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Só as táticas anti-guerrilha do Exército podem resolver a Questão Indígena

25/09/2013

Índios brasileiros recebem treinamento de guerrilha na Colômbia

A agência de notícias EFE informou ontem que um indígena brasileiro que integrava as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) APOIADAS PELO PT E FIDEL CASTRO NO FORO DE SÃO PAULO E MAIORES FORNECEDORES DE COCAÍNA PARA O MUNDO se entregou e disse que pelo menos 30 índios de várias etnias foram integrados à organização guerrilheira. As informações foram passadas à EFE pelo exército colombiano.

Segundo um comunicado, o indígena, conhecido pelo codinome “Hernán”, de 24 anos, foi recrutado pelas Farc em uma zona rural de Inirida, capital do departamento colombiano de Guainía, na fronteira com Venezuela e Brasil.

Ao se entregar, “Hernán” disse aos militares que pertence à tribo curripaco e que estava há seis meses nas Farc. Um indígena menor de idade se entregou aos militares junto com “Hernán”, mas o exército não deu mais informações sobre sua origem.

“Hernán” denunciou que outros 30 índios, dos povos cubeo, tucano e desano, também foram recrutados pelas Farc.

O índio afirmou que ao ingressar no grupo os guerrilheiros prometeram alimentação, roupas e transporte. Além disso, contou que os rebeldes o ensinaram a atirar e a manejar explosivos.

“Hernán” disse ainda que trabalha construindo trincheiras, coletando lenha e realizando outras atividades.

– See more at: http://www.questaoindigena.org/2013/09/indios-brasileiros-recebem-treinamento.html?spref=fb#sthash.vFy4leQB.dpuf

FARC: Manifesto Anti-Terrorista – As Farcs apoiadas pelo PT

26/08/2013

FARC: Manifesto Anti-Terrorista

Publicada por Voz da Revolta – Manifesto Popular Português |

MANIFESTO ANTI-TERRORISTA

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Guerrilheiros das FARC-EP.

As FARC-EP (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia – Ejército del Pueblo) são uma organização político-militar de inspiração marxista-leninista. Sendo uma milícia paramilitar, argumentam que o comunismo só pode ser implementado através de uma revolução armada.

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Parada militar.

As FARC estão classificadas, pela ONU e UE, como uma organização terrorista. Sendo também acusadas pela comunidade internacional de obter financiamento através extorsões, sequestros, tráfico de droga e tráfico de armas.

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Crianças guerrilheiras.

As FARC recrutam, geralmente à força, crianças. A Human Rights Watch estima que a maior parte dos combatentes da linha da frente, são menores de idade, muitos chegando a ter 12 anos, estimando assim, um total de 5000 crianças. Muitas crianças são também usadas como bombas suicidas. As crianças que tentam escapar das fileiras da guerrilha são punidas com tortura e morte.

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A cidade de Granada após a passagem das FARC.

Ultimamente algo se tem falado, contudo não o suficiente, da sua presença em Portugal, em que uma delegação do Partido Comunista da Colômbia (face política das FARC) marcou presença na festa do Avante! Contudo, os dirigentes do Partido Comunista Português, quando confrontados com tal acusação, alteram o discurso referindo as «diferentes concepções de terrorismo entre o PCP e a UE» e alegando também a passagem de «voos da CIA em território português».

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A comissão de Paz que se dirigia a um encontro com as FARC, tendo sido surpreendida pelas mesmas.

Diz o povo: «Quem não deve não teme» e esta inquietude do PCP tornou-se algo estranha e denunciante de conivência. Mesmo nos seus sites e blogs satélites, verificou-se uma tentativa, de limpar a imagem do PCP. Todavia, e ao contrário do que o PCP quis transparecer, as FARC confirmaram no seu site oficial, a presença na festa Avante!

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Colar-bomba colocado em Elvira Cortés, após se ter recusado a pagar uma extorsão de 7.500 dólares.

Assim como cidadão nacional, considero que a presença de uma organização terrorista em território português, a convite do PCP, pôs em causa a segurança interna. E classifico esta atitude como totalmente irresponsável e ilegal perante as leis portuguesas e internacionais, como tal, compete ao estado português fazer cumprir-se a lei.

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Campo de Prisioneiros das FARC.

Por isso deixo o meu manifesto pela justiça e pela segurança interna, invocando os Artigos 272.º e 273.º da Constituição da Republica Portuguesa e a Lei n.º 52/2003:

Artigo 272.º (Polícia)

1. A polícia tem por funções defender a legalidade democrática e garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos.

Artigo 273.º (Defesa nacional)

1. É obrigação do Estado assegurar a defesa nacional.

Lei n.º 52/2003 de 22 de Agosto

Lei de combate ao terrorismo (em cumprimento da Decisão Quadro n.º 2002/475/JAI, do Conselho, de 13 de Junho) – Décima segunda alteração ao Código de Processo Penal e décima quarta alteração ao Código Penal.

Artigo 2º
Organizações terroristas

2 – Quem promover ou fundar grupo, organização ou associação terrorista, a eles aderir ou os apoiar, nomeadamente através do fornecimento de informações ou meios materiais, ou através de qualquer forma de financiamento das suas actividades, é punido com pena de prisão de 8 a 15 anos. 

Fonte: Blog “Demokratia”

O PT apóia as FARCs terroristas traficantes de droga da Colômbia

08/08/2013

Brasil um pais de todos?: Todo Brasileiro precisa assistir este video – PT & FORO SÃO PAULO

Governador da colombia sequestrado e degolado pelas FARCs – Exemplo do que é esquerda, do que é comunismo que o PT apóia

02/03/2013

Uribe: “Lo degollaron miserablemente”

Hallado muerto el gobernador colombiano secuestrado por las FARC.- El cuerpo de Luis Francisco Cuéllar, de 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos.

AGENCIAS – Bogotá – 23/12/2009

El gobernador del Departamento colombiano del Caquetá, Luis Francisco Cuéllar, secuestrado el lunes por presuntos guerrilleros de las FARC, ha aparecido muerto en la zona rural de Sebastopol, cerca de la capital de la región, situada en el sur del país. El cuerpo sin vida del político, que este martes cumplía 69 años, presentaba heridas de bala y llevaba un cinturón de explosivos, han informado las autoridades regionales colombianas.

Luis Francisco Cuéllar fue secuestrado por guerrilleros y fue degollado en las montañas cuando éstos se vieron acorralados. – AGENCIA ATLAS

  • El suceso ha conmocionado a la clase política colombiana. El presidente Uribe, que este martes había ordenado personalmente el rescate militar del gobernador, ha lamentado la muerte de Cuéllar en unas declaraciones concedidas a los medios colombianos. “Fue degollado, miserablemente lo degollaron”, ha dicho el mandatario.

