Posts Tagged ‘feminismo’

19/12/2013

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Da Série Valores Invertidos – Feminismo é chorar de barriga cheia

17/12/2013

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O Que é feminismo – O que é Antifemenismo

15/12/2013

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Você sabe mesmo o que é feminismo?

12/12/2013

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A mulher sadia e a mulher feminista

12/09/2013

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O politicamente correto feminismo deu nisso

07/09/2013

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Homens se afeminando – Inversão de Valores

29/08/2013

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Da série valores invertidos – Do direito à degradação da mulher

29/08/2013

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O que é feminismo – Feminismo é o velho comunismo destruindo o cristianismo

25/08/2013

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O que pensam as “intelectuais e modernas líderes feministas” sobre o homem, sexo e relacionamentos? Leiam mais nas frases abaixo retiradas de fontes feminsitas. Antes devemos deixar uma dica. Muita feminista/ simpatizante que segue o movimento feminista ou se diz feminista porque acha este movimento algo “moderno e que mente nos representar” anda servindo como massa de manobra barata ( feministas vida de gado). Pois bem, antes de virem no nosso blog ofender e dizer “mas o feminismo não diz isso, não generalizem, toda feminista é diferente de outra”, por favor se informem sobre quem comanda este movimento, sobre os reais objetivos deste e sobre o que pregam suas gurus realmente  que feministas seguem sem pensar pela forte propaganda feminista associada ao coletivismo. Embora as feministas possam ser diferente o que as une é  A MESMA IDEOLOGIA PREGADA POR PESSOAS QUE ESCREVERAM FRASES COMO ESTAS ABAIXO e muita feminista defende isto sem saber, porque acha tudo muito atraente. Logo, antes de virem com frases feitas de igualdade LEIAM sobre o que realmente pensa o movimento feminista nestas frases aqui.

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“Heterossexualidade é um costume obstinado na qual as instituições supremacistas masculinas asseguram sua própria perpetuação e controle sobre nós. As mulheres são conservadas, mantidas e contidas através do terror, violência e o spray de sêmen… [lesbianismo é] um meio ideológico, político e filosófico de liberação de todas as mulheres da tirania heterossexual…”

