticos, que, juntos, unirían esfuerzos para obtener ganancias multimillonarias.

El general Omar Torrijos, como jefe de gobierno de Panamá, reinició las relaciones diplomáticas con el régimen cubano, comenzando así un proceso de acercamiento que culminó con la instalación de un entramado comercial de amplias proporciones.

En el período 1974‑1981 las relaciones entre Cuba y Panamá estuvieron regidas por la política exterior de apertura diseñada por el general Torrijos.

La inteligencia checoslovaca había abierto la brecha para el bloque soviético en Panamá, al participar muy al principio en las operaciones cubanas bajo el nombre código de “Pablo”.

En los albores de la década del setenta, las autoridades norteamericanas se hallaban nerviosas por dos elementos que surgían en la superficie del tablero panameño: la relación de Torrijos con Castro, que cada día se hacían más intensas, y la evidente participación del ejército panameño en el narcotráfico que facilitaba el intercambio de drogas por armas para las guerrillas.

El hombre clave en ambas operaciones sería José Martínez, un allegado de Torrijos. El general Torrijos no puso objeción a que compañías cubanas se establecieran en Panamá con el objetivo de operar desde la zona libre de Colón.

El gobierno cubano llegó a convertirse en importante cliente de la “zona libre” y de los comerciantes panameños.

El Departamento América estableció entonces relaciones estrechas con el jefe de las Fuerzas de Defensa de Panamá, Noriega.

En 1975, el capo de los servicios secretos cubanos para el continente, Piñeiro, viajó varias veces a Panamá con el objetivo de asesorar al presidente Torrijos en todo lo concerniente a las negociaciones de los tratados canaleros con los Estados Unidos.

Ese noviembre, Piñeiro encabezaría otra amplia delegación de los servicios secretos cubanos que sostendría negociaciones en Panamá con funcionarios de ese país. Entre ellos figuraba Noriega, Jefe de la Inteligencia panameña. Lenta pero sistemáticamente crecía la hidra.

Según un informe del buró político del partido Nueva Joya de Granada, los cubanos vincularon con la mafia a Unison Whiteman, hombre de confianza de Bishop, durante su estadía en Panamá con motivo de los funerales de Torrijos. Dicho enlace tenía como fin el asegurar algunos componentes vitales para el aeropuerto que construían los cubanos en Granada.

A la muerte de Torrijos asumió el mando de la Guardia Nacional de Panamá el general Rubén Darío Paredes, quien durante el breve lapso de su gestión distanció al gobierno panameño de la influencia de La Habana.

En varias ocasiones, tanto en reuniones públicas como privadas, Paredes expresaría a Castro su oposición a la política del cubano hacia Centroamérica y especialmente hacia Panamá.

La desaparición de Torrijos y los dos años en que Paredes desempeñó el cargo de Comandante en Jefe cambiaron radicalmente la situación panameña con relación al gobierno cubano, coincidiendo también en esta etapa dos elementos importantes en la historia de América Latina: el surgimiento del Cartel de Medellín y el incremento extraordinario del tráfico de armas en Centro y Suramérica.

En Panamá, con el concurso de ramificaciones de izquierda y miembros de los partidos comunistas locales, Cuba crearía las condiciones para inclinar a Noriega hacia una colaboración con La Habana, infiltrando las Fuerzas de Defensa.

En Panamá no existió la necesidad de derrocar al gobierno sobornable de Noriega. Cuba no tuvo que promover allí a ningún conjunto de presión o colectivo insurgente para utilizar el espacio panameño como pedestal seguro y santuario de las operaciones ilegales en el continente que acarreaba entre otros Tony de LaGuardia.

Con el consentimiento del gobierno panameño, los cubanos ensamblaron toda suerte de negocios para sostener las insurrecciones en la comarca, para realizar sus operaciones y burlar el embargo norteamericano, y para perpetrar la transferencia de alta tecnología desde los Estados Unidos al entonces bloque soviético.

En este gran diseño, dos tentáculos cubanos asumirían las riendas de las operaciones: el Departamento MC bajo el puño de Tony de LaGuardia y los espías de Piñeiro.