“En Colombia, el secuestro no pagará. Seguiremos en la tarea de seguridad para derrotar el secuestro”, ratificó Uribe, que se lamentó de que las FARC hayan respondido de esta manera a las garantías que les ha dado el Gobierno para la anunciada puesta en libertad de dos rehenes.

Horas antes de conocerse el desenlace del secuestro, Uribe repudiaba el suceso y señalaba directamente a las FARC como autoras del suceso. “¿Quiénes lo secuestraron? Estos mismos bandidos que quieren hacer de la liberación de los otros secuestrados un show. Estos mismos bandidos que se burlan del país, que se consiguen unos apoyos internacionales para tratar de validar su terrorismo en Colombia”, declaró el presidente colombiano.

El secuestro de Cuellar se produjo en Florencia, la capital del departamento donde era gobernador, donde una veintena de hombres armados irrumpieron en su casa. “Fue sacado a la fuerza de su domicilio”, explicaba a la prensa el secretario de Gobierno del Caquetá, Edilberto Ramón Endo, y agregaba que la acción la realizaron unos hombres que “vestían prendas exclusivas del Ejército Nacional y que, al parecer, son de las FARC”.

Endo detalló que los secuestradores lanzaron una granada contra la puerta de la casa de Cuéllar, lo que desató un enfrentamiento en el que perdió la vida uno de los policías del servicio de escoltas del gobernador, mientras que otros dos agentes resultaron heridos. Los secuestradores subieron al gobernador a un vehículo todoterreno y huyeron hacia la zona montañosa cercana a la ciudad, donde a primera hora del martes fue encontrado el coche calcinado.

El gobernador ya había sido secuestrado en otras cuatro ocasiones por su actividad como ganadero, reveló el secretario de Gobierno del Caquetá, quien indicó además que venía siendo amenazado y había solicitado mayor protección. Cuéllar era, además, el político de mayor rango secuestrado por la guerrilla desde 2002, fecha en la que fueron capturados el gobernador de Antioquía y un ex ministro de Defensa. Ambos fueron asesinados por las FARC tras 13 meses de cautiverio.

Los servicios de inteligencia colombianos habían advertido de un repunte de los actos terroristas de las FARC ante las próximas citas electorales (legislativas en marzo y presidenciales en mayo), como exhibición de fuerza tras los golpes recibidos en los últimos años, con el acorralamiento por parte del Ejército, la muerte de sus máximos jefes y la constante sangría de las deserciones.

En este contexto se inserta el secuestro y asesinato de Cuéllar, que pone de relieve que, pese a los reveses militares, la guerrilla sigue siendo capaz de actuaciones de “alto perfil”. “Hay un esfuerzo por parte del narcoterrorismo para perturbar la democracia”, dijo el ministro de Defensa, Gabriel Silva, “pero el Estado colombiano está firme en enfrentarlos”.

Terrorista das FARCs vive na boa na Venezuela de Chávez – Olha o inimigo do Capitalismo em um super moto

28/02/2013

TODO COMUNISTA É CÍNICO E MENTIROSO!TERRORISTA DAS FARC, AMIGO DE LULA E DO PT, PASSEIA COM SUA HARLEY DAVIDSON PELAS RUAS DA VENEZUELA!

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Todo cidadão decente tem a obrigação moral e ética de denunciar a vagabundagem esquerdista. Quem se cala é por que consente. Faz parte da escumalha assassina! Esta é a verdade! Não tenham dúvida. Quem usa as redes sociais apenas para exibir-se ou veicular amenidades e sub-literatura, pode crer que é um esquerdista enrustido que faz que não vê esse turbilhão de iniquidades.

Quem diz que não gosta de política é um mentiroso, quando não um covarde. E é por causa dos covardes que estamos sendo governados por um partido que é amigo das FARC, os porcos comunistas assassinos.

Esta foto mostra o chefe das FARC, Iván Márquez montado numa luxuosa Harley Davidson livre e solto.

Fidel Castro Rúz – Rei do Tráfico de Drogas da América Latina

04/01/2013

EL EJE CASTRO-NORIEGA

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EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:40 pm

Como dentro de poco, será liberado el narcotraficante Manuel Antonio Noriega; he decidido postear este artículo. Para que no quede en el olvido, la personalidad de este compinche de Castro; muy activo y unido, a aquellos que el sanguinario cubano; asesinó como resultado de la Causa 1 del 89.
                                                                                                                                                                                                                                     EL EJE CASTRO-NORIEGA Foto de una reunión celebrada en la Habana, con la
presencia de Castro, Noriega; y Barba Roja. Durante la misma se planearon, las operaciones de “La selva del Darien”

Durante el mismo período en que se crea el Cartel de Medellín, el general Manuel Antonio Noriega toma el poder en la República de Panamá.

Con el nacimiento del eje Cuba-Panamá-Nicaragua y de los carteles de la droga se conformó una situación muy particular que dio inicio a la más compleja y vasta organización jamás imagina:

la alianza de traficantes, presidentes, generales, guerrilleros; banqueros, contadores y teóricos‑políticos, que, juntos, unirían esfuerzos para obtener ganancias multimillonarias.

El general Omar Torrijos, como jefe de gobierno de Panamá, reinició las relaciones diplomáticas con el régimen cubano, comenzando así un proceso de acercamiento que culminó con la instalación de un entramado comercial de amplias proporciones.

En el período 1974‑1981 las relaciones entre Cuba y Panamá estuvieron regidas por la política exterior de apertura diseñada por el general Torrijos.

La inteligencia checoslovaca había abierto la brecha para el bloque soviético en Panamá, al participar muy al principio en las operaciones cubanas bajo el nombre código de “Pablo”.

En los albores de la década del setenta, las autoridades norteamericanas se hallaban nerviosas por dos elementos que surgían en la superficie del tablero panameño: la relación de Torrijos con Castro, que cada día se hacían más intensas, y la evidente participación del ejército panameño en el narcotráfico que facilitaba el intercambio de drogas por armas para las guerrillas.

El hombre clave en ambas operaciones sería José Martínez, un allegado de Torrijos. El general Torrijos no puso objeción a que compañías cubanas se establecieran en Panamá con el objetivo de operar desde la zona libre de Colón.

El gobierno cubano llegó a convertirse en importante cliente de la “zona libre” y de los comerciantes panameños.

El Departamento América estableció entonces relaciones estrechas con el jefe de las Fuerzas de Defensa de Panamá, Noriega.

En 1975, el capo de los servicios secretos cubanos para el continente, Piñeiro, viajó varias veces a Panamá con el objetivo de asesorar al presidente Torrijos en todo lo concerniente a las negociaciones de los tratados canaleros con los Estados Unidos.

