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Brutal censura do (des)governo do PT no Google

01/01/2014

Governo Brasileiro é o que mais solicita ao GOOGLE que retire conteúdo.

É cada vez maior o número de pedidos feito pelo governo do Brasil para que o Google remova conteúdos de seu resultado de busca.

   O google publica um relatório de transparência que mostra que nem todas as solicitações são atendidas. Em 2012 o governo do Brasil foi o que mais solicitou remoção de conteúdo, mas somente aproximadamente 20% dos pedidos foram considerados como coerentes e resultaram em retirada parcial ou total de resultados no mecanismo de busca. O governo brasileiro fez 697 (640 justiça e 57 poder execut. etc.) solicitações desse tipo e o fato de somente (aproximadamente) 20% desses pedidos resultarem em ações concretas por parte do google pode indicar tendência ao cerceamento da liberdade de expressão num governo que se auto-intitula como democrático .

Para se ter uma ideia do exagero e dessa tendência ao cerceamento da liberdade de expressão basta verificar os dados sobre outros países. Os EUA fizeram, no mesmo período, apenas 321 solicitações do tipo, e note-se que lá a internet é muito mais abrangente do que aqui. A Alemanha fez apenas 241 solicitações de remoção de conteúdo, sendo que (aprox.) 74% foram atendidas pelo google.

É nítida a preocupação do GOOGLE em relação a censura on-line. Segundo informações de funcionários da empresa, nos últimos quatro anos uma tendência preocupante manteve-se, os governos e autoridades “continuam pedindo para removermos conteúdo político. Juízes solicitam a remoção de informações críticas sobre eles; departamentos de polícia pedem para removermos vídeos ou blogs que lançam luz sobre sua conduta; e instituições locais, como prefeituras, não querem que as pessoas consigam encontrar informações sobre seus processos de tomada de decisão. Essas autoridades muitas vezes citam difamação, privacidade e até mesmo leis de direito autoral para tentar remover discursos políticos dos nossos serviços.”

Descendo a lenha no mal do século – O politicamente correto

02/11/2013
Pensando bem, ser “politicamente correto”, entre outras coisas, significa não mostrar os fatos como eles são, não “dar nomes aos bois”. Vamos a alguns exemplos: o programa Bolsa Família é inatacável. Nenhum político da situação ou da oposição tem a coragem de dizer o que ele é na realidade: um programa que acorrenta ao governo os miseráveis — a quem não se mostra uma saída — para que continuem pagando com o voto a esmola, benesse vendida como sendo do PT, quando é, na verdade, dos impostos, da sociedade.
Ninguém diz que o programa acorrenta os preguiçosos, pela falta de critério na concessão, estimulando a vadiagem, também ela presa eleitoralmente. Nenhum vagabundo, que busca religiosamente seu dinheirinho todo mês na Caixa Econômica, embora possa trabalhar para ganhá-lo honestamente, quer correr o risco de perder a mamata numa mudança de governo. Uma mudança pode redundar em um governo mais criterioso do que o atual (o que não é difícil), e numa revisão desse tipo de prodigalidade.
Prova incontestável, claríssima, de que falta cuidado na distribuição farta dessas bolsas: foram descobertos mais de 2 mil políticos com mandato (na maior parte, mas não na totalidade, vereadores) recebendo, descaradamente, a Bolsa Família, embora embolsassem os vencimentos de agentes políticos, que, sabemos, não são baixos.
Há um precedente aí, que não foi mencionado: quem se candidata a vereador e é eleito nunca é um marginalizado da sociedade, que necessita de assistência pública para a sobrevida. É alguém que tem liderança na sua comunidade, que tem recursos para uma campanha política — que sempre é cara —, que não precisa mendigar — ainda que dinheiro público — para sobreviver. Muito menos precisaria depois de eleito. Pela quantidade dessas concessões, dificilmente conseguirá uma oposição fazer pender a seu favor um prato da balança eleitoral.
Outro exemplo está nas ruas, em qualquer das últimas manifestações: seja numa greve justa de professores, seja num protesto contra um leilão de poços de petróleo. Infiltram-se nessas manifestações grupos constituídos da escória comportamental: vão ali para destruir tudo o que de útil encontram pela frente, desde uma singela lixeira de rua até carros policiais, passando por lojas de veículos, agências de bancos e carros da imprensa. São integrantes de partidos de extrema esquerda, componentes de movimentos sociais marginais como o MST, ladrões ou apenas baderneiros. O “politicamente correto” na imprensa os chama de “manifestantes” ou “ativistas”, quando, na verdade, são bandidos (que até as máscaras, símbolo secular da bandidagem, usam); o “politicamente correto” no governo impede que a polícia os combata com a devida energia (o que, como vemos, os estimula), em nome de uma falsa liberdade; o “politicamente correto” na própria polícia, sempre pressionada, faz com que os poucos presos sejam logo liberados sem maiores consequências (o que é mais um estímulo para o vandalismo). Não conheço nenhum país verdadeiramente civilizado que trate com tal condescendência uma marginalidade como essa que vemos, todos os dias, no noticiário.

