Posts Tagged ‘exército’

Chega, Basta, Fora – Intervenção Militar-Já

21/09/2013
Somos a favor de Intervenção Militar prevista na nossa Carta Magna de 1988 através do artigo 142.

NUNCA mudaremos o país através de urnas eletrônicas fraudáveis! Muito menos com votos comprados através de programas assistencialistas!

* Lutamos pela defesa do nosso Estado Democrático de Direito!

* Lutamos pela volta os valores morais e da família!

* Lutamos para que se acabe com a banalização do sexo e promiscuidade dos nossos jovens! Chega de crianças com 12 anos grávidas e com DST’s!

* Lutamos pelo fim de campanhas pró-aborto praticadas pelo governo!

* Lutamos pela destituição desse governo corrupto, autoritário, que manipula as minorias com esmola, que orquestra manifestações com intenção de obter vantagem política, que planta a semente comunista nas escolas e nas periferias, que adoece e MATA seu próprio povo sucateando o sistema de saúde para poder financiar o regime ditador Cubano!!!

Chega!!!

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#FFAA #FORAPT #FORAFORO #FORADILMA #FORAPADILHA #REVOLTADOSONLINE #FORARENAN #FORACOMUNAS #INTERVENÇÃOMILITARJÁ

Como em 1964, povo clama de novo para militares tirarem comunistas do Poder!

31/08/2013

O PARTIDO QUADRILHA ORGANIZADA “PT” NÃO TEM PLANO DE GOVERNO TEM PLANOS PARA PERPETUAÇÃO NO PODER PELA FORÇA: GOLPE DE ESTADO

Você brasileiro, que ama sua Pátria, e guarda consigo os valores morais aprendidos em casa, independente de ser civil ou militar, tem o dever cívico de ler, anuir, compartilhar e participar com sua família desta convocação.
Que categoria profissional está satisfeita com a política social, previdenciária e de carreira que nos tem sido imposta pelo governo? Quem, em sã consciência, vê com naturalidade a contratação de médicos cubanos, ao arrepio das nossas leis trabalhistas, em regime de semiescravidão, com o claro propósito de mandar recursos para ajudar a manter o regime comunista de Fidel Castro?

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Quem não se estarrece com a parcimônia da chamada “oposição” política brasileira frente a essas aberrações? Quem não perde a fala ao observar que, não só os 3 Poderes da nossa “República”(???), mas até nossos Comandantes Militares violam a Constituição do país, ao se negarem a submeter-se à aposentadoria compulsória, visto que os três já passaram dos setenta anos de idade? O que podemos esperar quando, na contramão das melhorias pedidas pelo povo para a Educação, o governo quer adequar o ensino brasileiro à mediocridade cubana, formando zumbis para pensarem e agirem numa única ocupação, obstruindo lhes a livre expressão do pensamento?

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Quem consegue educar seus filhos hoje em dia sem sofrer a nefasta influência midiática que a todo instante divulga valores amorais e imorais como familiares?

SE VOCÊ JÁ CANSOU DE TUDO ISSO, E SABE, COMO TODOS NÓS, QUE DAS MANIFESTAÇÕES DE JUNHO NADA RESULTOU A NÃO SER A APROPRIAÇÃO DAS IMAGENS PELOS PARTIDOS POLÍTICOS OPORTUNISTAS (NO CASO, TODOS), NÃO DEIXE DE PARTICIPAR DA GRANDE MANIFESTAÇÃO PÚBLICA E PACÍFICA DE 7 DE SETEMBRO EM TODO O BRASIL.

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E PARA OS QUE DIZEM QUE NÃO TEMOS OBJETIVOS COMUNS, CLAMEMOS POR:

1) APOSENTADORIA COMPULSÓRIA DOS 3 COMANDANTES MILITARES;

2) IMPEACHMENT DE DILMA E RENÚNCIA DE TODOS OS SEUS INCOMPETENTES MINISTROS;

3) REORGANIZAÇÃO DO ESTADO PELAS FFAA, PREPARANDO-O PARA ELEIÇÕES GERAIS;

COM ESSAS BANDEIRAS O BRASIL REPUDIARÁ DE UMA VEZ POR TODAS O COMUNISMO DE NOSSO SOLO SAGRADO.

VISTAM-SE DE VERDE E AMARELO E VENHAM PARA AS RUAS NESSE DIA. A FESTA É DO POVO BRASILEIRO E NÃO DOS COMUNISTAS QUE ESTÃO NO PODER.
ESTAMOS MERGULHADOS EM UM MAR DE LAMAS QUE ENVERGONHA TODO BRASILEIRO SENSATO, lute!

“Só os covardes se omitem

Exército vai poder combater e exterminar sem-terras terroristas…… No Paraguay – A gota d´água foi o genocídio de 5 brasiguaios

21/08/2013

21 DE AGOSTO DE 2013 17:45

Modifican la Ley de Defensa

La Cámara de Diputados aprobó este miércoles la modificación de la Ley 1337/99, para que el Poder Ejecutivo pueda disponer de forma inmediata, el uso de las fuerzas militares contra actos de terrorismo, como los protagonizados por el EPP.

