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Apóie o Projeto de Lei da Escola sem Partido

13/02/2017
10/02/2017 – 17h47

Comissão Especial da Escola Sem Partido tem duas audiências na próxima semana

A Comissão Especial da Escola Sem Partido (PL 7180/14) promove duas audiências públicas nesta semana

Na terça-feira (14), às 15 horas, serão ouvidos no plenário 10:
– o professor da Universidade Federal de Pernambuco, mestre em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco e doutor em Filosofia pela Universidade da Califórnia, Rodrigo Jungmann;
– o reitor do Colégio Pedro II, especialista em Educação na modalidade Administração Escolar; mestre em Química Analítica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, doutor em Química Inorgânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Oscar Halac;
– o advogado, procurador de São Paulo, fundador do Movimento Escola sem Partido, Miguel Nagib; e
– o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; formado em ciências físicas e biológicas pela Fundação de Ensino Superior de Olinda, Heleno Araújo Filho.
Depois da audiência, os parlamentares vão votar requerimentos.

Já na quarta-feira (15), a audiência está marcada para as 14h30, no plenário 7.
Estão convidados:
– a doutora em Filosofia e História da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professora titular do Departamento de Fundamentos da Educação da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Madalena Guasco; e
– a professora de Santa Catarina, graduada em História; palestrante sobre o tema Doutrinação Ideológica, Ana Caroline Campagnolo.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será votada na comissão especial. Se for aprovada, poderá seguir para o Senado sem necessidade de ser analisada pelo Plenário da Câmara.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Da Redação – RCA

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias

Divulgue os livros anticomunistas

12/02/2017

Pré-venda: Desconstruindo Paulo Freire

Categoria:
10 AVALIAÇÕES

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Previsão de entrega

Até o dia 31/07.

Sobre a obra

– Por Thomas Giulliano Ferreira Dos Santos, coordenador editorial

Embasado nas pluralizadas experiências individuais, afirmo, sem qualquer receio de parecer quixotesco, que boa parte de nossos veículos pedagógicos, sejam eles os espaços universitários ou o mercado editorial, acabam por endossar o totalitarismo pedagógico de Paulo Freire, adotando um equivocado comportamento reducionista no campo das ideias e gregário na seleção de uma única forma de expor a pedagogia brasileira.

A reputação deste trabalho justifica-se pelo escasso material verdadeiramente analítico disponível para estudos.

Dessa forma, a produção intelectual “Desconstruindo Paulo Freire” tenta cumprir o dever de apresentar ao público leitor uma realidade desconhecida sobre o nosso atual baluarte pedagógico, fundamentando-se em uma metodologia lúcida, preocupada em abordar de modo realista a vida e a obra do atual Patrono da Educação Brasileira – sem as frequentes irracionalidades que marcam os olhares sobre o autor das concepções bancárias de educação.

Selecionei para este trabalho textos inéditos de pesquisadores das mais variadas áreas, ampliando o alcance investigativo do livro. Estimulado pelo desejo de qualificar o debate sobre os nossos problemas pedagógicos, sem amarras doutrinárias, escorado no desejo de pensar a nossa história à luz da verdade, evitando macular o dom da linguagem, é que deixo em suas mãos, caridosos leitores, a possibilidade de publicação deste trabalho necessário à adequada compreensão de nossas neblinas contemporâneas.

Os autores

Percival Oliveira Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, autor das obras “Pombas e Gaviões”, “Cuba, a tragédia da utopia”, Crônicas contra o totalitarismo e a “A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros”, mantenedor de seu site http://www.puggina.org, articulista de vários portais online e cronista do jornal Zero Hora.

Clístenes Hafner Fernandes:

Professor de línguas e cantor lírico. Fundador da Schola Classica – centro de estudos das sabedorias clássicas. Atua como professor e palestrante tendo como escopo as culturas latinas e germânicas. Como músico, tem se dedicado ao ensino da técnica vocal e ao estudo e execução de Lieder (canções eruditas alemãs).

Roque Callage Neto

Professor Doutor em Ciências Sociais e Relações Americanas com Pós-doutorado em Economia do Desenvolvimento. Com a sua pesquisa sobre a cidadania social canadense em 2004, venceu o prêmio “Governor General” do Ministério do Exterior do Canadá.  Consultor da Chair “Canada: Social and Cultural Challenges in a Knowledge-Based Society”,Universidade de Ottawa, membro da Associação Brasileira de Estudos Canadenses (Abecan) e autor do livro “A Cidadania sempre adiada – da crise de Vargas em 54 à Era Fernando Henrique”.

