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Só as táticas anti-guerrilha do Exército podem resolver a Questão Indígena

25/09/2013

Índios brasileiros recebem treinamento de guerrilha na Colômbia

A agência de notícias EFE informou ontem que um indígena brasileiro que integrava as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) APOIADAS PELO PT E FIDEL CASTRO NO FORO DE SÃO PAULO E MAIORES FORNECEDORES DE COCAÍNA PARA O MUNDO se entregou e disse que pelo menos 30 índios de várias etnias foram integrados à organização guerrilheira. As informações foram passadas à EFE pelo exército colombiano.

Segundo um comunicado, o indígena, conhecido pelo codinome “Hernán”, de 24 anos, foi recrutado pelas Farc em uma zona rural de Inirida, capital do departamento colombiano de Guainía, na fronteira com Venezuela e Brasil.

Ao se entregar, “Hernán” disse aos militares que pertence à tribo curripaco e que estava há seis meses nas Farc. Um indígena menor de idade se entregou aos militares junto com “Hernán”, mas o exército não deu mais informações sobre sua origem.

“Hernán” denunciou que outros 30 índios, dos povos cubeo, tucano e desano, também foram recrutados pelas Farc.

O índio afirmou que ao ingressar no grupo os guerrilheiros prometeram alimentação, roupas e transporte. Além disso, contou que os rebeldes o ensinaram a atirar e a manejar explosivos.

“Hernán” disse ainda que trabalha construindo trincheiras, coletando lenha e realizando outras atividades.

– See more at: http://www.questaoindigena.org/2013/09/indios-brasileiros-recebem-treinamento.html?spref=fb#sthash.vFy4leQB.dpuf

FARC: Manifesto Anti-Terrorista – As Farcs apoiadas pelo PT

26/08/2013

FARC: Manifesto Anti-Terrorista

Publicada por Voz da Revolta – Manifesto Popular Português |

MANIFESTO ANTI-TERRORISTA

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Guerrilheiros das FARC-EP.

As FARC-EP (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia – Ejército del Pueblo) são uma organização político-militar de inspiração marxista-leninista. Sendo uma milícia paramilitar, argumentam que o comunismo só pode ser implementado através de uma revolução armada.

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Parada militar.

As FARC estão classificadas, pela ONU e UE, como uma organização terrorista. Sendo também acusadas pela comunidade internacional de obter financiamento através extorsões, sequestros, tráfico de droga e tráfico de armas.

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Crianças guerrilheiras.

As FARC recrutam, geralmente à força, crianças. A Human Rights Watch estima que a maior parte dos combatentes da linha da frente, são menores de idade, muitos chegando a ter 12 anos, estimando assim, um total de 5000 crianças. Muitas crianças são também usadas como bombas suicidas. As crianças que tentam escapar das fileiras da guerrilha são punidas com tortura e morte.

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A cidade de Granada após a passagem das FARC.

Ultimamente algo se tem falado, contudo não o suficiente, da sua presença em Portugal, em que uma delegação do Partido Comunista da Colômbia (face política das FARC) marcou presença na festa do Avante! Contudo, os dirigentes do Partido Comunista Português, quando confrontados com tal acusação, alteram o discurso referindo as «diferentes concepções de terrorismo entre o PCP e a UE» e alegando também a passagem de «voos da CIA em território português».

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A comissão de Paz que se dirigia a um encontro com as FARC, tendo sido surpreendida pelas mesmas.

Diz o povo: «Quem não deve não teme» e esta inquietude do PCP tornou-se algo estranha e denunciante de conivência. Mesmo nos seus sites e blogs satélites, verificou-se uma tentativa, de limpar a imagem do PCP. Todavia, e ao contrário do que o PCP quis transparecer, as FARC confirmaram no seu site oficial, a presença na festa Avante!

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Colar-bomba colocado em Elvira Cortés, após se ter recusado a pagar uma extorsão de 7.500 dólares.

Assim como cidadão nacional, considero que a presença de uma organização terrorista em território português, a convite do PCP, pôs em causa a segurança interna. E classifico esta atitude como totalmente irresponsável e ilegal perante as leis portuguesas e internacionais, como tal, compete ao estado português fazer cumprir-se a lei.

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Campo de Prisioneiros das FARC.

Por isso deixo o meu manifesto pela justiça e pela segurança interna, invocando os Artigos 272.º e 273.º da Constituição da Republica Portuguesa e a Lei n.º 52/2003:

Artigo 272.º (Polícia)

1. A polícia tem por funções defender a legalidade democrática e garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos.

Artigo 273.º (Defesa nacional)

1. É obrigação do Estado assegurar a defesa nacional.

Lei n.º 52/2003 de 22 de Agosto

Lei de combate ao terrorismo (em cumprimento da Decisão Quadro n.º 2002/475/JAI, do Conselho, de 13 de Junho) – Décima segunda alteração ao Código de Processo Penal e décima quarta alteração ao Código Penal.

Artigo 2º
Organizações terroristas

2 – Quem promover ou fundar grupo, organização ou associação terrorista, a eles aderir ou os apoiar, nomeadamente através do fornecimento de informações ou meios materiais, ou através de qualquer forma de financiamento das suas actividades, é punido com pena de prisão de 8 a 15 anos. 

Fonte: Blog “Demokratia”

O PT apóia as FARCs terroristas traficantes de droga da Colômbia

08/08/2013

Brasil um pais de todos?: Todo Brasileiro precisa assistir este video – PT & FORO SÃO PAULO

Governador da colombia sequestrado e degolado pelas FARCs – Exemplo do que é esquerda, do que é comunismo que o PT apóia

02/03/2013

Uribe: “Lo degollaron miserablemente”

Hallado muerto el gobernador colombiano secuestrado por las FARC.- El cuerpo de Luis Francisco Cuéllar, de 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos.

AGENCIAS – Bogotá – 23/12/2009

El gobernador del Departamento colombiano del Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado el lunes por presuntos guerrilleros de las FARC, ha aparecido muerto en la zona rural de Sebastopol, cerca de la capital de la región, situada en el sur del país. El cuerpo sin vida del político, que este martes cumplía 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos, han informado las autoridades regionales colombianas.

Luis Francisco Cuéllar fue secuestrado por guerrilleros y fue degollado en las montañas cuando éstos se vieron acorralados. – AGENCIA ATLAS

  • El suceso ha conmocionado a la clase política colombiana. El presidente Uribe, que este martes había ordenado personalmente el rescate militar del gobernador, ha lamentado la muerte de Cuéllar en unas declaraciones concedidas a los medios colombianos. “Fue degollado, miserablemente lo degollaron”, ha dicho el mandatario.

“En Colombia, el secuestro no pagará. Seguiremos en la tarea de seguridad para derrotar el secuestro”, ratificó Uribe, que se lamentó de que las FARC hayan respondido de esta manera a las garantías que les ha dado el Gobierno para la anunciada puesta en libertad de dos rehenes.

Horas antes de conocerse el desenlace del secuestro, Uribe repudiaba el suceso y señalaba directamente a las FARC como autoras del suceso. “¿Quiénes lo secuestraron? Estos mismos bandidos que quieren hacer de la liberación de los otros secuestrados un show. Estos mismos bandidos que se burlan del país, que se consiguen unos apoyos internacionales para tratar de validar su terrorismo en Colombia”, declaró el presidente colombiano.

El secuestro de Cuellar se produjo en Florencia, la capital del departamento donde era gobernador, donde una veintena de hombres armados irrumpieron en su casa. “Fue sacado a la fuerza de su domicilio”, explicaba a la prensa el secretario de Gobierno del Caquetá, Edilberto Ramón Endo, y agregaba que la acción la realizaron unos hombres que “vestían prendas exclusivas del Ejército Nacional y que, al parecer, son de las FARC”.

Endo detalló que los secuestradores lanzaron una granada contra la puerta de la casa de Cuéllar, lo que desató un enfrentamiento en el que perdió la vida uno de los policías del servicio de escoltas del gobernador, mientras que otros dos agentes resultaron heridos. Los secuestradores subieron al gobernador a un vehículo todoterreno y huyeron hacia la zona montañosa cercana a la ciudad, donde a primera hora del martes fue encontrado el coche calcinado.

El gobernador ya había sido secuestrado en otras cuatro ocasiones por su actividad como ganadero, reveló el secretario de Gobierno del Caquetá, quien indicó además que venía siendo amenazado y había solicitado mayor protección. Cuéllar era, además, el político de mayor rango secuestrado por la guerrilla desde 2002, fecha en la que fueron capturados el gobernador de Antioquía y un ex ministro de Defensa. Ambos fueron asesinados por las FARC tras 13 meses de cautiverio.

Los servicios de inteligencia colombianos habían advertido de un repunte de los actos terroristas de las FARC ante las próximas citas electorales (legislativas en marzo y presidenciales en mayo), como exhibición de fuerza tras los golpes recibidos en los últimos años, con el acorralamiento por parte del Ejército, la muerte de sus máximos jefes y la constante sangría de las deserciones.

En este contexto se inserta el secuestro y asesinato de Cuéllar, que pone de relieve que, pese a los reveses militares, la guerrilla sigue siendo capaz de actuaciones de “alto perfil”. “Hay un esfuerzo por parte del narcoterrorismo para perturbar la democracia”, dijo el ministro de Defensa, Gabriel Silva, “pero el Estado colombiano está firme en enfrentarlos”.

Terrorista das FARCs vive na boa na Venezuela de Chávez – Olha o inimigo do Capitalismo em um super moto

28/02/2013

TODO COMUNISTA É CÍNICO E MENTIROSO!TERRORISTA DAS FARC, AMIGO DE LULA E DO PT, PASSEIA COM SUA HARLEY DAVIDSON PELAS RUAS DA VENEZUELA!

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Todo cidadão decente tem a obrigação moral e ética de denunciar a vagabundagem esquerdista. Quem se cala é por que consente. Faz parte da escumalha assassina! Esta é a verdade! Não tenham dúvida. Quem usa as redes sociais apenas para exibir-se ou veicular amenidades e sub-literatura, pode crer que é um esquerdista enrustido que faz que não vê esse turbilhão de iniquidades.

Quem diz que não gosta de política é um mentiroso, quando não um covarde. E é por causa dos covardes que estamos sendo governados por um partido que é amigo das FARC, os porcos comunistas assassinos.

Esta foto mostra o chefe das FARC, Iván Márquez montado numa luxuosa Harley Davidson livre e solto.

Fidel Castro Rúz – Rei do Tráfico de Drogas da América Latina

04/01/2013

EL EJE CASTRO-NORIEGA

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EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:40 pm

Como dentro de poco, será liberado el narcotraficante Manuel Antonio Noriega; he decidido postear este artículo. Para que no quede en el olvido, la personalidad de este compinche de Castro; muy activo y unido, a aquellos que el sanguinario cubano; asesinó como resultado de la Causa 1 del 89.
                                                                                                                                                                                                                                     EL EJE CASTRO-NORIEGA Foto de una reunión celebrada en la Habana, con la
presencia de Castro, Noriega; y Barba Roja. Durante la misma se planearon, las operaciones de “La selva del Darien”

Durante el mismo período en que se crea el Cartel de Medellín, el general Manuel Antonio Noriega toma el poder en la República de Panamá.

Con el nacimiento del eje Cuba-Panamá-Nicaragua y de los carteles de la droga se conformó una situación muy particular que dio inicio a la más compleja y vasta organización jamás imagina:

la alianza de traficantes, presidentes, generales, guerrilleros; banqueros, contadores y teóricos‑políticos, que, juntos, unirían esfuerzos para obtener ganancias multimillonarias.

El general Omar Torrijos, como jefe de gobierno de Panamá, reinició las relaciones diplomáticas con el régimen cubano, comenzando así un proceso de acercamiento que culminó con la instalación de un entramado comercial de amplias proporciones.

En el período 1974‑1981 las relaciones entre Cuba y Panamá estuvieron regidas por la política exterior de apertura diseñada por el general Torrijos.

La inteligencia checoslovaca había abierto la brecha para el bloque soviético en Panamá, al participar muy al principio en las operaciones cubanas bajo el nombre código de “Pablo”.

En los albores de la década del setenta, las autoridades norteamericanas se hallaban nerviosas por dos elementos que surgían en la superficie del tablero panameño: la relación de Torrijos con Castro, que cada día se hacían más intensas, y la evidente participación del ejército panameño en el narcotráfico que facilitaba el intercambio de drogas por armas para las guerrillas.

El hombre clave en ambas operaciones sería José Martínez, un allegado de Torrijos. El general Torrijos no puso objeción a que compañías cubanas se establecieran en Panamá con el objetivo de operar desde la zona libre de Colón.

El gobierno cubano llegó a convertirse en importante cliente de la “zona libre” y de los comerciantes panameños.

El Departamento América estableció entonces relaciones estrechas con el jefe de las Fuerzas de Defensa de Panamá, Noriega.

En 1975, el capo de los servicios secretos cubanos para el continente, Piñeiro, viajó varias veces a Panamá con el objetivo de asesorar al presidente Torrijos en todo lo concerniente a las negociaciones de los tratados canaleros con los Estados Unidos.

Ese noviembre, Piñeiro encabezaría otra amplia delegación de los servicios secretos cubanos que sostendría negociaciones en Panamá con funcionarios de ese país. Entre ellos figuraba Noriega, Jefe de la Inteligencia panameña. Lenta pero sistemáticamente crecía la hidra.

Según un informe del buró político del partido Nueva Joya de Granada, los cubanos vincularon con la mafia a Unison Whiteman, hombre de confianza de Bishop, durante su estadía en Panamá con motivo de los funerales de Torrijos. Dicho enlace tenía como fin el asegurar algunos componentes vitales para el aeropuerto que construían los cubanos en Granada.

A la muerte de Torrijos asumió el mando de la Guardia Nacional de Panamá el general Rubén Darío Paredes, quien durante el breve lapso de su gestión distanció al gobierno panameño de la influencia de La Habana.

En varias ocasiones, tanto en reuniones públicas como privadas, Paredes expresaría a Castro su oposición a la política del cubano hacia Centroamérica y especialmente hacia Panamá.

La desaparición de Torrijos y los dos años en que Paredes desempeñó el cargo de Comandante en Jefe cambiaron radicalmente la situación panameña con relación al gobierno cubano, coincidiendo también en esta etapa dos elementos importantes en la historia de América Latina: el surgimiento del Cartel de Medellín y el incremento extraordinario del tráfico de armas en Centro y Suramérica.

En Panamá, con el concurso de ramificaciones de izquierda y miembros de los partidos comunistas locales, Cuba crearía las condiciones para inclinar a Noriega hacia una colaboración con La Habana, infiltrando las Fuerzas de Defensa.

En Panamá no existió la necesidad de derrocar al gobierno sobornable de Noriega. Cuba no tuvo que promover allí a ningún conjunto de presión o colectivo insurgente para utilizar el espacio panameño como pedestal seguro y santuario de las operaciones ilegales en el continente que acarreaba entre otros Tony de LaGuardia.

Con el consentimiento del gobierno panameño, los cubanos ensamblaron toda suerte de negocios para sostener las insurrecciones en la comarca, para realizar sus operaciones y burlar el embargo norteamericano, y para perpetrar la transferencia de alta tecnología desde los Estados Unidos al entonces bloque soviético.

En este gran diseño, dos tentáculos cubanos asumirían las riendas de las operaciones: el Departamento MC bajo el puño de Tony de LaGuardia y los espías de Piñeiro.

Por su parte, la insurgencia sandinista había planteado una cooperación más profunda entre los servicios secretos de Cuba y los de Panamá. Noriega facilitó su país para que La Habana estableciese la infraestructura necesaria con que remitir armamentos a los sandinistas.

Las operaciones estuvieron a cargo del agente cubano Luís Hernández Ojeda, el hilo directo con Piñeiro en La Habana. Ya para 1978, el agente de la DEA norteamericana, Avelino Fernández, hacia pública la conexión de Noriega con el tráfico de drogas, y de que Castro estaba específicamente identificado en el mismo desde 1964.

La impecable fachada e infraestructura formada en Panamá descansaba en una combinación de compañías del país conjuntamente con comerciantes cubanos exilados que se prestaron al enjuague con Castro. Esas sociedades estaban ubicadas en Ciudad Panamá y en la zona franca de Colón. Los gerentes de tales negocios disponían de documentación para entrar en los Estados Unidos.

Sería a partir de 1980 que las diligencias del Departamento América en Panamá cobraron un vehemente ímpetu. En 1982, el responsable de los operativos cubanos en Panamá, Luis Hernández, fue reemplazado por el experimentado veterano José Luis Ojalvo, quien había prestado servicios en Colombia hasta el rompimiento de relaciones de Bogotá con La Habana.

Ojalvo sostuvo en Panamá estrechas conexiones con figuras políticas como Marcel Salamín, José Blandón y los hermanos Souza, del Partido del Pueblo.

Así, Panamá se transformó en un sitio de reuniones clandestinas, y de hospitalización y residencia de los miembros del Farabundo Martí de El Salvador. Incluso, el conciliábulo oculto entre el líder Roberto D’Aubuisson, del conservador partido ARENA de El Salvador, con componentes cubanos del Departamento América para negociar el cese de las hostilidades, tuvo lugar en Panamá.

En septiembre de 1982, Piñeiro y Osmani Cienfuegos llegaron a Panamá. Piñeiro coordinaba el narcotráfico por la parte cubana; Cienfuegos se encargaba del aspecto financiero y comercial de las actividades ilícitas.

Estas operaciones se facilitaron ya que quien realmente mandaba en la Guardia Nacional de Panamá era el general Noriega, ya que Paredes estaba más preocupado con su aspiración a la presidencia durante las elecciones de 1984 que en atender su cargo de Comandante en Jefe.

