Posts Tagged ‘direitos humanos’

Defenda a Polícia do Brasil de seu pior inimigo: Jornais e jornalistas – Converse com seu filho

05/04/2014

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Campanha da Secretaria dos Direitos Humanos “ADOTE UM VAGABUNDO” faz enorme sucesso – Esquerdistas estão recolhendo bandidos e levando para morar no quarto das filhas

19/02/2014

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2014 começa bem para defensores dos Direitos Humanos: PM morto no combate ao crime

01/01/2014

A Primeira alegria do ano para os defensores dos Direitos Humanos: Postado agora no Facebook do Coronel Talhada:

 

“Mal começou o ano de 2014 e infelizmente já temos um PM morto no combate ao crime: O soldado PM Fernando Neves da Cunha, 29 anos de idade, pertencente ao efetivo do 28º BPM/M foi baleado e morto no bairro de Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo, por volta das 6h15 de hoje, 01 de janeiro de 2014 e que eu saiba, ninguém foi detido até o momento.

Compondo a guarnição de uma viatura, o PM acompanhava em perseguição motorizada um Toyota Corolla que havia sido roubado quando, na esquina entre a rua Inácio Monteiro e a avenida Dr. Guilherme de Abreu Sodré, ocupantes do veículo desceram do carro e entraram em um baile funk que acontecia no local.

Então, os vagabundos efetuaram disparados de armas de fogo de dentro da multidão (não houve revide por parte dos PM) e um dos disparos atingiu o Sd PM Fernando, que foi socorrido ao pronto-socorro do hospital Santa Marcelina, mas não resistiu e faleceu Mais um herói que nos deixa, mais um PM morto no combate a criminalidade.

Os defensores de bandidos devem estar vibrando de alegria, pois aumentou em muito o número de policiais mortos, enquanto caiu consideravelmente o número de bandidos mortos. Essa é a conta macabra que esses criminosos fazem: para eles, a PM está menos agressiva pois ao invés de combaterem o crime revidando aos injustos disparos, nossos PM têm morrido diariamente… Isso está errado…

É um verdadeiro Genocídio Policial… O funeral está sendo realizado na Vila Ré e o sepultamento será amanhã às 12:00 horas no Mausoléu da PM no cemitério do Araçá. Estaremos lá. Descanse em paz, irmão de farda.”

De que lado você está? De que lado você está?

24/09/2013

Você quer todo vagabundo, bandido, assassino na cadeia ou na cadeira elétrica ou você defende os Direitos Humanos?

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Como um verdadeiro direitista comenta em jornal online a morte de moça de mercadinho por vagabundo:

13/09/2013

Combate à Violência:

1- Matar com pena de morte os violentos.

2- Criminalizar a defesa dos Direitos Humanos.

3- Criminalizar críticas à PM e à Civil.

4- Colocar na ilegalidade partidos políticos e entidades, livros, teorias e se o que for que diz que VIOLÊCIA É CULPA DA SOCIEDADE, da desigualdade, do sistema, etc.

A VIOLÊNCIA É CULPA E SEMPRE SERA CULPA DO VIOLENTO.

Da série valores invertidos – Do direito à degradação da mulher

29/08/2013

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Da série Valores Invertidos

28/08/2013

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Igreja Cristã sendo queimada no Egito – Nada de Direitos Humanos para eles

16/08/2013

REZEM PELOS CRISTÃOS EGÍPCIOS. Ao menos 40 igrejas queimadas, saqueadas ou destruídas nos últimos dias. Monastérios, escolas, lojas e casas de cristãos também estão sendo destruídos. Haverá muitos assassinatos. Os cristãos são 10% da população do Egito. Estão sofrendo represálias de fanáticos muçulmanos por terem apoiado a queda do presidente Morsi, ligado à Irmandade Muçulmana.

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Feminismo é Transtorno MENTAL

29/07/2013

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Direitos Humanos só para Humanos Direitos

17/07/2013

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A “Elite Branca” não dá oportunidades – O Resultado é esse aí:

08/07/2013

Esse cidadão aprontou e foi linchado: A questão é que ele não teve oportunidade.

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A Elite Branca que não dá oportunidade – Aqui, a Elite de nossa Poesia

Cidadão desarmado – Fuzil vira brincadeira de criança – Brasil – Uma vergonha de país

01/06/2013

Pois é minha gente, enquanto você cidadão pagador de impostos não pode ter um simples revólver .22, no morro está sobrando fuzil.
Alguma coisa está errada vocês não acham?
Por que aí a companha do enganamento, ou melhor, do desarmamento não funciona?

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Já era esperado: Inventado o Direito à Nudez – Vestir roupa gera pornografia

31/05/2013

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/05/manifestantes-fazem-ato-pela-liberdade-da-nudez-no-ibirapuera.html

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Omissão de Direitos Humanos no Brasil – O Policial é o vilão da História

14/05/2013

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Vítima da Sociedade – Tadinho – Não teve oportunidade: Maldito PT – Maldito Direitos Humanos

02/05/2013

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Vá direto ao ponto: GOSTA DE VAGABUNDO? Leve-o para sua casa e trate dele:

30/04/2013

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Para os Defensores dos Direitos dos Manos – Adote um Bandido

13/12/2012

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MINISTRO DIZ QUE PREFERE MORRER A SER PRESO: Ótimo, aprove a Pena de Morte Já:

14/11/2012

ESSA É A PRISÃO DOS NOSSOS SONHOS, senhor Sinistro:

EU MORRO MAS SÃO PAULO VENCE – PM não tem DIREITOS HUMANOS – Não existe para eles a SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS

13/11/2012

 

EM SANTA CATARINA O GOVERNADOR É INIMIGO DA PM  e DA CIVIL;

Cristão não tem direitos humanos, Não é politicamentecorreto defender cristão

30/10/2012

Direitos Humanos é o Cacete — Direitos Humanos só para Humanos Direitos

06/06/2012

Perseguição a cristãos e católicos na Índia

21/05/2012

Irã confisca Bíblia e prende cristãos, Não há Direitos Humanos para Cristãos

03/12/2011

http://noticias.gospelmais.com.br/ira-governo-confisca-biblias-destroi-igrejas-guerra-cristianismo-28004.html

http://midnightwatcher.wordpress.com/2011/09/27/irans-watch-on-christians-intensifies-says-open-doors-usa/

http://www.opendoorsusa.org/persecution/persecution/persecution-in-iran/

Criança de 12 anos poderá ser sentenciado à prisão perpétua por assassinato na Florida: Diminuição da maioridade penal já.

19/10/2011

http://www.foxnews.com/us/2011/10/19/boy-12-charged-with-murder-as-adult-in-florida/ http://www.foxnews.com/us/2011/10/19/boy-12-charged-with-murder-as-adult-in-florida/

Florida Boy, 12, Charged as an Adult in Brother’s Murder 

In the Florida courtroom, the first-degree murder defendant is dwarfed by the cops who surround him. In the interrogation room, he can barely sit still or stay awake.

This defendant is 12 years old and, if convicted, could spend the rest of his life in prison.

His name is Cristian Fernandez, and he is the youngest person to be charged with murder as an adult in Jacksonville’s history.

“Yes, I have compassion for Cristian Fernandez, but it’s not my job to forgive,” State Attorney Angela Corey said. “It’s my job to follow the law.”

Police say the crime was premeditated, that Fernandez intentionally killed his 2-year-old brother, David, by violently shoving him into a bookshelf twice, causing a skull fracture and massive internal bleeding.

The medical examiner ruled David’s death a homicide, caused by blunt-force trauma. Their mother, Biannela Susana, was not home at the time of the incident. Police say as David lay on his bed unconscious, his older brother called their mother, who then came home.

Read more: http://www.foxnews.com/us/2011/10/19/boy-12-charged-with-murder-as-adult-in-florida/#ixzz1bGd76n5b

O inferno é aqui mesmo: Toda nudez será castigada em San Francisco, cidade do pecado. A nudez como um dos direitos humanos

26/09/2011

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http://www.nytimes.com/2011/09/26/us/san-francisco-nudity-restrictions-provoke-the-nakedly-ambitious.html?_r=1

EUA também tem defensor de bandido: no pasarán. Matador de policial é executado

22/09/2011

E ESTA NO COLO DO CAPETA:

WASHINGTON – Após quatro horas de deliberação, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou na quarta-feira, 21, um pedido da defesa de Troy Davis, condenado à morte pelo assassinato de um policial em 1989. O réu foi executado à 0h08 desta quinta, 22, (horário de Brasília), no estado da Geórgia.

Centenas de manifestantes se concentraram nos arredores da prisão de Jackson para pedir clemência para Davis diante das dúvidas sobre sua culpabilidade, segundo mostraram as emissoras de televisão.

O caso de Davis, apresentado por sua defesa como um negro condenado injustamente pela morte de um branco, reabriu o debate sobre a pena de morte nos Estados Unidos.

Entre os que pediram pela comutação da pena máxima contra Davis estão o papa Bento XVI e o ex-presidente americano Jimmy Carter, assim como 1 milhão de pessoas no mundo todo em uma campanha de assinaturas.

Davis, de 42 anos, que evitara a execução em três ocasiões desde 2007 e buscava fazer o mesmo ontem, foi condenado à morte em 1991 pelo assassinato de Mark MacPhail, policial da localidade de Savannah, na Geórgia.

Sete das nove testemunhas que se declararam contra Davis no julgamento se retrataram posteriormente, segundo sua defesa. No entanto, os promotores se baseiam em um relatório de balística para assegurar que Davis realmente tenha assassinado o policial.

http://ricardo-gama.blogspot.com/2011/09/reu-e-que-matou-policial-e-executado.html

Depoimento excelente de como o pessoal dos direitos humanos são o câncer da humanidade.

05/09/2011

“””simples : ainda não bateu na porta do lar deles .”