As 13 estratégias Comunistas para acabar com o Cristianismo.

12/09/2013

http://www.afecatolica.com/news/as-13-estrategias-comunistas-para-acabar-com-o-cristianismo-/

08/06/2013 10:52

Você poderá analisar 13 estrátegias já utilizadas em outras nações durante Ditaturas Comunistas e verificar o quanto elas se assemelham com ás táticas sendo utilizadas pelo governo que por “mera” coincidência tem o seu número 13!

1. Separar dos seus ‘aliados estrangeiros’ as comunidades protestantes, e desvincular do seu centro romano as instituições católicas. Em vista disto, deveriam ser dispensados todos os Núncios Apostólicos (representantes do Papa) acreditados nos países COMUNISTAS. A razão oficial para tanto era que esses Núncios haviam sido acreditados junto a Governos anteriores aos COMUNISTAS. As Nunciaturas ficaram abertas, como de costume em tais casos, durante certo tempo, mantidas por diplomatas subalternos; mas foram finalmente fechadas, visto que nenhum outro credenciamento de Núncio Apostólico era possível.

2. Decapitar as comunidades locais, caluniando, ao máximo, os seus chefes: entre os católicos, eram assim considerados os Cardeais, os Arcebispos e os Presidentes das Conferencias Episcopais; entre os protestantes, tal ou tal Bispo calvinista ou luterano, cujo prestígio tivesse repercussão nacional. A campanha de calúnias seguiram-se processos e sentenças condenatórias, baseadas em acusações mentirosas. Em certos casos, por motivos táticos, os COMUNISTAS se contentavam com a prisão domiciliar da autoridade religiosa, com proibição de receber visitas e de intervir em atividades pastorais. A coordenação bem planejada desses ataques aparece com muita evidência a quem considera as datas dos processos e das sentenças condenatórias.

3. Destruir a unidade do clero, suscitando o “Movimento dos Padres para a Paz”, aos quais as autoridades civis reservavam as melhores paróquias. Tais sacerdotes eram enviados a todo tipo de reuniões ou manifestações em prol da paz tanto no interior do país quanto no estrangeiro. Seguiam as orientações do Governo, e não as da Santa Sé.

4. Dividir entre si os Bispos privados de seu chefe, sendo então abertamente favorecidos alguns tidos como ‘compreensivos’, e atacados sem tréguas os ‘durões’ e os ‘reacionários’.

5. Romper todos os vínculos que ainda pudessem existir entre os sacerdotes e os fiéis leigos, decretando a dissolução de todas as agremiações religiosas, paroquiais ou de juventude, inclusive as Ordens Terceiras das grandes famílias religiosas: franciscana, dominicana, carmelita, agostiniana.

6. Para evitar todas as modalidades de réplica da Igreja, foram nacionalizados todos os seus bens: terras, propriedades, edifícios, etc.

7. Para melhor ensinar a nova ordem social e a compreensão do socialismo em construção, os diversos governos fecharam os Seminários diocesanos e organizaram Grandes Seminários regionais, cujos professores deviam pedir o Beneplácito das autoridades estatais. A admissão nos Grandes Seminários foi limitada por um numerus clausus (número fechado); a autoridade civil encarregada dos assuntos religiosos é que definia o número exato de Seminaristas que poderiam ser aceitos para cada diocese. Antes da ordenação sacerdotal, o candidato devia pedir o Beneplácito do Governo para tanto. Antes de assumir uma função pastoral (de Vigário até Bispo), todo eclesiástico devia prestar juramento de fidelidade ao regime.

8. Para controlar a fidelidade dos eclesiásticos, em cada República Popular foi criado um Comitê governamental de Assuntos Eclesiásticos, cujos funcionários tinham pleno poder de controle, indo até a revogação da autorização de serviço pastoral quando o interessado caia na desgraça dos funcionários.

