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Da Série Valores Invertidos – Aqui você é o Palhaço

14/08/2013

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Esquerdismo é desgraça mesmo no País Mais Rico do Mundo: Veja como o PT deles, o Partido Democrata destruiu Detroit – Michigan

07/08/2013

Detroit é um inferno em vida. A prefeitura trabalha contra a iniciativa privada, trabalha contra a busca do lucro: Deu no que deu:

A CIDADE DECRETOU FALÊNCIA TOTAL.  A maior falência da História Americana,.

Quase um milhão de pessoas, no maior êxodo urbano em tempos de paz, deixaram a cidade, deixaram o Paraíso Socialista:

A ESQUERDA AMERICANA FALIU DETROIT!

CIDADE FANTASMA:

Em Detroit continuam morando os que não trabalham (bolsa-família) que vivem às custas de quem trabalha no resto do País. E, é óbvio, votam no PT deles: O Partido Democrata;

A ajuda aos pobres deixou os empresários sem dinheiro pra gerar empregos.

O que todos os prefeitos de Detroit desde 1962 têm em comum? Jerome Cavanagh, Roman Gribbs, Coleman Young, Dennis Archer, Kwame Kilpatrick, Kenneth Cockrel, Jr. e o atual Dave Bing são todos do mesmo partido DEMOCRATA que, depois de 51 anos seguidos, conseguiu falir um dos ícones da história americana.

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– 47% dos adultos da cidade são considerados analfabetos funcionais (contra 20% da média do país)

– Apenas um terço das ambulâncias está em condições de sair da garagem

– 40% dos postes de luz das ruas estão apagados

– O tempo médio de resposta de um policial a um chamada ao 911 é de 58 minutos (média nacional: 11 minutos)

– Um terço das edificações da cidade está abandonado (78 mil prédios fantasmas)

– 210 dos 317 parques públicos estão fechados.

– 2/3 da população deixou a cidade desde os anos 60

– Menos de 5% dos carros do país são montados hoje na cidade

A cidade, onde as armas legais foram praticamente banidas como manda o manual esquerdista, é tão violenta que é impossível andar com segurança pelas ruas, você é logo aconselhado a pegar táxi. As escolas estão entre as piores do país, os serviços públicos mais básicos são negligenciados e tudo que envolve a prefeitura, como a licença para abrir um novo negócio, é um inferno burocrático terceiro-mundista, típico de qualquer lugar administrado por socialistas.

Como definiu o jornal britânico “The Telegraph”: “Uma cidade assassinada por mau-caratismo e estupidez”.

Ocorreu a FUGA das empresas e da massa produtiva que não aguentaram mais as exigências ABSURDAS dos sindicatos e a ESTÚPIDA regulação estatal, que cobrava cada vez mais impostos para sustentar seus programas políticos.

Foi criado um círculo vicioso entra taxação e fuga. Quanto mais pessoas fugiam para outros lugares do país, mais se aumentavam os impostos, pois agora tinham menos contribuintes. A cidade DESINCENTIVOU o EMPREENDEDORISMO.

Na sua intenção de acelerar a criação de riqueza (Detroit JÁ era uma cidade rica e com pouca pobreza), ela simplesmente estancou a criação de riqueza, criou privilégios e DESTRUIU a competição.

As 5 mentalidades políticas

09/03/2013

Renan Felipe – Direitas Já.

Quando falamos de ideologias, mesmo que não especifiquemos qual, tendemos a usar alguns atributos para descrevê-las. “Revolucionário”, “conservador”, “reacionário”, “radical”, “moderado”, etc.

Estas características inerentes de certas ideologias políticas antecedem-nas, e portanto podem ser usadas para traçar relações entre elas e entender como as ideologias se agrupam.  Primeiramente eu gostaria de esclarecer que não reconheço que o espectro político seja estanque, como uma linha reta: creio que há uma mobilidade grande dentro de um conjunto de matizes, mas que ainda assim tem suas limitações. Considero, por exemplo, que ideologias radicais e totalitárias não estão em extremos opostos mas sim compartilham características que permitem que agrupemos as mesmas num mesmo grupo, ou em grupos próximos.

Entender as diferentes mentalidades políticas é um passo para entender a base comum que compartilham certas ideologias. As cinco mentalidades que cito aqui são as mais básicas e mais facilmente identificáveis: reacionária, restauradora, conservadora, reformista, revolucionária. Eu poderia citar outras, mas como as outras duas que identifico (niilista e despótica) fogem dos esquemas ideológicos da política, optei por excluí-las deste artigo.​

I. O reacionário ou passadista.
O que define um reacionário é a sua defesa de uma volta ao passado. Contudo, não é de um passado histórico registrado, documentado e compreensível que ele fala. O passado para um reacionário é uma coisa idealizada, uma golden age. O reacionário prega uma ruptura radical com o mundo moderno para implantar um novo modelo de sociedade baseado numa idealização do que foi uma civilização passada.
Por exemplo, os nacional-socialistas queriam estabelecer uma civilização germânica baseada naquilo que os socialistas alemães acreditavam ser o espírito do povo (Volk) alemão, como a organização da sociedade nos moldes militares do socialismo prussiano, as tradições germânicas e a religião pagã. No entanto, é uma falha típica do reacionário desconsiderar a cadeia de eventos que se sucedeu desde o fim da civilização que ele almeja restituir. Os nacional-socialistas, por exemplo, precisaram abrir mão do paganismo porque ele jamais poderia ser restituído entre os alemães. É simplesmente impossível reverter todos os eventos da história.
Dado o seu caráter de rompimento com o modelo de sociedade vigente, o reacionário é sempre, também, um revolucionário. O que difere o revolucionário de um reacionário é que o último pretende estabelecer, após a revolução, um modelo de sociedade que busca imitar (em grande parte) uma sociedade anterior, à qual ele credita uma aura de pureza e perfeição.
Exemplos de ideologias que decorrem da mentalidade reacionária são o nacional-socialismo, o anarco-primitivismo e ideologias teocráticas em geral.


