Posts Tagged ‘Fidel Castro’

UFSC Conservadora – Grito de Alerta contra o comunismo nas universidades

28/10/2013

Universitários catarinenses reagindo ao comunismo, que chegue a todas as universidades públicas brasileiras.

Carta aberta contra o socialismo na Universidade Federal Santa Catarina

Caros alunos da UFSC,

Dirijo-me a vocês, estudantes da nova geração, porque a antiga, a de seus professores, está corroída até a alma pelo verme da desonestidade. A esperança de que a saúde intelectual e moral dessa nação melhore está em vocês. Espero que estas breves palavras tenham algum impacto em vocês, como um balde de água que se joga em alguém que antes dormia. Meu chamado a vocês é que ACORDEM para o grande perigo que nos rodeia.

Vejo um futuro negro a nossa nação. Vejo esse futuro sombrio se materializar velozmente ao meu redor. Continuando o atual processo destrutivo e revolucionário, o Brasil deixará de existir em duas ou três décadas, diluindo-se na “Pátria Grande” latino-americana, que está agora mesmo sendo construída pela esquerda.

A Pátria Grande será um mega bloco comunista totalitário governado desde Havana, pelo Foro de São Paulo, no qual as atuais nações latino-americanas serão meras províncias de um grande e centralizado governo.

O Brasil entrará, portanto, muito em breve, para a lata de lixo da história. Dele só se terá uma breve lembrança, que lá houve uma ditadura terrível, que tendo matado 300 pessoas, foi pior que a ditadura de Fidel Castro que matou mais de 115 mil pessoas.

O Brasil será uma nota de rodapé – muito vergonhosa – na história da construção da gloriosa Pátria Grande. Se continuarmos seguindo a estrada na qual caminhamos, este será, sem dúvida alguma, o ponto de chegada.
No meio disso tudo, há uma criminosa conivência de setores da UFSC pela destruição da cultura e da soberania nacional. Muitos cursos e centros de pesquisa das ciências humanas tornaram-se apenas instrumentos dóceis nesse processo revolucionário, caixas de ressonância de ideologias forjadas em Cuba e na Venezuela. Muito se falou do Centro de Difusão do Comunismo da Universidade Federal de Outro Preto, mas a UFSC também tem o seu. É o IELA (Instituto de Estudos Latino-Americanos), cujos membros são ligados a partidos comunistas e ao Foro de São Paulo. Esse grupo luta abertamente pela construção de um futuro comunista ao Brasil, e a sua destruição em favor da construção da Pátria Grande latino-americana. O símbolo do Foro está estampado em publicações do IELA.

Se o Centro de Difusão do Comunismo foi fechado por fazer propaganda política com recursos públicos, o que é ilegal, o mesmo deveria ocorrer com o IELA, que promove eventos na UFSC como a Semana Paulo Freire ou as Jornadas Bolivarianas, eventos nos quais participam agentes do governo cubano e abertamente ligados ao Foro de São Paulo.

O CDS – Centro de Desportos – da UFSC, no qual ocorre a semana Paulo Freire, bem que poderia se chamar Centro de Difusão do Socialismo (ainda hoje desconfio que a sigla CDS seja isso mesmo).

Como comunismo e perseguição cristã sempre andam de mãos dadas, os setores revolucionários da UFSC não poderiam ficar de fora. Os símbolos cristãos são ofendidos em meio à praça do campus, por estudantes do curso de Artes Cênicas. Ao mesmo tempo, nas salas de aula das ciências humanas, há a hegemonia do sentimento anticristão e do materialismo. O centro de psicologia dá andamento à destruição da moral quando praticamente só se interessa em pesquisar sobre sexualidade.

Os pedagogos da UFSC promovem concursos de cartazes “anti-homofobia” em escolas infantis de Florianópolis, que significa a destruição dos valores que as crianças aprendem em casa e na igreja, e a preparação das novas gerações à aceitação da legalização da pedofilia (a meta última do movimento gay é esta, e não apenas a legalização do casamento homossexual).

As feministas se reúnem anualmente para propagar o ódio ao cristianismo e o fim da família tradicional num evento chamado “Fazendo o Gênero”.

O curso de Direito faz apologia aberta ao governo genocida dos irmãos Castro ao organizar o “Cuba em Foco”.
É um verdadeiro crime intelectual ver como vários setores da UFSC deixaram de fazer ciência para apenas propagar a revolução. A depender de muitos criminosos que atuam nessa universidade sob o título de “pesquisador”, a União Soviética renascerá numa versão tropical e latina.

Atenciosamente,

Antonio Pinho
Editor e articulista do blog UFSC Conservadora.

Fonte

http://ufscon.wordpress.com/2013/10/05/carta-aberta-contra-o-socialismo-na-ufsc/#more-366

OPINIÕES DO PAPA FRANCISCO COMEÇAM A FAZER OS CATÓLICOS TROPEÇAREM

24/09/2013

OPINIÕES DE FRANCISCO COMEÇAM A ESCANDALIZAR OS CATÓLICOS:


“Vigiai, pois, com cuidado sobre a vossa conduta: que ela não seja conduta de insensatos, mas de sábios que aproveitam ciosamente o tempo, pois os dias são maus.” (Ef. 5, 15-16)

O Papa quer renovar o discurso da Igreja? Pois bem, que os padres, nos sermões, voltem a falar dos milagres, um assunto em que hoje eles têm inibição de tocar. Que mostrem aos fiéis os corpos intactos dos santos. Que mostrem os vídeos do Dr. Ricardo Castañon e desafiem a contestá-los. Que chamem os ateus para a briga tomando como ringue os milagres do Padre Pio.
Que tornem os milagres o assunto mais falado do mundo, como deveriam ser.


Amolecer com gayzismo e abortismo vai fazer tanto bem quanto isso? Para que precisamos alisar as cabeças de malucos, quando podemos injetar nelas alguma sanidade, bastando ter coragem para isso?


Rodrigo Machado: De repente a linha de entendimento do Papa esteja agora mais voltada para como o próprio Jesus agiria nos dias de hoje. Quem conhece o Novo Testamento sabe que Jesus comia com publicanos e pecadores, pois sua estratégia de evangelismo era com base no amor. Notem que durante o ministério de Jesus a perseguição a ele era de origem político-religiosa. Cristo chama sua igreja de pequeno rebanho… Neste mundo a voz do povo não é voz de Deus, mas sim a do Espírito Santo que convence do pecado, da justiça e do
juízo.


Olavo de Carvalho: Alguém viu Jesus atenuar o discurso contra os poderes deste mundo? A fala do papa não ajuda nenhum homossexual em particular, mas favorece o movimento gayzista e abortista. Isto é o óbvio dos óbvios. E por que o Papa não mostra um pouco de amor aos católicos tradicionalistas que tanta discriminação vêm sofrendo há meio século.

