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Revolução comunista em marcha em Floripa

06/09/2013

sexta-feira, setembro 06, 2013

REVOLUÇÃO BOLIVARIANA NA ILHA DA MAGIA: GRUPOS DE AGITADORES COMUNISTAS ATACAM EM FLORIANÓPOLIS E ESPALHAM O TERROR..

O jornal Ilha Capital traz em sua última edição uma reportagem especial que revela aquilo que a grande imprensa catarinense escamoteia, ou seja, a invasão de Florianópolis, a capital do Estado catarinense, que fica na maior parte sobre a Ilha de Santa Catarina por organizações que podem ser qualificadas de MST urbano. Seus integrantes constituem uma horda de desordeiros ligados ao PT e seus satélites.
Na abertura da reportagem, Ilha Capital anota que em entrevista recente o empresário Hélio Bairros, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon), alertou sobre a chegada das Brigadas Populares em Floripa. Para ele essa “é mais uma preocupação e um desafio para o poder público” porque “essa gente vem para o enfrentamento” e “já está ocupando terrenos urbanos”.
Transcrevo na íntegra a excelente reportagem do Ilha Capital que serve para demonstrar que os cidadãos de Florianópolis que se informam por meio dos grandes jornais e emissoras e rádio e televisão, estão muito mal informados. Especialmente a maioria dos empresários e autoridades municipais e estaduais.
Florianópolis é uma panela de pressão pronta para explodir, por conta da incúria das autoridades que permitem a proliferação desse grupos de viés comunista que espalham o terror na capital catarinense agasalhados sob o deletério manto do pensamento politicamente correto. Essas autoridades são as responsáveis pela insegurança em que vivem os cidadãos de Florianópolis que agora também têm as suas propriedades sujeitas a invasões.
Transcrevo na íntegra a matéria do jornal Ilha Capital, que também pode ser lido no site desta publicação clicando no link ao final do texto. Leiam:
O alerta do presidente do Sinduscon se refere às manifestações de protesto promovidas no início de agosto contra a administração Cesar Souza Júnior (PSD). Elas ocorreram porque, depois dos oito anos de omissão conivente da gestão Dário Berger, a equipe de fiscalização da Fundação Municipal do Meio Ambiente de Florianópolis (FLORAM) botou abaixo quatro barracos em construção por invasores – que se identificam pelo codinome de “Ocupação Palmares” -, sobre áreas de proteção ambiental e de alto risco na região da Serrinha, no maciço de favelas do Morro da Cruz. Cerca de 25 outras famílias de migrantes continuam dividindo nove barracos no local. Elas até concordam em não refazer os barracos, desde que os sem-teto sejam indenizados e realocados pela Prefeitura. Mas tem que ser na mesma região. Apoiados por vereadores de esquerda, depois de uma reunião no gabinete do vereador petista Lino Peres, manifestantes ameaçaram e chegaram a “pedir a cabeça” de Elisa Neli Rehn, gerente de Licenciamento e Fiscalização da Floram e responsável pelas operações.
Em novembro do ano passado, tão logo anunciada a vitória de Adeliana Dal Pont (PSD) no município de São José, a futura prefeita passou a ser pressionada por um grupo de representantes de cerca de 200 sem-teto, que semanas antes haviam invadido uma área particular de quase 92 mil metros quadrados no bairro Serraria, desde então identificada pelo codinome de “Ocupação Contestado”.

Polícia intertita e desmonta barraco erguida em propriedade particular. A ocupação de propriedades privadas afeta também áreas de preservação, mas os ecochatos calam acumpliciados com as organizações comunistas que infestam Florianópolis

Em vias de explusão, eles exigiam “uma solução para o seu problema de falta de moradia digna”. Segundo os militantes, a invasão só ocorreu porque o então prefeito Djalma Berger teria prometido que, se reeleito, desapropriaria o terreno para transformá-lo em um loteamento de baixa renda. Então, toda aquela gente de bem resolveu que era melhor invadir logo de uma vez para garantir o seu quinhão, furando a fila dos trouxas que optam por obter os seus direitos na forma da legislação. Não bastasse isso, passadas as eleições, eles exigem que a eleita cumpra uma suposta promessa do candidato derrotado. São os tempos sombrios em que vivemos…