Ese noviembre, Piñeiro encabezaría otra amplia delegación de los servicios secretos cubanos que sostendría negociaciones en Panamá con funcionarios de ese país. Entre ellos figuraba Noriega, Jefe de la Inteligencia panameña. Lenta pero sistemáticamente crecía la hidra.

Según un informe del buró político del partido Nueva Joya de Granada, los cubanos vincularon con la mafia a Unison Whiteman, hombre de confianza de Bishop, durante su estadía en Panamá con motivo de los funerales de Torrijos. Dicho enlace tenía como fin el asegurar algunos componentes vitales para el aeropuerto que construían los cubanos en Granada.

A la muerte de Torrijos asumió el mando de la Guardia Nacional de Panamá el general Rubén Darío Paredes, quien durante el breve lapso de su gestión distanció al gobierno panameño de la influencia de La Habana.

En varias ocasiones, tanto en reuniones públicas como privadas, Paredes expresaría a Castro su oposición a la política del cubano hacia Centroamérica y especialmente hacia Panamá.

La desaparición de Torrijos y los dos años en que Paredes desempeñó el cargo de Comandante en Jefe cambiaron radicalmente la situación panameña con relación al gobierno cubano, coincidiendo también en esta etapa dos elementos importantes en la historia de América Latina: el surgimiento del Cartel de Medellín y el incremento extraordinario del tráfico de armas en Centro y Suramérica.

En Panamá, con el concurso de ramificaciones de izquierda y miembros de los partidos comunistas locales, Cuba crearía las condiciones para inclinar a Noriega hacia una colaboración con La Habana, infiltrando las Fuerzas de Defensa.

En Panamá no existió la necesidad de derrocar al gobierno sobornable de Noriega. Cuba no tuvo que promover allí a ningún conjunto de presión o colectivo insurgente para utilizar el espacio panameño como pedestal seguro y santuario de las operaciones ilegales en el continente que acarreaba entre otros Tony de LaGuardia.

Con el consentimiento del gobierno panameño, los cubanos ensamblaron toda suerte de negocios para sostener las insurrecciones en la comarca, para realizar sus operaciones y burlar el embargo norteamericano, y para perpetrar la transferencia de alta tecnología desde los Estados Unidos al entonces bloque soviético.

En este gran diseño, dos tentáculos cubanos asumirían las riendas de las operaciones: el Departamento MC bajo el puño de Tony de LaGuardia y los espías de Piñeiro.

Por su parte, la insurgencia sandinista había planteado una cooperación más profunda entre los servicios secretos de Cuba y los de Panamá. Noriega facilitó su país para que La Habana estableciese la infraestructura necesaria con que remitir armamentos a los sandinistas.

Las operaciones estuvieron a cargo del agente cubano Luís Hernández Ojeda, el hilo directo con Piñeiro en La Habana. Ya para 1978, el agente de la DEA norteamericana, Avelino Fernández, hacia pública la conexión de Noriega con el tráfico de drogas, y de que Castro estaba específicamente identificado en el mismo desde 1964.

La impecable fachada e infraestructura formada en Panamá descansaba en una combinación de compañías del país conjuntamente con comerciantes cubanos exilados que se prestaron al enjuague con Castro. Esas sociedades estaban ubicadas en Ciudad Panamá y en la zona franca de Colón. Los gerentes de tales negocios disponían de documentación para entrar en los Estados Unidos.

Sería a partir de 1980 que las diligencias del Departamento América en Panamá cobraron un vehemente ímpetu. En 1982, el responsable de los operativos cubanos en Panamá, Luis Hernández, fue reemplazado por el experimentado veterano José Luis Ojalvo, quien había prestado servicios en Colombia hasta el rompimiento de relaciones de Bogotá con La Habana.

Ojalvo sostuvo en Panamá estrechas conexiones con figuras políticas como Marcel Salamín, José Blandón y los hermanos Souza, del Partido del Pueblo.

Así, Panamá se transformó en un sitio de reuniones clandestinas, y de hospitalización y residencia de los miembros del Farabundo Martí de El Salvador. Incluso, el conciliábulo oculto entre el líder Roberto D’Aubuisson, del conservador partido ARENA de El Salvador, con componentes cubanos del Departamento América para negociar el cese de las hostilidades, tuvo lugar en Panamá.

En septiembre de 1982, Piñeiro y Osmani Cienfuegos llegaron a Panamá. Piñeiro coordinaba el narcotráfico por la parte cubana; Cienfuegos se encargaba del aspecto financiero y comercial de las actividades ilícitas.

Estas operaciones se facilitaron ya que quien realmente mandaba en la Guardia Nacional de Panamá era el general Noriega, ya que Paredes estaba más preocupado con su aspiración a la presidencia durante las elecciones de 1984 que en atender su cargo de Comandante en Jefe.

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Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

El 12 de agosto de 1983, Noriega toma el mando de la Guardia Nacional en sustitución del general Paredes, realizando una extensa purga y colocando a hombres de su confianza en los puntos claves del ejército y del gobierno, de instituciones financieras y de aduanas, de aeropuertos, de embajadas y consulados. Una vez en control absoluto de esta maquinaria, Noriega establece una alianza con Castro sin precedentes en el continente, que incluiría el intercambio de información de inteligencia, operaciones comerciales, el apoyo a insurrecciones, y negocios ilícitos como el narcotráfico.Noriega aportaba a esa relación su larga trayectoria como jefe de la Inteligencia panameña. Ya desde los tiempos del general Torrijos, Noriega había establecido vínculos estrechos con el Ministerio del Interior de Cuba, y muy especialmente con el general Abrantes y la alta oficialidad de ese organismo. Lo mismo había hecho con el jefe del Departamento América, Piñeiro, y con sus cuadros para América Latina y Estados Unidos. Los cubanos también se acercaron a otros oficiales panameños -como el capitán Felipe Camargo, Luís del Cid, Cedeño, Mejías, Cortizo, Madriñán, Luís Córdoba- y al grupo de civiles más cercanos a Noriega.Noriega estableció estrech­as relaciones personales con los sandinistas en medio de la lucha contra Somoza. Una vez en el poder, los hermanos Ortega utilizarán los mismos esquemas organizativos que los cubanos en las operaciones comerciales, políticas y militares. El contacto en Nicaragua sería Humberto Ortega, Ministro de Defensa, y todo el aparato de Seguridad del Estado en manos de Borge y Lenín Cerna.Conforme al testimonio de Blandón, hombre de confianza de Noriega, una parte del sobrante de las armas compradas para los sandinistas, que habían quedado al cuidado de “grupos chilenos” fue vendida por colaboradores de Noriega al M-19 de Colombia.Los agentes de Piñeiro adquirían en la zona franca de Colón equipos de comunicaciones para el uso de las guerrillas de El Salvador y Colombia. Allí tuvo lugar también una vasta convención entre los hombres de Piñeiro y subversivos colombianos como Navarro Wolf, Rosenberg Pabón, y Jaime Batemán; a quienes se les proporcionó documentación falsa y fueron enviados a Cuba4. Valiéndose de sus contactos con la Fuerza de Defensa panameña, los cubanos transfirieron armas a los alzados colombianos; y durante la era de Noriega, emplearon al oficial panameño, Camargo, como su mediador.
Anonymou
Invitado

