Posts Tagged ‘direitos dos manos’

Todo governo de esquerda age abertamente contra a vítima e a favor do crime

03/11/2013

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Há um ano o genocida e destruidor de famílias Matemático caia no colo do Capeta

07/05/2013

http://internacional.elpais.com/internacional/2013/05/07/actualidad/1367914250_712020.html

Jornal El Pais de Madrid España lembra o dia glorioso.

O grande benfeitor da humanidade que mandou Matemático para o Inferno está afastado da Polícia. Isso mesmo.

No Brasil, é proibido matar bandido.

Quando alguém te falar de DIREITOS HUMANOS mostre-lhe esta fotografia e depois cuspa na cara do FDP

06/05/2013

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segunda-feira, abril 29, 2013

Dentista morta queimada é velada no ABC

O corpo da dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, morta queimada emSão Bernardo do Campo, no ABC, na quinta-feira (25), está sendo velado, nesta sexta-feira (26), no Cemitério da Vila Euclides. Por causa das condições do corpo, o velório ocorre com o caixão lacrado.
De acordo com funcionários do cemitério, o enterro está previsto para ocorrer às 13h. Pouco antes das 10h, um padre esteve no velório para a realização das exéquias.
Cinthya morreu queimada após assalto a seu consultório, que funcionava na Rua Copacabana. Segundo a Polícia Militar, um trio invadiu o estabelecimento por volta das 12h30 de quinta-feira e anunciou o roubo. Como eles não encontraram dinheiro, a dentista entregou o cartão bancário e a senha. Os ladrões, então, sacaram R$ 30 num caixa eletrônico, enquanto um outro continuava no consultório com a dentista e uma paciente como reféns. Depois, os criminosos voltaram, atearam fogo na dentista e fugiram em um carro. Um quarto assaltante aguardava os outros em um Audi estacionado perto do consultório.
Velório em São Bernardo do Campo (Foto: Glauco Araújo/G1)

Velório acontece em São Bernardo do Campo
(Foto: Glauco Araújo/G1)

Pais

Por volta das 11h desta sexta, com dificuldade para caminhar e amparada por uma bengala, a mãe da dentista chegou ao velório na companhia do marido. “Oro todos os dias. Entrego para Deus, só isso. Quem planta colhe. Um dia eles vão colher, infelizmente, o que plantaram”, afirmou Risoleide Moutinho de Souza. Ela contou ter conversado com a dentista minutos antes do crime. “Ela disse: ‘Mãe, hoje eu não vou almoçar’. Quando eu cheguei foi uma surpresa.”

O pai afirmou que tem recebido muito apoio dos amigos, familiares e vizinhos. “Recebemos muita solidariedade, vamos esperar que a Justiça se faça”, disse Viriato Gomes de Souza. Sobre a filha mais nova deles, que é especial, ele disse que não sabe ainda se ela tem consciência da morte de Cinthya. “Não sei se ela sabe. Não sei o sentimento dela, ela não fala, a gente não sabe o sentimento dela. Eram duas irmãs como se fossem gêmeas, muito ligadas.”

Mapa  (Foto: Arte G1)

Bastante emocionada, a médica Monica Guimarães Moutinho, prima de Cinthya, reclamou da criminalidade e impunidade. “Minha prima era trabalhadora. A gente não é rico. A gente só trabalha para ter uma vida digna, para pagar as contas. Nunca achamos que vai acontecer com alguém da nossa família, mas agora esse é só mais um caso. Amanhã vai acontecer a mesma coisa”, disse, do lado de fora do velório da dentista.

Investigações
Na madrugada desta sexta, a polícia ouviu um adolescente como testemunha nas investigações do crime. A mãe de um suspeito também foi interrogada e reconheceu o filho nas imagens de câmeras de segurança que estão em poder da Polícia Civil.

Com base em informações de uma nota da Polícia Militar divulgada nesta manhã, o G1 informou às 7h05 que um adolescente foi detido e teria confessado participação no crime. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), entretanto, corrigiu a informação da PM. Segundo a SSP, a Polícia Civil informou que o menor foi ouvido apenas como testemunha.

Na nota divulgada no início desta manhã, a PM informava que o menor foi detido e autuado. Às 8h30, porém, a PM afirmou que o adolescente, levado inicialmente como suspeito, foi interrogado na condição de testemunha pela Polícia Civil e liberado em seguida. A corporação afirma ter chegado ao menor após uma denúncia anônima informando que ele teria participado do crime.

