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COMO MONTAR UM PARTIDO POLÍTICO DE DIREITA NO BRASIL: O único país que não tem Direita

14/09/2013

COMO MONTAR UM PARTIDO POLÍTICO DE DIREITA NO BRASIL:

A Receita vem da França e do Front National – e da Revelação Política do Terceiro Milênio no Mundo – MARION MARECHAL LE PEN

Da Série Valores Invertidos – Aqui você é o Palhaço

14/08/2013

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As 5 mentalidades políticas

09/03/2013

Renan Felipe – Direitas Já.

Quando falamos de ideologias, mesmo que não especifiquemos qual, tendemos a usar alguns atributos para descrevê-las. “Revolucionário”, “conservador”, “reacionário”, “radical”, “moderado”, etc.

Estas características inerentes de certas ideologias políticas antecedem-nas, e portanto podem ser usadas para traçar relações entre elas e entender como as ideologias se agrupam.  Primeiramente eu gostaria de esclarecer que não reconheço que o espectro político seja estanque, como uma linha reta: creio que há uma mobilidade grande dentro de um conjunto de matizes, mas que ainda assim tem suas limitações. Considero, por exemplo, que ideologias radicais e totalitárias não estão em extremos opostos mas sim compartilham características que permitem que agrupemos as mesmas num mesmo grupo, ou em grupos próximos.

Entender as diferentes mentalidades políticas é um passo para entender a base comum que compartilham certas ideologias. As cinco mentalidades que cito aqui são as mais básicas e mais facilmente identificáveis: reacionária, restauradora, conservadora, reformista, revolucionária. Eu poderia citar outras, mas como as outras duas que identifico (niilista e despótica) fogem dos esquemas ideológicos da política, optei por excluí-las deste artigo.​

I. O reacionário ou passadista.
O que define um reacionário é a sua defesa de uma volta ao passado. Contudo, não é de um passado histórico registrado, documentado e compreensível que ele fala. O passado para um reacionário é uma coisa idealizada, uma golden age. O reacionário prega uma ruptura radical com o mundo moderno para implantar um novo modelo de sociedade baseado numa idealização do que foi uma civilização passada.
Por exemplo, os nacional-socialistas queriam estabelecer uma civilização germânica baseada naquilo que os socialistas alemães acreditavam ser o espírito do povo (Volk) alemão, como a organização da sociedade nos moldes militares do socialismo prussiano, as tradições germânicas e a religião pagã. No entanto, é uma falha típica do reacionário desconsiderar a cadeia de eventos que se sucedeu desde o fim da civilização que ele almeja restituir. Os nacional-socialistas, por exemplo, precisaram abrir mão do paganismo porque ele jamais poderia ser restituído entre os alemães. É simplesmente impossível reverter todos os eventos da história.
Dado o seu caráter de rompimento com o modelo de sociedade vigente, o reacionário é sempre, também, um revolucionário. O que difere o revolucionário de um reacionário é que o último pretende estabelecer, após a revolução, um modelo de sociedade que busca imitar (em grande parte) uma sociedade anterior, à qual ele credita uma aura de pureza e perfeição.
Exemplos de ideologias que decorrem da mentalidade reacionária são o nacional-socialismo, o anarco-primitivismo e ideologias teocráticas em geral.


