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Carta de um ex homossexual aos jovens. Imperdível!

08/11/2013

Michael Glatze, americano, 35 anos, ex-diretor de uma importante revista LGBT dos E.U.A. e ex-homossexual, para a juventude:

A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.

Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai morreu quando eu tinha 13. Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.

Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14. Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.

Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem. Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.

Em seguida, nasceu a revista Young Gay America(América Gay Jovem). Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revista Young Gay America decolou.

Os gays reagiram com alegria à revistaYoung Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.

Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.

Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.

Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays. Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.

Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.

O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.

A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.

Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.

Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.

Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como ofato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.

Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.

Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso — e realmente orava sobre isso — que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.

Michael Glatze, à esquerda

Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.

A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.

Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo.

O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.

Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total. Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.

O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo. Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.

O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.

Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.

Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda. O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis. A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.

Em minha experiência, “sair do armário” da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.

A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa. É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.

Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”. A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir. Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe. O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.

Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.

Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.

A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres. Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.

Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida. Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.

O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.

A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual. Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.

Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.

Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes. Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria.

Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes. Tenho experiência própria. Conheço a verdade.

Deus nos deu a verdade por um motivo. A verdade existe para que possamos ser nós mesmos. Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.

A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.

Postado em: http://carloslopesshalom.wordpress.com/

As raízes marxistas em Engels e no Manifesto Comunista da Ditadura Gay

07/09/2013

http://www.riposte-catholique.fr/riposte-catholique-blog/points-non-negociables-riposte-catholique-blog/les-racines-marxistes-de-lhomosexualisme

O politicamente correto feminismo deu nisso

07/09/2013

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Tudo virou pré-conceito – Concluir antes de conhecer – Ninguém faz isso, a menos que seja débil-mental

15/08/2013
Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade.Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.
O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.

No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.

Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos. Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais.

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Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares.
A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana. Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade.

Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.

Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. Nos campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.

Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.

Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.

Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.

Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.

Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.

A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.

Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.

A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?

Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.

A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.

Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.

Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise.

Mundo vira de cabeça para baixo: Rússia vira bastião da moralidade cristã: KIT GAY proibido na Russia

11/06/2013

Votação quase unânime da Dieta aprova a proibição de ensinarem as crianças pecarem contra a Castidade.

Não poderá existir na Rússia o KIT GAY nas escolas.

http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/06/11/actualidad/1370975930_590218.html

La Duma rusa acaba de aprobar casi por unanimidad (436 votos en una cámara de 450 diputados) la ley que permitirá sancionar la información sobre “relaciones sexuales no tradicionales”, es decir, no se podrá dirigir a menores informaciones sobre la homosexualidad.

Frente al edificio ha habido hoy martes por la mañana manifestaciones de los activistas en favor de los derechos de gais y lesbianas y la policía ha efectuado cerca de 30 detenciones. Los gais han sido perseguidos y golpeados por representantes de grupos ortodoxos radicales.

“Diputados, proteged al pueblo de los degenerados”, se leía en una de las pancartas frente a la Duma Estatal de Rusia (cámara baja del Parlamento) donde apenas sin discusión se ha aprobado ley que prohíbe la propaganda de la homosexualidad entre los menores de edad. En otra pancarta había dos fotos, una de un desfile militar de soldados eslavos, todos con el mismo gesto marcial, y otra de un desfile de gais. “¿En qué desfile participarán nuestros hijos?”, se preguntaba en el cartel.

El proyecto, que eleva a rango estatal las prohibiciones ya vigentes en San Petersburgo y algunas otras regiones del país, ha cambiado su terminología y se refiere ahora a la propaganda de las “relaciones sexuales no tradicionales”, en lugar de la mención explícita a la propaganda homosexual.

La ley, cuyo origen era un texto más escueto presentado por el Parlamento de Novosibirsk, fue aprobada en primera lectura el 25 de enero pasado. El documento debe después ser aprobado por la Cámara alta (Consejo de la Federación) y firmado por el presidente.

La nueva legislación supone enmiendas en el código de infracciones administrativas que permitirán sancionar a quienes difundan información para formar en los menores “orientaciones sexuales no tradicionales”, o para “presentar como atractivas las relaciones sexuales no tradicionales”. También podrán ser sancionados quienes se dediquen a difundir “la idea tergiversada de que las orientaciones sexuales tradicionales y no tradicionales tienen igual valor social” y quienes “impongan información sobre las relaciones sexuales no tradicionales que provoque el interés por esas relaciones”. Por todos estos conceptos se podrán imponer multas de 4.000 a 5.000 rublos (alrededor de 100 euros) a los sujetos físicos y multas de 40.000 a 50.000 rublos (unos 1.000 euros) a las personas con cargos y multas de hasta 1 millón de rublos o suspensión de actividades durante 90 días a las entidades jurídicas.