Uma mulher que trabalhava comigo, é assistente social e defende os direitos humanos a unhas e dentes. Ela realmente acredita que os FDPs são vítimas da sociedade. Bom, um dia nós lemos no jornal lobre um pedófilo nojento e eu perguntei se ela realmente achava se era só um tempinho de cadeia que ele merecia. Ela disse que ele era uma vítima também e blá, blá, blá. Eu respondi que eu sou mãe e que, se fosse com a minha filha, ele estaria morto e esquartejado. Ela disse que as leis não são feitas assim, levando para o lado pessoal, e eu respondi que é exatamente aí que mora o erro. Mesmo que as pessoas que fazem as leis não sofram como algo “pessoal”, as vítimas sofrem, que, por trás de uma criança estuprada, existe uma família toda destruída. Que, mesmo na educação, se leis fossem feitas POR pessoas e PARA pessoas, a educação, saúde, TUDO seria melhor, afinal, “poderia ser para os nossos filhos”. Mas, quem manda, não leva para o lado pessoal, porque não convém. Tem segurança para os filhos, escola particular e atendimento médico de primeira qualidade…, então, não é porque o bandido também é uma vítima que nossas leis os tratam assim, é porque estão realmente pouco se lixando prá nós, inclusive prá ela, que tanto os defende…
Não sei porque mas, ela desistiu do debate… rsrsrsrsrs”””

menor de idade confessa que crime compensa e aproveita para matar enquanto pode, enquanto é menor, sua frase é antológica. leia abaixo, e maldito direitos humanos culpado por tantas mortes.

28/05/2011

Adolescente que matou 4 diz que pena para “menor” é muito branda

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“Falaram pra mim quando eu tinha 14 anos e eu falaria também: aproveita enquanto é de menor, curte a vida, toca o terror mesmo. Você é de menor, aproveita mete bala agora porque depois é prisão e pena de verdade”, diz.

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Garoto afirma que todas as mortes tiveram motivo e não arrependimento

Campo Grande News

Paula Vitorino

 

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Garoto diz que vai fugir novamente da Unei. (Foto: João Garrigó)

Consciente de seus crimes, o adolescente de 17 anos recapturado na noite de ontem (26), pelos policiais da Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento a Infância e Juventude), após fuga da Unei (Unidade de Internação Educacional) Dom Bosco afirma que a certeza do pouco tempo de detenção aumenta a vontade de praticar mais roubos, homicídios e outros diversos atos que, segundo ele, são sinônimos de aproveitar a vida.

Para ele, a satisfação de eliminar um de seus inimigos é maior do que a pena branda que lhe será aplicada.

O garoto tem passagens pela polícia desde os 14 anos, sendo quatro por homicídios. Ele também é fichado por diversos roubos, inclusive a malotes, além de três tentativas de homicídio.

Ele é apontado como o líder da fuga de oito adolescentes da Unei, na madrugada de segunda-feira (23) e considerado o de mais alta periculosidade entre os fugitivos.

Mesmo tendo sido internado por ao menos três vezes na Unei para cumprir medida sócio-educativa pelos homicídios, o adolescente diz nunca ter ficado mais de seis meses em cada temporada na Unidade.

“Se da primeira vez que fui preso tivesse ficado até os 18 era melhor. O que adiantou ser preso e solto, se meses depois eu tava lá de novo. Se o menor soubesse que ia ficar lá até os 18 anos ia pensar mais antes. E depois, quando fosse de maior, a lei é outra”, diz.

Prova disso, segundo o garoto, é o alto índice de reincidência dentro da Unei. “Vai lá fazer uma entrevista e pergunta quem é primário. Se de 70 tiver 20, é muito. Tem muleque que está lá pela oitava vez”, afirma.

Com seus direitos na ponta da língua, o adolescente é categórico ao dizer que vai tentar fugir novamente da Unei. Ele sabe que até completar 21 anos vai voltar para a Unidade e cumprir a medida como menor de idade. O adolescente irá completar 18 anos no dia 17 de junho.

Ele conclui dizendo que “falam que menor é fofo, mas é nada. Não tem nenhum fofo lá na Unei não”, diz.

Assassinatos – A primeira passagem policial do garoto aconteceu em 2007, quando em meio a uma briga de gangues o adolescente se envolveu na morte de uma criança de 10 anos, portadora de síndrome de down.

A vítima estava com a família em uma pizzaria no bairro Santa Carmélia e foi atingida por um dos disparos feitos pelos jovens. Sobre esse crime, o garoto garante não ser o autor.

“Não matei a menina não, não tenho nada a ver. Nem estava armado nesse dia, mas tava lá no meio da briga com a gangue rival”, diz.

Já os outros três homicídios, o adolescente não só confessa a autoria, mas também conta detalhes de como matou as vítimas e aponta motivos para cada uma das mortes, sem nenhum arrependimento.

No final de 2009, o garoto lembra que atirou contra um rapaz após ele ter mexido com sua namorada. “Estava passando com ela e ele folgou, veio mexer com ela, aí eu estava armado e atirei. Mas não achei que ia matar”, diz.

Cerca de um ano depois, em dezembro de 2010, o assassinato foi motivado por vingança a um roubo na casa do pai, ocorrido em maio de 2009. Segundo o garoto, vários adolescentes de uma gangue rival, do bairro Santa Carmélia, invadiram a residência para bater e roubar sua família.

“Demorou, mas esbarrei com o cara e aí matei ele. Sabe como é, a gente vai se esbarrando pelas vias. Dei quatro tiros na cara”, conta.

Também como acerto de contas, o adolescente matou com três tiros o jovem Kleber de Oliveira Teles, de 26 anos, em março deste ano, no Clube Ypê. O garoto conta que na verdade queria matar outra pessoa, que estava junto com Kleber, mas como a vítima “encrencou” acabou sendo assassinada.

“Mas eu ainda quero matar o outro”, diz.

Para ele, os assassinatos sempre tiveram motivos e por isso não resta nenhum arrependimento. “Depois que morre vira santo, mas eles arrumaram a briga também, não sou de arrumar briga com qualquer um”, afirma.

Questionado sobre como é ter a lembrança nítida dos assassinatos na memória, o garoto diz que não pensa nisso e também não sabe se acredita em Deus. “À noite eu deito e durmo, não fico pensando nisso. Eu sei que não é certo, mas também não é errado. Nunca parei pra pensar em Deus e o que isso significaria”,diz.

O adolescente afirma que geralmente anda armado e que os roubos praticados serviam para comprar novas munições e diversos objetos.

Ao contrário do perfil da maioria dos adolescentes internados na Unei, o garoto afirma não ser usuário de drogas.

Para garoto, certeza de pena branda incentiva crimes na adolescência.

Vida, mudança e planos – Em sua família, o adolescente diz não saber de nenhum parente com passagem pela polícia. Com oito irmãos e morando com o pai e a mãe, o garoto afirma que “os pais não tem nada a ver com isso” e que nunca incentivaram ou deram algum exemplo negativo que o levasse para a criminalidade.

Questionado, então, sobre de onde veio a natureza agressiva e a vontade de praticar crimes, o adolescente diz também querer saber. Mas ele conta que tudo começou na escola, com os amigos de bairro, que criavam as gangues para arrumar brigas e se auto-afirmarem.

Com a namorada de três anos – que foi motivo de ciúmes e morte em 2009 – o adolescente tem um filho de cerca de 1 ano de idade. Ele diz que ela não aprova as suas atitudes agressivas e que por várias vezes pediu para ele sair “dessa vida e ficar de boa”.

“Ela não gosta nem de sair comigo, tem medo. Ela me pediu para parar, mas eu não queria nada com nada, nem ligava pro meu filho. Queria era aproveitar enquanto era menor de idade. Nesses dias em que fiquei foragido é que fiquei mais perto do meu filho, olhei pra ele direito”, conta.

O adolescente diz que quando completar 18 anos vai mudar de cidade e “ficar numa boa, começar outra vida”.

“Se continuar aqui arrumando confusão vou ser preso de novo e aí não saio mais, a lei vai ser outra”, diz.

Mas para isso ele precisa terminar de cumprir a medida disciplinar na Unei – o que ele não quer. “Não sei por que não me deixaram solto, já vou ficar de maior e aí não vou mais ser problema deles. Tanto menor aí de 14 anos pra prenderem e pegam justo eu”, diz.

Apesar das declarações do garoto, afirmando que a pratica de crimes vai terminar aos 18 anos, a delegada titular da Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento a Infância e a Juventude), Maria de Lourdes Cano, acredita que a reeducação do adolescente para a sociedade será difícil.

Isso por um único motivo, “ele parece não querer parar com os crimes”, diz a delegada.

Recaptura – O adolescente foi recapturado na noite de ontem, durante as investigações da Deaij. Ele foi encontrado na casa do cunhado, no bairro Coophatrabalho.

O local, segundo a Polícia Civil, é de difícil acesso e os policiais precisaram arrombar o cadeado do portão e pular o muro de mais de quatro metros de altura. O garoto ainda tentou resistir a apreensão fugindo para casas vizinhas, mas foi surpreendido por outros policiais em uma casa, cercada e com o reforço de cachorros.

O garoto contou que após a fuga da Unei os oito adolescentes foram para o Jardim Noroeste, onde se dividiram. Segundo a delega da Deaij, os outros garotos pediram para seguir junto com o menino apontado como líder, mas ele disse que não queria ninguém com ele, pois sabia que seria mais fácil para ser preso.

Ainda segundo a delegada, o menino pediu a ajuda do pai e chamou um moto-táxi. “A família dele apóia ele em tudo. Quando ele mata, falam que foi por algum motivo, sempre justificam os atos do garoto”, diz.

Maria de Lourdes diz que os policiais empenharam-se prioritariamente na recaptura do garoto por saber que se ele continuasse na rua iria contribuir para o aumento no número de homicídios e roubos.

Além do garoto, outros quatro fugitivos já foram recapturados.