Cheryl Clarke, “Lesbianismo, um ato de resistência,” in This Bridge Called My Back: Writing by Radical Women of Color, ed. Cherrie Moraga (Women of Color Press,1983), pp.128-137
http://youtu.be/_YxIAs6pkTM
Cheryl Clarke was born in 1947 in Washington, DC. She received a B.A. from Howard University and an M.A., M.S.W., and Ph.D. from Rutgers University. Her books of poetry include Experimental Love (Firebrand Books, 1993), which was nominated for a 1994 Lambda Literary Award; Humid Pitch (1989); Living as a Lesbian (1986); and Narratives: Poems in the Tradition of Black Women (1983). Her poems and essays have appeared in numerous journals and anthologies including The Black Scholar, The Kenyon Review, Belles Lettres, The World in Us: An Anthology of Lesbian and Gay Poetry, and Persistent Desire: A Femme-Butch Reader (1992). She has read her poetry and spoken at venues throughout the United States and served as member of the editorial collective for Conditions magazine. Clarke is the Director of the Office of Diverse Community Affairs and Lesbian-Gay Concerns at Rutgers University. She lives in Jersey City, New Jersey.
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“Quando uma mulher atinge orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão…” Sheila Jeffrys, professora feminista lésbica e ativista política
http://www.findanexpert.unimelb.edu.au/researcher/person14541.html
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“Todos os homens são estupradores e é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis e seus códigos.” Marilyn French, novelista e feminista americana
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“Sexo é a cruz em que as mulheres são crucificadas… sexo só pode ser adequadamente definido como estupro universal.” Hodee Edwards, ‘Estupro define Sexo’
http://youtu.be/isvbqDmoxzw
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“Numa sociedade patriarcal, toda relação sexual heterossexual é estupro porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o suficiente para consentir.” Catherine MacKinnon in “Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women’s Studies, p. 129″
http://www.cddc.vt.edu/feminism/MacKinnon.html
“Compare os relatos de vítimas de estupro com o de relatos de sexo das mulheres. Eles se parecem muito….A maior distinção entre coito (normal) e estupro (anormal) é que o normal acontece tão freqüentemente que alguém não pode fazer os outros enxergarem que há algo de errado nisso.” Catherine MacKinnon, citada no livro de Christina Hoff Sommers, “Hard-Line Feminists Guilty of Ms.-Representation,” Wall Street Journal, November 7, 1991.
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“Eu acredito que estupro exista a qualquer hora que a relação sexual ocorra quando este não foi iniciado pela mulher, por sua própria e genuína afeição e desejo”. De Robin Morgan, “Teoria e prática: Pornografia e Estupro” em “Indo muito longe” 1974.
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“Coito heterosexual é a pura, formalizada expressão de desprezo pelo corpo das mulheres” Andrea Dworkin, feminista americana famosa por sua oposição a pornografia.“O fato é que o processo de matar – ambos estupro e assalto doméstico são passos neste processo – é o ato sexual primário dos homens na realidade e/ou na imaginação.” Andrea Dworkin, Letters from a War Zone, p. 22..
“Casamento como uma instituição desenvolveu-se do estupro como uma prática. Estupro, originalmente definido como abdução, tornou-se casamento por captura. Casamento significava que a tomada seria extendida em tempo […]. Apenas quando a masculinidade estiver morta – e ela perecerá quando a feminilidade devastada não mais a sustentar” Andrea Dworkin“Uma das razões que as mulheres são mantidas em um estado econômica de degradação – porque é assim que estão a maioria das mulheres – é porque isso é a melhor forma de manter as mulheres sexualmente disponíveis.” Andrea Dworkin, “Letters from a War Zone, p. 145.”http://radicalprofeminist.blogspot.com.br/2012/01/andrea-dworkin-quote-on-t-shirt-made-by.html
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“A descoberta dos homens que sua genitália poderia servir como arma pra gerar medo deve ser classificada como uma das descobertas mais importantes dos tempos pré-históricos, junto com o uso do fogo e o primeiro rudimentar machado de pedra.” Susan Brownmiller, Against Our Will: Men, Women, and Rape, p. 5.
http://www.enotes.com/susan-brownmiller-criticism/brownmiller-susan
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“Nossa cultura retrata sexo como estupro para que homens e mulheres se tornem mais interessados nisso”. Naomi Wolf, The Beauty Myth, p. 138.
http://feministing.com/2011/08/02/naomi-wolf-argues-for-de-politicized-feminism/
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“Feministas há muito tempo criticaram casamento como um lugar de opressão, perigo e escravidão pras mulheres”Barbara Findlen, “É o casamento a resposta? Ms Magazine, Maio – Junho, 1995.
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O cuidado das crianças… é infinitamente melhor deixado aos melhores profissionais de ambos os sexos que escolheram isso como vocação… [Isto] iria enfraquecer a estrutura familiar enquanto contribuiria para a liberação das mulheres. “Kate Miller, Sexual Politics 178-179_
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“Homens que são acusados injustamente de estupro podem às vezes ganhar com a experiência” Catherine Comins, Universidade Vassar assistente de reitor da Student Life in Time, Junho 3, 1991, p. 52..
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“Todo homem é um estuprador em potencial”. Famosa feminista brasileira.
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“Não são as pessoas que são responsáveis pelo falhanço do casamento, é a própria instituição que é pervertida desde a origem.” Simone de Beauvoir.

Erotização infantil – Feminismo – Masculinização –

22/08/2013

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Relação Sexual entre Mulher e Homem será criminalizada em breve

10/08/2013

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Feminismo é Transtorno MENTAL

29/07/2013

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O Feminismo é agente do Comunismo

05/06/2013

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O que é feminismo? O que querem as feministas – O pensamento de uma feminista

09/04/2013

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Lindas mulheres são soldados, defendem sua Pátria, combatem o bom combate – Deveres iguais para homens e mulheres

02/04/2013

Mulheres soldados de diversos países.

