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Petistas lutando por um futuro melhor e combatendo Injustiças Sociais

20/09/2013

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Bolcheviques torturam um oficial inimigo, durante a guerra contra a Polónia, em 1920; o homem foi pendurado nu, de cabeça para baixo, espancado, cortado, empalado e torturado até a morte.

Imagem: FIGES, Orlando. A Tragédia de um Povo, A Revolução Russa – 1891 – 1924. Record, 1999.

Para não perder tempo – Quando falar com um petista – diga de saída: Eu sou reacionário

19/09/2013
Por que a esquerda sempre faz uma oposição histérica a toda e qualquer ínfima medida ou iniciativa que seja por ela tida como “antiprogressista” ou, pior ainda, “reacionária” e contrária ao seu “projeto de poder”?

Os comunistas, ao menos em sua clássica fase leninista, ansiavam por uma revolução violenta e apocalíptica que destruiria o estado capitalista e levaria à ditadura do proletariado. Já os mencheviques — social-democratas ou neoconservadores —, fieis ao seu ideal “democrático”, sempre se sentiram um tanto desconfortáveis com a ideia de revolução, preferindo muito mais a “evolução” gradual produzida pelas eleições democráticas. O estado deve ser totalmente aparelhado por intelectuais partidários e simpatizantes, de modo a garantir a continuidade da longa marcha gramsciana da conquista das instituições culturais e sociais do país.

Daí a desconsideração pelos gulags e pela revolução armada. Por isso o desaparecimento de seus primos (e concorrentes) bolcheviques não ter sido lamentado pelos social-democratas.

A esquerda se torna histérica sempre que percebe a ameaça de uma pequena reversão nesta sua inexorável marcha ao poder total, retrocessos estes que sempre são rotulados, obviamente, de “reações”.

Na visão de mundo tanto de comunistas quanto de social-democratas, a mais alta — desde que “progressista” — moralidade é se mostrar não apenas um defensor, mas também, e principalmente, um entusiasmado fomentador da ‘inevitável próxima fase da história’. É ser a “parteira” (na famosa expressão de Marx) desta fase.

Da mesma forma, a mais profunda, se não a única, imoralidade é ser “reacionário”, ser alguém dedicado a se opor a este inevitável progresso — ou, pior ainda, alguém dedicado a fazer retroceder a maré, a restaurar costumes enraizados, a “atrasar o relógio”.

Quem vai vencer essa guerra? Não se sabe. De que lado está a maioria da população? Certamente perdida, disponível para quem chegar primeiro. A maioria está confusa, vagando de um lado para o outro, dividida entre visões de mundo conflitantes. Ela pode pender para qualquer lado.

Durante suas inúmeras batalhas faccionárias dentro do movimento marxista, Lênin certa vez escreveu que há dois grupos batalhando, cada um formado pela minoria da população, sendo que a maioria está no centro, e é formada justamente pelas pessoas confusas, às quais ele se referiu como O Brejo. A maioria da população hoje está confusa e constitui O Brejo; estas pessoas estão no terreno no qual a maioria das batalhas será disputada. E a metáfora é corretamente militar. Trata-se de uma batalha de vida e morte pelo formato do nosso futuro.

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1292

Morreu o homem que denunciou o horror dos gulags soviéticos

03/08/2008

“‘Fallece Alexandr Solzhenitsin

El escritor y disidente ruso, premio Nobel de Literatura en 1970, ha muerto este domingo a los 89 años””

O Gulag Cubano e o Gulag da Coréia do Norte

04/05/2008

http://historiaeciencia.weblog.com.pt/arquivo/024708.html

 

http://www.therealcuba.com/Page7.htm