Posts Tagged ‘comunismo no brasil’

Guarda Nacional Bolivariana no Brasil

02/04/2014

NOVO GOLPE LULA E DILMA = DESMILITARIZAÇÃO DA POLÍCIA = GOLPE COMUNISTA.
O PT PRETENDE TIRAR O PODER MILITAR SOBRE A POLÍCIA PARA FAZER O MESMO QUE OCORRE NA VENEZUELA.

O PT CRIA UMA ESPÉCIE DE “FORÇA NACIONAL” TOTALMENTE VINCULADA À PRESIDÊNCIA (QUE POR ENQUANTO É DO PT), QUE TERÁ UM EFETIVO MAIOR QUE O EXÉRCITO E SERÁ BEM MELHOR APARELHADA (ARMADA).

ISTO DARÁ O PODER TOTAL AOS BANDIDOS COMUNISTAS.NÃO CAIAM NESTA CILADA. ESTE PROJETO NÃO PODE PASSAR DE MANEIRA ALGUMA.

É SIMPLESMENTE O GOLPE FINAL DO PT À DEMOCRACIA.

NÃO HAVERÁ MAIS RETORNO . PROVAVELMENTE ELES VOTARÃO ESTE PROJETO “NA SURDINA”(EM FIM DE SEMANA OU DURANTE A COPA ) PARA NÃO CHAMAR A ATENÇÃO. PERIGO:

É O GOLPE FINAL DO PT ! FORA PT !

Hora da Colheita: O resultado da Doutrinação Comunista nas Escolas – Queimando a Bandeira do Brasil – Hasteando a Bandeira de Cuba

09/09/2013

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O que os terroristas que hoje governam o Brasil fizeram: alguns de seus crimes

26/10/2011
CONTRIBUIÇÃO PARA A COMISSÃO DA VERDADE III

Aton Fon Filho – ALN
Matéria pesquisada e produzida pelo site: www.averdadesufocada.com

“Familiares de vítimas atacam projeto Júnia Gama –  Alana Rizzo – Correio Braziliense – 20/09/2011
(…)”O projeto como está é uma farsa, não vai produzir justiça. Se for só para dizer que tivemos uma comissão, é melhor não tê-la”, diz o diretor do Sindicato dos Advogados de São Paulo, Aton Fon Filho.”(…)

Contribuindo com a Comissão da Verdade, conheça um pequeno período da vida de Aton Fon Filho, com curso em Cuba e ativo participante da luta armada, hoje advogado, ligado à ONGs e preocupado com os direitos humanos dos militantes da luta armada e com a Comissão da Verdade. Os direitos humanos dos familiares de suas vítimas serão lembrados ?

Marighela recebeu, a partir de julho de 1968, os militantes que haviam sido enviados a Cuba, em 1967, para realizar o treinamento militar. Era o “I Exército da ALN” – como ficou conhecido o grupo -, que retornava para iniciar suas atividades criminosas. Na primeira leva seguiram para Cuba Adilson Ferreira da Silva ( Miguel), Aton Fon Filho ( Marcos), Epitácio Remígio de Araújo (Júlio) , Hans Rudolf Jacob Manz ( Juvêncio ou Suíço), José Nonato Mendes ( Pele de Rato ou Pará ), Otávio Ângelo ( Fermim) e Virgílio Gomes da Silva ( Carlos).

A mesma época, iniciou-se o envio de, mais um grupo de militantes, que reunido em Cuba, realizaria o curso entre março e setembro de 1969.

Apoiado pela chegada do I Exército da ALN e com intuito de partir direto para a ação e de reafirmar que o comando político emergia da ação, Marighela partiu para o ataque reforçado pelo grupo que chegara de Cuba, e liderou alguns assaltos e atentados na área de São Paulo, em 1968. São de autoria do ainda chamado Agrupamento Comunista de São Paulo – AC/SP- os seguintes assaltos:
– ao banco Comércio e Indústria , Av. São Gabriel, 191, em julho de 1968;
– à agência Bradesco, da Alameda Barros com AV. Angélica;
– ao trem pagador da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, em agosto;
– ao carro pagador da Massey Ferguson, no Alto de Pinheiros, em outubro;
– à indústria “Rochester -Armas e Explosivos”, em Mogi das Cruzes ( na Grande São Paulo), no dia 28 de dezembro de 1968;
– á casa de um colecionador de armas , na Alameda Ribeirão Preto.
– o atentado contra um carro pertencente a um elemento do DOPS de São Paulo, na AV. Marginal ; e
– o atentado a bomba contra a casa de um diretor da Contel.