Crime
As investigações apontam que um saque com o cartão da dentista foi feito em uma loja de conveniência de um posto de gasolina. Na imagem do circuito interno de segurança do estabelecimento, ao menos um suspeito aparece. As imagens e o relato da paciente serão usados pela polícia para fazer um retrato falado.  A paciente disse, de acordo com o delegado seccional de São Bernardo do Campo, Waldomiro Bueno Filho, que um ladrão colocou um capuz em sua cabeça, mas que ouviu a dentista conversando com os criminosos.

Segundo a testemunha, Cinthya disse que não possuía dinheiro em caixa e deu o cartão de crédito e a senha para que eles fossem sacar, mas informou que tinha pouco saldo na conta. O delegado conta que a paciente relatou ter ouvido a dentista gritar muito, pedindo para que os ladrões “não fizessem isso”.
A polícia busca o trio que invadiu o consultório e um quarto suspeito de dar cobertura à ação.

EU MORRO MAS SÃO PAULO VENCE – PM não tem DIREITOS HUMANOS – Não existe para eles a SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS

13/11/2012

 

EM SANTA CATARINA O GOVERNADOR É INIMIGO DA PM  e DA CIVIL;

Na redação do ENEM só passa petista de carteirinha – Esse maldito PT acha que quem é contra o PT é contra os Direitos Humanos- Pela Criminalização do petismo,

12/08/2012

Se “desrespeito aos direitos humanos” é motivo para zerar na redação do Enem, o estudante terá de se guiar pela plataforma do governo sobre o tema?

No fim de julho, o Ministério da Educação divulgou um guia sobre a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que ocorrerá em 3 e 4 de novembro. A prova de redação tem uma importância especial dentro do Enem, que no ano passado foi feito por cerca de 4 milhões de pessoas e é usado como o principal ou o único critério de seleção em dezenas de universidades federais. Mesmo assim, passou quase despercebida a promessa do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Luiz Claudio Costa, de que as redações não seriam avaliadas por critérios ideológicos.

O temor de um eventual viés ideológico na correção da prova deriva da quinta competência exigida de quem escreve a redação: “Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos”. A orientação já existe há anos e permite questionamentos. Tradicionalmente, o objetivo da prova de redação não é avaliar qual a opinião do aluno sobre determinado tema, mas apurar se ele é capaz de sustentar essa opinião de maneira coerente e organizada, demonstrando domínio da norma culta do idioma.

À primeira vista, pareceria não haver problema algum em pedir “respeito aos direitos humanos” na redação do Enem; no entanto, o governo federal tem uma visão muito peculiar do que sejam direitos humanos, expressa na terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), objeto do Decreto 7.037/2009, atualizado pelo Decreto 7.177/2010. Nesse plano, o governo federal não aborda apenas temas consensuais na sociedade brasileira, como a condenação ao racismo ou à violência contra a mulher, mas também impõe uma série de visões sobre assuntos controversos, como a defesa do direito ao aborto, questões relativas à identidade sexual, à relativização do direito à propriedade rural e ao controle dos meios de comunicação, plataformas dos partidos de esquerda atualmente no poder. O governo federal só mitigou alguns trechos do PNDH3 após forte reação popular.

Daí segue a pergunta: se “desrespeito aos direitos humanos” é motivo para zerar na redação do Enem, como afirma o guia da redação, o estudante teria de se guiar pela cartilha ideológica do PNDH3? Ou ele estaria livre para discordar da visão petista de “direitos humanos”, direito que a própria Constituição lhe garante?

O medo de que um corretor alinhado com a esquerda zere uma redação, inviabilizando a possibilidade de o candidato disputar com sucesso uma vaga universitária, cria um efeito em cadeia pernicioso: escolas em todo o Brasil passam a preparar seus alunos para que pensem de acordo com o Moderno Príncipe gramsciano. Em alguns casos, tal formação é fruto de um pragmatismo segundo o qual o importante é o bom resultado na prova; mas, muitas vezes, os professores atuam como cúmplices do partido. Já em 2007 esta Gazeta do Povo denunciava o viés ideológico de questões de vestibulares em faculdades públicas e particulares no Brasil. Em 2008, uma pesquisa da CNT/Sensus mostrava que metade dos professores assumia ter um discurso politicamente engajado; 86% dos estudantes diziam que Che Guevara recebia tratamento positivo em sala de aula, porcentagem que era de 65% para Lenin e 51% para Hugo Chávez.