Diputados aprobó la modificación.

Diputados aprobó la modificación. / ABC Color

La Comisión de Legislación y la de Asuntos Constitucionales de la Cámara Baja dictaminaron de forma favorable para la modificación de la mencionada ley, lo que dará prerrogativa al Poder Ejecutivo, para ordenar acciones militares con el objetivo de garantizar la seguridad de todos los ciudadanos paraguayos y de la soberanía nacional.

El presidente de la República, con el aval del ministro del Interior y el ministro de Defensa, podría ordenar el accionar militar, según explicaron durante la sesión oridnaria de este miércoles.

La modificación de la ley busca dar mayor fuerza al Estado en su lucha contra el autodenominado Ejército del Pueblo Paraguayo (EPP), responsable de varios asesinatos, entre ellos, el de cinco guardias de seguridad de una estancia en Tacuati el pasado sábado.

Lo que se busca específicamente es la modificación de los artículos 2, 3 y 56 de la ley Nº 1.337/1999 “De Defensa Nacional y Seguridad Interna” y la Nº 4.024/2010 “Que castiga los hechos punibles de terrorismo, asociación terrorista y financiamiento del terrorismo”.

Ahora el proyecto de ley, que fue remitido a Diputados por el Poder Ejecutivo, pasa a Cámara de Senadores, donde existe el compromiso de acompañar la aprobación del documento.

A Estrela Necessária:

18/07/2013

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Salve 31 de março – Pela volta dos militares – Ou o Brasil acaba com o PT ou o PT acaba com o Brasil

28/03/2010

Quero os militares de novo no Poder !

Do mesmo modo que o nosso General Eterno Emílio Garrastazu Médici acabou com o terrorismo comunista, é possível acabar com a violência do PCC, Comando vermelho e outros.

Para começar, às favas com os direitos dos manos. Queremos a Oban de volta, o Doi Codi de volta, pau de arara nos vagabundos, regime militar nas favelas, com todos de cabeça raspada e hino nacional às seis da manhã de segunda a segunda!

E se petistinha, comunistinha e pederastinha reclamarem, pau neles tbm!

Brasil andando, só com general no comando!

VOTAR NO PT é doença que tem cura, assista o video

O EXÉRCITO A AMAZÔNIA CHÁVEZ BASES AMERICANAS FARC NARCOTRÁFICO POLÍTICA EXTERNA FORO DE SÃO PAULO General Luis Cláudio Mattos: “Não

31/08/2009

Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

General Luis Cláudio Mattos: “Não

é missão do Exército combater o

narcotráfico”

Ninguém fala mais alto que o general Luis Cláudio Mattos, 62, na sede do Comando Militar da Amazônia (CMA). Responsável por 26,3 mil homens espalhados pelo maior comando regional da América Latina, Mattos não impressiona pelo tom de sua voz, mas pelas palavras.

Em entrevista concedida à A CRÍTICA, ele se desarma. Diz que o combate ao narcotráfico não é “missão” do Exército, que falta vontade política do governo para reaparelhar as Forças Armadas e que, se pudesse, conduziria a política externa brasileira com mais firmeza.

Sobre as bases colombianas utilizadas pelos EUA e o aumento do poder bélico venezuelano Mattos se mostra tranquilo, mas revela que os serviços de inteligência brasileiros estão atentos a esses movimentos.

A CRÍTICA: O que muda para o Brasil a partir da utilização de bases colombianas pelos Estados Unidos?

General Luis Cláudio Matto: Não muda absolutamente nada. Isso é um problema interno de soberania da Colômbia. Não fizemos nenhuma modificação da nossa estratégia em razão desse fato específico.

A CRÍTICA: Essa declaração contrasta com as reclamações do Itamaraty sobre o assunto. Esse desconforto diplomático ainda não chegou aos militares?

General Luis Cláudio Matto: Na minha avaliação não há motivo para preocupação, mas eu entendo que a preocupação do Itamaraty é uma coisa perfeitamente aceitável. O que é bom frisar é que esse problema das bases não caracteriza nenhuma ameaça militar para nós. Se nossa inteligência tivesse dado conta disso, aí sim, adotaríamos uma outra atitude.

A CRÍTICA: Os serviços de Inteligência estão apurando os reais interesses por trás desse acordo?

General Luis Cláudio Matto: Não só a inteligência militar, mas a inteligência brasileira. Por isso que eu digo que não tenho preocupação. Esse trabalho nos abastece.

A CRÍTICA: Até que ponto o aumento do poderio bélico colombiano e venezuelano têm mudado a estratégia de Defesa brasileira na Amazônia?