9. Para evitar toda influência religiosa sobre a juventude, o ensino do Catecismo foi proibido nas escolas e severamente regulamentado nas paróquias. Era o Comitê de Assuntos Religiosos que definia o número de aulas e o número de alunos matriculados no Catecismo. Ao contrário, o materialismo científico e ateu tornou-se disciplina obrigatória no ensino público desde o grau maternal até as Universidades.

10. Para quebrar o dinamismo do pensamento cristão. Congregações e Ordens Religiosas foram extintas, com exceção das da Polônia e da Iugoslávia em virtude de razões políticas. Na Polônia, durante a ocupação alemã, as Religiosas e os Religiosos, assim como os presbíteros, pagaram pesado tributo por causa da sua fidelidade à pátria. Cerca de seis mil sacerdotes poloneses foram internados em campos de concentração nazistas. Seja mencionado, entre outros, o Pe. Maximiliano Kolbe. — Na Iugoslávia, se o Marechal Tito tivesse fechado as Ordens Religiosas, teria sido acusado de hostilidade para com os croatas — coisa que ele queria evitar a todo preço, pois Tito tinha bom número de problemas com ‘os seus’ croatas. . . Por conseguinte, contentou-se com o extermínio de certo número de Religiosos, enquanto outros foram encarcerados, sempre, porém, ‘por motivos pessoais’. . .

11. Paralelamente à destruição das Ordens Religiosas, as escolas, os hospitais e os pensionatos cristãos foram estatizados. Sob a nova direção, todo o espírito cristão desapareceu dessas instituições. Todo professor que quisesse praticar a sua religião, foi imediatamente dispensado. Também na Polícia e no Exército a prática da religião era severamente proibida; o mesmo ocorria nas repartições públicas, quaisquer que fossem.

12. A fim de que ninguém pudesse protestar contra essas medidas vexatórias ou contra as calúnias, não raro, muito grosseiras, disseminadas contra a fé, a imprensa escrita, radiofônica e televisionada foi estatizada e posta sob o constante controle do Departamento de Ideologia e de Propaganda do respectivo Partido Comunista. Todas as tipografias e editoras sofreram a mesma sorte. Qualquer infrator dessas disposições — autor de folhas volantes clandestinas — era sujeito à pena de dez a vinte anos de trabalhos forçados. Cada máquina datilográfica pessoal era registrada no Departamento de Polícia; antes de poder comprar um mimeógrafo, era preciso que o interessado obtivesse a permissão escrita da Polícia política até 1960; em vários países. . . até o fim da década de 70.

13. Toda crítica ao regime ou ao Governo era passiva de pena. A Polícia política controlava a observância das suas ‘disposições legais’. Até certos vocábulos e certas histórias eram classificadas em categorias sujeitas a penas de um, três, cinco ou até dez anos de prisão ou de campo de concentração.

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Tudo virou pré-conceito – Concluir antes de conhecer – Ninguém faz isso, a menos que seja débil-mental

15/08/2013
Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade.Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.
O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.

No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.

Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos. Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais.

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Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares.
A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana. Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade.

Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.

Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. Nos campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.

Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.

Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.

Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.

Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.

Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.

A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.

Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.

A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?

Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.

A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.

Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.

Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise.

Ideia do PT importada dos EUA – Lavagem cerebral nas crianças desde os 4 anos impossibilitando pais cristãos de ensinarem cristianismo às crianças

17/02/2013

R.C. Sproul faz uma importante denúncia para que os pais cristãos nos EUA reajam ao plano do governo americano de estatizar, por meio das escolas públicas, as crianças de 4 anos. Essa denúncia é necessária.

Mas, o leitor perguntará, o que isso tem a ver com o Brasil? Em 2009, denunciei um plano semelhante (aliás, muito pior) do governo brasileiro, que abaixou a idade de escolarização obrigatória para 4 anos. A lei já foi aprovada, e está agora gravada na Constituição do Brasil. Crianças brasileiras de 4 serão obrigadas a frequentar os templos estatais de ensino, onde aprenderão a prestar culto ao Estado.

E nenhum líder cristão proeminente no Brasil denunciou o plano do governo brasileiro, conforme mostra meu artigo na época:

Escravidão educacional para crianças de 4 anos.