Esses furdunços são organizados e orquestrados por um movimento político-ideológico com matriz em Belo Horizonte, que se identifica como Brigadas Populares/SC. Elas já atuam em outros três estados – Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro – sempre se articulando com movimentos revolucionários afinados com os círculos bolivarianos. Em Florianópolis, agem em parceiras com denominações como Bandeira Negra, Passe Livre e Ponta do Coral 100% Pública entre tantas outras, além de gabinetes de políticos esquerdistas.
Os brigadistas se tratam como “camaradas” e seu objetivo “é formar uma militância revolucionária caracterizada por sua disciplina consciente, compromisso, capacidade de iniciativa e compreensão da análise materialista, dialética e histórica da realidade”, porque “a forma de organização deve sempre atender às necessidades da luta de classes”. É que a intenção dos valentes – veja só! – é a “transformação revolucionária”, pela constituição de uma “unidade aberta”, que impulsione o surgimento de “uma nova maioria política e social (…) de caráter nacional, popular e socialista”, na qual “os trabalhadores se estabelecem como força dirigente”. A “Revolução Brasileira para um Brasil Socialista (…) como a aspiração mais elevada das massas populares (…) será obra do povo (…) em sintonia com o movimento internacional dos trabalhadores e trabalhadoras”, diz o manifesto das Brigadas Populares, em novembro de 2011.
O Jornal Ilha Capital teve acesso a uma cópia dos roteiros que as lideranças da Ocupação Palmares receberam das Brigadas Populares, com as instruções de alinhamento do discurso dos manifestantes, principalmente frente à imprensa. O documento expressa claramente o projeto de “outras ocupações e novos movimentos de reivindicação” que levem à criação de um “poder popular” na luta pela “revolução social” de “um mundo sem divisão entre classes sociais ou qualquer outro tipo deopressão” (negritos no original).
O brigadista responsável pela Ocupação Palmares, no Morro da Cruz é o paulista graduado em Economia pela UFSC, Vitor Hugo Tonin. Ele diz que “trabalha na UFSC” e nas férias passou um mês na Venezuela. O brigadista da Ocupação Contestado é o paulista Jonathan Henri Sebastião Jaumont, o “Jojo”, graduado em Serviço Social pela UFSC. Eles integram a Frente de Trabalho pela Reforma Urbana em Florianópolis, que já se articula com invasões mais antigas para ampliar suas atividades, aumentar a visibilidade e ampliar a notoriedade. A imprensa trata de forma vaga e casual a presença desse ente de agitação, como se fosse algo tão natural e inocente, que a opinião pública não precisa preocupar-se em saber mais e melhor sobre o assunto.
O Jornal Ilha Capital se encarrega de cobrir essa lacuna com informações consistentes. Aqui não há jornalistas jovenzinhos recém diplomados nos antros marxistas da UFSC. Conhecemos o método desses movimentos, nos quais supostos pacíficos de cara limpa e baderneiros de balaclava são estratégias de um mesmo plano de ação: suas pequenas intervenções para constranger autoridades são só o aperitivo. O banquete deles é a democracia estraçalhada: atrapalhar a vida da população ordeira, tumultuar a rotina das pessoas de bem, paralisar a cidade, provocar a polícia até o intolerável. Tudo em nome da revolução socialista para a implantação da tirania comunista.
Terrorismo em Florianópolis ocorrido recentemente com destruição de centenas de ônibus
Sempre na UFSC
No sábado, 3 de novembro de 2012, foi realizada uma reunião para tratar sobre moradia popular, regularização fundiária e função social da propriedade nesta Capital. Por trás do verniz politicamente correto dessas expressões, o verdadeiro propósito era formar uma rede de apoio à reestruturação do Movimento Sem Teto na Grande Florianópolis, fomentando a organização de ações diretas, em paralelo com o fortalecimento das articulações coletivas. O movimento perdeu muita força em Florianópolis, porque aqui ninguém precisa de “movimento organizado” para invadir ou ocupar propriedades, públicas ou privadas. A Ilha de Santa Catarina virou uma prostituta cercada de gigolôs, alcoviteiros e rufiões por todos os lados. Eles a oferecem a qualquer um, para ser penetrada, estuprada. Quem tentar fazer carinho, beijar na boca ou fazer amor com ela, provoca polêmica e escândalo e é escorraçado!
O local da reunião só poderia ter sido um: o auditório do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC. Público alvo: os sem-teto massa de manobra. Compareceram ao evento apenas cerca de 50 membros de grupos invasores de áreas públicas e privadas, moradores em situação precária, em áreas de risco ou despejados: da favela do Siri, Papaquara, Vila União, Kartódromo, favela do Mosquito, Nova Esperança, Panaia Aeroporto, Caieira do Saco dos Limões, Mont Serrat, Maciço do Morro da Cruz e Monte Cristo. A ocupação José Nitro, do bairro Jardim Zanelatto, em São José, também mandou representante.