General Luis Cláudio Matto: Nós vivemos numa conjuntura em que temos um relacionamento excelente com todos os nossos vizinhos. Evidentemente que nós não acompanhamos esse aumento do poder militar da Venezuela, da Colômbia e do Chile. Mas isso é problema interno de cada País. Se os países julgam que, em vez de resolver alguns problemas, é melhor aumentar o poder militar… é decisão soberana do País. Nós militares (brasileiros), particularmente, temos muitas carências que se fossem solucionadas talvez, os vizinhos encarassem como aumento do nosso poderio bélico, mas são carências que temos há muitos anos.

A CRÍTICA: A nova Estratégia Nacional de Defesa (END) prevê o deslocamento de unidade para a Amazônia. Isso não é reflexo desse aumento de poder militar dos nossos vizinhos?

General Luis Cláudio Matto: Não. Reflete uma preocupação que se tem há muito tempo de nós aumentarmos o nosso poder militar na Amazônia pra garantir a soberania. Se isso fosse motivado pelo aumento do poder do vizinho, isso teria que ocorrer com muito mais rapidez. Qual é o grande ganho da END para as forças armadas? É a colocação da Defesa Nacional na agenda. Antes, só se via as forças armadas como autoritárias e repressoras.

A CRÍTICA: Venezuela e Colômbia saíram da condição de países amigos para a condição de pontos de instabilidade na América do Sul?

General Luis Cláudio Matto: Eu acho que não. As Farcs, realmente, são um desconforto muito grande. Imagina você ter um movimento contra o governo se arrastando durante tanto tempo. Mas isso é um problema interno deles que podem nos afetar se as guerrilhas entrarem no nosso território. Por isso estamos vigilantes. A mesma coisa na Venezuela. As decisões de lá podem agradar ou desagradar. Será que está bom pra eles? O dinheiro do petróleo poderia ser colocado para o país crescer, prosperar, mas se o presidente (Hugo) Chávez resolveu aumentar o seu poder militar, é decisão soberana e são os venezuelanos que tem que avaliar.

A CRÍTICA: Quais as principais preocupações militares na Amazônia? Nossos vizinhos, o narcotráfico…

General Luis Cláudio Matto: Tudo isso nos incomoda. Mas o que nos incomoda mesmo é a vigilância da nossa fronteira. São 11 mil km. Nós temos preocupação com isso, estamos vigilantes na nossa fronteira. Temos dispositivos colocados na nossa fronteira e não tenho a menor dúvida de que farão face a qualquer tipo de ameaça; a nossa estratégia é preparada para isso. Temos forças presentes e forças que podem ser deslocadas rapidamente em caso de invasão. É importante dizer que uma invasão não acontece do dia pra noite.

Falta de aperfeiçoamento tecnológico nas Forças Armadas

A CRÍTICA: Há previsão de descontingenciamento dos recursos do projeto Calha Norte?

General Luis Cláudio Matto: Há pedidos e solicitações, mas não sei dizer se há previsão. Nós somos, modéstia a parte, bons planejadores. Para nós, o principal problema não é a quantidade de recursos, mas a regularidade. O que acontece hoje é que se faz um planejamento e a lei orçamentária contempla o Exército com recursos. Aí começa o ano e aquilo tudo fica contingenciado. Não adianta ficar conversando ou discutindo. Temos que tentar obter aquele recurso. O Chile tem a lei do cobre que destina um porcentual de tributos às Forças Armadas.

A CRÍTICA: O senhor acredita que isso poderia ser aplicado no Brasil com o Pré-Sal, por exemplo?

General Luis Cláudio Matto: Com certeza. É capaz de ter alguma coisa do Pré-Sal voltada para a Marinha. Poderíamos ter um pra cada Força Armada. Nós sabemos que é uma coisa que não aparece. Soberania não aparece. Defesa é algo que não aparece. Isso já foi pensado e visto. Vira Projeto de Lei. Mas na hora que bate no Congresso você imagina a discussão.

A CRÍTICA: Então falta vontade política para destinar mais recursos para as Forças Armadas?

General Luis Cláudio Matto: Poderia dizer que sim. Agora, tanto o Executivo quanto o Legislativo, eles pensam na alocação dos recursos de acordo com a sua vontade. Realmente, se houvesse uma vontade política de aporte de recursos, com toda certeza, eles apareceriam.

A CRÍTICA: Seu antecessor, General Heleno, disse que as Forças Armadas do Brasil estão obsoletas. O senhor concorda com ele? O que seria prioridade no reequipamento das Forças?

General Luis Cláudio Matto: Concordo totalmente com o Heleno. Por isso é que está acontecendo esse planejamento todo. Esse pensamento é para tirar as forças armadas da obsolescência. Temos planos pra cada área. Por exemplo, nós temos carência de blindados. Existe uma carência de artilharia antiaérea e são perfeitamente aplicáveis na Amazônia. Comunicações é outro exemplo. Nós conseguimos nos comunicar com todas as nossas tropas, mas existe uma necessidade muito grande de um aperfeiçoamento tecnológico nessa área.