II. O restaurador ou regressista.
O regressista, tal qual o reacionário, tem uma visão idealizada do passado, o qual ele pretende restaurar. Porém, o regressista não prega uma ruptura radical com a sociedade moderna, nem pretende retornar a esta golden age através da imposição violenta. O regressista acredita que é possível fazer isso por etapas, com um jogo político progressivo (aliás, regressivo) e que pode ser conduzido sem violência ou grandes choques para a população.
O regressista, diferente do reacionário, consegue estabelecer objetivos mais realistas porque pauta o seu programa político num passado histórico que pode ser conhecido quase que na totalidade pelos registros disponíveis. As suas fundações não estão perdidas em tempos longínquos ou reinterpretações do passado: ele consegue estabelecer um caminho de volta através do estudo de leis, políticas e tradições que foram outrora estabelecidas, revogando as leis modernas que vão na direção contrária das mesmas.
Exemplos de ideologias regressistas são o tradicionalismo, e, no Brasil, o monarquismo.
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III. O conservador ou moderador.
O conservador defende que a sociedade em que vivemos deve ser conservada, preservada e protegida. Ele não acredita numa ruptura radical com o presente para arriscar um futuro utópico ou uma tentativa de restabelecer uma sociedade já extinta. O conservador acredita que as mudanças da sociedade devem ser feitas de maneira natural, lenta e gradual. Ele acredita que instituições lôngevas e que resistiram ao teste do tempo devem ser mantidas, pois tornam-se essenciais para a manutenção da sociedade. Por exemplo a moral religiosa, a família, a defesa dos mais necessitados. Toda e qualquer mudança que um conservador proponha tem o propósito único de corrigir aquilo que ele considera um desvio de rota, algo que possa destruir a sociedade vigente.
O conservador nutre um profundo respeito pelo passado, pela história e pela tradição, mas não as idealiza ao ponto de querer parar ou retroceder as formas de governo. O conservador não despreza as inovações técnicas e científicas, mas também não acredita que exista uma medida exata do progresso, nem que uma melhoria material deva antepor-se à conservação de uma ordem moral duradoura. O conservador não acredita que a novidade seja uma qualidade em si, que o novo seja necessariamente melhor que o velho. Pelo contrário, acredita que o que já está estabelecido é certo e o que é novo é duvidoso, tendo o inovador portanto o ônus da prova de que sua proposta é melhor que a vigente. O conservador é sobretudo um cético.
Exemplos de ideologias conservadoras são o conservadorismo burkeano e o conservadorismo latino (ou continental).

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IV. O reformador ou progressista.
O progressista, assim como o revolucionário, tem uma visão idealizada de um futuro que ele pretende tornar real. Porém, o progressista não prega uma ruptura radical com a sociedade moderna e não pretende instaurar esta nova sociedade pela violência. O progressista acredita que se deve construí-la em etapas, com avanços políticos progressivos e que podem ser conduzido sem grandes choques para a população.
O progressista, diferente do revolucionário, consegue estabelecer objetivos mais realistas porque pauta o seu programa político numa evolução histórica que pode ser inferida logicamente. Os seus objetivos não estão perdidos num futuro hipotético e surreal: ele consegue estabelecer um caminho através da implantação de leis, políticas e costumes que serão estabelecidas, atacando as leis e costumes que possam impedir este suposto progresso ou que ele julgue “reacionárias” (neste caso, regressistas ou conservadoras).
Exemplos de ideologias progressistas são o socialismo fabiano, o positivismo e a social-democracia.