Cristãos e católicos perseguidos no mundo por mulçumanos, hindus e por comunistas, le figaro

25/12/2010

Os 200.000.000  duzentos milhões de cristãos perseguidos no mundo formam o maior grupo perseguido do mundo, seus 3 maiores perseguidores são os mulçumanos , os hindus e os comunistas.

para estes cristãos os direitos humanos estão cagando e andando.

eu postei este comentário no Le figaro:

massasofridaChers amies françaises: Chez mon pays, le Brésil, il i a une project de loi au Congrés Nationale pour droits de gays, que interdict la eglise de comndaner le homoxessualisme. outre project cest de avortement libere. Tout les lois de droits de hommes e les bureau de DH de governament Lula sont ils contre le eglise catolique e ses verites. Chez bresil n´il a pas partis politiques de droit. Tout les partis sont ils anti eglise et pro-gays. Une homme seule lute contre les frappes des politiques contre les cristienes de bresil, son nom cest Julio Severo (prostestant). Il a disparu de bresil. il a besoigne de fuir. il ecrire son blog seule chez le outre pays. Le Eglise de bresil est ele meme omisse en defense de Jesus Cristo, les peres et eveques sont-ils communiste pour gouvernement lula et droits de Sem Terra, guerilla paysant. Nous le droit de Bresil, sommes nous seules, orphelins. Salut a vous.

http://www.lefigaro.fr/international/2010/12/25/01003-20101225ARTFIG00055-le-pape-veut-plus-de-securite-pour-les-chretiens-persecutes.php

http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2010/12/24/01016-20101224ARTFIG00014-ils-se-battent-pour-rester-chretiens.php

http://www.lefigaro.fr/international/2010/12/23/01003-20101223ARTFIG00657-en-irak-nous-ne-celebrerons-pas-la-messe-de-minuit.php

http://www.lefigaro.fr/international/2010/12/23/01003-20101223ARTFIG00658-istanbul-premiere-halte-pour-les-chretiens-qui-ont-fui-l-irak.php

  • Ils se battent pour rester chrétiens

Mots clés : Chrétiens, ALGÉRIE, ÉGYPTE, IRAQ, CHINE, PAKISTAN, CUBA, KOSOVO

Par Jean Sévilla
23/12/2010 | Mise à jour : 20:42 Réactions (271)

De l’Irak à la Chine et de l’Algérie au Pakistan, le christianisme est aujourd’hui, dans l’indifférence quasi générale, la religion la plus constamment et la plus violemment persécutée. Pourtant, partout dans le monde, il est des catholiques, des orthodoxes et des protestants qui ne capitulent pas devant le fondamentalisme musulman, l’hindouisme sectaire ou le marxisme militant. Les reporters et les correspondants du Figaro Magazine sont allés à la rencontre de ces héros silencieux qui luttent pour défendre leurs droits – et leur foi.

Un pèlerinage dans la province de Shaanxi en Chine. Les catholiques du pays résistent autant qu’ils le peuvent à la pression du Parti communiste. CHINA PHOTOS/GETTY IMAGES

 

Un pèlerinage dans la province de Shaanxi en Chine. Les catholiques du pays résistent autant qu’ils le peuvent à la pression du Parti communiste. CHINA PHOTOS/GETTY IMAGES

 

Manifester. Au Caire, des coptes en colère après la décision des autorités d’interrompre la construction d’une nouvelle église. Xinhua/ZUMA/REA

 

Pleurer. À Mossoul en Irak, enterrement d’un étudiant mort de ses blessure, après un attentat qui a touché 100 chrétiens. STRINGER Iraq / Reuters

 

Protester. À Minya, à 400 kilomètres au sud de Caire, émotion chez les coptes à l’issue d’affrontements avec les musulmans. Nasser Nuri/Reuters

 

Témoigner. Des chrétiens pakistanais défilent après une attaques au cours de laquelle sept des leurs ont été assassinés. PITRON GUILLAUME/SIPA

 

Attester. Dans la région du Pendjab au Pakistan, une chrétienne montre une Bible brûlée au cours d’un attentat islamiste. MOHSIN RAZA/ REUTERS

 

Communion d’esprit. À Rome, Benoit XVI et Mgr Antonios Naguib, patriarche des coptes catholiques. OSSERVATORE ROMANO/REUTERS

Dans son message annuel pour la paix, rendu public le 16 décembre et qui sera lu dans toutes les églises le 1er janvier, Benoît XVI appelle les responsables politiques à «mettre fin à toute brimade contre les chrétiens» vivant «en Asie, en Afrique, au Moyen-Orient et spécialement en Terre sainte». Et le pape d’ajouter: «Les chrétiens sont à l’heure actuelle le groupe religieux en butte au plus grand nombre de persécutions à cause de leur foi.»

Du sang, des cris, des larmes. Nul n’a oublié les scènes d’horreur qui se sont déroulées à Bagdad, le 31 octobre dernier, dans l’église Notre-Dame-du-Perpétuel-Secours, la cathédrale syriaque catholique. Bilan de l’attentat perpétré par un commando d’al-Qaida: 2 prêtres et 44 fidèles tués, de même que 7 membres des forces de sécurité et 5 assaillants, ainsi que 60 blessés. C’était il y a deux mois. Mais depuis, combien de victimes anonymes parmi les chrétiens d’Irak?

Quand il est question de la persécution des chrétiens dans le monde, c’est ce pays qui vient immédiatement à l’esprit. Il n’y a pas qu’en Irak, pourtant, que l’appartenance au christianisme se paye au prix fort. Les témoignages que nous avons réunis dans ce dossier l’illustrent abondamment: de l’Afrique à l’Asie et de l’Amérique à l’Europe (songeons au Kosovo), être chrétien, en 2010, peut coûter cher.

Au mois de juin, l’Organisation pour la sécurité et la coopération en Europe (OSCE), qui réunit 56 États d’Europe, d’Asie centrale et d’Amérique du Nord, tenait une conférence à Astana, la capitale du Kazakhstan, sur « la tolérance et la non-discrimination ». A l’issue de ce sommet international, le chef de la délégation du Saint-Siège, Mgr Toso, soulignait que «plus de 200millions de chrétiens, partout dans le monde, subissent sous une forme ou une autre la haine, la violence, la menace, la confiscation de leurs biens et d’autres abus, en raison de leur religion, faisant d’eux le groupe religieux le plus discriminé».

Persécutions et discriminations anti-chrétiennes? C’est une impression fondée, mais avec ce qu’il peut y avoir de subjectif dans ce constat. Cerner la réalité sur des bases objectives nécessite des faits, des chiffres, des courbes et des statistiques, capables de rendre compte d’une tendance générale. La carte que nous publions, et qui traduit (en la simplifiant) la situation globale des chrétiens à travers le monde, n’a pas été conçue à partir d’éléments fortuits, mais de deux documents établis selon une méthode scientifique, dont nous avons opéré la synthèse.

 
Cliquez sur l’aperçu pour agrandir l’infographie.

L’Aide à l’Église en détresse (AED) est une association catholique qui dépend du Saint-Siège et dont l’action d’entraide envers les communautés chrétiennes s’étend à 130 pays. Fin novembre, elle a fait paraître un Rapport 2010 sur la liberté religieuse dans le monde. Ce volume de 500 pages contient 194 fiches de pays présentées par ordre alphabétique. L’ambition, affirment les auteurs, est de fournir un état détaillé de la liberté religieuse à travers le monde, selon des critères rigoureux. Leur rapport, précisent-ils, «s’efforce de donner la parole aux différentes religions, croyances et communautés religieuses, en évitant tout jugement de valeur sur les croyances et les convictions qui sont à la base de leurs pratiques et de leurs enseignements religieux». De ce tour d’horizon, il ressort que 75 % des cas de persécution religieuse concernent les chrétiens, dont la condition se détériore en de nombreux endroits. En tête de liste, outre le Moyen-Orient, l’AED place la Corée du Nord, la Chine, le Vietnam, l’Inde, le Pakistan, le Soudan et Cuba.

Second document que nous avons utilisé, L’Index mondial de la persécution 2010, réalisé par Portes ouvertes, une association protestante. Son indice est calculé d’après différents paramètres, dont le statut juridique et politique des chrétiens dans les pays concernés, et la réalité de leur condition observée. Au sommet de cet affligeant palmarès figure la Corée du Nord («persécution très sévère»). Suivent 9 pays caractérisés par l’«oppression» des chrétiens: l’Iran, l’Arabie saoudite, la Somalie, les Maldives, l’Afghanistan, le Yémen, la Mauritanie, le Laos et l’Ouzbékistan. Puis 18 États où l’on relève de «fortes restrictions» au christianisme, et 21 autres, coupables de «discriminations» antichrétiennes.

Si l’on tente de classer ces phénomènes de christianophobie en fonction de leur origine, il ressort que leur premier vecteur, à l’échelle de la planète, est constitué par l’islam politique ou le fondamentalisme musulman. Sans doute l’islam s’étend-il, du Maghreb à l’Indonésie, sur des États et des aires culturelles différents. Néanmoins, ainsi que le souligne le rapport de l’AED, un trait commun caractérise les pays à majorité musulmane: en sont citoyens, disposant de l’intégralité des droits afférents, uniquement ceux qui professent la religion dominante. Les habitants du pays qui appartiennent aux confessions minoritaires sont, au mieux, tolérés, au pire, regardés comme un danger pour la cohésion sociale, et partant, vite suspects.

Dans le monde musulman, il est ainsi des États dont la Constitution garantit la liberté religieuse, comme l’Algérie, la Tunisie ou la Libye, et où le christianisme est autorisé en théorie. Dans la pratique, cependant, les chrétiens se trouvent sous surveillance, et traités comme un corps étranger. Les autorités algériennes se targuent par exemple d’avoir assuré la restauration de Notre-Dame-d’Afrique, basilique historique qui surmonte la baie d’Alger et dont l’inauguration des travaux vient d’avoir lieu, mais il n’y a plus que 5000 catholiques dans le pays, et les protestants y sont poursuivis.