 

A CRÍTICA: Como executar uma Estratégia Nacional de Defesa tão ousada com um orçamento tão minguado? O senhor teme que isso fique no papel?

General Luis Cláudio Matto: Esse é o grande problema. Vai depender de vontade política. Nós sabemos que nós não vamos poder colocar mais 28 pelotões de fronteira nesses 11 mil km da noite pro dia, mas nós já tínhamos alguns desses pelotões planejados, então se não tivermos dinheiro para os 28, vamos atender aqueles que já havíamos pensado.

A CRÍTICA: Fontes dos bastidores da Polícia Federal se queixam que, apesar de ter mais gente e mais equipamento, o Exército não cumpre seu papel de polícia na faixa de fronteira no combate ao narcotráfico…

General Luis Cláudio Matto: Se alguém falou isso é porque não conhece a nossa missão constitucional. Não é missão do exército o combate ao narcotráfico. Não é missão do Exército fazer missão humanitária, ajudar na seca e nem nas cheias, mas quando tem uma tragédia, veja lá se não tem um militar ajudando. O nosso dever é a defesa da Pátria. Foi criada uma lei nos dando poder de polícia para nos dar segurança quando, na fronteira, encontrássemos alguma ação suspeita, mas ninguém sai do quartel para combater o narcotráfico. Nem na fronteira. Não saímos do quartel pra fazer isso.

A CRÍTICA: Mas num cenário de relativa paz com nossos países vizinhos, o narcotráfico não é considerado uma questão de segurança nacional?

General Luis Cláudio Matto: Não vejo como uma ameaça à nossa soberania. É um mal que atinge o nosso País todo, mas não é segurança nacional, é segurança pública. Quando o narcotráfico atingir a nossa soberania, aí sim. Quando estiver incorporado a uma guerrilha que avança sobre o nosso território, aí sim. O narcotráfico não é um problema específico das forças armadas. Ele tem que ser combatido, mas temos que ter gente pra fazer isso. Mas não é por isso que vai pegar o Exército pra cumprir uma missão que não é nossa.

A CRÍTICA: Como o senhor avalia a política externa do governo brasileiro?

General Luis Cláudio Matto: Eu não posso te dar minha opinião como militar. Posso apenas dizer o que eu acho. Eu acho que a gente poderia ser menos flexível porque o Brasil é uma potência continental. Nós poderíamos, em determinados momentos, mostrar a nossa cara. Somos potência.

A CRÍTICA: O senhor acha que o Brasil poderia ter sido “menos flexível” na invasão de instalações da Petrobras pelo exército boliviano, por exemplo?

General Luis Cláudio Matto: Eu como brasileiro acho que poderíamos ter sido mais firmes. Eu não posso concordar ou discordar da política externa brasileira. Posso dar minha opinião e acho que poderíamos ter sido mais firmes, mostrado a cara da grandeza do Brasil. Muitos não têm noção da nossa grandeza. E não é grandeza militar, mas do País como um todo. Talvez, se o Brasil usasse a sua cara e o seu poder como grande País…enfim…eu conduziria diferente, mas isso é problema do governo.

Fonte: DEFESA@NET

Carta aberta do General Luiz Cesário da Silveira Filho ao Ministro Jobim – a perseguição e o desmanche do exército brasileiro

19/03/2009

Carta a um Jobim fora do tom :