Fardadas e de fuzil na mão, as mulheres podem passar despercebidas no meio de uma tropa, embora estejam conquistando cada vez mais espaço dentro das Forças Armadas em diferentes países do mundo.
Em países como Alemanha, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Israel, Noruega, Nova Zelândia, Suécia e Suíça, por exemplo, elas podem participar, inclusive, da linha de frente dos combates.
Alemanha
Holanda

 

Polônia

 

Noruega

 

Sérvia

 

Suécia

 

Japão

 

Romênia

 

Itália

 

Croácia

 

Espanha

 

 

Estados Unidos

 

Áustria

 

China

 

Paquistão

A situação da Mulher Hoje nos Estados Unidos – O ensino hoje nos Estados Unidos

30/03/2013

http://www.wrongingrights.com/2013/03/wtf-friday-princeton-edition.html?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=wtf-friday-princeton-edition

This advice, from a Princeton alumna to the young women who are studying there today, is pretty much the worst:

“Here’s what nobody is telling you: Find a husband on campus before you graduate. Yes, I went there.”

You see, “[m]en regularly marry women who are younger, less intelligent, less educated.  It’s amazing how forgiving men can be about a woman’s lack of erudition, if she is exceptionally pretty.”  Women’s possession of erudition, on the other hand, is apparently unforgivable to the dudelier sex:

“Smart women can’t (shouldn’t) marry men who aren’t at least their intellectual equal. As Princeton women, we have almost priced ourselves out of the market. Simply put, there is a very limited population of men who are as smart or smarter than we are. And I say again — you will never again be surrounded by this concentration of men who are worthy of you.”

One wonders if Patton believes that there’s a sliding scale for women who are super-duper-exceptionally pretty.  What if a girl looks like Natalie Portman?  Would that be enough to make men “forgive” the fact that she’s also able to think like Natalie Portman – herself a Westinghouse semifinalist, Harvard graduate, and Oscar winner?  Or should we just conclude that Nat landed Benjamin Millepied by laughing at all his jokes and complaining that math is sooo hard?

Lest any of you think that I’m being too harsh, and Patton is really delivering a message about the benefits of creating a lifelong partnership with an intellectual equal, she then gets down to brass tacks, telling the young women of Princeton that they’d better be “nicer” to the men around them before they get too old to be appealing.  And by old, she means “22″:

“Here is another truth that you know, but nobody is talking about. As freshman women, you have four classes of men to choose from. Every year, you lose the men in the senior class, and you become older than the class of incoming freshman men. So, by the time you are a senior, you basically have only the men in your own class to choose from, and frankly, they now have four classes of women to choose from. Maybe you should have been a little nicer to these guys when you were freshmen?
If I had daughters, this is what I would be telling them.”

Snark aside, this is tremendously sad. I don’t have any daughters, but I do have younger sisters, cousins, and nieces, and it pains me to think that any of them would judge their lives and successes by how palatable they had made themselves to “worthy” men. And it seems like there was also a time when it would have pained Patton herself. In this earlier letter to the Princetonian from 2006, Patton paints a very different picture of her values. She describes the courage and independence it took for her to get a Princeton education in the first place:

“It was a spring day in 1973 when I received my acceptance letter to Princeton’s Class of 1977. It was the affirmative answer to a prayer I could only whisper. It was the promise of a life beyond the Bronx. There should have been great joy and hearty celebration at home. I had forgotten until this week that my admission to Princeton was joyous only to me. It was upsetting and shameful to my parents.

I would be the first woman in my family to attend college. The necessity of my continued education eluded my mother and father. My leaving their home before marriage was an utter disgrace to them. Princeton was unknown to my parents. They saw no honor in my admission to such a prestigious institution, and they were confident that I should be investing myself in other things. It wouldn’t have mattered where I wanted to go away to school. They were adamant that a young girl’s place is in her parents’ home, until she is in her husband’s home. European immigrants and concentration camp survivors, my parents couldn’t understand why at 18 years old, I didn’t direct my efforts towards finding a mate.

As a very young child, I understood that my parents were different. The memories of Auschwitz for my mother and Bergen-Belsen for my father would haunt them all their lives, and often render me feeling more than one generation removed from them. The explanation of how I would benefit from a Princeton education fell on their deaf ears and paled in comparison to their fear of the horrors that could befall me if, as an unmarried daughter, I lived other than under their roof. They wanted nothing to do with my college application and refused to sign the required financial documentation. For many years, filing my application to Princeton as an emancipated minor made me feel strong and independent.