Por mais de cinco horas eles ouviram a velha discuseira sobre “inclusão social”, “direito à moradia digna” e “cidades para todos”, que disfarça a doutrinação em luta de classes de pobres contra ricos. Falaram os cabeças dos principais entes articuladores da “luta por moradia popular digna” (a propósito: barraco mal enjambrado sobre propriedade alheia e área de risco é “moradia digna”?), inclusive aqueles professores universitários, arquitetos e urbanistas filiados a diferentes partidos políticos de esquerda – os de sempre, que o leitor deste nanico já sabe quais, de cor e salteado. Além dos sargentos das Brigadas Populares, estavam presentes representantes do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), da Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB), do Movimento Sem Terra em Santa Catarina (MST-SC), do Coletivo Anarquista Bandeira Negra, do Diretório Central de Estudantes (DCE) da UFSC, o ectoplasma da União Florianopolitana de Entidades Comunitárias (UFECO), Sintrajusc, Sindiprevs, CUT, Central Sindical e Popular (CSP – Conlutas), Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (RENAP). Repare bem: todas sãoorganizações sustentadas por muita grana que arrancam do povo, de forma direta ou indireta, para professar coletivismo e marxismo e combater o capitalismo, tentando expulsá-lo da alma da nação.
Origem universitária
O movimento Brigadas Populares teve origem em um Núcleo de Estudos Marxistas, formado por estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais para dissecar as ideias de pensadores revolucionários. Em 2005 o Núcleo se dissolveu e seus membros partiram para aplicar as teorias na prática, dedicando-se à articulação popular das favelas da periferia de Belo Horizonte, atuando como uma ferramenta a serviço da necessidade de organização da classe trabalhadora para a transformação social: a revolução das massas. Tempos depois foi realizado um seminário em que o movimento passou a ser estruturado para atuar de acordo com a linha politico-ideológica de sua origem. As Brigadas comandam oito ocupações em Belo Horizonte.
As Brigadas Populares são, tipo assim, um MST urbano: sua existência é praticamente virtual, só visualisada em diversos sites e blogs. Ela não tem existência formal, não tem estatuto, registro ou CNPJ, nem fisponibiliza qualquer informação de contato físico, como endereço ou telefone. As únicas peças de sua materialidade são os “profissionais de universidades” que coordenam as ações.
Na prática, os núcleos executivos de militantes orgânicos das Brigadas Populares surgem depois de articulações prévias com lideranças de grupos em áreas invadidas ou de pretendentes a tornar-se invasores de alguma propriedade já em vista. O movimento também recebe indicação de instituições, como as defensorias públicas, sobre a necessidade de apoio a algum grupo. Os brigadistas atuam pelo método de assembleias populares para identificar as pautas de cada grupo, estabelecer o direcionamento político dos embates, organizar as pessoas, prepará-las para as lutas e atividades necessárias, doutrinando-as para a elevação dos níveis de “consciência social” e fortalecimento das convicções pessoais para o enfrentamento. São eles que garantem o recrutamento de novas lideranças e a sua permanente formação e treinamento nas práxis revolucionárias.
Frente antiprisional
As Ocupações Palmares e Contestado, são brigadas territoriais que integram a Frente pela Reforma Urbana das Brigadas Populares. Além dela, em Santa Catarina está ativa desde o final de dezembro de 2011 a Frente Antiprisional, que antes só existia em Minas Gerais. Com o slogan “Nenhuma Vaga a Mais! Por uma sociedade sem prisões!”, a sua principal atividade é coordenar o Grupo de Amigos e Familiares de Pessoas em Privação de Liberdade, que articula e organiza as reivindicações coletivas dos parentes de presos da Penitenciária de São Pedro de Alcântara. A penitenciária é aquela onde ficavam os líderes do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) acusados pelo assassinato da esposa do diretor que impunha regime severo no cumprimento das penas. A agente prisional Deise Alves foi fuzilada por engano quando chegava em casa dirigindo o carro do marido, em São José, em outubro de 2012. A aplicação ainda mais rigorosa das regras na prisão, depois da morte de Deise, foi o estopim para duas ondas de violentos atentados terroristas comandado de dentro da cadeia. As ações de guerrilha varreram Santa Catarina entre novembro e fevereiro últimos. Os principais acusados foram transferidos para uma penitenciária de segurança máxima, em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Segundo as investigações policiais, as famílias dos presos já estão se estabelecendo na cidade.
Nos outros quatro estados onde as Brigadas Populares atuam (Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro), já funcionam também frentes de Formação (de quadros), Comunicação e Cultura e de Juventude.
Aprofundando-se, é possível perceber a existência de uma indústria de sem-teto, uma espécie de agência de tráfico de migrantes de uns locais para outros – entre municípíos e estados -, numa constante realimentação de fogueiras do movimento pelo “direito à moradia digna”, que fundamenta as pressões político-ideológicas pela implantação da “reforma urbana” de cunho marxista. Do site do jornal Ilha Capital