Luiz Cesário da Silveira Filho
GENERAL DA RESERVA DO EXÉRCITO

Ministro Jobim,
Tomei conhecimento de sua entrevista, publicada no Jornal do Brasil em 15
março de 2009, na qual o senhor responde à pergunta de como pretende
administrar a insatisfação de alguns generais em relação a algumas
diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END).
Por considerar deselegante para comigo e para com os integrantes da Reserva
das Forças Armadas a sua resposta de que “o general que declarou a
insatisfação não tem nada a administrar porque é absolutamente indiferente,
foi para a reserva, se liberou”, resolvi considerar a possibilidade de
responder-lhe.
Sei que o senhor não leu as minhas palavras de despedida do Comando Militar
do Leste. Nelas, relembro o saudoso ministro do Exército, General Orlando
Geisel, que afirmou: “Os velhos soldados se despedem, mas não se vão”.
Sou um general com 47 anos de serviço totalmente dedicados ao meu Exército e
ao meu país. Conquistei todas as promoções por merecimento. Fiz jus à farda
que vesti. Não andei fantasiado de general. Fui e continuarei a ser, pelo
resto de minha vida, um respeitado chefe militar. Vivi intensamente todos os
anos de minha vida militar. Fui, sempre, um profissional do meu tempo.
Alçado ao mais alto posto da hierarquia terrestre, acompanhei, por dever,
atentamente, a evolução do pensamento político-estratégico brasileiro,
reagindo com as perspectivas de futuro para a minha instituição, na certeza
de que a história do Brasil se confunde com a história do Exército.
Vivemos, atualmente, dias de inquietude e incerteza. Sei que só nós, os
militares, por força da continuidade do nosso dever constitucional, temos
por obrigação manter a trajetória imutável da liberdade no Brasil. É, por
este motivo, que serei sempre uma voz a se levantar contra os objetivos
inconfessáveis que se podem aduzir da leitura de sua Estratégia Nacional de
Defesa.
Ela está eivada de medidas, algumas utópicas e outras inexequíveis, que
ferem princípios, contrariam a Constituição Federal e afastam mais os chefes
militares das decisões de alto nível. Tal fato trará consequências negativas
para o futuro das instituições militares, comprometendo, assim, o
cumprimento do prescrito no artigo 142, da Constituição Federal, que trata
da competência das Forças Armadas.
“Competência para defender a Nação do estrangeiro e de si mesma”.
Em época de grave crise econômica, como a que atinge o país, apesar das
tentativas de acobertá-la por parte do governo ao qual o senhor serve, os
melhoramentos materiais sugeridos serão, obviamente, postergados. Mas, o
cerne da estratégia e suas motivações políticas poderão ser facilmente
implementados.
É clara, nela, a intenção de se atribuir maiores poderes ao seu cargo de
ministro da Defesa, dando-lhe total capacidade de interferir em todas as
áreas das Forças Armadas, desde a indicação de seus comandantes, até a
reestruturação do ensino e do preparo e emprego das Forças.
Vejo, atualmente, com preocupação, a subvalorização do poder militar. Desde
a Independência do Brasil, sempre tivemos a presença de um cidadão fardado
integrando a mesa onde se tomam as mais importantes decisões do país. O
Exército Brasileiro sempre foi um ator importante na vida brasileira, e, ao
longo da história, teve o papel de interlocutor, indutor e protagonista.
A concepção ressentida da esquerda, que se consolidou no poder político a
partir de 1995, absorvendo as ideias exógenas do Estado mínimo e da
submissão total do poder militar, mantendo “a chave do cofre e a caneta” em
mãos civis, a fim de conseguir a sua subserviência ao poder político civil,
impôs a criação de um ministério destinado a coordenar as três Forças
Armadas. Isto não se fazia necessário, no estágio evolutivo em que se
encontrava o processo político brasileiro. Em um governo, à época da criação
do Ministério da Defesa, constituído por 18 ministérios, nos quais pelo
menos cinco eram militares, foram substituídos, estes últimos, por um
ministério que, por desconhecimento de seus ocupantes (até hoje, nenhum
ministro da Defesa prestou sequer o Serviço Militar Obrigatório, como
soldado), tem apenas atuado no campo político.
Estou convencido que afastar-nos da mais alta mesa de decisão do país foi
uma estratégia política proposital, o que tem possibilitado, mais
facilmente, o aparelhamento do Estado brasileiro rumo à socialização, com a
pulverização da alta administração do país, atualmente, em 37 ministérios e,
apenas um, pretensamente, militar.
A expressão militar deve ser gerida com conhecimento profissional, pois ela
é um componente indissolúvel do poder nacional. Sem a presença de militares
no círculo das altas decisões nacionais, temos assistido a movimentos
perturbadores da moral, da ética e da ordem pública intentarem contra a
segurança do direito, aspecto basilar em um regime que se diz democrático.
Tal fato traz, em seu bojo, condições potenciais de levar o país rapidamente
a uma situação de anomia constitucional, o que poderá se configurar em risco
de ruptura institucional.
A sua END aprofunda o contexto de restrições à autonomia militar e sugere
medidas que, se adotadas, trarão de volta antigos costumes de politização
dos negócios internos das Forças Armadas. Talvez isso favoreça o modelo de
democracia que querem nos impingir. Será isto o que o senhor quer dizer
quando fala em sua entrevista “que é o processo de consolidação da transição
democrática”?
Finalizando, quero salientar que a desprezível conceituação de que “o
general que declarou insatisfação não tem nada a administrar porque é
absolutamente indiferente, foi para a reserva, se liberou”, bem demonstra a
consideração que o senhor empresta aos integrantes da Reserva das Forças
Armadas, segmento que o seu ministério pretende representar. Isto mostra,
também, o seu desconhecimento da grandeza e da servidão da profissão
militar, pois, como bem disse o general Otávio Costa, “a farda não é uma
vestimenta que se despe, mas uma segunda pele que adere definitivamente à
alma…”.
Lembre-se que os militares da ativa sempre conferem prestígio, não somente
aos chefes de hoje, como, também, aos de ontem. Não existem dois Exércitos.
Há apenas um: o de Caxias, que congrega, irmanados, os militares da ativa e
da reserva.
A certeza de que o espírito militar, que sempre me acompanhou nos meus 47
anos de vida dedicados totalmente ao Exército, o qual, oxigenado pela
camaradagem, é formado por coragem, lealdade, ética, dignidade, espírito
público e amor incondicional ao Brasil, é o que me faz voltar,
permanentemente, contra a concepção contida na sua END.