Thirty-two years later, I feel sad that my parents couldn’t accept the pleasure and pride of having a daughter at Princeton. Through loans, grants, and working multiple jobs on campus and during summers, I paid my own way through school. The cost of a Princeton education today is more than 10 times what it was in 1973. I have long dreamed that someday I might be the proud parent of a Princetonian. It will be a (very expensive) pleasure to pay my son’s University bill.

All freshmen begin their undergraduate experience hoping that they will fit in, make friends, and succeed academically. I remember that the support and encouragement from family was often the thing that carried my classmates over their early adjustment hurdles. I was fortunate to find a sympathetic roommate (the granddaughter of an Orthodox rabbi), a caring Schools Committee alumnus (who has remained a lifelong mentor), and happiness singing and dancing with the Triangle Club.”

That is not the life story of a woman who only cared about getting an MRS degree.

What happened to the Patton of 1973, who was willing to sacrifice so much to achieve her dreams of education, instead of “direct[ing] her efforts towards finding a mate”? The Patton of 1977, who became president of her graduating class? The Patton of 2006, who wrote about her own accomplishments, and her son’s, with such obvious and well-earned pride?

If only one of them could have attended that Women in Leadership conference.

(H/T Jezebel.)

MARXISMO CULTURAL: A ESTRATÉGIA PRIMÁRIA DA ESQUERDA OCIDENTAL -Destruir o Branco e o Cristão

26/01/2013

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013

Marxismo Cultural: A estratégia primária da Esquerda Ocidental

O filósofo Marxista Antonio Gramsci postulou que aquilo que sustém uma sociedade são os pilares da sua cultura; as estruturas e as instituições do sistema educacional, a família, o sistema legal, os média e a religião, na medida em que providenciam a coesão social necessária para uma sociedade funcional e saudável. Transformando os princípios que estas instituições personificam, pode-se destruir a sociedade que eles moldaram. O seu pensamento seminal foi adoptado pelos radicais dos Anos 60, muitos deles, obviamente, pertencendo à geração que actualmente detém o poder no Ocidente.

Gramsci acreditava que a sociedade poderia ser subvertida se os valores que a sustém fossem transformados para a sua antítese: se os seus princípios cardinais fossem substituídos por aqueles mantidos pelos grupos que eram considerados estranhos ou aqueles que activamente transgrediam os códigos morais de tal sociedade. Devido a isto, ele propôs uma “longa marcha através das instituições” como forma de capturar as cidadelas da cultura e transformá-los numa Quinta Coluna colectiva, minando-a através do seu interior, transformando e subvertendo completamente os valores cardinais da sociedade.

Esta estratégia está a ser levada a cabo até ao ponto mais ínfimo. A família nuclear foi largamente destruida. A ilegitimidade deixou de ser um estigma e passou a ser um “direito”. A trágica desvantagem das “famílias” sem uma figura paterna foi redefinida como uma neutra “escolha de vida”. Isto é tanto assim que muitos afirmam agora que as crianças não precisam dum pai e duma mãe, mas sim do apoio dum adulto “se preocupa”.

O sistema de ensino/educacional foi devastado; o seu princípio nuclear de transmitir uma cultura para as gerações sucessivas foi substituído pela ideia de que o que as crianças já sabiam era de valor superior a qualquer coisa que o adulto valorizava. A consequência desta política “centrada nas crianças” foi a propagação do analfabetismo e da ignorância, e uma capacidade limitada para o pensamento independente.

A agenda dos “direitos”, também conhecida como “politicamente correcto”, subverteu a moralidade ao desculpar os erros dos auto-designados “grupos-vítima”, tendo como base a ideia de que as “vítimas” não podem ser responsabilizadas pelo que fazem. A Lei e a Ordem foram igualmente minadas, com os criminosos a serem caracterizados como pessoas muito para além do castigo uma vez que eram “vítimas” do que foi classificada como uma sociedade “injusta”.

Devido a isto, as feministas radicais, os grupos “anti-racistas” e os militantes homossexuais transformaram os homens, os brancos e especialmente os Cristãos (como os proponentes primários dos valores basilares da civilização ocidental) em inimigos da decência. Uma estratégia ofensiva de neutralização foi criada como forma de manter os propagadores dos valores da civilização ocidental na defensiva, essencialmente caracterizando-os como “culpados até prova em contrário”.