Cleber Eduardo Dos Santos Dias

Padre da Igreja Católica Apostólica Romana, Doutor em Filosofia Medieval pela PUCRS – com aperfeiçoamento nas Universidades do Porto e de Roma. Autoridade reconhecida em Direito Canônico. Pesquisador abalizado sobre os seguintes temas: “A teoria dos nomes e da abstração ou lógico-linguística de Pedro Abelardo (Petrus Abaelardus 1079-1142)”, “Os processos cognitivos na Idade Média”, “Beatitude/felicidade em Agostinho de Hipona” e “A Concepção de Lei em Tomás de Aquino”.

Rafael Nogueira

Bacharel e Licenciado em Filosofia, e Bacharel em Direito. É Pós-graduado em Educação pela Universidade Metropolitana de Santos. Dirige cursos sobre livros clássicos, iniciativa que agora está sediada no NEC (Núcleo de Estudo e Cultura), sob o título “Ciclos de Estudos Clássicos”. É estudioso da vida e da obra de José Bonifácio de Andrada e Silva — que já estuda há dez anos e sobre quem dá palestras frequentes, além de trabalhar em projetos como o filme “Bonifácio – O fundador do Brasil” e nos cursos online “Os fundadores dos Estados Unidos” e “A formação do pensamento conservador brasileiro” – ambos disponíveis no site: historiaexpressa.com.br.

Thomas Giulliano Ferreira dos Santos

Licenciado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, professor dos cursos livres “Desconstruindo Paulo Freire”, “O Brasil segundo Machado de Assis”, “Em torno de Joaquim Nabuco”, dentre outros. Mantenedor do site historiaexpressa.com.br e conferencista regular de instituições de ensino

Reforma do Ensino Médio – Menos Doutrinação Comunista

12/02/2017

EDUCAÇÃO

Conheça as mudanças que ocorrerão no ensino médio

Reforma do Ensino Médio

Pela proposta apresentada pelo governo, ensino médio terá maior carga horária, por exemplo. Entenda o que mudará

por Portal BrasilPublicado: 09/02/2017 19h04Última modificação: 10/02/2017 15h40

Divulgação/Governo de Mato Grosso

Próximo passo é a publicação da Base Nacional Comum Curricular, que definirá competências e objetivos

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A reformulação do ensino médio, aprovada nesta quarta-feira (8) no Senado Federal, pretende tornar mais flexível e atual o currículo dos jovens nos três últimos anos da escola. Agora, a matéria aguarda sanção do presidente Michel Temer.

O próximo passo é a publicação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Ela definirá as competências e objetivos de aprendizagem nas quatro áreas do conhecimento: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e sociais aplicadas.

Um dos principais objetivos da nova proposta para o ensino médio é atrair e manter os jovens para a escola. Atualmente, mais de 1 milhão de jovens de 17 anos que deveriam estar no terceiro ano do ensino médio estão fora da escola. Outros 1,7 milhão de jovens não estudam nem trabalham.

O resultado mais recente do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) também mostra a defasagem do formato atual do ensino médio brasileiro. O último levantamento realizado mostrou que o País está estagnado.

Conheça as principais mudanças que irão modernizar o ensino médio, e que constam na proposta do governo federal:

Carga horária

A carga horária do ensino médio subirá de 800 para 1,4 mil horas. As escolas farão a ampliação de forma gradual, mas nos primeiros cinco anos já devem oferecer 1.000 horas de aula anuais.

A BNCC, que é obrigatória a todas as escolas, deverá ocupar o máximo de 60% da carga horária total do ensino médio, sendo o tempo restante preenchido por disciplinas de interesse do aluno, que poderá eleger prioridades de acordo com a área de formação desejada em uma das cinco áreas de interesse: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.

Ensino técnico

Atualmente, o estudante que almeja uma formação técnica de nível médio precisa cursar 2,4 mil horas do ensino médio regular e mais 1,2 mil horas do técnico. Com a mudança, o jovem poderá optar por uma formação técnica profissional dentro da carga horária do ensino médio regular e, ao final dos três anos, ser certificado tanto no ensino médio como no curso técnico. Cada estado e o Distrito Federal organizarão seus currículos.