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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

EN LA SELVA DEL DARIENEn reunión sostenida por Noriega en Panamá en 1984 con los jefes del narcotráfico en Colombia se ofreció el pago de la deuda externa panameña a cambio del uso de ese territorio como santuario. Los cabecillas del Cartel de Medellín trasmitieron una similar oferta a las autoridades colombianas a través del ex presidente de Colombia, Alfonso López Michelsen: el pago de la deuda externa si se les dejaba en paz. El Cartel de Medellín se hallaba en dificultades, sobre todo después que la policía colombiana detectara un embarque de éter para procesar cocaína, causando una extensa investigación que resultaría en la destrucción del centro de procesamiento de cocaína más grande del mundo.El Ministro de Justicia colombiano, Rodrigo Lara Bonilla, determinó deportar a los más notorios jefes del Cartel a los Estados Unidos. El Cartel le puso un “contrato” a Rodrigo Lara, provocando así que Pablo Escobar Gaviria (alias el Padrino) los jefes de la familia Ochoa de Colombia, y otros capo tuviesen que huir y buscar refugio. Algunos lo lograrían en Cuba; los más fueron recibidos por Noriega quien les extendió la alfombra de bienvenida.El conocido narcotraficante Carlos Lehder, que en 1991 pasaría a ser testigo principal en el caso contra Noriega en Estados Unidos, dará fe en sus testimonios de que Rodrigo Lara fue asesinado para impedir que revelara las conexiones de López Michelsen con el Cartel, como era su intención. La presencia ilegal del Cartel en Panamá, bajo protección de Noriega, resultó de beneficio para el dictador, quien logró mover hacia su dirección una tajada del negocio de narcóticos. Así fue como el Cartel trasladó parte de sus operaciones a Panamá, enviando un centenar de personas para realizar dichas operaciones, como contadores, abogados, al igual que familiares, que recibieron de Noriega protección y documentación.Irónicamente, los altos jefes del Cartel se mudaron a las casas anteriormente ocupadas por funcionarios estadounidenses del Fuerte Amador cuya propiedad había sido traspasada a Panamá bajo los tratados canaleros. El resto del personal fue hospedado en el Hotel Marriott. Los Estados Unidos, alertados por funcionarios panameños de la existencia de una planta procesadora de cocaína descubierta por indios de la zona del Darién, comenzaron a presionar al general Noriega.Ya las relaciones entre Washington y Noriega atravesaban una etapa difícil; Noriega también enfrentaba conflictos con la oposición interna luego del escándalo de fraude en las elecciones de mayo de 1984. En esta pinza entre el Cartel y Washington, Noriega tendría que enfrentar a uno de los dos. Pero para Noriega, la crisis con el Cartel había comenzado desde finales de 1983, cuando una avioneta en la que viajaba Batemán, jefe del M-19 desapareció en el trayecto entre Colombia y Panamá con $10 millones de dólares.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:41 pm

Batemán había sido entrenado en Moscú; era, además, amigo íntimo de Castro y de Piñeiro. Batemán deseaba negociar una tregua y quizás una unión entre su movimiento y un escuadrón derechista controlado por el Cartel de Medellín. Noriega negará la existencia del dinero en el lugar del accidente, causando la ira del Cartel de Medellín. Según la testificación de Lehder5, la disputa de Noriega con el Cartel surge porque el panameño exige una tajada mayor de las operaciones, demandando $1 millón por encima de los $5 millones originalmente negociados por ofrecer santuario en territorio panameño al que lo necesitase.Escobar, un hombre brutal que llegó a amasar una inmensa fortuna mala habida, estaba enfurecido por la petición de Noriega. El 20 de mayo de 1984, casi todos los jefes del Cartel (Gustavo Gaviria, Pablo Correa, Alfonso Cárdenas, Escobar y García Rodríguez Gacha) viajaban hacia Panamá para conferenciar con Noriega y llegar a un acuerdo sobre el uso del laboratorio en el Darién. Cuando el Cartel le niega a Noriega su exigencia de dinero, éste ordena a la Fuerza de Defensa Nacional a arrasar el centro de procesamiento de cocaína del Cartel en la jungla de Darién, que se lleva a cabo al día siguiente. Así es como Noriega viola el acuerdo multimill­onario hecho con Escobar.El ataque contra Darién fue un dolor de cabeza; era la acción más imprudente realizada en el negocio de las drogas. Noriega nunca le diría a sus socios de Medellín que les traicionaría para complacer a los Estados Unidos. El 23 de junio, apenas un mes después del destrozo de Darién, Blandón, asesor de confianza de Noriega, volaba a Cuba con Camargo, eventual jefe del G‑2, para discutir el ataque a Darién.Blandón y Camargo se entrevistaron con Piñeiro, quien arregló la entrevista entre los panameños, el Cartel, y Castro. Los intereses del Cartel estuvieron representados por López Michelsen. Castro expresó, según el testimonio de Blandón, que el enfurecimiento de los colombianos por el ataque de Darién era peligroso para Panamá y para todo el mundo6. “El Cartel puede transformar a Panamá en un campo de batalla si Noriega le causa problemas. Sería una lucha entre las fuerzas de defensa y el Cartel”.Blandón dio a entender claramente su sorpresa ante el conocimiento detallado que del Cartel mostraba Castro. El mandatario cubano señaló que los líderes del Cartel estaban ansiosos por ver en libertad a sus miembros detenidos, ya que se corría peligro de que estos engrosaran la lista de testigos contra el Cartel en las cortes de los Estados Unidos. Castro también fue portavoz de las exigencias del Cartel en cuanto a dinero y aviones, así como de un nuevo acuerdo para conducir los negocios.Blandón recibió instrucciones de comunicarle a su jefe en Panamá que en La Habana le esperaba alguien conocido para dichas negociaciones: Michelsen. A su llegada a La Habana el 25 de junio procedente de Nueva York, Noriega, Michelsen y Castro se reunieron para discutir estos pormenores. Noriega partió de regreso a Panamá con una fuerte escolta personal suministrada por Castro. Sin duda, estaba jugando con fuego: negociaba con el Cartel a la vez que traicionaba a los colombianos, había sido sorprendido por los americanos en este juego, y ahora caía en manos de Castro. De acuerdo con la deposición de Lehder, el disgusto del Cartel era máximo, al punto de considerarse planes para eliminar a Noriega. Desde Nicaragua, Piñeiro les recomendará que “no debían actuar de forma violenta”; según Lehder, el problema quedaría resuelto con la devolución de dos millones de dólares por parte de Noriega.
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