18 de Março de 2009 17:38

a subversão comunista nas forças armadas em 1964

17/12/2008

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Eleições 2008 – Exército no morro, Exército na favela garante eleições livres

03/10/2008

Como o mundo vê o Brasil: foto do www.noticias24.com

Lembrái-vos de 31 de março de 1964 revolução golpe militar Castelo Branco João Goulart comunismo Getúlio Vargas Estado Novo

11/09/2008

esquerda universitária doutrinação escola sem partido De onde vem o comunismo das universidades?

04/09/2008

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3155965-EI6578,00.html

O Horror que está o Brasil, carta de um general de brigada General Brigada Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira

14/08/2008

E-mail de um General…

QUEM AGÜENTAR VERÁ – O Dia do Juízo Final

Lendo as últimas noticias, fiquei preocupado.

“Nosso guia”, valha – me Deus, abandonou – nos (confesso que nunca, mas nunca esperava uma coisa destas, um homem tão bom, tão justo, um monumento de grandeza). Mas se fez, deve ter razão.

Estou aguardando o dia em que a porta da minha casa será devidamente marcada, assinalando com um símbolo discriminatório, que ali mora um terrorista abominável ou um nojento militar (o que dá na mesma)

Este será o primeiro passo para o total linchamento moral e físico dos militares, que há muito deveriam levar uns cascudos, por falta de vergonha.

Breve, estaremos acuados como animais. É bom fugir para o campo ou fingir – se de índio e acoitar – se numa reserva indígena (pois ela poderá se transformar em uma “Nação”, bem melhor do que a nossa).

Pelo andor dos acontecimentos, é fácil prever que logo, hordas de estudantes de todos os níveis (culturais?) estarão à nossa cata. Caras pintadas, bradando palavras de ordem, farão inveja aos Guardas Vermelhos do “cumpanhero” Mao.

Ontem, a metamorfose ambulante, alimentando o revanchismo, na moita, procura reabrir feridas, e diante de uma platéia da União Nacional dos Estudantes (UNE), no ato de assinatura de convênio que permitirá reconstruir a sede histórica da entidade, no Rio, destruída ao tempo da ditadura, citou Tiradentes, como o último herói nacional, esquecendo, propositadamente, Caxias e tantos outros.

Sindicatos e seus afiliados ocuparão seus lares (terrorista não tem lar , quando muito, um sujo covil), depredarão seus bens ou se apossarão deles.

Precavido e prevenido, na minha janela, há algum tempo, tremula a bandeira do PT. Quando não venta, eu e minha família nos revezamos na tarefa de tremular ao vento, graciosamente, o nosso novo vermelho pendão.

Não sei se adianta, pois, infelizmente, ainda recebo correspondências que denunciam a minha antiga e malfadada profissão. Já avisei ao porteiro de que elas não são minhas.

Procurei mudar de hábitos: chego atrasado aos meus compromissos, quando vou; cuspo no chão, atraso no pagamento das contas, não leio jornais, nem notícias que deponham contra o governo. Não cultivo nada, além da minha paixão, que é torcer pelo “curíntias” e acompanhar os pronunciamentos do “nosso guia” para tentar aumentar minha escassa bagagem cultural.

Sou ou fiquei grosseiro, jogo lixo no chão e cigarro aceso nas macegas. Procuro, enfim, misturar – me com a multidão. Boçalizando, entrei no universo da negação total. Nego valores, nego patriotismo, nego amor à pátria que eu não sou tatu. Nego e renego o meu passado. Espero que sirva de atenuante na hora do juízo. Acredito na Petrobras, na estatização da Vale do Rio Doce, da Siderúrgica Nacional e de tantas estatizações quanto possível, consciente de que só com o predomínio do Estado e com a moral do proletariado chegaremos às alturas. Abomino a meritocracia.

Telefone, não atendo a não ser da minha família, graças a um intrincado sistema de senhas e macetes, que adotamos para evitar qualquer grampo da Policia Federal, novel Gestapo empenhada na nobre missão de vigiar os inimigos do estado.

Cortei a assinatura da Inconfidência, sai do TERNUMA, nunca ouvi falar em Grupo Guararapes, Liga de Defesa Nacional, Andec, Tribuna e outras entidades que, maldosamente, teimam em opor – se ao inevitável.

Cancelei a internet. Agora posso acompanhar com total dedicação as novelas da Globo.

Sou favorável às imensas áreas indígenas e reservas florestais, pois um índio vale muito mais do que um bando de brancos ignorantes e usurpadores dos pobres silvícolas. Simpatizo com as FARC.

Hoje, preparo – me para ser um não – branco. Como minha avó era negra, creio que estou com um pé na comunidade quilombola. Penso, seriamente, em adotar um índio. Pelos impostos que pago com certeza já adotei a família do “Severino” há muito tempo. Só falta publicar o fato oficialmente no Diário Oficial, oficiosa já é.