Disciplinas obrigatórias

Além dos componentes curriculares previstos na BNCC, o novo ensino médio prevê a obrigatoriedade das disciplinas de língua portuguesa e de matemática ao longo dos três anos. Além disso, a língua inglesa, que não era obrigatória segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), passará a ser a partir do sexto ano do ensino fundamental. Porém, no ensino médio, as redes poderão oferecer outras línguas estrangeiras, com prioridade para o espanhol.

Prazos

A partir da publicação da BNCC, os sistemas de ensino terão o ano letivo seguinte para estabelecer o cronograma de implantação das principais alterações na Lei e iniciar o processo de implementação a partir do segundo ano letivo. O texto aprovado permite, ainda, que as redes autorizem profissionais com notório saber para ministrar aulas exclusivamente em disciplinas dos cursos técnicos e profissionalizantes.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Educação (MEC)

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative CommonsCC BY ND 3.0 Brasil

SEGUNDA-FEIRA, 8 DE NOVEMBRO DE 2010

Tia Anastácia se declara quilombola

A líder do “Movimento Negro” do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, agora chamada de Companheira Anastácia, se declara quilombola e pede demarcação das terras.

Com as “Caçadas de Pedrinho” proibidas pelo IBAMA, pouco resta a fazer no sítio.

Os “Sem-Terra” andam rondando o “Sítio do Pica-Pau Amarelo” e já informaram ao INCRA que a área é improdutiva pois só nasce literatura por lá.

“Benta”, que agora não é “Dona” de porra nenhuma, pretende viver do “Bolsa-Família”.

DOMINGO, 22 DE NOVEMBRO DE 2009

Hino nacional da propaganda brasileiro patrocinado

Este “hino nacional da propaganda” já existia, mas eu dei um toque pessoal nele:

HINO NACIONAL BRASILEIRO PATROCINADO

Num posto da Ipiranga, às barragens plásticas,
De um Volvo heróico, Brahma desodorante
Skol da liberdade em Ríder fulgido
Brilhou, no Shell da Parker, nesse calmante

Se no Knorr dessa igualdade
Conseguirmos driblar com Aço Ford
Em teu PCSeiko, ó faculdade
Desafia nosso peito à Microsoft

Ó Parmalat, Mastercard, Sharp, Sharp
Amil um sonho incenso, um rádio Philips

De amor e de Lufthansa, o Serra desce
Intel formoso gel risonho Olympicus
A filmagem do Bradesco resplandesce

Gillete pela própria natureza
És BBBelo Escort impávido TV Colosso
E a TV Futura espelha essa Grendene
Cerpa gelada!

Entre outras Amil é Suvinil, Compaq amada.
Do Philco deste Sollo és mãe Doril
Coca Cola, Bombril!

A Bela e o Culto!

A moça mais bonita e querida da faculdade diz ao rapaz mais culto:

-Vamos ter um filho, a criança vai ter a minha beleza e a sua inteligência!

-De maneira alguma, a criança poderá ter a minha beleza e a sua inteligência.

Pai Nosso dos Blogistas

Ó Pai dos cultos, que estais nas bibliotecas e no google, santificado seja o teu blog;

Venha a nós a tua cultura;

Seja feita vossa autoria assim nos livros quanto na internet;

A métrica e a rima nossa de hoje nos daí;

Perdoa-nos os nossos sofismas, assim como nós temos perdoado os nossos colegas da blogosfera;

Não nos deixes cair em redundância; mas livra-nos do lugar-comum:

Pois tua é a criatividade, a inspiração e a correção gramatical para sempre.

Amém!

SÁBADO, 28 DE MARÇO DE 2009

Eles pagam para não estudar!

Nas nossas faculdades particulares existem muitos alunos que só falam de festas, decotes e saias, futebol e praia.
Bebendo no bar da esquina na hora da aula.
Quando aparecem na sala de aula, o professor falta, e não há professor substituto. E quando encontram professor na sala de aula, estes maus alunos atrapalham quem quer estudar, pois não conseguem acompanhar a aula.
Para que, então, estes maus alunos pagam para não estudar? Que querem eles?
Você pode me responder?

A infame Carta Capetal é daquelas que quando falta argumento berra: Racista, …..