II. O restaurador ou regressista.
O regressista, tal qual o reacionário, tem uma visão idealizada do passado, o qual ele pretende restaurar. Porém, o regressista não prega uma ruptura radical com a sociedade moderna, nem pretende retornar a esta golden age através da imposição violenta. O regressista acredita que é possível fazer isso por etapas, com um jogo político progressivo (aliás, regressivo) e que pode ser conduzido sem violência ou grandes choques para a população.
O regressista, diferente do reacionário, consegue estabelecer objetivos mais realistas porque pauta o seu programa político num passado histórico que pode ser conhecido quase que na totalidade pelos registros disponíveis. As suas fundações não estão perdidas em tempos longínquos ou reinterpretações do passado: ele consegue estabelecer um caminho de volta através do estudo de leis, políticas e tradições que foram outrora estabelecidas, revogando as leis modernas que vão na direção contrária das mesmas.
Exemplos de ideologias regressistas são o tradicionalismo, e, no Brasil, o monarquismo.
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III. O conservador ou moderador.
O conservador defende que a sociedade em que vivemos deve ser conservada, preservada e protegida. Ele não acredita numa ruptura radical com o presente para arriscar um futuro utópico ou uma tentativa de restabelecer uma sociedade já extinta. O conservador acredita que as mudanças da sociedade devem ser feitas de maneira natural, lenta e gradual. Ele acredita que instituições lôngevas e que resistiram ao teste do tempo devem ser mantidas, pois tornam-se essenciais para a manutenção da sociedade. Por exemplo a moral religiosa, a família, a defesa dos mais necessitados. Toda e qualquer mudança que um conservador proponha tem o propósito único de corrigir aquilo que ele considera um desvio de rota, algo que possa destruir a sociedade vigente.
O conservador nutre um profundo respeito pelo passado, pela história e pela tradição, mas não as idealiza ao ponto de querer parar ou retroceder as formas de governo. O conservador não despreza as inovações técnicas e científicas, mas também não acredita que exista uma medida exata do progresso, nem que uma melhoria material deva antepor-se à conservação de uma ordem moral duradoura. O conservador não acredita que a novidade seja uma qualidade em si, que o novo seja necessariamente melhor que o velho. Pelo contrário, acredita que o que já está estabelecido é certo e o que é novo é duvidoso, tendo o inovador portanto o ônus da prova de que sua proposta é melhor que a vigente. O conservador é sobretudo um cético.
Exemplos de ideologias conservadoras são o conservadorismo burkeano e o conservadorismo latino (ou continental).

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IV. O reformador ou progressista.
O progressista, assim como o revolucionário, tem uma visão idealizada de um futuro que ele pretende tornar real. Porém, o progressista não prega uma ruptura radical com a sociedade moderna e não pretende instaurar esta nova sociedade pela violência. O progressista acredita que se deve construí-la em etapas, com avanços políticos progressivos e que podem ser conduzido sem grandes choques para a população.
O progressista, diferente do revolucionário, consegue estabelecer objetivos mais realistas porque pauta o seu programa político numa evolução histórica que pode ser inferida logicamente. Os seus objetivos não estão perdidos num futuro hipotético e surreal: ele consegue estabelecer um caminho através da implantação de leis, políticas e costumes que serão estabelecidas, atacando as leis e costumes que possam impedir este suposto progresso ou que ele julgue “reacionárias” (neste caso, regressistas ou conservadoras).
Exemplos de ideologias progressistas são o socialismo fabiano, o positivismo e a social-democracia.


V. O revolucionário ou futurista.
O que define um revolucionário é a sua defesa de uma ruptura com o passado e a instauração de um novo modelo de sociedade mais moderno, futurístico. Contudo, não é de um futuro previsível e realista que ele fala. O futuro para um revolucionário é uma coisa idealizada. O revolucionário prega uma ruptura radical com o mundo atual (“passadismo”) para implantar um novo modelo de sociedade baseado numa idealização do que a civilização deve ser.
Os comunistas, por exemplo, tentaram estabelecer uma sociedade socialista baseada naquilo que os bolcheviques acreditavam ser a melhor representação do socialismo marxista, com a organização da sociedade em moldes militares – formando verdadeiros exércitos de operários e camponeses, com a centralização de toda a Economia nas mãos do Estado, extinção da propriedade privada e abolição da religião. Porém, o erro típico do revolucionário é desconsiderar que muito daquilo que ele pretende destruir não só era um pilar da sociedade anterior como é também um princípio básico sobre o qual toda sociedade se sustenta. Ao extinguir a propriedade privada e tentar abolir a religião, os comunistas enfrentaram não só uma forte resistência como também desastrosas consequências econômicas que acabaram obrigando os comunistas não só a alinhar-se posteriormente com a Igreja Ortodoxa, como a implantar o NEP e, posteriormente, tentar emular o sistema de preços de mercados livres dentro de uma Economia planificada. Era simplesmente impossível manter o sistema econômico sem o sistema de precificação de mercado e simplesmente impossível planejar toda a Economia, e isto levou a sérios problemas que culminaram com a morte de dezenas de milhões de pessoas na URSS não só de fome, como também nos campos de trabalho escravo, agora necessários numa Economia planificada.
O que difere o revolucionário de um reacionário é que o primeiro pretende estabelecer, após a revolução, um modelo de sociedade completamente novo, planejado milimetricamente por seus proponentes, mas nunca antes testado.
Exemplos de ideologias revolucionárias são o socialismo (“marxismo”, “comunismo”) e o fascismo.