Dans la péninsule arabique (Émirats arabes unis, Bahreïn, Qatar, Arabie saoudite, Yémen et Koweït) vivent 3 millions de chrétiens, mais tous sont des travailleurs immigrés, doublement marginalisés. En Mauritanie, dans le nord du Nigeria ou en Somalie, c’est le règne de la charia, où des actes condamnés par l’islam peuvent entraîner des peines comme la flagellation, l’amputation ou la lapidation. Au Pakistan, la Constitution garantit l’égalité des citoyens devant la loi «sans distinction de race ni de croyance», mais la loi sur le blasphème a permis d’inculper un millier de personnes depuis 1996, sous des prétextes qui n’avaient fréquemment rien à voir avec le Coran.

Même s’il est géographiquement limité, l’hindouisme constitue un deuxième facteur de persécution antichrétienne. Si cette idéologie politico-religieuse est rejetée par le gouvernement central de New Delhi, elle inspire des forces actives dans plusieurs États de la fédération indienne, provoquant des violences qui ont culminé en 2009, mais qui n’ont pas cessé depuis.

Troisième vecteur antichrétien: le marxisme. En Corée du Nord, toute activité religieuse est qualifiée de révolte contre les principes socialistes, et des milliers de chrétiens sont emprisonnés. En Chine, le Parti communiste fait paradoxalement bon ménage avec le capitalisme, mais les vieux réflexes sont loin d’avoir disparu: l’État tient à contrôler les religions. Passé les Jeux olympiques de Pékin et l’Exposition universelle de Shanghaï, où il fallait séduire les Occidentaux, la mécanique s’est remise en marche. Protestants et catholiques disposent de la marge de liberté que les autorités veulent bien leur laisser. Et, après une période de détente, un évêque de l’Église officielle a été nommé dans la province du Hebei, le 20 novembre dernier, sans l’aval du pape, ranimant le contentieux avec le Saint-Siège.

Le Moyen-Orient forme la région du monde où les difficultés s’amoncellent le plus. Dans la mesure où il s’agit du berceau du christianisme, un symbole est en jeu. Bien sûr, il faut prendre garde à ne pas simplifier un état des lieux complexe, et à ne pas l’interpréter selon des schémas occidentaux préconçus, car des surprises peuvent se révéler: c’est ainsi que dans certains pays, les chrétiens servent de tampon entre chiites et sunnites, dont les relations ne sont pas tendres. Mais la tournure générale des événements est évidente: les Églises d’Orient sont en recul. Spécialiste du Moyen-Orient et de l’islam, auteur d’un livre éclairant sur la question (Les chrétiens d’Orient vont-ils disparaître? aux Éditions Salvator), Annie Laurent dresse un constat frappant: «Au VIIesiècle, quand l’islam est arrivé, tout l’espace correspondant à l’Orient arabe, à la Turquie et à la péninsule arabique était habité, à l’exception des communautés juives, par des populations chrétiennes. De nos jours, sur 17pays et 350millions d’habitants, les chrétiens sont 14millions. La Turquie, notamment, comptait 20% de chrétiens vers 1900; ils sont moins de 1% aujourd’hui. Le déclin est considérable.»

Soumis à une pression constante, les chrétiens d’Orient choisissent souvent l’exil, menaçant d’extinction leurs propres communautés. Du 11 au 24 octobre, Benoît XVI a réuni en synode, à Rome, les délégués des sept Églises catholiques du Moyen-Orient, afin que celles-ci se connaissent mieux et, retrouvant le sens de leur vocation, envisagent ensemble les conditions de leur pérennité. Annie Laurent, nommée experte auprès de ce synode et qui y était la seule femme laïque, rappelle que les communautés d’Orient ont un rôle à jouer non seulement pour elles, mais pour tous les habitants de la région: «Les chrétiens sont porteurs de valeurs universelles, comme la gratuité, le don, l’amour et le pardon. Ils le prouvent par leurs œuvres sociales, écoles ou hôpitaux, qui sont ouvertes à tous, sans distinction de religion.»

Le contexte géopolitique aggrave la situation des chrétiens d’Orient, car ils font les frais du conflit israélo-palestinien. Sans le rétablissement d’une paix juste et durable, leur condition ne s’améliorera pas. Mais ils sont aussi victimes d’eux-mêmes: leurs divisions historiques, quand ce ne sont pas leurs rivalités, brouillent le message évangélique. Si l’œcuménisme progresse – Benoît XVI est très soucieux du rapprochement avec les orthodoxes -, un long chemin reste à parcourir. Quand les confessions chrétiennes d’Orient fêteront-elles toutes Pâques à la même date?

Lors de la clôture du synode, le pape a appelé les pays de la région à «élargir l’espace de la liberté religieuse». Face aux États ou aux groupes fanatiques qui aspirent à se débarrasser du christianisme, dans une aire de civilisation où le concept de laïcité, tel qu’il est entendu ici, est incompréhensible, les chrétiens disposent d’une arme: réclamer la réciprocité avec les musulmans, demander l’égalité de tous les citoyens, défendre la liberté de conscience. Pour cela, ils ont aussi besoin du soutien occidental. «C’est bien d’accueillir les blessés irakiens, commente Annie Laurent, mais la compassion n’est pas une politique. Notre crédibilité est en jeu: le monde musulman nous respectera si nous prenons la défense des chrétiens d’Orient, qui sont nos coreligionnaires.»

Encore faut-il que, chez nous, cette volonté se manifeste. Le 10 décembre dernier a été publié, à Vienne, un rapport de l’Observatoire sur l’intolérance et les discriminations contre les chrétiens en Europe, concernant les années 2005-2010. Ce document recense les actes de vandalisme contre les églises et les symboles religieux, les manifestations de haine et les brimades contre les chrétiens observées sur le continent européen au cours des dernières années. La liste est impressionnante, mais les faits incriminés ont suscité une émotion bien discrète ici. Aux facteurs aggravants de la situation des chrétiens dans le monde, peut-être faudrait-il ajouter l’indifférentisme religieux en Occident: si les Européens ne respectent pas le christianisme chez eux, comment aideraient-ils les chrétiens persécutés aux quatre points de l’horizon?

LIRE AUSSI :

» PAKISTAN – Asia Bibi, condamnée à mort pour blasphème

» CUBA – Oswaldo Payá, l’infatigable dissident chrétien

» ÉGYPTE – «Les coptes ne doivent plus se laisser faire»

» CHINE – Dong Baolu, la solitude d’un prêtre «souterrain»

» IRAK – «Les extrémistes veulent nous chasser du pays»

» KOSOVO – «Ici, l’héritage chrétien de l’Europe risque de disparaître»

» ALGÉRIE – «Être chrétien, c’est un combat quotidien»

A ceux qui doutent encore que des églises de France sont régulièrement vandalisées, un article du Figaro :

http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2010/03/13/01016-20100313ARTFIG00126-les-eglises-catholiques-de-plus-en-plus-vandalisees-.php

réponse à I By : Au maroc on a le droit d’être chrétien si on est étranger par marocain. Des chrétiens ont était expulsés en 2010 car ils avaient ou riqués de convertir des marocains. Des marocains convertis doivent se cacher et sont menacés de mort. Il faut signaler aussi que, selon un dahir (décret-loi) du 4 mars 1960, une Marocaine musulmane ne peut épouser un non-musulman que si celui-ci se convertit à l’islam. Le nouvel époux doit impérativement présenter son attestation de conversion, rédigée en arabe, pour pouvoir se marier. En outre, l’épouse, restée chrétienne ou juive, d’un musulman perd tout droit à l’héritage de son mari et à la garde de ses enfants en cas de séparation ou de veuvage. – En Tunisie les convertis , et il y en a , sont obligés de se cacher de leur famille et de leurs employeurs et éviter d’entrer dans des églises. Pour moi il n’y a pas de pression au niveau état . – En Turquie : Il y a une discrimination de fait facilité par la mention de l’appartenance confessionnelle figure sur les actes d’état civil. Un climat anti chrétien et de nombreux assassinats.Les enseignants s’évertuentà nier la réalité du christianisme, alors que ce pays fut il y a pas si long temps majoritairement chrétien. Il est interdit aux chrétiens d’avoir des séminaires etc rappelons qu’il y restait plus de 30% de chrétiens en 1910 . Les Kurdes ( minorité musulmane) n’ont pas aussi les mêmes droit que les autres musulmans. Indonésie :il y a 55% de musulmans. Les extrémistes exercent de plus en plus une pression pour supprimer la liberté religieuse inscrite dans la constitution. La charia est appliquée dans la province d’Aceh. Partout des lois locales inspirés des préceptes islamiques sont votés et souvent appliquées aussi aux non musulmans. La construction de lieux de cultes est de plus réglementés; La conversions 5 ans de prisons pour offense à la religion. Nombreux attentats contres des chrètiens ( villages, églises,..) il y e na trop je vous invite à lire http://www.aed-france.org/observatoire/pays/indonesie/

 et http://indignations.org/  et à rechercher sur internet – Au pakistan grande manifestation prévue le soir du 24 décembre “défense en l’honneur de mahomet”.. Dans tous les cas pour des personnes qui sont originaire du pays dans lequel elles vivent : – Interdiction à un musulman de se convertir au christianisme et à un chrétien de convertir un musulman sous peine de prison ou de mort. – Interdiction à un chrétien d’épouser une musulmane – Interdiction ou quasi interdiction de construire / réparer des lieux de cultes chrétiens. – Impossibilité d’accéder à certains emplois -présence historique “effacée”

  • En Irak, nous ne célébrerons pas la messe de minuit»

Mots clés : Église catholique, chrétiens, terrorisme, IRAQ, Mgr louis Sako

Par Jean-Marie Guénois
24/12/2010 | Mise à jour : 12:13 Réactions (145)
Mgr Louis Sako : «L’attentat de Bagdad était politisé, j’en suis persuadé. Il a été préparé avec soin.» Crédits photo : Jean-Christophe MARMARA/Le Figaro

INTERVIEW – L’archevêque chaldéen de Kirkouk, Mgr Louis Sako, décrit le traumatisme des chrétiens irakiens.

