Posts Tagged ‘frança’

61% dos franceses são favoráveis a um decreto anti-imigração na França

12/02/2017

e, 39% são suicídas.

Front National – A Direita cresce na França – Graças a Deus – o Financial Times repercute:

23/03/2014

Temos que aprender com Marine Le Pen como fazer um partido político de direita.

 

História do município e cidade de Franca, Vila Franca do Imperador,

03/04/2013

história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com os bandeirantes:

A partir dabandeira do Anhanguera , em 1722, que construiu o “Caminho de Goiás”, ou “Estrada dos Goiases” que ligava a cidade de São Pauloaté as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo e passava pela região onde depois surgiu Uberaba-MG.

Começam a surgir, a partir de então, os famosos “pousos” de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar – eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por “Pouso dos Bagres”.[9]

No final do século XVIII, havia dispersos na região vários desses pousos. Em 1779, moravam cerca de uma centena de pessoas, no sertão doRio Pardo pertencente à Vila de Mogi Mirim. Para uma melhor organização do local, foi criada uma Companhia de Ordenanças e nomeado, como seu Capitão, o português Manoel de Almeida. Posteriormente comandou o distrito, a partir de 1804, o Capitão Hipólito Pinheiro.

No início do século XIX, os filhos de Manoel de Almeida (Antônio Antunes de Almeida e Vicente Ferreira de Almeida) doam suas terras para a construção de uma capela, benzida pelo padre Joaquim Martins Rodrigues.

Juntam-se, depois, a essa população mineiros (chamado de geralistas) e goianos, que, devido à decadência da mineração em suas regiões, começam a se instalar no “Belo Sertão do Rio Pardo”, por incentivo do governador-geral da Capitania de São Paulo, António José da Franca e Horta, ao qual se deve o nome da cidade.

Esses pioneiros reivindicaram junto ao governo geral do Brasil a criação de uma freguesia porque a freguesia mais próxima era a de Mogi Mirim, a centenas de quilômetros de distância.

A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca foi criada em 3 de dezembro de 1805, pertencendo ao termo da Vila de Mogi Mirim.

território original da Freguesia da Franca, que fora desmembrado da Vila de Mogi Mirim, abrangia a região de Batatais e estendia-se atéIgarapava e Guaíra e era muito extenso. Foi, porém, bastante reduzido com a criação de novos municípios: Batatais em 1839Igarapava em1873Ituverava e Patrocínio Paulista em 1875São José da Bela Vista em 1948Cristais Paulista em 1959RestingaJeriquara e Ribeirão Corrente em 1964.[10]

Em 1821, é criada por Dom João VI a “Vila Franca Del Rey”, que só foi instalada em 28 de novembro de 1824, sendo o primeiro presidente daCâmara Municipal o Sargento-Mor José Justino Faleiros, tronco da Família Faleiros da região de Franca, empossado, junto com os demais vereadores, no dia 30 de novembro de 1824.

Com a independência do Brasil, passa a se chamar Vila Franca do Imperador, uma homenagem a D. Pedro I do Brasil.

Em 1821, Minas Gerais tenta anexar a região, mas devido à resistência dos francanos, a tentativa falha. Esse episódio está registrado nobrasão da cidade, com a cidade fortificada e o lema “GENTI MEAE PAULISTAE FIDELIS” (Fiel à Minha Grei Paulista).

Em 1838 houve em Franca uma rebelião que ficou conhecida como Anselmada.

Em 1839 é criada a comarca da Franca. Neste ano, Franca perde grande parte de seu território para a criação da Vila de Batatais.

Pela lei provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, Franca é elevada à categoria de município e cidade.

Na década de 1830, francanos, especialmente das famílias Garcia Leal, Correia Neves e da família Souza, iniciaram a povoação da região de Santana do Paranaíba no atual Mato Grosso do Sul.

O município recebeu muitos imigrantes. Com a expansão do café para o Oeste Paulista vêm os imigrantes, sobretudo italianos. A partir destes imigrantes, monta-se a primeira indústria da cidade, calçadista, que desenvolve-se principalmente a partir da década de 1920.