A esses fatos viria somar-se um estremecimento nas relações da agora denominada Aliança Libertadora Nacional – ALN -, com a VPR, que eram muito intensas. O estremecimento deu-se em razão da ALN , que armazenara parte do armamento roubado do 4º RI para a VPR, haver relutado em devolvê-lo quando solicitado por aquela organização.

Essas ações e mais o assassinato do capitão Chandler – 12/10/1968 –  pela VPR, que teve grande repercussão no Brasil e no mundo provocaram um refluxo temporário nas ações da ALN em São Paulo.

Para sobreviver durante esse período, a organização realizou ações de pequena monta, como assaltos a padarias e supermercados, nos quais Aton Fon Filho  participou juntamente com Vírgilo Gomes da Silva,  chefe de um dos grupos táticos armados – GTA-, Manoel Cyrilo de Oliveira e Takao Amano.

Passado o impacto da repercussão do bárbaro asssassinato do capitão Chandler, na frente da mulher e dos filhos, a ALN recomeçou uma série de ações violentas. A primeira foi o assalto à agência de Suzano da União de Bancos Brasileiros, no dia 7 de maio de 1969. Durante a fuga, os terroristas foram surpreendidos, travando-se intenso tiroteio com a polícia, com o saldo de quatro vítimas. O investigador José Carvalho, que tentara impedir a fuga foi atingido por vários impactos. Socorrido, veio a falecer na Santa Casa de Suzano. Os civis Antônio Maria Comenda Belchior e Ferdinando Eiamini, que passavam pelo local no momento do tiroteio, foram feridos.

Takao Amano, ferido na coxa, retirado do local pelos companheiros, foi operado por Boanerges Massa na casa do casal  Carlos Henrique Knapp e Eliane Toscano Zamikhowski, militantes da rede de apoio na ALN de São Paulo.

No dia 27 de maio, no afã de aumentar a potência de fogo de seu GTA e realizar uma ação de propaganda armada, buscando desmoralizar as forças de segurança, foi perpetrada uma ação contra o 15º Batalhão da Força Pública do Estado de São Paulo, na Avenida Cruzeiro do Sul. No Volkswagen dirigido por Celso Antunes Horta, iam Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Carlos Eduardo Pires Fleury e Maria Aparecida da Costa. O Karman-Ghia da cobertura era dirigido por Ana Maria de Cerqueira Cesar Corbisier, que, antecipando-se ao Volkswagen, estacionara na esquina próxima, aguardando o desenrolar dos acontecimentos. A repetina parada do carro e o rápido desembarque de três elementos surpreenderam, o soldado da Força Pública paulista Naul José Mantovani que se encontrava de guarda. Virgílio, Carlos Eduardo e Aton Fon Filho não deram qualquer chance ao soldado de serviço, que caiu fuzilado pelos terroristas e teve sua metralhadora roubada. O soldado Nicácio Conceição Pupo, que acorreu ao local ao ouvir os disparos, foi gravemente ferido na cabeça, tendo ficado com o cérebro paralisado. Os assassinos, ante a reação da guarda, que respondeu atirando contra o carro, em defesa dos feridos e do batalhão,  lograram empreender a fuga

No dia 4 de junho , no assalto ao Banco Tozan, na Avenida Penha de França, a ALN deu prosseguimento ao rol de suas vítimas fatais. durante a fuga , o soldado da FPESP Boaventura Rodrigues da Silva, que se encontrava de serviço nas proximidades do banco e tentou obstar a ação , foi morto a tiros e teve sua metralhadora roubada. O terrorista Francisco Gomes da Silva, que saiu ferido nas costas, durante o assalto, foi atendido pela mesma equipe da rede de apoio da ALN na casa de Carlos Knapp.

Ainda em 1969, nos meses subsequentes,  a ALN realizou uma série de assaltos a bancos, supermercados e empresas de transporte coletivo e de atentados a bomba , dos quais se destacam o atentado ao Palácio Episcopal , em 6 de agosto, e o metralhamento , em 24 de agosto , à vitrina da Loja Mappin , que expunha material alusivo à Semana do Exército.