Que o Brasil tivesse alguns líderes como R.C. Sproul. A seguir, artigo da CBN News:

R.C. Sproul: Crianças cristãs não devem estar em escolas públicas

A Casa Branca está propondo que o governo faça parceria com os estados para fornecer financiamento pré-escolar para todas as crianças de 4 anos de idade para famílias de renda baixa e moderada.
Mas um importante escritor e palestrante cristão, R.C. Sproul Jr., disse que acredita que o problema vai muito mais longe do que a etiqueta de preço de um sistema universal de pré-escola.
R. C. Sproul

Ele disse à CBN News que crê que enquanto os cristãos continuarem a permitir que seus filhos recebam treinamento do Estado, os EUA continuarão a ter uma cultura que presta adoração ao Estado.

“Minha convicção é que a educação é sempre e em toda parte religiosa”, disse ele. “Não é surpresa que quando 80 por cento dos pais evangélicos têm seus filhos em escolas do governo que eles vão adotar a religião do governo, que é a adoração ao Estado”.
Sproul discordou da noção de que as escolas públicas estão fracassando, dizendo que elas estão fazendo exatamente o que foram projetadas para fazer.
É por isso que ele crê que os cristãos não deveriam deixar seus filhos na escola pública.
Traduzido por Julio Severo do artigo da CBN News:
 Sproul: Christian Kids Shouldn’t Be in Public School
Fonte: www.juliosevero.com

As 190 principais promessas de Dilma ao Povo – O que ela prometeu ao PT e ao Foro de São Paulo é outra conversa

31/10/2012

ALGUMAS DAS PROMESSAS, COMO PROMOVER O ABORTO é melhor que não as cumpra mesmo.