UN CENTRO DE ESPIONAJEPanamá, con su privilegiada posición geográfica, su centro financiero, la facilidad para crear corporaciones, y la zona libre de Colón, tenía los elementos básicos que requerían los cubanos para una operación en gran escala. Castro hizo de Panamá un eslabón clave en su política de evadir el bloqueo norteamericano; allí establecería su base de operaciones para lograr ingresos en dólares, para la obtención de alta tecnología occidental y para la exportación de ciertos productos de Cuba.A Castro no le importó la carga política que representaba aliarse con Noriega, ya que por el contrario, esa relación representaba una magnífica fuente de divisas. Es por ello que, desde los inicios de las relaciones con Noriega, Cuba definió claramente una estrategia: renunciar a la hegemonía política en Panamá en favor de las prioridades económicas que le ofrecía dicha alianza.Los bancos de Panamá eran aprovechados como estaciones de lavado de dinero. Panamá utilizaba a Luis del Cid en el correo de fondos con El Cartel y de contacto ejecutivo con los cubanos. En esta red de Noriega para el narcotráfico figuraba destacadamente el empresario panameño Enrique Pretelt. Otros dos panameños -Ciro Moscoso y Jaime Tejada- poseían vínculos para la adquisición de medios militares para el ejército de Cuba. Según el mayor de la seguridad cubana, Florentino Azpillaga, Noriega se ocuparía personalmente de comprar armas para Cuba, que luego eran transferidas a los guerrilleros de El Salvador, Honduras y Colombia.Todas las operaciones comerciales de Cuba estarían a cargo del Ministerio del Interior, a través del grupo CIMEX (Actividades de Empresas en el Exterior) que encabezaban Emilio Aragonés y Osmani Cienfuegos. Tony de LaGuardia dirigía este grupo de compañías registradas en Panamá desde su Departamento MC; todas ellas realizaron sus operaciones bajo la protección de Noriega, utilizando únicamente abogados y empresarios no vinculados a grupo alguno del sector de la izquierda panameña.En la actualidad todavía existen corporaciones que operan en coordinación con entidades similares ‑también controladas por los cubanos‑ para evadir el bloqueo económico y para realizar actividades lícitas e ilícitas en otros países. Por ejemplo, cuando se establece la compañía de transporte Caribbean Happy Line Co., en Panamá, ésta será controlada por Carlos Duque, en representación de Noriega, y por Rubén Cuenca Montoto, en representación de los cubanos. Caribbean Happy Line tiene conexiones directas con sus homólogas la Anglo Caribbean Shipping en Londres, la Cariberia en España, la Taíno Shipping en Bélgica y la Reimor S.A., en Méjico; todas ellas controladas por Cuba.En un principio, Noriega les proporcionaba todo tipo de ventaja, desde bandera panameña para sus barcos, hasta pasaporte panameño para los marinos cubanos, servicio de consulado, documentación y asesoría legal. De acuerdo con el Departamento de Comercio de los Estados Unidos, de las 60 compañías pantallas que Cuba operaba en Panamá en 1986, alrededor de 20 participaban en el tráfico de armas hacia las guerrillas latinoamericanas.

Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

La compañía CIMEX, realizaba el grueso de tales negocios para lo cual utilizaba el aparato del MC dirigido por el coronel Tony de LaGuardia. Las operaciones políticas estarían supervisadas por el Departamento de América; los contactos militares por el general Abelardo Colomé Ibarra y por Tony de LaGuardia. Para instrumentar esta estrategia, el MININT instaló a sus agentes en Panamá. El encargado de las actividades con la máxima jerarquía del gobierno cubano era Cienfuegos. Compartirá con él estas responsabilidades el jefe del Departamento de América, Piñeiro, y el entonces Ministro del Interior, general Abrantes. El MININT disponía de sus agentes operativos como fachada en la embajada cubana en Panamá; otros espías figurarán en la gerencia de las compañías creadas allí.En 1986 se llevaron a cabo unos insólitos contactos clandestinos entre el servicio secreto israelí -el Mossad- y la inteligencia cubana, por medio de la conexión panameña. En tres ocasiones, el panameño Camargo acompañó al espía israelí Mike Harari a La Habana. Allí el enviado del Mossad expresó a los cubanos que Tel Aviv estaba en disposición de establecer relaciones diplomáticas con Cuba si ésta les ayudaba a localizar criminales de guerra nazi en Paraguay usando los eficientes servicios secretos castristas8.Harari elogió el alto nivel de profesionalismo del espionaje cubano, e incluso sostuvo conversaciones directas con Castro. Harari mantuvo los lazos con los agentes cubanos en Panamá y continuó sus viajes a Cuba hasta 1988; los últimos, los haría escoltado por el capitán Félix Rodríguez.El panameño Camargo, a su vez, se desplazó con elementos del Departamento América a Cuba el 14 de febrero de 1988, donde desarrolló extensos coloquios con el vicepresidente Carlos Rafael, con Piñeiro y con los oficiales José Luis Arévalo, Fidel Martínez y José Félix Rodríguez. Asimismo, se relacionó con el entonces ministro del interior, general José Abrantes9. En agosto de ese mismo año miembros del Departamento América reunieron a 80 empresarios panameños para discutir los pormenores de futuras actividades con La Habana. Entre ellos figuraban el coronel Luis Córdoba y el mayor Gonzalo González quienes fueron escoltados a Cuba.A partir de 1988, personal del Departamento América comenzó a despachar de forma sistemática con la inteligencia de la Fuerza de Defensa panameña. Desde el edificio El Manguito, ubicado en el barrio de El Cangrejo, Camargo y Benjamín Ku por los servicios de Panamá, y Félix Luna por los de Cuba compilaban información de inteligencia y contra inteligencia que luego servía a los cubanos para formular planes10.Luna, probado agente del Departamento América, había relevado a Ojalvo en Panamá en 1984. No obstante, Ojalvo supervisaba desde La Habana las evoluciones del área con la asistencia de Roberto Márquez y Martín Calá. Los agentes del Departamento América se aprovecharon de la desesperación panameña; así comienza a beneficiarse económicamente el plan cubano. Para esos entonces, Noriega ya había designado a Luís Córdoba, Luís Quiel, Darisnel Espino, Ramiro Vásquez Chambonet, Nils Castro y Lucho Gómez para que se entendieran con los cubanos11.Fue así como el Departamento América logró ejercer el control del puerto panameño de Vacamonte, interceptando, desde una flota pesquera cubana anclada permanentemente en el lugar, las comunicaciones del comando sur de los Estados Unidos (SOUTHCOM)12. Para facilitar la coordinación con el general Noriega, Castro ubicó en su embajada a otro puñado de agentes compuesto por Alfredo Pila, Oscar Gutiérrez, Lázaro Mora y Miguel Pérez Cruz. Cuando hacen crisis las relaciones de Noriega con Estados Unidos, a principio de 1988, el Departamento América organizó la transferencia de armas a Panamá para que pudiera ser utilizada por los batallones de la dignidad, en una lucha guerrillera contra una posible ocupación militar norteamericana. Al estallar el escándalo de las armas, la maquinaria de desinformación cubana comenzó a propagar la idea de que Libia, con su ya mala fama internacional, era la proveedora. El mismo mecanismo dio resultado cuando se produjo la transferencia de dinero a Panamá vía Cuba. El dinero provenía de las operaciones de narcotráfico, pero Libia cargó nuevamente con la culpa debido a la malicia cubana.

Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:42 pm

Luna fue reemplazado por Martín Calá en 1989 como jefe de los servicios secretos del Departamento América en Panamá. Con la caída de Noriega, Calá fue expulsado del país y la inteligencia cubana trasladó sus cuarteles generales a Managua para desde allí seguir dirigiendo las operaciones en el Istmo. El personal del Departamento América reubicado en la embajada cubana de Nicaragua se convirtió así un grupo de consejeros políticos. Sin embargo, en 1991, Calá inspeccionó nuevamente a Panamá y es sabido que los miembros del Departamento América siguen explotando el suelo panameño como punto de escala en su labor de espionaje, y como plataforma para la importación de mercancías de los Estados Unidos.A partir de febrero de 1988, Noriega comienza a enfrentar fuertes presiones domésticas e internacionales ante las acusaciones que le hace un Gran Jurado en Miami por tráfico de drogas. De inmediato solicitará ayuda de La Habana; como resultado, un numeroso grupo de altos oficiales de la Seguridad del Estado de Cuba se trasladó a Panamá para asesorarle en esta crisis.Tras su defección en Estados Unidos, el mayor de la aviación panameña, Augusto Villalaz15 expresó públicamente que Castro había enviado 500 toneladas de armas a Noriega para la construcción de una infraestructura paramilitar de defensa que pudiera sostener una guerra de guerrillas en caso de una invasión norteamericana. Asimismo, la inteligencia cubana estableció una unidad política de asesoría a Noriega en Panamá, que fue integrada por Arbessú, Ravelo, Ramiro Abreu Quintana, José Luis Ojalvo y Luís Hernández Ojeda. Por parte de Nicaragua arribarían los altos jefes de la seguridad sandinista Ricardo Wheelock, Julio López y Lenín Cerna.En 1986, cuando The New York Times publicó detalles de las andanzas de espionaje y narcotráfico de Noriega, Castro quiso distanciarse, y denunció en una revista cubana la participación en el narcotráfico de algunos militares panameños encabezados por Noriega. A exigencias del dictador panameño, Castro le defendería de las acusaciones en entrevista televisada por cadena nacional en Panamá.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 2:44 pm

Fuente: http://www.gadcuba.com/ LasguerrassecretasdeCastro
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:01 pm

La narcodictadura cubanaDado que el gentil público izquierdista suele defenderse (evadir es más preciso) de cualquier acusación apuntando a la paja en el ojo ajeno, cabe otra vez aclarar: Sí, hay gobiernos en todo el planeta y de todo tipo involucrados con el tráfico de estupefacientes y armas. Dicho eso, procedamos a desenmascarar al ídolo revolucionario del Caribe:”¿Habían sido descubiertos unos maleantes dentro de las estructuras de mando de la honorable revolución cubana y se les castigaba por su felonía? Nada de eso. El delito sí, había sido descubierto, pero no por los servicios de inteligencia cubana –que eran los delincuentes–, sino por el Drug Enforcement Administration, la DEA norteamericana que vigila y persigue el narcotráfico en el terreno internacional. Sencillamente, el Gobierno cubano había sido agarrado con las manos en la masa de la cocaína. La DEA tenía las pruebas de la complicidad con el
narcotráfico de la Marina, la Fuerza Aérea, el Ministerio del Interior y hasta del Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba. Los cuerpos policiacos estadounidenses habían infiltrado en la operación a un piloto taiwanés, Hu Chang, que el 8 de mayo de 1987 aterrizó en una de las más secretas instalaciones del Gobierno cubano, en un vuelo procedente de Colombia cargado de cocaína. Prueba contundente que reproducía la experiencia previa de dos narcotraficantes cubanoamericanos, Reynaldo Ruiz y su hijo Rubén, vinculados por lazos familiares a un alto oficial de los servicios de inteligencia cubanos, Miguel Ruiz Poo, situado en Panamá. Reynaldo y Rubén, obligados a colaborar con la DEA como modo de reducir las acusaciones que se les formularían por narcotráfico, le habían dado al Gobierno norteamericano todas las pruebas y pistas necesarias para que Castro pudiera ser llevado a los tribunales por sus vínculos con el
tráfico de narcóticos y «lavado» de dinero. No obstante, decidido a presentar el caso de manera totalmente irrefutable, el Gobierno norteamericano comete entonces una increíble estupidez: se propone tenderle una trampa al mismísimo ministro del Interior, el general José Abrantes, y para esos fines saca de la cárcel a un narcotraficante cubano llamado Gustavo Fernández, Papito, que en el pasado había colaborado con la CIA, y le propone una sustancial rebaja de su pena si se presta a montar la celada. El plan –en el que piensan hasta utilizar un submarino– incluye el apresamiento en aguas internacionales de Abrantes y su posterior presentación a los tribunales y a la prensa.
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:02 pm

Gustavo Fernández, naturalmente, acepta, pero en un descuido de quienes lo vigilan escapa a La Habana y cuenta todo lo que sabe: va a estallar el escándalo y Castro dejará de ser la heroica figura de la Revolución para convertirse ante los ojos del mundo en un vulgar narcodictador de la categoría del panameño Manuel Antonio Noriega, figura absolutamente desacreditada por aquellas mismas fechas. Esto ocurre entre abril y mayo de 1989.”
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por Anonymou el Vie Mayo 11, 2007 3:04 pm

Espero que los valiosos aportantes al foro, dedicados a la busqueda de fuentes. Tengan la prudencia de leer primero el artículo, y de esta manera; evitarse un ridículo.Toño
Anonymou
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Re: EL EJE CASTRO-NORIEGA

Mensaje por fidelon el Vie Mayo 11, 2007 3:58 pm

TOÑO, muy bueno el informe pero aun te faltan agentes que estaban dentro de la embajada, cubana en panama desde el año 1983, hasta la invasion, conozco a dos marido y mujer. en estos momentos estan jubilados y viven como perros en cuba, se retiraron con los grados de coroneles y tte,coronel respectivamente.