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O católico modelo fica incorrupto


Sendo fiel ao antigo ditado que diz, “quem cala consente, torna-se conivente…” decidi reproduzir a seguir a parte do diálogo (constatações e desabafos indignados com expressões fortes…) do católico mariano Olavo de Carvalho com seus seguidores no Facebook, sobre as posições de Francisco em relação ao aborto, casamento gay e contracepção. Filósofo brasileiro, Olavo é um cidadão de total independência, sinceridade e plena fidelidade ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Doutrina Católica e a sua consciência:
(…)


19.
(acesse) http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/09/1344294-papacritica-obsessao-da-igreja-com-aborto-casamento-gay-e-contracepcao.shtml
(Olavo de Carvalho)

O esforço intenso que esse Papa desempenha em lisonjear os inimigos e escandalizar os católicos não parece deixar margem a dúvidas sobre quem é ele e quais as suas intenções.
Bergóglio está para a Igreja Católica como Barack Hussein Obama está para a nação americana.
Li a declaração no original. Não há desculpa. Não é a Igreja quem “fala muito desses assuntos”. É o movimento gayzista internacional, que tem todos os megafones à disposição, e perto do qual a voz da Igreja se torna um sussurro inaudível. E, se é para dar aos gayzistas o conforto do silêncio, é preciso conceder o mesmo benefício aos adúlteros, aos masturbadores, etc. que pelo menos pecam em privado e não se arrogam o direito de achincalhar a Igreja em público.

Esse é o ponto mais importante. Se o Papa tivesse recomendado mais discrição da Igreja ao falar dos pecados sexuais em geral (inclusive o homossexualismo, é claro), tendo em vista a ascensão generalizada de pecados infinitamente mais graves, como o homicídio em massa, o tráfico de pessoas, a prostituição infantil, etc., eu seria o primeiro a aplaudi-lo.

Não tem sentido, no mundo atual, achar que o garoto que tocou uma (…) no banheiro vai para o inferno ao lado de Fidel Castro, Pol Pot e Robert Mugabe. Mas o homem (Francisco) concedeu uma trégua especial ao gayzismo e ao abortismo, que são forças políticas mundiais organizadas, sem estendê-la a todos os pecados da carne, esmo infinitamente menos graves que o aborto, o qual não é um simples pecado da carne e sim um homicídio.

É absurdo, é injusto, é um escândalo em toda a linha.
20.

O abortismo já alcançou as dimensões de um genocídio mundial, e dar-lhe trégua sem poupar garotos de 13 anos que se masturbam é TOTAL falta de senso das proporções.
21.
Aos adeptos do “senta que o leão é manso”: O mesmo pretexto, de que se trata apenas de pastoral, não de doutrina, foi usado para justificar todos os erros do Concílio Vaticano II que estão destruindo a Igreja há meio século. Chega.
Olavo de Carvalho: Não esqueçam que a Reforma Protestante na Inglaterra se fez por mudanças na liturgia, pouco a pouco, sem tocar ostensivamente na doutrina.


22.
Qualquer evangélico que deseje se prevalecer desta situação deprimente para falar mal da Igreja Católica em geral, que o faça em sua própria página. Se o fizer aqui, será bloqueado para sempre.
Daniel Gaspar: “desta situação deprimente”. Qual situação? Ser evangélico?
Deiby Mendes: Ser luterano é uma condição deprimente?
Olavo de Carvalho: Deiby Mendes e Daniel Gaspar, vocês não sabem ler? A situação deprimente a que me refiro são as declarações do papa. Não sei se vocês são analfabetos funcionais ou maliciosos que se fazem de sonsos.
23.
Por que alguns fulanos insistem em vir falar mal de mim na minha página, em vez de fazê-lo nas suas próprias? Essa parasitagem, por si, já mostra que são canalhas em toda a linha.
Olavo de Carvalho: Mário Souza e Thiago Oliveira, é de vocês mesmos que estou falando. Sanguessugas, parasitas, canalhas, (…) se fazendo de católicos devotos.
24.
Vou repetir os argumentos. Não vou aceitar que (…) entrem aqui de carimbo em punho, fazendo-se de gostosões sem ser capazes de refutar o que eu disse:
[repete o item 19, a partir de “Li a declaração original (…)”]
25.
Perguntas que eu faria ao Papa:
1) É a Igreja que faz mas barulho contra o abortismo ou os abortistas que fazem mais barulho contra a Igreja? Somos nós ou eles quem tem o apoio da mídia mundial?
2) É a Igreja que faz mais barulho contra o gayzismo ou os gayzistas que fazem mais barulho contra a Igreja? Somos nós ou eles quem tem o apoio da mídia mundial?
3) Vossa Santidade acha mesmo que recuar vai fazê-los calar? O recuo do Concílio Vaticano II ante o comunismo impediu que os comunistas continuassem a matar pessoas na China, no Camboja, no Vietnã, superando, em números, até os crimes de Stalin?
4) Vossa Santidade acha que dar trégua ao abortismo vai diminuir o número de abortos?
26.
Todos vocês são testemunhas de que sempre combati exageros moralistas contra gays, adúlteros, (…), etc. NÃO É por “conservadorismo” que estou criticando o pronunciamento do Papa. É por um exame estritamente objetivo,
que ninguém até agora conseguiu contestar, só resmungar contra. A PIOR

CONTINUE LENDO http://www.mariamaedaigreja.net/textos/307-Opinioes-de-Francisco-comecam-a-escandalizar-os-catolicos.pdf

Professor comunista defendendo a Tirania comunista – Fazer o aluno adorar viver como escravo

15/09/2013

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Patriotas pedem Intervenção Militar-Já – As Forças Armadas Perante a Nação! Convocação: Consulte a sua Consciência!

14/09/2013

dia do soldado 2

Você brasileiro, que ama sua Pátria, e guarda consigo os valores morais aprendidos em casa, independente de ser civil ou militar, tem o dever cívico de ler, anuir, compartilhar e participar com sua família desta convocação.

Como todos sabem, amanhã é o dia do soldado, e nós soldados não temos nada a comemorar. Por esta razão não havia data mais propícia para divulgar esta mensagem, do que na véspera deste glorioso dia.

Que categoria profissional está satisfeita com a política social, previdenciária e de carreira que nos tem sido imposta pelo governo? Quem, em sã consciência, vê com naturalidade a contratação de médicos cubanos, ao arrepio das nossas leis trabalhistas, em regime de semi-escravidão, com o claro propósito de mandar recursos para ajudar a manter o regime comunista de Fidel Castro?

