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Quem disse que a Falha de S. Paulo não presta?

14/11/2013

11/03/2004 – 06h00

África escravizou 1 milhão de brancos, diz historiador

da Reuters, em Washington

Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem.

Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos –entre 10 milhões e 12 milhões–, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa.

”Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial –ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade”, disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State

“Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia.”

Piratas

Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado “Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800” (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte.

Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados.

“Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa”, disse Davis em comunicado.

“A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornam-se claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto.”

Remadores em galés

Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador.

Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas.

Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época.

Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados.

“Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada”, disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença.

Exército vai poder combater e exterminar sem-terras terroristas…… No Paraguay – A gota d´água foi o genocídio de 5 brasiguaios

21/08/2013

21 DE AGOSTO DE 2013 17:45

Modifican la Ley de Defensa

La Cámara de Diputados aprobó este miércoles la modificación de la Ley 1337/99, para que el Poder Ejecutivo pueda disponer de forma inmediata, el uso de las fuerzas militares contra actos de terrorismo, como los protagonizados por el EPP.

Diputados aprobó la modificación.

Diputados aprobó la modificación. / ABC Color

La Comisión de Legislación y la de Asuntos Constitucionales de la Cámara Baja dictaminaron de forma favorable para la modificación de la mencionada ley, lo que dará prerrogativa al Poder Ejecutivo, para ordenar acciones militares con el objetivo de garantizar la seguridad de todos los ciudadanos paraguayos y de la soberanía nacional.

El presidente de la República, con el aval del ministro del Interior y el ministro de Defensa, podría ordenar el accionar militar, según explicaron durante la sesión oridnaria de este miércoles.

La modificación de la ley busca dar mayor fuerza al Estado en su lucha contra el autodenominado Ejército del Pueblo Paraguayo (EPP), responsable de varios asesinatos, entre ellos, el de cinco guardias de seguridad de una estancia en Tacuati el pasado sábado.

Lo que se busca específicamente es la modificación de los artículos 2, 3 y 56 de la ley Nº 1.337/1999 “De Defensa Nacional y Seguridad Interna” y la Nº 4.024/2010 “Que castiga los hechos punibles de terrorismo, asociación terrorista y financiamiento del terrorismo”.

Ahora el proyecto de ley, que fue remitido a Diputados por el Poder Ejecutivo, pasa a Cámara de Senadores, donde existe el compromiso de acompañar la aprobación del documento.

Qual é o perfil de quem usa arma: Os politicamente corretos acham que só malvados e truculentos usam arma:

24/01/2013

A SUIÇA É O PAÍS COM MENOS ROUBO NO MUNDO PORQUE TODOS LÁ USAM ARMA:

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QUAL É O PERFIL DE QUEM DESARMAR O POVO? – Os tiranos e candidatos a tiranos que queirem terem total segurança que não serão apeados do poder:

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There are those in America today who have come to depend absolutely on government for their security. And when government fails they seek to rectify that failure in the form of granting government more power. So, as government has failed to control crime and violence with the means given it by the Constitution, they seek to give it more power at the expense of the Constitution. But in doing so, in their willingness to give up their arms in the name of safety, they are really giving up their protection from what has always been the chief source of despotism government. Lord Acton said power corrupts. Surely then, if this is true, the more power we give the government the more corrupt it will become. And if we give it the power to confiscate our arms we also give up the ultimate means to combat that corrupt power. In doing so we can only assure that we will eventually be totally subject to it. When dictators come to power, the first thing they do is take away the people’s weapons. It makes it so much easier for the secret police to operate, it makes it so much easier to force the will of the ruler upon the ruled.

Ronald Reagan

Column published in Guns and Ammo (1 September 1975)