Posts Tagged ‘comissão da verdade’

José Genoíno ficou impune deste crime bárbaro

25/11/2013

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O maior crime de Genoíno é ter sido guerrilheiro combatendo nossos recrutas do Glorioso Exército de Caxias, lá pelos idos de 1970, no Pará, na Região do Araguaia com o objetivo de implantar um regime de terror comunista tipo Albânia no Brasil. Ele era do PCBR- PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO REVOLUCIONÁRIO que apoiava a Albânia.

Se Genoíno e a cambada dele tivessem vencido, hoje, todas as igrejas do Brasil estariam fechadas.

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Por uma verdadeira comissão da verdade: O PT a serviço de CUBA

06/11/2013

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Bolsonaro desmoraliza presidente comunista da OAB defensor de terroristas assassinos

08/07/2012

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Perguntas à Comissão da Verdade sobre os crimes praticados por Dilma e seus amigos de terrorismo

28/05/2012

1) Sabe-se que os militantes da luta armada foram treinados no exterior. Quando o treinamento foi iniciado, antes ou depois de 1964 ? Em que países?

2) Sabe-se que as organizações de esquerda recebiam auxilio financeiro do exterior. De que maneira o dinheiro chegava ao Brasil e quem eram os intermediários?

3) Sabe-se que havia uma colaboração entre as organizações comunistas da America Latina. Como se dava esta colaboração? Havia estrangeiro atuando no Brasil?

4) Presume-se que parte do produto dos assaltos era remetida para o exterior. Com que finalidade? Como era feita a lavagem do dinheiro?

5) Sabe-se que Fidel entregou ao falecido Brizola uma grande soma de dólares que seria empregado na luta armada. Que fim foi dado ao dinheiro?

6) Sabe-se que a esquerda assassinou companheiros a título de justiçamento. Entre estes mortos há algum incluído entre os considerados “desaparecidos”?

7)Porque nenhum dirigente histórico do PCdoB foi preso ou morto no Araguaia?

8) Supõe-se que parte do dinheiro roubado do cofre do Ademar de Barros teria sido entregue ao Miguel Arraes exilado na Argélia. O que foi feito com o dinheiro?

9) Qual foi o critério usado pela esquerda para indicar os companheiros que foram trocados pelos diplomatas seqüestrados?

10) Quem afinal foi o verdadeiro responsável pelo atentado do aeroporto dos Guararapes?

Comi$$ão da meia Verdade:

17/05/2012

A presidenta Dima Roussef participou da quadrilha que roubou o cofre do doutor Adhemar Pereira de Barros: Então que ela devolva a grana que a quadrilha diz que encontrou no cofre.

A quadrilha da presidenta assassinou um jovem de 18 anos que prestava o serviço militar obrigatório MÁRIO KOZEL FILHO, que a família do Mário seja indenizada em milhões de reais e que os assassinos sejam presos.

“Beto” ou “Mateus”, assaltante de Trêm Pagador e motorista de Marighela presidirá a Comissão da Verdade

16/10/2011

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28/09 – Comissão da Verdade terá Aloysio Nunes como relator
 
Sen.Aloysio Nunes Ferreira

Andrea Jubé Vianna – Agência Estado – 28/09/2011

O projeto de lei que cria a Comissão da Verdade chegou hoje ao Senado e será relatado pelo senador Aloysio Nunes (SP), do PSDB. O tucano, que foi perseguido político na ditadura militar, deverá relatar a matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e no plenário. Embora a escolha de seu nome não tenha sido formalizada, ele tem o aval do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), e do líder do PT, Humberto Costa (PE).

O projeto que é considerado prioridade máxima pela presidente Dilma Rousseff estabelece que a comissão ficará encarregada de investigar as violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988.