Esta forma de pensar revertida assenta na crença de que o mundo encontra-se dividido entre os poderosos – responsáveis por tudo que existe de mau – e os oprimidos – totalmente inocentes de qualquer mal. Isto é doutrina Marxista pura. Isto gerou a crença de que o sentimento nacional (nacionalismo) é a causa de muitos dos problemas no mundo, e, como consequência, instituições transnacionais como a União Europeia e a ONU, bem como as doutrinas que apoiam as leias internacionais em torno dos “Direitos Humanos”, estão de modo incremental a passar por cima das leis e valores nacionais.

Estas instituições têm um compromisso com o relativismo moral e cultural, que coloca grupo contra grupo e garante um poder supremo e anti-democrático aos burocratas que não só estabelecem as regras da “diversidade”, como tornam ilegal qualquer tipo de voz contrária às atitudes permitidas.

A doutrina do “oprimido e do opressor” é a grande mentira que muitos dentro das elites esquerdistas usam para justificar o seu apoio às formas de pensar totalmente divorciadas da realidade e da natureza humana em si. Fundamentalmente, a aquisição de poder encontra-se no âmago do sistema de crenças esquerdista, usando para isso os “soldados rasos” como os “verdadeiros crentes”. (Stalin referiu-se a estes como “idiotas úteis”.)

Fonte

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Uma vez que o propósito primário (único?) da elite esquerdista é a aquisição de poder absoluto, é bom lembrar aos militantes homossexuais e às feministas (idiotas úteis do esquerdismo) que se eles forem bem sucedidos nos seus planos de subversão cultural, todos nós (eles inclusive) seremos governados por um sistema político autoritário.

A tragédia dos idiotas úteis é que, como dizia Yuri Bezmenov, eles só se apercebem que estão do lado errado da moral e da decência quando a bota esquerdista se assenta de modo firme sobre os seus pescoços; a feminista só se vai aperceber que foi enganada quando vir o governo esquerdista a ignorar por completo muito do genuino sofrimento pelo qual muitas mulheres ocidentais atravessam, especialmente em países que deveriam ser “paraísos feministas” (Suécia ou Holanda).

Semelhantemente, os militantes homossexuais só se aperceberão que a sua integridade física toma um lugar subalterno (sempre que isso entra em rota de colisão com a agenda da esquerda política) quando situações como esta se tornarem lugar comum.

Tal como aconteceu com os idiotas úteis que foram descartados por todos os revolucionários mal estes conquistaram o poder total, vai ser irónico observar, num futuro cada vez mais próximo, as feministas e os activistas homossexuais a adoptarem um discurso mais conservador quando se mentalizarem que a sua luta pela “igualdade” foi um logro, e que eles mais não foram que peões descartáveis do jogo de xadrez político que teve como profetas importantes Karl Marx e os seus discípulos da Escola de Frankfurt.


Eu acuso as feministas

23/06/2011

jeudi 23 juin 2011

J’accuse les féministes…

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Nouvelles de France

Tribune libre de Myriam Picard

publiée le 22 juin 2011

L’auteur de cet article n’est en rien membre du FN ou d’un autre mouvement de cette famille de pensée politique et il ne partage pas forcément les idées défendues ici.

Les conseilleurs sont rarement les payeurs. Et la troupe d’enragées furibardes de Prochoix, du Planning et d’ailleurs, qui avaient et ont encore à en découdre avec les hommes – pour des raisons qu’il vaudrait mieux ne pas chercher, âmes sensibles s’abstenir – ont échafaudé un monde dont leur âge leur épargne la fréquentation douloureuse et quotidienne.

Il y a eu l’avortement. Ah, l’avortement. Ce grand progrès. Cette victoire. Cette bataille gagnée contre les forces obscurantistes. On a donc eu droit à l’avortement. Formidable. On a pu se faire arracher des gosses de notre ventre proprement. Quand c’était sale et dangereux. On est passées du savon noir à la lessive Ariel, de la guillotine à la piqûre létale. Autre amélioration : les hommes, qui avaient auparavant tout loisir de partir en courant ou en douce, à l’annonce du fruit de leurs travaux, histoire d’éviter, en vrac et au choix, le scandale, le gros chèque à signer, ou plus simplement la prise de responsabilité, ont désormais toute latitude – puisque la femme a le choix – de ne pas bouger d’un millimètre, et de la laisser assumer seule un acte que même le Professeur Nisand juge peu agréable. Peu agréable, mais remboursé par la sécurité sociale et surtout, surtout : légal.