SAÚDE
1. Melhorar todo o sistema de saúde.
2. Fazer 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas.
3. Construir 8.600 unidades básicas de saúde (UBSs) em todo o país.
4. Universalizar o SUS, garantindo mais recursos para o programa, e ampliar o número de profissionais.
5. Implantar o cartão do SUS, com o registro do histórico dos atendimentos.
6. Ampliar o Saúde da Família.
7. Ampliar as Farmácias Populares.
8. Ampliar o Brasil Sorridente.
9. Ampliar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
10. Valorizar práticas preventivas.
11. Garantir atendimento básico, ambulatorial e hospitalar altamente resolutivo em todos os estados.
12. Melhorar a gestão dos recursos.
13. Distribuir gratuitamente remédios para hipertensão e diabetes. Usar o programa Aqui tem Farmácia Popular.
14. Implantar a rede de prevenção de câncer em todo o país.
15. Ampliar a rede de atendimento para gestantes e crianças de até um ano. Criar clínicas especializadas, maternidades de alto e baixo riscos, UTIs neonatais e ambulâncias do Samu com mini-UTI para bebês, articulando essa rede ao Samu-Cegonha.
16. Articular uma rede integrada pública e privada, custeada pelo SUS, para tratar dependentes de crack. O SUS deverá dar acompanhamento psicossocial após a internação.
17. Dar atenção aos programas de saúde mental, especialmente tratamento de alcoolismo e dependência de drogas.
18. Acabar com as filas para exames e atendimentos especializados.
19. Criar cursos de capacitação para quem atende à população.
20. Ter autossuficiência científica na produção de fármacos.
21. Ampliar a fabricação de genéricos.
PROGRAMAS SOCIAIS E INCLUSÃO
22. Erradicar a miséria e conduzir todos os brasileiros ao padrão da classe média, melhorando a vida de 21,5 milhões de pessoas que ainda vivem na pobreza absoluta. Não foi fixado prazo.
23. Continuar reduzindo as desigualdades.
24. Ampliar programas, em especial o Bolsa Família, e implantar novos.
25. Ampliar o Bolsa Família para famílias sem filhos.
26. Ampliar as iniciativas de promoção de igualdade de direitos e oportunidades para mulheres, negros, populações indígenas, idosos e setores discriminados.
27. Lutar pela inserção plena de portadores de deficiências.
EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO
28. Aumentar para 7% do PIB os investimentos públicos em educação.
29. Erradicar o analfabetismo nos próximos 4 anos.
30. Dar prioridade à qualidade da educação.
31. Construir seis mil creches e pré-escolas.
32. Dar bolsa de estudos e apoio para que os alunos não abandonem a escola.
33. Dar especial atenção à formação continuada de professores para o ensino fundamental e médio.
34. Possibilitar que os professores tenham, ao menos, curso universitário e remuneração condizente com sua importância.
35. Manter um piso salarial nacional para professores. NOTA: Para cumprir uma promessa de campanha feita por Dilma, o Ministério da Educação terá que inaugurar pelo menos 178 creches por mês, ou seja, cinco por dia, até o fim de 2014. Na disputa presidencial de 2010, Dilma afirmou que iria construir 6.427 creches até o fim de seu mandato, mas a promessa está longe de se concretizar.
36. Equipar as escolas com banda larga gratuita.
37. Construir mais escolas federais.
38. Proteger as crianças e os jovens da violência, do assédio das drogas e da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica.
39. Construir escolas técnicas em municípios com mais de 50 mil habitantes ou que sejam polos de regiões.
40. Criar o ProMédio, programa de bolsa de estudo em instituições de ensino médio técnico, nos moldes do Universidade para Todos (ProUni).
41. Criar vagas em escolas privadas também por meio de financiamento com prazos longos e juros baixos. Se o aluno formado prestar serviço civil, terá desconto grande, chegando a 100% se for técnico de saúde.
42. Garantir a qualificação do ensino universitário, com ênfase na pós-graduação.
43. Expandir e interiorizar as universidades federais.
44. Ampliar o ProUni.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
45. Fazer a inclusão digital, com banda larga em todo o país.
46. Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.
47. Dar ênfase à formação de engenheiros.
48. Expandir recursos para pesquisa e ampliar as bolsas Capes e CNPq.
49. Ampliar o registro de patentes.
50. Privilegiar as pesquisas em biotecnologia; nanotecnologia; robótica; novos materiais; tecnologia da informação e da comunicação; saúde e produção de fármacos; biocombustíveis e energias renováveis; agricultura; biodiversidade; Amazônia e semiárido; área nuclear; área espacial; recursos do mar; e defesa.
ESPORTE E LAZER
51. Construir seis mil quadras poliesportivas em escolas públicas com mais de 500 alunos.
52. Cobrir quatro mil quadras existentes.
53. Investir na formação de atletas até 2014.
54. Construir 800 complexos esportivos, culturais e de lazer, em todos os lugares do país.
55. Ampliar o Bolsa Atleta e valorizar o profissional de educação física.
56. Criar o Sistema Nacional de Incentivo ao Esporte e ao Lazer.
COPA E OLIMPÍADAS
57. Fazer dos dois eventos um instrumento de inclusão social de crianças e jovens.
58. Qualificar jovens e adultos para atender às demandas criadas pela Copa do Mundo de 2014.
HABITAÇÃO
59. Vencer o déficit habitacional nesta década.
60. Contratar a construção de mais dois milhões de moradias no programa Minha Casa, Minha Vida.
61. Incluir eletrodomésticos e móveis na segunda fase do Minha Casa, Minha Vida.
62. Continuar a democratizar o acesso à terra urbana e a regularizar propriedades nos termos da lei.
63. Criar uma diretoria ou superintendência na Caixa Econômica Federal para investir em habitação rural.
URBANIZAÇÃO
64. Investir na prevenção de enchentes no país.
