Posts Tagged ‘educação’

Divulgue os livros anticomunistas

12/02/2017

Pré-venda: Desconstruindo Paulo Freire

Categoria:
10 AVALIAÇÕES

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Previsão de entrega

Até o dia 31/07.

Sobre a obra

– Por Thomas Giulliano Ferreira Dos Santos, coordenador editorial

Embasado nas pluralizadas experiências individuais, afirmo, sem qualquer receio de parecer quixotesco, que boa parte de nossos veículos pedagógicos, sejam eles os espaços universitários ou o mercado editorial, acabam por endossar o totalitarismo pedagógico de Paulo Freire, adotando um equivocado comportamento reducionista no campo das ideias e gregário na seleção de uma única forma de expor a pedagogia brasileira.

A reputação deste trabalho justifica-se pelo escasso material verdadeiramente analítico disponível para estudos.

Dessa forma, a produção intelectual “Desconstruindo Paulo Freire” tenta cumprir o dever de apresentar ao público leitor uma realidade desconhecida sobre o nosso atual baluarte pedagógico, fundamentando-se em uma metodologia lúcida, preocupada em abordar de modo realista a vida e a obra do atual Patrono da Educação Brasileira – sem as frequentes irracionalidades que marcam os olhares sobre o autor das concepções bancárias de educação.

Selecionei para este trabalho textos inéditos de pesquisadores das mais variadas áreas, ampliando o alcance investigativo do livro. Estimulado pelo desejo de qualificar o debate sobre os nossos problemas pedagógicos, sem amarras doutrinárias, escorado no desejo de pensar a nossa história à luz da verdade, evitando macular o dom da linguagem, é que deixo em suas mãos, caridosos leitores, a possibilidade de publicação deste trabalho necessário à adequada compreensão de nossas neblinas contemporâneas.

Os autores

Percival Oliveira Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, autor das obras “Pombas e Gaviões”, “Cuba, a tragédia da utopia”, Crônicas contra o totalitarismo e a “A Tomada do Brasil pelos maus brasileiros”, mantenedor de seu site http://www.puggina.org, articulista de vários portais online e cronista do jornal Zero Hora.

Clístenes Hafner Fernandes:

Professor de línguas e cantor lírico. Fundador da Schola Classica – centro de estudos das sabedorias clássicas. Atua como professor e palestrante tendo como escopo as culturas latinas e germânicas. Como músico, tem se dedicado ao ensino da técnica vocal e ao estudo e execução de Lieder (canções eruditas alemãs).

Roque Callage Neto

Professor Doutor em Ciências Sociais e Relações Americanas com Pós-doutorado em Economia do Desenvolvimento. Com a sua pesquisa sobre a cidadania social canadense em 2004, venceu o prêmio “Governor General” do Ministério do Exterior do Canadá.  Consultor da Chair “Canada: Social and Cultural Challenges in a Knowledge-Based Society”,Universidade de Ottawa, membro da Associação Brasileira de Estudos Canadenses (Abecan) e autor do livro “A Cidadania sempre adiada – da crise de Vargas em 54 à Era Fernando Henrique”.

Cleber Eduardo Dos Santos Dias

Padre da Igreja Católica Apostólica Romana, Doutor em Filosofia Medieval pela PUCRS – com aperfeiçoamento nas Universidades do Porto e de Roma. Autoridade reconhecida em Direito Canônico. Pesquisador abalizado sobre os seguintes temas: “A teoria dos nomes e da abstração ou lógico-linguística de Pedro Abelardo (Petrus Abaelardus 1079-1142)”, “Os processos cognitivos na Idade Média”, “Beatitude/felicidade em Agostinho de Hipona” e “A Concepção de Lei em Tomás de Aquino”.

Rafael Nogueira

Bacharel e Licenciado em Filosofia, e Bacharel em Direito. É Pós-graduado em Educação pela Universidade Metropolitana de Santos. Dirige cursos sobre livros clássicos, iniciativa que agora está sediada no NEC (Núcleo de Estudo e Cultura), sob o título “Ciclos de Estudos Clássicos”. É estudioso da vida e da obra de José Bonifácio de Andrada e Silva — que já estuda há dez anos e sobre quem dá palestras frequentes, além de trabalhar em projetos como o filme “Bonifácio – O fundador do Brasil” e nos cursos online “Os fundadores dos Estados Unidos” e “A formação do pensamento conservador brasileiro” – ambos disponíveis no site: historiaexpressa.com.br.