Franca participou da Guerra do Paraguai com os Voluntários da Franca e com o famoso Guia Lopes.

Na década de 1890, Franca passa a ser servida pela Estrada de Ferro Mogiana, mas, no início do século XX, o ramal de Franca foi abandonado e os trilhos retirados porque a Estrada de Ferro Mogiana construiu outro ramal, uma variante, ligando Ribeirão Preto a Uberaba sem passar por Franca.

A cidade empenha-se durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na qual morreram por São Paulo seis cidadãos francanos.

Atualmente, destaca-se no setor da indústria de calçados masculinos, mas as indústrias calçadistas de Franca já estão dando atenção e produzindo também calçados femininos, ainda que, até hoje, o café tenha ativa participação na economia do município.

Novos estudos reformulam a História do Brasil

13/02/2013

Novos estudos reformulam a História do Brasil.

Pesquisadores que tiveram acesso a documentos, antes secretos, produziram novas teses sobre a História do nosso país.

O historiador Marco Antônio Villa e o jornalista Leandro Narloch falam sobre o assunto: “A história consagrada nos livros é de esquerda”

O maior sonho dos negros depois de obter a liberdade era…?  Possuir escravos. .

Muitos dos traficantes de escravos para o Brasil eram eles mesmos negros, que não apenas vendiam os escravos para os portugueses na costa africana, mas eram também os donos e a tripulação dos navios que traziam os escravos até o Brasil, açoitando eles pelo caminho até os portos brasileiros, mantendo-os acorrentados em porões imundos, e atirando-os aos tubarões quando já muito fracos – nada muito diferente do que eles já faziam na Africa durante séculos antes.

No final do século XVIII o maior traficante de escravos para o Brasil era um negro. .

Dito isto surge a pergunta: quantos cotistas que estão hoje nas universidades não são eles mesmos descendentes de negros que eram senhores de escravos?

O escravo José Francisco dos Santos conquistou a liberdade. Depois de anos de trabalho forçado na Bahia, viu-se livre da escravidão, provavelmente comprando sua própria carta de alforria ou ganhando-a de algum amigo rico. Estava enfim livre do sistema que o tirou da África quando jovem, jogou-o num navio imundo e o trouxe amarrado para uma terra estranha.

José tinha uma profissão – havia trabalhado cortando e costurando tecidos, o que lhe rendeu o apelido de “Zé Alfaiate”.

No entanto, o ex-escravo decidiu dar outro rumo a sua vida: foi operar o mesmo comércio do qual tinha sido vítima. Voltou à África e se tornou traficante de escravos. Casou-se com uma das filhas de Francisco Félix de Souza, o maior vendedor de gente da África atlântica, e passou a mandar ouro, negros e azeite de dendê para vários portos da América e da Europa.

Foi o fotógrafo e etnólogo Pierre Verger que encontrou, com um neto de Zé Alfaiate, uma coleção de 112 cartas escritas pelo ex-escravo. As mensagens foram enviadas entre 1844 e 1871 e tratam de negócios com Salvador, Rio de Janeiro, Havana (Cuba), Bristol (Inglaterra) e Marselha (França). Em 22 de outubro de 1846, numa carta para um comerciante da Bahia, o traficante conta que teve problemas ao realizar um dos atos mais terríveis da escravidão – marcar os negros com ferro incandescente.

Diz ele:  ‘Por esta goleta [uma espécie de escuna] embarquei por minha conta em nome do sr. Joaquim d’Almeida 20 balões [escravos] sendo 12 H. e 8 M. com a marca “5” no seio direito. Eu vos alerto que a marca que vai na listagem geral é “V seio” mas, como o ferro quebrou durante a marcação, não houve então outro remédio senão marcar com ferro “5”.’ .

Talvez Zé Alfaiate tenha entrado para o tráfico por um desejo de vingança, na tentativa de repetir com outras pessoas o que ele próprio sofreu. O mais provável, porém, é que visse no comércio de gente uma chance comum e aceitável de ganhar dinheiro, como costurar ou exportar azeite.

