Posts Tagged ‘foro de são paulo’

Venezuela pede Socoroooooooooooooo Salvem a Venezuela do Comunismo..

11/04/2014

UFSC Conservadora – Grito de Alerta contra o comunismo nas universidades

28/10/2013

Universitários catarinenses reagindo ao comunismo, que chegue a todas as universidades públicas brasileiras.

Carta aberta contra o socialismo na Universidade Federal Santa Catarina

Caros alunos da UFSC,

Dirijo-me a vocês, estudantes da nova geração, porque a antiga, a de seus professores, está corroída até a alma pelo verme da desonestidade. A esperança de que a saúde intelectual e moral dessa nação melhore está em vocês. Espero que estas breves palavras tenham algum impacto em vocês, como um balde de água que se joga em alguém que antes dormia. Meu chamado a vocês é que ACORDEM para o grande perigo que nos rodeia.

Vejo um futuro negro a nossa nação. Vejo esse futuro sombrio se materializar velozmente ao meu redor. Continuando o atual processo destrutivo e revolucionário, o Brasil deixará de existir em duas ou três décadas, diluindo-se na “Pátria Grande” latino-americana, que está agora mesmo sendo construída pela esquerda.

A Pátria Grande será um mega bloco comunista totalitário governado desde Havana, pelo Foro de São Paulo, no qual as atuais nações latino-americanas serão meras províncias de um grande e centralizado governo.

O Brasil entrará, portanto, muito em breve, para a lata de lixo da história. Dele só se terá uma breve lembrança, que lá houve uma ditadura terrível, que tendo matado 300 pessoas, foi pior que a ditadura de Fidel Castro que matou mais de 115 mil pessoas.

O Brasil será uma nota de rodapé – muito vergonhosa – na história da construção da gloriosa Pátria Grande. Se continuarmos seguindo a estrada na qual caminhamos, este será, sem dúvida alguma, o ponto de chegada.
No meio disso tudo, há uma criminosa conivência de setores da UFSC pela destruição da cultura e da soberania nacional. Muitos cursos e centros de pesquisa das ciências humanas tornaram-se apenas instrumentos dóceis nesse processo revolucionário, caixas de ressonância de ideologias forjadas em Cuba e na Venezuela. Muito se falou do Centro de Difusão do Comunismo da Universidade Federal de Outro Preto, mas a UFSC também tem o seu. É o IELA (Instituto de Estudos Latino-Americanos), cujos membros são ligados a partidos comunistas e ao Foro de São Paulo. Esse grupo luta abertamente pela construção de um futuro comunista ao Brasil, e a sua destruição em favor da construção da Pátria Grande latino-americana. O símbolo do Foro está estampado em publicações do IELA.

Se o Centro de Difusão do Comunismo foi fechado por fazer propaganda política com recursos públicos, o que é ilegal, o mesmo deveria ocorrer com o IELA, que promove eventos na UFSC como a Semana Paulo Freire ou as Jornadas Bolivarianas, eventos nos quais participam agentes do governo cubano e abertamente ligados ao Foro de São Paulo.

O CDS – Centro de Desportos – da UFSC, no qual ocorre a semana Paulo Freire, bem que poderia se chamar Centro de Difusão do Socialismo (ainda hoje desconfio que a sigla CDS seja isso mesmo).

Como comunismo e perseguição cristã sempre andam de mãos dadas, os setores revolucionários da UFSC não poderiam ficar de fora. Os símbolos cristãos são ofendidos em meio à praça do campus, por estudantes do curso de Artes Cênicas. Ao mesmo tempo, nas salas de aula das ciências humanas, há a hegemonia do sentimento anticristão e do materialismo. O centro de psicologia dá andamento à destruição da moral quando praticamente só se interessa em pesquisar sobre sexualidade.

Os pedagogos da UFSC promovem concursos de cartazes “anti-homofobia” em escolas infantis de Florianópolis, que significa a destruição dos valores que as crianças aprendem em casa e na igreja, e a preparação das novas gerações à aceitação da legalização da pedofilia (a meta última do movimento gay é esta, e não apenas a legalização do casamento homossexual).

As feministas se reúnem anualmente para propagar o ódio ao cristianismo e o fim da família tradicional num evento chamado “Fazendo o Gênero”.

O curso de Direito faz apologia aberta ao governo genocida dos irmãos Castro ao organizar o “Cuba em Foco”.
É um verdadeiro crime intelectual ver como vários setores da UFSC deixaram de fazer ciência para apenas propagar a revolução. A depender de muitos criminosos que atuam nessa universidade sob o título de “pesquisador”, a União Soviética renascerá numa versão tropical e latina.

Atenciosamente,

Antonio Pinho
Editor e articulista do blog UFSC Conservadora.

Fonte

http://ufscon.wordpress.com/2013/10/05/carta-aberta-contra-o-socialismo-na-ufsc/#more-366

Lula discursa como líder de todos os comunistas da América Latina no Foro de São Paulo

01/09/2013

A imprensa sempre negou a existência do Foro de São Paulo que reune Pt farc narco terrorista e todo tipo de comunista no Foro de São Paulo criado em 1990 pelo sanguinário ditador Fidel Castro Rúz e por Lula para tornar toda a América Latina comunista.

O PT apóia as FARCs terroristas traficantes de droga da Colômbia

08/08/2013

Brasil um pais de todos?: Todo Brasileiro precisa assistir este video – PT & FORO SÃO PAULO

PEC 33/2011- Projeto de Emenda Constitucional que pretende dar um Golpe de Estado no Brasil mediante o rebaixamento do STF ao Congresso Nacional.

30/04/2013

Leia a íntegra do famigerado e nojento projeto de Emenda Constitucional.

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO N.º 33, DE 2011

O Foro de São Paulo, entidade que congrega todos os partidos políticos da América Latina que apóiam Cuba já conseguiu a aprovação de projeto idêntico na Argentina e outra tramita na Venezuela.

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=CD09EC122394C4771BFA19DFEA9F3277.node2?codteor=885456&filename=Avulso+-PEC+33%2F2011

Comunista das antigas, Roberto Freire não aceita ingerência de gringos no Brasil

07/02/2013

venezuela embaixador

http://ucho.info/oposicao-repudia-participacao-de-embaixador-da-venezuela-em-ato-a-favor-de-jose-dirceu-e-contra-o-stf

Engraçado e trágico – A semana perdida – Morto toma posse – o Mortomandante – É pra isso que pagamos impostos: Para Dilma ir lá defender a posse do comunista morto

12/01/2013

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Fidel Castro Rúz – Rei do Tráfico de Drogas da América Latina

04/01/2013

EL EJE CASTRO-NORIEGA

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EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:40 pm

Como dentro de poco, será liberado el narcotraficante Manuel Antonio Noriega; he decidido postear este artículo. Para que no quede en el olvido, la personalidad de este compinche de Castro; muy activo y unido, a aquellos que el sanguinario cubano; asesinó como resultado de la Causa 1 del 89.
                                                                                                                                                                                                                                     EL EJE CASTRO-NORIEGA Foto de una reunión celebrada en la Habana, con la
presencia de Castro, Noriega; y Barba Roja. Durante la misma se planearon, las operaciones de “La selva del Darien”

Durante el mismo período en que se crea el Cartel de Medellín, el general Manuel Antonio Noriega toma el poder en la República de Panamá.

Con el nacimiento del eje Cuba-Panamá-Nicaragua y de los carteles de la droga se conformó una situación muy particular que dio inicio a la más compleja y vasta organización jamás imagina:

la alianza de traficantes, presidentes, generales, guerrilleros; banqueros, contadores y teóricos‑políticos, que, juntos, unirían esfuerzos para obtener ganancias multimillonarias.

El general Omar Torrijos, como jefe de gobierno de Panamá, reinició las relaciones diplomáticas con el régimen cubano, comenzando así un proceso de acercamiento que culminó con la instalación de un entramado comercial de amplias proporciones.

En el período 1974‑1981 las relaciones entre Cuba y Panamá estuvieron regidas por la política exterior de apertura diseñada por el general Torrijos.

La inteligencia checoslovaca había abierto la brecha para el bloque soviético en Panamá, al participar muy al principio en las operaciones cubanas bajo el nombre código de “Pablo”.

En los albores de la década del setenta, las autoridades norteamericanas se hallaban nerviosas por dos elementos que surgían en la superficie del tablero panameño: la relación de Torrijos con Castro, que cada día se hacían más intensas, y la evidente participación del ejército panameño en el narcotráfico que facilitaba el intercambio de drogas por armas para las guerrillas.

El hombre clave en ambas operaciones sería José Martínez, un allegado de Torrijos. El general Torrijos no puso objeción a que compañías cubanas se establecieran en Panamá con el objetivo de operar desde la zona libre de Colón.

El gobierno cubano llegó a convertirse en importante cliente de la “zona libre” y de los comerciantes panameños.

El Departamento América estableció entonces relaciones estrechas con el jefe de las Fuerzas de Defensa de Panamá, Noriega.

En 1975, el capo de los servicios secretos cubanos para el continente, Piñeiro, viajó varias veces a Panamá con el objetivo de asesorar al presidente Torrijos en todo lo concerniente a las negociaciones de los tratados canaleros con los Estados Unidos.

Ese noviembre, Piñeiro encabezaría otra amplia delegación de los servicios secretos cubanos que sostendría negociaciones en Panamá con funcionarios de ese país. Entre ellos figuraba Noriega, Jefe de la Inteligencia panameña. Lenta pero sistemáticamente crecía la hidra.

Según un informe del buró político del partido Nueva Joya de Granada, los cubanos vincularon con la mafia a Unison Whiteman, hombre de confianza de Bishop, durante su estadía en Panamá con motivo de los funerales de Torrijos. Dicho enlace tenía como fin el asegurar algunos componentes vitales para el aeropuerto que construían los cubanos en Granada.

A la muerte de Torrijos asumió el mando de la Guardia Nacional de Panamá el general Rubén Darío Paredes, quien durante el breve lapso de su gestión distanció al gobierno panameño de la influencia de La Habana.

En varias ocasiones, tanto en reuniones públicas como privadas, Paredes expresaría a Castro su oposición a la política del cubano hacia Centroamérica y especialmente hacia Panamá.

La desaparición de Torrijos y los dos años en que Paredes desempeñó el cargo de Comandante en Jefe cambiaron radicalmente la situación panameña con relación al gobierno cubano, coincidiendo también en esta etapa dos elementos importantes en la historia de América Latina: el surgimiento del Cartel de Medellín y el incremento extraordinario del tráfico de armas en Centro y Suramérica.

En Panamá, con el concurso de ramificaciones de izquierda y miembros de los partidos comunistas locales, Cuba crearía las condiciones para inclinar a Noriega hacia una colaboración con La Habana, infiltrando las Fuerzas de Defensa.

En Panamá no existió la necesidad de derrocar al gobierno sobornable de Noriega. Cuba no tuvo que promover allí a ningún conjunto de presión o colectivo insurgente para utilizar el espacio panameño como pedestal seguro y santuario de las operaciones ilegales en el continente que acarreaba entre otros Tony de LaGuardia.

Con el consentimiento del gobierno panameño, los cubanos ensamblaron toda suerte de negocios para sostener las insurrecciones en la comarca, para realizar sus operaciones y burlar el embargo norteamericano, y para perpetrar la transferencia de alta tecnología desde los Estados Unidos al entonces bloque soviético.

En este gran diseño, dos tentáculos cubanos asumirían las riendas de las operaciones: el Departamento MC bajo el puño de Tony de LaGuardia y los espías de Piñeiro.

Por su parte, la insurgencia sandinista había planteado una cooperación más profunda entre los servicios secretos de Cuba y los de Panamá. Noriega facilitó su país para que La Habana estableciese la infraestructura necesaria con que remitir armamentos a los sandinistas.

Las operaciones estuvieron a cargo del agente cubano Luís Hernández Ojeda, el hilo directo con Piñeiro en La Habana. Ya para 1978, el agente de la DEA norteamericana, Avelino Fernández, hacia pública la conexión de Noriega con el tráfico de drogas, y de que Castro estaba específicamente identificado en el mismo desde 1964.

La impecable fachada e infraestructura formada en Panamá descansaba en una combinación de compañías del país conjuntamente con comerciantes cubanos exilados que se prestaron al enjuague con Castro. Esas sociedades estaban ubicadas en Ciudad Panamá y en la zona franca de Colón. Los gerentes de tales negocios disponían de documentación para entrar en los Estados Unidos.

Sería a partir de 1980 que las diligencias del Departamento América en Panamá cobraron un vehemente ímpetu. En 1982, el responsable de los operativos cubanos en Panamá, Luis Hernández, fue reemplazado por el experimentado veterano José Luis Ojalvo, quien había prestado servicios en Colombia hasta el rompimiento de relaciones de Bogotá con La Habana.

Ojalvo sostuvo en Panamá estrechas conexiones con figuras políticas como Marcel Salamín, José Blandón y los hermanos Souza, del Partido del Pueblo.

Así, Panamá se transformó en un sitio de reuniones clandestinas, y de hospitalización y residencia de los miembros del Farabundo Martí de El Salvador. Incluso, el conciliábulo oculto entre el líder Roberto D’Aubuisson, del conservador partido ARENA de El Salvador, con componentes cubanos del Departamento América para negociar el cese de las hostilidades, tuvo lugar en Panamá.

En septiembre de 1982, Piñeiro y Osmani Cienfuegos llegaron a Panamá. Piñeiro coordinaba el narcotráfico por la parte cubana; Cienfuegos se encargaba del aspecto financiero y comercial de las actividades ilícitas.

Estas operaciones se facilitaron ya que quien realmente mandaba en la Guardia Nacional de Panamá era el general Noriega, ya que Paredes estaba más preocupado con su aspiración a la presidencia durante las elecciones de 1984 que en atender su cargo de Comandante en Jefe.

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Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

El 12 de agosto de 1983, Noriega toma el mando de la Guardia Nacional en sustitución del general Paredes, realizando una extensa purga y colocando a hombres de su confianza en los puntos claves del ejército y del gobierno, de instituciones financieras y de aduanas, de aeropuertos, de embajadas y consulados. Una vez en control absoluto de esta maquinaria, Noriega establece una alianza con Castro sin precedentes en el continente, que incluiría el intercambio de información de inteligencia, operaciones comerciales, el apoyo a insurrecciones, y negocios ilícitos como el narcotráfico.Noriega aportaba a esa relación su larga trayectoria como jefe de la Inteligencia panameña. Ya desde los tiempos del general Torrijos, Noriega había establecido vínculos estrechos con el Ministerio del Interior de Cuba, y muy especialmente con el general Abrantes y la alta oficialidad de ese organismo. Lo mismo había hecho con el jefe del Departamento América, Piñeiro, y con sus cuadros para América Latina y Estados Unidos. Los cubanos también se acercaron a otros oficiales panameños -como el capitán Felipe Camargo, Luís del Cid, Cedeño, Mejías, Cortizo, Madriñán, Luís Córdoba- y al grupo de civiles más cercanos a Noriega.Noriega estableció estrech­as relaciones personales con los sandinistas en medio de la lucha contra Somoza. Una vez en el poder, los hermanos Ortega utilizarán los mismos esquemas organizativos que los cubanos en las operaciones comerciales, políticas y militares. El contacto en Nicaragua sería Humberto Ortega, Ministro de Defensa, y todo el aparato de Seguridad del Estado en manos de Borge y Lenín Cerna.Conforme al testimonio de Blandón, hombre de confianza de Noriega, una parte del sobrante de las armas compradas para los sandinistas, que habían quedado al cuidado de “grupos chilenos” fue vendida por colaboradores de Noriega al M-19 de Colombia.Los agentes de Piñeiro adquirían en la zona franca de Colón equipos de comunicaciones para el uso de las guerrillas de El Salvador y Colombia. Allí tuvo lugar también una vasta convención entre los hombres de Piñeiro y subversivos colombianos como Navarro Wolf, Rosenberg Pabón, y Jaime Batemán; a quienes se les proporcionó documentación falsa y fueron enviados a Cuba4. Valiéndose de sus contactos con la Fuerza de Defensa panameña, los cubanos transfirieron armas a los alzados colombianos; y durante la era de Noriega, emplearon al oficial panameño, Camargo, como su mediador.
Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

EN LA SELVA DEL DARIENEn reunión sostenida por Noriega en Panamá en 1984 con los jefes del narcotráfico en Colombia se ofreció el pago de la deuda externa panameña a cambio del uso de ese territorio como santuario. Los cabecillas del Cartel de Medellín trasmitieron una similar oferta a las autoridades colombianas a través del ex presidente de Colombia, Alfonso López Michelsen: el pago de la deuda externa si se les dejaba en paz. El Cartel de Medellín se hallaba en dificultades, sobre todo después que la policía colombiana detectara un embarque de éter para procesar cocaína, causando una extensa investigación que resultaría en la destrucción del centro de procesamiento de cocaína más grande del mundo.El Ministro de Justicia colombiano, Rodrigo Lara Bonilla, determinó deportar a los más notorios jefes del Cartel a los Estados Unidos. El Cartel le puso un “contrato” a Rodrigo Lara, provocando así que Pablo Escobar Gaviria (alias el Padrino) los jefes de la familia Ochoa de Colombia, y otros capo tuviesen que huir y buscar refugio. Algunos lo lograrían en Cuba; los más fueron recibidos por Noriega quien les extendió la alfombra de bienvenida.El conocido narcotraficante Carlos Lehder, que en 1991 pasaría a ser testigo principal en el caso contra Noriega en Estados Unidos, dará fe en sus testimonios de que Rodrigo Lara fue asesinado para impedir que revelara las conexiones de López Michelsen con el Cartel, como era su intención. La presencia ilegal del Cartel en Panamá, bajo protección de Noriega, resultó de beneficio para el dictador, quien logró mover hacia su dirección una tajada del negocio de narcóticos. Así fue como el Cartel trasladó parte de sus operaciones a Panamá, enviando un centenar de personas para realizar dichas operaciones, como contadores, abogados, al igual que familiares, que recibieron de Noriega protección y documentación.Irónicamente, los altos jefes del Cartel se mudaron a las casas anteriormente ocupadas por funcionarios estadounidenses del Fuerte Amador cuya propiedad había sido traspasada a Panamá bajo los tratados canaleros. El resto del personal fue hospedado en el Hotel Marriott. Los Estados Unidos, alertados por funcionarios panameños de la existencia de una planta procesadora de cocaína descubierta por indios de la zona del Darién, comenzaron a presionar al general Noriega.Ya las relaciones entre Washington y Noriega atravesaban una etapa difícil; Noriega también enfrentaba conflictos con la oposición interna luego del escándalo de fraude en las elecciones de mayo de 1984. En esta pinza entre el Cartel y Washington, Noriega tendría que enfrentar a uno de los dos. Pero para Noriega, la crisis con el Cartel había comenzado desde finales de 1983, cuando una avioneta en la que viajaba Batemán, jefe del M-19 desapareció en el trayecto entre Colombia y Panamá con $10 millones de dólares.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

Batemán había sido entrenado en Moscú; era, además, amigo íntimo de Castro y de Piñeiro. Batemán deseaba negociar una tregua y quizás una unión entre su movimiento y un escuadrón derechista controlado por el Cartel de Medellín. Noriega negará la existencia del dinero en el lugar del accidente, causando la ira del Cartel de Medellín. Según la testificación de Lehder5, la disputa de Noriega con el Cartel surge porque el panameño exige una tajada mayor de las operaciones, demandando $1 millón por encima de los $5 millones originalmente negociados por ofrecer santuario en territorio panameño al que lo necesitase.Escobar, un hombre brutal que llegó a amasar una inmensa fortuna mala habida, estaba enfurecido por la petición de Noriega. El 20 de mayo de 1984, casi todos los jefes del Cartel (Gustavo Gaviria, Pablo Correa, Alfonso Cárdenas, Escobar y García Rodríguez Gacha) viajaban hacia Panamá para conferenciar con Noriega y llegar a un acuerdo sobre el uso del laboratorio en el Darién. Cuando el Cartel le niega a Noriega su exigencia de dinero, éste ordena a la Fuerza de Defensa Nacional a arrasar el centro de procesamiento de cocaína del Cartel en la jungla de Darién, que se lleva a cabo al día siguiente. Así es como Noriega viola el acuerdo multimill­onario hecho con Escobar.El ataque contra Darién fue un dolor de cabeza; era la acción más imprudente realizada en el negocio de las drogas. Noriega nunca le diría a sus socios de Medellín que les traicionaría para complacer a los Estados Unidos. El 23 de junio, apenas un mes después del destrozo de Darién, Blandón, asesor de confianza de Noriega, volaba a Cuba con Camargo, eventual jefe del G‑2, para discutir el ataque a Darién.Blandón y Camargo se entrevistaron con Piñeiro, quien arregló la entrevista entre los panameños, el Cartel, y Castro. Los intereses del Cartel estuvieron representados por López Michelsen. Castro expresó, según el testimonio de Blandón, que el enfurecimiento de los colombianos por el ataque de Darién era peligroso para Panamá y para todo el mundo6. “El Cartel puede transformar a Panamá en un campo de batalla si Noriega le causa problemas. Sería una lucha entre las fuerzas de defensa y el Cartel”.Blandón dio a entender claramente su sorpresa ante el conocimiento detallado que del Cartel mostraba Castro. El mandatario cubano señaló que los líderes del Cartel estaban ansiosos por ver en libertad a sus miembros detenidos, ya que se corría peligro de que estos engrosaran la lista de testigos contra el Cartel en las cortes de los Estados Unidos. Castro también fue portavoz de las exigencias del Cartel en cuanto a dinero y aviones, así como de un nuevo acuerdo para conducir los negocios.Blandón recibió instrucciones de comunicarle a su jefe en Panamá que en La Habana le esperaba alguien conocido para dichas negociaciones: Michelsen. A su llegada a La Habana el 25 de junio procedente de Nueva York, Noriega, Michelsen y Castro se reunieron para discutir estos pormenores. Noriega partió de regreso a Panamá con una fuerte escolta personal suministrada por Castro. Sin duda, estaba jugando con fuego: negociaba con el Cartel a la vez que traicionaba a los colombianos, había sido sorprendido por los americanos en este juego, y ahora caía en manos de Castro. De acuerdo con la deposición de Lehder, el disgusto del Cartel era máximo, al punto de considerarse planes para eliminar a Noriega. Desde Nicaragua, Piñeiro les recomendará que “no debían actuar de forma violenta”; según Lehder, el problema quedaría resuelto con la devolución de dos millones de dólares por parte de Noriega.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

UN CENTRO DE ESPIONAJEPanamá, con su privilegiada posición geográfica, su centro financiero, la facilidad para crear corporaciones, y la zona libre de Colón, tenía los elementos básicos que requerían los cubanos para una operación en gran escala. Castro hizo de Panamá un eslabón clave en su política de evadir el bloqueo norteamericano; allí establecería su base de operaciones para lograr ingresos en dólares, para la obtención de alta tecnología occidental y para la exportación de ciertos productos de Cuba.A Castro no le importó la carga política que representaba aliarse con Noriega, ya que por el contrario, esa relación representaba una magnífica fuente de divisas. Es por ello que, desde los inicios de las relaciones con Noriega, Cuba definió claramente una estrategia: renunciar a la hegemonía política en Panamá en favor de las prioridades económicas que le ofrecía dicha alianza.Los bancos de Panamá eran aprovechados como estaciones de lavado de dinero. Panamá utilizaba a Luis del Cid en el correo de fondos con El Cartel y de contacto ejecutivo con los cubanos. En esta red de Noriega para el narcotráfico figuraba destacadamente el empresario panameño Enrique Pretelt. Otros dos panameños -Ciro Moscoso y Jaime Tejada- poseían vínculos para la adquisición de medios militares para el ejército de Cuba. Según el mayor de la seguridad cubana, Florentino Azpillaga, Noriega se ocuparía personalmente de comprar armas para Cuba, que luego eran transferidas a los guerrilleros de El Salvador, Honduras y Colombia.Todas las operaciones comerciales de Cuba estarían a cargo del Ministerio del Interior, a través del grupo CIMEX (Actividades de Empresas en el Exterior) que encabezaban Emilio Aragonés y Osmani Cienfuegos. Tony de LaGuardia dirigía este grupo de compañías registradas en Panamá desde su Departamento MC; todas ellas realizaron sus operaciones bajo la protección de Noriega, utilizando únicamente abogados y empresarios no vinculados a grupo alguno del sector de la izquierda panameña.En la actualidad todavía existen corporaciones que operan en coordinación con entidades similares ‑también controladas por los cubanos‑ para evadir el bloqueo económico y para realizar actividades lícitas e ilícitas en otros países. Por ejemplo, cuando se establece la compañía de transporte Caribbean Happy Line Co., en Panamá, ésta será controlada por Carlos Duque, en representación de Noriega, y por Rubén Cuenca Montoto, en representación de los cubanos. Caribbean Happy Line tiene conexiones directas con sus homólogas la Anglo Caribbean Shipping en Londres, la Cariberia en España, la Taíno Shipping en Bélgica y la Reimor S.A., en Méjico; todas ellas controladas por Cuba.En un principio, Noriega les proporcionaba todo tipo de ventaja, desde bandera panameña para sus barcos, hasta pasaporte panameño para los marinos cubanos, servicio de consulado, documentación y asesoría legal. De acuerdo con el Departamento de Comercio de los Estados Unidos, de las 60 compañías pantallas que Cuba operaba en Panamá en 1986, alrededor de 20 participaban en el tráfico de armas hacia las guerrillas latinoamericanas.

Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

La compañía CIMEX, realizaba el grueso de tales negocios para lo cual utilizaba el aparato del MC dirigido por el coronel Tony de LaGuardia. Las operaciones políticas estarían supervisadas por el Departamento de América; los contactos militares por el general Abelardo Colomé Ibarra y por Tony de LaGuardia. Para instrumentar esta estrategia, el MININT instaló a sus agentes en Panamá. El encargado de las actividades con la máxima jerarquía del gobierno cubano era Cienfuegos. Compartirá con él estas responsabilidades el jefe del Departamento de América, Piñeiro, y el entonces Ministro del Interior, general Abrantes. El MININT disponía de sus agentes operativos como fachada en la embajada cubana en Panamá; otros espías figurarán en la gerencia de las compañías creadas allí.En 1986 se llevaron a cabo unos insólitos contactos clandestinos entre el servicio secreto israelí -el Mossad- y la inteligencia cubana, por medio de la conexión panameña. En tres ocasiones, el panameño Camargo acompañó al espía israelí Mike Harari a La Habana. Allí el enviado del Mossad expresó a los cubanos que Tel Aviv estaba en disposición de establecer relaciones diplomáticas con Cuba si ésta les ayudaba a localizar criminales de guerra nazi en Paraguay usando los eficientes servicios secretos castristas8.Harari elogió el alto nivel de profesionalismo del espionaje cubano, e incluso sostuvo conversaciones directas con Castro. Harari mantuvo los lazos con los agentes cubanos en Panamá y continuó sus viajes a Cuba hasta 1988; los últimos, los haría escoltado por el capitán Félix Rodríguez.El panameño Camargo, a su vez, se desplazó con elementos del Departamento América a Cuba el 14 de febrero de 1988, donde desarrolló extensos coloquios con el vicepresidente Carlos Rafael, con Piñeiro y con los oficiales José Luis Arévalo, Fidel Martínez y José Félix Rodríguez. Asimismo, se relacionó con el entonces ministro del interior, general José Abrantes9. En agosto de ese mismo año miembros del Departamento América reunieron a 80 empresarios panameños para discutir los pormenores de futuras actividades con La Habana. Entre ellos figuraban el coronel Luis Córdoba y el mayor Gonzalo González quienes fueron escoltados a Cuba.A partir de 1988, personal del Departamento América comenzó a despachar de forma sistemática con la inteligencia de la Fuerza de Defensa panameña. Desde el edificio El Manguito, ubicado en el barrio de El Cangrejo, Camargo y Benjamín Ku por los servicios de Panamá, y Félix Luna por los de Cuba compilaban información de inteligencia y contra inteligencia que luego servía a los cubanos para formular planes10.Luna, probado agente del Departamento América, había relevado a Ojalvo en Panamá en 1984. No obstante, Ojalvo supervisaba desde La Habana las evoluciones del área con la asistencia de Roberto Márquez y Martín Calá. Los agentes del Departamento América se aprovecharon de la desesperación panameña; así comienza a beneficiarse económicamente el plan cubano. Para esos entonces, Noriega ya había designado a Luís Córdoba, Luís Quiel, Darisnel Espino, Ramiro Vásquez Chambonet, Nils Castro y Lucho Gómez para que se entendieran con los cubanos11.Fue así como el Departamento América logró ejercer el control del puerto panameño de Vacamonte, interceptando, desde una flota pesquera cubana anclada permanentemente en el lugar, las comunicaciones del comando sur de los Estados Unidos (SOUTHCOM)12. Para facilitar la coordinación con el general Noriega, Castro ubicó en su embajada a otro puñado de agentes compuesto por Alfredo Pila, Oscar Gutiérrez, Lázaro Mora y Miguel Pérez Cruz. Cuando hacen crisis las relaciones de Noriega con Estados Unidos, a principio de 1988, el Departamento América organizó la transferencia de armas a Panamá para que pudiera ser utilizada por los batallones de la dignidad, en una lucha guerrillera contra una posible ocupación militar norteamericana. Al estallar el escándalo de las armas, la maquinaria de desinformación cubana comenzó a propagar la idea de que Libia, con su ya mala fama internacional, era la proveedora. El mismo mecanismo dio resultado cuando se produjo la transferencia de dinero a Panamá vía Cuba. El dinero provenía de las operaciones de narcotráfico, pero Libia cargó nuevamente con la culpa debido a la malicia cubana.

Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

Luna fue reemplazado por Martín Calá en 1989 como jefe de los servicios secretos del Departamento América en Panamá. Con la caída de Noriega, Calá fue expulsado del país y la inteligencia cubana trasladó sus cuarteles generales a Managua para desde allí seguir dirigiendo las operaciones en el Istmo. El personal del Departamento América reubicado en la embajada cubana de Nicaragua se convirtió así un grupo de consejeros políticos. Sin embargo, en 1991, Calá inspeccionó nuevamente a Panamá y es sabido que los miembros del Departamento América siguen explotando el suelo panameño como punto de escala en su labor de espionaje, y como plataforma para la importación de mercancías de los Estados Unidos.A partir de febrero de 1988, Noriega comienza a enfrentar fuertes presiones domésticas e internacionales ante las acusaciones que le hace un Gran Jurado en Miami por tráfico de drogas. De inmediato solicitará ayuda de La Habana; como resultado, un numeroso grupo de altos oficiales de la Seguridad del Estado de Cuba se trasladó a Panamá para asesorarle en esta crisis.Tras su defección en Estados Unidos, el mayor de la aviación panameña, Augusto Villalaz15 expresó públicamente que Castro había enviado 500 toneladas de armas a Noriega para la construcción de una infraestructura paramilitar de defensa que pudiera sostener una guerra de guerrillas en caso de una invasión norteamericana. Asimismo, la inteligencia cubana estableció una unidad política de asesoría a Noriega en Panamá, que fue integrada por Arbessú, Ravelo, Ramiro Abreu Quintana, José Luis Ojalvo y Luís Hernández Ojeda. Por parte de Nicaragua arribarían los altos jefes de la seguridad sandinista Ricardo Wheelock, Julio López y Lenín Cerna.En 1986, cuando The New York Times publicó detalles de las andanzas de espionaje y narcotráfico de Noriega, Castro quiso distanciarse, y denunció en una revista cubana la participación en el narcotráfico de algunos militares panameños encabezados por Noriega. A exigencias del dictador panameño, Castro le defendería de las acusaciones en entrevista televisada por cadena nacional en Panamá.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:44 pm

Fuente: http://www.gadcuba.com/ LasguerrassecretasdeCastro
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:01 pm

La narcodictadura cubanaDado que el gentil público izquierdista suele defenderse (evadir es más preciso) de cualquier acusación apuntando a la paja en el ojo ajeno, cabe otra vez aclarar: Sí, hay gobiernos en todo el planeta y de todo tipo involucrados con el tráfico de estupefacientes y armas. Dicho eso, procedamos a desenmascarar al ídolo revolucionario del Caribe:”¿Habían sido descubiertos unos maleantes dentro de las estructuras de mando de la honorable revolución cubana y se les castigaba por su felonía? Nada de eso. El delito sí, había sido descubierto, pero no por los servicios de inteligencia cubana –que eran los delincuentes–, sino por el Drug Enforcement Administration, la DEA norteamericana que vigila y persigue el narcotráfico en el terreno internacional. Sencillamente, el Gobierno cubano había sido agarrado con las manos en la masa de la cocaína. La DEA tenía las pruebas de la complicidad con el
narcotráfico de la Marina, la Fuerza Aérea, el Ministerio del Interior y hasta del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba. Los cuerpos policiacos estadounidenses habían infiltrado en la operación a un piloto taiwanés, Hu Chang, que el 8 de mayo de 1987 aterrizó en una de las más secretas instalaciones del Gobierno cubano, en un vuelo procedente de Colombia cargado de cocaína. Prueba contundente que reproducía la experiencia previa de dos narcotraficantes cubanoamericanos, Reynaldo Ruiz y su hijo Rubén, vinculados por lazos familiares a un alto oficial de los servicios de inteligencia cubanos, Miguel Ruiz Poo, situado en Panamá. Reynaldo y Rubén, obligados a colaborar con la DEA como modo de reducir las acusaciones que se les formularían por narcotráfico, le habían dado al Gobierno norteamericano todas las pruebas y pistas necesarias para que Castro pudiera ser llevado a los tribunales por sus vínculos con el
tráfico de narcóticos y «lavado» de dinero. No obstante, decidido a presentar el caso de manera totalmente irrefutable, el Gobierno norteamericano comete entonces una increíble estupidez: se propone tenderle una trampa al mismísimo ministro del Interior, el general José Abrantes, y para esos fines saca de la cárcel a un narcotraficante cubano llamado Gustavo Fernández, Papito, que en el pasado había colaborado con la CIA, y le propone una sustancial rebaja de su pena si se presta a montar la celada. El plan –en el que piensan hasta utilizar un submarino– incluye el apresamiento en aguas internacionales de Abrantes y su posterior presentación a los tribunales y a la prensa.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:02 pm

Gustavo Fernández, naturalmente, acepta, pero en un descuido de quienes lo vigilan escapa a La Habana y cuenta todo lo que sabe: va a estallar el escándalo y Castro dejará de ser la heroica figura de la Revolución para convertirse ante los ojos del mundo en un vulgar narcodictador de la categoría del panameño Manuel Antonio Noriega, figura absolutamente desacreditada por aquellas mismas fechas. Esto ocurre entre abril y mayo de 1989.”
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:04 pm

Espero que los valiosos aportantes al foro, dedicados a la busqueda de fuentes. Tengan la prudencia de leer primero el artículo, y de esta manera; evitarse un ridículo.Toño
Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por fidelon el Vie Mayo 11, 2007 3:58 pm

TOÑO, muy bueno el informe pero aun te faltan agentes que estaban dentro de la embajada, cubana en panama desde el año 1983, hasta la invasion, conozco a dos marido y mujer. en estos momentos estan jubilados y viven como perros en cuba, se retiraron con los grados de coroneles y tte,coronel respectivamente.

A Verdade sobre o PT que você não aprende na Escola

20/10/2012

Você conhece mesmo o PT?

O Partido dos Trabalhadores governa oficialmente o Brasil desde 2003, quando Lula foi eleito presidente. Em dez anos, nunca antes da história deste país viu-se tanto desmando, tanto desbunde, tanto desbrio, tanto descalabro, tantos desvios de verbas e de caráter. O PT teve a proeza de destronar da vida pública de modo praticamente definitivo todas aquelas características que eram vistas, desde os idos da Grécia clássica, como essenciais para o exercício da política: verdade, hombridade, maturidade, honra e honestidade. Se antes aqueles que se desviavam dessa linha-mestra eram vistos como incidências abjetas na vida política brasileira, hoje o próprio desvio é que se transformou em linha-mestra.Por mais que se repise essa constatação, há grande resistência por parte de uma multidão (para não dizer manada) de gente bem-intencionada, excessivamente ingênua e facilmente enganável, em admitir que, na última década, o nosso país piorou sob todos os aspectos – político, econômico, social, jurídico e cultural. O PT ainda é diuturnamente tratado como a grande vítima das próprias impropriedades que cometeu, como se os planos meticulosamente traçados para se obter e manter o poder no Brasil fossem ora apenas deslizes cometidos por uma minoria aloprada, ora métodos tortos cujo objetivo era apenas garantir o bem do povo ao se buscar a perpetuação do partido no governo.

Há um sem-número de documentos emitidos pelo próprio PT que indica de maneira incontestável o projeto de poder do partido. O radicalismo socialista troglodítico foi substituído por um radicalismo socialista sofisticado, cheio de finesse e com ares de alta intelectualidade, mas o objetivo continua sendo um e o mesmo: enredar a nação em seus tentáculos pegajosos indefinidamente. Esse afã pelo poder não é um “privilégio” apenas do Partido dos Trabalhadores aqui no Brasil: diversos outros partidos, organizações, institutos e que tais, aqui e lá fora, possuem o mesmo objetivo, e, ao contrário do que a insistência extraordinariamente estúpida de um exército de analistas e experts garante, esse objetivo é perseguido de modo muito bem articulado a nível internacional. A própria existência de uma organização como o Foro de São Paulo é, de per si, prova cabal desse fato.

Aliás, o próprio documento preparado pelo PT para o XVIII Encontro do Foro de São Paulo, que ocorre em Caracas ao longo dessa semana, é mais uma peça que explicita, naquela típica linguagem melifluamente “progressista e de esquerda”, os objetivos do PT. Todas as citações que aqui farei são traduções livres de trechos do documento do partido, que foi divulgado em língua hispânica.

O primeiro grande destaque do documento é a defesa da necessidade de se instrumentalizar organizações variadas da sociedade civil para que o PT continue no comando da nação. Nesse sentido, o documento afirma que “o PT terá de dedicar-se com mais empenho a organizar as camadas populares, em particular os trabalhadores assalariados, em sindicatos, movimentos populares urbanos e rurais, associações femininas, movimentos de juventude, instituições desportivas e culturais, e em um sem-número de formas criadas por iniciativa das classes e camadas populares.” Quem aponta isso é o próprio presidente nacional do partido, Rui Falcão, que complementa:

Somente com a participação ativa dessas camadas populares, o PT e o governo poderão vencer as resistências que os setores conservadores, na sociedade, no Congresso e inclusive em setores do aparato do Estado, interpõem às reformas indispensáveis ao plano de desenvolvimento econômico e social que façam do Brasil um país verdadeiramente soberano, independente, e com um povo material e culturalmente avançado.

Rui Falcão, presidente nacional do PT.
Notem que “PT” e “governo” são utilizados como se fossem a mesma coisa, partes indissociáveis do mesmo organismo. Esse tom é mantido ao longo de todo o documento: o Partido dos Trabalhadores é visto indisfarçavelmente como o único membro legítimo do governo – ou seja, o PT é o governo. Essa visão é acompanhada sempre e em toda parte pela defesa da superioriedade moral do partido, uma vez que ele é o único que pode tornar o Brasil “culturalmente avançado”.O PT – que, à guisa de personagem orwelliana, será doravante denominado apenas por Partido, com maiúscula – não objetiva, entretanto, o governo, e quem lembra isso muito bem é Iole Ilíada, secretária de relações internacionais do Partido. A conquista do governo não garante a conquista do poder – algo que, segundo Gramsci, dependia da correlação de forças (rapporti di forze) entre burguesia e proletariado. O objetivo do Partido no governo seria, portanto, atuar na alteração da correlação de forças, ou seja, “deslocar a burguesia como classe hegemônica e dominante” e “transferir poder (em suas várias formas: político, econômico, cultural etc.) às classes trabalhadoras”. O Partido, como já se desconfiava, não está no governo para melhorar a vida da população e trabalhar efetivamente para o desenvolvimento nacional: “vale a pena ser governo quando a esquerda é capaz de usar sua presença como um fator de deslocamento da correlação de forças a favor dos trabalhadores”. E Iole é enfática: “Não se trata aqui de pensar em uma alteração da correlação de forças que gradualmente nos conduza do capitalismo ao socialismo, mas em um processo de acumulação de forças que, em algum momento, pode tornar possível a ruptura desejada.”

Há um nome que define muito bem a “ruptura desejada” que o Partido tanto almeja: revolução. Não falamos aqui daquela revolução tradicional, com sublevação armada e derramamento de sangue, ao modo das revoluções francesa e russa, mas de revolução cultural, estrutural, gramsciana. Continua Iole:

O reconhecimento dessa falta de transferência efetiva de poder aos trabalhadores é importante porque a presença da esquerda no governo pela via eleitoral, por mais que a queiramos duradoura, pode ser transitória. Isso faz com que seja necessário que as mudanças se convertam em transformações estruturais, de difícil reversão por parte de governos de direita que nos possam suceder. Mais ainda, tal reconhecimento é importante para ampliar a consciência e a capacidade de organização, intervenção social e luta dos trabalhadores, de modo que a acumulação de forças possa apontar para a necessidade de conquistar não apenas o governo, mas também o poder.

Extrapolando o contexto nacional, o Partido reafirma em quase todos os parágrafos do documento ao XVIII Encontro do Foro de São Paulo seu compromisso com a integração regional – não de países, não de nações, mas de organizações “progressistas e de esquerda”, de modo a formarem uma plataforma comum com engrenagens bem azeitadas que girem na sincronia necessária para tingir de rubro todo o subcontinente. Renato Simões, secretário de movimentos sociais do Partido, explica como isso é visto (e quisto) pelo Partido:

Em sua grande maioria, os partidos progressistas e de esquerda da América Latina se organizam no Foro de São Paulo, cuja influência política vem crescendo, ano após ano, para suas responsabilidades partidárias, seja como membros de governos eleitos, seja como as principais forças de oposição a governos neoliberais. […]

Em vários países, os movimentos sociais buscam avançar em sua organização, superando fragmentações e pulverizações marcadamente impostas pela hegemonia neoliberal. Eles buscam eixos políticos mais nítidos e unificados para incidir na correlação de forças na sociedade e frente aos governos nacionais. No Brasil, há um importante esforço no sentido de consolidar a CMS – Coordenação dos Movimentos Sociais, que hoje integra os movimentos sociais mais representativos do país. […]

A recente instalação de uma Comissão de Movimentos Sociais junto ao Grupo de Trabalho do Foro de São Paulo mostra que estamos atentos aos desafios de consolidar estruturas próprias para o diálogo partidário com os governos e movimentos sociais. Como disse a companheira Dilma Rousseff em seu discurso ao Diretório Nacional do PT, antes de assumir a presidência da República, em um terceiro período de governo é essencial aceitar as relações entre o Partido, o Governo e os Movimentos Sociais, trincheiras de uma mesma luta, espaços estratégicos para um mesmo projeto, essencial para a transformação de nossa sociedade.

Uma vez mais, tocamos aqui na simbiose orgânica necessária para a conquista do poder no Partido e sua manutenção: comandar o governo e cooptar os movimentos sociais. O que se busca é a pura instrumentalização ideológica de todos os meios disponíveis para que o Partido tenha controle total e irrestrito sobre a nação. Essa conclusão não é fruto de um delírio que brota de uma mente conservadora (e, portanto, patologicamente perturbada), mas apenas de simples interpretação de texto: é isso o que está escrito, e de modo claro e cristalino.
Gramsci: o segredo do sucesso do Partido.
No entanto, a conquista da hegemonia, dentro da visão gramsciana que permeia o Partido integralmente, só se pode dar de modo seguro e duradouro através da atuação de intelectuais orgânicos – “intelectuais que, além de especialistas na sua profissão, que os vincula profundamente ao modo de produção do seu tempo, elaboram uma concepção ético-política que os habilita a exercer funções culturais, educativas e organizativas para assegurar a hegemonia social e o domínio estatal da classe que representam (Gramsci, 1975, p. 1.518). Conscientes de seus vínculos de classe, manifestam sua atividade intelectual de diversas formas: no trabalho, como técnicos e especialistas dos conhecimentos mais avançados; no interior da sociedade civil, para construir o consenso em torno do projeto da classe que defendem; na sociedade política, para garantir as funções jurídico-administrativas e a manutenção do poder do seu grupo social” (SEMERARO, 2006).Como garantir, então, que haja tais intelectuais orgânicos que, ao longo das décadas, atuem para a conquista e a manutenção do poder por parte do Foro de São Paulo? Carlos Henrique Árabe, secretário de formação do Partido, relembra que, durante o XV Encontro do Foro de São Paulo, no México, ocorreu a primeira reunião de escolas e fundações do FSP, que apontou para a necessidade de “abordagem, vinculação, intercâmbio e cooperação entre as fundações, universidades, escolas de formação e outras entidades educacionais e de treinamento dos partidos integrantes do Foro de São Paulo, nas áreas de investigação, formação e divulgação.” O objetivo central eleito pelas organizações que participaram dessa reunião foi a criação da Escola Latinoamericana de Formação Política, uma universidade internacional do Foro de São Paulo para a formação de quadros partidários, lideranças de ONGS e movimentos sociais e, de modo particularmente especial, intelectuais orgânicos.