Thomas Giulliano Ferreira dos Santos

Licenciado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, professor dos cursos livres “Desconstruindo Paulo Freire”, “O Brasil segundo Machado de Assis”, “Em torno de Joaquim Nabuco”, dentre outros. Mantenedor do site historiaexpressa.com.br e conferencista regular de instituições de ensino

A Falência do Ensino no Brasil – Não dá mais – Acabou

10/11/2013

Apelo à Razão:

02/11/2012
Seguir como regra suprema:
 
“Never argue with stupid people, they will drag you down to their level and then beat you with experience.”

Tenho visto irracionalidades tamanhas nas redes sociais em muitos “argumentos” que é certo que estamos no fim no Brasil.. Não dá mais.. Caimos no fundo do poço da imbecilidade coletiva.

Primeiro passo rumo à cultura

16/12/2011

Os 4 quatro pilares da educação de jacques dellors e da unesco

14/08/2011

http://4pilares.net/text-cont/delors-pilares.htm

taliban matam centenas de negros na África por não concordar com educação não islâmica

27/07/2009

http://www.elpais.com/articulo/internacional/centenar/muertos/ataques/islamistas/Nigeria/elpepuint/20090727elpepuint_8/Tes 

massacre

Russo já perceberam que Obama está levando EUA ao comunismo – a falência da educação imbecilizante nos EUA

06/07/2009

Fred Lucas 

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: CNSNews

(CNSNews.com) — Um comentário publicado no jornal que outrora foi o jornal oficia da União Soviética anunciou a “descida dos EUA no marxismo” citando os baixos padrões educacionais, a eleição de Barack Obama como presidente e como o governo americano assumiu o controle da General Motors. 

O artigo de opinião no Pravda, um dos jornais da era soviética ainda publicados na Rússia, levava a manchete “Capitalismo americano foi-se com um leve gemido”, e foi escrito por Stanislav Mishin, que dirige o blog “Mat Rodina”. 

“Como o romper de uma grande represa, a queda dos EUA no marxismo está acontecendo numa velocidade espantosa, diante de um cenário de ovelhas (isto é, pessoas) passivas e desanimadas”, escreveu Mishin. 

O artigo afirma que a queda dos EUA ocorreu em três fases: 

“Primeira, a população foi idiotizada por meio de um sistema educacional politizado e de baixo nível baseado na cultura popular, em vez da educação clássica. Os americanos sabem mais sobre seus dramas de TV favoritos do que os dramas do governo federal que afetam diretamente a vida deles”. 

Segunda, “a fé deles em Deus foi destruída, ao ponto em que suas igrejas — dezenas de milhares de diferentes ‘vertentes e denominações’ — se tornaram na maior parte pouco melhores do que circos de domingo e seus televangelistas e mega-igrejas protestantes mais importantes ficaram mais do que felizes de vender suas almas e rebanhos a preço de banana, a fim de estarem do lado ‘vencedor’ de um ou outro político pseudo-marxista”. 

O artigo também disse: “Os rebanhos americanos rejeitaram Cristo na esperança de obter poder terreno. Até mesmo nossas igrejas ortodoxas nos EUA são escandalosamente liberais”. 

“O colapso final”, disse o artigo do Pravda, “ocorreu com a eleição de Barack Obama. A pressa com que ele tem feito as coisas nos últimos três meses é realmente impressionante. Seus gastos e emissão de moeda estão batendo recordes, não só na curta história dos EUA, mas também do mundo. Se a situação continuar desse jeito por mais de um ano, e não há nenhum sinal de que não continuará, na melhor das hipóteses os EUA ficarão semelhantes à República de Weimer e na pior como o Zimbábue”. 

Dando detalhes sobre o controle agora dominante do governo de Obama sobre a General Motors, Mishin mencionou como o governo americano demitiu o diretor executivo da GM e a “ousadia” de Obama de declarar que ele e outro grupo de palhaços nomeados por ele e que não foram eleitos agora reestruturarão a indústria automobilística inteira e até serão a garantia das políticas automobilísticas”. 

O “primeiro-ministro russo Putin, menos de dois meses atrás, avisou Obama e Tony Blair da Inglaterra, para não seguirem a rota do marxismo, pois só leva ao desastre”, disse o artigo.