Para la segunda y tercera lectura de la ley, el término “homosexualidad” ha sido sustituido por un concepto más amplio y más vago justamente para no hacer propaganda del mismo y, en su lugar, ha aparecido una formula con “más cabida”, según la jefa del Comité de Cuestiones de Familia, Mujeres y Niños de la Duma, Elena Mizúlina. Por su ambigüedad, el nuevo enunciado aumenta las posibilidades de una interpretación arbitraria a discreción de las autoridades.

Es más, la ley hace equilibrios verbales de consecuencias inciertas, al establecer que su objeto es “defender a los niños de la información que hace propaganda de la negación de los valores familiares tradicionales”. “Ahora no vamos ni a poder informar de las realidades de la vida porque en cualquier momento nos pueden acusar de violar la ley”, manifestaba una maestra refiriéndose a sus propias dificultades para alertar a sus alumnos sobre las complejidades humanas. “Una parte de mis alumnos llegan con una actitud llena de prejuicios y despreciativa contra las minorías sexuales. Tengo miedo a que me denuncien, si les explico cómo es la vida”, señalaba.

El documento se inscribe en una serie de leyes restrictivas que cultivan precisamente la ambigüedad, desde la que obliga a las Organizaciones No Gubernamentales con actividades políticas a inscribirse como “agentes del extranjero” (espías), a la que regula los mítines y manifestaciones públicas, pasando por la que castiga las “ofensas a los sentimientos religiosos”.

En el caso de las ONG no se aclara qué se entiende por actividades políticas y los fiscales ponen la etiqueta de “agentes del extranjero” a centros sociológicos, grupos ecológicos y organizaciones de control electoral.

En el caso de la propaganda de las “relaciones no tradicionales”, si el texto de la ley se interpreta al pie de la letra se podría llegar a situaciones bastante absurdas, ya que la expresión “valores familiares tradicionales” podría dar pie a intervenir contra quienes por ejemplo nieguen la familia tradicional musulmana y la poligamia, señalaba una periodista rusa. La nueva redacción del documento es “mucho peor que la redacción aprobada en primera lectura”, señalaba Igor Kochetkov, presidente de la red de gais y lesbianas LGBT.

Los órganos del Ministerio del Interior, es decir, la policía, serán los encargados de poner multas y sanciones, previa decisión judicial, según la diputada Mizúlina, la cual ha subrayado que no se prohíbe la propaganda de la homosexualidad en general entre los adultos y en los clubes especiales.

También se ha aprobado la ley que endurece castigos contra los que ofendan los sentimientos religiosos, con 308 votos a favor, dos en contra y dos abstenciones. Esta ley, aprobada en segunda y tercera lecturas, contempla hasta cinco años de cárcel y multas de 500.000 rublos (más de 4.000 euros) para los que ofendan sentimientos religiosos, y entrará en vigor el 1 de julio.

Es la reacción del parlamento a la actuación de las Pussy Riot en el templo de Cristo Salvador. Además, los que ofendan sentimientos religiosos no podrán ocupar cargos públicos durante dos años. Ambas leyes aprobadas en segunda y tercera lectura. Ahora, pasan a cámara alta y después las firma el presidente.

Passeata do PCF em Paris: Só 17 imbecis. Hoje assumir que é comunista não dá IBOPE, é preciso dizer que é Progressista, ecologista, pacifista…

28/01/2013

PARIS –  27 de janeiro de 2013 – durante a Passeata a favor do casamento gay:

Eu sou do tempo dos comunas machões….

O tambor verde à direita da foto é do lixo reciclável…

Uma boa metáfora da esquerda reciclada.

La Gauche se fout du mariage homo, du droit de vote des étrangers, ELLE VEUT JUSTE DES VOIX ! Sa démarche: draguer toutes les minorité.

27-01-2013: Passeata do Partido Comunista Francês em Paris: Só 17 imbecis. Hoje assumir que é comunista não dá IBOPE, é preciso dizer que é Progressista, ecologista, pacifista...

Criança vai mudar de sexo

18/10/2011

Menino inicia tratamento de mudança de sexo aos 8 anos

01/10/2011 09h00 Da redação
Primeiro como Thomas, agora como Tammy. (Reprodução/Daily Mail

Primeiro como Thomas, agora como Tammy.

Com direito a tratamento à base de hormônios, o menino Thomas Lobel, da Califórnia, está mudando de sexo e vem causando polêmica. Ele, que tem 11 anos e é filho de um casal de lésbicas, iniciou o processo aos 8 anos de idade.

As mães do menino, que agora se chama Tammy, defendem a decisão do garoto, alegando que era melhor iniciar o processo de mudança de sexo já na infância, pois na puberdade tudo seria mais complicado e, nesse período, o número de suicidas com transtorno de identidade é muito maior.