Por su parte, la insurgencia sandinista había planteado una cooperación más profunda entre los servicios secretos de Cuba y los de Panamá. Noriega facilitó su país para que La Habana estableciese la infraestructura necesaria con que remitir armamentos a los sandinistas.

Las operaciones estuvieron a cargo del agente cubano Luís Hernández Ojeda, el hilo directo con Piñeiro en La Habana. Ya para 1978, el agente de la DEA norteamericana, Avelino Fernández, hacia pública la conexión de Noriega con el tráfico de drogas, y de que Castro estaba específicamente identificado en el mismo desde 1964.

La impecable fachada e infraestructura formada en Panamá descansaba en una combinación de compañías del país conjuntamente con comerciantes cubanos exilados que se prestaron al enjuague con Castro. Esas sociedades estaban ubicadas en Ciudad Panamá y en la zona franca de Colón. Los gerentes de tales negocios disponían de documentación para entrar en los Estados Unidos.

Sería a partir de 1980 que las diligencias del Departamento América en Panamá cobraron un vehemente ímpetu. En 1982, el responsable de los operativos cubanos en Panamá, Luis Hernández, fue reemplazado por el experimentado veterano José Luis Ojalvo, quien había prestado servicios en Colombia hasta el rompimiento de relaciones de Bogotá con La Habana.

Ojalvo sostuvo en Panamá estrechas conexiones con figuras políticas como Marcel Salamín, José Blandón y los hermanos Souza, del Partido del Pueblo.

Así, Panamá se transformó en un sitio de reuniones clandestinas, y de hospitalización y residencia de los miembros del Farabundo Martí de El Salvador. Incluso, el conciliábulo oculto entre el líder Roberto D’Aubuisson, del conservador partido ARENA de El Salvador, con componentes cubanos del Departamento América para negociar el cese de las hostilidades, tuvo lugar en Panamá.

En septiembre de 1982, Piñeiro y Osmani Cienfuegos llegaron a Panamá. Piñeiro coordinaba el narcotráfico por la parte cubana; Cienfuegos se encargaba del aspecto financiero y comercial de las actividades ilícitas.

Estas operaciones se facilitaron ya que quien realmente mandaba en la Guardia Nacional de Panamá era el general Noriega, ya que Paredes estaba más preocupado con su aspiración a la presidencia durante las elecciones de 1984 que en atender su cargo de Comandante en Jefe.

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

El 12 de agosto de 1983, Noriega toma el mando de la Guardia Nacional en sustitución del general Paredes, realizando una extensa purga y colocando a hombres de su confianza en los puntos claves del ejército y del gobierno, de instituciones financieras y de aduanas, de aeropuertos, de embajadas y consulados. Una vez en control absoluto de esta maquinaria, Noriega establece una alianza con Castro sin precedentes en el continente, que incluiría el intercambio de información de inteligencia, operaciones comerciales, el apoyo a insurrecciones, y negocios ilícitos como el narcotráfico.Noriega aportaba a esa relación su larga trayectoria como jefe de la Inteligencia panameña. Ya desde los tiempos del general Torrijos, Noriega había establecido vínculos estrechos con el Ministerio del Interior de Cuba, y muy especialmente con el general Abrantes y la alta oficialidad de ese organismo. Lo mismo había hecho con el jefe del Departamento América, Piñeiro, y con sus cuadros para América Latina y Estados Unidos. Los cubanos también se acercaron a otros oficiales panameños -como el capitán Felipe Camargo, Luís del Cid, Cedeño, Mejías, Cortizo, Madriñán, Luís Córdoba- y al grupo de civiles más cercanos a Noriega.Noriega estableció estrech­as relaciones personales con los sandinistas en medio de la lucha contra Somoza. Una vez en el poder, los hermanos Ortega utilizarán los mismos esquemas organizativos que los cubanos en las operaciones comerciales, políticas y militares. El contacto en Nicaragua sería Humberto Ortega, Ministro de Defensa, y todo el aparato de Seguridad del Estado en manos de Borge y Lenín Cerna.Conforme al testimonio de Blandón, hombre de confianza de Noriega, una parte del sobrante de las armas compradas para los sandinistas, que habían quedado al cuidado de “grupos chilenos” fue vendida por colaboradores de Noriega al M-19 de Colombia.Los agentes de Piñeiro adquirían en la zona franca de Colón equipos de comunicaciones para el uso de las guerrillas de El Salvador y Colombia. Allí tuvo lugar también una vasta convención entre los hombres de Piñeiro y subversivos colombianos como Navarro Wolf, Rosenberg Pabón, y Jaime Batemán; a quienes se les proporcionó documentación falsa y fueron enviados a Cuba4. Valiéndose de sus contactos con la Fuerza de Defensa panameña, los cubanos transfirieron armas a los alzados colombianos; y durante la era de Noriega, emplearon al oficial panameño, Camargo, como su mediador.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

