Posts Tagged ‘comunismo na igreja católica’

O Triunfo de Satanás – Hora da Colheita do Antigo Bispo Auxiliar da Zona Leste – Dom Luciano Mendes de Almeida

14/09/2013
10 setembro 2013 Autor: Bíblia Católica 

Fonte: Fratres in Unum

A “filósofa” da USP Marilena Chaui, uma das históricas mentoras, se é que isso é possível, do petismo, encontrou o seu lugar na “igreja libertária” travestida de católica: a diocese de São Miguel Paulista — a quem não sabe, esta diocese foi criada em 1989 pelo Papa João Paulo II com o propósito de dividir a Arquidiocese de São Paulo e, assim, diminuir a área de destruição atuação do então arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns.

Além de piedosamente comungar por conta própria, Chaui recebeu a homenagem do reverendíssimo presbítero com suas bailarinas:

carmo1
Paulo Sérgio Bezerra, Marilena Chaui e Padres Dimas Martins Carvalho

Eis a descrição do vídeo no Youtube: “Homenagem feita à Marilena Chauí pela Juventude da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Itaquera, por ocasião de sua participação no último dia da semana de oração na festa de Nossa Senhora do Carmo. A ilustre convidada fez uma reflexão sobre o tema “Sociedade em crise: ausência de filosofia?”. Música: Coração Cívil, Milton Nascimento”.

A diocese de São Miguel Paulista é, de fato, a casa da mãe Joana da Teologia da Libertação: neste ano, já passou por lá, em um Santuário diocesano, o nobre herege Leonardo Boff, com direito a autógrafo em livro para criança — escancarado crime de corrupção de menores:

boff

Igualmente, o mesmo Santuário Nossa Senhora da Paz, cujo reitor é o reverendíssimo Pe. Dimas Martins de Carvalho, se ufana de divulgar em sua página do Facebook aberrações como a que segue:

santuario

Parabéns, Dom Manuel Parrado Carral, bispo diocesano! O objetivo de destruir a Fé Católica na zona leste de São Paulo, curiosamente, a mais pobre e onde os protestantes mais fazem estragos, está sendo atingido com sucesso!

Grito comunistas dos excluídos do PT

08/09/2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Grito dos excluídos é fruto da campanha da fraternidade de 1995 – Pelos frutos conhecereis a árvore…

Uma coisa que chamou a minha atenção é essa frase: vida em primeiro lugar. Como assim???? Toda essa gente da teologia da libertação(tomba lata) SÃO ABORTISTAS!!

O partido que SEMPRE esteve por trás dessa gritaria é o pt, e está nos seus estatutos que é abortista. Foi declarado pelo ministro da saúde e apoiado por todos os petralhas que aborto é saúde pública. Como saúde se o bebê morre?

Malditos, imundos, desgraçados são todos vocês que apoiam o comunismo!!

Que projeto popular? O Governo no poder é dessa gangue dos gritos. Popularizar mais o quê? Só se estão dizendo para os massas de manobra que popularizar MAIS é dar maconha e chá santo daime(agora até eu ri demais, eu me amo!

Tem que ser muito burro para dizer que os petralhas não são comunistas. Se dil-má-lá ganhar as eleições, podemos preparar o lombo!!!

Enfim o que é esse grito? Toda mãe diz para o filho: pára de gritar.

Só a cnbb que ensina a gritar. Comédia!

Como nasceu essa coisa?

A maior concentração acontece no pátio da Basílica de Nossa Senhora Aparecida – libera nos domine – e dizem ser a maior concentração do País.

Esse ano teve o grave acontecimento de um plebiscito.

Manda essa gente ir trabalhar, quem herdou terras não tem culpa de muitos nascerem ferrados e não ter nada na vida.

Quer terra?

Vai trabalhar para comprar.

Bispos comunistas do Rio Grande do Sul defendem as escolinhas comunistas do mst

25/02/2009

Questão agrária

 |

 25/02/2009 | 03h49min 

Romaria da Terra expõe divergências na Igreja

Bispos criticaram o fim das escolas itinerantes para o MST enquanto arcebispo questionou o funcionamento

 

A 32ª Romaria da Terra, realizada ontem, em Sapucaia do Sul, expôs visões díspares entre expoentes da Igreja Católica no Estado. Enquanto bispos criticavam o fechamento das escolas itinerantes em acampamentos dos sem-terra e a suposta tendência de criminalização de movimentos como o dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o arcebispo metropolitano, dom Dadeus Grings, principal autoridade católica no Rio Grande do Sul, questionava o funcionamento das escolas.

– Não conheço as escolas (itinerantes), mas acho que não é interessante ter escolas separadas. É importante a integração, não o isolamento. Fazer uma escola para meia dúzia de crianças? Escolas com pouquíssimos alunos são inviáveis – falou dom Dadeus, no início da manhã, ressaltando que o assunto não integrava oficialmente a pauta da romaria, cujo slogan desse ano foi Água: Sangue da Terra.