LEIA MAIS: Homem quase sangra até a morte ao tentar mudar de sexo

Segundo Pauline Moreno e Debra Lobel, uma das primeiras coisas que Tammy aprendeu a falar foi “Sou uma menina”. Outro fator decisivo para o incentivo das mães foi o fato de aos 7 anos ele ameaçou mutilar o próprio órgão sexual. Foi aí que o transtorno de gêneros foi diagnosticado e no ano seguinte iniciaram a medicação – implantada em seu braço esquerdo e que impedirá o desenvolvimento de ombros largos, voz grave e pelos faciais no menino.

Segundo informações do Daily Mail, o tratamento hormonal permitirá à Tammy ter tempo de decidir se é isso mesmo o que quer. Caso decida parar de tomar a medicação, será possível passar pela puberdade como um garoto normalmente, sem, inclusive, afetar a sua fertilidade. Mas ao resolver se tornar uma mulher definitivamente, os remédios ajudarão no desenvolvimento de características físicas femininas, como o crescimento de seios.

A cidade de Berkeley, onde Tammy vive, é uma das quatro nos Estados Unidos (Boston, Seatle e Los Angeles são as outras) onde há um hospital com programas para crianças transexuais. Lá elas são assistidas por profissionais de saúde mental, endocrinologistas e pediatras especializados.

Gaycracia em Minas Gerais, Para ninguém dizer que PSDB é de direita: GLBTTS podem usar nome de guerra no governo de Minas Aécia Anastasia

17/10/2011

Travestis e transexuais de Minas vão poder usar nome social em serviços públicos

17/10/2011 16h36
MÁBILA SOARES

http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=132575

Travestis e transexuais de Minas Gerais vão poder usar o nome social no âmbito da administração pública direta e indireta. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Wander Borges, durante a abertura da II Conferência Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT, realizada nesse fim de semana, no Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte.

O decreto 8496, que estabelece a adoção do nome social, foi publicado na edição de sábado (15) do Minas Gerais. O documento foi assinado pelo secretário Wander Borges e pela secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena.

A iniciativa vai possibilitar, por exemplo, a travestis e transexuais serem chamados e identificados pelo nome que se reconhecem e são reconhecidos na sociedade, conforme ocorre com pessoas que são chamadas pelo apelido, como Xuxa e Pelé.

Para a coordenadora Especial de Políticas de Diversidade Sexual, Walkiria La Roche, a medida vai contribuir para diminuir o preconceito e acabar com o constrangimento que travestis e transexuais sofrem, por exemplo, quando vão a uma delegacia.

Conferência
A II Conferência Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT reuniu mais de 400 pessoas de várias cidades mineiras e promoveu um debate intenso durante dois dias. Mais de 80 propostas (50 em âmbito estadual e 30 nacional) foram aprovadas e serão apresentadas no encontro nacional, a ser realizado em Brasília.

O inferno é aqui mesmo: Toda nudez será castigada em San Francisco, cidade do pecado. A nudez como um dos direitos humanos

26/09/2011

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http://www.nytimes.com/2011/09/26/us/san-francisco-nudity-restrictions-provoke-the-nakedly-ambitious.html?_r=1

O Governo do Estado de São Paulo publicou o Decreto nº 55.839, que instituiu o Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia e Promoção da Cidadania LGBT, José Serra combate e é contra a homofobia, Serra fez leis e decretos que protejem e defendem gays, contra homofobia, Em São Paulo do PSDB tucanos e Serra são contra homofobia, Em SP é crime, Serra não é contra gay, São Paulo institui primeiro plano de enfrentamento à homofobia, Serra apoia a diversidade sexual

02/06/2010

Esta nota saiu no diário oficial do estado de são paulo, do dia 2 de junho de 2010, página III. www.imprensaoficial.com.br . É só procurar no calendário na página inicial do site, que vocês acham.

O Governo do Estado publicou o Decreto nº 55.839, que institui o Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia e Promoção da Cidadania LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), primeiro no País a tratar a diversidade sexual de forma exclusiva. A medida, já em vigor, define o plano de trabalho voltado à população LGBT, com metas a serem executadas no biênio 2010-2011, pelas secretarias estaduais da Justiça, de Gestão Pública, Relações Institucionais, Assistência e Desenvolvimento Social, Emprego e Relações de Trabalho, Segurança Pública, Administração Penitenciária, Educação, Saúde, Cultura e Ensino Superior. 

O documento prevê dezenas de ações que visam a assegurar cidadania a quem pertence a esse grupo social, por meio de várias atividades. Haverá cursos de capacitação para o servidor público tomar conhecimento dos direitos LGBT e como essas pessoas devem ser atendidas no serviço público de modo a não configurar homofobia (aversão ao homossexualismo), crime previsto na Lei Estadual nº 10.948/2001.

Situação inédita – Também neste ano, o Governo estadual assinou o Decreto nº 55.588, que trata do uso do nome social, que agora é um direito de transexual e travesti.