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Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

El 12 de agosto de 1983, Noriega toma el mando de la Guardia Nacional en sustitución del general Paredes, realizando una extensa purga y colocando a hombres de su confianza en los puntos claves del ejército y del gobierno, de instituciones financieras y de aduanas, de aeropuertos, de embajadas y consulados. Una vez en control absoluto de esta maquinaria, Noriega establece una alianza con Castro sin precedentes en el continente, que incluiría el intercambio de información de inteligencia, operaciones comerciales, el apoyo a insurrecciones, y negocios ilícitos como el narcotráfico.Noriega aportaba a esa relación su larga trayectoria como jefe de la Inteligencia panameña. Ya desde los tiempos del general Torrijos, Noriega había establecido vínculos estrechos con el Ministerio del Interior de Cuba, y muy especialmente con el general Abrantes y la alta oficialidad de ese organismo. Lo mismo había hecho con el jefe del Departamento América, Piñeiro, y con sus cuadros para América Latina y Estados Unidos. Los cubanos también se acercaron a otros oficiales panameños -como el capitán Felipe Camargo, Luís del Cid, Cedeño, Mejías, Cortizo, Madriñán, Luís Córdoba- y al grupo de civiles más cercanos a Noriega.Noriega estableció estrech­as relaciones personales con los sandinistas en medio de la lucha contra Somoza. Una vez en el poder, los hermanos Ortega utilizarán los mismos esquemas organizativos que los cubanos en las operaciones comerciales, políticas y militares. El contacto en Nicaragua sería Humberto Ortega, Ministro de Defensa, y todo el aparato de Seguridad del Estado en manos de Borge y Lenín Cerna.Conforme al testimonio de Blandón, hombre de confianza de Noriega, una parte del sobrante de las armas compradas para los sandinistas, que habían quedado al cuidado de “grupos chilenos” fue vendida por colaboradores de Noriega al M-19 de Colombia.Los agentes de Piñeiro adquirían en la zona franca de Colón equipos de comunicaciones para el uso de las guerrillas de El Salvador y Colombia. Allí tuvo lugar también una vasta convención entre los hombres de Piñeiro y subversivos colombianos como Navarro Wolf, Rosenberg Pabón, y Jaime Batemán; a quienes se les proporcionó documentación falsa y fueron enviados a Cuba4. Valiéndose de sus contactos con la Fuerza de Defensa panameña, los cubanos transfirieron armas a los alzados colombianos; y durante la era de Noriega, emplearon al oficial panameño, Camargo, como su mediador.
Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

EN LA SELVA DEL DARIENEn reunión sostenida por Noriega en Panamá en 1984 con los jefes del narcotráfico en Colombia se ofreció el pago de la deuda externa panameña a cambio del uso de ese territorio como santuario. Los cabecillas del Cartel de Medellín trasmitieron una similar oferta a las autoridades colombianas a través del ex presidente de Colombia, Alfonso López Michelsen: el pago de la deuda externa si se les dejaba en paz. El Cartel de Medellín se hallaba en dificultades, sobre todo después que la policía colombiana detectara un embarque de éter para procesar cocaína, causando una extensa investigación que resultaría en la destrucción del centro de procesamiento de cocaína más grande del mundo.El Ministro de Justicia colombiano, Rodrigo Lara Bonilla, determinó deportar a los más notorios jefes del Cartel a los Estados Unidos. El Cartel le puso un “contrato” a Rodrigo Lara, provocando así que Pablo Escobar Gaviria (alias el Padrino) los jefes de la familia Ochoa de Colombia, y otros capo tuviesen que huir y buscar refugio. Algunos lo lograrían en Cuba; los más fueron recibidos por Noriega quien les extendió la alfombra de bienvenida.El conocido narcotraficante Carlos Lehder, que en 1991 pasaría a ser testigo principal en el caso contra Noriega en Estados Unidos, dará fe en sus testimonios de que Rodrigo Lara fue asesinado para impedir que revelara las conexiones de López Michelsen con el Cartel, como era su intención. La presencia ilegal del Cartel en Panamá, bajo protección de Noriega, resultó de beneficio para el dictador, quien logró mover hacia su dirección una tajada del negocio de narcóticos. Así fue como el Cartel trasladó parte de sus operaciones a Panamá, enviando un centenar de personas para realizar dichas operaciones, como contadores, abogados, al igual que familiares, que recibieron de Noriega protección y documentación.Irónicamente, los altos jefes del Cartel se mudaron a las casas anteriormente ocupadas por funcionarios estadounidenses del Fuerte Amador cuya propiedad había sido traspasada a Panamá bajo los tratados canaleros. El resto del personal fue hospedado en el Hotel Marriott. Los Estados Unidos, alertados por funcionarios panameños de la existencia de una planta procesadora de cocaína descubierta por indios de la zona del Darién, comenzaron a presionar al general Noriega.Ya las relaciones entre Washington y Noriega atravesaban una etapa difícil; Noriega también enfrentaba conflictos con la oposición interna luego del escándalo de fraude en las elecciones de mayo de 1984. En esta pinza entre el Cartel y Washington, Noriega tendría que enfrentar a uno de los dos. Pero para Noriega, la crisis con el Cartel había comenzado desde finales de 1983, cuando una avioneta en la que viajaba Batemán, jefe del M-19 desapareció en el trayecto entre Colombia y Panamá con $10 millones de dólares.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

Batemán había sido entrenado en Moscú; era, además, amigo íntimo de Castro y de Piñeiro. Batemán deseaba negociar una tregua y quizás una unión entre su movimiento y un escuadrón derechista controlado por el Cartel de Medellín. Noriega negará la existencia del dinero en el lugar del accidente, causando la ira del Cartel de Medellín. Según la testificación de Lehder5, la disputa de Noriega con el Cartel surge porque el panameño exige una tajada mayor de las operaciones, demandando $1 millón por encima de los $5 millones originalmente negociados por ofrecer santuario en territorio panameño al que lo necesitase.Escobar, un hombre brutal que llegó a amasar una inmensa fortuna mala habida, estaba enfurecido por la petición de Noriega. El 20 de mayo de 1984, casi todos los jefes del Cartel (Gustavo Gaviria, Pablo Correa, Alfonso Cárdenas, Escobar y García Rodríguez Gacha) viajaban hacia Panamá para conferenciar con Noriega y llegar a un acuerdo sobre el uso del laboratorio en el Darién. Cuando el Cartel le niega a Noriega su exigencia de dinero, éste ordena a la Fuerza de Defensa Nacional a arrasar el centro de procesamiento de cocaína del Cartel en la jungla de Darién, que se lleva a cabo al día siguiente. Así es como Noriega viola el acuerdo multimill­onario hecho con Escobar.El ataque contra Darién fue un dolor de cabeza; era la acción más imprudente realizada en el negocio de las drogas. Noriega nunca le diría a sus socios de Medellín que les traicionaría para complacer a los Estados Unidos. El 23 de junio, apenas un mes después del destrozo de Darién, Blandón, asesor de confianza de Noriega, volaba a Cuba con Camargo, eventual jefe del G‑2, para discutir el ataque a Darién.Blandón y Camargo se entrevistaron con Piñeiro, quien arregló la entrevista entre los panameños, el Cartel, y Castro. Los intereses del Cartel estuvieron representados por López Michelsen. Castro expresó, según el testimonio de Blandón, que el enfurecimiento de los colombianos por el ataque de Darién era peligroso para Panamá y para todo el mundo6. “El Cartel puede transformar a Panamá en un campo de batalla si Noriega le causa problemas. Sería una lucha entre las fuerzas de defensa y el Cartel”.Blandón dio a entender claramente su sorpresa ante el conocimiento detallado que del Cartel mostraba Castro. El mandatario cubano señaló que los líderes del Cartel estaban ansiosos por ver en libertad a sus miembros detenidos, ya que se corría peligro de que estos engrosaran la lista de testigos contra el Cartel en las cortes de los Estados Unidos. Castro también fue portavoz de las exigencias del Cartel en cuanto a dinero y aviones, así como de un nuevo acuerdo para conducir los negocios.Blandón recibió instrucciones de comunicarle a su jefe en Panamá que en La Habana le esperaba alguien conocido para dichas negociaciones: Michelsen. A su llegada a La Habana el 25 de junio procedente de Nueva York, Noriega, Michelsen y Castro se reunieron para discutir estos pormenores. Noriega partió de regreso a Panamá con una fuerte escolta personal suministrada por Castro. Sin duda, estaba jugando con fuego: negociaba con el Cartel a la vez que traicionaba a los colombianos, había sido sorprendido por los americanos en este juego, y ahora caía en manos de Castro. De acuerdo con la deposición de Lehder, el disgusto del Cartel era máximo, al punto de considerarse planes para eliminar a Noriega. Desde Nicaragua, Piñeiro les recomendará que “no debían actuar de forma violenta”; según Lehder, el problema quedaría resuelto con la devolución de dos millones de dólares por parte de Noriega.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

UN CENTRO DE ESPIONAJEPanamá, con su privilegiada posición geográfica, su centro financiero, la facilidad para crear corporaciones, y la zona libre de Colón, tenía los elementos básicos que requerían los cubanos para una operación en gran escala. Castro hizo de Panamá un eslabón clave en su política de evadir el bloqueo norteamericano; allí establecería su base de operaciones para lograr ingresos en dólares, para la obtención de alta tecnología occidental y para la exportación de ciertos productos de Cuba.A Castro no le importó la carga política que representaba aliarse con Noriega, ya que por el contrario, esa relación representaba una magnífica fuente de divisas. Es por ello que, desde los inicios de las relaciones con Noriega, Cuba definió claramente una estrategia: renunciar a la hegemonía política en Panamá en favor de las prioridades económicas que le ofrecía dicha alianza.Los bancos de Panamá eran aprovechados como estaciones de lavado de dinero. Panamá utilizaba a Luis del Cid en el correo de fondos con El Cartel y de contacto ejecutivo con los cubanos. En esta red de Noriega para el narcotráfico figuraba destacadamente el empresario panameño Enrique Pretelt. Otros dos panameños -Ciro Moscoso y Jaime Tejada- poseían vínculos para la adquisición de medios militares para el ejército de Cuba. Según el mayor de la seguridad cubana, Florentino Azpillaga, Noriega se ocuparía personalmente de comprar armas para Cuba, que luego eran transferidas a los guerrilleros de El Salvador, Honduras y Colombia.Todas las operaciones comerciales de Cuba estarían a cargo del Ministerio del Interior, a través del grupo CIMEX (Actividades de Empresas en el Exterior) que encabezaban Emilio Aragonés y Osmani Cienfuegos. Tony de LaGuardia dirigía este grupo de compañías registradas en Panamá desde su Departamento MC; todas ellas realizaron sus operaciones bajo la protección de Noriega, utilizando únicamente abogados y empresarios no vinculados a grupo alguno del sector de la izquierda panameña.En la actualidad todavía existen corporaciones que operan en coordinación con entidades similares ‑también controladas por los cubanos‑ para evadir el bloqueo económico y para realizar actividades lícitas e ilícitas en otros países. Por ejemplo, cuando se establece la compañía de transporte Caribbean Happy Line Co., en Panamá, ésta será controlada por Carlos Duque, en representación de Noriega, y por Rubén Cuenca Montoto, en representación de los cubanos. Caribbean Happy Line tiene conexiones directas con sus homólogas la Anglo Caribbean Shipping en Londres, la Cariberia en España, la Taíno Shipping en Bélgica y la Reimor S.A., en Méjico; todas ellas controladas por Cuba.En un principio, Noriega les proporcionaba todo tipo de ventaja, desde bandera panameña para sus barcos, hasta pasaporte panameño para los marinos cubanos, servicio de consulado, documentación y asesoría legal. De acuerdo con el Departamento de Comercio de los Estados Unidos, de las 60 compañías pantallas que Cuba operaba en Panamá en 1986, alrededor de 20 participaban en el tráfico de armas hacia las guerrillas latinoamericanas.

Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

La compañía CIMEX, realizaba el grueso de tales negocios para lo cual utilizaba el aparato del MC dirigido por el coronel Tony de LaGuardia. Las operaciones políticas estarían supervisadas por el Departamento de América; los contactos militares por el general Abelardo Colomé Ibarra y por Tony de LaGuardia. Para instrumentar esta estrategia, el MININT instaló a sus agentes en Panamá. El encargado de las actividades con la máxima jerarquía del gobierno cubano era Cienfuegos. Compartirá con él estas responsabilidades el jefe del Departamento de América, Piñeiro, y el entonces Ministro del Interior, general Abrantes. El MININT disponía de sus agentes operativos como fachada en la embajada cubana en Panamá; otros espías figurarán en la gerencia de las compañías creadas allí.En 1986 se llevaron a cabo unos insólitos contactos clandestinos entre el servicio secreto israelí -el Mossad- y la inteligencia cubana, por medio de la conexión panameña. En tres ocasiones, el panameño Camargo acompañó al espía israelí Mike Harari a La Habana. Allí el enviado del Mossad expresó a los cubanos que Tel Aviv estaba en disposición de establecer relaciones diplomáticas con Cuba si ésta les ayudaba a localizar criminales de guerra nazi en Paraguay usando los eficientes servicios secretos castristas8.Harari elogió el alto nivel de profesionalismo del espionaje cubano, e incluso sostuvo conversaciones directas con Castro. Harari mantuvo los lazos con los agentes cubanos en Panamá y continuó sus viajes a Cuba hasta 1988; los últimos, los haría escoltado por el capitán Félix Rodríguez.El panameño Camargo, a su vez, se desplazó con elementos del Departamento América a Cuba el 14 de febrero de 1988, donde desarrolló extensos coloquios con el vicepresidente Carlos Rafael, con Piñeiro y con los oficiales José Luis Arévalo, Fidel Martínez y José Félix Rodríguez. Asimismo, se relacionó con el entonces ministro del interior, general José Abrantes9. En agosto de ese mismo año miembros del Departamento América reunieron a 80 empresarios panameños para discutir los pormenores de futuras actividades con La Habana. Entre ellos figuraban el coronel Luis Córdoba y el mayor Gonzalo González quienes fueron escoltados a Cuba.A partir de 1988, personal del Departamento América comenzó a despachar de forma sistemática con la inteligencia de la Fuerza de Defensa panameña. Desde el edificio El Manguito, ubicado en el barrio de El Cangrejo, Camargo y Benjamín Ku por los servicios de Panamá, y Félix Luna por los de Cuba compilaban información de inteligencia y contra inteligencia que luego servía a los cubanos para formular planes10.Luna, probado agente del Departamento América, había relevado a Ojalvo en Panamá en 1984. No obstante, Ojalvo supervisaba desde La Habana las evoluciones del área con la asistencia de Roberto Márquez y Martín Calá. Los agentes del Departamento América se aprovecharon de la desesperación panameña; así comienza a beneficiarse económicamente el plan cubano. Para esos entonces, Noriega ya había designado a Luís Córdoba, Luís Quiel, Darisnel Espino, Ramiro Vásquez Chambonet, Nils Castro y Lucho Gómez para que se entendieran con los cubanos11.Fue así como el Departamento América logró ejercer el control del puerto panameño de Vacamonte, interceptando, desde una flota pesquera cubana anclada permanentemente en el lugar, las comunicaciones del comando sur de los Estados Unidos (SOUTHCOM)12. Para facilitar la coordinación con el general Noriega, Castro ubicó en su embajada a otro puñado de agentes compuesto por Alfredo Pila, Oscar Gutiérrez, Lázaro Mora y Miguel Pérez Cruz. Cuando hacen crisis las relaciones de Noriega con Estados Unidos, a principio de 1988, el Departamento América organizó la transferencia de armas a Panamá para que pudiera ser utilizada por los batallones de la dignidad, en una lucha guerrillera contra una posible ocupación militar norteamericana. Al estallar el escándalo de las armas, la maquinaria de desinformación cubana comenzó a propagar la idea de que Libia, con su ya mala fama internacional, era la proveedora. El mismo mecanismo dio resultado cuando se produjo la transferencia de dinero a Panamá vía Cuba. El dinero provenía de las operaciones de narcotráfico, pero Libia cargó nuevamente con la culpa debido a la malicia cubana.

Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

Luna fue reemplazado por Martín Calá en 1989 como jefe de los servicios secretos del Departamento América en Panamá. Con la caída de Noriega, Calá fue expulsado del país y la inteligencia cubana trasladó sus cuarteles generales a Managua para desde allí seguir dirigiendo las operaciones en el Istmo. El personal del Departamento América reubicado en la embajada cubana de Nicaragua se convirtió así un grupo de consejeros políticos. Sin embargo, en 1991, Calá inspeccionó nuevamente a Panamá y es sabido que los miembros del Departamento América siguen explotando el suelo panameño como punto de escala en su labor de espionaje, y como plataforma para la importación de mercancías de los Estados Unidos.A partir de febrero de 1988, Noriega comienza a enfrentar fuertes presiones domésticas e internacionales ante las acusaciones que le hace un Gran Jurado en Miami por tráfico de drogas. De inmediato solicitará ayuda de La Habana; como resultado, un numeroso grupo de altos oficiales de la Seguridad del Estado de Cuba se trasladó a Panamá para asesorarle en esta crisis.Tras su defección en Estados Unidos, el mayor de la aviación panameña, Augusto Villalaz15 expresó públicamente que Castro había enviado 500 toneladas de armas a Noriega para la construcción de una infraestructura paramilitar de defensa que pudiera sostener una guerra de guerrillas en caso de una invasión norteamericana. Asimismo, la inteligencia cubana estableció una unidad política de asesoría a Noriega en Panamá, que fue integrada por Arbessú, Ravelo, Ramiro Abreu Quintana, José Luis Ojalvo y Luís Hernández Ojeda. Por parte de Nicaragua arribarían los altos jefes de la seguridad sandinista Ricardo Wheelock, Julio López y Lenín Cerna.En 1986, cuando The New York Times publicó detalles de las andanzas de espionaje y narcotráfico de Noriega, Castro quiso distanciarse, y denunció en una revista cubana la participación en el narcotráfico de algunos militares panameños encabezados por Noriega. A exigencias del dictador panameño, Castro le defendería de las acusaciones en entrevista televisada por cadena nacional en Panamá.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:44 pm

Fuente: http://www.gadcuba.com/ LasguerrassecretasdeCastro
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:01 pm