Il y a eu le travail. Bien sûr, je suis définitivement et résolument pour que les femmes étudient et travaillent : il y va de leur propre équilibre et de l’enrichissement spirituel et intellectuel de notre société. Mais j’aurais aimé que l’on considère avec tout autant d’estime les femmes qui, sans pour autant toucher de salaire ou en obtenir l’estime de leurs pairs, font office de chauffeur, cuisinier, administrateur, gestionnaire de biens, maître d’école, secrétaire, décorateur d’intérieur, coursier, psychologue, réparateur, chargé de communication : j’ai nommé les mères au foyer.

Sommées de tenir de front leur maison, leurs enfants, leur mari, leur travail et leur cellulite, les femmes courent désormais du boulot au pressing, du pressing à la crèche, de la crèche à l’école, de l’école au supermarché, du supermarché au club de sport, du club de sport à la poste, de la poste au cours de solfège, du cours de solfège à la maison, de la maison au travail, et du travail à la pharmacie. Jamais assez pétulantes, compétitives, cultivées, brushées, manucurées, à l’écoute du chéri, des petiots et des derniers conseils de Marie-Claire en matière de diététique, de pattes d’oie et d’organisation des vacances, les femmes vivent un stress permanent qu’elles se risquent quelquefois à dénoncer, entre copines ou sur des forums, terrifiées d’avoir l’air de ne pas être comblées par ces grandes avancées sociales.

Prises en otage entre leur envie de travailler et d’avoir des enfants, elles affrontent quotidiennement des entreprises ravies d’avoir de si efficaces salariées, prêtes à accepter n’importe quel ordre, n’importe quelle pression, parce qu’elles savant bien que le moindre prétexte familial pourra leur coûter leur poste. Heureuses de trouver un autre cadre de vie et de rencontres que celui de la maison, d’avoir une indépendance financière plus que jamais appréciable et nécessaire, elles serrent les dents devant les multiples sacrifices qu’on exige d’elles en retour. Quelle différence entre la femme subissant les ordres d’un mari, et celle subissant les ordres d’un patron ? Le salaire. Dans un cas, on ne cotise pas. Dans l’autre, on cotise. Ouf, on pourra donc crever tranquilles, malheureuses et vidées, mais avec une retraite. Ca change tout.

Il est temps que les femmes cessent de suivre aveuglément les donneuses de leçons médiatiques qui, de la carrière au blanchiment des dents, en passant par la contraception de leurs enfants, se permettent, sur des plateaux télé et à l’Assemblée Nationale, de décider unilatéralement de ce dont les femmes ont besoin.

Laissez-nous, laissez-nous enfin décider librement de nos vies.

Ne prétendez pas nous accompagner dans nos choix, quand nous savons pertinemment qu’entre l’enfant et la carrière, il faudra faire le « choix », comme le vote au pays du bulletin unique, de la carrière, pour s’autoriser enfin, à 35 ans passés, à courir du cabinet d’un gynéco à un autre, afin de décrocher la fivette tant attendue. Ne parlez pas de parité quand des femmes partent au boulot la peur au ventre, à l’idée que le petit dernier tombe malade et qu’elles ne puissent être à ses côtés, la menace du licenciement pesant sur leurs épaules.

Ne prétendez pas que vous nous considérez comme des êtres humains comme les autres, quand vous nous mythifiez ou nous chosifiez, forcées d’être irréprochables ou de le devenir, à coup de crèmes anti-vergetures et de régimes épuisants.

Ne croyez pas un instant que la pilule, le droit à l’avortement et le stérilet nous ont libérées de quoi que ce soit. Seules, nous vivions en nos corps le mystère de la vie qui peut se faire ou nous quitter. Seules, aujourd’hui, plus que jamais, nous devons affronter curetages, traitements éreintants et aspirations diverses.

Nous sommes passées d’une époque où nous n’avions pas nécessairement les moyens de payer notre soirée au restaurant, à un temps où les hommes n’osent même plus oser déclarer à voix haute qu’une telle est vraiment jolie, pétrifiées à l’idée d’être accusés de harcèlement sexuel. Nous vivons désormais avec des générations de garçons et d’hommes incapables d’agir virilement, de prendre des risques, de s’affirmer courageusement dans leur nature et dans leurs envies.