12/12/2013

Início Outros Site Escola Sem Partido tem texto censurado por decisão judicial surrealmente contraditória e vaga

CENSURA BRUTAL E AINDA QUERER QUE NÃO SE DIVULGUE O CRIME CONTRA OS DIREITOS HUMANOS, QUEREM MULTAR QUEM DIVULGA TANTO O CRIME DE DOUTRINAÇÃO QUANTO O CRIME BÁRBARO DE CENSURA.

Site Escola Sem Partido tem texto censurado por decisão judicial surrealmente contraditória e vaga

By on 12 de dezembro de 2013 • ( 0 )

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Não se pode esperar coerência judicial quanto a esquerda leva suas brigas para o campo da guerra jurídica. Ações absurdas e sem o menor sentido tendem a aparecer. O objetivo é o mesmo de sempre: censurar opiniões discordantes e fugir do debate. É uma regra da propaganda: quem controla o fluxo de informações vence o jogo.

As solicitações da esquerda sempre são ilógicas, como no caso da ação judicial lançada contra o site Escola Sem Partido, que usa o recurso da vagueza intencional, o qual será identificado aqui.

A ação começou por que a professora Cléo Tibiriçá não gostou que o site Escola sem Partido tenha denunciado sua doutrinação esquerdista em sala de aula. Ao invés de contra-argumentar, Cléo lançou uma ação judicial absurda. Acredite se quiser, a juíza Daniela Nudeliman conferiu a tutela antecipada, beneficiando a professora, configurando um caso absurdo de censura à divulgação de informações públicas e implementação de crime de opinião.

Vejamos o que diz a decisão de Daniela:

Recebo a petição inicial presentes os requisitos legais. No mais, defino parcialmente a tutela antecipada pleiteada.

Ok, vamos avaliar os motivos…

Isso porque, embora o requerido tenha direito a manifestar sua opinião sobre as aulas ministradas pela autora, existem indícios nos autos de que ele está extrapolando este direito, ao veicular críticas ofensivas à requerente, lesando, assim, a sua honra.

Se existe o direito à manifestação de opinião, qual seria o evento a causar a extrapolação deste direito? Quais críticas são ofensivas? Quais são as ofensas? Quais destas críticas “lesam a honra” da requerente? Isso abre um precedente para que nenhuma crítica desse tipo possa ser feita na mídia? Por exemplo, quando uma ombudsman da Folha diz que existe uma “direita hidrófoba” ou o Brasil247 ofende verbalmente Rodrigo Constantino, Reinaldo Azevedo e Olavo de Carvalho, estas ofensas são mais ou menos lícitas de acordo com a juíza? Por que ela não descreveu critérios a partir dos quais podemos, de forma universal, definir quais conteúdos podem ou não ser divulgados? Se em sala de aula as críticas da professora à direita tiverem o mesmo tom, as aulas podem ser proibidas também? Em suma, QUAL É O CRITÉRIO?!?!

Detalhe: não sou a favor de censura, seja por opinião, seja pela divulgação de fatos. Mas é importante entender o critério, e, de forma inacreditavelmente vaga, a decisão de Daniela não explica absolutamente nada disso.

Com isso, ressalto que o direito à livre manifestação é limitado pelo direito à imagem e à honra daqueles sobre quem se manifesta. Assim, não pode o reú sob o fundamento de dar sua opinião contrária sobre o conteúdo das aulas ministradas pela autora, ofende-la em sua dignidade.

Mas por que a juíza não explica o que é ofensa à dignidade? Por que ela não traz casos que possam funcionar como um checklist? Do jeito que está escrito pela juíza, pode-se usar o precedente para que José Serra possa bloquear o site Conversa Afiada por chamá-lo de Cerra? Contra o mesmo site de PHA, a Marina Silva pode bloquear o mesmo site por chamá-la de Bláblárina? Estranhamente, a decisão da juíza não dá nenhuma informação a respeito desssa regras de conduta, que, se não atendidas, configurariam “ofensa a dignidade a ponto de merecer censura judicial”. Em processos corporativos, costumamos dar exemplos de “como fazer” e “como não fazer”, para evitar a vagueza. Mas ela simplesmente escreve sobre “ofensa à dignidade” e não nos dá um roadmap de como podemos automaticamente ser protegidos de “ofensa à dignidade” nos mesmos casos. A regra que vale para proteger a professora da FATEC vale para os outros? Mas cadê a regra?