Créditos:
http://direitasja.com.br/2012/03/27/as-cinco-mentalidades-politicas/

LULA = FHC = FARINHA DO MESMO SACO = Dom Paulo Evaristo Arns = CNBdB = CEBs

31/01/2013

LULA = FHC = FARINHA DO MESMO SACO = Dom Paulo Evaristo Arns = CNBdB = CEBs

Reinaldo Azevedo esmigalha a Folha de S. Paulo – o que faz a esquerda e os socialistas hoje

09/10/2009

ÓDIO À DEMOCRACIA

sexta-feira, 9 de outubro de 2009 | 5:27

 

Destaquei ontem o trecho de um texto da Folha Online, que considerei exemplar de certo estado de coisas, a saber:

O presidente Zelaya foi deposto em 28 de junho, em um golpe orquestrado por Suprema Corte, Congresso e Exército como retaliação à sua insistência em realizar referendo para mudança na Constituição que permitiria a reeleição – proibida no país.

Afirmei que era uma síntese quase perfeita do que tinha acontecido em Honduras – ou da leitura que boa parte da imprensa faz do fato: as instituições, vejam vocês!, deram um golpe num presidente que queria fraudar da Constituição!!!  O texto só não é melhor porque faltou caracterizar também o Ministério Público entre os golpistas. Trata-se de uma construção fabulosa segundo a qual  os que atuam em nome da lei democraticamente instituída são chamados de golpistas.

Este texto da Folha Online é apenas uma síntese involuntária de um estado de coisas. Não pretendi, obviamente, ridicularizar ninguém. A rigor, poderia ter sido escrito pela esmagadora maioria dos veículos do Brasil e do mundo. Este é um daqueles textos que não são escritos por uma pessoa, mas por uma era. Carrega aquele terrível anonimato das idéias feitas, que não se preocupam nem mais com a coerência.

A única maneira de sustentar que houve um golpe em Honduras, como já escrevi aqui naquele texto com 16 itens evidenciando o contrário, é mesmo ignorando a Constituição do país. E foi o que a imprensa brasileira fez. Só ela? Não! A de quase todo o mundo. E nem isso, obviamente, torna certo o errado. Cansei de ler “juristas” no Brasil reivindicando para Zelaya procedimentos que estão na nossa Constituição, mas não na de Honduras. Celso Amorim, o maior menor do mundo, chegou a pedir um processo de impeachment. Bem, antes, seria preciso inscrever tal artigo na Carta hondurenha.

Voltarei outras vezes a este tema. Mas ensaio uma explicação para tal comportamento. Vai uma digressão um tanto longa, mas creio que útil.

Houve um tempo em que os defensores do socialismo negavam pura e simplesmente os crimes do regime. Confrontados com a verdade, diziam que tudo se tratava de propaganda contra-revolucionária. Quando falavam de suas utopias, eliminavam do discurso as evidências do desastre humanista em que havia se convertido o regime do “novo homem” e dormiam em paz com a sua consciência. O socialismo real ruiu, como se sabe, mas não o desejo da reengenharia social, de criar o tal “outro mundo”.

A pregação socialista foi assumindo novos contornos, ganhando novos conteúdos, conquistando setores da sociedade que não se mobilizavam pelo discurso explicitamente político. As esquerdas contemporâneas são aquelas do Fórum Social Mundial: há de tudo lá: socialistas propriamente (ainda), ecologistas, orientalistas (de todos os orientalismos), minorias as mais diversas, alternativos, uma miríade, enfim, de pessoas que sonham com um “outro mundo possível”. O que as une? Se todas soubessem falar, diriam que são contrárias àquilo que conhecemos como democracia liberal. O velho modelo da militância exigia que particularidades fossem deixadas de lado em nome do principal: a luta de classes. Socialistas nunca viram com bons olhos organização de mulheres, de negros, de gays, de índios, de ecologistas… A luta de classes perdeu a sua centralidade para essa algaravia de particularismos que reivindicam o seu lugar – não raro, tentando impor a maiorias, por meio da guerra de valores, o seu ponto de vista. E chamam tal imposição de “democracia”.

Essa emergência de minorias militantes, que chamarei aqui, genericamente, de “antiliberais”, é uma realidade mundial – refiro-me, claro, às democracias capitalistas. Onde inexiste o regime que essa gente adora odiar, as ditaduras se encarregam da contestação à sua moda. Adiante. Se a Europa e os EUA, por exemplo, não correm o risco – não por enquanto ao menos – de ver solapado o regime democrático pela ação desses grupos de pressão, que se limitam à patrulha da linguagem e à reivindicação de direitos especiais, nos países atrasados (inclua-se aí o Brasil, ainda que Lulinha queira o contrário), essa patrulha pode se juntar aos escombros da velha luta antiimperialista, que passa, então, a contar com seus propagandistas.

São vários os governos na América Latina que, associados às tais minorias, buscam solapar o regime democrático recorrendo aos instrumentos fornecidos pela própria democracia. Esses grupos organizados passam a ser seus propagandistas. Em nome da reparação de direitos, destroem a democracia política.