A sociedade ainda não acordou para o problema da ideologização do ensino e dos exames; é preciso que os brasileiros – não só aqueles com filhos na escola ou prestes a fazer o Enem – se mantenham alertas. A mera promessa do presidente do Inep ainda não é suficiente: é necessário encontrar mecanismos que tornem cada vez mais remota a possibilidade de conotações ideológicas na seleção do tema ou na correção das redações. A vigilância do Ministério Público, por exemplo, seria bem-vinda neste caso. Em uma época de pressão cada vez maior pela transparência no poder público, seria interessante a divulgação do material usado na formação da equipe de corretores selecionada pelo Inep, para que a sociedade saiba com clareza os critérios empregados e candidatos possam, se preciso, recorrer à Justiça se identificarem um viés ideológico na correção de suas redações. Um evento tão importante para o jovem como a chance de ingressar no ensino superior não pode ser ocasião de lavagem cerebral político-partidária.

A Onu é inimiga da ROTA que é o orgulho de São Paulo. Defenda a ROTA, Divulgue esta foto no seu blog e facebook

04/06/2012

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ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) voltam aos bons tempos do Governador Paulo Maluf e despacham 6 vagabundos de uma vez só para o CÓLO DO CAPETA: Parabéns a PM de São Paulo e a ROTA.

29/05/2012 23:39

Rota mata como nos velhos tempos

thais.nunes@diariosp.com.br

O aumento dos casos de resistência seguida de morte coincide com nomeação
O aumento dos casos de resistência seguida de morte coincide com nomeação  ESSE CORONEL É MACHO: coronel Adriano Lopes Telhada

“””As quatro letras mais temidas nos becos e vielas das periferias de São Paulo até os anos 2000 voltaram à ativa. Levantamento da Ouvidoria das Polícias aponta que a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tropa de elite da Polícia Militar, está ainda mais violenta.

Em 2011, foram 82 confrontos com suspeitos mortos, em média um caso a cada quatro dias. Desde 2006, quando ataques do crime organizado às forças de segurança pararam o estado, o grupo especial não matava tanto.

O aumento dos casos de resistência seguida de morte  coincide com a nomeação do tenente-coronel Adriano Lopes Telhada como comandante da Rota. Linha-dura, o PM é conhecido por declarações polêmicas como “antes a mãe do vagabundo chorando do que a minha”.

DIREITOS HUMANOS É O CACETE:

Telhada esteve à frente da tropa entre maio de 2009 e novembro de 2011. Nesses anos, as ocorrências com morte pularam de 61 para 82.

O comandante da Rota hoje é o tenente-coronel Salvador Modesto Madia, réu no processo que julga a morte de 111 presos em outubro de 1992, no episódio conhecido como massacre do Carandiru. Ele não foi julgado. Só no primeiro trimestre deste ano, foram 21 mortes em confrontos, segundo a ouvidoria.

Anteontem, uma ação da Rota na Favela Tiquatira, Zona Leste,  terminou na prisão do sargento Carlos Aurélio Thomaz Nogueira e dos soldados Levi Cosme da Silva e Marcos Aparecido da Silva.

O trio é suspeito de executar um suspeito com seis tiros às margens de uma rodovia. O local do crime não foi divulgado para proteger a testemunha que ligou para o 190 denunciando a ação dos policiais.”””

Você acha que a prisão “solitária” (ou seja, sem conversar e ver outros assassinos) é tortura (ou seja, crime contra a humanidade)?

19/09/2011
Reuters Brasil – ‎há 1 hora‎
OSLO (Reuters) – O norueguês Anders Behring Breivik, que matou 77 pessoas em julho, queixou-se numa audiência judicial nesta segunda-feira de que mantê-lo em confinamento solitário na prisão é uma forma de “tortura”, depois que uma juíza ordenou que
continue lendo:

http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE78I0GK20110919 

menor de idade confessa que crime compensa e aproveita para matar enquanto pode, enquanto é menor, sua frase é antológica. leia abaixo, e maldito direitos humanos culpado por tantas mortes.