La narcodictadura cubanaDado que el gentil público izquierdista suele defenderse (evadir es más preciso) de cualquier acusación apuntando a la paja en el ojo ajeno, cabe otra vez aclarar: Sí, hay gobiernos en todo el planeta y de todo tipo involucrados con el tráfico de estupefacientes y armas. Dicho eso, procedamos a desenmascarar al ídolo revolucionario del Caribe:”¿Habían sido descubiertos unos maleantes dentro de las estructuras de mando de la honorable revolución cubana y se les castigaba por su felonía? Nada de eso. El delito sí, había sido descubierto, pero no por los servicios de inteligencia cubana –que eran los delincuentes–, sino por el Drug Enforcement Administration, la DEA norteamericana que vigila y persigue el narcotráfico en el terreno internacional. Sencillamente, el Gobierno cubano había sido agarrado con las manos en la masa de la cocaína. La DEA tenía las pruebas de la complicidad con el
narcotráfico de la Marina, la Fuerza Aérea, el Ministerio del Interior y hasta del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba. Los cuerpos policiacos estadounidenses habían infiltrado en la operación a un piloto taiwanés, Hu Chang, que el 8 de mayo de 1987 aterrizó en una de las más secretas instalaciones del Gobierno cubano, en un vuelo procedente de Colombia cargado de cocaína. Prueba contundente que reproducía la experiencia previa de dos narcotraficantes cubanoamericanos, Reynaldo Ruiz y su hijo Rubén, vinculados por lazos familiares a un alto oficial de los servicios de inteligencia cubanos, Miguel Ruiz Poo, situado en Panamá. Reynaldo y Rubén, obligados a colaborar con la DEA como modo de reducir las acusaciones que se les formularían por narcotráfico, le habían dado al Gobierno norteamericano todas las pruebas y pistas necesarias para que Castro pudiera ser llevado a los tribunales por sus vínculos con el
tráfico de narcóticos y «lavado» de dinero. No obstante, decidido a presentar el caso de manera totalmente irrefutable, el Gobierno norteamericano comete entonces una increíble estupidez: se propone tenderle una trampa al mismísimo ministro del Interior, el general José Abrantes, y para esos fines saca de la cárcel a un narcotraficante cubano llamado Gustavo Fernández, Papito, que en el pasado había colaborado con la CIA, y le propone una sustancial rebaja de su pena si se presta a montar la celada. El plan –en el que piensan hasta utilizar un submarino– incluye el apresamiento en aguas internacionales de Abrantes y su posterior presentación a los tribunales y a la prensa.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:02 pm

Gustavo Fernández, naturalmente, acepta, pero en un descuido de quienes lo vigilan escapa a La Habana y cuenta todo lo que sabe: va a estallar el escándalo y Castro dejará de ser la heroica figura de la Revolución para convertirse ante los ojos del mundo en un vulgar narcodictador de la categoría del panameño Manuel Antonio Noriega, figura absolutamente desacreditada por aquellas mismas fechas. Esto ocurre entre abril y mayo de 1989.”
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:04 pm

Espero que los valiosos aportantes al foro, dedicados a la busqueda de fuentes. Tengan la prudencia de leer primero el artículo, y de esta manera; evitarse un ridículo.Toño
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por fidelon el Vie Mayo 11, 2007 3:58 pm

TOÑO, muy bueno el informe pero aun te faltan agentes que estaban dentro de la embajada, cubana en panama desde el año 1983, hasta la invasion, conozco a dos marido y mujer. en estos momentos estan jubilados y viven como perros en cuba, se retiraron con los grados de coroneles y tte,coronel respectivamente.

A quem estamos condenados: Quem poderá nos salvar do PT-PCC-Farcs?

10/11/2012

O herói sem nenhum caráter: Mãe puta e pai bebum dá nisso:

Ódio visceral a quem estuda, a quem sobe na vida, incapacidade de sentir remorso, compulsão a mentir, megalomania, narcisismo extremado, se sente um deus e jamais pronuncia a palavra Deus e a palavra Brasil.

Capaz dos piores crimes para destruir moralmente uma sociedade, ausência de qualquer valor ou crença moral.

Capaz de se associar aos maiores traficantes de cocaína do mundo e seus distribuidores no Brasil (O PCC), acreditar firmemente que todo o nosso passado é perverso porque fomos governados por brancos.

Ódio racial infinito ao povo português e aos europeus em geral. Por fora se apresenta como novo Messias que vem realmente criar o Paraíso na Terra depois de destruído todos os valores europeus.

Alguns poucos brasileiros conseguiram compreender isso, mas não sabem como enfrentar Lula nesta guerra assimétrica.

*******ATENÇÃO E COMPARTILHE URGENTEMENTE*******

Marcio Bartolo

CHEGOU AO CONHECIMENTO DESTA SEÇÃO ATRAVÉS DO RELINT 0008976-12/D264/CI, DA COORDENADORIA DE INTELIGÊNCIA, QUE NESTE FINAL DE SEMANA (10 E 11 NOV 2012), HAVERÁ UMA POSSÍVEL REUNIÃO ENTRE INTEGRANTES DO PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL(P.C.C.) E COMANDO VERMELHO(C.V.), TENDO COMO PARTE UM PLANEJAMENTO DE POSSÍVEIS ATAQUES A INTEGRANTES LIGADOS À SEGURANÇA PÚBLICA, BEM COMO AS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA (UPP). SENDO ASSIM FOI DETERMINADO PELO CHEFE DESTA AIC, QUE DIANTE AO EXPOSTO DESTACA-SE À NECESSIDADE DE QUE AS UPP’S MONITOREM SUAS ÁREAS E QUE QUALQUER DADO NOVO SEJA INFORMADO DE IMEDIATO À ESTA SEÇÃO, VISANDO À ANTECIPAÇÃO E NEUTRALIZAÇÃO DE POSSÍVEIS AÇÕES CRIMINOSAS.

FAVOR ACUSAR RECEBIMENTO.

CB PM LEITE- PERMANÊNCIA AIC/CPP.

PT vai ganhar o governo de São Paulo em 2014 alegando que PSDB protege bandido: Ou seja, acusando os outros do crime que o PT comete.

09/11/2012
 
 
Sempre lembrando que o PT é sócio das FARC no Foro de São Paulo, entidade que congrega todos os comunistas da América Latina.
E as Farc da Colômbia são os maiores fornecedores de cocaína do Mundo.
 
CONQUISTANDO O GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, com 100 mil policiais, o PT implanta o comunismo chávista no Brasil.
 
A matança de policiais e de civis em São Paulo faz parte de esquema do PT + seu aliado PCC para desestabilizar o governador Alckmin e “fritá-lo” junto à população e eleitorado paulista, facilitando a caminhada para ganhar a eleição estadual de 2014. Depois da prefeitura, o alvo é conquistar o governo do Estado de SP, custe o que custar.  Para esta facção criminosa, vale tudo pelo poder!”  HELENA TERRA.
 
 
Foto

 
 
 
Publicado em 09/11/2012 por

É inverossímil que o governo estadual espere impedir a matança de policiais em São Paulo pela transferência de presos para presídios supostamente mais rigorosos. Salta aos olhos que o nome dos chefes aprisionados são usados como biombos para esconder os verdadeiros mandantes. Essas ações são irracionais do ponto de vista do “negócio” mafioso. Ela só faz sentido se vista no contexto da política e da sucessão estadual e federal que se aproxima.

Venezuela: Se Chávez ganha, consolida o Comunismo: Se perde, vai por fogo na Venezuela para não deixar o Poder.

03/10/2012

A Mentirosa Falha de S. Paulo engana o povo brasileiro, escondendo que Chávez proteje as FARC maior traficante de drogas do mundo e que está cheio de cubanos na Venezuela, a qual sustenta a tirania cubana com petróleo.

A Falha também mostrou foto só das pessoas próximas do carro do Chávez e disse que comício de Chávez foi sucesso, ao contrário, foi um total fracasso.

Em momentos como este é que percebemos o mal que a Falha de S. Paulo e toda a grande imprensa engana o brasileiro.

Só estamos salvos porque existem os blogueiros anticomunistas.

Em breve publico a fuga desses cubanos que foram para comunizar a Venezuela mas aproveitaram a chance para fugir para os Estados Unidos.

Veja a multidão no comício de Capriles, foto que a Falha de S. Paulo jamais publica ou publicará:

As Farc, PT, Beira-Mar

27/04/2012

Maldito o homem que confia no homem.

“Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!” (Jeremias 17:5 ACF) Os seres humanos têm uma tendência natural de colocar suas esperanças em outro ser humano. Basta ver a fé que muitos depositam até hoje em Karl Marx, um satanista que criou uma teoria política responsável por mais de 100 milhões de assassinatos. Literalmente, milhões de vítimas inocentes sabem, por experiência própria, o que é maldição: confiaram no homem e suas promessas comunistas e terminaram em total desilusão.

O pior é quando homens e mulheres que dizem conhecer a Deus escolhem confiar os projetos de sua vida e do próprio país nas mãos de homens com mínima aparência de temor a Deus. O resultado é sempre maldição (em dose dupla): acabam colhendo as conseqüências de sua má escolha e acabam, percebendo ou não, se distanciando de alguma forma do Senhor. Deve-se colocar a esperança diretamente em seres humanos? Deve-se confiar em Julio Severo ou qualquer outro homem mortal? A resposta enfática é não. Deve-se confiar diretamente no Senhor: “Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR.” (Jeremias 17:7 ACF) Quem confia no Senhor, primeiramente conversa com ele e aguarda uma resposta dele antes de tomar uma decisão envolvendo outro ser humano ou uma questão humana importante. Se, por exemplo, os cristãos do Brasil tivessem consultado a Deus antes das eleições passadas, o Brasil teria hoje um presidente e outros líderes cuja principal determinação é promover o homossexualismo e o aborto? Contudo, eles preferiram confiar no próprio coração: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9 ACF).

Depois, preferiram confiar em seres humanos. Entre os evangélicos, a confiança primeiramente foi depositada aos pés de grandes homens evangélicos que viam em Lula o homem ideal para resolver os problemas do Brasil: “Aproximei Lula dos evangélicos, os quais, durante anos, o chamavam de ‘diabo’. Muitas foram as oportunidades que criei para que ele tivesse a chance de se deixar perceber pela igreja”. — Confissão de Caio Fábio, referindo-se ao seu papel como anjo esquerdista atuando nas sombras durante muitos anos antes da eleição de Lula. “Temos a obrigação de entrar de cabeça na campanha do Lula… Vote em quem tem ética. Vote no PT”. — Declaração do Bispo Carlos Rodrigues, em 2002. “Lula tem também declarado acreditar nos valores maiores das Escrituras Sagradas, como Deus, família, moral, ética, liberdade religiosa, democracia…” — Posição oficial do Conselho de Bispos da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, em 2002. Confiando na palavra desses e muitos outros grandes homens, o povo evangélico entregou seu voto para Lula e o PT. O resultado? O filósofo Olavo de Carvalho faz, em seu artigo “O perigo sou eu” no Diário do Comércio de 24 de setembro de 2007, uma breve cronologia do namoro das Farc (o maior grupo terrorista de narcotraficantes esquerdistas do mundo) com o PT: Abril de 2001: o traficante Fernandinho-Beira Mar confessa que compra e injeta no mercado brasileiro, anualmente, duzentas toneladas de cocaína das Farc em troca de armas contrabandeadas do Líbano. 7 de dezembro de 2001: o Foro de São Paulo, coordenação do movimento comunista latino-americano, sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, lança  manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classifica como “terrorismo de Estado” as ações militares do governo colombiano contra essa organização. 17 de outubro de 2002: O PT, através do assessor para assuntos internacionais da campanha eleitoral de Lula, Giancarlo Summa, afirma em nota oficial que o partido nada tem a ver com as Farc e que o Foro de São Paulo é apenas “um foro de debates, e não uma estrutura de coordenação política internacional”. 1º de março de 2003:

O governo petista estende oficialmente seu manto de proteção sobre as Farc, recusando-se a classificá-las como organização terrorista conforme solicitava o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe. 24 de agosto de 2003: O comandante das Farc, Raul Reyes, informa que o principal contato da narcoguerrilha no Brasil é o PT e, dentro dele, Lula, Frei Betto e Emir Sader. 15 de março de 2005: Estoura o escândalo dos cinco milhões de dólares das Farc que um agente dessa organização, o falso padre Olivério Medina, afirma ter trazido para a campanha eleitoral do sr. Luís Inácio Lula da Silva. O assunto é investigado superficialmente e logo desaparece do noticiário. 2 de julho de 2005: Discursando no 15º Aniversário do Foro de São Paulo, o sr. Luís Inácio Lula da Silva entra em contradição com a nota de 17 de outubro de 2002, confessando que o Foro é uma entidade secreta, “construída para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política”, que essa entidade interferiu ativamente no plebiscito venezuelano e que ali, em segredo, ele próprio tomou decisões de governo junto com Chávez, Fidel Castro e outros líderes esquerdistas, sem dar ciência disto ao Parlamento ou à opinião pública. 9 de abril de 2006: o chefe da Delegacia de Entorpecentes da PF do Rio, Vítor Santos, informa ao jornal O Dia que “dezoito traficantes da facção criminosa Comando Vermelho — entre eles pelo menos um da Favela do Jacarezinho e outro do Morro da Mangueira — vão periodicamente à fronteira do Brasil com a Colômbia para comprar cocaína diretamente com guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc),.

Os bandidos são alvo de investigação da Polícia Federal. Eles ocuparam o espaço que já foi exclusivo de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar”. 12 de maio de 2006: o PCC em São Paulo lança ataques que espalham o terror entre a população. Em 27 de dezembro é a vez do Comando Vermelho fazer o mesmo no Rio de Janeiro. 18 de julho de 2006: o Supremo Tribunal Federal, sob a pressão de um vasto movimento político orquestrado pelo PT, concede asilo político ao falso padre Olivério Medina, agente das Farc. 16 de maio de 2007: o juiz Odilon de Oliveira, de Ponta-Porã, divulga provas de que as Farc atuam no território nacional treinando bandidos do PCC e do Comando Vermelho em técnicas de guerrilha urbana. 12 de fevereiro de 2007: as Farc fazem os maiores elogios ao PT por ter salvo da extinção o movimento comunista latino-americano por meio da fundação do Foro de São Paulo. Agosto de 2007: Nos vídeos preparatórios ao seu 3º Congresso, o PT admite que seu objetivo é eliminar o capitalismo e implantar no Brasil um regime socialista; e fornece ainda um segundo desmentido à nota de Giancarlo Summa, ao confessar que o Foro de São Paulo é “um espaço de articulação estratégica” (sic). 19 de setembro de 2007:

Lula oferece o território brasileiro como sede para um encontro entre Hugo Chávez e os comandantes das Farc. Além das ligações com narcotraficantes, o governo Lula vem se destacando em posturas contrárias a Israel e a favor de muçulmanos terroristas, militantes gayzistas, feministas abortófilas, etc. O erro grave do voto evangélico em Lula significa que os evangélicos não devem votar em ninguém para presidente ou outro cargo político? Claro que não. O que precisamos fazer — em vez de confiar em “grandes” seres humanos mortais para orientar nosso voto — é consultar primeiramente a Deus, e ele fará a indicação certa para nós.

“Maldito o homem que confia no homem” significa que, ainda que eu mesmo (um simples ser humano mortal) dê uma recomendação eleitoral ou espiritual, você colherá desilusão se confiar em tudo o que digo. Sua responsabilidade é levar até a presença de Deus minha sugestão e pedir a orientação e decisão final dele. Esse mesmo princípio é válido para todos os casos envolvendo seres humanos mortais, mesmo que tenham o título de pastor, bispo, presbítero e apóstolo. É fundamental consultar a Deus antes de seguir um homem de carne e osso e seus conselhos. Esse é o sentido real de “Bendito o homem que confia no SENHOR”.

Fonte: www.juliosevero.com.br

O dia em que o senador Demóstenes Torres falou da ligação do PT com as FARCs

26/02/2012

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O presidente da Guatemala quer droga legal na América Central. Ele não quis dizer com isso que quer PT na América Central. Trata-se de drogas mais leves como a cocaína.

12/02/2012
Guatemala president in call to legalise drugs
Otto Perez Molina to propose decriminalising the movement of drugs through Central America in upcoming regional meeting.
Last Modified: 12 Feb 2012 10:01
 Molina said the war on drugs has not diminished drug trafficking in Central America [EPA]

Guatemalan President Otto Perez Molina has said he will propose legalising drugs in Central America in an upcoming meeting with the region’s leaders.

Perez Molina said in a radio interview on Saturday that his proposal would include decriminalising the transportation of drugs through the area.

“I want to bring this discussion to the table,” he said. “It wouldn’t be a crime to transport, to move drugs. It would all have to be regulated.”

Perez Molina, a former army general who took office last month, did not give any other details about his proposal, mention specific drugs or say when the next meeting with fellow leaders would be.

He said he will bring the subject up with Salvadoran President Mauricio Funes when Funes visits Guatemala on Monday.

The Guatemalan president said the war on drugs and all the money and technology received from the US has not diminished drug trafficking in the area.

“There was talk of the success of Plan Colombia but all it did was neutralise big cartels,” Perez Molina said of a US initiative supporting Colombia’s fight against leftist rebels and far-right militias involved in the drug trade.

Perez Molina also blamed drug cartels for rampant violence in Guatemala, which has a homicide rate of 41 murders per 100,000 people.

The president took office pledging to wield an “iron fist” against crime.

Authorities say both Mexico’s Zetas and the Sinaloa drug cartels are running and processing drugs in Guatemala, and may be competing for territory, especially in the province of Peten near the border with Mexico.

Source:
Agencies

Editorial de El País: Acabar com as Farc

06/11/2011

http://www.elpais.com/articulo/opinion/Acabar/FARC/elpepiopi/20111106elpepiopi_3/Tes

Chefão do narcoterrorismo da América do Sul morreu, o líder máximo das FARC morreuuuuuuu

05/11/2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/morre-chefe-maximo-das-farc-na-colombia/n1597354779254.html

Guillermo León Sáenz Vargas, também conhecido como Alfonso Cano, foi morto por tropas do Exército colombiano, informou o governo da Colômbia.

ONDE ESTÁ ALFONSO CANO AGORA:

Estados Unidos mais um vez denunciam apoio da Venezuela à guerrilha das FARC

09/09/2011

Do EL PAIS http://www.elpais.com/articulo/internacional/EE/UU/acusa/militares/politicos/venezolanos/colaborar/FARC/elpepuint/20110909elpepuint_5/Tes

La Oficina de Control de Activos Extranjeros del Departamento del Tesoro estadounidense (OFAC) ha incluido en su lista negra a dos militares y dos políticos venezolanos por “actuar por o en nombre de la organización narcoterrorista de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC)”.