Volto àquele texto que afirmei ter sido escrito por uma “era”, por um “tempo”. O que leva a imprensa e a esmagadora maioria dos analistas políticos a reconhecer – vejam que curioso! – que a Constituição foi violada, sim, mas que golpistas são aqueles que impuseram a lei (nem mesmo se comportam como os socialistas de antigamente, que negavam o óbvio)?  O fato de que o velho socialismo perdeu, obviamente, a batalha na economia, mas ainda é influente nos valores, pouco importa a cor da vestimenta que envergue: verde, vermelha ou cor-de-rosa. Não existisse o mito fundador, do qual o latifundiário Zelaya se tornou beneficiário (não sei  se é o caso de gargalhar ou de se esgoelar), de que existe uma luta do “povo explorado” contra as “elites espoliadoras”, esse vigarista não teria merecido, é claro, tamanha consideração. Não custa notar que a grita “É golpe!” começou na Venezuela, foi imediatamente acatada pelo governo brasileiro e se espalhou mundo afora.

A imprensa ocidental, a brasileira em especial, é o palco preferencial da atuação das vozes das “minorias” – desde que sejam minorias de contestação da ordem. Os socialistas d’antanho sabiam o que queriam: o socialismo. Ponto. As minorias de agora e seus porta-vozes -ainda que involuntários – não são socialistas; seu projeto, havendo um, não aspira à universalidade; o que elas pretendem é tornar o seu parcialismo uma força influente. O que há em comum entre os militantes de ontem e os de hoje: o ódio à democracia liberal, curiosamente, o único regime que permite a emergência dos… parcialismos! Eles surgem num regime de tolerância. E a tolerância seria a sua primeira vítima se chegassem, de fato, ao poder. Mas isso já abre a senda para um outro artigo.

Concluo voltando ao início. Só se chama de golpe o triunfo da lei contra quem tentou golpear a Constituição, não se atentando para o absurdo da expressão, porque os inimigos da democracia liberal ainda ditam as palavras de ordem influentes. O fim do dito socialismo real, curiosamente, até lhes foi útil.

Hoje em dia, eles se dizem só humanistas e estão lotados até nos departamentos de cultura de grandes bancos e grandes empresas. E, de lá, ditam palavras de ordem contra a democracia liberal. Não fazem mal nenhum ao capitalismo. Mas fazem mal à democracia e ao regime de liberdades.

 

COMPARTILHE Digg StumbleUpon del.icio.us Twitter Enviar por e-mailPor Reinaldo Azevedo

A liberdade e a esquerda

17/01/2009
A maior parte das pessoas na esquerda não se opõe à liberdade. Elas apenas são favoráveis a todo tipo de coisas que são incompatíveis com a liberdade.

Liberdade significa, no fim das contas, o direito de as pessoas fazerem coisas que nós não aprovamos. Os nazistas tinham o direito de ser nazistas sob Hitler. Somos livres apenas quando somos capazes de fazer coisas que outros não aprovam.

Um dos mais aparentemente inocentes exemplos das muitas imposições da visão da esquerda sobre os outros é a difundida exigência das escolas e universidades do “serviço comunitário”, para admissão de estudantes.

Há escolas de ensino médio em todo o país em que você não se forma, e faculdades em que você não entra, a menos que tenha se engajado em atividades arbitrariamente definidas como “serviço comunitário”.

A arrogância de se confiscar o tempo dos jovens – em vez de deixá-los (e a seus pais) livres para decidir como usar seu tempo – só não é maior que a arrogância de se impor o que é ou não é um serviço à comunidade.

Trabalhar num abrigo de sem-teto é amplamente considerado um “serviço comunitário” – como se ajudar e se acumpliciar com a vagabundagem fosse necessariamente um serviço, em vez de um desserviço, à comunidade.

Estará a comunidade mais bem servida com mais desempregados vagando pelas ruas, agressivamente mendigando pelas calçadas, urinando nos muros, deixando agulhas e seringas nos parques onde as crianças brincam?

Este é apenas um dos muitos modos em que a distribuição dos vários tipos de benefícios a pessoas que não trabalham rompe a conexão entre produtividade e recompensa.

Mas essa conexão permanece tão inquebrável como sempre esteve para a sociedade como um todo. Você pode fazer de qualquer coisa um “direito” para indivíduos ou grupos, mas nada é um direito para a sociedade como um todo, nem mesmo comida ou abrigo, que têm de ser produzidos pelo trabalho de alguém ou eles não existirão.

Para alguns, o que “direitos” significam é forçar outras pessoas a trabalharem para o benefício deles. Como uma frase de pára-choque de caminhão diz: “Trabalhe duro. Milhões de pessoas on welfare [vivendo dos programas sociais do governo] estão dependendo de você.”

O mais fundamental dos problemas, contudo, não é que atividades particulares são exigidas dos estudantes sob o título “serviços comunitários”.

A pergunta fundamental é: O que, afinal, qualifica professores e membros das comissões de admissão das faculdades a definir o que é bom para a sociedade como um todo, ou mesmo para os estudantes sobre os quais são impostas suas noções arbitrárias?

Qual especialidade eles têm que justifica sobrepor-se à liberdade dos outros? O que suas imposições mostram, exceto que “os idiotas abundam onde os anjos temem pisar”1?

Que lições os estudantes aprendem disso, exceto a de submissão a um poder arbitrário?