Por essa medida, a pessoa deve ser chamada pelo nome que ela está acostumada, que ela gosta, não necessariamente o mesmo que está no registro civil. Numa escola ou trabalho, por exemplo, uma transexual se declara Maria, mesmo que sua certidão aponte nome masculino, ou vice-versa. 

Dimitri Sales, coordenador de políticas para a diversidade sexual, da Secretaria da Justiça, lembra que recentemente uma empresa pública passou por um problema  desses. O funcionário, que seria admitido como estagiário, declarou-se transexual e disse que queria ser chamado por um nome do outro sexo, diferente do que apontava seus documentos.

“O departamento de Recursos Humanos da empresa não sabia como agir naquela situação, inédita até então, e pediu nossa ajuda.

Orientamos que o estagiário tem direito a ser chamado pelo nome que escolher, seu crachá também deverá mostrar esse nome, bem como suas roupas. O banheiro que ele usar deve estar de acordo com sua orientação sexual. Não existe terceiro banheiro, ou é masculino ou feminino, o que determina é a orientação sexual da pessoa”, explica Dimitri.

Além do nome social, o coordenador cita a criação ainda neste ano do Conselho Estadual LGBT, com representantes da sociedade e do Governo estadual, para discutir políticas públicas sobre o tema. 

O Centro de Memória – O Programa de Ação Cultural (Proac), da Secretaria

Estadual da Cultura, vai destinar recursos para projeto e espetáculo que abordem a temática LGBT, em forma de teatro, cinema, dança, musical. Haverá também incentivos para realização de paradas do orgulho gay em todo o Estado. Hoje, aproximadamente 15 municípios já realizam eventos do tipo. O decreto prevê também a capacitação de mão de obra para essas pessoas. Outra novidade, adiantada por Dimitri, é o futuro Centro de Memória LGBT, na capital, a ser instalado em parceria com a Secretaria de Ensino Superior. 

A Secretaria da Justiça imprimiu cerca de 10 mil folhetos e folders sobre os direitos previstos no Decreto nº 55.839, os quais serão repassados para todo o Estado e afixados em estabelecimento comercial, escola, hospital, penitenciária e outros locais de grande circulação de pessoas.

O decreto resulta de uma conferência ocorrida em 2008, na capital, quando diversas reivindicações foram compiladas pelos organizadores. Depois, foi criado o Comitê da Diversidade Sexual, com a presença de representantes das secretarias estaduais envolvidas no assunto. Foram meses de reuniões entre as secretarias até que o texto do decreto fosse elaborado com base nas reivindicações da conferência de 2008 e no que havia até então de ações práticas para o público LGBT, espalhadas por vários órgãos da administração.  

Otávio Nunes da Agência Imprensa Oficial.

crime de ódio x liberdade de expressão: pastor pode dizer que gay vai para o inferno?

26/02/2010

http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=283769

palavra de ex gay

18/05/2009

Sete Coisas Que Eu Gostaria
Que Os Ativistas Pro – Gay Admitissem

Por Bob Davies

(1) Eu queria que eles admitissem que muitas pessoas não são felizes em sua condição homossexual e vivem em conflito interno, por força de suas próprias e legítimas convicções religiosas e morais – e não como resultado das pressões de uma sociedade, por eles chamada de homofóbica, que os imputa culpa por sua não conformidade à ética heterossexual.

Parem de nos aplicar rótulos baratos tipo “homofobia internalizada” a fim de explicar nossas motivações.


(2) Eu gostaria que estas pessoas reconhecessem que homossexuais e lésbicas, podem sim, experimentar mudanças significativas na prática de suas manifestações, inclinações e desejos sexuais, mesmo que alguns jamais venham a ser totalmente heterossexuais em seus pensamentos e sentimentos.

Sejam honestos e admitam que as mudanças são significativas e genuínas, mesmo se não são completas.

(3) Eu queria que eles reconhecessem que a maioria dos ex – homossexuais encontraram um nível de paz e satisfação em suas vidas, jamais vivido enquanto experimentavam um estilo de vida homossexual.

Nem todos os ex-gays são infelizes, nem tão pouco vivem uma vida de miserável repressão sempre tentando satisfazer suas necessidades inconfessáveis sem serem descobertos!

(4) Eu gostaria que estas pessoas reconhecessem que ex-gays e ex-lésbicas podem viver felicidade genuína em uma união heterossexual.

Saibam que a maioria dos ex- gays e lésbicas não busca a união heterossexual como forma de fugir de suas tendências homossexuais. O casamento é para eles, conseqüência natural da solução desta questão em suas vidas.

(5) Eu gostaria que estes críticos reconhecessem que as pessoas têm tanto direito de buscar a heterossexualidade quanto eles têm de buscar sua homossexualidade.