65. Gastar R$ 11 bilhões em drenagem e proteção de encostas, para combater problema da ocupação em áreas de risco.
66. Universalizar o saneamento.
67. Investir R$ 34 bilhões em obras de abastecimento de água e saneamento básico.
68. Empenhar-se para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas da população.
SEGURANÇA E DEFESA
69. Construir 2.883 postos de polícia comunitária.
70. Fazer novo modelo de segurança inspirada nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio.
71. Continuar e ampliar o Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci), a Bolsa-formação e o Territórios da Paz.
72. Estimular políticas de segurança integradas entre estados, municípios e União.
73. Incrementar investimentos em infraestrutura nas áreas com maior índice de violência.
74. Fazer uma reforma radical no sistema penitenciário e mudar as leis processuais penais.
75. Reequipar as Forças Armadas e fortalecer o Ministério da Defesa.
76. Fortalecer a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública.
77. Dar mais capacitação federal nas áreas de fronteira e inteligência.
78. Ampliar o controle das fronteiras para coibir a entrada de armas e de drogas.
79. Comprar 10 veículos aéreos não tripulados produzidos em Israel.
80. Lutar contra o crime organizado, especialmente a lavagem de dinheiro, e o roubo de cargas.
TRANSPORTE E INFRAESTRUTURA
81. Modernizar o transporte público das grandes cidades.
82. Investir R$ 18 bilhões em obras de transporte público.
83. Implantar transporte seguro, barato e eficiente.
84. Ampliar o aeroporto Galeão/Tom Jobim, com a conclusão do terminal 2 e melhorias no terminal 1.
85. Fazer novos aeroportos em Goiânia, Cuiabá e Porto Seguro (BA).
86. Ampliar os aeroportos Afonso Pena (Curitiba) e Guarulhos.
87. Fazer nova pista no aeroporto de Confins (Belo Horizonte).
88. Construir o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN).
89. Fazer o trem de alta velocidade (entre Rio e São Paulo).
90. Expandir e construir metrô nas principais aglomerações urbanas.
91. Ampliar o Trensurb em Porto Alegre.
92. Duplicar as rodovias BR-116 e BR-386, no Rio Grande do Sul.
93. Estender a rodovia BR-110 (RN).
94. Duplicar e melhorar as estradas: Manaus-Porto Velho, Cuiabá-Santarém, BR-060 em Goiás, BR-470 em Santa Catarina, BR-381 em Minas (de BH a Governador Valadares), BR-040 (de BH ao Rio).
95. Concluir a Via Expressa em Salvador.
96. Ampliar e modernizar os portos de Salvador, Vitória, Itaqui (MA), Suape (PE) e Cabedelo (PB).
97. Fazer 51 grandes obras viárias, como novos corredores de transporte, mais metrô e veículos leve sobre trilhos.
98. Eliminar os gargalos que limitam o crescimento econômico, especialmente em transportes e condições de armazenagem.
99. Investir em transporte de carga.
EMPREGO E RENDA
100. Continuar reajustando o salário mínimo acima da inflação.
101. Criar as condições para repetir a criação de 14 milhões a 15 milhões de empregos com carteira assinada.
102. Fazer do Brasil um país de pleno emprego.
103. Manter diálogo com os sindicatos para definir as grandes linhas das políticas trabalhistas.
104. Combater o trabalho infantil e degradante, especialmente as manifestações residuais de trabalho escravo.
105. Dar atenção especial ao acesso de jovens e de pessoas de segmentos mais discriminados ao mercado formal de trabalho.
IMPOSTOS
106. Reduzir a zero os tributos sobre investimentos para aumentar a taxa de crescimento do país.
107. Reduzir os impostos cobrados de empresas de ônibus, com obrigação de repasse do benefício para o preço das passagens.
108. Reduzir os impostos sobre empresas de saneamento para impulsionar mais obras de água e esgoto.
109. Reduzir os tributos sobre energia elétrica.
110. Reduzir os impostos sobre a folha de pagamento das empresas para estimular a geração de mais empregos.
111. Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.
112. Incentivar uma reforma para simplificar os tributos, mesmo que seja feita de forma fatiada.
113. Trabalhar para acabar com a guerra fiscal entre os estados.
114. Defender a desoneração da folha de salários. Para não prejudicar o financiamento à Previdência, o Tesouro faria a reposição.
115. Trabalhar para garantir a devolução automática de todos os créditos a que as empresas têm direito. Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.
116. Informatizar o sistema de tributos para alargar a base da arrecadação e diminuir a alíquota. NOTA: O projeto de Reforma Tributária que, segundo a PROMESSA feita por DILMA, reduziria a tributação sobre a folha das empresas, nem sequer chegou a ser debatido.
ADMINISTRAÇÃO
117. Combater a corrupção.
118. Ter critérios tanto políticos quanto técnicos para preencher cargos públicos.
119. Concretizar, com o Congresso, as reformas institucionais, como a política e a tributária.
120. Não promover a reforma da Previdência. Mas pode ser feito um “ajuste marginal”.
121. Fazer o segundo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), com mais força nas áreas de habitação, saúde, educação e segurança.
122. Estimular a parceria entre os setores público e privado.
CONTAS PÚBLICAS
123. Não fazer ajuste fiscal (o clássico, com corte indiscriminado de gastos). Mas não abandonar a estabilidade ou o controle de despesas.
124. Fazer uma reforma do Estado para dar mais transparência ao governo e eficácia no combate à corrupção.
125. Elevar a poupança e o investimento público, estimulando também o investimento privado.
MACROECONOMIA E FINANÇAS
126. Manter o controle da inflação.
127. Manter o câmbio flutuante.
128. Trabalhar para reduzir fortemente os juros. Para isso, reduzir a dívida líquida em relação ao PIB para cerca de 30% em 2014.
INDÚSTRIA
129. Agregar valor às riquezas do país e produzir tudo o que pode ser produzido aqui.
130. Expandir a indústria naval.