Quem não se estarrece com a parcimônia da chamada “oposição” política brasileira frente a essas aberrações?

Quem não perde a fala ao observar que, não só os 3 Poderes da nossa “República”(???), mas até nossos Comandantes Militares violam a Constituição do país, ao se negarem a submeter-se à aposentadoria compulsória, visto que os três já passaram dos setenta anos de idade?

O que podemos esperar quando, na contramão das melhorias pedidas pelo povo para a Educação, o governo quer adequar o ensino brasileiro à mediocridade cubana, formando zumbis para pensarem e agirem numa única ocupação, cerceando-lhes a livre expressão do pensamento?

Quem consegue educar seus filhos hoje em dia sem sofrer a nefasta influência midiática que a todo instante divulga valores amorais e imorais como familiares?

SE VOCÊ JÁ CANSOU DE TUDO ISSO, E SABE, COMO TODOS NÓS, QUE DAS MANIFESTAÇÕES DE JUNHO NADA RESULTOU A NÃO SER A APROPRIAÇÃO DAS IMAGENS PELOS PARTIDOS POLÍTICOS OPORTUNISTAS (NO CASO, TODOS), NÃO DEIXE DE PARTICIPAR DA GRANDE MANIFESTAÇÃO PÚBLICA E PACÍFICA DE 7 DE SETEMBRO EM TODO O BRASIL.

NO RIO DE JANEIRO ESTAREMOS ESPECIALMENTE OCUPANDO A ARQUIBANCADA DE FRENTE AO PALANQUE DAS AUTORIDADES as 06:00h DO DIA 07.09, A MESMA ARQUIBANCADA OCUPADA PELOS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES EM SETEMBRO DE 2011.

E PARA OS QUE DIZEM QUE NÃO TEMOS OBJETIVOS COMUNS, CLAMEMOS POR:

1) APOSENTADORIA COMPULSÓRIA DOS 3 COMANDANTES MILITARES;

2) IMPEACHMENT DE DILMA E RENÚNCIA DE TODOS OS SEUS INCOMPETENTES MINISTROS;

3) REORGANIZAÇÃO DO ESTADO PELAS FFAA, PREPARANDO-O PARA ELEIÇÕES GERAIS EM 60 DIAS;

4) PRISÃO IMEDIATA DE TODOS OS MENSALEIROS E AFASTAMENTO DE TODOS OS FICHAS SUJAS DOS 3 PODERES E EM TODOS OS NÍVEIS DE CONTRATAÇÃO.

5) VALORIZAÇÃO NÃO SÓ DA CARREIRA MILITAR, MAS SIM DE TODAS, E DA MERITOCRACIA.

COM ESSAS BANDEIRAS O BRASIL REPUDIARÁ DE UMA VEZ POR TODAS O COMUNISMO DE NOSSO SOLO SAGRADO.

VISTAM-SE DE VERDE E AMARELO E VENHAM PARA AS RUAS NESSE DIA. A FESTA É DO POVO BRASILEIRO E NÃO DOS COMUNISTAS QUE ESTÃO NO PODER.

“Só os covardes se omitem”

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Marcelo Machado
Presidente da Associação Nacional dos Militares do Brasil – ANMB

Como em 1964, povo clama de novo para militares tirarem comunistas do Poder!

31/08/2013

O PARTIDO QUADRILHA ORGANIZADA “PT” NÃO TEM PLANO DE GOVERNO TEM PLANOS PARA PERPETUAÇÃO NO PODER PELA FORÇA: GOLPE DE ESTADO

Você brasileiro, que ama sua Pátria, e guarda consigo os valores morais aprendidos em casa, independente de ser civil ou militar, tem o dever cívico de ler, anuir, compartilhar e participar com sua família desta convocação.
Que categoria profissional está satisfeita com a política social, previdenciária e de carreira que nos tem sido imposta pelo governo? Quem, em sã consciência, vê com naturalidade a contratação de médicos cubanos, ao arrepio das nossas leis trabalhistas, em regime de semiescravidão, com o claro propósito de mandar recursos para ajudar a manter o regime comunista de Fidel Castro?

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Quem não se estarrece com a parcimônia da chamada “oposição” política brasileira frente a essas aberrações? Quem não perde a fala ao observar que, não só os 3 Poderes da nossa “República”(???), mas até nossos Comandantes Militares violam a Constituição do país, ao se negarem a submeter-se à aposentadoria compulsória, visto que os três já passaram dos setenta anos de idade? O que podemos esperar quando, na contramão das melhorias pedidas pelo povo para a Educação, o governo quer adequar o ensino brasileiro à mediocridade cubana, formando zumbis para pensarem e agirem numa única ocupação, obstruindo lhes a livre expressão do pensamento?

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Quem consegue educar seus filhos hoje em dia sem sofrer a nefasta influência midiática que a todo instante divulga valores amorais e imorais como familiares?

SE VOCÊ JÁ CANSOU DE TUDO ISSO, E SABE, COMO TODOS NÓS, QUE DAS MANIFESTAÇÕES DE JUNHO NADA RESULTOU A NÃO SER A APROPRIAÇÃO DAS IMAGENS PELOS PARTIDOS POLÍTICOS OPORTUNISTAS (NO CASO, TODOS), NÃO DEIXE DE PARTICIPAR DA GRANDE MANIFESTAÇÃO PÚBLICA E PACÍFICA DE 7 DE SETEMBRO EM TODO O BRASIL.

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E PARA OS QUE DIZEM QUE NÃO TEMOS OBJETIVOS COMUNS, CLAMEMOS POR:

1) APOSENTADORIA COMPULSÓRIA DOS 3 COMANDANTES MILITARES;

2) IMPEACHMENT DE DILMA E RENÚNCIA DE TODOS OS SEUS INCOMPETENTES MINISTROS;

3) REORGANIZAÇÃO DO ESTADO PELAS FFAA, PREPARANDO-O PARA ELEIÇÕES GERAIS;

COM ESSAS BANDEIRAS O BRASIL REPUDIARÁ DE UMA VEZ POR TODAS O COMUNISMO DE NOSSO SOLO SAGRADO.

VISTAM-SE DE VERDE E AMARELO E VENHAM PARA AS RUAS NESSE DIA. A FESTA É DO POVO BRASILEIRO E NÃO DOS COMUNISTAS QUE ESTÃO NO PODER.
ESTAMOS MERGULHADOS EM UM MAR DE LAMAS QUE ENVERGONHA TODO BRASILEIRO SENSATO, lute!

“Só os covardes se omitem

NOVA ENGANAÇÃO DESCARADA DO GOVERNO DO PT: REVALIDAÇÃO FAJUTA NOVAMENTE ENGANA BRASILEIRO E O FAZ PENSAR QUE MÉDICOS CUBANOS SÃO CAPACITADOS AO FAZEREM TESTES PARA “INGLÊS VER”.