Não canto mais o Hino Nacional. Qualquer música do Gil ou do Cae pega melhor. Levantar, nem pensar.

Não bebo. Ando de bicicleta para não ser multado, nem agüento mais dar esmola para flanelinha em qualquer lugar que eu estacione seja dia ou mesmo qualquer hora da noite. Eles são perenes. Aos sábados, domingos ou feriados, lá estão eles. Egoísta, fruto de um empedernido capitalismo que ainda me consome, nego – me a completar sua bolsa – família e assemelhadas. Para compensar, já comprei o kit do MST, boné, bandeirinha e foice para degolar a cabeça dos capitalistas e simpatizantes.

Estou muito quietinho no meu canto. Assim, não sou assaltado. Assustado, procuro respirar baixinho. Sem perturbar ninguém.

Para piorar, ultimamente, tenho um medo incontrolável de guarda de trânsito, de policia rodoviário,… na verdade, de qualquer tipo de “poliça”, ainda mais agora, que eles foram designados como guardiões da moralidade nacional. Borro – me diante de um militar da Força Nacional de Segurança.

Arrependo – me, quando, boçalmente, apregoava minha situação de militar do EB. Tolo, assumo o “mea – culpa”. Como eu poderia imaginar que desceríamos a tanto.

Recentemente, passei a economizar o dízimo do Partidão, ao qual me filiarei no mais curto prazo.

Antes que alguém pergunte como atingi tal estado de insustentável leveza do ar, explico. É inútil resistir. O estupro é inevitável (e hoje, creio que a ex-Ministra do Turismo tinha razão ao se dirigir aos maltratados passageiros dos aeroportos)

Meus comandantes acreditam em Papai Noel, por que eu não? Eles não querem polemizar. Quem sou eu para…

Enquanto, eles aguardam que o “molusco – guia” de um “basta” na perseguição do Tarso e caterva, a Presidência financia o tremendo Seminário internacional “Direito à Memória e à Verdade” que será aberto pelo ministro Paulo Vanucci, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, cujo maior atrativo será o nefasto juiz espanhol Baltasar Garzón. Dá para combater?

Para piorar, se é possível, numa cabal demonstração de que o Tarso estava coberto de razões nas suas imprecações, um seleto número de magistrados, advogados, juízes, procuradores e assemelhados, recolhem assinaturas que endossarão, legalmente, o linchamento dos militares.

É a chamada pressão da sociedade conivente, em conluio com a imprensa revanchista e raivosa. Esta, nem o molusco resiste.

O duro não é tropeçar e cair. O trágico é ser incapaz de reagir ou levantar.

Meus superiores, pares e subordinados, minhas envergonhadas condolências.

Brasília, DF, 14 de agosto de 2008

Gen. Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira

A luta armada no Brasil – Relatório Orvil

03/08/2008

Conhece?
http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

Diga não ao revanchismo que o desgoverno de ex terroristas está querendo

02/08/2008

acordem militares do brasil, lembrái-vos de 1935.

Bibliografia da Revolução de 1964 exército golpe militar regime governos castelo branco médici geisel joão goulart

29/07/2008

Bibliografia

  • _______, História Oral do Exército – 1964 – 31 de março, Biblioteca do Exército Editora, 15 volumes, 2006.
  • ABREU, Hugo de Andrade, O outro lado do poder, Editora Nova Fronteira, 1979.
  • CAMPOS, Roberto de Oliveira, A lanterna na popa, 2 volumes, Editora Topbooks, 1994.
  • CARVALHO, Luiz Maklouf, Coronel rompe o silêncio, Editora Objetiva, 2004.
  • CASTELO BRANCO, Carlos, Os militares no poder, Editora Nova Fronteira, 1976.
  • COUTO, Ronaldo Costa, Memória Viva do Regime Militar, Editora Record, 1999.
  • D´ARAUJO, Maria Celina, CASTRO, Celso, orgs., Ernesto Geisel, Editora Fundação Getúlio Vargas, 1997.
  • FALCÃO, Armando, Tudo a declarar, Editora Nova Fronteira, 1989.
  • IDEM, Geisel – do tenente ao Presidente, Editora Nova Fronteira, 1985.
  • FROTA, Sylvio Frota, Ideais Traídos , Editora Jorge Zahar, 2006.
  • GIORDANI, Marco Pólo, Brasil Sempre, Brasil Sempre, Editora Tchê!, 1986.
  • GORENDER, Jacó, O combate nas trevas, Editora Ática, 1987 .
  • LACERDA, Carlos Frederico Werneck de, Depoimento, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1977.
  • MÉDICI, Roberto Nogueira, Médici – O depoimento, Editora Mauad, 1995.
  • MIR, Luis, A revolução impossível, Editora Best Seller, 1994.
  • ROLLEMBERG, Denise, O apoio de Cuba à luta armada no Brasil – o treinamento guerrilheiro, Editora Mauad, Rio de Janeiro, 2001.
  • USTRA, Carlos Alberto Brilhante, A Verdade Sufocada: A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça, Editora Ser, Rio de Janeiro, 2006.
  • USTRA, Carlos Alberto Brilhante, Rompendo o Silêncio – OBAN DOI/CODI, Editerra Editorial, Brasília, 1987.