O Foro de São Paulo tem avançado em praticamente todos os campos em que se dispôs a atuar e, com exceção de algumas incansáveis iniciativas ainda isoladas (e constantemente ignoradas pelos veículos de informação e o público geral), sua própria existência tem passado despercebida. O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, um dos artífices do documento do Partido para o encontro do FSP, faz questão de lembrar: “As mudanças profundas que vêm experimentando nossos países há anos, sobretudo onde as esquerdas estão no governo, são resultado de dinâmicas internas, evidentemente. No entanto, elas também são consequências de um processo político coletivo que teve no Foro um lugar privilegiado.”

UNASUL, filha dileta do Foro de São Paulo.
A UNASUL (União das Nações Sul-Americanas), a CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), a Telesur, a ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América), todas essas iniciativas foram gestadas no ventre do Foro de São Paulo. Todas as ações desses grupos são unívocas e convergem para o mesmo objetivo: o controle total do subcontinente americano por uma verdadeira camarilha de genocidas em potencial. Quando se atam os elos soltos, que aparentemente nada tem a ver uns com os outros, vê-se com clareza quão bem se encaixam e como a corrente que formam é coesa e aprumada. E é justamente a ausência de qualquer esforço em larga escala para divulgar os planos do Foro de São Paulo que faz do (ingrato) trabalho daqueles que se propõem a monitorar os passos desse grupo algo tão precioso e necessário. E é um trabalho que precisa melhorar: devemos aumentar a capilaridade do fluxo de informações sobre o Foro de São Paulo e estimular outras iniciativas (dentro e fora do Brasil) que objetivem ao desmascaramento do grupo.Já escrevi em outros textos e volto a afirmar: estamos em guerra. Cedo ou tarde, ela baterá com força à nossa porta, e, aí, já não poderemos fazer mais nada.

Entrevista de Álvaro Uribe Vélez a Graça Salgueiro. Ex-presidente da Colômbia é sucesso no Twitter

05/10/2012

Midia grande imprensa esconde a existência do foro de São Paulo mas ele existe.

07/07/2012

Lula a Chávez: “Tu victoria será nuestra victoria”

El exlíder de Brasil, convaleciente de un cáncer, no ha asistido al Foro de Sao Paulo de Caracas

México7 JUL 2012 – 03:04 CET143
El presidente de Venezuela y el expresidente de Brasil en 2008. / REUTERS

El expresidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva ha expresado un apoyo total al mandatario venezolano, Hugo Chávez, de cara a las elecciones presidenciales del próximo 7 de octubre. “Tu victoria será nuestra victoria”, ha afirmado en un vídeo difundido en la ceremonia de clausura del Foro de Sao Paulo, celebrado en Caracas.

Lula, convaleciente de un cáncer de laringe, no se ha desplazado a Venezuela para el encuentro internacional. “Me gustaría estar ahí (…) para dar un fuerte abrazo a mi compañero Hugo Chávez”, ha señalado en su vídeo.

“Solo con el liderazgo de Chávez el pueblo realmente ha tenido conquistas extraordinarias. Las clases populares nunca fueron tratadas con tanto respeto, cariño y dignidad. Esas conquistas deben ser preservadas y consolidadas. Chávez, cuente conmigo, cuente con el PT [Partido de los Trabajadores], cuente con la solidaridad y apoyo de cada militante de izquierda, de cada demócrata y de cada latinoamericano. Tu victoria será nuestra victoria”, ha declarado Lula.

Chávez, desde el foro de Caracas, ha correspondido al efusivo saludo del brasileño con un “¡Viva Lula!” y ha calificado al expresidente de Brasil de “grande compañero, amigo de esta patria, de esta alma nuestra”. “Estoy seguro que cada día se acerca más el momento en que nos consigamos de nuevo y el abrazo que nos vamos a dar va a ser una abrazo del tamaño de este mundo y más allá”, ha agregado.

En su intervención en vídeo, Lula también ha tocado otros temas políticos que afectan a América Latina. Entre ellos, la destitución del presidente de Paraguay, Fernando Lugo, el pasado 22 de junio por parte del Senado, o el derrocamiento en junio de 2009 del entonces presidente de Honduras, Manuel Zelaya. “Los hechos ocurridos, por ejemplo, en Honduras y Paraguay muestran lo mucho que aún necesitamos luchar para que la democracia prevalezca en nuestra región”, ha subrayado el exmandatario brasileño.

“La existencia de colonias en nuestro continente, como en el caso de Las Malvinas, que evidentemente son argentinas, nos sirve para recordar que mucho se debe hacer para que la soberanía nacional y regional prevalezca y para eso necesitamos más integración latinoamericana y caribeña”, ha insistido.

Además, los países latinoamericanos, ha opinado Lula, siguen “marcados por la pobreza y por la desigualdad”. Para remediarlo, el sindicalista cree que los Gobiernos del continente deben apostar por “más crecimiento económico, políticas sociales y reformas estructurales”.

Petición por Julian Assange

Los participantes en el Foro de Sao Paulo ha solicitado al Gobierno de Ecuador que le conceda el asilo político al fundador de Wikileaks, Julian Assange, para “salvar su vida y su libertad”, según una resolución leída en la clausura que cita EFE.

“Los movimientos de partidos políticos reunidos en el XVIII Foro de Sao Paulo reivindicamos el derecho universal a la libre información y respaldamos y apreciamos la protección que brinda el Ecuador a Julian Assange” en su embajada en Londres, reza una de las resoluciones que dio a conocer el secretario ejecutivo del Foro, Valter Pomar.

El ministro ecuatoriano de Relaciones Exteriores, Ricardo Patiño, señaló este miércoles que su Gobierno argumentará en un voluminoso documento la decisión con respecto al pedido de asilo de Assange, un caso que estudian “seriamente”. El creador de Wikileaks tomó la drástica decisión de acudir a la Embajada de Ecuador una vez agotadas todas las vías legales en el Reino Unido para evitar su extradición a Suecia, donde la justicia quiere interrogarle acerca de cuatro presuntos delitos sexuales.

Multidão Marcha na Venezuela contra Hugo Chávez Frias

11/06/2012

Domingo, Junho 10, 2012

FANTÁSTICA MARCHA DA OPOSIÇÃO NA VENEZUELA

 
 
O candidato da Unidade Democrática, que reúne todos os partidos da Oposição Na Venezuela, Henrique Capriles, realizou neste domingo a sua inscrição oficial como candidato à Presidência da Venezuela. O evento foi marcado por uma fantástica marcha que reuniu milhares de pessoas em Caracas.
Nesta segunda-feira, dia 11, encerra-se o prazo para as inscrições de candidatos, quando Hugo Chávez fará a sua inscrição, em meio a denúncias da obrigação dos funcionários públicos a participar do ato.
 
A marcha antichavista de apoio a Capriles surpreendeu, ao que parece, até mesmo à comissão organizadora da Mesa de Unidade Democrática (MUD) responsável pelo trabalho que uniu todos os partidos oposicionistas em torno de um só candidato, o jovem governador do Estado de Barinas, Henrique Capriles Radonski. Seu nome foi sufragado por uma grande eleição primária organizada pela MUD.
 
A campanha eleitoral na Venezuela promete, pela primeira vez, ser altamente disputada, com a oposição unida e muito organizada. O pleito está marcado para o dia 7 de outubro deste ano.
 
Já o caudilho Hugo Chávez continua em tratamento médico em função de um câncer e já passou por três cirurgias em Cuba. Cumpre repouso absoluto e tem feito apenas rápidas aparições na mídia. Até hoje não se sabe oficialmente o tipo de câncer e a gravidade da moléstia, já que isso é guardado em segredo absoluto pelo governo chavista.

Circulam várias pesquisas eleitorais. Algumas dão a vitória a Chávez como favas contadas, enquanto alguns institutos têm divulgado números que indicam um claro favorecimento ao candidato oposicionista.

Como a Venezuela vive sob um regime autoritário e que persegue opositores, mantendo inclusive prisioneiros políticos, o clima é de incerteza total.

 
Todavia a marcha antichavista ocorrida neste domingo em Caracas, a capital da Venezuela, surpreendeu até mesmo os oposicionistas. Milhares de pessoas tomaram as praça, ruas e avenidas de Caracas numa marcha alegre, pacífica e multicolorida, como atestam as fotografias postadas pelo site 25Segundos.
 
 
 
 
Postado por Aluizio Amorim às 6/10/2012 08:08:00 PM
 

O presidente da Guatemala quer droga legal na América Central. Ele não quis dizer com isso que quer PT na América Central. Trata-se de drogas mais leves como a cocaína.

12/02/2012
Guatemala president in call to legalise drugs
Otto Perez Molina to propose decriminalising the movement of drugs through Central America in upcoming regional meeting.
Last Modified: 12 Feb 2012 10:01
 Molina said the war on drugs has not diminished drug trafficking in Central America [EPA]

Guatemalan President Otto Perez Molina has said he will propose legalising drugs in Central America in an upcoming meeting with the region’s leaders.

Perez Molina said in a radio interview on Saturday that his proposal would include decriminalising the transportation of drugs through the area.

“I want to bring this discussion to the table,” he said. “It wouldn’t be a crime to transport, to move drugs. It would all have to be regulated.”

Perez Molina, a former army general who took office last month, did not give any other details about his proposal, mention specific drugs or say when the next meeting with fellow leaders would be.

He said he will bring the subject up with Salvadoran President Mauricio Funes when Funes visits Guatemala on Monday.

The Guatemalan president said the war on drugs and all the money and technology received from the US has not diminished drug trafficking in the area.

“There was talk of the success of Plan Colombia but all it did was neutralise big cartels,” Perez Molina said of a US initiative supporting Colombia’s fight against leftist rebels and far-right militias involved in the drug trade.

Perez Molina also blamed drug cartels for rampant violence in Guatemala, which has a homicide rate of 41 murders per 100,000 people.

The president took office pledging to wield an “iron fist” against crime.

Authorities say both Mexico’s Zetas and the Sinaloa drug cartels are running and processing drugs in Guatemala, and may be competing for territory, especially in the province of Peten near the border with Mexico.

Source:
Agencies

Dilma e Lula falam de socialismo no Foro de São Paulo

29/11/2011

Editorial de El País: Acabar com as Farc

06/11/2011

http://www.elpais.com/articulo/opinion/Acabar/FARC/elpepiopi/20111106elpepiopi_3/Tes

Líderes do FORO DE SÃO PAULO com câncer: Fechar corpo na África não adiantou.

29/10/2011

Do Foro de São Paulo estão com câncer: Hugo Chávez Frias (tem mais dois anos para oprimir Venezuela), Fernando Armindo Lugo de Méndez, do Paraguay, que está se tratando em Sampa também, e Lula. Dilma, (Estela, ou Wanda) já teve câncer. O Chefe deles, Fidel Castro Rúz, agoniza mas não se sabe ao certo de qual doença.

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Foro de São Paulo XVI Encontro Buenos Aires agosto/2010, Leia e divulgue

31/07/2010

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. Y para que esto ocurra, es necesario que exista una fuerza alternativa capaz de superarlo, en escala nacional y mundial. Lo que aún no existe y tampoco parece cercano. 

– hasta 8 de agosto, el GT debe analisar y aprobar, a través de consulta eletrônica, la versión final del documento base. Después desta fecha, la Secretaria Ejecutiva hará publicar, por Internet y también en versión impresa, la versión final del documento base. 

Documento Base XVI ENCUENTRO DEL FSP

Buenos Aires, 17 a 20 de agosto de 2010 

Ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda, profundizar los cambios, derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional 

Los días 2, 3 y 4 de julio de 1990, en la ciudad de São Paulo, se reunía el Encuentro de Partidos y Organizaciones Políticas de Izquierda de América Latina y el Caribe. 

En medio del derrumbe del bloque socialista europeo y a escasos meses de la ya entonces previsible desaparición de la URSS, la Declaración de San Pablo, aprobada por el Encuentro de los Partidos y Organizaciones Políticas de Izquierda de América Latina y el Caribe el 4 de julio de 1990, afirmaba: “Rechazamos (…) toda pretensión de aprovechar la crisis de Europa Oriental para alentar la restauración capitalista, anular los logros y derechos socialistas o alentar ilusiones en las inexistentes bondades del liberalismo y el capitalismo(…)”. 

En ese momento, también se definieron “las bases de un nuevo concepto de unidad e integración continental… lo que incluía la reafirmación de la soberanía y autodeterminación de América Latina y de nuestras naciones,  la plena recuperación de nuestra identidad cultural e histórica y el impulso a la solidaridad internacionalista de nuestros pueblos” 

Lo que surgió a partir desta reunión, y que posteriormente asumió el nombre de Foro de São Paulo (FSP), no sólo se mantuvo a lo largo de los veinte años siguientes, contribuyendo a la resistencia al neoliberalismo; también aportó mucho a las victorias de la izquierda, como se puede confirmar analizando la ola de gobiernos de izquierda, populares y progresistas desde 1998. 

Las declaraciones finales aprobadas por sus 15 encuentros celebrados hasta el presente, así como los documentos base y las resoluciones elaboradas por distintos espacios del FSP, se han dedicado a  la caracterización del capitalismo neoliberal y del imperialismo contemporaneo y a sistematizar las ideas generales de las alternativas democráticas y populares. 

Si el FSP nació en un momento en que el neoliberalismo parecía imponerse sin resistencias, hoy, cuando se hace la conmemoración del Bicentenario de los numerosos procesos independentistas latinoamericanos y caribeños, podemos afirmar que el FSP es una iniciativa victoriosa, pero que aun tiene por adelante inmensos desafíos, entre los cuales están: ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda;  profundizar los cambios; derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional

Estos son los principales desafíos puestos para el XVI encuentro del Foro de São Paulo, que se realizará en los días 17 a 20 de agosto de 2010, en la ciudad de Buenos Aires. 

Como contribución a los debates del XVI encuentro, el Grupo de Trabajo del FSP presenta este documento base, compuesto por una Introdución y dos capítulos: un donde se analiza la crisis internacional; y otro capítulo donde se presentan las tareas del Foro de São Paulo. 

INTRODUCIÓN 

La formación de América Latina estuvo profundamente signada por el proceso de colonización y luego por  el neocolonialismo, creando una forma de Estado que sistemáticamente aniquila y extermina a los pueblos nativos primero y después reprime violentamente las capas populares, esclavos, campesinos, obreros y capas medias progresistas. Esto sin que se haya logrado una soberanía real, salvo en cortas etapas y con honrosas excepciones. 

En este proceso denso y complejo, surgen los grandes actores del escenario latinoamericano, entre los cuales destacamos el rol de los movimientos y partidos populares, con sus diversas manifestaciones de resistencia social, política y cultural, de protesta, rebeldías e insurrecciones. 

La realidad que vivimos hoy en nuestra región es el producto de un movimiento múltiple y de las luchas que se llevaron a cabo en estas últimas décadas. Fue la insurrección boliviana, caracterizada como “una combinación inédita de rasgos antiguos y modernos”, la que abrió el camino de Evo Morales a la presidencia. Mucho más que la llegada de un indígena al poder,  Evo representa el arco iris de las etnias indígenas que afirma la potencia de su multiplicidad. 

De la misma manera, fue la congregación en el Palacio de Miraflores la que le permitió la radicalización del giro “bolivariano” de Chávez. Kirchner es el producto de las jornadas del 19 y 20 de diciembre del 2001 en Buenos Aires así como Correa lo es de las grandes movilizaciones del pueblo ecuatoriano. Lo mismo Lula, cuya victoria electoral no puede comprenderse sin las luchas de los trabajores rurales y urbanos brasileños. 

Sin estos movimientos, seria incomprensible el éxito de la estrategia adoptada por la izquierda latinoamericana, que tiene una de sus expresiones en los gobiernos populares, de izquierda y progresistas, con una gran variedad de modalidades y cada una con particularidades propias. 

A lo largo de este período se han generado una creciente fraternidad y un acercamiento entre los gobiernos progresistas, los partidos, los movimientos sociales y los pueblos de nuestros países, y una tendencia general a la unión de América Latina como un todo único, en una integración continental y también en formas diversas de unión regional. 

Entre las distintas expresiones de integración latinoamericana y caribeña, juega un papel muy importante la Alternativa Bolivariana para los Pueblos de América Latina y el Caribe (ALBA). Las relaciones de solidaridad y la cooperación mutua que de ella se derivan, constituyen una importante expresión de las posibilidades abiertas por la existencia de gobiernos de izquierda en el continente. 

También se destaca, en el terreno de la integración continental, la creación de UNASUR (Unión de Naciones Sudamericanas) el 23 de mayo 2008. Pero se dio un paso mucho más grande en la Cumbre de la Unidad Latinoamericana y Caribeña celebrada en la Riviera Maya, próxima a Cancún, México, el 23 de febrero de 2010, con la constitución de un organismo regional, la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC). Es la primera vez en la historia del continente que se crea un organismo de estas características. Se ha considerado un escalón superior en la dinámica de la integración, que de alguna manera recoge los postulados originarios de Bolívar y Martí. 

La propia OEA también ha sido escenario de cambios sustanciales en las relaciones entre el imperio del norte y las naciones al sur del Río Bravo. En el período reciente, para asumir la secretaría general fueron rechazados tres candidatos propuestos sucesivamente  por EE.UU., que antes manejaba esos cargos a su entera voluntad. El Consejo Permanente de la OEA reunido el 4 de marzo 2008 expresó su casi unánime rechazo a la violación de la soberanía y de la integridad territorial de Ecuador por parte de tropas colombianas, con asesoramiento de EE.UU., en Sucumbíos, el 1º de marzo 2008. 

La 39ª Asamblea General de la OEA que se efectuó en San Pedro Sula, Honduras, el 3 de junio 2009, resolvió por unanimidad dejar sin efecto la resolución adoptada el 31 de enero 1962 por la Conferencia de Cancilleres de la OEA, que dispuso la exclusión de Cuba del sistema interamericano. 

También en este período ha cobrado vigor la presencia internacional de América Latina. Ello se ha expresado en la actuación de varios países en el G-20, en la creación del BRIC  y de iniciativas tales como el acuerdo tripartito Brasil-Irán-Turquía, que propuso una base de negociación pacífica sobre el problema nuclear iraní ante el peligro de agresión inminente. En resumen, se está configurando una nueva geografía mundial, en la que participa América Latina. 

La nueva realidad de América Latina se advierte con mayor claridad si se compara  el panorama prevaleciente en las décadas anteriores, signadas por una sucesión de dictaduras militares promovidas desde el imperio del norte, y luego en el período siguiente, por el dominio incompartido de las doctrinas y de las prácticas del neoliberalismo y del “pensamiento único”. 

Cambió también la caracterización social de los gobiernos, con casos paradigmáticos como el de  un obrero metalúrgico o un líder indígena llevados a la presidencia de sus países por millones de votos de sus compatriotas. Cambió también la estructura de los partidos políticos que acceden al gobierno. Viejos partidos que tradicionalmente se repartían el poder quedaron a la vera del camino. Otros ocupan su lugar y se fortalecen en contacto con el pueblo. 

La política de la izquierda desde el gobierno ha generado beneficios concretos para la población, particularmente para los sectores más excluídos. Ha extendido y profundizado la democracia, abriendo paso a nuevas formas participativas y directas. Ha defendido los derechos humanos en toda su extensión. Al mismo tiempo se yergue en defensa de la soberanía nacional de sus países. Ejemplos concretos son la expulsión de las tropas norteamericanas de la base de Manta en Ecuador (como antes de la base de Vieques en Puerto Rico), la campaña contra las bases militares en Colombia y contra la reactivación de la IV Flota de la marina de guerra de Estados Unidos, anexa al Comando Sur. 

Existe un vívido contraste entre la nueva realidad política de América Latina y la de Europa. La gran mayoría de los países integrantes de la Unión Europea tienen gobiernos de derecha y de ultraderecha, con un fuerte componente xenófobo y racista, como se advierte en las nuevas leyes de inmigración. Estos gobiernos pretenden hacer recaer el peso de la tremenda crisis desatada desde 2008 sobre las espaldas de sus pueblos y los países emergentes, lo que ha generado movimientos de protesta de los trabajadores y sectores populares. En cambio, los países de América Latina donde hay gobiernos progresistas son los que mejor han resistido las consecuencias de una crisis que ellos no promovieron. 

Ante este panorama que se ha venido consolidando en la última década, se despliega un intento de contraofensiva por parte de los antiguos sectores dominantes, que se proponen reconquistar el gobierno de sus países. Su objetivo es impedir que este nuevo curso se consolide y se torne irreversible. 

Esta contraofensiva se expresa en el intento de trasplantar a nuestro continente una política de militarización y guerra preventiva que se basa esencialmente en el Plan Colombia, en la creación de bases militares de EE.UU. en ese país, donde las tropas yankis gozarán de total impunidad y desde las cuales se amenaza a todos los países de la región. Esto se suma a la resurrección de la IV Flota como instrumento de potencial intervención. La cruenta agresión armada de tropas colombianas, respaldadas por la tecnología y los servicios de inteligencia de EE.UU., en territorio ecuatoriano en Sucumbíos el 1º de marzo de 2008. Ello prueba los peligrosos alcances de esa política, que determinó la ruptura de relaciones por parte de Ecuador. La elección de Juan Manuel Santos –que era ministro de Defensa de Uribe cuando la invasión a Ecuador– como presidente el 20 de junio de 2010 entraña el riesgo de agravamiento de esta política, con el agregado de su rechazo expreso al intercambio humanitario que es un reclamo sustentado por vastos sectores de la sociedad colombiana. 