27/08/2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

 

Clique na imagem para ampliação.

 

Programa permite aos médicos estrangeiros trazerem, na bagagem, todos seus dependentes, sendo 10, 20 ou 30
Fonte: Jornal O DIA 
( Opinião:27/08/2013)
O Super-Homem está para a criptonita assim como a Dilma Rousseff está para ademocracia. No afã de trazer velhos aliados da luta contra o regime militar, a presidenta pretende inundar o Brasil com dezena de milhares de agentes cubanos.
A Medida Provisória 621 — Programa Mais Médicos —, no Artigo 12, permite aos médicos estrangeiros trazer, na bagagem, todos seus dependentes, independentemente de serem 10, 20 ou 30, que poderão exercer, no Brasil, qualquer atividade remunerada. Teremos não mais um, mais dezenas de Araguaias em nosso país.
Dez anos no poder e o PT, só agora, “desperta” para a grave crise da saúde. Não é o que pensa, entretanto, o deputado petista Domingos Dutra, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos, ao propor em 2011 (PL 2.230) que o poder público para cada 1.000 presos destine 12,5 médicos, bem superior aos atuais 1,8 no Brasil.
De forma sorrateira, quer o PT revalidar, sem o devido exame, o diploma de centenas de ‘companheiros’ que cursaram Medicina em Cuba indicados pelos ‘doutores’ do MST e do PC do B como se estas agremiações tivessem qualquer respaldo, moral ou técnico, para selecionar quem quer que seja para cursar seja lá o que for.
Concordaria com a malfadada MP caso os ilustres governantes da República trocassem seus atendimentos no Sírio-Libanês pelos médicos cubanos da ilha do genocida Fidel Castro, onde sequer dispõem de internet para sua formação.
Como a maioria das ações propostas pela MP se aplicará àqueles que adentrarão nas universidades em 2015, com seus diplomas reconhecidos em 2023, peca o governo pela absoluta falta de urgência para o encaminhamento de MP nesse sentido.
Nosso Mandado de Segurança Parlamentar 32.224/2013 está em vias de ser apreciado no STF, pelo ministro Marco Aurélio, oportunidade em que, em nome dos bons médicos formados no Brasil, esperamos, liminarmente, pela suspensão do projeto inspirado em Cuba, aqui já conhecido como Maus Médicos.
Jair Bolsonaro (PP-RJ)
 

A assassina medicina de Cuba

25/08/2013
2 de março – Estas fotos foram tiradas no hospital psiquiátrico de Havana, conhecida como Mazorra, no início de janeiro deste ano e levado para fora da ilha por pessoas que arriscaram suas vidas para mostrar ao mundo o que realmente está acontecendo em Cuba de Fidel Castro.
Estes são alguns dos mais de 40 pacientes que morreram de hipotermia no hospital, quando as temperaturas perto de congelamento atingiu a área onde está localizado Mazorra.
Estes pacientes morreram por causa da negligência dos responsáveis deste hospital, e depois que eles morreram, funcionários do hospital jogou sobre uma mesa, um em cima do outro, como sacos de lixo na lixeira local.
Esta é a saúde fantástico que os cubanos recebem, de acordo com Michael Moore e outros idiotas úteis.
Os pacientes são tratados pior do que os animais. É a crueldade de que o regime brutal que foi a opressão do povo cubano por mais de 51 anos, enquanto o ditador assassinando e os cubanos que oprime é referido como “presidente”, e abraçado por líderes latino-americanos que foram democraticamente eleitos.
Muitas marcas mostram que indicam que os pacientes que foram espancados antes de morrerem.

Venezuelanos já provaram dos médicos espiões e terroristas cubanos: Fora Falsos Médicos Cubanos

24/08/2013

sábado, agosto 24, 2013

MÉDICOS CUBANOS CHEGAM AO BRASIL ELOGIANDO O REGIME COMUNISTA ASSASSINO DE FIDEL CASTRO

Equipe de médicos comunistas cubanos que vem trabalhar para a campanha eleitoral do PT. (foto do site de O Globo)
Leitores do blog da Venezuelas advertem sobre o perigo dos agentes cubanos. Fato semelhantes ocorreu na Venezuela. Começou com médicos e depois vieram outros agentes comunistas de outra profissões.

O primeiro lote de médicos cubanos já desembarcou no Brasil agitando a bandeira da Ilha comunista ao lado do Pavilhão Nacional. Pelo conteúdo das declarações que deram – a não ser que estejam blefando – é que são todos comunistas e defendem o regime tirânico de Fidel Castro, que há 53 anos domina cuba com mão de ferro e mantém prisioneiros políticos em masmorras em condições desumanas.

Anunciaram também que já realizaram essa mesma missão em outros países, o que significa que fazem parte de um esquema internacional.

Clique AQUI para verificar as declarações desses semoventes vagabundos comunistas que enaltecem o regime terrorista dos irmãos Castro.
As cenas são iguais às ocorridas na Venezuela, quando lá desembarcaram.

Diversos leitores do blog na Venezuela enviaram twittes advertindo sobre o esquema comunista dos médicos cubanos, conforme se pode ler acima.

Esse mesmo programa de médicos cubanos foi adotado na Venezuela, pelo finado tiranete Hugo Chávez. Há milhares desses agentes cubanos vestidos de médico na Venezuela.

A invasão cubana na Venezuela começou com programa similar ao que o governo do PT acaba de criar no Brasil. Posteriormente, agentes cubanos incorporaram-se em todas as instâncias estatais, inclusive nas Forças Armadas. Muitos prestam serviços de saúde mas na verdade funcionam como espiões a serviço de Cuba e do governo que os contrata.

Quem acompanha o noticiário da Venezuela sabe que isto vem acontecendo há muito tempo nesse país e a maioria dos cidadãos deplora a ingerência cubana, denunciando constantemente pelas redes sociais.

Poste Dilma-erda diz em CADEIA NACIONAL que vai trazer milhares de falsos médicos cubanos para o Brasil

21/06/2013

A ladra do cofre do Ademar, que não é brasileira; nasceu na Hungria, está envolvida na morte do inocente garoto Soldado Mário Kozel Filho vai trazer os falsos médicos cubanos agentes de terrorismo ,…..para o Brasil..

Não vai não..

Não vai não.

Será derrubada e presa pelo assassinato de Mário Kozel Filho.

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Não aceitaremos nenhum cubano espião e terrorista da brutal ditadura assassina de Fidel Castro.