El Tesoro estadounidense asegura que los cuatro funcionarios han dado “apoyo” a las FARC en actividades de narcotráfico y comercio de armas. La inclusión en la lista de la OFAC prohíbe a los ciudadanos estadounidenses establecer relaciones comerciales con ellos y prevé la congelación de los activos en suelo norteamericano en caso de que existiesen. Caracas ha tildado de “difamación” la aparición de estos cuatro nombres en la lista de Washington sobre extranjeros relacionados con el narcotráfico.

Treasury Designates Four Venezuelan Officials for Providing Arms and Security to the FARC

9/8/2011

WASHINGTON The U.S. Department of the Treasury’s Office of Foreign Assets Control (OFAC) today announced the designation of four Venezuelan government officials pursuant to the Foreign Narcotics Kingpin Designation Act (Kingpin Act) for acting for or on behalf of the narco-terrorist organization the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC), often in direct support of its narcotics and arms trafficking activities. 
 
“Today’s action exposes four Venezuelan government officials as key facilitators of arms, security, training and other assistance in support of the FARC’s operations in Venezuela,” said OFAC Director Adam Szubin. “OFAC will continue to aggressively target the FARC’s support structures in Venezuela and throughout the region.”
 
As a result of today’s action, U.S. persons are generally prohibited from engaging in transactions with today’s designees and any assets that they may have under U.S. jurisdiction are frozen. OFAC designated the following individuals for sanctions today:
  • Amilcar Jesus Figueroa Salazar (“Tino”): a member of Venezuela’s delegation to the Latin American Parliament (Parlamento Latinamericano) who has served as a primary arms dealer for the FARC, and is a main conduit for FARC leaders based in Venezuela. He has also provided training for the FARC.  
  • Cliver Antonio Alcala Cordones: a Major General of the Fourth Armored Division of the Venezuelan Army who has used his position to establish an arms-for-drugs route with the FARC.
  • Freddy Alirio Bernal Rosales: a Congressman for the United Socialist Party of Venezuela and former Mayor of the Libertador Municipality of Caracas who has facilitated arms sales between the Venezuelan government and the FARC.  
  • Ramon Isidro Madriz Moreno (“Amin”): a key officer of Venezuela’s intelligence service (SEBIN) who has coordinated security for the FARC.
The U.S. Department of State designated the FARC as a Foreign Terrorist Organization in 1997 and as a Specially Designated Global Terrorist pursuant to Executive Order 13224 in 2001. The FARC was identified by the President as a significant foreign narcotics trafficker pursuant to the Kingpin Act in 2003.
 
Today’s action continues Treasury’s ongoing efforts under the Kingpin Act to apply financial measures against significant foreign narcotics traffickers and their networks across the globe. Treasury has designated more than one thousand individuals and entities worldwide pursuant to the Kingpin Act since June 2000. 
 
Penalties for violations of the Kingpin Act range from civil penalties of up to $1.075 million per violation to more severe criminal penalties. Criminal penalties for corporate officers may include up to 30 years in prison and fines of up to $5 million. Criminal fines for corporations may reach $10 million. Other individuals face up to 10 years in prison and fines pursuant to Title 18 of the United States Code for criminal violations of the Kingpin Act.
 
To view a press chart of these individuals, visit link.

Farcs amigas do pt tentaram matar milhares em rodoviária e aeroporto

24/10/2010

Explosivos que Farc teriam posto em rodoviária e aeroporto são desativados

Segundo a rádio “Caracol”, que cita fontes oficiais, o alvo desta bomba era atingir a primeira-dama do departamento, Cecilia Soler

Agência EFE

A Polícia colombiana desativou dois artefatos explosivos que supostos guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) colocaram em uma rodoviária no sul do país e na pista de um aeroporto de uma localidade na fronteira com a Venezuela.

O primeiro dos fatos aconteceu na rodoviária de Neiva, capital do departamento de Huila, onde especialistas desativaram uma carga instalada no aro da roda de um ônibus intermunicipal que estava estacionado no local.

Leia mais notícias no minuto a minuto

Em declarações a jornalistas, o comandante da Polícia de Huila, coronel Flavio Mesa, revelou que esta ação poderia ser de autoria das Farc. Por prevenção, o terminal foi evacuado.

As autoridades também frustraram uma ação terrorista ao detonar um botijão de gás repleto de explosivos e outros elementos. Aparentemente, a bomba foi instalado por membros das Farc na pista do aeroporto de Tibu, no departamento de Norte de Santander, na fronteira com a Venezuela.

Segundo a rádio “Caracol”, que cita fontes oficiais, o alvo desta bomba era atingir a primeira-dama do departamento, Cecilia Soler, que chegaria a esta localidade para cumprir seu programa de entrega de ajuda humanitária a comunidades vulneráveis.

Novo presidente da Colômbia mostra a que veio: mais um narcoterrorista das farcs no colo do capeta

25/09/2010

Tropas del Ejército colombiano abatieron a un cabecilla del frente 45 de las FARC, en combates registrados en el departamento de Arauca, fronterizo con Venezuela, informó hoy una fuente oficial.

El comandante de la XVIII Brigada del Ejército, general Rafael Alberto Neira Wiesner, señaló a periodistas que la muerte de alias “Hugo Hernández” “es un alivio para los habitantes del sector de Tame, quienes venían siendo azotados por este sujeto con el cobro de vacunas (extorsiones)”.

El guerrillero de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) fue sorprendido, en compañía de otros rebeldes, cuando recibía el pago de una extorsión.

Al verse descubierto hubo un combate en el que resultó muerto el guerrillero quien coordinaba las extorsiones para las cuadrillas 38, 45 y 56 de las FARC.

Alias “Hugo Hernández”, de 35 años de edad y 17 al interior de las FARC, estaba sindicado de atacar varias poblaciones del departamento de Cundinamarca, del que es capital Bogotá.

También de asaltos a Tame y Saravena, dos de las principales ciudades del departamento de Arauca.

Vía EFE

comunista, traficante, assassino, amigo de lula e do pt e maior fornecedor de cocaína para o Brasil Mono Jojoy das Farcs caiu no colo do capeta.

24/09/2010

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Foto: REUTERS/Eliana Aponte

Unas botas a las que se le instaló un sistema de posicionamiento global o GPS permitió ubicar al abatido jefe militar de las FARC, alias “Mono Jojoy”, y un reloj rolex y medicinas para la diabetes en su uniforme de camuflaje permitieron identificarlo.

El ministro colombiano de Defensa, Rodrigo Rivera, señaló hoy a periodistas en la base aérea de Catam, en el oeste de Bogotá, desde donde viajó a la zona selvática de La Macarena donde el miércoles murió en un bombardeo ese líder de la guerrilla, que ya se logró la identificación por huellas dactilares del guerrillero.

“No solamente tenemos confirmación morfológica de la identidad de este delincuente, confirmación por las fotos e inteligencia y elementos que encontramos allí que solo podrían ser de él, sino que ya tenemos la confirmación decadactilar, las huellas del ‘Mono Jojoy’ confirman que este es el personaje que estábamos buscando”, dijo.

Rivera agregó que al llegar a la zona lograron identificar el cadáver de Víctor Julio Suárez Rojas, “Mono Jojoy”, porque tenía medicinas para la diabetes en su uniforme camuflado y tenía en su muñeca un lujoso reloj.

Además, quedaron sorprendidos porque tenía un uniforme “camuflado pixelado”, uno de los últimos modelos que usan en las Fuerzas Militares de Colombia, y que fueron encontrados 20 computadores portátiles y 69 memorias USB a su lado.

Confirmó a la emisora La W que son 13 los militares que han resultado heridos en los combates con los encargados de la seguridad del abatido jefe militar de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) y “se siguen librando operaciones en la zona”.

RCN radio señaló, por su parte, que las tareas de inteligencia para ubicar al “Mono Jojoy” se hicieron usando como arma principal la diabetes que tenía y que le generaba excoriaciones y llagas en sus pies, por lo que no podía usar las botas que normalmente todos los guerrilleros tienen.

Se logró interceptar una comunicación de la guerrilla en la que se pedía un calzado especial para el “Mono Jojoy” y la inteligencia de la fuerza pública logró interceptar ese suministro.

“Cuando recibió los zapatos, no sabía que tenían un GPS (sistema de posicionamiento global) que empezó a trasmitir la señal por varios días y sólo lograron detectar movimiento el pasado lunes, día en que se dio el primer bombardeo que no fue exitoso”, señaló la emisora.

El jefe rebelde se movió a otro campamento, el cual fue bombardeado en la madrugada del miércoles y allí murió.

“Esta fue una operación quirúrgica porque no iba dirigida a desmantelar el campamento sino contra el objetivo. Sabíamos que tenía la costumbre de entre la 1 y 4 de la mañana de levantarse y consultar documentos (…) por eso se decidió que fueran a las 2 de la mañana”, sostuvo Rivera a La W.

Los organismos de medicina forense realizarán hoy la necropsia al cadáver del “Mono Jojoy”, trasladado la noche del jueves a Bogotá, para determinar las causas exactas de su muerte e identificar los otros seis cuerpos hallados en esa zona del sur de Colombia donde cayó el segundo al mando de las FARC.

La muerte del “Mono Jojoy” es considerada el golpe más fuerte contra este grupo armado ilegal en sus más de 45 años de existencia, incluso superior a la de Luis Édgar Devia, alias “Raúl Reyes”, segundo al mando de esa guerrilla, ocurrida tras un bombardeo colombiano a un campamento en Ecuador el 1 de marzo de 2008.

Vía EFE

ERMINSO CUEVAS CABRERA, “Mincho” das FARCs condenado a 29 anos por fornecer cocaína aos EUA

18/08/2010

http://newyork.fbi.gov/dojpressrel/pressrel10/nyfo081710.htm

For Immediate Release
August 17, 2010
United States Attorney’s Office
Southern District of New York
Contact: (212) 637-2600
Top FARC Associate Sentenced to 29 Years in Prison for Conspiring to Import Tons of Cocaine Into the United States

PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York, and JOHN P. GILBRIDE, the Special Agent-in-Charge of the Drug Enforcement Administration’s New York Field Division (“DEA”), announced that ERMINSO CUEVAS CABRERA, a/k/a “Mincho,” a top associate of the narco-terrorist organization Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Revolutionary Armed Forces of Colombia, or “FARC”) was sentenced today by United States District Judge THOMAS F. HOGAN in the District of Columbia federal court to 29 years in prison for conspiring to import ton-quantities of cocaine into the United States.

According to the Indictment and evidence presented at trial:

The FARC is a Colombian narco-terrorist group and a U.S. State Department-designated Foreign Terrorist Organization. The FARC, which occupies large swaths of territory in Colombia, is a hierarchical organization which, at its height during the time of the conspiracy, was comprised of 12,000 to 18,000 members. At the lowest level, the FARC is made up of 77 distinct military units, called Fronts, organized by geographical location. These in turn are grouped into seven “blocs.” The FARC is led by a seven-member Secretariat and a 27-member Central General Staff, or Estado Mayor, responsible for setting the cocaine policies of the FARC. The FARC is responsible for the production of more than half the world’s supply of cocaine and nearly two-thirds of the cocaine imported into the United States, and is the world’s leading cocaine manufacturer. The FARC initially involved itself in the cocaine and cocaine paste trade by imposing a “tax” on individuals involved in every stage of cocaine production. Later, in the 1990s, recognizing the profit potential, FARC leadership ordered that the FARC become the exclusive buyer of the raw cocaine paste used to make cocaine in all areas under FARC occupation.

In the late 1990s, the FARC leadership met and voted unanimously in favor of a number of resolutions, including resolutions to: expand coca production in areas of Colombia under FARC control; expand the FARC’s international distribution routes; increase the number of crystallization labs in which cocaine paste would be converted into cocaine; appoint members within each Front to be in charge of coca production; raise prices that the FARC would pay to campesinos (peasant farmers) from whom they purchased cocaine paste; and mandate that better chemicals be used to increase the quality of cocaine paste.

In late 2001 or early 2002, the FARC leadership met and further resolved, among other things, to: increase cocaine trafficking routes overseas, including to the United States; establish better ways to exchange cocaine and cocaine paste for weapons; and to pay more to campesinos for cocaine paste.

CUEVAS CABRERA, 49, worked as the chief of cocaine manufacturing for the FARC’s 14th Front. CUEVAS CABRERA’s brother, FABIAN RAMIREZ, served as Commander of the Southern Bloc of the FARC and was the head of the 14th Front. CUEVAS CABRERA was extradited to the United States on September 19, 2007. On April 13, 2010, after a two-month trial, a jury found CUEVAS CABRERA and his co-defendant, JUAN JOSE MARTINEZ VEGA, a/k/a “Chiguiro,” guilty of one count of conspiring to import cocaine into the United States and one count of conspiring to distribute cocaine with the knowledge and intent that it would be imported into the United States.

The evidence at trial established that, in his capacity as the 14th Front’s chief of cocaine manufacturing, CUEVAS CABRERA directed the weekly production of thousands of kilograms of cocaine at hidden jungle laboratories controlled by the FARC and coordinated the sale and transportation of this cocaine. In total, from approximately 1998 through 2004, CUEVAS CABRERA conspired with others to manufacture and distribute literally tons of cocaine in Colombia, which he knew and intended would be imported into the United States.

The investigation resulting in these charges was led by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York, working with the New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force (which consists of agents and officers of the DEA, the New York City Police Department, the United States Internal Revenue Service Criminal Investigation Division, the U.S. Immigration and Customs Enforce Office of Homeland Security Investigations, the Federal Bureau of Investigation, and the New York State Police), the DEA’s Bogotá, Colombia, Country Office, and the Narcotics and Dangerous Drugs Section of the Department of Justice’s Criminal Division. The investigation, conducted under the auspices of the Department of Justice’s Organized Crime Drug Enforcement Task Force Program, involved unprecedented cooperation from the Colombian government.

Mr. BHARARA praised all the law enforcement partners involved in the investigation, and thanked the Criminal Division’s Office of International Affairs, as well as the Criminal Division’s Judicial attachés in Bogotá for their involvement in the extradition process.

This case is being prosecuted in the District of Columbia by the U.S. Attorney’s Office for the Southern District of New York. Assistant U.S. Attorneys PABLO QUIÑONES and RANDALL JACKSON of the Office’s Terrorism and International Narcotics Unit are in charge of the prosecution.

Amigo do PT e Lula, “Mincho” das FARCs pega 29 anos de cadeia por tráfico internacional de drogas

17/08/2010

http://newyork.fbi.gov/dojpressrel/pressrel10/nyfo081710.htm

Las autoridades judiciales de EE.UU. sentenciaron hoy al guerrillero colombiano Erminso Cuevas Cabrera, alias “Mincho”, a 29 años de prisión por conspirar para la importación de cocaína en este país.

El juez federal Thomas Hogan dictó hoy la sentencia contra “Mincho”, un miembro de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) en un tribunal en Washington, informaron las autoridades judiciales en un comunicado.

“Mincho” fue declarado culpable de conspiración para importar “toneladas” de cocaína a Estados Unidos
el pasado 13 de abril, tras un juicio que duró siete semanas.

En ese mismo juicio también fue declarado culpable su cómplice, Juan José Martínez Vega, alias “Chiguiro”.

Cuevas Cabrera, de 49 años, fue extraditado a Estados Unidos en 2007 y, según los documentos de la acusación, desde el frente 14 de las FARC estuvo a cargo de la “producción semanal de miles de libras de cocaína en laboratorios ocultos en la selva y controlados” por la guerrilla colombiana.

Además, según EE.UU., coordinó la venta y transporte de la cocaína producida en esos laboratorios.

Cuevas Cabrera es hermano del que fuera comandante del bloque sur de las FARC y líder del frente 14 de esa organización guerrillera, Fabián Ramírez.

Durante el juicio, las autoridades presentaron pruebas de que Martínez Vega y Cuevas Cabrera conspiraron con otros cómplices para manufacturar y distribuir “miles de toneladas de cocaína en Colombia, con el conocimiento y la intención de que esa cocaína sería importada en EE.UU.”.

Por los cargos que se le imputaban, Cuevas Cabrera afrontaba una pena carcelaria de entre diez años de prisión y cadena perpetua.

Pero, bajo un acuerdo de extradición, el Gobierno de EE.UU. ofreció garantías a Colombia de que la fiscalía no solicitaría la cadena perpetua.

EFE

Dilma quer indenização por terrorismo que praticou, não que sofreu. Daqui há 40 anos, guerrilheira da FARC será presidente da Colômbia – Guerrilha não é política, é investimento

13/08/2010

Quanto Dilma quer na “bolsa guerrilha”?

A candidata Dilma Rousseff(PT) está movendo um processo contra o Estado brasileiro. Ela está requerendo indenização pelos tempos em que militou na guerrilha armada, tentando implantar o comunismo no Brasil. Enquanto esteve na guerrilha, o grupo terrorista do qual participava ativamente assassinou soldados, praticou atentados à bomba, roubou cofres, sequestrou.
Desde 2002, Dilma está processando o Estado.  O processo já teve 23 movimentações. Agora chegou ao gabinete do Presidente Lula. É importante saber quanto a Dilma quer ganhar. Especialmente neste momento em que o TCU está disposto a revisar os verdadeiros absurdos cometidos na distribuição da bolsa guerrilha.
Lula ganha perto de 5 mil mensais por ter passado 30 dias na prisão, assediando o menino do MEP e pedindo pizza para o jantar. Não perdeu o emprego porque já não trabalhava, já era pelego do sindicato. Quanto será que a Dilma está querendo faturar em cima dos impostos que nós pagamos? Quanto será que ela está pedindo? É uma boa pauta para os jornalistas ou para o que ainda resta deles.

 

Quem pergunta? Os cofres públicos agradecem.  Apenas para lembrar: Serra nunca pegou em armas contra os seus irmãos brasileiros, esteve exilado durante vários anos e nunca pediu um centavo. Apenas para lembrar.

Você acha que esta guerrilheira, terrorista e narcotraficante das FARC, que comete atentados à bomba, sequestra, rouba e mata a sangue frio os seus compatriotas, poderia, daqui a 40 anos, ser candidata à presidência na Colômbia, sem que ninguém questionasse, deplorasse e repelisse o seu passado de crimes?Ou lá seria como no Brasil?
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Por falar em enquete, o povo do Blog resolveu, com mais de 78% dos votos, mandar a Ideli Salvatti(PT), depois que ela perder as eleições em Santa Catarina, para o Irã, fundar a Secretaria dos Direitos da Mulher. Com 1.537 votos computados, recorde de comparecimento às urnas cotúrnicas.