A finalidade é, supostamente, a de que os estudantes adquiram um sentido de compaixão ou nobreza por meio do serviço aos outros. Mas isso depende de quem define compaixão. Na prática, isso significa forçar os estudantes a se submeterem à propaganda para fazê-los receptivos à visão de mundo da esquerda.

Estou certo de que aqueles favoráveis às exigências de “serviços comunitários” entenderiam o princípio por trás das objeções a esses serviços se exercícios militares fossem exigidos nas escolas de ensino médio.

De fato, muitos que promovem o “serviço comunitário” obrigatório são fortemente contrários ao treinamento militar mesmo voluntário nas escolas de ensino médio e faculdades, embora muitos outros considerem esse treinamento como uma contribuição à sociedade muito maior que alimentar pessoas que se recusam a trabalhar.

Em outras palavras, esquerdistas querem o direito de impor suas idéias do que é bom para toda a sociedade – um direito que eles veementemente negam àqueles cujas idéias do que é bom para a sociedade diferem das deles.

A essência da intolerância é recusar aos outros os direitos que você exige para si próprio. Tal intolerância é inerentemente incompatível com a liberdade, embora muitos esquerdistas fiquem chocados de serem considerados oponentes da liberdade.

Townhall   com

Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo

Pérolas do orkut, o melhor do orkut, a mulher esquerdista e a esquerda, feminismo

19/11/2008

“””‘Perfil sexual das mulheres: esquerda x direita

Andei pesquisando na internet as diferenças entre os perfis sexuais das mulheres, levando-se em consideração a orientação política.

Cheguei a algumas conclusões e gostaria de ler as opiniões dos foristas a respeito:

1 – Mulheres de esquerda perdem a virgindade mais cedo do que mulheres de direita e os parceiros escolhidos, pela idade em que a primeira relação sexual acontece, não possuem ainda o perfil político definido ou pelo menos não foi algo decisivo para o ato;

2 – Mulheres de esquerda tendem a ser mais liberais sexualmente que mulheres de direita e possuem uma maior experiência sexual, evidenciada pelo maior número de parceiros colecionados ao longo da vida, em qualquer faixa etária em que se estabeleçam as comparações;

3 – Mulheres de esquerda praticam mais abortos do que mulheres de direita, inclusive engravidam mais cedo, na média, do que as suas adversárias políticas;

4 – Mulheres de esquerda são mais adeptas da prática de sexo grupal do que mulheres de direita, com especial apreço pela tara francesa do mènage au trois, seja com dois homens e uma mulher, seja com a variante de duas mulheres e um homem;

5 – As esquerdistas são mais infiéis que as reacionárias, comportamento provavelmente derivado do movimento feminista e anti-machista nascido no século XX;

6 – Apesar de perderem a virgindade vaginal mais cedo, as esquerdistas são menos experientes no sexo anal que as direitistas, as quais, ao que parece, pela forma conservadora com que são criadas (o meio familiar é importante na hora de definir o futuro perfil político), preferem a prática do sexo anal ao vaginal, antes de se sentir à vontade e segura de aderir às relações sexuais ortodoxas; As habilidades orais de ambos os grupos, sexualmente falando, são equiparáveis. A única diferença neste quesito, o do sexo oral, particularmente o ativo, as mulheres de esquerda vão mais até o fim no ato, se é que me entendem, e as direitistas costumam, na média, interrompê-lo antes da ejaculação masculina;

11:47 (6 horas atrás)

Al

7 – A presença da homossexualidade entre os dois grupos é mais ou menos equivalente. Digno de nota é que as homossexuais de esquerda tendem a ser mais bonitas esteticamente. As de direita tendem a ser o que os noprte-americanos chamam de diesel dyke/i].”””

escrito por Al da comunidade OC do B

esquerda universitária doutrinação escola sem partido De onde vem o comunismo das universidades?

04/09/2008

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3155965-EI6578,00.html

Doutrina e táticas dos comunistas, Como se defender de pressão ideológica, como é a argumentação dos comunistas, Como o comunista tenta fazer sua cabeça.

07/08/2008

“”Como se defender de pressão ideológica

Antes de mais nada, gostaria de dizer que não pretendo impor minha opinião a ninguém. O objetivo deste texto é apenas dar uma alerta sobre a indústria de manipulação de opinião que notei, e quem sabe, fornecer meios para se defender dessa (de)formação de opinião. Não o considero como uma verdade suprema, apenas um conjunto de observações, junto com algumas dicas de como lidar com discursos prontos e manipulação. Caso seja o que você procura, espero que encontre aqui.

AVISO: Como o texto é longo, eu o dividi em tópicos. Assim, fica mais fácil ir lendo aos poucos e pensando sobre cada passo, e depois no todo.

Os traços e técnicas que notei nesses grupos e em seu discurso são:

1-Imagem auto-idolatrada
Normalmente, esses grupos usam uma causa justa como “bandeira”. Mas na prática, isso serve apenas para que eles construam para si uma falsa imagem de autoridade, que costumam impor aos outros na falta de argumentos, e usar como escudo contra críticas.
Sua estratégia consiste em tentar impor uma falsa lógica onde, se UMA de suas idéias estiver certa, todas as outras serão provadas automaticamente, por associação (mesmo que elas não tenham nenhuma ligação demonstrada com a idéia legítima). Essa lógica torta ainda inclui uma definição confusa de onde terminam os fins e começam os meios, justamente para que eles possam incluir seus interesses pessoais como se fossem parte dos objetivos legítimos, e taxar de “mau, egoísta e inimigo de um mundo melhor” quem criticar os métodos questionáveis que eles venham a usar.
Alguns exemplos do que eles costumam fazer, apoiados nessa lógica torta e falsa autoridade incluem impor opiniões pessoais como se fossem verdades absolutas, reescrever conceitos, usar dois pesos e duas medidas, e achar que tem que ser blindados e incriticáveis. Também não se contentam com parte, ou mesmo a maioria. Exigem TUDO.