Ex-Gays e Ex-lésbicas não deveriam ser perseguidos, ameaçados e castigados pela comunidade gay por terem tomado a decisão de abandonar a homossexualidade. Digo isto, pois é de conhecimento geral os inúmeros casos de violência verbal e física (linchamentos, ameaças anônimas, agressões na mídia) e até ameaças de bomba, como sofremos em nossa organização: a Exodus Ministries.

(6) Eu gostaria que estas pessoas envolvidas na militância pro – gay parassem de apontar a nossa decisão de abandonar a homossexualidade e ajudar a outros neste sentido como um ato de provocação e ódio dirigido aos gays.

Não odiamos os gays. Nós, simplesmente, optamos por uma vida livre da homossexualidade e desejamos ajudar outras pessoas que querem o mesmo. Não rotulem nossa motivação de forma leviana e nojenta, pois tal atitude é tão injusta e critica quanto aquela que vocês se dizem vítimas.

(7) Eu gostaria que os líderes religiosos pro – gay admitissem que seu endosso aos gays não pode, nem sequer, ser justificado como uma forma de promover valores monogâmicos aos casais gays.

Líder religioso imaginando que uma “união sagrada gay” irá garantir ou promover a fidelidade entre os envolvidos está se enganando ou está tentando dourar a pílula. Muitos, provavelmente a maioria, dos homens e mulheres envolvidos em relacionamentos gays de longo prazo jamais foram monogâmicos.

A infidelidade consentida, ou não, é característica majoritária do estilo de vida homossexual. Vem com o pacote.

Fato é, que a maioria das igrejas gays realmente não disciplina seus membros. Seja em relação à fidelidade, seja em relação à prática sexual antes da “união sagrada”. Ou não serão estes pecados também?

***

Bob Davies é Presidente do Exodus International e ex-gay. Ele é casado a mais de 10 anos.

Tradução: Danilo Fernandes, Genizah

Não deixe de ler

20/03/2009

The Gay Agenda: It’s Dividing the

Family, the Church, and a Nation

(Hardcover)

by Ronnie W. Floyd (Author)

Direitos civis – a luta agora é pelo casamento gay.

10/01/2009

do El pais 10 de janeiro de 2009.

 

 

Los activistas de los derechos de los gays en EE UU afrontan ahora la batalla con la misma convicción, soledad política y sentido histórico que la lucha por la igualdad de los afroamericanos en el siglo XX. La derrota en el referéndum de California sólo ha sido un traspié, creen, en un camino que será duro pero de triunfo inevitable. Las nuevas iniciativas están en la calle, pero sobre todo en los tribunales. Ahí confían en conquistar la igualdad.

Los derechos de los homosexuales

 

Los factores étnico y religioso inclinaron la balanza contra la unión homosexual

Los activistas de California esperan la sentencia que anule el referéndum

Los activistas gays contemplan España como ejemplo y esperanza

Los mormones lograron el apoyo paradójico de sus apestados, los negros

18.000 parejas están en el limbo al perder la consulta sobre matrimonio gay

Confían más en la justicia que en los partidos, contrarios al matrimonio gay

 

 

Molly McKay, de 38 años, se ha casado cuatro veces con su novia de toda la vida, Davina Kotulski. Primero fue en 1998, en una pequeña ceremonia privada que no tuvo valor legal alguno. Dos años después se acogió al programa de uniones de hecho del Estado de California. A principios de 2004 se volvieron a casar en San Francisco, cuando el alcalde de la ciudad, Gavin Newsom, decidió unir a unas 4.000 parejas considerando que el del matrimonio era un derecho fundamental para todas las personas. En menos de un mes, el Tribunal Supremo de California invalidó todos aquellos matrimonios. Finalmente, el pasado mes de septiembre ella y su novia fueron la decimoséptima pareja que se casó en el Ayuntamiento de San Francisco, después de que el mismo Tribunal que le arrebató el derecho al matrimonio en 2004 se lo devolviera en mayo de 2008.

Cuatro ceremonias después, Molly y Davina están al borde del precipicio legal, desde el que contemplan la posibilidad de una nueva licencia de matrimonio vacía de todo contenido. Llevan juntas 13 años. “Después de tanto tiempo, es doloroso pensar que hay quien quiere que seas una ciudadana de segunda”, dice con resignación. “Si el Tribunal Supremo llega a decidir que nuestras licencias son inválidas, será muy duro admitir que hay gente que ha decidido que no tienes la libertad de decidir quién es tu pareja. Davina es la persona más importante de mi vida. Ambas hemos construido una vida juntas. Y sólo queremos tener los mismos derechos y obligaciones que el resto de parejas”.