Havia muito tempo que o costume de atacar povos inimigos e vendê-los era comum na África. Com o tráfico pelo oceano Atlântico, as pilhagens a povos do interior, feitas para capturar escravos, aumentaram muito – assim como o lucro de reis, nobres cidadãos comuns africanos que operavam a venda.

Essa personalidade dupla da África diante do tráfico de escravos às vezes aparece num mesmo indivíduo, como é o caso de Zé Alfaiate. Ex-escravo e traficante, foi ao mesmo tempo vítima e carrasco da escravidão.””

Vivi para ver: Carteirinha do PCF, o partidão francês, sem a Foice e sem o Martelo

10/02/2013

sem foice

Alunos comunistas dominam a Unesp: Em Franca-SP expulsam o Príncipe Herdeiro do Campus

05/09/2012

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05/09 – Dois minutos de ódio

Bom Bertrand de Orleans e Bragança

Escrito por Leonardo Bruno – Artigos – Movimento Revolucionário 01/09/2012 Jovens imbecilizados pelos dogmas comunistas que imperam nas universidades brasileiras agrediram a Dom Bertrand de Orleans e Bragança e a seu assessor, José Carlos Sepúlveda da Fonseca, em evento realizado na Unesp, em Franca, na última terça-feira (28), gritando slogans stalinistas. “Para que o mal triunfe, é só preciso que os homens bons não façam nada”. Edmund Burke (1729-1797)