2-Demonizam críticos e questionadores
Talvez pelo excesso de subterfúgios que usam, eles não suportam ver qualquer erro ou falha seu ser exposto, mesmo sendo verdade e havendo provas. Críticas os fazem espumar de ódio, ainda que embasadas. Parecem pensar que não basta reconhecer suas qualidades, é preciso concordar com TUDO, sem questionar. E encontrar qualquer ponto negativo em seu discurso ou ideologia é tratado como uma heresia mortal. Às vezes, eles parecem querer usar a teoria do mal necessário, mas ao mesmo tempo não querem que esse mal os atinja, nem admitem que ele seja associado à sua “imagem”.
Mas existe outro motivo para isso. Com essa tática, eles criam um “rótulo” para impor aos “inimigos”. Um ataque pessoal disfarçado, que explora uma variação da falsa lógica descrita no item 1. Aqui, eles tentam passar o falso conceito de que, se provarem UM erro, falha ou ponto negativo em seus inimigos/críticos/questionadores, então TUDO que eles disserem vai ser automaticamente errado, falho, negativo, nazista, fascista, elitista, e outros da lista de ofensas prontas que eles tem. E isso, mesmo que as outras coisas ditas não tenham nenhuma ligação ou relação com o erro provado.
Dessa forma, eles tem um meio bastante eficiente de desacreditar seus oponentes, pois criam nas pessoas uma rejeição pessoal a seus críticos, fazendo com que muitos desconsiderem seus argumentos sem realmente analisá-los. Sem falar que várias pessoas se sentem coagidas a concordar sem questionar, por medo de ficar rotulado como “fascista” e outros. Afinal, muitas vezes, eles não respeitam nem inocentes ou neutros. Ou melhor, não reconhecem sua existência. Basta não querer se envolver ou mesmo não se impressionar com seu discurso, para ser considerado “inimigo”.

3-Só sabem contar até dois
Os itens 1 e 2, separados, já podem ser bem perigosos. Mas a combinação deles é ainda pior. Aqui, eles impõem o falso conceito de que o mundo se divide em apenas dois “lados”, e o que não está de um, pertence automaticamente ao outro, sem meio termo.
Com isso, deixa-se de analisar as coisas por fatos e detalhes, e adota-se um critério errado de julgar baseando-se em pertencer ao lado “certo” ou “errado”, como se algo fosse automaticamente válido ou intolerável por estar ligado a um “título”, independente dos fatos.
Mas esse raciocínio torto, onde o certo ou errado é julgado por um lado ou posição, ao invés de por dados concretos, gera uma das maiores contradições desse discurso, onde vemos exigirem respeito sem respeitar, e querer fiscalizar sem ser fiscalizados, entre outros. Todas essas contradições acontecem porque os “lados” não são bem definidos, já que eles pegam qualquer grupo, ideologia ou outra coisa que possa ajudar a conseguir popularidade ou credibilidade, e misturam sem critério, tentando forjar uma ligação que não existe entre eles, e ainda incluem seus interesses pessoais nessa confusão. O resultado é uma colagem malfeita, onde não há, na prática, como saber o que define cada lado.
Um bom exemplo disso são os “defensores da tolerância intolerantes”, que falam em ser aceitos, mas no fundo não querem ser aceitos. Querem ter o poder de definir suas idéias/atitudes/grupos como os únicos certos e taxar todos os outros de “intolerantes” e “intoleráveis”, para logo em seguida despejar todo seu ódio contra eles, através de atitudes que, vindo de seus inimigos, seriam “violentas”, “fascistas”, etc…mas vindo deles passam a ser “caminho para um mundo melhor”, “correção de injustiças, desigualdades e desequilíbrios”, entre outros.
Usar dois pesos e duas medidas pode ser válido em alguma situação? Talvez. O problema é que, além disso, eles criam artifícios para que seus próprios relativismos não os atinjam caso ocorra uma situação semelhante mas que esteja CONTRA eles.

4-Idéias “embutidas”, por associação e insinuadas
Apenas para lembrar, o conceito de “idéia embutida”, aqui, é lançar dois ou mais conceitos, de modo que um pareça fazer parte do outro, e de um jeito que não se consiga perceber a “mistura”. Alguns exemplos já foram dados acima, como o caso que eles usam um interesse legítimo para empurrar seus interesses pessoais junto. Mas existem outras que são parte do discurso deles. Uma das principais é a falsa definição de respeito que eles impõem, onde só “respeita” quem concorda automaticamente com tudo que dizem, sem questionar. Claro que eles não dizem isso com todas as letras, mas na prática, exigem que seja assim.
Outra idéia embutida é a de certos pseudo-humanistas que pegam o conceito (verdadeiro) de que a situação social influencia na criminalidade, e aproveitam para impor junto com esse conceito as suas próprias idéias falsas de que repressão ao crime atrapalha a justiça social. Claro que eles não dizem isso com todas as letras, mas note que é só questionar se não existem meios de fazer ressocialização sem deixar o bandido à vontade e de um jeito que mantenha a segurança da sociedade, que eles já te chamam de fascista, simplesmente por ser realista e lembrar que o criminoso pode voltar a fazer das suas.
Quanto a idéias insinuadas, eles possuem muitas táticas para lançar conceitos de um jeito que tendam a ser entendidos como convém a seus interesses. Seria difícil listar todos os métodos aqui, mas cuidado especialmente com pressão psicológica. Um dos sinais mais visíveis dessa estratégia é quando eles tentam impor sentimento de culpa a alguém, simplesmente porque essa pessoa questiona, e quer analisar melhor, ao invés de ir engolindo sem pensar sua “maravilhosa” ideologia.