La communauté chrétienne en Irak a compté jusqu’à 1,5 million de membres. Elle est aujourd’hui forte de 850 000 personnes, sur 30 millions d’Irakiens environ. Mgr Louis Sako, archevêque chaldéen de Kirkouk (nord), était récemment de passage à Paris. 

LE FIGARO. – Après l’attentat qui a fait 68 morts dans une église de Bagdad en octobre , comment abordez-vous les fêtes de Noël cette année en Irak ?

Mgr Louis SAKO. – C’est la première fois que les chrétiens se sentent découragés. L’atmosphère est celle d’un deuil. À Bagdad, le massacre a été très choquant pour les chrétiens, et pour tous les Irakiens qui ont réagi avec force contre cette attaque. À Kirkouk, nous ne célébrerons pas la messe de minuit. Ce sera la même chose à Bagdad et à Mossoul. On ne sait jamais. La police n’est pas professionnelle – et parfois infiltrée par les extrémistes. C’est ce qui est arrivé pour cet attentat : la veille, les barrières de sécurité avaient été déplacées ; le jour même, la police n’est pas venue… C’étaient là des signes. Il faut les voir. Nous n’avons pas le droit d’exposer la vie des fidèles au danger.

Peut-on parler d’un Noël de terreur ?

De peur, plutôt. Le mot de terreur est trop fort. La terreur, c’est quand tout est fini. Avec la peur, l’espoir subsiste. Tout n’est pas noir, il y a une petite lueur dans la nuit.

Le nouveau gouvernement pourra-t-il assurer votre sécurité ?

Malheureusement, dans le gouvernement ou au sein des partis politiques, chacun agit pour son intérêt. Après la chute du régime (de Saddam Hussein, NDLR), une mentalité horrible s’est créée entre les Irakiens chiites, sunnites, arabes, turkmènes, kurdes, assyro-chaldéens. Je ne dis pas que le régime précédent, séculier et dictatorial, valait mieux, mais je constate cette division profonde du pays. L’Irak est riche et chaque groupe veut en avoir le plus possible.

Comment expliquez-vous l’attentat de Bagdad ?

Cet attentat était politisé, j’en suis persuadé. Il a été préparé avec soin. Je ne dis pas que c’est nécessairement le gouvernement, mais il y a des forces et des groupes qui ont peut-être profité de cette période transitoire pour leur propre intérêt.

Vous n’évoquez pas la responsabilité des groupes religieux extrémistes ?

Concevoir les plans est une chose. Les exécuter en est une autre. Pour exécuter une attaque, on peut toujours trouver des gens. Soit des fondamentalistes, soit des voleurs, soit des criminels. Ce n’est pas toujours «la religion» qui les motive. Certes, les fondamentalistes pensent que tous ceux qui ne sont pas musulmans doivent soit se convertir à l’islam, soit être éliminés, tués ou chassés. Mais il ne faudrait pas oublier une chose : les Irakiens, après trente-cinq années d’État séculier, sont ouverts, par nature. Les musulmans y sont modérés. Ces mouvements fondamentalistes viennent de l’extérieur.

Cet attentat a tout de même été signé par al-Qaida ?

Je ne suis pas con­vaincu qu’il s’agisse d’al-Qaida. Où sont les preuves ?

Vous croyez à une machination politique ?

Je le pense, oui.

Dans quel but ? Les chrétiens ne gênent personne sur le plan politique…

Le conflit actuel a pour objet la lutte pour le pouvoir. Elle se déroule à la fois entre chiites et sunnites, et sur un plan ethnique. Les chrétiens ne sont pas au cœur de l’enjeu !

Alors pourquoi les attaquer ?

Le pays va vers la division. On ne sait pas où mettre les chrétiens, il faut les pousser ailleurs. On parle de la plaine de Ninive (à l’est du pays).

Quelles lignes de conduite donnez-vous aux fidèles ?

Il ne faut pas penser à la manière occidentale. Chez nous, les gens sont restés très attachés à leur foi chrétienne et à l’Église. Ils sont conscients qu’être témoin, c’est être martyr. Dans ces difficultés et même en cas de mort, je n’ai pas le droit de dire aux gens de partir ou de rester. Mais j’ai la responsabilité de leur dire quand il y a danger.

De quelle aide les chrétiens irakiens ont-ils besoin ?

Le plus important n’est pas la religion, qu’on soit chrétien ou pas chrétien ! Il faut défendre la vie, la protéger sans savoir si la personne est chrétienne ou musulmane. La communauté internationale doit protéger les droits de l’homme et œuvrer contre la violence des groupes fondamentalistes, mais sans faire la guerre.

Quel est votre message de Noël 2010 ?

Pour moi, ce Noël est très «faible». C’est un enfant qui n’a pas de forces. Et je pense à cet enfant de la cathédrale de Bagdad qui s’appelle Adam. Face à la mort de son père, il a crié : «Cessez» ! Il avait 3 ans et demi, ils lui ont tiré dessus, ils l’ont tué… Cet enfant que nous contemplons à Noël va devenir adulte pour défendre les autres.

(avec Élisabeth Caillemer du Ferrage)

LIRE AUSSI :

» L’appel au secours des chrétiens d’Irak

DH DIREITOS HUMANOS – O CÂNCER DA SOCIEDADE MODERNA

06/09/2010
REPORTAGEM DE O GLOBO:
“UE obriga a Alemanha a soltar centenas de estupradores e assassinos com pena já cumprida, mas mantidos presos por cautela”.

BERLIM – Depois que a Corte Europeia de Direitos Humanos condenou a prática alemã de custódia de segurança, os estados alemães deverão libertar, em todo o país, cerca de 300 dos mais perigosos criminosos, assassinos e estupradores, como mostra a reportagem da correspondente Graça Magalhães-Ruether na edição de O Globo deste domingo.
O caso gerou uma enorme polêmica, despertando o medo da população e a revolta entre os parentes das vítimas. A decisão da corte europeia afeta apenas a Alemanha, o único país com a regra de continuação da prisão por cautela, para os criminosos perigosos com risco de reincidência, mesmo depois do cumprimento da pena – o que é chamado de custódia de segurança.

Por trás do veredicto, está uma petição do advogado Bernhard Schroer em favor de Reinhard M, de 53 anos e cumprindo pena na prisão desde 1972 – nos últimos anos por “precaução” – na penitenciária de Schwalmstadt. Reinhard (seu sobrenome não pode ser divulgado, de acordo com a lei) foi libertado e o caso desencadeou uma avalanche de novos pedidos de libertação, deixando a Justiça sobrecarregada de problemas não solucionáveis a curto prazo: o que fazer com os criminosos ainda considerados perigosos, mas que já cumpriram suas penas?

– Com a decisão da corte, somos forçados a libertar os prisioneiros que cumpriram suas penas e estavam em regime de custódia, embora continuassem no mesmo tipo de prisão – afirmou Christian Schodrowski, porta voz da Justiça de Berlim.

Orlando Zapata los resultados de la política exterior brasileña destacan más por los préstamos del banco de desarrollo BNDES o por las inversiones de Petrobras y de la constructora Odebrecht que por la defensa de las libertades en LatinoaméricaJORNAL ESPANHOL, espanha, EL PAÍS CRITICA E MOSTRA CONTRADIÇÕES DE LULA EM RELAÇÃO A CUBA EM EDITORIAL LEIA NA ÍNTEGRA EDITORIAL DO EL PAIS LULA E FIDEL E DISSIDENTES CUBANOS

26/02/2010

ANÁLISIS: Los derechos humanos en Cuba

Las contradicciones de Lula

http://www.unoamerica.org/unoPAG/noticia.php?id=796 

http://www.elpais.com/articulo/internacional/contradicciones/Lula/elpepiint/20100226elpepiint_5/Tes 

FERNANDO GUALDONI  26/02/2010 

La muerte del disidente cubano Orlando Zapata pocas horas antes de la llegada de Luiz Inácio Lula da Silva a La Habana ha dejado en evidencia las contradicciones de la diplomacia brasileña a la hora de presionar, como potencia regional que es, en favor de la protección de los derechos humanos o las libertades civiles. Lula ha sido capaz de cerrar jugosos acuerdos comerciales con La Habana y, al mismo tiempo, ignorar la petición de la disidencia para interceder ante los hermanos Castro -“Lula hace negocios sobre los cadáveres”, decía ayer una tribuna del diario O Estado de São Paulo-. Igual sucede con Venezuela, donde la influencia que ejerce Lula sobre Chávez jamás ha servido para aliviar un ápice la situación de la oposición a Caracas. Brasilia ha puesto el grito en el cielo por la permisividad colombiana para el uso de sus bases por parte de EE UU, pero nada ha dicho sobre la ingente compra venezolana de armas rusas.

Luiz Inácio Lula Da Silva

En el reciente conflicto hondureño, Brasilia tuvo la primera oportunidad de demostrar su influencia fuera de Suramérica. Pero la crisis salió del punto muerto tras la intervención de EE UU. En Haití, las tropas brasileñas tienen el mando de la primera misión de la ONU a cargo de fuerzas latinoamericanas. Pero tras el terremoto, fue la Casa Blanca la que movilizó miles de soldados para organizar la llegada de la ayuda humanitaria. Por ahora, los resultados de la política exterior brasileña destacan más por los préstamos del banco de desarrollo BNDES o por las inversiones de Petrobras y de la constructora Odebrecht que por la defensa de las libertades en Latinoamérica.