EN LA SELVA DEL DARIENEn reunión sostenida por Noriega en Panamá en 1984 con los jefes del narcotráfico en Colombia se ofreció el pago de la deuda externa panameña a cambio del uso de ese territorio como santuario. Los cabecillas del Cartel de Medellín trasmitieron una similar oferta a las autoridades colombianas a través del ex presidente de Colombia, Alfonso López Michelsen: el pago de la deuda externa si se les dejaba en paz. El Cartel de Medellín se hallaba en dificultades, sobre todo después que la policía colombiana detectara un embarque de éter para procesar cocaína, causando una extensa investigación que resultaría en la destrucción del centro de procesamiento de cocaína más grande del mundo.El Ministro de Justicia colombiano, Rodrigo Lara Bonilla, determinó deportar a los más notorios jefes del Cartel a los Estados Unidos. El Cartel le puso un “contrato” a Rodrigo Lara, provocando así que Pablo Escobar Gaviria (alias el Padrino) los jefes de la familia Ochoa de Colombia, y otros capo tuviesen que huir y buscar refugio. Algunos lo lograrían en Cuba; los más fueron recibidos por Noriega quien les extendió la alfombra de bienvenida.El conocido narcotraficante Carlos Lehder, que en 1991 pasaría a ser testigo principal en el caso contra Noriega en Estados Unidos, dará fe en sus testimonios de que Rodrigo Lara fue asesinado para impedir que revelara las conexiones de López Michelsen con el Cartel, como era su intención. La presencia ilegal del Cartel en Panamá, bajo protección de Noriega, resultó de beneficio para el dictador, quien logró mover hacia su dirección una tajada del negocio de narcóticos. Así fue como el Cartel trasladó parte de sus operaciones a Panamá, enviando un centenar de personas para realizar dichas operaciones, como contadores, abogados, al igual que familiares, que recibieron de Noriega protección y documentación.Irónicamente, los altos jefes del Cartel se mudaron a las casas anteriormente ocupadas por funcionarios estadounidenses del Fuerte Amador cuya propiedad había sido traspasada a Panamá bajo los tratados canaleros. El resto del personal fue hospedado en el Hotel Marriott. Los Estados Unidos, alertados por funcionarios panameños de la existencia de una planta procesadora de cocaína descubierta por indios de la zona del Darién, comenzaron a presionar al general Noriega.Ya las relaciones entre Washington y Noriega atravesaban una etapa difícil; Noriega también enfrentaba conflictos con la oposición interna luego del escándalo de fraude en las elecciones de mayo de 1984. En esta pinza entre el Cartel y Washington, Noriega tendría que enfrentar a uno de los dos. Pero para Noriega, la crisis con el Cartel había comenzado desde finales de 1983, cuando una avioneta en la que viajaba Batemán, jefe del M-19 desapareció en el trayecto entre Colombia y Panamá con $10 millones de dólares.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

