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Petralhas defendem genocídio do Coronel da PM barbaramente espancado – Geraldo Alckimin perde a paciência com os Direitos Humanos

26/10/2013

“”As imagens covardes que vimos ontem do coronel Reynaldo sendo agredido mostram ações de vândalos e criminosos. Um dos agressores já foi indiciado por tentativa de homicídio e terá prisão preventiva decretada. Uma ampla investigação está em curso. Policiais são representantes do Estado, defensores da sociedade. Defendemos a mudança da lei federal para que o crime de agressão a policiais tenha agravante. Desejo a mais rápida recuperação ao coronel Reynaldo Rossi e a outros policiais covardemente agredidos.”‘

Geraldo José Rodrigues de Alckimin Filho Governador da Locomotiva, do Estado Bandeirante que carrega o Nordeste nas costas.

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IMPRESSIONANTE! VÍDEO MOSTRA O BRUTAL ESPANCAMENTO SOFRIDO PELO CORONEL COMANDANTE DA PM/SP.

Um suspeito de ter agredido o coronel da Polícia Militar Reynaldo Simões Rossi está preso no 2º Distrito Policial do Bom Retiro, no centro da capital paulista, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do estado. Segundo a PM, o coronel recebeu atendimento médico na madrugada deste sábado no Hospital das Clínicas e foi liberado.

O protesto organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL) na noite desta sexta degenerou em quebra-quebra e mais uma vez deixou um rastro de destruição na região central da capital paulista. O Terminal Parque Dom Pedro II foi destruído por vândalos mascarados. Também há relatos de roubos e um ônibus chegou a ser incendiado pelos black blocs. No total, 92 pessoas foram detidas.
Nesta sexta, a manifestação reivindicando “tarifa zero” para o transporte público foi marcada por uma cena lamentável: um grupo encapuzado cercou e espancou o coronel da PM Simões Rossi, que acompanhava à distância a ação da polícia. Em nota, a PM classificou a ação como “covarde”. Além disso, o episódio teve outro fator grave: os encapuzados roubaram a arma e o rádio comunicador do coronel. Rossi é um oficial da elite da PM paulista e atua como negociador, inclusive em caso de reféns. Nesta sexta, não estava no comando da tropa – o responsável era o tenente-coronel Wagner Rodrigues. Após ser agredido – e golpeado na cabeça com uma placa de ferro -, ele foi socorrido por um policial à paisana. Teve a clavícula quebrada, ferimentos na cabeça e no rosto e deixou o local pedindo à tropa que mantivesse a calma. A agressão contra Rossi foi filmada

O negócio está sério!!!

Por Luciano Levinzon
OAB É UM CÂNCER NACIONAL EM CRESCIMENTO ACELERADÍSSIMO , UMA MÁFIA PRIVADA COM ABSURDO MONOPÓLIO CONSTITUCIONAL DE GARANTIR AOS SEUS AFILHADOS O DIREITO RIDÍCULO DE NOS IMPOR SEUS SERVIÇOS DE ACESSO A JUSTIÇA PÚBLICA , ENCARECENDO NOSSAS VIDAS , NOS TACHANDO DE INCOMPETENTES E IDIOTAS , BLINDANDO OS IMUNDOS DITADORES JUÍZES DO CONTATO DIRETO CONOSCO E INCHANDO CADA VEZ MAIS EM TODO O PAÍS , AGREGANDO NOVOS VAGABUNDOS PARASITAS QUE ABSOLUTAMENTE NADA DE ÚTIL PRODUZEM , MAS QUE PARA SOBREVIVEREM EM SEU PARASITISMO , APELAM PARA A IDEOLOGIA SOCIALISTA / COMUNISTA E FICAM NA ESPREITA DE ARRUMAREM MAIS E MAIS PROBLEMAS PARA NÓS , PARA QUE SURJAM A ELES NOVAS OCUPAÇÕES INÚTEIS , PARASITÁRIAS , QUE OS ENCHAM DE DINHEIRO AS NOSSAS CUSTAS !!!
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/10/coronel-da-pm-foi-agredido-e-teve-arma-roubada-durante-tumulto.html

Para os bispos do Brasil, Branco e Mestiço não é filho de Deus

23/10/2013

CNBB lança nota a favor da Desmestiçagem em Raposa e Serra do Sol

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou nota nesta segunda-feira (22) sobre o julgamento das condicionantes do caso “Raposa Serra do Sol” expressando apoio à política de Desmestiçagem em curso no país.