Criadas há 13 anos, elas educam crianças ligadas ao MST em acampamentos no Estado. O fechamento foi determinado por um acordo do Ministério Público Estadual (MP) com o Piratini. Os principais argumentos para o fim das escolas são o financiamento com dinheiro público, a terceirização de professores, as condições inadequadas e a pregação ideológica, segundo a filosofia política dos líderes do movimento.

As declarações de dom Dadeus, porém, não repercutiram junto aos organizadores do evento, coordenado pelo Vicariato de Canoas, pela Comissão Pastoral da Terra e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Ao longo de uma hora de caminhada, entre a Igreja Sagrada Família, no bairro Colonial, e um pesqueiro, no bairro do Rio dos Sinos, alguém repetia no carro de som: “Deus não quer o fim das escolas itinerantes!”.

Ao saber das manifestações de dom Dadeus, o bispo de Santa Cruz do Sul, dom Sinésio Bohn, brincou:

– A oposição às escolas itinerantes é, no mínimo, questionável. Como as crianças vão estudar? Ainda bem que eu e o dom Dadeus somos amigos. Acontece que ele está na Capital, e eu no Interior.

Irmão comparou dias de hoje ao período da ditadura

Críticas ao fim do ensino em acampamentos também fizeram parte da pregação oficial da romaria, proferidas pelo bispo de Rio Grande, dom José Mario Ströher. Durante cerca de 20 minutos, Ströher ressaltou a importância dos rios, definidos como “úteros da biodiversidade”, apontou a suposta “criminalização dos movimentos sociais” e defendeu o ensino nos acampamentos.

– Vamos cuidar para que as escolas itinerantes não sejam extintas. Queremos que se busque diálogo com os movimentos sociais e se deixe de lado a criminalização. Muito maiores são os crimes contra o patrimônio público, como as fraudes no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) – falou Ströher durante o sermão.

A manifestação mais enérgica, contudo, partiu do irmão marista Antonio Cechin. Um dos organizadores da primeira romaria, Cechin, 82 anos, comparou os tempos atuais ao período dos governos militares (1964 a 1985).

– Apesar de vivermos na ditadura militar, em 1978, quando a romaria foi criada, éramos muito mais respeitados. Hoje, o Poder Judiciário, mancomunado com o Executivo, comete as maiores injustiças fechando escolas itinerantes e criminalizando o movimento popular – disse Cechin.

Entenda o caso
> Depois de 13 anos em atividade, as escolas itinerantes que educam crianças ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em acampamentos no Rio Grande do Sul devem ser fechadas. A decisão foi determinada por um acordo do Ministério Público Estadual (MP).
> A decisão é o desfecho de um confronto iniciado há dois anos, quando o Conselho Superior do MP chegou a cogitar a declaração de ilegalidade do MST.
> As escolas são financiadas com dinheiro público e contam com professores terceirizados. Carecem de infraestrutura adequada e dividem o tempo entre o ensino convencional e a pregação ideológica, segundo a filosofia política dos líderes do movimento.
> Têm um custo relativamente baixo (inferior a R$ 20 mil mensais, em média) em comparação com gastos com o acréscimo no transporte público que será necessário para atender a nova demanda. Adaptadas às características culturais das comunidades de sem-terra, permitem que o aluno mude de cidade, à medida que os acampamentos se deslocam.
> Atualmente, conforme estimativa do MP, cerca de 500 crianças e adolescentes estudam em colégios improvisados em acampamentos de lona e madeira. Em dezembro, foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta com a Secretaria Estadual da Educação (SEC) em que o governo se comprometeu a garantir a transferência dos estudantes para a rede pública convencional.
> A mudança contém um forte caráter simbólico. O modelo de educação autônoma nos acampamentos, regulamentado em 1996, nasceu no Rio Grande do Sul e foi exportado para pelo menos outros seis Estados. É visto pelos líderes do MST como uma alternativa à educação “capitalista” e uma maneira de transmitir aos jovens os valores cultivados pelo movimento.

 

 

Quarta-feira, Fevereiro 25, 2009

MST desrespeita Ministério Público.

De Zero Hora:

Contrariando a decisão do Ministério Público tomada no dia 17, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) manterá em funcionamento as escolas itinerantes em acampamentos no Interior do Rio Grande do Sul. Segundo o deputado Dionilso Marcon, ligado ao MST, a manutenção das aulas tentaria evitar que os alunos perdessem o ano.– Não vai ter vaga nas outras escolas. E, se as famílias forem assentadas fora do local onde estão, os alunos terão dificuldades de se adaptar.Apesar do término do convênio do Estado com a entidade que contrata os professores, o deputado garante que as aulas continuarão sendo ministradas.– Falei com um professor hoje que me confirmou que vai trabalhar mesmo sem receber.