Batemán había sido entrenado en Moscú; era, además, amigo íntimo de Castro y de Piñeiro. Batemán deseaba negociar una tregua y quizás una unión entre su movimiento y un escuadrón derechista controlado por el Cartel de Medellín. Noriega negará la existencia del dinero en el lugar del accidente, causando la ira del Cartel de Medellín. Según la testificación de Lehder5, la disputa de Noriega con el Cartel surge porque el panameño exige una tajada mayor de las operaciones, demandando $1 millón por encima de los $5 millones originalmente negociados por ofrecer santuario en territorio panameño al que lo necesitase.Escobar, un hombre brutal que llegó a amasar una inmensa fortuna mala habida, estaba enfurecido por la petición de Noriega. El 20 de mayo de 1984, casi todos los jefes del Cartel (Gustavo Gaviria, Pablo Correa, Alfonso Cárdenas, Escobar y García Rodríguez Gacha) viajaban hacia Panamá para conferenciar con Noriega y llegar a un acuerdo sobre el uso del laboratorio en el Darién. Cuando el Cartel le niega a Noriega su exigencia de dinero, éste ordena a la Fuerza de Defensa Nacional a arrasar el centro de procesamiento de cocaína del Cartel en la jungla de Darién, que se lleva a cabo al día siguiente. Así es como Noriega viola el acuerdo multimill­onario hecho con Escobar.El ataque contra Darién fue un dolor de cabeza; era la acción más imprudente realizada en el negocio de las drogas. Noriega nunca le diría a sus socios de Medellín que les traicionaría para complacer a los Estados Unidos. El 23 de junio, apenas un mes después del destrozo de Darién, Blandón, asesor de confianza de Noriega, volaba a Cuba con Camargo, eventual jefe del G‑2, para discutir el ataque a Darién.Blandón y Camargo se entrevistaron con Piñeiro, quien arregló la entrevista entre los panameños, el Cartel, y Castro. Los intereses del Cartel estuvieron representados por López Michelsen. Castro expresó, según el testimonio de Blandón, que el enfurecimiento de los colombianos por el ataque de Darién era peligroso para Panamá y para todo el mundo6. “El Cartel puede transformar a Panamá en un campo de batalla si Noriega le causa problemas. Sería una lucha entre las fuerzas de defensa y el Cartel”.Blandón dio a entender claramente su sorpresa ante el conocimiento detallado que del Cartel mostraba Castro. El mandatario cubano señaló que los líderes del Cartel estaban ansiosos por ver en libertad a sus miembros detenidos, ya que se corría peligro de que estos engrosaran la lista de testigos contra el Cartel en las cortes de los Estados Unidos. Castro también fue portavoz de las exigencias del Cartel en cuanto a dinero y aviones, así como de un nuevo acuerdo para conducir los negocios.Blandón recibió instrucciones de comunicarle a su jefe en Panamá que en La Habana le esperaba alguien conocido para dichas negociaciones: Michelsen. A su llegada a La Habana el 25 de junio procedente de Nueva York, Noriega, Michelsen y Castro se reunieron para discutir estos pormenores. Noriega partió de regreso a Panamá con una fuerte escolta personal suministrada por Castro. Sin duda, estaba jugando con fuego: negociaba con el Cartel a la vez que traicionaba a los colombianos, había sido sorprendido por los americanos en este juego, y ahora caía en manos de Castro. De acuerdo con la deposición de Lehder, el disgusto del Cartel era máximo, al punto de considerarse planes para eliminar a Noriega. Desde Nicaragua, Piñeiro les recomendará que “no debían actuar de forma violenta”; según Lehder, el problema quedaría resuelto con la devolución de dos millones de dólares por parte de Noriega.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