Cuba es una gran oportunidad de Brasilia para demostrar su liderazgo regional al margen de las ideologías y para “proyectar en la actuación internacional de Brasil la confianza en el potencial transformador de la sociedad democrática”, como aboga el asesor especial de asuntos internacionales de la presidencia brasileña Marcel Fortuna Biato en un artículo publicado en octubre en la revista Política Exterior. “En un mundo que abandona antiguos paradigmas económicos y quiebra mitos ideológicos, reforzar la confianza y disolver los recelos, atreverse a crear nuevos nexos de interés y ganancia mutua, sobre todo con países vecinos, debe ser el eje de la política exterior brasileña. Lo llamamos paciencia estratégica”, explica Fortuna Biato.

Tras una visita de Lula a La Habana a principios de 2008, el analista político del diario Folha Kennedy Alentar adelantó que los Castro habían elegido Brasil para ayudarles a mejorar las relaciones con Washington y, llegado el caso, para asistir al régimen a la hora de emprender cambios políticos y económicos. A cambio, Lula le pidió a Raúl una mayor apertura política para demostrar al mundo que La Habana estaba dispuesta a hacer una verdadera transición democrática y no sólo reproducir el modelo chino -apertura económica bajo un férreo control político-. Pero Lula llegó el miércoles a Cuba más interesado en el comercio que en los derechos civiles.

Aparte de ser miembro de todos los clubes exitosos de las potencias emergentes -el G-20 y los BRIC (junto con Rusia, India y China)- y de haber tenido un papel clave para evitar que la sangre llegase al río en el enfrentamiento entre Venezuela y Colombia y en el conflicto civil boliviano, Brasil también tiene otra oportunidad de afianzar su liderazgo mundial con la crisis iraní. Puede presionar a Teherán para que sea transparente en lo referente al desarrollo del programa nuclear. Hasta ahora Brasilia se ha escudado en la “no injerencia” en los asuntos de otro Estado soberano. La cautela puede ser comprensible, pero Lula debería tener presente que sobre el ministro de Defensa del Gobierno iraní, Ahmad Vahidi, pesa una orden de captura de Interpol solicitada por Argentina, el principal socio comercial de Brasil en el Cono Sur, por su presunta participación en el atentado contra la mutual judía argentina en 1994 en Buenos Aires, en el que murieron 85 personas. La “paciencia estratégica” tiene sus contradicciones.

DEM DEMOCRATAS RODRIGO MAIA PROSTESTO PROTESTAM CONTRA LULA COM FIDEL NO DIA QUE FOI ENTERRADO EM HAVABA ORLANDO ZAPATA PRISIONEIRO POLÍTICO EM CUBA

25/02/2010

No momento em que o presidente Lula da Silva faz sua terceira visita a Cuba e posa sorridente para fotos abraçado aos ditadores Fidel e Raul Castro, a Comissão Executiva Nacional dos Democratas lamenta o silêncio inexplicável do governo brasileiro ante a morte do preso político cubano Orlando Zapata Tamayo, enterrado, em Havana, no mesmo dia em que chegou ao país a comitiva brasileira.     

 A agonia e morte do prisioneiro, que estava em greve de fome desde o início de dezembro e vinha sendo torturado por sonhar com um regime de liberdade, é a prova cabal de que a barbárie impera em Cuba. Ali, passa de 200 o número de presos por supostos crimes de “consciência”, segundo estimativa da anistia internacional.     

 O presidente Lula da Silva, que sempre disse defender a democracia e o Estado de Direito, devia refletir sobre suas responsabilidades perante a história do Brasil, a história do seu partido e até sua própria história antes de apoiar ditaduras como as que vigoram no Irã e em Cuba. O presidente da República também não devia carrear vultosos financiamentos públicos brasileiros, à revelia do Poder Legislativo, para a ditadura dos irmãos Castro.     

Cuba é um país que se tornou pária por não cumprir as cláusulas democráticas exigidas nas relações diplomáticas dos povos civilizados. Também não cumpre contratos. Isto quer dizer que o dinheiro levado por Lula da Silva não será devolvido. O Brasil jamais recebeu de volta os empréstimos que fez a Cuba.     

O presidente Lula da Silva não é dono da poupança dos brasileiros. Ele deve gerir os recursos mediante critérios legais, em vez de usá-los para doação a seus ditadores de estimação. Para se ter idéia do absurdo desta ação presidencial cabe lembrar que o montante que Lula garantiu a Cuba é mais de dez vezes superior à soma das doações feitas pelo Brasil ao Haiti, país devastado pelo terremoto de 12 de janeiro.     

Os Democratas pretendem convocar o presidente do BNDES, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, para explicar no Congresso os critérios que foram usados pela instituição para definir os empréstimos a Cuba. Emprestar dinheiro a uma ditadura é financiar a tortura, é homenagear um regime opressivo que leva os dissidentes à morte.

O povo brasileiro apóia a liberdade de pensar, participar e discordar. O povo brasileiro não aceita o equívoco deste governo que vai a Cuba tentar mostrar ditadores, que perderam todas as batalhas da História, como heróis. Heróis são os que morrem pela liberdade.

Brasília, 25 de fevereiro de 2010

Rodrigo Maia- Presidente

 NOTA 

Em nota, o líder dos Democratas na Câmara, Paulo Bornhausen também se manifestou sobre Lula em Cuba e a morte do cidadão cubano Zapata.    

Veja a íntegra:    

“Lula envergonha o Brasil”     

Mais uma vez Lula demonstra que é um governante só de discurso, e de dois discursos.   No Brasil, posa de defensor da democracia e dos direitos humanos.   Em Cuba, se curva diante para um dos mais facínoras ditadores do planeta ainda vivo.   Não há o que se relevar desta vez.; e não se trata de apenas mais uma gafe.   O presidente Lula deu uma demonstração inequívoca de desrespeito aos direitos humanos e aos mais básicos fundamentos da Democracia. Desdenhou de uma tragédia ocorrida sob o patrocínio da ditadura cubana, que ele e seus assessores tanto celebram e defendem.    

Enquanto o cidadão cubano Orlando Zapata Tamayo morria dentro de um hospital do governo cubano, Lula e seu assessor de imprensa se fotografavam com o ditador Fidel Castro.  

 Personificando uma indignação burocrática, Lula ainda criticou os dissidentes de seu ídolo por não terem protocolado um pedido de audiência, como se numa ditadura o poder permitiria tal gesto.    

Indignada está a nação brasileira. Indignados estamos nós dos Democratas, que não aceitamos essa agressão gratuita à democracia e exigimos uma retração do presidente Lula ao povo cubano e ao povo brasileiro.     

 Temos orgulho de nossos valores democráticos e humanistas, de nossa índole solidária e de nossa fé e convicção nas liberdades individuais e dos direitos básicos do ser humano.     

Lula não representa o povo brasileiro. Só o envergonha.     

Deputado Paulo Bornhausen (SC), Líder dos Democratas.

CNBB IGREJA ARQUIDIOCESE casamento gay pessoas do mesmo sexo, união civil, retirada se símbolos religiosos, PLANO DIREITOS HUMANOS ABORTO CAMPANHA PLANFETO PRESENTE DE NATAL PROTESTO ABORTO DISCRIMINALIZAÇÃO cnbb DISTRIBUIDO EM PARÓQUIAS FOLHETO PLANFETO chama Lula de Herodes Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo distribuição e divulgação do panfleto LEIA E DIVULGUE

23/01/2010

CNBB chama Lula de Herodes

Herodes, aquele que, segundo a Bíblia, ordenou a “matança dos inocentes”, é como a Igreja Católica agora denomina o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em panfleto distribuído em São Paulo contra pontos dos quais discorda no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado em dezembro pelo governo.

No livro de São Mateus, Herodes ordena o extermínio de todas as crianças menores de dois anos em Belém, na Judeia, para não perder seu trono àquele anunciado como o recém-nascido rei dos judeus, Jesus Cristo. Para a igreja, o “novo Herodes” autorizará o mesmo extermínio anunciando-se a favor da descriminalização do aborto.

No panfleto, intitulado “Presente de Natal do presidente Lula”, a Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), contesta este e outros pontos do já polêmico plano. “Herodes mandou matar algumas dezenas de recém-nascidos (Mt 2,16). Com esse decreto, Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!”, incita o documento.

Segundo Dom José Benedito Simão, presidente da comissão e bispo auxiliar da arquidiocese de São Paulo, a igreja não é contra o plano em sua totalidade, mas considera que quatro deles “agridem” os direitos humanos. Além da questão do aborto, são eles: união civil entre pessoas do mesmo sexo, direito de adoção por casais homoafetivos e a proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.

“Não é uma campanha contra o projeto, mas alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida”, critica Dom Simão. “O que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver. Não queremos cair em outra ditadura. Esse decreto é arbitrário e antidemocrático”, completa.

Segundo Dom Simão, que também é bispo da Diocese de Assis, no interior de São Paulo, a intenção é ampliar a distribuição e divulgação do panfleto em todas as cidades do Estado e também pela internet. “Ele [o plano] não está a favor do Brasil. Agora vem o presidente dizer que não sabia, que assinou sem ler? Como vai assinar se não leu?”

Sobre a questão da retirada dos crucifixos, o bispo defende que não somente os símbolos da Igreja Católica estejam presentes, como também o de outras religiões. “Nós não queremos que retire, queremos é que se coloquem mais símbolos ainda. A igreja sempre defendeu os direitos humanos e vai apoiar o governo em tudo o que for a favor da vida. Mas esse plano tem que ser revisto sim. O governo só reviu a questão dos militares, mas nesses quesitos não está querendo rever. Que princípios o governo quer defender com esse projeto?”

A CNBB nacional também criticou os mesmos pontos no programa, por meio de nota oficial. Mas sua assessoria de imprensa disse desconhecer a distribuição do panfleto, alegando que o regional tem autonomia para determinadas ações, que não precisam passar pelo seu crivo. A assessoria informou ainda que a CNBB nacional não irá se manifestar sobre o panfleto.