28/05/2011

Adolescente que matou 4 diz que pena para “menor” é muito branda

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“Falaram pra mim quando eu tinha 14 anos e eu falaria também: aproveita enquanto é de menor, curte a vida, toca o terror mesmo. Você é de menor, aproveita mete bala agora porque depois é prisão e pena de verdade”, diz.

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Garoto afirma que todas as mortes tiveram motivo e não arrependimento

Campo Grande News

Paula Vitorino

 

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Garoto diz que vai fugir novamente da Unei. (Foto: João Garrigó)

Consciente de seus crimes, o adolescente de 17 anos recapturado na noite de ontem (26), pelos policiais da Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento a Infância e Juventude), após fuga da Unei (Unidade de Internação Educacional) Dom Bosco afirma que a certeza do pouco tempo de detenção aumenta a vontade de praticar mais roubos, homicídios e outros diversos atos que, segundo ele, são sinônimos de aproveitar a vida.

Para ele, a satisfação de eliminar um de seus inimigos é maior do que a pena branda que lhe será aplicada.

O garoto tem passagens pela polícia desde os 14 anos, sendo quatro por homicídios. Ele também é fichado por diversos roubos, inclusive a malotes, além de três tentativas de homicídio.

Ele é apontado como o líder da fuga de oito adolescentes da Unei, na madrugada de segunda-feira (23) e considerado o de mais alta periculosidade entre os fugitivos.

Mesmo tendo sido internado por ao menos três vezes na Unei para cumprir medida sócio-educativa pelos homicídios, o adolescente diz nunca ter ficado mais de seis meses em cada temporada na Unidade.

“Se da primeira vez que fui preso tivesse ficado até os 18 era melhor. O que adiantou ser preso e solto, se meses depois eu tava lá de novo. Se o menor soubesse que ia ficar lá até os 18 anos ia pensar mais antes. E depois, quando fosse de maior, a lei é outra”, diz.

Prova disso, segundo o garoto, é o alto índice de reincidência dentro da Unei. “Vai lá fazer uma entrevista e pergunta quem é primário. Se de 70 tiver 20, é muito. Tem muleque que está lá pela oitava vez”, afirma.

Com seus direitos na ponta da língua, o adolescente é categórico ao dizer que vai tentar fugir novamente da Unei. Ele sabe que até completar 21 anos vai voltar para a Unidade e cumprir a medida como menor de idade. O adolescente irá completar 18 anos no dia 17 de junho.

Ele conclui dizendo que “falam que menor é fofo, mas é nada. Não tem nenhum fofo lá na Unei não”, diz.

Assassinatos – A primeira passagem policial do garoto aconteceu em 2007, quando em meio a uma briga de gangues o adolescente se envolveu na morte de uma criança de 10 anos, portadora de síndrome de down.

A vítima estava com a família em uma pizzaria no bairro Santa Carmélia e foi atingida por um dos disparos feitos pelos jovens. Sobre esse crime, o garoto garante não ser o autor.

“Não matei a menina não, não tenho nada a ver. Nem estava armado nesse dia, mas tava lá no meio da briga com a gangue rival”, diz.

Já os outros três homicídios, o adolescente não só confessa a autoria, mas também conta detalhes de como matou as vítimas e aponta motivos para cada uma das mortes, sem nenhum arrependimento.

No final de 2009, o garoto lembra que atirou contra um rapaz após ele ter mexido com sua namorada. “Estava passando com ela e ele folgou, veio mexer com ela, aí eu estava armado e atirei. Mas não achei que ia matar”, diz.

Cerca de um ano depois, em dezembro de 2010, o assassinato foi motivado por vingança a um roubo na casa do pai, ocorrido em maio de 2009. Segundo o garoto, vários adolescentes de uma gangue rival, do bairro Santa Carmélia, invadiram a residência para bater e roubar sua família.

“Demorou, mas esbarrei com o cara e aí matei ele. Sabe como é, a gente vai se esbarrando pelas vias. Dei quatro tiros na cara”, conta.

Também como acerto de contas, o adolescente matou com três tiros o jovem Kleber de Oliveira Teles, de 26 anos, em março deste ano, no Clube Ypê. O garoto conta que na verdade queria matar outra pessoa, que estava junto com Kleber, mas como a vítima “encrencou” acabou sendo assassinada.