En su misma situación se encuentran 18.000 parejas homosexuales que el pasado mes de mayo recibieron la bendición de que el Tribunal Supremo de California decidiera que la Constitución de este Estado garantiza el del matrimonio como un derecho constitucional que no se le puede denegar a las personas del mismo sexo. Una amalgama de grupos conservadores decidió que, lo que había decidido la justicia, lo ratificara el pueblo soberano. El mismo día de elecciones en que California eligió a Obama como presidente de EE UU, sus ciudadanos decidieron que los homosexuales no tienen el derecho a casarse.

Estas 18.000 parejas han quedado en un limbo legal. Su esperanza está ahora en convencer a la sociedad de que la suya no es una causa extraña, sino algo muy similar a lo que vivió la población afroamericana de EE UU hace poco más de cuatro décadas, cuando a los negros no se les dejaba casarse con blancos. En aquel momento, como ahora, tampoco los partidos apoyaban la causa de los activistas por la igualdad.

Hoy, ciudadanos como Molly y Davina creen que el que lleva al matrimonio homosexual es un camino inexorable, que se recorrerá en las próximas décadas con la guía y el apoyo de casos que se han convertido en un ejemplo modélico para los activistas gays del mundo, como el de España.

“España es una fuente de inspiración”, comenta Molly. “Los españoles han demostrado ser un pueblo avanzado a su tiempo, en el que se ha abierto un debate sano y racional. Allí ha quedado claro que la igualdad entre las familias es posible, que la diversidad es algo bueno”. En 2005, en España, el presidente José Luis Rodríguez Zapatero ordenó una modificación del Código Civil para permitir que se le atribuyera al matrimonio “los mismos requisitos y efectos cuando ambos contrayentes sean del mismo o de diferente sexo”. Un 66% de la población lo acogió positivamente, según datos del CIS.

En la votación en California del 4 de noviembre, el resultado ha sido más ajustado. Un 52% de los californianos votó a favor de la llamada Proposición 8, que enmienda la Constitución californiana para añadir una sucinta frase: “Sólo el matrimonio entre un hombre y una mujer será válido y reconocido en California”. El 47% votó en contra. La diferencia fue de 600.000 votos, un 5%.

El problema para los activistas homosexuales no es tanto este 5% como la composición demográfica que se aferró a una idea tradicional y conservadora de familia. Según las encuestas a pie de urna realizadas en su día por la cadena de televisión CNN, un 70% de los afroamericanos y un 53% de los latinos votaron a favor de la Proposición 8. “No hay duda de que hubo una mayoría en estos dos grupos étnicos que votó por paralizar el matrimonio gay”, explica Brian Powell, sociólogo en la Universidad de Indiana. La otra esperanza está en el factor edad. Los votantes más jóvenes y con educación universitaria votaron inequívocamente a favor del matrimonio gay. Un 66% de los electores de entre 18 y 29 años votó en contra de la proposición, así como un 64% de las personas en posesión de un título universitario de posgrado.

“Más que nada, se trata de la fe. El hecho de que haya una gran asistencia a los servicios religiosos entre hispanos y afroamericanos ha tenido mucho que ver en el sentido de su voto”, añade este sociólogo. “En una serie de entrevistas que hemos realizado en la Universidad de Indiana hemos descubierto que muchas de estas personas citan pasajes textuales de la Biblia como argumentos en contra del matrimonio gay, sobre todo en la comunidad negra”.

La comunidad afroamericana es fervientemente religiosa. El 57% de los ciudadanos afroamericanos en California acude a la iglesia al menos una vez a la semana. La media de asistencia regular a los servicios religiosos en el Estado es del 42%, según datos de un estudio publicado recientemente por la Universidad de Nueva York.

“Lo dice en la Biblia. Sólo hay un modelo de familia, una forma de sustentar la sociedad. Y ésa es la unión entre un hombre y una mujer. No hay más opciones”, dice Charlene Cothran, una mujer para la que la Biblia es la fuente de toda sabiduría. Según su propio juicio, esta mujer vivió en pecado 29 años y descubrió la fe en 2006. En su anterior vida, Cothran fue una de las más prominentes activistas homosexuales de EE UU. Llegó a dirigir una revista para lesbianas afroamericanas, llamada Venus.

Ahora se denomina a sí misma como una “ex gay”. Su revista ha pasado a ser “un instrumento para difundir la palabra del evangelio”, según ella misma dice. Es una voz para “pedirle perdón a los padres de jóvenes homosexuales, pedirles perdón por el comportamiento de sus hijos”, según ha explicado. “El matrimonio gay es una ofensiva. Es un arma de guerra de los gays para socavar los cimientos de la sociedad, para acabar con los valores tradicionales”. Ése es precisamente el punto de vista de muchos afroamericanos religiosos que votaron el pasado 4 de noviembre a favor de la Proposición 8. Que el matrimonio homosexual no es un derecho civil, porque la homosexualidad no es biológica, sino una opción y un estilo de vida. Que ser gay se elige. Que hay más opciones. Y que dejar que el matrimonio homosexual perviviera en California hubiera sido el principio del fin.