ANONYMOUS DESMENTE DILMA NO YOUTUBE =  Dilma é falsa e mentirosa

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Maldito assassino blasfemo Ernesto Che Guevara

11/05/2013
O único Che Guevara bom é um Che Guevara morto.

Da próxima vez que seu filho chegar em casa em uma camiseta do  Che Guevara, pergunte-lhe se ele sabe que o assassino cubano realmente representava. Faça-o se sentar, fale com ele, tire as vendas da ignorância de seus olhos e mostre-lhe estas citações Guevara.

Em seguida, queime a maldita camiseta.

1. “Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos!  Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”

2. “O ódio cego contra o inimigo cria um impulso forte que quebra as fronteiras de naturais das limitações humanas, transformando o soldado em uma eficaz máquina de matar, seletiva e fria. Um povo sem ódio não pode triunfar contra o adversário. “

3. “Para mandar homens para o pelotão de fuzilamento, não é necessário nenhuma prova judicial … Estes procedimentos são um detalhe arcaico burguês. Esta é uma revolução!”

4. “Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar motivado pelo puro ódio. Nós temos que criar a pedagogia do Paredão!” (O Paredão é uma referência para a parede onde os inimigos de Che eram mortos por seus pelotões de fuzilamento).

5. “Eu não sou o Cristo ou um filantropo, velha senhora, eu sou totalmente o contrário de um Cristo … eu luto pelas coisas em que acredito, com todas as armas à minha disposição e tento deixar o outro homem morto, de modo que eu não seja pregado numa cruz ou qualquer outro lugar. “

6. “Se qualquer pessoa tem qualquer coisa boa para dizer sobre o governo anterior, para mim é bom o suficiente matá-la.”

7. Che queria que o resultado da crise dos mísseis em Cuba fosse uma guerra atômica. “O que nós afirmamos é que devemos proceder ao longo do caminho da libertação, mesmo que isso custe milhões de vítimas atômicas”.

8. “Na verdade, se o próprio Cristo estivesse no meu caminho eu, como Nietzsche, não hesitaria em esmagá-lo como um verme.”

9. “Deixe-me dizer, correndo o risco de parecer ridículo, que o verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de amor.”

10. “É muito triste não ter amigos, mas é ainda mais triste não ter inimigos.”

Tenha cuidado para não perder as nossas 13 razões porque você deve jogar fora a sua camiseta do Che Guevara.

http://www.ihatethemedia.com/
Tradução: Emerson de Oliveira

Leia mais: http://logosapologetica.com/10-citacoes-de-che-guevara-que-a-esquerda-prefere-nao-falar/#ixzz2T0nvFsrK
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Bolsonaro: Comissão da Verdade Sufocada deveria mandar prender Dilma (Patrícia – Wanda)

11/05/2013

BRILHANTE CORONEL USTRA!!!!!

O coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra fêz juz ao nome. Foi BRILHANTE e disse o que 190 milhões de brasileiros deveriam repetir todos os dias: A Dilmaluca é uma terrorista,assassina e sem vergonha.

Não existe ex-assassino ou ex-terrorista, a pessoa é e pronto.

Comissão da Verdade
Comandante Ustra afirma em depoimento que presidente Dilma era terrorista

Coronel reformado diz que defendeu país do comunismo; Depoimento foi marcado por muito tumulto, com direito a gritaria e tapas na mesa”

http://www.otempo.com.br/capa/política/comandante-ustra-afirma-em-depoimento-que-presidente-dilma-era-terrorista-1.642227

O movimento armado de 31 de março de 1964, que depôs João Goulart do cargo de Presidente da República, impediu um golpe que os comunistas planejavam desencadear naquela conjuntura que julgavam oportuna, em face dos desmandos de toda ordem, sobretudo políticos e econômicos, bem como da falta de autoridade que o País mal suportava. Salomão Malina, antigo Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro, em entrevista à imprensa, reconheceu que setores do PCB, com a aprovação de Luiz Carlos Prestes, conspiravam com aquele propósito, por isso que, ardilosamente, iriam aproveitar-se do clima de agitação reinante, na maior parte, provocado pelo próprio governo.

O Brasil caminhava, aceleradamente, para um desfecho imprevisível, em virtude do ambiente de desordem generalizada que se agravara a partir de 1961. Entretanto, os golpistas do “partidão” e seus aliados, mais uma vez, como já acontecera em investidas anteriores, que a história registra em cores fortes, não souberam identificar, na sociedade, a inquestionável repulsa a seus intentos de subversão da ordem e extremada violência.

Dessa forma, entende-se o movimento armado de 31 de março, sem qualquer dúvida, como uma contrarrevolução que veio em socorro do povo brasileiro ameaçado seriamente pela baderna e pelo caos. Hoje, os integrantes da frente de esquerda, que se apresenta solidamente enquistada no Poder, fiéis doutrinariamente à máxima de que os fins justificam os meios, voltam-se, especialmente, para as novas gerações, cujas mentes buscam envenenar com argumentação falaciosa, repetida à exaustão. Servem-se, largamente, de inocentes úteis, de vítimas da ignorância e de mentes corrompidas. Seus sequazes incentivam revisões da história que passam a narrar de forma distorcida, onde preponderam a mentira e a felonia.

Nos postos de mando alinham-se, despudoradamente, terroristas, sequestradores, assaltantes de banco, criminosos todos, que se locupletam gulosamente de bolsas fartamente endinheiradas. Mas, o que é sumamente grave, novas urdiduras estão em marcha acelerada, pois a partir dos anos 1980, a revolução comunista no Brasil ganhou uma nova vertente inspirada na revolução gramsciana de transição para o socialismo. Sua convivência com pensamento e a práxis política marxista-leninista de alguns partidos caracteriza uma postura tática de pluralismo das esquerdas.

 

O êxito, já alcançado na penetração intelectual e moral do corpo social, é inegável. Chega a um estágio que se teme possa ser irreversível.

Fidel Castro saqueou Angola e torturou angolanos

02/05/2013

Fidel Castro saqueou Angola e torturou angolanos


By José Maria e Silva 03/11/2008 At 20:57

Militante de esquerda, simpatizante do PC do B, o escritor angolano Nelson Pestana foi preso político em Angola. Ele conta que a tortura era feita pelo Exército cubano. Segundo ele, Fidel dilapidou o património de Angola, roubando até fábricas que eram levadas para Cuba. O exército cubano chegou a estuprar mulheres

DEPOIMENTO DE NELSON PESTANA, ESCRITOR ANGOLANO DE ESQUERDA

O papel de Cuba em Angola, do meu ponto de vista foi um papel de potência de segundo grau e de colonização. Os cubanos representaram um mercenarismo de Estado. Da mesma maneira que houve a intervenção de outros exércitos, como o sul-africano e o zairense, por parte dos outros movimentos de libertação, Cuba interveio para apoiar o MPLA. E interveio como força expedicionária que se apropriou da riqueza nacional, inclusive porque os cubanos, a uma determinada altura, mandavam no país. Os angolanos eram marionetes nas mãos dos cubanos. O poder angolano de Agostinho Neto dependia da força expedicionária cubana. Tanto é assim que, quando houve uma cisão dentro do MPLA e há um golpe de Estado em 27 de maio de 1977, esse golpe é controlado pelos cubanos, que estão do lado de Neto. São os cubanos que reprimem a tentativa de golpe de estado dessa corrente do MPLA, que era comandada por Nito Alves e que tinha o apoio da União Soviética. Os cubanos tinham interesses próprios, como potência regional de segunda ordem, e, nesse caso, ficaram em lado oposto aos soviéticos.