Las fuerzas de derecha, además de Colombia, lograron imponer su candidato en la elección de Ricardo Martinelli el 3 de mayo de 2009 en Panamá, sustituyendo al gobierno de Martín Torrijos, presidente de la Internacional Socialista en América Latina; dieron el golpe de estado que derribó el gobierno democrático de Manuel Zelaya en Honduras el 28 de junio de 2009, seguido por la elección del magnate Sebastián Piñera en Chile el 17 de enero de 2010, respaldado por un grupo de origen pinochetista, que sucedió a cuatro gobiernos de la Concertación. 

En este mismo período, la izquierda obtuvo también victorias importantes, por ejemplo en Uruguay, Bolivia y Ecuador, impidiendo que la contraofensiva de la derecha se transformase en una reversión del proceso de cambios en América Latina. Sigue, por lo tanto, el conflicto entre los proyectos nacionales y populares, opuestos a los proyectos oligárquicos que siempre actuaron en connivencia con las potencias imperialistas. Hoy, bajo  en estas nuevas condiciones mundiales, los proyectos populares de América Latina tienen mejores condiciones que hace sólo una década,  para marchar en dirección a una nueva sociedad con justicia, equidad y soberanía, una sociedad socialista. 

LA CRISIS INTERNACIONAL 

El cataclismo financiero que arrancó en Estados Unidos y se propagó rápidamente al resto del mundo, no es una mera crisis financiera sino una crisis del sistema capitalista. Es una crisis que se pronostica de larga duración, que se articula con el surgimiento de un mundo multipolar. 

La recuperación es muy incierta y hay muchos riesgos de que el mundo caiga de nuevo en una recesión global. La crisis griega ya se ha convertido en una crisis regional de la zona Euro y en un factor de inestabilidad mundial. 

El costo de la crisis ha sido alto en materia de pobreza y desempleo. La falta de oportunidades de trabajo seguirá siendo elevada en el mundo por varios años. El desempleo en las economías avanzadas rondó el 9% y a nivel mundial en cerca del 8% en 2009, pero para 2010 las previsiones son más pesimistas pues aumentará un poco más, al 8.4%. El desempleo en EU se quedará en casi 10% y  aumentará en la zona Euro de 9.4 a 10.5% (en España llegará casi 20%). A estas cifras hay que sumar una cantidad importante de trabajadores que laboran a tiempo parcial. Los altos niveles de desempleo (y empleo precario) en las economías desarrolladas son un  indicador notable para apreciar no sólo el costo de la crisis sino también la fragilidad de la recuperación. 

A fines de 2008 la economía norteamericana estuvo al borde de un colapso. Si ello no sucedió, fue por la intervención del gobierno. El promedio del déficit público en las economías avanzadas fue, el año pasado, de 9% cuando antes se insistía en el equilibrio (con un margen de hasta 3%). El déficit sin embargo, llevó a un endeudamiento masivo de los gobiernos que seguirá creciendo quizás hasta llegar a un 100% del PIB en las economías avanzadas, 35 puntos más que antes de la crisis. 

Otro signo distintivo de la gran recesión ha sido la diferencia de su impacto por regiones y países. Las economías más avanzadas resultaron más afectadas que las emergentes. De hecho EU fue el epicentro del terremoto y exportó la crisis a otras regiones. 

La caída del producto mundial en 2009 fue de -0.9% pero las economías avanzadas cayeron -3.2% mientras las economías emergentes crecieron 2.4%. El comercio mundial se desplomó en casi un -11% debido a la caída de las importaciones de las economías avanzadas (-12%). Ello provocó una caída en los precios de las materias primas, sobre todo petróleo (-36.3%). Las caídas más fuertes del producto, por países, fueron: Alemania, Japón, Reino Unido y Rusia. Las economías que crecieron fueron China e India. 

En 2010 se prevé que las economías avanzadas crezcan 2.3% y las economías emergentes y en desarrollo 6.3% por lo que éstas serán otra vez el motor del crecimiento mundial. 

La zona Euro se ha convertido en una zona de inestabilidad debido a Grecia pero también a otros eslabones débiles: España, Portugal, Italia e Irlanda. 

La crisis de la deuda griega requirió un megapréstamo de la Unión y el FMI que se pactó a principios de mayo (720 mil millones de euros: 500 de la EU y 220 del FMI). Pero hay que ver si el ajuste brutal a las finanzas griegas se puede implementar en el mediano plazo. Habrá que observar también cómo evolucionan los otros casos, sobre todo España, donde se aplica un duro plan de ajuste. Sin duda, estas políticas provocarán mayor desempleo y un crecimiento del producto más lento. Por otra parte, ni los megarescates ni las políticas de ajuste son una garantía de que la estabilidad volverá pronto a la eurozona. Por el contrario, en el corto plazo, al menos, el mundo seguirá sujeto a corridas bursátiles y devaluaciones y revaluaciones de las monedas. En este marco de inestabilidad no puede descartarse una nueva recesión general. 

Por otro lado, hay que subrayar que el sistema bancario sigue atorado. Los créditos todavía no se restablecen. Los bancos siguen en problemas a pesar de los cuantiosos rescates. Obtienen altas ganancias pero otorgan poco crédito. Además, los gobiernos ya agotaron su margen de maniobra. Ya no pueden bajar todavía más la tasa de interés ni endeudarse más para inyectarle dinero a la economía o a los bancos. 

La recuperación es frágil, en el fondo, porque en las economías desarrolladas hay ahora un bajo consumo privado, baja inversión, poco crédito y desempleo alto. La recuperación económica no parece dibujarse con una V sino como una L. Es decir no hay una recuperación de la misma magnitud  que la caída sino que ésta se mantiene en un nivel bajo. 

En cambio, en las economías emergentes, el panorama es un poco mejor porque están creciendo tanto  la demanda como  las inversiones. Además aquí no hubo shocks financieros. Sin embargo, una nueva caída de las economías desarrolladas o un pánico financiero pondrían en peligro a las economías en desarrollo pues caerían las exportaciones y con ellos su ritmo de crecimiento. 

Persiste además un serio desequilibrio entre las economías del mundo. Los Estados Unidos son una economía que consume mucho y se ha endeudado también mucho, mientras que China, por ejemplo, consume poco y se ha convertido en un importante acreedor mundial, particularmente del gobierno de los Estados Unidos. Estos desequilibrios se muestran también en el comercio mundial. Hay economías exportadoras (es decir que exportan una proporción muy elevada del total de su producción nacional) y otros países que importan en grandes cantidades (en relación a su producción total y al comercio internacional del mundo). No se trata de economías complementarias sino de una globalización deforme que la vuelve poco sustentable, es decir, de bajo crecimiento, sujeto a crisis recurrentes y con profundas desigualdades en las naciones, en las regiones y a nivel mundial. 

Hasta ahora, la crisis no ha producido un nuevo orden económico mundial. Se han roto las recetas de las políticas neoliberales pero en el caso de Grecia y España, se están aplicando,  de nueva cuenta,  las mismas políticas de ajuste que se impusieron en ALC hace 20 años. En materia de gobernabilidad mundial y creación de nuevas instituciones multilaterales, la situación prácticamente no ha cambiado a pesar de que hay un nuevo grupo de países, el G20, que se reúne a tomar decisiones. Así, por ejemplo, la propuesta de China y otras naciones de crear una nueva moneda de reserva mundial, en vez del dólar, sigue sin resolverse. 

Tampoco avanza una gran reforma financiera que elimine los paraísos fiscales y suprima instrumentos altamente especulativos (como los CDS, credit default swaps, y otros de los llamados derivados como los hedge funds). Hasta el FMI ha propuesto un impuesto especial a los bancos para crear un fondo de reserva que sirva para futuros rescates de las entidades financieras. Sin embargo, esta reforma está detenida. No se ven signos de avance. En Estados Unidos se acaba de aprobar en el Congreso una muy tibia propuesta de regulación. Habría que recordar que el capital financiero fue durante las últimas décadas el mayor beneficiario de la globalización neoliberal. Su poder ha llegado a ser inmenso. La crisis golpeó al sistema pero los planes de rescate sobre todo en EU, se dirigieron a reforzar esa estructura de poder. El mundo sigue presa de los especuladores. 

Latinoamérica, menos golpeada 

El caso de América Latina y el Caribe fue diferente al de las economías desarrolladas. 

La crisis no fue tan aguda en América Latina, al menos en parte, porque se aplicaron en varios países de la región, políticas que compensaron en grande parte el impacto recesivo. Estas políticas fueron posibles porque estos países acumularon importantes reservas monetarias que pudieron ser usadas frente a la caída de las exportaciones y la salida de capitales. Dichas reservas fueron acumuladas en el auge económico previo a la crisis en buena parte de la periferia, gracias a los precios altos de materias primas y las entradas de capitales. También deben destacarse las políticas redistributivas que pusieron en práctica sobre todo los gobiernos progresistas antes y durante la crisis. 

En ALC, durante 2010 se recuperará lo perdido en 2009: la caída en este último año fue de casi -2% pero en 2010 el crecimiento será de 4%. Casi todos los países crecerán a un nivel superior al retroceso del año pasado. Pero dentro de este panorama moderadamente optimista hay una excepción notable: el caso de México. En 2009 su economía cayó casi -7% y en 2010 apenas crecerá un 4%, en el mejor de los casos. 

Aunque en América Latina, con la excepción de México, el PIB de la región se contrajo moderadamente en 2009, la brecha de crecimiento (es decir, la diferencia entre la tasa de crecimiento entre 2009 y 2007) fue de 6.3 puntos porcentuales la cual no deja de ser significativa. Quiere decir que si no hubiera habido crisis, ALC estaría, por lo menos, 6.3% mejor que en estos momentos en términos de crecimiento del producto, sería 6.3% más rica. 

A pesar del impacto moderado de la crisis (con excepción de México) la pobreza aumentó en la región. Se calcula que el número de pobres en ALC se incrementó en 10 millones de personas en 2009 según el Banco Mundial, lo que significó un retroceso pues en los cinco años anteriores se habían logrado avances significativos. Sin embrago debe aclararse que de estos diez millones, cinco son mexicanos. 

Según el Banco Mundial, “Mientras que se estima que 60 millones de latinoamericanos dejaron la pobreza entre 2002 y 2008, entre 9 y 10 millones de personas se volvieron pobres en 2009, y el número de pobres hubiera sido mayor si no hubiera sido por el hecho de que los gobiernos de América Latina, rompiendo con la tradición del pasado, pudieron mantener y en algunos casos fortalecer programas de asistencia social. Se espera que el número de nuevos pobres se reducirá significativamente hacia el final de 2010.” 

Asimismo, en materia de empleo, según la OIT “se estima que 3.5 millones de trabajadores perdieron su empleo en ALC, cifra relativamente baja en comparación a la fuerza laboral total de 270 millones de trabajadores”. El desempleo en ALC aumentó 1.2 puntos, de 7 a 8.2% de acuerdo a las últimas estimaciones por lo que el total de desempleados en la región subió a 22.5 millones al final de 2009. También llama la atención que los salarios reales no cayeron durante 2009. La crisis del empleo en AL contrasta con otros episodios del pasado en el que se presentaron aumentos significativos del desempleo,  un crecimiento de la informalidad y una caída severa del salario real. 

En síntesis el costo de la crisis para América Latina fue relativamente bajo pero al fin y al cabo hubo un retroceso. 

Como ya se mencionó, el impacto de la crisis fue muy superior en México en comparación al resto de los países de ALC. No sólo por que la recesión fue mayor sino también por el número de pobres y desempleados. Para 2010, en estos últimos aspectos, México no tendrá una recuperación. 

El caso de México es una muestra palpable de cómo la continuidad de las políticas neoliberales ha sido muy costosa, a diferencia de las rupturas que se presentaron en los últimos años en la mayoría de la región por el arribo de gobiernos de izquierda. La razón de fondo de la excepción mexicana se debe a su vinculación a Estados Unidos mediante el Tratado de Libre Comercio de América del Norte (TLCAN), su poca diversificación hacia otros mercados mundiales, el abandono de la agricultura mexicana y la dependencia alimentaria que esto último ha implicado; la dependencia de México hacia el petróleo también se ha acentuado. 

La decisión de mantener la integración a Estado Unidos mediante el TLCAN ha requerido la continuidad de las políticas neoliberales. Así pues la experiencia mexicana demostraría el fracaso de la derecha latinoamericana sobre todo frente al éxito de otras políticas puestas en práctica por gobiernos de izquierda como el caso de los países del Cono Sur. 

Si en varios países se puso en marcha un programa de cambios que permitieron aumentar la demanda interna mediante la recuperación del salario y la ocupación, y la implementación de amplios programas sociales contra la pobreza, y al mismo tiempo se avanzó en mecanismos de integración comercial y diversificación de los mercados internacionales, en México no se hizo nada de esto. El costo ha sido inmenso y explica el fuerte impacto de la crisis mundial en este país. 

Aun haciendo a un lado el caso de México, hay que reconocer que la situación en América Latina fue negativa en 2009 aunque el impacto haya sido menor que en otras regiones. Por ello, a pesar de que en 2010 se puede recuperar lo perdido, el saldo adverso el año pasado debe verse con cuidado y no menospreciar sus impactos. 

Los efectos de la crisis crean una situación más difícil para los gobiernos de izquierda y ello  podría ser favorable para las oposiciones de derecha. Hay que recordar que cuando aumenta la pobreza y el desempleo, los ciudadanaos tienden a cobrarle la cuenta a los gobiernos en turno, no tanto a la oposición, aunque ésta proponga la vuelta al modelo neoliberal. Además, se agrava el descontento social   pues hay más demandas insatisfechas, lo que también puede generar situaciones más difíciles para los gobiernos progresistas. 

Por otra parte, también es cierto que  la crisis es producto  del sistema que la izquierda pretende cambiar y por tanto,  se presenta como una oportunidad para propiciar ese cambio desde  los gobiernos. 

Un balance político 

La derecha latinoamericana y caribeña, con sus aliados europeos y estadounidenses, están implementando una contraofensiva, que busca recuperar los espacios que perdieron desde 1998 en América Latina. 

Esta contraofensiva incluye la ampliacion de la presencia militar en la región, el golpe en Honduras, las campañas político-mediáticas contra Cuba y Venezuela, así  como la victoria de la derecha en Panamá, Chile y Colombia. 

La contraofensiva se realiza precisamente porque desde el 1998, hay señales de una ofensiva de las fuerzas populares – aunque condicionada por la correlación de fuerzas en nivel mundial. Por eso mismo, el curso de la lucha política entre los sectores populares y la derecha es la marca de los últimos años, una confrontación entre dos bloques,  una disputa reñida por los rumbos de nuestro continente. Junto con los señales de la contraofensiva, arriba señalado, existen también variados ejemplos de que sigue el curso de las fuerzas populares. Para hablar solamente de logros en lo electoral, en 2009 se observó las reelecciones de Evo Morales em Bolivia y de Rafael Correa em Ecuador. El presidente Hugo Chávez logró la aprovación de referendum que permite la reelección. En Uruguay el Frente Amplio eligió al compañero Mujica. Antes, en El Salvador ocurrió la victoria de Mauricio Funes. Para 2010, la señal más importante de que se mantiene  la iniciativa política de las fuerzas de izquierda se expresa es la delantera electoral en las encuestas y el esperado triunfo de  la compañera Dilma Rousseff, candidata presidencial de las fuerzas progresistas en Brasil. 

A pesar de que la conexión entre la crisis mundial y los procesos electorales en ALC no ha sido hasta ahora muy directa, los partidos del FSP estamos obligados a discutir  sus repercusiones a nivel regional y nacional para evitar que  la derecha saque ventaja de esta problemática. 

El Foro de São Paulo debe realizar un balance de los procesos hondureño, panameño, chileno y colombiano. Debemos, también, debatir maneras concretas de apoyar la unidad de la izquierda, tanto en los países citados, cuanto en aquellos que tendrán elecciones en el próximo periodo. 

El golpe de estado en Honduras dio paso a la elección de Porfirio Lobo en un proceso cuestionado por todas las fuerzas de izquierda. El resultado no fue reconocido por diversos gobiernos y partidos progresistas y democráticos de la región, pero al paso de los días Lobo ha logrado cierto grado de normalización de las relaciones de su gobierno con sus vecinos. 

El golpe fue también una prueba a los organismos de integración de ALC. Y aunque estos reaccionaron acertadamente, sobre todo al principio, luego fueron incapaces de desplegar los mecanismos necesarios para evitar la consolidación del golpismo. 

El rechazo de la visita de Lobo a la cumbre UE-LAC en España, y su cancelación, aunque es una buena noticia, no cambia mucho las cosas. A final de cuentas, el golpe de estado fue un éxito de la derecha. 

La destitución y luego el exilio del Presidente Zelaya, la constante represión contra el Frente Nacional de Resistencia, la misma Presidencia del derechista Lobo, y la casi nula presión internacional en su contra, parecen confirmar que el golpe de estado logró su propósito central: eliminar a un gobierno progresista, imponer a un representante de los intereses de la oligarquía, y golpear a las fuerzas populares que sostienen una alternativa anti neoliberal. 

Esta situación debe ser un motivo de reflexión pues sin duda ha fortalecido a la derecha en Centro América y, aunque en menor medida, en el conjunto de América Latina. Aunque se reconoce que el golpe encontró a un gobierno que no había construido ni un partido propio ni una base social organizada capaz de enfrentar a una derecha resuelta a todo, las debilidades de Zelaya y de la izquierda hondureña no deben ocultarnos que la capacidad de reacción frente a este golpe por parte de la izquierda latinoamericana fue muy deficiente. 

Los territorios coloniales no escapan a la derechización. En Puerto Rico, el Partido Nuevo Progresista dirigido por la derecha republicana y sectores de la empresa privada ha derogado en la práctica las garantías constitucionales, mientras entrega el patrimonio nacional, los empleos públicos y los derechos laborales al sector privado. En esa línea también ha promulgado el desmantelamiento de instituciones de la sociedad civil mediante legislación unilateral; y de igual manera, ha incrementado la brutalidad policíaca y la represión hacia sectores populares, como hemos visto a partir de la pasada huelga universitaria. 

La pregunta es entonces: ¿cómo prevenir una acción similar en otros países? ¿Cómo evitar que el gobierno norteamericano y la derecha oligárquica en CA y ALC sigan fortaleciéndose? En síntesis, ¿cómo debe actuar la izquierda latinoamericana en el futuro inmediato para responder a esta nueva ofensiva de la derecha? 

LAS TAREAS 

El XV Encuentro del Foro de São Paulo apuntó tres tareas fundamentales: no ceder ningún espacio para la derecha, profundizar los cambios y acelerar el proceso de integración.       

Luego del XVI Encuentro del Foro, tendremos las elecciones legislativas en Venezuela (septiembre) y las presidenciales en Brasil (octubre). El resultado de estas elecciones impactará con fuerza la situación regional, en particular las elecciones presidenciales que van ocurrir en 2011 en Argentina, Guatemala y Nicaragua; así como en Perú. 

Como apuntó el XV Encuentro, aún no disponemos de un seguimiento científico que nos permita hacer un análisis comparado de los sucesos de los distintos gobiernos latinoamericanos de izquierda y progresista. Motivo por lo cual está en curso la construcción del Observatorio de gobiernos progresistas y de izquierda latinoamericanos y caribeños. 

A pesar de la dificuldad en hacer este balance, es posible afirmar algunas ideas: 

a) nuestras sociedades siguen siendo profundamente desiguales, y cambiar esto exigirá no solamente desarrollo, sino  un determinado tipo de desarrollo que incluya fortalecer el rol del Estado, ampliar las políticas públicas sociales, e introducir cambios en las estructuras de propiedad; 

b) la contraofensiva de la derecha exigirá de los gobiernos de izquierda y progresistas de la región una ampliación de su hegemonía política, que supone la adopción de medidas que profundicen la democracia, incluso en la comunicación social y los medios masivos de comunicación; 

c) la crisis internacional tuvo y seguirá teniendo impacto en la región, motivo por lo cual la profundización de los cambios dependerá cada vez más de lo que se haga en términos regionales.

En términos de acelerar el proceso de integración, podemos decir que los gobiernos progresistas y de izquierda de la región siguen comprometidos con este objetivo. 

La reunión de la regional latinoamericaña y caribeña, así como la posición de UNASUR repudiando la presencia de Porfírio Lobo en la cumbre EU-ALC, son señales positivas. Asi como la firma del Acuerdo de Teherán, en mayo último, por Brasil, Turquía e Irán, tiene enorme significado político y estratégico. Al abogar por la manutención del derecho, consagrado en las normas internacionales,  respecto del  dominio de la tecnología para producción de energía nuclear con fines pacíficos por parte de países en desarrollo, el Acuerdo se opuso al  camino de la guerra, defendiendo la paz como única salida para el conflicto de las potencias imperialistas contra Irán. Al mismo tiempo, el Acuerdo simboliza la tendencia hacia la multipolaridad y comproba las dificultades del imperialismo en imponer su dominio en el mundo. El Foro de São Paulo valora este movimiento como expresión de esta lucha contra hegemónica, de fundamento antiimperialista y a favor del derecho al desarrollo para el Sur del mundo. 

El XVI Encuentro considera que las tres tareas apuntadas por el encuentro anterior siguen vigentes. Pero es necesario añadir algunas perspectivas, orientaciones y precisiones, así como algunas tareas político-organizativas relacionadas al propio Foro. 

En primer lugar, creemos de extrema importancia y urgencia fortalecer el debate estratégico entre nosotros. Los debates de los años 1990, en los marcos del Foro de São Paulo, contribuyeron mucho para los éxitos que tuvimos en el enfrentamiento con el neoliberalismo, inclusive en la conquista de gobiernos y en sus acciones. 

Hoy vivimos una nueva situación, en la región y en el mundo. Enfrentar esta nueva situación supone mayor capacidad de análisis y de formulación estratégica. 

Otro mundo es posible, pero hay que decir cuál. Las izquierdas de ALC  tienen que definir una identidad propia que recogiendo su vasta experiencia, en lo gobiernos y en los movimientos sociales, les permita establecer una serie de propuestas programáticas e ideológicas. Su diversidad debe ser ahora fuente de su capacidad propositiva. 