Eso piensa el influyente apóstol y teleevangelista Frederick K. C. Price, que lidera una comunidad de 22.000 fieles en Los Ángeles. Junto con otros 30 pastores, decidió pedir a un grupo de niños que no acudieran a clase un día del pasado mes de octubre y les envió a pedir a ciudadanos afroamericanos que votaran a favor de la Proposición 8, “porque aprobarla sería poner en riesgo el futuro de estos mismos niños”, según dijo aquel mismo día.

“Este asunto ha creado una situación paradójica”, dice el profesor Powell, de la Universidad de Indiana. “El debate sobre el matrimonio homosexual es muy similar al que hubo en los años sesenta sobre el matrimonio interracial. Es extraño pensar que los votantes negros que apoyaron la mencionada proposición están ahora del lado de aquella gente que, años atrás, se hubiera opuesto al matrimonio entre personas de diferente color”. Hasta 1967, el Tribunal Supremo de EE UU no declaró inconstitucionales todas las leyes que prohibían a los blancos casarse con negros.

Entre los extraños compañeros de cama que ha creado la Proposición 8, están los afroamericanos y los miembros de la Iglesia de Jesucristo de los Santos de los Últimos Días, también conocida como la Iglesia mormona, un grupo religioso que prohibió la entrada a su iglesia a los negros hasta el año 1978. Según las enseñanzas de su primer profeta y fundador, Joseph Smith, el tener la piel negra era síntoma de una maldición de Dios. Ahora, los mormones han encontrado en el voto afroamericano un valioso y paradójico aliado.

Mucho del dinero recaudado para financiar la campaña a favor de la Proposición 8 -en total, 36 millones de dólares- provino de donantes mormones. Y en este momento hay una auditoría en marcha para determinar si ha habido fraude, financiación irregular. Y desde el día de las elecciones hay concentraciones de protesta a las puertas de las iglesias mormonas. Algunos activistas gays han pedido que se vote la legalidad del matrimonio entre mormones. En una casa de San Francisco, sobre un promontorio, visible desde buena parte de la ciudad, apareció un cartel gigante, escrito en letras de color fucsia, en el que se leía: “Que se jodan los mormones”.

Además, está el boicoteo. Nadine Hansen, fiscal retirada de Utah y madre de cuatro hijos, decidió sacar del armario a los mormones que han donado dinero para prohibir el matrimonio gay. Creó una página web (mormonsfor8.com) donde se dan nombres y apellidos. “Los mormones son un 2% de la población de California, unas 770.000 personas”, explica Hansen. “Y ellos solos suponen más de la mitad de los donantes que dieron 1.000 dólares o más a esta causa”. Su web se ha convertido en una verdadera penitencia para el restaurante El Coyote, de Los Ángeles. La hija del dueño de este establecimiento, Marjorie Christoffersen, mormona, dio 100 dólares a la campaña a favor de la Proposición 8. Y el restaurante ha sufrido manifestaciones y un boicoteo que ha hecho descender las ventas en un 30%.

Otros mormones han llegado a perder sus trabajos, como Richard Raddon, hasta hace poco presidente del Festival de Cine de Los Ángeles, y Scott Eckern, director artístico del Teatro Musical de California, en Sacramento. Los dos se vieron obligados a dejar sus puestos ante la presión de la comunidad artística.

“Está claro que los activistas homosexuales no van a abandonar esta lucha hasta que no exista la igualdad total”, explica Hansen, que, además, es mormona. Para ella, su particular campaña tiene un sentido trascendental. “Hay encuestas recientes que demuestran que hay personas que votaron a favor de la Proposición 8 y ahora se arrepienten de su voto. Los norteamericanos somos lentos a la hora de alcanzar la igualdad. Pero tarde o temprano acabamos por darnos cuenta de qué es lo correcto”. Al fin y al cabo, en un país católico como España se aprobó el matrimonio gay. “Y el cielo no se desplomó sobre los españoles, ¿verdad?”, añade.

El trazado de este llamado camino hacia la igualdad depende, en gran parte, de la decisión a la que llegue el Tribunal Supremo del Estado el próximo mes de mayo. El día después de las elecciones, diversos ciudadanos particulares e instituciones, como los Ayuntamientos de San Francisco y Los Ángeles, llevaron la Proposición 8 a los tribunales.

Consideraban que prohibir el matrimonio homosexual no era una mera “enmienda” a la Constitución, sino una “revisión” en toda regla del texto legal. Y, legalmente, para realizar una “revisión” de este tipo son necesarios, al menos, los votos de dos tercios del Congreso del Estado. “Creemos que es necesario que el Supremo decida sobre este asunto, porque es un cambio radical y sin precedentes en nuestra Carta Magna”, dice Elizabeth Gill, abogada con la Asociación de Derechos Civiles de América, que tomó parte en una de las demandas. “La Proposición 8 impediría a los tribunales ejercer su obligación de proteger los derechos de las minorías. Para eso no basta con una mayoría simple del 52% de los votos”.