As ações da ALN , no referido período, foram
16 de junho – atentado a bomba nos elevadores da CBI, na rua Formosa;
23 de junho – assalto à empresa de ônibus  ” Viação Leste-Oeste”;
6 de junho – atentado a bomba contra uma subestação da Light, em Piquete;
08 de julho –  assalto à agência do Banco do Brasil, Santo André;
12 de julho – assalto simultâneo ao União de Bancos Brasileiros e à Caixa Econômica  Federal, na Avenida Guapira, em Jaçanã;
15 de julho – primeiro assalto à agência Bradesco na Rua Major Diogo;
24 de julho – assalto contra a União Cultural Brasil-Estados Unidos, na rua Oscar Porto;
final de julho – assalto ao Supermercado Pão de Acúcar , no Bairro de Pinheiros;
18 de agosto – assalto à agência do Banco Comércio e Indústria da Avenida São Gabriel;
24 de agosto – atentado a bomba contra a agência da Light;
29 de agosto – assalto à empresa Instrumental Berse LTDA, na rua Agostinho Gomes, 1662;
09 de setembro – assalto á agência do banco Itaú- América, na rua Pamplona;
22 de setembro – segundo assalto à agência do Bradesco, na rua Major Diogo.

No dia 19 de setembro, a ALN realizou mais uma ação de propaganda armada, desta feita contra a guarnição da radiopatrulha nº 21, que habitualmente permanecia estacionada no Conjunto Nacional na Av. Paulista. A guarnição da RP era constituída de dois homens,e nas suas proximidas ficava um guarda-civil do policiamento ostensivo. Por vaIta das 22 horas após saltarem do carro dirigido por Aton Fon Filho, Virgílio Gomes da Silva, o comandante da ação, Denison Luís de Oliveira e Manoel Cyrilo de Oliveira Neto dirigiram-se para a viatura como se fossem solicitar uma informação. Ao mesmo tempo, Takao Amano aproximava-se do guarda-civil. Takao, num gesto desnecessário de prepotência, rendeu o guarda e obrigou-o a colocar-se de joelhos à sua frente, humilhando-o ao exigir que lhe pedisse clemência. A trinca que se ocupava da radiopatrulha, ao imaginar ou pressentir uma tentativa de reação, disparou suas armas para o interior da viatura. O soldado da FPESP Pedro Fernandes da Silva, atingido por vários disparos, um deles na coluna, ficou com sequelas seríssimas. Denison e Virgílio recolheram uma metralhadora INA e dois revólveres .38 , enquanto Takao Amano recolhia um revólver .38 do tripudiado guarda -civil.

Para complementar a “ação revolucionária, os dois primeiros espalharam gasolina e incendiaram a radiopatrulha. Esta seria uma das últimas ações da ALN em São Paulo, no ano de 1969.

Depois disso, em setembro, Aton Fon Filho e Maria Aparecida da Costa partiram de São Paulo e foram atuar no Rio de Janeiro, esperando uma oportunidade para fugir para o exterior.

Fonte : Projeto Orvil

Em 1964 tinhamos gente patriota que combatia o comunismo

24/10/2010

Isso aconteceu logo antes de 1964

Propaganda por Panfleto

Os líderes da classe média brasileira, armados com as montanhas de provas reunidas por seus investigadores, puseram-se então a agir. Sua missão: despertar seus tolerantes e cordiais patrícios, cujas condescendentes atitudes políticas eram resumidas muito freqüentemente na frase: “Está certo, ele é comunista, mas é uma boa praça!”

Os anticomunistas organizavam dossiês sobre os chefes comunistas e seus colaboradores, dentro e fora do Governo, e distribuíram-nos largamente entre os líderes da resistência e os jornais. Eles visavam principalmente à crescentes classe assalariada do País, a grande sofredora com a galopante inflação.

Diretores de organizações comerciais e de fábricas convocavam reuniões regulares dos empregados, discutiam o significado oculto dos acontecimentos correntes, davam-lhes panfletos. Um livrinho barato, escrito por André Gama, dono de uma pequena fábrica de Petrópolis, e intitulado “Nossos Males e Seus Remédios”, teve uma circulação superior a um milhão de exemplares. Outro documento, escrito em linguagem simples, explicava como o sistema democrático funciona melhor do que outro qualquer, detalhava as tragédias da Hungria e de Cuba, e avisava: “Está acontecendo aqui.”