Terrorista das FARCs condenado nos Estados Unidos por ajudar terroristas internacionais

12/08/2010
Department of Justice Press Release

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For Immediate Release
August 10, 2010
United States Attorney’s Office
Southern District of New York
Contact: (212) 637-2600
FARC Associate Pleads Guilty in Manhattan Federal Court to Providing Material Support to a Foreign Terrorist Organization

PREET BHARARA, the United States Attorney for the Southern District of New York, announced today the guilty plea of JUANITO CORDOBA-BERMUDEZ, an associate of the 57th Front of the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (“FARC”), a Colombian terrorist group, to a Indictment charging him with participating in a conspiracy to provide material support to a foreign terrorist organization. CORDOBA-BERMUDEZ was arrested in Panama in 2008 and was transferred to United States custody in May of 2009.

According to the Indictment previously unsealed in the case:

The FARC was formed in 1964 and is structured as a military organization, with approximately 10,000 armed guerillas organized into seven “blocs,” 68 numbered “Fronts” (including the 57th Front), nine named “Fronts,” and four urban “militias.” The FARC is dedicated to the violent overthrow of Colombia’s democratically elected government and has been designated as a foreign terrorist organization by the United States Department of State. The 57th Front operates in the territory within Colombia’s Choco Department, which borders Panama. The 57th Front supports the FARC’s terrorist activities through narcotics trafficking and kidnapping for ransom, including the kidnapping of Americans and other foreign nationals.

The Indictment recounts multiple discussions among various co-defendants, including CORDOBA-BERMUDEZ, regarding FARC logistics, supplies and weapons, as well as the seizures by authorities of a variety of weapons and materiel in 2008. These discussions occurred in the aftermath of a February 22, 2008, attack by five FARC guerillas on a Panamanian police patrol boat, and their subsequent capture in possession of substantial FARC weaponry and material.

Earlier this afternoon, CORDOBA-BERMUDEZ appeared before United States Circuit Court Judge DENNY CHIN, to whom the case was previously assigned and who has continued to preside over the case since his elevation to the Second Circuit, and pleaded guilty to Count One of the Indictment, which charges CORDOBA-BERMUDEZ with conspiring to provide material support and resources to the FARC. This offense carries a maximum sentence of 15 years in prison. CORDOBA-BERMUDEZ is scheduled to be sentenced on February 9, 2011.

U.S. Attorney PREET BHARARA stated: “The 57 Front is one of the most violent elements of the FARC, comprised of a group of guerrillas and associates who kidnapped a U.S. citizen, procured weapons and explosives, and trafficked cocaine to fuel the FARC’s terrorist activities. Today’s guilty plea demonstrates our resolve to bring to justice not only the FARC’s guerilla members, but also those people who enable the FARC’s terrorist activities by providing logistical support.”

Mr. BHARARA praised the investigative work of the Drug Enforcement Administration’s (DEA) New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force, the Narco-Terrorism Group of the DEA’s Bogota Country Office, the DEA’s Panama City Country Office, the FBI’s Extraterritorial Hostage Taking Squad in Miami, and the Department of Justice’s Office of International Affairs. Mr. BHARARA also thanked the Colombian Navy, the Colombian National Police, the Colombia Attorney General’s Office, and the Panamanian National Police for their assistance in the investigation.

The prosecution is being handled by the Office’s Terrorism and International Narcotics Unit. Assistant United States Attorneys JEFFREY A. BROWN and REBECCA M. RICIGLIANO are in charge of the prosecution.

http://newyork.fbi.gov:80/dojpressrel/pressrel10/nyfo081010.htm

The Washington Post, em editorial, cita José Serra e fala do apoio de Lula às Farcs.

30/07/2010

Colombia proves again that Venezuela is harboring FARC terrorists http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/07/29/AR2010072905211.html

Friday, July 30, 2010

COLOMBIA’S PRESENTATION to the Organization of American States about Venezuela’s hosting of the FARC terrorist movement prompted a flurry of speculation about the motives of Álvaro Uribe, Colombia’s outgoing president. Why, it was asked, did he want to end his eight years in office in another confrontation with Venezuelan strongman Hugo Chávez? Could he be trying to sabotage his successor, Juan Manuel Santos, who is due to take office on Aug. 7?

Allow us to offer a simple explanation: Mr. Uribe, who has devoted his presidency to rescuing Colombia from armed gangs of both the left and the right, is deeply frustrated by Venezuela’s continuing support for the FARC — and by the failure of the international community to hold Mr. Chávez accountable for it. Before leaving office, Mr. Uribe felt compelled to make one more effort to call attention to a problem that, were it occurring in the Middle East, would surely be before the U.N. Security Council.

That Venezuela is backing a terrorist movement against a neighboring democratic government has been beyond dispute since at least 2008, when Colombia recovered laptops from a FARC camp in Ecuador containing extensive documentation of Mr. Chávez’s political and material support. Colombia’s presentation to the OAS last week contained fresher and more detailed intelligence. Ambassador Luis Alfonso Hoyos supplied precise map coordinates for several of the 75 FARC camps that he said had been established on Venezuelan territory and that harbor some 1,500 militants. He showed photos and videos, including one of a top commander from another Colombian terrorist organization, ELN, sipping Venezuelan beer on a popular Venezuelan beach.

Mr. Chávez responded with predictable bluster, breaking off relations with Bogota and threatening (not for the first time) to cease oil exports to the United States. Another crisis with Colombia probably benefits the caudillo, who is desperate to distract attention from his country’s imploding economy and soaring violence.

Nevertheless, the question remains: Will other democracies support Colombia against this flagrant violation of international law? The Obama administration is characteristically lukewarm. The State Department, which has designated the FARC a terrorist organization, said it found Colombia’s allegations “persuasive” but limited itself to supporting “a transparent international process” to investigate them. Perhaps more consequentially, one of the leading candidates in Brazil’s presidential election campaign, José Serra, said “it is undeniable that Chávez is sheltering these FARC” militants. Under outgoing president Luiz Inácio Lula da Silva, Brazil has been one of Mr. Chávez’s chief apologists and enablers. Were that support to be withdrawn, Mr. Chávez might have to rethink his terrorist alliance.

Juiz Odilon de Oliveira fala de PCC, FARC, Foro de São Paulo

23/07/2010

Entrevista ao Jornal  CORREIO DO ESTADO do Mato Grosso do Sul, em 13.05.09 Aug 21st, 2009 11:33 pm

1) CORREIO: O PCC ainda está em atividade no Brasil?

ODILON: Fundado em 31.08.93, no interior de São Paulo, essa facção criminosa não se encontra presente apenas no Brasil. Está em franca e crescente atividade também em outros países da América do Sul, como Bolívia e, prin-cipalmente, Paraguai. O grupo mantém fortes contatos também com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Está cada vez mais bem es-truturado com pessoal, armamento, recursos financeiros e disciplina. Estima-se que de cada cinco dos 440 mil presos do Brasil um seja membro do PCC. A maior incidência está no Estado de São Paulo, assumindo Mato Grosso do Sul, por conta do Paraguai e da Bolívia, a segunda posição. A facção teria um exército de mais ou menos 84 mil integrantes. As FARC, grupo terrorista colombiano fundado em maio de 1964, possuem apenas 10 mil integrantes. Outro perfil do PCC, além de sua finalidade econômica, é de natureza terrorista.

2) CORREIO: O Senhor acredita que o PCC tenha participado do assalto à resi-dência do prefeito de Campo Grande?

ODILON: Tenho quase certeza. Campo Grande, Dourados e a fronteira com o Paraguai possuem grande concentração de integrantes dessa facção, presos e também em liberdade. Anderson, nominado pela imprensa, realmente consta da lista de integrantes do PCC, ocupando, nesta capital, função de destaque. O assalto certamente teve duas finalidades: uma de natureza financeira e outra de cunho auto-afirmativo. Essa organização, a exemplo de outras, como o Comando Vermelho, para manter-se e ampliar seus domínios, precisa de recursos e seus membros subalternos guardam a obrigação normativa e moral de provar suas audácias contra autoridades. Isto serve de recado para o Poder Público.

3) CORREIO: O PCC tem condições para repetir os ataques de 2006?

ODILON: Tem potencial e disposição. Naquele ano, foram 1.032 ataques vio-lentos, com um saldo de centenas de mortos, dos quais 119 policiais e agen-tes penitenciários. No mesmo ano, o terrorismo, no mundo todo, produziu 14 mil ataques e 20 mil mortes. Em 2008, havia um plano de ataques semelhan-tes, a ser executado nos dias anteriores às eleições, com conotações visivelmente políticas como fora em 2006. Não se concretizou porque, descoberto o plano, as autoridades adotaram providências preventivas, nulificando os atos preparatórios. O PCC vai continuar desafiando o Estado-repressor.

4) CORREIO: Isto significa que o PCC está competindo com o Estado?

ODILON: Significa que a facção, por conta da generosidade das leis e da permissividade dos encarregados de aplicá-las, está afrontando a todos. Até o Exército, com todo o seu poderio e o respeito que impõe, foi recentemente vítima da ousadia dessa organização (roubo de armas de um quartel de Caçapava/SP e assalto a uma agência bancária situada no Quartel General do Exército, em Brasília-DF). De 2001 para cá, os ataques a fóruns estaduais, no Estado de São Paulo, inclusive com explosivos, foram muitos. O PCC desenvolve dois tipos de criminalidade: a) institucional ou concentrada, onde se agrupam os delitos cujo controle está centralizado em sua cúpula, como os grandes assaltos, ataques a repartições, assassinatos de certas pessoas, rebeliões, certos seqüestros; b) esparsa ou incidental, onde se colo-cam todos os crimes para cuja execução não é necessário “salve” ou autori-zação da cúpula. O controle não é concentrado, dando-se por iniciativa e responsabilidade individuais ou de um grupo do partido. O produto se destina ao custeio de mensalidades devidas à facção e à subsistência dos próprios autores.

5) CORREIO: O que leva o PCC a se expandir pela América do Sul?

ODILON: A facção objetiva subir os degraus da criminalidade, preferencial-mente adquirindo feições terroristas. Para isto, é necessário expandir seus domínios sobre uma base territorial cada vez maior. O grande atrativo do PCC no Paraguai, Bolívia e Colômbia são as drogas, notadamente a cocaína. Suas fontes de rendas são drogas, seqüestros, mensalidades, assaltos a bancos, a carros-fortes, cargas, investimentos etc. Com relação ao Paraguai, há outros atrativos: esconderijo, compra de armas, pistolagem e lavagem de dinheiro. Muitos cometem crimes no Brasil e fogem para aquele país, dificultando a ação da justiça brasileira. A aquisição de armamento para estruturação e para revenda é uma constante. Crimes de pistolagem rendem dinheiro para o pa-gamento de mensalidades ao grupo. Há inúmeras casas de câmbio, no Paraguai, sem controle rígido, para lavagem.

6) CORREIO: O PCC tem praticado seqüestros no Paraguai?

ODILON: Vários. Em 2001, o PCC e o Partido Pátria Livre, do Paraguai, sob a liderança das FARC, seqüestraram Maria Edith, esposa de um empresário da construção civil. O resgate foi de 1 milhão de dólares. O Brasil deu asilo a três dos seqüestradores: Juan Arron, Anuncio Martí e Victor Colmán. Uma vergo-nha! Em 2004, a vítima foi Cecília Cubas, filha do ex-presidente Raul Cubas. Foi pago resgate de 800 mil dólares, mas a vítima foi assassinada no cativeiro. Em maio de 2007, sob a liderança do brasileiro Valdecir Pinheiro, do PCC, a vítima foi o japonês Hirokazu Ota, chefe da Seita Moon, naquele país. Valdecir, morto pela polícia paraguaia em 2008, era acusado de mais nove seqüestros no Paraguai. Somente em 2007, o Paraguai registrou mais de sete seqüestros com suspeita de participação de brasileiros.

7) CORREIO: Que interesse tem as FARC em relação ao PCC?

ODILON: As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia possuem uma i-deologia marxista, à falsa pregação de buscar uma sociedade igualitária, sem classes, gerenciada por um poder proletariado. A materialização dessa ideo-logia depende de um programa e a implantação deste necessita de receitas. Quarenta e cinco por cento da receita das FARC provêm de cocaína, vendida para o mundo todo. O Brasil, nesse cenário, é um grande cliente da Colômbia. O PCC negocia cocaína diretamente com as FARC e até lhe fornece armas saídas do Paraguai. Aquele grupo terrorista, buscando sua expansão nos demais países da América do Sul, difunde sua ideologia e procura reconhe-cimento político. Os laços mantidos com outras organizações, como o PCC e o PPL (Partido Pátria Livre) do Paraguai, fazem parte das relações internacio-nais cultivadas pelas FARC. Um dos benefícios obtidos está no fato de o Brasil haver concedido mais de 400 asilos políticos, desde o primeiro Governo Lula, a guerrilheiros colombianos.

8) CORREIO: Por que o senhor classifica o PCC como grupo terrorista?

ODILON: Terrorismo não é somente aquele ato de fundo religioso. Divide-se em duas grandes vertentes: o terrorismo islâmico, existente apenas nos paí-ses seguidores do islã, embora ataque fora também, e o não islâmico. O primeiro é motivado por um conflito ideológico e normativo entre os costumes orientais e os ocidentais. Sua ala fundamentalista, de que faz parte a ALQAEDA, de Bin Laden, pretende criar uma república mundial islâmica ou, pelo menos, não permitir que os costumes ocidentais influenciem a ideologia islâmica. Uma utopia. O terrorismo não islâmico também se subdivide em nacionalista (separatista ou político), político administrativo, étnico e moral. Diferente do islâmico fun-damentalista, o nacionalista tem uma atuação territorial delimitada. O ramo separatista busca uma pátria, independência territorial, política e administrativa. O Hamas quer um Estado palestino em relação a Israel. O ETA, o IRA e os Tigres Tâmeis do Sri Lanka também são exemplos. Já o nacionalista político deseja apenas mudar a forma (república/monarquia) ou o sistema (presidencialismo/parlamentarismo) de governo, a forma de Es-tado (unitário/federativo) ou ainda o regime político (democrático/autoritário). As FARC não querem dividir o território colombiano nem o Sendero Luminoso deseja isto no Peru, mas apenas a implantação de um regime marxista-leninista (comunismo). O Brasil viveu vários exemplos desse tipo de terrorismo, em torno de oito organizações, como a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária – capitão Lamarca, Dilma Roussef), ALN (Aliança Libertadora Nacional – Carlos Mariguella) e o MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro – Fernando Gabeira, Franklin Martins). O político administrativo, normalmente com finalidade econômica, volta-se apenas contra o Estado-repressor, atacando o Judiciário, o Ministério Público, o sistema penitenciário, pessoas, repartições. Sempre o faz com o intuito de remover de seu caminho o que compreenda como obstáculos a seus objeti-vos. Quando mata uma autoridade ou ataca um fórum, o objetivo não se es-gota com esse resultado. Na verdade, esse é um meio para remover de sua frente o Estado-repressor. Qualquer pessoa (João, José ou Pedro) exercente daquele cargo morreria. O fim não é matar a pessoa física, mas atingir o Estado. É diferente de um assassinato comum, onde a vontade do criminoso se esgota com a morte do desafeto. O PCC se enquadra nesta modalidade.

9) CORREIO: O que se deve fazer para combater o PCC?

ODILON: Primeiro, não pensar que o PCC está morto ou brincando. Segundo, é preciso conhecer, a fundo, o DNA dessa organização, edificando-se um mosaico completo a seu respeito. Por fim, reprimí-lo sem piedade. O Estado não deve se ajoelhar diante de bandidos. A liberdade das ruas e praças deve ficar reservada às pessoas de bem. Lugar de vagabundos é na cadeia. Só isto.

Odilon de Oliveira – juiz federal, campo grande-ms

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23/07/2010

Segue um site quente das relações das FARC com o PT. Videos e textos. http://migre.me/Zo1Y

DEA Agência anti-drogas dos EUA faz balanço do narcotráfico das FARC -Responsável por 2/3 do fornecimento do cocaína aos Estados Unidos

08/05/2010

News Release http://www.justice.gov/dea/pubs/states/newsrel/nyc042208.html
FOR IMMEDIATE RELEASE
April 22, 2008
Erin Mulvey
Public Information Officer
212 337-2906

Associate of Colombian Narco-Terrorist Group Extradited to United States on Cocaine Importation Charges

APR 22 — (New York, NY)-MICHELE M. LEONHART, Acting Administrator of the United States Drug Enforcement Administration joined with MICHAEL J. GARCIA, the United States Attorney for the Southern District of New York, to announce that JUAN JOSE MARTINEZ VEGA, a/k/a “Gentil Alvis Patino,” a/k/a “Chiguiro,” a close associate of the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Revolutionary Armed Forces of Colombia, or “FARC”), has been extradited from Colombia to the United States to face cocaine importation conspiracy charges. The FARC is Colombia’s main leftist rebel group, which has been designated by the State Department as a Foreign Terrorist Organization. On March 1, 2006, the United States unsealed an historic indictment charging fifty defendants — all the FARC’s top leadership (the “FARC leaders”) — with cocaine importation conspiracy.

According to the Indictment:

The FARC, which occupies large swaths of territory in Colombia, is responsible for the production of more than half the world’s supply of cocaine and nearly two-thirds of the cocaine imported into the United States. During its tenure, the FARC has evolved from a leftist rebel organization into the world’s leading cocaine manufacturer. In the mid-1980s, as cocaine production in Colombia began to expand, the FARC taxed all aspects of the cocaine trade. In the 1990s, the FARC leaders, recognizing the profit potential of the cocaine trade, ordered that the FARC become the exclusive buyers of the raw material to make cocaine, known as cocaine paste, in all areas under FARC occupation.

The FARC leaders set strict rules to control the cocaine trade, including the requirement that farmers sell all cocaine paste they produced to the FARC at the prices set by the defendants. Large markets were set up throughout Colombia, where farmers sold the cocaine paste. The FARC leaders stated that enforcement of such rules was crucial to the FARC’s survival, because the organization would not be able to finance its operations without the money it earned through the cocaine trade.

The FARC leaders required their commanders to enforce FARC’s cocaine policies through violent, often lethal means. Calling it “Revolutionary Justice,” the FARC leaders ordered that any farmer who violated their cocaine policies should be murdered, an order which was carried out with frequency.