El Foro de São Paulo tiene condiciones privilegiadas para ser el espacio de un debate con estos propósitos. No se trata de tener una política única, tampoco con  de centralizar nuestra actuación a partir del Foro de São Paulo –la experiencia reciente y no tan reciente demostró los límites de este tipo de pretensión. Se trata, esto sí, de aprovechar la unidad en la diversidad que hemos construido hasta ahora, como punto de partida y ambiente ideal para trabar un debate necesario para todos nosotros. 

En este sentido, la Red de Escuelas, Fundaciones y Centros de Estudios del Foro de São Paulo debe llamar a la tarea de organizar, a partir de septiembre de 2010, un ciclo de actividades con ese propósito. 

Las definiciones programáticas e ideológicas de la izquierda latinoamericana y caribeña son aún más necesarias frente a la quiebra de la socialdemocracia. Sólo en ALC hay un movimiento progresista que ha avanzado en los últimos años exitosamente, conquistando gobiernos nacionales, construyendo partidos políticos de masas, y desarrollando movimientos sociales alternativos. Este éxito debe reflejarse en la reconstrucción de una identidad de las izquierdas más profunda. Estos nuevos paradigmas surgirán sin duda, de la experiencia práctica, pero también del debate intenso, respetuoso e incluyente de los partidos progresistas y de los movimientos sociales, debate que debe fomentarse en la forma más amplia y diversa posible. El FSP es una instancia que puede conducir este debate de manera destacada por ser el espacio más unitario, amplio y democrático de los partidos de izquierda y progresistas de ALC y, en cierto sentido, ya un referente mundial. 

Queremos destacar también el movimiento de mujeres del Foro de São Paulo, que contribuye con su lucha por la igualdad social y política entre los géneros. Debemos hacer frente a los desafíos que nos coloca la llegada al poder, referente a la situación de discriminación contra las mujeres en nuestras sociedades, y a los ataques sufridos por parte de los movimientos de derecha y conservadores contra los derechos de las mujeres. 

Una mención especial merece también el esfuerzo de las juventudes del FSP; el Primer encuentro que tuvo lugar en México el año pasado debe continuar en Buenos Aires. La consolidación de este espacio es fundamental para fomentar la educación política entre los jóvenes, impulsar la renovación  de nustros partidos y el recambio generacional; y darle un mayor protagonismo político e ideológico a este sector de la población. 

En segundo lugar, consideramos necesario fortalecer el Foro de São Paulo como referente latinoamericano y mundial. Esto pasa por las seguintes acciones: fortalecimiento de las secretarías regionales; presencia en la comunidad latinoamericana y caribeña en los Estados Unidos y también en Europa; relaciones bilaterales entre el Foro y organizaciones semejantes en África y Asia, así como en Europa; seguimiento de los proyectos del Foro en el área de la cultura, el Observatorio de Gobiernos, y también la Red de Escuelas y Fundaciones. 

El Foro de São Paulo debe seguir siendo y consolidarse como un espacio de intercambio de información y debate, de formación de cuadros y producción intelectual (mediante las fundaciones), de definición de líneas estratégicas, de encuentro para impulsar la integración política, económica y cultural de AL. 

El Foro de São Paulo debe ser, también, un espacio de coordinación de acciones comunes entre los partidos que lo integran. En este sentido, no nos vemos como la única alternativa para las izquierdas latinoamericanas. Pero estamos convencidos de que la propuesta del Foro de São Paulo sigue siendo lo máximo denominador común de la izquierda latinoamericana y caribeña. 

En ese particular, cabe al Foro de São Paulo mantener y profundizar el intercambio, no solamente con los partidos de la región y del mundo, sino también con los movimientos sociales. 

Hay una gran vitalidad de los movimientos sociales latinoamericanos. La reunión sobre cambio climático en Cochabamba, Bolivia, el pasado mes de abril, fue una muestra de ello, así como las actividades del FSM y otros eventos nacionales e internacionales. Los movimientos sociales han sido los impulsores de los cambios políticos de ALC y sin ellos, los partidos y gobiernos progresistas no hubieran podido avanzar. 

Por ello el FSP debe provocar un nuevo acercamiento con los movimientos sociales basado en una estrategia común de lucha contra la crisis mundial y un acuerdo político para enfrentar a la derecha. 

De igual manera, el FSP debe asumir una responsabilidad más firme en el plano regional y ante los organismos internacionales correspondientes, encaminada a la descolonización y el derecho a la independencia de los territorios coloniales en la región caribeña, facilitando a estas naciones su vinculación con los procesos de integración latinoamericana. 

De la misma manera, cabe al Foro de São Paulo establecer un intercambio sistemático entre  los gobiernos progresistas y de izquierda en la región. Tanto en el sentido ya apuntado en el proyecto del Observatorio, cuanto en torno al tema de las relaciones partido-movimientos sociales-gobiernos. 

La verdad es que, en el ámbito de cada país, las relaciones entre gobiernos y partidos de gobierno son muy diversas, siendo muy común que –después de las victorias electorales– el centro del poder y de iniciativa estratégica se transfiera del partido hacia el gobierno, con consecuencias siempre dañinas. 

En tercer lugar, cabe al Foro de São Paulo colaborar para que se amplie la eficacia electoral de sus partidos miembros. En ese sentido, proponemos que la Red de Escuelas y Fundaciones, a par de las tareas estratégicas ya mencionadas, empieze de inmediato un ciclo de reflexiones sobre las experiencias electorales pasadas y futuras, que avance además para medidas concretas que se puedan hacer en términos de encuestas y comunicación, siempre respetando la legislación electoral vigente en cada país.

Además de las tareas centrales –no ceder ningún espacio para la derecha, profundizar los cambios y acelerar el proceso de integración– y de las tareas organizativas –consolidar el FSP como referente, profundizar la reflexión estratégica, incluso cuanto a los movimientos, a los gobiernos y a lo electoral– consideramos esencial concluir este documento base con una reflexión más estratégica, sobre las características históricas del periodo que vivimos. 

Hemos insistido en la idea de que vivimos un momento de crisis y transición. Crisis del neoliberalismo, crisis del capitalismo, crisis de la hegemonía estadounidense. Pero, como es usual, sabemos bien qué esta agonizando, pero no lo qué está naciendo. 

El neoliberalismo está en crisis, pero no está muerto, ni en los hechos, ni en el plan de las ideas. Además, la desmoralización del neoliberalismo no conduce automáticamente, ni únicamente, al fortalecimiento de las ideas socialistas. Lo que se está viendo incluye esto, pero incluye principalmente (hasta ahora) el fortalecimiento del pensamiento keynesiano, así como el resurgimiento de matrices extremadamente conservadoras y de derecha. 

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. Y para que esto ocurra, es necesario que exista una fuerza alternativa capaz de superarlo, en escala nacional y mundial. Lo que aún no existe y tampoco parece cercano. 

La crisis de la hegemonía estadounidense permite un análisis similar. Por una parte, ellos no tienen más capacidad de hegemonizar el mundo como hacían antes. Por otra parte, está cada vez más clara la apuesta que un sector del establishment estadounidense hace para mantener y prolongar su hegemonía: la guerra, terreno donde su superioridad destructiva es aplastante. El chantaje bélico, sumada a su fuerza económica (cristalizada en la hegemonía del dolar), puede hacer  que ese declive de la hegemonía de EE.UU. se prolongue aún por mucho tiempo, además de asumir formas que pueden ser trágicas para la humanidad. 

Los Estados Unidos tienen 865 asentamientos militares fuera de su territorio de los cuales entre 45 y 49 estarían en América Latina y el Caribe o sus cercanías. 

Así, es fundamental que la izquierda latinoamericana defina con más claridad que tipo de estrategia de corto y mediano plazo creemos poder tener frente a los EE.UU. 

Si no está puesto, en el horizonte visible, un colapso, una revolución o por lo menos un cambio estructural fundamental en los EUA, ¿entonces cómo convivir con esa nación tan agresiva? ¿Y cómo esto se traduce en nuestras propuestas de seguridad nacional, frente al narcotráfico, en torno a la migración? 

O aún: ¿en que medida esta perspectiva estratégica frente a los EUA debe influenciar los proyectos como el que se acordó en Cancún (Unión de Naciones)? ¿Qué puede hacer la izquierda partidaria en  los mecanismos de integración de AL (UNASUR, ALBA, MERCOSUR, CAN)? 

Así pues, la izquierda latinoamericana tiene que responder  a una situación caracterizada por: a) una crisis de neoliberalismo, en un momento en que el pensamiento crítico se está recuperando de los efectos de más de dos décadas de defensiva política e ideológica; b) la crisis de la hegemonía estadounidense, sin que exista un sustituto hegemónico, creando una situación que fomenta el multilateralismo, la formación de bloques regionales y alianzas cruzadas; c) la crisis del modelo actual de acumulación de capital, sin que sea visible cuál es la alternativa sistémica; d) la crisis del desarrollismo conservador en América Latina, estando en curso una transición hacia un post-neoliberalismo, cuyas características se están definiendo a lo largo del camino. 

Como hemos visto también, la crisis  apunta para un período más o menos prolongado de inestabilidad internacional. En el corto y mediano plazo, la inestabilidad está relacionada con la crisis del capitalismo neoliberal y el declive de la hegemonía de EE.UU. Estas diversas dimensiones de la inestabilidad hacen más urgente y más difícil, al mismo tiempo, la construcción de alternativas. 

Por otra parte, tres décadas de hegemonía neoliberal han limitado el horizonte intelectual y la fuerza de la izquierda, especialmente fuera de América Latina y el Caribe. Estas contradicciones y limitaciones son evidentes cuando observamos la falta de correspondencia entre el tamaño de la crisis,  la timidez de las propuestas y las medidas adoptadas. Esto es especialmente claro en el caso de la socialdemocracia europea. 

Por otra parte, los socialistas del siglo XXI no pueden alegar ignorancia: La lucha por superar el capitalismo es larga y compleja. 

A principios de 1990, con la disolución de la URSS, podemos decir que el movimiento socialista todo entró en un período de “defensiva estratégica”. 

La situación comenzó a cambiar entre 1998 y 2008, primero con el ascenso de varios gobiernos de izquierda en América Latina, y luego con la crisis internacional. Pero estos acontecimientos no han cambiado aún la naturaleza del período, que sigue siendo de “defensiva estratégica”. 

Una muestra de ello es el contraste entre la profundidad de la crisis internacional y la capacidad de los estados capitalistas para evitar el desbordamiento de su organización política y social. 

Otra señal es la existencia de una contraofensiva por la derecha latinoamericana, que recibió el refuerzo paradójico de la crisis internacional pues crea  dificultades económicas y sociales que tienen que enfrentar  los gobiernos más progresistas. Ante esa situación, la izquierda latinoamericana lucha por mantener los espacios conquistados, acelerar el proceso de integración regional y profundizar los cambios. 

La cuestión práctica es cómo hacer esto evitando dos errores: uno es tentar ir más allá de nuestra capacidad para sostener el proceso político; otro es no hacer lo necesario para acumular fuerzas en dirección al socialismo.

El movimiento socialista del siglo XX fue derrotado. Pero el repertorio de experiencias es enorme. Por el contrario, los experimentos y los intentos de los socialistas de nuestro siglo XXI son todavía muy limitados. Durante ese período, no vivimos ninguna gran revolución. En América Latina, por ejemplo, aunque estemos muy orgullosos de los gobiernos que hemos logrado desde 1998, debemos reconocer que estamos lejos de la profundidad política y social alcanzada por la revolución cubana de 1959. La lucha por el socialismo en el siglo XXI aún no ha protagonizado ninguna revolución de este tipo. En términos de teoría, aún no conseguimos producir el necesario análisis del capitalismo contemporáneo, de los intentos de construir el socialismo en el siglo XX y de la estrategia para la lucha por el poder y la construcción socialista en las condiciones del siglo XXI. 

Quizás sea más exacto hablar de socialismos y estrategias. Nuestro movimiento siempre ha sido plural, geográfica, sociológica, teórica, organizativa y políticamente. Esto no significa equiparar las diferentes tradiciones, sino que implica recordar que somos herederos de un complejo y plural patrimonio colectivo. 

Una de las razones de esta pluralidad es el capitalismo. El modo capitalista de producción impulsa una tendencia hacia la uniformidad, pero las estructuras socioeconómicas capitalistas, en diferentes regiones del mundo y épocas históricas, tienen entre si diferencias importantes. Por ello, la superación del capitalismo requiere diferentes estrategias de resistencia, de conquista del poder y de construcción del socialismo. No significa que todas las estrategias son válidas, pero sí significa que el movimiento socialista debe rechazar la idea de que sólo hay una estrategia válida para todos los lugares y tiempos. 

Otra de las razones por las que debemos usar el plural, es porque las diferentes clases y sectores en la lucha contra el capitalismo, no tienen necesariamente los mismos objetivos a largo plazo. 

Vale la pena decir que esta pluralidad está más allá de la existencia de partidos, programas y estrategias diferentes. Desde los que tienen como su horizonte un estado de democracia y bienestar, en el marco del capitalismo. Hasta los que abogan por un tipo de socialismo que implica preservar la organización social comunitaria pre-capitalista. Así como aquellos para quien el socialismo se confunde con la lucha contra el imperialismo. O sea, la diversidad del movimiento socialista moderno es tan amplia que las categorías plurales son las más apropiadas. 

El debate sobre el socialismo en América Latina a principios de este siglo XXI debe ayudarnos a responder como pasar: a) de la condición del gobierno a la condición de poder, b) de la situación actual, donde estamos mejorando la vida de la gente en los marcos del capitalismo, hacia una nueva situación, donde podamos mejorar la vida de las personas en el marco de una transición socialista. 

Si tenemos éxito en la combinación de las diferentes estrategias nacionales y una estrategia de integración continental, vamos dar una importante contribución para que el movimiento socialista deje la situación actual de “defensiva estratégica” y entre en un estado de “equilibrio estratégico”, por lo menos en nuestro continente. 

Por todo ello, ha adquirido una importancia estratégica el proceso de integración en América Latina y el Caribe. El objetivo central en ese proceso es el siguiente: la consolidación de vínculos económicos, sociales, políticos, militares e ideológicos, para que los países miembros puedan convivir, sin subordinación o dependencia, con el espacio geopolítico aún hegemonizado por los Estados Unidos y la Unión Europea. 

La cuestión que se presenta entonces es si será posible construir un nuevo orden  a escala regional o mundial  basado en la expansión de los mercados internos y  un intercambio internacional más justo. 

Cualquiera que sea la respuesta a tales preguntas, queda claro que estamos frente a conflictos de larga duración, que se librarán en un ambiente de fuerte inestabilidad, en dos planos distintos pero articulados: en primer lugar, dentro de cada país; en segundo lugar, entre los diferentes estados y bloques regionales. 

Como resultado de estos conflictos, puede surgir un mundo más conservador o más progresista. E incluso un mundo socialista. Es por ello que trabajamos y es ésta, hoy más que nunca, una causa de la humanidad, pues  la crisis, la guerra y el alarmante deterioro del ecosistema amenazan la supervivencia de la especie humana. 

Hoy, cuando se hace la conmemoración del Bicentenario de los numerosos procesos independentistas latinoamericanos y caribeños, el FSP reafirma su decisón de ampliar la unidad de los partidos progresistas, populares y de izquierda;  profundizar los cambios; derrotar la contraofensiva de la derecha y consolidar la integración regional

Hoy, cuando los proyectos populares de América Latina tienen mejores condiciones que hace sólo una década,  para marchar en dirección a una nueva sociedad, con justicia, equidad y soberanía, el FSP reafirma su compromiso con el internacionalismo, con la democracia, con un desarrollo que sea respetuoso con el medio ambiente, con la planificación democrática, con la propiedad pública de los principales medios de producción, con el socialismo. 

Foro de São Paulo comemora 20 anos de existência e 20 anos da Folha de S. Paulo negando que ele exista, Buenos Aires, agosto 2010 veja agenda do Foro: morte matada para o capitalismo

29/07/2010

PT reencontra as FARC em agosto. Eles pregam que o capitalismo deve desaparecer de “morte matada”.

O PT vai a Buenos Aires rever “sus compañeros de las FARC” que, junto com eles, participa informalmente do Foro de São Paulo. Lá, petistas e apoiadores de guerrilheiros narcotraficantes apoiarão com discursos inflamados a eleição da camarada brasileira, Dilma Rousseff(PT) e pregarão o fim da liberdade de imprensa no continente, já exercitada com sucesso em Cuba e na Venezuela, com a tentativa de calar a boca do El Clarin em pleno andamento, na Argentina, pelos mafiosos Kirchner. Clique na imagem para ampliar e ler.

O documento preliminar do XIV Foro de São Paulo mostra muito bem qual o seu objetivo. Um parágrafo deve ser dedicado ao Eike Batista, ao Abílio Diniz e a todos os empresários que apóiam o PT e, por conseguinte, as forças que estão unidas e reunidas no Foro:

El capitalismo está en crisis, pero está muy distante de estar muerto. Además, la crisis de su forma neoliberal o la decadencia de su eje anglosajónico no significa que las relaciones capitalistas de producción estén en colapso final. El capitalismo solo desaparecerá de “morte matada”, no de “morte morrida”. 

Aviso aos capitalistas oportunistas que acham que serão poupados. O pelegão Lula está indo embora e será relegado a um segundo plano, se lograr eleger a sucessora. Vai para o seu exílio em São Bernardo do Campo. A incompetente Dilma estará, então, nas garras do que existe de mais arcaico no PT: Marco Aurélio Garcia, José Eduardo Cardozo, Ricardo Berzoini, José Dirceu e toda a tropa de ex-guerrilheiros que só tem um objetivo: o fim do capitalismo, de “morte matada”, como afirma o Foro de São Paulo.

farc terrorista terrorismo Luis Francisco Cuéllar assassinato governador degola lula pt e foro de sao paulo apoiam

23/12/2009

Uribe: “Lo degollaron miserablemente”

Hallado muerto el gobernador colombiano secuestrado por las FARC.- El cuerpo de Luis Francisco Cuéllar, de 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos

AGENCIAS – Bogotá – 23/12/2009

El gobernador del Departamento colombiano del Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado el lunes por presuntos guerrilleros de las FARC, ha aparecido muerto en la zona rural de Sebastopol, cerca de la capital de la región, situada en el sur del país. El cuerpo sin vida del político, que este martes cumplía 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos, han informado las autoridades regionales colombianas.

El presidente de Colombia ordena el rescate militar de un gobernador secuestrado por las FARC

Las FARC asesinan al gobernador de Caquetá

VIDEO – AGENCIA ATLAS – 23-12-2009

Luis Francisco Cuéllar fue secuestrado por guerrilleros y fue degollado en las montañas cuando éstos se vieron acorralados. – AGENCIA ATLAS

El suceso ha conmocionado a la clase política colombiana. El presidente Uribe, que este martes había ordenado personalmente el rescate militar del gobernador, ha lamentado la muerte de Cuéllar en unas declaraciones concedidas a los medios colombianos. “Fue degollado, miserablemente lo degollaron”, ha dicho el mandatario.

“En Colombia, el secuestro no pagará. Seguiremos en la tarea de seguridad para derrotar el secuestro”, ratificó Uribe, que se lamentó de que las FARC hayan respondido de esta manera a las garantías que les ha dado el Gobierno para la anunciada puesta en libertad de dos rehenes.

Horas antes de conocerse el desenlace del secuestro, Uribe repudiaba el suceso y señalaba directamente a las FARC como autoras del suceso. “¿Quiénes lo secuestraron? Estos mismos bandidos que quieren hacer de la liberación de los otros secuestrados un show. Estos mismos bandidos que se burlan del país, que se consiguen unos apoyos internacionales para tratar de validar su terrorismo en Colombia”, declaró el presidente colombiano.

El secuestro de Cuellar se produjo en Florencia, la capital del departamento donde era gobernador, donde una veintena de hombres armados irrumpieron en su casa. “Fue sacado a la fuerza de su domicilio”, explicaba a la prensa el secretario de Gobierno del Caquetá, Edilberto Ramón Endo, y agregaba que la acción la realizaron unos hombres que “vestían prendas exclusivas del Ejército Nacional y que, al parecer, son de las FARC”.

Endo detalló que los secuestradores lanzaron una granada contra la puerta de la casa de Cuéllar, lo que desató un enfrentamiento en el que perdió la vida uno de los policías del servicio de escoltas del gobernador, mientras que otros dos agentes resultaron heridos. Los secuestradores subieron al gobernador a un vehículo todoterreno y huyeron hacia la zona montañosa cercana a la ciudad, donde a primera hora del martes fue encontrado el coche calcinado.

El gobernador ya había sido secuestrado en otras cuatro ocasiones por su actividad como ganadero, reveló el secretario de Gobierno del Caquetá, quien indicó además que venía siendo amenazado y había solicitado mayor protección. Cuéllar era, además, el político de mayor rango secuestrado por la guerrilla desde 2002, fecha en la que fueron capturados el gobernador de Antioquía y un ex ministro de Defensa. Ambos fueron asesinados por las FARC tras 13 meses de cautiverio.

Los servicios de inteligencia colombianos habían advertido de un repunte de los actos terroristas de las FARC ante las próximas citas electorales (legislativas en marzo y presidenciales en mayo), como exhibición de fuerza tras los golpes recibidos en los últimos años, con el acorralamiento por parte del Ejército, la muerte de sus máximos jefes y la constante sangría de las deserciones.

En este contexto se inserta el secuestro y asesinato de Cuéllar, que pone de relieve que, pese a los reveses militares, la guerrilla sigue siendo capaz de actuaciones de “alto perfil”. “Hay un esfuerzo por parte del narcoterrorismo para perturbar la democracia”, dijo el ministro de Defensa, Gabriel Silva, “pero el Estado colombiano está firme en enfrentarlos”.