A intervenção em Angola trazia um desafogo para a própria economia cubana. O internacionalismo é discurso de propaganda. Os cubanos eram pagos e bem pagos, inclusive os soldados, não era só o pessoal civil que era pago. Lembra-me que, numa determinada altura, cada soldado cubano custava mil dólares para Angola, por mês. Era uma factura muito elevada. O internacionalismo era apenas um discurso de legitimação. Essas quantias em dólares pagas aos cubanos deram um desafogo à economia de Cuba, que estava extremamente estrangulada na altura em que eles fizeram a intervenção em Angola. Daí os interesses diferentes de cubanos e soviéticos. Cuba apoiou Neto porque ele dava maior garantia aos cubanos de permanência no país. Cuba chegou a ter 60 mil pessoas em Angola, entre soldados e civis. Não eram os angolanos que diziam: “Agora, precisamos de 20 médicos”. Cuba que mandava 30 médicos. Angola tinha que os aceitar e lhes pagar os salários, além de comprar todo o material que era operado pelos cubanos. Inclusive, antes de Angola estruturar sua própria força repressiva, os cubanos é que torturavam directamente os angolanos.

Os cubanos são idolatrados como internacionalistas, sei que na América Latina eles têm essa imagem, mas, pelo lado da população angolana, eles são vistos como força de intervenção. Eles tiveram as práticas de todas as forças de intervenção, como violação de mulheres, apropriação de fábricas completas. Os cubanos, normalmente, eram os primeiros que chegavam às cidades desertadas pelas forças sul-africanas e de outros movimentos de libertação. Então, os cubanos se apropriavam de tudo aquilo que lhes interessava. Conta-se, inclusive, uma anedota, que acho que tem a ver com a realidade, que, numa primeira viagem de Estado que Agostinho Neto fez a Cuba, ele levou vários ministros, entre eles o ministro da Justiça, que teve a surpresa de ver, em Havana, o carro que lhe tinha sido roubado em Havana. Muitos carros circulavam em Havana com a matrícula “MP”, que significava “matrícula pedida”. Eram carros roubados em Angola, levados para Cuba e, depois, matriculados com uma nova chapa cubana. Mas não foram só carros. Foram roubadas até fábricas. Eram desmontadas as fábricas, postas em barcos e levadas para Cuba, assim como clínicas e hospitais.

 

Os cubanos fizeram uma depredação histórica em Angola, não só porque arrancavam coisas para levar para Cuba, mas também porque quebraram monumentos, alegando que eram alusivos ao colono. E a depredação dos cubanos não foi só na retirada deles, mas assim que chegaram. Era uma depredação organizada. Por exemplo, em Cabinda, que é uma região de floresta, que tem madeiras preciosas, eles cortavam a madeira, punham nos barcos e levavam, simplesmente não pagavam impostos, não pagavam a madeira, não pagavam nada. Faziam uma exploração da madeira, por conta própria, sem qualquer autorização ou acordo entre Cuba e Angola. Os cubanos destruíram a produção de cana-de-açúcar em Angola. Os cubanos comandaram, durante muito tempo, a marinha mercante angolana, e fretavam barcos para servirem à sua própria marinha mercante. E nós pagávamos frete de barcos cubanos que serviam à sua marinha mercante.

Eles fizeram imensas coisas. Há coisas que já estão sendo mais ou menos relatadas por cubanos dissidentes. De qualquer maneira, os cubanos não saíram totalmente de Angola. Saíram as tropas. Muitos deles converteram-se em negociantes e continuam em Angola, com lojas de comércio externo, clínicas, entre outros negócios. Alguns deles são uma força de reserva do próprio regime, porque um general que vira comerciante é sempre general. Há bem pouco tempo, o presidente angolano José Eduardo dos Santos visitou Cuba para um novo incremento da colaboração militar com Cuba. Apesar dos pesares, não temos uma atitude revanchista em relação aos cubanos. Naquilo que eles forem interessantes para Angola, conversamos muito bem, pode haver colaboração com Cuba.

Deixe me dizer que conheci Cuba, em 1981, e o que mais me chocou em Cuba foi o racismo contra os negros, pior do que no Brasil, mas como é uma revolução socialista, fala-se muito de Guevara, esconde-se muito isso. A guerra em África, tanto em Angola como na Etiópia, serviu, também, um bocado à comunidade negra cubana para a sua afirmação, para a sua promoção social, porque não se viam generais negros no Exercito cubano. Passou a haver numa determinada altura, porque a intervenção em África fez com que o discurso de Fidel incidisse sobre a recuperação das raízes africanas cubanas e isso motivou certa promoção da comunidade negra cubana. Há muito tempo que não vou a Cuba, mas, em 1981, quando estive lá, havia um racismo declarado em Cuba, a ponto de um branco não dançar com uma negra. E de eu me interessar por uma mulher que, nas circunstâncias, era negra e ela perguntar-me se eu efectivamente gostava dela, porque achava que um indivíduo com a minha pigmentação não poderia se interessar, de maneira nenhuma, por uma mulher de pele escura. Porque em Cuba havia essa separação, a separação das raças. Eu tinha companheiros cubanos desportistas que não dançavam num baile com brancas, porque se fossem pedir para dançar, elas não aceitavam porque eles eram negros. É um racismo que se pode encontrar mesmo nos textos do José Martí, quando ele fala no nosso “irmão mais novo”, o negro, numa atitude paternalista, que é, também, uma forma de racismo.