5-Clichês e outras táticas
Eles tem um verdadeiro arsenal de frases prontas, estatísticas, obras literárias e pesquisas, para parecer “científicos”. Mas, quando olhamos melhor, vemos que as frases prontas não resistem a uma análise e/ou escondem entrelinhas e idéias implícitas, as estatísticas e livros são feitas por seguidores da ideologia (havendo, portanto, uma grande chance de seus dados serem tendenciosos), e suas pesquisas e estimativas são feitas com o “sistema” de só procurar dados e argumentos a favor, de qualquer lado e lugar, e juntar todas, mas ignorando o que não convém. Também é comum recorrerem a comparações e paralelos incompletos onde, se acham UM ponto em comum entre dois grupos, ideologias, situações ou qualquer coisa, já saem falando que “são iguais”.
Um exemplo dessa desonestidade intelectual é a tática de recorrer a um pensador (de preferência um pouco conhecido), alegar que quem não leu a obra dele é ignorante e incapaz de discutir o assunto, e decidir que venceram o debate. Ainda tem uns que vão além: No caso do oponente conhecer esse livro ou autor, vão colocando como “exigência de capacidade para debater” outras obras, ou mesmo partem para a alegação de que o problema é que seus críticos não entenderam a “maravilhosa” mensagem de sua ideologia, mesmo conhecendo-a. Ou seja, apenas floreiam para disparar a frase pronta de que só são inteligentes os que concordam com eles em tudo, sem questionar.
Outra tática muito comum é repetir uma idéia mil vezes, para tentar fazer com que acabe aceita como verdade…mas o truque aqui não é tão óbvio, porque eles repetem mil vezes com palavras diferentes, ou usam outros artifícios para que suas estratégias não sejam percebidas.

 
6-Linha de ação
Para resumir seu “modus operandi”: Primeiro, eles repetem sua ideologia mil vezes, para tentar convencer pela pressão. Em seguida, tentam parecer engajados e politizados, disparando toneladas de conceitos incompletos e mal explicados, mas que levam tempo para ser rebatidos de forma adequada. No fim, quando alguém consegue desmascará-los, eles já fizeram a cabeça de várias pessoas, e já estão bem estabelecidos, com seguidores, imagem, lobby, e conseguem vencer ou ao menos se instalar, sem precisar ter razão.
Antigamente, havia guerras para conquistar territórios. Hoje, não é mais tão fácil fazer isso, porque existe a soberania dos países. Então, algumas pessoas “guerreiam por mentes e almas”, criando artifícios para que sua “ideologia” esteja infiltrada em todos os lugares, e seja capaz de trapacear fronteiras e soberania.

Nota final: As táticas descritas aqui são as que considero principais, mas seria impossível listar todas em detalhes. Por isso, vou lembrar que o mais básico para não se deixar levar por esse tipo de discurso é analisar e observar bem tudo que for dito. Boa parte da estratégia deles se baseia em usar pressão psicológica e pegar as pessoas de guarda baixa com seu discurso inflamado e rebuscado. Então, esteja prevenido e não aceite coação moral, e já deve ser capaz de evitar esse atropelamento ideológico.
Por sinal, um dos sintomas que indica um usuário dessas técnicas é que, ao ser pressionado, ele costuma disparar uma metralhadora de clichês, alguns até ofensivos, ou mesmo uma única frase de efeito, esperando soterrar a questão sob uma tonelada de frases prontas, ou confundir os questionadores com uma falsa pose de confiança. Assim, eles esperam passar uma falsa impressão de que “venceram”, e “deixaram os oponentes sem resposta” (novamente, como descrito no 6, exploram a dificuldade natural de se elaborar argumentos racionais contra seus artifícios) “””””””””” do orkut

A volta do comando de caça aos comunistas!

26/07/2008

http://www.youtube.com/watch?v=rjJi5ras61A

 

Volta CCC

Vou te contar a verdadeira história
De um povo iludido, de um povo sem memória
Bem devagarinho que é pra você entender
E quando precisar saberá o que fazer
Existem facções e ligas partidárias
Que iludem o povo apenas com migalhas
Asfaltam sua rua e ganham o seu voto
Te compram bem barato depois te querem morto
E quanto mais burro você for
Para eles será bem melhor
Eles querem te manipular
E acabar com eles é o que vai nos libertar
Partido da moda, showmício e bandeirinha
Discurso da vitória maldita estrelinha
Ilusão massiva, de um povo sem memória
Amarga e passa fome por mais esta derrota
Eu só quero ver o que os vermelhos vão fazer
Quando os militares retomarem o poder
Comando blindado saudara com euforia
Volta a CCC para nossa alegria

CCC = Comando de caça aos comunistas

*Comando Blindado

Esquerdistas: Não leiam este site para não terem convulsões.

26/04/2008

http://mediasemmedia.blogspot.com/

Blogs americanos nocivos para esquerdistas.. solução censurar a internet

26/04/2008

Essa semana o tal do Roy Edroso, com o cartunista esquerdista Tom Tomorrow, publicou um artigo dos “piores” blogs políticos da direita (“The Right Guff”).