UN CENTRO DE ESPIONAJEPanamá, con su privilegiada posición geográfica, su centro financiero, la facilidad para crear corporaciones, y la zona libre de Colón, tenía los elementos básicos que requerían los cubanos para una operación en gran escala. Castro hizo de Panamá un eslabón clave en su política de evadir el bloqueo norteamericano; allí establecería su base de operaciones para lograr ingresos en dólares, para la obtención de alta tecnología occidental y para la exportación de ciertos productos de Cuba.A Castro no le importó la carga política que representaba aliarse con Noriega, ya que por el contrario, esa relación representaba una magnífica fuente de divisas. Es por ello que, desde los inicios de las relaciones con Noriega, Cuba definió claramente una estrategia: renunciar a la hegemonía política en Panamá en favor de las prioridades económicas que le ofrecía dicha alianza.Los bancos de Panamá eran aprovechados como estaciones de lavado de dinero. Panamá utilizaba a Luis del Cid en el correo de fondos con El Cartel y de contacto ejecutivo con los cubanos. En esta red de Noriega para el narcotráfico figuraba destacadamente el empresario panameño Enrique Pretelt. Otros dos panameños -Ciro Moscoso y Jaime Tejada- poseían vínculos para la adquisición de medios militares para el ejército de Cuba. Según el mayor de la seguridad cubana, Florentino Azpillaga, Noriega se ocuparía personalmente de comprar armas para Cuba, que luego eran transferidas a los guerrilleros de El Salvador, Honduras y Colombia.Todas las operaciones comerciales de Cuba estarían a cargo del Ministerio del Interior, a través del grupo CIMEX (Actividades de Empresas en el Exterior) que encabezaban Emilio Aragonés y Osmani Cienfuegos. Tony de LaGuardia dirigía este grupo de compañías registradas en Panamá desde su Departamento MC; todas ellas realizaron sus operaciones bajo la protección de Noriega, utilizando únicamente abogados y empresarios no vinculados a grupo alguno del sector de la izquierda panameña.En la actualidad todavía existen corporaciones que operan en coordinación con entidades similares ‑también controladas por los cubanos‑ para evadir el bloqueo económico y para realizar actividades lícitas e ilícitas en otros países. Por ejemplo, cuando se establece la compañía de transporte Caribbean Happy Line Co., en Panamá, ésta será controlada por Carlos Duque, en representación de Noriega, y por Rubén Cuenca Montoto, en representación de los cubanos. Caribbean Happy Line tiene conexiones directas con sus homólogas la Anglo Caribbean Shipping en Londres, la Cariberia en España, la Taíno Shipping en Bélgica y la Reimor S.A., en Méjico; todas ellas controladas por Cuba.En un principio, Noriega les proporcionaba todo tipo de ventaja, desde bandera panameña para sus barcos, hasta pasaporte panameño para los marinos cubanos, servicio de consulado, documentación y asesoría legal. De acuerdo con el Departamento de Comercio de los Estados Unidos, de las 60 compañías pantallas que Cuba operaba en Panamá en 1986, alrededor de 20 participaban en el tráfico de armas hacia las guerrillas latinoamericanas.