A quem estamos condenados: Quem poderá nos salvar do PT-PCC-Farcs?

10/11/2012

O herói sem nenhum caráter: Mãe puta e pai bebum dá nisso:

Ódio visceral a quem estuda, a quem sobe na vida, incapacidade de sentir remorso, compulsão a mentir, megalomania, narcisismo extremado, se sente um deus e jamais pronuncia a palavra Deus e a palavra Brasil.

Capaz dos piores crimes para destruir moralmente uma sociedade, ausência de qualquer valor ou crença moral.

Capaz de se associar aos maiores traficantes de cocaína do mundo e seus distribuidores no Brasil (O PCC), acreditar firmemente que todo o nosso passado é perverso porque fomos governados por brancos.

Ódio racial infinito ao povo português e aos europeus em geral. Por fora se apresenta como novo Messias que vem realmente criar o Paraíso na Terra depois de destruído todos os valores europeus.

Alguns poucos brasileiros conseguiram compreender isso, mas não sabem como enfrentar Lula nesta guerra assimétrica.

*******ATENÇÃO E COMPARTILHE URGENTEMENTE*******

Marcio Bartolo

CHEGOU AO CONHECIMENTO DESTA SEÇÃO ATRAVÉS DO RELINT 0008976-12/D264/CI, DA COORDENADORIA DE INTELIGÊNCIA, QUE NESTE FINAL DE SEMANA (10 E 11 NOV 2012), HAVERÁ UMA POSSÍVEL REUNIÃO ENTRE INTEGRANTES DO PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL(P.C.C.) E COMANDO VERMELHO(C.V.), TENDO COMO PARTE UM PLANEJAMENTO DE POSSÍVEIS ATAQUES A INTEGRANTES LIGADOS À SEGURANÇA PÚBLICA, BEM COMO AS UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA (UPP). SENDO ASSIM FOI DETERMINADO PELO CHEFE DESTA AIC, QUE DIANTE AO EXPOSTO DESTACA-SE À NECESSIDADE DE QUE AS UPP’S MONITOREM SUAS ÁREAS E QUE QUALQUER DADO NOVO SEJA INFORMADO DE IMEDIATO À ESTA SEÇÃO, VISANDO À ANTECIPAÇÃO E NEUTRALIZAÇÃO DE POSSÍVEIS AÇÕES CRIMINOSAS.

FAVOR ACUSAR RECEBIMENTO.

CB PM LEITE- PERMANÊNCIA AIC/CPP.

PT vai ganhar o governo de São Paulo em 2014 alegando que PSDB protege bandido: Ou seja, acusando os outros do crime que o PT comete.

09/11/2012
 
 
Sempre lembrando que o PT é sócio das FARC no Foro de São Paulo, entidade que congrega todos os comunistas da América Latina.
E as Farc da Colômbia são os maiores fornecedores de cocaína do Mundo.
 
CONQUISTANDO O GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, com 100 mil policiais, o PT implanta o comunismo chávista no Brasil.
 
A matança de policiais e de civis em São Paulo faz parte de esquema do PT + seu aliado PCC para desestabilizar o governador Alckmin e “fritá-lo” junto à população e eleitorado paulista, facilitando a caminhada para ganhar a eleição estadual de 2014. Depois da prefeitura, o alvo é conquistar o governo do Estado de SP, custe o que custar.  Para esta facção criminosa, vale tudo pelo poder!”  HELENA TERRA.
 
 
Foto

 
 
 
Publicado em 09/11/2012 por

É inverossímil que o governo estadual espere impedir a matança de policiais em São Paulo pela transferência de presos para presídios supostamente mais rigorosos. Salta aos olhos que o nome dos chefes aprisionados são usados como biombos para esconder os verdadeiros mandantes. Essas ações são irracionais do ponto de vista do “negócio” mafioso. Ela só faz sentido se vista no contexto da política e da sucessão estadual e federal que se aproxima.

Venezuela: Se Chávez ganha, consolida o Comunismo: Se perde, vai por fogo na Venezuela para não deixar o Poder.

03/10/2012

A Mentirosa Falha de S. Paulo engana o povo brasileiro, escondendo que Chávez proteje as FARC maior traficante de drogas do mundo e que está cheio de cubanos na Venezuela, a qual sustenta a tirania cubana com petróleo.

A Falha também mostrou foto só das pessoas próximas do carro do Chávez e disse que comício de Chávez foi sucesso, ao contrário, foi um total fracasso.

Em momentos como este é que percebemos o mal que a Falha de S. Paulo e toda a grande imprensa engana o brasileiro.

Só estamos salvos porque existem os blogueiros anticomunistas.

Em breve publico a fuga desses cubanos que foram para comunizar a Venezuela mas aproveitaram a chance para fugir para os Estados Unidos.

Veja a multidão no comício de Capriles, foto que a Falha de S. Paulo jamais publica ou publicará:

As Farc, PT, Beira-Mar

27/04/2012

Maldito o homem que confia no homem.

“Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!” (Jeremias 17:5 ACF) Os seres humanos têm uma tendência natural de colocar suas esperanças em outro ser humano. Basta ver a fé que muitos depositam até hoje em Karl Marx, um satanista que criou uma teoria política responsável por mais de 100 milhões de assassinatos. Literalmente, milhões de vítimas inocentes sabem, por experiência própria, o que é maldição: confiaram no homem e suas promessas comunistas e terminaram em total desilusão.

O pior é quando homens e mulheres que dizem conhecer a Deus escolhem confiar os projetos de sua vida e do próprio país nas mãos de homens com mínima aparência de temor a Deus. O resultado é sempre maldição (em dose dupla): acabam colhendo as conseqüências de sua má escolha e acabam, percebendo ou não, se distanciando de alguma forma do Senhor. Deve-se colocar a esperança diretamente em seres humanos? Deve-se confiar em Julio Severo ou qualquer outro homem mortal? A resposta enfática é não. Deve-se confiar diretamente no Senhor: “Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR.” (Jeremias 17:7 ACF) Quem confia no Senhor, primeiramente conversa com ele e aguarda uma resposta dele antes de tomar uma decisão envolvendo outro ser humano ou uma questão humana importante. Se, por exemplo, os cristãos do Brasil tivessem consultado a Deus antes das eleições passadas, o Brasil teria hoje um presidente e outros líderes cuja principal determinação é promover o homossexualismo e o aborto? Contudo, eles preferiram confiar no próprio coração: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9 ACF).