Na nota a CNBB afirma que “se une aos povos indígenas e manifesta sua confiança numa decisão, por parte da Suprema Corte, que lhes seja favorável“.

A nota é assinada pelo Cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB, por Dom José Belisário da Silva, vice-presidente, e por Dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário geral.

O julgamento, que iniciará nesta quarta-feira (23), ocorre mais de quatro anos após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter decidido que a demarcação da denominada “Terra Indígena Raposa Serra do Sol”, em Roraima – em uma área contínua de 1,74 milhão de hectares (1 hectare equivale a, aproximadamente, um campo de futebol) -, não fere a Constituição.

Os embargos, interpostos na Petição 3.388/RR, questionam as 19 condicionantes fixadas na petição. O relator é o ministro Luís Roberto Barroso, em substituição ao ministro Carlos Ayres Britto, que se aposentou em 2012.

Na nota, a CNBB também afirma que lamenta as “insistentes iniciativas legislativas e administrativas” que estariam ameaçando “os direitos territoriais destes povos, estabelecidos na Constituição Brasileira” – uma possível alusão à Proposta de Emenda Constitucional (PEC 215) que passa do Executivo para o Legislativo o poder de criar bantustões federais para índios no Brasil.

Branco-indigenismo: CNBB defende que dívida histórica para com os mestiços seja paga para os índios

Silenciando o fato do povo mestiço ser o descendente dos antigos índios e mestiços escravizados, na nota a CNBB defende que dívida histórica seja paga não ao povo mestiço, mas aos índios atuais:  ”É urgente confirmar a disposição do Estado brasileiro em pagar definitivamente a histórica dívida com os indígenas, acumulada ao longo dos séculos”.

Apoio à Desmestiçagem

A CNBB também nega na nota os direitos originários e o projeto de vida do povo mestiço em relação às áreas onde tem sido instalados os bantustões federais: “O julgamento dos embargos de declaração enseja oportuna ocasião ao Supremo Tribunal Federal de consolidar um marco de segurança dos direitos dos povos indígenas, garantindo que estes possam administrar e gerir seus territórios conforme seus próprios projetos de vida”.

 

Exército vai poder combater e exterminar sem-terras terroristas…… No Paraguay – A gota d´água foi o genocídio de 5 brasiguaios

21/08/2013

21 DE AGOSTO DE 2013 17:45

Modifican la Ley de Defensa

La Cámara de Diputados aprobó este miércoles la modificación de la Ley 1337/99, para que el Poder Ejecutivo pueda disponer de forma inmediata, el uso de las fuerzas militares contra actos de terrorismo, como los protagonizados por el EPP.

Diputados aprobó la modificación.

Diputados aprobó la modificación. / ABC Color

La Comisión de Legislación y la de Asuntos Constitucionales de la Cámara Baja dictaminaron de forma favorable para la modificación de la mencionada ley, lo que dará prerrogativa al Poder Ejecutivo, para ordenar acciones militares con el objetivo de garantizar la seguridad de todos los ciudadanos paraguayos y de la soberanía nacional.

El presidente de la República, con el aval del ministro del Interior y el ministro de Defensa, podría ordenar el accionar militar, según explicaron durante la sesión oridnaria de este miércoles.

La modificación de la ley busca dar mayor fuerza al Estado en su lucha contra el autodenominado Ejército del Pueblo Paraguayo (EPP), responsable de varios asesinatos, entre ellos, el de cinco guardias de seguridad de una estancia en Tacuati el pasado sábado.

Lo que se busca específicamente es la modificación de los artículos 2, 3 y 56 de la ley Nº 1.337/1999 “De Defensa Nacional y Seguridad Interna” y la Nº 4.024/2010 “Que castiga los hechos punibles de terrorismo, asociación terrorista y financiamiento del terrorismo”.

Ahora el proyecto de ley, que fue remitido a Diputados por el Poder Ejecutivo, pasa a Cámara de Senadores, donde existe el compromiso de acompañar la aprobación del documento.