Ma génération aspire à un féminisme sans isme, à la reconnaissance sereine et rationnelle de notre dignité d’êtres humains, égales à l’homme, mais différentes et complémentaires.

Nous demandons aux officines officielles, aux associations grassement subventionnées pour cela, de cesser de parler à notre place et en notre nom. De ne pas taire les souffrances que leurs décisions, dictées aux politiques, ont provoquées dans nos vies.

Nous les prions bien charitablement de cesser l’exercice de cette espèce de tutelle insupportable qui revient à nous faire passer, une fois de plus, pour des victimes. Les femmes n’ont pas attendu Gisèle Halimi et Fiammetta Venner pour décider du tournant que prendrait leur vie.

Nous exigeons également que cesse la curée faite aux hommes. De campagnes de pubs agressives en lignes téléphoniques d’urgence, nos conjoints, nos pères, nos amis sont perpétuellement criminalisés, soupçonnés d’être violents psychologiquement ou physiquement, coupables de se disputer avec leurs épouses, de ne pas être en permanence d’accord avec elles. D’être un couple en un mot, c’est-à-dire deux êtres qui se font mutuellement grandir, dans la souffrance et dans la joie.

J’accuse les Hystériques Officielles de s’introduire en permanence dans nos vie amoureuses, de vouloir créer de nouvelles lois en permanence (quand celles qui existent suffisent amplement à nous protéger) pour mieux justifier leurs salaires, leurs chroniques et leurs interventions sur la scène politique et médiatique, d’user des arguments les plus nauséabonds pour se dispenser du nécessaire examen de conscience que le bilan de la loi Veil, quarante ans plus tard, devrait les pousser à faire, de croire que transformer la femme en une machine à produire de la revendication pourrait améliorer les éternelles, enrichissantes et nécessaires tensions de la relation hommes-femmes.

Je les accuse de complicité avec le Mal : eugénisme, refus du masculin, méfiance de l’autre, haine viscérale de tout ce qui s’approche, de près ou de loin du christianisme, mensonge devant l’histoire et devant la science : elles se sont servi de tous les stratagèmes pour mettre en place une société où hommes et femmes se regardent en chiens de faïence.

Je les accuse d’avoir nié nos potentialités psychiques et biologiques de mères. D’avoir caricaturé cette vocation. D’avoir ainsi condamné les mères stériles à taire leur douleur de ne pas porter la vie, et d’avoir aussi culpabilisé celles qui trouvaient leur joie dans la maternité. D’avoir réduit la mission maternelle à du récurage de casserole, quand elle concourt à l’édification d’une société profondément humaine où des petits d’hommes équilibrés trouvent leur place d’éveilleurs de conscience.

Je les accuse de s’être tues devant l’immense détresse psychologique des hommes et des femmes chez qui l’avortement a causé une blessure difficilement cicatrisable, d’avoir préféré « dénoncer » la lenteur de gestion des dossiers d’IVG plutôt que de s’interroger honnêtement sur les raisons pour lesquelles de moins en moins de médecins acceptent de charcuter des fœtus.

Je les accuse de refuser la réalité, de ne pas voir que 220 000 avortements par an, depuis plus de trente ans, au pays de la contraception ultra disponible et à bas prix, c’est la preuve flagrante de leur échec et de l’inanité de leur argumentation.

Je les accuse de crier au loup et au scandale quand quelques milliers de personnes défilent pour défendre la dignité de l’enfant in utero, et de se faire bien plus discrètes devant les tabac-presse qui mettent à hauteur de visages enfantins les revues les plus avilissantes et les plus traumatisantes.

Je les accuse de se prendre pour des rebelles et des révolutionnaires, quand l’avortement est vieux comme le monde, et que les pères de l’Antiquité romaine avaient déjà droit de vie et de mort sur leur progéniture. Je les accuse d’être vieilles comme l’infanticide, et de vomir la dureté de leur cœur dans de répugnantes diatribes contre tous ceux qui s’opposent à leur idéologie. Je les accuse d’avoir baptisé progrès ce qui n’est finalement que la légalisation d’un génocide. Je les accuse d’avoir condamné la France à ne plus être, selon le mot de Renaud Camus, qu’ « une vieille fille qui élève les enfants des autres. »

Je les accuse de diffamation envers l’Eglise. Je les accuse d’incompétence, d’ignorance, et de mauvaise foi en la matière. Je les accuse de nous inventer des milliers de femmes brûlées par des tribunaux ecclésiastiques, tandis qu’elles excluent de leurs rangs celles qui dénoncent la condition réelle et actuelle des femmes en islam.