A ideia é que Aloysio Nunes não faça mudanças no texto, a fim de que a matéria siga diretamente à sanção.
Se tiver de seguir o rito ordinário de tramitação, o projeto terá de passar por três comissões: CCJ, Direitos Humanos e Relações Exteriores. No entanto, Romero Jucá vai procurar os líderes partidários na Casa para tentar aprovar o regime de urgência da matéria, a fim de que seja analisada diretamente no plenário. “Acredito que as lideranças podem pedir urgência e, desde que a nossa pauta esteja desobstruída, nós então teremos a oportunidade de examiná-lo”, disse o presidente José Sarney, apoiando a urgência.Observação do site : http://www.averdadesufocada.com
A pergunta que não quer calar: Não existe um parágrafo no projeto que cria a Comissão da Verdade que impede que alguém que tenha tido algum envolvimento com a luta armada náo poderá participár da mesma? Como é que o relator do projeto  será um senador  que esteve envolvido tão profundamente com os acontecimentos desse período?
Saiba quem foi o senador:
Aloysio Nunes Ferreira – “Beto” ou  “Mateus”
– Como presidente do Centro Acadêmico XI de agosto, da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, São Paulo, participou da ocupação da Faculdade, ameaçando incendiá-la caso fosse invadida pela polícia. Contava para isso com mais de 100 coquetéis molotov.
– Em 1964 ingressou no Partido Comunista Brasileiro.
– Descontente com a linha pacífica do Partidão, optou pela luta armada, ingressando na Ala Marighela, mais tarde Ação Libertadora Nacional (ALN).
– Seu líder, Carlos Marighela, de quem era motorista, ficou famoso pela pregação da violência, sendo o autor do Minimanual do Guerrilheiro Urbano, livro de cabeceira das Brigadas Vermelhas, na Itália, e do grupo terrorista Baader-Meihoff, da Alemanha.
Em 10/08/1968 participou entre outras ações da ALN do assalto ao trem pagador da Santos-Jundiaí e, em outubro desse mesmo ano, ao carro pagador da Massey-Ferguson.

– Tentou viajar para Cuba com a finalidade de fazer um treinamento militar, no que foi impedido por Carlos Marighela.
– Em novembro de 1968, com o passaporte falso, viajou para Paris onde passou a coordenar as ligações de Cuba com os comunistas brasileiros.
– Após três anos em Paris filiou-se ao Partido Comunista Francês.
– Negociou com o Presidente argelino Houri Chedid Boumedienne para que comunistas brasileiros recebessem treinamento militar na Argélia.
– Regressou ao Brasil após a Lei da Anistia, de 1979, ingressando na política.
– Desfiliou-se do PCB e filiou-se ao PMDB, tendo sido eleito por este partido deputado estadual de 1983
– Foi vice-governador de São Paulo de 1991 a 1994, eleito na chapa de Luiz Antônio Fleury Filho. Acumulou a função de vice-governador com a de secretário estadual de Negócios Metropolitanos.
– Em 1992, foi candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo.
– Em 1994, foi eleito Deputado Federal pelo PSDB.
– Interrompeu o mandato de 1999 a 2002, quando ocupou dois ministérios no governo FHC: a secretaria-geral da Presidência e o Ministério da Justiça.
– Como Secretário Geral da Presidência da República viajou à Cuba, na semana de 08 à 13/10/2001, onde manteve conversações com seu velho e fraternal amigo Fidel Castro, o mais sangrento ditador do continente que mandou fuzilar no “paredon” 17 mil e prendeu trinta mil opositores ao Partido Comunista Cubano.
– No dia do seu retorno ao Brasil, como deferência ao seu passado revolucionário, Fidel Castro foi ao seu embarque no aeroporto e fez questão de acompanhá-lo até o avião para as despedidas.
– De 1995 a 2007, foi detentor de uma cadeira de Deputado Federal.
– Em 2005/2006, foi secretário municipal da cidade de São Paulo, durante o governo José Serra/Gilberto Kassab. Quando, em 1º de janeiro de 2007, José Serra assumiu o Governo do Estado de São Paulo, Aloysio foi o seu chefe da Casa Civil.
– No dia 3 de outubro de 2010, Aloysio Nunes foi eleito senador pelo PSDB de São Paulo.
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Na ALN, “Mateus”, codinome de Aloysio Nunes na organização, era do Grupo Tático Armado (GTA). Por várias vezes, esteve ao lado de Marighella, para quem atuava também como motorista.

– Participei de ações armadas. Mas não quero bancar o herói – disse o senador tucano, que, hoje, condena aquelas ações e admite erros.

– Estávamos profundamente equivocados. O que derrubou a ditadura foi a luta de massas, a luta democrática. Mas o que está feito, está feito. Não me arrependo – disse Aloysio, que evita detalhar suas ações.

– No GTA, era operário mesmo – diz, em referência ao trabalho pesado que executava.

