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Mulher criada por homossexuais pede que governo proteja verdadeiro matrimônio

01/05/2013

 

Uma mulher canadense que foi criada em família homossexual se dedica agora a auxiliar outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher.

Segundo informa ForumLibertas.ogr, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, aos que educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial desde o sítio web (em inglês)http://www.dawnstefanowicz.org/:

ASSISTA O VIDEO (EM INGLÊS)

Brinda ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostas a este estilo de vida.

Stefanowicz explica no sítio web “como em sua infância esteve exposta a intercâmbios de parelhas gays, jogos nudistas e falta de afirmação em sua feminindade, como lhe feriu o estilo de vida em que cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em torno da ‘família’ gay, um estilo de ‘família’ que ela não deseja a ninguém e que crê que as leis não deveriam apoiar”.

Seu testemunho: 

Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma enfermidade grave de sua mãe teve de ficar ao cuidado de seu pai homossexual quando ainda era uma criança. “Estive exposta um alto risco de enfermidades de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e a numerosas parelhas”, relata.

“Incluso quando meu pai estava no que pareciam relações monogâmicas, continuava fazendo ‘cruising’ buscando sexo anônimo. Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão meu pai. Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Infelizmente, quando crianças uns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido a isto, vivei com depressão, problemas de controle, estalidos de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazes sua necessidade pelo afeto de seu pai, por sua afirmação e atenção, com relações promíscuas e transitórias. As (ex) parelhas de meu pai, com os que tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente encurtadas pela AIDS e pelo suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991”, recorda.

Segundo Stefanowicz, as “experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, pela autoridade, pelo matrimônio e pelo amor paterno. Me sentia temerosamente silenciada porque meu pai não me permitia falar dele, seus companheiros de casa, seu estilo de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras”.

“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava sozinha para ficar vários dias com seus parceiros. Suas parelhas realmente não se interessavam por mim. Fui machucada por maltrato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores e a perdida de parelhas sexuais como se as pessoas fossem só coisas para se usar. Busquei consolo, busquei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos”, sustenta.

Stefanowicz recorda que “desde cedo, me expôs a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e lugares de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando crianças. Me expus a manifestações de sexualidade de todo tipo inclusive sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bissexualidade, voyeurismo e exibicionismo. Se aludi ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos. As drogas e o álcool contribuiam a baixar as inibições nas relações de meu pai”.

“Meu pai apreciava o vestir unisex, os aspectos de gênero neutro, e o intercâmbio de roupas quando tive 8 anos. Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementárias entre homem e mulher. Nem pensava acerca do matrimônio. Fiz votos de não ter nunca filhos, porque não cresci em um ambiente seguro, sacrificial, centrado nas crianças”, assinala.

As consequências: 

“Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes me causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa autoestima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam”, sustenta Stefanowicz.

Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer neste ambiente.

“Minha cura implicou em mirar de frente a realidade, aceitar as consequências a longo prazo e oferecer perdão. Podem imaginar ser forçados a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde muito pequena e como afetou meu desenvolvimento? Infelizmente, até que meu pai, suas parelhas sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências”, explica.

“Afinal, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio legal do mesmo sexo. Que esperança posso oferecer a crianças inocentes sem voz? Governos e juizes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conclui.

Fonte: CBN.com /

Site da Stefanowicz http://www.dawnstefanowicz.org/

O Reino de Satanás já chegou: Ateísmo militante nas Universidades Católicas

03/11/2012

Censura e perseguição anti-católica na PUC-PR

Postado em November 1, 2012 por

A esquerda está realmente empenhada em tomar conta de tudo. Agora, os “intelectuais” da PUCPR estão se fazendo de vítima após verem suas peripécias lançadas aos olhos do grande público.

 Um seminarista católico estudante da PUCPR, respeitosamente, publicou um artigo em que conta as OFENSAS (penalmente, crime de vilipêndio à fé) contra a religião católica perpetradas por professores de uma universidade… católica! 

Leia:

http://fratresinunum.com/2012/10/18/o-alarmante-estado-da-pucpr/ 

Você verá que não há nada além de um pedido de respeito à fé, e nada que cerceie a liberdade acadêmica. 

Pois bem: os professor da PUC ficaram “dodóizinhos” e começaram a mostrar quem são.

Primeiro, o diretor do curso de filosofia teve um chilique e foi às salas de aula, nervoso e gaguejante, incitar os alunos a não comentar nem compartilhar em suas redes sociais o artigo. Ainda ameaçou processar todos os alunos que fizeram comentários no blog que originou a polêmica (o que fez com que uma enxurrada deles pedisse a remoção de seus comentários) e, parece-me, o caso levou à expulsão de um rapaz de seu seminário (várias ordens religiosas encaminham seus postulantes à PUC-PR).

 Enfim, a polêmica está acesa. Parece que o núncio (embaixador papal) no Brasil interveio e a coisa pegou fogo. A matéria saiu no Estadão:

 http://www.estadao.com.br/noticias/geral,criticas-a-igreja-causam-polemica-na-puc-pr,953563,0.htm 

Os esquerdistas que tomaram a PUC estão em polvorosa. Por favor, dê publicidade a isso. Eles pedem liberdade e pregam o pluralismo. Ótimo.

Mas quando um aluno (sem identificar-se, claro! Se assim já está sendo perseguido, imagine de outra forma), fazendo uso da mesmíssima LIBERDADE, ousa pedir RESPEITO, eles estrebucham. Enfatizo: ninguém está pedindo que eles ensinem catecismo em sala de aula. Queremos apenas que RESPEITEM a fé que a própria universidade professa, afinal, é uma instituição confessional.

Trata-se, em última instância, de mais uma manifestação da ditadura esquerdista, aos moldes dos petralhas, que odeia aquilo que bradam: democracia, liberdade, respeito.