MALDITOS SEM TERRA SÃO TREINADOS PELAS FARC LULA E PT e MST APÓIAM FARC QUE DEGOLOU GOVERNADOR COLOMBIANO – FARC DEGOLA GOVERNADOR -maldita imprensa brasileira que apoia lula e farc

23/12/2009

Colombia Gobernador colombiano secuestrado murió degollado por FARC.. http://bit.ly/52CvzP #COLOMBIA #VENEZUELA #HONDURAS #FARC

22 / Dic / 2009 — 06:24 pm 1.564 comentarios  

Las FARC asesinan al Gobernador de Caquetá, secuestrado anoche


El gobernador del departamento (provincia) colombiano de Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado la noche del lunes, fue degollado por miembros de la guerrilla de las FARC, anunció este martes el presidente Alvaro Uribe en una alocución radiotelevisada.

“Todavía no tenemos la hora del asesinato, la confirmación que sí tenemos es que fue degollado. Miserablemente lo degollaron”, aseguró Uribe al lamentar la muerte de Cuéllar, secuestrado la noche del lunes en su residencia de Florencia, capital de Caquetá.

“Los altos mandos me han explicado que como había una persecución de la fuerza pública seguramente los terroristas para evitar hacer disparos procedieron a degollar al señor gobernador”, explicó Uribe.

“Las fuerzas armadas tienen que derrotar a los secuestradores. Ojalá puedan rescatar a los secuestrados que aún permanecen” en su poder, dijo el presidente, quien este martes había ordenado el rescate de Cuéllar y de 24 uniformados rehenes de la guerilla.

El mandatario prometió “avanzar hasta la derrota definitiva del terrorismo”.

“No entendemos que mientras ese grupo terrorista realiza este teatro” para la liberación de los dos militares cautivos, “que mientras el gobierno ha dado todas las garantías, ahora este grupo de las FARC la respuesta que da es no liberarlos y proceder a asesinar al gobernador”, refirió Uribe.

El presidente ofreció las condolencias a la familia de Cuéllar, de quien dijo “era un hombre bondadoso, entregado al trabajo honrado y al servicio de la comunidad”.

“En Colombia el secuestro no pagará”, subrayó.

HALLAZGO DEL CADAVER

El gobernador de Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado anoche en un hecho que el presidente Alvaro Uribe atribuyó a la guerrilla de las FARC, ha sido asesinado por sus secuestradores y su cadáver encontrado esta tarde. (more…)

NARCO TRÁFICO DAS FARC FINANCIOU A CAMPANHA ELEITORAL DE CORREA NO EQUADOR

17/07/2009

“”””El año pasado, cinco documentos divulgados o filtrados por el gobierno a los medios mencionaban comunicaciones en las que jefes rebeldes discutían un aporte de 100.000 dólares hecho por las FARC a la campaña de Correa a fines del 2006.””” noticias24.com

Tirano chavista de honduras é preso pelo exército patriota de honduras

28/06/2009

Presidente de Honduras é preso pelo Exército

ESTO NO ES UN GOLPE DE ESTADO, AQUI LO QUE EXISTE ES LA VERDADERA ACTUACIÓN DE LOS PODERES QUE DEBIDO A SU SEPARACIÓN HACEN VALER LA CONSTITUCIÓN Y LAS LEYES ANTE UN PRESIDENTE QUE TRATA DE COPIAR MECANISMOS DE PAISES DONDE LOS PODERES ESTAN SUMISOS Y A LA ORDEN DE UN PICHON DE DICTADOR. AQUI SI EXISTE LA VERDADERA SEPARACIÓN DE PODERES

domingo, 28 de junho de 2009, 11:21 | Online

Presidente de Honduras é preso pelo Exército

Manuel Zelaya se preparava para realizar polêmico referendo.

– O presidente de Honduras, Manuel Zelaya, foi preso neste domingo pelo Exército do país antes da realização de um polêmico referendo.

Zelaya havia prometido realizar uma consulta popular para decidir se a Constituição pode ser alterada, o que poderia permitir a reeleição presidencial.

O plano do presidente foi considerado ilegal pelo Congresso e pela Justiça do país, enfrenta a oposição também do Exército, e gerou uma crise em Honduras.

Um secretário do presidente disse que ele foi levado para uma base aérea fora da capital, Tegucigalpa.

Segundo a imprensa local, o presidente foi retirado “à força” de sua casa no início da manhã.

Veja toda a notícia e por quê:

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,presidente-de-honduras-e-preso-pelo-exercito,394430,0.htm

Parabéns ao exército hondurenho!

A Estratégia do foro de São Paulo para a Argentina – Cristina Kitchner – a bolchevique – a crise argentina – dividir para reinar –

19/03/2009

 

Destaque Internacional – Informes de Coyuntura – Año XII – No. 271 – San José – 08 de marzo de 2009 – Responsable: Javier González.

 

 

Argentina: paradójico naufragio de una culta nación sudamericana

Mediante una misteriosa “lógica del absurdo” se van deteriorando las estructuras políticas, sociales, económicas, mentales y morales del país, y la pregunta insoslayable es si todo esto irá ocurriendo espontáneamente o no

1.

 

La situación de Argentina, vista desde afuera, despierta preocupación e inclusive compasión.

Despierta preocupación, porque el actual gobierno ha ido promoviendo medidas económicas, políticas y judiciales de gravedad, que inexorablemente erosionan los principios de la propiedad privada y la libre iniciativa, bases morales y económicas del ordenamiento social.

La estatización del sistema de jubilaciones, con el literal saqueo de los ahorros de los futuros jubilados. La nacionalización de empresas como Aerolíneas Argentinas y el Correo. Las intervenciones estatales en diversas compañías de servicios públicos que habían sido privatizadas. El sistemático deterioro del Estado de Derecho, con la dilución de las garantías individuales y con persecuciones judiciales contra opositores, con ánimo de exterminio político. Los enfrentamientos del Poder Ejecutivo con el Poder Judicial. La corrupción en diversas esferas del Estado. Y, más recientemente, la asfixia del campo, a través de sucesivas retenciones impositivas confiscatorias y de medidas absurdas, como una prohibición de exportar carnes de primera, supuestamente para evitar el desabastecimiento, lo que llevó al cierre de numerosos frigoríficos, a la ruina de ganaderos y al desempleo en decenas de ciudades del interior. Son éstos algunos ejemplos que más llaman la atención a los observadores externos.

Esa situación despierta también compasión y solidaridad cristiana porque se trata de una nación hermana con un elemento humano privilegiado, que antaño estuvo entre las primeras de América del Sur y que hoy naufraga en medio de un ambiente de incertidumbre, temores, fantasmagorías, fragmentación y caos que hacen recordar, bajo ciertos aspectos, la pesadilla kafkiana.

 

 

2.

 

En ese contexto, la actual presidenta, la Sra. Cristina Fernández de Kirchner, en mensaje ante la Asamblea Legislativa, llegó a insinuar que los líderes mundiales estarían tomando el ejemplo económico de su gobierno como un modelo para enfrentar la crisis mundial.

Si lo anterior no fuese para llorar, sería para reír. No se alcanza a entender por qué, entonces, el país sufrió durante 2008 un récord de fuga de capitales, mientras una reciente ley de repatriación de capitales está abriendo las puertas del país a todo tipo de capitales de dudoso origen. Tampoco se entiende por qué los gobiernos de otros países querrían inspirarse en un “ejemplo económico” que mantiene estancado el ingreso promedio de los argentinos prácticamente en el mismo nivel de 1974, siendo que en ese período Estados Unidos casi duplicó sus ingresos, Corea del Sur los multiplicó por ocho y los vecinos chilenos lo multiplicaron por tres.

 

 

3.

 

A todo ello se podría sumar la impunidad de los llamados “piqueteros”, grupos anarco-izquierdistas tolerados y hasta incentivados desde el gobierno, que imponen su “ley” de miedo y prepotencia en las calles de Buenos Aires; y también el aumento de la criminalidad, con índices asustadores y con cifras oficiales que indican que entre 800 mil y un millón de jóvenes argentinos están dentro de la categoría de “marginales estructurales”, que pueden servir como carne de cañón para brotes de violencia barrial y callejera.

Otro fenómeno extraño es la difusión de rumores que colocan en vilo psicológico a la población, o a sectores específicos de ella, para después aparentemente quedar en nada, o permanecer pendientes como espadas de Damocles. Fue éste el caso de versiones aún no desmentidas sobre proyectos gubernamentales de estatización del mercado de granos.

El ambiente surrealista del país también se ve acentuado por hechos como la continuación, desde hace dos años, del corte del tránsito de un puente internacional hacia Uruguay, impulsado por grupos “piqueteros” de la provincia de Entre Ríos que alegaron la supuesta contaminación ambiental de una papelera construida en el vecino país, algo que hasta el momento no ha sido comprobado.

 

 

4.

 

En ese escenario de paradójico naufragio kafkiano, parece enseñorearse una misteriosa “lógica del absurdo” mediante la cual se deterioran las estructuras políticas, sociales y económicas del país, pero sobre todo se van deteriorando las estructuras morales, mentales y psicológicas, lo cual en cierto sentido constituye un efecto mucho peor y más profundo.

Una pregunta insoslayable es si todo lo anterior irá ocurriendo espontáneamente o no. Se trata de una pregunta sumamente delicada, del punto de vista sociológico y político, para la cual los propios argentinos tendrían que dar una respuesta.

Es verdad que existen factores de esperanza, como voces lúcidas que se han levantado para diagnosticar la grave situación del país y denunciar la autodemolición de la sociedad impulsada desde el gobierno. Se trata de auténticas reacciones desde el campo, al parecer independientes de ciertos líderes agrarios concesivos con relación al gobierno y de dirigentes mal llamados “opositores”, que poco o nada se oponen. Es de desear que los mejores esfuerzos de esos sectores del campo más lúcidos, y con un instinto de supervivencia más vivo, no se vean neutralizados mediante la vieja fórmula “divide y reinarás”.

 

 

 

 

 

5.

 

Los argentinos tienen la palabra para expresar en qué medida el cuadro arriba trazado refleja o no la realidad de ese país. De cualquier manera, este análisis, necesariamente sintético e incompleto, ha sido hecho con la intención de ayudar, en la medida de lo posible, a que los propios argentinos encuentren los caminos para sobreponerse a la actual situación. Estas palabras no son de pesimismo, sino de esperanza en que la inteligencia, el talento y el característico espíritu de hidalguía heredado de la Madre Patria por los argentinos, se manifiesten para buscar una salida hacia un futuro de prosperidad cristiana que sea un ejemplo para América Latina entera, que es lo que merece esa gran nación hermana. ¡Ver, juzgar y actuar!6.

 

Un capítulo aparte merecería el análisis de cómo el vacío institucional de la Argentina, la pérdida de apoyo legislativo y algunos reveses electorales de la coalición gobernante podrían estar preparando internamente el camino para aventuras autoritarias de estilo chavista-populista, en una receta en la cual cabrían condimentos indigenistas, castristas y anti-occidentales en general. Externamente, ese escenario favorecería a los gobiernos de Chávez, Morales y Correa, que se verían fortalecidos con un eventual giro interno argentino de esa naturaleza; y también favorecería a la dictadura castrista, que acaba de recibir a una sonriente Presidenta argentina, que dio las espaldas a los presos políticos, a la oposición y al pueblo cubano que continúa esclavizado. Se trata de hipótesis que no deberían descartarse anticipadamente, delante de la imprevisibilidad de los acontecimientos en ese país. Otro capítulo aparte es el tema de la crisis moral en la sociedad argentina, y en qué medida esa crisis estará en la raíz de las demás que se mencionaron en este editorial.

-Venezuela dizendo diciendo No não a El Chávez del Ocho- Passeata na Venezuela contra a reeleição indefinida de Chávez – Não a reforma da constituição bolivariana de venezuela

07/02/2009
Fotos: Noticias24

 

Fotos: AFP/Pedro Rey





Fotos: AP/Ariana Cubillos



Fotos: Efe/Iván González y Eduardo Mayorca













Fotos: Noticias24

























































Ditador pela segunda vez – Daniel Ortega – o homem do Foro de São Paulo na Nicarágua

04/02/2009

Daniel Ortega entiende Nicaragua como si fuera su finca”

El sociólogo francés Gilles Bataillon analiza la situación del país centroamericano

ANTÍA CASTEDO – Madrid – 03/02/2009

 

Gilles Bataillon, director de estudios de la Escuela de Altos Estudios en Ciencias Sociales de París, y uno de los grandes expertos en sandinismo, confiesa que se decepcionó “muy pronto” con la revolución contra el dictador Anastasio Somoza en 1979, y que Daniel Ortega, presidente del país en la actualidad (también lo fue en el período 1985-1990) y jefe de esa revolución, “no tiene nada de democrático”. Su único mérito, opina Bataillon, fue “aceptar su derrota electoral en 1990”, lo que significó la llegada al poder de Violeta Chamorro. Ortega entiende Nicaragua “como si fuera su finca”, al igual que el ex presidente Arnaldo Alemán, de la Alianza Partido Liberal Constitucionalista (APLC), procesado por la justicia por delitos de corrupción. “Son dos rivales políticos que se parecen muchísimo”, afirma el sociólogo francés, cuyo libro, Génesis de las Luchas Intestinas en América Central (1960-1983), acaba de publicar la editorial Fondo de Cultura Económica en España. Esta tarde, Bataillon ha dado una conferencia en la Casa de América de Madrid bajo el título Nicaragua: momento crítico.

Pregunta. El título de su conferencia es Nicaragua: momento crítico. ¿Cuál es la situación en Nicaragua?

Respuesta. Ortega llega al poder en 2006 a través de un pacto con Arnoldo Alemán (presidente en el período 1997-2001) para cambiar la ley electoral, lo que le permitió vetar una segunda ronda en la que la oposición podría haberse unido y haberle plantado cara al partido de Ortega, el Frente Sandinista de Liberación Nacional (FSNL). A cambio, Ortega daba protección a Alemán [condenado a 20 años de cárcel en 2003 por blanqueo de dinero y saqueo de 250 millones de dólares -unos 160 millones de euros- de las arcas del Estado] para no ir a la cárcel y cumplir un arresto domiciliario. Además, Alemán apoyaba a Ortega en el Parlamento para que nunca se le retire la inmunidad parlamentaria que lo protege de las acusaciones de su hijastra, Zoiloamérica Narváez, por haber sido violada repetidamente por Ortega. ¡Y fue la misma juez la que condenó a Alemán y la que cerró el caso contra Ortega por violar a su hijastra! Ortega y Alemán son dos rivales políticos que se parecen muchísimo.

El segundo momento de este pacto fue el fraude que cometió el FSNL en las elecciones municipales de noviembre de 2008. Unas elecciones plagadas de irregularidades que la Corte Suprema de Justicia y el Consejo Supremo Electoral han declarado válidas, con el apoyo del APLC. A cambio, Alemán ha quedado libre de toda acusación, es más, su caso se ha cerrado. Ahora queda aprobar el cambio constitucional que permita la reelección indefinida del presidente.

P. Pero esas elecciones las denunció toda la oposición, incluso los liberales.

R. Sí, el que más se benefició del pacto fue Alemán, pero hubo liberales de su partido muy perjudicados por el fraude, políticos que perdieron alcaldías que habían ganado o que podían haber ganado si no se hubieran falsificado o robado las papeletas.

P. Entre ellos, Eduardo Montealegre, [opositor del APLC contra Ortega en 1996] candidato a la alcaldía de la capital, Managua.

R. Montealegre es el político liberal que más se opone a la alianza entre Arnoldo Alemán y Daniel Ortega porque cree que es perjudicial para el partido y para su país. Es de los pocos liberales que tuvo la valentía de desafiar a Alemán.

P. ¿Y lo hizo por convicción democrática, por sus propios intereses, o por una combinación de ambos?

R. No conozco tan bien su figura, pero siempre intervienen motivos personales y de ambición, lo mismo ocurre en el Partido Socialista Francés, no creo que sea diferente en Nicaragua. Los dos grandes caudillos de la política nicaragüense [Ortega y Alemán] no tienen nada de democrático, salvo el gesto de Ortega de aceptar su derrota en las elecciones de 1990 contra Violeta Chamorro. Ortega entiende Nicaragua como si fuera su finca. Pero la sociedad nicaragüense tiene nuevas expectativas democráticas, y la mejor prueba de esto para mí es Montealegre, así como las protestas tanto del lado sandinista como de los liberales y conservadores contra el fraude electoral y el pacto. Otra prueba clarísima es la emergencia del Movimiento Renovador Sandinista (MRS), fundado a iniciativa del escritor Sergio Ramírez [vicepresidente de Nicaragua entre 1984 y 1990], Dora María Téllez y otros opositores internos al FSLN, o Gioconda Belli, que abogan por opciones socialdemócratas y critican duramente el régimen de Ortega.

P. ¿Qué relevancia tiene el apoyo del presidente venezolano, Hugo Chávez, a Ortega?

R. El sueño dorado de Chávez es ser el líder de la revolución bolivariana en el continente, bajo la tutela inevitable de Fidel Castro, pero cuando muera Fidel bajo su tutela exclusiva. Pero la alianza de Chávez con Ortega es una alianza cara para Venezuela, y Ortega es el aliado más difícil que tiene Chávez en la región, el niño malcriado. Esto es un desastre para Chávez, a quien lo que le interesa es asegurar su permanencia en el poder, y a pesar de todas las declaraciones que puede hacer de amistad con Ortega, Chávez practica la realpolitik.

P. Pero los fondos venezolanos fluyen en Nicaragua.

R. A pesar de eso, Ortega ha sido incapaz de controlar el aumento de los precios de los productos de la canasta básica, o de hacer que bajase el precio del petróleo cuando lo hizo en todo el mundo. El dinero que invierte a través de los Consejos del Poder Ciudadano [organismos paraestatales coordinados por la primera dama, Rosario Murillo], no ha mejorado ni la educación pública, ni la escuela pública, ni las carreteras. Sólo hay mejoras de tipo clientelar gracias a la ayuda de Chávez que, por cierto, no aparece en los presupuestos, y es una de las críticas de la oposición, que se fiscalice la ayuda de la cooperación venezolana, dónde va, cómo se utiliza.

P. ¿Cuál es la situación de la prensa?

R. La libertad de prensa está amenazada a través de actos de intimidación, como lo que ocurrió en septiembre contra el periodista independiente Carlos Fernando Chamorro, al que incluso acusaron de narcotráfico. Si al final retrocedieron en este caso es porque hubo mucho apoyo internacional, de gente como Mario Vargas Llosa o Carlos Fuentes, que obligó a Ortega a rectificar.

P. ¿Considera entonces relevante el papel de la comunidad internacional?

R. Importantísimo. Por ejemplo, los diarios en español, como EL PAÍS, tienen una función de vigilancia esencial. La desgracia de Ortega o Alemán es que no viven en Kazajstán, sino en Nicaragua, América Latina, y cualquier cosa que hacen o dicen llega a la opinión pública. El papel de la prensa me parece fundamental.

A carta testamento do ex chefe das Farc mariel marulanda tirofijo

20/01/2009

Colombia + Venezuela  http://www.noticias24.com

Revista Cambio  revela el “testamento de Marulanda”

 

http://www.cambio.com.co/portadacambio/811/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR_CAMBIO-4754804.html

 

20/01/2009 06:14 pm     2 comentarios     403 views

 

 

Una extensa carta que ‘Manuel Marulanda’, ‘Tirofijo‘, entonces máximo jefe de las Farc, dirige a sus hombres, cinco días antes de su muerte, podría convertirse en su testamento y ser un nuevo punto de partida de acciones políticas y militares del Gobierno.

 

Esta misiva, que la revista CAMBIO conoció en forma exclusiva, fue escrita al parecer con ayuda de una guerrillera conocida como ‘Sandra’, quien lo acompañó durante más de 20 años y quien es reconocida en el grupo no solo por su formación ideológica, sino por ser la persona que mejor interpretaba el pensamiento del jefe guerrillero.

 

En la carta, ‘Marulanda’ se refiere, por primera vez, a temas sensibles para la organización, como las muertes de ‘Raúl Reyes’ e ‘Iván Ríos’ y dice que en su homenaje ha decidido “adelantar el acostumbrado saludo de cumpleaños de las Farc” (se refiere a los 44 años de la organización).

 

Hace consideraciones sobre los golpes propinados por el Ejército, las relaciones con gobiernos vecinos y el intercambio humanitario, y un llamado a “incrementar las acciones militares y políticas contra el enemigo de clase”.

 

En la carta ‘Marulanda’ se refiere, por primera vez, a temas sensibles para la organización, como las muertes de ‘Raúl Reyes’ e ‘Iván Ríos’

El documento de 10 páginas fue hallado en un computador portátil que la Policía y el Ejército decomisaron el 31 de octubre pasado en un campamento del frente 38 en zona rural de Puerto Asís, Putumayo. Su contenido se ha convertido en una especie de “joya de la corona” para los organismos de Inteligencia, que no conocían muchas comunicaciones de ‘Marulanda’.

 

En la carta, el jefe guerrillero se lamenta por la incautación de las tesis de la IX Conferencia que “permitió al Estado producir reajustes a la estrategia complementaria del Plan Patriota”, y de los tres computadores encontrados en el campamento donde fue abatido ‘Reyes’ en Ecuador.

 

Curiosamente, mucho más adelante, en un aparte de la carta dice que “nunca fui informado por el camarada ‘Raúl’ de que tenía un campamento en el Ecuador” y que siempre pensó que estaba en Putumayo.

 

‘Marulanda’ dice que “los secretos de las Farc se han perdido totalmente con documentos secretos y conclusiones de la IX Conferencia” que han sido mostrados a la opinión como “trofeo de guerra”, y agrega que van a ser explotados por el Gobierno para promover una campaña internacional contra los gobiernos de Hugo Chávez, Rafael Correa y Daniel Ortega, y “justificar acciones penales contra ciudadanos que en muchos casos nada tienen que ver con la guerrilla”.

 

Habla de la compra de armas en Panamá, de una oferta para “crear u organizar una empresa rentable en Venezuela” cuyos beneficios serían para las Farc y de “ofrecimientos de materiales del amigo Ortega”

Añade que tardará meses y hasta años reconstruir la documentación y las relaciones políticas internacionales, y que para hacerlo es necesario acudir a la “antigua comisión internacional en cabeza de ‘Ricardo’ (Rodrigo Granda), ‘Marcos’ (Calarcá) y ‘Olga’ (Marín), porque no solo murió ‘Raúl’ sino todo el comando sin dejar huellas de lo que existía en organización clandestina de partidos” y bienes en varias partes.