Site importante de estudos estratégicos

30/06/2008

http://www.csis.org/

42 anos sem o soldado Mário Kozel Filho

26/06/2008

wikipedia: Abaixo projeto de lei que inscreve o Mário no Livro dos Heróis da Pátria:

http://www.camara.gov.br/sileg/integras/319323.pdf 

Mário Kozel Filho (São Paulo, 6 de julho de 1949 – São Paulo, 26 de junho de 1968), foi um Soldado do Exército Brasileiro morto em um ataque terrorista praticado pela Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) ao Quartel General do II Exército, o atual Comando Militar do Sudeste, na Cidade de São Paulo, durante o governo do marechal Costa e Silva, segundo Presidente da República do Brasil durante Regime militar no Brasil (1964-1985).

Filho de Mário Kozel e Therezinha Lana Kozel, Mário Kozel Filho, o “Kuka”, tinha dezoito anos quando deixou de frequentar as aulas e de trabalhar para iniciar o serviço militar obrigatório no 4º Regimento de Infantaria Raposo Tavares em Quitaúna, no município de Osasco, em 15 de janeiro de 1968. Em Quitaúna passou a ser o soldado nº 1.803 da 5ª Companhia de Fuzileiros do Segundo Batalhão.

Na madrugada de 26 de junho de 1968, após seis meses de iniciação no serviço militar, morreu em um atentado a bomba. Diógenes José Carvalho de Oliveira, Pedro Lobo de Oliveira e José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, integrando um grupo de onze militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no bairro de Ibirapuera, em São Paulo. A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba. A carga com 50 quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros. O corpo de Mário Kozel Filho foi despedaçado e saíram feridos gravemente outros seis militares.[1]

Os militares que saíram gravemente feridos no atentado foram: o Coronel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Sousa, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau[2]. Foi sepultado com honras militares no Cemitério do Araçá. No atentado foram utilizados três automóveis Volkswagen Fusca e uma camionete. O atentado só não fez mais vítimas porque o carro-bomba não conseguiu penetrar no Quartel-General por ter batido em um poste.

Participaram da ação os seguintes integrantes do VPR: Waldir Carlos Sarapu (“Braga, “Rui”), Wilson Egídio Fava (“Amarelo”, “Laercio”), Onofre Pinto (“Ari”, “Augusto”, “Bira”, “Biro”, “Ribeiro”), Diógenes José Carvalho de Oliveira (“Leandro”, “Leonardo”, “Luiz”, “Pedro”), José Araújo de Nóbrega (“Alberto”, “Zé”, “Pepino”, “Monteiro”), Oswaldo Antônio dos Santos (“Portuga”), Dulce de Souza Maia (“Judith”), Renata Ferraz Guerra de Andrade (“Cecília”, “Iara”), José Ronaldo Tavares de Lira e Silva (“Dias”, “Joaquim”, “Laurindo”, “Nunes”, “Roberto Gordo”, “Gordo”), Pedro Lobo de Oliveira (“Getúlio”, “Gegê”), Eduardo Collen Leite (“Bacuri”, “Basilio”), integrante da REDE, outro grupo guerrilheiro.[3]

Em decreto de 15 de julho de 1968, Mário Kozel foi admitido no grau de cavaleiro no quadro ordinário do Corpo de Graduados Efetivos da Ordem Post-Morten da Ordem do Mérito Militar, pelo presidente da república Costa e Silva, que era o grão-mestre daquela ordem. Em consequência desse decreto, foi promovido, post-mortem, à graduação de 3º sargento.

Em sua homenagem, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste passou a ter o nome de “Avenida Sargento Mário Kozel Filho”.

Em 20 de agosto de 2003, através da lei federal nº 10.724, os pais de Mário Kosel Filho foram indenizados com uma pensão mensal de R$ 300,00 e depois aumentada para R$ 1.140,00, pela lei federal nº 11.257 de 27 de dezembro de 2005.

Em 2005, os deputados Elimar Máximo Damasceno e Jair Bolsonaro apresentaram um projeto de lei (PL-5508/2005)[4], na Câmara dos Deputados, que inscreve o militar Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria. Jair Bolsonaro apresentou também um projeto de lei (PL-1446/2007)[5] promovendo-o, ao posto de capitão, para que a pensão recebida pelos pais de Mário Kozel pudesse ser aumentada.

Ministério do Planejamento divulga livro dos militares sobre a contra revolução de 1964

05/06/2008

http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=115282

sensacional – deputado federal jair bolsonaro conta a podridão da indenização milionária de assassinos petralhas –

20/01/2008

http://br.youtube.com/watch?v=VWTXM3e02Sw