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

La compañía CIMEX, realizaba el grueso de tales negocios para lo cual utilizaba el aparato del MC dirigido por el coronel Tony de LaGuardia. Las operaciones políticas estarían supervisadas por el Departamento de América; los contactos militares por el general Abelardo Colomé Ibarra y por Tony de LaGuardia. Para instrumentar esta estrategia, el MININT instaló a sus agentes en Panamá. El encargado de las actividades con la máxima jerarquía del gobierno cubano era Cienfuegos. Compartirá con él estas responsabilidades el jefe del Departamento de América, Piñeiro, y el entonces Ministro del Interior, general Abrantes. El MININT disponía de sus agentes operativos como fachada en la embajada cubana en Panamá; otros espías figurarán en la gerencia de las compañías creadas allí.En 1986 se llevaron a cabo unos insólitos contactos clandestinos entre el servicio secreto israelí -el Mossad- y la inteligencia cubana, por medio de la conexión panameña. En tres ocasiones, el panameño Camargo acompañó al espía israelí Mike Harari a La Habana. Allí el enviado del Mossad expresó a los cubanos que Tel Aviv estaba en disposición de establecer relaciones diplomáticas con Cuba si ésta les ayudaba a localizar criminales de guerra nazi en Paraguay usando los eficientes servicios secretos castristas8.Harari elogió el alto nivel de profesionalismo del espionaje cubano, e incluso sostuvo conversaciones directas con Castro. Harari mantuvo los lazos con los agentes cubanos en Panamá y continuó sus viajes a Cuba hasta 1988; los últimos, los haría escoltado por el capitán Félix Rodríguez.El panameño Camargo, a su vez, se desplazó con elementos del Departamento América a Cuba el 14 de febrero de 1988, donde desarrolló extensos coloquios con el vicepresidente Carlos Rafael, con Piñeiro y con los oficiales José Luis Arévalo, Fidel Martínez y José Félix Rodríguez. Asimismo, se relacionó con el entonces ministro del interior, general José Abrantes9. En agosto de ese mismo año miembros del Departamento América reunieron a 80 empresarios panameños para discutir los pormenores de futuras actividades con La Habana. Entre ellos figuraban el coronel Luis Córdoba y el mayor Gonzalo González quienes fueron escoltados a Cuba.A partir de 1988, personal del Departamento América comenzó a despachar de forma sistemática con la inteligencia de la Fuerza de Defensa panameña. Desde el edificio El Manguito, ubicado en el barrio de El Cangrejo, Camargo y Benjamín Ku por los servicios de Panamá, y Félix Luna por los de Cuba compilaban información de inteligencia y contra inteligencia que luego servía a los cubanos para formular planes10.Luna, probado agente del Departamento América, había relevado a Ojalvo en Panamá en 1984. No obstante, Ojalvo supervisaba desde La Habana las evoluciones del área con la asistencia de Roberto Márquez y Martín Calá. Los agentes del Departamento América se aprovecharon de la desesperación panameña; así comienza a beneficiarse económicamente el plan cubano. Para esos entonces, Noriega ya había designado a Luís Córdoba, Luís Quiel, Darisnel Espino, Ramiro Vásquez Chambonet, Nils Castro y Lucho Gómez para que se entendieran con los cubanos11.Fue así como el Departamento América logró ejercer el control del puerto panameño de Vacamonte, interceptando, desde una flota pesquera cubana anclada permanentemente en el lugar, las comunicaciones del comando sur de los Estados Unidos (SOUTHCOM)12. Para facilitar la coordinación con el general Noriega, Castro ubicó en su embajada a otro puñado de agentes compuesto por Alfredo Pila, Oscar Gutiérrez, Lázaro Mora y Miguel Pérez Cruz. Cuando hacen crisis las relaciones de Noriega con Estados Unidos, a principio de 1988, el Departamento América organizó la transferencia de armas a Panamá para que pudiera ser utilizada por los batallones de la dignidad, en una lucha guerrillera contra una posible ocupación militar norteamericana. Al estallar el escándalo de las armas, la maquinaria de desinformación cubana comenzó a propagar la idea de que Libia, con su ya mala fama internacional, era la proveedora. El mismo mecanismo dio resultado cuando se produjo la transferencia de dinero a Panamá vía Cuba. El dinero provenía de las operaciones de narcotráfico, pero Libia cargó nuevamente con la culpa debido a la malicia cubana.

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

Luna fue reemplazado por Martín Calá en 1989 como jefe de los servicios secretos del Departamento América en Panamá. Con la caída de Noriega, Calá fue expulsado del país y la inteligencia cubana trasladó sus cuarteles generales a Managua para desde allí seguir dirigiendo las operaciones en el Istmo. El personal del Departamento América reubicado en la embajada cubana de Nicaragua se convirtió así un grupo de consejeros políticos. Sin embargo, en 1991, Calá inspeccionó nuevamente a Panamá y es sabido que los miembros del Departamento América siguen explotando el suelo panameño como punto de escala en su labor de espionaje, y como plataforma para la importación de mercancías de los Estados Unidos.A partir de febrero de 1988, Noriega comienza a enfrentar fuertes presiones domésticas e internacionales ante las acusaciones que le hace un Gran Jurado en Miami por tráfico de drogas. De inmediato solicitará ayuda de La Habana; como resultado, un numeroso grupo de altos oficiales de la Seguridad del Estado de Cuba se trasladó a Panamá para asesorarle en esta crisis.Tras su defección en Estados Unidos, el mayor de la aviación panameña, Augusto Villalaz15 expresó públicamente que Castro había enviado 500 toneladas de armas a Noriega para la construcción de una infraestructura paramilitar de defensa que pudiera sostener una guerra de guerrillas en caso de una invasión norteamericana. Asimismo, la inteligencia cubana estableció una unidad política de asesoría a Noriega en Panamá, que fue integrada por Arbessú, Ravelo, Ramiro Abreu Quintana, José Luis Ojalvo y Luís Hernández Ojeda. Por parte de Nicaragua arribarían los altos jefes de la seguridad sandinista Ricardo Wheelock, Julio López y Lenín Cerna.En 1986, cuando The New York Times publicó detalles de las andanzas de espionaje y narcotráfico de Noriega, Castro quiso distanciarse, y denunció en una revista cubana la participación en el narcotráfico de algunos militares panameños encabezados por Noriega. A exigencias del dictador panameño, Castro le defendería de las acusaciones en entrevista televisada por cadena nacional en Panamá.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:44 pm