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13/01/2010

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http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/todas-as-pessoas-mortas-por-terroristas-de-esquerda-1-%E2%80%93-os-19-assassinados-antes-do-ai-5/

Pena de morte imagens Cenas fortes de execução no Yemem – como é a justiça em países islâmicos – com público , direitos humanos, imagens fortes, pena capital, islã, oriente médio,

06/07/2009

direitos humanos no Yemem –

http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/63887/la-dantesca-ejecucion-de-un-criminal-en-yemen-adv-imagenes-fuertes/ 
Mundo

La dantesca ejecución de un criminal en Yemen (Adv: Imágenes fuertes)  

manhã de 06 de julho de 2009

Rapaz do Yemem condenado a morte por violação e assassinato, leva um tiro a queima roupa. Foi execução pública. Ele ajoelha, reza e é morto. Um médico acompanha a execução. 

Yahya Hussein al-Raghwah fue condenado a muerte en Yemen después de que un tribunal lo considerase culpable de violar y asesinar a una niña de once años. Su ejecución se ha llevado a cabo esta mañana. 

La corte le ha condenado a morir ejecutado en público. En estas imágenes se puede apreciar desde el momento en que es conducido al lugar de ejecución hasta cuando, tras arrodillarse y orar, un policía le dispara a bocajarro. 

(Fotos: EFE/Yahya Arhab)

Yahya Hussein al-Raghwah fue condenado a muerte en Yemen después de que un tribunal lo considerase culpable de violar y asesinar a una niña de once años. Su ejecución se ha llevado a cabo esta mañana.

La corte le ha condenado a morir ejecutado en público. En estas imágenes se puede apreciar desde el momento en que es conducido al lugar de ejecución hasta cuando, tras arrodillarse y orar, un policía le dispara a bocajarro.

(Fotos: EFE/Yahya Arhab)







O pacifismo do Hamas em Gaza

16/01/2009

http://br.youtube.com/watch?v=TkwthDpeZWk

Declaração dos direitos humanos das vítimas da família defesa da família luta contra aborto, direito à vida direito de nascer

18/10/2008

Convocação Internacional em prol dos Direitos e da Dignidade do Ser Humano e da Família:

No 60° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no dia 10 de dezembro deste ano, a ONU estará recebendo de grupos radicais pró-aborto vários abaixo-assinados exigindo o direito universal ao aborto. Campanhas estão sendo promovidas hoje pela IPPF (International Planned Parenthood Federation) e pela Marie Stopes International, dois grupos que, juntos, são responsáveis por mais abortos do que qualquer outro grupo no mundo.

Ambos os grupos são bastante estimados pelos poderes estabelecidos da ONU, e seus esforços em promover um direito internacional ao aborto são bem-vistos por muitos Estados Membros das Nações Unidas, talvez pela maior parte da burocracia da ONU, e por poderosas fundações norte-americanas que repassam milhões para promover o aborto na ONU e ao redor do mundo.

Nós precisamos neutralizá-los. Como? Assine e divulgue o abaixo-assinado em português, exigindo dos Estados Membros da ONU uma interpretação da Declaração Universal dos Direitos Humanos que proteja contra o aborto as crianças em gestação, a dignidade do ser humano e da família.

Você sabia que a Declaração Universal exige o direito à vida? Você sabia que, hoje em dia, os comitês da ONU interpretam-na como favorecendo o direito ao aborto? Precisaremos de milhares de assinaturas que se somarão às de outras partes do mundo. Assine e divulgue. A campanha durará até o início de dezembro de 2008.

Para assinar o abaixo-assinado em defesa da vida e da família, siga este link: http://www.petitiononline.com/vidafam3/petition.html

Apoio:  www.juliosevero.com

vítimas do comunismo direitos humanos exilados Presidente George Bush se reune com perseguidos políticos do mundo inteiro

24/09/2008

http://www.whitehouse.gov/news/releases/2008/09/20080923-13.html

For Immediate Release
Office of the Press Secretary
September 23, 2008

President and Mrs. Bush Meet with Dissidents
Governors Island
New York

 1:32 P.M. EDT

THE PRESIDENT: Laura and I and Secretary Rice and members of my administration have just had a wonderful lunch with democracy leaders, human rights activists, courageous men and women who have stood strong for freedom. I assured them that this government, my government, believes in the universality of freedom. We believe there’s an Almighty, and a gift of that Almighty to every man, woman and child is freedom.

 They inspire us. Here in America , we have an obligation to help others realize the blessings of liberty. They have been on the front lines of securing liberty. And so we want to thank you very much for your courage. We thank you for your set of beliefs that remain strong. Thank you for taking time to be with us today. And you might want to say something.

MRS. BUSH: Well, I just wanted to add one thing. I’ve been inspired by the stories that I’ve heard from everyone here. Some people that are here have already seen the results of their democracy, their actions for democracy, and are now — live in countries where democracy is the rule of law in those countries. And so we feel encouraged by their stories.

But I wanted to mention particularly today the man standing beside me from Burma. He’s one of the Burmese monks that’s a refugee here now. It was almost a year ago exactly that the Burmese monks and many, many citizens of Burma turned out to protest in a peaceful protest — to protest a rise in gasoline prices that were done by the government.

The government put this uprising down with great brutality. Many, many people were arrested, including many monks. Many dissidents and protestors had to go into hiding. Just recently the Burmese government has arrested one of the Generation 88, a female, Nilar Thein. She’s now in prison. We all know the Burmese government has kept Aung San Suu Kyi in prison or house arrest for almost all of the last 18 years.

I want to urge all the neighbors of Burma — China and India and other neighbors — to continue trying to talk to the Burmese General, Than Shwe, to see if he can’t do what all the world, the international community wants him to do, and that is start respecting the rights of the people of Burma; start a real dialogue for a transition to democracy; talk with the opposition leaders, the people from the National League of Democracy, Aung San Suu Kyi’s party, with all the ethnic groups — bring everyone to the table so that the country can start to rebuild and be the country that the people of Burma want.

I met refugees on the Thai border when the President and I were just in Thailand — Burmese refugees. These are refugees who want to go home, who want to move back to Burma, and live a life with their rights protected. And one of these refugees is U Kovida, who has had to come to the United States rather than be able to stay there.

I don’t know if you want to say anything.
 U KOVIDA: Thank you very much for inviting me here. This is really a nice day and my friends — discussion with many people. In Burma, many (inaudible) people a lot. We all need human rights, all the world’s people, because we are all human. So if — when people, there’s no human rights, there’s no people and there’s no human. So I hope so — I hope that we all — international community need to help the Burmese people, and I hope to get help to others — international community and the U.S. and the European country. And I hope we can change the government some without weapon in Burma and Tibet and other ((inaudible) countries, so around the world we all need peace for change without weapon. Thank you very much.

THE PRESIDENT: Thank you, all. Thanks.

MRS. BUSH: Thank you, all.

END 1:37 P.M. EDT

O que está por trás da campanha da ONU unicef uso de crianças lavagem cerebral e do Pt pelos direitos das crianças

23/09/2008

Julio Severo

 

Algum tempo atrás, o título de capa de uma revista nacional dizia: “CRIANÇA FELIZ, isso é um trabalho do Conselho Tutelar”. Logo na primeira página, uma charge mostrava um pai de castigo, enquanto o filho se gabava para uma coleguinha: “Depois que eu descobri meus direitos, é assim: não cumpriu, tem que pagar. O castigo de hoje é porque ele esqueceu de ir me ver na peça da escola”.

 

Na Palavra de Deus, a felicidade da criança está fundamentalmente ligada à sua obediência aos pais: “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo”. (Efésios 6:1)

 

Contudo, quando a sociedade e aqueles que a governam rejeitam os valores de Deus, o que predomina é a inversão. Embora a Bíblia e suas leis estejam sendo rejeitadas, outras leis estão lhes tomando o lugar, usurpando o próprio centro sagrado que só Deus e sua Palavra deveriam ocupar na vida das famílias. O mandamento agora é: “Vós, pais, sede obedientes a vossos filhos, porque isso é o que o governo exige de vós”.

 

No caso da Bíblia, os pais recebem orientação específica de punir, disciplinar e castigar os filhos desobedientes. No caso politicamente correto, a própria charge do pai em castigo já mostra quem manda em quem. Os Conselhos Tutelares existem para cumprir uma função bem mais ampla do que só castigar criminosos contra as crianças: incentivam os filhos a delatar os pais por tudo o que o governo não aceita. A charge indica que o simples fato de um pai ou mãe não ir à escola ver o filho numa peça já pode ser motivo de castigo.

 

A missão do Conselho Tutelar é cumprir as determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O ECA foi criado para atender às exigências da ONU, pois o Brasil assinou em 1989 documento da ONU se comprometendo a implementar no Brasil a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. Vale lembrar que até hoje o governo dos EUA não assinou esse documento, por pressão de grupos evangélicos, que vêem na Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança um instrumento que deixa as famílias debaixo do injusto e cruel controle e supervisão estatal.

 

Assim, um pai pode ser castigado por não ir ver o filho numa peça na escola, enquanto que ninguém é castigado quando o governo faz parceria com grupos homossexuais para que os temas homossexuais sejam apresentados na escola de acordo com a perspectiva dos ativistas gays. Um pai ou mãe também poderá ser castigado se resolver não levar o filho a uma aula com assuntos abordando a homossexualidade nessa perspectiva?

 

No Brasil, em dicionários e literatura acadêmica até recentemente, homossexualismo sempre foi sinônimo de pederastia — que é um homem ter sexo com meninos. Por isso, ninguém tinha dúvida das ligações escuras do homossexualismo com apetites sexuais de homens por meninos. As dúvidas nessa questão são um fenômeno moderno, com o Estado ocupando um lugar proeminente em iniciativas para desviar a população da aversão natural ao homossexualismo e incentivá-la a olhar o homossexualismo com respeito. O homossexualismo e sua ameaça sexual aos meninos passam da categoria de anormalidade para normalidade. É uma inversão devidamente alimentada por tolices estatais.