A distribuição desse e de outros materiais anti –comunistas a princípio foi clandestina, depois tornou-se ostensiva. Os lojistas punham os folhetos denunciadores dentro de embrulhos e sacos de compras. Os ascensoristas davam-nos a passageiros que se queixavam da situação. Os barbeiros punham-nos dentro de revistas que eram lidas pelos fregueses que esperavam a vez. Um tipógrafo do Rio imprimiu secretamente 50 000 cartazes com caricaturas de Fidel Castro fustigando seu povo e a legenda: “Você quer viver sob a chibata dos comunistas?” À noite mandou vários ajudantes colocá-los em lugares públicos.

a farsa da abertura dos arquivos da ditadura repassem ana prudente paulo vannuchi vanuchi lei de anistia PNDH3

17/04/2010

REPASSEM PARA QUE ESSES JOVENS QUE FORAM DOUTRINADOS PRINCIPALMENTE NAS ESCOLAS SAIBAM A VERDADE.

E um dia eles decidiram enfrentar por sua conta e risco

por Ana Prudente

16/04/10 

A sanha para implantarem o comunismo no Brasil, tentando transformar nosso país numa Cuba continental, fez com que alguns jovens da época decidissem enfrentar os poderes constituídos. 

Por sua própria vontade e risco, sem que perguntassem se a Nação concordava com sua ideologia, passaram a seqüestrar autoridades, explodir bombas matando e mutilando inocentes. Passaram por treinamento militar subversivo em muitos países comunistas. 

Acabaram presos, interrogados, mortos. Muitos se suicidaram e outros tantos foram justiçados por seus próprios companheiros, por serem considerados traidores ou pela simples vontade de abandonar a luta. Era proibido desistir e como haviam aprendido nas ditaduras que os treinaram, qualquer violência é aceita em nome “da causa”. Isso só é válido para eles, é claro!

 D. Paulo Evaristo Arns, um ateu de batina, sempre usou de sua posição para acobertar os crimes destes aprendizes do terrorismo. Por aqui ninguém conhecia a nova modalidade importada pelos subversivos, o seqüestro, e se este hoje está implantado no crime organizado, devemos apenas a estas criaturas, hoje no poder! 

Se em 1964 os militares assumiram o país, foi porque o povo pediu, saiu às ruas, suplicou por uma reação às demandas esquerdistas que insistiam em tentar tomar o poder. Portanto, evitaram a golpeada que vinha sendo preparada naqueles anos. E se os militares brasileiros foram tão malvados quanto alardeiam, porque deixariam aqueles jovens, hoje homens e mulheres que se vangloriam por tê-los enfrentado com armas, vivos? 

Então o General Figueiredo assinou a Lei de Anistia. Em sua “ilusão” , esta lei traria a paz ao Brasil que seria a partir dali, uma democracia. 

Mas eles não desistem. Outra vez estamos à beira da implantação do comunismo, hoje travestido de socialismo, em que somos obrigados a vivenciar junto aos subversivos, toda a sua fúria e inconformismo por terem sido derrotados pelos militares e impedidos de implantar a sua ditadura esquerdista.   

O travamento do PNDH3, análises de grandes nomes dos quadros nacionais afirmando que a Lei de Anistia vale para ambos os lados, se tornou inconcebível, uma questão de honra para estes que um dia foram aqueles jovens. Chegaram ao poder, detém a caneta e mais ainda, o controle dos cofres públicos. 

Embora os militares já tenham entregue todos os documentos que possuíam à Casa Civil, ainda são acusados de deter mais papéis. O mais estranho é saber que a “Casa Civil” só disponibilizou para pesquisas aqueles documentos que incriminam os militares. Onde estarão aqueles que incriminam os grandes nomes, em sua maioria ocupando cargos no Executivo do país? Caso aparecessem, pencas de ministros teriam que dar muitas explicações à Nação, principalmente aos estudantes que já sofreram lavagem cerebral totalmente a seu favor. Apenas repetem e repetem uma ladainha que bem conhecemos. 