Fuente: http://www.gadcuba.com/ LasguerrassecretasdeCastro
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:01 pm

La narcodictadura cubanaDado que el gentil público izquierdista suele defenderse (evadir es más preciso) de cualquier acusación apuntando a la paja en el ojo ajeno, cabe otra vez aclarar: Sí, hay gobiernos en todo el planeta y de todo tipo involucrados con el tráfico de estupefacientes y armas. Dicho eso, procedamos a desenmascarar al ídolo revolucionario del Caribe:”¿Habían sido descubiertos unos maleantes dentro de las estructuras de mando de la honorable revolución cubana y se les castigaba por su felonía? Nada de eso. El delito sí, había sido descubierto, pero no por los servicios de inteligencia cubana –que eran los delincuentes–, sino por el Drug Enforcement Administration, la DEA norteamericana que vigila y persigue el narcotráfico en el terreno internacional. Sencillamente, el Gobierno cubano había sido agarrado con las manos en la masa de la cocaína. La DEA tenía las pruebas de la complicidad con el
narcotráfico de la Marina, la Fuerza Aérea, el Ministerio del Interior y hasta del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba. Los cuerpos policiacos estadounidenses habían infiltrado en la operación a un piloto taiwanés, Hu Chang, que el 8 de mayo de 1987 aterrizó en una de las más secretas instalaciones del Gobierno cubano, en un vuelo procedente de Colombia cargado de cocaína. Prueba contundente que reproducía la experiencia previa de dos narcotraficantes cubanoamericanos, Reynaldo Ruiz y su hijo Rubén, vinculados por lazos familiares a un alto oficial de los servicios de inteligencia cubanos, Miguel Ruiz Poo, situado en Panamá. Reynaldo y Rubén, obligados a colaborar con la DEA como modo de reducir las acusaciones que se les formularían por narcotráfico, le habían dado al Gobierno norteamericano todas las pruebas y pistas necesarias para que Castro pudiera ser llevado a los tribunales por sus vínculos con el
tráfico de narcóticos y «lavado» de dinero. No obstante, decidido a presentar el caso de manera totalmente irrefutable, el Gobierno norteamericano comete entonces una increíble estupidez: se propone tenderle una trampa al mismísimo ministro del Interior, el general José Abrantes, y para esos fines saca de la cárcel a un narcotraficante cubano llamado Gustavo Fernández, Papito, que en el pasado había colaborado con la CIA, y le propone una sustancial rebaja de su pena si se presta a montar la celada. El plan –en el que piensan hasta utilizar un submarino– incluye el apresamiento en aguas internacionales de Abrantes y su posterior presentación a los tribunales y a la prensa.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:02 pm

Gustavo Fernández, naturalmente, acepta, pero en un descuido de quienes lo vigilan escapa a La Habana y cuenta todo lo que sabe: va a estallar el escándalo y Castro dejará de ser la heroica figura de la Revolución para convertirse ante los ojos del mundo en un vulgar narcodictador de la categoría del panameño Manuel Antonio Noriega, figura absolutamente desacreditada por aquellas mismas fechas. Esto ocurre entre abril y mayo de 1989.”
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:04 pm

Espero que los valiosos aportantes al foro, dedicados a la busqueda de fuentes. Tengan la prudencia de leer primero el artículo, y de esta manera; evitarse un ridículo.Toño
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por fidelon el Vie Mayo 11, 2007 3:58 pm

TOÑO, muy bueno el informe pero aun te faltan agentes que estaban dentro de la embajada, cubana en panama desde el año 1983, hasta la invasion, conozco a dos marido y mujer. en estos momentos estan jubilados y viven como perros en cuba, se retiraron con los grados de coroneles y tte,coronel respectivamente.