Dentre eles:

Crunchy Con (blog conservador e religioso do Rod Dreher da Igreja Ortodoxa)
http://blog.beliefnet.com/crunchycon/

Powerline (3 conservadores do Claremont Institute)
http://powerlineblog.com/

Ace of Spades
http://ace.mu.nu/

Johnah Goldberg (blog do autor de “Liberal Fascism”, considerado 90% maligno pelos esquerdistas)
http://corner.nationalreview.com/

Michelle Malkin
http://michellemalkin.com/

Glenn Reynolds – Instapundit (considerado 95% maligno pelos esquerdistas)
http://instapundit.com/

Little Green Footballs (do Charles Johnson, que se “converteu” ao conservadorismo depois de 9/11 e hoje ataca os islamo-fascistas)
http://littlegreenfootballs.com/

QUEM É DE ESQUERDA? todos os partidos políticos brasileiros se dizem de esquerda e brigam para serem mais de esquerda que os outros partidos!

30/10/2007

http://www.psdb.org.br/notaoficial.asp?id=2864  

 PORQUE? porque no Brasil é chic, é in ser de LEFT , gauche, esquerda ?

VEJA A NOTA DO PSDB JURANDO QUE MERECE SER CHAMADO DE SOCIALISTA:

BEM, PORQUE NO BRASIL CHAMAR ALGUÉM DE DIREITISTA É CHINGAR É OFENDER?

Data: 24/10/2003  
     
  Congresso da Internacional Socialista  
     
  Nota à ImprensaSó a ignorância pode explicar – sem, no entanto, justificar — o sectarismo presente à organização do XXII Congresso da Internacional Socialista, que acontece em São Paulo na próxima semana. O encontro deixou de lado forças representativas do campo progressista brasileiro, em especial o PSDB, numa demonstração de manipulação partidária, oficialismo e desconhecimento de nossa realidade política que é de causar vergonha aos que, ao longo da história, empunharam as bandeiras nobres da Internacional Socialista.

A clara perda de representatividade para o evento no plano nacional é resultado direto da simbiose entre um partido que não se cansa de mostrar tentações totalitárias e uma Internacional Socialista cujo comando se mostra, no mínimo, manipulável.

Estamos falando do PT, legenda de traço conservador indisfarçável, patente nas alianças que mantém com as piores oligarquias, no uso do marketing mais populista, no desprezo por conquistas sociais como o reforço das verbas para a saúde pública, no desrespeito a princípios básicos de proteção ao meio ambiente, na burla à ética pessoal mais óbvia que se exige do administrador público, no aparelhamento desenfreado da máquina estatal. Nada disso, nem a oportunista declaração do presidente Lula de que nunca foi de esquerda, impediu o PT de ser elevado à condição de anfitrião do congresso de São Paulo.

Com a agravante de que o ideologicamente vacilante Partido dos Trabalhadores é apenas observador na Internacional Socialista e assim irá se manter. Ao PDT, membro efetivo da organização, não foi dada a condição de atuar como anfitrião. É bom lembrar: o PDT hoje está longe do poder central.

Que interesses fizeram com que a organização do congresso, capitaneada pelo secretário-geral Luis Ayala, se permitisse envolver pelo canto de sereia do PT-governo? Chileno, Ayala deve ter conhecimento sobre os tantos quadros progressistas brasileiros — boa parte hoje do PSDB, mas também em outros partidos – que respaldaram e apoiaram seu povo contra a tirania de direita que assolou seu país. Procurando boa-fé, acreditemos que o viés sectário e chapa-branca do encontro de São Paulo é resultado de mera ignorância sobre o contexto político brasileiro ou fruto de incapacidade de fazer julgamentos ideológicos minimamente consistentes.

O fato é que, depois do ocorrido, expressões como representatividade, justiça, igualdade e, sobretudo, democracia, terão um pouco menos de significado cada vez que forem pronunciadas neste Congresso da Internacional Socialista.

José Aníbal
Presidente nacional do PSDB

OS DEZ PRINCÍPIOS DO ESQUERDISTA! como é cabeça de esquerdista comunista a moral e a ética da esquerda

15/09/2007

1) um esquerdista crê que não existe moral (no fundo o esquerdista crê apenas na moral que o favorece, isto é, “não roubar” para os outros mas um esquerdista pode roubar à vontade).

2) o esquerdista promove o anti-convencional, violenta os costumes e prefere a descontinuidade.

3) os esquerdistas querem derrubar tudo que seja pré-estabelecido.

4) os esquerdistas agem com imprudência e irresponsabilidade.

5) os esquerdistas desejam a uniformidade universal – (todo mundo igual, exceto eles, quando estão no poder usufruindo dos privilégios).

6) os esquerdistas não se impõem limites e acreditam que podem melhorar, aperfeiçoar e acabar com as imperfeições de tudo, inclusive do próprio ser humano (“para fazer uma omelete há que se quebrar os ovos”, eles dizem, e partem para quebrar todos os ovos mesmo que não consigam fazer omelete alguma).

7) os esquerdistas são contra a liberdade e a propriedade – preferem a escravidão, embora a chamem por outros nomes: igualdade, responsabilidade social, justiça social, etc.

8) os esquerdistas impõem coletivismo forçado.

9) o esquerdista deseja o poder desmedido e a liberação de todas as paixões humanas (marxismo clássico e marxismo cultural).

10) o pensador esquerdista não quer estabilidade – prega a revolução perpétua.