Posts Tagged ‘golpe militar’

A Estrela Necessária:

18/07/2013

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militares do níger dão exemplo de como lidar com presidentes comunistas

19/02/2010

Um grupo de militares do Niger depôs o presidente e o governo do país.A rádio e a televisão estatais foram de imeidato controladas pelos golpistas que suspenderam a constituição e todas as instituições do Estado.A junta militar, através de um porta-voz, pede agora apoio, para a esta acção que considera “patriótica”.“Apelamos à opinião pública nacional e internacional para que apoie a nossa acção patriótica para salvar o Niger e a sua população da pobreza, da decepção e da corrupção”.Golpe de estado que pode ter sido comandado pelo general Adamou Harouna.Desconhece-se, por enquanto, o destino do presidente Mamadou Tandja, sabendo-se apenas que está sob escolta dos golpistas.Deveria ter terminado o mandato, a 20 de Dezembro. Mas as eleições foram boicotadas. No momento do golpe, estaria reunido com os ministros de um governo em crescente queda de popularidade.As fronteiras foram encerradas por ordem do auto-designado, Supremo Conselho para Restauração da Democracia.Depois de anos de alguma prosperidade, o Niger entrou em depressão económica.Nos últimos tempos, tudo se agravou e as manifestações populares de descontentamento repetiram-se, com frequência.Para esta situação, contribuiu fortemente a quebra do preço do urânio, no mercado internacional.Os militares sempre gozaram de grande influência política.Copyright © 2010 euronews
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Quem foi João Goulart governo goulart presidente deposição revolução de 1964 golpe militar comunismo banco do brasil e joão goulart

05/03/2009

Vou fazer um comentário com as palavras do senhor Carlos lacerda, tirado da revista “O Cruzeiro”:

“De herdeiro de alguns hectares de terra, transformou-se, em poucos anos, em proprietário de mais de 550 mil hectares – uma área igual a quatro vêzes e meia o território da Guanabara.”

E prosseguiu: “Associado do Sr. Wilson Fadul (que por isso foi ser Ministro da Saúde, e não porque seja um cientista), em quatro anos, com dinheiro do Banco do Brasil, e com dinheiro cuja origem não explica, o Sr. João Goulart transformou-se num dos homens mais ricos dêste País, com três bois por hectare em suas fazendas”.

“O Sr. João Goulart é um leviano que nunca estudou – e não estudou porque não quis, não é porque não pôde. E agora, no Govêrno do País, queria levar-nos ao comunismo.”

“Eu o conhecia bem. Mas, como bom democrata, submeti-me à vontade da maioria, quando entrou em vigor a fórmula do Parlamentarismo. Mas o Sr. João Goulart não queria governar. Adulava, de dia, os trabalhadores que condenava ao desemprêgo, de noite. O Sr. João Goulart jurou fidelidade ao Parlamentarismo, para logo em seguida impor o plebiscito, e todo o povo votou. Eu não votei porque achava que o plebiscito era uma palhaçada, e repito que era”.

“Quem quiser fazer reformas deve ter a honestidade de dizer que as fará sem reformar a Constituição. Há necessidades de se fazer reformas, e eu acho que se pode fazer isso sem se mexer na Constituição. Mas o Sr. João Goulart não queria isso. Montou um dispositivo sindical nos moldes fascistas, com dinheiro do Ministério do Trabalho, dinheiro roubado do impôsto sindical, roubado do salário dos trabalhadores, para pagar as manifestações de banderinhas e as farras dos homens do Ministério do Trabalho.”

“Ao mesmo tempo, começou a criar dificuldades para a Imprensa, para os jornais, para o rádio e a televisão, iniciando um processo de escravização dos homens livres que fazem a imprensa do nosso País. Depois de criar as dificuldades, o Sr. João Goulart oferecia-se para resolvê-las, enquanto dava curso ao processo de entreguismo do Brasil à Rússia. O Sr. João Goulart foi o maior entreguista que já teve êste país.”

O ex-Presidente Goulart iniciou o solapamento da autoridade militar, entregando os comandos militares a gente sem prestígio nas Fôrças Armadas. “O desprestígio” “atingiu a todos os setores do Govêrno, os Ministérios Civis e a própria Casa Civil da Presidência, onde estava Darcy Ribeiro, um instrutor de tupi-guarani, que acabou reitor da Universidade de Brasília sem jamais ter sido professor”.

“A Marinha é tão ruim que um cabo pode ser estudante de Direito. Em nenhuma Marinha do Mundo, nem nos Estados Unidos, nem na Rússia – um cabo tem tempo para estudar Direito. E o Sr. João Goulart acobertou, patrocinou, estimulou tôda essa gente, jogando marinheiro contra soldado, farda contra farda, classe contra classe, brasileiro contra brasileiro”.

“Assim, não era possível que Marinha, Aeronáutica e Exército suportassem mais tamanha impostura e tamanha carga de traição.” E concluiu: “Deus é bom. Deus teve pena do povo”.

10 de Abril de 1964

Bibliografia da Revolução de 1964 exército golpe militar regime governos castelo branco médici geisel joão goulart

29/07/2008

Bibliografia

  • _______, História Oral do Exército – 1964 – 31 de março, Biblioteca do Exército Editora, 15 volumes, 2006.
  • ABREU, Hugo de Andrade, O outro lado do poder, Editora Nova Fronteira, 1979.
  • CAMPOS, Roberto de Oliveira, A lanterna na popa, 2 volumes, Editora Topbooks, 1994.
  • CARVALHO, Luiz Maklouf, Coronel rompe o silêncio, Editora Objetiva, 2004.
  • CASTELO BRANCO, Carlos, Os militares no poder, Editora Nova Fronteira, 1976.
  • COUTO, Ronaldo Costa, Memória Viva do Regime Militar, Editora Record, 1999.
  • D´ARAUJO, Maria Celina, CASTRO, Celso, orgs., Ernesto Geisel, Editora Fundação Getúlio Vargas, 1997.
  • FALCÃO, Armando, Tudo a declarar, Editora Nova Fronteira, 1989.
  • IDEM, Geisel – do tenente ao Presidente, Editora Nova Fronteira, 1985.
  • FROTA, Sylvio Frota, Ideais Traídos , Editora Jorge Zahar, 2006.
  • GIORDANI, Marco Pólo, Brasil Sempre, Brasil Sempre, Editora Tchê!, 1986.
  • GORENDER, Jacó, O combate nas trevas, Editora Ática, 1987 .
  • LACERDA, Carlos Frederico Werneck de, Depoimento, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1977.
  • MÉDICI, Roberto Nogueira, Médici – O depoimento, Editora Mauad, 1995.
  • MIR, Luis, A revolução impossível, Editora Best Seller, 1994.
  • ROLLEMBERG, Denise, O apoio de Cuba à luta armada no Brasil – o treinamento guerrilheiro, Editora Mauad, Rio de Janeiro, 2001.
  • USTRA, Carlos Alberto Brilhante, A Verdade Sufocada: A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça, Editora Ser, Rio de Janeiro, 2006.
  • USTRA, Carlos Alberto Brilhante, Rompendo o Silêncio – OBAN DOI/CODI, Editerra Editorial, Brasília, 1987.

Ministério do Planejamento divulga livro dos militares sobre a contra revolução de 1964

05/06/2008

http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=115282