Desta forma, defiro parcialmente a tutela antecipada, a fim de que o réu retire no prazo de 24 horas do seu site/blog o artigo “Doutrinação Ideológica na FATEC – 1º parte”, bem como se abstenha de publicar qualquer artigo que mencione a autora ou o curso por ela ministrado, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00, a ser revertida em indenização em favor da autora.

Essa parte esta bem clara, mas nos abre outras questões. Pelo que se entende, Miguel Nagib não pode nem lançar um novo artigo citando o caso? Independemente do seu conteúdo? Se ele substituir o artigo original por um outro, isso também não é possível? Ou seja, por lei temos um cidadão que não pode falar absolutamente nada a respeito da professora em questão. Mas a professora pode falar algo sobre o caso? A Revista Forum publicou uma matéria sobre o assunto, e à favor da professora. Veja: Professora da FATEC é perseguida por grupo que prega a neutralidade em sala de aula. Também fiz uma busca no site da Carta Capital, e encontrei quatro artigos defendendo a professora e atacando o site Escola Sem Partido. Depreende-se de que estes artigos não estão proibidos, certo? Se não estão proibidos, podemos entender que elogiar a professora é permitido, mas criticá-la não é? Nesses artigos, Miguel Nagib é chamado de “perseguidor”, “macartista” e a denúncia dele é chamada de “ridícula”. Segundo os critérios da juíza, essas críticas não “ofendem à honra” e não atentam contra o “direito de imagem” de Nagib?

Em um dos artigos da Carta Capital, um comentarista diz: “Parabéns ao juiz. Esse blog é racista, hipócrita, ideológico, mentiroso e deve ser fechado!” Pelas regras da juíza, isso vale? Se qualquer artigo tiver frases assim, a juíza emitiria uma tutela antecipada vetando os conteúdos da Revista Fórum e da Carta Capital (publicações assumidamente de esquerda)?

Da mesma forma, sendo responsável por repassar o conteúdo de seu artigo a terceiros, deverá o réu cuidar para que os mesmos, citados pela autora, se abstenham de divulgar qualquer notícia ou informação sobre a requerente e seu curso, sob pena de arcar com a multa supramencionada.

Mas a própria publicação da decisão judicial é um noticiamento a respeito da requerente (no caso, de uma decisão judicial a favor dela). Se a divulgação de “qualquer notícia é proibida”, então como a juíza noticiou sua decisão? Deixe-me clarear um pouco: será que está proibida a divulgação de “qualquer notícia” só se for no site do Nagib? Mas devemos entender que a própria divulgação de que existiu uma decisão judicial a favor da professora é proibida? A sentença simplesmente não deixa isso claro.

Caso o réu não consiga cessar a divulgação feita por terceiros, deverá comprovar que tentou cumprir a decisão, sem êxito, sob pena do pagamento de referida multa.

Quais são as provas que ele deverá trazer neste caso? Quais os mecanismos de controle ele terá? Assim fica difícil… Em tempo: Emissão de opiniões a respeito da ação judicial são permitidas?

Outrossim, quanto à varredura de qualquer material alusivo à autora, entendo que tal obrigação é impossível de ser cumprida pelo réu, da forma como pleiteada pela requerente, razão pela qual fica indeferido o pedido neste tocante.

Ufa, isso deve ter sido um alívio para o Nagib. Sem comentários.

Uma pergunta: se eu disser que a sentença da juíza é vaga em vários pontos estou ofendendo a honra da juíza?

Nota-se que nesta republiqueta de bananas parece que agora temos que nos precaver. Entretanto, em qualquer país de primeiro mundo, solicitações como a da professora seriam claramente definidas como litigância de má fé.

A Falência do Ensino no Brasil – Não dá mais – Acabou

10/11/2013

Quem ama educa, quem odeia doutrina

06/11/2013

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A Doutrinação Comunistas nas Escolas organizada pelo PT

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Professor comunista defendendo a Tirania comunista – Fazer o aluno adorar viver como escravo

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Um dos muitos motivos para abominar esquerdismo, politicamente correto e comunismo

11/05/2013

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PARABÉNS ELEITOR DE PeTRALHAS… Tomara que uma aberração dessas seja o professor do TEU FILHO….

12/04/2013
PARABÉNS ELEITOR DE PTRALHAS…

Professor diz que é  Veado e dá o cu.

Tomara que uma aberraçao dessas seja o professor do TEU FILHO….

Isso é que dá colocar a filha em escola particular e não procurar saber o que ensinam aos filhos:

05/11/2012