131. Construir cinco refinarias, uma delas a Abreu e Lima (PE), com tecnologia de ponta.
132. Defender a abertura do capital da Infraero, mantendo controle estatal.
133. Rever o marco regulatório da mineração, para aumentar a arrecadação de royalties.
PEQUENAS EMPRESAS
134. Criar um ministério para pequenas e médias empresas.
135. Fortalecer a política de microcrédito.
136. Ampliar o limite de enquadramento no Super Simples e no Microempreendedor individual.
137. Estimular e favorecer o empreendedorismo, com políticas tributárias, de crédito, ambientais, de suporte tecnológico, de qualificação profissional e de ampliação de mercados.
PETRÓLEO
138. Defender tratamento diferenciado aos estados produtores na distribuição de royalties de petróleo.
139. Usar os recursos do pré-sal em educação, saúde, cultura, combate à pobreza, meio ambiente, ciência e tecnologia.
140. Com os recursos do pré-sal, tornar o Brasil a quinta maior economia do mundo.
141. Não privatizar a Petrobras e o pré-sal.
OUTRAS FONTES DE ENERGIA
142. Fazer uma política com ênfase na produção de energia renovável e na pesquisa de novas fontes limpas. Construir parques eólicos.
143. Desenvolver o potencial hidrelétrico do país.
144. Ampliar a liderança mundial do Brasil na produção de energia limpa.
145. Expandir o etanol na matriz energética brasileira e ampliar a participação do combustível na matriz mundial.
146. Incentivar a produção de biocombustíveis.
MEIO AMBIENTE
147. Reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia.
148. Ter tolerância zero com desmatamento em qualquer bioma.
149. Incentivar o reflorestamento em áreas degradadas.
150. Antecipar o cumprimento da meta de reduzir as emissões dos gases do efeito estufa em 36% a 39% até 2020.
151. Dar prioridade à economia de baixo carbono, consolidando o modelo de energia renovável.
152. Considerar critérios ambientais nas políticas industrial, fiscal e de crédito.
REFORMA AGRÁRIA E AGRICULTURA
153. Reduzir as invasões no campo.
154. Não compactuar com invasões de prédios públicos e propriedades. Mas não reprimir manifestações de sem terra quando estiverem simplesmente fazendo reivindicações.
155. Intensificar e aprimorar a reforma agrária para dar centralidade na estratégia de desenvolvimento sustentável, com a garantia do cumprimento integral da função social da propriedade.
156. Ampliar o financiamento para o agronegócio e a agricultura familiar.
157. Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores. Vai ampliar inclusive o programa de compra direta de alimentos do agricultor familiar, passando de 700 mil para 1,2 milhão de contemplados. Ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem decisivamente para o superávit comercial.
158. Incluir dois milhões de famílias de pequeno agricultores e assentados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
159. Dar mais apoio científico e tecnológico a organismos como a Embrapa.
IRRIGAÇÃO
160. Fazer 54 obras para melhorar os indicadores de saúde das comunidades ribeirinhas do Norte.
161. Construir sistemas de irrigação no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste.
162. Continuar a transposição das águas do Rio São Francisco.
FAMÍLIA E RELIGIÃO
163. Não mandar ao Congresso ou sancionar qualquer legislação que impacte a religião, como legalização do aborto e casamento homossexual.
164. Tratar o aborto como questão de saúde pública, atendendo às mulheres que tenham feito aborto e que estão com risco de morte.
165. Sancionar o projeto de lei complementar 122 (que criminaliza a homofobia) apenas nos artigos que não violem a liberdade de crença, de culto e expressão e demais garantias constitucionais individuais.
166. Fazer da família o foco principal de seu governo.
167. Não promover iniciativas que afrontem a família.
168. Fazer leis e programas que tenham a família como foco.
169. Defender a convivência entre as diferentes religiões.
170. Manter diálogo com as igrejas.
CULTURA
171. Fortalecer o Sistema Nacional de Cultura.
172. Ampliar a produção e o consumo de bens culturais com base na diversidade brasileira.
173. Dar meios e oportunidades à criatividade popular.
174. Ampliar os pontos de cultura e outros equipamentos.
175. Implantar o Vale Cultura.
176. Fortalecer a indústria do audiovisual nacional e regional em articulação com outros países, sobretudo do Sul.
177. Aperfeiçoar os mecanismos de financiamento da cultura.
178. Fortalecer a presença cultural do Brasil no mundo e promover o diálogo com outras culturas.
MÍDIA E LIVRE EXPRESSÃO
179. Não censurar conteúdo e rejeitar qualquer tentativa de controlar a mídia. Dilma disse que não apoia a criação de conselhos estaduais para acompanhar e fiscalizar a mídia. “Eu não concordo com isso. Eu repudio monitoramento de conteúdo editorial. Eu acho que isso não se pode criar no Brasil”.
180. Dar garantia irrestrita da liberdade de imprensa, de expressão e de religião.
181. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e social.
182. Fortalecer as redes públicas de comunicação e estimular o uso intensivo da blogosfera.
183. Ampliar o acesso aos meios de informação e comunicação por meio da internet, TV aberta e novas tecnologias.
POLÍTICA EXTERNA
184. Ampliar a presença internacional do Brasil, defendendo a paz, a redução de armamentos e uma ordem econômica e política mais justa.
185. Permanecer fiel aos princípios de não intervenção e direitos humanos.
186. Defender a democratização de organismos multilaterais como a ONU, o FMI e o Banco Mundial.
187. Manter a política de Lula, com diversificação de parceiros comerciais.
188. Manter olhar especial para África.
189. Continuar a integração sul-americana e latino-americana e a cooperação Sul-Sul.
190. Prestar solidariedade aos países pobres e em desenvolvimento.