Tive o prazer de conhecer Dom Bertrand de Orleans e Bragança em uma de minhas viagens a São Paulo.
Fui bem recebido por um senhor de semblante austero, porém, de trato muito amistoso e gentil, e passamos horas conversando sobre vários assuntos: história, política, religião católica e os problemas do Brasil. texto completo
O homem com quem dialoguei nutria um profundo senso de dever e patriotismo que raramente encontramos no país. Era um aristocrata por excelência, um homem que encarnava as virtudes como um dever. E também conhecedor de uma extraordinária cultura histórica.
No desenrolar de nossos diálogos, fiz uma pergunta: o que é herdar o legado do príncipe? E ele me respondeu, basicamente, como um serviço, uma responsabilidade, um débito em prestar contas a Deus, ao país e aos altos valores que defendia. Sentia-se com a consciência tranquila por conta desses encargos.
Cabe lembrar: Dom Bertrand é descendente da família que praticamente criou o Brasil tal como existe, a Real Casa de Bragança, que fincou as bases da nossa nacionalidade e independência política. Na verdade, Dom Bertrand tem no sangue o patrimônio que é o próprio país.
A história de sua família se confunde com a história de Brasil, Portugal e de praticamente toda a civilização europeia. Dos Braganças aos Habsburgos, dos Bourbons aos Saxe-Coburgo, todo o peso de uma tradição está nas raízes de sua existência.
O Brasil está no seu sangue, como Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Holanda e toda a Europa incluída, aquela Europa civilizadora, cristianizadora, que espalhou a grandeza do seu legado para o mundo. O Brasil é produto da herança de uma grande família real, unida a toda a família brasileira.
Se a monarquia brasileira deu exemplos gloriosos de estadistas como Dom Pedro II, homem sábio e erudito e cultor de livros e idiomas, a república brasileira atualmente nos lega líderes grosseiros, iletrados, demagogos e vulgares.
Nos últimos dez anos, um apedeuta presunçoso, corrupto e espertalhão e uma presidente, cuja fama é a de praticar terrorismo e assaltar bancos, assolam o país. A desmoralização das instituições é um caso sério. Entidades públicas, como o Judiciário e o Legislativo, estão contaminadas pela agenda totalitária de um partido que ousa subverter o Estado de Direito. E tais políticas afetam ao povo de tal forma, que raramente se viu um rebaixamento tão completo da moralidade de um país.
Um exemplo desta decadência foi a agressão que o Príncipe Dom Bertrand sofreu na UNESP da cidade de Franca, no dia 28 de agosto de 2012, quando faria uma palestra sobre a história do Brasil. Baderneiros fanáticos de extrema-esquerda atacaram o pobre senhor e sob ameaças, gritarias e ofensas, tentaram expulsá-lo numa instituição que deveria ser uma casa do saber e da tolerância. Aos gritos de “fascistas, não passarão”, os estudantes revelaram seu espírito stalinista básico, bem ao gosto do despotismo soviético. Para quem não sabe, “no pasarán” foi o brado de guerra da comunista Dolores Ibarurri, “la pasionária”, velhíssima e fiel capataz de Stálin e do Partido Comunista Espanhol, na guerra civil espanhola. A felicidade da Espanha é que os franquistas “passaram” e salvaram o país da destruição. E quem é que não sabe que o esqueminha mental do rótulo de “fascista” foi francamente democratizado pela propaganda comunista, aos agrados do tiranete da Geórgia? Se alguém não é comunista, certamente é um fascista, na lógica desses energúmenos. Ou mais, eles hostilizam a democracia pelos mesmíssimos métodos fascistas que acusam nos outros. Lênin já dizia: acuse nos outros aquilo que você é! Em matéria na Revista Carta Capital, uma dessas lunáticas dizia: “Queríamos entender a razão para convocar para o ambiente universitário uma pessoa que é contra a reforma agrária e a favor de uma monarquia.”
A pergunta que não quer calar é: será que ela quis entender mesmo, gritando como uma louca do manicômio judiciário?
Só é possível entender algo ouvindo o outro lado. Provavelmente, na cabecinha dessa idiota, não existe algo como debate político ou liberdade de expressão.
A universidade deve ser um gigantesco e monolítico partido único, representando tão somente as ideologias estéreis e fanatizadas do seu grupelho partidário.
Questionar o engodo da reforma agrária? Defender a monarquia? Que absurdo! O credo de esquerda, por mais mentiroso que seja, é um dogma infalível e inquestionável. O sequestro do mundo acadêmico pelas esquerdas mais parece disputa de bandoleiros para dominar um bairro. Ou de traficantes querendo controlar a favela.
Não deixa de ser curioso: eles são contra a propriedade, mas querem se apropriar de um ambiente público, que é a universidade. Na República de Weimar, os comunistas alemães não disputavam na pancadaria os bairros da Alemanha, contra os SA nazistas e os pupilos dos Reichbanner sociais-democratas?