 

Costumo dizer aos meus amigos brasileiros, alguns com militância no PT, que Fidel Castro, moralmente, está uns pontos abaixo de Pinochet. Porque Pinochet era um ditador, mas, hoje, pôs a sua cadeira à disposição de um referendo. Fidel Castro, apesar de ter sido aconselhado a fazer o mesmo, até para renovar a sua legitimidade, nunca o fez e continua a manter uma ditadura das mais retrógradas. Mas eu costumo dizer aos meus amigos brasileiros que o nosso ditador é sempre mais simpático que o ditador do outro. O Pinochet era o ditador da direita e, por isso, é aquela besta que reprimiu a república, que matou Allende. Sabemos disso e tenho muito respeito por essa resistência, mas eu vi um resistente do Chile a ir buscar o Pinochet em Londres, para que ele não fosse julgado por Baltazar Garzón. E ele explicava que a democracia tinha sido negociada com esse ditador, que decidiu renunciar ao poder porque perdeu um referendo.

Não tenho simpatia nenhuma por nenhum tipo de ditador, mas, como homem de esquerda, embora de uma esquerda democrática, que não aceita nenhuma forma de coação sobre as liberdades individuais e colectivas, não posso me identificar com um ditador como Fidel Castro. Eu me identifico mais com aqueles a quem ele chama de vendilhões da pátria, que são esses movimentos da sociedade civil que apenas têm a fragilidade de seus corpos para opor ao regime brutal de Fidel Castro. E é um regime verdadeiramente brutal. Não é por acaso que alguns intelectuais de esquerda que até há pouco tempo o apoiavam cortaram relações com ele. O último caso foi o do escritor José Saramago, que escreveu aquela célebre carta aberta.

Conheci Cuba e não vi as grandes conquistas do socialismo que eles vendem. Mas, mesmo que houvesse essas grandes conquistas do socialismo, nada justifica a opressão sobre as pessoas. Não é por um prato de arroz que um ditador qualquer tem direito a impor uma ditadura como a de Fidel Castro. Por isso, acho que o PT teria muito a ganhar demarcando-se desse tipo de ditadura, a não ser que ele concorde com uma política de dois pesos e duas medidas: por um lado, o PT que fez um percurso de 20 anos de luta e chegou ao poder pela legitimidade do voto popular; por outro, o PT que apoia Fidel Castro, um dinossauro que não tem legitimidade nenhuma.

Fidel não aceita pôr o seu poder ao referendo da população cubana, porque acha que isso é invenção do ianque. Mas não é. Ele pode organizar as manifestações que quiser, com a população que quiser, para dizer que aqueles activistas cívicos cubanos que lutam pela liberdade do país não representam ninguém. Mas Ceaucescu, na Romênia, também tinha eleições com 90 por cento de aprovação, mas, de um dia para o outro, caiu e nós depois vimos o que era efectivamente esse poder. No Iraque, Saddam ganhou as últimas eleições que fez com 100 por cento dos votos, mas hoje vemos que as manifestações no Iraque contra a potência ocupante mostram uma pluralidade de movimentos e não 100 por cento em favor do ditador que foi derrubado pela intervenção americana. Fidel não tem, com certeza, 100 por cento da população do seu lado. Mas bastava que houvesse um cubano que pensasse diferente do Fidel para que ele tivesse o direito de pensar diferente.

Voltando ao PT, eu acho que há uma corrente no partido que, efectivamente, não aceita a democracia como modelo a seguir, que se submeteu a ela, nas circunstâncias do Brasil, e que, por isso, poderá ser sempre um risco para a própria democracia brasileira. E eu, não sendo brasileiro, sendo angolano, digo isso com preocupação, porque é normalmente nesses modelos ditatoriais que os nossos ditadores se inspiram. E, por isso, o exemplo brasileiro, nesse capítulo, pode ser um mau exemplo para Angola. E, como tal, eu tenho que me bater para que a própria democracia brasileira se fortaleça e se desenvolva naquele caminho que todos nós desejamos.

http://www.midiaindependente.org/en/blue/2008/11/432662.shtml

 

Roberto Campos fala do revanchismo dos comunistas brasileiros

05/12/2012
Por este artigo de Roberto Campos é possível ter uma boa sinopse dessa época do regime militar.
 “Atualmente fala-se novamente nos atos revolucionários ou melhor dos atos do regime militar, muitos jovens não vivenciaram esta época então aproveito este momento no blog para mostrar  esta matéria de Roberto Campos publicada no O Globo e Folha de Sâo Paulo em 04.08.1996 e que parece bem atual.”
O artigo  chama-se  : “A nostalgia das Ossadas”
Roberto Campos“A nostalgia das Ossadas”

Uma revolução não é o mesmo que convidar alguém para jantar, escrever um ensaio, ou pintar um quadro… Uma revolução é uma insurreição, um ato de violência pelo qual uma classe derruba a outra”     Mao Tsé-Tung
Dizia-me um amigo argentino, nos anos 60, que seu país, rico antes da Segunda Guerra, optara no pós-guerra pelo subdesenvolvimento e pelo terceiromundismo. E não se livraria dessa neurose enquanto não se livrasse de três complexos: o complexo da madona, o fascínio das ossadas e a hipóstase da personalidade. Duas madonas se tinham convertido em líderes políticos – Evita e Isabelita. As ossadas de Evita foram alternativamente sequestradas e adoradas, exercendo absurdo magnetismo sobre a população. E a identidade nacional era prejudicada pelo fato de o argentino ser um italiano que fala espanhol e gostaria de ser inglês…
A Argentina parece ter hoje superado esses complexos. Agora, é o Brasil que importa (sem direitos aduaneiros como convêm ao Mercosul) um desses complexos.
Os estrangeiros que abrem nossos jornais não podem deixar de se impressionar com o espaço ocupado pelas ossadas: as ossadas sexuais de PC Farias, as ossadas ideológicas dos guerrilheiros do Araguaia e as perfurações do esqueleto do capitão Lamarca! Em vez de importarmos da Argentina a tecnologia de laticínios, estamos importando peritos em “arqueologia moderna”, para cavoucar as ossadas do cemitério da Xambioá. Há ainda quem queira exumar cadáveres e ressuscitar frangalhos do desastre automobilístico que matou Juscelino, à procura de um assassino secreto. Em suma, estamos caminhando com olhos fixos no retrovisor. E o retrovisor exibe cemitérios.
Na olimpíada mundial de violência, os militares brasileiros da revolução de 1964 não passariam na mais rudimentar das eliminatórias. Perderiam feio para os campeões socialistas, como Lênin, Stálin e Mao Tsé-Tung. Seriam insignificantes mesmo face a atletas menores, como Fidel Castro, Pol Pot, do Camboja, ou Mengistu, da Etiópia.

Fidel Castro e Che Guevara

Os 136 mortos ou desaparecidos em poder do Estado, ao longo das duas décadas de militarismo brasileiro, pareceriam inexpressivos a Fidel, que só na primeira noite pós-revolucionária fuzilou 50 pessoas num estádio. Nas semanas seguintes, na Fortaleza La Cabaña, em Havana, despachou mais 700 (dos quais 400 membros do anterior governo). E ao longo de seus 37 anos de ditadura, estima-se ter fuzilado 10 mil pessoas. Isso em termos da população brasileira equivaleria a 150 mil vítimas. Tiveram de fugir da ilha, perecendo muitos afogados no Caribe, 10% da população, o que, nas dimensões brasileiras, seria equivalente à população da Grande São Paulo.