 

http://blogdoescritorruycmara.blogspot.com.br/2011/02/as-190-promessas-de-dilma.html

Quando, na eleição, governos são mostrados como algo que resolve tudo, é hora de lembrar de Ronald Wilson Reagan

15/10/2012

In this present crisis, government is not the solution to our problem; government is the problem.

From time to time we’ve been tempted to believe that society has become too complex to be managed by self-rule, that government by an elite group is superior to government for, by, and of the people. Well, if no one among us is capable of governing himself, then who among us has the capacity to govern someone else? All of us together, in and out of government, must bear the burden. The solutions we seek must be equitable, with no one group singled out to pay a higher price.”

http://www.reagan.utexas.edu/archives/speeches/1981/12081a.htm

Lembrái-vos de 31 de março de 1964 revolução golpe militar Castelo Branco João Goulart comunismo Getúlio Vargas Estado Novo

11/09/2008

Oração do político petista

09/09/2008
“”””””‘Oração do político PeTista

SENHOR,

fazei de mim o instrumento
do golpe na Constituição
para garantir mais uma reeleição…

onde houver mutreta…que eu mostre a maleta;
onde houver gorjeta…que seja minha teta…
que eu tenha dor na munheca de tanto encher a cueca;
em cada licitação…que alguém molhe a minha mão
e que no meu endereço… vença o meu preço;

onde houver crachá… que não falte o jabá…
onde houver ócio…que eu feche o negócio;
onde houver propina, que reservem o da vila campesina
mas sem esquecer do MST, das ONGs e do PT…

onde houver colarinho branco…
que dobre o lucro do banco;
onde houver esquema… cuidado com o telefonema;
e quando tocar o sino… chamem o Genoíno;
se mexerem no meu… que venha o Zé Dirceu
e, se a proposta for chula, lembrai do custo do Lula.

Ó Mestre,
que eu tenha poder para corromper e ser corrompido…
porque é sonegando que se é promovido
e mentindo que se vai subindo…
pois enquanto o povo sofre com imposto e inflação,
o índio passa o facão, o sem terra faz a invasão,
a base aliada entra na negociação
e a gente mete a mão…

E que a pizza seja feita pela vossa vontade
enquanto a grana da publicidade
levar o povo a aceitar nossa desonestidade
como se fosse genialidade…

AMÉM “””””””

BRASILEIRO ANALFABETO POLÍTICO: PT antes e depois da posse – leia de frente para trás e de trás para frente

06/09/2008
BRASILEIRO ANALFABETO POLÍTICO:
APRENDA A LÊR COM O PT…

ANTES DA POSSE:

>Nosso partido cumpre o que promete.
>Só os tolos podem crer que
>não lutaremos contra a corrupção.
>Porque, se há algo certo para nós, é que
>a honestidade e a transparência são fundamentais.
>para alcançar nossos ideais
>Mostraremos que é grande estupidez crer que
>as máfias continuarão no governo, como sempre.
>Asseguramos sem dúvida que
>a justiça social será o alvo de nossa ação.
>Apesar disso, há idiotas que imaginam que
>se possa governar com as manchas da velha política.
>Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
>se termine com os marajás e as negociatas.
>Não permitiremos de nenhum modo que
>nossas crianças morram de fome.
>Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
>os recursos econômicos do país se esgotem.
>Exerceremos o poder até que
>Compreendam que
>Somos a nova política.

DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA!

Des governo petista espiona blogs democráticos

01/08/2008