Por que seria diferente aos totalitários comunistas daqui? A diferença é que aqui eles disputam espaço contra a democracia. Querem destruí-la sem qualquer tipo de oposição. A partir das universidades, os delinquentes querem dominar o país.
Confesso-me surpreso em ver o quanto a vida imita a arte. Tais cenas de vandalismo me lembraram daquela imagem terrível que lemos no romance de George Orwell, 1984, uma das leituras da minha adolescência. Li a obra quando tinha 16 anos, em dois dias, de tão eletrizante que era aquele mundo imaginário sombrio descrito pelo brilhante escritor inglês.
Na narrativa havia uma sessão de cinema chamada “Dois minutos de ódio”, onde os militantes do Partido, chamado Ingsoc, eram reunidos em rebanho para exalarem seus momentos de ódio a tudo aquilo que ia de encontro à ideologia do ditador, o Grande Irmão.
Na gigantesca tela, aparecia o retrato do opositor do regime, Emmanuel Goldstein, que fazia críticas à “revolução traída”. E os fanatizados gritavam, “matem”, “esfolem”, “exterminem”, caídos na mais completa loucura e catarse. Ao mesmo tempo em que gritavam, a imagem do opositor se transformava numa ovelha berrando, e, num dado momento, a figura do Grande Irmão aparecia, para delírio da plateia.
As pessoas gritavam, choravam de comoção e emocionadas e idolatravam o idolozinho do deus-partido.
Qualquer semelhança entre a histeria dos alunos esquerdistas da UNESP contra Dom Bertrand e as imagens de George Orwell não é mera coincidência.
A universidade pública se tornou uma gigantesca sessão de “Dois minutos de ódio”.
Um laboratório caricatural de totalitarismo, bem ao estilo de 1984.
Por falar em choro histérico por um Big Brother da vida, presenciei cena semelhante num encontro de estudantes de direito que participei em Belém, em 1999. Um certo protótipo do Big Bother, não da fictícia Oceania de Orwell, nem da Rússia soviética, mas vindo dos confins de Garanhuns, aparecia na capital paraense. Era o iletrado Lula, naquele tempo, eterno candidato a presidente da República, realizando palestras na Universidade Federal do Pará.
A elite universitária iletrada entrou num transe psicótico. Sob a gritaria de “Brasil urgente, Lula presidente”, vi alunos de direito chorando como mocinhas de fã-clube do grupo musical Menudo, apertando a mão ou tirando fotos com o delinquente, hoje ex-presidente.
Resta saber se pediam autógrafos, uma vez que o uso da língua portuguesa não era o forte do ex-presidente (e tampouco acredito que seja o dos alunos).
Aquilo me pareceu orwelliano demais, no amplo sentido da palavra. As ovelhinhas, tal como na sátira da “Revolução dos Bichos”, berravam e diziam: “duas patas ruim, quatro patas bom”. Qualquer pessoa que viesse a ler os livros do romancista britânico acharia aquilo tudo lenda!
Mas o Big Brother esquerdista não se limita ao rebanho fanático da UNESP. Periódicos comunistas e colaboradores do governo federal, como a da Revista “Caros Amigos”, já publicaram textos defendendo abertamente a destruição da liberdade de expressão e do conhecimento.
Sobre a presença de Dom Bertrand na UNESP, publicaram a seguinte nota (30/08/2012) de um tal “Coletivo Domínio Público” (claro, eles se autonomeiam “públicos” sem autorização de ninguém) cujo trecho demonstra o caráter totalitário de seu pensamento:
“Pelo absurdo que é a presença desses dois indivíduos em uma Universidade Pública – que deve estar a serviço do povo, da livre ciência, das artes, das humanidades e afins – é que diversas entidades estudantis, coletivos estudantis, grupos de extensão, outros tipos de organizações políticas e estudantes independentes formaram uma frente para contrapor o evento realizado pelo C.I.V.I”.
Os dois citados, no caso, são o príncipe Dom Bertrand e seu assessor para assuntos de monarquia, José Carlos Sepúlveda da Fonseca.
Ser a “serviço do povo”, na novilíngua esquerdista, é calar a boca de todo mundo, inclusive do povo.
Defender a “livre ciência”, as “artes” e as “humanidades” é propagar doutrina marxista a granel, sem qualquer questionamento de ninguém.
Ou melhor, calando a boca das pessoas no grito, na violência e na intimidação psicológica, arma típica dos fascistas e comunistas.
Claro que a dissidência é absurda, não é mesmo?
A censura se tornou um direito adquirido das esquerdas na universidade.
Debate de comunista funciona quando só há comunistas falando a mesma coisa e berrando, como ovelhinhas seguidoras do todo-poderoso porco Napoleão. Ou quem sabe, do Grande Irmão.
A inversão semântica das palavras denuncia a tirania, criminalidade e a destruição.
Guerra é paz,
liberdade é escravidão,
ignorância é força,
democracia é ditadura,
inteligência é estupidez!
Tal é o estado psicótico deste hospício chamado universidade brasileira. Fonte http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/13367-doi