 

En este sentido, ‘Tirofijo’ menciona una hacienda para los lisiados de guerra, “cuya inversión, si la memoria no me falla, tiene que figurar en los libros de contabilidad de Jorge” (¿’el mono Jojoy’?). Y además habla de la compra de armas de varios calibres, en Panamá, de dinero que debían recibir en varias etapas, de una oferta para “crear u organizar una empresa rentable en Venezuela”, cuyos beneficios serían para las Farc, de “ofrecimientos de materiales del amigo Ortega”, y de propuestas de ‘narcos’ para ayudar al grupo. Al respecto anota que “aunque el Secretariado no ha tomado en serio este asunto, es posible que el Gobierno, ni corto ni perezoso, tome como pretexto esta propuesta contra nosotros”.

 

La lectura de la carta de ‘Tirofijo’ deja claro que la muerte de ‘Reyes’ es, hasta hoy, el más duro golpe propinado por el Gobierno contra las Farc. El jefe guerrillero reconoce que sus efectos son por el momento “difíciles de calcular”.

 

Acuerdo humanitario

El tema del acuerdo humanitario también ocupa la atención de ‘Marulanda’. Menciona un plan en varias etapas con Chávez a la cabeza y señala que su propuesta para liberar prisioneros enemigos después de un tiempo transcurrido en Venezuela, un asunto que el mandatario habría planteado a comienzos de 2008, “no la podemos aceptar sin antes firmar un acuerdo entre los gobiernos y Farc, interesados en el acuerdo humanitario. Por el momento veo tarde esa posibilidad por lo ocurrido al Secretariado”.

 

Menciona un plan en varias etapas con Chávez a la cabeza y señala que su propuesta para liberar prisioneros enemigos después de un tiempo transcurrido en Venezuela

Menciona también el encuentro de mandatarios del Grupo de Río en Santo Domingo, “cuyas conclusiones contienen una buena dosis de veneno contra quienes nos apoyan, con pruebas tomadas de los computadores y mostradas en televisión, leídas en plena asamblea por Uribe“.

 

Con respecto a Chávez, desmontado por Uribe de la mediación el 22 de noviembre de 2007, ‘Tirofijo’ afirma que desconoce las dificultades que tiene para gobernar, pero dice que lo ve “calmado, sereno”, aunque “medio enredado en sus decisiones de retirar las tropas de la frontera (…) sin prevenir una posible maniobra igual a la realizada en Ecuador contra ‘Raúl’ y su comando”. Y agrega que es necesario tomar medidas para evitar lo ocurrido con ‘Reyes’, “porque a Uribe le importa un pito atacar fuera de la frontera al Secretariado” y lo que quiere es acabar con las Farc “a cualquier precio y costo político”.

 

Dice que “muy hábilmente Chávez se fue por las ramas contrarrestando los ataques y haciendo descargos“, y que según comentarios de prensa las relaciones diplomáticas con Uribe han comenzado a mejorar.

 

Señala que ve muy difícil cualquier acuerdo humanitario en medio del triunfalismo de Uribe y de las Fuerzas Militares, que antes las Farc deben endurecer su posición frente al Gobierno y que pasará largo tiempo mientras se producen los ajustes por la muerte de ‘Reyes’, responsable para hablar del intercambio.

 

Los infiltrados

‘Tirofijo’ no puede ocultar en la carta preocupación por los golpes infligidos a la organización y afirma que, aunque sensibles, no significan un retroceso irreparable.

 

Advierte que no pueden depositar demasiada confianza en algunos oficiales y tropas de Venezuela y Ecuador “porque en ambos países hay una seria oposición a las tendencias democráticas y progresistas de sus gobernantes

Pero expresa inquietud por la insuficiente preparación ideológica, conciencia y lealtad con los principios revolucionarios y los mandatos de los organismos superiores, lo mismo que por la “falta de aplicación de las normas y de contrainteligencia”.

 

En pocas palabras, reclama porque sus hombres han bajado la guardia, lo que ha permitido infiltraciones que les han hecho mucho daño. Y aunque dice que la infiltración no es nueva, que la conoce desde cuando estuvo en el sur del Tolima, reconoce que los acontecimientos que rodearon la muerte de ‘Reyes’ están enredados, y señala la necesidad de reorganizar los estados mayores de los frentes golpeados “para impedir el desconcierto de algunas unidades”, promover “mandos probados donde hemos tenido fracasos”, e impedir la infiltración.

 

Advierte, además, que no pueden depositar demasiada confianza en algunos oficiales y tropas de Venezuela y Ecuador, “porque en ambos países hay una seria oposición a las tendencias democráticas y progresistas de sus gobernantes“, que permite al enemigo “hacernos inteligencia por este medio, para golpear sin el conocimiento de sus gobernantes”, como sucedió en el caso de Granda en Venezuela y de ‘Simón Trinidad’ en Ecuador.

 

Finalmente, acepta que han recibido golpes, unos más graves que otros, y que a pesar de la pérdida de cuadros importantes, la dirección de la organización “no había sido golpeada a lo largo de su historia”.

 

Alcances de la carta

La carta revela una alta dosis de sinceridad, hasta el punto de reconocer que las Farc han sido sensiblemente golpeadas por el Ejército

La carta de ‘Marulanda’ a sus hombres, cuya autenticidad ha sido reconocida por los organismos de seguridad del Estado, es un documento de gran importancia para las autoridades, en la medida en que clarifica los efectos internos que han producido en las Farc los recientes golpes militares.

 

Al tratarse de un documento de “consumo interno”, escrito sin mayores pretensiones políticas distintas a la de expresar sus inquietudes sobre lo que estaba pasando, la carta revela una alta dosis de sinceridad, hasta el punto de reconocer que las Farc han sido sensiblemente golpeadas por el Ejército.

 

Una posición que contrasta, por ejemplo, con la asumida por ‘Alfonso Cano’, sucesor de ‘Tirofijo’, quien en reciente entrevista concedida a Cambio 16 España, pretende mostrar una organización fortalecida militarmente.

 

El documento tiene, además, grandes y graves alcances en lo que se refiere a los que han sido considerados gobiernos amigos de las Farc: Hugo Chávez en Venezuela y Rafael Correa en Ecuador, a quienes ‘Marulanda’ trata con especial consideración y a quienes les otorga un papel protagónico en las futuras acciones políticas y militares de la organización entonces bajo su mando.

 

Una vez más sale a relucir el tema de los presuntos aportes económicos de Venezuela a las Farc -desmentido en su momento por el gobierno de Chávez- y del grupo guerrillero al Gobierno de Ecuador, también desmentido por el presidente Correa.

 

Haber obtenido el documento es tanto como haber capturado a varios miembros del Secretariado para que nos contaran qué piensan de las Farc

De cualquier manera, el que podría considerarse el “testamento de ‘Marulanda’ ” tiene un enorme valor para la suerte del grupo guerrillero, pues por primera vez se conoce el pensamiento de su máximo líder y sus planes para el futuro inmediato.

 

Como dijo un oficial de Inteligencia a CAMBIO, “haber obtenido el documento es tanto como haber capturado a varios miembros del Secretariado para que nos contaran qué piensan de las Farc y cómo creen que se encuentran en la actualidad”. Y ese, sin duda alguna, es otro duro golpe para ese grupo guerrillero.

 

OTRAS CARTAS

CAMBIO también obtuvo otras cartas que dejan evidencia de que la cúpula de las Farc quería mantener en secreto por un tiempo la muerte de ‘Marulanda’.

 

Una de ellas, del 27 de marzo, un día después de la muerte de ‘Marulanda’, y dirigida a ‘Sandra’ y a los integrante de La Pardo, Óscar y ‘Pilosa’, por un remitente desconocido, dice: “Sugiero buscar un lugar seguro, rendir honores al camarada y sepultarlo en lugar secreto (….) Mantener el secreto hasta cuando nos pongamos de acuerdo en la dirección para dar a conocer la noticia”.

 

En otras comunicaciones, ‘Alfonso Cano’ y ‘el Mono Jojoy’ se lamentan por la muerte de ‘Tirofijo’ y proponen nombres para suceder al legendario jefe de las Farc. En la carta que ‘Cano’ envía el 28 de marzo, ratifica el compromiso con la lucha y propone que Jorge Briceño “sea a partir del momento el nuevo comandante en jefe de las Farc”, y que ‘Catatumbo’ sea el nuevo miembro del Secretariado. Además, sugiere guardar el secreto hasta el 27 de mayo, cuando piensan hacer pública la noticia.

 

Un día después, ‘Jojoy’ responde y dice que “al que le corresponde asumir desde ya la responsabilidad” es a ‘Cano’ y manifiesta su acuerdo con que ‘Catatumbo’ pase a ser principal del Secretariado y con guardar el secreto hasta el 27 de mayo.

 

Vía Revista Cambio

– Presidentes convidados para a posse de Obama – Primeira bola dentro do primeiro presidente mulçumano dos Eua – Não convidou para a posse os presidentes comunistas da América Latina membros do Foro de São Paulo

18/01/2009
Presidente asistirá toma posesión Obama Imprimir E-Mail

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Por Héctor Rodríguez <!–cometarios–>   <!–
–>Lunes, 05 de Enero del 2009
ImageEl presidente de la República, doctor Leonel Fernández asistirá a la toma de posesión del presidente electo de los Estados Unidos, Barack Obama, para lo cual se propone a viajar a Washington el próximo 19 de enero.El mandatario dominicano estará acompañado de una amplia comitiva, que incluye a los principales funcionarios, el jefe de su escolta y director de Prensa de la Presidencia.Ayer se informó que el presidente Leonel Fernández figura entre los jefes de Estado,

Primer Ministros e invitados especiales a la ceremonia fijada para el próxomo 20 de enero. Entre los jefes de Estados invitados a la toma de posesión de Barack Obama figuran, además de Leonel Fernández, los presidentes de Alemania, Argentina, Francia, España y México.

También han conformado su asistencia los presidetes de Chile, Colombia, El Salvador, Costa Rica y Guatemala. También los Primeros Ministros de Inglaterra, Canadá y Jamaica.
En cuanto a la comitiva del presidente Fernández, se adelantó que estará integrada por el embajador en Washington, Flavio Darío Espinal, el canciller Carlos Morales, el secretario de Planificación Economía y Desarrollo, Temístocles Montás.
De igual forma, el general Héctor Belisario Medina, jefe del Cuerpo de Ayudantes Militares y Rafael Núñez, director de Prensa de la Presidencia.
El presidente Leobnel Fernández regresó este fin de semana de San Juan de Puerto Rico, donde asistió a la juramentación del nuevo gobernador de Puerto Rico, Luis Fortuño.

http://www.losmocanos.com/web/noticias/presidente-asistira-toma-posesion-obama.html

http://www.cbsnews.com/stories/2008/11/07/politics/main4583057.shtml

criado a unoamerica – anti foro de são paulo

02/01/2009

http://www.unoamerica.org/

http://www.politicaydesarrollo.com.ar/nota_completa.php?id=7947

Crean confederación de ONGs para enfrentar el avance del Foro de Sao Paulo
Hoy se creó en esta ciudad una confederación internacional de organizaciones no gubernamentales, denominada Unión de Organizaciones Democráticas de América (UnoAmérica), cuyo objetivo principal será la defensa de la democracia y la libertad, amenazadas por la expansión del castro-comunismo y su nueva versión, el Socialismo del Siglo XXI, a través del Foro de Sao Paulo.
La reunión fundacional contó con la participación de delegados y adhesiones de Argentina, Bolivia, Brasil, Colombia, El Salvador, Perú, Uruguay y Venezuela.
 
Los delegados denunciaron los métodos que usan los integrantes del Foro de Sao Paulo para destruir las democracias y acabar con las libertades, utilizando mecanismos como las reformas constitucionales y el fraude electoral, para controlar los poderes públicos y eternizarse en el poder, señalando particularmente a Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, y Daniel Ortega.
 
Así mismo, acusaron a UNASUR de ser un instrumento del Foro de Sao Paulo, para intervenir en los asuntos internos de otras naciones y favorecer a sus miembros, como ocurre en Bolivia, donde UNASUR ha avalado la gestión totalitaria de Evo Morales y tergiversado los hechos sobre la masacre de Pando (Informe Mattarollo), inculpando injustamente al prefecto Leopoldo Fernández.
 
También criticaron el intervencionismo de Chávez, quien financia ilegalmente a sus aliados, como lo hizo con Cristina Kirchner, y lo hace ahora con el salvadoreño Mauricio Funes, del Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional.
 
Según indica su declaración final, UnoAmérica proporcionará a los sectores democráticos del continente un mecanismo de intercambio de información, coordinación permanente y apoyo mutuo. Adicionalmente, UnoAmérica elaborará programas de desarrollo e industrialización, a fin de resolver los problemas de fondo de la región, particularmente el de la pobreza, como verdadero antídoto al totalitarismo.
 
UnoAmérica será presidida por Alejandro Peña Esclusa, presidente de la ONG venezolana Fuerza Solidaria, quien fue elegido por unanimidad, mientras que la Secretaría Ejecutiva quedará a cargo de la Federación de Organizaciones No Gubernamentales Verdad Colombia. Al finalizar el encuentro, los delegados invocaron la guía y la protección de Dios, para cumplir cabalmente con sus objetivos; e invitaron a todas las fuerzas democráticas de América a incorporarse a esta iniciativa.
 
 

FORO DE SÃO PAULO VIRA LIVRO

29/10/2008

FORO DE SÃO PAULO VIRA LIVRO

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Primeiro, uma dica de site: Fuerza Solidária.

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http://fuerzasolidaria.org/index.html

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Segundo, , lá está a informação que o Foro de São Paulo virou livro de Alejandro Peña Esclusa.

http://fuerzasolidaria.org/WebFS/LibrosFolletos/ElFSPContraAlvaroUribeIndice.html
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Terceiro
, , não diz onde encontrar o livro, mas aqui vai o e-mail para contato: info@fuerzasolidaria.org. Quem conseguir maiores informações, lance nos comentários.

Plano Nacional de Mobilização petista – brasileiro será levado à guerra!

09/10/2008
“”””””Discretamente e sem alardes o governo Luiz Inácio publicou no dia 02 de Outubro o Decreto Nº 6.592. Ele regulamenta o disposto na Lei nº 11.631, de 27 de dezembro de 2007, que dispõe sobre a Mobilização Nacional e cria o Sistema Nacional de Mobilização – SINAMOB.

O texto anterior publicado no fim de 2007 pode ter passado como mais um decreto burocrático, mesmo assim atraiu a atenção da imprensa internacional na época. Porém o Decreto nº 6.592 ao regulamentar o anterior apresenta um excepcional artigo, que pela primeira vez na história republicana e em especial pós-segunda Guerra Mundial, mostra uma nova postura que pode mudar a Política Externa Brasileira e afasta sua imagem de país pacifista, o que terá reflexos no futuro do país e na forma como vem tratando seus interesses.

O capítulo I, Artigo 3 ao qualificar os parâmetros de agressão estrangeira para acionar o SINAMOB explicita:

São parâmetros para a qualificação da expressão agressão estrangeira, dentre outros, ameaças ou atos lesivos à soberania nacional, à integridade territorial, ao povo brasileiro ou às instituições nacionais, ainda que não signifiquem invasão ao território nacional.”

Usando um termo muito em voga no atual governo, “nunca neste país” um documento foi tão explícito e claro sobre quais limites o Brasil poderá avançar na defesa dos seus interesses e incluindo um termo amplo e quase irrestrito “o povo brasileiro”.

A constituição de 1988 detalha no Título I – Dos Princípios Fundamentais em seu Artigo

4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

> I – independência nacional;
II – prevalência dos direitos humanos;
III – autodeterminação dos povos;
IV – não-intervenção;
V – igualdade entre os Estados;
VI – defesa da paz;
VII – solução pacífica dos conflitos;
VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo;
IX – cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;
X – concessão de asilo político.
Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana.

O decreto que pode conflitar com as chamadas cláusulas pétreas da Constituição de 1988 foi assinado por um dos relatores da mesma, o então Deputado Federal Nelson Jobim, agora na condição de Ministro da Defesa.

O recado passado aos vizinhos é claro e incisivo. Uma agressão ou perseguição aos cidadãos brasileiros residentes no Paraguai – brasiguaios – assim como na região do Pando, na Bolívia e, uma nova ameaça de corte no fornecimento de gás e a tomada de instalações e empresas brasileiras legalmente constituídas e operando em outros países, caracterizarão a partir de agora agressões externas, e uma resposta militar por parte do Brasil passa a ter amparo legal.

A publicação do Decreto no dia 02 de Outubro às vésperas das eleições municipais e com as atenções também voltadas para os possíveis reflexos da crise econômica no Brasil, distraíram a atenção ao documento.

O Decreto também detalha a extensão das ações que serão feitas e que tanto os recursos públicos e privados serão requisitados de forma acelerada e compulsória:

Art. 27. A execução da Mobilização Nacional consiste na implementação de forma acelerada e compulsória do Plano Nacional de Mobilização.
Art. 28. A execução da Mobilização Nacional tem por objetivo o emprego de recursos existentes nas estruturas pública e privada, necessários ao esforço de Defesa Nacional.

E também menciona como base da Mobilização Nacional (Logística Nacional) as descrições que seriam descritas na Estratégia Nacional de Defesa – END. A END deveria ter sido anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 7 de Setembro.

Art 2º § Para fins de Mobilização Nacional, entende-se como Logística Nacional o conjunto de atividades relativas à previsão e provisão dos recursos e meios necessários à realização das ações decorrentes da Estratégia Nacional de Defesa.

A partir de agora podemos afirmar que a surda guerra travada pelo Regime Bolivariano de cerco ao Brasil tem uma resposta legal e permite ao Brasil intervenção militar naqueles assuntos”””‘ da comunidade fora lula

> http://www.defesanet.com.br/br/dec_6592.htm

chávez e lula mandam Foro de São Paulo governa América Latina presidentes da américa latina do foro de são paulo estratégias do foro, Antonio Sánchez García

29/09/2008
 “América Latina está gobernada por el Foro de Sao Paulo” 
11:43 am | 29 Sep 2008
 

Antonio Sánchez García afirma que “salvo dignas y muy escasas excepciones, América Latina está gobernada por el Foro de Sao Paulo y sus vicarios de la izquierda en todos sus matices”.

Foto: AP Photo/Eraldo Peres

Salvo dignas y muy escasas excepciones, América Latina está gobernada por el Foro de Sao Paulo y sus vicarios de la izquierda en todos sus matices. En el reparto de roles, como en una película de Hollywood, unos hacen del buen policía, juicioso y moderado, otros el del policía zafio y brutal. El concierto de sus aspiraciones es la misma: controlar la región y avanzar tanto como se pueda en su labor de zapa de la institucionalidad democrática y el descoyuntamiento de nuestra tradición republicana.

No importa que entre unos y otros(as) haya diferencias tácticas en asuntos puntuales. Como por ejemplo el tratamiento de la crisis boliviana – impuesta a macha martillo por Evo Morales – o las relaciones con los Estados Unidos. A efectos de la manada, el propósito no cambia un ápice: desbancar los sistemas prevalecientes desde hace dos siglos, transformar de raíz la constelación de nuestras relaciones internacionales, liquidar las llamadas burguesías locales y montar sistemas de dominación unidimensionales de intensidad variables: abiertamente totalitarias en donde ello sea posible – Venezuela, Nicaragua, Ecuador, Bolivia – caudillescas y opresoras donde la propia tradición imponga dictaduras “perfectas”, como en la Argentina mafiosa y peronista, y socialdemócratas respetuosas a lo interno donde el cuero no de para más, como en Chile y en Brasil.

Si el caso de Venezuela no puede ser más elocuente, el de Bolivia no lo es menos. En el caso venezolano, que vive la peor crisis de su historia, desde Lula a Michelle Bachelet han construido un parapeto protector que consolida la violación de la constitución y los atropellos a los derechos humanos, impidiendo que los organismos multilaterales – desde la ONU a la OEA y desde el ALBA a UNASUR – exijan la aplicación de correctivos enmarcados en sus declaraciones de principio.

Poco importa que entre los atropellados haya altos funcionarios internacionales de su propia ciudadanía, como José Miguel Vivanco y Human Rights Watch. Las Cartas Democráticas de la OEA y de Ushuaia son meramente decorativas: sirven de mascaradas a los miembros del Club, intocables todos y solidarios unos a otros por principio. El de Bolivia reitera el mismo tratamiento: no se va en auxilio del pueblo boliviano, sino de su gobernante. Al que se le tira un salvavidas para que tome un segundo aire y pueda arremeter con los ímpetus de siempre una vez controlado el volcán sobre el que se asienta.

Finalmente sigue Bolivia, como el Ecuador, el mismo guión preestablecido en el Foro y puesto en acción con la asesoría de Fidel Castro y el financiamiento de Hugo Chávez.

El Club acaba de hacer su estreno en las grandes ligas de la diplomacia en la Asamblea General de la ONU en Nueva York. Por cierto: en medio de la crisis financiera global, que viene como anillo al dedo para desviar la atención de los problemas prioritarios de nuestra región, como el terrorismo, el narcotráfico, la inseguridad, las violaciones y sobre todo la pobreza.

Por cierto: con una impudicia indigna de su aparente sobriedad, ha expresado allí uno de los miembros del Club – la Sra. Bachelet – una afirmación no sólo absurda y peregrina, sino insólita: con los 750 mil millones de dólares con que la reserva federal auxilia al sistema financiero de los Estados Unidos se hubiera podido resolver el problema de la pobreza en el planeta.

¿Cinismo o estulticia? Olvida expresamente la Sra. Bachelet que esa es exactamente la cantidad de dinero de que ha dispuesto su par el teniente coronel Hugo Chávez en nueve años de gobierno, durante los cuales no sólo ha agravado el problema de la pobreza, sino que ha arruinado aún más a un modesto país de 1 millón de kilómetros cuadrados y 28 millones de habitantes. Sumiéndolo en la depauperación y la criminalidad. Si el Foro fuera el encargado de repartir ese dinero, a personajes como Mugabe y Daniel ortega, ya nos imaginamos los resultados.