Once the FARC purchased the cocaine paste, the FARC leaders directed that the drugs be brought to jungle cocaine laboratories under FARC control, where the paste was converted into ton quantities of finished cocaine and shipped out of Colombia to the United States and elsewhere. To transport the finished cocaine out of Colombia, the FARC secured and operated clandestine air strips in its territories.

The FARC is a hierarchical organization comprised of twelve to eighteen thousand members, and is led by a seven member Secretariat and a 27 member Central General Staff, or Estado Mayor, responsible for setting the cocaine policies of the FARC. At the lowest level, the FARC is made up of 77 distinct military units organized by their geographical location, called Fronts. Clusters of Fronts form seven distinct Blocs, each of which is led by a Bloc Commander. Various FARC Fronts coordinate their cocaine and cocaine paste manufacturing and distribution activities, based on their geographical location and whether they have a local FARC cocaine conversion laboratory. In addition, Fronts located on Colombia’s borders were primarily responsible for transporting cocaine outside of Colombia, and facilitating the exchange of cocaine and cocaine paste for weapons and supplies used by the FARC. The FARC leaders also required the Fronts to finance themselves through cocaine manufacturing and distribution. FARC Fronts able to produce the greatest revenue were responsible for contributing money and resources to support other Fronts that generated smaller drug revenues. Narcotics proceeds were distributed throughout the FARC, for the enrichment of the Secretariat, Estado Mayorand Bloc Commanders, and in order to purchase weapons and supplies for all members of the FARC.

The indicted members of the Secretariat and Estado Mayor, noting that the FARC could not survive without the proceeds generated from cocaine manufacturing, directed its members to attack and disrupt coca eradication fumigation efforts. The FARC leadership ordered its members to take countermeasures against fumigation, including shooting down fumigation aircrafts; forcing local farmers to participate in rallies against fumigation; and attacking Colombian infrastructure to force the Colombian Government to divert resources from fumigation. Recognizing that the United States has contributed significantly to Colombian fumigation efforts, the FARC leaders also ordered FARC members to kidnap and murder United States citizens in order to dissuade the United States from its continued efforts to fumigate and disrupt the FARC’s cocaine manufacturing and distribution activities.

Much of the FARC’s conflict with what had been Colombia’s main right wing paramilitary organization, the Autodefensas Unidas de Colombia, (the “AUC”), has been over control over coca-growing areas. The FARC’s army has been used, to a significant degree, to advance its cocaine trafficking efforts, including through campaigns against the AUC in coca-rich regions in an attempt to take control of the cocaine profits in those areas, and strategically defending areas of high coca production from advances of the Colombian Government.

MARTINEZ VEGA was a FARC associate who worked closely with the FARC’s 16th Front and assisted the FARC in procuring weapons, ammunition, money and other materials in exchange for cocaine and cocaine paste. Over several years, MARTINEZ VEGA made dozens of such deliveries to the 16th Front, including a delivery in February 2002 of approximately 37 tons of weapons and ammunition in exchange for approximately 2,500 kilograms of cocaine paste and 750 million Colombian pesos. MARTINEZ VEGA is also alleged to have led, in 1996, a squad of FARC members which located four other FARC members suspected of stealing arms which the FARC purchased with cocaine, all of whom were immediately executed. MARTINEZ VEGA was presented today in District of Columbia federal court before United States United States District Judge THOMAS F. HOGAN. Co-defendant ERMINSO CUEVAS CABRERA, a/k/a “Mincho,” the first charged FARC leadership defendant to be extradited, arrived in the United States from Colombia on September 19, 2007. According to the indictment, CUEVAS CABRERA, a/k/a “Mincho,” was a manager of cocaine laboratories for the FARC’s 14th Front, where he oversaw the production and distribution of hundreds of tons of cocaine for the benefit of the FARC and for his brother, indicted defendant JOSE BENITO CABRERA CUEVAS, a/k/a “Fabian Ramirez,” current member of the FARC’s Estado Mayor. CUEVAS-

CABRERA was arraigned on September 20, and ordered detained pending trial. Co-defendant JORGE ENRIQUE RODRIGUEZ MENDIETA, a/k/a “Ivan Vargas,” was extradited from Colombia and had his initial Court appearance in the United States on November 5, 2007.

RODRIGUEZ MENDIETA served as a member of the Estado Mayor of the FARC, the Front Commander of the 24th Front, a member of the leadership of the FARC’s Middle Magdalena Bloc, and a FARC special forces commander. In these roles, he directed the purchase of hundreds of thousands of kilograms of cocaine paste, and transmitted billions of Colombian pesos in drug proceeds to higher ranking FARC officials. He is further charged with operating a FARC cocaine-processing laboratory. As commander of the 24th Front, RODRIGUEZ MENDIETA is alleged to have ordered the murder of at least eight farmers. RODRIGUEZ MENDIETA is also alleged to have led FARC military campaigns ordered by the FARC Secretariat against the AUC in order to retake coca-rich lands, and to have ordered a FARC member to shoot down fumigation planes. RODRIGUEZ MENDIETA is also alleged to have plotted with another charged defendant to retaliate against United States law enforcement officers who were conducting this investigation.

RODRIGUEZ MENDIETA was arraigned on November 29, 2007, and ordered detained pending trial. The State Department has offered $75 million in rewards for information leading to the arrest of the highest-ranking FARC leadership defendants, who remain fugitives. “The FARC remains the largest, most profitable, and most dangerous narcotics trafficking organization in the world. It poses a serious threat not only in Colombia, but also on the streets of New York and other American cities, where it’s cocaine is sold,” said U.S. Attorney GARCIA.

“Juan Martinez-Vega operated at the FARC’s core, dealing arms and ammunition in exchange for thousands of kilos of cocaine that ultimately made its way to American neighborhoods,” said DEA Acting Administrator LEONHART. “Martinez Vega’s extradition serves as another blow to FARC operations and demonstrates this country’s aggressive pursuit and prosecution of drug criminals who seek profit from poison.”

The investigation resulting in these charges was led by the United States Attorney’s Office for the Southern District of New York, working with the New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force (which is comprised of agents and officers of the United States Drug Enforcement Administration, the New York City Police Department, the United States Internal Revenue Service Criminal Investigation Division, the Department of Homeland Security Bureau of Immigration and Customs Enforcement, the Federal Bureau of Investigation, the New York State Police, the United States Marshals Service, the United States Secret Service and the Bureau of Alcohol, Tobacco, Firearms and Explosives), and the DEA’s Bogota, Colombia, Country Office. The investigation, conducted under the auspices of the Organized Crime Drug Enforcement Task Force (“OCDETF”) Program, involved unprecedented cooperation from the Colombian Military, the Colombian National Police, and the Colombian Fiscalia. Mr.

GARCIA praised all the law enforcement partners involved in the investigation, and thanked the Criminal Division’s Office of International Affairs for their involvement in the extradition process.

The case is being supervised by the Office’s International Narcotics Trafficking Unit. The charges contained in the Indictment are merely allegations. All defendants are presumed innocent unless and until convicted in a court of law.

 

leiam isso seus generais bundões AS FARC CHÁVEZ VENEZUELA AMIGOS DE LULA DE MÃOS DADAS COM OS TERRORISTAS DE ESPANHA AS RELAÇÕES PERIGOSAS ENTRE FARC E ETA PATRICIA POLEO DESTERRADA EM MIAMI DÁ OS DETALHES TAPA NA CARA NO DESGOVERNO COMUNA BUNDÃO ESPANHOL

08/03/2010

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Brasil concede refúgio a terroristas paraguaios As Farc paraguaias Anuncio Martí, Juan Arrom e Victor Colmán O obispo presidente Fernando Lugo quer a extradição dos assassinos

28/02/2010

Um genérico dos terroristas colombianos mata, sequestra, assalta e tenta explodir prédios públicos no Paraguai.

Três líderes do bando se escondem no Paraná e, para indignação do presidente Fernando Lugo, o Brasil lhes concede o status de refugiados . 

CRIME SEM CASTIGO

Anuncio Martí, Juan Arrom e Victor Colmán Ligados às Farc, eles fundaram o bando terrorista EPP, são acusados de sequestro no Paraguai e se esconderam no Brasil.

O governo Fernando Lugo cobra a extradição deles. 

Ainda nos anos 70, o Paraguai se tornou um porto seguro para o narcotráfico e o contrabando de armas. 

Agora, o país é assolado também por uma filial das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). 

A sucursal guarani se autointitula Exército do Povo Paraguaio (EPP) e, tal como sua matriz andina, recorre ao terrorismo para tentar implantar o comunismo. 

O EPP já instalou bombas em prédios públicos, atacou bancos, invadiu fazendas, assassinou policiais e civis. Sua principal atividade, no entanto, são os seqüestros que já lhe renderam 5 milhões de dólares em resgates. 

Quando são encurralados pelas autoridades, seus líderes fogem para a Argentina ou para o Brasil. A Argentina os devolve ao país de origem. 

Mas quem chega aqui consegue que o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) lhes dê a condição de refugiado, o que impede que sejam extraditados e processados em seu país natal. Foi isso que ocorreu com Juan Arrom, Anuncio Martí e Victor Colmán. 

Desde 2004, o Paraguai tenta repatriá-los e julgá-los pelo sequestro de Maria Edith Debernardi, nora de um ex-ministro da Economia e mulher de um dos empresários mais ricos daquele país. 

Neste mês, a chancelaria paraguaia fez um novo apelo para a extradição dos acusados.

AMIGOS DE LULA FORO DE SÃO PAULO FARC TERRORISMO INDICIADOS PELO FBI

28/09/2009
Department of Justice Press Release

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For Immediate Release
September 28, 2009
United States Attorney’s Office
Southern District of New York
Contact: (212) 637-2600
Manhattan U.S. Attorney Charges Members and Associates of Colombian Guerilla Front with Terrorism and Hostage-Taking of U.S. CitizenPreet Bharara, the U.S. Attorney for the Southern District of New York, Michele M. Leonhart, the Acting Administrator of the U.S. Drug Enforcement Administration (DEA), and Michael J. Folmar, the Acting Special Agent-in-Charge of the Miami Division of the FBI, announced today the unsealing of two indictments charging a total of 12 members and associates of the 57th Front of the Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), a Colombian terrorist group, with conspiracy to provide material support to a foreign terrorist organization and taking a U.S. citizen hostage.

The first indictment unsealed today (the “material support indictment”) charges Luis Fernando Mora-Pestana, aka “Virgilio Antonio Vidal Mora,” aka “Silver” and Julio Enrique Lemos-Moreno, aka “Andres,” who are leaders of the FARC’s 57th Front, along with Front associates Harold Ruben Segura Alvarez, aka “John Jairo,” aka “Cientifico;” Juanito Cordoba-Bermudez, aka “Juanito,” aka “Chechere;” and Cecilio Costa, aka “Cesar Perea,” aka “Costa;” with conspiracy to provide material support to the FARC. Juanito Cordoba-Bermudez is in custody in the Southern District of New York. The material support indictment has been assigned to U.S. District Judge Denny Chin.

The second indictment (the “hostage-taking indictment”) charges Mora-Pestana, Lemos-Moreno; Carlitos Lnu; Alexis Lnu, aka “Alexi;” Fnu Lnu, aka “El Indio;” Roque Orobio Lobon, aka “Roque Orobio Tobon;” aka “Mello,” aka “Tachuela;” Edilberto Berrio Ortiz, aka “El Gavilan;” Alejandro Palacios Rengifo, aka “El Gato,” aka “Yimi;” and Anderson Chamapuro Dogirama, aka “El Tigre,” aka “Dairon;” for their roles in the kidnapping of an American citizen for ransom in April 2008. Roque Orobio Lobon is currently being held by Colombian authorities. The hostage-taking indictment has been assigned to U.S. District Judge Jed S. Rakoff. Mora-Pestana and Lemos-Moreno are the only defendants charged in both indictments.

The remaining defendants in the material support and hostage-taking indictments are at large.

As alleged in the indictments, which were unsealed today in Manhattan federal court:

The FARC was formed in 1964 and is structured as a military organization, with approximately 10,000 armed guerillas organized into seven “blocs;” 68 numbered “Fronts” (including the 57th Front); nine named “Fronts” and four urban “militias.” The FARC is dedicated to the violent overthrow of Colombia’s democratically elected government and has been designated as a foreign terrorist organization by the U.S. Department of State. The 57th Front operates in the territory within Colombia’s Choco Department, which borders Panama. The 57th Front supports the FARC’s terrorist activities through narcotics trafficking and kidnapping for ransom, including the kidnapping of Americans and other foreign nationals.

The hostage-taking indictment relates specifically to the 57th Front’s April 4, 2008, kidnapping of an American citizen. Mora-Pestana authorized financing for the kidnapping, and Orobio-Lobon and others carried out the kidnapping in the Costa del Este neighborhood of Panama City. The defendants held the victim for ransom, which they demanded from the victim’s relatives, informing the relatives that they would never see the victim alive again if the ransom was not paid. The victim was released in February 2009, after a member of the victim’s family paid the ransom.

The material support indictment recounts multiple discussions among the defendants regarding FARC logistics, supplies and weapons, as well as the seizures by authorities of a variety of weapons and material during February through September 2008. The material support indictment also covers the aftermath of a Feb. 22, 2008, attack by five FARC guerillas on a Panamanian police patrol boat and their subsequent capture in possession of substantial FARC weaponry and material. Mora-Pestana and Cordoba-Bermudez in particular discussed the FARC’s response to the event, and on Feb. 27, 2008, a communiqué, purporting to be issued by a FARC element warned the government of Panama of consequences from its capture of the five attackers and that the 57th Front had been ordered to kidnap Panamanian officials to force an exchange of captives with the prisoners, if the prisoners were not released. Other defendants discussed plans to engineer the five guerillas’ escape from a Panamanian prison. (Three of the guerrillas involved in the attack on the Panamanian police boat are now in custody in the Southern District of New York on charges relating to that event. Their case is pending before U.S. District Judge William H. Pauley, III). The material support indictment also recounts discussions concerning the April 4, 2008, kidnapping in Panama and efforts to impede that investigation.

Each of the defendants in the material support indictment is charged with conspiracy to provide material support to a foreign terrorist organization, which carries a maximum sentence of 15 years in prison. Each of the defendants in the hostage-taking indictment is charged with two counts of hostage taking, each of which carries a maximum sentence of life in prison.

“As alleged in the indictments, the 57th Front is one of the most violent elements of the FARC. This group of guerrillas kidnapped a United States citizen, procured weapons and explosives, and trafficked cocaine to fuel the FARC’s terrorist activities,” said U.S. Attorney Preet Bharara. “The charges unsealed today mark another important step in our efforts to combat international narco-terrorism.”

“The increased cooperation between the United States, Panama and Colombia that resulted in today’s indictments signal our shared, unrelenting commitment to combat drug traffickers and those who support them,” said DEA Acting Administrator Michele M. Leonhart. “No country can tolerate vicious terrorist organizations such as the FARC. We and our partners in Panama and Colombia will continue to pursue the remnants of FARC’s 57th Front until its members have surrendered or are captured.”

Acting Special Agent-in-Charge Michael J. Folmar stated: “The FARC is a terrorist organization that for decades has waged a brutal and inhuman campaign for its selfish aims. This case demonstrates the FBI’s firm commitment to bringing hostage takers to justice.”

Mr. Bharara praised the investigative work of the DEA’s New York Organized Crime Drug Enforcement Strike Force, the Narco-Terrorism Group of the DEA’s Bogota Country Office, the DEA’s Panama City Country Office, the FBI’s Extraterritorial Hostage Taking Squad in Miami, and the Department of Justice’s Office of International Affairs. Mr. Bharara also thanked the Colombian Navy, the Colombian National Police, the Colombia Attorney General’s Office and the Panamanian National Police for their assistance in the investigation.

The prosecution is being handled by the Office’s International Narcotics Trafficking Unit. Assistant United States Attorneys Rebecca M. Ricigliano and Jeffrey A. Brown are in charge of the prosecution.

The charges contained in the indictments are merely accusations and the defendants are presumed innocent unless and until proven guilty.

http://newyork.fbi.gov/dojpressrel/pressrel09/nyfo092809.htm

O EXÉRCITO A AMAZÔNIA CHÁVEZ BASES AMERICANAS FARC NARCOTRÁFICO POLÍTICA EXTERNA FORO DE SÃO PAULO General Luis Cláudio Mattos: “Não

31/08/2009

Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

General Luis Cláudio Mattos: “Não

é missão do Exército combater o

narcotráfico”

Ninguém fala mais alto que o general Luis Cláudio Mattos, 62, na sede do Comando Militar da Amazônia (CMA). Responsável por 26,3 mil homens espalhados pelo maior comando regional da América Latina, Mattos não impressiona pelo tom de sua voz, mas pelas palavras.

Em entrevista concedida à A CRÍTICA, ele se desarma. Diz que o combate ao narcotráfico não é “missão” do Exército, que falta vontade política do governo para reaparelhar as Forças Armadas e que, se pudesse, conduziria a política externa brasileira com mais firmeza.

Sobre as bases colombianas utilizadas pelos EUA e o aumento do poder bélico venezuelano Mattos se mostra tranquilo, mas revela que os serviços de inteligência brasileiros estão atentos a esses movimentos.

A CRÍTICA: O que muda para o Brasil a partir da utilização de bases colombianas pelos Estados Unidos?

General Luis Cláudio Matto: Não muda absolutamente nada. Isso é um problema interno de soberania da Colômbia. Não fizemos nenhuma modificação da nossa estratégia em razão desse fato específico.

A CRÍTICA: Essa declaração contrasta com as reclamações do Itamaraty sobre o assunto. Esse desconforto diplomático ainda não chegou aos militares?

General Luis Cláudio Matto: Na minha avaliação não há motivo para preocupação, mas eu entendo que a preocupação do Itamaraty é uma coisa perfeitamente aceitável. O que é bom frisar é que esse problema das bases não caracteriza nenhuma ameaça militar para nós. Se nossa inteligência tivesse dado conta disso, aí sim, adotaríamos uma outra atitude.

A CRÍTICA: Os serviços de Inteligência estão apurando os reais interesses por trás desse acordo?

General Luis Cláudio Matto: Não só a inteligência militar, mas a inteligência brasileira. Por isso que eu digo que não tenho preocupação. Esse trabalho nos abastece.