Je les accuse, enfin, d’avoir introduit dans les manuels scolaires une théorie dugender qui va perturber et démolir affectivement des millions d’enfants. Je les accuse de mise en danger de la vie d’autrui. Je les accuse d’avoir laissé tellement de place à leur idéologie, qu’elles ne sont aujourd’hui même plus capables d’ouvrir les yeux sur ce qui porte le bon nom de Réel. Je les accuse d’avoir préféré des théories ubuesques au bon sens qui veut et dit et prouve que l’homme naît homme et que la femme naît femme.

Je les engage fermement à craindre le jugement historique des hommes, et à se demander ce que les siècles qui viendront penseront devant un tel désastre. Et la femme que je suis, qui pour être mère ne se sert pas moins qu’elles de son cerveau, refuse que les femmes et les filles de France soient mises, par l’histoire qui nous suivra, dans le même sac et la même catégorie que ces savantes folles.

*Myriam Picard est journaliste et membre du Comité de rédaction de Riposte Laïque.

Feminismo, suécia, feminismo radical

09/01/2009
Feministas suecas querem impostos apenas sobre homens

http://www.taxfoundation.org/blog/show/1135.htmlhttp://www.timesonline.co.uk/article/0,,2089-1838453,00.html

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Feministas suecas querem PROIBIR o casamento

http://www.thelocal.se/article.php?ID=2055&date=20050909

Pérolas do orkut, o melhor do orkut, a mulher esquerdista e a esquerda, feminismo

19/11/2008

“””‘Perfil sexual das mulheres: esquerda x direita

Andei pesquisando na internet as diferenças entre os perfis sexuais das mulheres, levando-se em consideração a orientação política.

Cheguei a algumas conclusões e gostaria de ler as opiniões dos foristas a respeito:

1 – Mulheres de esquerda perdem a virgindade mais cedo do que mulheres de direita e os parceiros escolhidos, pela idade em que a primeira relação sexual acontece, não possuem ainda o perfil político definido ou pelo menos não foi algo decisivo para o ato;

2 – Mulheres de esquerda tendem a ser mais liberais sexualmente que mulheres de direita e possuem uma maior experiência sexual, evidenciada pelo maior número de parceiros colecionados ao longo da vida, em qualquer faixa etária em que se estabeleçam as comparações;

3 – Mulheres de esquerda praticam mais abortos do que mulheres de direita, inclusive engravidam mais cedo, na média, do que as suas adversárias políticas;

4 – Mulheres de esquerda são mais adeptas da prática de sexo grupal do que mulheres de direita, com especial apreço pela tara francesa do mènage au trois, seja com dois homens e uma mulher, seja com a variante de duas mulheres e um homem;

5 – As esquerdistas são mais infiéis que as reacionárias, comportamento provavelmente derivado do movimento feminista e anti-machista nascido no século XX;

6 – Apesar de perderem a virgindade vaginal mais cedo, as esquerdistas são menos experientes no sexo anal que as direitistas, as quais, ao que parece, pela forma conservadora com que são criadas (o meio familiar é importante na hora de definir o futuro perfil político), preferem a prática do sexo anal ao vaginal, antes de se sentir à vontade e segura de aderir às relações sexuais ortodoxas; As habilidades orais de ambos os grupos, sexualmente falando, são equiparáveis. A única diferença neste quesito, o do sexo oral, particularmente o ativo, as mulheres de esquerda vão mais até o fim no ato, se é que me entendem, e as direitistas costumam, na média, interrompê-lo antes da ejaculação masculina;

11:47 (6 horas atrás)

Al

7 – A presença da homossexualidade entre os dois grupos é mais ou menos equivalente. Digno de nota é que as homossexuais de esquerda tendem a ser mais bonitas esteticamente. As de direita tendem a ser o que os noprte-americanos chamam de diesel dyke/i].”””

escrito por Al da comunidade OC do B