Ahora se reúnen en Manaos. Lula, el director de la orquesta, pedirá que los trombones de Chávez y los charangos de Evo no desentonen demasiado. Que falta todavía un buen trecho por recorrer. De paso se aprovechará de la circunstancia para afianzar sus negocios, que al fin y al cabo sus electores todavía son brasileños: agarrarse el gas para su burguesía neo imperialista y seguir exportando huevos y construyendo puentes en las tierras del mejor presidente de Venezuela en sus últimos cien años. Malos, muy malos tiempos los de estas democracias paridas en el Foro de Sao Paulo. Así no quiera creerlo Teodoro Petkoff: nos llevarán a la ruina.

Por Antonio Sánchez García

Eixo Fidel Lula Chaves Chávez Farc apóia o ditador da Bolívia Evo Morales

16/09/2008

“””””A UNASUL não passa de um tribunal arbitrário de justiçamento, um clube que serve aos depravados para promoverem seus rituais grotescos, em nome da democracia, tentando dar ares de legitimidade para as violações de direito.

O que assistimos ontem foi o esquartejamento imoral da liberdade onde os cínicos, investidos de sua magistratura, autorizaram o abuso de poder e o uso da força bruta, contra as populações das regiões autonomicas.

A democracia foi seriamente agredida ontem, quando o Clube declarou seu apoio a Morales, fazendo um contrato de passe livre para a ditadura.

Deram veredicto favorável às perseguições, à violência e à repressão brutal de Evo-Chávez (Ego). Autorizaram que se imponha o socialismo na Bolivia, a qualquer preço. Certamente que eles esperam pelo mesmo respaldo, quando chegar a nossa vez.

Como podemos verificar, pela “inauguração” do clube dos tenebrosos, esse tribunal tem um claro papel a cumprir: – Para os que ainda não se deramconta, aquele “tal dia” já chegou!

“Um dia vieram e levaram meu vizinho” (…) – Por Gaúcho/Gabriela

A SITUAÇÃO REAL NA BOLÍVIA, NESTE MOMENTO – Venha ler no BLOG

http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/“””””

Bolívia – va acabar, va acabar, la dictadura cocalera !

09/09/2008

viva povo boliviano – guerra aberta contra o ditador

=

greve , fronteiras fechadas , rodovias fechadas

Excelente site sobre América Latina, Venezuela e Colômbia

09/09/2008

http://www.noticias24.com/

O centro da questão – des Governo de Lula apóia Farc!

31/07/2008

“Não se sabe com exatidão quanta e quão detalhada foi a informação que o presidente Uribe deu ao presidente ‘Lula’, mas o que poderia chamar-se “O dossiê Brasileiro” teria implicações mais sérias que as derivadas da informação relacionada com a Venezuela e Equador. Cambio conheceu 85 correios eletrônico que, entre fevereiro de 1999 e fevereiro de 2008, circularam entre ‘Tirofijo’, ‘Raul Reyes’ ‘el Mono Jojoy’, ‘Oliverio Medina’ – delegado das FARC no Brasil – e dois homens identificados como ‘Hermes’ e ‘José Luis’. A julgar pelo conteúdo das mensagens, a presença das FARC no Brasil chegou até as mais altas esferas do governo de Lula, o Partido dos Trabalhadores (PT) – o partido do Presidente -, a direção política e a administração da Justiça. Neles são mencionados cinco ministros, um procurador geral, um assessor especial do Presidente, um vice-ministro, cinco deputados, um conselheiro e um juiz superior”. 

Excelente entrevista sobre o Brasil de hoje

23/06/2008

http://darkabysses.blogspot.com/

Revista do Foro de São Paulo com brasileiros e Farc

09/06/2008

http://www.nodo50.org/americalibre/consejo.htm

Carta de um das FARC ao PT e Lula narco terrorista ao seu chefe no Brasil

31/05/2008
30 de Abril de 2007 – Comandante Raúl Reyes
Al Gobierno del Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Al Comité Nacional para los Refugiados (CONARE)
A la Comisión Brasileña de Justicia y Paz (CBJP)
A los (as) Ilustres Ministros (as) del Supremo Tribunal Federal
A la Procuraduría General de la República
A innumerables personalidades de la vida política, social y cultural
A las Organizaciones de Derechos Humanos, Sindicales, Movimientos Sociales y Partidos Progresistas
A los Partidos Comunistas y militantes revolucionarios de diversas tendencias y nacionalidades
A los integrantes y simpatizantes de las FARC en el mundo
Al Pueblo del Brasil.

Con alegría recibimos y aplaudimos la liberación del Padre Oliverio Medina el pasado día 21 de marzo, cuando en magna Audiencia el Ilustrísimo Supremo Tribunal declaró extinto el proceso de Extradición que había contra él, en una histórica votación de nueve a uno.

En dicha Audiencia brillaron el decoro y el respeto con que son acatados los Tratados Internacionales de los cuales el Brasil es signatario; la soberanía en la toma de decisiones; el sentido de justicia en defensa de la vida, y; la solidaridad para con uno de los luchadores del país más violentado de las Américas por el Imperialismo Norteamericano y los gobiernos títeres que convirtieron el Terrorismo de Estado, el narcotráfico y el paramilitarismo, en pilares macabros de la estructura del Gobierno y del poder, conocidos como Seguridad Democrática.

 

Como el actual Gobierno no consigue doblegar por medio de la fuerza al pueblo colombiano que se levanta contra la corrupción y la tiranía narcoparamilitar, desesperadamente busca resultados donde sea y como sea. Por eso basado en montajes espurios intentó que el Padre Oliverio fuera extraditado. Claro, porque de lo contrario no recibe del Imperio de los Estados Unidos billones de dólares para sostener una guerra innecesaria e injusta, que podemos definir como infame genocidio. Gasta 19 millones de dólares por día. Qué absurdo!Por eso el apoyo a la solución política del conflicto, al Canje de prisioneros o Intercambio Humanitario y a la búsqueda de la Paz con Justicia Social, son los ejes de la lucha del pueblo colombiano. Por eso, interpretando ese sentir popular, nuestra Organización revolucionaria ve que los colombianos estamos dando pasos concretos hacia la Reconstrucción y Reconciliación del país. De ahí que, no nos cansamos de ratificar que el conflicto social y armado sólo será resuelto mediante la solución de carácter político.

Todo porque la represión violenta del Estado y el gobierno actual jamás crea convivencia ni bienestar estable y duradero. Pues la solución de los problemas sociales, económicos y políticos no está en la paramilitarización del país ni en el hecho de inducir al pueblo a creer que la paz se sustenta en la fuerza bruta. En ese sentido la llamada Seguridad Democrática del Uribe Vélez, (Seguridad Nacional con nuevo nombre) es el ariete del Plan Colombia contra el pueblo colombiano y está siendo presentado como la panacea de la Seguridad.

Seguridad que persigue, reprime, desaparece, intimida, calla y mata a quienes no compartan ni acepten las políticas de la oligarquía asesina y arrodillada ante el Imperio, es Seguridad para las transnacionales y un puñado de oligarcas corruptos, responsables de la tragedia del pueblo colombiano. En los primeros cuatro años de Gobierno narcoparamilitar de Uribe Vélez fueron asesinados 20.000 colombianos. Y no es matando a los pobres como se resuelven los problemas de desempleo, hambre, desnutrición, enfermedades y analfabetismo en millones de compatriotas sumidos en el abandono y la desesperanza.En lugar de dilapidar recursos en la guerra, debieran invertirse en la construcción de la Paz que pudiera ser convertida en política de Estado en cuyo proceso el pueblo participa ampliamente. Por eso proponemos el Canje de prisioneros o Intercambio Humanitario, al que podemos llegar con el apoyo solidario de Gobiernos amigos. Ese hecho puede convertirse en el primer paso para construir el Proceso de Paz esperado por la Comunidad Internacional con viva preocupación. Para hacer todas las gestiones con tranquilidad y seguridad hemos propuesto el despeje de los Municipios de Florida y Pradera en el Departamento del Valle. Nuestro país se puede transformar sin que el Estado persista en la guerra contra el pueblo.

En este marco vemos la Protección Internacional concedida por el Gobierno del Brasil al Padre Oliverio Medina, bajo la figura del Refugio, como valioso gesto humanitario con lo cual está indicando que en Colombia existen un conflicto económico, social, armado, la violación de los Derechos Humanos por parte del Estado y una crisis humanitaria sin precedentes en la historia reciente del País. Circunstancias claramente reconocidas por prestigiosas entidades internacionales y varios Gobiernos del Mundo, distintos al de Washington. Aliado natural del gobierno ilegítimo e ilegal de Álvaro Uribe.

Agradecemos a todas las personas que con sus buenos oficios, su solidaridad y esfuerzo impidieron la extradición y posibilitaron la concesión del estatus de Refugio para el Padre Oliverio, un luchador por la Paz con Justicia Social.
Atentamente,FARC-Ejército del Pueblo, Comisión Internacional
Raúl Reyes
Montañas de Colombia, abril de 2007

 

Site cristão denuncia imundo Foro de São Paulo que começa hoje em Montivideo.

22/05/2008

http://cristiandadypatria.blogspot.com/2008/05/alerta-foro-de-san-pablo-transnacional.html

O horror do Foro de São Paulo

18/05/2008

Jornal desanca Celso Amorim e Foro de São Paulo

Editorial deste domingo, do Jornal El Deber, um dos mais importantes da Bolívia:

El “Foro de San Pablo” próximamente tendrá su 16º encuentro en Montevideo (22-25 de mayo). Se informó de que reunirá al mayor número de presidentes latinoamericanos de su historia. El Foro de San Pablo se creó en 1990 en esa ciudad brasileña a instancias del Partido de los Trabajadores (PT). Está integrado por movimientos de izquierda. Las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) también son miembros. No es de extrañar, por tanto, la ambivalencia del presidente Lula y de sus colaboradores, en lo que hace a su falta de definición explícita de este grupo armado, secuestrador de inocentes y narcoterrorista.Las recientes e insólitas declaraciones del canciller del Brasil, Celso Amorim, que manifestó que “no reconocería la autonomía de Santa Cruz”, fueron una abierta e insolente intromisión en los asuntos de otro país. Además, opinó sin que la parte interesada (Santa Cruz) le pida algo que no solicitó ni lo hará, ya que nadie tiene que meterse en un asunto interno boliviano.El principio de no intervención está consagrado en la propia carta de la Organización de Estados Americanos (OEA), pero parece que el Gobierno de Evo Morales lo desconoce cuando pide injerencia externa ante ese organismo o cuando no dice ni ‘pío’ frente a las atrevidas declaraciones de Amorim o las ya repetitivas de Hugo Chávez.Pero todo no es causalidad. Es parte de la estrategia del Foro de San Pablo.Uno de sus movimientos tácticos ahora será el bloquear económicamente a Santa Cruz. A eso apuntó el problema con las aceiteras y a eso apunta la declaración imprudente del ‘brazuka’, luego repetida por el cura Lugo, presidente electo del Paraguay.

Esto es más que mera coincidencia. Piensen: Paraguay y Brasil limitan con el departamento de Santa Cruz y gran parte de nuestros productos agroindustriales exportables dependen de la Hidrovía Paraguay-Paraná, controlada también por esas dos naciones.¡Cuidado Santa Cruz! A no bajar la guardia. Fuerzas poderosas operan en contra nuestro; vienen de más allá, con mucho poder y mucho dinero. El próximo Foro de San Pablo probablemente fijará pautas, hay que estar alertas.

Você ainda não chama as FARC de terroristas? Criança degolada pelas FARc

08/03/2008

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O fator Hugo Chávez Frias

29/01/2008

PERIGO VENEZUELANO – 29/01/08 – Leit. obrigatória

“”””””””Volto ao assunto “Venezuela” por julgar que, dia-a-dia, as implicações e conseqüências para o Brasil do que lá se passa ganham novo realce e dimensão e por sentir que, apesar dos insistentes alertas da imprensa, o governo federal e a sua diplomacia em particular parecem indiferente às turbulências em curso.
Na semana passada a Assembléia Nacional Venezuelana aprovou as polêmicas 58 emendas constitucionais, a mais preocupante delas aquela que prorroga indefinidamente o mandato presidencial de Hugo Chaves, que declarou pretender ficar no poder até 2031. Jovem ainda, o tempo joga a seu favor e, ao final do período que pré-fixou, estará com 77 anos de idade e todos os atuais líderes mundiais e continentais já terão saído da cena política.. É mais um daqueles exemplos que, periodicamente, atormentam a história mundial e que valendo-se das fragilidades da democracia busca a sua destruição, impondo-lhe um poder ditatorial sob uma roupagem de amplas liberdades e aprovação popular. Pouco a pouco, mas, talvez, já um tanto tarde, igreja,imprensa, oposicionistas políticos e milhões de cidadãos esboçam uma reação ante a manifesta disposição de calar as suas vozes.

Assim, a chamada “República Bolivariana” se consolida e ameaça se espalhar pelo continente latino-americano, onde já encontra simpatizantes e parceiros submissos na Bolívia, Equador e até mesmo na orgulhosa Argentina, que, em busca de uns trocados, submete-se á política de Chaves.

Mas, o perigo venezuelano não se limita ao expansionismo da sua ideologia demodê, que intenta em implantar no continente o “socialismo do século XXI”. Encontra respaldo em uma sólida base militar que, de forma significativa e pragmática, vai se construindo e consolidando a fim de apoiar as suas pretensões expansionistas, com o objetivo definido de, a médio prazo, transformar a Venezuela no maior poder militar da América Latina, ameaçando, desde já, alguns países com intervenção armada , como foi a recente declaração com relação à Bolívia, país com quem celebrou um controverso acordo militar, possibilitando a construção de numerosas bases nas suas fronteiras, vale dizer, inclusive com a nossa.Parece que o Brasil ainda não se apercebeu do que está ocorrendo ao norte, quando movido pela abundância dos petrodólares Chaves promove pesados investimentos em armamentos sofisticados, gerando uma corrida armamentista e uma nova realidade político-militar na América do Sul.

O fantástico pacote militar venezuelano pode chegar a US$ 60 bilhões até 2020, quando, no dizer de Chaves, a Venezuela será a mais poderosa potência militar latino-americana. Ao começar o seu programa militar o barril de petróleo era cotado a US$ 40,00, hoje, em torno dos US$90,00, com possibilidades de atingir os US$ 100,0 até o final do presente ano. Essa abundância de recursos financeiros, com perspectivas de assim prosseguir por um longo período, é um incentivo para a ampliação e o aprimoramento tecnológico do seu complexo militar, abrangendo de forma ampla e equilibrada as suas forças terrestres,navais e aéreas.

O plano de modernização em curso dará às forças armadas venezuelanas (ou forças armadas bolivarianas) um invejável poder dissuasório, já no ano de 2012, com investimentos estimados em US$ 30,7 bilhões, conforme abaixo se constata:

– elevação do contingente militar de 83.000 para 500.000 homens;

– criação da Milícia Nacional Bolivariana, hoje, com aproximadamente 1 milhão de milicianos , podendo chegar a 2 milhões. Enquadrada pelo Comando Geral das Reservas e Mobilização Nacional, sua estrutura é paralela e não subordinada às forças armadas e destina-se a defender o Partido Socialista Unido da Venezuela (seriam as SS venezuelanas?). Na prática, funciona como um contrapeso político às forças armadas.

– aquisição de um lote 3 submarinos russos que pode chegar a 10, classe Amur, de 1750 toneladas, propulsão diesel elétrica, capazes de operar em qualquer tipo de mar (exceção dos glaciares), equipados com 4 mísseis leves de cruzeiro, 10 mísseis antiaéreos e 18 torpedos pesados de 533 milímetros;

– modernização e atualização tecnológica de 2 submarinos de fabricação alemã;

-aquisição e ou revitalização de 138 navios de diversos tipos;

– aquisição de um lote de 800 viaturas blindadas russas, BTR-90, 20 toneladas, sobre rodas, equipadas com canhões rápidos de 30 milímetros, velocidade de 110km/h. Essa compra pode alcançar 1000 veículos, com as 200 unidades suplementares destinadas ao transporte de tropa;

– aquisição de 100.000 fuzis automáticos russos kalashinikov, AR-103;

– aquisição de 24 super-caças Sukhoi-30, com investimento de US$ 800 milhões, ponta de lança de um ambicioso programa que pode chegar até 150 supersônicos;

– aquisição de 53 helicópteros de ataque russos (modelos MI-17, MI-35 e MI-26);

– aquisição de 10 aviões de transporte CASA 295;

– aquisição de 2 aviões de patrulha marítima CASA 235;

– aquisição de 600.000 bombas, comuns e inteligentes, guiadas a laser ou por GPS, compradas da Europa;

– negociação de 10 radares de defesa aérea com a Suíça e de 3 estações de radar tridimensional YPR, com a China, como parte de um programa de US$ 150 milhões para a defesa aérea;- mísseis antiaéreos e de longo alcance.

Será que todo esse aparato militar destina-se apenas a se por a uma possível invasão norte-americana? Parece pouco provável.

A modernização e ampliação das forças armadas venezuelanas tem um importante subproduto político: o apoio incondicional dos seus integrantes à loucura bolivariana e o suporte para um longo período ditatorial.

Chaves, na sua luta messiânica de implantar na América Latina o socialismo do século XXI, não tem pejo de fazê-lo apenas no campo da doutrinação ideológica. Apóstolo de um credo retrógrado, que nem o grande Simon Bolívar foi capaz de concretizar, sonha unir os povos latino-americanos sob sua influência e poder, de forma pacífica ou cruenta, como recentemente ameaçou, unilateralmente, intervir militarmente na Bolívia para apoiar Evo Morales.

Seria o caso de se perguntar qual seria a atitude brasileira face à essa loucura política, junto às nossas fronteiras.? Iríamos tolerar, como disse o próprio Chaves, um novo Vietnã em área diplomática do nosso interesse imediato?

Arvorando-se portador de uma mensagem salvadora, messiânica, de redenção das populações miseráveis, metamorfoseia-se em polícia hemisférica apoiando os que lhe são fiéis e combatendo os que se lhe opõem. Começa a apresentar as garras de todo caudilho: a autoconfiança, a prepotência, a propriedade da verdade absoluta e a firme convicção de que os fins justificam os meios.

A Venezuela tem pendências históricas com a Colômbia e a Guiana e tornando-se uma potência militarista e expansionista pode ser tentada a resolvê-las pela força das armas.

A médio prazo está criado um clima de grande instabilidade e apreensão ao norte do continente sul-americano.

E o Brasil como se situa nesse desafiante contexto?

Diplomaticamente, temos demonstrado uma enorme inaptidão e fragilidade para exercer o poder que temos. Quase que caminhamos a reboque das idéias de Chaves. Todos os seus grandes projetos e iniciativas – Mercosul, gasoduto sul-americano, banco do sul – mesmo contrariando interesses brasileiros, vêm encontrando guarida e boa vontade na nossa diplomacia, o que só faz crescer a força pessoal e política do caudilho no hemisfério, em detrimento da tradicional influência brasileira.

Militarmente, é ainda mais crítica a nossa situação e, talvez, isso possa explicar a submissão da diplomacia, que não tem a respaldá-la uma força militar dotada de real capacidade dissuasória.

A ameaça da Venezuela não se restringe apenas à parte norte do país, Roraima em particular. O núcleo vital, Brasília incluída, estará ao alcance dos seus aviões supersônicos, que terão a certeza do sucesso dos seus ataques e incursões pela fragilidade da nossa defesa antiaérea e meios aéreos de interceptação.

Os modernos BTR-90, que mobiliarão as unidades de reconhecimento e mecanizadas venezuelanas, não encontrarão pela frente resistência de vulto e a possível incursão ao longo da espinha dorsal da BR-174 será um verdadeiro passeio.

No mar, o núcleo vital do País, suas plataformas de petróleo e o intenso e fundamental comércio marítimo brasileiro ficarão seriamente ameaçados pelos modernos submarinos Amur, que terão pela frente uma tímida resposta da nossa Marinha.

E por que chegamos a esse quadro catastrófico e, infelizmente, muito longe de hipotético?

Porque há um quarto de século as forças armadas brasileiras vêm sendo menosprezadas e contempladas com baixíssimas prioridades, se é que alguma existe, pelas ações governamentais indiferentes às possíveis ameaças e incapazes de estabelecerem e executarem uma política de defesa consentânea com os objetivos de segurança do Brasil. A falta de visão estratégica dos nossos dirigentes é abaixo da crítica.

É vergonhoso, desestimulante e quase desanimador o quadro catastrófico revelado nos recentes depoimentos, no Congresso Nacional, pelos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Em linguagem bem crua e real as nossas forças armadas estão muito aquém, não têm condições de cumprir as suas missões constitucionais de garantia da soberania e integridade territorial brasileiras.

Revanchismos, pequenez política, oportunismos, roubalheiras, politicagens, ausência de uma postura de estadista do comandante-em-chefe têm concorrido para as baixíssimas prioridades dadas às forças armadas, impedindo-as de realizarem investimentos que promovam a sua modernização e atualização tecnológica. O pouco que recebem é para a sua vida vegetativa. E se existe uma lição que todos temos que apreender é que forças armadas não se improvisam e relegá-las a plano secundário é correr o inaceitável risco da derrota. Como hoje se encontram, melhor seria chamá-las de forças desarmadas.É forçoso que o brasileiro em geral e as elites dirigentes em particular tomem conhecimento do estado deplorável, vergonhoso e das enormes fragilidades em que se encontram as suas forças armadas e que, quando empregadas, o verdadeiro ônus do despreparo e do provável insucesso recaia no governo, na figura do comandante-em-chefe, na qual o Presidente da República está investido.

O quadro atual parece mais caótico do que aquele vivido nos primórdios da Guerra do Paraguai, quando tivemos que amargar a vergonhosa capitulação de Uruguaiana e promover a reorganização e o reequipamento da Marinha e do Exército quando o inimigo já pisava o solo pátrio.

Mestra nos seus ensinamentos, a história registra o mal que figuras totalitárias e caudilhescas, como a do Sr Hugo Chaves, fazem aos seus países e à humanidade.

Mais do que nunca, o Brasil não pode menosprezar o perigo venezuelano. “”””””””””

Gen Ex Refm. Luiz Gonzaga Schröeder Lessa

RESUMO SOBRE O FORO DE SÃO PAULO!

29/09/2007

Para os que insistem em serem ingênuos, criticando corrupção como mal maior:

http://www.olavodecarvalho.org/semana/070924dc.html 

http://www.olavodecarvalho.org/semana/070926dce.html