Apesar do passado de luta armada, Aloysio não acredita em resistências militares à sua indicação para relator do texto da Comissão da Verdade. Para ele, os tempos e o pensamento militar são outros:

– Essa geração de militares não tem nada a ver com aquela, marcada pelo golpe de 64. O contexto é outro. As Forças Armadas estão plenamente inseridas na vida democrática.

– E, entre os que se opunham ao regime, não há mais quem se afaste da democracia como valor permanente.

Aloysio faz uma severa autocrítica do grupo que integrou.

– A ALN não era democrática. Era autoritária na prática e na organização política.

Aloysio embarcou para um autoexílio na França, em outubro de 1968. O cerco fechou. Àquela altura, era procurado pelos agentes do Estado. Seu nome estava espalhado em cartazes pela cidade: “Terroristas assassinos”.

Jair Bolsonaro e a comissão da in verdade montada por ex terroristas; vergonha: não querem investigar terrorismo

01/10/2011

JAIR BOLSONARO detona a comissão da verdade: artigo de bolsonaro na folha

11/01/2011

Comissão da inverdade.

É notório que a esquerda quer passar para a história como a grande vítima que lutou pelo Estado democrático atual, invertendo o papel de militares :

Os militares só conseguem manter a hierarquia e a disciplina porque a verdade está para eles como a fé está para os cristãos. A mentira e a traição fazem parte da vida política brasileira, em que os vitoriosos se intitulam espertos, pois, afinal, dessa forma estarão sempre no poder. A esquerda no Brasil chegou ao poder pelo voto, graças aos militares que impediram em 1964 a implantação de uma ditadura do proletariado. Os perdedores, nos anos subsequentes, financiados pelo ditador Fidel Castro, partiram para a luta armada, aterrorizando a todos com suas ações, que ainda fazem inveja ao crime dito organizado dos dias atuais.

Foram 20 anos de ordem e de progresso. Os guerrilheiros do Araguaia foram vencidos, evitando-se que hoje, a exemplo da Colômbia, tivéssemos organizações como as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) atuando no coração do Brasil. O nosso povo vivenciou sequestros de autoridades estrangeiras e de avião, dezenas de justiçamentos, tortura, execuções como a do adido inglês e a do tenente da Força Pública de São Paulo no Vale do Ribeira, bombas no aeroporto de Recife e carro-bomba no QG do 1º Exército, respectivamente com mortes de um almirante e de um recruta, latrocínios, roubos etc. O regime, dito de força, negociou e foi além das expectativas dos derrotados ao propor anistia até mesmo para crimes de terrorismo praticados pela esquerda. Agora, no poder, eles querem escrever a história sob sua ótica, de olhos vendados para a verdade.

Projeto do Executivo, ora em tramitação na Câmara, cria a dita Comissão da Verdade, composta por sete membros, todos a serem indicados pela presidente da República, logo ela, uma das atrizes principais dos grupos armados daquele período, que inclusive foi saudada pelo então demissionário ministro José Dirceu como “companheira em armas”. Ninguém pode acreditar na imparcialidade dessa comissão, que não admite a participação de integrantes dos Clubes Naval, Militar e da Aeronáutica. Essa é a democracia dos “companheiros”. Ainda pelo projeto, apurar-se-iam apenas crimes de tortura, mortes, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres, não tratando de sequestros, atentados a bomba, latrocínios, recebimento de moeda estrangeira de Cuba, sequestro de avião e justiçamentos.

É notório que a esquerda quer passar para a história como a grande vítima que lutou pelo Estado democrático atual, invertendo completamente o papel dos militares, que, em 1964, por exigência da imprensa, da Igreja Católica, de empresários, de agricultores e de mulheres nas ruas intervieram para que nosso país não se transformasse, à época, em mais um satélite da União Soviética. Os militares sempre estiveram prontos para quaisquer chamamentos da nação, quando ameaçada, e, se a verdade real é o que eles querem, as Forças Armadas não se furtarão, mais uma vez, a apoiar a democracia. Se hoje nos acusam de graves violações de direitos humanos no passado, por que não começarmos a apurar os fatos que levaram ao sequestro, à tortura e à execução do então prefeito Celso Daniel em Santo André? Ou será que, pela causa, tudo continua sendo válido, até mesmo não extraditar o assassino italiano Cesare Battisti por temer o que ele possa revelar sobre seu passado com terroristas brasileiros hoje no poder?

Publicado na Folha de São Paulo por JAIR BOLSONARO capitão da reserva do Exército, deputado federal pelo PP do Rio de Janeiro.