V. O revolucionário ou futurista.
O que define um revolucionário é a sua defesa de uma ruptura com o passado e a instauração de um novo modelo de sociedade mais moderno, futurístico. Contudo, não é de um futuro previsível e realista que ele fala. O futuro para um revolucionário é uma coisa idealizada. O revolucionário prega uma ruptura radical com o mundo atual (“passadismo”) para implantar um novo modelo de sociedade baseado numa idealização do que a civilização deve ser.
Os comunistas, por exemplo, tentaram estabelecer uma sociedade socialista baseada naquilo que os bolcheviques acreditavam ser a melhor representação do socialismo marxista, com a organização da sociedade em moldes militares – formando verdadeiros exércitos de operários e camponeses, com a centralização de toda a Economia nas mãos do Estado, extinção da propriedade privada e abolição da religião. Porém, o erro típico do revolucionário é desconsiderar que muito daquilo que ele pretende destruir não só era um pilar da sociedade anterior como é também um princípio básico sobre o qual toda sociedade se sustenta. Ao extinguir a propriedade privada e tentar abolir a religião, os comunistas enfrentaram não só uma forte resistência como também desastrosas consequências econômicas que acabaram obrigando os comunistas não só a alinhar-se posteriormente com a Igreja Ortodoxa, como a implantar o NEP e, posteriormente, tentar emular o sistema de preços de mercados livres dentro de uma Economia planificada. Era simplesmente impossível manter o sistema econômico sem o sistema de precificação de mercado e simplesmente impossível planejar toda a Economia, e isto levou a sérios problemas que culminaram com a morte de dezenas de milhões de pessoas na URSS não só de fome, como também nos campos de trabalho escravo, agora necessários numa Economia planificada.
O que difere o revolucionário de um reacionário é que o primeiro pretende estabelecer, após a revolução, um modelo de sociedade completamente novo, planejado milimetricamente por seus proponentes, mas nunca antes testado.
Exemplos de ideologias revolucionárias são o socialismo (“marxismo”, “comunismo”) e o fascismo.

Créditos:
http://direitasja.com.br/2012/03/27/as-cinco-mentalidades-politicas/

No Brasil, direita é sinônimo de Fascismo – Onde foi que erramos?

29/01/2013

direita garotinho

Uribe: O que é direita:

11/05/2012

Ser de derecha significa, en primer lugar, reconocer el caracter subversivo de los movimientos salidos de la Revolución Francesa, sean ellos el Liberalismo, la Democracia o el Socialismo. Ser de derecha significa, en segundo lugar, detectar la naturaleza decadente de los mitos racionalistas, progresistas, materialistas, que preparan la llegada de la civilización plebeya, el reino de la cantidad, la tiranía de la masa anónima y monstruosa.

http://uribistasencolombia.blogspot.com.br/

O que é ser de direita – 10 mandamentos da ordem, da liberdade

08/08/2008

Direita…

I – Crer em Deus, amar a Pátria, sustentar o princípio da Família,

II – Pugnar pela soberania  da Nação, lutando pela liberdade do Brasil e dos brasileiros das garras do comunismo internacional,

III – Combater o comunismo materialista em todas suas formas.

IV – Incutir no espírito das novas gerações a imagem de um Brasil grande, forte, respeitado, potência internacional, e para isso elevar o nível cultural da juventude, arrancando-a da descrença, do ceticismo, cosmopolitismo, das idéias dissolventes,

V – Criar na consciência brasileira um novo espírito de confiança nas forças da raça, nas energias de um povo, nas tradições históricas, dando às novas gerações um sentido de afirmação corajosa a de expansão da Pátria,

VI – Lutar pela igualdade de oportunidades: o amparo às nossas populações pobres e desprotegidas, um padrão de vida mais elevado para o infeliz caboclo brasileiro, a solução do problema do menor abandonado,

VII – Promover a cultura geral do povo,

VIII – Ensinar a doutrina da ordem, do princípio da autoridade, da harmonia entre todas as classes, da solidariedade entre os filhos de uma mesma Nação, da perfeita disciplina de cada um nos ramos de atividade civil ou militar em que se empregar,

IX – Combater o cosmopolitismo, o esnobismo, o sensualismo, o sexualismo desenfreado (hoje valorizados e difundidos pelos meios de comunicação, mormente a televisão, o cinema , o teatro – e internet), o alcoolismo, os tóxicos, todos os vícios enfim, em nome das energias de uma raça e dos direitos sagrados de um povo,

X – Dizer ao menino, à menina, ao moço, à moça: sejam bons filhos e bons irmãos; ao homem: seja bom esposo e bom pai; à mulher: seja boa esposa e boa mãe; ao cidadão: ame o Brasil e se sacrifique por ele; a todos: façamos a grandeza moral, intelectual e material da Pátria brasileira, livrando-a dos agentes da desordem e da destruição.