Os novos ministros franceses

21/06/2012

 

Composition du gouvernement

Sur la proposition du Premier ministre, le président de la République a nommé:
M. Laurent Fabius, ministre des affaires étrangères

M. Vincent Peillon, ministre de l’éducation nationale

Mme Christiane Taubira, garde des sceaux, ministre de la justice

M. Pierre Moscovici, ministre de l’économie et des finances

Mme Marisol Touraine, ministre des affaires sociales et de la santé

Mme Cécile Duflot, ministre de l’égalité des territoires et du logement

M. Manuel Valls, ministre de l’intérieur

Mme Nicole Bricq, ministre du commerce extérieur

M. Arnaud Montebourg, ministre du redressement productif

Mme Delphine Batho, ministre de l’écologie, du développement durable et de l’énergie

M. Michel Sapin, ministre du travail, de l’emploi, de la formation professionnelle et du dialogue social

M. Jean-Yves Le Drian, ministre de la défense

Mme Aurélie Filippetti, ministre de la culture et de la communication

Mme Geneviève Fioraso, ministre de l’enseignement supérieur et de la recherche

Mme Najat Vallaud-Belkacem, ministre des droits des femmes, porte-parole du Gouvernement

M. Stéphane Le Foll, ministre de l’agriculture, de l’agroalimentaire et de la forêt

Mme Marylise Lebranchu, ministre de la réforme de l’Etat, de la décentralisation et de la fonction publique

M. Victorin Lurel, ministre des outre-mer

Mme Sylvia Pinel, ministre de l’artisanat, du commerce et du tourisme

Mme Valérie Fourneyron, ministre des sports, de la jeunesse, de l’éducation populaire et de la vie associative

M. Jérôme Cahuzac, ministre délégué auprès du ministre de l’économie et des finances, chargé du budget

Mme George Pau-Langevin, ministre déléguée auprès du ministre de l’éducation nationale, chargée de la réussite éducative

M. Alain Vidalies, ministre délégué auprès du Premier ministre, chargé des relations avec le Parlement

M. François Lamy, ministre délégué auprès de la ministre de l’égalité des territoires et du logement, chargé de la ville

M. Bernard Cazeneuve, ministre délégué auprès du ministre des affaires étrangères, chargé des affaires européennes

Mme Michèle Delaunay, ministre déléguée auprès de la ministre des affaires sociales et de la santé, chargée des personnes âgées et de l’autonomie

M. Benoît Hamon, ministre délégué auprès du ministre de l’économie et des finances, chargé de l’économie sociale et solidaire et de la consommation

Mme Dominique Bertinotti, ministre déléguée auprès de la ministre des affaires sociales et de la santé, chargée de la famille

Mme Marie-Arlette Carlotti, ministre déléguée auprès de la ministre des affaires sociales et de la santé, chargée des personnes handicapées et de la lutte contre l’exclusion

M. Pascal Canfin, ministre délégué auprès du ministre des affaires étrangères, chargé du développement

M. Thierry Repentin, ministre délégué auprès du ministre du travail, de l’emploi, de la formation professionnelle et du dialogue social, chargé de la formation professionnelle et de l’apprentissage

Mme Yamina Benguigui, ministre déléguée auprès du ministre des affaires étrangères, chargée de la francophonie

M. Frédéric Cuvillier, ministre délégué auprès de la ministre de l’écologie, du développement durable et de l’énergie, chargé des transports, de la mer et de la pêche

Mme Fleur Pellerin, ministre déléguée auprès du ministre du redressement productif, chargée des petites et moyennes entreprises, de l’innovation et de l’économie numérique

M. Kader Arif, ministre délégué auprès du ministre de la défense, chargé des anciens combattants

Mme Anne-Marie Escoffier, ministre déléguée auprès de la ministre de la réforme de l’Etat, de la décentralisation et de la fonction publique, chargée de la décentralisation

M. Guillaume Garot, ministre délégué auprès du ministre de l’agriculture, de l’agroalimentaire et de la forêt, chargé de l’agroalimentaire

Mme Hélène Conway, ministre déléguée auprès du ministre des affaires étrangères, chargée des français de l’étranger |

Marion Maréchal Le Pen, 22 anos, a nova sensação da política francesa. A mais jovem deputada da Quinta República:

17/06/2012

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SIMPÁTICA, BONITA, BOA ORADORA, TALENTOSA, FOI DESTAQUE NA IMPRENSA FRANCESA. FAZ SUA ESTRÉIA NA POLÍTICA COMO DEPUTADA FEDERAL (Assembleia Naciona). APENAS 22 ANOS DE IDADE. 

Tem um grande futuro pela frente. Exemplo para os jovens.

Seu facebook: http://www.facebook.com/#!/pages/Marion-Marechal-Le-Pen/370668996329174 

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O grande André Malraux, o homem, a lenda, e um tempo que não volta mais

30/10/2011

http://www.lefigaro.fr/livres/2011/10/28/03005-20111028ARTFIG00475-les-metamorphoses-de-malraux.php

França não acredita que EURO tenha salvação

27/10/2011

Pensez-vous que l’accord conclu à Bruxelles suffira à régler la crise de l’euro ?

Publié le 27/10/2011 à 17:13 Réactions (87) | Votants 9521

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