A CRÍTICA: Até que ponto o aumento do poderio bélico colombiano e venezuelano têm mudado a estratégia de Defesa brasileira na Amazônia?

General Luis Cláudio Matto: Nós vivemos numa conjuntura em que temos um relacionamento excelente com todos os nossos vizinhos. Evidentemente que nós não acompanhamos esse aumento do poder militar da Venezuela, da Colômbia e do Chile. Mas isso é problema interno de cada País. Se os países julgam que, em vez de resolver alguns problemas, é melhor aumentar o poder militar… é decisão soberana do País. Nós militares (brasileiros), particularmente, temos muitas carências que se fossem solucionadas talvez, os vizinhos encarassem como aumento do nosso poderio bélico, mas são carências que temos há muitos anos.

A CRÍTICA: A nova Estratégia Nacional de Defesa (END) prevê o deslocamento de unidade para a Amazônia. Isso não é reflexo desse aumento de poder militar dos nossos vizinhos?

General Luis Cláudio Matto: Não. Reflete uma preocupação que se tem há muito tempo de nós aumentarmos o nosso poder militar na Amazônia pra garantir a soberania. Se isso fosse motivado pelo aumento do poder do vizinho, isso teria que ocorrer com muito mais rapidez. Qual é o grande ganho da END para as forças armadas? É a colocação da Defesa Nacional na agenda. Antes, só se via as forças armadas como autoritárias e repressoras.

A CRÍTICA: Venezuela e Colômbia saíram da condição de países amigos para a condição de pontos de instabilidade na América do Sul?

General Luis Cláudio Matto: Eu acho que não. As Farcs, realmente, são um desconforto muito grande. Imagina você ter um movimento contra o governo se arrastando durante tanto tempo. Mas isso é um problema interno deles que podem nos afetar se as guerrilhas entrarem no nosso território. Por isso estamos vigilantes. A mesma coisa na Venezuela. As decisões de lá podem agradar ou desagradar. Será que está bom pra eles? O dinheiro do petróleo poderia ser colocado para o país crescer, prosperar, mas se o presidente (Hugo) Chávez resolveu aumentar o seu poder militar, é decisão soberana e são os venezuelanos que tem que avaliar.

A CRÍTICA: Quais as principais preocupações militares na Amazônia? Nossos vizinhos, o narcotráfico…

General Luis Cláudio Matto: Tudo isso nos incomoda. Mas o que nos incomoda mesmo é a vigilância da nossa fronteira. São 11 mil km. Nós temos preocupação com isso, estamos vigilantes na nossa fronteira. Temos dispositivos colocados na nossa fronteira e não tenho a menor dúvida de que farão face a qualquer tipo de ameaça; a nossa estratégia é preparada para isso. Temos forças presentes e forças que podem ser deslocadas rapidamente em caso de invasão. É importante dizer que uma invasão não acontece do dia pra noite.

Falta de aperfeiçoamento tecnológico nas Forças Armadas

A CRÍTICA: Há previsão de descontingenciamento dos recursos do projeto Calha Norte?

General Luis Cláudio Matto: Há pedidos e solicitações, mas não sei dizer se há previsão. Nós somos, modéstia a parte, bons planejadores. Para nós, o principal problema não é a quantidade de recursos, mas a regularidade. O que acontece hoje é que se faz um planejamento e a lei orçamentária contempla o Exército com recursos. Aí começa o ano e aquilo tudo fica contingenciado. Não adianta ficar conversando ou discutindo. Temos que tentar obter aquele recurso. O Chile tem a lei do cobre que destina um porcentual de tributos às Forças Armadas.

A CRÍTICA: O senhor acredita que isso poderia ser aplicado no Brasil com o Pré-Sal, por exemplo?

General Luis Cláudio Matto: Com certeza. É capaz de ter alguma coisa do Pré-Sal voltada para a Marinha. Poderíamos ter um pra cada Força Armada. Nós sabemos que é uma coisa que não aparece. Soberania não aparece. Defesa é algo que não aparece. Isso já foi pensado e visto. Vira Projeto de Lei. Mas na hora que bate no Congresso você imagina a discussão.

A CRÍTICA: Então falta vontade política para destinar mais recursos para as Forças Armadas?

General Luis Cláudio Matto: Poderia dizer que sim. Agora, tanto o Executivo quanto o Legislativo, eles pensam na alocação dos recursos de acordo com a sua vontade. Realmente, se houvesse uma vontade política de aporte de recursos, com toda certeza, eles apareceriam.

A CRÍTICA: Seu antecessor, General Heleno, disse que as Forças Armadas do Brasil estão obsoletas. O senhor concorda com ele? O que seria prioridade no reequipamento das Forças?

General Luis Cláudio Matto: Concordo totalmente com o Heleno. Por isso é que está acontecendo esse planejamento todo. Esse pensamento é para tirar as forças armadas da obsolescência. Temos planos pra cada área. Por exemplo, nós temos carência de blindados. Existe uma carência de artilharia antiaérea e são perfeitamente aplicáveis na Amazônia. Comunicações é outro exemplo. Nós conseguimos nos comunicar com todas as nossas tropas, mas existe uma necessidade muito grande de um aperfeiçoamento tecnológico nessa área.

 

A CRÍTICA: Como executar uma Estratégia Nacional de Defesa tão ousada com um orçamento tão minguado? O senhor teme que isso fique no papel?

General Luis Cláudio Matto: Esse é o grande problema. Vai depender de vontade política. Nós sabemos que nós não vamos poder colocar mais 28 pelotões de fronteira nesses 11 mil km da noite pro dia, mas nós já tínhamos alguns desses pelotões planejados, então se não tivermos dinheiro para os 28, vamos atender aqueles que já havíamos pensado.

A CRÍTICA: Fontes dos bastidores da Polícia Federal se queixam que, apesar de ter mais gente e mais equipamento, o Exército não cumpre seu papel de polícia na faixa de fronteira no combate ao narcotráfico…

General Luis Cláudio Matto: Se alguém falou isso é porque não conhece a nossa missão constitucional. Não é missão do exército o combate ao narcotráfico. Não é missão do Exército fazer missão humanitária, ajudar na seca e nem nas cheias, mas quando tem uma tragédia, veja lá se não tem um militar ajudando. O nosso dever é a defesa da Pátria. Foi criada uma lei nos dando poder de polícia para nos dar segurança quando, na fronteira, encontrássemos alguma ação suspeita, mas ninguém sai do quartel para combater o narcotráfico. Nem na fronteira. Não saímos do quartel pra fazer isso.

A CRÍTICA: Mas num cenário de relativa paz com nossos países vizinhos, o narcotráfico não é considerado uma questão de segurança nacional?

General Luis Cláudio Matto: Não vejo como uma ameaça à nossa soberania. É um mal que atinge o nosso País todo, mas não é segurança nacional, é segurança pública. Quando o narcotráfico atingir a nossa soberania, aí sim. Quando estiver incorporado a uma guerrilha que avança sobre o nosso território, aí sim. O narcotráfico não é um problema específico das forças armadas. Ele tem que ser combatido, mas temos que ter gente pra fazer isso. Mas não é por isso que vai pegar o Exército pra cumprir uma missão que não é nossa.

A CRÍTICA: Como o senhor avalia a política externa do governo brasileiro?

General Luis Cláudio Matto: Eu não posso te dar minha opinião como militar. Posso apenas dizer o que eu acho. Eu acho que a gente poderia ser menos flexível porque o Brasil é uma potência continental. Nós poderíamos, em determinados momentos, mostrar a nossa cara. Somos potência.

A CRÍTICA: O senhor acha que o Brasil poderia ter sido “menos flexível” na invasão de instalações da Petrobras pelo exército boliviano, por exemplo?

General Luis Cláudio Matto: Eu como brasileiro acho que poderíamos ter sido mais firmes. Eu não posso concordar ou discordar da política externa brasileira. Posso dar minha opinião e acho que poderíamos ter sido mais firmes, mostrado a cara da grandeza do Brasil. Muitos não têm noção da nossa grandeza. E não é grandeza militar, mas do País como um todo. Talvez, se o Brasil usasse a sua cara e o seu poder como grande País…enfim…eu conduziria diferente, mas isso é problema do governo.

Fonte: DEFESA@NET

farc pt financiamento de campanha FARC DEU DINHEIRO PARA CAMPANHA DE LULA Unasur, Alba y los demás peones de Fidel Castro guardan silencio cómplice frente al armamentismo chavista

24/08/2009

Por coronel Luis Alberto Villamarin Pulido 

Milhares de anestesiados creem que Lula da Silva é boa pessoa, que age com sensatez e que é diferente dos demais comunistas. É o mesmo disparate próprio de muitos deslocados, que quando vivia Tirofijo, diziam que o idoso terrorista era um retrógrado mal falado que somente entendia de guerra, mas que por sua vez Cano era um ideólogo, um homem com visão política com quem se podia negociar a paz na Colômbia.

Morto Marulanda ficou claro, que Cano é tão sanguinário, tão cruel, tão cínico e tão bandido como Tirofijo. Essa é a cruel realidade com Lula Da Silva. É tão cínico, tão sinistro e tão arcaico em visão política como Chávez, Correa e Fidel Castro. Sua (de Lula) intrincada proximidade com as Farc, que entre outras coisas financiaram sua campanha presidencial no Brasil, é prova confiável que Lula é tão perigoso como os que estão contra Colômbia e deste modo, contra a segurança integral do hemisfério.

Por esta razão e não por outra, é que o atual governo brasileiro nunca questiona a parceria de Chávez, nem muito menos a sua crescente corrida armamentista, nem suas conexões com as Farc; mas ao contrário se associa com ele e com os demais peões de Fidel Castro, para assediar a Colômbia e ao presidente Uribe, com o velado propósito de legitimar as Farc, grupo ao qual Lula como os companheiros do Pólo Democrático, jamais quiseram o rótulo de terrorista
.

É hora, que a diplomacia colombiana demande o concurso de todas as instâncias internacionais possíveis, com o fim de deter esta agressão e de desmascarar a todos os bandidos (incluindo Lula) de colarinho branco, que com o consentimento de tribunais comprados, legisladores medíocres e militares indiferentes, mal governam vários países do continente, sobre a direção do Foro de São Paulo.

http://www.eltiempo.com/blogs/analisis_del_conflicto_colombiano/2009/08/unasur-alba-y-los-demas-peones.php

Miles de anestesiados creen que Lula Da Silva es buena persona, que actúa con sensatez y que es diferente a los demás comunistas. Es la misma bobería propia de muchos desubicados, que cuando vivía Tirofijo, decían que el anciano terrorista era un retrógrado mal hablado que solo entendía de guerra, pero que en cambio Cano era el ideólogo, el hombre con visión política con quien se podía negociar la paz en Colombia.

Muerto Marulanda quedó claro, que Cano es tan sanguinario, tan cruel, tan cínico y tan bandido como Tirofijo. Esa es la cruda realidad con Lula Da Silva. Es tan cínico, tan siniestro y tan arcaico en visión política como Chávez, Correa y Fidel Castro. Su intrincada cercanía con las Farc, que entre oras cosas aportaron dinero para su campaña presidencial en Brasil, es prueba fehaciente que Lula es tan peligroso como quienes están complotados contra Colombia y por ende, para la seguridad integral del hemisferio.

Por esa razón y no por otra, es que el actual gobierno brasileño nunca cuestiona las patanería de Chávez, ni mucho menos su creciente carrera armamentista, ni sus nexos con las Farc; sino que por el contrario se asocia con él y con los demás peones de Fidel Castro, para hostigar a Colombia y al presidente Uribe, con el velado propósito de legitimar a las Farc, grupo al que Lula como los camaradas del Polo Democrático, jamás ha querido tildar de terrorista.

Es hora, que la diplomacia colombiana demande el concurso de todas las instancias internacionales posibles, con el fin de detener esta agresión y de desenmascarar a los bandidos de cuello blanco, que con la venia de cortes de bolsillo, legisladores mediocres y militares indiferentes, mal gobiernan a varios países del continente, bajo la dirección del Foro de Sao Paulo. 

 

MARIA ISABEL RUEDA DO EL TIEMPO CRITICA LULA POR APOIO ÀS FARC mundo começa a acordar contra Lula

16/08/2009

María Isabel Rueda 

http://www.eltiempo.com/opinion/columnistas/maraisabelrueda/nosotros-el-97-de-los-colombianos-_5860788-1 

Nosotros, el 97% de los colombianos 

Hace poco tuve oportunidad de entrevistar al canciller del Brasil, Celso Amorim, y me faltaron palabras para expresarle mi admiración por su presidente, Luis Inácio Lula da Silva. Hoy, en cambio, ellas me sobrarían para explicarle mi desilusión. 

Quienes suponíamos que Lula asumiría su responsabilidad histórica de ser el polo a tierra frente al liderazgo corrosivo que ejerce Hugo Chávez sobre los países de la región vemos con desencanto que su actitud ambigua raya en la complacencia. 

¿Por qué el presidente Lula se niega a asumir su papel de líder continental? 

Una razón puede ser que al mandatario brasileño no le interesa sino codearse con los líderes europeos, porque siente que Brasil -el país más grande “du mundo”- quedó localizado en América Latina por error. O porque cree la torpe historia de que el narcotráfico es un fenómeno circunscrito a Colombia y no hay necesidad de verlo como una voraz plaga multinacional. O porque Lula es de los que toman a Chávez con una gran frivolidad y se muere de la risa con sus anuncios de que va a prohibir la práctica del golf en Venezuela. Sí. Qué risa, qué loco tan divertido. Pero también está cerrando los medios de comunicación que no sean afectos al régimen. Y va a entregarle a la doctrina chavista el control de los procesos educativos de los venezolanos. 

Pues yo al presidente Lula quisiera decirle lo siguiente. 

El ataque al campamento de ‘Raúl Reyes’ en el Ecuador fue absolutamente excepcional. Colombia no es un país belicoso. No está en nuestros planes repetir algo semejante con otros vecinos ni declararle la guerra a nadie. ¡Pero si viera el presidente Lula lo que nos sirvió haber dado de baja a ‘Reyes’! En eso le soy muy franca. 

No sé si a él le gusta o no el presidente Uribe. No importa. Al fin y al cabo, el mandatario colombiano está de paso. Pero los que no estamos de paso somos los 43 millones de habitantes de Colombia, cuyo 97 por ciento -cifra que es fácilmente verificable si el presidente Lula así lo desea- rechaza rotundamente a las Farc.

El 97 por ciento de los colombianos estamos ¡desesperados! con su crueldad y con su peligrosa actividad como el principal cartel del narcotráfico del mundo. Y nos sentimos continentalmente solos en esta lucha. 

Salvo por Perú, que es gallardo en su solidaridad, de los demás mandatarios latinoamericanos no esperamos nada. Para todos, el terrorismo y el narcotráfico son problemas que empiezan en Colombia y deben quedarse ahí. La señora Bachelet es mucho más solidaria en privado que en público. Tabaré y Lugo son cortésmente lejanos. Evo Morales sigue con su chompa de alpaca al pie de la letra los libretos de Chávez, y Correa se llevará a cuestas ante la historia las versiones de ‘Reyes’ y ‘Jojoy’ sobre las cercanías de su gobierno con las Farc. De la señora Kirchner sí que menos. Cuando Chávez salió a anunciar, en su inusual agresión económica contra este país, que cancelaba la compra de automóviles de Colombia, a Cristina se le cayeron las pestañas postizas del afán de salir corriendo a ofrecer la producción argentina, pasando sin clemencia sobre el cadáver de los trabajadores colombianos. 

Pero a usted, presidente Lula da Silva, el 97 por ciento de colombianos que rechazan absolutamente a las Farc porque las considera un factor de violencia, de empobrecimiento y de corrupción, le queremos pedir que no nos ignore. Que respete nuestras angustias. Que de eso no se escape, como Chávez, llamándolos insurrectos. Si lo son, su insurrección no es solo contra el gobierno de Colombia. Es contra el pueblo colombiano. 

Pero es bueno que empecemos a aclararlo: Colombia, al privilegiar con sus acuerdos de cooperación las relaciones con E.U. sobre otros países latinoamericanos, lo que está llenando es un vacío. El vacío de su liderazgo continental, presidente Lula.

 ¡SE ME OLVIDA! Para peleas del año, la que se libra entre los abogados Bejarano y Lombana. 

COMO A VENEZUELA DE HUGO CHÁVEZ FRIAS SE CONVERTEU EM UM NARCOESTADO A SERVIÇO DAS FARC – A narcoguerrilha da Colômbia – PATRÍCIA POLEO

23/07/2009

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HOJE 25 e ontem 24 de julho,  PATRICIA POLEO NÃO PUBLICOU A CONTINUAÇÃO DE SUA REPORTAGEM,,, NÃO SEI O QUE LHE ACONTECEU

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NARCO TRÁFICO DAS FARC FINANCIOU A CAMPANHA ELEITORAL DE CORREA NO EQUADOR

17/07/2009

“”””El año pasado, cinco documentos divulgados o filtrados por el gobierno a los medios mencionaban comunicaciones en las que jefes rebeldes discutían un aporte de 100.000 dólares hecho por las FARC a la campaña de Correa a fines del 2006.””” noticias24.com

Procurador da República luis luiz francisco tem ligações com as FARC

31/05/2009

Procurador  da República luis luiz francisco tem ligações com as FARC

http://www.conjur.com.br/2008-jul-31/revista_confirma_ligacao_luiz_francisco_farc

Há um ano ficamos livres do carnicero Tirofijo – FARC

26/03/2009

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/30924/de-campesino-panadero-lenador-y-carnicero-a-fundador-de-las-farc/

Venezuela esconde terroristas e traficantes

04/03/2009

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As Farc vão atacar mais e mais e mais

17/02/2009

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/24866/servicio-de-inteligencia-de-colombia-revela-plan-de-las-farc-para-aumentar-ataques/

Farc mata índio

10/02/2009

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/24325/las-farc-habria-asesinado-a-unos-17-indigenas-con-armas-blancas/

Colombia

Las FARC habría asesinado a unos 17 indígenas

con armas blancas

A carta testamento do ex chefe das Farc mariel marulanda tirofijo

20/01/2009

Colombia + Venezuela  http://www.noticias24.com

Revista Cambio  revela el “testamento de Marulanda”

 

http://www.cambio.com.co/portadacambio/811/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR_CAMBIO-4754804.html

 

20/01/2009 06:14 pm     2 comentarios     403 views

 

 

Una extensa carta que ‘Manuel Marulanda’, ‘Tirofijo‘, entonces máximo jefe de las Farc, dirige a sus hombres, cinco días antes de su muerte, podría convertirse en su testamento y ser un nuevo punto de partida de acciones políticas y militares del Gobierno.