 

Enquanto os pais são castigados por questões mínimas, os militantes homossexuais têm acesso a crianças na escola, ganhando até mesmo a liberdade de ensinar sobre sexualidade e valores “morais”. Mesmo alegando trabalhar pela proteção das crianças, tanto o ECA quanto os Conselhos Tutelares nada fazem para proteger as crianças de predadores homossexuais. Tal fato não é estranho, pois na verdade o ECA tem como função no final das contas garantir a proteção dos melhores interesses do Estado, não da família. E, como todos sabem, o Estado brasileiro jamais foi tão pró-homossexualismo como hoje.

 

Na mesma revista com a manchete “CRIANÇA FELIZ, isso é um trabalho do Conselho Tutelar”, uma defensora do ECA e dos Conselhos Tutelares foi entrevistada, e a seguinte pergunta lhe foi feita: “Quais são as violações mais graves dos direitos da criança e do adolescente?” Ao que ela responde: “Todas as violações dos direitos são graves. Em relação ao direito à educação… no Brasil, apenas 13% das crianças entre 0 e 3 anos têm acesso à creche. À pré-escola, para crianças de 4 a 6 anos, de 35% a 40% não têm acesso”.

 

Em outras palavras, se no Brasil apenas 13% das crianças entre 0 e 3 anos têm acesso à creche, a idéia implícita é que todas as outras crianças também precisam desse “direito”! Não se iluda: os defensores dos direitos das crianças têm como meta institucionalizar as crianças o mais cedo possível, isto é, o quanto antes enviar o maior número possível de bebês e crianças novas às creches e escolinhas a fim de educar sistematicamente a nova geração no “evangelho” do humanismo. A meta final é tirar todas as crianças do lar e institucionalizá-las.

 

Os grupos feministas e socialistas — que tanto amor têm pelas crianças que apóiam o aborto e a adoção homossexual — exigem que o Estado garanta creches para todas as crianças. Pesquisas mostram que crianças criadas em creche não têm um desenvolvimento tão saudável quanto as crianças que são criadas no próprio lar com um pai e mãe. Mas a preocupação dos extremistas feministas e socialistas não é o bem estar das crianças no final das contas, mas o bem estar do Estado.

 

Esses extremistas pensam que as creches serão inevitáveis, pois o Estado assistencialista sobrecarrega tanto os trabalhadores com impostos pesados que os maridos fatalmente acabarão não tendo condições de sustentar a família, obrigando assim a esposa a entrar no mercado de trabalho e colocar os filhos na creche. É uma revolução imensa de transformação social, e os engenheiros sociais do ECA sabem aonde querem de fato levar as crianças e adolescentes: todos debaixo do controle e doutrinação sistemática do Estado.

 

Direitos — cuidado com esse termo!

Quando pensamos em direitos, logo imaginamos que é algo que nos permite escolher utilizá-los ou não. Por exemplo, se a lei diz que temos o direito de ir e vir, isso significa que, se quisermos, podemos ir até um cinema ou igreja. Se não quisermos, não vamos. Mas não é bem assim que o governo interpreta suas leis mais fundamentais aos seus objetivos. Quando o ECA (que representa ocultamente todas as ambições estatais de controle sobre as famílias) diz que as crianças têm direito à educação, significa pura e simplesmente que o Estado está obrigando os pais a mandar os filhos a escolas aprovadas pelas normais estatais. De novo, não se iluda: o que o ECA fala sobre educação nada tem a ver com educação. Tem a ver com doutrinação. Pais cristãos no Brasil que se esforçam para garantir o legítimo “direito à educação” vêm sofrendo perseguições e humilhações das autoridades meramente porque escolheram, com muito sacrifício e amor a Deus, dar aulas escolares aos filhos em casa. Se o suposto interesse do ECA e outras leis estatais fosse de fato proteger o “direito à educação”, o ECA seria o maior defensor da educação escolar em casa, pois, para as famílias evangélicas que fazem essa opção, a educação em casa tem como alvo oferecer uma educação melhor do que a educação pública.

 

Entretanto, é na escola, longe da supervisão dos pais, que a criança pode ser involuntariamente — e obrigadamente — exposta a aulas sobre homossexualismo e outras perversões sexuais, a conceitos deturpados da realidade política do Brasil, às religiões afro como pura cultura dos descendentes de africanos e a muitas outras questões politicamente corretas. Entre a educação pública e a educação escolar em casa, o Estado escolhe não dar chance nenhuma nem para famílias nem para crianças, pois o que está em jogo é muito mais do que um suposto “direito à educação”. O que está em jogo é o direito de doutrinar a futura geração. E o Estado — com a devida cobertura do ECA e outras leis camaleônicas — não abrirá mão desse direito.

 

No entanto, logo que se traz à tona os perigos e ameaças do ECA à família, seus defensores (e assalariados) logo se levantam para destacar que o ECA é importante para combater a exploração sexual de meninos e meninas. Nada como um apelo ao sentimento popular de proteção às crianças. Ninguém é a favor de tal exploração. Mesmo antes do ECA, ninguém, nem as leis, eram a favor. Mesmo depois da introdução do ECA, a exploração sexual continua. Não só física. Afinal, quem poderia imaginar que, com toda a verborragia do ECA sobre direitos da criança, os ativistas homossexuais conseguiriam no Brasil obter o “direito” de adotar crianças? Quantos donos de redes de televisão os Conselhos Tutelares levaram à justiça pelo crime de exibir programas altamente eróticos em horário facilmente acessível ao público infantil? Se isso não é exploração, então o que é?

 

Por traz de sua propaganda de proteger os “direitos” da criança, na verdade o ECA muitas vezes acaba se revelando completamente inútil contra as forças que mais representam abuso e exploração das crianças. O ECA é impotente diante da mídia erotizadora. Por outro lado, os pais que não são exploradores sexuais nem criminosos são impotentes diante de toda a ideologia abusadora que o ECA representa.

 

Os Conselhos Tutelares teriam uma função digna se se ocupassem apenas com casos reais de violência e abuso e se protegessem as crianças em gestação da ameaça do aborto e protegessem as crianças nascidas de serem adotadas por homossexuais. A realidade é que não existem exemplos de Conselhos Tutelares livrando crianças do aborto ou protegendo-as de casais de ativistas homossexuais. Mesmo que acreditássemos que esses órgãos deveriam existir pelo menos para deter a exploração sexual de meninas e meninos, ainda assim seu papel seria duvidoso, pois os poderosos sempre saem ilesos. Não se conhece um único caso onde o ECA ou um Conselho Tutelar tenha usado sua força estatal para proibir a programação erotizadora da TV e castigar criminalmente seus responsáveis.

 

E, como não poderia deixar de ser, a revista com o tema “CRIANÇA FELIZ, isso é um trabalho do Conselho Tutelar” aborda, com satisfação, alegria e elogio, a aprovação da lei da deputada do PT Maria do Rosário, que proíbe os pais de utilizarem qualquer tipo de disciplina física nos filhos. Não só proíbe, mas prevê castigos para os pais infratores.

 

A Palavra de Deus orienta os pais de forma claríssima: “O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga”. (Provérbios 13:24) Contudo, a revista pró-ECA mencionou que o castigo físico é “abominação”.

 

Interessante a inversão. Maria do Rosário, a autora da lei que castiga os pais disciplinadores, não só é uma feminista que apóia o aborto, mas também o homossexualismo, que é classificado por Deus como abominação: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é”. (Levítico 18:22)

 

Abominação é apoiar leis que dão aos ativistas homossexuais o direito insano de adotar crianças. Abominação é apoiar leis que dão às mulheres o direito insano de “interromper a gravidez” — matar a criança inocente abrigada em seu ventre. Entregar crianças nas mãos de homossexuais e entregá-las à exterminação do aborto são grandes crimes — para quem ainda tem alguma sanidade.

 

Mas a insanidade hoje é a regra, não a exceção. No que depender de gente como Maria do Rosário, o que é abominação se torna direito, e o que é correto aos olhos de Deus, é abominação aos olhos dela! No que depender do ECA e dos Conselhos Tutelares, esse tipo de insanidade tem toda razão. Mas Deus tem uma opinião pessoal sobre eles: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” (Isaías 5:20)

 

No que depender dos insanos e suas leis, os predadores homossexuais nada têm a temer em seus esforços de adotar crianças. No que depender deles, as feministas que pregam o direito ao aborto nada têm a temer também, nem os médicos ambiciosos que lucram com o comércio de derramar sangue inocente. Os proprietários dos meios de comunicação nem precisam se incomodar com a questão, pois seu direito de transmitir programas erotizadores em qualquer horário do dia é assegurado pela insanidade estatal. Quando o problema envolve esses proprietários bilionários, o Estado nem se lembra de colocar os reais interesses das crianças acima da exploração sexual promovida pela mídia. O dinheiro dos poderosos compra o descaso dos políticos e legisladores. Só os pais é que deverão temer, pois em sua meta de criar monstros e monstrinhos, o Estado usará e abusará de suas leis de direitos da criança para introduzir nas famílias o próprio caos que o governa — ganhando até mesmo a colaboração dos poderosos na nobre responsabilidade de “proteger” as crianças. Assim, vence a hipocrisia, vence o Estado ardil, vencem os donos da mídia, restando à família o último lugar — o lugar dos vencidos, despojados, maltratados e sujeitos a todos os caprichos dos vencedores

 

Os profetas e profetisas da insanidade estatal estão descaradamente se levantando contra Deus e contra as famílias.

 

Onde estão os corajosos profetas e profetisas da sanidade moral?

 

 

 

Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br