Definitivamente, na ginástica do extermínio, os militares brasileiros se revelaram singularmente incompetentes. Também em matéria de tortura nossa tecnologia é primitiva, se comparada aos experimentos fidelistas no Combinado del Este, na Fortaleza La Cabaña e nos campos de Aguica e Holguín. Em La Cabaña havia uma forma de tortura que escapou à imaginação dos alcaguetes da ditadura Vargas ou dos “gorilas” do período militar: prisioneiros políticos no andar de baixo recebiam a descarga das latrinas das celas do andar superior.
O debate na mídia sobre os guerrilheiros do Araguaia precisa ser devidamente “contextualizado” (como dizem nossos sociólogos de esquerda). Sobretudo em benefício dos jovens que não viveram aquela época conturbada. A década dos 60 e o começo dos 70 foram marcados mundialmente por duas características: uma guinada mundial para o autoritarismo e o apogeu da Guerra Fria. Basta notar que um terço das democracias que funcionavam em 1956 foram suplantadas por regimes autoritários nos principais países da América Latina, estendendo-se o fenômeno à Grécia, Coréia do Sul, Taiwan, Cingapura e à própria Índia, onde Indira Ghandi criou um período de exceção.
Na América Latina, alastrou-se o que o sociólogo O’Donnell chamou de “autoritarismo burocrático”. O refluxo da onda democrática só viria nos anos 80, que assistiria também à implosão das ditaduras socialistas.
Uma segunda característica daqueles anos foi a agudização do conflito ideológico. Na era Kennedy (1961-63), que eu vivenciei como embaixador em Washington, houve nada menos que duas ameaças de conflito nuclear. Uma, em virtude do ultimato de Kruschov sobre Berlim, e outra, a crise dos mísseis em Cuba. Em meados da década, viria a tragédia do Vietnã.
É nesse contexto que deve ser analisado o episódio dos guerrilheiros do Araguaia e da morte de Lamarca. Não se tratavam de escoteiros, fazendo piqueniques na selva com canivetes suíços. Eram ideólogos enraivecidos, cuja doutrina era o “foquismo” de Che Guevara: criar focos de insurreição, visando a implantar um regime radical de esquerda. Felizmente fracassaram, e isso nos preservou do enorme potencial de violência acima descrito.

Capitão Lamarca

Durante nossos “anos de chumbo”, não só os guerrilheiros sofreram; 104 militares, policiais e civis, obedecendo a ordens de combate ou executados por terroristas, perderam a vida. Sobre esses, há uma conspiração de silêncio e, obviamente, nenhuma proposta de indenização. Qualquer balanço objetivo do decênio 1965-75 revelará que no Brasil houve repressão e desenvolvimento econômico (foi a era do “milagre brasileiro”), enquanto nos socialismos terceiromundistas e no leste europeu houve repressão e estagnação.

É também coisa de politólogos românticos pensar que a revolução de 1964 nada fez senão interromper um processo normal de sucessão democrática. A opção, na época, não era entre duas formas de democracia: a social e a liberal. Era entre dois autoritarismos: o de esquerda, ideológico e raivoso, e o de direita, encabulado e biodegradável.
Hoje se sabe, à luz da abertura de arquivos, que a CIA e o KGB (que em tudo discordam) tinham surpreendente concordância na análise do fenômeno brasileiro: o Brasil experimentaria uma interrupção no processo democrático de substituição de lideranças. Reproduzindo o paradigma varguista, Jango Goulart, pressionado por Brizola, queria também seu “Estado Novo”. Apenas com sinais trocados: uma república sindicalista.
As embaixadas estrangeiras em Washington, com as quais eu mantinha relações como embaixador brasileiro, admitiam, nos informes aos respectivos governos, três cenários para a conjuntura brasileira: autoritarismo de esquerda, prosseguimento da anarquia peleguista com subsequente radicalização, ou guerra civil de motivação ideológica. Ninguém apostava num desenlace democrático…
Parece-me também surrealista a atual romantização pela mídia (com repercussões no Judiciário) da figura do capitão Lamarca, que as Forças Armadas consideram um desertor e terrorista. Ele faz muito melhor o perfil de executor do que de executado. Versátil nos instrumentos, ele matou a coronhadas o tenente Paulo Alberto, aprisionado no vale da Ribeira, fuzilou o capitão americano Charles Chandler, matou com uma bomba o sargento Mário Kozell Filho, abateu com um tiro na nuca o guarda-civil Mário Orlando Pinto, com um tiro nas costas o segurança Delmo de Carvalho Araujo e procedeu ao “justiçamento” de Mário Leito Toledo, militante do Partido Comunista que resolvera arrepender-se.
Aliás, foram dez os “justiçados” pelos seus próprios companheiros de esquerda. Se o executor acabou executado nos sertões da Bahia, é matéria controvertida. Os laudos periciais revelam vários ferimentos, mas nenhum deles oriundo de técnicas eficientes de execução que o próprio Lamarca usara no passado: tiro na nuca (metodologia chinesa), tiro na cabeça (opção stalinista) ou fuzilamento no coração (método cubano). As Forças Armadas têm razão em considerar uma profanação incluir-se Lamarca na galeria de heróis.
As décadas de 60 e 70, no auge da Guerra Fria, foram épocas de imensa brutalidade. Merecem ser esquecidas, e esse foi o objeto da Lei de Anistia, que permitiu nossa transição civilizada do autoritarismo para a democracia. Deixemos em paz as ossadas. Nada tenho contra a monetização da saudade, representada pela indenização às famílias das vítimas. Essa indenização é economicamente factível no nosso caso. Os democratas cubanos, quando cair a ditadura de Fidel Castro, é que enfrentariam um problema insolúvel se quisessem criar uma “comissão especial” para arbitrar indenizações aos desaparecidos. Isso consumiria uma boa parte do minguado PIB cubano!
Nosso problema é saber se a monetização da saudade deve ser unilateral, beneficiando apenas as famílias dos que se opunham à revolução de 1964. Há saudades, famílias e ossadas de ambos os lados.”
Roberto Campos escreveu este artigo quando tinha 78 anos, e era deputado federal pelo PPB do Rio de Janeiro.
Foi senador pelo PDS-MT e ministro do Planejamento (governo Castello Branco).
É autor de “A Lanterna na Popa” (Ed. Topbooks, 1994)