 

Esta misiva, que la revista CAMBIO conoció en forma exclusiva, fue escrita al parecer con ayuda de una guerrillera conocida como ‘Sandra’, quien lo acompañó durante más de 20 años y quien es reconocida en el grupo no solo por su formación ideológica, sino por ser la persona que mejor interpretaba el pensamiento del jefe guerrillero.

 

En la carta, ‘Marulanda’ se refiere, por primera vez, a temas sensibles para la organización, como las muertes de ‘Raúl Reyes’ e ‘Iván Ríos’ y dice que en su homenaje ha decidido “adelantar el acostumbrado saludo de cumpleaños de las Farc” (se refiere a los 44 años de la organización).

 

Hace consideraciones sobre los golpes propinados por el Ejército, las relaciones con gobiernos vecinos y el intercambio humanitario, y un llamado a “incrementar las acciones militares y políticas contra el enemigo de clase”.

 

En la carta ‘Marulanda’ se refiere, por primera vez, a temas sensibles para la organización, como las muertes de ‘Raúl Reyes’ e ‘Iván Ríos’

El documento de 10 páginas fue hallado en un computador portátil que la Policía y el Ejército decomisaron el 31 de octubre pasado en un campamento del frente 38 en zona rural de Puerto Asís, Putumayo. Su contenido se ha convertido en una especie de “joya de la corona” para los organismos de Inteligencia, que no conocían muchas comunicaciones de ‘Marulanda’.

 

En la carta, el jefe guerrillero se lamenta por la incautación de las tesis de la IX Conferencia que “permitió al Estado producir reajustes a la estrategia complementaria del Plan Patriota”, y de los tres computadores encontrados en el campamento donde fue abatido ‘Reyes’ en Ecuador.

 

Curiosamente, mucho más adelante, en un aparte de la carta dice que “nunca fui informado por el camarada ‘Raúl’ de que tenía un campamento en el Ecuador” y que siempre pensó que estaba en Putumayo.

 

‘Marulanda’ dice que “los secretos de las Farc se han perdido totalmente con documentos secretos y conclusiones de la IX Conferencia” que han sido mostrados a la opinión como “trofeo de guerra”, y agrega que van a ser explotados por el Gobierno para promover una campaña internacional contra los gobiernos de Hugo Chávez, Rafael Correa y Daniel Ortega, y “justificar acciones penales contra ciudadanos que en muchos casos nada tienen que ver con la guerrilla”.

 

Habla de la compra de armas en Panamá, de una oferta para “crear u organizar una empresa rentable en Venezuela” cuyos beneficios serían para las Farc y de “ofrecimientos de materiales del amigo Ortega”

Añade que tardará meses y hasta años reconstruir la documentación y las relaciones políticas internacionales, y que para hacerlo es necesario acudir a la “antigua comisión internacional en cabeza de ‘Ricardo’ (Rodrigo Granda), ‘Marcos’ (Calarcá) y ‘Olga’ (Marín), porque no solo murió ‘Raúl’ sino todo el comando sin dejar huellas de lo que existía en organización clandestina de partidos” y bienes en varias partes.

 

En este sentido, ‘Tirofijo’ menciona una hacienda para los lisiados de guerra, “cuya inversión, si la memoria no me falla, tiene que figurar en los libros de contabilidad de Jorge” (¿’el mono Jojoy’?). Y además habla de la compra de armas de varios calibres, en Panamá, de dinero que debían recibir en varias etapas, de una oferta para “crear u organizar una empresa rentable en Venezuela”, cuyos beneficios serían para las Farc, de “ofrecimientos de materiales del amigo Ortega”, y de propuestas de ‘narcos’ para ayudar al grupo. Al respecto anota que “aunque el Secretariado no ha tomado en serio este asunto, es posible que el Gobierno, ni corto ni perezoso, tome como pretexto esta propuesta contra nosotros”.

 

La lectura de la carta de ‘Tirofijo’ deja claro que la muerte de ‘Reyes’ es, hasta hoy, el más duro golpe propinado por el Gobierno contra las Farc. El jefe guerrillero reconoce que sus efectos son por el momento “difíciles de calcular”.

 

Acuerdo humanitario

El tema del acuerdo humanitario también ocupa la atención de ‘Marulanda’. Menciona un plan en varias etapas con Chávez a la cabeza y señala que su propuesta para liberar prisioneros enemigos después de un tiempo transcurrido en Venezuela, un asunto que el mandatario habría planteado a comienzos de 2008, “no la podemos aceptar sin antes firmar un acuerdo entre los gobiernos y Farc, interesados en el acuerdo humanitario. Por el momento veo tarde esa posibilidad por lo ocurrido al Secretariado”.

 

Menciona un plan en varias etapas con Chávez a la cabeza y señala que su propuesta para liberar prisioneros enemigos después de un tiempo transcurrido en Venezuela

Menciona también el encuentro de mandatarios del Grupo de Río en Santo Domingo, “cuyas conclusiones contienen una buena dosis de veneno contra quienes nos apoyan, con pruebas tomadas de los computadores y mostradas en televisión, leídas en plena asamblea por Uribe“.

 

Con respecto a Chávez, desmontado por Uribe de la mediación el 22 de noviembre de 2007, ‘Tirofijo’ afirma que desconoce las dificultades que tiene para gobernar, pero dice que lo ve “calmado, sereno”, aunque “medio enredado en sus decisiones de retirar las tropas de la frontera (…) sin prevenir una posible maniobra igual a la realizada en Ecuador contra ‘Raúl’ y su comando”. Y agrega que es necesario tomar medidas para evitar lo ocurrido con ‘Reyes’, “porque a Uribe le importa un pito atacar fuera de la frontera al Secretariado” y lo que quiere es acabar con las Farc “a cualquier precio y costo político”.

 

Dice que “muy hábilmente Chávez se fue por las ramas contrarrestando los ataques y haciendo descargos“, y que según comentarios de prensa las relaciones diplomáticas con Uribe han comenzado a mejorar.

 

Señala que ve muy difícil cualquier acuerdo humanitario en medio del triunfalismo de Uribe y de las Fuerzas Militares, que antes las Farc deben endurecer su posición frente al Gobierno y que pasará largo tiempo mientras se producen los ajustes por la muerte de ‘Reyes’, responsable para hablar del intercambio.

 

Los infiltrados

‘Tirofijo’ no puede ocultar en la carta preocupación por los golpes infligidos a la organización y afirma que, aunque sensibles, no significan un retroceso irreparable.

 

Advierte que no pueden depositar demasiada confianza en algunos oficiales y tropas de Venezuela y Ecuador “porque en ambos países hay una seria oposición a las tendencias democráticas y progresistas de sus gobernantes

Pero expresa inquietud por la insuficiente preparación ideológica, conciencia y lealtad con los principios revolucionarios y los mandatos de los organismos superiores, lo mismo que por la “falta de aplicación de las normas y de contrainteligencia”.

 

En pocas palabras, reclama porque sus hombres han bajado la guardia, lo que ha permitido infiltraciones que les han hecho mucho daño. Y aunque dice que la infiltración no es nueva, que la conoce desde cuando estuvo en el sur del Tolima, reconoce que los acontecimientos que rodearon la muerte de ‘Reyes’ están enredados, y señala la necesidad de reorganizar los estados mayores de los frentes golpeados “para impedir el desconcierto de algunas unidades”, promover “mandos probados donde hemos tenido fracasos”, e impedir la infiltración.

 

Advierte, además, que no pueden depositar demasiada confianza en algunos oficiales y tropas de Venezuela y Ecuador, “porque en ambos países hay una seria oposición a las tendencias democráticas y progresistas de sus gobernantes“, que permite al enemigo “hacernos inteligencia por este medio, para golpear sin el conocimiento de sus gobernantes”, como sucedió en el caso de Granda en Venezuela y de ‘Simón Trinidad’ en Ecuador.

 

Finalmente, acepta que han recibido golpes, unos más graves que otros, y que a pesar de la pérdida de cuadros importantes, la dirección de la organización “no había sido golpeada a lo largo de su historia”.

 

Alcances de la carta

La carta revela una alta dosis de sinceridad, hasta el punto de reconocer que las Farc han sido sensiblemente golpeadas por el Ejército

La carta de ‘Marulanda’ a sus hombres, cuya autenticidad ha sido reconocida por los organismos de seguridad del Estado, es un documento de gran importancia para las autoridades, en la medida en que clarifica los efectos internos que han producido en las Farc los recientes golpes militares.

 

Al tratarse de un documento de “consumo interno”, escrito sin mayores pretensiones políticas distintas a la de expresar sus inquietudes sobre lo que estaba pasando, la carta revela una alta dosis de sinceridad, hasta el punto de reconocer que las Farc han sido sensiblemente golpeadas por el Ejército.

 

Una posición que contrasta, por ejemplo, con la asumida por ‘Alfonso Cano’, sucesor de ‘Tirofijo’, quien en reciente entrevista concedida a Cambio 16 España, pretende mostrar una organización fortalecida militarmente.

 

El documento tiene, además, grandes y graves alcances en lo que se refiere a los que han sido considerados gobiernos amigos de las Farc: Hugo Chávez en Venezuela y Rafael Correa en Ecuador, a quienes ‘Marulanda’ trata con especial consideración y a quienes les otorga un papel protagónico en las futuras acciones políticas y militares de la organización entonces bajo su mando.

 

Una vez más sale a relucir el tema de los presuntos aportes económicos de Venezuela a las Farc -desmentido en su momento por el gobierno de Chávez- y del grupo guerrillero al Gobierno de Ecuador, también desmentido por el presidente Correa.

 

Haber obtenido el documento es tanto como haber capturado a varios miembros del Secretariado para que nos contaran qué piensan de las Farc

De cualquier manera, el que podría considerarse el “testamento de ‘Marulanda’ ” tiene un enorme valor para la suerte del grupo guerrillero, pues por primera vez se conoce el pensamiento de su máximo líder y sus planes para el futuro inmediato.

 

Como dijo un oficial de Inteligencia a CAMBIO, “haber obtenido el documento es tanto como haber capturado a varios miembros del Secretariado para que nos contaran qué piensan de las Farc y cómo creen que se encuentran en la actualidad”. Y ese, sin duda alguna, es otro duro golpe para ese grupo guerrillero.

 

OTRAS CARTAS

CAMBIO también obtuvo otras cartas que dejan evidencia de que la cúpula de las Farc quería mantener en secreto por un tiempo la muerte de ‘Marulanda’.

 

Una de ellas, del 27 de marzo, un día después de la muerte de ‘Marulanda’, y dirigida a ‘Sandra’ y a los integrante de La Pardo, Óscar y ‘Pilosa’, por un remitente desconocido, dice: “Sugiero buscar un lugar seguro, rendir honores al camarada y sepultarlo en lugar secreto (….) Mantener el secreto hasta cuando nos pongamos de acuerdo en la dirección para dar a conocer la noticia”.

 

En otras comunicaciones, ‘Alfonso Cano’ y ‘el Mono Jojoy’ se lamentan por la muerte de ‘Tirofijo’ y proponen nombres para suceder al legendario jefe de las Farc. En la carta que ‘Cano’ envía el 28 de marzo, ratifica el compromiso con la lucha y propone que Jorge Briceño “sea a partir del momento el nuevo comandante en jefe de las Farc”, y que ‘Catatumbo’ sea el nuevo miembro del Secretariado. Además, sugiere guardar el secreto hasta el 27 de mayo, cuando piensan hacer pública la noticia.

 

Un día después, ‘Jojoy’ responde y dice que “al que le corresponde asumir desde ya la responsabilidad” es a ‘Cano’ y manifiesta su acuerdo con que ‘Catatumbo’ pase a ser principal del Secretariado y con guardar el secreto hasta el 27 de mayo.

 

Vía Revista Cambio

Segunda bola dentro de Obama – Chamar El Chávez del Ocho de exportador de terrorismo

19/01/2009

Obama habló de Hugo Chávez en

un programa de

 televisión

El presidente electo Barack Obama dijo que el presidente Hugo Chávez “ha impedido” el progreso de América Latina, pero reconoció la importancia de Venezuela en el desarrollo regional y afirmó que desea trabajar con todos los países, incluido Cuba.

En una entrevista difundida el domingo, Obama expresó que está dispuesto a ablandar las restricciones de viajes y remesas desde Estados Unidos a la isla, pero que no levantaría el embargo y dialogaría con el gobierno del presidente Raúl Castro “siempre y cuando Cuba esté también dispuesta a desarrollar las libertades personales en la isla”.

Los comentarios fueron formulados en una entrevista con la cadena hispana de televisión Univisión, emitida en dos segmentos en programas diferentes: Aquí y Ahora, el martes, y Al Punto, el domingo. La estación no difundió una transcripción en inglés de la entrevista y las respuestas de Obama fueron silenciadas para dar paso a la voz de un traductor.

Esta es la primera vez que Obama aborda públicamente temas de interés para los hispanos en Estados Unidos y América Latina en general desde su elección en noviembre.

Afirmó que desea “un cambio” en las relaciones con Latinoamérica y sigue dispuesto a “hablar con quien sea cuando nos beneficie”.

Adelantó que en su participación en la Cumbre de las Américas de abril en Trinidad y Tobago dirá que Estados Unidos reconoce que “es sólo un vecino, y que todos los otros países –Brasil, México, Argentina, Chile–, todos en la región, tienen contribuciones importantes que aportar”.

“Nuestra responsabilidad como estadounidenses no es dictar políticas o lo que le conviene a otros países sino encontrar cooperación de interés mutuo”, dijo.

Para Obama, “Chávez ha sido una fuerza que ha impedido el progreso de la región”.

“Por otra parte, Venezuela es un país de importancia crítica en el comercio con toda la región, es un proveedor importante de petróleo”, declaró. “Es decir, nosotros estamos dispuestos a comenzar conversaciones diplomáticas de cómo mejorar las relaciones”.

Sin embargo, señaló que “hay que ser muy firmes cuando vemos estas noticias, que Venezuela está exportando actividades terroristas o respaldar a entidades maliciosas como las FARC. Eso crea problemas que no se pueden aceptar. Ese no es un buen comportamiento internacional que debemos esperar de cualquiera en el hemisferio”.

Chávez respondió el jueves al mandatario electo: “Estamos a tiempo de que el señor Obama rectifique cuando asuma la presidencia de los Estados Unidos… si él viene a respetar a Venezuela recibirá una respuesta respetuosa”, acotó.

Sostuvo que de no darse una rectificación “nos espera a nosotros entonces seguir la lucha contra el imperialismo sea blanco o negro, o como se vista”.

Elogió al presidente mexicano Felipe Calderón, con quien se entrevistó hace casi dos semanas en Washington, por haberse “enfrentado a los narcotraficantes de manera sin precedentes, poniendo en gran riesgo su persona y su administración”.

“El necesita nuestro apoyo”, comentó. “Tenemos una iniciativa (Mérida) para darle ayuda y Estados Unidos tiene que ser un socio en este proceso. Tenemos que hacer lo que tenemos que hacer para detener el flujo de armamentos a México que está armando a muchos de estos narcotraficantes, tenemos nosotros que participar para reducir la demanda en este país para las drogas”.

Excelente site sobre América Latina, Venezuela e Colômbia

09/09/2008

http://www.noticias24.com/

Raúl Reyes colômbia Mais computadores da guerrilha das FARC mostram ligação da FARC com Venezuela

06/09/2008

http://www.noticias24.com/actualidad/?p=17320

El gobierno de Colombia aseguró hoy que la información contenida en los computadores y memorias USB del jefe guerrillero “John 40″, cuyo campamento fue atacado esta semana, es más grande que la encontrada a “Raúl Reyes”.

Foto: Policía Colombia

El ministro de Defensa, Juan Manuel Santos, confirmó, de acuerdo a lo reseñado por Radio Caracol, que en total fueron tres computadores y 40 memorias las encontradas en Puerto Cachimo, Guaviare, donde se desarrolló el operativo.

“Nos va a dar información igual o más importante de la que obtuvimos en el ataque a Raúl Reyes“, dijo el ministro Santos quien añadió que “la información se irá revelando paulatinamente con el fin de no prevenir a esta guerrilla.

De otro lado, Santos informó que Gener García Molina, alias”John 40″, resulto herido en el bombardeo y huye herido por las selvas del Guaviare.

En el ataque, llevado a cabo por unidades de la Fuerza Omega, fueron abatidos 9 guerrilleros y 4 más fueron capturados.

Las autoridades colombianas presumen que el jefe guerrillero está protegido, en su huída, por 4 guerrilleros del frente 43, que alcanzaron a huir con él, indicó Santos.

Con información de Caracol Radio

O centro da questão – des Governo de Lula apóia Farc!

31/07/2008

“Não se sabe com exatidão quanta e quão detalhada foi a informação que o presidente Uribe deu ao presidente ‘Lula’, mas o que poderia chamar-se “O dossiê Brasileiro” teria implicações mais sérias que as derivadas da informação relacionada com a Venezuela e Equador. Cambio conheceu 85 correios eletrônico que, entre fevereiro de 1999 e fevereiro de 2008, circularam entre ‘Tirofijo’, ‘Raul Reyes’ ‘el Mono Jojoy’, ‘Oliverio Medina’ – delegado das FARC no Brasil – e dois homens identificados como ‘Hermes’ e ‘José Luis’. A julgar pelo conteúdo das mensagens, a presença das FARC no Brasil chegou até as mais altas esferas do governo de Lula, o Partido dos Trabalhadores (PT) – o partido do Presidente -, a direção política e a administração da Justiça. Neles são mencionados cinco ministros, um procurador geral, um assessor especial do Presidente, um vice-ministro, cinco deputados, um conselheiro e um juiz superior”. 

Lula e Farc – primeira vez que a Folha de S. Paulo admite:

31/07/2008

http://www.cambio.com.co/portadacambio/787/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR_CAMBIO-4418592.html

Libertad Ingrid está livre

02/07/2008

Viva Uribe!!