Depois, preferiram confiar em seres humanos. Entre os evangélicos, a confiança primeiramente foi depositada aos pés de grandes homens evangélicos que viam em Lula o homem ideal para resolver os problemas do Brasil: “Aproximei Lula dos evangélicos, os quais, durante anos, o chamavam de ‘diabo’. Muitas foram as oportunidades que criei para que ele tivesse a chance de se deixar perceber pela igreja”. — Confissão de Caio Fábio, referindo-se ao seu papel como anjo esquerdista atuando nas sombras durante muitos anos antes da eleição de Lula. “Temos a obrigação de entrar de cabeça na campanha do Lula… Vote em quem tem ética. Vote no PT”. — Declaração do Bispo Carlos Rodrigues, em 2002. “Lula tem também declarado acreditar nos valores maiores das Escrituras Sagradas, como Deus, família, moral, ética, liberdade religiosa, democracia…” — Posição oficial do Conselho de Bispos da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, em 2002. Confiando na palavra desses e muitos outros grandes homens, o povo evangélico entregou seu voto para Lula e o PT. O resultado? O filósofo Olavo de Carvalho faz, em seu artigo “O perigo sou eu” no Diário do Comércio de 24 de setembro de 2007, uma breve cronologia do namoro das Farc (o maior grupo terrorista de narcotraficantes esquerdistas do mundo) com o PT: Abril de 2001: o traficante Fernandinho-Beira Mar confessa que compra e injeta no mercado brasileiro, anualmente, duzentas toneladas de cocaína das Farc em troca de armas contrabandeadas do Líbano. 7 de dezembro de 2001: o Foro de São Paulo, coordenação do movimento comunista latino-americano, sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, lança  manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classifica como “terrorismo de Estado” as ações militares do governo colombiano contra essa organização. 17 de outubro de 2002: O PT, através do assessor para assuntos internacionais da campanha eleitoral de Lula, Giancarlo Summa, afirma em nota oficial que o partido nada tem a ver com as Farc e que o Foro de São Paulo é apenas “um foro de debates, e não uma estrutura de coordenação política internacional”. 1º de março de 2003:

O governo petista estende oficialmente seu manto de proteção sobre as Farc, recusando-se a classificá-las como organização terrorista conforme solicitava o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe. 24 de agosto de 2003: O comandante das Farc, Raul Reyes, informa que o principal contato da narcoguerrilha no Brasil é o PT e, dentro dele, Lula, Frei Betto e Emir Sader. 15 de março de 2005: Estoura o escândalo dos cinco milhões de dólares das Farc que um agente dessa organização, o falso padre Olivério Medina, afirma ter trazido para a campanha eleitoral do sr. Luís Inácio Lula da Silva. O assunto é investigado superficialmente e logo desaparece do noticiário. 2 de julho de 2005: Discursando no 15º Aniversário do Foro de São Paulo, o sr. Luís Inácio Lula da Silva entra em contradição com a nota de 17 de outubro de 2002, confessando que o Foro é uma entidade secreta, “construída para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política”, que essa entidade interferiu ativamente no plebiscito venezuelano e que ali, em segredo, ele próprio tomou decisões de governo junto com Chávez, Fidel Castro e outros líderes esquerdistas, sem dar ciência disto ao Parlamento ou à opinião pública. 9 de abril de 2006: o chefe da Delegacia de Entorpecentes da PF do Rio, Vítor Santos, informa ao jornal O Dia que “dezoito traficantes da facção criminosa Comando Vermelho — entre eles pelo menos um da Favela do Jacarezinho e outro do Morro da Mangueira — vão periodicamente à fronteira do Brasil com a Colômbia para comprar cocaína diretamente com guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc),.

Os bandidos são alvo de investigação da Polícia Federal. Eles ocuparam o espaço que já foi exclusivo de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar”. 12 de maio de 2006: o PCC em São Paulo lança ataques que espalham o terror entre a população. Em 27 de dezembro é a vez do Comando Vermelho fazer o mesmo no Rio de Janeiro. 18 de julho de 2006: o Supremo Tribunal Federal, sob a pressão de um vasto movimento político orquestrado pelo PT, concede asilo político ao falso padre Olivério Medina, agente das Farc. 16 de maio de 2007: o juiz Odilon de Oliveira, de Ponta-Porã, divulga provas de que as Farc atuam no território nacional treinando bandidos do PCC e do Comando Vermelho em técnicas de guerrilha urbana. 12 de fevereiro de 2007: as Farc fazem os maiores elogios ao PT por ter salvo da extinção o movimento comunista latino-americano por meio da fundação do Foro de São Paulo. Agosto de 2007: Nos vídeos preparatórios ao seu 3º Congresso, o PT admite que seu objetivo é eliminar o capitalismo e implantar no Brasil um regime socialista; e fornece ainda um segundo desmentido à nota de Giancarlo Summa, ao confessar que o Foro de São Paulo é “um espaço de articulação estratégica” (sic). 19 de setembro de 2007:

Lula oferece o território brasileiro como sede para um encontro entre Hugo Chávez e os comandantes das Farc. Além das ligações com narcotraficantes, o governo Lula vem se destacando em posturas contrárias a Israel e a favor de muçulmanos terroristas, militantes gayzistas, feministas abortófilas, etc. O erro grave do voto evangélico em Lula significa que os evangélicos não devem votar em ninguém para presidente ou outro cargo político? Claro que não. O que precisamos fazer — em vez de confiar em “grandes” seres humanos mortais para orientar nosso voto — é consultar primeiramente a Deus, e ele fará a indicação certa para nós.

“Maldito o homem que confia no homem” significa que, ainda que eu mesmo (um simples ser humano mortal) dê uma recomendação eleitoral ou espiritual, você colherá desilusão se confiar em tudo o que digo. Sua responsabilidade é levar até a presença de Deus minha sugestão e pedir a orientação e decisão final dele. Esse mesmo princípio é válido para todos os casos envolvendo seres humanos mortais, mesmo que tenham o título de pastor, bispo, presbítero e apóstolo. É fundamental consultar a Deus antes de seguir um homem de carne e osso e seus conselhos. Esse é o sentido real de “Bendito o homem que confia no SENHOR”.

Fonte: www.juliosevero.com.br