“Mas eu ainda quero matar o outro”, diz.

Para ele, os assassinatos sempre tiveram motivos e por isso não resta nenhum arrependimento. “Depois que morre vira santo, mas eles arrumaram a briga também, não sou de arrumar briga com qualquer um”, afirma.

Questionado sobre como é ter a lembrança nítida dos assassinatos na memória, o garoto diz que não pensa nisso e também não sabe se acredita em Deus. “À noite eu deito e durmo, não fico pensando nisso. Eu sei que não é certo, mas também não é errado. Nunca parei pra pensar em Deus e o que isso significaria”,diz.

O adolescente afirma que geralmente anda armado e que os roubos praticados serviam para comprar novas munições e diversos objetos.

Ao contrário do perfil da maioria dos adolescentes internados na Unei, o garoto afirma não ser usuário de drogas.

Para garoto, certeza de pena branda incentiva crimes na adolescência.

Vida, mudança e planos – Em sua família, o adolescente diz não saber de nenhum parente com passagem pela polícia. Com oito irmãos e morando com o pai e a mãe, o garoto afirma que “os pais não tem nada a ver com isso” e que nunca incentivaram ou deram algum exemplo negativo que o levasse para a criminalidade.

Questionado, então, sobre de onde veio a natureza agressiva e a vontade de praticar crimes, o adolescente diz também querer saber. Mas ele conta que tudo começou na escola, com os amigos de bairro, que criavam as gangues para arrumar brigas e se auto-afirmarem.

Com a namorada de três anos – que foi motivo de ciúmes e morte em 2009 – o adolescente tem um filho de cerca de 1 ano de idade. Ele diz que ela não aprova as suas atitudes agressivas e que por várias vezes pediu para ele sair “dessa vida e ficar de boa”.

“Ela não gosta nem de sair comigo, tem medo. Ela me pediu para parar, mas eu não queria nada com nada, nem ligava pro meu filho. Queria era aproveitar enquanto era menor de idade. Nesses dias em que fiquei foragido é que fiquei mais perto do meu filho, olhei pra ele direito”, conta.

O adolescente diz que quando completar 18 anos vai mudar de cidade e “ficar numa boa, começar outra vida”.

“Se continuar aqui arrumando confusão vou ser preso de novo e aí não saio mais, a lei vai ser outra”, diz.

Mas para isso ele precisa terminar de cumprir a medida disciplinar na Unei – o que ele não quer. “Não sei por que não me deixaram solto, já vou ficar de maior e aí não vou mais ser problema deles. Tanto menor aí de 14 anos pra prenderem e pegam justo eu”, diz.

Apesar das declarações do garoto, afirmando que a pratica de crimes vai terminar aos 18 anos, a delegada titular da Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento a Infância e a Juventude), Maria de Lourdes Cano, acredita que a reeducação do adolescente para a sociedade será difícil.

Isso por um único motivo, “ele parece não querer parar com os crimes”, diz a delegada.

Recaptura – O adolescente foi recapturado na noite de ontem, durante as investigações da Deaij. Ele foi encontrado na casa do cunhado, no bairro Coophatrabalho.

O local, segundo a Polícia Civil, é de difícil acesso e os policiais precisaram arrombar o cadeado do portão e pular o muro de mais de quatro metros de altura. O garoto ainda tentou resistir a apreensão fugindo para casas vizinhas, mas foi surpreendido por outros policiais em uma casa, cercada e com o reforço de cachorros.

O garoto contou que após a fuga da Unei os oito adolescentes foram para o Jardim Noroeste, onde se dividiram. Segundo a delega da Deaij, os outros garotos pediram para seguir junto com o menino apontado como líder, mas ele disse que não queria ninguém com ele, pois sabia que seria mais fácil para ser preso.

Ainda segundo a delegada, o menino pediu a ajuda do pai e chamou um moto-táxi. “A família dele apóia ele em tudo. Quando ele mata, falam que foi por algum motivo, sempre justificam os atos do garoto”, diz.

Maria de Lourdes diz que os policiais empenharam-se prioritariamente na recaptura do garoto por saber que se ele continuasse na rua iria contribuir para o aumento no número de homicídios e roubos.

Além do garoto, outros quatro fugitivos já foram recapturados.