Si el Supremo de California decide que la Proposición 8 es inconstitucional, California se mantendrá como el tercer Estado en el que el matrimonio homosexual es legal, junto con Massachusetts y Connecticut. Sin embargo, 42 Estados definen el matrimonio como la unión exclusiva entre un hombre y una mujer, una treintena de ellos por enmienda constitucional.

Y todavía existe un techo de cristal que romper. “A pesar de que California podría mantener el matrimonio gay, dependiendo de la decisión del Supremo, a nivel federal muchos de los derechos quedan invalidados. El Gobierno federal de EE UU no reconoce el matrimonio homosexual, así que los contrayentes homosexuales no se pueden beneficiar de ventajas concretas en ámbitos como el de conseguir visados o pagar impuestos”, explica Eugene Volokh, profesor de derecho de la Universidad de California.

Puede que, con los años, lleguen un Congreso y un presidente que puedan acceder a un acuerdo para reconocer a escala federal los beneficios que algunos Estados otorgan a las parejas gays. Por ahora, eso parece poco plausible, ya que Barack Obama, como George Bush, se ha mostrado contrario a legalizar el matrimonio homosexual. No hay que olvidar que el Partido Demócrata tampoco estuvo en la batalla de los negros hasta que John Kennedy (1961-1963) y sobre todo Lyndon Johnson (1963-1969) les apoyaron, lo que tuvo enorme un coste electoral en el sur de EE UU.

Por ello, parece más probable que, al final, sea el Tribunal Supremo de EE UU el que lo reconozca como un derecho legítimo, como ha sucedido con la lucha por los derechos civiles y el aborto. En cualquier caso, el camino hacia el matrimonio gay pasa, primero, por las bases. Y en California, los activistas están más dispuestos que nunca a seguir luchando.

Para RENE : entonces crees que el derecho de los negros a subirse y sentarse en el mismo bus que los blancos también deberia votarse y, de no lograr la mayoria, denegarse? No todo se vota. Hay derechos que se ganan luchando, o que simplemente deberian verse reconocidos por el sentido comun. Y no todo puede ser votado por cualquiera. De hecho ahora mismo en EEUU el tema es decidir quien debe votar sobre las bodas gays, si la gente, o el Tribunal Supremo. La democracia es imperfecta y, personalmente creo que, en general, tan solo deberia votar la gente que sea capaz de explicar su voto: seguro que de ser asi elegiriamos rapresentates mas capaces y nos gobernariamos con leyes mas justas

78

Santiago – 10-01-2009 – 20:40:42h

Los homosexuales no queremos el matrimonio por capricho. De hecho a mí no me interesa en absoluto casarme. A otros y a otras sí les interesa. Pero es simplemente una cuestión de igualdad, de no discriminación. En España, ahora mismo yo puedo elegir no casarme, como es mi caso. El supuesto “empecinamiento” que tenemos, como ha dicho alguien por aquí, es de quienes se oponen, pues lo que pretenden es perpetuar discriminaciones muy, muy injustas. Por suerte, en España la mayoría de la población (dos de cada tres personas, según una encuesta del CIS) es de esta opinión. Esto, sinceramente, hace sentirme orgulloso de mi país, entre otras cosas, claro.

77

Tetrix – 10-01-2009 – 19:51:17h

Los gays tb tenemos derecho a casarsnos,sonos personas y no x ello hemos de ser discriminadas.Estamos en el siglo XXI,ya es hora de modernizarse,o es que a caso no conviene?Espero que en los EEUU,legalicen pronto el matrimonio gay. Parte de la culpa son las religiones

76

rosa 65 – 10-01-2009 – 19:36:01h

Siento haber frivolizado con mi respuesta a parrando porque no estamos hablando de sexo sino de parejas que tienen el derecho de poder casarse, creo que la razón de esta prohibicion es mas religiosa que un derecho civil, como siempre por una erronea interpretacion de la palabra de Dios. Estoy totalmente deacuerdo con el comentario de Oscarr 74 porque en definitiva estamos hablando del amor de pareja Y recordad a todos que es un derecho y una verdad universal que todos los hombres y mujeres somos iguales delante de la ley y sobre todo delante de Dios.

75

Montpellier – 10-01-2009 – 18:42:34h

Para 73:::No pienso que todo deba ser “opinable”. Es democràtico que una parte de la poblacion sea excluida de ciertos derechos por su orientacion sexual, porque una mayoria lo decide? A mi no me lo parece, o tal vez hubo un referendum para la emancipacion de las mujeres? Me parece que el concepto de democracia, el del siglo XVIII, hay que revisarlo, ya que seguimos sin tenerlo muy claro…