E agora, sob a batuta de Paulo Vannuchi, teremos de suportar uma campanha televisiva (como se não bastassem as de partidos políticos), onde prometem apresentar nomes de vulto nacional pedindo a abertura dos arquivos, levando as pessoas a acreditar que continuam sendo enganadas pelos militares. Distorcem a informação, conduzem ao erro. Manipulam o expectador desavisado, que não conhece a verdadeira história. Isso é baixo, muito baixo!   

Portanto, além dos quase 4 bilhões de reais destinados a indenizações daqueles que se apresentam como vitimas “daquela ditadura”, teremos de arcar com a conta de mais estas propagandas esparramadas por vários canais, em horário nobre.   

Lamentável! Concluo que estes senhores e senhoras não aprenderam nada com a queda do Muro de Berlim.

Quem foi João Goulart governo goulart presidente deposição revolução de 1964 golpe militar comunismo banco do brasil e joão goulart

05/03/2009

Vou fazer um comentário com as palavras do senhor Carlos lacerda, tirado da revista “O Cruzeiro”:

“De herdeiro de alguns hectares de terra, transformou-se, em poucos anos, em proprietário de mais de 550 mil hectares – uma área igual a quatro vêzes e meia o território da Guanabara.”

E prosseguiu: “Associado do Sr. Wilson Fadul (que por isso foi ser Ministro da Saúde, e não porque seja um cientista), em quatro anos, com dinheiro do Banco do Brasil, e com dinheiro cuja origem não explica, o Sr. João Goulart transformou-se num dos homens mais ricos dêste País, com três bois por hectare em suas fazendas”.

“O Sr. João Goulart é um leviano que nunca estudou – e não estudou porque não quis, não é porque não pôde. E agora, no Govêrno do País, queria levar-nos ao comunismo.”

“Eu o conhecia bem. Mas, como bom democrata, submeti-me à vontade da maioria, quando entrou em vigor a fórmula do Parlamentarismo. Mas o Sr. João Goulart não queria governar. Adulava, de dia, os trabalhadores que condenava ao desemprêgo, de noite. O Sr. João Goulart jurou fidelidade ao Parlamentarismo, para logo em seguida impor o plebiscito, e todo o povo votou. Eu não votei porque achava que o plebiscito era uma palhaçada, e repito que era”.

“Quem quiser fazer reformas deve ter a honestidade de dizer que as fará sem reformar a Constituição. Há necessidades de se fazer reformas, e eu acho que se pode fazer isso sem se mexer na Constituição. Mas o Sr. João Goulart não queria isso. Montou um dispositivo sindical nos moldes fascistas, com dinheiro do Ministério do Trabalho, dinheiro roubado do impôsto sindical, roubado do salário dos trabalhadores, para pagar as manifestações de banderinhas e as farras dos homens do Ministério do Trabalho.”

“Ao mesmo tempo, começou a criar dificuldades para a Imprensa, para os jornais, para o rádio e a televisão, iniciando um processo de escravização dos homens livres que fazem a imprensa do nosso País. Depois de criar as dificuldades, o Sr. João Goulart oferecia-se para resolvê-las, enquanto dava curso ao processo de entreguismo do Brasil à Rússia. O Sr. João Goulart foi o maior entreguista que já teve êste país.”

O ex-Presidente Goulart iniciou o solapamento da autoridade militar, entregando os comandos militares a gente sem prestígio nas Fôrças Armadas. “O desprestígio” “atingiu a todos os setores do Govêrno, os Ministérios Civis e a própria Casa Civil da Presidência, onde estava Darcy Ribeiro, um instrutor de tupi-guarani, que acabou reitor da Universidade de Brasília sem jamais ter sido professor”.

“A Marinha é tão ruim que um cabo pode ser estudante de Direito. Em nenhuma Marinha do Mundo, nem nos Estados Unidos, nem na Rússia – um cabo tem tempo para estudar Direito. E o Sr. João Goulart acobertou, patrocinou, estimulou tôda essa gente, jogando marinheiro contra soldado, farda contra farda, classe contra classe, brasileiro contra brasileiro”.

“Assim, não era possível que Marinha, Aeronáutica e Exército suportassem mais tamanha impostura e tamanha carga de traição.” E concluiu: “Deus é bom. Deus teve pena do povo”.

10 de Abril de 1964